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O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica. Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática. O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.FICHA TÉCNICA:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna Santos.Pesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino Sales.Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max EluardLivros abordados neste episódio: - “A árvore de dinheiro - Guia para cultivar a sua independência financeira” - por Jurandir Sell Macedo Jr. - Editora Insular, 2013 - 8ª edição. “Os segredos da mente milionária: aprenda a enriquecer mudando seus conceitos sobre o dinheiro e adotando os hábitos das pessoas bem-sucedidas” - T. Haver Eker, Sextante, 2005. - “O papel da alfabetização financeira e do cartão de crédito no endividamento dos consumidores brasileiros.” REMark - Revista Brasileira de Marketing, 2012.
Nesta edição do quadro Conversa de Bolso, o economista Felipe Storch traz um exemplo curioso e educativo que vem da Alemanha: crianças que, logo aos 6 anos de idade, já começam a poupar com foco na aposentadoria. Ele explica como essa cultura de previdência precoce impacta o futuro financeiro e o que os pais brasileiros podem aprender com esse modelo para incentivar o planejamento e o hábito de poupar desde a infância. Ouça a conversa completa!
Thales Starling viveu o pesadelo que a maioria só vê em filmes. Advogado bem-sucedido, ele viu sua vida desmoronar: foi preso, viciou-se em drogas, perdeu sua licença da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), faliu e enfrentou um câncer. No fundo do poço, com diagnóstico de ansiedade e depressão severa, ele teve que fazer uma escolha: morrer ou renascer.Neste episódio, Thales conta como usou o esporte ("Marmita e Treino") e a disciplina espartana para reconstruir sua mente e seu corpo do zero. Ele também abre o jogo sobre Saúde Mental Masculina, discute a dinâmica tóxica de relacionamentos com narcisistas e explica por que o cérebro viciado em paixão age exatamente como um cérebro viciado em drogas.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/BCPdfa8oXHMPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: Prisão, Drogas e a Perda da OAB00:05:21 - O estigma do viciado e a mudança para Ribeirão Preto00:09:41 - "A noite não tem coisa boa": Os perigos do ambiente00:15:59 - A abordagem multidisciplinar para vencer o vício00:22:39 - Ansiedade Extrema: Caminhar 3 horas por dia para não surtar00:30:42 - Ressignificando o Fracasso: O fundo do poço é uma mola00:37:00 - "Preferimos infernos conhecidos a paraísos desconhecidos" (Relacionamentos)00:41:12 - A diferença entre homens e mulheres no término (Tempo vs Dinheiro)00:49:48 - Disciplina vence Gigantes: O erro de depender da motivação00:54:56 - Narcisistas e Manipulação Emocional: O ciclo do abuso01:05:15 - O conselho para homens: Desenvolva-se (Shape, Mente e Bolso)01:20:52 - A epidemia oculta: 13 homens se suicidam por minuto01:27:00 - A rotina de um produtor de conteúdo de alta performance01:30:39 - Autenticidade: Por que viralizar com a verdade é mais poderoso01:43:22 - Minha guerra pessoal: Contra o vício, a depressão e a ansiedadeSiga o Thales no Instagram:https://www.instagram.com/vikingthales/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Num jogo com 27 faltas e 4 cartões amarelos mostrados, Pedro Henriques considera que dois deles foram mal mostrados e ficou a faltar um terceiro. O áudio-árbitro dá nota 6 a José Bessa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Está animado para o carnaval? Confira dicas para curtir o feriado gastando pouco e ainda se proteger de golpes no meio da folia. Neste episódio do podcast Meu Bolso em Dia, a Beatriz Barbiero, analista de marketing da Febraban, compartilha estratégias para aproveitar a farra sem pesar no bolso.
No Comentário Final de hoje, Ricardo Spinosa repercute a insatisfação de contribuintes de Londrina com mudanças na cobrança do IPTU e da taxa de lixo e cobra explicações da Prefeitura enquanto o estado do Lago Igapó também entra no debate.#ComentarioFinal #RicardoSpinosa #IPTU #Londrina #lagoigapo
O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica. Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática. O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.FICHA TÉCNICA:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna Santos.Pesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino Sales.Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max EluardLivro abordado neste episódio: “Finanças Pessoais Para Todas as Idades: Um Guia Prático" - por José Odalio Dos Santos - Editora Atlas, 2014 - 1ª edição.
Os bancos passaram a ser obrigados a seguir novas regras de segurança do Pix, sistema de transferência em tempo real, desde a última segunda-feira (2). Isso porque entrou em vigor de forma obrigatória a versão 2.0 do chamado mecanismo de devolução do PIX para viabilizar a restituição em casos de fraude e de falha operacional. Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio. Segundo informações do portal "G1", com as novas regras, o sistema de devolução do PIX vai rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro e permitir que valores desviados sejam recuperados mesmo após deixarem a conta original do golpista. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.
E o ano começa com um chicote de bolso, um episódio rapidinho mas essencial, com uma das perguntas mais feitas por vocês: como contar sobre o BDSM e sobre seus fetiches para a pessoa com quem você se relaciona e que, até o momento, parece ser totalmente baunilha? A Ada e a Roxy dão as melhores dicas e todo o passo a passo para você avaliar seu contexto e ter o melhor resultado possível! E claro, indicamos muito material de apoio para você aprofundar essa conversa. Na semana que vem, a gente conversa sobre como começar a praticar se der tudo certo e a pessoa que você ama topar experimentar com você. E você, já passou por isso? Deu tudo certo? Qual deve ser a próxima pergunta respondida no nosso Chicote de Bolso? Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust. Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Acesse https://apoia.se/chicotadas para manter o Chicotadas vivo e ganhar recompensas.Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte na identidade visual do Chicotadas. Com fundo em lilás, as letras e detalhes são em roxo e vermelho. É possível ver a nova marca do Chicotadas, tanto a logo principal, na parte superior e inferior da imagem, quanto a logo secundária, dentro do desenho de um bolso de jeans, com o título do episódio ao centro: Chicote de Bolso #02: Como contar sobre meu fetiche para uma parceria baunilha? O Chicotadas responde. Minutagens: 00:24 Introdução e autodescrição 1:06 A pergunta 1:55 O que é importante ter em mente? 3:27 E se a parceria não quiser? Será que consigo convencer a praticar comigo?Ouça o episódio regular 28: O “C” é de Consentimento. 4:40 Avaliar os riscos 6:25 Apresentar mídias, entender a percepção sobre fetichesTítulos indicados:- Amor com Fetiche (filme, Netflix)- Amizade Dolorida/Bonding (série, Netflix)- Morrendo por Sexo (série, Disney+)- Babygirl (filme, Prime e Apple TV)- Professor Marston E as Mulheres Maravilhas (filme, Netflix)- Como Criar um Quarto do Sexo? (reality show, Netflix)Sobre mídias e mais indicações de conteúdos: episódios regulares 14, 32, 37, Clube dos Apoiadores 11. 10:00 A conversa: Como guiar? O que falar? Episódios sobre culpa e autoaceitação:- Episódio regular 06: Por que a gente gosta de BDSM? - Episódio regular 08: Culpa, Aceitação e Prática Consciente- Episódio regular 39: Kink Shaming e Aceitação de Fetiches 16:35 O que teremos no próximo episódio?Sua parceria se interessou e topou saber mais. Quais episódios você pode recomendar/vocês podem ouvir juntos? (Links no nosso site, www.chicotadas.com.br )- Chicotinho 31: O que você precisa saber sobre BDSM?- Episódio regular 10: BDSM para Baunilhas- Episódio regular 16: Como Estudar BDSM? - Chicotinho 20: Início no BDSM: dúvidas e conselhos - Episódios com dicas de práticas: regular 20, 30, 40, chicotinhos 12 e 14. 17:45 Nosso Apoia.se https://apoia.se/chicotadas18:08 Aftercare Form de dúvidas anônimo: https://forms.gle/tTDnpmsUZ8kbcE2U8Nossos links: https://chicotadas.com.br/
O podcast Ordem no Bolso – transmitido pelo Uniforcast no Spotify – é uma extensão do curso de Finanças da Universidade de Fortaleza, em parceria com a TV Unifor e Diretoria de Comunicação, Marketing e Comercial. Foi desenvolvido para orientar o público como se organizar financeiramente de maneira simples, direta, sem enrolação ou solução mágica.Na sua segunda temporada, os 10 episódios destacam temas como planejamento financeiro, consumo consciente, educação financeira em família, dinheiro digital, metas financeiras, previdência, além de muitas orientações sobre como administrar e utilizar seu dinheiro de maneira prática.O convidado é o professor Felipe Sobral, coordenador dos cursos de Ciências Econômicas e o de Finanças, ambos oferecidos pela Universidade de Fortaleza. O docente é também mestre em Administração de Empresas pela Unifor; tem MBA em Marketing pela Universidade Salvador e é graduado em Administração e Ciências Econômicas pela Unifor e em Estilismo em Moda.O podcast Ordem no Bolso é um serviço valioso sobre educação financeira, oferecendo dicas práticas sobre como lidar com o dinheiro.Ficha Técnica:Apresentação: Ana Paula Dantas e Felipe SobralProdução: Ana Beatriz Casseb, Beatriz Barros, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga e Wivyna SantosPesquisa: Ellen Figueiredo, Luiz Henrique Sousa e Rosiane MenezesTécnico de áudio e edição: João Rufino SalesCoordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max Eluard
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o Banco Central (BC) decidiu, pela quinta vez consecutiva, manter a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006. Em tom mais ameno, a decisão confirmou as expectativas do mercado financeiro de que o corte de juros deve começar em março. Pegando como gancho a informação, esta edição do "Conversa de Bolso" traz como destaque o seguinte assunto: como investir após BC indicar queda da Selic em março? Reportagem de "Valor Investe" aponta que a renda fixa deve continuar sendo a estrela do portfólio. Contudo, assessores da área econômica aconselham diminuir a fatia de papéis que acompanham o CDI ou a Selic e aumentar a parcela de títulos atrelados à inflação.
Fugir da fatura, do extrato ou de conversas sobre dinheiro pode ser sinal de fobia financeira.A boa notícia é que informação, apoio e pequenos passos ajudam a transformar medo em controle.Neste episódio do podcast Meu Bolso em Dia, Tatiana Filomensky, psicóloga e coordenadora do Programa para Compradores Compulsivos do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz como é possível enfrentar seus medos e começar a cuidar melhor do seu dinheiro.Acesse o Spotify da Febraban para ouvir o podcast completo e ficar por dentro de todas as dicas.
Nesta semana foi destaque no noticiário a informação que o Banco Central (BC) determinou a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição digital controlada pelo grupo Master, após concluir que a situação econômico-financeira do banco havia se tornado inviável. A liquidação interrompe o funcionamento da instituição financeira e e gera dúvidas entre correntistas e investidores sobre o destino de seus recursos. O que muda para quem tinha conta no Will Bank? Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido? É possível movimentar o saldo em conta depois da liquidação? É sobre esse assunto que o comentarista Felipe Storch trata nesta edição do Conversa de Bolso.
Batatas cruas em todo o lado ou um hamster no bolso?
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o 1,6 milhão de investidores do Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em 18 de novembro passado, começam a receber seus recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC, uma espécie de seguro dos bancos) até o final desta semana, ou no máximo, início da semana que vem. A informação foi antecipada pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim.Serão pagos R$ 41 bilhões (um terço do caixa do FGC, que soma R$ 120 bilhões) aos clientes que têm direito à cobertura, no valor de até R$ 250 mil por CPF ou CPNJ, na maior operação de liquidação de uma instituição financeira já registrada no país. Até agora, o maior desembolso do FGC havia sido com a quebra do Bamerindus, em 1997, quando foram devolvidos R$ 20 bilhões, considerando valores atuais.
Está sentindo o peso das despesas extras no começo do ano?IPTU, material escolar, impostos e outras contas costumam chegar todas de uma vez, e isso pode virar uma dor de cabeça se não houver planejamento.Neste episódio do podcast Meu Bolso em Dia, a Melloryn Andrade, da área de Cidadania Financeira da Febraban, compartilha dicas práticas para organizar esses gastos e tomar decisões financeiras mais consciente.Para ouvir o podcast completo e ficar por dentro de todas as dicas, acesse o spotify da Febraban.
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como assunto em destaque o tema da inflação do dia a dia, com os preços que mais caíram e os que mais subiram em 2025. No fim de 2024, após um período marcado pela valorização do dólar, impactos climáticos e forte ritmo da atividade econômica, as estimativas dos economistas eram pouco otimistas. Reportagem do portal "G1" traz que esse pessimismo também se refletiu nas projeções: o primeiro Boletim Focus de 2025, por exemplo, estimava inflação próxima de 4,99% e taxa de câmbio em R$ 6 no fim de dezembro.Um levantamento feito pelo FGV Ibre a pedido do "G1" mostra que metade dos 10 itens que mais ajudaram a conter a inflação pertence ao grupo de alimentos, com destaque para laranja-pera (-27,21%), batata-inglesa (-26,57%) e arroz (-24,24%). Segundo levantamento da FGV, os serviços livres e os preços monitorados foram os principais responsáveis pela inflação acumulada até novembro.
Já pensou em como transformar seus planos de ano novo em realidade?Casa própria, viagem, mudança de carreira ou sair das dívidas exigem mais do que vontade: precisam de planejamento e foco. Neste episódio do Meu Bolso em Dia, Beatriz Barbiero, da área de Marketing da Febraban, compartilha dicas simples para organizar seus objetivos, entender seus gastos e definir prioridades ao longo do ano.Com planejamento e constância, seus sonhos deixam de ser apenas desejos. Ouça o episódio completo no Spotify da Febraban.
Por toda a parte esta lama de palavras a nascer, coisas atravessadas, e, nisto, talvez consigamos já antecipar essas frases sem nexo perante uma catástrofe desconhecida. Viramo-nos para as obscenidades porque estas ainda conseguem espicaçar a carne solitária, mas, de resto, o que podemos saber nós? Andamos doentes com as palavras, com esta sensação de possuir uma parte cada vez mais limitada do seu significado, e há esses ruídos de fundo, o burburinho que nos dá a sensação de estarem atacadas de qualquer coisa, bichadas. Talvez venham daí os usos poéticos, o esforço de dar trinta passos nalguma outra direcção antes de ser atingido por alguma caótica premonição, impor-lhe rimas de modo a dominar a respiração, avistando bárbaros, pedindo este ou aquele sinal. O que era suposto conseguirmos fazer dela? Derrotar o tempo, detê-lo de um modo encantador… derrotar a linguagem e o valor de uma sociedade existente…? Mas pertencemos já a um tempo que soa tão no futuro (dois mil e vinte e seis) e, no entanto, ninguém supunha que pudesse ser algo tão miserável e confuso, e as distâncias se medissem cada vez mais pelo apagamento, sendo que olhamos para as estrelas como sinais de trânsito frios, e os horizontes da ficção-científica deram lugar apenas a formas de usura calculada antecipadamente, enquanto o pequeno ecrã se multiplicou e nos segue por toda a parte, já não vomita o mundo apenas para dentro do quarto, mas, por entre a parada de zombies varada de spots publicitários, acelera tudo e no mais pequeno detalhe somos capazes de pressentir esse calafrio que nos provocam os escombros, a ruína das nossas existências, que cada vez se aproxima mais da superfície. Somos os mortos da guerra que amanhã irá rebentar. E em razão de uma convivência tomada pelo absurdo, no seio desta claridade débil, cada um de nós se desgosta e se entrega a um abandono pouco profundo, andando à deriva, investigando os próprios sonhos e, assim, lemos, escrevemos e conversamos, mas o que nos dizemos verdadeiramente? “Os loucos fazem parte de uma nação qualquer, e a sua linguagem, por incoerente que seja nas palavras, é sempre articulada em sílabas”, nota Edgar Allan Poe. De algum modo um excesso de sensibilidade, uma predisposição para se deixar perder, impede um tipo de levar uma frase até ao fim, enredando-se nela, preferindo não a deixar impor sobre nada o peso de uma sentença. Voltamos ao cuidado de brincar com as coisas… “Acaso nos lembramos de quão facilmente os nossos jogos poderiam decompor, reformar ou tornar a descrever a realidade? O procedimento mágico era sempre e em primeiro lugar a repetição: qualquer criança conhece o fenómeno a que os psicólogos chamam ‘saturação semântica', onde uma palavra é repetida até parecer esvaziada de sentido e se tornar apenas som – ‘repetir, monotonamente, uma palavra comum, até que o som, por força da repetição insistente, deixe de transmitir qualquer ideia, qualquer que ela seja, à mente', tal como descreve Poe na sua história Berenice” (Ben Lerner, “Ódio à Poesia”). A maioria de nós orientamo-nos menos pelo significado das palavras do que pelos sinais daqueles em quem aprendemos a confiar. Precisamos da voz dos outros para saber onde fomos ou estamos, aquilo em que nos tornámos ou quem costumávamos ser. Nunca deixámos de jogar ao quente e frio, ao Marco Polo. A razão da grande desorientação em que vivemos prende-se com esta coisa imensa que se interpôs entre nós. Pasolini, nos anos 50, mostrava ainda a sua confiança nas pessoas, afirmando que não se trata de que sejam estúpidas ou más, mas que tendem a ficar surdas. “O estrondo da máquina que puseram em movimento, e que as transporta para o precipício, é de tal forma alto que o choro distante daqueles que se encontram excluídos da máquina porque não têm bilhete nunca chega aos ouvidos ensurdecidos do agrupamento alegre.” Também é difícil levar a sério aqueles que poderiam ter alguma coisa para nos dizer de importante, de transformador, aqueles que são capazes de vislumbrar os contornos dessa coisa inaudita que há muito deixou de nos pedir licença, e que se introduz sem nenhuma timidez, mas de forma avassaladora, impondo-se pela devastação da realidade como a conhecíamos até ali. Aqueles que se dão contam disto, como assinala Poe, são muitas vezes os espíritos que arriscam passar por idiotas. “A faculdade de análise não deve ser confundida com a simples engenhosidade porque, enquanto o analista é necessariamente engenhoso, sucede muitas vezes que o homem engenhoso é absolutamente incapaz de análise. A faculdade de combinação ou construtividade, através da qual se manifesta geralmente esta engenhosidade, (…) apareceu em seres cuja inteligência era limítrofe da idiotia (…)”. Neste primeiro episódio de um ano que de modo nenhum consegue desentranhar-se da couraça enferrujada em que já nasceu, e que tão dificilmente exprime algo de novo, quisemos regressar a algo parecido com uma casa da partida, ou pelo menos uma zona de muitas confluências, um porto inseguríssimo onde um farrapo de Shakespeare se mistura com bactérias das mais antigas, vindas de toda a parte, um local coberto por nuvens de arquitectura instável, um sítio onde se pode ir ao encontro de muitos mais do que aqueles que por lá passam, enfiar as mãos pelos livros sem fundo, tocar esses reflexos mais e menos mortais, dependendo de quem olha de cada um dos lados. Uma livraria que é um comboio para sempre parado na estação, cheio desse riso dos porões, de um modo de corrigir os lábios pelo que se lê em páginas onde respiram tantos mortos e vivos, sem ser clara a diferença. Ali, espreitando à volta e através do Changuito, que trabalha no osso para nunca deixar de ser um mestre desta infinita e generosa cerimónia, entre outros textos e percursos que nos deu a ver, lemos um texto que é hoje um desses raros faróis que conseguem atravessar este medonho limbo crepuscular. “A Mitificação da Realidade”, de Bruno Schulz, autor do magnífico Lojas de Canela, abatido com duas balas na cabeça por um oficial da Gestapo numa rua do gueto da sua cidade natal, Drohobycz, isto para ajustar contas com um rival, um outro oficial nazi, que admirava os desenhos de Schulz e o tinha tomado sob sua protecção. “O essencial da realidade é o sentido. Para nós, o que não tem sentido não é real. Cada parcela da realidade vive consoante aquilo de que participa num sentido universal. Exprimiam-no velhas cosmogonias ao sentenciarem que ‘ao princípio era o Verbo'. Para nós o que não tem nome não existe. Nomear uma coisa equivale a englobá-la num sentido universal. Uma palavra isolada, peça de mosaico, é produto recente e resultado – já – da técnica. A palavra primitiva era divagação que girava em redor do sentido da luz, um grande todo universal. Hoje, na sua acepção corrente, a palavra não passa de fragmento, rudimento de antiga e integral mitologia. Daqui a sua tendência para se regenerar, repelir, completar-se para regressar ao integral sentido. A vida da palavra. A vida da palavra é tender para milhares de combinações como os pedaços do corpo truncado da serpente lendária, que se procuravam nas trevas. Este organismo complexo foi rasgado em vocábulos solitários, sílabas, discursos quotidianos; utilizado sob esta forma nova, fez-se instrumento de comunicação. A vida e o desenvolvimento do verbo foram arrastados pelo caminho utilitário, submetidos a regras estranhas. Mas há neles uma regressão, mal as exigências da prática abrandam, mal a palavra, liberta daquilo que a constrange, é abandonada a si própria e restabelecida de acordo com as suas próprias leis: tende assim a completar-se, a reencontrar antigos laços, o seu sentido, o seu primordial estado na prática original das palavras. Só então nasce a poesia. Poesia é um curto-circuito de sentido entre as palavras, inesperado fluxo de mitos primitivos. Utilizando as palavras correntes, esquecemos que são fragmentos de histórias antigas e eternas, que estamos – como os bárbaros – a construir a casa com destroços de estátuas dos deuses. Os nossos termos e os nossos conceitos mais concretos são velhos derivados seus. Nas nossas ideias, nem um só átomo deixa de descender deles, deixa de ser uma mitologia transformada, estropiada, alterada. A mais primitiva das funções do espírito é criar contos, ‘histórias'. A ciência sempre foi buscar a sua força motriz à convicção de encontrar, depois de fazer esforços e chegar ao cimo dos seus andaimes artificiais, o derradeiro sentido do mundo. No entanto, os elementos que utilizava já serviram e provêm de antigas e desmontadas histórias. A poesia reconhece o sentido perdido, restitui as palavras ao seu lugar, liga-as segundo significados vários. Manejado por um poeta, o verbo recupera consciência do seu primeiro sentido, se assim podemos dizê-lo, floresce espontaneamente e recupera, de acordo com leis próprias, a sua integralidade. Por isto há-de toda a poesia ser criação mitológica, tender a recriar os mitos do mundo. A mitificação do mundo não terminou. O seu progresso só foi travado pelo desenvolvimento da ciência, empurrado a uma via lateral onde vegeta porque se extraviou de sentido. A ciência não passa, também ela, de um esforço para construir o mito do mundo, pois o mito está contido nos elementos que ele utiliza, e não podemos ultrapassar o mito. A poesia atinge o sentido do mundo por dedução e antecipação, a partir de grandes atalhos e audaciosas aproximações. A ciência visa o mesmo objectivo metodicamente, por indução, levando em conta todo o material da experiência. No fundo, ambas procuram o mesmo. Infatigável, o espírito humano acrescenta à vida as suas glosas – mitos –; infatigável, procura ‘conferir um sentido' à realidade. O sentido é o que leva os homens ao progresso da realidade. É um dado absoluto, impossível de deduzir de outros dados. Não podemos explicar por que razão uma coisa nos parece ‘sensata'. Conferir ao mundo um sentido é função indissociável da palavra. A palavra é o órgão metafísico do homem. Com o tempo, a palavra fica congelada, deixa de veicular novos sentidos. O poeta confere às palavras a sua virtude de corpo condutor criando acumulações onde nascem tensões novas. Os símbolos matemáticos são um alargamento da palavra a outros domínios. Também a pintura é um derivado do verbo, do que não era ainda sinal mas apenas mito, história, sentido. Em geral, considera-se a palavra como sombra da realidade, como seu reflexo. Mais justo seria dizer o contrário! A realidade é sombra da palavra. No fundo, a filosofia é filologia, estudo profundo e criador do verbo.”
Nesta edição de Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch chama atenção para a importância da organização financeira neste início de ano. Avaliar a renda e as despesas é um passo importante para começar o novo ciclo sem apertos. Ouça a conversa completa!
Para o último programa do Ano, reservámos uma visita à Quinta de Lemos, no Dão, que em 2025 fez 20 anos. De seguida, vamos até ao S. Gião, o restaurante de Pedro Lemos, em Moreira de Cónegos, uma verdadeira mesa clássica e intemporal do nosso país. Terminamos com as sugestões da Revista de Vinhos a pensar no Reveillon e com o prazer da leitura, nos nossos Vinhos de Bolso. Fique para o que é realmente essencial!
Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch mexe com a imaginação do público! Faltando menos de uma semana para o sorteio de R$ 1 bilhão da Mega da Virada 2025, maior valor da história, que acontece na próxima quarta-feira (31), às 22h (horário de Brasília), quanto essa "bolada" poderia render em investimentos? As apostas para o último sorteio do ano iniciaram no dia 1º de novembro. O comentarista explica.
O Guia de Bolso de hoje, na verdade é um CoutoCast com aqueles arquivos que ficaram pelo caminho do seu Guia de Bolso.
O Guia de Bolso de hoje traz o Single 2022 da cantora Simone, o "Haja Terapia".
O Guia de Bolso de hoje te traz o melhor da atualidade musical!
Termina nesta sexta-feira (19) o prazo limite para o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário de 2025. O pagamento da gratificação natalina, como também é conhecido, é direito de todos os empregados contratados em regime CLT, ou seja, com carteira assinada, que tenham trabalhado por pelo menos 15 dias durante o ano e não tenham sido demitidos por justa causa. Esse é o assunto em destaque no "Conversa de Bolso". O comentarista Felipe Storch orienta o que fazer com esse dinheiro. Pagar dívidas, guardar ou gastar? O que fazer com o dinheiro? Ouça a conversa completa!
Bolso e carteira: uma breve explicação sobre dividendoshttps://marcelocorghi.wordpress.com/2022/06/21/bolso-e-carteira-uma-breve-explicacao-sobre-dividendos/
Final de ano chuvoso mas cheio de poesia aqui nesse Peixe Voador com as leituras que me acompanham nessa proposta de desacelerar para as festas. Aqui vai a lista:Adrienne Rich e seus ensaios (edição A Bolha no Bolso - trad. Angélica Freitas e Daniel Luhmann.Ana Estarei - Fazer círculos com mãos de ave (editora 34)Flavia Souza Lima - Borda - Mais alguma Poesia (ed.Numa)Waly Salomão - Poesia Total (Cia das Letras)Leonardo Fróes - Poesia Reunida (ed.34)Nikki Giovanni - um bom choro (Cia das Letras, trad. Nina Rizzi)Você lembrará seus nomes - Antologia de poetas negras dos Estados Unidos sec.XX (ed. Bazar do Tempo - org. Lubi Prates)
00:00 O governo vai recalcular seu imóvel00:59 O CPF dos imóveis (CIB) e o novo sistema02:58 IPTU: por que o boleto vai subir05:44 Imposto de herança: o que muda no ITCMD09:01 ITBI: fim da subdeclaração na compra e venda10:50 O que tudo isso muda na prática11:09 RC Club e RC Wealth: qual faz sentido para você
Morar de aluguel está cada vez mais caro no Brasil. Os preços avançam em ritmo superior à inflação e também à valorização dos imóveis à venda. Segundo o índice FipeZap, a alta reflete um cenário de juros elevados, crédito mais restrito e dificuldade crescente de acesso à casa própria. O movimento atinge 22 capitais e é mais intenso nas regiões Norte e Nordeste. O JR 15 Minutos analisa os motivos dessa escalada, os impactos no orçamento das famílias e as perspectivas do mercado imobiliário, com a economista Ana Maria Castelo, do FGV Ibre.
Hoje o Guia de Bolso te apresenta "Leela James".
O Guia de Bolso de hoje te traz a cantora "Ledisi".
O Guia de Bolso de hoje traz a versão latina do clássico "No Scrubs".
Hoje o seu Guia de Bolso te fala sobre o Amor do Maroon 5.
O Guia de Bolso de hoje te traz o melhor da atualidade musical.
Com o regresso dos casacos de inverno, é altura de reencontro com as coisas escondidas nos bolsos
A mão levantada já está cansada de acenar pro garçom, que finge não nos ver.Cerveja barata, pedem apenas batatas fritas (prato mais barato do cardápio) e costumam reclamar da conta.Julio Adler e João Valente (Bruno Bocayuva pulou esse!) simulam a atmosfera da birosca, cada um no seu quadrado, com o Atlantico no meio.Discordamos na maior catiguria.A trilha vem de Hiroshi Fujiwara com a (Re)mistura do clássico We've Got A Good Thing Going (HF & K.U.D.O. Remix) e Mulatu Astatke com Nètsanèt.Senta e fica à vontade.
Como o OE vai mexer no seu bolso? Saiba em 2 minutos5daf0ae1-49a5-f011-8e61-00224889dedd
00:00 Isenção de imposto de renda até R$ 5 mil00:41 O que mudou no IR02:18 Quanto custa e quem paga a conta02:53 Como vai funcionar na prática04:02 Imposto de renda sobre dividendos04:40 Rendimentos que escaparam da tributação05:24 RC Club06:13 Lula comemora a aprovação06:54 Minha opinião07:57 Conclusão
O Papo Antagonista desta terça-feira, 30, analisa os destaques da CPMI do INSS. Além disso, estão na pauta as discussões sobre o PL da dosimetria e a declaração de Lula sobre o Brasil ajudar a produção de alimentos em Cuba.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação de setembro, divulgado pelo IBGE, apresentou recuo de 0,35% no grupo alimentação e bebidas, ajudando a aliviar o orçamento das famílias, com destaque para o tomate, a cebola, o arroz e o café.Sonoras:
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Nesta semana, Denis Botana e Danilo Silvestre recebem um convidado: Adriano Brandão, o A da AD&D Studio e parceiro do Danilo em outros podcasts da casa, o Pouco Pixel e o Debate de Bolso. Hoje foi dia de unir o Pouco Pixel com o Bola Presa para falar de jogos de videogame e esporte.Discutimos o apelo de jogar games de esporte, em especial da NBA, no videogame. E tentamos entender o que tem levado um número grande de pessoas a fugir dos jogos mais recentes em nome de jogo retrô de décadas passadas. ...*O BOLA PRESA É PARCEIRO DA KTO*Faça suas apostas na NBA ou em qualquer outro esporte na KTO =)https://www.kto.bet.br/registro/?promoCode=BPRESA*APOIE O BOLA PRESA* ASSINE O BOLA PRESA NO APOIA-SE E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO https://apoia.se/bolapresa*CAMISETAS INSIDER*Use o cupom BOLAPRESA e ganhe 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
Leticia Vaquero entrevista a Jesús Soriano, conocido en redes como "soycamarero".
Este episódio de podcast conta como é a vida de alguém que precisa lidar com a cefaleia em salvas, doença crônica rara que causa uma das maiores dores que um humano pode sentir.Quando alguém visita um pronto socorro se queixando de dor, é comum que os profissionais de saúde peçam para que o paciente tente mensurar o tamanho dessa dor. Apesar de ser difícil classificar a intensidade de dor numa escala de números ou de cores, existem dores intensas ao ponto de atingirem o nível máximo. Esse é o caso da cefaleia em salvas.Essa dor de cabeça é rara (atinge cerca de 0,1% das pessoas) e causa um sofrimento inigualável: algumas pacientes já relataram que a cefaleia em salvas supera a dor do parto. Além disso, não é incomum que pensamentos suicidas surjam durante os períodos de crise, que podem durar até um mês.Mas a característica mais intrigante da cefaleia em salvas não é a intensidade da dor, e sim a frequência. Depois do período de crise, ela desaparece completamente. Alguns tentam esquecer que ela existe. O problema é que depois de algum tempo adormecida, ela volta com força. E o ciclo se repete.Mergulhe mais fundoEscuta Essa: Dor - link para o episódioHypothalamic activation in cluster headache attacksEpisódios relacionados#127: Larissa contra as bactérias#107: Dr. Oscar e o menino que precisava enxergar#92: Quando a Covid não vai emboraEntrevistados do episódioDanilo SilvestreFilósofo e podcaster. É apresentador dos podcasts Bola Presa, Escuta Essa, Pouco Pixel e Debate de Bolso.Maria Eduarda NobreMédica neurologista especialista em cefaleia em salvas. É doutora em neurologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membra da Academia Brasileira de Neurologia, da Sociedade Brasileira de Neurologia e da International Headache Society.Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
Ricardo Cardim, botânico e paisagista, apresenta análises e comentários sobre a agenda verde nas cidades. Quadro vai ao ar na Rádio Eldorado às quintas, ao vivo, às 07h45, no Jornal Eldorado; e em boletins às segundas e quartas, às 12h30 e 16h.See omnystudio.com/listener for privacy information.
The hype train finally pulls into Union Terminal this week. David Beckham brings his band to TQL Stadium for a midweek performance between FC Cincinnati and Inter Miami. However, as much as The Herons have dominated headlines and jersey sales, the Orange & Blue still stand (slightly) ahead of Miami, and a win over the hottest team in MLS can stave off the oncoming wave. As much as we'll try to not mention LM 10 (and make a drinking game about it), this week we invite Daniel from Arriba Bolso to talk about the Argentinian G.O.A.T. Can the team fully function if Messi (DRINK!) manages to have a bad game? Does Javier Mascherano have the defense to keep Cincinnati away from the scoreboard? How does Rodrigo de Paul fit into this system, both physically and financially? Tune in and trade threads with us! #MLS #FCCincinnati #soccer Become a Patron! Subscribe to Cincinnati Soccer Talk Don't forget you can now download and subscribe to Cincinnati Soccer Talk on iTunes today! The podcast can also be found on Stitcher Smart Radio now. We're also available in the Google Play Store and NOW ON SPOTIFY! As always we'd love your feedback about our podcast! You can email the show at feedback@cincinnatisoccertalk.com. We'd love for you to join us on our Facebook page as well! Like us at Facebook.com/CincinnatiSoccerTalk.
Luis Herrero entrevista a Ana Trigo, tasadora de arte y escritora del libro "Joyas malditas".
O Senado vai pagar a viagem de seis senadores a Lisboa para participar do evento conhecido como Gilmarpalooza, o Fórum Jurídico promovido pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), do qual o ministro Gilmar Mendes, do STF, é sócio-fundador. Segundo o Estadão, os senadores Irajá (PSD-TO), Eduardo Gomes (PL-TO), Daniela Ribeiro(PP-PB), Márcio Bittar (União-AC), Angelo Coronel (PSD-BA) e Laércio Oliveira (PP-SE) informaram à Mesa Diretora do Senado que participarão do evento com ônus à Casa. Com isso, os parlamentares terão direito ao reembolso das despesas. Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br