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Hoy nos acompaña una de las voces más fuertes, directas y respetadas del análisis político en Estados Unidos: Ana Navarro. Analista política, inmigrante orgullosa, republicana incómoda para algunos y demócrata sospechosa para otros… pero siempre auténtica. Ana llega al My Cultura Podcast Network con su nuevo podcast “BLEEP”, producido por su amiga Eva Longoria, donde promete conversaciones sin filtros y temas que muchos prefieren evitar. En esta conversación hablamos de: Su nuevo podcast y de qué trata realmente “BLEEP” Si alguna vez se ha sentido censurada en los medios Sus críticas al presidente Donald Trump y si ha temido represalias La polarización política en Estados Unidos Su identidad como republicana y latina El poder político de la comunidad latina Y hasta entramos en el debate viral sobre oler la comida antes de comerla. Además, nos cuenta cómo es ser la única latina en la mesa de The View y cómo maneja el costo personal de decir siempre lo que piensa. Una conversación sin censura… muy estilo Ana Navarro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy nos acompaña una de las voces más fuertes, directas y respetadas del análisis político en Estados Unidos: Ana Navarro. Analista política, inmigrante orgullosa, republicana incómoda para algunos y demócrata sospechosa para otros… pero siempre auténtica. Ana llega al My Cultura Podcast Network con su nuevo podcast “BLEEP”, producido por su amiga Eva Longoria, donde promete conversaciones sin filtros y temas que muchos prefieren evitar. En esta conversación hablamos de: Su nuevo podcast y de qué trata realmente “BLEEP” Si alguna vez se ha sentido censurada en los medios Sus críticas al presidente Donald Trump y si ha temido represalias La polarización política en Estados Unidos Su identidad como republicana y latina El poder político de la comunidad latina Y hasta entramos en el debate viral sobre oler la comida antes de comerla. Además, nos cuenta cómo es ser la única latina en la mesa de The View y cómo maneja el costo personal de decir siempre lo que piensa. Una conversación sin censura… muy estilo Ana Navarro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Analista alerta que reação das indústrias é desproporcional à realidade dos fundamentos e sugere cautela ao pecuarista
Analizamos el comportamiento del dólar en Costa Rica.
Miguel Ponce @IngMiguelPonce (Analista en Comercio Exterior) Del Arco Político @delacropolitico @DarioDelArco
Carlos Fara, Analista politico @carlosfara @laurasverdlick
Entrevista de Leandro Gabin a Salvador Distéfano, analista económico.
En el Consultorio de Bolsa con Bolsas y Futuros y Kostarof, Pepe Baynat y Juan Carlos Costa analizan la jornada bursátil y el sentimiento del mercado. Nuestros expertos analizan los siguiente valores: En la Pizarra del Consultorio de Bolsa con Bolsas y Futuros y Kostarof, Pepe Baynat apunta , mientras que Juan Carlos Costa recomienda Sobre Pepe Baynat Pepe es director de www.bolsasyfuturos.com. Analista independiente, especialista en particulares. «Si tienes un ahorro por pequeño que sea, deberías sacarle una rentabilidad adecuada». Cada día Baynat publica en su web su cartera personal de valores, con los movimientos que se han realizado y los stops de pérdidas o de beneficios, que se van actualizando a diario. Sobre Juan Carlos Costa Como asesor financiero, gestor de fondos y analista de mercados, Costa destaca en su perfil: «Estudiando los mercados constantemente, buscando tendencias, realizando trading, realizando inversiones, estudiando empresas cotizadas, buscando rentabilidades. Sin buscar el Santo Grial en los programas automáticos trabajando sin cesar en estos desde el año 1995 hasta la actualidad, lo bueno es que lo de antes sigue funcionando, lo malo que suele haber poca confianza en los inversores. EAFI registrada para poder asesorar todo tipo de inversión, especializados en los mercados de valores, renta variable, futuros, materias primas y divisas.» En los consultorios de Bolsa de Cierre de Mercados, los oyentes pueden mandarnos WhatsApp al teléfono 609 22 47 16. Si prefieren hablar directamente con los analistas y comentarles sus dudas, pueden contactarles en el número de teléfono 915331851.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos a Mtro. José Carlos De Arcos, Analista. Es politólogo, experto en temas electorales, de seguridad y justicia. Tema:La iniciativa de reforma electoral propuesta por el ejecutivo. Puntos principales. Conformación del Congreso de la Unión y pluris. PREP. Fuero. ¿Y la segunda vuelta? Otros. Va a pasar o no. #Uniradioinforma
Conflicto EEUU, Israel, Irán.
'Hora 14' es el informativo líder del mediodía. Cada tarde a las 14:00 de lunes a domingo, la actualidad de la mañana en la Cadena SER. Dirigido por Javier Casal.
Ilan Buzny (Analista Internacional) Unas Cuantas Verdades @marianoobarrio
Nuria González Rouco @nuriagrouco (Analista Internacional) En La Trinchera @trinchera_en
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Franco Macchiavelli, Analista de Mercados, nos ofrece su visión sobre las bolsas, en un contexto de máxima tensión geopolítica causada por el conflicto bélico en Oriente Medio. Cómo reacción a esta situación las bolsas en europa abren en rojo, al igual que los futuros de los mercados estadounidenses. Según explica el analista, la reacción es “bastante lógica y al mismo tiempo, algo contenida” ya que según opina, podría haber llegado a tener mayores volúmenes en venta. “Es una situación bastante complicada pero no sería tampoco excesivamente alarmista” matiza. En relación con el sector energético, Macchiavelli señala que el mercado está muy pendiente de la evolución del precio del crudo. “Yo creo que a nadie le conviene que el conflicto se alargue. Ojalá que veamos caídas en el petróleo en favor de la caída de un conflicto bélico”, afirma. En este sentido, explica que una prolongación o escalada del enfrentamiento podría impulsar nuevas subidas en el precio del crudo, lo que previsiblemente beneficiaría a las compañías petroleras en bolsa. En cuanto a las criptomonedas, Macchiavelli reconoce su sorpresa por el comportamiento reciente de Bitcoin. “Me extrañaba este fin de semana que no tuviera fuertes subidas, lo cual también puede ser un adelanto del termómetro de riesgo”, apunta. Aún así, observa elementos técnicos que podrían ser relevantes en el corto plazo: “Empezamos a ver un indicio de formación de bases”, comenta, dejando abierta la puerta a una posible estabilización o construcción de suelo en el activo digital. El comportamiento opuesto lo encuentra en el oro. “Lo contrario en el oro, que nuevamente tras la corrección que tuvo estamos ya casi al mismo nivel. Lo normal es que siga subiendo”, explica. En su análisis, el metal precioso vuelve a actuar como activo refugio en un entorno de elevada tensión geopolítica, recuperando terreno tras la reciente corrección y reforzando su papel defensivo dentro de las carteras.
Jorge Araneda, experto en relaciones internacionales y director ejecutivo de El Intérprete Digital, afirmó en El Diario de Cooperativa que el conflicto bélico desatado el sábado con el ataque de Estados Unidos e Israel a Irán no tiene ninguna connotación religiosa. Además dijo que si bien la muerte del líder supremo de la República Islámica, Alí Jameneí, durante los ataques es un duro golpe, "el régimen de Irán llevaba una década preparándose para eso". Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
No quadro NA PONTA DO LÁPIS - gestão e sucessão familiar, como esses dois fatores podem contribuir para um resultado positivo na pecuária.
Analista lembra que repasse da alta da arroba já chega ao varejo e lembra que carnes alternativas, frango e suíno , estão mais competitivas.
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Mauro Labombarda @MauroLabombarda (Analista Internacional Prof de Geopolitica de la Universidad de El Salvador) La Bisagra
Rocco Famularo (Analista Internacional) En La Trinchera @trinchera_en
Eduardo Reina @Ossoreina (Analista y Consultor Político) En La Trinchera @trinchera_en
Entrevista de Leandro Gabin a Ignacio Montes de Oca, periodista y analista en seguridad internacional, sobre el conflicto en Medio Oriente.
Isla vive una de sus peores crisis en décadas.
Neste episódio do Fronteiras da Engenharia de Software, Lidiany Cerqueira, Analista de TI na Universidade Federal de Sergipe, Doutora em Computação pela UFBA, apresentou seu trabalho “Empathy-Guided Software Development: A Conceptual Framework of Empathy in Software Engineering” (tradução: “Desenvolvimento de software orientado pela empatia: uma estrutura conceitual da empatia na engenharia de software”). O trabalho é resultado da tese de doutorado em Computação de Lidiany, defendida em 2025, e que foi orientada por Manoel Mendonça e coorientada por José Amancio Macedo Santos. Na banca estavam, entre outros, Bianca Trinkenreich e Kiev Gama, que já estiveram aqui no nosso canal.Link para Tese de Doutorado de Lidiany no repositório da UFBA https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42787 (como Lidiany ainda está submetendo artigos relacionados à tese, você precisa fazer um cadastro e solicitar o texto completo – isso dura até um ano depois da defesa).No site de Lidiany https://lidianycs.site você encontra links para suas publicações e redes sociais.CERCA (Citation Extraction & Reference Checking Assistant) é o software feito por Lidiany e que Adolfo comentou. Ele é usado para encontrar referências “alucinadas” em artigos científicos.Você pode fazer o download no SourceForge https://sourceforge.net/projects/cerca/ ou ver seu código-fionte no GitHub https://github.com/lidianycs/cerca.Adolfo Neto, professor do PPGCA UTFPR Curitiba, eMaria Claudia Figueiredo Pereira Emer, também docente do PPGCA, co-host do Fronteiras e Coordenadora do Programa de Extensão Emílias Armação em Bits, do qual faz parte a Rede Emílias de Podcasts, fizeram perguntas no fim da apresentação.Fronteiras da Engenharia de Sofwtare https://fronteirases.github.io 00:00 Começo do episódio1:08 Introdução da Palestrante Lidiany Cerqueira2:51 Início da Apresentação1:07:10 Perguntas e Respostas1:11:59 Que software utilizou para codificação da literatura?1:21:58 Perguntas sobre a carreira1:30:31 Referências alucinadas1:32:42 Explicação sobre o CERCA1:37:32 Sobre seguir carreira de professora1:40:12 Qual é a próxima fronteira da engenharia de software?
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#257 Spec-driven development: o que muda no desenvolvimento de software”.Nele, Breno Gonçalves Barbosa, Analista de Desenvolvimento de Software, Givaldo Moreira, Tech Manager, ambos da dti digital e nossas hosts, discutem porque não existe consenso sobre o que constitui uma "boa especificação" e como isso impacta diretamente na qualidade do código que é produzido. Eles também trazem insights sobre o papel crescente da IA nesse processo, os desafios dos frameworks spec-driven e como o papel do desenvolvedor está evoluindo de programador para uma ponte entre negócio e tecnologia. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Ambiguidade das especificações;O que é uma "boa especificação";Conectando especificação e código;Frameworks spec-driven;Revisão contínua de código.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP.#outros
Este 24 de febrero se cumplen cuatro años del inicio de la invasión rusa a Ucrania, un conflicto que se ha generado en el corazón de Europa y que sigue tensionando el escenario internacional. Para profundizar en este tema conversamos con Guido Larson, analista internacional y académico de la Facultad de Gobierno de la Universidad del Desarrollo.
Donald Trump oficializó un aporte de US$10.000 millones para la recién inaugurada Junta de Paz, organismo que busca intervenir en el conflicto de Gaza y otras crisis globales. Conversamos con Jorge Sanz, analista internacional y académico de la UDD.
Três servidores públicos foram detidos na província moçambicana de Gaza por alegado desvio de bens destinados às vítimas das cheias. Analista pede punição exemplar. Em São Tomé e Príncipe, Partido Ação Democrática Independente expulsa seis deputados e aprofunda crise político-parlamentar. Chanceler alemão realiza visita à China para discutir parcerias estratégicas.
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Hablamos con Guido Larson, analista internacional y académico de la Facultad de Gobierno de la Universidad del Desarrollo, sobre los cuatro años desde la invasión rusa en Ucrania.
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Analista destaca incertezas do mercado com queda de braço entre comprador e vendedor
Analista alerta para mercado cansado e movimento de alta perdendo ritmo até abril, quando uma nova rodada de oferta deve lateralizar os preços
Por que suas especificações geram resultados tão diferentes a cada entrega? Neste episódio, recebemos Breno Gonçalves Barbosa, Analista de Desenvolvimento de Software, e Givaldo Moreira, Tech Manager, ambos da dti digital. Eles detalham como o Spec-driven Development pode transformar a consistência do código e revelam o papel da IA generativa nesse processo, além de abordar os desafios na implementação dessa metodologia em projetos legados. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Spec-driven Development (SDD) na engenharia de software;IA generativa na criação de especificações;Particularidades do SDD;Importância da documentação;Revisão de especificações e código;Maturidade em desenvolvimento orientado por especificação;Frameworks e ferramentas de SDD.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP.
Entrevista con Javier Monné - Periodista y analista de política estadounidense by En Perspectiva
La diplomacia de las afinidades ideológicas ha muerto para dar paso al pragmatismo de la "Doctrina Don-row". Bajo la presión de Washington, Latinoamérica vuelve al centro de un tablero donde los aranceles, los recursos estratégicos y la seguridad fronteriza dictan quién es aliado y quién es enemigo. En este episodio de Bajo la Lupa, analizamos el nuevo mapa geopolítico regional y las reglas de una relación marcada por la condicionalidad, donde la lealtad absoluta es la única moneda de cambio frente al poder de Estados Unidos. Participan: Ángel Arellano. Editor de Diálogo Político.Julieta Heduvan. Especialista en relaciones internacionales.Brenda Estefan. Analista del Atlantic Council.Marco Bastos. Analista político especializado en Brasil.Enlaces de interés: El mapa de los alineados: ¿cómo está la relación entre los países de Latinoamérica y los Estados Unidos?Estrategia de Seguridad Nacional de Estados Unidos 2025: ¿cómo impacta a Latinoamérica? Bajo la Lupa es un podcast de Diálogo Político. Un proyecto de la Fundación Konrad Adenauer. Conducción y realización: Franco Delle Donne | Rombo Podcasts. Visita dialogopolitico.org.
Roberto Moro, Analista de Apta Negocios, comenta su visión sobre los mercados. Según Roberto Moro, la fotografía del mercado continúa siendo un calco de las semanas anteriores. En el corto plazo, el Dow Jones se mantiene como el índice que mejor comportamiento ha mostrado. Moro señala además una relación llamativa entre volatilidad y caídas ya que “cada vez que el mercado retrocede un 1,5 %, el VIX sube entre 18 y 20 %”. Sobre acciones concretas, el analista ha valorado el comportamiento de Enagás, que según indica, “me parece que es para aguantar y además con alegría”, dejando claro que, según su análisis, la acción sigue ofreciendo fundamentos sólidos para mantenerla en cartera. Sobre Louis Vuitton, el experto destaca que actualmente se encuentra en un soporte interesante. “Si no aguanta, el siguiente nivel se sitúa en la zona de 480. Yo vigilaría si es capaz de situarse por encima de 529”, apunta Moro, marcando así los niveles clave a seguir para tomar decisiones de inversión.
¡¡NUEVO PODCAST!!Frank Favela. Periodista… Lo mejor de los Espectáculos Nené Gardoqui. Analista de Color…. “Productos para cuidar nuestro manto mágico” Jesús Olivares. Corresponsal de Grupo Fórmula en Veracruz… “Carnaval de Veracruz 2026” A los niños ya no los hacen como antes... Dr. Jaime Edelson Tishman…. “El jenga emocional”
En Capital Intereconomía seguimos en directo la apertura del Ibex 35 y de las principales bolsas europeas, en una sesión marcada por los movimientos en divisas, materias primas y la atención a los grandes resultados empresariales. En el análisis de mercados, contaremos con Patricia García, socia fundadora de la Firma de análisis de mercado MacroYield y Directora del master en finanzas de Esic Business&marketing School, con la que analizaremos los resultados de Caixabank, el sucesor de Trump y las ventas récord de Adidas. El programa se completa con el Consultorio de Bolsa, con Roberto Moro, Analista de Apta Negocios.
En Capital Intereconomía seguimos en directo la apertura del Ibex 35 y de las principales bolsas europeas, en una sesión marcada por los movimientos en divisas, materias primas y la atención a los grandes resultados empresariales. En el análisis de mercados, contaremos con Patricia García, socia fundadora de la Firma de análisis de mercado MacroYield y Directora del master en finanzas de Esic Business&marketing School, con la que analizaremos los resultados de Caixabank, el sucesor de Trump y las ventas récord de Adidas. El programa se completa con el Consultorio de Bolsa, con Roberto Moro, Analista de Apta Negocios.
Profissional da segurança cibernética há mais de 25 anos, Edson Agostinho aproveitou a conversação sobre a proibição de redes sociais a menores de 16 anos na Austrália e produziu manual de boas práticas para manter a conta de usuários comuns e criadores de conteúdo no TikTok seguras. O Departamento de Educação da Tasmânia divulgou a obra em sua newsletter. Conversamos com Agostinho.
Aimar Bretos entrevista al analista Sergio Maydeu para hablar de las medidas autoritarias del líder salvadoreño
Miguel Méndez, Analista independiente, analiza el comportamiento de los mercados. Después de una jornada de caídas en Wall Street, Méndez asegura que en este inicio de año está siendo complicado ganar dinero fácil y rápido, debido a que se está dando “una rotación muy rápida sin un rumbo muy claro”. En este contexto, destaca el sector industrial y asegura que “el Dow Jones va a romper niveles de 50 mil puntos”. Méndez además explica que “el dinero inteligente especulativo va a intentar llevar a muchos valores de riesgo más abajo para intentar comprar más barato”, augurando una situación bursátil similar a la vivida en abril del año pasado, aunque matiza, “quizá no tan pronunciada”. Con todo, el experto advierte que “el dinero no está yendo a valores de riesgo en este momento”. En cuanto a acciones concretas, destaca a Nebius que en los últimos 5 días se ha desplomado cerca de un 10%. Sin embargo, el analista considera que “en octubre de este año, será uno de los grandes ganadores”.
El secretario de Estado estadounidense, Marco Rubio, tuvo una audiencia en el Senado este miércoles para brindar declaraciones sobre Venezuela tras la intervención del pasado 3 de enero. El republicano aseguró que los planes en el país hacia una transición democrática iban más rápido de lo esperado, aunque algunos analistas se muestran escépticos. El plan de Estados Unidos para Venezuela está claro, según las palabras del secretario de Estado Marco Rubio ante el Senado. Washington permitirá que el país sudamericano venda pronto petróleo y esos ingresos estarían dedicados a cubrir los costos de la policía, atención médica y otros servicios. Eso sí, bajo la supervisión del Gobierno estadounidense, que además controlaría a corto plazo los fondos para garantizar la estabilización del país. “No hay interés de empujar esta transición” En poco tiempo “estamos más avanzados de lo que esperábamos”, señaló Rubio al mostrar una confianza total en dicho plan. Pero analistas geopolíticos, como Solange Márquez, profesora de la UNAM de México, aseguran que esta transición hacia la democracia aún está lejos. “Creo que no está en las prioridades de Estados Unidos hoy la transición a la democracia en Venezuela. Y creo que el hecho de que Estados Unidos haya precisamente priorizado el mantener a este gobierno interino y la relación económica y energética con Venezuela, nos da precisamente esa pauta. Creo que no hay interés, por lo menos en el mediano plazo, de empujar esta transición”, estima Márquez. En efecto, el llamado gobierno interino de Venezuela es el mismo de Nicolás Maduro, acusado de fraude en las pasadas elecciones. “Hoy vemos que no hay justificación” De momento, se ven avances en la liberación de presos políticos y poco más, indica Márquez, quien recuerda que la intervención estadounidense en Venezuela es inédita no solo por la operación en sí, sino por su mecanismo de control. “Sí, ha habido control por parte del Gobierno de Estados Unidos en ciertas intervenciones que se han dado, Afganistán, por ejemplo, Irak también. Sin embargo, no de una manera tan abierta, no de manera tan tácita. Cambia la narrativa de parte del Gobierno de Estados Unidos: en los otros momentos históricos que hemos vivido de intervención de Estados Unidos, ha tenido en muchos casos resultados desastrosos, pero ha tenido una cierta justificación”, considera la analista. “Hoy vemos algo muy distinto, hoy vemos que no hay justificación, pero tampoco hay un interés de parte del Gobierno de Estados Unidos de justificar esta intervención y, muy por el contrario, de sí establecer claramente que ellos son los que están mandando, especialmente por parte del propio presidente Donald Trump”, subraya Márquez. Los demócratas y algunos republicanos presionaron a Rubio para obtener más respuestas sobre el manejo del crudo venezolano, temiendo que dicha política esté condenada al fracaso. Mientras tanto, Rubio descartó otro tipo de intervención, destacando las buenas relaciones con la exvicepresidenta de Nicolás Maduro.
El año de Donald Trump.
José Woldenberg, Analista político y escritor