POPULARITY
Categories
A EPIDEMIA DE SOLIDÃO MASCULINA: O Que Está Acontecendo? Por que os homens estão cada vez mais isolados? No episódio de hoje, o Nerdebate traz uma bancada 100% feminina e altamente qualificada para debater um dos temas mais discutidos e urgentes da atualidade: A Epidemia de Solidão Masculina. Julia Paula "Dell" recebe a Gabi Psicóloga e a Fernanda Eggers (Despautada) para uma conversa profunda sobre comportamento, cultura pop e sociedade.Navegamos pelas raízes desse fenômeno global, analisando desde o impacto de movimentos sociais extremos até a forma como o cinema molda e reflete as frustrações dos homens modernos. O que a ficção tem a nos dizer sobre a realidade? E como as dinâmicas de relacionamento mudaram ao ponto de criarem barreiras invisíveis? Prepare-se para um debate sem filtros, pautado pela psicologia e pela análise cultural.
A encenadora, actriz e escritora brasileira Carolina Bianchi regressou ao Festival de Avignon para estrear “Uma Luz Cordial”, o último capítulo da "Trilogia Cadela Força" aqui iniciada em 2023. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também à "expressão do prazer", conta-nos a artista que neste espectáculo confronta o público com “o enigma” que atravessa a peça e que envolve teatro, literatura e sexualidade. Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo vão também fazer dois dias de maratona teatral de 10 horas com as três peças seguidas da trilogia, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”. Carolina Bianchi encerrou a trilogia iniciada em Avignon com “Uma Luz Cordial”, um espectáculo que leva para o palco a violência do acto de escrever e o mistério da sua própria sexualidade. Esta é “uma luz atrelada à expressão da violência”, mas também “à expressão do prazer”, conta-nos a artista que foi buscar o título da peça a um poema que lhe é fundamental: “My Life Had Stood a Loaded Gun”, de Emily Dickinson, em que a imagem de uma arma carregada lhe evoca o potencial explosivo de uma poeta a escrever. Além do novo espectáculo, Carolina Bianchi e a sua companhia Cara de Cavalo retomam toda a trilogia nesta 80ª edição do Festival de Avignon e o público poderá ver, no mesmo dia, “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” [que a revelou aos palcos europeus e com o qual conquistou o Leão de Prata da Bienal de Veneza em 2025], “The Brotherhood” e “Uma Luz Cordial”. A maratona teatral de 12 e 13 de Julho, na Opéra Grand Avignon, dura diariamente cerca de dez horas, um gesto movido pelo desejo de “aventura total”, em referência à "obra de arte como aventura total” do artista Alberto Greco, de quem também fala em palco. “A Noiva e o Boa Noite Cinderela”, o primeiro capítulo, arrasta o público para o inferno das violações e dos feminicídios. “The Brotherhood”, o segundo capítulo, mergulha-nos nas alianças masculinas que têm dominado a história da arte e do teatro e verbaliza o fascínio por esses mestres da arte e da violência. Agora, “Uma Luz Cordial”, o terceiro capítulo, tenta fintar a brutalidade da criação artística e faz a literatura irromper em todo o espaço cénico. Diluem-se novamente fronteiras entre teatro e poesia, entre ficção e real, entre autor e alter ego. Carolina Bianchi vai desaparecendo de cena para reaparecer “nas vozes” de autoras como Hilda Hilst e Emily Dickinson. Não se pense que este último capítulo vem curar alguma dor porque, ela avisa em palco, “a dor não passa” e “não há salvação”. Há, no entanto, uma luz ao fundo do túnel, a tal “luz cordial”, ainda que corresponda ao disparo de uma arma no poema “My Life Had Stood a Loaded Gun”. O teatro radical de Carolina Bianchi, que deixa enigmas e não dá respostas, que leva para o palco a complexidade e a perplexidade do mundo, que leva à tona tanto a parte maldita quanto a parte poética da criação, está no Festival de Avignon até 12 de Julho. RFI: Como é que nos pode apresentar este terceiro capítulo que fecha a trilogia “Cadela Força”? Carolina Bianchi, Autora e encenadora da trilogia teatral “Cadela Força”: “Uma Luz Cordial é um trabalho que vai na direcção da escrita, sobre o acto de escrever. Então, ele é, na verdade, eu me colocando ali também, nesta travessia deste espectáculo, como a escrita em si, o meu corpo está muito mais fora de cena do que nos outros trabalhos da trilogia. Acho que também tem essa questão: a de uma escritora que está desaparecendo, que está se tornando pura escrita. Por tocar nesse assunto da escrita, acho que forma um triângulo muito importante com outras duas coisas, que é a imaginação e a sexualidade. Aí, para mim, surge uma equação do enigma desta terceira parte, que é o que atravessa este último capítulo, estas três palavras que não se conseguem mais dissociar, a escrita também como uma possível expressão da sexualidade e é não só falar sobre a sexualidade, mas a escrita como expressão de uma sexualidade. Acho que, sobretudo, é também muito importante dizer: a literatura como forma de prazer.” Há uma poesia de Emily Dickinson essencial na peça, que fala em "uma luz cordial" em que "a arma tem o poder de matar, mas não de morrer". Por que chamou ”Uma Luz Cordial” ao terceiro capítulo? “Esse é o meu poema preferido da vida. Emily Dickinson traz uma possibilidade de ler esse poema - porque é o que eu digo também no trabalho: é difícil chegar a uma conclusão sobre como analisar um poema de Emily Dickinson. E essa é a coisa mais bonita sobre essa autora, que trabalha com enigmas, com espaços de puro mistério na sua escrita, na sua poesia. Acho que essa imagem de uma arma carregada que, para mim, pode ser a imagem da poeta a escrever, é uma das imagens mais bonitas que a poesia já trouxe para o meu imaginário. Aí vem essa frase ‘Uma luz cordial' que está no poema e ela essa sentença para descrever o momento do disparo da arma. Então, o tempo todo ela está trazendo nesse poema esses dois lados de uma arma que também é uma arma que é uma expressão de violência e, ao mesmo tempo, quando o disparo é descrito como uma luz cordial isso também traz outra imagem sobre essa arma, que é uma imagem de vida, uma imagem de sorriso, uma imagem de prazer, uma imagem de iluminação que é muito forte.” Em “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” a principal inspiração era a artista italiana Pippa Bacca, violada e assassinada em trabalho. Em “The Brotherhood”, inspirava-se também na dramaturga Sarah Kane que dizia que “não há amor sem violência” e que explorava os temas do amor e da violência. Agora, as suas musas são Hilda Hilst e Emily Dickinson. Porquê falar através da voz destas artistas mulheres e porquê levar de forma tão franca a literatura para o teatro? “Tem uma coisa que eu acho que é importante dizer. A Pippa Bacca, para mim, ela não foi tanto uma inspiração como a minha relação com a Sarah Kane, talvez com outras dessas autoras. Acho que a Pipa Baca tinha uma coisa ali de um mistério do qual eu precisava, era quase a atracção de um detective que eu acho que é um pouco diferente. Nestes dois outros trabalhos, quando Sarah Kane aparece, quando vem a Emily, a Hilda e outras vozes também, para mim tem um aspecto de um encontro que é um encontro onde você se sente pertencente a um lugar ou onde você tenta pertencer a um lugar onde encontra essas outras autoras, onde você se sente menos sozinha, onde você tem um lugar onde se reconhece numa história. Acho que isso acontece muito com a Sarah Kane na ‘Brotherhood', alguém que fez espectáculos extremamente violentos, que sofreu também muitas consequências, boas e ruins, dessa dramaturgia sem concessões que ela fazia. Agora, nesta terceira, o ponto onde a coisa ainda fica mais profunda é a questão de elas serem alter egos. Quando eu falo dessa escritora que morreu e que agora aguarda nesse outro espaço essa hora de voltar, para mim, esse virar escrita também significa dissolver-se em alter egos. A minha voz já não é essa voz central, a voz está espalhada, está tudo espalhado, estilhaçado. Tudo ali é duplo. Também vem essa ideia da fantasmagoria em si, que eu também falo nos outros capítulos. Para mim, essa fantasmagoria chega no seu ápice na trilogia, que é a ideia de que nem sequer essa voz é a voz que agora é a mais ouvida. Essa voz precisa de se dissolver em alter egos e o da Emily Dickinson - que ocupa um lugar muito importante na minha vida, na minha história, com a literatura, com a escrita - aparecem também nesse chamado para seguir escrevendo.” Também interroga o próprio sacrifício da escrita e a violência que é escrever? “Sim, interroga, mas também é um lugar de prazer. Para mim, é muito importante afirmar essa palavra neste último capítulo, que eu acho que também é uma palavra que pouca gente esperava que fosse aparecer aqui. Há uma questão de associação entre a literatura e o prazer e, por isso, também a gente está associando com a questão da sexualidade, porque eu estou trazendo uma sexualidade que também se está colocando como uma grande desorganização, como um grande enigma o tempo todo. Aqui, isso está mais endereçado do que nunca. Então, é um corpo que está ali fervendo, que é o corpo da escritora, que é o corpo da escrita, que é um corpo que também está revelando uma expressão sexual muito forte.” Por isso é que traz esse corpo colectivo da sexualidade para o palco, com os actores da sua companhia Cara de Cavalo? “Sim, sim, porque eu acho que tem ali mesmo uma pergunta sobre como se manifesta essa sexualidade no espectáculo, sem ser a sexualidade de estar atrelada ao real ou o sexo real no palco ou a representação. Não me interessa essa pergunta. Nesta peça, para mim, interessa-me falar como manifestar essa sexualidade que está atrelada ao acto de escrever. É uma sexualidade que vem da palavra e uma sexualidade que está atrelada à leitura. Ela é uma sexualidade que é o tabu da leitura, que limites são esses também que a literatura explode o tempo todo e que para o teatro é mais complicado. Então, acho que tem uma tensão aí entre teatro e literatura, entre o acto de ler e de você também não poder escapar dessa literatura. Acho que tem muitas coisas aí onde esse fio vai dando um nó mesmo.” Nessa “dramaturgia sem concessões”, em que leva também a sexualidade para o palco, recorre a uma obra que a escritora Hilda Hilst escreveu para fintar o pedido do editor que queria uma obra que vendesse muito. A Carolina coloca em cena uma marioneta a representar uma criança manipulada por dois adultos e durante 20 minutos ela fala da sua prostituição infantil. É uma das cenas mais fortes desta peça. Porquê esta cena? “Porque o meu desejo era colocar um livro dentro da peça. Ali a gente tem um livro que é ‘O Caderno Rosa de Lori Lamby' e acho que tem uma questão que ainda traz neste livro particular que é uma resposta a uma determinada maneira que o mercado editorial trabalha, que eu acho muito forte, porque ele é um livro sobre escrita. É uma menina que escreve o tempo todo e é o que a marioneta faz também em cena, ela escreve o tempo todo. Então, uma menina que escreve o tempo todo, inspirada pelo pai, que é um escritor que tem problemas também para vender os seus próprios livros. Inspirada pelo que ela ouve das conversas ao redor, das coisas que lê, ela começa a escrever esse relato. Acho que tem uma coisa que eu acho muito bonita que é, primeiro, uma questão do tabu, um tabu enorme que é a imaginação sexual de uma criança, porque não é só uma questão de abuso, acho que tem ali uma questão ou outra que é o que uma criança imagina quando escreve e isso é uma coisa que toca todo o mundo. Todos nós já fomos crianças. Todos nós sabemos que é uma imaginação que ainda não está tão moldada pelos limites, pelos tabus. Ela narra uma questão extrema nesse contacto dessa imaginação, tem um caminho extremo que a Hilda percorre, porque ela sabe que isso vai provocar algo ali, nesse tabu, com o jeito que a gente percebe essas situações. Ao mesmo tempo, tem uma coisa da escrita dela que é extremamente poética, que tem humor, que é uma coisa que você vê nos outros livros dela que eu acho muito importante. Acho que tem uma coisa desse choque também que isso provoca, que eu acho que é curioso também, que vem na cena seguinte mais explicitamente, que é uma cena que é “O Caderno do Cu do Sapo Liu Liu”, onde a gente tem o inverso, que é o grande escritor que escreve coisas terríveis, violentíssimas e é considerado um génio. Ele é considerado um Rimbaud. A gente está aqui na França, a terra de Georges Bataille, de Marquês de Sade, e é interessante como Hilda Hilst é tão chocante.” É por ser mulher? “Eu acho que o facto de ser mulher também faz ser mais chocante. O facto de ela ser mulher, o facto de ela ter escrito esse livro quando ela tinha 60 anos, mas eu acho que não vem a ser uma questão para mim pessoalmente. Eu não sei se isso é uma questão para quem lê isso e fica completamente perturbado, mas para mim, as questões dela ali, em relação à literatura, aos não limites que a literatura pode operar, são muito interessantes para mim.” Apesar da violência relatada por si e pelas mulheres de que fala, apesar de toda a vulnerabilidade, a trilogia chama-se Cadela Força. Agora que temos a trilogia completa em palco, por que é que a chamou assim? “Essas duas palavras não têm um significado específico quando colocadas em par. Elas não estão nem se dando adjectivo no português brasileiro, elas são palavras que não se estão completando, elas são realmente duas palavras jogadas ali. Acho que tem uma coisa sobre essa sonoridade que elas produzem, sobre as milhares de imagens que essas duas palavras podem produzir em contacto com os materiais da peça. E elas também têm um enigma delas, um segredo.” Na peça diz que “não há salvação”, que “não passa a dor”. Lemos que “o teatro é uma armadilha, que a literatura é uma armadilha e que talvez ainda esteja na mala do carro”, em referência à violação que sofreu e que conta no primeiro capítulo da trilogia. Quem viu os capítulos um e dois poderia esperar uma espécie de salvação no capítulo três ou, pelo menos, que o teatro fosse uma forma de reconstrução para si e, através de si, para outras mulheres. Não foi? “Não. E acho que quem esperava isso de mim assim estava muito equivocado. Para mim, é impossível pensar no teatro como salvação. Eu acho que já estou anunciando isso desde o princípio. Esse lugar de que o artista é alguém que precisa conceder esperança à sociedade, respostas à sociedade, conclusões de perguntas que são impossíveis, é um delírio e uma alucinação porque os artistas não têm essa responsabilidade. O que me interessa é justamente esse mistério do teatro. O teatro começa como um ritual dionisíaco, os rituais dionisíacos eram cheios de violência, cheios dessa violência poética que opera no fundamento da história do teatro. Então, eu acho que o teatro é um lugar onde ele precisa operar na chave do mistério, da instabilidade, não como salvação de nada.” Nas entrevistas que fizemos, em 2023 e em 2025, sobre os capítulos anteriores da trilogia, dizia-nos que “A Noiva e o Boa Noite Cinderela” falava da “antecâmara do inferno já com um pé no inferno”, que “Brotherhood” era “acordar no purgatório” e tentar perceber o que significa “situar-se no teatro depois de voltar do inferno”. E neste terceiro capítulo? “Esse capítulo, a gente chega na citação do 'Paraíso' de Dante Alighieri, esse momento onde tem uma imagem do paraíso que é muito linda, em que ele começa a ver esses espíritos, essas imagens de luz. Quase como chega um ponto ali onde, depois de ele se entender incapaz de seguir escrevendo, ele já se perdeu ali do Virgílio que encontrou uma outra musa que é a Beatriz que agora tem a palavra. Acho que tem alguma coisa nessa transformação onde a luz aparece, para mim, atrelada a uma expressão de violência que está no poema da Emily Dickinson, que também abre esse lugar de onde também há esse prazer da literatura que aparece. Esse lugar onde a literatura vai dominando tudo, onde essa ficção vai dominando tudo. É essa conexão que eu faço com o paraíso, com esse lugar onde a violência não pára, onde a violência não se resolve, mas ela chega a outras formas.” Não há salvação, mas há uma luz cordial? “Mas lembre-se que à luz cordial é o disparo da arma.” Fecha a trilogia no sítio onde a começou, no Festival de Avignon. Mostra o terceiro capítulo, mas também os dois anteriores. Já alguma vez representou dez horas seguidas e por que é que decidiu fazer algo quase sobre-humano? “Nunca representei por dez horas seguidas. Sobretudo, acho que nada me teria preparado, mesmo se tivesse feito. Não, nada me teria preparado para fazer isso, porque acho que essas dez horas são dez horas muito específicas, muito desse universo onde há aí uma consequência de se fazer algo depois do primeiro capítulo e eu acho que é isso que a gente vai estudar juntos. O que é que isso muda na nossa leitura de espectáculos que as pessoas já viram? Como eles vão ler esses espectáculos agora com esse efeito presente e contínuo? O que acontece? O que acontece com o teatro? O que acontece com a performance? O que acontece com a literatura quando se leva isso, essa experiência, que é uma experiência extrema? Tem uma frase num dos textos de ‘Uma Luz Cordial', onde eu estou-me referindo a um outro artista que é o Alberto Greco, um artista argentino, e ele diz que acredita na obra de arte como aventura total. Para mim, isso resume muito bem este gesto. Então, para si, é uma obra de arte total? “Não, aventura total. Não sei se é uma obra de arte total o que nós fazemos, mas eu acredito que o desejo de fazer essa obra tem a ver com esse desejo pela aventura total.” A trilogia ajuda a pensar o impensável. Verbaliza a violência, apropria-se da linguagem da violência para desconstruir o sistema em que ela se baseia. Ao fazê-lo, também não alimenta o sistema em que “Somos todos brotherhood”? Não há maneira de quebrar o ciclo? “Acho que não. Eu não saberia dizer. Acho que não. Acho que esse ciclo talvez vai ser um ciclo que vai demorar muito para ser quebrado. Onde estamos agora no mundo, o que a gente está vendo acontecendo ao redor do mundo, esse conservadorismo extremo, esse fascismo extremo que está em toda parte, que está no mundo das artes também, eu não vejo ainda uma saída desse ciclo. Sinto muito., mas espero que exista um dia. Não sei se eu vou estar aqui para assistir isso, mas…” Foram vários anos a escrever, a interpretar, a representar, a sofrer também com esta trilogia que agora fecha. Olhando para trás, o que é que representou para si e o que gostaria que ela deixasse junto de quem a viu? “Eu acho que é uma coisa enorme. Mesmo assim, eu nunca vou conseguir, talvez nem nesta encarnação, ter distanciamento suficiente para ver tudo o que isso representou na minha vida, na vida das pessoas que trabalham comigo ou ainda de quem acompanhou o trabalho. Agora eu estou muito próxima, ainda estou muito aqui para entender qualquer coisa sobre isso. Eu sei que as mudanças que isso faz na minha vida são imensas. A minha vida foi completamente transformada e transtornada por esse trabalho, mas eu sinto isso assim, eu sinto que eu estou aqui, eu estou dentro dele ainda. Talvez no ano que vem eu consiga já ter um pouco mais de distanciamento para entender, porque agora eu só consigo dizer que isso mexeu em tudo. E eu estou ainda no meio desse furacão.” O furacão que também afectou o público e, se calhar, a história do teatro contemporâneo? “Tomara que sim. Eu nunca consigo afirmar muito esse tipo de coisas. Não sei. Tomara que sim. Tomara que tenha afectado muita gente. Eu acho fez algo, com certeza, com este contexto, mas eu preciso de distanciamento mesmo para entender o que foi feito, o que mexeu.”
Make Cazarre enchaîné great again de 16h30 à 17h30 en direct du Flora Caffé avec Julien Cazarre & Jean-Christophe Drouet.
This week marks the final Circulation on the Run under Dr. Joseph Hill's tenure. For this episode, please join our current hosts along with former host Carolyn Lam, Executive Editor James de Lemos, and Editor-in-Chief Joseph Hill as they remember the legacy of the podcast started a decade ago, the important scientific research discussed, and fond memories after 520 episodes. For the episode transcript, visit: https://www.ahajournals.org/do/10.1161/podcast.20260629.459176
Onde se explora a complexa relação entre a identidade pessoal e os hábitos de leitura, questionando a ideia de que somos estritamente definidos pelos livros que escolhemos. O autor defende que a literacia leitora deve ir além da simples descodificação, funcionando como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do pensamento crítico e para evitar o isolamento em câmaras de eco ideológicas. No contexto educativo, destaca-se a importância de formar leitores autónomos que encarem o texto como um diálogo ativo e um espaço de confronto com perspetivas divergentes. Através de referências teóricas e diretrizes do Plano Nacional de Leitura, o artigo sugere estratégias práticas para que a sala de aula promova a empatia e a abertura intelectual. Em última análise, a obra propõe que a verdadeira identidade de um leitor reside na sua disponibilidade para expandir horizontes em vez de apenas confirmar convicções prévias.
Há uma pergunta simples que costuma gerar respostas complicadas: o que estás a ler? Raramente a fazemos por mera curiosidade bibliográfica. O livro que alguém traz debaixo do braço diz, ou parece dizer, qualquer coisa sobre quem o transporta — os seus gostos, as suas convicções, por vezes até a sua moral. E é precisamente nessa passagem, do "o que leio" para o "quem sou", que se instala um equívoco que vale a pena desmontar, sobretudo quando se trabalha com adolescentes a formar os seus próprios critérios de leitura.
Quando o assunto é investimento, muito mais do que buscar a maior rentabilidade, é preciso ter equilíbrio. Neste episódio do Momento Sicredi Conexão, conversamos com o analista de investimentos da cooperativa, Fernando César Lemos. Desmistificamos o conceito de diversificação e explicamos qual é a estratégia mais inteligente para qualquer perfil de investidor — do iniciante ao mais experiente. Dê o play e confira!
LEITURA BÍBLICA DO DIA: MARCOS 5:21-34 PLANO DE LEITURA ANUAL: ESDRAS 9–10; ATOS 1 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Durante um estudo bíblico na manhã de sábado, um pai sentia-se perplexo, pois sua amada filha rebelde retornara ao lar, mas ele não se sentia à vontade com sua presença e comportamento em casa. Outra pessoa não estava bem fisicamente por causa dos efeitos físicos de doenças prolongadas e do envelhecimento. Muitas visitas a muitos médicos produziram pouco progresso. Ela estava desanimada. Por desígnio divino, naquela manhã, eles estudaram o texto de Marcos 5 e ao terminarem, a esperança e a alegria eram visíveis. Lemos que a filha de Jairo estava doente e ele suplicou a Jesus: “Minha filhinha está morrendo” (MARCOS 5:23). No caminho para visitar a menina, Jesus curou outra mulher de seu longo problema de saúde, dizendo: “Filha, sua fé a curou” (v.34). Jairo e a mulher, compelidos pela fé em Jesus, procuraram-no e não se desapontaram. Mas, em ambos os casos, antes de conhecer Jesus, as coisas foram de “mal a pior” antes de melhorarem. Os dilemas da vida não discriminam. Independentemente do gênero, idade, raça ou classe social, todos enfrentamos situações que nos deixam perplexos e nos fazem questionar. Em vez de permitir que os desafios nos afastem de Jesus, esforcemo-nos para que isso nos desperte à fé mais profunda naquele que sente quando o tocamos e que pode nos curar (v.30). Por: ARTHUR JACKSON
O Fala Carlão apresenta, no Canal do Boi, uma conversa direto do Texas, nos Estados Unidos, com Miguel Cavalcanti, CEO da AgroTalento e da BeefPoint, e Aloísio Lemos, pecuarista. Miguel fala sobre o projeto que levou mais de 40 produtores de gado de corte, de estados como Acre, Pará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, para uma imersão internacional em confinamentos, universidades e fazendas de genética. A proposta é ampliar a visão sobre gestão lucrativa, formação de equipes, sucessão, governança e liderança familiar. Aloísio compartilha sua trajetória na pecuária, a paixão construída dentro de uma família de produtores, o trabalho com cruzamento industrial e a experiência vivida nessa viagem. Um encontro que mostra como a pecuária brasileira busca conhecimento fora do país para fortalecer decisões dentro da porteira.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 35:1-5 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 30–31; JOÃO 18:1-18 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Alguns homens do meu grupo de estudo bíblico tinham quase 80 anos, e surpreendeu-me saber que lutavam contra a luxúria: uma batalha que travavam desde a juventude. Todos os dias comprometiam-se a seguir Jesus e pediam perdão por suas falhas. Não deveríamos nos chocar ao saber que pessoas piedosas ainda lutam contra desejos vis na fase avançada da vida. Um ídolo é tudo o que ameaça tomar o lugar de Deus em nossa vida, e eles podem aparecer mesmo após acharmos que sumiram. Na Bíblia, Jacó foi salvo de seu tio Labão e de seu irmão Esaú. Ele voltava para Betel para adorar a Deus e celebrar Suas muitas bênçãos, mas sua família ainda mantinha ídolos pagãos que Jacó precisou enterrar (GÊNESIS 35:2-4). Lemos também que, após os israelitas derrotarem seus inimigos e estabelecerem-se em Canaã, Josué ainda os orientava a jogar “fora os falsos deuses […] em seu meio e [voltar] o coração para o Senhor” (JOSUÉ 24:23). Aparentemente a esposa de Davi, Mical, guardava ídolos, pois colocou um em sua cama para enganar os soldados que vieram matá-lo (1 SAMUEL 19:11-16). Os ídolos são mais comuns do que pensamos, e Deus é mais paciente do que merecemos. Os desejos para voltarmos a eles virão, mas o perdão de Deus é maior. Que sejamos separados para Jesus, abandonemos nossos pecados e encontremos o perdão nele. Por: MIKE WITTMER
Menos de dois anos depois da última ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño, que contribuiu para as enchentes históricas no Rio Grande do Sul de 2024 e as secas inéditas na Amazônia, o Brasil progrediu no combate a desastres, mas não aprendeu as lições para avançar na resiliência climática. Os impactos de mais um El Niño devem começar a aparecer no país no segundo semestre, estendendo-se até 2027. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A configuração do fenômeno já está instalada nas águas do oceano Pacífico, salienta o doutor em meteorologia José Marengo, membro do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU) e coordenador-geral de pesquisas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). “Você vê o padrão de aquecimento no Pacífico Tropical, e está claro. O que nós não sabemos ainda é a intensidade”, frisa. “Estamos em início de junho, e fazer uma previsão em junho para um fenômeno cujo pico de intensidade seria mais ou menos novembro, é muito cedo.” Uma das interpretações dos modelos climáticos aponta para um aquecimento de 4°C das águas do Pacífico Central, o que seria um El Niño "super forte". A grande preocupação agora é se 2026 vai bater novamente os recordes globais de altas temperaturas, como tem ocorrido desde 2023. Os efeitos do fenômeno, que se repete no planeta há milhares de anos, são potencializados pelas mudanças do clima. Foi assim que, em 2024, o ano mais quente registrado na história até o momento, a ocorrência do El Niño impulsionou catástrofes climáticas ao redor do mundo. 'El Niño Godzilla' Mas apesar das perspectivas preocupantes, o coordenador do Cemaden rejeita os discursos alarmantes sobre o tema que, segundo ele, contribuem para desacreditar a ciência. “Você escuta na internet os influencers e qualquer pessoa falando sobre ‘El Niño Godzilla', ‘Super El Niño', fazem shows com nuvens caindo e o capeta aparecendo. Nós, cientistas, tentamos participar em todo tipo de debate possível, para convencer a população de que realmente é um fenômeno, mas que não é o fim do mundo”, afirma. Segundo ele, o discurso alarmista sobre o tema pode gerar o efeito contrário do desejado: o de imobilismo dos gestores. “Depende de nosso papel, como seres humanos, para poder enfrentar. Uma das coisas importantes é a percepção de risco de desastre. Não adianta ter os melhores modelos, os melhores supercomputadores, se as pessoas ainda não entendem a mensagem final”, argumenta Marengo. A memória dos recentes desastres no Brasil aumentou a tomada de consciência de governantes, comunidades e populações, principalmente nos estados mais afetados há dois anos. O Rio Grande do Sul acelera a conclusão de obras para combater novas enchentes, e a vizinha Santa Catarina está em alerta climático. Uma série de medidas para enfrentar incêndios florestais estão previstas pelos governos federal e estaduais no centro e norte do país, mas também no Sudeste, onde o maior problema tende a ser as altas temperaturas. Vulnerabilidade continua Entretanto, de forma geral pelo país, Marengo constata que pouco foi feito contra a vulnerabilidade das populações, que determina qual será a proporção de uma tragédia. É também o que afirma a professora de Urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Membro do IPCC, ela coordenou um capítulo do último relatório do painel da ONU sobre as cidades. “Não adianta eu só focar num problema de drenagem para diminuir o impacto de chuvas intensas se eu não resolver o fato de que as pessoas moram em situações precárias”, ressalta Lemos. “Eu vou atuar sobre aquele alagamento específico naquele lugar, mas outras situações iguais vão se reproduzir pelo território todo, porque as pessoas continuam vulneráveis: continuam tendo que morar em áreas de risco, de maneira informal, sem acesso à tecnologia, à informação”, acrescenta. É por isso que, apesar de avanços importantes, como a adoção do Plano Clima de Mitigação e Adaptação, o Brasil “não aprendeu as lições” da última passagem do El Niño, avalia a especialista. A professora não vê ações transformativas à altura dos desafios, ou seja, que ajudem a diminuir a exposição das pessoas aos riscos climáticos. Maria Fernanda Lemos menciona a redução da precariedade e das desigualdades como um pilar fundamental da adaptação, assim como a educação ambiental e a inclusão das populações na tomada de decisões. “O que há de pior é que a gente continua fazendo cidade, infraestrutura, habitação e saneamento da mesma forma que a gente sempre fez, que não é resiliente, não é adaptado ao clima. E aí só gera mais vulnerabilidade ainda para esses ambientes, que já são muito ameaçados”, lamenta. “Não tem uma visão abrangente do problema. Só no longo prazo é possível fazer uma adaptação que vai ter resultados de fato concretos”, aponta. Para ouvir a entrevista completa, clique no podcast, acima.
On profite d'un été en avance pour vous donner de l'automne en retard ! À l'heure où fleurissent les estivaux festivals, Mana & Plasma revient tout en fraîcheur sur les coulisses de notre dernier passage aux Utopiales. L'occasion de vous recommander de belles lectures grâce à nos invité·es exceptionnel·les... et d'évoquer l'arrivée prochaine des extraterrestres en terres nantaises. Conseils lectureMlkPlus vous conseille « Annihilation » de Jeff VanderMeer, Au Diable Vauvert Bénédicte Coudière vous conseille « Drome » de Jesse Lonergan, 404 Manu Peudon vous conseille « Supergirl: woman of tomorrow », de Tom King et Bilquis Evely, Urban Pride vous conseille « La guilde des Queues de chats morts », de P. Djèlí Clark, L'Atalante Noëmie Lemos, heureuse gagnante du Grand Prix de l'Imaginaire 2026, vous conseille « Paradis synthétique » de Fadi Zaghmout, Hikaya CréditsGénérique d'intro : MlkPlusGénérique d'outro : « Star Wars Samba », Masayoshi Takanaka MerciMerci à Béné Coudière, Noëmie Lemos, Manu Peudon pour leurs recommandations ! Merci aux Utopiales d'accueillir les auteurices et podcasteurices comme il se doit.Bisous à Dany qui nous a manqué, et à L'Oli Fant que vous n'entendez pas ici, mais que vous retrouverez dans l'épisode Utopiales 2025 de Mana et Plasma ! Déjà disponible.
Leitura Bíblica Do Dia: ATOS 16:16-26 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 4–6; JOÃO 10:24-42 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em curta viagem missionária à Etiópia, acompanhamos um ministério local numa visita a jovens em situação de extrema vulnerabilidade. Eles viviam em barracos num ferro-velho, e foi um prazer conhecê-los! Compartilhamos testemunhos, palavras encorajadoras e orações. Um de meus momentos favoritos foi louvar a Deus ao som do violão com nossos novos amigos sob um luar radiante. Que momento sagrado! Apesar da situação desesperadora deles, aqueles homens tinham esperança e alegria que só podem ser encontradas em Jesus. Lemos sobre outro momento de louvor improvisado, ocorrido na prisão da cidade de Filipos. Paulo e Silas foram presos, espancados, açoitados e encarcerados por servirem a Jesus. Em vez de ceder ao desespero, eles adoraram a Deus orando e cantando em sua cela. “De repente, houve um forte terremoto, e até os alicerces da prisão foram sacudidos. No mesmo instante, todas as portas se abriram e as correntes de todos os presos se soltaram” (ATOS 16:26). O primeiro pensamento do carcereiro foi acabar com a própria vida, mas quando ele percebeu que os prisioneiros não tinham fugido, creu em Deus, e a salvação alcançou toda a sua família (vv.27-34). Deus se deleita em ouvir nossos louvores a Ele. Vamos adorá-lo nos altos e baixos da vida. Por: NANCY GAVILANES
Olá, bio-ouvintes! Esse epísódio foi feito especialmente para vocês! Lemos os comentários do Spotify e as mensagens do nosso e-mail especial cartinhas@biologiainsitu.com.br. Respondemos todas as suas dúvidas e sugestões! Agradecemos todos os comentários e 'feedbacks'! Esperamos que continuem mandando cada vez mais, além é claro, de comentar nas redes sociais.
Julián Fernando Lemos Valero, vicepresidente corporativo de estrategia y nuevos negocios de Ecopetrol by Diario La república
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Josué, capítulo 2, versículos 1 ao 11, nos traz uma reflexão sobre a graça de Deus na vida de Raabe.O capítulo 2 de Josué apresenta a história de Raabe, uma mulher improvável aos olhos humanos, mas que foi encontrada pela graça de Deus. Enquanto Israel se preparava para entrar na Terra Prometida, Deus já estava guiando pessoas, alinhando caminhos e mostrando que Sua graça alcança até aqueles que parecem estar mais distantes.Assim como um GPS nos orienta quando estamos perdidos, a graça de Deus nos localiza, recalcula a rota e nos conduz ao propósito.1. A graça de Deus nos encontra onde ninguém imaginaRaabe morava em Jericó, uma cidade marcada pela idolatria e distante dos princípios de Deus. Além disso, ela carregava um passado difícil. Humanamente falando, ela seria a última pessoa que alguém escolheria para participar dos planos divinos.Mas a graça não trabalha baseada em aparência, currículo ou passado. A graça encontra pessoas improváveis.Deus mandou os espias justamente para a casa dela. Isso nos mostra que, mesmo quando pensamos estar esquecidos, o Senhor sabe exatamente onde estamos.Muitas pessoas se sentem perdidas emocionalmente, espiritualmente ou até dentro da própria casa. Porém, o GPS da graça nunca perde o sinal.“Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”2. A graça muda nossa direçãoRaabe ouviu falar do Deus de Israel e decidiu mudar sua posição. Antes ela fazia parte de Jericó; agora seu coração começava a se alinhar com Deus.O GPS só funciona quando aceitamos seguir a direção. Não adianta ouvir a voz do navegador e continuar insistindo no caminho errado.Raabe poderia permanecer presa ao medo, à incredulidade e ao ambiente em que vivia. Mas ela escolheu confiar.Há momentos em que Deus recalcula nossa rota:tira-nos de ambientes errados;muda nossas prioridades;confronta nosso orgulho;reposiciona nosso coração.A graça não apenas nos encontra; ela nos transforma.3. A graça nos faz enxergar antes dos outrosEnquanto muitos em Jericó estavam cegos espiritualmente, Raabe discerniu algo poderoso: Deus já havia entregue a cidade nas mãos de Israel.Ela declarou: “Bem sei que o Senhor vos deu esta terra.”Raabe enxergou pela fé antes da conquista acontecer.Quem é guiado pela graça consegue perceber aquilo que os outros ainda não perceberam. A graça abre nossos olhos espirituais.Talvez as circunstâncias ainda pareçam difíceis, mas Deus já está preparando caminhos, abrindo portas e movendo situações invisíveis aos nossos olhos.4. A graça nos inclui em um novo destinoRaabe não apenas foi poupada. Ela passou a fazer parte da história do povo de Deus.Depois, seu nome aparece na genealogia de Jesus. Isso é poderoso: a graça pegou alguém improvável e transformou em parte do plano eterno.Esse é o GPS da graça:Ele encontra;recalcula;direciona;inclui;restaura;conduz ao destino preparado por Deus.Não importa quão distante alguém esteja hoje. A graça de Deus ainda sabe chegar até essa pessoa.Conclusão: Raabe nos ensina que ninguém está longe demais para a graça de Deus. Quando tudo parecia definido em Jericó, Deus mostrou que ainda havia um novo caminho.Talvez alguém esteja sem direção, confuso ou perdido. Mas o GPS da graça continua ativo.Quando entregamos nossa vida ao Senhor:Ele nos encontra no caos;recalcula nossa rota;muda nossa direção;e nos conduz ao propósito.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
“Também Diane Arbus nos deu, na sua fotografia,/ da loucura não o refúgio (o asilo) mas a corrida/ (atrevida) – ou o passo de dança (Disse, Dança?)./ ‘Pass through the fire to the light', de novo L. Reed.” Isto é uma costela dessas que arrancamos para palitar a boca que gostaríamos de refazer a cada par de meses, dominados por um assombro que nos leve a um tal grau de estranheza que não tenhamos notícias nenhumas de quem costumávamos ser. Lemos a poesia para cair longe, para desaparecermos, sermos desses que se dão como perdidos. E a tal costela, neste caso, arrancada de um poema de Fernando Guerreiro, segue-se a um desses começos tão auspiciosos por estarem lançados no meio da maior confusão, nessa sua alteração interminável do estilo, uma alegria de ter por objecto o acidente, de viver variado, ir sabendo de si como de algo extraviado, assim, um ser disponível ao trespasse, fantasma de outros, fora dos eixos da sua biografia, abrindo-se a uma temporalidade mais vasta, inquietante… E o tal poema, esse belo estafermo, arranca assim: “Nada de obras completas – apenas champanhe, na primavera e um romance./ Por vezes esquecemo-nos de como morrer é simples –/ de sopro, no coração ou mesmo de cancro./ Num poema de Lou Reed todas as arritmias do espírito/ seriam resolvidas no aneurisma fluido do ritmo.” E aqui vemos Kafka passar ao fundo, aditando uma brevíssima explicação dos seus modos tão esquivos: “Evito as pessoas não porque quero viver sossegadamente, mas sim porque quero morrer sossegadamente.” É um abandono próprio de quem nunca, na verdade, teve qualquer margem de recuo na existência, e entendeu que pelo menos tinha direito a uma morte que não desse espectáculo, que não viesse a servir de gala a larvas e moscas. Afinal, o abandono é a morada que resta àqueles que nunca conheceram neste mundo uma condição propriamente doméstica. Cícero recordava aqui há um bocado um belo dito de Anaxágoras… “este filósofo agonizava em Lâmpsaco e os seus amigos perguntaram-lhe se ele queria, caso acontecesse uma desgraça, que o transportassem para Clazómenas, a sua pátria: ‘É absolutamente inútil', disse Anaxágoras, ‘de onde quer que se parta para os Infernos, o caminho é o mesmo.' Mas voltemos à fotografia de Diane Arbus e ao poema de Guerreiro: “talvez seja isso a loucura/ um Haloween dos subúrbios – uma ronda dos espíritos/ em que cada um entra, antes de regressar ao seu túmulo,/ para ensaiar (invertido no seu negativo) uma contra-dança./ Todos juntos, a máscara é ao mesmo tempo o que une e distingue – a bata: o impulso da forma, por onde a carne s'adelgaça – e o corpo, avança.” De algum modo esta é uma sensação comum, a de que este tempo como está só nos oferece um adeus intencionalmente arrastado em duração, a urgência de fazer um tempo contra o mundo, cada um arrastando as correntes para se manter acordado, deixando um rasto húmido e negro, como lesma ulcerosa e maldita. E assim acaba o mundo, não como uma coisa realmente tenebrosa, mas como algo que se faz esperar, ao ponto de alguns se queixarem de até nessa última hora estarmos sujeitos aos atrasos, a ficar na fila que não avança. “Mas esta porra não anda?”, resmunga alguém. Llansol diz que teve conhecimento não sabe onde de rituais primitivos de enterro em que se esvaziava a cavidade ventral de todas as vísceras do morto e aí se depositavam bilhetes com votos escritos… Talvez um ritual desses pudesse devolver algum impulso ao que se escreve, e, por mais que frágeis, nesse bafio doce daquilo que se usa para rechear o morto, talvez isso despertasse uma outra urgência dos vivos para com a vida. Seria um esforço a favor de uma persistência menos ordinária, e isto num momento em que aquilo a que por estes dias se usa tomar como uma atitude culta não é mais que uma disposição para sacralizar disparates, para se entregar a esses tributos que a estupidez presta ao orgulho. Os autores morrem cheios de tesão. Alguém os convenceu de que algo subsistirá dos seus espíritos, e andam por aí convencidos de que essa vergonha de serem inteiramente devassados pela fome da terra, não só pelos nossos corpos, mas por todos os sinais da nossa existência, a eles não poderá roer tudo, uma vez que lhe vão impondo um certo limite. Leram em Steiner que leu em Baruck de Mezbizh… “Quando uma palavra é pronunciada em nome do seu autor, os lábios deste movem-se dentro do túmulo. E os lábios de quem profere a palavra movem-se do mesmo modo que os do Mestre já morto.” É fácil detectar essa gravidade dos que falam com a confiança de que alguém fará deles mestres num porvir de dar à corda, mas a subtileza dos espíritos, toda essa delicadeza dos que desejam repetir-se pela eternidade fora, é precisamente aquilo que mais nos cansa, quando começamos a suspeitar que o verdadeiro génio é a coisa menos talentosa que há. Não está dotado de um dom, mas da sua ausência, de uma maldição, de um sentido dilacerante do tempo, de uma ânsia de explorar a cada momento essas zonas que mais resistem, de mergulhar no interdito, aquilo “que não se deixa dizer e que, justamente nessa medida, é preciso, de cada vez, tentar dizer” (Diogo Nóbrega). O que tem faltado já nem é tanto uma razão, mas a veemência de quem constrói o seu desacordo deixando-se queimar para ver as coisas a uma outra luz, esses seres que se entregam à profundidade vazia, e alcançam o que lhes é exterior, o fora, o Outro, uma força de dar vida a personagens precisamente porque não se insistiu mais em si, no mesmo. William Hazlitt não tem dúvidas de que Shakespeare era um espírito sem educação, tanto na frescura da sua argumentação como na variedade das perspectivas. “Shakespeare não fora acostumado a escrever redacções na escola a favor da virtude ou contra o vício. A isto devemos o tom desinteressado, mas salutar, da sua moralidade dramática.” Neste episódio, alguém que costuma ouvir assiduamente o podcast, quis apontar a alguns aspectos que lhe foram ficando deste esforço excessivo para erguer por cá um mau caminho. Com um balanço tremendo em leituras recomplicadas, densas, e uma estupenda capacidade para aceitar os convites e ciladas que trama aquela potência do falso, Diogo Nóbrega veio também partilhar um percurso memorioso de vorazes leituras, e uma compreensão arguta de alguns dos nós em que vimos esbarrando e que se mostram tão difíceis de desatar.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Samuel, capítulo 9, versículos a ao 11, nos traz uma reflexão sobre a intervenção da graça de Deus na vida de Mefibosete, e na nossa hoje.A história de Mefibosete é uma das maiores demonstrações da graça na Bíblia. Um homem marcado pela dor, pela limitação e pelo esquecimento recebe um convite inesperado do rei Davi. O que parecia impossível aconteceu por causa de uma aliança e de uma decisão de amor.Mefibosete não tinha forças para mudar sua própria história. Ele era aleijado dos pés, vivia escondido em Lo-Debar — um lugar sem expressão, sem esperança e sem futuro. Mas a graça o encontrou.A graça sempre intervém quando tudo parece perdido.1. A graça nos procura quando estamos escondidosDavi perguntou: “Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?”Mefibosete não procurou o rei. Foi o rei quem o procurou.Assim também acontece conosco. Muitas vezes estamos escondidos na dor, no medo, no pecado ou na decepção, mas a graça de Deus sabe exatamente onde nos encontrar. Deus não se esquece de nós, mesmo quando as pessoas se esquecem.Lo-Debar pode representar fases da nossa vida em que tudo parece seco e vazio, mas a graça de Deus entra até nos lugares mais improváveis.2. A graça nos chama pelo nomeQuando Mefibosete chegou diante do rei, Davi disse: “Mefibosete!”A graça não trata pessoas como números. Deus conhece nossa história, nossas feridas e nossas limitações. O Senhor nos chama pelo nome porque Ele se importa conosco de maneira pessoal.Mesmo carregando marcas do passado, Mefibosete foi lembrado pelo rei.Talvez as circunstâncias tenham tentado definir quem você é, mas a graça de Deus redefine destinos.3. A graça remove o medoMefibosete chegou com medo, achando que seria condenado. Afinal, ele era descendente de Saul, antigo perseguidor de Davi. Porém, as primeiras palavras do rei foram:“Não temas.”A graça não chega para destruir; ela chega para restaurar.Quantas pessoas vivem assustadas, presas ao passado e esperando julgamento? Mas quando Deus intervém, Ele traz paz ao coração aflito.A graça interrompe ciclos de culpa e libera um novo começo.4. A graça nos tira de Lo-Debar e nos leva para a mesa do reiDavi restituiu a Mefibosete as terras de Saul e ainda declarou que ele comeria continuamente à mesa do rei.Que transformação poderosa!Quem vivia esquecido agora sentava-se à mesa real.Quem vivia na escassez agora desfrutava da provisão.Quem carregava vergonha agora recebia honra.É isso que a graça faz: Ela pega pessoas quebradas e lhes dá um lugar de honra.Na mesa do rei, os pés aleijados de Mefibosete ficavam escondidos. Isso nos lembra que, quando estamos em Cristo, a graça é maior do que nossas limitações.5. A graça muda nossa posiçãoMefibosete disse: “Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?”Ele se via sem valor, mas Davi o via pela ótica da aliança.Muitas vezes nos enxergamos apenas pelas nossas falhas, mas Deus nos vê através da graça. A intervenção da graça muda nossa identidade, nossa posição e nosso futuro.Conclusão: A intervenção da graça transforma histórias improváveis.Deus ainda visita “Lo-Debares”.Ele ainda chama pessoas esquecidas.Ele ainda restaura dignidade.Ele ainda prepara mesas para quem achava que nunca mais teria lugar.A graça nos alcança não porque merecemos, mas porque o amor de Deus decidiu nos amar.E quando a graça intervém, o impossível deixa de ser o fim da história.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Davi Brito e Kleber Bambam participaram do episódio #385 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, os campeões do Big Brother Brasil se provocaram e falaram do duelo no FMS 8, que acontece no dia 30 de maio, em São Paulo. Dá o play!
Gabi Pessanha foi a convidada do episódio #384 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Bia Figliuolo e Vitória Lemos, a faixa preta de jiu-jitsu comentou sua última conquista no campeonato brasileiro e falou do desejo de lutar no UFC BJJ.
Remember His wonderful works!1. What we remember2. Who we rememberTime:MorningMinister:Student J. LemosTexts:Psalm 111Exodus 15:1–18
The Lord keeps his pilgrims foreverTime:AfternoonMinister:Student J. LemosTexts:Luke 23:26–43Psalm 121
Neste episódio final da segunda temporada do Brasil que Produz, mergulhamos na estratégia da Fazenda Nova Fronteira, liderada pelos irmãos Túlio e Diogo Lemos. Localizada em uma região estratégica de intersecção entre Acre, Rondônia e Amazonas, a propriedade é um modelo de como a pecuária de recria e engorda pode atingir altos índices de desfrute enquanto preserva 80% de sua área original. Abordamos temas fundamentais como o uso de tecnologia de identificação individual do rebanho, a implementação de projetos de crédito de carbono (REDD+) certificados internacionalmente e a gestão de pessoas que atravessa gerações. Um episódio indispensável para quem busca entender o agro como um negócio de precisão que equilibra rentabilidade econômica com impacto socioambiental positivo. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Silveira Consultoria! A Silveira é uma consultoria especializada em gestão e inovação no agronegócio, oferecendo serviços como consultoria produtiva, coleta de dados e apoio à tomada de decisões. A empresa apoia produtores com soluções práticas para melhorar eficiência e resultados na pecuária, integrando tecnologia e conhecimento do setor. Silveira Consultoria: Inovação na pecuária por gerações. Site: https://silveirapecuaria.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/silveira_consultoriaFacebook: https://www.facebook.com/SilveiraConsultoriaPecuariaMt/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/silveira-consultoria-pecuaria Este episódio também foi trazido até você pela Estância Bahia Leilões! Estância Bahia Leilões conecta pecuaristas a oportunidades de negócios seguros e rentáveis na compra e venda de gado, por meio de leilões presenciais, virtuais e plataformas digitais. A empresa oferece transparência, tecnologia e dados de mercado, facilitando decisões e gerando melhor valor para o rebanho dos produtores. Estância Bahia Leilões: Inovando a pecuária, inspirando gerações. Site: https://estanciabahia.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/estanciabahiaoficial/Facebook: https://www.facebook.com/EstanciaBahiaLeiloes/YouTube: https://www.youtube.com/@eb.oficial Este episódio também foi trazido até você pela Inbra! A Inbra Nutrição Animal desenvolve soluções e aditivos nutricionais com tecnologia para melhorar a produção de proteína animal de forma saudável e sustentável. Seus produtos auxiliam pecuaristas a aumentar eficiência, desempenho e conversão alimentar, oferecendo inovação técnica e resultados comprovados no campo, em diferentes sistemas produtivos. Inbra: Tecnologia exclusiva, resultados que transformam. Site: https://www.inbra.ind.br/Instagram: https://www.instagram.com/inbranutri/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inbraYouTube: https://www.youtube.com/@Inbra INTERAJA COM O BRASIL QUE PRODUZSite: https://www.brasilqueproduz.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/brqueproduz/YouTube: https://www.youtube.com/@BRqueProduzCortes: https://www.youtube.com/@Cortes-BRqueProduzCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 QUERO PATROCINAR A PRÓXIMA TEMPORADASe você deseja posicionar sua marca junto ao Brasil que Produz, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Gabriel Martins e Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidados: Diogo Lemos e Tulio Lemos Edição: W. FilmesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 23:20-26 Plano De Leitura Anual: 1 REIS 3–5; LUCAS 20:1-26 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Bia se sentia sobrecarregada e cansada por fazer tantos exames. Os médicos a alarmaram ao dizer-lhe que buscavam por um câncer em seu corpo. Todos os dias, Deus fielmente a encorajava com Sua presença e paz permanente conforme ela o buscava em oração e leitura da Palavra. Bia lutou contra as incertezas e aprendeu a colocar seus questionamentos sobre os ombros de Deus. Certa manhã, antes de uma séria cirurgia, deparou-se com um versículo que atingiu seu coração: “enviarei um anjo à sua frente para protegê-los ao longo da jornada” (ÊXODO 23:20). São palavras de Deus ditas aos israelitas, Seu povo, por intermédio de Moisés. O profeta entregava as leis de Deus para Seu povo segui-las, enquanto os conduzia para uma nova terra (vv.14-19). Mas no meio dessas instruções, Ele lhes disse que enviaria um anjo “para protegê-los ao longo da jornada”. Embora não se referisse à situação de Bia, ela lembrou-se de que o cuidado dos anjos é mencionado em outras partes da Bíblia. Lemos em Salmos: “Pois ele ordenará a seus anjos que o protejam aonde quer que você vá” (91:11). E lemos na carta aos Hebreus que Deus afirma que envia anjos como “servos, espíritos enviados” para servir aos que creem em Cristo (1:14). Se conhecemos a Cristo, Ele tem um anjo ou mais anjos perto de nós para nos proteger. Por: ANNE CETAS
Most of us are using AI to solve a problem once. We polish an email. We summarize a document. We move on. And we tell ourselves we are getting good at this. Wes Lemos has been at this longer than most. He runs Roll Digital, founded TIV AI and Vibe Scribe, and has built hundreds of projects across multiple servers. In Episode 108, he sits down with Erik Martinez to talk about why solving a problem once is the entry point, not the destination. "One person with AI could do more work than a whole team can." There is a shift Wes describes that most people have not made yet. It's about what you do after AI gives you the answer the first time. Wes has a framework for what that looks like, and most listeners have yet to move beyond the first level of it. In this conversation, Wes and host Erik Martinez get into what is actually possible right now, why the gap between awareness and capability is widening, and the one shift that takes you from getting value out of AI to building real assets with it.
Leitura Bíblica Do Dia: MATEUS 13:1-8,18-23 Plano De Leitura Anual: 1 REIS 1–2; LUCAS 19:28-48 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Depois de plantar algumas sementes no meu quintal, esperei os resultados. Li que as sementes brotariam entre 10 e 14 dias e as observei com atenção ao regar o solo. Logo vi algumas folhas brotando, mas minha alegria murchou quando meu marido me disse que eram ervas daninhas, encorajando-me a retirá-las rapidamente para que não sufocassem as plantas que eu tentava cultivar. Jesus falou sobre a importância de lidar com espinhos que impedem o nosso crescimento espiritual. Ele explicou Sua parábola assim: quando o semeador lançou as sementes, algumas “caíram entre os espinhos, que cresceram e sufocaram os brotos” (MATEUS 13:7). Espinhos ou ervas daninhas farão isso com as plantas, impedirão seu crescimento (v.22). E é certo que a preocupação prejudicará o nosso crescimento espiritual. Ler a Bíblia e orar são ótimas maneiras de fazer nossa fé crescer, mas aprendi que é preciso cuidar com os espinhos da preocupação. Eles “sufocarão” a boa palavra plantada em mim, fazendo-me concentrar no que pode dar errado. Lemos nas Escrituras que o fruto do Espírito inclui amor, alegria, paz (GÁLATAS 5:22). Mas para que produzamos esse fruto, com o auxílio de Deus, primeiro precisamos arrancar as dúvidas e a preocupação que podem nos distrair e nos fazer olhar para qual quer coisa que não seja Ele. Por: KATARA PATTON
Presidente da União das Misericórdias assegura reforço das camas para internamentos sociais em maio. Manuel de Lemos diz que rede de lares em Portugal é deficiente e rede pública demoraria 20 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: ECLESIASTES 4:7-12 Plano De Leitura Anual: 2 SAMUEL 14–15; LUCAS 17:1-19 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Eu sabia que para ter sucesso precisava esquecer meu lar, minha esposa e meus filhos”, disse Jorge. “Descobri que não conseguia fazer isso. Eles estão entrelaçados em meu coração e alma.” Sozinho em uma área remota, Jorge participou de um reality show onde os competidores deviam sobreviver ao ar livre, com o mínimo de suprimentos, pelo maior tempo possível. O que o fez desistir não foram os ursos pardos, as temperaturas geladas, os ferimentos ou a fome, mas uma solidão avassaladora e o desejo de estar com sua família. Podemos ter todas as habilidades necessárias para sobreviver no deserto, mas, ao nos separarmos dos nossos, pendemos ao fracasso. Lemos que: “É melhor serem dois que um, pois um ajuda o outro…” (ECLESIASTES 4:9). Uma comunidade que honra a Cristo, mesmo com seus problemas, é essencial para o nosso desenvolvimento. Não temos chance contra as provações do mundo se tentarmos enfrentá-las sozinhos. Aquele que trabalha só, trabalha em vão (v.8). Sozinhos, somos suscetíveis ao perigo (vv.11-12). Ao contrário de um único fio, “uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente” (v.12). A dádiva da comunidade amorosa e centrada em Cristo, além de oferecer encorajamento, também nos fortalece perante os desafios. Precisamos uns dos outros. Por: KAREN PIMPO
LEITURA BÍBLICA DO DIA: PROVÉRBIOS 14:8-12 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 SAMUEL 1–2; LUCAS 14:1-24 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A agenda do pastor Damião incluía visitas hospitalares a duas pessoas muito doentes que tinham escolhido caminhos de vida diferentes. Uma delas era uma mulher amada por sua família, cujo serviço altruísta havia cativado muitos corações. Outros cristãos reuniram-se ao redor dela, e louvores, orações e esperança enchiam o quarto. No outro hospital, estava um parente de um membro da igreja do pastor, que também estava morrendo. Seu coração endurecido o levou a uma vida difícil, e sua família disfuncional sofria por suas más decisões e erros. As diferenças nos dois leitos refletiam os contrastes da vida de cada um. Muitas vezes, aqueles que falham em considerar por onde caminham na vida encontram-se presos em situações desconfortáveis, indesejáveis e solitárias. Lemos em Provérbios que “Há caminhos que a pessoa considera corretos, mas que acabam levando à estrada da morte” (14:12). Jovem ou velho, doente ou saudável, rico ou pobre, nunca é tarde demais para rever nosso caminho. Aonde ele nos levará? Ele honra a Deus? Isso auxilia ou atrapalha os outros? É o melhor caminho para um cristão seguir? As escolhas importam. E Deus nos ajudará a fazer melhores escolhas ao nos voltarmos para Ele por meio de Seu Filho, Jesus: “Venham a mim […] e eu lhes darei descanso” (MATEUS 11:28). Por: ARTHUR JACKSON
Neste episódio do Brasil que Produz visitamos a Fazenda Galera, em Conquista D’Oeste (MT), para uma conversa profunda com Césio e Carlos Lemos. Com uma trajetória iniciada em 1979, os entrevistados compartilham como transformaram a propriedade em um modelo de pecuária de ciclo completo, unindo tradição e gestão baseada em dados. O episódio oferece valor prático ao discutir sucessão familiar, eficiência operacional e os desafios ambientais da produção moderna. É uma imersão na realidade de quem aplica inovação e boas práticas para garantir rentabilidade e sustentabilidade no coração do Mato Grosso. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela Silveira Consultoria! A Silveira é uma consultoria especializada em gestão e inovação no agronegócio, oferecendo serviços como consultoria produtiva, coleta de dados e apoio à tomada de decisões. A empresa apoia produtores com soluções práticas para melhorar eficiência e resultados na pecuária, integrando tecnologia e conhecimento do setor. Silveira Consultoria: Inovação na pecuária por gerações. Site: https://silveirapecuaria.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/silveira_consultoriaFacebook: https://www.facebook.com/SilveiraConsultoriaPecuariaMt/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/silveira-consultoria-pecuaria Este episódio também foi trazido até você pela Estância Bahia Leilões! Estância Bahia Leilões conecta pecuaristas a oportunidades de negócios seguros e rentáveis na compra e venda de gado, por meio de leilões presenciais, virtuais e plataformas digitais. A empresa oferece transparência, tecnologia e dados de mercado, facilitando decisões e gerando melhor valor para o rebanho dos produtores. Estância Bahia Leilões: Inovando a pecuária, inspirando gerações. Site: https://estanciabahia.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/estanciabahiaoficial/Facebook: https://www.facebook.com/EstanciaBahiaLeiloes/YouTube: https://www.youtube.com/@eb.oficial Este episódio também foi trazido até você pela Inbra! A Inbra Nutrição Animal desenvolve soluções e aditivos nutricionais com tecnologia para melhorar a produção de proteína animal de forma saudável e sustentável. Seus produtos auxiliam pecuaristas a aumentar eficiência, desempenho e conversão alimentar, oferecendo inovação técnica e resultados comprovados no campo, em diferentes sistemas produtivos. Inbra: Tecnologia exclusiva, resultados que transformam. Site: https://www.inbra.ind.br/Instagram: https://www.instagram.com/inbranutri/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inbraYouTube: https://www.youtube.com/@Inbra INTERAJA COM O BRASIL QUE PRODUZSite: https://www.brasilqueproduz.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/brqueproduz/YouTube: https://www.youtube.com/@BRqueProduzCortes: https://www.youtube.com/@Cortes-BRqueProduzCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 QUERO PATROCINAR A PRÓXIMA TEMPORADASe você deseja posicionar sua marca junto ao Brasil que Produz, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Gabriel Martins e Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidados: Césio e Carlos LemosEdição: W. FilmesSee omnystudio.com/listener for privacy information.
It's Movsar Evloev vs Lerone Murphy. Loser gets left at a bus stop. Breaking down the war between Hardwick and Rahiki, along with all the other interesting bits of the Vallejos-Emmett undercard, in our latest bonus episode: https://www.patreon.com/heavyhands Predatory instinct: how Max Holloway attacks: https://open.substack.com/pub/facepunching/p/predatory-instinct-how-max-holloway?r=evbq&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=false Heavy Hands merch: https://www.redbubble.com/shop/ap/64577943?asc=u CONTENTS: 00:00 Intro 7:43 Evloev vs Murphy 30:03 Wood vs Keita 45:56 Vallejos vs Emmett 57:39 Robertson vs Lemos 1:03:50 Delgado vs Fili
Patricia Valle e A Partners Group estreou no growth equity com a Omie e planeja repetir a dose. O plano é fazer um investimento desse porte por ano. Tiago Andrade e André Lemos explicam a tese
Aurelie Le Vern foi a convidada o episódio #375 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Beatriz Figliuolo e Vitória Lemos, a lutadora francesa falou da conquista do cinturão peso-pena no UFC BJJ e explicou como começou a sua relação com o Brasil e a língua portuguesa.
MMA Lock of the Night is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 114: Emmett vs Vallejos. Also on the card, Lemos vs Robertson, Sy vs Cutelaba, Fili vs Delgado, Rahiki vs Hardwick, and Petrino vs Asplund.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: PROVÉRBIOS 18:10-12 PLANO DE LEITURA ANUAL: DEUTERONÔMIO 3–4; MARCOS 10:32-52 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: A adaptação para o cinema Adoráveis Mulheres, 2019, levou--me de volta ao livro, para as palavras reconfortantes de Marmee, a mãe sábia e gentil. Sou atraída pela descrição de sua fé inabalável, que fundamenta muitas de suas palavras de encorajamento às filhas. Uma que me chamou a atenção foi: “Problemas e tentações podem ser muitos, mas você os superará e sobreviverá se aprender a sentir a força e a ternura de seu Pai celestial”. Suas palavras ecoam a seguinte verdade: “O nome do Senhor é fortaleza segura; o justo corre para ele e fica protegido” (PROVÉRBIOS 18:10). As fortalezas foram construídas nas cidades antigas como locais de segurança durante o perigo de um ataque inimigo. Da mesma forma, é correndo para Deus que os cristãos podem sentir paz sob os cuidados daquele que é “nosso refúgio e nossa força” (SALMO 46:1). Lemos em Provérbios 18:10 que a proteção vem do “nome” de Deus, referindo-se a tudo o que Ele é. As Escrituras descrevem o Senhor como “O Deus de compaixão e misericórdia […] lento para [se] irar e cheio de amor e fidelidade” (ÊXODO 34:6). A proteção de Deus vem de Sua grande força, Sua ternura e Seu amor, e Ele anseia por dar refúgio aos feridos. Para todos os que estão lutando, nosso Pai celestial oferece um lugar de proteção sob Sua doce e forte mão. Por: LISA M. SAMRA
Wallid Ismail foi o convidado do episódio #372 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, o empresário relembrou como foi a criação do Fight do Milhão. Além disso, o ex-lutador falou das expectativas para a edição 145 do evento, marcado para o dia 28 de fevereiro, no Rio de Janeiro.
Send a textIn this episode, I'm joined by Linda Love Lemos—a dynamic professional whose career spans law, politics, media, and thought leadership—for a rich conversation on how legal professionals can expand their influence through knowledge, strategy, and voice.Linda brings a unique perspective shaped by dual master's degrees in Political Management and Paralegal Studies, along with her work as a senior consultant, podcast host, author, and motivational speaker. Together, we explore how understanding systems—legal, political, and social—allows professionals to move beyond rigid roles and step into positions of leadership, credibility, and impact.This conversation challenges the idea that legal professionals must stay in narrowly defined lanes. Instead, we talk about how knowledge empowers us to advocate more effectively, build personal brands with intention, and show up as informed leaders both inside and outside traditional legal spaces.If you're a legal professional ready to think bigger, speak with clarity, and use your expertise to influence beyond your title, this episode will meet you right where you are—and gently push you forward.Because your voice matters more than you've been taught to believe.Contact Linda: https://linda-love-lemos-mps.square.site/ Welcome to Let's Talk Paralegal—where the legal industry gets real. I'm your host, Eda Rosa, legal consultant, speaker, and founder of the Eda Rosa LLC & the Limitless Paralegal Academy.This isn't your stuffy legal studies school lecture. We're talking mindset, money, modern workflows, and how to build a career—and a life—you don't need a vacation from.Let's cut the fluff, raise the bar, and change the game… one conversation at a time.If you like what you In the legal world, details win cases — and missing one can cost everything.That's why we're proud to be sponsored by Affirm Investigative Solutions. They partner with attorneys and legal teams to uncover the facts that matter most — from background investigations and witness locates to surveillance and asset searches.Affirm Investigative Solutions is discreet, thorough, and laser-focused on supporting strong case strategy, so you can focus on advocating for your clients.If Hey legal pros, are you ready to stop playing small?The Limitless Paralegal Academy is officially open—offering powerhouse courses, real-world tools, and expert-led training to help you build the career (and life) you actually want.And we're not stopping there...
Leitura Bíblica Do Dia: ECLESIASTES 4:9-12 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 9–11; MARCOS 5:1-20 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Søren Solkær fotografou por anos os pássaros estorninhos e seu grande espetáculo: revoadas com centenas deles movendo-se com fluidez pelo céu. Assisti-los é como estar sob uma onda rodopiante pré-ensaiada ou uma densa e maciça pincelada que flui em uma sequência caleidoscópica de poses. É notável como os estorninhos seguem instintivamente o colega mais próximo, voando tão próximos que, se um perdesse o ritmo, viraria um caos. Estes pássaros se agrupam para se protegerem. Ao avistarem um falcão, eles entram em formação compacta e movem-se em grupo, repelindo o predador que facilmente os pegaria se estivessem sozinhos. Juntos somos melhores do que sozinhos! Lemos em Eclesiastes: “É melhor serem dois que um […] quem cai sem ter quem o ajude está em sérios apuros. […] duas pessoas que se deitam juntas aquecem uma à outra” (4:9-11). Sozinhos, somos presas fáceis, isoladas e expostas sem o conforto ou proteção dos outros. Se seguirmos ladeados de irmãos, oferecemos e recebemos auxílio. Ainda no livro de Eclesiastes, lemos: “Sozinha, a pessoa corre o risco de ser atacada e vencida, mas duas pessoas juntas podem se defender melhor. Se houver três, melhor ainda, pois uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente” (v.12). Juntos somos melhores quando Deus nos guia. Por: WINN COLLIER
Marina Rodriguez foi a convidada do episódio #369 do Mundo da Luta. Em bate-papo com Ana Hissa, Marcos Luca Valentim e Vitória Lemos, ela relembrou momentos importantes na carreira de MMA e explicou a decisão de pendurar as luvas após 10 anos como profissional. Além disso, Marina falou do início da trajetória empresariando lutadores. Dá o play!
DR. FERNANDO LEMOS é médico especializado em coloproctologia e PR. VINÍCIUS IRACET é pastor, escritor e apresentador. Eles vão conversar sobre as razões pelas quais muitos médicos não creem em Deus. O Vilela acredita tanto que não quis ser médico.
Jim Norton and Matt Serra welcome a pair of familiar faces back to the show in women's strawweight Gillian Robertson and men's featherweight Jean Silva.First up, Robertson calls in to discuss her long-awaited return to the Octagon. After a frustrating stretch of delays, postponements, and bad luck with opponents, she previews her rescheduled matchup against Amanda Lemos — now set for March 14 at the Meta APEX — and explains why staying active moving forward is a top priority as she eyes a fifth-straight win.Then, fresh off his win over Arnold Allen, featherweight contender Jean Silva joins the show alongside his manager to assist with Portuguese-to-English translation duties. Matt sets the tone for the interview in a way that requires no Duolingo, immediately matching Silva's infectious energy. From there, the conversation turns to a breakdown of Silva's win over Allen, what the fight revealed about his evolution as a fighter, and where he sees himself fitting into the featherweight picture as Jim throws out potential next opponents.Jim and Matt wrap up the episode with their biggest takeaways from UFC 324, highlighting standout performances and early storylines from the first-ever UFC event of the Paramount era.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Federico comenta cómo Tomé ha dimitido tras 6 denuncias de acoso sexual. Sin embargo, sigue como alcalde en Monforte de Lemos.
Creativity through the lens of the founder of MLC Consulting"Lean into curiosity. The ability to be curious and try something new."I am a dynamic community engagement consultant and cultural bridge-builder with unique expertise in fostering meaningful connections across diverse communities. As the founder of MLC Consulting I bring valuable insights on: - Cross-cultural communication and community building strategies - Cultural competency in today's evolving workplace - Leadership perspectives on creating inclusive spaces for dialogue My experience spans from local initiatives to national organizations, and I can offer engaging discussions on intentional community engagement, organizational development, and the power of authentic cultural connections. As a bilingual professional born and raised in Uruguay who later moved to the United States, I bring a unique international perspective that resonates with diverse audiences seeking insights on cultural competency and inclusive leadership.LinkedIn:https://www.linkedin.com/in/mlemoscastillo/https://www.linkedin.com/company/consult_mlc/Website:https://consultantmlc.com/Send us a text
MMALOTN is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 112: Royval vs Kape.
No episódio de hoje, Guilherme Lemos, CEO do Grupo Rão, detalha como a empresa criada em 2013 pelo irmão Henrique saiu de uma pequena cozinha no Rio de Janeiro para se tornar um dos cases mais relevantes do setor de delivery no país. Em conversa com Mariana Amaro, em mais um episódio do Do Zero ao Topo, ele explica como o grupo antecipou o conceito de Dark Kitchen criando um modelo próprio de operação. Lemos conta ainda os fatores que permitiram ao grupo sair de um investimento inicial de R$ 40 mil para um ecossistema de mais de 200 unidades distribuídas em 10 estados, em Portugal e que deve faturar acima de R$ 300 milhões nos próximos anos.Saiba mais sobre a Imersão Do Zero ao Topo Experience:https://lps.infomoney.com.br/zat-experience-inscricao/?utm_source=instagram&utm_medium=canal-infomoney&utm_campaign=zatexp&utm_term=hiperlink&utm_content=bio
Abolición del Ejército en Costa Rica.
Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Rodrigo Calça Lemos conversam sobre versículos que os cristãos interpretam errado. A Bíblia não é um livro difícil — difícil mesmo é quando a gente lê o que não está escrito. Todo cristão conhece pelo menos um versículo que […] O conteúdo de Você interpretou errado – BTCast 627 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Rodrigo Calça Lemos conversam sobre versículos que os cristãos interpretam errado. A Bíblia não é um livro difícil — difícil mesmo é quando a gente lê o que não está escrito. Todo cristão conhece pelo menos um versículo que […] O conteúdo de Você interpretou errado – BTCast 627 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Join us for daily coverage of the Vuelta a España recorded on the road as the race makes its way from Turin to Madrid. Our daily coverage features race analysis, interviews and daily postcards from Spain. OUR SPONSORS, LLOYDS The Cycling Podcast is proudly supported by Lloyds. Last year, Lloyds began a multi-year partnership with British Cycling, which includes becoming title sponsors of the Lloyds Tour of Britain races for men and women. Lloyds also sponsors the Great Britain team and National Championships across a range of disciplines – road racing, track cycling, mountain biking, BMX and cyclo-cross. Thanks to sponsorship from Lloyds, The Cycling Podcast will be covering the Lloyds Tour of Britain Men with daily episodes for the first time. Check out the full route of the race on the British Cycling website. Follow us on social media: Twitter @cycling_podcast Instagram @thecyclingpodcast Friends of the Podcast Sign up as a Friend of the Podcast at thecyclingpodcast.com to listen to new special episodes every month plus a back catalogue of more than 300 exclusive episodes. The Cannibal & Badger Friends of the Podcast can join the discussion at our new virtual pub, The Cannibal & Badger. A friendly forum to talk about cycling and the podcast. Log in to your Friends of the Podcast account to join in. The 11.01 Cappuccino Our regular email newsletter is now on Substack. Subscribe here for frothy, full-fat updates to enjoy any time (as long as it's after 11am). The Cycling Podcast is on Strava The Cycling Podcast was founded in 2013 by Richard Moore, Daniel Friebe and Lionel Birnie.