Podcasts about nordeste

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nordeste

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Latest podcast episodes about nordeste

Rádio Ufal
Planejamento Espacial Marinho do Nordeste

Rádio Ufal

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 26:36


Entrevista com Nídia Fabré, coordenadora da iniciativa.

JORNAL DA RECORD
04/03/2026 | 1ª Edição: Projeto que amplia licença-paternidade para 20 dias vai a votação no Senado

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 3:29


Confira nesta edição: projeto que amplia licença-paternidade para 20 dias deve ser votado nesta quarta-feira (4) pelo Senado. Também a partir de hoje, o espaço aéreo de Israel deve começar a ser reaberto de maneira gradual após o fechamento por causa dos conflitos no Oriente Médio, que começaram no sábado (28). Veja ainda que a Caixa Econômica Federal vai retomar o financiamento de imóveis de alto padrão. E ainda: Inmet renova alerta de chuvas para Norte e Nordeste.

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
RS confirma caso de gripe aviária em aves silvestres

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 15:50


PIB de 2025 alcançou R$ 12,7 trilhões, com destaque para agropecuária, que registrou crescimento de 11,7% e impulsionou resultado nacional. Porto de São Sebastião bate recorde de movimentação de cargas em janeiro. Foco de influência aviária foi confirmado em aves silvestres no Rio Grande do Sul. Situação não altera status sanitário do Brasil, que segue classificado como livre da doença. Alta do petróleo no mercado internacional pressiona custos do agro e expõe dependência brasileira do diesel importado. Agronegócio do Mato Grosso do Sul registra maior crescimento do país e consolida papel estratégico do estado na produção nacional. Tempo: instabilidade persiste nas regiões Norte e Nordeste, com risco de alagamentos.

Podcast 45 Minutos
COPA DO NORDESTE 2026: DEFINIÇÃO DOS GRUPOS, TABELA E CAMINHOS DOS CLUBES NA COMPETIÇÃO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 35:16


Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam o formato da nova Copa do Nordeste e como ficou a definição dos grupos, confrontos e caminhos até a final. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!

Jornal da USP
Momento Tecnologia #144: Derivados de eugenol para medicamentos contra a leishmaniose

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 6:15


Com média anual de 12.655 casos, a leishmaniose afeta principalmente regiões rurais no Norte e Nordeste do País

Notícias Agrícolas - Podcasts
Como a vaquejada, um evento tradicional e cultural do Nordeste, pode influenciar na criação do Quarto de milha.

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 5:54


ABQM convida criadores de todo o Brasil a participar das tradicionais vaquejadas no Nordeste

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
SC: agricultores em alerta com expansão da cigarrinha-do-milho

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 19:00


Conflito no Oriente Médio amplia incertezas no mercado internacional e preço do frete marítimo pode subir com possível fechamento do Estreito de Ormuz. Estudantes da Bahia desenvolveram novo inseticida para lavouras a partir da mamona. Colheita da soja pressiona fretes e aquece mercado logístico no país, com alta nas principais rotas, impulsionada por safra recorde e disputa por transporte entre oleaginosa e milho armazenado. Com elevado número de cigarrinhas-do-milho no ambiente, produtores de Santa Catarina devem intensificar manejo para safrinha. Tempo: regiões Norte e Nordeste devem ter dia marcado por chuvas fortes e temporais.

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
Chuvas intensas em Minas Gerais e Goiás estão atrasando o plantio do milho e ameaçam a colheita do feijão

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 17:55


Agro paulista mantém protagonismo no comércio exterior, impulsionado por commodities e pela forte demanda chinesa no início do ano. No RS, o setor registrou avanços nos embarques de carnes e fumo, fechando o ano de 2025 com a geração de mais de 10 mil postos de trabalho. Impulsionadas pelo café, as exportações do agro em Minas avançam com maior valor agregado. No Paraná, os portos registram salto superior a 300% na movimentação de cevada e malte. Tempo: semana começa com riscos de novos temporais em Minas Gerais e nas regiões Nordeste e Centro-Oeste.

Podcast Nordestino
MENINO DO IMBU #368

Podcast Nordestino

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 93:52


Nosso convidado de hoje é o Pernambucano Menino do Imbu, um dos maiores influenciadores e produtores de conteúdo do Brasil, Imbu é um dos grandes nomes Nordestinos e que levam o nome do Nordeste pra todo país com autenticidade, irreverência e personalidade, vamos conhecer toda sua história de vida e detalhes nunca contados em lugar nenhum.Apoie nosso Projeto com qualquer valor na chave pix: contato@podcastnordestino.com.br Entre em contato para ser nosso patrocinador e adquirir nossos produtos: wa.me/5583996025102nossas Redes Sociais:TIK TOK PODCAST NORDESTINO: https://www.tiktok.com/@podcastnordestinoTIK TOK ARTHURVILAROFICIAL: https://www.tiktok.com/@arthurvilaroficialINSTAGRAM PODCAST NORDESTINO: https://www.instagram.com/podcastnordestinoINSTAGRAM ARTHUR VILAR: https://www.instagram.com/arthurvilaroficialCANAL PODCAST NORDESTINO: https://www.youtube.com/podcastnordestinoKWAI PODCAST NORDESTINO: https://www.kwai.com/@podcastnordestinoFACEBOOK PODCAST NORDESTINO CORTES: https://www.facebook.com/profile.php?id=61569648512700FACEBOOK PODCAST NORDESTINO OFICIAL: https://www.facebook.com/podcastnordestinooficialSPOTIFY: https://creators.spotify.com/pod/profile/podcastnordestino/#nordeste #podcast #nordestinos

Podcast 45 Minutos
RAIO-X DO BRASILEIRÃO 2026 – 4ª RODADA: OS ESTADUAIS ENCOLHERAM A SÉRIE A + NEYMAR VOLTOU

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 77:02


Na 4ª rodada do Brasileirão 2026, o calendário dos Estaduais segue impactando a Campeonato Brasileiro Série A — e tem o retorno de Neymar como grande destaque. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os efeitos do calendário, o desempenho dos clubes do Nordeste, números da rodada e projeções para a sequência da competição.

Café & Corrida
Esse CIRCUITO vai pra BH e mais cidades do NORDESTE!

Café & Corrida

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 14:27


Run Challenge da Asics vai ter 6 etapas este ano e as 5 primeiras já tem data (vai ter BH pra alegria dos mineiro e mais etapas no nordeste); não esqueça que hoje a noite tem maratona de toquio com transmissão paralela no Corrida no Ar; pegadinha nos 10k da Tribuna de Santos; como era de se esperar, as inscrições da São Cri-Cri evaporaram em 5 minutos; esgotadas as inscrições para a Maratona de Cali; vcs viram os tênis chineses no pódio da Maratona de Osaka?Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

#BiroscaNews
#BiroscaNews 385: Justiça Condena Catarinense por Xenofobia contra Nordestinos

#BiroscaNews

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:15


Falo sobre decisão do TJSC que condenou Jonas Bressan por danos morais coletivos em razão de postagens xenofóbicas contra nordestinos logo após as eleições presidenciais de 2022. Lembro que o mesmo tribunal já o havia condenado criminalmente e discuto os fundamentos jurídicos da decisão, inclusive a comparação feita entre a incitação concreta à discriminação e o 3º Reich.

JORNAL DA RECORD
24/02/2026 | Edição Exclusiva: Maior nevasca registrada em 10 anos no nordeste dos Estados Unidos causa novos transtornos

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 4:03


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A nevasca que atingiu o nordeste dos Estados Unidos na última segunda-feira (23) permanece causando problemas. Os aeroportos de Nova Iorque, Boston e Nova Jersey cancelaram mais de 8 mil voos entre a segunda e a terça-feira desta semana. Um ciclone-bomba foi o responsável por causar a maior nevasca registrada na região nordeste estadunidense. Este fenômeno ocorre quando uma massa de ar ártico muito frio, vindo do polo norte, avança para o sul e se choca com áreas de temperaturas mais quentes. E ainda: Polícia Civil de São Paulo faz operação contra quadrilha de golpes digitais.

JR 15 Minutos com Celso Freitas
Nordeste passa o Sudeste e lidera mortes no trânsito

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 14:19


Pela primeira vez, o Nordeste lidera o número absoluto de mortes no trânsito no Brasil. Foram quase doze mil vidas perdidas em 2024, superando o Sudeste, que historicamente ocupava o primeiro lugar nesse ranking. No total, o país registrou mais de 37 mil mortes em ruas e estradas — um aumento de cerca de 6% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Saúde. Os números revelam uma crise persistente e disseminada pelo território nacional. O que explica a mudança no mapa da violência no trânsito? Para analisar o cenário e apontar caminhos possíveis, o JR 15 Minutos conversa com Rodolfo Rizzotto, coordenador do SOS Estradas.

Podcast Nordestino
JOELSON RAMALHO MANIFESTAÇÕES DO VAQUEIRO #366

Podcast Nordestino

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 144:59


O Convidado do Episódio 366 do Podcast Nordestino é o Professor , Historiador e Pesquisador Joelson Ramalho que retorna ao nosso Programa para trazer as novidades do seu Projeto desde a sua última participação no Nordestino em 2023 , vamos ficar à par de detalhes , novidades e descobertas que o trabalho primoroso de Joelson tem feito e marcado na História do nosso Nordeste brasileiro.Apoie nosso Projeto com qualquer valor na chave pix: contato@podcastnordestino.com.br Entre em contato para ser nosso patrocinador e adquirir nossos produtos: wa.me/5583996025102nossas Redes Sociais:TIK TOK PODCAST NORDESTINO: https://www.tiktok.com/@podcastnordestinoTIK TOK ARTHURVILAROFICIAL: https://www.tiktok.com/@arthurvilaroficialINSTAGRAM PODCAST NORDESTINO: https://www.instagram.com/podcastnordestinoINSTAGRAM ARTHUR VILAR: https://www.instagram.com/arthurvilaroficialCANAL PODCAST NORDESTINO: https://www.youtube.com/podcastnordestinoKWAI PODCAST NORDESTINO: https://www.kwai.com/@podcastnordestinoFACEBOOK PODCAST NORDESTINO CORTES: https://www.facebook.com/profile.php?id=61569648512700FACEBOOK PODCAST NORDESTINO OFICIAL: https://www.facebook.com/podcastnordestinooficialSPOTIFY: https://creators.spotify.com/pod/profile/podcastnordestino/#nordeste #podcast #nordestinos

Ufologia de Quintal
Abdução de Zé Tota

Ufologia de Quintal

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 44:56


No episódio de hoje do Ufologia de Quintal, a gente viaja até o interior do Nordeste brasileiro para relembrar um dos relatos mais intrigantes da casuística ufológica nacional: o suposto caso de abdução de Zé Tota.Entre estradas de chão batido, noites silenciosas e céus incrivelmente estrelados, surge a história de um homem simples, conhecido na região, que teria vivido uma experiência inexplicável — luzes no céu, perda de tempo, marcas no corpo e memórias fragmentadas de um contato que mudaria sua vida para sempre.O caso ganhou força dentro da ufologia regional e passou a circular entre pesquisadores independentes, curiosos e moradores que já relatavam avistamentos na área. Estaria Zé Tota diante de um encontro imediato? Um episódio de abdução? Ou tudo não passaria de uma construção psicológica alimentada pelo imaginário popular nordestino?Neste episódio, analisamos:O contexto geográfico e cultural da região;A tradição de relatos ufológicos no Nordeste;Os detalhes da narrativa de Zé Tota;Os argumentos que sustentam a veracidade do caso;E os contrapontos céticos que levantam dúvidas sobre o ocorrido.Prepare o café, puxe a cadeira para o terreiro e venha olhar para o céu com a gente.

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
Paraná aumenta participação na produção nacional de grãos

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 13:02


Transição para El Niño exige planejamento técnico e gestão de riscos para hortifruti, indica Cepea. Estado da região Sul deve produzir 13,9% de toda a safra de grãos do Brasil. INMET alerta para risco de déficit hídrico no Nordeste e Sudeste até abril. Moagem de cana-de-açúcar e vendas de etanol registram queda durante o mês de janeiro. Tempo: quinta-feira será marcada por chuva mais forte e risco de temporais em diversas regiões do Brasil.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Eu Me Tornei Referência Em Aprovação Nos Concursos Públicos | Luis Pedro Reis | Kiwicast #633

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 65:00


No episódio de hoje, recebemos o @oficialmilitar, que mesmo com estabilidade no setor público decidiu empreender no digital e construir algo que fosse além da farda.Em apenas 5 anos de mercado, ele se tornou fundador da Estelar Cursos, referência em aprovações no Norte e Nordeste, faturou mais de R$ 2 milhões e já impactou milhares de pessoas que sonham em conquistar seus objetivos.No Kiwicast, ele contou:Como o propósito se tornou um combustível em seus empreendimentosO que o fez olhar para o digital pela primeira vezComo construiu autoridade no mercado de concursosComo manter a constância na rotina de trabalhoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Juridcast
275. O Nordeste como o próximo grande campo dos negócios jurídicos

Juridcast

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 27:58


O Nordeste consolidou-se como um grande campo de negócios e superou o discurso de promessa latente que dominou a região por décadas. Mas por que projetos com alto potencial ainda encontram gargalos na região? No episódio 275 do Juridcast, o host Leandro Ramos recebe Ermiro Ferreira Neto, sócio no Fiedra Britto & Ferreira Neto Advocacia Empresarial e Doutor em Direito Civil pela USP, para uma análise profunda sobre a realidade jurídica e econômica do território nordestino. A conversa desconstrói a visão simplista de "potencial" e aborda os desafios de quem opera no mercado local. O diálogo revela como o Direito atua como a infraestrutura invisível para destravar esses gargalos, passando por temas como o papel estratégico da advocacia no desenvolvimento regional e os erros comuns de quem gere projetos à distância apenas por planilhas. Onde encontrar convidado e host: https://www.linkedin.com/in/ermiro-ferreira-neto-045ba742/ https://www.linkedin.com/in/leandrohramos/ Conheça a Javali: https://agenciajavali.com.br/ 

3 em 1
Mendonça assume caso Master / Repercussão política no Congresso

3 em 1

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 121:57


No 3 em 1 desta sexta-feira (13), o destaque foi que o ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, reuniu-se com a Polícia Federal para obter um panorama das investigações sobre o caso Banco Master. Como novo relator do processo, Mendonça passa a avaliar os desdobramentos do inquérito e definir os próximos passos no STF, em meio à repercussão política e jurídica envolvendo a apuração. A troca de relatoria do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal gerou reações distintas entre parlamentares. Com a saída de Dias Toffoli, o ministro André Mendonça passa a conduzir o processo, enquanto a oposição cobra mais transparência na divulgação das provas e acompanha os desdobramentos das investigações que também envolvem a fraude no INSS e contratos de crédito consignado. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, solicitou ao ministro André Mendonça, do STF, o acesso a dados sigilosos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A medida busca avançar as investigações na comissão, enquanto cresce a expectativa por um encontro entre Viana e Mendonça após o Carnaval para tratar do compartilhamento das informações. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou de um encontro com forças especiais responsáveis pela captura de Nicolás Maduro em uma operação recente. A reunião ocorreu em Fort Bragg, na Carolina do Norte, e também contou com familiares dos militares, em meio às repercussões políticas, econômicas e geopolíticas do episódio envolvendo a Venezuela. A revista britânica The Economist apontou a situação econômica do Brasil como um importante sinal de alerta para grandes economias mundiais. A publicação criticou aspectos do modelo fiscal e previdenciário brasileiro, destacando riscos e impactos que podem servir de referência negativa no cenário internacional. A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou a proposta que reduz a maioridade penal de 16 para 14 anos, em meio ao avanço de pautas do governo de Javier Milei. O tema ganhou força após o assassinato de um adolescente na província de Santa Fé, gerando comoção nacional e reacendendo o debate sobre o regime penal juvenil. O texto segue agora para análise do Senado argentino. Ministros do governo Lula foram orientados a não participar do desfile da escola de samba que fará homenagem ao presidente no Rio de Janeiro. A decisão ocorre em meio a questionamentos no TSE sobre possível propaganda eleitoral antecipada, enquanto Lula mantém agenda de carnaval pelo Nordeste e acompanha a repercussão política do evento. O ministro Dias Toffoli negou ter gravado a reunião reservada entre integrantes do Supremo Tribunal Federal que antecedeu sua saída da relatoria do caso Banco Master. O encontro, realizado a portas fechadas, gerou repercussão nos bastidores da Corte após a divulgação de detalhes do diálogo entre ministros e aumentou a tensão institucional em torno da investigação. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Famille & Voyages, le podcast
Se perdre dans un canyon au Pérou : l'anecdote de voyage d'Élodie

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 3:15


En fin d'épisode, Élodie raconte une anecdote vécue lors d'un autre voyage, au Pérou. Elle se perd dans un canyon, se retrouve seule pendant un moment et explique comment la situation s'est finalement résolue. Un souvenir marquant, qui rappelle que l'imprévu fait partie du voyage.Pour écouter l'épisode en entier :Du Nordeste à Rio en famille-----------➡️ Si l'épisode vous a plu, laissez-moi une note 5 ⭐️ou un commentaire sur Apple Podcasts ou Spotify

Famille & Voyages, le podcast
Voyager au Brésil en famille : le guide pratique d'Élodie

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 7:05


Élodie partage les repères concrets de leurs voyages au Brésil : la durée des vols, le décalage horaire, les formalités, les questions de santé et le budget, notamment celui du second voyage. Des informations pratiques issues directement de leur expérience sur place.Pour écouter l'épisode en entier :Du Nordeste à Rio en famille-----------➡️ Si l'épisode vous a plu, laissez-moi une note 5 ⭐️ou un commentaire sur Apple Podcasts ou Spotify

Famille & Voyages, le podcast
Rio et Ilha Grande en famille : match de foot puis parenthèse au vert au Brésil

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 6:18


Lors du second voyage, la famille retrouve Rio, plusieurs années après leur premier séjour. Ils visitent à nouveau la ville, vont au stade Maracanã et prennent le temps de profiter des plages. Puis ils quittent l'agitation urbaine pour rejoindre Ilha Grande, où le rythme change nettement, entre plages, bateau et nature.Pour écouter l'épisode en entier :Du Nordeste à Rio en famille-----------➡️ Si l'épisode vous a plu, laissez-moi une note 5 ⭐️ou un commentaire sur Apple Podcasts ou Spotify

Famille & Voyages, le podcast
Rio en famille : plages mythiques, points de vue et coup de coeur des filles au Brésil

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 5:09


Après le Nordeste, la famille passe une semaine à Rio. Les filles découvrent Copacabana et Ipanema, montent au Corcovado, vont au Pain de Sucre et se promènent dans différents quartiers de la ville. Elles sont aussi marquées par des moments simples, comme jouer au foot sur la plage avec des Brésiliens, sans barrière de langue.Pour écouter l'épisode en entier :Du Nordeste à Rio en famille-----------➡️ Si l'épisode vous a plu, laissez-moi une note 5 ⭐️ou un commentaire sur Apple Podcasts ou Spotify

Famille & Voyages, le podcast
Le Nordeste de Fortaleza à São Luís : dunes, lagunes et 4x4 en famille au Brésil

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 7:19


Le premier voyage d'Élodie au Brésil commence à Fortaleza. La famille traverse ensuite le Nordeste en plusieurs étapes : Jericoacoara, le delta de Parnaíba, puis les Lençóis Maranhenses, avant d'arriver à São Luís. Des journées rythmées par la chaleur, les trajets en 4x4 sur le sable, les marches dans les dunes et les baignades régulières dans les lagunes.Pour écouter l'épisode en entier :Du Nordeste à Rio en famille-----------➡️ Si l'épisode vous a plu, laissez-moi une note 5 ⭐️ou un commentaire sur Apple Podcasts ou Spotify

Ocora, Couleurs du monde
Les coups de cœur du label Ocora avec Serge Noël-Ranaivo

Ocora, Couleurs du monde

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 14:24


durée : 00:14:24 - Les coups de cœur du label Ocora avec Serge Noël-Ranaivo - En ce début d'année, Serge Noël-Ranaivo qui travaille pour le label Ocora, nous partage ses derniers coups de coeur pour deux disques sortis en 2025 : Brésil. Pernambuco Quartet "Musique du Nordeste" et Corée. Lee Jae-hwa "Cithare geomungo, traditions de la péninsule". Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Famille & Voyages, le podcast
Des dunes du Nordeste aux randonnées autour de Rio – Les deux voyages en famille d'Élodie

Famille & Voyages, le podcast

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 42:52 Transcription Available


Aujourd'hui, je vous emmène au Brésil avec Élodie, Julien et leurs filles de 15 ans et 13 ans. Une famille baroudeuse qui rentre tout juste d'un tour du monde.Dans cet épisode, Élodie raconte leurs 2 voyages au Brésil.D'abord dans le Nordeste, de Fortaleza à São Luís, avec des dunes, des lagunes, du 4x4... et Rio; puis des chutes d'Iguazu, à Rio, puis Ilha Grande, Paraty et Búzios, avec des plages, des villages colorés et un rythme plus tranquille.2 voyages, 2 ambiances !-----------Merci à mon sponsor HAPE qui propose des jouets éducatifs & responsables pour nos  enfants.

No pé do ouvido
Crise de credibilidade do STF: Moraes reage a pressão por código de ética

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 26:32


Moraes critica o que chama de “demonização de palestras” em meio a crise de credibilidade do STF. Três Poderes assinam pacto contra o feminicídio no Brasil. ‘Washington Post’ faz demissões em massa e altera estrutura do jornal de Jeff Bezos. Estudo de Oxford aponta que ChatGPT associa atributos negativos ao Nordeste. Cine Copan será reaberto após quatro décadas com peça ‘Hamlet’ em SP. E nas estreias da semana, o drama do alcoolismo entre mulheres. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
05/02/2026 | 3ª Edição: Presidente do INSS depõe em CPMI que apura fraudes contra beneficiários

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 3:50


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Presidente do INSS depõe em CPMI que apura fraudes contra beneficiários. Fortes chuvas atingem as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Raio cai em terreno baldio durante tempestade em Fortaleza.

Debate da Super Manhã
O Nordeste e a distribuição desigual de recursos

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 51:44


Debate da Super Manhã: Resultado de um processo histórico marcado pela colonização, políticas públicas centralizadas e investimentos econômicos desiguais ao longo do tempo. A região Nordeste do Brasil, historicamente, enfrenta uma distribuição desigual de recursos quando se comparado a outras regiões do país. No debate desta terça-feira (3), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre os entraves e os gargalos do desenvolvimento nordestino, o crescimento econômico da região e a concentração de renda e de pobreza no Nordeste. Participam o superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Francisco Alexandre, a economista, conselheira do Conselho Federal de Economia e do Conselho Regional de Economia em Pernambuco (Corecon/PE); e professora de Economia da Unicap, Ana Cláudia Arruda, e o ex-senador, ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Sem o PT, CPMI do Master avança e caso dos respiradores do Nordeste ressurge

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 5:20


Alexandre Garcia comenta sobre o avanço da CPMI do caso Master e a retomada das investigações sobre os respiradores do Consórcio do Nordeste.

ONU News
Confrontos e tempestades agravam crise humanitária no nordeste da Síria

ONU News

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 1:16


Região teve mais de 170 mil pessoas  deslocadas desde o início de janeiro; Nações Unidas reforçam a resposta de emergência para apoiar as populações afetadas; comunidade humanitária alerta para situação ínstável. 

Morning Show
Nordeste é a região com mais mortes no trânsito

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 118:49


Confira no Morning Show desta quarta-feira (28): Pela primeira vez na história, o Nordeste registrou o maior número de mortes no trânsito no Brasil, superando as demais regiões. O dado alarmante revela que os acidentes com motocicletas já respondem por mais da metade dos óbitos na região. O governo federal estuda novas diretrizes para tentar frear a violência nas estradas nordestinas. O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou nesta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e a filiação ao PSD para disputar a Presidência em 2026. Ao lado de Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ratinho Júnior (PSD-PR), ele selou um pacto de união, garantindo que o nome da direita que avançar terá o apoio total dos demais. O objetivo é evitar a divisão no primeiro turno para derrotar o presidente Lula (PT). Em agenda oficial em Jerusalém nesta terça-feira (27), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a política externa do presidente Lula (PT), classificando-a como antissemita. O parlamentar defendeu um alinhamento maior com Israel, enquanto o Planalto reagiu rapidamente por meio de nota. O governo rebateu as acusações, defendendo a tradição diplomática brasileira e lamentando a utilização de temas sensíveis para disputas políticas internas. O forte temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira (27) deixou cerca de 80 mil imóveis sem energia elétrica, segundo balanço das concessionárias. O Corpo de Bombeiros confirmou 33 chamadas para quedas de árvores que bloquearam vias e atingiram a rede elétrica em diversas regiões da capital. A Defesa Civil mantém o estado de atenção devido ao risco de novos alagamentos e deslizamentos, enquanto o trânsito registrou lentidão recorde em pontos críticos. O mercado financeiro aguarda com cautela as decisões da "Super Quarta" nesta semana. A tendência é que o Banco Central, sob o comando de Gabriel Galípolo, mantenha a taxa Selic em 15% ao ano para conter a inflação. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também deve manter os juros no intervalo entre 3,5% e 3,75%. O cenário exige atenção do presidente Lula (PT), que busca fomento ao consumo, enquanto Donald Trump observa os reflexos no dólar global. O governo do Equador enviou uma nota oficial de protesto à Casa Branca após denunciar que um agente do ICE tentou invadir seu consulado em solo americano. O incidente ocorre em meio à política de tolerância zero do presidente Donald Trump contra a imigração ilegal. O Equador exige que o episódio não se repita, alegando violação das normas diplomáticas internacionais. O presidente Lula (PT) acompanha o caso, que acende um alerta sobre a soberania das representações estrangeiras nos Estados Unidos. Agentes penitenciários interceptaram nesta terça-feira (27) uma entrega inusitada em um presídio: ampolas da substância Mounjaro, conhecida como "caneta emagrecedora". O material foi descoberto porque o destinatário estava incorreto, levantando suspeitas sobre o comércio ilegal de medicamentos de alto custo dentro do sistema prisional. O caso agora é investigado pela Polícia Civil para identificar a origem das ampolas e como elas driblaram a segurança inicial. O mundo do fisiculturismo está em luto após a confirmação da morte de um premiado atleta, aos 60 anos, vítima de um infarto fulminante. Conhecido pelo rigor nos treinos e longevidade no esporte, o campeão passou mal nesta terça-feira (27) e não resistiu. O caso levanta discussões sobre os limites do corpo e a saúde cardiovascular em atletas de alta performance na maturidade. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 23/01/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 53:06


Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (23): Polícia Federal investiga aplicações do fundo Rioprevidência no Banco Master. Em viagem ao Nordeste, Lula afirma que Banco Master causou prejuízo de mais de R$ 40 bilhões ao país. Rússia, Ucrânia e Estados Unidos se reúnem pela  primeira vez para discutir o fim da guerra. Espanha recusa convite de Donald Trump para integrar o Conselho de Paz para Gaza. O alerta de autoridades americanas para a forte nevasca e temperaturas que podem chegar a menos 45 graus. E o JR mostra a briga pela ponta da tabela depois da quarta rodada do Paulistão 2026.

Podcast 45 Minutos
O RANKING DOS RANKINGS DO NORDESTE NA SÉRIE A. 13 LISTAS QUE MOSTRAM OS MELHORES CLUBES DA REGIÃO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 67:02


Quais são, afinal, os maiores clubes do Nordeste na história da Série A? Reunimos 13 rankings diferentes — desempenho, pontos, vitórias, participações, campanhas e muito mais — para montar o Ranking dos Rankings do Nordeste. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam lista por lista, explicam os critérios, mostram quem lidera, quem cresce e […]

Podcast 45 Minutos
BAHIA REINA EM 2025 E LIDERA 11 DE 13 RANKINGS DO NORDESTE NA HISTÓRIA DO BRASILEIRO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 23:50


O Bahia encerrou 2025 no topo — e não foi só dentro de campo. O Tricolor passou a liderar 11 dos 13 rankings históricos do Nordeste no Campeonato Brasileiro, consolidando uma hegemonia construída ao longo das décadas. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os números, explicam os critérios dos rankings e debatem o […]

Podcast 45 Minutos
SPORT SOFRE DANOS DE 2025 E CAI EM 8 DOS 13 RANKINGS DO BRASILEIRO DO NE. VITÓRIA AMEAÇA 2ª POSIÇÃO.

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 31:21


O Sport sentiu forte os efeitos da temporada 2025 e perdeu terreno nos números históricos do Campeonato Brasileiro. O Leão caiu em 8 dos 13 rankings do Nordeste, enquanto o Vitória cresce e passa a ameaçar a segunda posição regional. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli destrincham os dados, explicam o impacto esportivo e […]

Podcast 45 Minutos
QUEM FECHA O G4 DO NORDESTE NA HISTÓRIA DA SÉRIE A? NÁUTICO OU FORTALEZA?

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 23:15


Quem completa o G4 do Nordeste na história da Série A? A disputa é direta entre Náutico e Fortaleza, enquanto Ceará e Santa Cruz acabam ficando para trás nos números. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam dados históricos, participações, campanhas, pontuações e contexto de cada clube para explicar por que essa hierarquia se […]

Podcast 45 Minutos
SBT VAI TRANSMITIR A COPA DO NORDESTE 2026. GLOBO PERDEU?

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 29:53


A confirmação de que o SBT será a emissora da Copa do Nordeste a partir de 2026 movimentou os bastidores do futebol e da mídia esportiva. Mas o que isso significa na prática? A Globo ficou de fora por estratégia ou perdeu a concorrência? Tudo isso e muito mais, com Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli. […]

Podcast 45 Minutos
RANKING DOS 10 CLUBES COM MAIS SÓCIOS DO NORDESTE. OS MELHORES E PIORES PLANOS.

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 69:49


Quem são os clubes do Nordeste com mais sócios-torcedores? Quais modelos funcionam melhor e quais planos deixam a desejar?

Dev Sem Fronteiras
Engenheiro de Software em Munique, Alemanha - Carreira Sem Fronteiras #226

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 60:03


O paulista Carlos morou brevemente no Nordeste, antes da família se mudar para a região metropolitana de São Paulo. Ainda na juventude, o hobby de desmontar computadores virou um curso para aprender a lidar com sistemas operacionais, que levou a um curso de montagem e manutenção de computadores, que levou à formação de sistemas de informação.No meio desse caminho, com um intercâmbio para o Canadá nas costas e a sementinha de um ex-colega de trabalho que falou sobre a própria experiência de morar e trabalhar no exterior, Carlos resolveu buscar a própria oportunidade fora do Brasil.Neste episódio, o Carlos detalha como galgou uma vaga na Alemanha depois de passar por inúmeras entrevistas, e diz os perrengues e as particularidades de se morar na terra dos biergartens.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaCarlos S., Engenheiro de Software em Munique, AlemanhaLinks:LinkedIn do CarlosCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Podcast 45 Minutos
OS ABISMOS NAS COTAS DOS ESTADUAIS. PORTUGUESA RECEBE MAIS QUE O G7 DO NORDESTE SOMADO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 90:49


Podcasts epbr
Fábricas de fertilizantes do Nordeste voltam a operar em meio a riscos no suprimento internacional I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 4:36


NESTA EDIÇÃO. Petrobras inicia produção nas fábricas de fertilizantes do Nordeste. Lula sanciona monofasia da nafta na reforma tributária. Preço do petróleo retoma alta com tensões no Irã. Capacidade de geração centralizada vai crescer 9,1 GW no Brasil em 2026; quase metade da fonte solar fotovoltaica, enquanto expansão da eólica desacelera. Orsted consegue liminar contra suspensão de eólica offshore nos EUA. ***Locução gerada por IA

Podcast 45 Minutos
O MERCADO “SÉRIE C” DO SPORT | VITÓRIA INVESTE R$ 18 MILHÕES | FORTALEZA COM RISCO DE PERDER JOGADOR

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 75:48


Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam o mercado da bola no Nordeste, que segue quente e cheio de movimentos importantes para 2026. O programa destrincha três frentes centrais: o Sport adota uma postura mais cautelosa e mira um “mercado Série C”, buscando peças de menor custo; o Vitória chama atenção ao investir cerca de R$ […]

Les Nuits de France Culture
La matinée des autres - Paradis perdu, terre promise (1ère diffusion : 06/03/1984)

Les Nuits de France Culture

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 99:45


durée : 01:39:45 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda, Mathias Le Gargasson, Antoine Dhulster - En 1984, Gregorio Manzur retraçait la grande aventure intellectuelle des utopies. De leurs conceptions dans l'esprit des Européens de l'époque de la conquête des Amériques à leurs réalisations concrètes sous l'égide de las Casas, Quiroga et d'autres, du Mexique au Nordeste brésilien. - réalisation : Rafik Zénine, Vincent Abouchar, Emily Vallat

Podcast 45 Minutos
SANTA CRUZ VOLTA ATRÁS E INCLUI O CHEK-IN NOS PLANOS DE SÓCIOS. PORÉM SÃO MAIS CAROS DO NORDESTE…

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 35:44


Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli comentam a alteração no novo plano de sócios do Santa Cruz. O povo teve sua voz ouvida, mas será que teve mesmo? Atualização trás um dos planos de sócios mais caros do Nordeste. Ouça agora ou quando quiser!

Debate da Super Manhã
Gestão e Negócios

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 46:34


Debate da Super Manhã:Depois de anos de trabalho na vida pública, ocupando cargos oficiais, entre eles o de governador do estado de Pernambuco por dois mandatos, Paulo Câmara faz um balanço da trajetória e projeta o futuro. No Debate desta segunda-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as nuances do trabalho do gestor e acerca da atuação em frente ao banco do nordeste, durante quase dois anos. Participam o ex-governador de Pernambuco e ex-presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, e o comunicador da Rádio Jornal, Tony Araújo.

Podcast 45 Minutos
RANKING CONMEBOL 2026: FORTALEZA LIDERA O G7 DO NORDESTE

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 35:14


O Ranking Conmebol 2026 foi atualizado e trouxe um retrato importante do momento do futebol nordestino, com o Fortaleza liderando o G7 da região. No programa, a turma analisa os critérios do ranking, a posição dos clubes do Nordeste, os impactos esportivos e financeiros da pontuação e o que isso representa para competições continentais e […]