Podcasts about revolu

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30:MIN - Literatura - Ano 7
#15: Marjane Satrapi, Raimundo Carrero, Mapeamento e Adélia Prado

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 23:09


15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão fala sobre o falecimento de dois autores: Marjane Satrapi e Raimundo Carrero. Também comenta sobre o prêmio Machado de Assis e os laureados pelas novas categorias da premiação da ABL.Por fim, compartilha um mapeamentos sobre o mercado editorial brasileiro e uma dica de leitura de uma entrevista interessante com a Adélia Prado.O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Bianca Rojo de "Dias de se fazer silêncio", de Camila Maccari.---Links citadosMarjane Satrapi, a voz iraniana no exílio que transformou 'Persépolis' em literatura universal'Aos 10 anos, me preparava para ser prisioneira política': Marjane Satrapi, a autora que retratou transformação do Irã sob a Revolução IslâmicaPerna Cabeluda driblou a ditadura e colocou violência contra a mulher nas páginas do DiarioMapeamento expõe como o mercado editorial brasileiro se concentra no SudesteAdélia Prado: “Penso todo dia em sexo, morte e Deus”---RecebidosTerra à deriva, de Cixin Liu (tradução de Leonardo Alves) Os que amam, odeiam, de Silvina Ocampo e Adolfo Bioy Casares (tradução de Júlio Pimentel Pinto)Se não podemos viajar à velocidade da luz, de Kim Choyeop (tradução de Juliane Ferreira da Silva Santos)Solaris, de Stanislaw Lem (tradução de Eneida Favre)Nós, de Ievguêni Zamiátin (tradução de Gabriela Soares)mãezinha, de Izabella CristoGaiolas de Concreto Armado, de Paula NovaisNoitada, de Reinaldo MoraesEstudo de Caso, de Graeme Macrae Burnet (tradução de Bruno Cobalchini Mattos)---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira nossa vitrine na Amazon!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

História Pirata
História de Bolso dos EUA #8 - Crescimento colonial, Guerra Franco-Indígena e o início da Crise Imperial

História Pirata

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 19:43


Fala Pirataria! Já está no mar nosso oitavo episódio da série História de Bolso dos EUA. Hoje acompanhamos como o crescimento das colônias britânicas e a disputa por terras no oeste levaram à Guerra Franco-Indígena, parte do conflito global conhecido como Guerra dos Sete Anos. Analisamos o impacto dessa guerra na formação de um primeiro sentimento de unidade entre as Treze Colônias, o papel de figuras como Benjamin Franklin e George Washington, e as profundas transformações provocadas pela vitória britânica. Também exploramos o início da Crise Imperial, a Revolta de Pontiac, a Proclamação de 1763 e as primeiras tentativas da Coroa de reforçar seu controle sobre as colônias, abrindo caminho para os conflitos que culminariam na Revolução Americana. Quem quiser saber mais sobre a história dos EUA compre o livro: As Origens dos Estados Unidos da América https://amzn.to/3RO6Psb

Conversas de Fim de Tarde
Rui Pêgo: "Privatizar a RTP seria um disparate monumental. O mercado não aguenta mais um operador privado"

Conversas de Fim de Tarde

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 46:39


Foi uma das vozes mais influentes dos bastidores da rádio portuguesa. Neste episódio, Rui Pêgo revisita a infância em Angola, a chegada a Portugal pós-Revolução, a construção das rádios que marcaram gerações e a transformação dos media. Fala da ameaça da desinformação, da importância do serviço público, da polémica em torno da RTP e da forma como o digital mudou a comunicação. Pelo meio, deixa reflexões contundentes sobre liberdade, envelhecimento, educação e uma sociedade que, apesar de mais instruída, lhe parece cada vez mais abrutalhada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rotacast
Haiti: Revolução, Liberdade e Futebol | Rota América #10 (19/06/26)

Rotacast

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 31:07


No décimo episódio do Rota América, Edson Jr. e Rafa Kawachi conhecem melhor o Haiti, adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, e descobrem uma das histórias mais impressionantes — e menos conhecidas — das Américas.Muito além do futebol, o episódio mergulha na Revolução Haitiana, que transformou o país na primeira república negra independente do mundo e no primeiro país da América Latina e do Caribe a conquistar sua independência. A dupla também debate a controversa dívida imposta pela França após a libertação dos escravizados, os desafios enfrentados pelo país após o terremoto de 2010 e a influência internacional sobre sua história recente.Além disso, o programa passeia pela cultura haitiana, explorando o vodu, a culinária local, a música compas, as tradições populares, os idiomas falados no país e a forte ligação do povo haitiano com a Seleção Brasileira.Uma viagem histórica, cultural e humana por um dos países mais fascinantes e incompreendidos do continente americano.

Grupo Espírita
DIALOGANDO COM O EVANGELHO - JESUS E ATUALIDADE - JESUS E REVOLUÇÃO

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 42:52


Diálogos à luz do Evangelho e da Doutrina Espírita.Reflexões sobre o tema "JESUS E REVOLUÇÃO", com base na CAP. 13 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 13 – “Jesus e Revolução” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- site: Visão geral IA - significado e características de Revolução - - disponível em: https://www.google.com/search?q=siginificado+e+caracteristicas+de+revolu%C3%A7%C3%A3o&sca_esv=7f84a317695edff8&sxsrf= - Livro: Novo Testamento - Epístola de Paulo aos Efésios - cap. 4, versículos 22 a 24 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Ef/Ef04.htm#V22- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 20, versículos 26 a 28 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt20.htm#V25- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 5, versículos 43 e 44 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt05.htm#V43- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 23, versículo 23 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt23.htm#V23- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Lucas - cap. 22, versículo 26 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Lc/Lc22.htm#V26- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Lucas - cap. 4, versículos 18 e 19 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Lc/Lc04.htm#V18- Livro: Novo Testamento - Evangelho de João - cap. 4, versículo 9 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Jo/Jo04.htm#V9- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Marcos - cap. 11, versículos 15 a 17 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mc/Mc11.htm#V15- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - capítulos: V, VII, VIII, IX, X - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/EvIndex.htm- Livro: Luz no Caminho — Emmanuel - Cap. 8 - Unamo-nos em Jesus - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Lnc/Lnc08.htm- Livro: Luz Acima — Irmão X - Cap. 46 - A Revolução Cristã - Irmão X - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/La/La46.htm

História em Meia Hora
História do Haiti

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 33:17


Antes de falar dos problemas sociais desse país, você precisa conhecer a sua história. Tudo vai fazer sentido. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a História do Haiti.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaViaje comigo, com o Vogalizando a História e com o Operação Barbarussa pra Grécia e Roma!https://partiu.vip/historiaecinema2026Ouça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okAssista meu outro podcast, o História pros brother!https://open.spotify.com/show/04a8C8gXTLj68lmZiQD8vmCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre a camisa do História em Meia Hora: https://www.blablalogia.com/blablalojinha/akiralampiaoh30PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- JAMES, C. L. R. Os Jacobinos Negros: Toussaint L'Ouverture e a Revolução de São Domingos. Tradução de Afonso Teixeira Filho. São Paulo: Boitempo, 2000.- DUBOIS, Laurent. Haiti: The Aftershocks of History. New York: Metropolitan Books, 2012.- HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: 1789-1848. Tradução de Maria Tereza Lopes Teixeira. São Paulo: Paz e Terra, 2010.- MOREL, Marco. A Revolução do Haiti e o Brasil escravista: o que não deve ser dito. Paco Editorial, 2017.

Fernando Ulrich
A STARTUP BILIONÁRIA QUE VAI REVOLUCIONAR A INDÚSTRIA

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 15:38


Conheça a Prometheus, a startup de Inteligência Artificial física que alcançou o valuation de 41 bilhões de dólares em apenas sete meses, mesmo sem ter lançado nenhum produto.Diferente dos modelos tradicionais focados em texto, a Prometheus une dados científicos e experimentos do mundo real para acelerar o design e a fabricação industrial de alta complexidade. Com o apoio pesado de Wall Street e um time de mentes brilhantes, o projeto promete redefinir a Revolução Industrial 4.0.00:00 - Introdução00:52 - Por que esse retorno é histórico03:03 - O que eles querem construir03:40 - As mentes por trás do projeto05:07 - De onde vem o dinheiro06:55 - O modelo de negócio09:28 - Como vão monetizar?11:37 - O diferencial da Prometheus12:20 - As cifras do projeto

Os Novenáticos
A tecnologia foi criada para economizar nosso tempo e o que fazemos com ele?

Os Novenáticos

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 7:42


A tecnologia foi criada para economizar nosso tempo. Mas estamos usando esse tempo para aquilo que realmente importa?Neste episódio dos Novenáticos, refletimos sobre como a humanidade passou do tempo da natureza ao tempo mecânico da Revolução Industrial e, mais recentemente, ao tempo digital das notificações, curtidas e algoritmos.Falamos sobre a promessa da tecnologia de facilitar a vida humana, os desafios da hiperconectividade, a importância do ócio para o desenvolvimento intelectual e espiritual, e aquilo que não pode ser terceirizado: a convivência familiar, as amizades, a educação dos filhos e a nossa relação com Deus.Afinal, se a tecnologia nos devolve tempo, o que estamos fazendo com ele?Um episódio para pensar não apenas sobre máquinas, mas sobre a pessoa humana e o uso do tempo que Deus nos concede.

Vin de-o poveste
AM TRAS ÎN SOȚII CEAUȘESCU | IONEL BOERU despre PROCESUL și EXECUȚIA soților Ceaușescu.

Vin de-o poveste

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 120:13


Ionel Boeru vine la o poveste alături de mine. Povestim despre cum s-a simțit Revoluția din decembrie 1989 ca și militar în termen, cum a primit vestea că va face parte din plutonul de execuție a soților Ceaușescu, cum a decurs procesul cuplului dictatorial, ce a urmat imediat după, ce s-a întâmplat cu adevărat în decembrie '89 și multe, multe altele.

tras revolu execu despre ceau procesul ionel povestim
PETcast História
#111: AS REVOLUÇÕES: A Revolução Russa

PETcast História

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 53:54


Você sabe como foi o processo da Revolução Russa?

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
Veículos elétricos: a "revolução limpa" que também precisa reciclar suas baterias

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 11:48


Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo, o assunto em destaque é a transição dos veículos a combustão pelos elétricos. O grande desafio desta transição estaria na destinação correta das baterias de lítio? O comentarista detalha o assunto.

Sem Papas na Língua | Com Deonísio da Silva
Origem Do Termo "Centrão" - Sem Papas na Língua

Sem Papas na Língua | Com Deonísio da Silva

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 6:02


Deonísio da Silva detalha a origem etimológica e histórica do termo político "Centrão", derivado do grego "kentron", e da frase "dando que se recebe", popularizada na política brasileira por Roberto Cardoso Alves. Ele resgata o surgimento das posições de esquerda e direita durante a Revolução Francesa, explicando suas respectivas raízes linguísticas no idioma basco e no latim. Além disso, o escritor define o "Centrão" como uma grande maioria que opera de forma independente dessas ideologias tradicionais, destacando sua trajetória no Brasil desde o marco inicial em 1988 até a sua presença contínua e forte atuação no noticiário de 2026.

Fim do Dia
Embaixador de Cuba comenta cenário político do país e Copa registra maior média de gols em 68 anos #1273

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 4:11


O Aos Fatos desta segunda-feira (15) destaca a participação do embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, em entrevista à Rádio Metropole. O diplomata afirmou que o povo cubano está disposto a defender a soberania do país diante de uma eventual invasão dos Estados Unidos e reforçou o compromisso da população com a Revolução Cubana.

Revolução Church
Uma Nova Vida em Cristo - Matheus Schmitt ®️

Revolução Church

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 48:06


Uma Nova Vida em Cristo - Matheus Schmitt ®️ by Revolução Church

História Pirata
História Pirata #163 - Política, Retórica e Contingência, com Eunice Ostrensky

História Pirata

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 71:05


Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem Eunice Ostrensky, professora do departamento de ciência política da USP, para uma conversa sobre seu livro "Política, Retórica e Contingência." No podcast, passamos por Maquiavel, Locke, Harrington, Wollsonecraft e conversamos também sobre o mundo contemporâneo. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: www.amazon.com.br/origens-dos-Esta…o&s=books&sr=1-1

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E REVOLUÇÃO

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 27:15


Episódio de número 324 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 13/06/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E REVOLUÇÃO", com base na CAP. 13 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 13 – “Jesus e Revolução” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- site: Visão geral IA - significado e características de Revolução - - disponível em: https://www.google.com/search?q=siginificado+e+caracteristicas+de+revolu%C3%A7%C3%A3o&sca_esv=7f84a317695edff8&sxsrf= - Livro: Novo Testamento - Epístola de Paulo aos Efésios - cap. 4, versículos 22 a 24 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Ef/Ef04.htm#V22- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 20, versículos 26 a 28 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt20.htm#V25- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 5, versículos 43 e 44 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt05.htm#V43- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Mateus - cap. 23, versículo 23 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mt/Mt23.htm#V23- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Lucas - cap. 22, versículo 26 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Lc/Lc22.htm#V26- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Lucas - cap. 4, versículos 18 e 19 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Lc/Lc04.htm#V18- Livro: Novo Testamento - Evangelho de João - cap. 4, versículo 9 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Jo/Jo04.htm#V9- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Marcos - cap. 11, versículos 15 a 17 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Mc/Mc11.htm#V15- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - capítulos: V, VII, VIII, IX, X - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/EvIndex.htm- Livro: Luz no Caminho — Emmanuel - Cap. 8 - Unamo-nos em Jesus - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Lnc/Lnc08.htm- Livro: Luz Acima — Irmão X - Cap. 46 - A Revolução Cristã - Irmão X - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/La/La46.htmPoesia Final: Rendição - Maria Dolores - do livro: Maria Dolores, A Própria — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Md/Md12.htmhttps://youtu.be/k5u1uMf34nU

Radiožurnál
Co se děje se světem: Bříza: Írán začínají ovládat revoluční gardy. Příměří je ale pravděpodobnější než v minulosti

Radiožurnál

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 19:45


„Spojené státy dnes v noci podniknou velmi tvrdé údery proti Íránu a v blízké budoucnosti obsadí íránský ostrov a zmocní se íránské ropné infrastruktury,“ napsal ve čtvrtek na své sociální síti americký prezident Donald Trump. V podvečer však řekl, že kvůli významnému pokroku v jednáních chystané bombardování odvolává. Stalo se něco převratného, nebo to byla taktická hrozba Íránu?

Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

ACADEMIA DO AGRO
3 - Evolução Histórica da Agricultura Brasileira

ACADEMIA DO AGRO

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 11:33


Neste episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, viajamos por mais de cinco séculos de história para compreender como o Brasil se transformou de uma economia baseada no pau-brasil e na cana-de-açúcar em uma das maiores potências agrícolas do planeta. Percorremos os ciclos do café, os desafios da modernização agrícola, a Revolução Verde e o papel decisivo da pesquisa nacional na construção de uma agricultura tropical altamente produtiva. Mais do que uma retrospectiva histórica, este episódio revela como as escolhas do passado moldaram os desafios e as oportunidades do presente. Uma reflexão sobre inovação, adaptação e evolução contínua. Porque entender a trajetória do agro brasileiro é essencial para tomar decisões mais inteligentes sobre o seu futuro. Referências bibliográficas desta aula: PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 2012. FAVARETO, Arilson; LAZZAROTTI, Ênio. A Revolução Verde e a Modernização da Agricultura Brasileira. São Paulo: Editora Unesp, 2019. FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. EMBRAPA. 40 Anos de Contribuição à Agricultura Brasileira. Brasília: Embrapa, 2013.IBGE. https://shre.ink/3iUB

Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Papo de Líder
#1013 – REVOPS: REVOLUÇÃO OU MODINHA?

Papo de Líder

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 21:20


Existe um modelo de gestão que nasceu no Vale do Silício e que está redefinindo como as empresas mais inteligentes do mundo geram receita.Chama-se RevOps, Revenue Operations.Não é uma moda. Não é uma ferramenta. É uma mudança estrutural na forma como marketing, vendas e customer success operam juntos, com os mesmos dados, os mesmos processos e o mesmo norte.Empresas que adotam RevOps crescem 3x mais rápido. O cargo de VP de RevOps cresceu 300% globalmente nos últimos dois anos. E as empresas que ainda operam em silos estão pagando entre 20% e 40% mais caro para adquirir cada novo cliente.Para líderes, gestores e profissionais de RH: entender RevOps não é opcional. É estratégico.No episódio de hoje do Papo de Líder, explico o que é, de onde veio e como você pode começar a pensar diferente sobre a arquitetura de crescimento da sua empresa.#liderança #culturaorganizacional #gestãodeconflitos #execução #RevOps #crescimento #RH #resultados

Revolução Church
O crente Raimundo - Matheus Schmitt ®️

Revolução Church

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 68:06


O crente Raimundo - Matheus Schmitt ®️ by Revolução Church

Canal Ser Flamengo
Revolução! Entenda a reforma do profissionalismo que pode mudar a governança do Flamengo

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 31:33


O Flamengo discute uma das maiores mudanças administrativas de sua história. A proposta de reforma do profissionalismo pretende alterar a estrutura de governança do clube, redefinir funções, fortalecer a gestão técnica e criar mecanismos permanentes de transparência e controle.Neste vídeo, analisamos o que muda, quais são os impactos práticos, como funciona o novo modelo proposto e por que essa discussão pode influenciar o futuro do clube pelos próximos anos.Inscreva-se no canal e participe do debate nos comentários.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:        CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serfla⁠me⁠ngo.⁠com⁠.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SiteSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@Sitese⁠rFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Bap

Interview Plus
Změny v penzijním spoření jsou revoluční, chválí Ančincová

Interview Plus

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 25:34


Vláda představila reformu penzijního spoření, která výrazně sníží poplatky penzijních společností a má motivovat mladé k investicím. „Změny vítáme, a nejenom z toho důvodu, že jsme je navrhovali a představili na plénu Sněmovnu už loni na jaře. Je to velká, revoluční změna,“ je přesvědčená v Interview Plus poslankyně Hana Ančincová (Piráti).Všechny díly podcastu Interview Plus můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
ECONOMIA | Produtividade: o motor invisível da economia

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 41:56


O século XXI é o mais produtivo de sempre, mas alguns países são mais produtivos do que outros. Porquê? Como é que se mede a produtividade do nosso trabalho? E de que forma o que produzimos influencia o nosso salário?Neste episódio, o economista João Duarte explica porque é que ser produtivo não significa trabalhar mais horas e porque é que tudo começou com a Revolução Industrial – o PIB per capita mundial era quase plano até 1800 e disparou a partir daí.Ao longo da conversa, distinguem-se conceitos que são muitas vezes confundidos, tais como, «produtividade do trabalho», «PIB per capita» ou «produtividade total dos fatores», e analisa-se porque é que é difícil medir a produtividade de um médico, ou de um professor, entre outras profissões que não têm preço de mercado.A dupla explica ainda a «Regra dos 70» no crescimento económico e mostra como pequenas percentagens têm grande impacto: sabia que, se crescer 1% ao ano, o PIB per capita duplica em 70 anos? E se crescer 2% duplica em apenas 35 anos?Por fim, explora-se um dos grandes temas da economia atual: porque é que a produtividade disparou nos EUA e a Europa ficou para trás?LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISOCDE — GDP per hour worked (cross-checked com Wikipedia «List of countries by labour productivity», atualizado a partir dos dados OCDE 2023, USD PPP).OCDE — Average annual wages (cross-checked com Wikipedia «List of countries by average wage», dados 2024, USD PPP).OECD – «Measuring Productivity» (OECD Manual: Measurement of Aggregate and Industry-level Productivity Growth, OECD Publishing, Paris, 2001)BUIATTI, DUARTE, SÁENZ, «Europe Falling Behind: Structural Transformation & Labor Productivity» (Journal of International Economics, 2026)LEVINSON, «The Box: How the Shipping Container Made the World Smaller and the World Economy Bigger» (Princeton University Press, (2006)DAVID, P., «The Dynamo and the Computer: An Historical Perspective on the Modern Productivity Paradox», (American Economic Review 80(2), 1990)BOLT & VAN ZANDEN (2025), «Maddison-style estimates of the evolution of the world economy: A new 2023 update» (Journal of Economic Surveys) BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.

A História do Dia
A revolução que aí vem nos salários

A História do Dia

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 14:07


A nova diretiva europeia promete reduzir desigualdades e mudar a forma como homens e mulheres são pagos. O que está em causa? Explica Marina Ferreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Joana Gorjão Henriques (parte 2): “A revolução de género ainda não chegou aos lares. Apesar dos avanços, as mães continuam a grande força motora das famílias”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 30, 2026 58:46


Nesta segunda parte da conversa, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela quais foram os momentos mais transformadores da sua vida profissional, conta como o lado humanista dos pais a influenciou e como a experiência da maternidade, depois dos 40, se tornou a grande revolução pessoal, que a deixou mais em confronto consigo. Depois deixa um olhar crítico às políticas do Governo, e ao papel dos media, a seu ver responsáveis em parte pelo crescimento da extrema-direita, pelo tempo de antena dado, e a forma "sensacionalista" e "pornográfica" como são abordados temas sensíveis como a imigração, "em busca de capitalização e mais cliques." E ainda revela algumas das músicas que a acompanham, lê o poema "No Sorriso Louco das Mães", de Herberto Helder, e deixa várias sugestões de filmes portugueses que saíram recentemente. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Que tal um cineminha?
A revolução dos bichos

Que tal um cineminha?

Play Episode Listen Later May 29, 2026 1:03


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Stock Pickers
#326 REVOLUÇÃO NO MERCADO DE CRÉDITO: POR QUE OS FIDCS VÃO DOMINAR

Stock Pickers

Play Episode Listen Later May 28, 2026 67:51


OS FIDCS ESTÃO MUDANDO O MERCADO DE CRÉDITO, MAS TAMBÉM ESCONDEM ARMADILHASNeste episódio do Stock Pickers, João Peixoto Neto, CEO e fundador da Ouro Preto Investimentos, explica por que os FIDCs ganharam espaço no mercado brasileiro e como a descentralização do crédito está mudando a relação entre bancos, gestoras e investidores.Ao longo da conversa, o gestor mostra como funciona um FIDC na prática, os riscos escondidos que muita gente ignora e por que o dinheiro está cada vez mais saindo dos grandes bancos em busca de novas oportunidades. 

Notícia no Seu Tempo
Revolução na internet por satélite para celular põe País na rota de investimentos

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later May 25, 2026 7:46


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (25/05/2026): O Brasil está na rota de investimentos do mercado de internet por satélites que movimenta bilhões de dólares ao redor do mundo. Gigantes internacionais estão se preparando para crescer por meio da nova tecnologia direct to device, ou D2D, que oferece internet rápida diretamente nos celulares, inclusive em áreas remotas, não atendidas pelas operadoras tradicionais. O D2D tem potencial de atrair muitos mais clientes, sem depender de roteadores, antenas ou redes terrestres. Essa nova modalidade pode chegar ao consumidor já em 2027. No País, há duas empresas mais avançadas no páreo do D2D. A AST Space Mobile, do Texas, listada na Nasdaq, e a Starlink, empresa de internet por satélites de Elon Musk. Política: Eleitor independente quer renovação, moderação e honestidade Internacional: Trump pede cautela em acordo nuclear com o Irã enquanto impasse sobre urânio e Estreito de Ormuz persiste Economia: Equipe econômica quer barrar PEC que dá autonomia ao BC Metrópole: Fóssil levado para a Alemanha há mais de 30 anos está prestes a voltar ao PaísSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
Tratar da Saúde. Medicamentos para emagrecer: revolução ou mito?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later May 22, 2026 4:21


Na luta contra a obesidade estão a ter resultados que antes pareciam impossíveis, mas também a gerar excesso de entusiasmo. Revolução na medicina ou ilusão de uma solução para um problema complexo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Labirinto
Tratar da Saúde. Medicamentos para emagrecer: revolução ou mito?

Labirinto

Play Episode Listen Later May 22, 2026 4:21


Na luta contra a obesidade estão a ter resultados que antes pareciam impossíveis, mas também a gerar excesso de entusiasmo. Revolução na medicina ou ilusão de uma solução para um problema complexo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

15 Minutos - Gazeta do Povo
Irã: da liberdade à opressão

15 Minutos - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later May 22, 2026 16:15


Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa a complexa crise geopolítica e cultural no Irã, explorando como o país transitou de uma das nações mais liberais do Oriente Médio para um regime teocrático autoritário após a Revolução de 1979. A discussão aborda o impacto econômico global do conflito, especialmente no mercado de petróleo e no controle estratégico do Estreito de Ormuz.

Fronteiras Invisíveis do Futebol
#96 História de Portugal Pt.2

Fronteiras Invisíveis do Futebol

Play Episode Listen Later May 19, 2026 158:34


A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!Continuamos navegando pela História de Portugal, indo da União Ibérica, em 1580, até a Revolução dos Cravos, em 1974, e a subsequente entrada do país na União Europeia, com muita informação, cultura e leveza, além da História do futebol doméstico português e da coluna O Livro, com nosso amigo de longa data Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!Use o cupom XADREZVERBAL75 para ter 75% de desconto no primeiro mês do plano de saúde do seu pet na Petlove: https://petlovebr.com/xadrezverbal

UOL Investiga
Vamos viver até os 120 anos? | Com Luana Araújo

UOL Investiga

Play Episode Listen Later May 18, 2026 123:20


O novo episódio do Missão Saber vai debater os avanços da ciência e da tecnologia na saúde com a médica infectologista Luana Araújo. Apresentado por Murilo Garavello, o podcast reúne os livros que contribuem com o debate sobre saúde e longevidade. Lista de livros do episódio: - Homo Deus | Yuval Noah Harari | 2015 - Ikigai | Héctor García e Francesc Miralles | 2016 - A Máquina da Criação | Amy Webb e Andrew Hessel | 2022 - A Revolução dos Músculos | Gabrielle Lyon | 2023 - Eat Your Ice Cream | Ezekiel Emanuel | 2025

Vorbitorincii. Cu Radu Paraschivescu și Cătălin Striblea
Alegerile anticipate ne scapă de toate?

Vorbitorincii. Cu Radu Paraschivescu și Cătălin Striblea

Play Episode Listen Later May 18, 2026 74:11


Sunt alegerile anticipate o soluție reală pentru deblocarea scenei politice sau doar o iluzie care complică și mai mult lucrurile? În acest episod din Baricade, Cătălin Striblea și Radu Naum intră în directă contradicție pe un subiect fierbinte care ne privește pe toți. Într-o scenă politică tot mai fragmentată, cu o sumedenie de partide și „partidulețe" care blochează activitatea Parlamentului, opiniile sunt complet împărțite. Este dizolvarea actualului context politic singura cale de a curăța peisajul de soluții „miraculoase" și populiste? Sau este doar o pierdere de timp și resurse care nu va schimba cu nimic datele problemei? Urmărește o discuție intensă, presărată cu replici tăioase și argumente solide din ambele tabere. Nu uita să te abonezi, să dai un like și să ne spui în comentarii: Tu crezi că alegerile anticipate ar rezolva blocajul politic actual? 00:01:25 România are o nouă campioană la fotbal 00:03:20 18 mai 2026 - încă nu avem premier 00:07:30 Supărările lui Radu Naum 00:13:16 Tema de azi 00:14:18 Antonie Iorgovan - Tratatul de Drept administrativ 00:20:35 Cum adică, "facem guvern cu PNL, dar fără Bolojan!" 00:24:46 Calculul voturilor 00:31:48 Premier tehnocrat. Doamna de Fier a FMI-ului? 00:45:00 PSD scade în sondaje. Revoluție în interior? 00:51:30 Sar scântei 01:06:44 Când va fi să fie AUR la putere. Cine le va sta alături? 01:09:05 Dramoletă cu Eurovisionul

História Pirata
História Pirata #161 - Mapas e História, com Andréa Doré

História Pirata

Play Episode Listen Later May 18, 2026 63:17


Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Andréa Doré, para uma conversa sobre os mapas na/pela/através da história. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: www.amazon.com.br/origens-dos-Esta…o&s=books&sr=1-1

Fain & Simplu Podcast
"NE DROGĂM CU HRANĂ" GHEORGHE CERIN, DOCTORUL CARE A REVOLUȚIONAT NUTRIȚIA I Fain & Simplu 304

Fain & Simplu Podcast

Play Episode Listen Later May 14, 2026 95:33


DOCTORUL INIMII REVINE. ”Dieta Cerin” a fost podcastul anului 2025. După un an de zile și 1 milion de vizionări ale episodului, Dr. Gheorghe Cerin a fost invitatul meu pe scena Operei din Cluj la conferința Fain & Simplu: ”Toți bolnavii mei care au respectat regula asta au slăbit. 100%!”Vezi noul podcast cu cardiologul care a revoluționat nutriția sau ascultă-l pe Spotify și Apple Podcasts. Felul în care mâncăm este principală cauză a bolilor pe care le dezvoltăm. Acesta e crezul doctorului care nu a pierdut niciun pacient: ”60 de pacienți inoperabili au astăzi altă viață. Pentru că au urmat această regulă!”Dar nu vorbim doar despre cazurile grave. ”Orice bărbat care are peste 102 cm în talie și orice femeie cu peste 88 cm este în pericol de prediabet și nu știe!” E un episod care schimbă destine. Vei asculta mărturiile unor spectatori ai conferinței de la Cluj cărora acest medic și principiile sale de nutriție le-au dat șansa de a trăi altă viață. Dă play acestui podcast. Și îți vei da reset vieții.

PodCast IDEG
Atualiza e Revisa #26 - O divórcio do petróleo: a saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep

PodCast IDEG

Play Episode Listen Later May 14, 2026 28:59


O petróleo continua no centro da política internacional; e entender sua geopolítica é entender parte essencial do funcionamento do sistema internacional contemporâneo. Neste episódio do Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa a trajetória da Organização dos Países Exportadores de Petróleo desde sua criação, em 1960, até os dilemas atuais da Opep+, da transição energética e da disputa estratégica no Oriente Médio. Mais do que discutir preços de combustível, o episódio mostra como energia, segurança, poder e economia global estão profundamente conectados. Você vai entender: ● Como surgiu a Opep e por que ela representa um movimento de soberania sobre recursos naturais ● A diferença entre Opep e Opep+ ● Como a Revolução do shale oil reduziu o poder do cartel ● O embargo de 1973 e a transformação do petróleo em “arma geopolítica” ● O papel estratégico do Estreito de Ormuz e do Irã ● O conceito de securitização da energia ● A posição do Brasil na Opep+ e os limites da sua segurança energética Além disso, o episódio conecta petróleo, política externa brasileira, economia política internacional e teoria das Relações Internacionais, sempre com foco no nível de aprofundamento exigido pelo Instituto Rio Branco.

Brasil Paralelo | Podcast
A HISTÓRIA DO 01 DE MAIO: DE CHICAGO A VARGAS

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later May 7, 2026 8:24


Chicago, 1886. O que começou como uma exigência básica por uma jornada de oito horas terminou em uma tragédia na Praça Haymarket, imortalizando os "Mártires de Chicago". Mas como uma data nascida do luto e do confronto anarquista se transformou em um espetáculo cívico de gratidão ao Estado no Brasil? Neste vídeo, a Brasil Paralelo mergulha na história do 1º de Maio. Analisamos desde as condições desumanas da Revolução Industrial até a sofisticada engenharia social de Getúlio Vargas durante o Estado Novo. Entenda como o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) operou uma metamorfose na data, substituindo a revolta pela outorga estatal e transformando direitos em "bondades" do líder. Exploramos a criação da CLT em 1943 e como Vargas utilizou o estádio de São Januário como palanque para consolidar sua imagem de "Pai dos Pobres", ao mesmo tempo em que atrelava os sindicatos ao controle do Ministério do Trabalho. Uma análise profunda sobre símbolos, poder e a herança política que ainda ressoa no Brasil contemporâneo.

Podcastul de Filosofie
75. Karl Marx - Filosoful Revoluției

Podcastul de Filosofie

Play Episode Listen Later May 7, 2026 52:42


Începem o serie despre Karl Marx, cel mai neînțeles dintre pământeni. În acest episod, care este un re-upload pentru că m-au scuipat zeii algoritmici, povestesc despre viața, timpurile, gagicile și operele lui Marx. 00:00 Introducere06:18 Copilăria și tinerețea19:36 Tinerii Hegelieni29:30 Întâlnirea cu Engels36:34 Manifestul partidului comunist43:09 Das Kapital (Capitalul)48:10 Ultimii aniSupport the showhttps://www.patreon.com/octavpopa

Entendendo a Notícia
#1109 - REVOLUÇÃO CUBANA É INCÔMODO PERMANENTE PARA O IMPERIALISMO

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later May 4, 2026 29:50


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

História Pirata
História Pirata # 160 - A Restauração Portuguesa, com Caroline Mendes

História Pirata

Play Episode Listen Later May 3, 2026 75:51


Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Caroline Garcia Mendes, para uma conversa sobre a Restauração Portuguesa. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: https://livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: https://www.amazon.com.br/origens-dos-Estados-Unidos-Am%C3%A9rica/dp/6555636955/ref=sr_1_1?dib=eyJ2IjoiMSJ9.LJGvX-i_BuxXef6tkjKu8oHDEiwp4UxahmlNsYiVhJE.JfCwevGzvkpWSD9Mn39UdALRBQGXs6e4V7LmPbyRoF0&dib_tag=se&qid=1777846851&refinements=p_27%3AMarcos+Sorrilha+Pinheiro&s=books&sr=1-1

Café Belgrado
REVOLUÇÃO ANTITANK + MUITA DELONGA E MUITO PLAYOFF

Café Belgrado

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 87:52


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Renascença - As Três da Manhã
Resumo de 29 de Abril de 2026

Renascença - As Três da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 54:42


Revoluções contra pessoas que não percebem quando uma conversa acaba. Joana Marques rendida a Vitinha e Lídia Franco como Quarta da Manha desta semana.

Falando de História
Miscelânea Histórica #110

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 11:56


Esta semana falamos de um soldado português que curava com palavras, no séc. XVII, e da história cómico-trágica de um fidalgo português, nos finais do séc. XV, com a alcunha de ‘o Braseiro'.Sugestões da semana:1. Luís Nuno Rodrigues - Brevíssima História da Revolução dos Cravos. Tinta da China: 2026.2. Nuno Estevão Ferreira (coord) - 50 Anos da Constituição da República Portuguesa (1976-2026). Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, 2026.-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, João Cancela, João Carreiro, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0.Edição de Marco António.

SBS Portuguese - SBS em Português
Mortes no trânsito da Austrália aumentaram 20,9% desde 2021 | Notícias 27 de abril

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 9:48


Notícias do dia: Mortes no trânsito da Austrália aumentaram 20,9% desde 2021, e entidade pede um programa-piloto para investigações. Autoridades dizem que Trump era o alvo dos tiros no Jantar dos Correspondentes na Casa Branca. Austrália investirá AUD$ 1.2 bi na produção de veículos militares Bushmaster e Hawkei. Australiano George Pittar surpreende Gabriel Medina e é campeão do WLS em Margaret River. Em Portugal, deputados acusam André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene sobre a Revolução dos Cravos.

História em Meia Hora
Revolução Sandinista

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 31:42


A Nicarágua teve uma história muito marcada por conflitos políticos. Algumas figuras, principalmente Augusto César Sandino, se tornaram ícones de um nacionalismo e anti-imperialismo que até hoje reverbera em todo o continente. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Revolução Sandinista.- BOOTH, John A. The End and the Beginning: The Nicaraguan Revolution. Boulder: Westview Press, 1985.- LAFEBER, Walter. Inevitable Revolutions: The United States in Central America. New York: W. W. Norton, 1993.- ZIMMERMANN, Matilde. Sandinista: Carlos Fonseca and the Nicaraguan Revolution. Durham: Duke University Press, 2000.- KINZER, Stephen. Blood of Brothers: Life and War in Nicaragua. Cambridge: Harvard University Press, 2007.- JUNIOR, Nelson Kautzner Marques. Breve história da revolução Sandinista na Nicarágua. REBELA-Revista Brasileira de Estudos Latino-Americanos, v. 9, n. 2, 2019.- GOBAT, Michel. Confronting the American Dream: Nicaragua under U.S. Imperial Rule. Durham: Duke University Press, 2005.- HOBSBAWM, Eric J. Era dos Extremos: o breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.- PÉREZ-STABLE, Marifeli. The Cuban Revolution: Origins, Course, and Legacy. New York: Oxford University Press, 1999.- GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Porto Alegre: L&PM, 2010.

Geopizza
A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA e BÁRBARA de ALENCAR #138

Geopizza

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 192:48


Antes do Brasil existir como nação, o Nordeste já foi independente!...mas não por muito tempo.Essa foi a Revolução Pernambucana, que, em 1817, transformou Pernambuco em uma república.Inspirados pelos ideais iluministas, pela Revolução Americana e Francesa, seus líderes eram da elite agrária e intelectual do Nordeste, insatisfeitos com os altos impostos da Coroa.

New Books Network en español
Ana Sofia Ferreira, Revolução nos campos do sul: A participação das mulheres na reforma agrária em Portugal, 1974-1976.

New Books Network en español

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 29:45


Autora entrevistada: Dra. Ana Sofia Ferreira, Instituto de Sociologia, Universidade do Porto, Portugal. ORCID: https://https//orcid.org/0000-0002-5521-4191 Artículo: Revolução nos campos do sul: A participação das mulheres na reforma agrária em Portugal, 1974-1976. ARevolução do 25 de Abril de 1974, nos campos do sul ficou marcada por um amplo movimento de ocupações de terras, que consubstanciaram a reforma agrária. A análise da documentação oficial revela-nos um afastamento dasmulheres do mundo do trabalho rural da época, Porém, as entrevistas realizadas a mulheres no distrito de Beja mostram-nos uma outra realidade. O que pretendemos com este artigo é analisar o papel das mulheres na reforma agrária, procurando compreender como estas criaram mecanismos de emancipação feminina numa sociedaderural conservadora e onde ainda se fazia sentir marcas ideológicas da ditadura que remetiam a mulher para o lar e lhe negavam um espaço público, económico e político. Publicado en Revista Historia Agraria, número 96. Entrevista realizada por: Bárbara Direito, Instituto de História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa, Portugal. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices