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O Papo Antagonista desta quarta-feira, 11, comenta o Índice de Percepção da Corrupção, as novas pesquisas para o governo de São Paulo e presidenciais.Também analisa as menções de Luciana Gimenez e Izabel Goulart nos arquivos de Jeffrey Epstein.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Galaxy S26: site vaza ficha técnica completa e preços de todos os celulares e Samsung confirma data do Unpacked 2026; saiba o que esperar! Motorola Signature: novo celular de ponta ganha data de lançamento no Brasil. Pegadinha do Silvio Santos está nos arquivos Epstein. Taiwan diz ser "impossível" migrar 40% da produção de chips para os EUA e quais os direitos de quem é filmado sem autorização por óculos inteligentes?
Não foi uma escolha muito difícil para cerca de 50% dos eleitores portugueses que foram às urnas ontem para escolher o novo presidente. António José Seguro derrotou o candidato da extrema direita de forma contundente, com cerca de 66% dos votos, após receber apoio de todas as correntes políticas.Cerca de 2,5 milhões de arquivos do caso Jeffrey Epstein ainda não foram divulgados pelo governo dos EUA. Um ex-advogado de Trump é o responsável pela divulgação dos arquivos. Tanto ele quanto Trump disseram, após a última divulgação, que era hora de mudar de assunto…Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Três milhões de páginas caíram como uma bomba atômica na política mundial na sexta-feira passada (30/01) e explicaremos a trajetória criminosa de Jeffrey Epstein e quem são os figurões que podem estar associados com ele.Também analisamos as conversas entre EUA e Irã, além das eleições na Costa Rica, com a vitória da conservadora Laura Fernández já no primeiro turno.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio ele vai falar sobre os novos arquivos do caso Epstein divulgados, e como Donald Trump e outras pessoas importantes estariam envolvidos. Investidor 10Tudo que o investidor precisa em um só lugar:https://investidor10.com.br/click/1000386/Seja membro do canal!!!https://www.youtube.com/channel/UChBtPExX9RjCdmpAizK7ccQ/join---------------------------------------------☎
No dia 13 de janeiro começou um dos mais esperados julgamentos nos EUA: Commonwealth x Brendan Banfield. Acusado de ter planejado meticulosamente o assassinato da esposa através de catfishing, Brendan foi levado ao tribunal do júri onde foi confrontado pelo depoimento da principal testemunha de acusação - sua cúmplice - Juliana Peres Magalhães.Neste episódio, o Café Crime e Chocolate conta em detalhes como foi o processo de justiça pelas mortes de Christine Banfield e Joseph Ryan destacando as principais reviravoltas em tribunal.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fontes principais: Arquivos obtidos diretamente na corte de Fairfax | Visita às audiências | Acompanhamento via Court TV | | WUSA9 Fotos sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre os arquivos do caso Epstein e como Donald Trump estaria envolvido. O Vilela disse que não é muito de criar caso.
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Departamento de Justiça dos EUA divulga cerca de 3 milhões de páginas de documentos da investigação sobre o bilionárioacusado de comandar uma rede de tráfico sexual de menores e promover festas eróticas com a presença de diversos políticos e celebridades. E ainda:- Elon Musk e Bill Gates citados em e-mails enviados ou rascunhados por Jeffey Epstein- Fotos inéditas divulgados diz respeito ao Príncipe Andrew, irmão do rei Charles III- Também citado nos arquivos, Trump vê aprovação despencar para 37% em janeiro de 2026- China determina o retorno dos pandas gêmeos Xiao Xiao e Lei Lei, grandes estrelas do Zoológico de Ueno, em Tóquio Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelaram uma troca de e-mails atribuída ao criminoso sexual Jeffrey Epstein, morto em 2019, e ao estrategista político Steve Bannon, com elogios ao ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Em uma mensagem de outubro de 2018, às vésperas do segundo turno das eleições no Brasil, Epstein escreveu que Bolsonaro “mudou o jogo” e o classificou como “de verdade”. As conversas também tratam de um possível envolvimento de Bannon na campanha e de uma eventual ida dele ao país. O material faz parte de mais de três milhões de arquivos liberados pelo governo americano no âmbito do caso Epstein. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
2 mil vídeos e 180 mil imagens estão entre os mais de 3 milhões de arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA nesta sexta-feira. O material com conteúdo pornográfico do acervo do empresário Jeffrey Epstein pode atingir mais autoridades do País, inclusive o presidente Donald Trump. O vice-procurador dos EUA, Todd Blanche, afirmou que não houve ação para proteger Trump.
Neste episódio especial de Natal, o Arquivo do CienciON é finalmente aberto. Entre fitas, memórias e reflexões, revisitamos 2025 a partir dos relatos de quem viveu o projeto por dentro. Neste episódio especial, ouvimos os relatos do professor Pedro, do professor Célio e do Igor. A gravação brinca com a ideia do João explorando um arquivo, ouvindo fitas antigas e comentando cada história, como se estivesse revisitando a memória do projeto.Pegue seu fone de ouvido e venha explorar com a genteCienciON#E7: Especial de Natal 2025 - Arquivos do CienciONRoteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de áudio: João Paulo Mantovan (UFABC) Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Igor Felipe Andrade da Conceição (UFABC), Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC). Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de arte (capa): João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC) Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC
Confira na edição do Jornal da Record News desta terça-feira (23): apenas 0,6% dos presos do Brasil cumprem a pena em casa. Novas regras para benefícios de vale-alimentação e vale-refeição começam a valer em fevereiro. Prévia da inflação fecha o ano acumulada em 4,41%. Lula deixa condenados do 8/1 de fora do indulto de Natal. E mais: Alexandre de Moraes autoriza internação de Jair Bolsonaro para cirurgia de hérnia no Natal.
Este episódio do podcast 15 Minutos examina a recente divulgação de arquivos sigilosos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o financista Jeffrey Epstein.
O Guia de Bolso de hoje, na verdade é um CoutoCast com aqueles arquivos que ficaram pelo caminho do seu Guia de Bolso.
Uma estrada amarela, segredos antigos e uma protagonista que nunca foi tão humana: neste episódio, a Giu conta um pouco sobre os bastidores sombrios e as mensagens ocultas de O Mágico de Oz. Prepare-se para enxergar Oz como você nunca viu!
A Biblioteca Digital do Senado Federal acaba de atingir a marca de mais de 500 mil arquivos disponíveis para download. O acervo reúne documentos históricos, obras raras, publicações oficiais e materiais que preservam a memória legislativa do país. Para falar sobre esse marco e sobre a ampliação do acesso à informação pública, convidamos André Alcântara, chefe do Serviço de Biblioteca Digital. Confira a entrevista.
O Banco Central lançou o MED 2.0, uma nova versão para apertar o cerco contra golpes no Pix. Tornozeleira Eletrônica: Quanto custa e como funciona aparelho violado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro? Uma boa notícia para usuários: o Explorador de Arquivos do Windows 11 vai ficar mais rápido com um novo update. E olha só que polêmica: o Pornhub está pedindo que Apple, Google e Microsoft verifiquem a idade dos usuários. Para fechar, o futuro celular da Huawei promete até 14 dias de bateria com um novo recurso.
Rafaella Uhiara coordena o projeto de pesquisa “Arquivos Sonoros de Teatro”, desenvolvido no Centro de Documentação Teatral da Universidade de São Paulo (CDT-USP) com auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Docente credenciada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (PPGAC-USP), possui mestrado e doutorado em Estudos Teatrais pela Université Sorbonne Nouvelle e bacharelado em Artes Cênicas com habilitação em Direção Teatral pela USP.Como estudar os sons dos espetáculos do passado e do presente? Que palavras, documentos e métodos utilizar para pensar a sonoridade dos espetáculos? O projeto “Arquivos Sonoros de Teatro”, implementado em outubro de 2023 no Centro de Documentação Teatral da USP com auxílio da FAPESP (2022/15032-4), responde a essas necessidades básicas para a pesquisa sonora em artes cênicas. O projeto foi criado segundo uma demanda do Centro de Documentação Teatral quando ele adquiriu o acervo de Tunica Teixeira, sonoplasta que trabalhou durante 48 anos com os principais nomes do teatro paulista.Dada a extensão do trabalho, nossa equipe multidisciplinar e multinacional, com pesquisadores experientes e pioneiros na área, se organiza em torno de 4 eixos de trabalho: um primeiro dedicado ao vocabulário e aos conceitos do som do teatro; um segundo, ao estudo do processo de criação sonora, para que se compreenda quais arquivos são gerados, por quais agentes e como interpretá-los; um terceiro, ao estudo da constituição de acervos multimídia, que interrelacionam documentos em diferentes suportes, e, por fim, um quarto e último eixo é voltado para o uso de arquivos sonoros em cena e em processos criativos, estudo que visa aproximar os arquivos e as comunidades técnica e artística.Palavras chaves: Arquivos sonoros | Arquivos Teatrais | Documentação Teatral | história do teatro | Sonologia | sonoplastia | Sound Studies | Arquivos SonorosSite/Rede social do trabalho: Biblioteca Virtual da FAPESP - https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/113362/arquivos-sonoros-de-teatro-implementacao-de-uma-base-para-a-pesquisa-da-dimensao-sonora-em-artes-cen/Ficha de Colaboração:Pesquisadora Responsável (coordenadora): Rafaella UhiaraDireção do Centro de Documentação Teatral: Elizabeth Azevedo e Sérgio de CarvalhoArquivista Responsável: Ana Sara Cunha LaraDigitalização e Tratamento de Áudio: Miguel Diaz AntarPesquisador Visitante: César Lignelli (UnB)Bolsistas de Pós-Doutorado: Ana Cristine Wegner e Luiz Paulo Pimentel de Souza Bolsistas de Doutorado: Ísis Arrais Padilha e Renata Simões SoaresBolsistas de Mestrado: Amanda Ferraresi Nascimento e Eduardo Duarte Joly Bolsistas de Iniciação Científica: Gabriel Wander Maas da Silva, JoãoAlexandre Simões Banietti, José Kauã de Amorim, Juliana Álvares Veríssimo, Polyana Alves Araujo Silva e Tarsila de Oliveira TrevisanBolsistas (Tratamento dos Arquivos): João Pedro Cabral Faria, Marcella Ishii Costa Duarte, Ozzy Ferreira de Araújo e Lorenna Peixoto VerzaPesquisadores Associados: Aline Filócomo Moreira (UNESP);Angeliki Poulou (Universidade de Atenas); Berilo Luigi Deiró Nosella (UFSJ); Carlos José Ferreira dos Santos (UESC); Chloé Larmet (Université Paris-Nanterre); Eric Lewis (McGill University); Fábio Cardozo de Mello Cintra (USP); Fernando de Oliveira Magre (FAMES); Francisco Mendes de Freitas Leal (sonoplasta); Jose Augusto Mannis (UNICAMP); José Batista Dal Farra Martins (USP); José Geraldo Vinci de Moraes (USP); José Raul Córdula Teixeira (USP); Ligia Souza de Oliveira (Unicamp); Manuel Silveira Falleiros (Unicamp); María Denise Cobello (Universidad Nacional de las Artes);Marie-Madeleine Mervant-Roux (THALIM - Centre National de la Recherche Scientifique); Marilia Velardi (USP); Melissa Lynn Van Drie (Orpheus Instituut); Noemie Fargier (THALIM); Rogério Luiz Moraes Costa (USP); Sayonara Sousa Pereira (USP); Wania Mara Agostini Storolli (Unesp)
No Chile, o ultraconservador de direita José Antonio Kast, ficou em segundo lugar com um percentual de 24%. A coligação de esquerda liderada por Jannete Jara, do Partido Comunista, ficou em primeiro lugar com 27% dos votos. O segundo turno acontece no dia 14 de dezembro. E mais:- Trump orienta deputados a aprovarem um projeto que obriga o Departamento de Justiça a divulgar os “arquivos de Epstein”- EUA aprovaram 1ª venda de armas a Taiwan com pacote estimado em 1,75 trilhões de reais em peças e componentes pra aeronaves de guerra, além de suporte técnico e logístico- Durante comício, Nicolás Maduro canta “Imagine” dos Beatles enquanto pede “paz”, diante das operações militares dos EUA na região Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Dez anos após os atentados terroristas que abalaram a França em 2015, Paris transforma o luto coletivo em memória viva. Duas grandes instituições francesas, o Museu Carnavalet e os Arquivos de Paris, apresentam exposições que reúnem objetos, cartas, desenhos e obras deixados pela população nos locais dos ataque. Os testemunhos, carregados de emoção, formam, ao lado de obras, um retrato poderoso da dor e da solidariedade que traduzem valores republicanos que catalisam a sociedade francesa. As iniciativas se inscrevem em uma longa tradição francesa de valorização da memória coletiva, especialmente em relação a eventos traumáticos da história nacional. A partir dos anos 1990, o país passou a adotar de forma mais sistemática o que ficou conhecido como “dever de memória” — uma noção que ultrapassa o simples registro histórico e se transforma em compromisso cívico com o reconhecimento e a transmissão dos acontecimentos do passado. O conceito foi amplamente difundido por intelectuais como Pierre Nora, autor da obra monumental Les Lieux de Mémoire (Os Lugares da Memória), que propôs a ideia de que certos espaços, objetos e rituais funcionam como âncoras simbólicas da identidade coletiva. Foi também nesse contexto que o então presidente Jacques Chirac, em 1995, tornou-se o primeiro chefe de Estado francês a reconhecer oficialmente a responsabilidade da França na deportação de judeus durante a ocupação nazista. Esse gesto marcou uma virada na política memorial do país, que passou a investir em museus, arquivos e cerimônias públicas como formas de reparação simbólica e de construção de uma memória compartilhada. Desde então, o “dever de memória” tornou-se um princípio estruturante das políticas culturais e educacionais francesas, especialmente diante de tragédias contemporâneas como os atentados terroristas de 2015. Béatrice Herold, diretora dos Arquivos de Paris, lembra que o impulso inicial para a coleta desses testemunhos partiu do sociólogo Jérôme Truc. “Ele escreveu para a prefeita de Paris dizendo que era preciso fazer algo diante desses testemunhos deixados pela população”, conta. A partir daí, o então diretor dos Arquivos, Guillaume Naon, mobilizou equipes para recolher os objetos nos locais dos atentados, em parceria com os agentes da direção de limpeza urbana. “Eles recolhiam os documentos à medida que os meses e as semanas passavam. Ao mesmo tempo, os agentes de limpeza removiam as flores murchas e as velas apagadas e reconstituíam os memoriais para que eles permanecessem o tempo necessário para esse luto coletivo”, explica Herold. Leia tambémFrança dá início às homenagens pelos 10 anos dos atentados terroristas de 13 de novembro em Paris Homenagem espontânea da população A homenagem espontânea da população durou vários meses. A coleta principal ocorreu entre novembro de 2015 e janeiro de 2016, mas uma última campanha foi realizada um ano depois. Ao todo, foram 17 ações de coleta. “Hoje, todos esses objetos estão nos arquivos. Uma parte está nos Arquivos de Paris — tudo o que é testemunho escrito, desenhos, cartas, pequenos bilhetes. E outra parte está no Museu Carnavalet, que se encarregou dos objetos de maior dimensão”, detalha a diretora. Entre os testemunhos escritos, destaca-se a reafirmação do apego a Paris, à França e aos valores da República. “É muito, muito recorrente. A população precisa expressar, em um ato de comunhão social, o apego a esses valores”, observa Herold. Ela também chama atenção para a quantidade de desenhos feitos por crianças, muitos deles produzidos em escolas da França e do exterior. “É impressionante ver que professores em Paris, mas também nos Estados Unidos, na Bélgica ou no mundo, fizeram seus alunos do ensino fundamental trabalharem através do desenho logo depois, para que expressassem algo sobre a liberdade, a liberdade de expressão, a paz”, diz. "Elas trabalharam com seus professores o ano todo para trabalhar a memória dos ataques. Dado que essas crianças têm cerca de 10 a 11 anos, na verdade elas não eram nascidas ou eram bebês na época dos eventos trágicos. Elas convidam a transmitir essa memória dos ataques em relação ao futuro", diz, sobre os desenhos de crianças parisienses. No Museu Carnavalet – História de Paris, a diretora Valérie Guillaume apresenta uma seleção de 60 objetos expostos no percurso permanente da instituição. “Coletamos, graças aos Arquivos de Paris, 192 objetos. Na coleção, também contamos com numerosas fotografias de Laurence G e de Nicolas Argirolo, cerca de 50 ou 60 fotografias”, explica. Ao todo, a coleção relacionada aos atentados de 2015 reúne entre 250 e 270 itens. Entre os objetos mais marcantes estão guitarras, sapatos, livros — como o tratado de Voltaire sobre a tolerância — e, sobretudo, o símbolo da Torre Eiffel estilizada dentro de um círculo, evocando o espírito peace and love dos anos 1960 e 70. “Esse tema é muito recorrente em todos os documentos e nos objetos. Ele foi desenhado e reproduzido por muitas pessoas”, afirma Guillaume. Arte urbana A exposição também inclui obras de artistas urbanos como Marc Aurel, Grim Team e o coletivo C215. Um dos destaques é a instalação de Marc Aurel Vion, erguida na Place de la République logo após os atentados. Trata-se de uma cerca de 12 metros adornada com o lema de Paris, reatualizado por Haussmann no Segundo Império: Fluctuat nec mergitur — “O barco é sacudido pelas ondas, mas não afunda”. “Essa força do evento, que convida a população a se reunir e a defender justamente os valores fundamentais comuns, é expressa aqui através dessas letras, a força dessas letras, colocadas em branco sobre fundo preto”, descreve a diretora. "Há também esse afresco realizado pelo grafiteiro C215 em homenagem a Ahmed Merabé, que foi morto, assassinado, durante os ataques de janeiro de 2015 do Charlie Hebdo, no Boulevard Richard-Lenoir", lembra. "Ahmed Merabé era um policial. Ele foi assassinado no momento do ataque contra o Charlie Hebdo. É uma obra interessante. Reconhecemos a assinatura de C215 em um cubo à direita. A obra representa um retrato sorridente desse policial assassinado, em toda a sua humanidade, com suas cores fortes [azul, branco, vermelho, as cores da bandeira francesa] que estão muito presentes", diz. As duas exposições, abertas ao público até dezembro, não apenas preservam a memória das vítimas, mas também reafirmam o papel da cultura como espaço de resistência e reconstrução coletiva, valores ancorados profundamente na tradição contemporânea francesa.
Um dia você acorda e seu celular parou de funcionar. Pensamento assustador para muitas pessoas afinal, nossa vida está dentro desses dispositivos! A boa notícia é que, em algumas situações, você ainda terá uma chance de recuperar seus arquivos. Nesta edição do CBN e a Tecnologia, com o comentarista Gilberto Sudré, vamos conhecer o que fazer antes de depois que seu Smartphone apresentou problemas. Ouça a conversa completa!
Traemos un nuevo capítulo desde el reciente Festival Utopía Colombia. En esta ocasión, compartimos la primera parte del evento “Redes y proyectos de colaboración”, un encuentro entre instituciones y proyectos que, desde distintas geografías, vienen desarrollando estrategias innovadoras para la promoción del libro y la lectura.Una exposición de tres invitados que piensan y transforman el ecosistema lector desde perspectivas complementarias:
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 12/07 a 25/07.
Nesse episódio trouxemos as notícias e novidades do mundo da programação que nos chamaram atenção dos dias 12/07 a 25/07.
Moçambique assinala neste 25 de Junho de 2025, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propõe-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. No oitavo episódio desta digressão, evocamos o cinema, os documentários e reportagens que se produziram na época da independência. Logo após a independência, o novo poder chefiado por Samora Machel entende que o país doravante livre precisa edificar-se sobre pilares comuns comuns. Um deles é a informação e o cinema. Neste sentido, é fundado o Instituto Nacional de Cinema e pouco depois, em 1976 começam a circular por todo o país unidades móveis de cinema que vão mostrar à população o jornal cinematográfico Kuxa Kanema, denominação que significa ‘o nascimento do cinema'. O objectivo é múltiplo : filmar os moçambicanos e ao mesmo tempo dar o seu reflexo, informá-lo, educá-lo e uni-lo em torno de uma mesma mensagem, evidentemente revolucionária. Desta época amplamente filmada e documentada, pouco resta, um incêndio tendo em 1991 reduzido a cinzas uma parte substancial dos arquivos do que se tornou o Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas. Restam os testemunhos daqueles que viveram esse período e filmaram tudo. Um deles, Gabriel Mondlane, dirigente da AMOCINE, Associação Moçambicana de Cineastas, recorda como foi parar a esse universo. "Tenho muita sorte de ter pertencido a essa primeira leva de gente que trabalhou no cinema. Eu acho que aquilo foi muito importante porque, na óptica dos políticos, no momento em que a independência chega, depois há a necessidade de restaurar muitas coisas. Estou a falar de sector económico que não estava a funcionar, no sector de comunicação e também no próprio Governo que acabava de se instalar em Moçambique. Precisava que o sector do cinema dinamizasse um pouco a área social, particularmente nas zonas rurais, onde as pessoas não percebiam muito bem o que estava a acontecer. Então, começamos a trabalhar e fundou-se aquele cinejornal que também, ao mesmo tempo, nos proporcionou a aquisição de equipamento para a projeção, como no caso da Caravana Cinema Móvel que andou pelas províncias e distritos. Portanto, eu comecei a trabalhar no cinema. O Kuxa Kanema foi um jornal que estava muito mais ligado àquilo que eram os objectivos do partido no poder. Acho que isso se deu bem porque contribuiu para aquilo que chamou se de ‘unidade nacional', porque as pessoas começaram a se conhecer através da imagem e isso foi muito bem. E também para a minha parte, foi muito positivo, porque foi um processo de aprendizagem muito positivo", começa por contar o realizador. Cinéfilo, apreciador de filmes de Kung-Fu e de cowboys, nada parecia predispor Gabriel Mondlane a enveredar por um percurso no mundo das salas obscuras. "Caí assim tipo paraquedas, porque eu nasci numa zona em que o cinema se falava muito pouco. E ao mesmo tempo, quando entro para aqui, foi uma espécie de uma escolha meio forçada, sem saber onde é que eu ia. Foram buscar-me na escola e depois levaram-me. Eu nem sabia o que é que era isto. Sabia do cinema, da projeção. Mas cinema atrás das câmaras? Nunca na vida tinha pensado que podia cair aqui. Mas pronto, foi o destino. Eu fui levado e comecei a fazer os cursos. Quando pouco a pouco, fui percebendo como é que é, hoje até digo ‘obrigado' a eles, porque eu nunca estaria a trabalhar numa coisa de que hoje gosto. Trabalhar no cinema. Eu estou aqui já há muitos anos. Não sei mais outra coisa a não ser fazer cinema. Então digo ‘obrigado' a eles", diz o cineasta. Ao recordar que, jovem, tinha um preconceito relativamente ao universo do cinema, Gabriel Mondlane refere que ia ao cinema "de forma irregular". "Aquilo no tempo colonial, nas salas de cinema, tinha que se ir com uma determinada idade. Então, às vezes, nós mentíamos sobre as nossas idades para poder entrar ali. Às vezes apanhávamos o fiscal que nos arranjava problemas. (…) Nós contribuíamos com um determinado dinheirito e algumas moedas e dávamos a um membro do grupo para entrar lá na sala para ver o filme, para depois contar aos outros, porque não tínhamos dinheiro para todos. Então aquele que fosse para lá dentro da sala, voltava com o filme todo na cabeça. Tinha que contar tudo com som, com gestos, com todo aquele clímax dramático que o filme dá. Então fui habituado a fazer isso. É isso que eu conhecia dos filmes. E também quando me pergunta se eu gostava ou não, eu não gostava porque eu detestava aqueles guardas. (…) Então pensávamos que o trabalho do cinema era aquilo. Era naquela sala. Então, quando eu fiquei a saber que vou trabalhar para o cinema, eu senti que iam levar-me para uma coisa de que não gosto, ter que andar atrás dos miúdos, a correr atrás dos outros. Mas pronto, depois foi tudo ao contrário. Na primeira entrevista que eu tive, fizeram-me perguntas para ver como é que nós estávamos em termos de conhecimentos na área do cinema. Eu disse que eu conheço cinema. ‘O que é que tu entendes de cinema?' Eu sei é que eu tinha que contar. Contei os filmes de kung-fu, de Bruce Lee e tal. Puseram-se a rir. Não percebi porque estavam a rir. Estavam a dizer que não era aquilo que queriam saber, era outra coisa. Só agora que estou um bocadinho mais maduro, percebo que falei besteira. Não era aquilo, pois não sabia do outro lado", conta o realizador. Ao recordar a época em que começou a aprender como se faz cinema, Gabriel Mondlane refere que "a formação séria mesmo foi a formação feita pelo Instituto Nacional de Cinema. Essa formação levou um ano intensivo. E isso foi bom porque os formadores eram estrangeiros, eram canadianos, britânicos. São eles que nos introduziam para as novas tecnologias, novos pensares do cinema." A seguir à formação, Gabriel Mondlane acompanha Samora Machel em comícios e reuniões que são invariavelmente fixadas em banda magnética para sua posterior difusão ou arquivamento. "Na verdade, eu comecei mais na área de sonoplastia e eu acompanhei Samora Machel. Na maior parte das vezes, eu viajei com Samora Machel até à morte dele. De uma forma estranha. Eu não fui na última viagem de Samora Machel. Isso é uma coisa estranha, mas todas as outras, maior parte das viagens, eu fui. Também porque nós éramos poucos que trabalhávamos nessa área. E então a alternância entre nós era muito pouca. Se eu não vou numa viagem, a próxima a seguir tinha que ir. Sempre viajei com Samora Machel", recorda o cineasta. Questionado sobre o objectivo de Samora Machel ao pretender guardar filmes de todos os acontecimentos em que participava, Gabriel Mondlane declara que ele "tinha uma outra visão sobre a história e sobre o arquivo. Se a gente quer revisitar a nossa história, só podemos rever a nossa história a partir desse arquivo aqui que foi criado no tempo de Samora. Depois do Samora morrer (em 1986), o Instituto Nacional de Cinema deixou de desempenhar o papel que estava a fazer. O arquivo também parou. Quer dizer, não há nenhum arquivo. Não está sendo apetrechado periodicamente. Não existe em Moçambique uma equipa que se ocupe só para a recolha de assuntos históricos. Não existem. Isso é que é um erro. É um erro grave. A história parou então, com Samora Machel ". "Para além dessas viagens, nós filmávamos todos os discursos que eram feitos. Naturalmente, havia discursos que chamavam de ‘material sensível' e que não podia passar para as pessoas. Naturalmente, havia uma espécie de censura. (…) Era necessário que viesse um chefe de departamento ideológico do partido para ir verificar se a linha política está lá ou não está. Mas o que interessa mais para mim é que a maioria do material que não entrou na divulgação está guardada. Mas e aquele material que se chamava ‘Segredo de Estado'? Esse material ‘Segredo de Estado', não sai. Então, havia duas formas de guardar esse material. Uma que acho que foi pensada, mas acho que não foi muito correcta, porque houve alguns discursos um pouco quentes que a gente gravava. Esse aí foi guardado de uma forma um pouco mais sigilosa. Mas havia materiais que nós gravávamos que tínhamos que entregar directamente à segurança. Logo que terminasse, a segurança levava. No meu ponto de vista, esse material perdeu-se porque eles não tinham laboratórios. (…) Então há materiais que a gente ficou sem saber onde que estão. Já não vale a pena contar com esses materiais porque passado mais de cinco anos, é o fim", refere o realizador. Para além do objectivo propagandístico do cinema daquela época, Gabriel Mondlane recorda que as autoridades pretendiam igualmente, através dos meios audiovisuais criar uma união dos moçambicanos em termos culturais. "O conceito era de criar uma identidade nacional através do cinema. É por isso que se testemunha o filme ‘Tempos de leopardos', fala sobre a luta armada. Essa história realmente era para mostrar quão as forças de libertação nacional conseguiram vencer uma grande máquina, a máquina colonial. Isso é um caso. Outros casos, os documentários que nós fazíamos eram documentários que tinham também um condão político. (…) Samora Machel não era pessoa de esconder a sua visão sobre as coisas. Havia outras coisas que não eram boas, como por exemplo, nos anos 80, Moçambique tinha dificuldade de alimentação. A economia estava completamente rebentada e não havia nada nas prateleiras das lojas. Mas mesmo assim nos deixou filmar e nós filmamos isso. Se fosse um outro regime, não deixaria a gente filmar aquilo porque era uma grande vergonha. Mas nos deixou filmar, como também ele mesmo nos convidou a filmar aquilo que chamou de ‘política ofensiva', ‘política organizacional', que se traduziu num documentário muito interessante, onde o Presidente Samora foi de armazém e armazém, a andar de loja em loja, verificar como é que as coisas estavam, como é que as comidas eram distribuídas ao povo, etc", relembra o cineasta. Por fim, ao lamentar a destruição de boa parte dos arquivos cinematográficos do país após um incêndio em 1991, nas instalações do actual Instituto Nacional de Audiovisual e Cinema de Moçambique, Gabriel Mondlane também dá conta das dificuldades atravessadas actualmente por ele e pelos seus pares. "A única coisa que já começou a ser difícil realmente é conseguir fundos. Nós temos que batalhar muito e conseguir ter amigos estrangeiros. Tu não tens amigos lá no estrangeiro, é difícil ter fundos aqui, sobretudo para filmes grandes. Talvez uma curta-metragem consiga alguma coisinha, com um agente económico aqui ou ali. Mas filmes grandes têm que procurar fora", diz o realizador. Podem ouvir o nosso entrevistado na íntegra aqui: Vejam aqui uma pequena visita guiada do museu do cinema em Maputo:
As notícias de hoje, que estão com os tempos marcados aqui embaixo incluem Musk acusa Trump de envolvimento em grande esquema de tráfico sexual, Trump responde acusações e ameaça cortar subsídios das empresas de Musk, Mercado Livre diminui valor mínimo de compras com frete grátis, Youtuber usa técnicas de jogo para descobrir a localização da deputada Carla Zambelli e Apple é ultrapassada por Realme no Brasil.
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Acesse o Guia de bolso de IOT do TdC no link: http://bit.ly/4dyi6n8Pedro Magno e Lucca Cirillo conversam sobre os alvos de LDL em 4 populações:- Evento cardiovascular prévio- Presença de diabetes- LDL > 190 mg/dL- Outras situações Veja mais em https://www.tadeclinicagem.com.br/guia/259/hipercolesterolemia-familiar/Veja o vale a pena ouvir de novo em https://www.youtube.com/watch?v=k42rmssU1xE&ab_channel=TadeClinicagemReferências:1. Mach, François et al. “2019 ESC/EAS Guidelines for the management of dyslipidaemias: lipid modification to reduce cardiovascular risk.” European heart journal vol. 41,1 (2020): 111-188. doi:10.1093/eurheartj/ehz4552. Faludi, André Arpad et al. “Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2017.” Arquivos brasileiros de cardiologia vol. 109,2 Supl 1 (2017): 1-76. doi:10.5935/abc.201701213. Grundy, Scott M et al. “2018 AHA/ACC/AACVPR/AAPA/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Blood Cholesterol: Executive Summary: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Clinical Practice Guidelines.” Journal of the American College of Cardiology vol. 73,24 (2019): 3168-3209. doi:10.1016/j.jacc.2018.11.0024. Pearson, Glen J et al. “2021 Canadian Cardiovascular Society Guidelines for the Management of Dyslipidemia for the Prevention of Cardiovascular Disease in Adults.” The Canadian journal of cardiology vol. 37,8 (2021): 1129-1150. doi:10.1016/j.cjca.2021.03.0165. Marx, Nikolaus et al. “2023 ESC Guidelines for the management of cardiovascular disease in patients with diabetes.” European heart journal vol. 44,39 (2023): 4043-4140. doi:10.1093/eurheartj/ehad1926. Vrints, Christiaan et al. “2024 ESC Guidelines for the management of chronic coronary syndromes.” European heart journal vol. 45,36 (2024): 3415-3537. doi:10.1093/eurheartj/ehae1777. Hong, Sung-Jin et al. “Treat-to-Target or High-Intensity Statin in Patients With Coronary Artery Disease: A Randomized Clinical Trial.” JAMA vol. 329,13 (2023): 1078-1087. doi:10.1001/jama.2023.24878. Cannon, Christopher P et al. “Ezetimibe Added to Statin Therapy after Acute Coronary Syndromes.” The New England journal of medicine vol. 372,25 (2015): 2387-97. doi:10.1056/NEJMoa14104899. Sabatine, Marc S et al. “Evolocumab and Clinical Outcomes in Patients with Cardiovascular Disease.” The New England journal of medicine vol. 376,18 (2017): 1713-1722. doi:10.1056/NEJMoa161566410. http://departamentos.cardiol.br/sbc-da/2015/calculadoraer2017/etapa1.html11. Lipidology update: targets and timing of well-established therapies, Luigina Guasti 1, MD, PhD, FAHA, FESC; Alessandro Lupi 2, MD at https://www.escardio.org/Councils/Council-for-Cardiology-Practice-(CCP)/Cardiopractice/lipidology-update-targets-and-timing-of-well-established-therapies12. Ray, Kausik K et al. “EU-Wide Cross-Sectional Observational Study of Lipid-Modifying Therapy Use in Secondary and Primary Care: the DA VINCI study.” European journal of preventive cardiology vol. 28,11 (2021): 1279-1289. doi:10.1093/eurjpc/zwaa04713. Cholesterol Treatment Trialists' (CTT) Collaboration et al. “Efficacy and safety of more intensive lowering of LDL cholesterol: a meta-analysis of data from 170,000 participants in 26 randomised trials.” Lancet (London, England) vol. 376,9753 (2010): 1670-81. doi:10.1016/S0140-6736(10)61350-5
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Marcela Belleza e Raphael Coelho convidam Matheus Rezende, residente do último ano de Cardiologia - Incor, para conversar sobre manejo de doença coronariana crônica em tres tópicos:- Como realizar a investigação inicial?- Como fazer a terapia medicamentosa inicial?- O que fazer com o paciente que não melhora?Referências: 1. Vrints C, Andreotti F, Koskinas KC, et al. 2024 ESC Guidelines for the management of chronic coronary syndromes [published correction appears in Eur Heart J. 2025 Feb 21:ehaf079. doi: 10.1093/eurheartj/ehaf079.]. Eur Heart J. 2024;45(36):3415-3537. doi:10.1093/eurheartj/ehae1772. Virani, Salim S et al. “2023 AHA/ACC/ACCP/ASPC/NLA/PCNA Guideline for the Management of Patients With Chronic Coronary Disease: A Report of the American Heart Association/American College of Cardiology Joint Committee on Clinical Practice Guidelines.” Circulation vol. 148,9 (2023): e9-e119. doi:10.1161/CIR.00000000000011683. Montone RA, Rinaldi R, Niccoli G, et al. Optimizing Management of Stable Angina: A Patient-Centered Approach Integrating Revascularization, Medical Therapy, and Lifestyle Interventions. J Am Coll Cardiol. 2024;84(8):744-760. doi:10.1016/j.jacc.2024.06.0154. Mortensen MB, Dzaye O, Steffensen FH, et al. Impact of Plaque Burden Versus Stenosis on Ischemic Events in Patients With Coronary Atherosclerosis. J Am Coll Cardiol. 2020;76(24):2803-2813. doi:10.1016/j.jacc.2020.10.0215. Doenst T, Haverich A, Serruys P, et al. PCI and CABG for Treating Stable Coronary Artery Disease: JACC Review Topic of the Week. J Am Coll Cardiol. 2019;73(8):964-976. doi:10.1016/j.jacc.2018.11.0536. Maron DJ, Hochman JS, Reynolds HR, et al. Initial Invasive or Conservative Strategy for Stable Coronary Disease. N Engl J Med. 2020;382(15):1395-1407. doi:10.1056/NEJMoa19159227. Rajkumar CA, Foley MJ, Ahmed-Jushuf F, et al. A Placebo-Controlled Trial of Percutaneous Coronary Intervention for Stable Angina. N Engl J Med. 2023;389(25):2319-2330. doi:10.1056/NEJMoa23106108. Eikelboom JW, Connolly SJ, Bosch J, et al. Rivaroxaban with or without Aspirin in Stable Cardiovascular Disease. N Engl J Med. 2017;377(14):1319-1330. doi:10.1056/NEJMoa17091189. Howlett JG, Stebbins A, Petrie MC, et al. CABG Improves Outcomes in Patients With Ischemic Cardiomyopathy: 10-Year Follow-Up of the STICH Trial. JACC Heart Fail. 2019;7(10):878-887. doi:10.1016/j.jchf.2019.04.01810. Nidorf SM, Fiolet ATL, Mosterd A, et al. Colchicine in Patients with Chronic Coronary Disease. N Engl J Med. 2020;383(19):1838-1847. doi:10.1056/NEJMoa202137211. Boden WE, O'Rourke RA, Teo KK, et al. Optimal medical therapy with or without PCI for stable coronary disease. N Engl J Med. 2007;356(15):1503-1516. doi:10.1056/NEJMoa07082912. Ford TJ, Stanley B, Good R, et al. Stratified Medical Therapy Using Invasive Coronary Function Testing in Angina: The CorMicA Trial. J Am Coll Cardiol. 2018;72(23 Pt A):2841-2855. doi:10.1016/j.jacc.2018.09.00613. Carvalho, Tales de et al. “Brazilian Cardiovascular Rehabilitation Guideline - 2020.” “Diretriz Brasileira de Reabilitação Cardiovascular – 2020.” Arquivos brasileiros de cardiologia vol. 114,5 (2020): 943-987. doi:10.36660/abc.20200407
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O que O Arquivo nos reserva hoje?NOTA: O episódio de hoje ficou mais curto pois já estava gravado antes de darem a sugestão de fazê-los um pouco mais longos. A partir da semana que teremos mais arquivos por episódio.
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Mais de 60 anos depois da morte do presidente John F. Kennedy, os EUA publicaram mais de 80 mil páginas sobre o caso. Documentos mantidos sob sigilo por décadas, e que agora revelam ações de inteligência americana para tentar conter a influência da então União Soviética no mundo. E o Brasil é citado nesses documentos, como descreve Wesley Bischoff, repórter do g1 que se debruçou sobre o material publicado nesta semana. Na conversa Com Natuza Nery, Wesley explica como os arquivos reforçam que o assassino de Kennedy agiu sozinho, em uma morte cercada de teorias da conspiração. Os documentos detalham ações do então presidente dos EUA para frustrar o apoio do governo cubano de Fidel Castro a comunistas de outros países. E revelam que o então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, recusou apoio de Cuba e China para garantir que João Goulart assumisse a presidência do Brasil. Participa também do episódio o jornalista Roberto Simon. Ele, que é autor de um livro sobre os reflexos da Guerra Fria na América do Sul, avalia o paradoxo que fez Donald Trump revelar documentos sobre o crime mais de 60 anos depois. Roberto analisa também a política americana de manter milhares de arquivos em sigilo – todos os anos, mais de 50 milhões de documentos são colocados em segredo.
*) Na última terça-feira, os Arquivos Nacionais dos Estados Unidos divulgaram milhares de arquivos inéditos relacionados ao assassinato do ex-presidente John F. Kennedy, um caso que alimentou inúmeras teorias da conspiração durante décadas.A divulgação foi uma determinação do presidente Donald Trump. Ele anunciou que todos os documentos nacionais a serem tornados públicos seriam disponibilizados sem ressalvas e sem censura, permitindo que seu conteúdo completo fosse lido, ao contrário do que aconteceu com outros arquivos históricos considerados sensíveis.Pois bem: essa divulgação dos arquivos completos sobre o assassinato de Kennedy também trouxe a público documentos que mencionam a atuação da China e de Cuba no Brasil no começo da década de 1960. As menções ao Brasil não têm relação direta com a morte do ex-presidente dos EUA, mas sim com a atuação das forças antiamericanas na América Latina naquele período. Este episódio do podcast 15 Minutos fala sobre os documentos sobre a morte de Kennedy e as menções ao Brasil. O convidado é o Gabriel de Arruda Castro, da equipe de Ideias, que assina reportagem sobre o assunto na Gazeta do Povo.
Uma enfermeira é suspeita de roubar mais de 1.500 arquivos pessoais de Michael Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1 que sofreu um acidente de esqui em 2013. Os documentos teriam sido usados para tentar chantagear a família do alemão. A mulher era uma das profissionais que cuidava de Schumacher e, segundo a empresária dele, foi demitida em 2020 por desempenho insatisfatório. E ainda: Prefeito de Belo Horizonte (MG) volta a ser internado quatro dias após receber alta.
No dia 24 de fevereiro de 2023, o serviço de emergência de Herndon, no estado americano da Virgínia, recebeu uma ligação vinda do endereço de número 13230 da Stable Brook Way, em um bairro nobre de Herndon. Quando os policiais chegaram, eles encontraram um caos: um homem morto; a dona da casa ainda com vida; mas muito machucada e inconsciente; o marido dela alegando ter atirado no homem para defender sua esposa; a filha de 4 anos e sua babá - uma au pair brasileira. O relato, parecia ser de uma ocorrência assustadora porém comum - um latrocínio seguido de legítima defesa. Entretanto, uma investigação mais profunda revelou que um crime totalmente diferente e bem mais elaborado havia acontecido, com direito à reviravoltas dignas de cinema. Produção: Crimes e Mistérios Brasil Narração: Tatiana Daignault Edição: Tatiana Daignault Pesquisa e Roteiro: Caroline Simoni e Tatiana Daignault Adaptação: Tatiana Daignault Fontes principais: Arquivos obtidos diretamente na corte de Fairfax | Arquivos obtidos diretamente na Delegacia de Polícia de Fairfax - Divisão Especial | New York Post | Amanda Oliveira Rubinstein Facebook | Washington Post Fotos e mais fontes sobre o caso você encontra aqui Link da casa dos Banfields House: O Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas. Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais: Instagram Facebook X
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O Papo Antagonista desta sexta-feira, 12, traz uma entrevista com o jornalista Michael Shellenberger, um dos responsáveis pelo “Twitter Files Brazil”.O programa também analisa o veto de Lula ao PL da 'saidinha' e o julgamento no STF sobre mudanças no foro privilegiado.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
“Tá, vamo lá”! Dona desse bordão, Mariáh Heusi é produtora de conteúdo de “true cr1me” e acumulou milhões de seguidores nas redes sociais por contar histórias com um jeitinho único. Em seu podcast “Arquivos de um cr1me”, ela promete um relato cr1min4l completo, descrevendo casos aterrorizantes com detalhes que chocam qualquer um. Aperte o play e saiba mais sobre Mariáh e seu trabalho. Confira mais conteúdos do canal Operação Policial: https://youtube.com/playlist?list=RDCMUCDN9trGkW4NiznUCUhHcSmg&playnext=1 Para ser MEMBRO DO CANAL, clique no link abaixo: https://www.youtube.com/channel/UCDN9trGkW4NiznUCUhHcSmg/join Adquira os produtos da nossa loja oficial: https://shop.medialand.com.br/ Uma série @medialand
É feriadão, mas mesmo assim tem programa! Nossa querida Ana Luisa Demoraes Campos retorna para uma edição especial do centenário da Organização Internacional de Polícia Criminal, trazendo consigo Raphael Nicolle, senior counsel da Comissão de Controle dos Arquivos da Interpol, e Teresa McHenry, a presidente da Comissão.Um papo em inglês que foi dublado com a ajuda de Ana Luisa Demoraes Campos, de Tupá Guerra e Euclides Holanda!