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Durante séculos a Europa perseguiu quem fugisse dos seus parâmetros religiosos institucionais. Mas o que é verdade e o que é mito nessa história toda? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a Inquisição.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:BENNASSAR, Bartolomé; BENNASSAR, Lucile. Inquisição Espanhola. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.GINZBURG, Carlo. História noturna: decifrando o sabá. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.LONGHURST, John Edward. The Age of Torquemada. New York: G. P. Putnam's Sons, 1962.MEGIANI, Ana Paula Torres. A Inquisição em pauta: processos e práticas sociais. São Paulo: Alameda, 2010.SARAIVA, António José. A Inquisição Portuguesa. Lisboa: Europa-América, 1985.SEED, Patricia. Cerimônias de posse na conquista europeia do Novo Mundo (1492–1640). São Paulo: Edusp, 1999.
Episódio postado em 27 de fevereiro de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam os efeitos do caso Master na corrida presidencial e a nova pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, que mostra Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro numericamente empatados em um possível segundo turno. No segundo bloco, o trio discute a condenação dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, incluindo os irmãos Brazão e outros envolvidos, em um julgamento histórico oito anos após o crime. No terceiro bloco, o programa trata da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou o tarifaço de Donald Trump por seis votos a três, abrindo uma nova disputa jurídica e política sobre a política tarifária americana e seus efeitos econômicos e eleitorais. Escalada: 00:00 1º bloco: 06:04 2º bloco: 31:09 3º bloco: 43:13 Kinder Ovo: 56:26 Correio Elegante: 57:42 Créditos: 59:24 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft101 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Lula, volume 2 já está em pré-venda no site da Companhia das Letras. Para comprar, acesse o link: https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535945850/lula-volume-2 Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. * Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e Mari Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Gilberto Porcidônio Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Hola mi gente! Today we are going to read, translate and listen The Song: Tití Me Preguntó by Bad Bunny. I will be reading the song in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the song in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.. You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisHere are the lyrics:Ey, Tití me preguntó si tengo muchas novia'Muchas novia'Hoy tengo a una, mañana otraEy, pero no hay bodaTití me preguntó si tengo muchas novia', jeMuchas novia'Hoy tengo una, mañana otraMe la' voy a llevar a to'a pa' un VIPUn VIP, eySaluden a titíVamo' a tirarno' un selfie, say cheese, eyQue sonrían las que ya les metíEn un VIP, un VIP, eySaluden a titíVamo' a tirarno' un selfie, say cheeseQue sonrían las que ya se olvidaron de míMe gustan mucho las GabrielaLas Patricia, las Nicole, las SofíaMi primera novia en kinder, MaríaY mi primer amor se llamaba ThalíaTengo una colombiana que mе escribe to' los día'Y una mexicana que ni yo sabíaOtra en San Antonio que me quiere todavíaY las de PR que todita' son mía'Una dominicana que es uva bombónUva, uva bombónLa de Barcelona que vino en aviónY dice que mi bicho está cabrónYo dejo que jueguen con mi corazónQuisiera mudarme con todas pa' una mansiónEl día que me case, te envío la invitaciónMuchacho, deja eso, eyTití me preguntó si tengo muchas novia'Muchas novia'Hoy tengo una, mañana otraEy, pero no hay bodaTití me preguntó si tengo muchas novia'Ey, ey, muchas novia'Hoy tengo una, mañana otraTití me preguntó-tó-tó-tó-tó-tó-tó-tóTití me preguntó-tó-tó-tó-tó-tó-tó-tó (qué pámpara)Tití me preguntó-tó-tó-tó-tó-tó-tó-tóTití me preguntó-tó-tó-tó-tó(Pero ven acá, muchacho)(¿Y para qué tú quiere' tanta' novia'?)Me la' voy a llevar a to'a pa' un VIPUn VIP, eySaluden a TitíVamo' a tirarno' un selfie, say cheese, eyQue sonrían las que ya les metíEn un VIP, un VIP, eySaluden a TitíVamo' a tirarno' un selfie, say cheeseQue sonrían las que ya se olvidaron de mí(Oye, muchacho 'el diablo azaroso)(Suelta ese mal vivir que tú tiene' en la calle)(Búscate una mujer seria pa' ti)(Muchacho 'el diablo)(Coño)Yo quisiera enamorarmePero no puedoPero no puedo, eh, ehYo quisiera enamorarmePero no puedoPero no puedoSorry, yo no confío, yo no confíoNah, ni en mí mismo confíoSi quieres quedarte hoy que hace fríoY mañana te va', nahMuchas quieren mi baby gravyQuieren tener mi primogénito, eyY llevarse el créditoYa me aburrí, hoy quiero un totito inédito, jeUno nuevo, uno nuevo, uno nuevo, uno nuevoHazle caso a tu amigaElla tiene razónYo voy a romperte el corazónVoy a romperte el corazónEy, no te enamores de míNo te enamores de mí, eySorry, yo soy así, eyNo sé por qué soy asíHazle caso a tu amigaElla tiene razónYo voy a romperte el corazónVoy a romperte el corazónNo te enamores de mí (no)No te enamores de mí (no), noSorry, yo soy asíYa no quiero ser así, noThe Link of The Song:https://www.youtube.com/watch?v=qBUKfQRbzuk&pp=ygUQdGl0aSBtZSBwcmVndW50bw%3D%3DMy new Youtube channel: Spanish with Dennishttps://www.youtube.com/channel/UCQVuRUMQGwtzBIp1YAImQFQMy new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
Os problemas relacionados à mobilidade são comuns dentro dos grandes centros urbanos, entre eles está o aumento das mortes no trânsito. Os acidentes fatais são muito associados às grandes cidades por serem lugares naturais de movimentação de pessoas e recursos. Segundo José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), o transporte é um aspecto da qualidade de vida que impacta a maioria das pessoas, porque outros quesitos, como a educação, não afetam as classes médias e altas. “Certos problemas que a gente acaba elencando, saúde, educação, não atingem todo mundo, porque quem tem dinheiro, mesmo sendo de classe média e média alta, são pessoas que não têm problema, porque colocam os filhos em escola particular, têm plano de saúde, então educação e saúde não são problemas. Agora, o trânsito pega todo mundo, só não pega quem anda de helicóptero, ou não se desloca porque vai a pé, porque o escritório é perto de casa. Esse problema é desprezado e ele é tratado como se fosse natural, e não é. Ele pode ser muito mitigado”. O professor complementa o tópico falando sobre a importância de políticas públicas eficientes. “A política pública deve priorizar a vida das pessoas e o seu dia-a-dia. Tem uma máxima que fala que: ‘ninguém mora na União, ninguém mora no Estado, as pessoas moram no município', muito falada pelo governador André Franco Montoro. Só que fica uma frase e depois as pessoas não atuam dentro dessa frase. Você me pergunta, as políticas públicas podem resolver? Sim, elas podem resolver, com certeza. Nunca vai ser nada 100%, nada que você fizer de política pública resolve um problema 100%. Ele avança bem e depois as políticas são incrementais, as próximas políticas vão enfrentando os problemas novos, os defeitos que surgem da aplicação das políticas anteriores e vai se corrigindo”. Portella destaca os problemas de trânsito associados às motos. “ As condições da moto, motos com condição muito ruim, tem que haver um sistema de blitz todo dia em vários pontos da cidade, zona norte, zona sul, zona oeste e tal. Você vai mudando nos dias, mas vai pegando, tem que haver um sistema até que você perceba que isso melhorou bastante. A condição da moto, a documentação, se a pessoa está em dia com o trânsito, se a carteira dele está em dia, se ele não cometeu nenhuma irregularidade”. A redução de mortalidade e de acidentes depende de um trânsito mais calmo e seguro. “Outra coisa é reestudar essa questão do tráfico calmo. O Brasil costuma importar essas políticas e fazer de qualquer jeito só para que ela funcione, mas não de forma eficaz. Você tem que diminuir a velocidade em certos lugares. Só que, em alguns lugares, você não tem o que leva as pessoas a desviarem a rota e fazer infração numa paralela. O que acontece é que as pessoas fogem de grandes avenidas e pegam as paralelas, que, sem a fiscalização adequada, tornam propícias as infrações de trânsito”. O professor destaca diversas políticas públicas que podem ajudar a reduzir os problemas no trânsito, entre elas estão as políticas de estacionamento. “Precisa ter uma política de estacionamento. Não é só você tirar o carro de estacionar em lugares que podem atrapalhar o fluxo. O comércio, a vida econômica vivem também de carro. Até existe um ditado: ‘no park, no business'. Você precisa dar prioridade para o transporte coletivo, mas não vai sumir o transporte individual do dia para o outro. Ele já foi em torno de 50%, hoje ele é menos, mas ainda sempre será significativo. Além disso, é muito importante ter ciclovias. As ciclovias têm que ligar um lugar ao outro, não pode ser aleatório pintar faixa na rua, como foi feito em São Paulo. Pinta faixa para dar quilometragem e servir para as campanhas eleitorais”.
Radio Monk - El Aire Se Crea!
Trastienda 130: Letras y Rol, con Tomás Sendarrubias Abrimos la Trastienda de Shadowlands para recibir a Tomás Sendarrubias, con quien hablamos de libros, lecturas, figuras literarias y otras cuestiones letraheridas que pueden inspirar tus partidas de rol. La literatura protagoniza hoy nuestro programa, continuando la serie sobre mirar hacia otras formas de ficción para alimentar nuestras aventuras. La semana que viene, segunda parte. Tomás Sendarrubias es autor del juego de rol El rey del invierno.Y ha publicado varias novelas, como 1882 o la saga Las crónicas del dios muerto. Podéis ver a Tomás y Arturo jugando juntos en el canal de Rolero Viejo, con The Expanse, una ambientación de origen literario. Recomendamos a:— Thomas Olde Heuvelt (HEX, Oráculo)— Grady Hendrix (Horrostör, Grupo de ayuda para Final Girls)— Steven Erikson (Saga de Malaz)— Dan Simmons (Cantos de Hyperion)— James S. A. Corey. (The Expanse) En episodios anteriores.Cómic y rol 1 Cómic y rol 2 Cine y rol 1 Cine y rol 2Música y rol 1Música y rol 2 Music from #Uppbeat: The horseman by nigth drift License code: XGUNKD5PG9ROKUS6 Music from #Uppbeat (free for Creators!): Lets good times roll by RALicense code: YUHJBIKTMVWNODBV
Cada viernes, para poner colofón a la semana, el equipo habitual de Las Cinco Letras trae sus recomendaciones a El Enfoque para preparar el fin de semana. Fernando Rodríguez Lafuente, crítico literario y de cine nos trae las mejores películas y libros, tanto clásicos como últimas novedades. Emilio del Río nos recomienda la serie de la semana y todo trufado con las recomendaciones culinarias de Carlos Maribona, uno de los críticos gastronómicos de referencia en nuestro país. Helena Cortés nos habla de las mejores series nacionales e internacionales. La pequeña pantalla también cabe en Las Cinco Letras. Las Cinco Letras, las que componen la palabra RADIO, ponen el broche de oro cada semana en El Enfoque con Jesús Clemente Rubio.
Marcel Velázquez, decano de la facultad de Letras de la UNMSM, conversa con Glatzer Tuesta en No Hay Derecho de Ideeleradio. No Hay Derecho en vivo de lunes a viernes, desde las 7 a. m., por el YouTube y Facebook de Ideeleradio.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta quinta-feira (19), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Advogado, Cientista Político e Professor de Direito Constitucional e Eleitoral, Felipe Ferreira Lima, sobre desincompatibilização eleitoral; O Escritor, Jurista, Membro da Academia Brasileira de Letras e Academia Portuguesa de Letras, José Paulo Cavalcanti Filho, fala sobre a ofensiva de Moraes sobre a Receita Federal e Coaf.
What are African life narratives? How is Ken Saro-Wiwa connected to Maynooth University today, and what impact did he have on both Nigerian and Irish history as well as the discussion on energy systems? Explore these questions and more with íde Corley (Maynooth University) in this episode of the Arqus Knowledge Pills, in which we delve into the world of Nigerian activism and the impacts it has had on Corley's research project, “Energetic lives: African life narratives and the struggle for energy justice.”During the episode Corley digs into how her interests in Irish nationalism and the anti-apartheid movement led her to study African literature and Pan-Africanism, focusing on the intersection of race, culture and patriarchy in African nationalist rhetoric. The speakers highlights during this episode the history of Ken Saro-Wiwa's activism in Nigeria and the role of Sister Magella McCarran, an Irish nun who documented his campaign against multinational corporations to explore these narratives. -------------Íde Corley is an Assistant Professor of English at Maynooth University and previously taught at the University of St. Thomas, the University of Vermont, Tuft University, Trinity College Dublin and held a visiting teaching fellowship on the Programa de Maestria y Doctorado en Letras at the Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Her research focuses on African and African diaspora literatures; petrocultures and the energy humanities; life narratives (particularly Ogoni) and human rights. She is the principal editor of Silence Would Be Treason, a collection of Ken Saro-Wiwa's last letters from detention, which was cited by Amnesty International in their 2017 report, Shell: A Criminal Enterprise. She has also collaborated in the making of several documentaries about Saro-Wiwa's globally-influential environmental and minority rights campaigns in Nigeria. Her other published work has appeared in Modern Language Studies, Interventions, Wasafiri and the Journal of Postcolonial Writing. She is a member of the Petrocultures Research Group, the ESF College of Experts and an editorial consultant for the not-for-profit press, Daraja, based in Canada. She is currently working on her Eochair award-winning project, “Energetic Lives: African Life Narratives and the Struggle for Energy Justice".
Escritora e professora no Instituto Federal do Paraná, Jeanine é Pós-doutoranda em Letras pela UFPR e pesquisadora na área de crítica literária. Autora de obras como 'O animal que me tornei' e 'Alcateia', ela foi premiada pela Secretaria de Cultura do Paraná e conquistou recentemente o 2º lugar no I Prêmio Escritoras Brasileiras com o livro 'Retratos de Mulher'. =
O tema do Mondolivro desta quarta é o discurso de Miriam Leitão durante a cerimônia que empossou a escritora e jornalista na Academia Brasileira de Letras. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sexto e último episódio da temporada do No Auge! das Letras, quadro do podcast Papo no Auge!, está no ar. Neste quadro, falamos sobre a literatura produzida em Joinville e sobre o poder transformador da leitura.Neste programa, Sara Lopes, Gabi Didoné e eu conversamos com o professor, editor e escritor Ricardo Brugnago , proprietário da Editora Letra D'Arte.Nosso convidado falou sobre o mercado editorial e como publicar um livro de maneira independente.Ouça o No Auge! das Letras e desfrute de boas histórias. Bora ler.Este projeto é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura. Agradecemos a todo mundo que nos ouviu nesta primeira temporada deste projeto literário.
O fortalecimento da música latina deixou de ser apenas um fenômeno cultural — virou também força política no continente americano. De Bad Bunny a Shakira, artistas têm ocupado espaços de debate público e mobilização social. Letras, shows e posicionamentos nas redes influenciam eleições, pautas identitárias e discussões sobre democracia. Governos reagem, campanhas se apropriam do ritmo, e a cultura se torna campo de disputa. Em entrevista à Rádio Eldorado, Arthur Murta, professor de relações internacionais da PUC-SP, falou sobre o assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La mejor música, todas las curiosidades y las últimas noticias te están esperando de mano de Jota Abril, Marta Critikian y Carlos Iribarren.
El actor y escritor Pablo Rivero ha pasado por Madrid Directo con Nieves Herrero para presentar su novela La canguro, editada por Suma de Letras. Pablo Rivero ha dicho que “en este libro hablo de esos peligros que hay dentro de casa y esas cosas domésticas que dan más miedo”. Ha destacado que “esta novela ha sido el arranque más bestia de todas las que he escrito”, y que “estoy muy agradecido a todo lo que me ha dado Cuéntame”.
O Mondolivro chama a atenção para o projeto Entre Páginas, desenvolvido pela Faculdade de Letras da UFMG. Saiba mais sobre a sua importância no episódio de hoje. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Desde San Diego, Eddy Jae presenta Ana-Lepsis, un álbum debut de 8 canciones donde el sierreño se encuentra con el indie alternativo. Letras introspectivas, raíces latinas y una carga emocional que no se disfraza.Después de escribir para Danny Lux y Eslabón Armado, ahora da un paso al frente con un proyecto honesto y personal.
Josefina Junquera nos transmite su pasión por los libros en ‘Las Buenas Letras', un espacio en el que degustamos la literatura a través de las novelas, recitando poesía y conociendo la biografía de autores clásicos y contemporáneos. Un paréntesis de calma en antena cuando justo cuando va abriéndose paso el fin de semana.
Cada viernes, para poner colofón a la semana, el equipo habitual de Las Cinco Letras trae sus recomendaciones a El Enfoque para preparar el fin de semana. Fernando Rodríguez Lafuente, crítico literario y de cine nos trae las mejores películas y libros, tanto clásicos como últimas novedades. Emilio del Río nos recomienda la serie de la semana y todo trufado con las recomendaciones culinarias de Carlos Maribona, uno de los críticos gastronómicos de referencia en nuestro país. Helena Cortés nos habla de las mejores series nacionales e internacionales. La pequeña pantalla también cabe en Las Cinco Letras. Las Cinco Letras, las que componen la palabra RADIO, ponen el broche de oro cada semana en El Enfoque con Jesús Clemente Rubio.
O grupo se vê dividido entre duas linhas de investigação; O hospital psiquiátrico e encontrar a Lucy, no entanto, em ambos os casos, o inesperado tende a entrar no caminho dos investigadores---------------------------------------------------------------------------------------------Eddudesign é o MestreJoojo é Blair BlackWoodHidden é Allan CurtisMaylon é Joseph JohnsonFerretti é TizianoEnderrush é Genevivetharisu é Leonard "Len" Wolfwood---------------------------------------------------------------------------------------------Curte o Caneco Furado? Fortalece o projeto namoralzinha?Nos apoie e nos siga nas redes sociais pra esse caos continuar existindo:Catarse:https://catarse.me/o_caneco_furado_6290Instagram: https://instagram.com/ocanecofuradoTikTok: https://tiktok.com/@ocanecofuradoApoiem os Arquivos Confidenciais:https://www.catarse.me/arquivosconfidenciaisA Gente se vê no próximo Episodio
En este nuevo episodio de Tras las Líneas abordamos un tema que ha generado gran controversia en uno de los municipios más importantes de Jalisco: Tequila. Analizamos la reciente detención del alcalde emanado de Morena, señalado por diversos delitos que hoy lo colocan en el centro del debate público.La magnitud del operativo desplegado para su captura ha despertado cuestionamientos y especulaciones. ¿Era realmente necesaria una movilización de ese nivel? ¿Qué sabía el gobierno federal? ¿Estamos ante un caso ejemplar de combate a la corrupción o hay algo más detrás de esta historia?En este episodio desmenuzamos los hechos, el contexto político y las posibles implicaciones de un caso que podría marcar un precedente en Jalisco.#TrasLasLíneas #TequilaJalisco #Jalisco #Morena #PolíticaMexicana #Seguridad #OperativoFederal #México #Noticias #AnálisisPolítico #podcastmilitar #podcast #entrevista #seguridad #noticias
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Para marcar a chegada do Carnaval 2026, o UFOP Entrevista de hoje é especial. Há 50 anos, falecia Sinhá Olímpia. Nascida em 1889, no distrito marianense de Santa Rita Durão, Sinhá Olímpia passou seus últimos anos em Ouro Preto, onde caminhava pelas ruas contando histórias e se tornou uma das personalidades mais conhecidas da nossa região. E em 2026, “Sinhá Olímpia: quem é você?” é o tema do Carnaval ouro-pretano. E para saber mais detalhes sobre a história desta personagem tão icônica, que ganhou reconhecimento em nível nacional, conversamos com a escritora Marizabel Vieira Pacheco, graduada em Letras e em Museologia pela UFOP, e autora do livro “Sinhá Olímpia de Ouro Preto”, lançado em 2024.Ficha TécnicaProdução: Elis Cristina e Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
O ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os Três Poderes revisem e suspendam os "penduricalhos" da administração pública sem fundamento legal que permitam que a remuneração do servidor público ultrapassasse o teto salarial, atualmente em R$ 46.366,19. José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), explica os impactos da decisão na política brasileira. “Um dos impactos é a descrença no poder público, consequência muito grave para as políticas públicas. O povo acredita que o poder público vai ser o principal motor das políticas e, sobretudo, o Congresso, que perde força. O posicionamento de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, ao acatar a decisão, leva a uma contribuição negativa que é a descrença no poder. Outro impacto é a tensão entre os Poderes Legislativo e o Judiciário. Este caso está alimentando uma disputa que já é grande, em que o Congresso diz que o STF está legislando, o STF alega que o Congresso não legisla e o Executivo acaba dividido, porque em um momento ele defende o Judiciário através de uma declaração do presidente, mas depois precisa ceder ao Congresso através de acordos, tudo isso paralisa o processo de políticas públicas.” Portella também explica que a decisão tem impactos na percepção da sociedade em relação a fatores sociais, como desigualdade: “Há um aumento da percepção de desigualdade no País, é uma desigualdade grande que causa revolta e um cenário de ‘cada um por si', onde as políticas públicas passam a ser feitas de forma menos coletiva, como no caso das emendas Pix. Nós também temos a sensação de um país que não quer se corrigir e que ainda insiste no erro, porque o mesmo Congresso, que muitas vezes fala em cortar despesas e menos impostos, impõe à população um gasto que é desigual e a favor da desigualdade e do privilégio”. “Outro impacto dessa decisão é a perda da noção de um plano nacional de desenvolvimento. Você olha para tudo isso e pensa: se estamos cada um por si, não dá para pensar no todo, que é justamente o que falta para o Brasil. Por último, surge a demonização da política, pois a população vê esse cenário e, além da perda de credibilidade, a política fica sempre retratada como algo que é ruim, corrupta e que faz mal. Nós perdemos todas essas coisas no processo.”, finaliza o professor.
Hola mi gente! Today we are going to read, translate and listen The Song: Me Voy by Julieta Venegas. I will be reading the song in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the song in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.. You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisHere are the lyrics:Porque noSupiste entender a mi corazónLo que había en él, porque noTuviste el valor de ver quién soyPorque noEscuchas lo que está tan cerca de tiSolo el ruido de afuera, y yoQue estoy a un lado, desaparezco para tiNo voy a llorar y decirQue no merezco esto, porqueEs probable queLo merezco, pero no lo quiero, por eso, me voyQué lástima, pero adiósMe despido de ti y me voyQué lástima, pero adiósMe despido de tiPorque séQue me espera algo mejorAlguien que sepa darme amorDe ese que endulza la sal y hace que salga el SolYo, que penséNunca me iría de ti, que es amorDel bueno, de toda la vida, peroHoy, entendí que no hay suficiente para los dosNo voy a llorar y decirQue no merezco esto, porqueEs probable queLo merezco, pero no lo quiero, por eso, me voyQué lástima, pero adiósMe despido de ti y me voyQué lástima, pero adiósMe despido de ti, ih-ih-ih, ah-ahMe voyQué lástima, pero adiósMe despido de ti y me voyQué lástima, pero adiósMe despido de ti y me voyThe Link of The Song:https://youtu.be/y8rBC6GCUjgMy new Youtube channel: Spanish with Dennishttps://www.youtube.com/channel/UCQVuRUMQGwtzBIp1YAImQFQMy new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
00:00:12 Presentación contenidos Pixeles y Letras y Sección Oficial 00:03:20 Inicio Sección Oficial 00:05:17 Charla con Paco Fox, productor de Cutrecon que celebra del 4 al 8 de febrero su 15ª edición en Madrid 00:37:20 Festivales - CutreCon, Festival Internacional de Cine Trash de Madrid, del 4 al 8 de febrero - Ciclo Amores On FIRE!! en el Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) del 12 al 15 de febrero de 2026 - 25ª European Outdoor Film Tour - 18ª edición del Pirineos Mountain Film Festival, del 23 al 28 de febrero en Huesca - 9ª edición de IBICINE 00:47:25 Alfombra Roja - Charla con Kiño, donde el artista comparte detalles sobre la tercera temporada de "La Reina Del Flow" 00:51:09 Próximos estrenos en salas Todos se estrenan el 6 de febrero - Primate. Paramount Pictures - La fiera. Buena Vista International - Hellboy: El hombre retorcido. Vértice 360 - Evolution. Beta Fiction Spain - La tarta del presidente. ATALANTE - Xana y el secreto del tiempo. MARMITAKO FILMS - Bertolucci. Nuestra magnífica obsesión. A Contracorriente Films 01:04:44 Despedida y Cierre de "Sección Oficial" 01:04:49 Píxeles y Letras 01:07:16 Charla con Rafael Torres, autor de "Caza al convoy", publicado por Desperta Ferro
Hola, amigos! Today we are going to read the Poem: Táctica y estrategia by Mario Benedetti. I will be reading the poem in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the poem in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisMi táctica esmirarteaprender como sosquererte como sosmi táctica eshablartey escucharteconstruir con palabrasun puente indestructiblemi táctica esquedarme en tu recuerdono sé cómo ni sécon qué pretextopero quedarme en vosmi táctica esser francoy saber que sos francay que no nos vendamossimulacrospara que entre los dosno haya telónni abismosmi estrategia esen cambiomás profunda y mássimplemi estrategia esque un día cualquierano sé cómo ni sécon qué pretextopor fin me necesites.My new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
Um dos nomes mais marcantes do século XX tem uma longa lista de ações que desrespeitam os mais básicos direitos humanos. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre quais foram os Crimes de Stalin. -Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- APPLEBAUM, Anne. Gulag: uma história dos campos de prisioneiros soviéticos. São Paulo: Record, 2004.- CONQUEST, Robert. The Great Terror: A Reassessment. New York: Oxford University Press, 1990.- CONQUEST, Robert. The Harvest of Sorrow: Soviet Collectivization and the Terror-Famine. New York: Oxford University Press, 1986.- ELLIS, Elisabeth Gaynor; JUDT, Tony. A idade dos extremos: o breve século XX (1914–1991). Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.- FITZPATRICK, Sheila. Revolução Russa. São Paulo: Todavia.- MONTEFIORE, Simon Sebag. Stalin: A Corte do Czar Vermelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.- PIPES, Richard. Russia under the Bolshevik Regime. New York: Vintage Books, 1995.- SNYDER, Timothy. Bloodlands: Europe Between Hitler and Stalin. New York: Basic Books, 2010.- SOLZHENITSYN, Aleksandr. Arquipélago Gulag. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1974.- WERTH, Nicolas. A violência sob Stalin (1930–1941). São Paulo: Globo, 2005.
Ariano Suassuna, o eterno "Cavaleiro do Sertão", não foi apenas um dramaturgo de sucesso com o "Auto da Compadecida"; ele foi um pensador profundo que fundiu o popular e o erudito para criar uma identidade nacional única. Neste vídeo da Brasil Paralelo, exploramos a lista de livros que as biógrafas Adriana Victor e Juliana Lins apontam como as obras fundamentais que formaram o intelecto deste mestre da Academia Brasileira de Letras. De clássicos russos como Dostoievski e Tolstói a pilares da literatura lusa como Eça de Queiroz e Machado de Assis, descubra quais títulos Suassuna recomendaria para quem deseja expandir o repertório e a inteligência em 2026
El debate sobre el ciclo de Letras en Sevilla, las autoridades intelectuales y la pertinencia del debate. El adiós de Ábalos, el bulo del PP sobre las consecuencias electorales de la regularización de personas migrantes y el ICE en Estados Unidos. Con Javier Aroca, José María Lassalle y Cristina Monge.
Dermotheque, un podcast de dermatología hecho por dermatólogas
En el episodio de esta semana, las dras. Inés Escandell y Sara Gómez explican por qué seguimos teniendo tanto miedo a usar fármacos durante el embarazo. Recorren la historia que lo explica: desde el desastre de la talidomida hasta los sistemas actuales de evaluación del riesgo.Analizan las famosas clasificaciones por letras (A, B, C, D, X), sus errores y por qué hoy se consideran insuficientes. Hablan de qué sistemas se usan actualmente, cómo interpretar fichas técnicas y qué fármacos están realmente contraindicados, cuáles son polémicos y cuáles se prescriben de forma habitual pese a la falta de datos.Un episodio clave para entender por qué el juicio clínico, el contexto y la evidencia pesan más que una letra, y para reflexionar sobre las consecuencias éticas y sanitarias de excluir sistemáticamente a las embarazadas de la investigación clínica.Más información en nuestra web dermotheque.com y en nuestro perfil de instagram.
El último peldaño (09/01/2026) 100 AÑOS DE VUELOS LEGENDARIOS Y SUS MISTERIOS Este año se cumple un siglo de una época en la que España se atrevió a mirar al cielo y desafiar sus límites. Entre 1926 y 1935, nuestros aviadores emprendieron los llamados grandes vuelos: travesías imposibles en aviones frágiles, de madera y lona, que se lanzaban a océanos, desiertos y selvas como si el mundo aún estuviera por descubrir. En este centenario, regresamos a una época en la que volar era explorar lo desconocido y en la que algunos vuelos nunca regresaron para contarlo, convirtiéndose en grandes misterios. Con el experto en la historia de la aeronáutica española, Marcelino Sempere Domenech (Teniente Coronel del Ejercito del Aire, doctor en Filosofía y Letras y profesor universitario) conocimos las proezas y misterios de una generación de héroes de la aeronáutica. EXTRAÑA FOTO EN UN MUSEO Hace unos meses nuestro oyente Francisco Javier Espí, que nos escucha desde Riba Roja de Turia (Valencia) nos envió una curiosa fotografía realizada en una de las salas del Museo del Ejército de Cartagena, en la que tras una persona aparece un extraño rostro perteneciente a una mujer a la que no se le ven los pies. Esta noche os mostraremos el documento y comentaremos con Juan Sánchez, experto en óptica, los detalles de tan interesante fotografía. PREDICCIONES PARA 2026 Cada nuevo año trae preguntas y expectativas. 2026 se abre ante nosotros como un un mapa en blanco donde pueden aparecer avances inesperados, giros económicos, descubrimientos científicos y cambios que hoy ni imaginamos. Pero hay señales, tendencias, movimientos que ya empiezan a dibujar el futuro, pero también hay sombras, incertidumbres y sorpresas que desafían cualquier cálculo. Esta noche los vamos a buscar. Con la participación de Luis Laguardia, experto en radiestesia y nuestros colaboradores Israel Ampuero Concha Soler y nuestra inteligencia artificial "Ada" vamos a dar un repaso a los pronósticos y predicciones para el año que acaba de comenzar. Dirección, guion y presentación: Joaquín Abenza. Producción, documentación y redes sociales: María José Garnández. Blog del programa: http://www.elultimopeldano.blogspot.com.es/ Programas emitidos en ORM: https://www.orm.es/programas/elultimopeldano/ Programas emitidos en 7 TV: https://www.la7tv.es/blog/section/el-ultimo-peldano/ WhatsApp: +34 644 823 513 Correo electrónico: escaleradelmisterio@rtrm.es Programa emitido en Onda Regional de Murcia
Hola mi gente! Today we are going to read, translate and listen The Song: Suavemente by Elvis Crespo. I will be reading the song in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the song in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.. You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisHere are the lyrics:Suavemente, bésameQue quiero sentir tus labiosBesándome otra vezSuavemente, bésameQue quiero sentir tus labiosBesándome otra vez(Suave) bésame, bésame(Suave) bésame otra vez(Suave) que quiero sentir tus labios(Suave) besándome otra vez(Suave) besa, besa(Suave) bésame un poquito(Suave) besa, besa, besa(Suave) bésame otro ratitoPequeña, échate pa'caCuando tú me besasMe siento en el airePor eso cuando te veoComienzo a besarteY si te despegasYo me despiertoDe ese rico sueñoQue me dan tus besosSuavemente, bésameQue yo quiero sentir tus labiosBesándome otra vezSuavemente, bésameQue yo quiero sentir tus labiosBesándome otra vezBésame suavecitoSin prisa y con calmaDame un beso bien profundoQue me llegue al almaDame un beso másQue en mi boca cabeDame un beso despacitoDame un beso suaveSuavemente, bésameQue yo quiero sentir tus labiosBesándome otra vezSuavemente, bésameQue yo quiero sentir tus labiosBesándome otra vez(Suave) tus labios tienen(Suave) ese secreto(Suave) yo beso y beso(Suave) y no lo encuentro(Suave) un beso suave(Suave) es lo que anhelo(Suave) un beso tuyo(Suave) es lo que quieroDámelo(Suave) yo me pregunto(Suave) que tienen tus besos(Suave) trato de escaparme(Suave) y me siento preso(Suave) besa, besa, bésame un poquito(Suave) besa, besa, besa, bésame otro ratito(Suave) bésame, bésame(Suave) bésame otra vez(Suave) que yo quiero sentir tus labios(Suave) besándome suavemente(Suave) tiernamente, (suave) cariñosamente(Suave) dulcemente, bésame muchoSin prisa y con calmaDame un beso hondoQue me llegue al almaAcércate, acércateNo tengas miedoSolamente yo te digoUna cosa quiero, bésameThe Link of The Song:https://www.youtube.com/watch?v=WPiEbYSF9kEMy new Youtube channel: Spanish with Dennishttps://www.youtube.com/channel/UCQVuRUMQGwtzBIp1YAImQFQMy new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
Consuelo Sáizar, Exdirectora del FCE
Tanya 6 shvat Cap 20 Parte 2 -Todos mundos são derivados da palavra divina,no pensamento há letras
En este episodio especial, tenemos la sección de Robbie V en Radio Marca Tenerife donde analizamos la letra de “What’s the Story Morning Glory” de Oasis. Traducimos y explicamos frases icónicas, enseñando vocabulario, expresiones coloquiales y estructuras de inglés real para que mejores tu comprensión y forma de hablar. INSCRÍBETE EN NUESTRA ACADEMIA ONLINE Hasta el 31 de enero puedes aprovechar 50% de descuento en nuestra academia online GYM, un año completo para transformar tu inglés con los mejores profesores aquí tienes el enlace https://letsspeakenglish.es/januarysales-50off/
No podcast do PublishNews desta semana, voltamos para um dos assuntos mais falados dos últimos anos, a Inteligência Artificial. E escolhemos a mesa IA e arte: tecnologia, cooperação, arte e ética, que aconteceu na Casa PublishNews na FLIP 2025 reunindo Antonio Hermida (gerente de produtos digitais da Companhia das Letras), Daniel Lameira (criador da Seiva e do curso Vida do Livro), Rafaela Lamas (editora da Autêntica Contemporânea) e com mediação: Ramiro Macedo (gerente de audiobooks da Bookwire Brasil)Eles falam sobre as transformações no mundo da literatura e o impacto da inteligência artificial na leitura e na escrita, onde destacam a importância da curadoria humana nessa nova era — afinal, a tecnologia pode ampliar o acesso e o alcance dos livros, mas não substitui o olhar crítico e os valores culturais que editores e curadores trazem. Refletem sobre a dupla face da IA: de um lado, a democratização da leitura; de outro, o risco de uma experiência cada vez mais padronizada pelos algoritmos.Este é um episódio 405 do Podcast do PublishNews do dia 20 de janeiro de 2026 e gravado no dia 30 de julho de 2025 na Casa PublishNews. Não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E também nos siga no YouTube ou no Spotify, onde você pode comentar, dar sugestões até 5 estrelas. E agora Antonio Hermida, Daniel Lameira, Ramiro Macedo e Rafaela LamasEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
En información internacional, María Corina Machado afirma que le entregó a Trump su medalla del Premio Nobel de la Paz, en notas de El Esto, el Canelo está de vuelta, ya hay fecha y sede para la próxima pelea de Saúl Álvarez, y en los espectáculos, Gael García recibe la Orden de las Artes y las Letras de Francia por su trayectoria. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Inspirada por mi nueva lectura que le deseo recomendar a todo el mundo, Doppelganger de la autora Naomi Klein, esta semana hablamos acerca del uso de lenguaje y la usurpación de lenguage de liberación utilizada para promover la derecha extrema y la opresión. También cómo el lenguaje que utilizamos puede ayudar a explicar o alejarnos de la población con la cual trabajamos.
Hola mi gente! Today we are going to read, translate and listen The Song: La Gozadera by Gente De Zona and Marc Anthony. I will be reading the song in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the song in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.. You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisHere are the lyrics:Miami me lo confirmó (¡Gente de Zona!)Puerto Rico me lo regaló (¡Marc Anthony!)Dominicana ya repicó (yeh-le-le, yeh-le-le, ooh)Y del Caribe somos tú y yo (¡ponle!)Y se formó la gozadera (vamo')Miami me lo confirmó (¿qué me confirmó?)Y el arroz con habichuela' (¿qué?)Puerto Rico me lo regalóY la tambora merengueraDominicana ya repicó (de vuelta, loco)Con México, Colombia y VenezuelaY del Caribe somos tú y yo (Randy Malcom)La cosa está bien dura, la cosa está divinaPerú con Honduras, Chile con ArgentinaPanamá trae la sandunga, Ecuador, bilirrubinaY Uruguay con Paraguay, hermano' con Costa RicaBolivia viene llegandoBrasil ya está en caminoEl mundo se está sumandoA la fiesta de los latinos (¡ponle!)Y se formó la gozaderaMiami me lo confirmóY el arroz con habichuela'Puerto Rico me lo regaló (esto sigue)Y la tambora merengueraDominicana ya repicóCon México, Colombia y VenezuelaY del Caribe somos tú y yoY se formó la gozaderaMiami me lo confirmóAy, el arroz con habichuela'Puerto Rico me lo regalóY la tambora merengueraDominicana ya repicóCon México, Colombia y VenezuelaY del Caribe somos tú y yo (Marc Anthony)Vamos, GuatemalaLa fiesta te esperaLlama a NicaraguaEl Salvador se cuelaYo canto desde CubaY el mundo se enteraSi tú eres latinoSaca tu bandera (¡ponle!)Y se formó la gozaderaMiami me lo confirmóY el arroz con habichuela'Puerto Rico me lo regaló (¿qué es la que hay, papá?)Y la tambora merengueraDominicana ya repicóCon México, Colombia y VenezuelaY del Caribe somos tú y yoY se formó la gozaderaMiami me lo confirmóAy, el arroz con habichuela'Puerto Rico me lo regaló (boricua)Y la tambora merengueraDominicana ya repicóCon México, Colombia y VenezuelaY del Caribe somos tú y yo (pa' los parceros y las parceras, vamo')The Link of The Song:https://www.youtube.com/watch?v=VMp55KH_3woMy new Youtube channel: Spanish with Dennishttps://www.youtube.com/channel/UCQVuRUMQGwtzBIp1YAImQFQMy new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
El escritor y profesor José Cenizo Jiménez presenta su último libro, "Poeta flamenco. Cómo hacer letras para el cante".Escuchar audio
Editorial | Puras letras muertas
Hola mi gente! Today we are going to read, translate and listen about the El Dia de Reyes in Latin American countries and Spain and we are going to listen some interesting facts and traditions. I will be reading in Spanish very slowly and you will try to understand word by word. You will be learning some interesting words and new vocabulary and also you will be improving your listening skills in Spanish. I will translate the song in English and then read in Spanish again in a normal speed but explaining some words at the same time.. You can support me and my podcast if you want:Donate with PayPal:https://www.paypal.com/paypalme/spanishwithdennisYou can buy me a cup of coffee here:https://www.buymeacoffee.com/spanishwithdennisEl Día de Reyes (6 de enero) es una celebración importante en Latinoamérica que marca el fin de la Navidad, donde los niños esperan regalos de Melchor, Gaspar y Baltasar, a quienes dejan zapatos y ofrendas, y la tradición central es compartir la Rosca de Reyes (un pan dulce) con familia, mientras en algunos lugares se hacen cabalgatas y desfiles, manteniendo viva la conexión con las raíces hispanas. Los niños dejan sus zapatos la noche del 5 de enero con pasto y agua para los camellos, y a la mañana siguiente encuentran regalos. El Día de Reyes se origina en la tradición cristiana, conmemorando la Epifanía: la visita de los Reyes Magos al Niño Jesús en Belén, 13 días después de su nacimiento, para adorarlo y entregarle oro, incienso y mirra como símbolos de su realeza, divinidad y humanidad. Esta celebración, que simboliza la manifestación de Jesús a todos los pueblos, se popularizó en el Imperio Romano y se consolidó en la Edad Media, adoptando tradiciones como la entrega de regalos a los niños en países hispanos. Comunidades hispanas en EE. UU.: Mantienen la tradición como forma de conexión cultural, con roscas y celebraciones familiares.My new Discord server and chat and you can already join and write to me there:https://discord.gg/HWGrnmTmyCMy new Telegram channel and you can already join and write to me or comment there:https://t.me/SpanishwithDennisJoin my Patreon:https://www.patreon.com/spanishwithdennisSupport me by joining my podcasts supporter club on Spreaker:https://www.spreaker.com/podcast/slow-spanish-language--5613080/supportDonate with Boosty:https://boosty.to/spanishwithdennis/donateDonate with Donation Alerts:https://www.donationalerts.com/r/dennisespinosaDonate with Crypto currency:Bitcoin (BTC)1DioiGPAQ6yYbEgcxEFRxWm5hZJcfLG9V6USDT (ERC20)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855USDT (TRC20)TXoQwsaiTGBpWVkyeigApLT8xC82rQwRCNEthereum (ETH)0xeb8f678c0b8d37b639579662bf653be762e60855If you have any other suggestions or recommendations on what other platform you can support me and my podcasts, please let me know. You can write to me on telegram.Thanks in advance!! Gracias por adelantado!My other podcasts you can find it on different platforms and apps:1- Comprehensible Spanish Language Podcast2 - Crazy Stories in Spanish Podcast3 - TPRS Spanish Stories
Eduardo Mendoza (Barcelona, 1943) es el autor de 'La verdad sobre el caso Savolta', que recibió el Premio de la Crítica, 'El misterio de la cripta embrujada', 'El laberinto de las aceitunas' o 'La ciudad de los prodigios', que recibió el Premio Ciutat de Barcelona, entre otras muchas obras. Ha recibido el Premio Cervantes, en 2016 y el Premio Princesa de Asturias de las Letras 2025. 'Sin noticias de Gurb apareció' serializada en el diario El País en agosto de 1990 y en forma de libro en 1991.
> Quer desbloquear episódios EXTRAS? Então, acesse a nossa outra página aqui no Spotify: Fábrica de Crimes Horas ExtrasOu você também pode apoiar e entrar no nosso grupo secreto do Telegram pelo Apoia.se, clicando aqui.Se quiser apoiar pela Orelo, clique aqui.Uma instituição de acolhimento que funcionava desde o século XVII se transforma no centro de um dos maiores escândalos da história de Portugal quando um menino, identificado apenas como Joel, rompe o silêncio e denuncia inúmeros abusos sexuais.O que parecia um caso isolado logo se revela apenas a ponta do iceberg: foram ouvidas 32 vítimas e 920 testemunhas, desmontando um esquema de pedofilia sistêmico que abalou o país e ficou conhecido como o escândalo da Casa Pia.>> 05/01 NA INSIDER! - Se você estava esperando um empurrãozinho pra organizar uma rotina mais inteligente em 2026, anota aí essa data: 5 de janeiro.Esse é o dia perfeito pra montar um guarda-roupa mais tecnológico com a Insider e garantir até 30% OFF, somando o nosso cupom FABRICADECRIMES com os descontos do site — e ainda mais 10% pagando no Pix.Compre diretamente pelo nosso link: https://creators.insiderstore.com.br/FABRICADECRIMESLembre-se que as roupas da @insiderstore duram muito — mas as promoções, não!> Quer aparecer em um episódio do Fabrica? É muito fácil!Basta mandar uma mensagem de voz por direct no Instagram @podcastfabricadecrimes nós só publicaremos com a sua autorização. Vamos AMAR ter você por aqui :)Hosts: Rob e MariEditor: Victor AssisAviso: O Fábrica aborda casos reais de crimes, contendo temas sensíveis para algumas pessoas. O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e é baseado em fontes públicas, respeitando a memória das vítimas e de seus familiares. As eventuais opiniões expressas no podcast são de responsabilidade exclusiva das hosts e não refletem necessariamente o posicionamento de instituições, veículos ou entidades mencionadas. Caso você tenha alguma objeção a alguma informação contida nesse episódio, entre em contato com: contato@fabricadecrimes.com.br Fontes: CASA PIA. Casa Pia — decisão de 1ª instância. 13 set. 2010. Disponível em: https://csm.org.pt/ficheiros/imprensa/informacao/2010-09-13_casapia_1instancia.pdf. Acesso em: 22 out. 2025.PÚBLICO. Apesar de tudo, voltava para a Casa Pia. Lisboa, 6 out. 2009. Disponível em: https://www.publico.pt/2009/10/06/jornal/apesar-de-tudo-voltava-para-a-casa-pia-17956869#. Acesso em: 22 out. 2025.NOTÍCIAS ONLINE. Casa Pia — Llewellyn (1ª Parte). Disponível em: https://www.noticiasonline.eu/wp-content/uploads/2018/06/Casa-Pia-Llewellyn_1%C2%AA-Parte.pdf. Acesso em: 22 out. 2025.AMARO, Vanessa Fernandes. O jornalismo investigativo no processo Casa Pia de Lisboa: o semanário Expresso e o caso português de pedofilia. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa, 2004.OLIVEIRA, Madalena. A Casa Pia e a imprensa: jornalistas em acto de contrição? A impiedade das críticas ou auto-regulação? In: PINTO, Manuel; MARINHO, Sandra (Org.). Os media em Portugal nos primeiros cinco anos do século XXI. Porto: Campo das Letras, 2008. v. 12, p. 197–212.PORTUGAL. Tribunal da Relação de Lisboa. Acórdão do processo Casa Pia: Processo n.º 709/03.0TELSB. Relator: Jaime Ferreira. Lisboa, 3 set. 2010. Disponível em: https://jurisprudencia.csm.org.pt. Acesso em: 22 out. 2025.
Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". 2025 marcou um capítulo histórico para a cultura brasileira: a escritora Ana Maria Gonçalves chegou à Academia Brasileira de Letras. Foi a primeira vez em 128 anos que uma mulher negra assumiu uma cadeira na ABL. Nesta terça-feira, 30 de dezembro, O Assunto reprisa a conversa de Natuza Nery com Ana Maria Gonçalves, gravada dias antes da posse da escritora na ABL. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.
Hablamos con los autores Lucía Solla, Isaac Rosa y Jaime Riba. Viajamos también a tres librerías para que sus responsables nos hagan sus propuestas: La Luna Nueva (Jerez de la Frontera), Letras corsarias (Salamanca) y Primera página (Urueña - Valladolid)
Um dos maiores nomes da História do Brasil, principalmente no importante tema da abolição da escravidão. Será que ela e a família real apenas usufruíram do sofrimento dos brasileiros escravizados ou a situação era mais complexa? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida e a história de Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga, mais conhecida apenas como Princesa Isabel.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.- CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.- CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.- CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.- COSTA, Emilia Viotti da. Da senzala à colônia. São Paulo: Unesp, 2010.- COSTA, Emilia Viotti da. Da Monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Unesp, 1999.