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Negociações começam agora, com os sindicatos, para a revisão do estatuto do Ensino de Português no Estrangeiro. Conselheiros das comunidades lamentam não terem sido ouvidos. Vinhos portugueses promovidos em Los Angeles.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta edição começa com o momento actual da Lavradores de Feitoria, que tem na assinatura “Douro Colectivo” o seu manifesto. Depois, descobrimos alguns dos segredos de duas vinhas velhas do Dão, Vinha das Pedras Altas e Centenária Pai d'Aviz, ambas da Casa da Passarella. No final, deixamos-lhe ainda as nossas sugestões para a sua garrafeira. Fique para o que é realmente essencial.
Quando pensamos nos históricos países do vinho, quase ninguém menciona a Macedônia do Norte. Escondida entre montanhas balcânicas e vales banhados pelo rio Vardar, existe uma das culturas vínicas mais antigas da Europa… e talvez uma das mais subestimadas do mundo?.Nesta videoaula abordo sobre o país onde o vinho não é apenas bebida, é identidade, resistência, herança e alma. Falo sobre a poderosa Vranec, as vinhas de Tikveš e imensas outras curiosidades de um terroir que começa finalmente a chamar atenção internacional..
Neste fim de semana, Casa Branca, distrito de Brumadinho, recebe Festival de Queijos, Massas e Vinhos. Saiba os detalhes do evento no episódio de hoje, com Isabela Lapa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fala Carlão Especial de Sábado e o Turista Profissional desembarcam em Fredericksburg, no coração do Texas Hill Country. Fundada em 1846 por imigrantes alemães, a cidade tem 175 anos de história preservada em ruas charmosas repletas de boutiques, cafés e restaurantes. O Turista passeou pela Main Street e mostrou de perto o charme dessa mistura única de cultura texana com raízes germânicas. Parte da segunda maior região vinícola dos EUA, a Texas Hill Country AVA, Fredericksburg concentra mais de 50 vinícolas ao longo da Highway 290, epicentro do enoturismo no Texas. Um destino que combina história, gastronomia e paisagens únicas do interior americano.
Começamos no arquipélago da Madeira,com a Companhia dos Profetas e Villões de António Maçanita e Nuno Faria. Depois, conhecemos a Personalidade do Ano na Gastronomia para a Revista de Vinhos - Vítor Matos, o Chef que reúne o maior número de estrelas Michelin no nosso país. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
Vinícola em Ouro Preto abre as portas para o turismo. Saiba mais no episódio de hoje, com Isabela Lapa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois do calote de uma grande empresa da região, que da noite para o dia resolveu não cumprir o acordo de compra da produção, ele resolveu vinificar as próprias uvas e fazer a transição para a produção agroecológica. Ele não tinha uma formação acadêmica, mas tinha o conhecimento e a memória ancestral dos Italianos que vieram sem nada e ergueram vidas dignas e abundantes na Serra Gaúcha. Foi com a prática, muita observação e sensibilidade que ele desenvolveu intimidade com seu território e uma forma muito pessoal de fazer o vinho de fermentação natural sem aditivos químicos. Cada videira, cada árvore, cada animal recebe uma atenção individual sob o olhar dele. Os ciclos de produção das galinhas caipiras, dos patos e da suinocultura artesanal são fechados trazendo autonomia sobre os adubos, uma dieta saudável e saborosa para a família e renda extra com os embutidos. As uvas que mais se adaptaram ao manejo ecológico são aquelas que, em sua maioria, muitos chamam de "rústicas". Mas foram elas que ganharam reconhecimento especial em função do sabor revelado pelo talento na vinificação artesanal do Acir Boroto, da vinícola Famiglia Boroto.
No nordeste da Itália, há uma das mais prestigiadas regiões vinícolas mundiais: Triveneto (Tre Venezie). Com uma rica história, cativa também pela sua deslumbrante paisagem, com aldeias pitorescas, colinas e vinhedos verdejantes. Graças ao clima singular e à variedade de uvas autóctones, o território é conhecido por produzir alguns dos vinhos mais distintos e requintados!OUÇA E APRENDA:Vêneto, Friuli e Trentino: As particularidades de cada região.Do Volume ao Valor: O fenômeno do Prosecco e a sofisticação do Amarone.Terroir e Clima: Como as influências alpinas e marítimas moldam vinhos requintados.Variedades Autóctones: A diversidade que define a identidade italiana.Fresco Prosecco ao complexo e robusto Amarone.VINHO DEGUSTADO:Piccoli Valpolicella Superiore DOCAproveite para SEGUIR e deixar o seu COMENTÁRIO.-------------------Cadastre-se e receba avisos de AULAS e NOVIDADES exclusivas:https://www.sensorybusiness.com/cadastro-------------------Saiba mais sobre o prof. Marcelo Vargas:Instagram ☛ https://www.instagram.com/marcelo_vargasThreads ☛ https://www.threads.net/@marcelo_vargasAulas gratuitas ☛ https://www.sensorybusiness.com/marcelo-vargasConheça o VIBRA - Comunidade Vinhos do BrasilInstagram ☛ https://www.sensorybusiness.com/vibra-comunidade#MarceloVargas #Vinho #NegociosdoVinho #VinhoItaliano #VinhoDaItalia #DegustaçãoDeVinho #CursoDeVinho #AnaliseSensorial #Degustação #Sommelier #CursoDeSommelier
Neste papo, Thamirys Schneider e Amanda Dadda provam que o vinho branco vai muito além do frescor do verão. Elas exploram desde os brancos leves aos brancos de guarda que envelhecem como bons tesouros, revelando uma potência e estrutura surpreendentes. Da diversidade aromática, estilos e rica complexidade, o episódio quebra preconceitos e mostra por que o branco merece ser o novo protagonista da sua adega.
Uma degustação rara e historicamente relevante: a masterclass de pré-lançamento do Guia Descorchados 2026, conduzida por Patricio Tapia, reuniu alguns dos nomes mais influentes do vinho sul-americano para apresentar rótulos que sintetizam o presente e apontam as tendências da vitivinicultura na região. No centro da prova, vinhos de altíssimo nível técnico, escolhidos pelo próprio autor... The post Descorchados 2026: os vinhos que estão definindo a América do Sul hoje | SV173 appeared first on Simples Vinho.
Hoje atravessamos o Atlântico e aterramos no Rio de Janeiro onde se assiste ao nascimento de uma região vitivinícola tão improvável quanto apaixonante. Na Serra Fluminense, plantam-se vinhas, constroem-se adegas e projeta-se uma região ímpar, ancorada no enoturismo. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
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À boleia do enoturismo, convidamo-lo a visitar a região da Beira Interior através de rotas pensadas pelo inovador projecto “Beira Interior Wine Villages”. De aldeia em aldeia, acompanhámos cursos de água, atravessámos florestas e subimos serras. Hoje deixamos algumas conversas, pessoas e lugares que nos marcaram. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
Esta edição começa com um dos maiores protagonistas do vinho português - Abegoaria, o gigante com raízes alentejanas. Depois, percebemos como a região do Tejo está a redefinir o seu mapa vitivinícola com o novo terroir “Serras”. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
Descubra os bastidores de uma vinícola de referência em Portugal nesta entrevista exclusiva com Francisco Bento dos Santos, proprietário da Quinta do Monte d'Oiro. Nesta conversa, falamos sobre a história da propriedade, a formação de sua identidade vitivinícola e os desafios de produzir vinhos em um contexto de mudanças climáticas cada vez mais evidentes. Na região de Lisboa, Francisco relembra a trajetória da Quinta do Monte d'Oiro e mostra como tradição, observação e conhecimento técnico ajudam a definir um projeto que se firmou no vinho português por sua consistência e personalidade.TEMAS ABORDADOS NO VÍDEO:
Harmonizar vinho com chocolate exige equilíbrio entre doçura, amargor e intensidade. Neste guia prático, você aprende como escolher o vinho ideal para diferentes tipos de chocolate, evitando erros comuns e entendendo por que opções com maior teor de cacau tendem a funcionar melhor.Exploramos técnicas de degustação e exemplos clássicos, como Vinho do Porto, Sauternes e Banyuls, mostrando como ajustar a combinação para obter melhores resultados na taça.PONTOS-CHAVE DO VÍDEO
A costelinha de milho (corn ribs) é um dos pratos de maior destaque no novo menu do Clementina Bar de Vinhos,See omnystudio.com/listener for privacy information.
Já em dias de Páscoa, vamos falar de tradição. Primeiro, no Alentejo, com os vinhos de talha de José Piteira. Depois, apelando ao pecado da gula, contamos-lhe a história dos Jesuítas na Confeitaria Moura, em Santo Tirso. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
É sempre um prazer visitar quintas históricas do nosso país e hoje vamos até Alpiarça, na região do Tejo, para conhecer Lagoalva de Cima, a menina dos olhos de Manuel Campilho. Depois, é nas Caves Sao João, no coração da Bairrada, que assistimos ao rearrolhamento de vinhos antigos. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
Uma das poucas certezas da vida é a mudança. Estamos vivenciando-a em diversos âmbitos: clima, tecnologia e preferência do consumidor, à nível global, são bons exemplos. O mercado do vinho não sai ileso; há uma dinâmica acontecendo entre a valorização do tradicionalismo e o desejo pela inovação. A produção alemã da bebida destaca-se no quesito transformação.OUÇA E APRENDA: as fascinantes alterações, pelas quais o cenário vinícola do país vem passando. Embarque nesta jornada de conhecimento capaz de expandir seus horizontes ao mesmo tempo que deslumbra seus sentidos.VINHO DEGUSTADO:Weingut Friedrich Becker Steinwingert 2017Aproveite para SEGUIR e deixar o seu COMENTÁRIO.---Aulas Gratuitas de Vinhos:https://www.sensorybusiness.com/cadastro---Dicas e novidades sobre vinhos :Instagram ☛ https://www.instagram.com/marcelo_vargasSaber mais sobre o prof. Marcelo Vargas:https://www.sensorybusiness.com/marcelo-vargas#MarceloVargas #Vinho #Alemanha #VinhoAlemao #DegustaçãoDeVinho #CursoDeVinho #AnaliseSensorial #Degustação #Sommelier #CursoDeSommelier
Em um jantar com várias garrafas, surge sempre a mesma dúvida: qual a ordem ideal para degustar vinhos? Neste vídeo, explicamos como organizar a sequência de serviço para preservar o paladar e valorizar cada rótulo, indo além da regra básica de “leves antes, encorpados depois”.Você vai entender como fatores como corpo, acidez, intensidade aromática, álcool e evolução do vinho influenciam a ordem de degustação. Também mostramos como adaptar a sequência para diferentes estilos, de brancos leves a tintos estruturados e vinhos doces, garantindo uma experiência mais equilibrada e prazerosa.
Os vinhos da Catena Zapata contam uma história – mas não é a que você imagina. Por trás dos rótulos, há uma família, uma imigração e nomes que atravessam gerações. Neste episódio, a gente organiza esse quebra-cabeça. Participação especial Giuliana Ferreira embaixadora da Catena Zapata no Brasil. The post Você já conhece os vinhos. Agora vai conhecer as histórias | Ep. 171 appeared first on Simples Vinho.
O vinho Falerno foi um dos mais prestigiados da Roma Antiga, citado por nomes como Virgílio, Cícero e Plínio, o Velho. Produzido nas encostas do Monte Massico, na região da Campania, esse vinho se tornou um verdadeiro símbolo de status, presente em banquetes imperiais e amplamente mencionado na literatura clássica. Neste vídeo, exploramos sua origem, suas características e o papel central que desempenhou na cultura romana.Além da história, você vai entender como o Falerno praticamente desapareceu após a queda do Império Romano e como seu nome voltou à cena com a criação da DOC Falerno del Massico, na Itália moderna. Um conteúdo essencial para quem quer conectar história, vinho e tradição, do passado clássico ao renascimento contemporâneo.
O mais importante seminário do mercado do vinhos e espumantes chega a sua décima primeira edição!
Você sabia que um simples atraso acabou mudando a história do vinho? Neste episódio, contamos como um acontecimento inesperado no século XVIII levou ao surgimento dos famosos vinhos de colheita tardia (Late Harvest), hoje apreciados em diversas regiões do mundo.A história começa na Alemanha, quando a autorização oficial para a colheita das uvas demorou a chegar. Quando finalmente foi concedida, os cachos já estavam supermaduros. O resultado surpreendeu: um vinho doce e diferente que acabaria dando origem a um estilo que se espalharia por regiões como Alemanha, França, Itália, Espanha e até pelo Novo Mundo.
Hoje vamos até à Bairrada, onde sopram bons ventos com Filipa Pato e William Wouters, o casal que defende a Baga como um filho. Depois, já no sul, paramos em Évora para conhecer o Pêra-Manca 2019, a mais recente edição do topo de gama da Fundação Eugénio de Almeida.
Hoje dedicamos inteiramente o nosso programa aos “Melhores do Ano 2025” pela Revista de Vinhos. Olhamos para os produtores, enólogos, vinhos, chefs de cozinha, restaurantes e enoturismos premiados, espelho do que de melhor se faz em Portugal.
Nesta entrevista, ADEGA conversa com Juan José Parra, subdiretor técnico de Vega Sicilia, em sua primeira visita ao Brasil. A conversa entra direto no trabalho técnico por trás dos vinhos: o papel do time enológico, a busca por consistência entre safras e a ideia central de que “é impossível fazer bom vinho sem boa uva”.Parra explica como a casa equilibra legado e evolução, com foco em paciência, pesquisa e controle de processos, da vinha à adega. A conversa passa ainda pela identidade dos projetos do grupo (Vega Sicilia, Alión, Macán, Oremus, Pintia) e pela visão de longo prazo que sustenta decisões como viticultura orgânica, compostagem e escolhas de madeira.
Carlos Alves, presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, considera que houve discriminação por parte do Governo e espera que as novas medidas do PT-RR coloquem todos os municípios em pé de igualdade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Isabela Lapa encerra o especial Tiradentes com um convite. Que tal conhecer a vinícola Luiz Porto? See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio #288, Thamirys Schneider e Amanda Dadda apresentam seus vinhos preferidos. Toda indicação é bem-vinda, mas quando ela é feita de olhos fechados, é sinal de confiança e credibilidade! Então, pegue sua taça, dê o play e venha conhecer essa seleção íntima de vinhos que também estão à venda no portfólio da Wine.
Em 1976, uma degustação às cegas em Paris mudou para sempre a hierarquia do vinho mundial.No histórico Julgamento de Paris, vinhos da Califórnia derrotaram grandes rótulos franceses, algo considerado impensável até então.Mas o que realmente aconteceu naquela sala?Foi apenas uma surpresa… ou o início de uma nova ordem no mundo do vinho?Neste vídeo, você vai entender:O contexto histórico da França como referência absolutaA ascensão silenciosa dos vinhos americanosComo funcionou a degustação às cegasAs consequências económicas e culturais do resultadoPor que 1976 ainda ecoa no mercado global de vinhos
Esta semana o programa é dedicado ao importante tema da sustentabilidade. Primeiro com a Quinta da Serradinha, na região dos Vinhos de Lisboa, um paraíso improvável em Leiria. Depois, com o Ventozelo Hotel & Quinta, no Douro, premiado na mais recente edição dos Best of Wine Tourism na categoria de Práticas Sustentáveis em Enoturismo.
Clarisse Campos, presidente de Alcácer do Sal, garante que concelho tem condições para realizar ato eleitoral. Autarca de Arruda dos Vinhos, Carlos Alves, descreve uma situação de maior tranquilidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Arruda dos Vinhos, são as estradas e a destruição causada pelo mau tempo que impede as pessoas de ir votar. "Mesmo que queiram votar, é difícil, com as estradas como estão. Podem cair a qualquer momento."See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fala Carlão Especial de Sábado conversou com o empresário Luiz Eduardo Batalha. O foco da conversa foi a consolidação de sua vinícola, um projeto que completa 12 anos de história e marca a transição da simples venda de uvas para a comercialização de vinhos de excelência.Batalha narrou a trajetória desde os primeiros plantios até o sucesso atual dos rótulos da casa. Ele compartilhou os desafios da vitivinicultura, explicou a origem de seu sobrenome e destacou como sua experiência com o azeite serviu de base para criar um legado de qualidade e tradição no mercado de vinhos!
Do Mosteiro ao Grand Cru: a trajetória que fez da França a maior referência mundial de vinhos de qualidade. A excelência do vinho francês não é fruto do acaso, ela foi construída ao longo de séculos.Neste vídeo revelo a fascinante história desses vinhos, desde os visionários monges cistercienses da Borgonha que mapearam os climats no século XII, passando pela lendária Classificação de 1855 em Bordeaux, até o sistema AOC/AOP que consagrou o conceito de terroir. Entenda por que as castas Pinot Noir, Chardonnay, Cabernet Sauvignon e os magníficos Grand Crus franceses viraram ícones globais.Aqui, você vai entender como terroir, espiritualidade, disciplina monástica e conhecimento humano moldaram não apenas vinhos, mas uma verdadeira filosofia cultural que influencia o mundo até hoje.Se você ama vinhos, quer entender o que torna a França referência de qualidade ou planeja uma viagem pelas regiões icônicas (Borgonha, Bordeaux, Champagne), este vídeo é para você!
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A participação brasileira na Wine Paris 2026 ganhou destaque entre os expositores internacionais e deixou os produtores brasileiros otimistas. Oito vinícolas de quatro estados – Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco – marcaram presença no salão francês, encerrado na quarta-feira (11), que se consolidou como uma das maiores vitrines globais do setor. Adriana Moysés, da RFI em Paris Com apoio da ApexBrasil, as empresas exibiram a diversidade da viticultura brasileira e comemoraram a boa acolhida de compradores e especialistas europeus. Criada em 2019, a Wine Paris se transformou em um encontro obrigatório do calendário mundial do vinho, que reuniu, no ano passado, mais de 5.400 expositores de 154 países. É essa dimensão, somada ao dinamismo comercial, que tem atraído cada vez mais vinícolas brasileiras. Entre os produtores estreantes, a Salton disse estar impressionada com a magnitude do evento. O gerente de negócios internacionais da vinícola, com sede em Bento Gonçalves (RS), César Baldasso, reconheceu que a Wine Paris superou as expectativas. “A gente está totalmente surpreendido. É uma feira de altíssima qualidade, com um movimento muito grande – e um movimento de qualidade. As reuniões foram excelentes, compradores realmente interessados no Brasil. Saímos daqui certos de que voltaremos no próximo ano”, disse Baldasso. Ele também destacou o papel crescente dos espumantes brasileiros no mercado internacional. “O espumante brasileiro é um grande diferencial, o melhor espumante do hemisfério sul – e, por que não, entre os melhores quando consideramos o Velho Mundo?” Miolo reforça diversidade e aposta no futuro Também gaúcha, a Miolo participou pela segunda vez da Wine Paris. Para Lúcio Motta, líder da área de exportação, o interesse dos compradores segue forte, especialmente pelos espumantes, mas não só. “O espumante é o interesse inicial, mas os tintos e brancos têm procuras similares. Os importadores ficam impressionados com a quantidade de uvas que produzimos e com nossa capacidade de trabalhar em diferentes níveis de preço”, afirmou Motta. Durante a feira, houve um debate sobre as consequências do Acordo Comercial Mercosul–União Europeia, que, ao derrubar as tarifas de importação para zero no caso dos vinhos, pode impactar a competitividade das bebidas nacionais. Atualmente exportando para seis países europeus – França, Itália, Alemanha, República Tcheca, Suécia e Malta –, além de outros mercados pelo mundo, o representante da Miolo encara o futuro com confiança. “A preocupação existe, claro. Mas também vemos uma oportunidade. Quem ainda não exporta precisa começar a pensar nisso, porque o mercado brasileiro ficará mais competitivo. Vamos ter que buscar novos mercados e essa expansão já está no nosso horizonte há 30 anos”, disse Motta. Vinhos de Minas Gerais A Serra da Mantiqueira esteve representada pela Casa Almeida Barreto, que participou pela primeira vez de uma feira internacional. Para Jorge Almeida, a expectativa foi superada. “Muita gente está curiosa para explorar vinhos do Brasil. Trouxemos vinhos jovens, frescos, da safra 2024, sem passagem por barrica, para deixar a fruta falar mais. A altitude de 1.300 metros nos dá acidez alta e complexidade. A resposta tem sido muito positiva”, apontou Almeida. Na mesma região, a vinícola Barbara Heliodora iniciou sua produção há cerca de oito anos e chamou a atenção por ter conseguido desenvolver, em pouco tempo, vinhos complexos e longevos, segundo o sommelier Marcos Medeiros. “A Mantiqueira produz vinhos elegantes e frutados, graças à amplitude térmica. As uvas que melhor se adaptaram foram a sauvignon blanc e a syrah. Desde 2018, fazemos de um rosé delicado a uma Grande Reserva com até 24 meses em carvalho. Os franceses estão adorando – é um vinho diferente, vindo de um país tropical”, comentou o sommelier. Do Vale do São Francisco à capital francesa A pernambucana Verano Brasil mostrou na feira a singularidade da produção no Vale do Rio São Francisco, região do paralelo 8 onde é possível colher uvas o ano inteiro. O diretor comercial Evandro Giacobbo trouxe dois estilos nos rótulos apresentados. "O primeiro, mais despojado, tropical, jovem e refrescante – pensado para encantar um público iniciante. E a linha Garziera, mais tradicional, com varietais de malbec, cabernet sauvignon e chardonnay. É a jovialidade do Vale do São Francisco chegando a Paris”, celebrou. A Wine Paris 2026 ocupou nove pavilhões no Parque de Exposições da Porte de Versailles. Entre seus corredores movimentados, os produtores brasileiros encontraram não apenas compradores interessados, mas uma verdadeira oportunidade de reposicionar a imagem do Brasil no cenário internacional como um país de diversidade vitivinícola.
Drone mostra destruição em Arruda dos Vinhos. Concelho quase isolado do exterior9006603f-
Secretário-geral do PS junta-se ao autarca de Arruda dos Vinhos a pedir situação de calamidade naquele concelho. Autarca pede que o Governo se foque "no essencial" e não "na remodelação apressada" da MAI. Carneiro promete ter sempre mais que uma alternativa para a pasta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana começamos no Alentejo, com uma visita à incontornável Adega Cooperativa de Borba. Depois, é no Douro que revelamos mais um premiado dos Best of Wine Tourism. Desta vez, a família Symington que viu a sua Vesúvio & Bomfim Experience distinguida na categoria Experiências Inovadoras de Enoturismo. No final, as sugestões do diretor da Revista de Vinhos, Nuno Pires, com os selos “Altamente Recomendado” e “Boa Compra”.
Portugal vai este domingo, 8 de Fevereiro, a votos na segunda volta das eleições presidenciais, um cenário inédito em quase quatro décadas. Pela primeira vez desde 1986, a escolha do Presidente da República não se decide à primeira volta, mas também pela primeira vez a votação não acontece, em simultâneo, em todo o território. Em sete municípios, entre os quais Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã, e ainda em duas freguesias do concelho de Santarém e duas do concelho de Sintra, o voto foi adiado para o próximo dia 15, devido à situação de calamidade provocada pelas tempestades que atingiram o país. As autarquias justificam a decisão com a falta de condições de segurança e de acessibilidade, num contexto em que persistem estradas cortadas, zonas inundadas e constrangimentos no transporte e na circulação. Apesar do cenário, em muitos pontos do país, os eleitores atravessam ruas ainda marcadas pelos estragos para chegar às urnas. Em Santarém, na Escola Primária de São Domingos, o dia é vivido num equilíbrio tenso entre o dever cívico e a fragilidade deixada pela última semana. “Precisamos de um Presidente e de um bom Presidente e, seja em que circunstância for, é muito importante votar”, diz uma eleitora, sublinhando que, embora na sua zona “não tenha acontecido nada de extraordinário”, viveu os últimos dias com preocupação. Conta que tem familiares obrigados a abandonar a casa na Ribeira de Santarém, onde a água invadiu o rés-do-chão. “Tiveram de tirar tudo da parte de baixo”, descreve, referindo que há um bebé e uma criança na família. Para ela, a crise pode criar terreno fértil para o desespero: “As pessoas estão muito desesperadas, não pensam nas eleições. Alguns coitados não têm grandes hipóteses psicologicamente, nem fisicamente.” Outros eleitores falam da votação como uma resposta directa ao momento político. “Só dois candidatos: temos de ter atenção à nossa liberdade e à nossa democracia”, afirma um outro eleitor, à saída da mesa de voto. Uma mulher, natural de Santarém e residente fora do Ribatejo, diz estar “emocionada” com o que viu nos últimos dias e recusa a ideia de abdicar do voto: “Votar é talvez o único poder que nos dão. Não lutar pela democracia num dia como o de hoje seria uma vergonha.” A eleição opõe António José Seguro e André Ventura, num regime semi-presidencial em que o Presidente não governa, mas pode desempenhar um papel determinante em momentos de crise: dissolução do Parlamento, convocação de eleições, nomeação do primeiro-ministro e influência política e simbólica na vida pública. A própria existência de uma segunda volta e a presença de um candidato de extrema-direita no confronto final confirmam uma transformação do sistema partidário e do debate público, num país habituado a presidenciais resolvidas no primeiro domingo. Em Santarém, porém, a política mistura-se com a urgência do pós-tempestade. As marcas estão no chão, na paisagem e no ritmo interrompido do quotidiano. No Miradouro de São Bento, a cidade olha para um cenário onde a cheia ainda domina: campos totalmente alagados, árvores submersas, telhados e paredes a meio, água de cor cinzenta e esverdeada. “Já assisti a muitas cheias, mas esta é a maior desde que me lembro, desde 1979”, conta Marcolino Pedreiro, recordando também a cheia de 1969 e outra, em 1981. Para ele, esta pode situar-se “entre as duas”. Questionado sobre se as condições meteorológicas podem influenciar o resultado eleitoral, responde com frieza: “O impacto será residual e insignificante.” A leitura não é consensual. O historiador Vítor Pereira descreve um sentimento recorrente em crises deste tipo: a percepção de abandono, mesmo em zonas relativamente próximas de Lisboa. “Quando há catástrofes, muitas vezes há um sentimento de falta de protecção e de falta de atuação do Estado”, explica, apontando para a frustração de quem paga impostos e sente que a resposta pública é lenta ou insuficiente. Para o investigador, falhas de comunicação política, e uma resposta percebida como desadequada, podem alimentar discursos de crítica ao Estado e, em contexto eleitoral, ter consequências. O historiador sublinha ainda o contraste entre a expectativa criada nos últimos anos por um Presidente marcado pela proximidade e pela presença pública, e o que poderá vir a seguir. “Portugal vai sentir-se órfão do Presidente das empatia”, afirma, antecipando que o próximo chefe de Estado terá de construir o seu próprio estilo, sem repetir o modelo dos últimos dez anos. A historiadora Raquel Varela vai mais longe e enquadra o episódio numa sequência de acontecimentos recentes: incêndios, cheias, falhas na resposta de emergência para sustentar uma crítica estrutural. “Nós não temos protecção civil”, diz, apontando para a fragilidade dos serviços e para a dependência das redes informais. “As pessoas têm-se a si, aos vizinhos e aos amigos.” Raquel Varela considera que esta auto-organização popular pode gerar um novo momento de politização, à semelhança do que aconteceu após as cheias de 1967, mas alerta para a ausência de preparação e de estruturas comunitárias. A dimensão internacional também atravessa o dia eleitoral. O activista guineense, Yussef, acompanha a votação a partir de uma perspectiva da diáspora, defende que o resultado em Portugal tem impacto nas relações com a Guiné-Bissau e no espaço político da CPLP. Critica o que considera ter sido um “branqueamento” de práticas anti-democráticas nos últimos anos e pede ao futuro Presidente “coerência com a Constituição”, pressão democrática e uma diplomacia alinhada com os princípios que Portugal afirma defender. Em Santarém, este domingo, cruza-se assim o calendário eleitoral com a recuperação depois de três tempestades. Entre ruas ainda condicionadas e uma normalidade incompleta, o país escolhe o próximo Presidente num contexto excepcional, com adiamentos locais, marcas visíveis no terreno e uma sensação de fragilidade que, para muitos, pesa tanto quanto o voto.
Teresa Leal Coelho, porta-voz da CNE, admite o cenário caso os concelhos que pediram adiamento - Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã - não reúnam condições de voto no dia 15 de fevereiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha para a segunda volta das presidenciais termina nesta sexta-feira, com António José Seguro em campanha no Norte e André Ventura no Alentejo. Pelo menos, 26 mil eleitores só vão poder votar a 15 de Fevereiro depois de adiada a votação em Alcácer do Sal, Arruda dos Vinhos e Golegã. Neste Soundbite conhecemos as previsões de Ana Sá Lopes e Helena Pereira para este domingo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
mais um urocast no ar! Hoje com a moderação do Dr. Sidney Glina e convidado Dr. Gerson Lopes.
A Susana expõe o seu profundo desconhecimento de tudo o que está relacionado com vinhos.
De São Paulo a Sintra, a trajetória de um sommelier que se apaixonou pelo vinho português e hoje dirige cartas em um dos hotéis mais prestigiados do país. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Quando chegou a Lisboa, há 12 anos, Diego Apolinário não imaginava que aquele bilhete de ida e volta acabaria apenas de um lado e que, uma década depois, se tornaria o diretor de Vinhos de um dos resorts mais prestigiados de Portugal. Ele conta que veio passar férias, mas no dia do voo de regresso, decidiu ficar. O avião voltou para o Brasil, e ele permaneceu em Lisboa. Com pouco dinheiro no bolso – cerca de mil euros, segundo recorda – e experiência prévia em restaurantes de São Paulo, começou a bater de porta em porta. “Entreguei dez currículos e só no terceiro restaurante me disseram sim. A partir daí, tudo começou a acontecer.” Foi nesse primeiro emprego, num restaurante tradicional português, que Diego teve o seu primeiro contato real com o mundo do vinho. “O meu chefe era um sommelier de uma geração mais antiga, daqueles que falavam várias línguas e faziam do serviço do vinho quase um ritual. Fiquei fascinado. Ele tirava a rolha com uma calma, acendia uma vela, explicava cada detalhe. Eu queria ser como ele.” Autodidata e primeiro curso O interesse rapidamente virou obsessão. Durante as pausas no trabalho, livros sobre vinhos eram estudados por ele em jardins da cidade. Ele começou a fazer perguntas e a tentar entender por que certos vinhos precisavam ser decantados, o que caracterizava um vinho da Madeira e como o envelhecimento do vinho do Porto ocorria. Mais tarde, inscreveu-se no curso WSET, referência mundial no ensino do vinho. “Foi aí que tudo ficou mais sério. Percebi que queria mesmo seguir a carreira de sommelier.” A oportunidade de trabalhar num restaurante estrelado Michelin — o Eleven, do renomado chef alemão Joaquim Koeper, em Lisboa — foi o ponto de virada. Ali, ele teve contato direto com clientes exigentes, vinhos raros e produtores internacionais, experiência que considera seu verdadeiro batismo profissional. Entre taças e desafios Atualmente, Diego é diretor de Vinhos de um dos hotéis mais prestigiados de Portugal, em Sintra, cargo que ocupa há dois anos e meio. “É uma posição que me permite aplicar o lado sensitivo – provar, escolher vinhos para cada restaurante – mas também exige gestão e estratégia. É um desafio diferente, porque o Penha Longa Resort tem sete restaurantes, cada um com um público e uma identidade.” Diego é também sommelier do Lab, restaurante com uma estrela Michelin do chef espanhol Sergio Arola. Apesar das responsabilidades, afirma que continua a servir vinhos e a conversar com os clientes. “Essa é a parte mais bonita do trabalho – cada dia é diferente e cada mesa conta uma história.” Portugal, "uma pérola" de vinhos Depois de provar vinhos de praticamente toda a Europa, Diego diz que o vinho português continua a surpreendê-lo. “Portugal é uma pérola. Num país tão pequeno, há uma diversidade enorme de solos, castas e climas. É possível criar harmonizações incríveis só com vinhos portugueses.” Com brilho nos olhos, ele descreve os vinhos da Madeira como verdadeiras preciosidades. Segundo Diego, são vinhos com séculos de história, que atravessam gerações. Embora seja mais difícil encontrar garrafas antigas, continuam entre os mais incríveis que já provou. O sommelier ainda quer conhecer o arquipélago dos Açores e descobrir a magia dos vinhos da ilha do Pico. “Os vinhos de lá têm algo mágico — o solo vulcânico, o toque salino do Atlântico. São vinhos com identidade, feitos num lugar que respira mar e lava.” Brasileiro em terras lusitanas Diego afirma que nunca sentiu discriminação por ser brasileiro. Pelo contrário, sempre foi bem recebido. Para ele, Portugal está mais aberto e há uma ligação natural entre portugueses e brasileiros. “Muitos clientes portugueses começam logo a conversa com: ‘Tenho um primo em São Paulo'”, brinca. O sotaque, diz, ajuda a criar pontes. “Quando um cliente ouve que sou brasileiro, o gelo quebra logo. Ficam à vontade, fazem perguntas, e o serviço torna-se mais humano.” Inspiração e legado Hoje, ao olhar para trás, Diego sente orgulho do caminho percorrido – do jovem que não gostava de vinho ao profissional que coordena equipes e cartas em múltiplos restaurantes. Ele conta que, quando decidiu ser sommelier, parecia um sonho distante. Agora, poder inspirar outras pessoas é o que mais o gratifica. Já ajudou alguns brasileiros a iniciarem-se na carreira e ver que seguem esse caminho lhe dá grande alegria. Questionado sobre o futuro, é cauteloso: “Ainda tenho objetivos a definir, mas o mais importante é continuar a aprender. O vinho está sempre a mudar – e nós, sommeliers, temos de evoluir com ele.”
This week I go in depth on one of the best value regions of Portugal -- Alentejo. These wines are mainly blends and they are as easy on the palate as they are on the wallet -- a perfect combo! Photo: Vineyards in Alentejo outside of Évora. Credit: WFNP Located in southern Portugal, a two hour drive east of Lisbon, Alentejo is huge -- representing almost one-third of the Iberian nation. Although in the past the region was known only as the breadbasket of Portugal and as the world's largest supplier of cork (nearly half of the world's corks come from Alentejo's cork trees), today the region is experiencing a wine renaissance. After a rocky history, Alentejo has grown and its reputation has expanded with it. Known for fruity, lush and plush red blends (about 75% of the wine) of grapes like Alicante Bouschet, Aragonez (Tempranillo), Trincadeira, Alfrochero, and Castelão, there are some higher end versions that sometimes contain Cabernet Sauvignon, Merlot or Syrah as well. The whites are in the minority and are fruity, soft, yet balanced blends as well. The tropical, tangerine noted and soft Antão Vaz is Alentejo's most important white with Arinto used for acidity, Fernão Pires for aroma and soft textures and Roupeiro for aroma as well. Map: Rota dos Vinhos, from the Wines of Alentejo This show covers all the bases on this fascinating region -- from its turbulent history to the climate, terroir, and the many DOPs that each have a distinct identiy. Full show notes and all back episodes are on Patreon. Join the community today! www.patreon.com/winefornormalpeople _______________________________________________________________ This show is brought to you by my exclusive sponsor, Wine Access – THE place to discover your next favorite bottle. Wine Access has highly allocated wines and incredible values, plus free shipping on orders of $150 or more. You can't go wrong with Wine Access! Join the WFNP/Wine Access wine club and get 6 awesome bottles for just $150 four times a year. That includes shipping! When you become a member, you also get 10% all your purchases on the site. Go to wineaccess.com/normal to sign up!