Podcasts about lemos

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Voces de Ferrol - RadioVoz
Carmen Blanco publica "El fuego en la piedra", continuación de "Gorriones y halcones" sobre la revuelta irmandiña

Voces de Ferrol - RadioVoz

Play Episode Listen Later Sep 30, 2026 14:21


La escritora Carmen Blanco publica el próximo 5 de octubre «El fuego en la piedra», continuación de su exitosa novela «Gorriones y halcones», centrada en la revuelta irmandiña del siglo XV. La nueva obra, de 470 páginas, recupera personajes y acontecimientos históricos para construir una trama de ficción ambientada en una Galicia convulsa, con el protagonismo de familias como los Andrade, Lemos, Ulloa, Castro o Fonseca y figuras como Enrique IV. Blanco destaca que la revuelta irmandiña fue un movimiento transversal en el que participaron campesinos, burguesía, bajo clero e incluso parte de la nobleza. La autora reivindica además el papel de las mujeres, con historias como la de María de Mondaos, esposa de Alonso de Lanzós, que resistió el asedio del castillo de Mesía. La novela puede leerse de forma independiente, aunque incluye un resumen de la primera entrega. Tras cinco años de investigación, Blanco ya trabaja en la tercera parte, con la intención de completar una trilogía. «El fuego en la piedra» será presentado también en el Certamen de Novela Histórica de Úbeda.

Jorge Borges
Nove pensadores para levar para a sala de aula

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 26:41


A revista espanhola Ethic escolheu nove nomes para explicar o pensamento que hoje atravessa os debates sobre democracia, desigualdade, tecnologia e identidade. Lemos a lista com olhos de professor e fizemos uma pergunta simples: o que pode cada um destes autores fazer por uma turma do secundário, numa escola onde a inteligência artificial já entrou pela porta da frente?A Ethic publicou, a 17 de setembro, uma seleção de nove pensadores que, na leitura da autora, ajudaram a moldar muitas das políticas sociais e económicas das sociedades atuais: Noam Chomsky, Peter Singer, Martha Nussbaum, Slavoj Žižek, Michael Sandel, Judith Butler, Byung-Chul Han, Thomas Piketty e Yuval Noah Harari. O próprio texto começa por admitir que fechar um grupo destes é tarefa ingrata. Tem razão, e é precisamente por isso que vale a pena olhar primeiro para quem lá está.Feitas as contas, são sete homens e duas mulheres. Quatro nasceram nos Estados Unidos. O mais velho, Chomsky, é de 1928; o mais novo, Harari, de 1976. Não há ninguém de África nem da América Latina, e o conjunto inclina-se de forma bastante clara para o campo progressista, sem vozes liberais ou conservadoras de peso. Nada disto invalida a escolha. Mas convém dizê-lo aos alunos logo no início, porque uma lista de «mais influentes» é um argumento, não um facto. Pedir a uma turma que proponha o décimo nome, e que o defenda perante os colegas, ensina mais sobre critérios, fontes e vieses do que decorar os nove.Uma lista é sempre um ponto de vista

Jorge Borges
O Pensamento de Chomsky

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 5:43


A revista espanhola Ethic escolheu nove nomes para explicar o pensamento que hoje atravessa os debates sobre democracia, desigualdade, tecnologia e identidade. Lemos a lista com olhos de professor e fizemos uma pergunta simples: o que pode cada um destes autores fazer por uma turma do secundário, numa escola onde a inteligência artificial já entrou pela porta da frente?A Ethic publicou, a 17 de setembro, uma seleção de nove pensadores que, na leitura da autora, ajudaram a moldar muitas das políticas sociais e económicas das sociedades atuais: Noam Chomsky, Peter Singer, Martha Nussbaum, Slavoj Žižek, Michael Sandel, Judith Butler, Byung-Chul Han, Thomas Piketty e Yuval Noah Harari. O próprio texto começa por admitir que fechar um grupo destes é tarefa ingrata. Tem razão, e é precisamente por isso que vale a pena olhar primeiro para quem lá está.Feitas as contas, são sete homens e duas mulheres. Quatro nasceram nos Estados Unidos. O mais velho, Chomsky, é de 1928; o mais novo, Harari, de 1976. Não há ninguém de África nem da América Latina, e o conjunto inclina-se de forma bastante clara para o campo progressista, sem vozes liberais ou conservadoras de peso. Nada disto invalida a escolha. Mas convém dizê-lo aos alunos logo no início, porque uma lista de «mais influentes» é um argumento, não um facto. Pedir a uma turma que proponha o décimo nome, e que o defenda perante os colegas, ensina mais sobre critérios, fontes e vieses do que decorar os nove.Uma lista é sempre um ponto de vista.

The Drew Mariani Show
National Migration Week & New Doc on UK Immigration

The Drew Mariani Show

Play Episode Listen Later Sep 21, 2026 51:12


Hour 3 for 9/21/26 Drew and Professor Antônio Lemos discuss the Church's teaching on migration for National Migration Week (1:06), and the state's duty to control its borders (6:25). Callers: I support legal immigration (12:08), my immigration story (18:49), and I'm an immigrant in favor of Trump's polices (22:48). Then, Nick Freitas discusses his new documentary about the state of UK after its mass migration (31:53). Other topics: crime (41:22), having a better life (44:23), and migration vs. immigration (47:24). Link: Antônio Lemos at Notre Dame Follow Nick on X

Jorge Borges
As máquinas agora escolhem o que lemos

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Sep 21, 2026 18:42


Um inquérito do International Panel on the Information Environment (IPIE) revela que 76% dos especialistas preveem uma degradação do ecossistema informacional global até 2026. As principais ameaças identificadas são a falta de responsabilização das plataformas digitais e a desinformação, superando as preocupações imediatas com a inteligência artificial generativa. Embora ferramentas de IA acelerem a obtenção de respostas, os investigadores alertam que estas podem reduzir a diversidade de perspetivas e desencorajar a consulta de fontes originais. Perante este cenário, defende-se que a educação deve evoluir para uma literacia de sistemas, focada em questionar a mediação e a origem dos dados recebidos. O objetivo central para o futuro reside em garantir o acesso a informação rigorosa e preservar a pluralidade de vozes num ambiente cada vez mais filtrado por algoritmos.

Vida em França
Guineense Lizidória Mendes lança versão francesa do livro “Sentimentos e Razão”

Vida em França

Play Episode Listen Later Sep 16, 2026 22:16


A autora guineense Lizidória Mendes vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O livro fala sobre a emancipação da mulher, mas também sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] e imagina “uma nova mulher guineense” numa “Guiné-Bissau em construção”. Neste programa conversamos com a guineense Lizidória Mendes, de 28 anos, que vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O evento vai ser acompanhado por uma exposição de pinturas da artista plástica guineense Cálida Erinaide, inspiradas nas personagens do livro. “Sentimentos e Razão” conta a história da jovem Malia que sonha com uma carreira académica, que luta contra o peso das construções sociais no seu país e que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Esta é uma história sobre a emancipação da mulher guineense e sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] na Guiné-Bissau, mas também sobre uma outra forma de olhar para a mulher “não a partir do corpo, mas do que ela pensa”. O livro também fala sobre o que Lizidória Mendes resume como “uma Guiné-Bissau em construção”, onde se imagina “a nova mulher guineense” que respeita as suas raízes, mas também as questiona e reajusta. A autora quer acreditar no poder simbólico e até sagrado da literatura e deseja que “daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné”. RFI: Poderia fazer-nos uma curta apresentação deste livro? Lizidória Mendes, Autora de “Sentimentos e Razão”: “O livro ‘Sentimentos e Razão' é um romance que falou basicamente da masculinidade na perspectiva guineense, sobretudo na sua fase mais embrionária, e também falou, através da personagem principal que é a Malia, da emancipação da mulher. De uma forma geral, para o enredo do livro, nós conseguimos ver que a Malia não é uma extracção da verdadeira mulher guineense, mas sim uma reescrita do que a mulher guineense deve-se tornar, tirando todas as construções sociais que ela é imposta de seguir, como ter a sua vida cronometrada, ter os seus desejos, entre aspas, controlados pelas expectativas sociais. Ao olhar para a Malia, as pessoas não conseguem ver uma mulher guineense com base nas tradições e culturas, mas se nós formos ver, hoje em dia, as possibilidades que as mulheres podem ter daqui a cinco anos, dez anos, nós podemos ter uma mulher guineense com expressão da Malia ou mais ainda.” O que é que a Malia tem da Lisidória? “Bom, essa é uma pergunta que eu posso dizer que as pessoas me têm feito. E aqui também não vou ser, entre aspas, mentirosa, porque nós não podemos dissociar a arte do artista. Para mim, a arte sempre tem um ponto de partida. Para mim, para reescrever a nova mulher guineense, se o ponto de partida deve ser a partir de mim, que seja, e a Malia pode ter alguma coisa da Lisidória porque a Lisidória é a autora. Além disso, nada mais.” O livro conta a história de Malia, uma jovem guineense que quer estudar e chegar até ao mestrado em França, que luta pela sua emancipação, mas que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Quer explicar-nos porquê este feminismo nos moldes ocidentais não se pode adaptar à cultura guineense? Lemos, por exemplo, que há tradições na Guiné-Bissau que “para muitas mulheres são redes de apoio, onde o Estado não é capaz de garantir a segurança”. Certas tradições não são contraditórias com o feminismo? “Ao dizer que isto é contraditório, leva-nos mais para um debate epistemológico porque o feminismo é o que é dentro de uma realidade em que nasceu. Outras coisas também podem ser dentro das suas próprias realidades. Eu não nego que o feminismo é um projecto sustentável e bom para as mulheres, é muito bom, mas o facto de nós não querermos importar um feminismo, não quer dizer que nós não o podemos reinventar dentro das nossas comunidades para resolver os nossos problemas. O debate que eu trouxe no livro, como algumas pessoas estão, entre aspas, a falar que eu sou antifeminista e tal, o facto de não ser feminista não quer dizer que a pessoa é antifeminista. Eu acho que amanhã [16 de Setembro] já serei socióloga e daqui a alguns dias serei especialista em estudos de género, portanto, é a minha área de estudo. O meu projecto de mestrado repousa basicamente nisto da participação política das mulheres, mas o meu problema epistemológico é: será que o feminismo é universal? Respondo que não. Em todas as comunidades, as mulheres têm as suas próprias realidades. Entretanto, pensar que a cultura é sinónimo de repreensão, não é verdade. Também o Ocidente tem algumas práticas que deixam as mulheres nos segundos planos. O que é que eu nego? É importante nós vermos a realidade das mulheres com base nas suas realidades, criarmos mecanismos de protecção, não trazer modelos que não têm nada a ver com as suas realidades. É essa visão que eu tento trazer no livro. Eu nego a universalidade das coisas, é por isso que a Malia não é universal. Para mim, a vida é feita do específico para o colectivo, nós não podemos pensar a vida do colectivo para o específico. É basicamente essa interpretação e não tem nada a ver com antifeminismo. E eu, enquanto especialista de género, eu respeito muito as lutas feministas, são as lutas que eu estudo, mas eu defendo lutas locais. Por exemplo, na Guiné-Bissau, trabalhei sobre outras formas de organização, no caso, as ‘mandjuandades', que são organizações associativas na Guiné-Bissau que repousam mais nas questões de solidariedade económica e também nas questões geracionais, mas são organizações que surgiram antes das lutas feministas. E nós temos isso na Guiné-Bissau, são ‘mandjuandades', e o feminismo guineense poderia ser chamado de ‘mandjuandade'. Não é necessariamente o que nós vamos fazer que obrigatoriamente deve ser chamado de feminismo porque o feminismo é uma denominação, é nome, é epistemológico. Dentro das outras comunidades também pode existir uma outra coisa e aqui quero ressaltar: eu não sou antifeminista, pelo contrário.” Também aborda os constrangimentos sociais e o que se espera da mulher na Guiné-Bissau. Ficamos a questionar se a mulher tem espaço para ser livre na Guiné-Bissau. Isso também transparece no livro? “Sim, transparece no livro. O meu problema aqui é quando as pessoas vão pensar a opressão da mulher. Por exemplo, os colegas que vão fazer trabalhos em África, sobretudo nos países da África Ocidental, muitas das vezes vêem a opressão das mulheres nessas regiões como se a opressão nasceu basicamente em África, mas a questão da opressão, a questão da desigualdade, não tem cor, é universal. Agora, tentar atribuir a identidade de opressão, de desigualdade, para uma determinada comunidade, é errado. Sobretudo, por exemplo, quando alguns antropólogos vão fazer os trabalhos em zonas de África e tal, e as categorias que eles utilizam muitas das vezes não têm nada a ver. Por exemplo, tratam certas categorias como se fossem homogéneas, mas na Guiné-Bissau não existe homogeneidade. Mesmo ao falar, por exemplo, do patriarcado, há sociedades que são matrilineares, em que os filhos pertencem às mulheres e não aos homens. Então, para mim, eu acho que é importante nós fazermos trabalho epistemológico baseado nos contextos porque nós temos realidades muito bem construídas, mas muitas das vezes ao irmos ao terreno, nós utilizamos categorias ocidentais, conceitos ocidentais para denominar estas realidades. Entretanto, o que é que acontece? Os conceitos acabam por sobrepor a realidade. O que nós devemos fazer é reverter a situação. Fazer um trabalho de terreno e com base nesse trabalho de terreno, construirmos os problemas. Mas as pessoas já saem daqui com hipóteses e chegam lá só para confirmar, o que eu acho errado.” Há outro conceito que me parece central no livro, que é a constatação de uma masculinidade rígida, a “matchundadi”, que impossibilita os homens de viverem e de aceitarem a sua vulnerabilidade. Por que é que é algo tão central no livro e até que ponto também é uma questão política e mostra como é a própria sociedade bissau-guineense? “Eu diria até que ponto isto é epistemológico porque é muito intencional a repetição da palavra ‘matchundadi' no livro. Como eu disse, os assuntos tratados neste livro são embrionários. De uma forma geral, o conceito de ‘matchundadi' no livro não é desenvolvido. Os personagens vão dizendo: ‘Ah, tu estás a fazer à tua matchundadi e não sei o quê.' Mas aqui entra a questão e aqui centra-se o debate: até que ponto a matchundadi guineense é masculinidade e não virilidade? Porque muitas das vezes as pessoas acham que tudo o que é matchundadi guineense é virilidade. O que é que as pessoas denominam como matchundadi na Guiné-Bissau? É virilidade: mostrar a força, fazer abuso de poder. Aquilo é virilidade. Matchundadi é mais baseada nos valores de proteger, de prover, de ser uma pessoa com carácter. É o que ensinam em diferentes etnias, sobretudo através dos rituais, como o fanado.” O que é o "fanado"? “O fanado é uma espécie de ritual de iniciação tanto para mulheres, em certas etnias, como para homens também. Vou ressaltar aqui: excisão e fanado são duas coisas diferentes. Fanado é mais assente na questão da transmissão dos valores e tal. Entretanto, como eu tinha dito, todos os conceitos e debates vieram neste livro de uma forma embrionária. No segundo volume terá mais desenvolvimento. Mas, como eu disse, ‘matchundadi' aparece neste primeiro livro, mas até que ponto é político, mas sobretudo, epistemológico? O que é que as pessoas percebem como 'matchundadi'? É esse debate que eu quero trazer, apesar de o romance não dever ter este objectivo de trazer ao debate as coisas, mas, para mim, no contexto em que nós vivemos, é necessário.” Vai haver um segundo volume? Quando será lançado? “Sim, porque o meu livro original, ‘Sentimentos e Razão', tinha cerca de 500 e tal páginas, só que, na revisão, algumas pessoas me perguntaram: ‘Publicar um livro de 500 páginas na realidade guineense, quem vai ler?' Foi nisto que surgiu a ideia de diminuir, de recompor os cenários e saiu este primeiro volume. Agora vai ter o segundo volume e o terceiro volume em que eu vou trazer todas as histórias. Eu estabeleci uma meta de até final de Novembro estar disponível porque eu tenho que fazer ajustes, fazer a edição, fazer a impressão. Não sei, mas eu acho que até final de Dezembro vai estar disponível só o segundo, porque depois eu tenho que me concentrar no projecto do meu segundo livro.” Vai haver um outro livro? “Sim, o meu segundo intitulado ‘M'pili'. Inclusive já fiz o trabalho etnográfico, entrevistas, observações, procura de arquivos.” E é sobre o quê? “É mais um tema baseado na nossa memória colectiva porque o tema ‘m'pili' é muito patente na nossa sociedade, inclusive foi cantado pelo José Carlos Schwarz. Retrata mais as dinâmicas pós-independência, sobretudo a relação de poder e, sobretudo, também a relação de género.” O que quer dizer “m'pili”? “A m'pili', por exemplo, na língua pepel, m'pili' significa mulher - se não me engano, não tenho certeza - mas é um nome mais derivado da etnia manjaco e pepel.” Regressando ao livro “Sentimentos e Razão”, o amor é um tema também central, mas é um amor romântico, idealizado, que ocupa um enorme espaço na vida da personagem principal. Este tipo de amor não colide com a noção de desejo, de corpo e de liberdade? “É verdade. Tudo que a Malia pensa é idealizado porque a sua realidade é outra, mas também há um facto muito importante. No enredo, de uma forma geral, nós não conseguimos caracterizar a Malia. Praticamente a Malia aparece no livro sem corpo. Nós conseguimos só caracterizar a Malia através do que ela pensa e através do que ela faz, mas ninguém consegue saber se a Malia é branca, se é preta, se tem um corpo muito bem definido ou não. E aqui levanta-se um debate: será que as relações que nós mantemos com mulheres devem ser a partir do corpo ou a partir da mente? Porque durante muito tempo a mulher sempre foi resumida ao corpo. Por isso é que no meu livro ninguém consegue caracterizar a Malia. A Malia sempre construiu as suas relações a partir do que ela pensa, a partir do que ela prega, a partir do que ela sente. A Malia não aparece como uma personagem física dentro do livro e há alguns críticos que ja criticaram isto: ‘Como é que as pessoas vão ler o livro sem saber as características físicas da personagem?' Não é obrigatório a mulher ser conhecida a partir do seu corpo. É possível a mulher ser conhecida a partir da sua voz, a partir do que ela pensa, a partir da sua ideologia. Basicamente é isto. Por isso é que o centro da Malia é o desejo. Nós devemos normalizar também essa questão dos homens, ou melhor, a sociedade admirar a mulher a partir dos seus desejos, sem, no entanto, tocar.” O que é que este livro também conta sobre a Guiné-Bissau? “Eu resumiria isso numa única palavra. Uma Guiné-Bissau em construção porque daqui a cinco anos precisamos de mulheres como a Malia, que vai respeitar as suas raízes, o seu fulcro cultural, mas também questionando as coisas que não estão bem dentro desse fulcro cultural porque para mudarmos nós não precisamos de desfazer-nos da nossa cultura. O que é que nós precisamos? É reajustar porque todas as culturas têm partes nefastas e são estas partes nefastas que a Malia pede para serem reajustadas porque ela só cabe dentro da sua cultura. Sair da Guiné-Bissau, escolher viver em Portugal ou em França ou em outra parte do mundo, ela nunca vai pertencer àquele espaço. O seu verdadeiro espaço é o seu país. Então, para que ele viva no seu país de uma forma tranquila, precisa do reajuste.” Para viver no seu país é preciso condições e a Guiné-Bissau não tem estabilidade política, social e económica. Como é que olha para a Guiné-Bissau actualmente? “Eu, enquanto autora, digo que nenhum artista deve ser neutro, por mais que sejamos neutros enquanto artistas, a nossa arte deve falar sobretudo ao lado do povo. E eu reafirmo isto que a Guiné-Bissau não está bem, está longe de estar bem. Ao olhar só pelo cenário político, o que é que nós devemos fazer? É cada um contribuir da sua forma, mas contribuir da nossa forma não quer dizer que sejamos neutros. Para mim, é deixando de ser neutro que nós podemos contribuir para sair desta situação porque eu acho que sair da Guiné-Bissau e estar a viver num outro país não é o caminho porque nós saímos com a expectativa de que um dia o cenário mude, mas se nós temos essa expectativa, quem é que vai mudar o cenário? Devemos ser nós.” Quanto ao livro “Sentimentos e Razão - Korson ku roson”, porquê este título e o que é que ele significa? “O título “Korson ku roson” é em crioulo e eu quis mantê-lo assim. Para mim, é algo que me lembra quem eu sou e de onde eu saí. Não importa em que línguas o meu livro seja traduzido, sempre vou pedir que mantenham “Korson ku roson”, a língua guineense que agora chamam de crioulo. ‘Sentimentos e razão' porque eu sempre tive a crença que o mundo existe, mas tendo uma linha ténue que divide duas dimensões: o que nós sentimos e o que nós pensamos. Ou fazemos as nossas escolhas através do que o nosso coração manda ou através do que a nossa cabeça manda. Eu resumo o mundo, a vida, nestas duas dimensões.” Este é o seu primeiro livro. Primeiro tinha feito uma versão em língua portuguesa e agora sai em francês. É um passo importante para si? “Sim, sim. Este é o meu primeiro livro, digamos assim, oficial, mas, desde os meus 14 anos, eu já vinha escrevendo muitas coisas. Antes de publicar este livro, eu já tinha participado em outras produções literárias, sobretudo antologias. Eu participei na Antologia de Poetas da CPLP ‘Rotas de Camões'. Participei também na equipa que escreveu a primeira telenovela guineense. Outros poemas que eu fiz foram publicados por jornais como Nô Pintcha, sobretudo ‘Simplesmente Menina Africana', ‘Labareda de Queda' e alguns que já não me lembro porque, hoje em dia, eu escrevo mais crónicas e romances do que poemas. Mas este, em especial, é o meu primeiro livro, ‘Sentimentos e Razão'. A primeira versão eu publiquei em 2025, tornou-se logo ‘best seller' na Guiné-Bissau e depois fizemos a publicação em Portugal e em Paris também lançámos a versão portuguesa num evento da comunidade brasileira na Maison du Brésil. Depois foi traduzido.” Traduzir para francês e chegar a um outro público que, se calhar, não está tão familiarizado com a Guiné-Bissau, que se calhar mal conhece a Guiné-Bissau, também é importante? “Para mim é muito importante. Eu soube desta importância, sobretudo, no processo da revisão do livro, em que eu recebi muitas sugestões, por exemplo, de traduzir algumas expressões crioulas para o francês. Eu não traduzi porque, para mim, para o livro ser traduzido deve poder manter a sua essência, porque a tradução, só em si, já é um problema, na minha concepção, porque a tradução é interpretar e, muitas das vezes, algumas nuances numa certa língua dificilmente encontram uma tradução certa numa outra língua. Então, para mim, enquanto guineense e, entre aspas, escritora, eu não queria ver o meu livro neste ângulo de ver traduzidas as expressões crioulas. Para mim, é um caminho, quando um francês ler o meu livro e encontrar a expressão ‘matchu' e ‘kuma', ele que procure saber o que é que aquilo significa. No livro, nós vamos encontrar um mapa da Guiné-Bissau. Então, para mim, a literatura serve para isso, para fazer o nosso país viajar sem, no entanto, deslocar-se, mas assim fazer as pessoas que vão ler deslocarem-se para conhecerem a realidade. Foi o que aconteceu com muitos dos meus colegas da universidade que já leram o livro e estão com curiosidade e alguns já conseguem pronunciar algumas palavras em crioulo. Então, é isto que me deixa orgulhosa, além de ser importante a tradução do meu livro.” Esta quarta-feira é o dia da defesa do seu mestrado em Sociologia em Paris, algo que a personagem Malia, no início do livro, quando é adolescente, apresenta como um sonho. Tem um peso especial conjugar a defesa do mestrado com o lançamento deste livro? É simbólico? “Talvez seja simbólico de uma forma indirecta. Alguém me chamou a atenção, um artista muito renomado, que me disse: ‘Olha, eu li o teu livro, eu gostei muito, mas eu vejo muito a Malia em ti. Tens que tomar muito cuidado porque as palavras têm poder, sobretudo a arte é sagrada. O que tu escreves, amanhã acontece. Será que este livro levou-te a Paris ou foi Paris que te levou ao livro?' Eu acredito que foi o livro que me trouxe a Paris porque eu escrevi isto antes de sonhar que eu conseguiria a bolsa para vir estudar cá. Mas, se a arte é sagrada e as palavras também são sagradas e tudo o que nós escrevemos há-de acontecer, eu desejo que daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné.”

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | CUIDADO SÁBIO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 2:56


Leitura Bíblica Do Dia: PROVÉRBIOS 22:1-5 Plano De Leitura Anual:  SALMOS 132–134; 1 CORÍNTIOS 11:17-34  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A visão de 55 baleias encalhadas em massa numa praia escocesa foi de partir o coração. Os voluntários tentaram salvá-las, mas não conseguiram. Ninguém sabe os motivos dos encalhes, mas pode ser pelos laços sociais entre as baleias. Quando uma está com problemas, as demais vêm ajudar; e o instinto de cuidado, ironicamente, causa danos. A Bíblia nos chama para ajudar aos outros, mas, também, a sermos sábios ao fazê-lo. Por exemplo, ao ajudarmos a restaurar alguém de seu pecado, sejamos cuidadosos para não cairmos no mesmo pecado (GÁLATAS 6:1). E, embora devamos amar o próximo, também devemos amar a nós mesmos (MATEUS 22:39). Lemos em Provérbios: “O prudente antevê o perigo e toma precauções; o ingênuo avança às cegas e sofre as consequências” (22:3). Esse é um bom lembrete quando ajudar os outros começa a nos prejudicar. Há alguns anos, um casal carente começou a frequentar nossa igreja. Em pouco tempo, ficamos esgotados por atender as constantes necessidades deles. A solução não foi afastá-los, mas impor limites para que os ajudadores não fossem prejudicados. Jesus, o grande Ajudador, também descansava (MARCOS 4:38), e garantiu que as necessidades dos discípulos não fossem substituídas pelas dos outros (6:31). O prudente segue o exemplo de Cristo. Ao cuidarmos de nós mesmos, teremos como oferecer mais ajuda a longo prazo.  Por: SHERIDAN VOYSEY 

Growing For Market Podcast
Investing in land along with farmers with Martín Lemos of Dirt Capital Partners

Growing For Market Podcast

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 56:06


Martín Lemos tells us how his background in farming helps him evaluate the impact of projects Dirt Capital Partners is considering funding from the farming side of things. It is their goal to invest in regenerative agriculture projects, for example helping a farmer expand with a bigger farm. He tells us how they do investment for and with farmers, with making farmer ownership the goal. We discuss how farmers may only buy a farm once or twice in their lifetimes, so Dirt Capital Partners brings expertise to that transaction on behalf of farmers. He tells us how he works as a liaison between farmers and investors- not just looking at the financials but also looking at the potential impact of projects and the feasibility on the farming side. If you're interested in trying to finance a farm project, we talk about eligibility criteria, how to get ahold of Dirt Capital Partners and so much more in this episode of the Growing for Market Podcast! Connect With Guest: Website: dirtpartners.com Podcast Sponsors: Huge thanks to our podcast sponsors as they make this podcast FREE to everyone with their generous support: Nifty Hoops builds complete gothic high tunnels that are easy to install and built to last.  Their bolt-together construction makes setup straightforward and efficient, whether it's a small backyard hoophouse, or a dozen large production-scale high tunnels- especially through their community build option, where professional builders work alongside your crew, family, or neighbors to build each structure -- usually in a single day.Visit niftyhoops.com to learn more. If you grow for market, you know performance is everything. That's why so many farmers are turning to Burpee's Farmers Market. Dedicated to professional growers, Burpee is now offering non-GMO seeds in larger quantities – bred and selected for standout flavor, strong yields, and the kind of visual appeal your customers crave. Burpee's been doing this for 150 years, and they're still creating new varieties with growers like you in mind. You can check out the full lineup at Burpee.com/FarmersMarket. Farmhand is the all-in-one platform built for direct-market farms — CSA, farmers market, and farmstand growers who'd rather be in the field than juggling five different apps. Online store and subscriptions, delivery and pickup routing, SMS and email marketing, waitlist management, and now farm events: sell tickets to u-picks, tours, dinners, and workshops in minutes, with capacity caps, QR check-in, and SMS/email confirmations built in. Every ticket also puts a name, email, and phone on a list you keep. See how farmers are growing direct-to-consumer sales and set up a free account at farmhand.partners/gfm For more on veg and flower market farming, subscribe to Growing for Market Magazine!

Presente Diário
Oração a Deus

Presente Diário

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 3:45


Devocional do dia 10/08/2026 com o tema: Oração a Deus Orar é comunicar-se diretamente com Deus em um momento de intimidade e entrega. Uma oração que agrada ao Eterno envolve confiança, gratidão e submissão à sua vontade. Lemos o conselho do salmista no texto de hoje: Entregue o seu caminho ao Senhor. Essa é uma recomendação clara para que confiemos algo a alguém. Esse ato exige nossa confiança. Ao entregarmos nossos problemas e desafios ao Senhor, estamos dizendo, por meio dessa ação, que confiamos que ele cuidará de tudo, agirá conforme o seu querer e fará o que é melhor para nós. Talvez isso seja um pouco mais complicado. Confiança não é algo que damos a todas as pessoas que conhecemos, afinal, é necessário conquistar e fazer por merecer tal credibilidade. Pensando nesse aspecto, se existe alguém que é digno de confiança, esse é Deus. LEITURA BÍBLICA: Salmo 37.5 Alegrem-se sempre. Orem constantemente. Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus (1Ts 5.16-18).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ilustríssima Conversa
Ronaldo Lemos: IA captura coração, corpo e mente e pode nos emburrecer

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 53:02


A inteligência artificial e plataformas de big techs tentam capturar a nossa mente, e tantas pessoas —hipnotizadas pela rolagem infinita e pela montanha-russa emocional criada pelas telas— perdem o controle das próprias vidas. No recém-lançado "O Monge, o Iogue e o Faquir", Ronaldo Lemos discute esse cenário a partir da metáfora de uma carruagem desgovernada, em que as suas partes —o corpo, as emoções e a mente— são cooptadas pela tecnologia, o que rompe o equilíbrio necessário para ser bem conduzida. Neste episódio, Lemos fala sobre os três arquétipos do título do livro, inspirados em tradições espirituais da China, da Índia e do Ocidente, e aponta caminhos para cultivar o faquir, o monge e o iogue no interior de toda pessoa. O autor defende que é preciso resistir à guerra do Vale do Silício contra a introspecção e se opõe às ideologias que prometem, por exemplo, que a IA vai criar um mundo de abundância universal. Lemos sustenta que não existem trocas reais entre a IA e os humanos, por mais que as máquinas sejam ótimas ilusionistas e tentem convencer do contrário. Por isso, não ache que uma IA pode ser a sua namorada ou a sua terapeuta. Também não é bom pensar em terceirizar o raciocínio para elas: em vez de virar um super-herói da produtividade, ele diz, é mais provável fritar o cérebro e ficar burro. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.

MMA Lock of the Night
UFC Vegas 120 Full Card Picks & Predictions | Gamrot vs Salkilld | The MMA Lock-Cast #394

MMA Lock of the Night

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 24:11


MMA Lock of the Night is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 120: Gamrot vs Salkilld. Also on the main card card, Quarantillo vs Ferreira, Lemos vs Thainara, Miller vs Goff, and Elkins vs Del Valle.

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #388 - Luan Medeiros

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later Aug 4, 2026 42:23


Luan Medeiros foi o convidado do episódio #388 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Bia Figliuolo e Vitória Lemos, o pugilista de 31 anos falou do início da sua carreira no boxe e detalhou a preparação para a terceira edição do Spaten Fight Night. Além de defender a invencibilidade de sete lutas, o carioca disputará o cinturão latino-americano da WBA.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | JESUS REMOVE AS MANCHAS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 4:27


Leitura Bíblica Do Dia:  JEREMIAS 2:1-5,21-22 Plano De Leitura Anual: SALMOS 40–42; ATOS 27:1-26  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  “É brincadeira?!”, gritei, vasculhando a secadora em busca da minha camisa. E a encontrei com algo a mais. Minha camisa branca estava manchada de tinta. Até parecia uma pele de onça: manchas de tinta cobriam tudo. Com certeza deixei de verificar meus bolsos, e uma caneta vazou, manchando-a. As Escrituras frequentemente usam a palavra mancha para descrever o pecado. Uma mancha permeia o tecido, estragando-o. E foi assim que Deus, falando por meio do profeta Jeremias, descreveu o pecado; lembrando ao Seu povo que o pecado deles estava além da capacidade de purificação: “Por mais sabão ou soda que use, não consegue se limpar; ainda vejo a mancha de sua culpa” (JEREMIAS 2:22). Felizmente, o pecado não dá a última palavra. Lemos, em Isaías, a promessa de Deus de nos purificar da mancha do pecado: “Embora seus pecados sejam como o escarlate, eu os tornarei brancos como a neve; embora sejam vermelhos como o carme sim, eu os tornarei brancos como a lã” (1:18). Não consegui retirar a mancha de tinta da minha camisa, nem posso limpar a mancha do meu pecado. Felizmente, Deus nos purifica em Cristo, assim como as Escrituras afirmam: “Mas, se confessamos nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça (1 JOÃO 1:9)”.  Por: ADAM R. HOLZ 

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Sicredi destaca vantagens do crédito consignado e orienta associados sobre contratação consciente

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 17:27


O crédito consignado foi o tema da entrevista desta quarta-feira (22) no programa Cruz de Malta Notícias, da Rádio Cruz de Malta FM. Durante a conversa, representantes da Sicredi esclareceram as principais dúvidas sobre a modalidade de empréstimo, que se destaca pelas condições diferenciadas, praticidade e segurança para quem busca organizar as finanças ou investir em projetos pessoais. Participaram da entrevista Flávia Lemos de Queiroz, Assessora do Segmento Pessoa Física da Sicredi, e Alexandro Augusto Kempfer, gerente da agência Sicredi de Lauro Müller. Eles detalharam o funcionamento do crédito consignado, explicando quem pode contratar a modalidade e quais são as vantagens oferecidas aos associados. Entre os principais benefícios apresentados estão as taxas de juros mais competitivas, os prazos estendidos para pagamento e a comodidade das parcelas serem descontadas diretamente na folha de pagamento ou no benefício recebido pelo contratante. Segundo os representantes da cooperativa, esse formato proporciona maior previsibilidade financeira e reduz os riscos de inadimplência. Durante a entrevista, também foi destacado que o crédito consignado está disponível para públicos específicos, como aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e trabalhadores de empresas privadas conveniadas, respeitando as regras e limites estabelecidos para cada categoria. Além de apresentar as condições da modalidade, Flávia e Alexandro reforçaram a importância de uma contratação consciente. Eles orientaram que o interessado avalie sua capacidade de pagamento, verifique as condições do contrato e procure uma instituição de confiança antes de contratar qualquer operação de crédito. Os representantes ressaltaram ainda que a Sicredi busca oferecer soluções financeiras personalizadas, considerando o perfil e as necessidades de cada associado, com atendimento próximo e orientação para uma gestão financeira responsável. Ouça a entrevista completa:

X-Band: The Phantom Podcast
#342 - Sounds from the 2026 Supanova panels & LFMBEC charity dinner

X-Band: The Phantom Podcast

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 107:23


In this episode, we provide the recordings from the biggest Phantom phan meetup in the world, which was in Sydney in June 2026. It included the LFMBEC charity dinner and a Phantom-related panel held at Supanova Sydney and Supanova Perth.We love comments and feedback from the Phantom phans from around the world. If you agree and/or disagree with us, you can either email us; leave your comments at our YouTube channel, and/or leave them at our social media platforms on Facebook, Twitter, and/or Instagram. A huge thanks to Sean Bassett, who recorded the Supanova Sydney panel; Dan Fraser, who recorded the LFMBEC charity dinner interview; and Duncan Munro, who recorded the Supanova Perth panel. Some things are repeated in the Sydney and Perth panels, but there are enough different topics, phan questions, and other Phantom-related tidbits that it was definitely worth including both panels. It has to be mentioned that the audio quality at some of the events was average. For example, we had to remove the fans' questions from the Perth panel and just included when the host and presenters spoke.Time stamp:Sydney Supanova panel: 2 MinutesPerth Supanova panel: 42 MinutesLFMBEC interview: 1 Hour & 19 MinutesSome of the topics discussed throughout the 2 hours of Frew creators talking about Phantom are:The process of developing a comic from the idea to the script to roughs to pencils to inks to colours.The genesis of the friendship and working relationship between Duncan Munro and Ken Steacy.The genesis of the "The Man from Mandalay" story.Phandom in Australia and the world.Ken Steacy's relationship with the Phantom.Ken Steacy's big regret with his first Phantom gig.Ken Steacy showing the Phantom's ears in the cowl.The importance of checking the tones in grayscale when colouring your stories.What is done traditionally using pencils, inks etc and what is done digitally?Duncan Munro's relationship with the Phantom and how he became a writer of the Phantom.The process of approval with the owners of the Phantom, King Features.How long does it take to write, draw, get approval & publish a story?The consistency of the Phantom over the years.Antonio Lemos' relationship with the Phantom.Antonio Lemos' relationship with Eduardo Barreto & how Lemos consulted on the strip for his friend.Antonio Lemos' favourite Phantom artists.For those on YouTube, these recordings were audio only, so there is no footage of them talking that goes with the audio. We have, however, included photos taken from the weekend overlaid with the audio. A huge thanks to Supanova and Peter Stevens for taking the photos.Attached are some of the speeches from past Phantom phan weekends at Supanova and the LFMBEC dinners.Sounds from the 2025 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2024 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2023 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2022 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2021 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2019 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2018 LFMBEC dinner & Supanova weekendSounds from the 2017 LFMBEC dinner & Supanova weekendIf you know of other conventions happening around the world, please contact us—you can email us at chroniclechamber@gmail.com.You can email us at chroniclechamber@gmail.com or chat with us via our social media profiles on Facebook, Twitter, and/or Instagram. We love comments and feedback from the Phantom phans from around the world. Make sure you stay with us, and do not forget to subscribe and leave a review on our podcast on our YouTube Channel. Support the show

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Convidado Extra
António carlos Cortez: “Se dissermos não às redes os grandes mamutes digitais caem”

Convidado Extra

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 41:35


“Lemos pouca e má poesia”, diz António Carlos Cortez; “Camões é o nosso melhor intérprete”; cuidado com o Trumpismo, a ‘festivalização’ da Cultura, a ausência de humanismo e literatura na educação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nerdebate
Nerdebate 554 - A epidemia de Solidão Masculina

Nerdebate

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 136:58


A EPIDEMIA DE SOLIDÃO MASCULINA: O Que Está Acontecendo? Por que os homens estão cada vez mais isolados? No episódio de hoje, o Nerdebate traz uma bancada 100% feminina e altamente qualificada para debater um dos temas mais discutidos e urgentes da atualidade: A Epidemia de Solidão Masculina. Julia Paula "Dell" recebe a Gabi Psicóloga e a Fernanda Eggers (Despautada) para uma conversa profunda sobre comportamento, cultura pop e sociedade.Navegamos pelas raízes desse fenômeno global, analisando desde o impacto de movimentos sociais extremos até a forma como o cinema molda e reflete as frustrações dos homens modernos. O que a ficção tem a nos dizer sobre a realidade? E como as dinâmicas de relacionamento mudaram ao ponto de criarem barreiras invisíveis? Prepare-se para um debate sem filtros, pautado pela psicologia e pela análise cultural.

Ministério Pedras Vivas
Negócios Com Propósito #3 | Silvinha Lemos – Odontologia Estética, Empreendedorismo, Fé e Propósito

Ministério Pedras Vivas

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 57:43


Artes
Em Avignon, Carolina Bianchi acende "Uma Luz Cordial” atrelada à violência e ao prazer

Artes

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 20:20


A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”

Julien Cazarre
Vanuatu, poisson dans le Burger et Tom Hanks président : David Lemos, commentateur de la télé suisse et fan de l'émission en direct ! – 03/07

Julien Cazarre

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 11:30


Make Cazarre enchaîné great again de 16h30 à 17h30 en direct du Flora Caffé avec Julien Cazarre & Jean-Christophe Drouet.

Circulation on the Run
Circulation June 30, 2026

Circulation on the Run

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 30:54


This week marks the final Circulation on the Run under Dr. Joseph Hill's tenure. For this episode, please join our current hosts along with former host Carolyn Lam, Executive Editor James de Lemos, and Editor-in-Chief Joseph Hill as they remember the legacy of the podcast started a decade ago, the important scientific research discussed, and fond memories after 520 episodes. For the episode transcript, visit: https://www.ahajournals.org/do/10.1161/podcast.20260629.459176

run circulation lemos joseph hill carolyn lam
Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | DILEMAS E FÉ PROFUNDA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 4:58


LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 5:21-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESDRAS 9–10; ATOS 1  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Durante um estudo bíblico na manhã de sábado, um pai sentia-se perplexo, pois sua amada filha rebelde retornara ao lar, mas ele não se sentia à vontade com sua presença e comportamento em casa. Outra pessoa não estava bem fisicamente por causa dos efeitos físicos de doenças prolongadas e do envelhecimento. Muitas visitas a muitos médicos produziram pouco progresso. Ela estava desanimada. Por desígnio divino, naquela manhã, eles estudaram o texto de Marcos 5 e ao terminarem, a esperança e a alegria eram visíveis. Lemos que a filha de Jairo estava doente e ele suplicou a Jesus: “Minha filhinha está morrendo” (MARCOS 5:23). No caminho para visitar a menina, Jesus curou outra mulher de seu longo problema de saúde, dizendo: “Filha, sua fé a curou” (v.34). Jairo e a mulher, compelidos pela fé em Jesus, procuraram-no e não se desapontaram. Mas, em ambos os casos, antes de conhecer Jesus, as coisas foram de “mal a pior” antes de melhorarem. Os dilemas da vida não discriminam. Independentemente do gênero, idade, raça ou classe social, todos enfrentamos situações que nos deixam perplexos e nos fazem questionar. Em vez de permitir que os desafios nos afastem de Jesus, esforcemo-nos para que isso nos desperte à fé mais profunda naquele que sente quando o tocamos e que pode nos curar (v.30).  Por: ARTHUR JACKSON 

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | ÍDOLOS INTERNOS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 3:39


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  GÊNESIS 35:1-5 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 30–31; JOÃO 18:1-18  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Alguns homens do meu grupo de estudo bíblico tinham quase 80 anos, e surpreendeu-me saber que lutavam contra a luxúria: uma batalha que travavam desde a juventude. Todos os dias comprometiam-se a seguir Jesus e pediam perdão por suas falhas. Não deveríamos nos chocar ao saber que pessoas piedosas ainda lutam contra desejos vis na fase avançada da vida. Um ídolo é tudo o que ameaça tomar o lugar de Deus em nossa vida, e eles podem aparecer mesmo após acharmos que sumiram. Na Bíblia, Jacó foi salvo de seu tio Labão e de seu irmão Esaú. Ele voltava para Betel para adorar a Deus e celebrar Suas muitas bênçãos, mas sua família ainda mantinha ídolos pagãos que Jacó precisou enterrar (GÊNESIS 35:2-4). Lemos também que, após os israelitas derrotarem seus inimigos e estabelecerem-se em Canaã, Josué ainda os orientava a jogar “fora os falsos deuses […] em seu meio e [voltar] o coração para o Senhor” (JOSUÉ 24:23). Aparentemente a esposa de Davi, Mical, guardava ídolos, pois colocou um em sua cama para enganar os soldados que vieram matá-lo (1 SAMUEL 19:11-16). Os ídolos são mais comuns do que pensamos, e Deus é mais paciente do que merecemos. Os desejos para voltarmos a eles virão, mas o perdão de Deus é maior. Que sejamos separados para Jesus, abandonemos nossos pecados e encontremos o perdão nele.  Por: MIKE WITTMER 

Meio Ambiente
Às vésperas de outro El Niño, Brasil segue vulnerável a catástrofes, alertam especialistas

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 14:45


Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.

Mana & Plasma
Épisode 48 : Dans les coulisses des Utopiales 2025

Mana & Plasma

Play Episode Listen Later May 30, 2026 27:20


On profite d'un été en avance pour vous donner de l'automne en retard ! À l'heure où fleurissent les estivaux festivals, Mana & Plasma revient tout en fraîcheur sur les coulisses de notre dernier passage aux Utopiales. L'occasion de vous recommander de belles lectures grâce à nos invité·es exceptionnel·les... et d'évoquer l'arrivée prochaine des extraterrestres en terres nantaises. Conseils lectureMlkPlus vous conseille « Annihilation » de Jeff VanderMeer, Au Diable Vauvert Bénédicte Coudière vous conseille « Drome » de Jesse Lonergan, 404 Manu Peudon vous conseille « Supergirl: woman of tomorrow », de Tom King et Bilquis Evely, Urban Pride vous conseille « La guilde des Queues de chats morts », de P. Djèlí Clark, L'Atalante Noëmie Lemos, heureuse gagnante du Grand Prix de l'Imaginaire 2026, vous conseille « Paradis synthétique » de Fadi Zaghmout, Hikaya CréditsGénérique d'intro : MlkPlusGénérique d'outro : « Star Wars Samba », Masayoshi Takanaka MerciMerci à Béné Coudière, Noëmie Lemos, Manu Peudon pour leurs recommandations ! Merci aux Utopiales d'accueillir les auteurices et podcasteurices comme il se doit.Bisous à Dany qui nous a manqué, et à L'Oli Fant que vous n'entendez pas ici, mais que vous retrouverez dans l'épisode Utopiales 2025 de Mana et Plasma ! Déjà disponible.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | LOUVOR IMPROVISADO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later May 28, 2026 4:19


Leitura Bíblica Do Dia: ATOS 16:16-26 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 4–6; JOÃO 10:24-42  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em curta viagem missionária à Etiópia, acompanhamos um ministério local numa visita a jovens em situação de extrema vulnerabilidade. Eles viviam em barracos num ferro-velho, e foi um prazer conhecê-los! Compartilhamos testemunhos, palavras encorajadoras e orações. Um de meus momentos favoritos foi louvar a Deus ao som do violão com nossos novos amigos sob um luar radiante. Que momento sagrado! Apesar da situação desesperadora deles, aqueles homens tinham esperança e alegria que só podem ser encontradas em Jesus. Lemos sobre outro momento de louvor improvisado, ocorrido na prisão da cidade de Filipos. Paulo e Silas foram presos, espancados, açoitados e encarcerados por servirem a Jesus. Em vez de ceder ao desespero, eles adoraram a Deus orando e cantando em sua cela. “De repente, houve um forte terremoto, e até os alicerces da prisão foram sacudidos. No mesmo instante, todas as portas se abriram e as correntes de todos os presos se soltaram” (ATOS 16:26). O primeiro pensamento do carcereiro foi acabar com a própria vida, mas quando ele percebeu que os prisioneiros não tinham fugido, creu em Deus, e a salvação alcançou toda a sua família (vv.27-34). Deus se deleita em ouvir nossos louvores a Ele. Vamos adorá-lo nos altos e baixos da vida.   Por: NANCY GAVILANES 

Protagonistas de la Economía Colombiana
Julián Fernando Lemos Valero, vicepresidente corporativo de estrategia y nuevos negocios de Ecopetrol

Protagonistas de la Economía Colombiana

Play Episode Listen Later May 26, 2026 3:54


Julián Fernando Lemos Valero, vicepresidente corporativo de estrategia y nuevos negocios de Ecopetrol by Diario La república

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #385 - Davi Brito e Kleber Bambam

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later May 19, 2026 64:00


Davi Brito e Kleber Bambam participaram do episódio #385 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, os campeões do Big Brother Brasil se provocaram e falaram do duelo no FMS 8, que acontece no dia 30 de maio, em São Paulo. Dá o play!

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #384 - Gabi Pessanha

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later May 12, 2026 59:14


Gabi Pessanha foi a convidada do episódio #384 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Bia Figliuolo e Vitória Lemos, a faixa preta de jiu-jitsu comentou sua última conquista no campeonato brasileiro e falou do desejo de lutar no UFC BJJ.

Agro Resenha Podcast
DIOGO E TULIO LEMOS - FAZENDA NOVA FRONTEIRA

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later May 5, 2026 128:33


Neste episódio final da segunda temporada do Brasil que Produz, mergulhamos na estratégia da Fazenda Nova Fronteira, liderada pelos irmãos Túlio e Diogo Lemos. Localizada em uma região estratégica de intersecção entre Acre, Rondônia e Amazonas, a propriedade é um modelo de como a pecuária de recria e engorda pode atingir altos índices de desfrute enquanto preserva 80% de sua área original. Abordamos temas fundamentais como o uso de tecnologia de identificação individual do rebanho, a implementação de projetos de crédito de carbono (REDD+) certificados internacionalmente e a gestão de pessoas que atravessa gerações. Um episódio indispensável para quem busca entender o agro como um negócio de precisão que equilibra rentabilidade econômica com impacto socioambiental positivo. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Silveira Consultoria! A Silveira é uma consultoria especializada em gestão e inovação no agronegócio, oferecendo serviços como consultoria produtiva, coleta de dados e apoio à tomada de decisões. A empresa apoia produtores com soluções práticas para melhorar eficiência e resultados na pecuária, integrando tecnologia e conhecimento do setor. Silveira Consultoria: Inovação na pecuária por gerações. Site: https://silveirapecuaria.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/silveira_consultoriaFacebook: https://www.facebook.com/SilveiraConsultoriaPecuariaMt/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/silveira-consultoria-pecuaria Este episódio também foi trazido até você pela Estância Bahia Leilões! Estância Bahia Leilões conecta pecuaristas a oportunidades de negócios seguros e rentáveis na compra e venda de gado, por meio de leilões presenciais, virtuais e plataformas digitais. A empresa oferece transparência, tecnologia e dados de mercado, facilitando decisões e gerando melhor valor para o rebanho dos produtores. Estância Bahia Leilões: Inovando a pecuária, inspirando gerações. Site: https://estanciabahia.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/estanciabahiaoficial/Facebook: https://www.facebook.com/EstanciaBahiaLeiloes/YouTube: https://www.youtube.com/@eb.oficial Este episódio também foi trazido até você pela Inbra! A Inbra Nutrição Animal desenvolve soluções e aditivos nutricionais com tecnologia para melhorar a produção de proteína animal de forma saudável e sustentável. Seus produtos auxiliam pecuaristas a aumentar eficiência, desempenho e conversão alimentar, oferecendo inovação técnica e resultados comprovados no campo, em diferentes sistemas produtivos. Inbra: Tecnologia exclusiva, resultados que transformam. Site: https://www.inbra.ind.br/Instagram: https://www.instagram.com/inbranutri/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inbraYouTube: https://www.youtube.com/@Inbra INTERAJA COM O BRASIL QUE PRODUZSite: https://www.brasilqueproduz.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/brqueproduz/YouTube: https://www.youtube.com/@BRqueProduzCortes: https://www.youtube.com/@Cortes-BRqueProduzCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 QUERO PATROCINAR A PRÓXIMA TEMPORADASe você deseja posicionar sua marca junto ao Brasil que Produz, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Gabriel Martins e Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidados: Diogo Lemos e Tulio Lemos Edição: W. FilmesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | COMPANHEIROS ANGELICAIS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 3:27


Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 23:20-26 Plano De Leitura Anual: 1 REIS 3–5; LUCAS 20:1-26  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Bia se sentia sobrecarregada e cansada por fazer tantos exames. Os médicos a alarmaram ao dizer-lhe que buscavam por um câncer em seu corpo. Todos os dias, Deus fielmente a encorajava com Sua presença e paz permanente conforme ela o buscava em oração e leitura da Palavra. Bia lutou contra as incertezas e aprendeu a colocar seus questionamentos sobre os ombros de Deus. Certa manhã, antes de uma séria cirurgia, deparou-se com um versículo que atingiu seu coração: “enviarei um anjo à sua frente para protegê-los ao longo da jornada” (ÊXODO 23:20). São palavras de Deus ditas aos israelitas, Seu povo, por intermédio de Moisés. O profeta entregava as leis de Deus para Seu povo segui-las, enquanto os conduzia para uma nova terra (vv.14-19). Mas no meio dessas instruções, Ele lhes disse que enviaria um anjo “para protegê-los ao longo da jornada”. Embora não se referisse à situação de Bia, ela lembrou-se de que o cuidado dos anjos é mencionado em outras partes da Bíblia. Lemos em Salmos: “Pois ele ordenará a seus anjos que o protejam aonde quer que você vá” (91:11). E lemos na carta aos Hebreus que Deus afirma que envia anjos como “servos, espíritos enviados” para servir aos que creem em Cristo (1:14). Se conhecemos a Cristo, Ele tem um anjo ou mais anjos perto de nós para nos proteger. Por: ANNE CETAS 

Digital Velocity
Episode 108: "One Person With AI Could Do More Work Than a Whole Team" — Wes Lemos on the Three Levels of AI Most People Never Reach

Digital Velocity

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 38:47


Most of us are using AI to solve a problem once. We polish an email. We summarize a document. We move on. And we tell ourselves we are getting good at this. Wes Lemos has been at this longer than most. He runs Roll Digital, founded TIV AI and Vibe Scribe, and has built hundreds of projects across multiple servers. In Episode 108, he sits down with Erik Martinez to talk about why solving a problem once is the entry point, not the destination. "One person with AI could do more work than a whole team can." There is a shift Wes describes that most people have not made yet. It's about what you do after AI gives you the answer the first time. Wes has a framework for what that looks like, and most listeners have yet to move beyond the first level of it. In this conversation, Wes and host Erik Martinez get into what is actually possible right now, why the gap between awareness and capability is widening, and the one shift that takes you from getting value out of AI to building real assets with it.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | ARRANQUE AS ERVAS-DANINHAS

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 3:54


Leitura Bíblica Do Dia: MATEUS 13:1-8,18-23  Plano De Leitura Anual: 1 REIS 1–2; LUCAS 19:28-48  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Depois de plantar algumas sementes no meu quintal, esperei os resultados. Li que as sementes brotariam entre 10 e 14 dias e as observei com atenção ao regar o solo. Logo vi algumas folhas brotando, mas minha alegria murchou quando meu marido me disse que eram ervas daninhas, encorajando-me a retirá-las rapidamente para que não sufocassem as plantas que eu tentava cultivar. Jesus falou sobre a importância de lidar com espinhos que impedem o nosso crescimento espiritual. Ele explicou Sua parábola assim: quando o semeador lançou as sementes, algumas “caíram entre os espinhos, que cresceram e sufocaram os brotos” (MATEUS 13:7). Espinhos ou ervas daninhas farão isso com as plantas, impedirão seu crescimento (v.22). E é certo que a preocupação prejudicará o nosso crescimento espiritual. Ler a Bíblia e orar são ótimas maneiras de fazer nossa fé crescer, mas aprendi que é preciso cuidar com os espinhos da preocupação. Eles “sufocarão” a boa palavra plantada em mim, fazendo-me concentrar no que pode dar errado. Lemos nas Escrituras que o fruto do Espírito inclui amor, alegria, paz (GÁLATAS 5:22). Mas para que produzamos esse fruto, com o auxílio de Deus, primeiro precisamos arrancar as dúvidas e a preocupação que podem nos distrair e nos fazer olhar para qual quer coisa que não seja Ele.   Por: KATARA PATTON 

Explicador
Reforço das camas das misericórdias arranca em maio

Explicador

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 15:22


Presidente da União das Misericórdias assegura reforço das camas para internamentos sociais em maio. Manuel de Lemos diz que rede de lares em Portugal é deficiente e rede pública demoraria 20 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | COMUNIDADE EM CRISTO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 3:05


Leitura Bíblica Do Dia:  ECLESIASTES 4:7-12 Plano De Leitura Anual: 2 SAMUEL 14–15; LUCAS 17:1-19  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  “Eu sabia que para ter sucesso precisava esquecer meu lar, minha esposa e meus filhos”, disse Jorge. “Descobri que não conseguia fazer isso. Eles estão entrelaçados em meu coração e alma.” Sozinho em uma área remota, Jorge participou de um reality show onde os competidores deviam sobreviver ao ar livre, com o mínimo de suprimentos, pelo maior tempo possível. O que o fez desistir não foram os ursos pardos, as temperaturas geladas, os ferimentos ou a fome, mas uma solidão avassaladora e o desejo de estar com sua família. Podemos ter todas as habilidades necessárias para sobreviver no deserto, mas, ao nos separarmos dos nossos, pendemos ao fracasso. Lemos que: “É melhor serem dois que um, pois um ajuda o outro…” (ECLESIASTES 4:9). Uma comunidade que honra a Cristo, mesmo com seus problemas, é essencial para o nosso desenvolvimento. Não temos chance contra as provações do mundo se tentarmos enfrentá-las sozinhos. Aquele que trabalha só, trabalha em vão (v.8). Sozinhos, somos suscetíveis ao perigo (vv.11-12). Ao contrário de um único fio, “uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente” (v.12). A dádiva da comunidade amorosa e centrada em Cristo, além de oferecer encorajamento, também nos fortalece perante os desafios. Precisamos uns dos outros.  Por: KAREN PIMPO 

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | AS ESCOLHAS IMPORTAM

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 2:42


LEITURA BÍBLICA DO DIA:  PROVÉRBIOS 14:8-12 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 SAMUEL 1–2; LUCAS 14:1-24  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  A agenda do pastor Damião incluía visitas hospitalares a duas pessoas muito doentes que tinham escolhido caminhos de vida diferentes. Uma delas era uma mulher amada por sua família, cujo serviço altruísta havia cativado muitos corações. Outros cristãos reuniram-se ao redor dela, e louvores, orações e esperança enchiam o quarto. No outro hospital, estava um parente de um membro da igreja do pastor, que também estava morrendo. Seu coração endurecido o levou a uma vida difícil, e sua família disfuncional sofria por suas más decisões e erros. As diferenças nos dois leitos refletiam os contrastes da vida de cada um. Muitas vezes, aqueles que falham em considerar por onde caminham na vida encontram-se presos em situações desconfortáveis, indesejáveis e solitárias. Lemos em Provérbios que “Há caminhos que a pessoa considera corretos, mas que acabam levando à estrada da morte” (14:12). Jovem ou velho, doente ou saudável, rico ou pobre, nunca é tarde demais para rever nosso caminho. Aonde ele nos levará? Ele honra a Deus? Isso auxilia ou atrapalha os outros? É o melhor caminho para um cristão seguir? As escolhas importam. E Deus nos ajudará a fazer melhores escolhas ao nos voltarmos para Ele por meio de Seu Filho, Jesus: “Venham a mim […] e eu lhes darei descanso” (MATEUS 11:28).  Por: ARTHUR JACKSON 

Agro Resenha Podcast
CÉSIO E CARLOS LEMOS - FAZENDA GALERA

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 111:05


Neste episódio do Brasil que Produz visitamos a Fazenda Galera, em Conquista D’Oeste (MT), para uma conversa profunda com Césio e Carlos Lemos. Com uma trajetória iniciada em 1979, os entrevistados compartilham como transformaram a propriedade em um modelo de pecuária de ciclo completo, unindo tradição e gestão baseada em dados. O episódio oferece valor prático ao discutir sucessão familiar, eficiência operacional e os desafios ambientais da produção moderna. É uma imersão na realidade de quem aplica inovação e boas práticas para garantir rentabilidade e sustentabilidade no coração do Mato Grosso. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Silveira Consultoria! A Silveira é uma consultoria especializada em gestão e inovação no agronegócio, oferecendo serviços como consultoria produtiva, coleta de dados e apoio à tomada de decisões. A empresa apoia produtores com soluções práticas para melhorar eficiência e resultados na pecuária, integrando tecnologia e conhecimento do setor. Silveira Consultoria: Inovação na pecuária por gerações. Site: https://silveirapecuaria.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/silveira_consultoriaFacebook: https://www.facebook.com/SilveiraConsultoriaPecuariaMt/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/silveira-consultoria-pecuaria Este episódio também foi trazido até você pela Estância Bahia Leilões! Estância Bahia Leilões conecta pecuaristas a oportunidades de negócios seguros e rentáveis na compra e venda de gado, por meio de leilões presenciais, virtuais e plataformas digitais. A empresa oferece transparência, tecnologia e dados de mercado, facilitando decisões e gerando melhor valor para o rebanho dos produtores. Estância Bahia Leilões: Inovando a pecuária, inspirando gerações. Site: https://estanciabahia.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/estanciabahiaoficial/Facebook: https://www.facebook.com/EstanciaBahiaLeiloes/YouTube: https://www.youtube.com/@eb.oficial Este episódio também foi trazido até você pela Inbra! A Inbra Nutrição Animal desenvolve soluções e aditivos nutricionais com tecnologia para melhorar a produção de proteína animal de forma saudável e sustentável. Seus produtos auxiliam pecuaristas a aumentar eficiência, desempenho e conversão alimentar, oferecendo inovação técnica e resultados comprovados no campo, em diferentes sistemas produtivos. Inbra: Tecnologia exclusiva, resultados que transformam. Site: https://www.inbra.ind.br/Instagram: https://www.instagram.com/inbranutri/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inbraYouTube: https://www.youtube.com/@Inbra INTERAJA COM O BRASIL QUE PRODUZSite: https://www.brasilqueproduz.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/brqueproduz/YouTube: https://www.youtube.com/@BRqueProduzCortes: https://www.youtube.com/@Cortes-BRqueProduzCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 QUERO PATROCINAR A PRÓXIMA TEMPORADASe você deseja posicionar sua marca junto ao Brasil que Produz, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Gabriel Martins e Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidados: Césio e Carlos LemosEdição: W. FilmesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Heavy Hands
615 - The Stepkids

Heavy Hands

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 77:54


It's Movsar Evloev vs Lerone Murphy. Loser gets left at a bus stop.  Breaking down the war between Hardwick and Rahiki, along with all the other interesting bits of the Vallejos-Emmett undercard, in our latest bonus episode: https://www.patreon.com/heavyhands Predatory instinct: how Max Holloway attacks: https://open.substack.com/pub/facepunching/p/predatory-instinct-how-max-holloway?r=evbq&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=false Heavy Hands merch: https://www.redbubble.com/shop/ap/64577943?asc=u CONTENTS: 00:00 Intro 7:43 Evloev vs Murphy 30:03 Wood vs Keita 45:56 Vallejos vs Emmett 57:39 Robertson vs Lemos 1:03:50 Delgado vs Fili

Café com Investidor
#129 - Tiago Andrade e André Lemos, do Partners Group

Café com Investidor

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 42:12


Patricia Valle e A Partners Group estreou no growth equity com a Omie e planeja repetir a dose. O plano é fazer um investimento desse porte por ano. Tiago Andrade e André Lemos explicam a tese

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #375 - Campeã do UFC BJJ na área!

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 64:59


Aurelie Le Vern foi a convidada o episódio #375 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Beatriz Figliuolo e Vitória Lemos, a lutadora francesa falou da conquista do cinturão peso-pena no UFC BJJ e explicou como começou a sua relação com o Brasil e a língua portuguesa.

MMA Lock of the Night
UFC Vegas 114 Full Card Picks & Predictions | Emmett vs Vallejos | The MMA Lock-Cast #364

MMA Lock of the Night

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 81:47


MMA Lock of the Night is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 114: Emmett vs Vallejos. Also on the card, Lemos vs Robertson, Sy vs Cutelaba, Fili vs Delgado, Rahiki vs Hardwick, and Petrino vs Asplund.

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #372 - Presidente do Jungle Fight na área!

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 62:22


Wallid Ismail foi o convidado do episódio #372 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, o empresário relembrou como foi a criação do Fight do Milhão. Além disso, o ex-lutador falou das expectativas para a edição 145 do evento, marcado para o dia 28 de fevereiro, no Rio de Janeiro.

Mundo da Luta - Marcelo Russio
Mundo da Luta #369 - Marina Rodriguez na área

Mundo da Luta - Marcelo Russio

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 52:56


Marina Rodriguez foi a convidada do episódio #369 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, ela relembrou momentos importantes na carreira de MMA e explicou a decisão de pendurar as luvas após 10 anos como profissional. Além disso, Marina falou do início da trajetória empresariando lutadores. Dá o play!

UFC Unfiltered with Jim Norton and Matt Serra
Gillian Robertson talks rebooked Lemos fight, Jean Silva talks win over Arnold Allen, UFC 324 takeaways

UFC Unfiltered with Jim Norton and Matt Serra

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 53:58


Jim Norton and Matt Serra welcome a pair of familiar faces back to the show in women's strawweight Gillian Robertson and men's featherweight Jean Silva.First up, Robertson calls in to discuss her long-awaited return to the Octagon. After a frustrating stretch of delays, postponements, and bad luck with opponents, she previews her rescheduled matchup against Amanda Lemos — now set for March 14 at the Meta APEX — and explains why staying active moving forward is a top priority as she eyes a fifth-straight win.Then, fresh off his win over Arnold Allen, featherweight contender Jean Silva joins the show alongside his manager to assist with Portuguese-to-English translation duties. Matt sets the tone for the interview in a way that requires no Duolingo, immediately matching Silva's infectious energy. From there, the conversation turns to a breakdown of Silva's win over Allen, what the fight revealed about his evolution as a fighter, and where he sees himself fitting into the featherweight picture as Jim throws out potential next opponents.Jim and Matt wrap up the episode with their biggest takeaways from UFC 324, highlighting standout performances and early storylines from the first-ever UFC event of the Paramount era.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.

Es la Mañana de Federico
Las Noticias de La Mañana: Tomé dimite y dice que sus mensajes de acoso eran "chistes"

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 16:27


Federico comenta cómo Tomé ha dimitido tras 6 denuncias de acoso sexual. Sin embargo, sigue como alcalde en Monforte de Lemos.

Sustaining Creativity Podcast
The Creativity of Collaboration with Mathias Lemos Castillo

Sustaining Creativity Podcast

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 29:52


Creativity through the lens of the founder of MLC Consulting"Lean into curiosity. The ability to be curious and try something new."I am a dynamic community engagement consultant and cultural bridge-builder with unique expertise in fostering meaningful connections across diverse communities. As the founder of MLC Consulting I bring valuable insights on: - Cross-cultural communication and community building strategies - Cultural competency in today's evolving workplace - Leadership perspectives on creating inclusive spaces for dialogue My experience spans from local initiatives to national organizations, and I can offer engaging discussions on intentional community engagement, organizational development, and the power of authentic cultural connections. As a bilingual professional born and raised in Uruguay who later moved to the United States, I bring a unique international perspective that resonates with diverse audiences seeking insights on cultural competency and inclusive leadership.LinkedIn:https://www.linkedin.com/in/mlemoscastillo/https://www.linkedin.com/company/consult_mlc/Website:https://consultantmlc.com/Send us a text

MMA Lock of the Night
Royval vs Kape | UFC Vegas 112 Breakdown & Predictions | The MMA Lock-Cast #355

MMA Lock of the Night

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 53:48


Bibotalk - Todos os podcasts
Você interpretou errado – BTCast 627

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 44:33


Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Rodrigo Calça Lemos conversam sobre versículos que os cristãos interpretam errado. A Bíblia não é um livro difícil — difícil mesmo é quando a gente lê o que não está escrito. Todo cristão conhece pelo menos um versículo que […] O conteúdo de Você interpretou errado – BTCast 627 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

neste voc muito errado lemos bibo btcast bibotalk teologia
BTCast | Bibotalk
Você interpretou errado – BTCast 627

BTCast | Bibotalk

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 44:33


Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Rodrigo Calça Lemos conversam sobre versículos que os cristãos interpretam errado. A Bíblia não é um livro difícil — difícil mesmo é quando a gente lê o que não está escrito. Todo cristão conhece pelo menos um versículo que […] O conteúdo de Você interpretou errado – BTCast 627 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

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The Cycling Podcast
S13 Ep128: Stage 15 | A Veiga/Vegadeo>Monforte De Lemos | Vuelta a España

The Cycling Podcast

Play Episode Listen Later Sep 7, 2025 60:14


Join us for daily coverage of the Vuelta a España recorded on the road as the race makes its way from Turin to Madrid. Our daily coverage features race analysis, interviews and daily postcards from  Spain. OUR SPONSORS, LLOYDS The Cycling Podcast is proudly supported by Lloyds. Last year, Lloyds began a multi-year partnership with British Cycling, which includes becoming  title sponsors of the Lloyds Tour of Britain races for men and women. Lloyds also sponsors the Great Britain team and National Championships across a range of disciplines – road racing, track cycling, mountain biking, BMX and cyclo-cross. Thanks to sponsorship from Lloyds, The Cycling Podcast will be covering the Lloyds Tour of Britain Men with daily episodes for the first time. Check out the full route of the race on the British Cycling website. Follow us on social media: Twitter @cycling_podcast Instagram @thecyclingpodcast Friends of the Podcast Sign up as a Friend of the Podcast at thecyclingpodcast.com to listen to new special episodes every month plus a back catalogue of more than 300 exclusive episodes. The Cannibal & Badger Friends of the Podcast can join the discussion at our new virtual pub, The Cannibal & Badger. A friendly forum to talk about cycling and the podcast. Log in to your Friends of the Podcast account to join in. The 11.01 Cappuccino Our regular email newsletter is now on Substack. Subscribe here for frothy, full-fat updates to enjoy any time (as long as it's after 11am). The Cycling Podcast is on Strava The Cycling Podcast was founded in 2013 by Richard Moore, Daniel Friebe and Lionel Birnie.