Podcasts about profissionais

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Papo Pro ACBr
Por Que Bons Clientes Cancelam e Bons Colaboradores Pedem Demissão?

Papo Pro ACBr

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 66:12


O verdadeiro motivo pelo qual clientes vão embora e talentos deixamsua empresa pode não ser o que você imagina.Clientes cancelam contratos.Profissionais talentosos pedem desligamento.Equipes de suporte ficam sobrecarregadas.Líderes passam boa parte do tempo apagando incêndios.E muitos empresários acreditam que o problema está no produto, no mercado ou naconcorrência.Mas será que está?Neste episódio do Papo ACBr Pro vamos conversar sobre como o comportamento humanoimpacta diretamente os resultados das software houses e por que empresas que aprendema entender pessoas conseguem: Reduzir o churn de clientes Desenvolver e reter talentos Melhorar a experiência do cliente Fortalecer equipes de suporte e atendimento Desenvolver lideranças mais eficazes Construir uma cultura organizacional mais forte Criar relacionamentos mais duradouros com clientes e colaboradoresVamos explorar situações reais vividas pelas software houses e discutir como pequenasmudanças na forma de liderar, atender e se comunicar podem gerar grandes impactos nosresultados da empresa.Convidados: Renato Maia, Fundador da SisGrowth Treinamentos

Ciência da Bola
Novo mercado do Futebol - Quais profissionais ficarão para trás?

Ciência da Bola

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 61:54


Neste episódio 216 do podcast Ciência da Bola, conversamos com Gabriel Bussinger e Alessandra Huff. Com a mediação de Bárbara Nunes, o debate fez parte do Congresso de Futebol realizado em junho de 2026 focando nas transformações profundas do mercado da bola e quais profissionais correm o risco de ficar para trás.Em um papo franco, prático e sem rodeios, os convidados revelaram que o acúmulo de diplomas já não garante espaço e que o verdadeiro diferencial competitivo está nas soft skills, no poder de adaptação e na transdisciplinaridade. Um guia indispensável para quem deseja construir uma carreira realista nos bastidores do futebol.Link do congresso: https://www.youtube.com/live/TEGIr_bsulcKit 4 Camisas - Minimal Club (Link com desconto): https://bit.ly/4tJOCcH▶️Estude com o Ciência da Bola: https://www.cienciadabola.com.br

O Antagonista
Cortes do Papo - Funcionários da TV Justiça relatam irregularidades trabalhistas e acionam sindicato em Brasília

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 8:14


Profissionais terceirizados da TV Justiça, emissora pública administrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), denunciam uma série de atrasos em pagamentos de salários e benefícios trabalhistas.A categoria emitiu um alerta de indicativo de greve, colocando em risco a continuidade das transmissões ao vivo.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#TVJustiça #DireitosTrabalhistas #SindicatoDosJornalistas #Brasília #Denúncia #BastidoresDaTV #Jornalismo #Notícias #Trabalho #PodcastDeNoticias #Mídia #Justiça #Televisão #DireitoDoTrabalho #Atualidades #Polêmica #DF #Sindicato #VozDosTrabalhadores #PodcastBr

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: SP tem inscrições para professores com diferentes formações e experiências profissionais

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 1:27


Podem participar profissionais com formação em cursos normal superior, licenciatura, bacharelado e tecnólogos, além de especialistas com notório saber e experiência comprovada

Arco43
“Quero ser influencer”: como a escola deve lidar com os novos sonhos profissionais dos jovens?

Arco43

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 45:50


Neste episódio do Arco43 Podcast, discutimos o que está por trás do crescente interesse dos adolescentes pelas profissões digitais e como a escola pode abordar esse tema de forma crítica, responsável e sem preconceitos. Entre algoritmos, produção de conteúdo, empreendedorismo e construção de identidade, a conversa reflete sobre os desafios e as oportunidades de um mercado que desperta o interesse das novas gerações e provoca mudanças na forma como pensamos carreira, sucesso e futuro. Porque, mais do que escolher uma profissão, os jovens estão tentando encontrar seu lugar em um mundo do trabalho que muda cada vez mais rápido.

Mundo Empresarial com Diego Maia
Vendedor já nasce pronto? O mito que trava profissionais de vendas

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 5:44 Transcription Available


Tem gente que acredita que vendedor bom já nasce com dom pra convencer, falar bem e fechar negócio. Mas será que vender é talento… ou construção?Neste episódio, eu falo sobre o maior erro de quem acha que vendas dependem apenas de “jeito” e explico por que disciplina, repertório e treino valem mais do que carisma natural.Você vai entender como profissionais comuns conseguem se destacar quando aprendem a ouvir melhor, criar conexão e desenvolver habilidades que qualquer pessoa pode construir.Se você trabalha com vendas, atendimento ou negociação, esse episódio vai mudar a forma como você enxerga performance comercial.Eu sou Diego Maia, palestrante de vendas mais contrato do Brasil. Dá o play e lembra: onde tem venda, tem vida.

Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Curso de Vigilância em Saúde das populações expostas a agrotóxicos para profissionais do SUS

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 1:08


Estão abertas as inscrições para 50 mil vagas gratuitas em curso que busca fortalecer a prevenção e o monitoramento dos impactos dos agrotóxicos na saúde da população.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radioagência
Projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça amplia reconhecimento de profissionais da radiologia

Radioagência

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026


Painel Eletrônico
Deputado Henderson Pinto: cuidados com saúde mental precisam ser feitos por profissionais capacitados

Painel Eletrônico

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026


Mundo Empresarial com Diego Maia
Inteligência Emocional em Vendas: O Que Separa os Amadores dos Profissionais

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later May 29, 2026 4:40 Transcription Available


Você já perdeu uma venda não por falta de técnica, mas porque deixou a emoção falar mais alto? Este episódio é sobre isso.No Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai entender por que inteligência emocional virou a competência que mais separa vendedores medianos de profissionais de alta performance — em um mercado cada vez mais pressionado, competitivo e emocionalmente desgastante.Muita gente ainda acredita que vender é só técnica, persuasão e conhecimento de produto. A verdade é outra: os maiores resultados comerciais quase sempre estão ligados à capacidade de controlar emoções, administrar pressão e seguir performando mesmo depois de ouvir vários "nãos".Diego Maia faz uma reflexão direta e provocativa sobre como impulsividade, ego e ansiedade destroem negociações — mesmo em vendedores tecnicamente preparados. Inteligência emocional em vendas não é "soft skill de RH". É ferramenta de sobrevivência comercial.Neste episódio, você vai entender:por que vendedores emocionalmente instáveis perdem oportunidades;a diferença entre responder e reagir em uma negociação;como manter estabilidade emocional sob cobrança;por que disciplina vale mais que motivação;como desenvolver maturidade emocional para crescer em vendas e liderança.Um choque de realidade para vendedores, gestores, empreendedores e profissionais que querem construir uma carreira sólida no mundo das vendas. Porque o profissional extraordinário não é aquele que nunca sente pressão — é aquele que age com equilíbrio sob pressão.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP abre processo seletivo para professores de Ensino Fundamental e Médio

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later May 28, 2026 0:55


Profissionais podem atuar em unidades de período parcial ou integral com contrato por tempo determinado; inscrições para o processo vão até 18 de junho

Hoje no TecMundo Podcast
NUBANK E INTER CONDENADOS! HACKERS CLONAM WHATSAPP SEM SENHA! CHATGPT OU GEMINI?!

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later May 26, 2026 12:48


Nubank e Inter são condenados após falha em golpe com Pix de R$ 51 mil em SP. Como criminosos clonam contas WhatsApp de iPhone sem precisar de senhas. iPhone 20 teve conceito vazado com tela infinita e módulos de câmeras polêmico. O script criminoso do 'Hacker Fantasma' preso no Brasil. ChatGPT, Gemini, Claude ou Copilot: qual IA grátis é melhor? Homem é preso por dirigir Cybertruck dentro de lago para testar "Wade Mode". Windows 11 testa recursos para reduzir fadiga visual e isolar vozes. Rumble e Trump Media notificam ministro Alexandre de Moraes por e-mail.

Papo Social Media
Social Media: como se manter atualizado?

Papo Social Media

Play Episode Listen Later May 25, 2026 32:06


Como um social media pode se manter atualizado em um mercado que muda todos os dias? Como acompanhar tendências, mudanças nas plataformas, novas ferramentas, inteligência artificial e movimentos do mercado sem cair na ansiedade de estar sempre atrasado?Neste episódio do Papo Social Media, Rafael Kiso e Marcio Silva falam sobre como profissionais de mídias sociais podem se manter atualizados de forma estratégica, contínua e aplicável à rotina de trabalho. A conversa parte de dados do Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais, passa pelas principais formas de atualização usadas hoje pelos profissionais e mostra como filtrar informação, desenvolver pensamento crítico e transformar aprendizado em evolução real de carreira.Descubra como usar cursos, criadores de conteúdo, blogs, newsletters, eventos, comunidade, IA e networking para acompanhar as mudanças do mercado com mais clareza. Entenda também quais são as habilidades mais importantes até 2030, por que o lifelong learning virou uma exigência da profissão e como os canais certos podem te sair do amadorismo para se tornar um social media mais estratégico, analítico e valorizado no mercado. 00:00:09 Introdução: como se manter atualizado na área de social media 00:00:40 A ansiedade de acompanhar trends, mudanças e o “assunto do momento” 00:01:18 Panorama Agências e Profissionais de Mídias Sociais: 50% dos profissionais dizem que acompanhar mudanças é um grande desafio – Acesse completo: https://mla.bs/c4d6612b00:02:23 Como os profissionais se atualizam hoje? 00:02:52 Cursos e formação - Certificação Social Media Fundamental 00:03:25 Acumulador de curso, falta de prática e o papel dos agentes de aceleração 00:04:10 Visão estratégica, falta de tempo e como IA pode liberar tempo para desenvolvimento 00:05:26 Criadores de conteúdo como fonte de atualização profissional 00:06:25 Curadoria e pensamento crítico: por que seguir muita gente pode atrapalhar 00:09:42 Sites e blogs ainda importam? SEO, busca e relevância nas IAs 00:13:36 Newsletters como forma de atualização contínua 00:14:53 Eventos online e presenciais para acompanhar tendências e mudanças do mercado 00:15:19 Networking e parcerias como necessidade dos freelancers e autônomos 00:16:01 Comunidade como forma contínua de aprendizado e atualização 00:16:39 Certificação e qualificação dentro da comunidade SMLAB  00:17:55 Em quais áreas as lideranças mais querem se desenvolver 00:18:28 Top 3 das lideranças de empresas: análise de dados, estratégia digital e IA 00:18:40 Top 3 das lideranças de agências: vendas, posicionamento e precificação 00:19:14 O propósito da Comunidade SMLAB e como ela ajuda quem faz parte 00:21:22 As habilidades do futuro segundo o Fórum Econômico Mundial 00:22:55  Atualização vai além de ferramenta: educação, troca e validação com o mercado 00:23:58 A melhor forma de se manter atualizado: comunidade, testes e aprendizado coletivo 00:24:28 SMLAB, conteúdos exclusivos, certificação e newsletter para sair na frente – Acesse: https://mla.bs/b71b3783 00:26:26 Lifelong learning na prática: por que comunidade acelera a evolução 00:26:55 Os degraus de evolução na SMLAB: do amadorismo ao social media cientista  00:29:30 Não existem atalhos: aprendizado contínuo, prática e evolução constante  00:31:10 Encerramento  Acesse smLab: https://mla.bs/b71b3783  Contaê: https://mla.bs/244d1205  Panorama: https://mla.bs/bfa4b1e4Potencialize sua gestão de mídias sociais com a plataforma mais usada por agências e profissionais no Brasil! Teste grátis a mLabs agora mesmo: https://mla.bs/8f82d839 

CBN Na Sua Casa - Lucy Mizael
Dia Mundial da Organização: qual hábito doméstico você herdou da sua mãe ou pai?

CBN Na Sua Casa - Lucy Mizael

Play Episode Listen Later May 22, 2026 14:43


Na última quarta-feira, dia 20 de maio, foi recordado o "Dia Mundial da Organização". A data foi instituída globalmente com o apoio da Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade (ANPOP) e mediada pela Federação Internacional de Associações de Profissionais de Organização (IFPOA). O objetivo é falar de conscientização e mostrar que a organização vai muito além da estética. Pegando como gancho a data, nesta edição do "CBN Na Sua Casa", a comentarista Lucy Mizael lança o desafio: qual hábito doméstico você herdou da sua mãe ou pai, de família? A limpeza diária da casa, organização dos armários, arrumação do carro, talheres alinhados? "A memória de organização também vem de família", explica.

Debate da Super Manhã
Mercado 50+: o avanço dos profissionais maduros e as urgências do trabalho no Brasil

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 15, 2026 49:30


Debate da Super Manhã: O avanço da longevidade no Brasil começa a redesenhar o perfil da força de trabalho. Profissionais com mais de 50 anos, antes associados à aposentadoria ou à desaceleração da carreira, voltam ao centro do mercado - seja por necessidade financeira, seja pelo acúmulo de experiência - que hoje se torna um ativo estratégico. No debate desta sexta-feira, 15 de maio, a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o crescimento da população acima dos 50 anos, as tendências da longevidade, o preconceito etário no trabalho, a valorização da experiência e os desafios enfrentados por uma geração que não para de crescer. Participam o consultor e especialista em etarismo, Mauro Wainstock, a advogada especialista em longevidade e o bom envelhecimento, Clívia Maia, e o consultor e advogado especialista em direito empresarial, Rodrigo Bezerra.

Mundo Empresarial com Diego Maia
Visão de Dono nas Empresas (o comportamento que separa profissionais comuns dos indispensáveis)

Mundo Empresarial com Diego Maia

Play Episode Listen Later May 14, 2026 8:22 Transcription Available


O que realmente significa ter visão de dono dentro de uma empresa?Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai entender por que profissionais que pensam como donos se tornam mais valorizados, crescem mais rápido e conquistam espaço em qualquer mercado. Se você trabalha com vendas, liderança, atendimento, gestão ou deseja evoluir profissionalmente, este conteúdo pode transformar completamente sua forma de enxergar trabalho, carreira e resultados.Muita gente entra numa empresa apenas para cumprir horário, executar tarefas e esperar o mês terminar. Faz o básico, entrega o mínimo e vive reclamando da empresa, do chefe, do mercado ou da falta de oportunidades. O problema é que profissionais assim se tornam facilmente substituíveis.Enquanto isso, pessoas com visão de dono enxergam além da obrigação. Elas cuidam da empresa como se fosse delas. Pensam em solução, buscam eficiência, reduzem desperdícios, fortalecem relacionamentos com clientes e entendem que o crescimento da empresa também impacta diretamente o crescimento pessoal.Neste episódio, Diego Maia, considerado um dos palestrantes de vendas mais contratados do Brasil, autor de 8 livros, especialista em vendas e CEO da CDPV Companhia de Palestras, explica de forma prática, objetiva e inspiradora como desenvolver visão de dono e por que essa mentalidade faz tanta diferença no mundo profissional.Você vai entender que visão de dono não tem relação com cargo, salário ou posição hierárquica. Tem relação com postura. Existem funcionários sem compromisso ocupando cargos altos e existem profissionais operacionais com mentalidade empreendedora que se tornam indispensáveis para qualquer empresa.Este episódio é ideal para:vendedores iniciantes;profissionais comerciais;empresários;gestores de equipes de vendas;representantes comerciais;autônomos;empreendedores;pessoas que desejam entender funil de vendas;quem busca vender mais com estratégia.Se você procura conteúdos sobre:funil de vendas explicado;como funciona funil de vendas;etapas do funil de vendas;processo comercial;gestão de vendas;técnicas de vendas;vendas consultivas;conversão de clientes;pipeline comercial;prospecção de clientes;fechamento de vendas;vendas B2B;vendas B2C;marketing e vendas;previsibilidade comercial;como vender mais;…este episódio foi feito para você.Diego Maia é referência nacional em vendas, liderança comercial e desenvolvimento de equipes de alta performance. Há anos impacta empresas, vendedores e empreendedores em todo o Brasil através de palestras, treinamentos, conteúdos digitais e do tradicional Podcast de Vendas do Diego Maia — um dos podcasts sobre vendas mais ouvidos do país.

LowOpsCast
#48 DevOps, Kubernetes e formação de profissionais com Emerson Silva

LowOpsCast

Play Episode Listen Later May 13, 2026 73:46


O próximo papo vai ser com Emerson Silva (https://www.linkedin.com/in/silvemerson/), Platform Engineer, DevOps / SRE e instrutor na 4Linux.O Emerson tem mais de 9 anos de experiência em infraestrutura, automação e monitoramento, atuando em ambientes críticos e de alta disponibilidade. Além disso, tem um papel forte como instrutor, ajudando profissionais e times a evoluírem na prática com tecnologias open source e cultura DevOps.Antes de falar de stack, ferramentas ou cargo, o foco é entender quem é o convidado.História, visão de mundo, aprendizados, erros, decisões e como ele(a) enxerga a área de tecnologia.Na conversa vamos falar sobre:Infraestrutura e automação no dia a diaKubernetes, Docker e cloudTerraform, Ansible e CI/CDObservabilidade com Prometheus, Grafana e ELKCultura DevOps e formação de profissionaisUso de IA no suporte e automação de engenhariaUm papo técnico, direto e com bastante troca de experiência de quem vive operação, ensina e ainda ajuda a formar novos profissionais no mercado.Se você curte DevOps, SRE, open source ou automação, esse episódio vai valer o play.Siga o emerson nas redes sociais:https://linktr.ee/silvemerson

Growthcast
O Fim das Agências? Como criar anúncios profissionais em 2 minutos pelo WhatsApp #204

Growthcast

Play Episode Listen Later May 11, 2026 70:35


Neste episódio do GrowthCast, recebemos Luan Azevedo e Felipe Serrano, os fundadores da DS Marketing, para um papo direto sobre como eles estão democratizando o marketing digital no "Brasil Profundo". Com uma tecnologia que permite criar artes e anúncios profissionais em apenas 2 minutos via WhatsApp, a DS já transformou a operação de mais de 6.000 varejistas. Eles revelam como cruzaram o abismo tecnológico para atender o pequeno empresário — aquele que tem a "barriga no balcão" e não tem tempo para ferramentas complexas ou agências caras. Descubra como a IA conversacional está substituindo plataformas fixas e permitindo que donos de farmácias, mercados e petshops lutem de igual para igual com os grandes players. Neste vídeo, você vai aprender:Democratização Digital: Como levar tecnologia de ponta para cidades remotas falando a língua do pequeno empreendedor. Vibe Marketing: O conceito de fazer marketing sem necessidade de grandes aparatos ou criatividade técnica. IA Conversacional: Por que o WhatsApp é a ferramenta definitiva para o varejo e como a IA elimina a inércia da prospecção. Gestão de Escala: Os bastidores de uma operação que projeta faturar R$ 50 milhões até 2028. A Mente do Fundador: Por que entender de vendas e ter uma gestão financeira sólida são os pilares para não quebrar no mundo da tecnologia. Se você é dono de negócio local ou quer entender como a IA está criando o novo mercado de "agências de bolso", este episódio é obrigatório.

Growthcast
O Fim das Agências? Como criar anúncios profissionais em 2 minutos pelo WhatsApp #204

Growthcast

Play Episode Listen Later May 11, 2026 70:35


Neste episódio do GrowthCast, recebemos Luan Azevedo e Felipe Serrano, os fundadores da DS Marketing, para um papo direto sobre como eles estão democratizando o marketing digital no "Brasil Profundo". Com uma tecnologia que permite criar artes e anúncios profissionais em apenas 2 minutos via WhatsApp, a DS já transformou a operação de mais de 6.000 varejistas. Eles revelam como cruzaram o abismo tecnológico para atender o pequeno empresário — aquele que tem a "barriga no balcão" e não tem tempo para ferramentas complexas ou agências caras. Descubra como a IA conversacional está substituindo plataformas fixas e permitindo que donos de farmácias, mercados e petshops lutem de igual para igual com os grandes players. Neste vídeo, você vai aprender:Democratização Digital: Como levar tecnologia de ponta para cidades remotas falando a língua do pequeno empreendedor. Vibe Marketing: O conceito de fazer marketing sem necessidade de grandes aparatos ou criatividade técnica. IA Conversacional: Por que o WhatsApp é a ferramenta definitiva para o varejo e como a IA elimina a inércia da prospecção. Gestão de Escala: Os bastidores de uma operação que projeta faturar R$ 50 milhões até 2028. A Mente do Fundador: Por que entender de vendas e ter uma gestão financeira sólida são os pilares para não quebrar no mundo da tecnologia. Se você é dono de negócio local ou quer entender como a IA está criando o novo mercado de "agências de bolso", este episódio é obrigatório.

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda
Por que Profissionais Talentosos Continuam Sendo Tratados como Opção (#1028)

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda

Play Episode Listen Later May 8, 2026 22:42


Profissionais talentosos perdem oportunidades todos os dias — não por falta de competência, mas por falta de posicionamento. Neste episódio, Márcio Miranda explica por que ser bom no que faz não é suficiente e como construir uma presença que faz o mercado pensar em você primeiro. O que você vai encontrar neste episódio: A diferença entre ser competente e ser referência Como o mercado filtra profissionais pela memória, não pela qualidade O poder de um vocabulário próprio para criar autoridade Como construir uma identidade que ninguém consegue copiar Os primeiros passos para sair da posição de opção e virar escolha Acesse todos os meus links — mentoria, WhatsApp, LinkedIn e mais: https://taggo.one/marciomiranda "Na vida você não ganha o que merece. Ganha o que consegue negociar."

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Lauro Müller tem baixa procura pela vacina da gripe e cobertura não chega a 42%

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later May 8, 2026 4:21


A campanha de vacinação contra a gripe segue em andamento em Lauro Müller, mas a baixa procura pelos grupos prioritários preocupa a Secretaria de Saúde do município. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta, a coordenadora da Atenção Básica, Enfermeira Mariela Bagio Gomes, informou que a cobertura vacinal está muito abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Segundo ela, a campanha encerra no próximo dia 30 de maio e, até o momento, apenas 41,97% do público prioritário recebeu a dose da vacina contra a influenza. “Nós não temos boas notícias. A campanha finaliza no dia 30 de maio e a gente tá com uma baixa cobertura vacinal. A gente precisa atingir uma meta de 90% dos grupos prioritários”, destacou. Mariela explicou que o cenário também se repete em outras cidades catarinenses e lembrou que, em 2025, o município também não conseguiu alcançar a meta estipulada. “Ano passado a gente atingiu 70% da cobertura vacinal. A gente acreditava que esse ano ia ser um pouco melhor, principalmente porque tivemos muitas mortes por influenza, tanto de criança quanto de idoso, mas isso não vem acontecendo.” Entre os grupos prioritários, as gestantes são as que apresentam melhor índice de vacinação em Lauro Müller, com 51,88% de cobertura. Já entre as crianças, o percentual é de 40,13%, enquanto os idosos registram 42,18%. Além desses grupos, também fazem parte do público-alvo: Puérperas; Trabalhadores da saúde; Professores; Profissionais das forças de segurança e salvamento; Integrantes das Forças Armadas; Pessoas com deficiência permanente; Caminhoneiros; Trabalhadores do transporte coletivo; Funcionários dos Correios. A coordenadora afirmou que a equipe de saúde realizou diversas ações para ampliar a vacinação, incluindo visitas em grupos de idosos, creches e atendimento domiciliar a pacientes acamados, mas a adesão continua abaixo do esperado. “Quem tem direito à vacina não quer vacinar e quem não se enquadra nos grupos prioritários quer a vacina, mas no momento ainda não está liberado para toda a população.” As vacinas estão disponíveis nas unidades de saúde do Arizona, Barro Branco, Centro e Guatá. O atendimento ocorre das 8h às 12h e das 13h às 17h. Nas quartas-feiras, as unidades encerram o atendimento às 16h. “A gente pede que as pessoas procurem as unidades de saúde para receber a vacina e garantir proteção antes do inverno”, reforçou Mariela.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
SATC abre nova agenda de treinamentos para maio com cursos em diversas áreas profissionais

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later May 8, 2026 7:23


A SATC está com uma nova agenda de treinamentos aberta para o mês de maio, oferecendo uma ampla variedade de cursos voltados à qualificação profissional e ao desenvolvimento de competências em diferentes segmentos do mercado. As formações abrangem desde cursos rápidos até capacitações mais aprofundadas, atendendo profissionais que desejam se atualizar e empresas interessadas em investir na capacitação de suas equipes. Entre os cursos disponíveis estão opções nas áreas de gestão, indústria, tecnologia, comunicação, segurança do trabalho e marketing. Temas como empreendedorismo, fluxo de caixa, liderança, metrologia, inteligência artificial, vendas e operação de máquinas aparecem entre os destaques da programação. A agenda também contempla capacitações regulamentadas pelas Normas Regulamentadoras (NRs), consideradas fundamentais para garantir segurança e conformidade no ambiente industrial. Os treinamentos poderão ser realizados em diferentes formatos, incluindo aulas presenciais, online e híbridas. Além disso, os cursos podem ocorrer tanto na estrutura da SATC quanto diretamente nas empresas, por meio do modelo in company. O analista de negócios da Educação Corporativa da SATC, Eduardo Just, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (8) e destacou as diversas opções de cursos oferecidas pela instituição, voltadas às demandas atuais do mercado de trabalho e da indústria.

Dia a dia com a Palavra
Forte emocionalmente

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later May 5, 2026 1:25


Eu imagino que ser alguém forte emocionalmente é o desejo da maioria das pessoas. Seria o seu desejo também?Talvez seja por isso que os filmes de super heróis façam tanto sucesso. A possibilidade de vencer e superar grandes obstáculos fascina os olhos de muita gente.Não há problema em querer ser forte. Mas até que ponto vai a sua força? Minha preocupação aqui é o limite.Existem pessoas que carregam sozinhas a família inteira nas costas. Profissionais que ajudam centenas de pessoas com seus problemas sociais. Psicólogos que atendem centenas de pessoas com suas lutas emocionais, etc. Mas até que ponto podem suportar? Até que ponto serão fortes para resistir toda essa carga?Veja o que diz o Salmo 69 no verso 7: ‭"Pois tenho suportado afrontas por amor de ti, e o meu rosto se cobre de vergonha."O salmista fala da afronta que suportava. Mas até que ponto? Ser humano significa ter limitações. A verdade é que assim como suportamos os outros, também precisamos de suporte. Quem ajuda precisa de ajuda. Quem aconselha também precisa de conselhos. Quem cura também precisa ser curado.Não há problema algum em querer ser forte. O problema é querer ocupar um lugar que só deveria ser ocupado por Deus. Seja forte e dê suporte pra todo mundo, mas lembre que sua força tem limite e que você, como qualquer outra pessoa, precisa da força que vem de Deus.

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA
Burrice voluntária

DICAS DE NEGÓCIOS E CARREIRA

Play Episode Listen Later May 4, 2026 7:15


Você tem pavor de perder o emprego para a IA? A ameaça real é o seu próprio cérebro treinado para a submissão corporativa. Profissionais estão destruindo suas capacidades cognitivas por aprovação social e salários aparentemente seguros. Pare de agir como um algoritmo falho otimizado para receber aplausos. Assista à análise do meu artigo "A Indústria da Burrice Voluntária" e aprenda a recuperar a sua autonomia intelectual.#Neurobusiness #IA #LiderançaReal #FuturoDoTrabalho #MarynesPereira

Debate da Super Manhã
Mercado 50+: o avanço dos profissionais maduros

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later May 1, 2026 37:13


Debate da Super Manhã: O avanço da longevidade no Brasil começa a redesenhar o perfil da força de trabalho. Profissionais com mais de 50 anos, antes associados à aposentadoria ou à desaceleração da carreira, voltam ao centro do mercado - seja por necessidade financeira, seja pelo acúmulo de experiência - que hoje se torna um ativo estratégico. No debate desta sexta-feira, 1º de maio, a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o crescimento da população acima dos 50 anos, as tendências da longevidade, o preconceito etário no trabalho, a valorização da experiência e os desafios enfrentados por uma geração que não para de crescer. Participam o consultor e especialista em etarismo, Mauro Wainstock, a advogada especialista em longevidade e o bom envelhecimento, Clívia Maia, e o consultor e advogado especialista em direito empresarial, Rodrigo Bezerra.

LideraCast com Octavio Alves Jr
640 - Times fortes não nascem. São construídos.

LideraCast com Octavio Alves Jr

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 57:05


Times fortes não nascem. São construídos | LideraCast AO VIVOTimes fortes não surgem por acaso.Eles são resultado direto da qualidade da liderança.Se você é líder, gestor ou profissional de RH, essa é a conversa que vai te tirar da zona de conforto — e elevar o nível do seu time.O streaming ao vivo deste episódio no LinkedIn e YouTube foi em 29/4 às 20h (Brasil).

Economia
Inteligência artificial já reduz emprego de jovens e ameaça a formação dos profissionais do futuro

Economia

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 6:10


Um estudo realizado no Brasil confirma que a inteligência artificial já afeta o emprego e a renda dos jovens. Universidades como a prestigiosa Stanford previam que os recém-ingressos no mercado de trabalho estariam entre os mais atingidos pelo desenvolvimento da IA generativa. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas, verificou que os jovens de 18 a 29 anos que atuam nos setores mais vulneráveis aos impactos da chegada da tecnologia têm quase 5% menos chances de conseguir um emprego do que antes da IA. As áreas consideradas mais expostas são serviços de informação, comunicação e financeiros. “Eles estão, justamente, em trabalhos que trabalhadores mais seniores usam para tomar as suas decisões. Você precisa de um jovem para montar uma tabela, um gráfico, escrever um resumo”, aponta Daniel Duque, pesquisador-associado do Ibre. “São trabalhos que podem até ser qualificados e exigir algum tipo de qualificação, mas são um tanto mais burocráticos e são os mais facilmente substituídos pela IA, que pode fazer as coisas mais rápido, mais barato e, muitas vezes, melhor.” Os profissionais com mais experiência e na etapa final da carreira parecem poupados – pelo menos por enquanto. A ánalise dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostrou que as faixas de 30 a 44 anos e de 45 a 59 anos foram pouco ou nada afetadas. Os cargos “sêniores” envolvem mais responsabilidade, capacidade de análise e tomada de decisão que, mesmo nas áreas mais vulneráveis, estão menos suscetíveis à substituição pela IA, salienta Duque. Já para os jovens, os impactos começaram a ser sentidos no ano seguinte ao surgimento da inteligência artificial generativa de massa, com o chatGPT, no fim de 2022, e se aprofundaram em 2024 e 2025, com a aparição de outros robôs, como Claude e Gemini. “Provavelmente só vai piorar”, aposta. “Um dos aspectos dessa grande mudança que a gente está vendo é que a adoção da IA está sendo mais rápida do que a adoção de várias outras tecnologias no passado. Tanto o computador, quanto a internet foram sendo adotadas muito mais lentamente do que a IA está sendo, e é por isso que o efeito no mercado de trabalho está sendo muito rápido.” Impacto imediato nos países desenvolvidos Nos países desenvolvidos, onde a automatização do trabalho é mais acelerada, o recrutamento de jovens desenvolvedores já chegou a cair até 20%, constataram pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford, no Estados Unidos, em novembro de 2025. Em média, a queda da empregabilidade foi de 16% nos setores mais expostos. Na França, um estudo publicado em março pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos (Insee) revelou números semelhantes, mostrando que as empresas europeias já delegam à IA uma parte do trabalho que costumava ser realizado pelos “júniores”, como tratamento de dados e redação. “O Brasil está um pouco menos exposto do que os países desenvolvidos, mas existem as questões da substituibilidade, que é o quanto a pessoa é altamente substituível pela IA, e da complementaridade, ou seja, o quanto o trabalho dela é complementar ao da IA. Nisso, o Brasil está um pouco pior, porque entre as ocupações expostas, há um maior grau de exposição por substituição”, aponta Daniel Duque. “É um problema que o país vai enfrentar.” Formação dos profissionais do futuro em risco  A razão é a baixa qualificação da mão de obra no país: para ser complementar à IA, é preciso ter o domínio da tecnologia. Na França, a Associação Nacional de Recursos Humanos (ANDRH) notou, ainda, que algumas empresas têm optado por diminuir o número de estagiários e, no lugar, incentivar os funcionários a aumentar o uso da inteligência artificial. O risco, nestes casos, é que a longo prazo os futuros empregados sêniores tenham menos competências. “É um problema grande, porque é muito bem documentado que essas primeiras experiências no mercado de trabalho vão determinar, em grande parte, a sua trajetória toda no mercado de trabalho. Se você tira os trabalhadores do mercado nesse momento mais cedo da carreira, eles não vão formar experiências, não vão ter uma liderança em quem se espelhar depois e, com isso, não vão aprender a tomar as decisões que os sêniores estão tomando”, explica o pesquisador. “No futuro, talvez a gente vá criar melhores modelos de IA que vão acabar podendo tomar decisões tão boas ou melhores que as dos humanos e, de fato, a gente não vai precisar de mais trabalhador nenhum.” É por isso que a democratização do acesso à IA e a distribuição dos seus benefícios para a produtividade em todas as camadas da sociedade estão entre os principais desafios para o futuro do mercado de trabalho, salienta o pesquisador brasileiro.

A Voz do Brasil
Proposta incentiva capacitação de profissionais para atender autistas

A Voz do Brasil

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026


Cyber Morning Call
991 - Coreia do Norte mira profissionais de finanças com ataque contra macOS

Cyber Morning Call

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 11:02


Referências do EpisódioWEBINAR TEMPEST: Superfície exposta, acesso concedido: como ativos esquecidos formam o caminho perfeito para o atacanteDissecting Sapphire Sleet's macOS intrusion from lure to compromisePowMix botnet targets Czech workforceBeyond the breach: inside a cargo theft actor's post-compromise playbookAnalyzing the RondoDox Botnet: A DDoS and Mining ThreatNew Microsoft Defender “RedSun” zero-day PoC grants SYSTEM privilegesRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia

CBN Vitória - Entrevistas
Profissionais negras e negros ocupam menos cargos de gestão nas escolas, aponta pesquisa

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 8:20


Estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação (PPGPE/Ufes) aponta que para que uma pessoa negra alcance o cargo de coordenação pedagógica nas escolas, é necessário um nível de qualificação superior ao de profissionais brancas e brancos. A pesquisa, que teve como campo de análise escolas da rede estadual de ensino, revelou que 100% das pessoas coordenadoras pedagógicas autodeclaradas pretas possuem títulos de mestrado ou doutorado, enquanto a maioria das pessoas coordenadoras brancas tem somente especialização. Apesar da alta qualificação, pessoas pretas ocupam apenas 18,2% das vagas de gestão, ao passo que pessoas brancas concentram 59,1% das funções, evidenciando que o preparo acadêmico superior não é suficiente para romper as barreiras de acesso ao comando das escolas.Intitulada "Articulação da educação antirracista pela coordenação pedagógica em escolas da rede estadual de ensino do Espírito Santo", a dissertação de mestrado foi desenvolvida pelo pesquisador Josimar Nunes. O desenvolvimento da pesquisa e do produto educacional contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes). Em entrevista à CBN Vitória, o pesquisador fala sobre o assunto.

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Primeira Dama Cristiane Freitas | Caravana 3D: Governo de SP forma mais de 570 profissionais no Caminho da Capacitação em Campinas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 13:10


Iniciativa do Fundo Social do Estado levou qualificação a 11 bairros do município e conectou a população a mais de 1500 oportunidades com a Feira de Empregos

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas | Caravana 3D: Governo de SP forma mais de 570 profissionais no Caminho da Capacitação em Campinas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 14:47


Iniciativa do Fundo Social do Estado levou qualificação a 11 bairros do município e conectou a população a mais de 1500 oportunidades com a Feira de Empregos

Papo Pro ACBr
Papo Pro #13: Por que profissionais travam na comunicação (e como destravar) com Débora Alfano

Papo Pro ACBr

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 122:57


No Papo Pro Presencial de hoje, recebemos Débora Alfano, jornalista, apresentadora e mestre de cerimônias, para um bate-papo sobre sua trajetória profissional e os bastidores da comunicação no Brasil. Em uma conversa leve e cheia de histórias, exploramos sua experiência como figura públicam sua passagem pela Band e os aprendizados da carreira. Ao longo do episódio, Débora compartilha insights sobre o mercado de comunicação, práticas de postura, presença e comunicação que geram valor de verdade. Um conteúdo essencial para quem quer evoluir na comunicação e se posicionar melhor no mercado.#projetoacbr #papoproacbr #podcast #jornalismo #comunicação

Moda na Mochila
Designer de acessórios & empreendedora na Alemanha, com Fernanda Postal

Moda na Mochila

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 76:30


Matricule-se no THE FASHION ENGLISH METHOD - Curso de Inglês para Profissionais de Moda: https://www.modanamochila.com/thefashionenglishmethod Fernanda Postal é uma super mochiler, ela tem base na Alemanha, mas não para em casa, tá sempre viajando e fazendo a cobertura dos fashion weeks europeus. É difícil descrevê-la por apenas uma profissão; ela é cheia de talentos: é empreendedora; agora em janeiro ela lançou sua marca de beachwear, com estampas desenhadas por ela mesma! No turno “clt”, ela é designer especialista em bolsas e trabalha na Puma. E também cria muito conteúdo sobre moda e tendências no Instagram. A Feps é formada em Ciências Econômicas e Design de Moda e mestre em Design para o Sistema de Moda pelo Politecnico di Milano.convidada: https://www.instagram.com/fepps/ https://www.linkedin.com/in/fepps/ Fashion Career Bootcamp: https://www.modanamochila.com/consultoria newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/ 

DW em Português para África | Deutsche Welle
Praça Pública - 30 de Março de 2026

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 20:00


Moçambique: PR confirma que o país pode ser afetado pela crise dos combustíveis. Moçambique: Preço do chapa poderá subir, a menos que Governo subsidie transportadores semi coletivos de passageiros. Moçambique: Profissionais de saúde acusam o Governo de permitir “colapso progressivo” na Saúde. Angola: Alegada negligência que levou à morte de uma criança reacende debate sobre humanização na saúde.

Moda na Mochila
Crises da minha carreira de moda internacional

Moda na Mochila

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 43:48


Matricule-se no THE FASHION ENGLISH METHOD - Curso de Inglês para Profissionais de Moda: https://www.modanamochila.com/thefashionenglishmethod Mari compartilha algumas das principais crises que enfrentou ao longo da sua carreira internacional na moda — desde quando considerou abandonar a área ao se mudar para o Canadá, até lidar com um chefe tóxico no seu primeiro emprego como designer e a insegurança ao se comunicar em inglês em um ambiente corporativo. Ao longo do episódio, ela fala sobre dúvidas, mudanças de rota, medo de fechar portas e a pressão de começar do zero em outro país. Mas também sobre o que a ajudou a atravessar esses momentos: testar novas possibilidades, continuar conectada com a moda, investir na comunicação e contar com uma comunidade. Um episódio honesto sobre os altos e baixos da vida de mochiler — e por que as crises também fazem parte da construção de uma carreira internacional na moda.newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/

Podcast Rebelião Saudável
Os Cavaleiros do Apocalipse Nutricional: Tópicos Quentes de 2026

Podcast Rebelião Saudável

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 66:43


Nesse podcast, eu, Dr. Adolfo Duarte (@DrAdolfoDuarte), Dr. William Rutzen (@Dr.WilliamRutzen) e Felipe Viana (@DensaNutricao) conversamos sobre os tópicos quente de 2026:PeptídeosCanetinhas milagrosasJejum Intermitente não serve pra nadaEvolução para Profissionais da Área de SaúdeVocê também pode nos acompanhar no instagram, http://www.instagram.com/henriqueautran.  E em nosso canal do YouTube: https://youtube.com/c/henriqueautran.  No Clube de Leitura, exploramos juntos obras que desafiam o senso comum — livros que unem ciência, filosofia e ancestralidade — sempre com uma visão crítica e prática para transformar o conhecimento em ação.

Moda na Mochila
Têxtil, Moda & Tecnologia na Escócia, com Hellen Formaggini

Moda na Mochila

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 76:50


Matricule-se no THE FASHION ENGLISH METHOD - Curso de Inglês para Profissionais de Moda: https://www.modanamochila.com/thefashionenglishmethod Hellen Formaggini é mineira, mochiler e atualmente mora em Glasgow, na Escócia. Sua trajetória na moda começou no design, criando coleções para várias marcas de BH, e grandes outras marcas como Morena Rosa, Lenny Niemeyer, além de ter desenvolvido sua própria marca autoral. Com o tempo, ela expandiu sua atuação para outras áreas, como a pesquisa de tendências e a estratégia para a FIEMG. Até que chegou o momento de dar o grande passo: Hellen arrumou a mochila e se mudou para a Escócia. Hoje, é mestranda em Textile, Fashion and Technology na Glasgow School of Art e foi selecionada para a prestigiada — e super concorrida — bolsa Chevening, do governo britânico. Nos últimos anos, Hellen também tem se dedicado a apoiar outras mochilers: ela lidera projetos e workshops de arte, têxtil e moda para mulheres refugiadas e migrantes que moram em Glasgow.#PodcastDeModaconvidada: https://www.instagram.com/hellenformaggini/ https://www.linkedin.com/in/hellen-formaggini-5b9205142/ newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/ 

Moda na Mochila
Aprender idiomas pode proteger sua mente e sua carreira na moda (em tempos de IA)

Moda na Mochila

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 34:20


Matricule-se no THE FASHION ENGLISH METHOD - Curso de Inglês para Profissionais de Moda: https://www.modanamochila.com/thefashionenglishmethod Mari discute a importância de estudar idiomas em tempos de inteligência artificial — especialmente para profissionais de moda que querem atuar no mercado internacional. A partir da história de uma aluna que conseguiu um trabalho freelancer global usando IA, mas travou na hora de apresentar sua coleção em inglês, Mari explica por que a tecnologia não substitui a confiança e a comunicação humana. Ela compartilha quatro motivos essenciais para aprender idiomas: aumentar a confiança e a autoestima, ampliar a compreensão cultural (fundamental para quem trabalha com moda), criar conexões reais em contextos internacionais e fortalecer a saúde mental e cognitiva. Um episódio para quem quer furar a bolha da moda global e construir uma carreira internacional com mais segurança e liberdade.LISTA DE ESPERA - Novo Curso do Moda na Mochila - https://forms.gle/HqmUxkuKbmnAcTDT7 newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/  Episódios mencionados: Inventando Moda com Doris Treptow | Moda na Mochila Podcast https://www.youtube.com/watch?v=5taCL08qjdk&t=34s Joalheria e gestão de luxo na França, com Maíra Rebelo | Moda na Mochila Podcast 149https://www.youtube.com/watch?v=DX8pfTwKeIM&t=8s LIVRO - Fichas Técnicas de Moda - Doris Treptow & Denis Fraga - receba gratuitamente uma amostra do livro: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdfwmnpaff8GODXPc26u7XQZj18emi7vOAps1RQwCMWR_ZUWg/viewform Fontes:https://www.instagram.com/p/DP_M8gZjvJL/?img_index=1https://www.nationalgeographic.com/health/article/speaking-multiple-languages-slow-brain-aging

Oxigênio
#215 – Tecnologias para a soberania digital

Oxigênio

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 41:00


Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o  êxodo quando Musk assumiu o X.  DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos.  DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos.  DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra.  ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música]  ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento.  DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje.  Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa.  RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível.  ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus.  Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais.  MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. ​ Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. ​E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo.  DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso.  MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano.  MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação.  MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica.  ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais.  [VINHETA OXIGÊNIO]   Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot  Rede Organica.Social: https://organica.social/explore  Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/   BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump.  DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. 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Moda na Mochila
Multipotencialidade: aliada ou inimiga na carreira internacional? Com Camila Rodrigues

Moda na Mochila

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 78:53


Matricule-se - THE FASHION ENGLISH METHOD - Curso de Inglês para Profissionais de Moda: https://www.modanamochila.com/thefashionenglishmethod Camila Rodrigues é uma profissional de moda multipotencial que vem conquistando seu espaço no mercado canadense. Formada em Design de Moda pela Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, com pós-graduação em Design de Superfícies (estamparia) pelo SENAI/CETIQT, a Cami construiu uma trajetória diversa. Ao longo da carreira, ela já atuou como designer de moda, designer de estampas, gerente de produção, visual merchandiser e no desenvolvimento de produtos, tanto no Brasil quanto no Canadá. Em muitos mercados internacionais, não ter uma única especialidade pode ser interpretado como “falta de foco”. Mas neste episódio, a Cami mostra exatamente o contrário: como transformou sua multipotencialidade tão característica de muitos profissionais brasileiros — em vantagem competitiva para furar a bolha da moda e construir uma carreira sólida fora do país.convidada: https://www.linkedin.com/in/camilaoliveirarod/  https://www.instagram.com/heycami_/ https://www.instagram.com/2fashion2day/ newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/ 

CAFÉ COM TRI
EP.25 - Triatletas Amadores x Profissionais: Eduardo Braz | Café com Tri power by stemma

CAFÉ COM TRI

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 42:49


Um bate-papo direto e provocativo sobre as diferenças – e semelhanças – entre triatletas amadores e profissionais. Com a experiência prática de quem vive o esporte em alta performance, o Coach Eduardo Braz traz reflexões sobre volume e intensidade de treino, recuperação, mentalidade competitiva, gestão de carreira, patrocínio, pressão por resultado e equilíbrio com vida pessoal e trabalho.Até que ponto o amador pode – ou deve – treinar como um profissional? O que realmente separa esses dois mundos: tempo disponível, genética, suporte multidisciplinar ou mentalidade? E onde eles se encontram?Um conteúdo essencial para quem vive o triathlon com paixão, busca evolução constante e quer entender os bastidores da performance de verdade.Então clica aqui, pegue seu café… e vem com a gente! ☕

ONU News
Conflito no Oriente Médio mata centenas de crianças e profissionais de saúde

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 2:41


Agressões se expandem para novas frentes ameaçando civis e infraestrutura energética do Golfo; chefe de agência de energia atômica pede cautela para evitar incidente radiológico no Irã; Missão Internacional Independente quer que governo iraniano acabe com bloqueio das comunicações e da internet. 

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 09/02/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 52:00


Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (9): Comissão de Valores Mobiliários começa investigação sobre ações do Banco Master. Hugo Motta avança com proposta que acaba com a escala 6x1 e vai criar comissão especial na Câmara para discutir projeto. Profissionais de saúde de São Paulo começam a ser vacinados com imunizante de dose única contra a dengue. Pré-Carnaval registra furtos, confusão e prisões de foragidos em São Paulo e em Salvador. Condenada por exploração sexual de menores, ex-namorada de Jeffrey Epstein fica calada em depoimento a deputados nos Estados Unidos. No futebol, os gols do fim de semana.

Podcast do PublishNews
408 - Censo Nacional dos Profissionais de Quadrinhos e Humor Gráfico

Podcast do PublishNews

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 71:40


No podcast do PublishNews conversamos sobre o Censo Nacional dos Profissionais de Quadrinhos e Humor Gráfico, uma iniciativa da Quadrinhopédia em parceria com o Comitê Nacional de Quadrinhos e o coletivo Quadrinistas Uni-Vos. O projeto fez um mapeamento de todas as pessoas que trabalham e atuam com quadrinhos e/ou humor gráfico no Brasil. Para falar um pouco sobre esta importante pesquisa, Lucio Luiz é jornalista, roteirista de quadrinhos e pesquisador acadêmico e fundador da Quadrinhopédia e Paloma Diniz, ilustradora para livros, revistas, HQs, audiovisual e animações, discutem as motivações por trás do censo, os desafios enfrentados pelos profissionais, a necessidade de valorização e profissionalização da categoria. Além disso, são abordados estereótipos e barreiras que dificultam a inclusão de diversos grupos no mercado de quadrinhos. Você pode baixar o censo aqui: https://quadrinhopedia.com.br/wp-content/uploads/censo2025.pdfEste é um episódio 408 do Podcast do PublishNews do dia 10 de fevereiro de 2026 e gravado no dia 9. Eu sou Fabio Uehara e não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E também nos siga no YouTube ou no Spotify, onde você pode comentar, dar sugestões até 5 estrelas. E agora Lucio Luiz e Paloma DinizIndicações:Fun home - Alison Bechdel (Todavia) https://todavialivros.com.br/livros/fun-homeQuando Nasce a Autoestima?- Regiane Braz e Jefferson (Trem fantasma) https://editoratremfantasma.com.br/produto/quandonasce/História em Quadrinhos: essa desconhecida arte popular - Thierry Groensteen (Marca de Fantasia) https://www.marcadefantasia.com/livros/livros.html

JORNAL DA RECORD
09/02/2026 | 1ª Edição: Profissionais de saúde de cidades paulistas começam a ser vacinados contra dengue

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 3:24


Confira nesta edição: profissionais de saúde de cidades paulistas começam a ser vacinados nesta segunda-feira (9) contra a dengue com imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. Ainda em São Paulo, a Defesa Civil montou gabinete de crise devido à previsão de chuva em diferentes regiões do INSS. E a CPMI do INSS ouve, nesta segunda-feira (9) os depoimentos do deputado estadual do Maranhão, Edson Araújo (PSB) e do empresário Paulo Camisotti. Edson Araújo é um dos investigados na operação Sem Desconto, que revelou o esquema de fraudes em benefícios do INSS. Já Paulo Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, que está preso desde setembro e, segundo as investigações, teria se beneficiado das irregularidades.

DW em Português para África | Deutsche Welle
2 de Janeiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 19:59


Presidente da Associação dos Profissionais de Saúde de Moçambique denuncia perseguição por acusar o Governo de ocultar falta de medicamentos e material cirúrgico nos hospitais. Sociedade angolana marcha este sábado para repudiar a violação sexual de uma menor e exigir leis mais duras contra este tipo de crime. Partidos da oposição em Angola enfrentam conflitos internos.

Hipsters Ponto Tech
“Centenas de pessoas fazem DATA ANALYTICS fora da TI”: CULTURA DE DADOS na TIM | Jone Vaz – Hipsters.Talks #17

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 32:49


Centenas de pessoas na TIM fazem data analytics fora da área de tecnologia. Advogados criando modelos no Vertex. Profissionais de marketing usando DataProc. Como equilibrar autonomia com governança sem criar Shadow IT? No décimo sétimo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alun, conversa com JONE VAZ, Diretor de Data e IA da TIM, sobre cultura de dados, citizen developers, IA Academy e como democratizar tecnologia em uma empresa de 60 milhões de clientes. Uma conversa sobre o futuro da TI corporativa. Prepare-se para um episódio cheio de conhecimento e inspiração!

Bem Estar
Vício em remédios para dormir: como reconhecer e como tratar

Bem Estar

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 25:46


O sono - ou a falta dele - é hoje uma das grandes preocupações de saúde com impacto na rotina de milhões de brasileiros. O ritmo de vida agitado, o estresse, as preocupações financeiras, a violência, o excesso de redes sociais, tudo isso tem impacto na saúde mental e, consequentemente, nas nossas horas de repouso. Buscando uma solução, muitos insones apelam para medicações como os benzodiazepínicos ou os remédios da chamada classe Z , o mais conhecido deles é o Zolpidem. E acabam usando esses remédios sem acompanhamento médico e exagerando na dose, o que traz sérias consequências. Profissionais e sociedades médicas soaram o alerta e Anvisa e Academia Brasileira de Neurologia publicaram regras e diretrizes para prescrição e venda desses medicamentos. Hoje a conversa é com a Dra. Andrea Bacellar, neurologista da Academia Brasileira do Sono. Ela vai explicar que regras são essas, como podemos nos livrar do vício nesses medicamentos e qual é a forma correta de tratar a insônia

Caio Carneiro - Podcast Fod*
Como DOMINAR o mercado da Beleza? - Dani Venâncio | Como Você Fez Isso?

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Aug 27, 2025 81:52


Seu salão trabalha para você ou você trabalha para ele? Dani Venâncio, especialista em gestão para negócios de beleza, revela o erro fatal que impede a maioria dos salões de ter lucro e ensina o caminho para construir um negócio rentável, com equipe engajada e clientes que sempre voltam.