O pós-doutor em Contabilidade pela University of Arkansas, Fernando Galdi, descomplica assuntos econômicos e dá dicas para as finanças caberem no bolso!

Uma pesquisa de intenção de voto não mexe apenas com o eleitor. Dependendo do resultado, ela pode movimentar o resultado das urnas e também impactar o mercado financeiro, influenciando expectativas e fazendo ações subirem ou caírem. Afinal, como o mercado interpreta essas intenções de voto? É o que o comentarista Felipe Storch e explica nesta edição do Conversa de Bolso. Ouça a conversa completa!

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque que o número de empresas brasileiras em recuperação judicial atingiu o maior patamar da série histórica do Monitor RGF-BIZDOC, iniciada em julho de 2023, com dados referentes ao segundo trimestre daquele ano. A Braskem, por exemplo, protocolou na segunda-feira (24) um pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar cerca de R$ 56 bilhões em dívidas. Na semana passada duas importantes empresas do varejo nacional recorreram à recuperação judicial: a Casas Bahia e a Marabraz. O Grupo Gennius, controlador das redes Habib's, Ragazzo e Tendall, teve o pedido de recuperação judicial aceito na terça-feira (25), pela Justiça de São Paulo. O grupo declarou dívidas de R$ 265,2 milhões, e o processo reúne 178 empresas e dois produtores rurais. O comentarista explica.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que mais da metade dos trabalhadores brasileiros chega ao fim do mês sem dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. Segundo pesquisa da Serasa Experian divulgada na última terça-feira (18), essa é a realidade de 53% dos profissionais entrevistados. O percentual praticamente não mudou em relação ao ano passado, quando era de 54%. Afinal, por que o brasileiro trabalha tanto, mas o dinheiro continua curto? O comentarista analisa.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que o sistema de pagamentos instantâneos Pix passou a contar, desde segunda-feira (10), com novas medidas voltadas ao combate a fraudes, golpes e falhas operacionais. As alterações foram estabelecidas pelo Banco Central do Brasil (BC) por meio da Instrução Normativa BCB nº 766, publicada em 27 de julho. Entre as principais alterações está a inclusão de informações sobre a posição da transação no sistema de rastreamento durante a notificação de infração.Na prática, essa medida permite que os bancos identifiquem com mais precisão a origem e o caminho do dinheiro suspeito, o que facilita a análise de irregularidades. O Banco Central também informa que "as instituições também deverão informar os clientes sobre a retenção e manter registros de ocorrências e tentativas de fraude relacionadas à prestação de serviços de ativos virtuais, bem como das medidas corretivas adotadas.

"A Guerra derrubou a Bolsa"; "as eleições já movimentam as ações de investidores"... Não são raras as vezes que informações, desse modelo, são relacionadas ao mercado financeiro. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch explica, na prática, como o mercado financeiro se comporta no dia a dia, suas influências e os impactos ao cidadão. Especialistas explicam que o mercado financeiro não reage apenas aos fatos, mas também ao impacto que eles podem ter sobre os lucros futuros das empresas e a economia.

A Caixa Econômica Federal deu início ao repasse de R$ 13,04 bilhões referente ao lucro obtido pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no ano passado. O montante, aprovado pelo Conselho Curador do fundo, equivale a 89% do lucro total de 2025 e será creditado para cerca de 138,2 milhões de trabalhadores.Têm direito aos valores os trabalhadores que possuíam saldo em contas ativas ou inativas do FGTS em 31 de dezembro de 2025. O depósito é feito de forma automática, proporcional ao saldo acumulado. No entanto, vale ressaltar que o crédito passa a compor o saldo do fundo e só poderá ser sacado nas hipóteses previstas em lei, como demissão sem justa causa, compra da casa própria, aposentadoria ou via saque-aniversário.Como consultar a quantia pelo aplicativo e qual o impacto desse rendimento no saldo final? O comentarista Felipe Storch explica os detalhes. Ouça a conversa completa!

Nesta edição do "Conversa de Bolso", com o comentarista Felipe Storch, o assunto em destaque são as dúvidas encaminhadas pelos ouvintes sobre o assunto aposentadoria. O tema ganhou destaque no quadro, na última semana.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", com o comentariata Felipe Storch, vai a orientação. Algumas escolhas financeiras no presente podem parecer pequenas hoje, mas têm um impacto significativo ao longo do tempo. Isso porque planejar a aposentadoria é algo que demanda estratégia. Recentemente, reportagem da "BBC" trouxe a história de um casal, na Inglaterra, que levou marmita para o trabalho por 10 anos e conseguiu se aposentar aos 35 e 40 anos, entre outras medidas de economia.

Chegamos a metade do ano e nesta edição do “Conversa de Bolso”, o comentarista Felipe Storch traz como destaque aqueles que foram os melhores investimentos, até o momento, em 2026. Um dos destaques em rentabilidade no primeiro semestre foi o Tesouro Selic com vencimento em 2031., com rentabilidade bruta de 6,86%. E o pior desempenho?

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que dados de uma pesquisa feita pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) em parceria com o Datafolha mostram que 47% dos brasileiros têm estresse financeiro alto. O levantamento foi feito em 2025 e faz parte do "raio-X" do investidor. A preocupação com a vida financeira atrapalha o sono de 37% dos entrevistados. Questões financeiras são motivo de discórdia na casa de 29%. E 49% dizem trabalhar em excesso para conseguir pagar as contas. O comentarista analisa os dados.

Nesta edição do “Conversa de Bolso”, o comentarista Felipe Storch traz como destaque o que fazer caso você receba um dinheiro extra, não programado no orçamento. Muita gente pode ficar em dúvida entre amortizar uma dívida ou investir o valor, por exemplo. Especialistas orientam que a decisão depende do custo de oportunidade, ou seja, de qual das opções oferece o maior benefício financeiro.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que um estudo realizado pelos pesquisadores do Insper, Daniel Duque, Michael França e Fillipi Nascimento comparou a situação econômica e o acesso a bens das gerações X (nascidos entre 1965 e 1980) e Millennial (de 1981 a 1996) no Brasil aos 30. Concluiu que a geração que chega à fase adulta agora tem renda maior que a anterior nessa idade, mas o avanço é aquém do esperado e insuficiente para que os trabalhadores se sintam num degrau acima. O comentarista analisa.

No clima do Dia dos Namorados, nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque o assunto de finanças para pessoas solteiras ou comprometidas. Quem gasta mais? As dinâmicas financeiras entre solteiros e casais são diferentes, mas os impactos maiores podem não ser as despesas. Especialistas orientam que o estado civil não determina quem tem mais despesas, e sim o estilo de vida. É hora de fazer as contas!

As novas regras que tornam mais difícil para bancos usarem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como estratégia para atrair investidores e captar recursos no mercado financeiro começaram a valer esta semana. As medidas foram definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no final de abril, após a crise envolvendo o Banco Master. Ouça detalhes na participação do comentarista Felipe Storch.

Reportagem do site "G1" desta semana traz como destaque que as opções de crédito variam principalmente pelos juros e pelas garantias exigidas pelos bancos. Antes de emprestar dinheiro, as instituições analisam renda, histórico de pagamentos e bens que possam servir como garantia em caso de inadimplência. "Cheque especial e cartão de crédito estão entre as modalidades mais caras e devem ser usados apenas em emergências rápidas. Empréstimo pessoal e consignado têm juros menores, enquanto o financiamento imobiliário é considerado o mais seguro para os bancos por ter o imóvel como garantia", aponta. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch explica as diferenças entre cheque especial, consignado e empréstimo pessoal, por exemplo.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia de que com o lançamento do programa "Move Aplicativos", o governo federal criou uma nova linha de crédito para financiar carros destinados a motoristas de aplicativo e taxistas. A iniciativa reduz em mais da metade os juros cobrados em financiamentos tradicionais e amplia o prazo de pagamento dos veículos. O programa foi criado por meio de uma medida provisória (MP) que autoriza uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. A iniciativa reduz os juros do financiamento de veículos destinados a motoristas de aplicativo e taxistas, com limite de R$ 150 mil para carros zero quilômetro.De acordo com informações do site "G1", os recursos virão do Tesouro Nacional e serão repassados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é cobrir a diferença entre os juros praticados no mercado e as taxas mais baixas oferecidas pelo programa. O programa também prevê a cobertura de até 80% do risco de crédito nessas operações, funcionando como garantia para o pagamento da dívida, de forma semelhante à atuação de um fiador. O comentarista explica.

Nesta semana, o governo federal anunciou o fim da chamada "taxa das blusinhas", nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme. A iniciativa foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, divulgadas no “Diário Oficial da União” na terça-feira (12). A isenção entrou em vigor após a publicação. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch explica, na prática, o que muda para o consumidor.

Reportagem de "O Globo" nesta semana traz um retrato de alerta sobre a inadimplência precoce e o endividamento familiar. Traz a reportagem: "no extrato bancário, o roteiro se repete: o salário cai, a fatura é paga, o limite é liberado e, em poucas horas, o dinheiro some de novo. Para uma geração que estreia no sistema financeiro com um cartão de crédito antes mesmo de ter renda estável, a promessa de independência virou uma espécie de armadilha silenciosa. O que começou como autonomia, sem precisar pedir autorização aos pais, tem se transformado em um ciclo silencioso de dependência: paga-se a dívida para poder voltar a gastar".Dados do Banco Central (BC) mostram que o número de jovens com acesso ao crédito dobrou em oito anos, passando de 13,7 milhões em 2016 para 27,6 milhões em 2024 — números mais recentes disponíveis. Pelo critério do BC, jovens são pessoas de 15 a 29 anos de idade. O avanço foi puxado sobretudo pela população de menor renda: cerca de 70% desses jovens ganham até dois salários mínimos. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch alerta para o assunto.

No Conversa de Bolso de hoje, Felipe Storch fala sobre o novo Desenrola, programa para reduzir o endividamento do brasileiro, que deve liberar parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que trabalhadores possam quitar dívidas. Quando uma família está endividada, ela perde a capacidade de consumo e a dívida cresce muito rápido, mas não se deve usar o FGTS para toda dívida. O comentarista explica em quais situações vale usar o FGTS para esse fim. Ouça a conversa completa!

Reportagem do "G1" desta semana traz como destaque que promessas de reduzir dívidas drasticamente — especialmente as bancárias — têm ganhado força nas redes sociais. Em vídeos e publicações, influenciadores afirmam que consumidores podem diminuir o valor devido ou até quitar débitos elevados pagando quantias pequenas. Entre as orientações mais comuns estão pedir à instituição o chamado Descritivo Evolutivo da Dívida (DDE), registrar reclamações no Banco Central ou abrir queixas na plataforma consumidor.gov.br para contestar cobranças. Um dos principais recursos citados nas redes é a Lei do Superendividamento (Lei nº 14.181/2021). A norma foi criada para proteger consumidores que não conseguem pagar suas dívidas sem comprometer despesas básicas do dia a dia. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.

Reportagem do "G1" desta semana traz como destaque que nem toda dívida é ruim. A diferença entre “dívida boa” e “dívida ruim” é econômica, não moral — e saber identificar isso é essencial. A boa é aquela que pode aumentar a renda ou ajudar a construir patrimônio, desde que o retorno compense o custo dos juros. Já a dívida ruim é a usada para antecipar consumo e tende a crescer mais rápido que a renda, pressionando o orçamento. Como resultado, o consumo pode perder força e a economia pode deixar de crescer. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.

Nesta semana foi destaque a informação que a equipe econômica do Governo Federal avalia permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas, como parte de um novo pacote de crédito em elaboração. A notícia entra no pacote de medidas para reduzir o comprometimento de renda e o endividamento das famílias. O governo discute ao menos dois focos de ação prioritária: população de baixa renda com dívidas em atraso entre 60 e 360 dias, que seriam estimuladas a renegociar seus débitos em uma espécie de novo "Desenrola"; e pessoas adimplentes, mas com alto comprometimento de renda com o pagamento de parcelas de dívidas que seriam estimuladas a migrar de linhas de crédito caras para mais baratas. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque que ideias equivocadas sobre dinheiro, risco e retorno persistem e podem afastar investidores do mercado financeiro. Alguns exemplos: investir é só para quem tem "muito dinheiro"? É impossível enriquecer rapidamente? A Bolsa de Valores é restrita a poucos investidores, só para ricos? O comentarista traz esses destaques. Ouça a conversa completa!

Informação da "Folha S.Paulo" desta semana traz que pressionado pelo impacto negativo da alta do endividamento das famílias na sua popularidade em ano eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer mudanças para reduzir o custo do rotativo do cartão de crédito. O tema foi discutido em reunião do presidente com a cúpula do Executivo na semana passada, que avaliou as principais fontes de desgaste do governo no cenário eleitoral. Nova reunião aconteceu na terça-feira (24) com integrantes da equipe econômica. A reportagem do jornal traz que o diagnóstico repassado a Lula foi o de que o elevado comprometimento do orçamento doméstico com o pagamento das dívidas tem feito com que as famílias acabem o mês sem dinheiro, situação que aumenta o mal-estar com o governo, neutralizando o quadro de redução do desemprego, geração de renda e controle da inflação. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz um diagnóstico do assunto endividamento. Ouça a conversa completa!

Nesta edição do "Conversa de Bolso", com o comentarista Felipe Storch, o assunto em destaque são os chamados ETFs (Exchange Traded Funds) ou Fundos de Índice. O ETF é, basicamente, um fundo de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Eles também são chamados de “fundos de índice”, um apelido que explica a funcionalidade desse tipo de investimento. Assim, ao adquirir cotas de um ETF referenciado em um índice de ações ou índice de renda fixa, o investidor passa a deter indiretamente todas as ações ou títulos da carteira deste índice, e na mesma proporção que cada uma delas representa do índice, sem precisar comprar separadamente os papéis de cada empresa ou os títulos. O comentarista explica se vale a pena mesmo investir nesse tipo de negócio, quais são seus riscos e o perfil de investidor que procura.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o assunto em destaque é que o governo federal anunciou nesta quinta-feira (12) uma série de medidas para tentar conter os efeitos da escalada de preços do petróleo na inflação brasileira e para mitigar os riscos de desabastecimento do diesel no país. Entre as medidas anunciadas estão o decreto que zera as alíquotas do PIS/Cofins sobre o diesel — que representa uma redução de R$ 0,32 por litro; aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; medida provisória que prevê o pagamento de uma subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro; e novas medidas para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor. Por que os preços do diesel podem impactar a inflação? Na economia real, para o consumidor, o que muda?

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch, traz como destaque o cenário que falar sobre dinheiro ainda é um tabu para muitos brasileiros, o que talvez explique as altas taxas de endividamento das famílias no Brasil: em outubro de 2025, 79,5% das famílias tinham algum tipo de dívida a vencer, segundo a série histórica medida pela Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Diante desse cenário, explicam os especialistas, é necessário, sim, falar de dinheiro com crianças e adolescentes. O modo como pais e responsáveis abordam o tema pode influenciar diretamente a relação dos jovens com consumo, planejamento, autonomia e responsabilidade no futuro, sinalizam.

Nesta edição do quadro Conversa de Bolso, o economista Felipe Storch analisa o efeito cascata provocado pela liquidação extrajudicial do Banco Master, que atingiu em cheio os clientes do Will Bank. Com contas bloqueadas, cartões inativos e a incerteza sobre o saldo, milhares de usuários vivem um verdadeiro drama financeiro. Ouça a conversa completa e tire suas dúvidas!

Nesta edição do quadro Conversa de Bolso, o economista Felipe Storch traz um exemplo curioso e educativo que vem da Alemanha: crianças que, logo aos 6 anos de idade, já começam a poupar com foco na aposentadoria. Ele explica como essa cultura de previdência precoce impacta o futuro financeiro e o que os pais brasileiros podem aprender com esse modelo para incentivar o planejamento e o hábito de poupar desde a infância. Ouça a conversa completa!

Nesta edição do “CONVERSA DE BOLSO”, o economista Felipe Storch analisa a iminente revisão das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciada pelo Banco Central. A medida surge após a liquidação extrajudicial do Banco Master e do Will Bank, que mobilizou mais de R$ 40 bilhões em garantias para milhões de correntistas. O debate foca na modernização do sistema contra fraudes e na agilidade dos processos regulatórios para proteger o investidor. Entender como essas mudanças impactam a segurança do seu dinheiro e a estabilidade do sistema financeiro é essencial para quem busca investir com consciência. Ouça a conversa completa!

Os bancos passaram a ser obrigados a seguir novas regras de segurança do Pix, sistema de transferência em tempo real, desde a última segunda-feira (2). Isso porque entrou em vigor de forma obrigatória a versão 2.0 do chamado mecanismo de devolução do PIX para viabilizar a restituição em casos de fraude e de falha operacional. Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio. Segundo informações do portal "G1", com as novas regras, o sistema de devolução do PIX vai rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro e permitir que valores desviados sejam recuperados mesmo após deixarem a conta original do golpista. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.

Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o Banco Central (BC) decidiu, pela quinta vez consecutiva, manter a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006. Em tom mais ameno, a decisão confirmou as expectativas do mercado financeiro de que o corte de juros deve começar em março. Pegando como gancho a informação, esta edição do "Conversa de Bolso" traz como destaque o seguinte assunto: como investir após BC indicar queda da Selic em março? Reportagem de "Valor Investe" aponta que a renda fixa deve continuar sendo a estrela do portfólio. Contudo, assessores da área econômica aconselham diminuir a fatia de papéis que acompanham o CDI ou a Selic e aumentar a parcela de títulos atrelados à inflação.

Nesta semana foi destaque no noticiário a informação que o Banco Central (BC) determinou a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição digital controlada pelo grupo Master, após concluir que a situação econômico-financeira do banco havia se tornado inviável. A liquidação interrompe o funcionamento da instituição financeira e e gera dúvidas entre correntistas e investidores sobre o destino de seus recursos. O que muda para quem tinha conta no Will Bank? Quem tinha dinheiro em conta corrente ou aplicações simples está protegido? É possível movimentar o saldo em conta depois da liquidação? É sobre esse assunto que o comentarista Felipe Storch trata nesta edição do Conversa de Bolso.

Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o 1,6 milhão de investidores do Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central em 18 de novembro passado, começam a receber seus recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC, uma espécie de seguro dos bancos) até o final desta semana, ou no máximo, início da semana que vem. A informação foi antecipada pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim.Serão pagos R$ 41 bilhões (um terço do caixa do FGC, que soma R$ 120 bilhões) aos clientes que têm direito à cobertura, no valor de até R$ 250 mil por CPF ou CPNJ, na maior operação de liquidação de uma instituição financeira já registrada no país. Até agora, o maior desembolso do FGC havia sido com a quebra do Bamerindus, em 1997, quando foram devolvidos R$ 20 bilhões, considerando valores atuais.

Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como assunto em destaque o tema da inflação do dia a dia, com os preços que mais caíram e os que mais subiram em 2025. No fim de 2024, após um período marcado pela valorização do dólar, impactos climáticos e forte ritmo da atividade econômica, as estimativas dos economistas eram pouco otimistas. Reportagem do portal "G1" traz que esse pessimismo também se refletiu nas projeções: o primeiro Boletim Focus de 2025, por exemplo, estimava inflação próxima de 4,99% e taxa de câmbio em R$ 6 no fim de dezembro.Um levantamento feito pelo FGV Ibre a pedido do "G1" mostra que metade dos 10 itens que mais ajudaram a conter a inflação pertence ao grupo de alimentos, com destaque para laranja-pera (-27,21%), batata-inglesa (-26,57%) e arroz (-24,24%). Segundo levantamento da FGV, os serviços livres e os preços monitorados foram os principais responsáveis pela inflação acumulada até novembro.

Nesta edição de Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch chama atenção para a importância da organização financeira neste início de ano. Avaliar a renda e as despesas é um passo importante para começar o novo ciclo sem apertos. Ouça a conversa completa!

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch mexe com a imaginação do público! Faltando menos de uma semana para o sorteio de R$ 1 bilhão da Mega da Virada 2025, maior valor da história, que acontece na próxima quarta-feira (31), às 22h (horário de Brasília), quanto essa "bolada" poderia render em investimentos? As apostas para o último sorteio do ano iniciaram no dia 1º de novembro. O comentarista explica.

Termina nesta sexta-feira (19) o prazo limite para o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro salário de 2025. O pagamento da gratificação natalina, como também é conhecido, é direito de todos os empregados contratados em regime CLT, ou seja, com carteira assinada, que tenham trabalhado por pelo menos 15 dias durante o ano e não tenham sido demitidos por justa causa. Esse é o assunto em destaque no "Conversa de Bolso". O comentarista Felipe Storch orienta o que fazer com esse dinheiro. Pagar dívidas, guardar ou gastar? O que fazer com o dinheiro? Ouça a conversa completa!

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que a Câmara dos Deputados aprovou nesta semana uma proposta que combate o chamado "devedor contumaz". Assim são chamados os contribuintes que deixam de pagar impostos de maneira planejada e recorrente a fim de driblar legislações tributárias. Reportagem do portal "G1" traz que o projeto, que segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquadra como devedor contumaz o contribuinte que usa a inadimplência de tributos reiterada e injustificada como estratégia de negócio.

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a notícia que de cada dez brasileiros em idade produtiva, seis não fazem qualquer tipo de reserva para a aposentadoria. É o que aponta uma pesquisa da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira, em parceria com o Instituto Axxus. Entre as pessoas que dizem contar com algum recurso no futuro, 42% aplicam em previdência privada, 31% citam a contribuição ao INSS e 38% mencionam investimentos diversos, incluindo caderneta de poupança e imóveis.

Reportagem do portal "G1" nesta semana mostrou que o colapso do Banco Master não começou com a operação da Polícia Federal nem com a liquidação determinada pelo Banco Central. Antes disso, o mercado já vinha observando sinais de tensão, sobretudo em um dos produtos mais usados pelos brasileiros para investir suas economias: os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). As taxas oferecidas pelo Master, aponta a reportagem, em seus CDBs, chamavam atenção por oferecerem rentabilidade muito acima da média do mercado. Com remunerações que chegavam a 140% do CDI, esses papéis deveriam ser vistos como um sinal de alerta, não como oportunidade. O comentarista Felipe Storch, no "Conversa de Bolso", traz a orientação: como fazer investimentos com segurança?

Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que depois da liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo Banco Central na última terça-feira (18), ao menos parte dos investidores e correntistas que mantinha recursos no Banco Master terá garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). De acordo com informações do "G1", o FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que integra o Sistema Financeiro Nacional e atua na manutenção da estabilidade do sistema, na prevenção de crises bancárias e na proteção de depositantes e investidores. Na prática, funciona como um fundo privado que atua como um seguro. É ele quem garante que os recursos depositados ou investidos em um banco permaneçam protegidos caso a instituição financeira enfrente alguma crise ou dificuldade.