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Ator, produtor, advogado e empresário, Carmelo Maia dedica há mais de 30 anos sua trajetória à preservação e expansão do legado de Tim Maia. Com visão estratégica e profundo respeito pela obra do pai, mantém viva uma das maiores referências da música brasileira.
Der er stadig lidt klubbede efterladenskaber fra sidste udsendelses kæmpestore tema, som vi lægger ud med i begyndelsen af programmet. Du får både nogle afrikanske edits og remixes, men også mere straight og relativt "plain" housemusik fra blandt andre Peven Everett. Og så sker der noget, som ingen troede kunne ske i Vistis Vinyler: Det går nemlig ikke fra 0 til 100 i energi, men derimod fra 100 til 47, når vi giver plads til en række sjælere, som man kan blive lidt følsom over. Blandt andet et af de allerstørste hits fra Tim Maia, "Azul da Cor do Mar". Det bliver med andre ord tonserfedt!
Okay, kammerat. Vi skal høre mere fra det her hypede afroamerikanske jazzlabel Black Jazz Records, som faktisk ikke er 100 % en fornøjelse for Jonas Visti at spille - han er nemlig kommet til at sælge flere af sine Black Jazz-vinyler gennem tiden, hvilket han nu inderligt fortryder. Derudover skal vi have en brasiliansk, psykedelisk holy funk-grail på banen fra Free-Son, som du simpelthen bare MÅ kende! Så er der også lidt corny brasiliansk 70'er-folk, lidt spirituelle toner i form af Canto de Ossanha og et par kæmpe hits fra Tim Maia. Med andre ord: Du bliver satme forkælet i denne uges VV
Sonia Santos é uma das vozes mais importantes da música brasileira, que muita gente ainda está descobrindo. Uma artista de trajetória rara, com 60 anos de carreira, que atravessa televisão, samba, soul e jazz com a mesma força e identidade. A cantora e compositora que construiu uma carreira singular dividindo palcos com grandes nomes internacionais e da MPB, agora retorna ao Brasil, em maio, para apresentar o espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, marcando um reencontro com o público brasileiro após anos de atuação intensa no exterior. Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, Sonia fez da cidade um polo de expressão afro-brasileira e consolidou-se como referência cultural. Foi na cidade californiana que concedeu uma entrevista à RFI. Aos 82 anos e cheia de energia que transborda nas conversas e nas suas músicas, subiu ao palco em Temecula, na Califórnia, no dia 17 de abril. Nos últimos meses realizou diversas apresentações na região, na qual é reconhecida como um símbolo de resistência e a ponte entre a ancestralidade e a modernidade global, de onde vêm suas inspirações. Ela afirma que a arte deve manter um olhar atento sobre a política para não transmitir mensagens equivocadas, motivo pelo qual acompanha de perto o tema. “Eu gosto de programas de governo que falam principalmente em saúde, educação, arte e cultura. Então, eu fico de olho nessas coisas, procuro valorizar a minha ancestralidade e fazer com que essas figuras que realmente, vamos dizer assim, fundaram o Brasil, que elas sejam vistas, que elas sejam ouvidas, que elas sejam reconhecidas e valorizadas”, contou à RFI. Uma lenda viva Ícone desde os anos 1960, Sonia compartilhou palcos com nomes como Tim Maia, Jorge Ben Jor e Luiz Melodia. A projeção nacional veio na década seguinte, quando se tornou presença marcante na televisão brasileira, especialmente no Fantástico, da TV Globo. Participou de performances musicais e de trilhas de novelas. Nos anos 1990, mudou-se para os Estados Unidos; logo no início já conquistou a Broadway e abriu shows de nomes como Ray Charles e Nancy Wilson, além de colaborações e encontros com Sérgio Mendes e outros artistas que ajudaram a projetar o reconhecimento da música brasileira, e a potência que é hoje, no exterior. “Eu cantei num festival de artes populares na Tunísia, há uns anos. Havia 54 países representados e quando anunciaram que era música brasileira, todo mundo aplaudiu. Nós tocamos na Rússia, ginásio cheio, e o patrocinador, que era a Coca-Cola, divulgou muito 'Água de beber'. E o povo cantarolova isso (ela canta). Basta dizer que é música brasileira e uma rendição incondicional acontece", revela. Ao lado da cantora Ana Gazzola, integrou o projeto Brazil Brazil, com o qual fez diferentes circuitos internacionais, incluindo cidades na Ásia, Europa e África. O grupo foi responsável por levar repertório brasileiro a festivais de jazz e música do mundo inteiro. Uma missão, segundo Sonia, com muito ritmo e cadência para transmitir amor ao mundo. A artista diz que sua trajetória é guiada pela “voz do seu coração”, uma proposta de vida que a levou a circular por mais de 40 países. Para ela, “todo artista é um canal”, responsável por “transmitir coisas boas e bonitas”. Sonia parte do princípio de que “tudo é energia, força magnética” e acredita ter uma mensagem a passar para as pessoas. “Escolhi as palavras das minhas músicas nessa direção”, conta. Samba como DNA e pioneirismo Seu talento visionário se expressa em músicas como Poema Rítmico do Malandro (1971), que antecipou a cadência do rap anos antes do gênero ganhar força no Brasil. Sonia já experimentava com a métrica e a rima, e adiantou tendências com uma visão artística que sempre esteve décadas à frente. Mas o samba, ah, o samba. Esse bate mais forte e constante no peito. É o eixo central de uma carreira que desafiou fronteiras. Embora tenha transitado com maestria pelo jazz e pelo blues, é na cadência do tambor que sua identidade se solidifica. Tempos de redescoberta Apesar dessa magnitude, o nome de Sonia Santos parece ainda escondido, esquecido do grande público, sendo muitas vezes um segredo guardado por músicos e historiadores. Por isso, o significado ainda maior desse retorno ao Brasil. Será a síntese de uma trajetória que volta ao palco de onde saiu. No novo espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, Sonia revisita diferentes fases da própria trajetória por meio de um repertório que mistura memória e reinvenção: com clássicos como “Upa Neguinho”, “Água de Beber” e “Brasileirinho”. O show também inclui releituras que dialogam e refletem sua vivência entre Brasil e Estados Unidos e tributos a mulheres que, assim como ela, levaram a música brasileira aos palcos do mundo, como Carmen Miranda e Tânia Maria. “Eles podem esperar de mim uma entrega total, entendeu? Estou completamente rendida às belezas do meu país. Eu amo o Brasil. Eu acho que ele não é a pátria do futuro, ele é a pátria do presente. Eu acho que definitivamente ele está chegando naquele ponto de ter o reconhecimento e o respeito mundial", conclui. As apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de maio de 2026, às 20h, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo.
Sonia Santos é uma das vozes mais importantes da música brasileira, que muita gente ainda está descobrindo. Uma artista de trajetória rara, com 60 anos de carreira, que atravessa televisão, samba, soul e jazz com a mesma força e identidade. A cantora e compositora que construiu uma carreira singular dividindo palcos com grandes nomes internacionais e da MPB, agora retorna ao Brasil, em maio, para apresentar o espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, marcando um reencontro com o público brasileiro após anos de atuação intensa no exterior. Radicada em Los Angeles há mais de três décadas, Sonia fez da cidade um polo de expressão afro-brasileira e consolidou-se como referência cultural. Foi na cidade californiana que concedeu uma entrevista à RFI. Aos 82 anos e cheia de energia que transborda nas conversas e nas suas músicas, subiu ao palco em Temecula, na Califórnia, no dia 17 de abril. Nos últimos meses realizou diversas apresentações na região, na qual é reconhecida como um símbolo de resistência e a ponte entre a ancestralidade e a modernidade global, de onde vêm suas inspirações. Ela afirma que a arte deve manter um olhar atento sobre a política para não transmitir mensagens equivocadas, motivo pelo qual acompanha de perto o tema. “Eu gosto de programas de governo que falam principalmente em saúde, educação, arte e cultura. Então, eu fico de olho nessas coisas, procuro valorizar a minha ancestralidade e fazer com que essas figuras que realmente, vamos dizer assim, fundaram o Brasil, que elas sejam vistas, que elas sejam ouvidas, que elas sejam reconhecidas e valorizadas”, contou à RFI. Uma lenda viva Ícone desde os anos 1960, Sonia compartilhou palcos com nomes como Tim Maia, Jorge Ben Jor e Luiz Melodia. A projeção nacional veio na década seguinte, quando se tornou presença marcante na televisão brasileira, especialmente no Fantástico, da TV Globo. Participou de performances musicais e de trilhas de novelas. Nos anos 1990, mudou-se para os Estados Unidos; logo no início já conquistou a Broadway e abriu shows de nomes como Ray Charles e Nancy Wilson, além de colaborações e encontros com Sérgio Mendes e outros artistas que ajudaram a projetar o reconhecimento da música brasileira, e a potência que é hoje, no exterior. “Eu cantei num festival de artes populares na Tunísia, há uns anos. Havia 54 países representados e quando anunciaram que era música brasileira, todo mundo aplaudiu. Nós tocamos na Rússia, ginásio cheio, e o patrocinador, que era a Coca-Cola, divulgou muito 'Água de beber'. E o povo cantarolova isso (ela canta). Basta dizer que é música brasileira e uma rendição incondicional acontece", revela. Ao lado da cantora Ana Gazzola, integrou o projeto Brazil Brazil, com o qual fez diferentes circuitos internacionais, incluindo cidades na Ásia, Europa e África. O grupo foi responsável por levar repertório brasileiro a festivais de jazz e música do mundo inteiro. Uma missão, segundo Sonia, com muito ritmo e cadência para transmitir amor ao mundo. A artista diz que sua trajetória é guiada pela “voz do seu coração”, uma proposta de vida que a levou a circular por mais de 40 países. Para ela, “todo artista é um canal”, responsável por “transmitir coisas boas e bonitas”. Sonia parte do princípio de que “tudo é energia, força magnética” e acredita ter uma mensagem a passar para as pessoas. “Escolhi as palavras das minhas músicas nessa direção”, conta. Samba como DNA e pioneirismo Seu talento visionário se expressa em músicas como Poema Rítmico do Malandro (1971), que antecipou a cadência do rap anos antes do gênero ganhar força no Brasil. Sonia já experimentava com a métrica e a rima, e adiantou tendências com uma visão artística que sempre esteve décadas à frente. Mas o samba, ah, o samba. Esse bate mais forte e constante no peito. É o eixo central de uma carreira que desafiou fronteiras. Embora tenha transitado com maestria pelo jazz e pelo blues, é na cadência do tambor que sua identidade se solidifica. Tempos de redescoberta Apesar dessa magnitude, o nome de Sonia Santos parece ainda escondido, esquecido do grande público, sendo muitas vezes um segredo guardado por músicos e historiadores. Por isso, o significado ainda maior desse retorno ao Brasil. Será a síntese de uma trajetória que volta ao palco de onde saiu. No novo espetáculo “O Samba Mandou Me Chamar”, Sonia revisita diferentes fases da própria trajetória por meio de um repertório que mistura memória e reinvenção: com clássicos como “Upa Neguinho”, “Água de Beber” e “Brasileirinho”. O show também inclui releituras que dialogam e refletem sua vivência entre Brasil e Estados Unidos e tributos a mulheres que, assim como ela, levaram a música brasileira aos palcos do mundo, como Carmen Miranda e Tânia Maria. “Eles podem esperar de mim uma entrega total, entendeu? Estou completamente rendida às belezas do meu país. Eu amo o Brasil. Eu acho que ele não é a pátria do futuro, ele é a pátria do presente. Eu acho que definitivamente ele está chegando naquele ponto de ter o reconhecimento e o respeito mundial", conclui. As apresentações acontecem nos dias 7 e 8 de maio de 2026, às 20h, no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo.
I denne uges VV får du endnu et indblik i Demon Fuzz-pladen Afreaka, som jo er en af de hypede plader, der i den grad lever op til sin status som ægte kult. Udover det har vi flere brasilianske tracks i støbeskeen, som vi aldrig har lyttet til før - både helt funket, helt disco, helt samba, bossa og jazz. Du får også et nummer fra den dyreste Tim Maia-plade overhovedet - den, der slår både Racional Vol. 1 & 2. Det bliver med andre ord sygt lækss!!
Du bassiste qui fait de la trompette à la lovestory d'un oudiste amoureux, tout est là ! Tous les mois, le critique musical Sophian Fanen, du site Les Jours, propose, décortique, choisit, préfère, se damne... bref, aime 5 nouveautés. Ce mois-ci, les élus sont : Tim Maia, Imunização racional (Que beleza), tiré de l'album Racional (Vol.1) (Seroma, 1975, réédition 2026) Rodrigo Cuevas, Un Mundo Feliz, tiré de l'album Manual de Belleza (Ministeriu de Verbenes/Sony Music, 2026) Flea, Thinkin Bou You, tiré de l'album Honora (Trumpet Cosmos/Nonesuch, 2026) 1515, Fāfaru, tiré de l'album Mārara (S76, 2026) Angine de poitrine, Mata Zyklek, tiré de l'album Vol. II (Angine de poitrine, 2026). Puis nous recevons Dhafer Youssef pour la sortie du nouvel album Shiraz. Il n'y a aucun doute sur les émotions profondes qui traversent Shiraz, le premier album de Dhafer Youssef, en tant que leader sur le label ACT. Ses sentiments d'amour et de gratitude sont bel et bien présents, mais il les imprègne aussi de lumière et d'obscurité. Les morceaux du vocaliste tunisien ont une intimité particulière, bien plus marquée que dans ses œuvres précédentes, car l'histoire racontée ici est certainement la plus personnelle de toute sa carrière. L'album est particulièrement dédié à son épouse, Shiraz Fradi : ce dernier évoque leur relation fusionnelle et les différents événements qu'ils partagent depuis qu'ils sont ensemble. Titres interprétés au grand studio - Rose Fragrance Live RFI - Generalife Gardens extrait de l'album - Eyeblink and Eternity (part 1) Live RFI. Line Up : Dhafer Youssef (Oud, Vocal), Mark Priore (piano). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant. ► Album Shiraz (ACT 2025). Site - Instagram - YouTube - TikTok.
Du bassiste qui fait de la trompette à la lovestory d'un oudiste amoureux, tout est là ! Tous les mois, le critique musical Sophian Fanen, du site Les Jours, propose, décortique, choisit, préfère, se damne... bref, aime 5 nouveautés. Ce mois-ci, les élus sont : Tim Maia, Imunização racional (Que beleza), tiré de l'album Racional (Vol.1) (Seroma, 1975, réédition 2026) Rodrigo Cuevas, Un Mundo Feliz, tiré de l'album Manual de Belleza (Ministeriu de Verbenes/Sony Music, 2026) Flea, Thinkin Bou You, tiré de l'album Honora (Trumpet Cosmos/Nonesuch, 2026) 1515, Fāfaru, tiré de l'album Mārara (S76, 2026) Angine de poitrine, Mata Zyklek, tiré de l'album Vol. II (Angine de poitrine, 2026). Puis nous recevons Dhafer Youssef pour la sortie du nouvel album Shiraz. Il n'y a aucun doute sur les émotions profondes qui traversent Shiraz, le premier album de Dhafer Youssef, en tant que leader sur le label ACT. Ses sentiments d'amour et de gratitude sont bel et bien présents, mais il les imprègne aussi de lumière et d'obscurité. Les morceaux du vocaliste tunisien ont une intimité particulière, bien plus marquée que dans ses œuvres précédentes, car l'histoire racontée ici est certainement la plus personnelle de toute sa carrière. L'album est particulièrement dédié à son épouse, Shiraz Fradi : ce dernier évoque leur relation fusionnelle et les différents événements qu'ils partagent depuis qu'ils sont ensemble. Titres interprétés au grand studio - Rose Fragrance Live RFI - Generalife Gardens extrait de l'album - Eyeblink and Eternity (part 1) Live RFI. Line Up : Dhafer Youssef (Oud, Vocal), Mark Priore (piano). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant. ► Album Shiraz (ACT 2025). Site - Instagram - YouTube - TikTok.
Salve! This is a preview of a bonus episode exclusive for paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Meu Balanço", written and performed by Waltel BrancoBranco was a conductor, arranger, and classical guitarist who worked with Henry Mancini in the USA and became a household composer of soundtracks to soap operas in Brazil. One of the pioneers of Brazilian funk and soul, he arranged songs for Tim Maia, Toni Tornado, Hyldon, Marcos Valle, and countless more. In 1975, with the studio hours left for a different project, he recorded his iconic instrumental album "Meu Balanço", immersed in groovy bass, funky beats, brass, and fuzzy guitars. In this bonus episode, we spoke about the backstory behind the album and its most significant track, and how Branco is one of the unrecognized masters of Brazilian music.
A música dos Suede, textos sobre a Geringonça, a vida de Espinoza, os amigos John & Paul, a manosfera em documentário e os discos de Tim Maia: esta semana há de tudo para todos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Beto Hora é radialista, humorista, locutor comercial e imitador brasileiro, com mais de 25 anos de carreira. Passou por emissoras como Bandeirantes, Kiss FM e 105 FM, é conhecido pelas imitações de Pelé, Datena e Tim Maia e foi a voz-padrão das vinhetas da Copa do Mundo de 2014 na Band.
Kelly Matos, PG e Gabriel Wainer trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
Se quiser conhecer mais do meu trabalho, se inscreva no meu canal: https://www.youtube.com/@eudocaasmrMe siga no instagram também: @eu.docaDoca ASMR no TikToK:https://www.tiktok.com/@docaasmr / docaasmr - Contribua com meu trabalhado, me ajudando e me incentivando:> picpay @doqinha> pix: docaasmr@gmail.comBom soninho :)
Carlos Imperial foi um importante compositor e produtor musical brasileiro, criador da Pilantragem e responsável por lançar nomes como Roberto Carlos, Elis Regina e Tim Maia. E ele ainda compôs sucessos de Eduardo Araújo, Erasmo Carlos e Ronnie Von. Depois de conhecer a história de Carlos Imperial, vamos ouvir um de seus grandes sucessos, a música Nem Vem Que Não Tem, eternizada por Wilson Simonal.
Antenados #300 - Danilo Gobatto conversa com o cantor e compositor Fábio Stella. Nascido Juan Senon Rolón, em Horqueta, no Paraguai, em 9 de fevereiro de 1946, se interessou por música desde criança, influenciado pelas tias, iniciou a carreira ainda jovem em um trio paraguaio. Em 1963, mudou-se para São Paulo, onde começou a se apresentar profissionalmente. Foi aprovado em um teste na Rádio Record para o programa 'Alegria dos Bairros'. Passou a cantar na noite paulistana e fez amizade com Tim Maia. Na boate Cave, foi descoberto por Carlos Imperial, que o levou para o Rio de Janeiro em 1967, e sugeriu a mudança de nome para Fábio e impulsionou sua carreira. Após os primeiros discos, alcançou grande sucesso com a música “Stella”, marco na música brasileira. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins
O Guia de Bolso de hoje te apresenta o Espanhol de Tim Maia!
O Guia de Bolso de hoje conta a história de quando um Jingle da Rádio Bandeirantes estourou em todas as rádios do Brasil por conta do Tim Maia.
Hazlo de una vez! Muévete, retuércete! Un Dilo Camilo con musica de Profetas y Frenéticos, Diles que no me maten, Sofia, Películas de Serie B, un perro andaluz, Tim Maia, Weley Willis, Luego Luego, Delirio, Me quieres mucho No ,me quieres Nada, Gloory Hole, Malverde, Los Petardos! Ikol Santiago y muchos mas Escuchar audio
Projeto Sons da Diáspora reúne artistas negros e negras do DF para um show em homenagem a Tim Maia.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Erasmo Carlos, Gilberto Gil, Paula Lima, Jorge Ben, Bebeto, Copa 7, Farofa Carioca, Tim Maia, Ed Lincoln, Erlon Chaves e sua Banda Veneno, Sérgio Mendes & Brasil 66, Jorge Ben & Admiral Jorge V y Chico Buarque.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Jorge Benjor, O Rappa, Leandro Sapucahy, Kiko, Linha de Frente, Waldir Azevedo, Molejo, Zé Maria e Seu Orgâo, Maria Alcina, Jorge Ben, Gilberto Gil, Os Mutantes, Gal Costa, Jorge Ben & Caetano Veloso y Tim Maia.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Ataúlfo Alves, Lamartine Babo, Mano Décio da Viola, Aracy de Almeida, Nara Leâo, Dalva de Oliveira, Cyro Monteiro, Mário Reis, Francisco Alves, Lúcio Alves, Noel Rosa, Paulo Moura, Wilson Simonal, Tim Maia y Velha Guarda da Portela.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Alceu Valença, Maria Bethânia, Toquinho, Sandra de Sá & Tim Maia, Roupa Nova, Caubi Peixoto, Gal Costa, Paulo Flores, Uniâo Mundo, Dimba Diangola, Velha Guarda da Portela, Paulinho da Viola y Bahiano.Escuchar audio
Canciones de Gilberto Gil grabadas por Tim Maia ('Aquele abraço'), Djavan ('Drão'), Emilio Santiago ('Amor até o fim'), Ângela Rô Rô & Antonio Adolfo ('Deixar você'), Elba Ramalho & Dominguinhos ('De onde vem o baião'), Leny Andrade ('Mar de Copacabana'), Gal Costa ('Se eu quiser falar com Deus'), Cassia Eller ('Oriente'), Caetano Veloso ('Super-homem. A canção'), Paulinho da Viola ('Felicidade vem depois'), Zizi Possi & Hélio Delmiro ('Copo vazio'), Leila Pinheiro & Oscar Castro-Neves ('Eu vim da Bahia'), Nana Caymmi ('Zabelê') y Sandra de Sá & Eduardo Dusek ('Realce').Escuchar audio
In episode #78, we discussed Tim Maia's album Racional Volume 1, released in 1975. By 1974, Tim Maia had become deeply involved with Cultura Racional, a spiritual philosophy he believed could "save humanity" through the teachings found in Universo em Desencanto. This belief consumed him to the point where he temporarily gave up drinking, smoking, and drugs, and began dressing in all-white, cult-like attire. Despite the controversy, the music is now recognized as some of the most spiritually funky and innovative ever recorded in Brazil.With the album nearly finished, he revoked his contract with RCA Victor, secured the master tapes, and rewrote all the original lyrics to reflect the teachings of Cultura Racional. He founded his own independent label to release the album, Seroma Discos, which features six full songs, three spoken-word vignettes focused on the book's message, and one track in English aimed at reaching an international audience. Follow our playlist on Spotify: Brazuca Sounds Podcast Soundtrack.
Salve! This is a bonus episode for Brazuca Sounds paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Imunização Racional (Que Beleza)" by Tim MaiaIn 1974, Tim Maia completely overhauled the album he was recording, drawing inspiration from the book about an extraterrestrial spiritual force known as Racional Superior. The only minor hit from the two albums dedicated to this lifestyle was "Que Beleza." The song is an indirect reference to the book, touching on themes of nature, purity, human origins, and a sense of "disenchantment." Maia recorded two versions of "Que Beleza"—a more psychedelic rendition as the opener of Volume 1, and a more upbeat funk version to close Volume 2.Check the lyric translation for "Que Beleza" by Tim Maia provided by Steve Smith from the Translationsmith.
Tim Maia Racional (Vol 1) https://tidal.com/browse/album/105694337 Marcelo Gleiser e Leandro Karnal promovem reflexão sobre verdade, espiritualidade e o papel do ser humano no mundo https://pca.st/3997lg5e Lucas 14:26 http://biblehub.com/luke/14-26.htm What Makes a Cult a Cult? http://newyorker.com/magazine/2021/07/12/what-makes-a-cult-a-cult It's Always the Other Side That's Been Brainwashed http://newyorker.com/magazine/2025/04/07/its-always-the-other-side-thats-been-brainwashed usei o Deep Research do Gemini para a seguinte pesquisa: as ... Read more The post o disco voador do Tim Maia, Freud e Marx estão ultrapassados? o que faz um Culto ser um Culto? appeared first on radinho de pilha.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Antonio Carlos & Jocafi, Os Reis do Batuque, A Coisona, Batutunha, Bonde do Gorila, De Falla, Trio Nordestino, Elza Soares, Jair Rodrigues, Jorge Ben, Bebeto, Os Originais do Samba, Abílio Manoel, Trio Ternura, Tony Bizarro, Tim Maia y Marcelo D2.Escuchar audio
Tim Maia is one of the most iconic Brazilian singers ever, and his music never fails to move crowds. Here's my remix of his 1978 classic! You can download this and other remixes at http://www.patreon.com/listentoranny
This week, the London Hippy is fuelled by his excitement for an upcoming trip to Brazil and has been listening to the sounds of Boogaloo and Latin Rock. Playing icons like Tim Maia and Joe Bataan are always fun but we dive deeper into the latin sound by exploring rock from Mexico, Peru and Chile in 60s. The second half of the show maintains psychedelic sonics from a contemporary angle by shining a kaleidoscopic view on Flying Lotus' Brainfeeder Label. For more info and tracklisting, visit: https://thefaceradio.com/the-london-hippyTune into new broadcasts of The London Hippy, Thursday from 2 – 4 PM EST / 7 - 9 PM GMT.//Dig this show? Please consider supporting The Face Radio: http://support.thefaceradio.com Support The Face Radio with PatreonSupport this show http://supporter.acast.com/thefaceradio. Join the family at https://plus.acast.com/s/thefaceradio. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Beto Vilares, Cibella, Celso Fonseca, Sonantes & Céu, Shrift, BossaCucaNova & Roberto Menescal, Tim Maia, Sandra de Sá, Ed Motta, Banda Black Rio, Hyldon y Toni Tornado.Escuchar audio
Salve! This is a bonus episode for Brazuca Sounds paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda " by HyldonHyldon released his debut album in 1975, but a year before he achieved mainstream success with the soul ballad "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda". It is a love song based on Hyldon's long-distance relationship with a girl that eventually would no longer exist. Hyldon was 24, and having played before with Cassiano and Tim Maia, Hyldon pioneered a more soft-guitar-driven type of soul music in Brazil. "Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda" is a Brazilian national hit even today, a strong contender for every karaoke. Get bonus content on Patreon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Playlist includes: good tracks and zero cohesivity. Enjoy! Bonnie Dobson - Morning Dew Yeah Yeah Yeahs - Sheena Is A Punk Rocker Prince Fatty, Shniece McMenamim - White Rabbit/ Underwater Love Celesete Carballo - El Arbolito - Live Peaches - Search And Destroy Jonah Yano - Romance ESL Johnny Adams - Even Now Justice, Connan Mockasin - Explorer DOOPEES - Auntie Kim Sings "Now That You've Gone"/ Love Songs The Yardbirds - For Your Love Tim Maia - Ela Partiu Eaves Wilder - Are You Diagnosed Nina Miranda - água
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Dusty Springfield, Chitâozinho & Chororó, Zeca Pagodinho, Netinho, Banda Cheiro de Amor, Cogumelo Plutân, Marina Lima, Banda Eva & Ketama, Caetano Veloso, Alcione & Djavan, Roupa Nova, Zizi Possi, Tim Maia y Jorge Ben.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Joâo Nogueira, Jorge Ben, Quinteto Violado, Hermeto Pascoal, Joâo Gilberto, Wilson Simonal, Luiz Melodia, Marina, Chico Buarque, Raphael Rabello, Ivan Lins & MPB4, Tim Maia y Joâo Donato.Escuchar audio
Tracks include: ind*e pop and sof's favourite latin tunes Lava La Rue - Poison Cookie ft. AUDREY NUNA Joe Bataan - Mujer R. Stevie Moore - Do You Feel About the Same? Herb Alpert & The Tijuana Bass - Mae Piero Umiliani - La ragazza delle pelle di luna Grupo La Rebellion - Vuelve A Mi Tim Maia - O Caminho Do Bem Sean Nicholas Savage - Abracadabra Michael Kiwanuka - Floating Parade Joe Bataan - Shaft Ranea - Rangiātea Lava La Rue - Push n Shuv
Gente hablando de poblar Marte en una década y nosotros todavía luchando con las uñas para despegar la etiqueta mal pegada en una manzana? Bienvenido Bastarnauta, a esta nueva edición en la que discurrimos en casos donde la tecnología anda quedándose corta y nos tiene decepcionados. No sin antes y primero que nada disfrutar de propuestas musicales para abrir horizontes y reconectar nuevas caminos neuronales. Disfruta de esta versión alternativa de Any Color You like, pero interpretada por Flaming Lips. If I could see you now seguido de un clásico bastardo Be Myself, suavidades de lujo para surfear sobre pavimento; Close the dam; un clásico de Tim Maia que nunca falla y rumble para cerrar con noche de oro honrando soundtracks entrañables de Tarantino Es hora de relajar la raja, peinarse las patillas, desabrocharse el cinturón, sacar la panza y soltarse la greña para disfrutar de una edición más de tus bastardos favoritos!
Canciones de Gilberto Gil, que acaba de cumplir los 82, en grabaciones de Tim Maia ('Aquele abraço'), Djavan ('Drão'), Angela Rorô & Antonio Adolfo ('Deixar você'), Elba Ramalho & Dominguinhos ('De onde vem o baião'), Gal Costa ('Se eu quiser falar com Deus'), Jorge Ben ('Palco'), Sandra de Sá & Eduardo Dusek ('Realce'), Paralamas do Sucesso ('Refazenda'), Barão Vermelho ('Back in Bahia'), Cassia Eller ('Oriente'), Caetano Veloso ('Superhomem - A canção'), Zizi Possi & Helio Delmiro ('Copo vazio'), Nana Caymmi ('Zabelê') y Leila Pinheiro & Oscar Castro-Neves ('Eu vim da Bahia'). Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Gal Costa, Fábio Jr., Elba Ramalho, Lulu Santos, Ricardo Chaves, Zé Ramalho, Roupa Nova, Joanna, Sandra de Sá, Fafá de Belém, Homem de Bem y Tim Maia.Escuchar audio
Salve! This is a bonus episode for Brazuca Sounds paid subscribers! Every episode is a different song.This is the song today:"As Curvas da Estrada de Santos " by Roberto Carlos (Roberto/Erasmo)In 1969 Roberto Carlos mostly dropped Jovem Guarda to incorporate a variety of sounds into his music such as MPB, soul, and rock. "As Curvas da Estrada de Santos" embodies all of his new influences, from Caetano Veloso to his teenage buddy Tim Maia, a rambunctious ballad with tons of brass arrangements, wah-wah guitars, and possibly the best lyrics by Roberto Carlos until then. It's a wildly curveball just like the road he's singing about. Get bonus content on Patreon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
In episode #64 we discuss songs censored during the military regime in Brazil (1964-1985). In April 1964, a coup d'etat took over Brazil, and four years later the government adopted even more restrictive measures with the Institutional Act nº5, so every cultural work (films, books, theatre, and music), required prior approval from the government to circulate. We had another episode on this topic on Brazuca Sounds #8. In this episode, we discussed songs censored by the dictatorship whether because of their political lyrics, their "poor taste" against morals, or simply by any rational reason. We also talked about mysteriously NOT censored songs and what the musicians did to accomplish that. Amongst the artists featured on the podcast are Luiz Gonzaga, MPB4, Ivan Lins, Odair José, Tim Maia, Rita Lee, and more. Access our playlist Brazuca Sounds Podcast Soundtrack. Get bonus content on Patreon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Salve! This is another bonus episode of Brazuca Sounds!Every episode is a different song. This is the song today:"Vale Tudo" by Sandra Sá featuring Tim Maia from Vale Tudo (1983)One may argue that "Vale Tudo" is the most popular Brazilian song from the 1980s. Tim Maia wrote it exclusively for Sandra Sá, who initially thought it was a pranking call. Although Sandra was already a successful funk-boogie singer, this song was undoubtedly her big break to stardom in the 80s. "Vale Tudo", featuring Tim Maia, was produced by Lincoln Olivetti and named Sandra Sá's third album, released by RGE in 1983. Get bonus content on Patreon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Peace Funk Soul Let's Go I look out my window and what do I see ? Neil Armstrong waving to me! All funk all soul on two turntables - Matt steps in Pete and celebrates the Soul Jazz Records series Space Funk - plus classic soul from Martha Reeves & The Vandellas and Smokey Robinson & the Miracles. The hot new Chicano Soul from teenagers Thee Heart Tones. Also features Boiling Point, Fat Larry's Band, The Voice Of Q, Tim Maia, Primal Scream, The Free Association, Mexican Institute Of Sound and loads more. This show was first broadcast on the 16th of February, 2024For more info and tracklisting, visit: https://thefaceradio.com/superfly-funk-and-soul-show/Tune into new broadcasts of the Superfly Funk & Soul Show, LIVE, Friday from 10 AM - 12 PM EST / 3 - 5 PM GMT.Dig this show? Please consider supporting The Face Radio: http://support.thefaceradio.com Support The Face Radio with PatreonSupport this show http://supporter.acast.com/thefaceradio. Join the family at https://plus.acast.com/s/thefaceradio. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
We travel 40 years back in the time machine to 1983! It was a musically rich year for Argentine rock acts Miguel Mateos, Sumo and Los Abuelos de la Nada, plus witnessed funky Brazilian sounds from Tim Maia, infectious salsa from Oscar D'Leon, and a charming collab between Carlos Santana & Willie Nelson.
Delighted to've had the lovely Autumn Hayes join me for Episode No. 102.Stream her single, "If You Stay" wherever you get your digital music, and be sure to check her out on Facebook and Instagram.In our conversation we talked about growing up with music, developing relationships with stringed instruments, plus recording and gigging. We also talked about a few of Autumn's favorite records. Those were these:Moving Pictures (1981), RushPeter Gabriel's So (1986)Journey, Greatest Hits (1988)Hope you enjoy our chat. Thank you for stopping by.copyright disclaimer: I do not own the rights to the audio samples contained within this episode. They are snippets from a track called, "Rational Culture" by Tim Maia from his 1975 release, Racional, Vol. 1 (c/o Vitoria Regia Discos Ltda.).
'Behind the tea chronicles', con canciones como 'Newsroom customers', 'Quatermass has told us' o 'Safely far', inspiradas por las películas y series de Tv de los años setenta, es el título del último disco del brasileño Ed Motta, sobrino de Tim Maia. 'Borrowed roses', disco en solitario del pianista cubano Gonzalo Rubalcaba, contiene clásicos como 'Night and day', de Cole Porter, 'Lush life', de Billy Strayhorn, o 'Here, there and everywhere' de los Beatles. También el disco que firmaron hace dos años Vinicius Cantuária y Zeca Baleiro, 'Naus', con 'Sola da beleza', 'Naus' -con el piano de Ryuichi Sakamoto-, 'Carona', 'Alma bossa nova' y 'Praia'. Despide el pianista Henrique Gomide con 'Pucciniana' de Guinga.Escuchar audio
Tempo de descansar! Giba Pedroza conta uma história chamada "Amansa a Pressa", escrita por ele mesmo e com trilha sonora de Simone Julian. Tem também Tim Maia, Titãs, Zeca Pagodinho e o lançamento da nova música do Fera Neném.Esse programa foi gravado no Estúdio Zastrás.Realização: Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Depois de muitos contratempos, a sexta temporada do Clube, finalmente foi concluída. E para seguir a tradição, nesse episódio extra, Gilson e Cocão batem um papo sobre os bastidores da temporada, sobre os feedbacks dos ouvintes e sobre o futuro do Clube da Música Autoral.Confira!Se você gostou do Clube da Música Autoral, seja um sócio. Acesse: https://clubedamusicaautoral.com.br/assine e confira as vantagens que você recebe em troca do seu apoio.Se você quiser, também pode nos ajudar fazendo um PIX. Utilize nosso email como chave:clubedamusicaautoral@gmail.comQualquer valor é bem-vindo.