Podcasts about arquitetura

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Latest podcast episodes about arquitetura

Decor e Arte
Decor e Arte - Antes de colorir o teto

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 1:23


Tetos coloridos dão um charme ao ambiente, mas é necessário observar alguns detalhes. Descubra quais são eles no episódio de hoje!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - O estilo granny chic

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 1:26


Inspirado no charme das casas de avó, o estilo granny chic valoriza a mistura de peças afetivas, estampas clássicas e elementos vintage para criar ambientes acolhedores e cheios de personalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Momento Tecnologia - USP
Momento Tecnologia #150: Plataforma SampaAdapta monitora o calor urbano e promove políticas públicas para adaptação climática

Momento Tecnologia - USP

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 6:35


O Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, criaram a plataforma SampaAdapta, que visa a monitorar o calor urbano e promover políticas públicas para a adaptação climática. Humberto Ribeiro da Rocha, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explica como o projeto surgiu e como funciona o monitoramento. “A iniciativa é da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo e vem de um projeto feito em colaboração com a USP, que faz a especificação dos instrumentos e a instalação deles em conjuntos de ambientes interno de residências e ambientes externos, além da análise de bancos de dados de temperatura e umidade do ar. Além da USP e da Prefeitura, existe uma instituição chamada Vital Strategy, que fez o convênio com a Prefeitura para buscar dados que fossem trazer um pouco mais de entendimento dessa variação do microclima dentro e fora de residências e quais os impactos isso pode trazer na saúde humana. Faz parte da iniciativa colaborar para um estudo de entendimento de como esses extremos de temperatura e de umidade do ar podem influenciar no agravamento de doenças ou proliferação de viroses e a intensidade de epidemias.” Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.

UniForCast
#4 Cobogó - Henrique Fante

UniForCast

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 31:38


Produzido pela Universidade de Fortaleza (Unifor), o Cobogó, videocast parceiro do Núcleo de Podcast da TV Unifor, irá mergulhar profundamente no mundo da arquitetura, explorando não apenas os aspectos técnicos e estéticos, mas também a influência cultural e social da disciplina, com bate-papo envolvente, sempre com convidados para enriquecer o debate. Na nova temporada, o apresentador Jonas Arabzili recebe Henrique Fante, formado em Arquitetura e Urbanismo e fundador do escritório AF Studio Arquitetura. O profissional atua com projetos voltados principalmente para casas de praia, hotelaria e arquitetura contemporânea, além do acompanhamento e execução de obras.

Decor e Arte
Decor e Arte - Tetos coloridos

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 1:22


Tetos coloridos ganham destaque na arquitetura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Quero uma ruptura

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 1:31


Você conhece a poltrona chifruda? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
Momento Cidade #93: De que forma os “prédios-monumento” alteram a vida ao seu redor?

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 9:00


Neste episódio, o entrevistado é o pesquisador Alessandro Sbampato, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP. Ele é autor da tese "Rio e Lisboa: arquitetura e ordenação da paisagem", orientada pelo professor Rodrigo Cristiano Queiroz

Decor e Arte
Decor e Arte - Cobogó além da estética

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 1:14


Além de valorizar a estética, o cobogó favorece a ventilação dos ambientes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DoTheMATH
O método da Bosch para validar tecnologia - #220

DoTheMATH

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 44:34


No episódio 220 do DoTheMATH, Rodrigo Rangel, Drive Lead de Soluções Digitais para a Área de Negócios da América Latina na Bosch, explica por que tantas iniciativas de IA, automação e transformação digital acabam gerando custo em vez de valor. “É muito fácil se apaixonar pela solução. Difícil é se apaixonar pelo problema.” A conversa aborda como grandes organizações equilibram inovação, governança e velocidade, além dos desafios de evitar decisões guiadas pelo entusiasmo tecnológico em vez de necessidades reais do negócio. Ao longo do episódio, Rodrigo compartilha como a Bosch estrutura decisões entre negócio, tecnologia e governança, discute os riscos do uso indiscriminado de IA, low-code e vibe coding, e explica por que melhorar processos continua sendo pré-requisito para qualquer iniciativa de automação. Siga o DoTheMATH no Spotify para acompanhar conversas sobre IA, dados, tecnologia, liderança e negócios com quem está construindo operações complexas no mercado. Novos episódios toda quarta-feira. Apresentação Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Fabiana Amaral, Brand and Culture Executive Director, MATH Convidado Rodrigo Rangel, Drive Lead de Soluções Digitais para a Área de Negócios da América Latina, BoschCapítulos 00:00 – Introdução e contexto 07:31 – Tecnologia como estratégia de negócio 16:28 – Por que inovação gera custo e não valor 22:02 – Arquitetura, MVP e velocidade 30:24 – O que startups e grandes empresas aprendem entre si 42:02 – O indicador que mostra geração de valor 44:53 – Conclusão Para ouvir e seguir: 

Appleton Podcast
Episódio 195 – “Desenhar o silêncio” – Conversa com Sara Chang Yan

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 92:00


Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Decor e Arte
Decor e Arte - Janela high-tech

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 1:30


Você já conhece a janela high-tech? No episódio de hoje, Janina Ester fala sobre os detalhes dessa nova tecnologia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - CASACOR São Paulo

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 1:19


CASACOR São Paulo começa nesta terça-feira (2). Saiba os detalhes desta edição no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Ideias para valorizar uma parede

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 1:22


No episódio de hoje, vamos explorar ideias criativas, práticas e acessíveis para transformar paredes comuns em verdadeiros destaques da decoração.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Emílias Podcast
Robótica na Pesquisa e na Educação, com Ana Patrícia Magalhães (UNEB)

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later May 29, 2026 36:39


Neste episódio, Ana Patrícia Magalhães, professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), é entrevistada por Adolfo Neto e Carolina Bruno. Ela fala sobre sua pesquisa e seus projetos de educação com robótica, robótica de serviço, o uso de LLMs em suas investigações e também sobre competições na área.Sobre Ana Patrícia Magalhães:E-mail: apmagalhaes@uneb.brCurrículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9035802389892301 ACSO (Centro de Pesquisa em Arquitetura de Computadores, Sistemas Inteligentes e Robótica): https://acso.uneb.br/acso/ Elas nas Exatas UNEBSite Oficial: https://www.elasnasexatas.uneb.br/Instagram: https://www.instagram.com/elasnasexatas_uneb/YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCV59bR0dFGJqrcxKA-r5RKQIndicaçõesFerramentas e CompetiçõesSonic Pi: https://sonic-pi.net/Robocup: https://robotica.robocup.org.br/Cultura Pop e VídeosOs Jetsons: https://www.imdb.com/title/tt0055683/ Rosey the Robot: https://www.imdb.com/title/tt0773919/ Vídeos da Rosey:https://www.youtube.com/watch?v=iKKOV4yGI_M https://www.youtube.com/watch?v=-rVeOh1I-uY What most schools don't teach - Legendado PT-BR: https://www.youtube.com/watch?v=iKKOV4yGI_M Episódio 138Edição: João dos AnjosSite do Emílias: https://utfpr.curitiba.br/emilias/ 

Entre Chaves
Nem toda ferramenta de IA vai simplificar sua segurança

Entre Chaves

Play Episode Listen Later May 29, 2026 4:43


Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#269 Entendendo riscos e oportunidades do Claude Mythos”.Nele, nossos hosts debatem o paradoxo das ferramentas de segurança automatizadas e como o equilíbrio entre atacantes e defensores pode mudar drasticamente. Eles exploram por que novos paradigmas de vulnerabilidade surgem mais rápido do que as soluções e o que isso significa para o futuro dos profissionais de segurança. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Atacantes x defensores;Vulnerabilidades abertas;Fortalecimento de defesas;Arquitetura segura;Políticas segurança;Novos paradigmas.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #inteligenciaartificial

Decor e Arte
Decor e Arte - Clássicos do design: o carrinho de chá JZ

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 29, 2026 1:32


No episódio de hoje, Janina Ester fala sobre um ícone charmoso e atemporal do design: o carrinho de chá JZ.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Por que não usar vidro em muros?

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 28, 2026 1:17


Usar vidro sobre muros é cada vez menos recomendado. Saiba o por quê no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Muro alto ou muro baixo?

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 27, 2026 1:42


Em busca de segurança, os muros das casas estão cada vez mais altos. Mas será que essa é a melhor opção? Saiba mais no episódio de hoje com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Deixem nossa casa grande em paz

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 26, 2026 1:51


Nem sempre, trocar uma casa grande por uma menor é a melhor opção.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Cantinho: barista, mixologist e tea masters

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 25, 2026 1:30


Cafés sofisticados ganham espaço na decoração. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

UniForCast
#3 COBOGÓ - ISLA SENA

UniForCast

Play Episode Listen Later May 25, 2026 27:46


Produzido pela Universidade de Fortaleza (Unifor), o Cobogó, videocast parceiro do Núcleo de Podcast da TV Unifor, irá mergulhar profundamente no mundo da arquitetura, explorando não apenas os aspectos técnicos e estéticos, mas também a influência cultural e social da disciplina, com bate-papo envolvente, sempre com convidados para enriquecer o debate. Ficha Técnica:Produção: Beatriz Barros, Caio Nuto, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, João Pedro Moreira, Luana Gonzaga, Lucas Moreira, Matheus Pinheiro, Rafaela Barbosa e Wivyna SantosCoordenação Técnica: Hélio VianaProfessora Orientadora: Ana Paula FariasSecretária Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana QuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de FortalezaTransmissão: Canal UniforCast - Spotify, Deezer, entre outros.

OsProgramadores
E-153-Luiz Carlos Faria-Cloud Native Solutions Architect / .NET Software Architect

OsProgramadores

Play Episode Listen Later May 24, 2026 68:32


Neste episódio do podcast OsProgramadores, Marcelo conversa com Luiz Carlos Faria sobre arquitetura de software, cloud native, containers, mensageria e os desafios reais de construir sistemas resilientes e escaláveis.Luiz compartilha sua visão prática sobre engenharia de software moderna, combinando profundidade técnica com pensamento estratégico de produto — sempre focando em transformar ideias em soluções que realmente funcionam em produção.Luiz Carlos Faria é especialista em:

Decor e Arte
Decor e Arte - Clássico do design: a poltrona paulistana

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 22, 2026 1:38


No episódio de hoje, Janina Ester fala de um clássico do design: a poltrona paulistana.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
Momento Cidade #92: Como o Urbanismo Tático pode ajudar a devolver a cidade para as pessoas?

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 21, 2026 8:58


Neste episódio, a entrevistada é a pesquisadora Ana Carolina Martins Dias Felizardo, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP em São Carlos. Ela é autora da dissertação "Investigações críticas acerca do urbanismo tático: [in]congruências e disputas", orientada pelo professor David Sperling

Decor e Arte
Decor e Arte - Decoração: reflexo da sociedade

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 21, 2026 1:30


A decoração traduz o momento vivido pela sociedade. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mercado Imobiliário
Entrevista Rippa Arquitetura

Mercado Imobiliário

Play Episode Listen Later May 19, 2026 1:51


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Appleton Podcast
Episódio 193 – “From Space Collectors to Space Zero” – Conversa com Paula Melâneo e Luca Martinucci

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later May 19, 2026 45:50


Paula MelâneoÉ arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações. Luca MartinucciNasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Links: https://www.1825.pt/ https://space-collectors.com/ https://paraisohoje.pt/ https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/ https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1 Episódio gravado a 18.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Decor e Arte
Decor e Arte - Só dá apartamento compacto

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 19, 2026 1:34


Mudança no mercado imobiliário destaca apartamentos pequenos. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Escolhas que fazem diferença na cozinha pequena

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 18, 2026 1:25


No episódio de hoje, saiba como aproveitar cada espaço da sua cozinha. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Mais sertão, menos Milão

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 15, 2026 1:33


Hoje, vamos falar sobre a valorização da identidade brasileira na arquitetura e no design, inspirada na expressão “Mais sertão, menos Milão”, de Mauricio Arruda.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Zé Ibarra + Leo Minax - 14/05/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later May 14, 2026 58:53


En primicia tres temas del futuro disco de Leo Minax y La Ventolera, 'Escuta, sopra, vê', que contiene música de Leo grabada con sección de vientos ('Arquitetura', 'Pierrôt', 'Paçoca') y que aún no tiene fecha de publicación en el horizonte. Más canciones como 'Azul', 'Vagabundos', 'Canção de despertar', 'Teia' o 'Tempo de samba' de 'Con la mosca detrás de la oreja', primer disco de Leo (guitarra y voz) y Germán Kucich (piano) que ya tienen casi a punto el segundo. Y escuchamos a Zé Ibarra (Banda Dônica, Milton Nascimento, Bala Desejo) con 'Infinito em nós', 'Segredo', 'Transe' -de su disco 'Afim'-, 'Itamonte' -del disco 'Marquês 256'- y 'Baile de máscaras' de 'Live at Glasshaus'. Escuchar audio

Decor e Arte
Decor e Arte - Sótão: detalhes que fazem diferença

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 14, 2026 1:06


Alguns detalhes podem fazer toda a diferença no seu sótão. Dê o play e saiba quais são!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Um sótão para chamar de seu

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 13, 2026 1:07


Com um bom projeto, o sótão pode se tornar um lugar especial da casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

os agilistas
#346 – Grupo Diagonal: liderando a integração entre departamentos na era da IA

os agilistas

Play Episode Listen Later May 11, 2026 32:17


Sua empresa tem investido em IA, mas cada departamento trabalha separadamente? Neste episódio, recebemos Jociele França, Gerente de Experiência do Cliente, Tecnologia e Dados no Grupo Diagonal. Ela compartilha como a empresa conduziu a evolução digital quebrando silos organizacionais e mapeando a jornada do cliente através dos setores. Além disso, traz os principais desafios de priorização e como implementar IA com visão sistêmica para evitar melhorias isoladas que prejudicam a experiência final. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados:Quebra de silos organizacionais;Jornada do cliente;Segmentação de personas;Priorização de iniciativas;Entregas contínuas;Arquitetura escalável;IA experimental.Links importantes:NewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato:  osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases

Decor e Arte
Decor e Arte - Ideias para separar ambientes sem levantar paredes

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 11, 2026 1:19


No episódio de hoje, Janina Ester da diversas opções para separar ambientes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viração - ADUFPel
Viração 282 - Eugenia x direito à cidade

Viração - ADUFPel

Play Episode Listen Later May 11, 2026 43:56


Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre eugenia e direito à cidade. Abordamos a relação entre eugenia e direito à cidade, como práticas de exclusão ainda moldam os espaços urbanos e definem quem pode ocupá-los, políticas de “limpeza” social e caminhos para construir cidades mais justas, democráticas e inclusivas.O entrevistado é o professor de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas e doutor em Dinâmicas Territoriais do Desenvolvimento, Marcelo Karloni da Cruz. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ /⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ twitter⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ /⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ facebook⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Trilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License⁠⁠⁠⁠http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/⁠⁠⁠

Decor e Arte
Decor e Arte - A luminária Flowerpot

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 8, 2026 1:37


Luminária Flowerpot é um clássico atemporal da arquitetura. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
Momento Cidade #91: Como o lucro tomou o espaço das pessoas no coração das cidades?

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 7, 2026 7:14


Neste episódio, o entrevistado é o professor Paulo Cesar Xavier Pereira, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design da USP. Ele é organizador do livro “Reconfiguração das cidades contemporâneas: contradições e conflitos”, disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos

UniForCast
#2 Cobogó - Keli Parentes

UniForCast

Play Episode Listen Later May 7, 2026 26:52


Produzido pela Universidade de Fortaleza (Unifor), o Cobogó, videocast parceiro do Núcleo de Podcast da TV Unifor, irá mergulhar profundamente no mundo da arquitetura, explorando não apenas os aspectos técnicos e estéticos, mas também a influência cultural e social da disciplina, com bate-papo envolvente, sempre com convidados para enriquecer o debate. Ficha Técnica:Apresentação: Jonas ArabziliProdução: Beatriz Barros, Caio Nuto, Clara de Assis, Fellipe Ferreira, Isabela Fortaleza, João Pedro Moreira, Luana Gonzaga, Lucas Moreira, Matheus Pinheiro, Rafaela Barbosa e Wivyna SantosEdição: Marco SaviEquipe Técnica: André Souza, Ermesson Ferreira, Leandro Pozo, Marcelo Falcão, Priscilla Souza e Ricardo VenturaCoordenação Técnica: Hélio VianaProfessora Orientadora: Ana Paula FariasSecretária Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana QuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de Fortaleza

Decor e Arte
Decor e Arte - Algumas opções de divisórias

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 6, 2026 1:24


No episódio de hoje, Janina Ester apresenta opções de divisórias para ambientes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - A integração é para você

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 5, 2026 1:34


A integração não precisa ser uma regra. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - A Materialidade no Decor

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 4, 2026 1:42


A materialidade faz toda a diferença na decoração do ambiente. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - No Dia do Trabalho: home office

Decor e Arte

Play Episode Listen Later May 1, 2026 1:32


Home office ganha destaque em alguns projetos. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - A evolução das fotos de arquitetura

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 1:47


O conceito estético japonês que valoriza a imperfeição chega às fotos de arquitetura. Saiba mais com Janine Ester.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - Curiosidades do Edifícil JK

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 1:45


Construído nos anos 50, o Edifícil JK foi projetado por Oscar Niemeyer. Dê o play ara saber mais sobre esse ícone da arquitetura!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Decor e Arte
Decor e Arte - O apartamento mais caro da história

Decor e Arte

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 1:42


Apartamento mais caro do mundo é comprado por ucraniano. Saiba mais no episódio de hoje, com Janina Ester!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate da Super Manhã
Recuperação da região central do Recife

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 53:27


Debate da Super Manhã: Revitalizar e reverter o cenário de degradação que marca o bairro da Boa Vista e demais áreas do centro do Recife: esse é o objetivo de um estudo para devolver a vitalidade da região, que terá início pela Rua da Imperatriz, em uma construção coletiva com a participação de várias frentes: governamental, acadêmica e sociedade civil. No debate de hoje, vamos conversar com os nossos convidados sobre o projeto de restauração da localidade, com a preservação do passado e a funcionalidade para o futuro, além de investimentos geradores de novos negócios e do resgate da importância histórica da capital pernambucana. Participam o economista e coordenador-geral de Estudos e Pesquisas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), José Farias; o arquiteto e urbanista Francisco Cunha; e as arquitetas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, responsáveis pelo projeto, Iana Ludermir e Juliana Cunha Barreto.

Oxigênio
#215 – Tecnologias para a soberania digital

Oxigênio

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 41:00


Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o  êxodo quando Musk assumiu o X.  DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos.  DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos.  DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra.  ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música]  ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento.  DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje.  Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa.  RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível.  ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus.  Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais.  MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. ​ Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. ​E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo.  DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso.  MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano.  MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação.  MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica.  ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais.  [VINHETA OXIGÊNIO]   Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot  Rede Organica.Social: https://organica.social/explore  Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/   BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump.  DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. 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A BASÍLICA PERDIDA DE VITRÚVIO: A DESCOBERTA QUE REESCREVE A HISTÓRIA DA ARQUITETURA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 15:57


Por mais de dois milênios, a Basílica de Vitrúvio existiu apenas como uma descrição detalhada em "De Architectura", o tratado mais influente da história da construção civil. Considerada por muitos um "edifício fantasma", a obra do maior teórico da arquitetura romana foi finalmente localizada sob o solo da cidade de Fano, na Itália. Neste vídeo, a Brasil Paralelo explora os detalhes desta descoberta arqueológica extraordinária, comparada por especialistas à abertura da tumba de Tutancâmon. Com a participação do arquiteto Bruno Perenha, analisamos como as ruínas encontradas na Piazza Andrea Costa coincidem milimetricamente com os relatos de Marcus Vitruvius Pollio, datados de 19 a.C. Entenda por que Vitrúvio é considerado o homem que ensinou o mundo a construir através dos pilares Firmitas (Solidez), Utilitas (Utilidade) e Venustas (Beleza), e como seu pensamento influenciou gênios como Leonardo da Vinci na criação do Homem Vitruviano. Além disso, discutimos como o passado tem retornado à superfície em locais como a Amazônia e o México, desafiando nossa percepção sobre a complexidade das civilizações antigas.

Hipsters Ponto Tech
O FUTURO da ARQUITETURA DE SOFTWARE: autonomia e responsabilidade técnica | Cristiano Gomes – Hipsters.Talks #20

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 28:15


Definir arquitetura não é trivial. Em um mundo de squads autônomos, cloud, microserviços e times cada vez mais distribuídos, quem decide arquitetura hoje? Onde termina a autonomia e começa a governança? No vigésimo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com CRISTIANO GOMES, fundador e CEO da Elegant Garden, sobre arquitetura de software na era da agilidade, o papel dos tech leads, a volta (repaginada) das áreas de arquitetura e como equilibrar performance, escalabilidade, resiliência e negóciosem cair em burocracia. Uma conversa profunda sobre o pêndulo da tecnologia: do Waterfall ao Ágil, da autonomia total à necessidade de padrões mínimos, e sobre como a arquitetura não desapareceu, ela mudou de lugar. Prepare-se para reflexões práticas, exemplos reais e insights de quem viveu consultoria, grandes corporações e liderança técnica na prática. Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!