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Bom dia, Irmãos, Graça e Paz sejam com todos! O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino. Provérbios 1:7Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17
Bom dia 247_ por que é fundamental reeleger Lula em 2026 _1_1_26_ by TV 247
Historia kobiety, która powiedziała NIE.Postaw mi kawę: https://buycoffee.to/zbrodniezapomnianeWspieranie kanału:https://patronite.pl/ZbrodnieZapomnianehttps://www.youtube.com/channel/UCZsXqcUbVi03jDKVS-a2Dlg/joinŹródła internetowe: https://article-14.com/post/rukhmabai-the-life-and-times-of-a-child-bride-turned-rebel-doctor-by-sudhir-chandra--65efb696ca556 https://scroll.in/article/1063583/the-child-bride-who-challenged-patriarchy-and-became-one-of-indias-pioneering-women-doctorshttps://wrap.warwick.ac.uk/id/eprint/156812/1/WRAP-Dadaji-Bhikaji-Rukhmabai-%281886%29-ILR-10-Bom-301-Lammasniemi-2021.pdfSpołeczność:Grupa na fb: https://www.facebook.com/groups/1120954551591543Instagram: https://www.instagram.com/zbrodniezapomniane/kontakt:✉️ e-mail: zbrodniezapomniane@gmail.com
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Bom dia!A pílula de hoje mostra por que projetar a selagem com base nos ensaios do fabricante é essencial — e como mudar o produto sem rever o projeto pode comprometer toda a proteção.
Bom dia, graça e paz! Neste dia 01 de Janeiro de 2026, Deus te abençoe•E Acompanhe-nos pelas redes sociais:"Facebook & https://abrir.link/e8kDWInstagram https://abrir.link/in4hmSala da Alma https://abrir.link/5gjHkYouTube: Igreja Caminho da Verdade
Bom dia 247_ adeus 2025_ um ano de grandes conquistas do governo Lula _31_12_25_ by TV 247
Bom dia!A pílula de hoje é uma collab com a Hilti Brasil e mostra como selagens eficazes exigem compatibilidade entre projeto, produto e instalação — e por que projetar sem isso é abrir mão da segurança.
Bom dia 247_ sob pressão_ Toffoli faz a acareação do Master _30_12_25_ by TV 247
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Os candidatos presidenciais (que se queixam dos boletins de voto), a CP (que está a ter mais uma greve) e Gouveia e Melo (que tem de se submeter a escrutínio) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que o ambiente, os conselheiros certos e o autoconhecimento são a base de qualquer trajetória que cresce com consistência.
Bom dia, graça e paz! Neste dia 30 de dezembro de 2025, Deus te abençoe•E Acompanhe-nos pelas redes sociais:"Facebook & https://abrir.link/e8kDWInstagram https://abrir.link/in4hmSala da Alma https://abrir.link/5gjHkYouTube: Igreja Caminho da Verdade
澳大利亚气象局(BoM)发布了跨年夜和元旦当天澳大利亚各地首府城市的天气预报。您所在的城市将以什么天气告别2025、迎接2026?(收听播客,了解详情)。
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O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
António José Seguro (que está a ter apoios no PS), Alberto João Jardim (que defendeu Gouveia e Melo) e o Governo (que aumentou os salários da administração do Metro) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia, graça e paz! Neste dia 29 de dezembro de 2025, Deus te abençoe•E Acompanhe-nos pelas redes sociais:"Facebook & https://abrir.link/e8kDWInstagram https://abrir.link/in4hmSala da Alma https://abrir.link/5gjHkYouTube: Igreja Caminho da Verdade
Mitchell Sariovski, Rolly Burrel, BOM & SAPOL, Andrea Michaels, Dr John Bruni, Brad Perry, Michael Pachi, Don Barron, Danny Crozier, Nicholas McIntyre & your calls See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 101 e provoca uma reflexão sobre fé, propósito e integridade quando os números não explicam tudo.
Bom dia 247_ Banco Master_ a guerra atômica em Brasília _28_12_25_ by TV 247
Bom dia 247_ Silvinei em cana_ STF na mira _27_12_25_ by TV 247
Hoje temos um episódio bónus com Luana do Bem. Joana Dias, a melhor taróloga da sua geração fala sobre as previsões de todos os signos para 2026. Qualquer reclamação que tenham é com ela. Bom ano a todos!REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.peAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Bom dia, graça e paz! Neste dia 28 de dezembro de 2025, Deus te abençoe•E Acompanhe-nos pelas redes sociais:"Facebook & https://abrir.link/e8kDWInstagram https://abrir.link/in4hmSala da Alma https://abrir.link/5gjHkYouTube: Igreja Caminho da Verdade
Bom dia!A pílula de hoje é uma collab com a Ilumac e mostra como decidir entre sistema cabeado e wireless em SDAI com base no risco, custo e uso da edificação.
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Bom dia 247_ o Natal de Lula bate recorde de vendas _25_12_25_ by TV 247
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Feliz natal a todos! Bom episódio
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Nate is rolling solo walking through how BOM and VORP are calculated, where their biases are and why Manu Ginobili looks so good in advanced stats.
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Bom dia 247_ Lula garante o melhor Natal do ano desde 2014 _22_12_25_ by TV 247
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Se você pudesse, você pularia o Natal? É isso que Luther e Nora Krank querem fazer esse ano, já que sua filha Blair não mora mais com eles. Que tal trocar a correria, o estresse e todos os gastos inúteis do Natal por um cruzeiro?Para falar do filme Um Natal Muito, Muito Louco e do livro no qual ele foi baseado "Esquecer o Natal" de John Grisham, Domenica recebe seu amigo Rafa Arinelli diretamente lá do Cinemação. Bom episódio! Boas festas! Apresentação: Domenica Mendes e Rafael ArinelliPauta e Produção: Domenica MendesEdição: Leonardo Tremeschin
Bom dia 247_ Aleluia!!! PF encontra R$ 400 mil na casa de Sóstenes 20_12_25 by TV 247
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This extraordinary year continues to deliver new surprises for the air cargo sector and the world alike, particularly in the field of cross-border e-commerce logistics. As highlighted in our E-commerce Report on page 4, higher US tariffs and the end of US 'de minimis' exemptions have had a profound impact on e-commerce flows, prompting a significant shift in China-US freighter capacity to other markets globally. An initial steep decline in air freight volumes from China to the US has subsequently moderated, although it is still significant – especially from Hong Kong and southern China. Exports of low-value and e-commerce goods from China to Europe are up by around 60% – double the growth rate a year ago. Some European airports such as Budapest (BUD) have seen their overall air cargo volumes rise by close to 50% this year, although the rapid growth began even before US President Trump's interventions this year. Çelebi Group CEO Dave Dorner, in an interview on page 12, estimates that cargo through BUD has risen by around 200% in the last two years. As the Europe Report highlights (page 20), Europe's top 10 cargo airports have seen barely 1% growth in international air cargo traffic this year, whereas smaller, specialist cargo airports – often favoured by e-commerce shippers – have grown much more rapidly. Alongside BUD, Prague, Warsaw, Liège, Brussels, and East Midlands airports have reported significant rises in cargo traffic. Elsewhere, various cargo airports in Asia have recorded strong growth again this year, with southeast Asian countries including Vietnam and Thailand among those helping to replace China as sources for US imports. Another highlight in Asia is India, as the country's exports and air cargo capabilities continue to build. Those capabilities will include a new major airport for the Mumbai Metropolitan Region from the end of this year with the opening of Navi Mumbai International Airport (page 34). Its opening as 'complementary capacity' to BOM marks a key stage in the fulfilment of a dual-airport strategy for the region, and for India's air cargo market. The new airport is also less than 20km north of India's largest container port, JNPT, and there are ambitious plans to create synergies between these air and ocean nodes. Potential synergies between air and ocean freight are a recurring theme in this edition of CAAS, highlighted in the interview with Kale Logistics' CEO Amar More on page 28, along with the potential of Ai within air cargo. Both also featured among the discussions at October's ACHL conference in Copenhagen (page 46). But speakers at ACHL cautioned that the potential of Ai within air cargo was limited by the quality of the data that feed it, which must remain a priority focus area for stakeholders throughout the sector.
Bom dia 247_ Lula celebra a conquista do mercado global 16_12_25 by TV 247
Luís Montenegro (que adiou a regionalização), o ex-Presidente da Guiné Bissau (que se tem cruzado com Portugal) e Gouveia e Melo (que avança e recua sobre a maçonaria) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Bom dia 247_ Lula fecha o ano em alta_ com crise na direita 14_12_25 by TV 247
The author and actor thinks summer in Australia is done bigger, better and weirder than anywhere else. For three months of the year, life slows down and heats up. But for William, summer in Australia is an imperfect paradise where more than anything, people yearn to connect.Summer can be a hellish time in Australia, where temperatures soar and fires can turn bush and buildings to rubble in an instant.But despite the challenges, William McInnes looks upon this time of year with great affection and nostalgia.Growing up in Redcliffe, Queensland, William remembers the heat that burnt through his thongs, the strange ritual of assembling a plastic European Christmas tree on a 40-degree day, and simple moments in the sun like jumping off his dad's shoulders into the cool coastal water.Every summer connects William with his family, his childhood and his past, just like millions of other Australians on riverbanks and beaches around the country.It's a Scorcher: Tales of the Australian Summer is published by Hachette.This episode of Conversations explores seasons, heat, bushfires, Koolewong, weather forecast, drought, BOM, swimming, tennis, Australian Open, Boxing Day Test, Cricket, Ashes, book, memoir, writing, Australiana, Kitsch, climate change, nostalgia, family time, Christmas, holidays, New Year, how to survive the holidays, road trips, vacation, bikini, swimmers, togs, school holidays, parents.To binge even more great episodes of the Conversations podcast with Richard Fidler and Sarah Kanowski go the ABC listen app (Australia) or wherever you get your podcasts. There you'll find hundreds of the best thought-provoking interviews with authors, writers, artists, politicians, psychologists, musicians, and celebrities.