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Vida em França
Guineense Lizidória Mendes lança versão francesa do livro “Sentimentos e Razão”

Vida em França

Play Episode Listen Later Sep 16, 2026 22:16


A autora guineense Lizidória Mendes vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O livro fala sobre a emancipação da mulher, mas também sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] e imagina “uma nova mulher guineense” numa “Guiné-Bissau em construção”. Neste programa conversamos com a guineense Lizidória Mendes, de 28 anos, que vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O evento vai ser acompanhado por uma exposição de pinturas da artista plástica guineense Cálida Erinaide, inspiradas nas personagens do livro. “Sentimentos e Razão” conta a história da jovem Malia que sonha com uma carreira académica, que luta contra o peso das construções sociais no seu país e que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Esta é uma história sobre a emancipação da mulher guineense e sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] na Guiné-Bissau, mas também sobre uma outra forma de olhar para a mulher “não a partir do corpo, mas do que ela pensa”. O livro também fala sobre o que Lizidória Mendes resume como “uma Guiné-Bissau em construção”, onde se imagina “a nova mulher guineense” que respeita as suas raízes, mas também as questiona e reajusta. A autora quer acreditar no poder simbólico e até sagrado da literatura e deseja que “daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné”. RFI: Poderia fazer-nos uma curta apresentação deste livro? Lizidória Mendes, Autora de “Sentimentos e Razão”: “O livro ‘Sentimentos e Razão' é um romance que falou basicamente da masculinidade na perspectiva guineense, sobretudo na sua fase mais embrionária, e também falou, através da personagem principal que é a Malia, da emancipação da mulher. De uma forma geral, para o enredo do livro, nós conseguimos ver que a Malia não é uma extracção da verdadeira mulher guineense, mas sim uma reescrita do que a mulher guineense deve-se tornar, tirando todas as construções sociais que ela é imposta de seguir, como ter a sua vida cronometrada, ter os seus desejos, entre aspas, controlados pelas expectativas sociais. Ao olhar para a Malia, as pessoas não conseguem ver uma mulher guineense com base nas tradições e culturas, mas se nós formos ver, hoje em dia, as possibilidades que as mulheres podem ter daqui a cinco anos, dez anos, nós podemos ter uma mulher guineense com expressão da Malia ou mais ainda.” O que é que a Malia tem da Lisidória? “Bom, essa é uma pergunta que eu posso dizer que as pessoas me têm feito. E aqui também não vou ser, entre aspas, mentirosa, porque nós não podemos dissociar a arte do artista. Para mim, a arte sempre tem um ponto de partida. Para mim, para reescrever a nova mulher guineense, se o ponto de partida deve ser a partir de mim, que seja, e a Malia pode ter alguma coisa da Lisidória porque a Lisidória é a autora. Além disso, nada mais.” O livro conta a história de Malia, uma jovem guineense que quer estudar e chegar até ao mestrado em França, que luta pela sua emancipação, mas que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Quer explicar-nos porquê este feminismo nos moldes ocidentais não se pode adaptar à cultura guineense? Lemos, por exemplo, que há tradições na Guiné-Bissau que “para muitas mulheres são redes de apoio, onde o Estado não é capaz de garantir a segurança”. Certas tradições não são contraditórias com o feminismo? “Ao dizer que isto é contraditório, leva-nos mais para um debate epistemológico porque o feminismo é o que é dentro de uma realidade em que nasceu. Outras coisas também podem ser dentro das suas próprias realidades. Eu não nego que o feminismo é um projecto sustentável e bom para as mulheres, é muito bom, mas o facto de nós não querermos importar um feminismo, não quer dizer que nós não o podemos reinventar dentro das nossas comunidades para resolver os nossos problemas. O debate que eu trouxe no livro, como algumas pessoas estão, entre aspas, a falar que eu sou antifeminista e tal, o facto de não ser feminista não quer dizer que a pessoa é antifeminista. Eu acho que amanhã [16 de Setembro] já serei socióloga e daqui a alguns dias serei especialista em estudos de género, portanto, é a minha área de estudo. O meu projecto de mestrado repousa basicamente nisto da participação política das mulheres, mas o meu problema epistemológico é: será que o feminismo é universal? Respondo que não. Em todas as comunidades, as mulheres têm as suas próprias realidades. Entretanto, pensar que a cultura é sinónimo de repreensão, não é verdade. Também o Ocidente tem algumas práticas que deixam as mulheres nos segundos planos. O que é que eu nego? É importante nós vermos a realidade das mulheres com base nas suas realidades, criarmos mecanismos de protecção, não trazer modelos que não têm nada a ver com as suas realidades. É essa visão que eu tento trazer no livro. Eu nego a universalidade das coisas, é por isso que a Malia não é universal. Para mim, a vida é feita do específico para o colectivo, nós não podemos pensar a vida do colectivo para o específico. É basicamente essa interpretação e não tem nada a ver com antifeminismo. E eu, enquanto especialista de género, eu respeito muito as lutas feministas, são as lutas que eu estudo, mas eu defendo lutas locais. Por exemplo, na Guiné-Bissau, trabalhei sobre outras formas de organização, no caso, as ‘mandjuandades', que são organizações associativas na Guiné-Bissau que repousam mais nas questões de solidariedade económica e também nas questões geracionais, mas são organizações que surgiram antes das lutas feministas. E nós temos isso na Guiné-Bissau, são ‘mandjuandades', e o feminismo guineense poderia ser chamado de ‘mandjuandade'. Não é necessariamente o que nós vamos fazer que obrigatoriamente deve ser chamado de feminismo porque o feminismo é uma denominação, é nome, é epistemológico. Dentro das outras comunidades também pode existir uma outra coisa e aqui quero ressaltar: eu não sou antifeminista, pelo contrário.” Também aborda os constrangimentos sociais e o que se espera da mulher na Guiné-Bissau. Ficamos a questionar se a mulher tem espaço para ser livre na Guiné-Bissau. Isso também transparece no livro? “Sim, transparece no livro. O meu problema aqui é quando as pessoas vão pensar a opressão da mulher. Por exemplo, os colegas que vão fazer trabalhos em África, sobretudo nos países da África Ocidental, muitas das vezes vêem a opressão das mulheres nessas regiões como se a opressão nasceu basicamente em África, mas a questão da opressão, a questão da desigualdade, não tem cor, é universal. Agora, tentar atribuir a identidade de opressão, de desigualdade, para uma determinada comunidade, é errado. Sobretudo, por exemplo, quando alguns antropólogos vão fazer os trabalhos em zonas de África e tal, e as categorias que eles utilizam muitas das vezes não têm nada a ver. Por exemplo, tratam certas categorias como se fossem homogéneas, mas na Guiné-Bissau não existe homogeneidade. Mesmo ao falar, por exemplo, do patriarcado, há sociedades que são matrilineares, em que os filhos pertencem às mulheres e não aos homens. Então, para mim, eu acho que é importante nós fazermos trabalho epistemológico baseado nos contextos porque nós temos realidades muito bem construídas, mas muitas das vezes ao irmos ao terreno, nós utilizamos categorias ocidentais, conceitos ocidentais para denominar estas realidades. Entretanto, o que é que acontece? Os conceitos acabam por sobrepor a realidade. O que nós devemos fazer é reverter a situação. Fazer um trabalho de terreno e com base nesse trabalho de terreno, construirmos os problemas. Mas as pessoas já saem daqui com hipóteses e chegam lá só para confirmar, o que eu acho errado.” Há outro conceito que me parece central no livro, que é a constatação de uma masculinidade rígida, a “matchundadi”, que impossibilita os homens de viverem e de aceitarem a sua vulnerabilidade. Por que é que é algo tão central no livro e até que ponto também é uma questão política e mostra como é a própria sociedade bissau-guineense? “Eu diria até que ponto isto é epistemológico porque é muito intencional a repetição da palavra ‘matchundadi' no livro. Como eu disse, os assuntos tratados neste livro são embrionários. De uma forma geral, o conceito de ‘matchundadi' no livro não é desenvolvido. Os personagens vão dizendo: ‘Ah, tu estás a fazer à tua matchundadi e não sei o quê.' Mas aqui entra a questão e aqui centra-se o debate: até que ponto a matchundadi guineense é masculinidade e não virilidade? Porque muitas das vezes as pessoas acham que tudo o que é matchundadi guineense é virilidade. O que é que as pessoas denominam como matchundadi na Guiné-Bissau? É virilidade: mostrar a força, fazer abuso de poder. Aquilo é virilidade. Matchundadi é mais baseada nos valores de proteger, de prover, de ser uma pessoa com carácter. É o que ensinam em diferentes etnias, sobretudo através dos rituais, como o fanado.” O que é o "fanado"? “O fanado é uma espécie de ritual de iniciação tanto para mulheres, em certas etnias, como para homens também. Vou ressaltar aqui: excisão e fanado são duas coisas diferentes. Fanado é mais assente na questão da transmissão dos valores e tal. Entretanto, como eu tinha dito, todos os conceitos e debates vieram neste livro de uma forma embrionária. No segundo volume terá mais desenvolvimento. Mas, como eu disse, ‘matchundadi' aparece neste primeiro livro, mas até que ponto é político, mas sobretudo, epistemológico? O que é que as pessoas percebem como 'matchundadi'? É esse debate que eu quero trazer, apesar de o romance não dever ter este objectivo de trazer ao debate as coisas, mas, para mim, no contexto em que nós vivemos, é necessário.” Vai haver um segundo volume? Quando será lançado? “Sim, porque o meu livro original, ‘Sentimentos e Razão', tinha cerca de 500 e tal páginas, só que, na revisão, algumas pessoas me perguntaram: ‘Publicar um livro de 500 páginas na realidade guineense, quem vai ler?' Foi nisto que surgiu a ideia de diminuir, de recompor os cenários e saiu este primeiro volume. Agora vai ter o segundo volume e o terceiro volume em que eu vou trazer todas as histórias. Eu estabeleci uma meta de até final de Novembro estar disponível porque eu tenho que fazer ajustes, fazer a edição, fazer a impressão. Não sei, mas eu acho que até final de Dezembro vai estar disponível só o segundo, porque depois eu tenho que me concentrar no projecto do meu segundo livro.” Vai haver um outro livro? “Sim, o meu segundo intitulado ‘M'pili'. Inclusive já fiz o trabalho etnográfico, entrevistas, observações, procura de arquivos.” E é sobre o quê? “É mais um tema baseado na nossa memória colectiva porque o tema ‘m'pili' é muito patente na nossa sociedade, inclusive foi cantado pelo José Carlos Schwarz. Retrata mais as dinâmicas pós-independência, sobretudo a relação de poder e, sobretudo, também a relação de género.” O que quer dizer “m'pili”? “A m'pili', por exemplo, na língua pepel, m'pili' significa mulher - se não me engano, não tenho certeza - mas é um nome mais derivado da etnia manjaco e pepel.” Regressando ao livro “Sentimentos e Razão”, o amor é um tema também central, mas é um amor romântico, idealizado, que ocupa um enorme espaço na vida da personagem principal. Este tipo de amor não colide com a noção de desejo, de corpo e de liberdade? “É verdade. Tudo que a Malia pensa é idealizado porque a sua realidade é outra, mas também há um facto muito importante. No enredo, de uma forma geral, nós não conseguimos caracterizar a Malia. Praticamente a Malia aparece no livro sem corpo. Nós conseguimos só caracterizar a Malia através do que ela pensa e através do que ela faz, mas ninguém consegue saber se a Malia é branca, se é preta, se tem um corpo muito bem definido ou não. E aqui levanta-se um debate: será que as relações que nós mantemos com mulheres devem ser a partir do corpo ou a partir da mente? Porque durante muito tempo a mulher sempre foi resumida ao corpo. Por isso é que no meu livro ninguém consegue caracterizar a Malia. A Malia sempre construiu as suas relações a partir do que ela pensa, a partir do que ela prega, a partir do que ela sente. A Malia não aparece como uma personagem física dentro do livro e há alguns críticos que ja criticaram isto: ‘Como é que as pessoas vão ler o livro sem saber as características físicas da personagem?' Não é obrigatório a mulher ser conhecida a partir do seu corpo. É possível a mulher ser conhecida a partir da sua voz, a partir do que ela pensa, a partir da sua ideologia. Basicamente é isto. Por isso é que o centro da Malia é o desejo. Nós devemos normalizar também essa questão dos homens, ou melhor, a sociedade admirar a mulher a partir dos seus desejos, sem, no entanto, tocar.” O que é que este livro também conta sobre a Guiné-Bissau? “Eu resumiria isso numa única palavra. Uma Guiné-Bissau em construção porque daqui a cinco anos precisamos de mulheres como a Malia, que vai respeitar as suas raízes, o seu fulcro cultural, mas também questionando as coisas que não estão bem dentro desse fulcro cultural porque para mudarmos nós não precisamos de desfazer-nos da nossa cultura. O que é que nós precisamos? É reajustar porque todas as culturas têm partes nefastas e são estas partes nefastas que a Malia pede para serem reajustadas porque ela só cabe dentro da sua cultura. Sair da Guiné-Bissau, escolher viver em Portugal ou em França ou em outra parte do mundo, ela nunca vai pertencer àquele espaço. O seu verdadeiro espaço é o seu país. Então, para que ele viva no seu país de uma forma tranquila, precisa do reajuste.” Para viver no seu país é preciso condições e a Guiné-Bissau não tem estabilidade política, social e económica. Como é que olha para a Guiné-Bissau actualmente? “Eu, enquanto autora, digo que nenhum artista deve ser neutro, por mais que sejamos neutros enquanto artistas, a nossa arte deve falar sobretudo ao lado do povo. E eu reafirmo isto que a Guiné-Bissau não está bem, está longe de estar bem. Ao olhar só pelo cenário político, o que é que nós devemos fazer? É cada um contribuir da sua forma, mas contribuir da nossa forma não quer dizer que sejamos neutros. Para mim, é deixando de ser neutro que nós podemos contribuir para sair desta situação porque eu acho que sair da Guiné-Bissau e estar a viver num outro país não é o caminho porque nós saímos com a expectativa de que um dia o cenário mude, mas se nós temos essa expectativa, quem é que vai mudar o cenário? Devemos ser nós.” Quanto ao livro “Sentimentos e Razão - Korson ku roson”, porquê este título e o que é que ele significa? “O título “Korson ku roson” é em crioulo e eu quis mantê-lo assim. Para mim, é algo que me lembra quem eu sou e de onde eu saí. Não importa em que línguas o meu livro seja traduzido, sempre vou pedir que mantenham “Korson ku roson”, a língua guineense que agora chamam de crioulo. ‘Sentimentos e razão' porque eu sempre tive a crença que o mundo existe, mas tendo uma linha ténue que divide duas dimensões: o que nós sentimos e o que nós pensamos. Ou fazemos as nossas escolhas através do que o nosso coração manda ou através do que a nossa cabeça manda. Eu resumo o mundo, a vida, nestas duas dimensões.” Este é o seu primeiro livro. Primeiro tinha feito uma versão em língua portuguesa e agora sai em francês. É um passo importante para si? “Sim, sim. Este é o meu primeiro livro, digamos assim, oficial, mas, desde os meus 14 anos, eu já vinha escrevendo muitas coisas. Antes de publicar este livro, eu já tinha participado em outras produções literárias, sobretudo antologias. Eu participei na Antologia de Poetas da CPLP ‘Rotas de Camões'. Participei também na equipa que escreveu a primeira telenovela guineense. Outros poemas que eu fiz foram publicados por jornais como Nô Pintcha, sobretudo ‘Simplesmente Menina Africana', ‘Labareda de Queda' e alguns que já não me lembro porque, hoje em dia, eu escrevo mais crónicas e romances do que poemas. Mas este, em especial, é o meu primeiro livro, ‘Sentimentos e Razão'. A primeira versão eu publiquei em 2025, tornou-se logo ‘best seller' na Guiné-Bissau e depois fizemos a publicação em Portugal e em Paris também lançámos a versão portuguesa num evento da comunidade brasileira na Maison du Brésil. Depois foi traduzido.” Traduzir para francês e chegar a um outro público que, se calhar, não está tão familiarizado com a Guiné-Bissau, que se calhar mal conhece a Guiné-Bissau, também é importante? “Para mim é muito importante. Eu soube desta importância, sobretudo, no processo da revisão do livro, em que eu recebi muitas sugestões, por exemplo, de traduzir algumas expressões crioulas para o francês. Eu não traduzi porque, para mim, para o livro ser traduzido deve poder manter a sua essência, porque a tradução, só em si, já é um problema, na minha concepção, porque a tradução é interpretar e, muitas das vezes, algumas nuances numa certa língua dificilmente encontram uma tradução certa numa outra língua. Então, para mim, enquanto guineense e, entre aspas, escritora, eu não queria ver o meu livro neste ângulo de ver traduzidas as expressões crioulas. Para mim, é um caminho, quando um francês ler o meu livro e encontrar a expressão ‘matchu' e ‘kuma', ele que procure saber o que é que aquilo significa. No livro, nós vamos encontrar um mapa da Guiné-Bissau. Então, para mim, a literatura serve para isso, para fazer o nosso país viajar sem, no entanto, deslocar-se, mas assim fazer as pessoas que vão ler deslocarem-se para conhecerem a realidade. Foi o que aconteceu com muitos dos meus colegas da universidade que já leram o livro e estão com curiosidade e alguns já conseguem pronunciar algumas palavras em crioulo. Então, é isto que me deixa orgulhosa, além de ser importante a tradução do meu livro.” Esta quarta-feira é o dia da defesa do seu mestrado em Sociologia em Paris, algo que a personagem Malia, no início do livro, quando é adolescente, apresenta como um sonho. Tem um peso especial conjugar a defesa do mestrado com o lançamento deste livro? É simbólico? “Talvez seja simbólico de uma forma indirecta. Alguém me chamou a atenção, um artista muito renomado, que me disse: ‘Olha, eu li o teu livro, eu gostei muito, mas eu vejo muito a Malia em ti. Tens que tomar muito cuidado porque as palavras têm poder, sobretudo a arte é sagrada. O que tu escreves, amanhã acontece. Será que este livro levou-te a Paris ou foi Paris que te levou ao livro?' Eu acredito que foi o livro que me trouxe a Paris porque eu escrevi isto antes de sonhar que eu conseguiria a bolsa para vir estudar cá. Mas, se a arte é sagrada e as palavras também são sagradas e tudo o que nós escrevemos há-de acontecer, eu desejo que daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné.”

Nie tylko o literaturze
Opowieści chasydzkie. Antologia

Nie tylko o literaturze

Play Episode Listen Later Sep 3, 2026 24:15


Aby poznać kulturę polską - musisz znać żydowską; aby zrozumieć żydowską - musisz znać polską... Opowieści chasydzkie. Antologia, Biblioteka Narodowa s. I nr. 347 , Wrocław 2025

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#463 Zé Fidélis: Inimigo nº1 da Tristeza

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 5:12


Neste "Momento Peças Raras", que estreia no programa Todas as Vozes, por volta de 15h20, na MyNews VIP FM 90,9 (mynewsvipfm.com.br) atendemos à sugestão do ouvinte Alexandre Campinas, de Belo Horizonte (MG), e resgatamos a trajetória de Gino Cortopassi, conhecido artisticamente como Zé Fidelis, um dos grandes nomes do humor brasileiro entre as décadas de 1930 e 1970.Apresentado como o “inimigo número um da tristeza”, Zé Fidelis fez sucesso no rádio, nos cassinos e em discos de humor. Sua estreia aconteceu no programa Cascatinha do Genaro, de João Batista de Almeida, nos anos 1930, onde criou o personagem que marcaria sua carreira. Em apresentações que lembram o atual formato de stand-up comedy, conquistou o público em espaços como o lendário Cassino da Urca.Neste episódio, ouvimos um registro de “Turfe com Zé Fidelis”, extraído da Antologia da Sátira, narrada por Chico Anysio e lançada pela BASF em 1985. Também relembramos o talento do humorista para as paródias, com destaque para “Meu Boi”, versão bem-humorada gravada por Alvarenga e Ranchinho, em 1972, a partir do sucesso “Meu Bem”, de Ronnie Von — adaptação brasileira de “Girl”, dos Beatles.Uma viagem pelo humor, pelo rádio e pela criatividade de um artista pioneiro no humor radiofônico e em discos.

Chutando a Escada
Rússia e América Latina: Fertilizantes, Diplomacia e a Alma Russa

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 33:42


Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Rússia e América Latina (Ruslat), Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Victoria Echeverría de Carvalho (CNI/CICRAL) e Raquel Abuin Siphone (CICRAL) para apresentar os principais achados do Cuaderno Latinoamericano de Cooperación Estratégica con Rusia, lançado em julho pelo Centro de Integração e Cooperação Rússia-América Latina. A conversa mostra como o Brasil trata a relação com Moscou como política de Estado, enquanto a Argentina oscila a cada mudança de governo, e revela uma dependência estrutural de fertilizantes russos que atravessa quase toda a região latino-americana, ao lado de uma dimensão sociohumana marcada pela heterogeneidade entre cultura, educação e esporte. No segundo bloco, Giovana Dias Branco (Ruslat) e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (PUC Minas/Ruslat) trazem o boletim de julho e agosto, da visita de Nikolai Patrushev ao Brasil e das propostas de cooperação naval e nuclear até a crise política na Ucrânia após a saída do ministro Mykhailo Fedorov. Para fechar, no quadro Outros Olhares, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Vera Gers Dimitrov (Grupo Volga de Folclore Russo) sobre a alma russa e sua presença na diáspora russa no Brasil. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Filipe Mendonça, Daniela Vieira Secches, Victoria Echeverría de Carvalho, Raquel Abuin Siphone, Giovana Dias Branco, Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, Laura Schneider de Lima e Vera Gers Dimitrov. Inserção musical no final: interpretação de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Foto: Divulgação/Palácio do Planalto Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio CICRAL – Centro de Integração e Cooperação Rússia-América Latina. Cuaderno Latinoamericano de Cooperación Estratégica con Rusia. 2026. Disponível em: https://cicral.com/cuaderno-latinoamericano/. GOMIDE, Bruno Barretto (org.). Antologia do Pensamento Crítico Russo (1802-1901). São Paulo: Editora 34, 2013. Mencionado em entrevista. GOGOL, Nikolai. Almas Mortas. Mencionado em entrevista. LYSENKO, Valentina. Alma Russa, Terra Brasileira. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/alma-russa-terra-brasileira-1AH-5920-000. Mencionado em entrevista. Capítulos: 00:00 — Abertura: boas-vindas, chamada de apoio e panorama do episódio 06:00 — Boletim Ruslat: o lançamento do Caderno Latino-Americano de Cooperação Estratégica com a Rússia 09:00 — Dimensão econômica: fertilizantes, BRICS e a diferença Brasil-Argentina 16:00 — Dimensão sociohumana: cultura, educação e esporte nas relações Rússia-América Latina 27:00 — Desafios e caminhos para aprofundar a cooperação 37:00 — Conexão Rússia-América Latina: a visita de Patrushev ao Brasil e a cooperação naval e nuclear 42:00 — Conexão Rússia-América Latina: a crise política na Ucrânia e o atentado em Moscou 49:00 — Outros Olhares: a alma russa com Vera Gers Dimitrov The post Rússia e América Latina: Fertilizantes, Diplomacia e a Alma Russa appeared first on Chutando a Escada.

AoQuadrado - Mangá²
Mangá² #382 - Antologia: Zerar o gênero, Ritmo de leitura, Filmes de Mangás, Um Mangá de Comunicação

AoQuadrado - Mangá²

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026


Judeu Ateu, Estranho, Luki, e Izzo (Dentro da Chaminé) voltam com uma nova Antologia! Um programa 4-em-1, uma coletânea de temas curtos, cada um proposto por um dos participantes.Apoie o AoQuadrado² no APOIA.seCronologia do episódio(00:00) Antologia – Introdução(02:40) Zerar o gênero(19:20) Ritmo de leitura(32:30) Filmes de Mangá(46:30) Um Mangá de Comunicação(59:05) Recomendação da Semana – O Diário do Meu Pai

Bookatini
S08 ep111 - Libri sui cimiteri

Bookatini

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 57:18 Transcription Available


Benvenuti su Bookatini 2.0 - il podcast per chi è ghiotto di libri.L'ospite di questa puntata è Laura CieloIl tema di questa puntata sono i libri che parlano di cimiteriInsieme abbiamo chiacchierato di:- "Antologia di Spoon River", Edgar Lee Masters, edizione Einaudi tradotta e curata da Franca Pivano - Audiolibro letto da Elena Radonicich e Claudio Santamaria, Emons- "Immemoriam", Giulia Depentor, Feltrinelli- "Cimiteri. Storie di rimpianti e di follie",Giuseppe Mercenaro, Bruno Mondadori - "Cimiteri abbandonati, Vol 1", Andrea Lobbia e Maggy Bettolla, Autopubblicato, attualmene fuori catalogoPotete contattarmi, scrivere commenti, suggerimenti, domande e condividre con me le vostre letture su questo tema contattandomi alla pagina Instagram Bookatini_podcast.Se volete sostenermi e godere di contenuti aggiuntivi, potete unirvi a 4 possibili livelli di Patreon che trovate al link: https://www.patreon.com/bookatiniLa sigla di Bookatini è scritta e suonata da Andrea Cerea

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El celobert
Antologia de la disson

El celobert

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 60:02


Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Perspectivas - MEIreles | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:21


Neste episódio, apresentamos a leitura de Perspectivas, de MEIreles, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Três - Marcella Santos | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:38


Neste episódio, apresentamos a leitura de Três, de Marcella Santos , texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Terra Quente - Carolina Ana | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:34


Neste episódio, apresentamos a leitura de Terra Quente, de Carolina Ana , texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Templo - Áurea Maria | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:29


Neste episódio, apresentamos a leitura de Templo , de Áurea Maria, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Quase Fim - Constancia Màtos | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:47


Neste episódio, apresentamos a leitura de Quase Fim, de Constancia Màtos, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Ponto - Lilian Guinski | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:50


Neste episódio, apresentamos a leitura de Ponto, de Lilian Guinski, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Pintura - Flavia Ferrari | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:37


Neste episódio, apresentamos a leitura de Pintura, de Flavia Ferrari, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Gozosas Gostosas Gloriosas - Paula Valéria Andrade | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:28


Neste episódio, apresentamos a leitura de Gozosas Gostosas Gloriosas, de Paula Valéria Andrade, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Melodie - Thiago Novaes | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:17


Neste episódio, apresentamos a leitura de Melodie, de Thiago Novaes, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Íntimo - Francinalva Alves de Sousa Muniz | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 2:01


Neste episódio, apresentamos a leitura de Íntimo, de Francinalva Alves de Sousa Muniz, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Fia - Ricardo Casaes | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:39


Neste episódio, apresentamos a leitura de Fia, de Ricardo Casaes, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Ferais - Michelle Aguilar | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:41


Neste episódio, apresentamos a leitura de Ferais, de Michelle Aguilar, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Jéssica Iancoski, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Cartografia do Desejo - Annie Wielewicki | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:43


Neste episódio, apresentamos a leitura de Cartografia do Desejo, de Annie Wielewicki, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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As Xotas Musicais - Adriana Rolin | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

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Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:29


Neste episódio, apresentamos a leitura de As Xotas Musicais, de Adriana Rolin, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

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Antropofrágeis - Ana Dilah | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 1:03


Neste episódio, apresentamos a leitura de Antropofrágeis, de Ana Dilah, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Abrandio - Flávio Benigno | Antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica

Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 0:26


Neste episódio, apresentamos a leitura de Abrandio , de Flávio Benigno, texto integrante da antologia Verve Lasciva: Poesia Erótica, publicada pela Toma Aí Um Poema Editora.A obra reúne poetas de diferentes trajetórias e estilos para explorar os territórios do desejo, do erotismo, da intimidade e dos afetos, celebrando a pluralidade das experiências humanas por meio da poesia.A leitura é de Letícia Negretti, que conduz os versos em uma interpretação sensível e envolvente, ampliando a experiência do texto para o formato sonoro.

El celobert
Antologia del nou pop itali

El celobert

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 61:28


Si hi ha un pa

ZNAK - LITERA - CZŁOWIEK
Daniel Majling - Ruska klasyka. Antologia opowiadań (2017)

ZNAK - LITERA - CZŁOWIEK

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 20:48


Polecam dzisiaj kapitalny zbiór opowiadań rosyjskich w wyborze i tłumaczeniu Daniela Majlinga i (trochę) Weroniki Gogoli. ▶️ Słuchaj dalej

Palavra do Dia
Antologia

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later May 14, 2026 1:42


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Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E DEVER

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later May 9, 2026 23:02


Episódio de número 319 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 09/05/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E DEVER", com base na CAP. 8 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 8 – “Jesus e Dever” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - cap. 17 - Sede Perfeitos - item 7 - O Dever - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev17.htm#It7- Livro: Pai Nosso - Meimei - Cap. 4 - A Alegria no Dever - Meimei - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pno/Pno04.htm#It4- Livro: Semeador em Tempos Novos - Emmanuel - Cap. 3 - A César o que é de César - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Stn/Stn03.htm- Livro: Alma e Coração - Emmanuel - Cap. 20 - Acima de Nós - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Aec/Aec20.htm- Livro: Vida e Caminho - Autores Diversos - Cap. 2 - Assistência Como Dever - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vec/Vec02.htm- Livro: Escultores de Almas - Autores Diversos - Cap. 8 - Caminhar Adiante - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Eda/Eda08.htm- Livro: Mãos Unidas - Emmanuel - Cap. 48 - A Caminho do Cristo - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mu/Mu48.htm- Livro: Encontro Marcado - Emmanuel - Cap. 53 - Livres, mas Responsáveis - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Enm/Enm53.htm- Livro: Pensamento e Vida - Emmanuel - Cap. 21 - Dever - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pnv/Pnv21.htm- Livro: Pão Nosso - Emmanuel - Cap. 3 - O Arado - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn03.htm- Livro: Cura - Autores Diversos - Cap. 9 - Responsabilidade - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cr/Cr09.htmPoesia Final: Canção do Serviço - Maria Dolores - do livro: Antologia da Espiritualidade — Maria Dolores — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ae/Ae06.htm

2historyków1mikrofon
215. W kamiennym kręgu rytuałów

2historyków1mikrofon

Play Episode Listen Later May 7, 2026 77:58


Pełny tekst opisu zamieściliśmy na stronie internetowej naszego projektu: https://2historykow1mikrofon.pl/w-kamiennym-kregu-rytualow/ Wymienione w czasie audycji publikacje i materiały: - Film: Buen Camino, https://www.filmweb.pl/film/Buen+Camino-2025-10110791 - Bronisława Samitowska, Jerzy Treska, chłop spod Wrocławia, obrońca języka polskiego, „Przegląd Zachodni”, 1950, nr 7-8 , https://www.archiwumpz.iz.poznan.pl/Content/844/C_II_472-C_II_473BP-1950_7-8_56.pdf - Wojciech Jagielski, Wojna. Antologia reportażu wojennego, Wydawnictwo Znak, 2024 https://www.wydawnictwoznak.pl/ksiazka/Wojna-Antologia-reportazu-wojennego/10761 - Sián Webb, Material Culture, Communities and Identity in Early Medieval Northumbria, 600-867 CE. A Land of Five Languages, Bloomsbury 2025 https://www.bloomsbury.com/uk/material-culture-communities-and-identity-in-early-medieval-northumbria-600867-ce-9781350516007/ ... Krzysztof Ruchniewicz Blog: www.krzysztofruchniewicz.eu Facebook: www.facebook.com/krzysztof.ruchniewicz.3 Instagram: www.instagram.com/ruchpho/ Przemysław Wiszewski Blog: www.przemysławwiszewski.pl Facebook: www.facebook.com/przemyslaw.wiszewski Instagram: www.instagram.com/przewisz/ Twitter: twitter.com/wiszewski Do nagrania intro i outro wykorzystaliśmy utwór RogerThat'a pt. „Retro 70s Metal” (licencja nr JAM-WEB-2020-0010041) oraz Source: BBC Sound Effects: Clocks: Striking - Merton College, Oxford - 1/2 hour (https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/search?q=Chapel%20bells%20-%20Magdon%20College%20Oxford)

El celobert
Antologia de l'antifolk

El celobert

Play Episode Listen Later May 5, 2026 59:28


A principis dels 80, l'escena alternativa de Nova York va aixoplugar un nou moviment iconoclasta i antioxidant. Es tractava d'un col

El celobert
Antologia del Merseybeat

El celobert

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 60:47


A principis dels 60,

Podcast do PublishNews
414 - Bazar (além) do tempo 10 anos com Ana Cecilia Impellizieri Martins

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 64:37


No episódio do podcast do PublishNews desta semana temos Ana Cecilia Impellizieri Martins. Conversamos sobre a trajetória da editora Bazar do Tempo, o impacto do jornalismo no mercado editorial, as mudanças na comunicação e sustentabilidade no setor. Passamos por feminismo, inovação e desafios atuais, a conversa oferece um panorama único do mercado de livros no Brasil.A Câmara Brasileira do Livro realizará, de 13 a 15 de maio de 2026, a 5ª edição do Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos — o EELDG.Serão três dias de conteúdo estratégico, networking qualificado e troca de experiências com os principais profissionais do setor editorial, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP).|As inscrições para participação presencial ou on-line já estão abertas no Sympla, basta procurar pelo nome do evento ou acessar www.cbl.org.br. Garanta sua vaga e aproveite os descontos dos primeiros lotes.Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLIndicações:Graphic Novels: Berlim - Jason Lutes (Veneta)Filme - Manas (Globoplay)Livros: Você lembrará seus nomes: Antologia de poetas negras dos Estados Unidos do século XX - Lubi Prates (Org.) (Bazar do tempo)Livros: Inesquecíveis: Quatro séculos de poetas brasileira - Ana Rüsche e Lubi Prates (orgs) (Bazar do tempo)

El celobert
Antologia del pop barroc

El celobert

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 60:53


El celobert
Antologia del nou pop espanyol

El celobert

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 60:28


Repassem part de la nova fornada d'artistes espanyols que des del pop m

El celobert
Antologia dels cantants histri

El celobert

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 62:25


Tenint en compte el car

SBS Italian - SBS in Italiano
"Stories from Il Corpo": la sesta antologia di Ascolta Women esplora identità, migrazione e corpo

SBS Italian - SBS in Italiano

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 16:35


Per celebrare la Giornata Internazionale della Donna, il collettivo creativo Ascolta Women Inc. presenta "Stories from Il Corpo / Stories from the Body", un'esplorazione narrativa e visiva sul legame tra identità, eredità migratoria e fisicità.

El celobert
Antologia del nou indie catal

El celobert

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 59:19


L'escena musical catalana ja fa mesos que ens est

El celobert
Antologia de l'slap bass

El celobert

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 63:17


Slap bass

AoQuadrado - Mangá²
Mangá² #373 - Antologia: Texto em mangás, Viagem, Mangás feios e Title Drop

AoQuadrado - Mangá²

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026


Estranho, Luki, Izzo (Dentro da Chaminé) e Tojyo lançam mais uma Antologia! Um 4-em-1, uma coletânea de temas curtos, cada um proposto por um dos participantes.Neste programa: textos em mangás, mangás de viagem, mangás feios e title drops!Cronologia do episódio(00:00) Antologia – Introdução(02:45) Textos em mangás(22:45) Mangás de viagem(39:10) Mangás feios(52:40) Title Drop(01:12:40) Recomendação da Semana – The Creepy and Freaky

El celobert
Antologia dels discos mal enregistrats

El celobert

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 60:25


Hi ha treballs discogr

Sequences Magazine
Sequences Podcast No 282

Sequences Magazine

Play Episode Listen Later Jan 4, 2026 198:48


Happy New Year to everyone tuning in from all over the world! We're truly excited to kick off this wonderful first edition of the year. In 2025, we had a fantastic variety of electronic music across many genres, which was quite inspiring. However, I must admit, I found the live scene a bit disappointing after returning from 10 years in Australia. Still, with the upcoming events I'm planning to attend in 2026, I'm hopeful it will get even better, more thrilling and creative! With our friends at Manikin Records, we're excited to kick off with Menzman, featuring tracks from his debut solo album, Elevator Music, on this label. Download bios: https://we.tl/t-zBmz0FEbhR Playlist No 282 02.52 Menzman ‘Korridor' (Fahstuhlmusik) https://manikinrecords.bandcamp.com/album/fahrstuhlmusik 13.23 Michael Bruckner ‘Glowing Like Gold' (album A Sequence Of Colours) *** https://cyclicaldreams.bandcamp.com/album/a-sequence-of-colours-cyd-0147 21.04 Michael Bruckner ‘Sequence Of Colours Part 8-10' 36.20 Kelly Moran ‘Echo In The Field' (album Don't Trust The Mirrors) https://kellymoran.bandcamp.com/album/dont-trust-mirrors 40.35 Kelly Moran ‘Prism Drift' 44.49 Micado 'Sequenced Choir Tales' (album mindscapeS) https://cyclicaldreams.bandcamp.com/album/mindscapes-cyd-0146 50.46 Micado ‘The Mysterious Musicians' 55.53 Alisa Coral's (Mono Chrome) ‘Atomic Weapon I: The Weapon' (album Atomic Autumn) *** https://spacemirrors.bandcamp.com/album/atomic-autumn-kurchatov-records 01.05.00 Peter Mergener ‘White Noise' (album Chip Meditation 2025) www.bscmusic.com 01.10.13 Peter Mergener ‘Julia Quentity' 01.18.47 Frank Specht ‘Schon Winkt Zur Sternenreise Die Nacht' (album Sebastian Im Traum) https://www.syngate.biz 01.31.47 Joerg Dankert ‘Echoes From The Wall' (album 3i/atlas) ***https://joerg-dankert.bandcamp.com/ 01.38.25 Joerg Dankert ‘ Stasi Surveillance' *** 01.44.40 Alessandro Martira & Oine ‘Kate' (double single L'Eco del Tempo) www.sine-music.com 01.47.43 Alessandro Martira & Oine ‘Lia' 01.50.16 Danielle Nia ‘Phases Of Pulse' (album New Light) https://iuwerecords.bandcamp.com/album/a-new-light 01.58.47 Lyndsie Alguire ‘the colour of angel's wings' (album time is but the drawing of a sword) https://hushhushrecords.bandcamp.com/album/time-is-but-the-drawing-of-a-sword 02.05.08 Lyndsie Alguire ‘my hour of rebirth' 02.08.31 Andrea Cichecki ‘Choosing Path' (album Drawn Into The Edge Effect) https://andreacichecki.bandcamp.com/album/drawn-into-the-edge-effect 02,13.24 Jarguna / Odile Bruckert / Henrik Meierkord: ‘Furrows Of Memory' (album Furrows of Memory)https://projektrecords.bandcamp.com/album/furrows-of-memory 02.21.17 Christian Alsemgeest. Metric System 1981'Everything Glows' (Nature Version)' (album Everything Glows) 02.24.57 The Grey Lake ‘Saho'(album Grey Lake) https://winter-light.bandcamp.com/album/the-grey-lake 02.33.35 Pureh ‘Paracusia' (album Tetragram) https://pharmafabrik.bandcamp.com 02.40.57 Conrad Schnitzler ‘Rr-concert 6/7/18' (album Rr-concert) 02.49.54 Conrad Schnitzler ‘Memory 10/11/12' (album Memory) 03.01.17 Runaway Horses, Arbe ‘Glass In Cupboard' (EP A Second Reef) https://runawayhorsesambient.bandcamp.com 03.05.30 Runaway Horses, Arbee ‘Trails' 03.07.41 Cergio Prudencio ‘Cantos Crepusculares' (album Antologia 2: Works for the Experimental Orchestra of Native Instruments) ***http://buhrecords.bandcamp.com/ Edit ***

Peixe Voador
#Ep 160: Calma e Vendaval

Peixe Voador

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 31:48


Final de ano chuvoso mas cheio de poesia aqui nesse Peixe Voador com as leituras que me acompanham nessa proposta de desacelerar para as festas. Aqui vai a lista:Adrienne Rich e seus ensaios (edição A Bolha no Bolso - trad. Angélica Freitas e Daniel Luhmann.Ana Estarei - Fazer círculos com mãos de ave (editora 34)Flavia Souza Lima - Borda - Mais alguma Poesia (ed.Numa)Waly Salomão - Poesia Total (Cia das Letras)Leonardo Fróes - Poesia Reunida (ed.34)Nikki Giovanni - um bom choro (Cia das Letras, trad. Nina Rizzi)Você lembrará seus nomes - Antologia de poetas negras dos Estados Unidos sec.XX (ed. Bazar do Tempo - org. Lubi Prates)

Shakira
Shakira Shatters Records: Las Mujeres Ya No Lloran World Tour Soars to New Heights

Shakira

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 2:56 Transcription Available


Shakira BioSnap a weekly updated Biography.Shakira continues to dominate the global music scene as her record-breaking Las Mujeres Ya No Lloran World Tour shows no signs of slowing down. The Colombian superstar made headlines this week by announcing three additional concert dates in Mexico for February 2026, extending what is already the largest tour by a Latin female artist in history.The newly confirmed shows will take place in Tuxtla Gutierrez on February 21st, Merida on February 24th, and Mexico City on February 27th. These additions come in response to overwhelming demand following her unprecedented 12 sold-out performances at Estadio GNP Seguros in Mexico City during 2025, which drew more than 780,000 attendees alone. Mexico now holds the record as the country with the most concerts on her entire world tour, cementing her unparalleled drawing power in the region.The tour itself has become a commercial juggernaut. According to Billboard and Live Nation reports, the Las Mujeres Ya No Lloran World Tour is now the highest-grossing tour ever by a Latin woman, having earned over 327 million dollars within its first 64 concerts. The tour broke industry records with nearly one million tickets sold in less than two hours across Latin America alone when sales first opened.Beyond the numbers, the tour has resonated culturally with audiences worldwide. Her North American leg was upgraded to larger stadium venues due to unprecedented ticket demand, with shows in major cities like Charlotte, Miami, and New York selling out immediately. The tour spans across South America, North America, Mexico, and Europe, and is currently scheduled to conclude on February 27, 2026, in Mexico City following the newly announced dates.On the personal front, Shakira has also been engaging with fellow artists. Singer Dua Lipa recently performed an emotional cover of Shakira's song Antologia during a concert in Bogota, which moved the Colombian superstar to respond publicly, saying she was deeply touched by the tribute.Currently wrapping up her South American leg with performances in Paraguay, Uruguay, and Argentina through mid-December, Shakira has also scheduled three additional dates at Hard Rock Live in Hollywood, Florida, from December 27th through 29th. The tour represents her return to the stage after a seven-year hiatus and has already cemented itself as one of the most significant concert runs in modern music history.Get the best deals https://amzn.to/3ODvOtaThis content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI

il posto delle parole
Davide Brullo "Immortale parola"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 26:27


Davide Brullo, Milo De Angelis, Nicola Crocetti"Immortale parola"Antologia della poesia italiana dalle origini ai giorni nostriCrocetti Editorewww.crocettieditore.itProprio qui, dall'energia sorgiva dei poeti, è nata la nostra lingua: dal canto di san Francesco, dalla speleologia ultramondana di Dante e dalla specola d'amore di Petrarca, dalla speculazione di Leopardi e dal genio notturno di Tasso, dall'imprecazione di Iacopone e dalla furia di Foscolo, dal dire fiabesco di Marino, dalle estasi di Ungaretti e dalle luci retrattili di Montale. Grazie ai poeti – aggraziati o feroci, dotati di una rabbia azzurra, capaci nell'impensabile – abbiamo le parole per decrittare l'anima, per appurare la profondità del nostro cuore. Senza i poeti saremmo esangui, succubi dei tempi, a servaggio delle convenzioni, mera biada dei giorni. In questa rassegna – mai tentata di tali dimensioni in un unico volume – i poeti italiani, per sempre giovani, ci prendono d'assedio: ci insegnano il coraggio, ci insidiano con gioia lunare alla gola. Un libro per la vita: dalle origini a Pasolini, i poeti che hanno reso straordinaria la storia della lingua e della letteratura italiana.Fin dalla prima antologia della nostra storia, quella di Meleagro di Gadara, la poesia rivela il suo doppio volto: storico da una parte e assoluto dall'altra. Da una parte appartiene a un foglio preciso del calendario, che la situa esattamente in quell'epoca e in quel giorno, dall'altra appartiene a un tempo selvaggio, imprendibile, che annienta ogni cronologia per diventare pura presenza. Meleagro, fedele all'etimo della parola “antologia”, chiamava l'opera di ogni poeta con il nome di un fiore e invitava segretamente i lettori a compiere un lungo viaggio nelle pianure, nelle vallate e nelle montagne per trovare il fiore più amato e contemplare la sua bellezza senza mai strapparlo al luogo in cui l'aveva visto, senza mai impedire agli altri viandanti di ammirarlo. Ebbene, gli autori di questa antologia – tre innamorati della poesia quali certamente noi siamo – hanno preso la stessa decisione: ciascuno ha scelto il proprio fiore, mostrandolo agli altri in tutto il suo splendore e lasciandolo intatto in un punto determinato del giardino storico e in un punto sconfinato del giardino senza tempo.dall'introduzione di Milo De AngelisDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

El celobert
Antologia del pop neocl

El celobert

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 64:42


Ara que Rosal

El celobert
"Fuzz-tone", antologia del so esquerdat

El celobert

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 61:55


Si l'ess

jesus christ tone fuzz antologia norman greenbaum spirit
il posto delle parole
Francesco De Luca "Antologia di poesia cinese contemporanea"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 20:18


Francesco De Luca"Antologia di poesia cinese contemporanea"Delufa Presshttps://delufapress.com/Fondata a Roma nel 2023 da Francesco De Luca, Emilio Pappagallo (direttore artistico di Radio Rock) e Valentina Chiarelli, Delufa Press porta il nome del suo co-fondatore – Delufa – scrittore, poeta e traduttore.La casa editrice esplora l'animo umano attraverso opere pungenti, estreme, irriverenti o imprescindibili, con collane dedicate a poesia internazionale, narrativa, arte, scienza/psichedelia e musica.Delufa Press espande la coscienza dei lettori attraverso la scoperta e il confronto con le vite e le opere di grandi artisti nazionali e internazionali. È promotrice del Festival di Poesia Italo-Cinese, che si terrà con cadenza biennale tra Italia e Cina: la prima edizione si è svolta a Roma nel settembre 2025, riunendo poeti, editori e lettori in un incontro unico di culture e linguaggi.Tra gli autori pubblicati figurano Hai Zi 海子, Luo Yihe 骆一禾, Xi Chuan西川, Zhou Yaping 周亚平, Dennis McKenna, Terence McKenna, Rafał Wojaczek e altri ancora.Delufa Press propone pochi titoli all'anno in edizioni limitate, numerate e curate con dedizione, concepite come veri e propri oggetti da collezione. Grande attenzione è rivolta anche al digitale, con contenuti multimediali e versioni eBook, per raggiungere un pubblico più vasto e dinamico.Il logo, un ideogramma inedito, esprime la missione della casa editrice: mettere l'uomo al centro della vita, tra cielo e terra, restituendo il destino della società all'impegno poetico attivo. In un'epoca minacciata da guerre, industrializzazione sfrenata e disumanizzazione, crediamo che solo grandi autori, poeti e anime possano salvarci.Il mondo ha bisogno di poesia, oggi più che mai.Antologia di poesia cinese contemporaneaA cura di Francesco De Luca e Jiangsu Phoenix Literature and Art PublishingPrefazione di Shu CaiTraduzioni di Francesco De LucaPubblicata in Italia da Delufa Press, raccoglie 38 voci della poesia cinese contemporanea, molte delle quali per la prima volta in lingua italiana.Questa antologia raccoglie 38 poeti cinesi contemporanei, tra i più rappresentativi della scena attuale. Alcuni di loro sono già noti in ambito internazionale; molti altri vengono presentati per la prima volta in Italia. Si tratta di una selezione viva, vibrante, che restituisce la complessità e la profondità della Cina di oggi attraverso la lente raffinata della poesia.Un filo rosso la lega a un'altra opera nata oltreconfine: una raccolta di poesia italiana contemporanea, curata dalla Delufa Press e pubblicata dalla Jiangsu Phoenix Literature and Art Publishing di Nanchino. Due volumi che nascono in parallelo, all'unisono in due luoghi lontani, e che diventano, insieme, un grande atto poetico. Frutto di anni di lavoro, incontri e traduzioni, questo libro è anche il racconto di un amore tra due culture unite dalla poesia. Una quanjiafu - una foto di famiglia - imperfetta e luminosa. Un invito al dialogo, allo stupore e alla condivisione.“Amore e poesia sono la storia della Cina: un paese di bellezza struggente e orizzonti infiniti, notti di luna su scaglie di drago, cavalli al galoppo su deserti dello spirito, caravanserragli, isole tropicali popolate di pirati e musicanti, colpi di cannone, invasori e invasi, vapori agrodolci, fulmini e mercanti erranti.” - Francesco De Luca"Nella presente antologia di poesia cinese contemporanea sono stati raccolti i testi di quei poeti che si sono “risvegliati” prima e con maggiore consapevolezza. Di ciascun poeta sono state selezionate solo tre poesie: certamente non è abbastanza; tuttavia, i trentotto autori inclusi nel volume offrono un quadro piuttosto ampio e rappresentativo. La pubblicazione in Italia di quest'antologia rappresenta un risultato straordinario […] Tradurre poesia, senza dubbio, è un atto d'amore. E quando a tradurre è un poeta, siamo di fronte alla migliore delle ipotesi. Nella forza creativa del linguaggio, la sensibilità linguistica del poeta-traduttore gioca un ruolo decisivo. Tutto questo alimenta in me una grandissima attesa per quest'opera." - Shu CaiElenco poeti presenti:柏桦 Bai Hua • 北岛 Bei Dao • 昌耀 Chang Yao • 戴潍娜 Dai Weina • 多多 Duo Duo • 管管 Guan Guan • 顾城 Gu Cheng • 韩东 Han Dong 海子 Hai Zi • 黑文 Hei Wen • 何向阳 He Xiangyang • 胡弦 Hu Xian 黄梵 Huang Fan • 吉狄马加 Jidi Majia • 李亚伟 Li Yawei • 蓝蓝 Lan Lan 骆一禾 Luo Yihe • 洛夫 Lo Fu • 芒克 Mang Ke • 娜夜 Na Ye 欧阳江河 Ouyang Jianghe • 食指 Shizhi • 舒婷 Shu Ting • 孙磊 Sun Lei 树才 Shu Cai • 臧棣 Zang Di • 王家新 Wang Jiaxin • 西川 Xi Chuan 杨键 Yang Jian • 杨克 Yang Ke • 杨黎 Yang Li • 杨炼 Yang Lian 伊沙 Yi Sha • 于坚 Yu Jian • 宇向 Yu Xiang • 翟永明 Zhai Yongming 郑愁予 Zheng Chouyu • 周亚平 Zhou YapingAntologia di poesia italiana contemporaneaA cura di Francesco De LucaPrefazione di Renzo ParisTraduzioni di Liu GuopengPubblicata in Cina da Jiangsu Phoenix Literature and Art Publishing, è la più ampia raccolta di poeti italiani contemporanei (30) mai tradotta in lingua cinese.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

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