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Dentro de cada um de nós existe uma disputa feroz. De um lado, raiva, inveja, culpa e ressentimento. Do outro, bondade, esperança, coragem e compaixão. Neste episódio, Bárbara e Babica contam a antiga fábula dos dois lobos e descobrem que nossos sentimentos não crescem sozinhos: eles se fortalecem com a atenção que recebem. Uma história simples para ajudar crianças e adultos a perceber que, todos os dias, fazemos escolhas sobre aquilo que alimentamos dentro de nós.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Testing confirms Australia's first known case of a mass mortality event involving H5 bird flu, the Bureau of Meteorology announces further changes to its controversial new website, and Australia's rural transporters want more consultation on how the heavy vehicle road user charge is applied.
Stock loss, cattle theft, bird flu and the BoM website
No Bom Dia, Minha Vida de hoje, Isadora Basile comenta a confirmação da Sony de que não vai recuar no fim dos discos físicos e os números do trimestre do PlayStation, o memorando vazado com o plano da CEO da Xbox para os próximos anos, a compra da StreamElements pela Razer, a data de Super Mario Sunshine no Switch 2 junto com dois jogos inéditos de Virtual Boy, as novas regras do Nexus Mods para mods feitos com inteligência artificial, o motor dedicado da Unity para o Netflix Games, os lançamentos da semana com Beast of Reincarnation, Final Fantasy XIV no Switch 2 e Marvel Tōkon.Apoie o Bom dia, minha vida: apoia.se/bomdiaminhavida❤️___Acompanhe Gangstar Mirage City nas redes sociais!https://www.instagram.com/gangstarmiragecitybrasil/https://www.youtube.com/@GangstarMirageCityBRhttps://www.tiktok.com/@gangstarmiragecitybr
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Bom dia!A pílula de hoje mostra por que acompanhar o tempo gasto em cada projeto revela os custos invisíveis que reduzem a margem da operação.
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe Jacira Doce, comunicadora e escritora, para uma conversa sobre as incoerências da produtividade e a pressão de viver como se estivéssemos sempre correndo atrás de alguma coisa.Autora de ‘Minutos de (des)sabedoria: pílulas para amenizar a vida', Jacira fala sobre como faz do humor uma ferramenta para enfrentar as dificuldades e questionar discursos motivacionais.Ao longo do episódio, elas também conversam sobre os papéis que ainda são impostos às mulheres, as histórias que contamos para dar sentido ao acaso e como rir de tudo isso pode ser, também, uma forma de elaborar a vida.Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram Jacira Doce: AQUILivro ‘Minutos de (des)sabedoria: pílulas para amenizar a vida', de Jacira Doce: AQUICitações Prêmio Multishow De Humor - O Reality: AQUIBabás de um milhão de dólares: AQUI
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que um processo comercial estruturado protege a margem, o time e o crescimento da empresa.
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Nesta manhã, eu quero propor uma reflexão. Me permite?Bom, vamos lá…Imagine que cada pessoa escrevesse, agora, num pequeno papel, o maior problema que está enfrentando hoje. Depois, todos esses papéis seriam colocados dentro de um chapéu.Agora pense: se esse chapéu passasse na sua frente, você teria coragem de pegar um papel qualquer ou preferiria ficar com o seu próprio problema?Pense bem.Talvez ali estivesse o papel de alguém que acabou de descobrir que tem poucos meses de vida. De alguém que perdeu um filho. De alguém que não consegue sair da cama por causa da depressão. Ou de alguém que sequer sabe onde vai dormir esta noite.Tem alguém, agora, numa cama de hospital, pensando: “Eu daria tudo para conseguir levantar e caminhar até a cozinha sozinho.”Tem alguém que sonha em ter o carro que você usa para reclamar no trânsito.Tem alguém que pede a Deus um filho, enquanto você reclama da bagunça que o seu faz em casa.Tem alguém que sonha com o emprego que você tem, enquanto você começa a semana reclamando da segunda-feira.E essa reflexão não diz que você não pode querer mais. Pode, e até deve.Mas, antes de desejar uma vida completamente diferente da sua, talvez valha a pena olhar com mais carinho para tudo o que você já tem.Então eu deixo a mesma pergunta para você: se esse chapéu passasse na sua frente agora, você pegaria um problema qualquer… ou escolheria continuar com o seu?
Nesta manhã, eu quero propor uma reflexão. Me permite?Bom, vamos lá…Imagine que cada pessoa escrevesse, agora, num pequeno papel, o maior problema que está enfrentando hoje. Depois, todos esses papéis seriam colocados dentro de um chapéu.Agora pense: se esse chapéu passasse na sua frente, você teria coragem de pegar um papel qualquer ou preferiria ficar com o seu próprio problema?Pense bem.Talvez ali estivesse o papel de alguém que acabou de descobrir que tem poucos meses de vida. De alguém que perdeu um filho. De alguém que não consegue sair da cama por causa da depressão. Ou de alguém que sequer sabe onde vai dormir esta noite.Tem alguém, agora, numa cama de hospital, pensando: “Eu daria tudo para conseguir levantar e caminhar até a cozinha sozinho.”Tem alguém que sonha em ter o carro que você usa para reclamar no trânsito.Tem alguém que pede a Deus um filho, enquanto você reclama da bagunça que o seu faz em casa.Tem alguém que sonha com o emprego que você tem, enquanto você começa a semana reclamando da segunda-feira.E essa reflexão não diz que você não pode querer mais. Pode, e até deve.Mas, antes de desejar uma vida completamente diferente da sua, talvez valha a pena olhar com mais carinho para tudo o que você já tem.Então eu deixo a mesma pergunta para você: se esse chapéu passasse na sua frente agora, você pegaria um problema qualquer… ou escolheria continuar com o seu?
No Bom Dia, Minha Vida de hoje, Isadora Basile comenta o crossover completo de Dungeons & Dragons com World of Warcraft revelado na Gen Con, o apagão de mais de vinte horas na Xbox e a promessa de Satya Nadella de uma volta ao crescimento em 2027, o novo modo ranqueado de Deadlock, a curiosidade sobre como Wind Waker 2 virou Twilight Princess, e o crossover de Helldivers 2 com Warhammer 40K.Apoie o Bom dia, minha vida: apoia.se/bomdiaminhavida❤️___
Bom dia!A pílula de hoje, com o PrevApoiador Eliel Gonçalves, mostra por que calcular corretamente o NPSH evita cavitação e garante o desempenho da motobomba.
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 30 de julho de 2026 e trago para você as principais notícias de tecnologia, vamos lá?A Apple prepara uma grande expansão para casas inteligentes, com novos modelos do Apple TV e HomePod mini, além de uma central com tela, reconhecimento facial e a nova Siri. No episódio de hoje, também falo sobre o lançamento do Apple Upgrade, centenas de conversas compartilhadas do Claude aparecendo em mecanismos de busca, o X Money chegando aos Estados Unidos, o Galaxy Z Fold 8 vendendo mais rápido do que a Samsung esperava e o HBO Max ganhando um feed de vídeos verticais parecido com o TikTok.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon - Acessórios Tech com até 20% de descontoNotícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:31: Apple prepara três novos produtos para casas inteligentes01:54: Apple lança programa para alugar e trocar seus aparelhos03:04: Conversas compartilhadas do Claude apareceram em pesquisas do Google04:52: X Money chega com cartão Visa, cashback e integração ao Apple Pay06:03: Galaxy Z Fold 8 vende mais rápido do que a Samsung esperava07:09: HBO Max ganha feed de vídeos verticais parecido com o TikTok08:35: Inté a próxima!Produtos do EpisódioSamsung Galaxy FoldsNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Gerada por IA
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Bom dia!A pílula de hoje mostra por que conhecer os diferentes tipos de sprinkler é essencial para projetar sistemas mais eficientes e econômicos.
Bom dia, confrades. Boa quinta-feira! No minipod de hoje, entenda a função dos personagens coadjuvantes e saiba como evitar que eles ofusquem o protagonista. E ainda, neste programa: descubra a diferença (sutil) entre novela e noveleta; saiba como encontrar boas motivações para o herói da sua história; veja livros que largamos e que depois retomamos; e confira alguns RPGs que sempre tivemos vontade de jogar (mas que ainda não conseguimos).
Jordan Anderson's path to becoming a NASCAR team owner was anything but conventional. From pitching sponsors as a 12-year-old to selling his Super Late Model after being caught in the fallout of a series of bounced checks, Jordan shares the moments that kickstarted a racing career that began with one simple goal: making a single NASCAR Truck Series start. That one start turned into a full-time season, which ultimately led to the birth of Jordan Anderson Racing. From handshake deals to changing engines in hotel parking lots, Jordan was willing to do whatever it took to survive. Along the way, he met his future business partner, John Bommarito, whose mentorship helped take the organization to the next level. Jordan explains why he eventually stepped away from chasing his own driving dream, how he built an O'Reilly Series team from the ground up, and the business decisions that have helped the organization survive and grow into its current technical alliance with series powerhouse Richard Childress Racing. Jordan also reflects on buying scuff tires instead of attending driver introductions, balancing budgets while trying to stay competitive, developing young talent, and why fatherhood has changed the way he leads his team. This episode of Business of Motorsports is packed with lessons on perseverance, leadership, and building something bigger than yourself. Check out Dirty Mo Media on YouTube: https://www.youtube.com/@DirtyMoMedia Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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Bom dia, Irmãos Graça e Paz! Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado.Jó 42:2 Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueirawww.1ipar.com Entre em contato conosco1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 28 de julho de 2026 e trago para você as principais notícias de tecnologia. Vamos lá?No episódio de hoje, a Apple definiu quando pretende revelar seus aguardados óculos inteligentes com inteligência artificial. Também falo sobre a nova pressão sobre a OpenAI após o ataque ao Hugging Face, o lançamento do Claude Opus 5 pela Anthropic, uma nova aliança liderada pela Nvidia para proteger sistemas de IA, uma falha de segurança que permitia ao Claude Cowork escapar do sandbox do macOS e indícios de que o Xbox 360 pode finalmente ganhar retrocompatibilidade oficial no PC.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:44: Apple revela quando mostrará seus óculos inteligentes02:32: OpenAI sofre nova pressão após ataque ao Hugging Face04:05: Anthropic lança Claude Opus 505:37: Nvidia cria aliança para proteger sistemas de IA07:05: Falha permitia ao Claude Cowork escapar do sandbox do Mac08:31: Xbox 360 pode ganhar retrocompatibilidade oficial no PC09:45: Inté a próxima!Produtos do EpisódioSamsung Galaxy FoldsNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Gerada por IA
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Bom feriado aí Gravado em viagem com abafador nativo do gravador do IPhone. Esperando que não prejudique a experiência! Rapidinho no mesmo formato dos episódios do Cine BH. Dessa vez são dois filmes, um lançamento e um restauro. “Cheiro de Diesel” de Natasha Neri e Gizele Martins, e “Super Xuxa Contra o Baixo Astral” de Anna Penido! Até os próximos, que logo estão aí.
Bom dia!A pílula de hoje mostra por que pressão nominal, ângulo e especificações técnicas da válvula influenciam diretamente o desempenho do sistema de hidrantes.
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Devocional do dia 28/07/2026 com o tema: Bom testemunho Sabemos que Jó sofreu muito. Perdeu tudo o que tinha: seus bens, seus filhos e os amigos, que não foram tão camaradas. Mediante um quadro desses, provavelmente muitos se desviariam do caminho do Senhor e abandonariam o relacionamento com ele. Esse patriarca, porém, não pecou nem culpou a Deus por tudo isso. Até nisso vemos seu bom testemunho. E foi isso o que mais se destacou na vida dele a atitude correta. Primeiro, o próprio Senhor falou bem a respeito de seu servo: homem íntegro, justo, temente a Deus, que evitava fazer o mal, irrepreensível (Jó 1.1,8; 2.3). LEITURA BÍBLICA: Jó 29.1-25 Em tudo isso, Jó não pecou nem culpou Deus de coisa alguma (Jó 1.22).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom final de tarde para todos! Tá sentado? Acomodado? Tá friozinho? Pega o cobertor e vai ouvir no quentinho da cama ou do sofá porque esse é daqueles! Tomaz é músico e compositor de trilhas sonoras, dentre seus projetos no cinema está a sua colaboração com Kleber Mendonça Filho e seu irmão Mateus Alves em diversos filmes. O Agente Secreto sendo o último lançamento da parceria. Falamos sobre o duo Irmãos Alves, música de Cinema, Um Corpo que Cai, e muito mais! deixando aquele gostinho para um retorno. Relaxou? Bota no play que esse tá foda. Apresentador e Editor: @gabrielmataveldossantos Arte: @blackrucat Trilha do episódio: O Agente Secreto (2025) - Mateus e Tomaz Alves. Foto: @beatriz.didier
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O Que Eu Faria Se Eu Mesmo Tivesse Só 60 Dias Pra Eliminar Gordura De Vez pra ver uma real diferença tanto na balança quanto no espelho no final deste tempo. Bom, logo de cara, a primeira coisa que eu faria é escolher um de dois caminhos possíveis. Eu posso escolher seguir pela esquerda como cada vez mais gente está fazendo e optar pelas canetinhas de emagrecimento pra facilitar minha vida ou... eu posso optar seguir pela direita, uma rota natural que exige um pouco mais de dedicação e aprendizado. O que você escolheria? Faça sua escolha mental agora e vem comigo porque eu quero saber se você ainda vai manter ela depois do que tenho pra te contar a seguir e mais ao final, eu vou te dar os 6 exatos passos que eu seguiria pra ter um corpo quase novo no final destes 60 dias, então, vamos começar!
Já falamos dele nos episódios sobre Pixar, Star trek, Jurassic Park, Planeta dos Macacos, Missão: Impossível, Homem-aranha e Batman, e mesmo assim temos assunto para um especial de quase 3 horas sobre sua carreira de 30 anos. Dos games para a TV e o cinema, Michael Giacchino finalmente é o tema principal. Bom podcast!
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Bom dia, Irmãos Graça e Paz! Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas.Isaías 1:17Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17
❤️ Apoie o Bom dia, minha vida: http://apoia.se/bomdiaminhavida No Bom Dia, Minha Vida de hoje, Isadora Basile comenta a data de lançamento revelada de God of War Laufey e a confirmação de uma sequência estrelada por Kratos, a aprovação da Comissão Europeia para a compra bilionária da EA, o início dos testes de streaming de jogos com anúncios no Xbox, a revelação de um FPS secreto cancelado na Bethesda, a denúncia de um sindicato contra demissões na Xbox em Montreal, e o adiamento de Tomb Raider: Catalyst para 2028.❤️___
Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 130 e mostra por que segurança depende de estrutura, redundância e ação prática, não apenas de documentação válida.
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe Natália Sousa, a convite de Eucerin, para uma conversa sobre procrastinação, medo de dar certo e as histórias que contamos para nós mesmas para adiar aquilo que mais desejamos.Ao longo do episódio, Natália reflete sobre autossabotagem, síndrome da impostora, lealdades familiares e o desafio de ocupar os espaços que sempre sonhamos. Uma conversa sobre o que acontece quando percebemos que, muitas vezes, o maior obstáculo entre nós e o que desejamos não é a falta de capacidade, mas o medo de nos tornarmos a pessoa que sempre quisemos ser. Eucerin entrou nesse papo para ajudar a "desmanchar essa ideia" de que cuidar de manchas no corpo precisa ser um processo complexo. A linha Anti-Pigment Corporal usa a tecnologia Thiamidol® para agir na raiz do problema. Conheça: Creme Corporal Áreas Específicas: ideal para regiões de maior atrito e que precisam de hidratação, como joelhos e cotovelos. Sérum Áreas Sensíveis: textura leve desenvolvida especialmente para axilas e virilhas. Vem ouvir essa conversa e aproveita pra comprar com o cupom AMOEUCERIN. Cupom válido até 06/08 através do link:https://www.mercadolivre.com.br/loja/eucerin/anti-pigment-body?matt_tool=17220995&matt_word=15149=================================================Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaInstagram Natália Sousa: AQUIOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUILivro Medo de dar certo, de Natália Sousa: AQUI Citações:Série Girls: AQUILivro Famesick: A Memoir, de Lena Dunham: AQUI Livro Coisa de rico: A vida dos endinheirados brasileiros, de Michel Alcoforado: AQUI
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 23 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, modelos da OpenAI escaparam de um ambiente isolado durante um teste de segurança e invadiram os sistemas do Hugging Face em busca das respostas de uma avaliação. Também falo sobre os novos Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra e Flip8, os relógios Galaxy Watch9 e Watch Ultra2, os óculos inteligentes desenvolvidos pela Samsung com o Google, a Apple preparando um programa para alugar e trocar seus aparelhos e a empresa perdendo uma tentativa de anular uma condenação de 634 milhões de dólares.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:24: IA da OpenAI escapa de teste e invade sistemas do Hugging Face01:59: Samsung lança Galaxy Z Fold8, Fold8 Ultra e Flip804:46: Galaxy Watch9 e Watch Ultra2 ganham recursos avançados de saúde06:26: Samsung e Google apresentam óculos inteligentes com Gemini07:27: Apple prepara programa para alugar e trocar aparelhos08:33: Apple perde tentativa de anular condenação de US$ 634 milhões09:41: Inté a próxima!Produtos do EpisódioSamsung Galaxy FoldsNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Exterminador do Futuro/Samsung
We Like Shooting We Like Shooting - Ep 672 July 20, 2026 Presented by This episode of We Like Shooting is brought to you by: Foxtrot Mike (Code: WLSISLIFE) C&G Holsters (Code: WLSISLIFE) Midwest Industries (Code: WLSISLIFE) Blue Alpha Night Fision (Code: WLSISLIFE) Bowers Group (Code: WLS) Second Call Defense Giveaways!! GAW Text Dear WLS or Reviews +1 743 500 2171 Public Show Titles GOA GOALS Aug 1-2 in Iowa. https://goals.goa.org/ Gear Chat Instagram (Savage) Da6kzNIulLc 36 likes, 17 comments – savage1r on July 17, 2026: "When you absolutely, positively, obsessively do not want to smell the smoke in your house during fire season. #airpurifier #air #fans #filter". https://www.instagram.com/reel/Da6kzNIulLc/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA== Note Tacticaltoggle.com thefirearmblog.com Springfield Armory Echelon Alpha An Echelon, but More Affordable?Springfield Armory Unveils the NEW Echelon AlphaThe Springfield Armory Echelon is the pistol of choice for a lot of shooters because of its wide package of accoutrements and modern features.The only gripe that some shooters raise is that the more tricked out variations might be too expensive for their budget. Springfield Armory announced the Echelon Alpha, a 9mm striker-fired pistol built on the Central Operating Group with a serialized stainless steel chassis. It features a recontoured billet machined slide with Melonite finish, 4″ hammer-forged barrel, optics-ready Variable Interface System, and ships with one stainless steel magazine. The design emphasizes purpose-driven ergonomics with a small grip module and reduced overall dimensions compared to the standard Echelon. Availability: Unveiled July 14, 2026; three initial models (standard, low-capacity, CA-compliant) offered directly via Springfield Armory Cost: $599 (standard and low-capacity); $649 (CA-compliant) Special: Variable Interface System for direct optic mounting combined with recontoured slide, captive recoil system, and single stainless steel magazine shipment EnVeeGee 2.0 DIY Night Vision 1078126 Enveegee 2 0 Diy Night Vision Download this free 3D print file designed by horizonalt. 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Availability: Duty use (LE, armed citizen, bedside/survival carry); reliable duty holster sidearm and last-resort pistol, homage to MCSOCOM ICQBP Cost: 5-inch barrel, single-stack narrow frame, 7-round capacity; compatible with duty holsters; weight not numerically stated (stock ~2 lbs implied) Special: Pro: Reduced recoil, crisp 3.75-4 lb trigger with short reset, faster reloads, solid grip, cost-effective reliability. Con: Requires gunsmith fitting for trigger shoe and possible safety mods; not fully plug-and-play Inside Safariland Top 7 Common Sense Ar 15 Upgrades https://pew.report/c/A4ksrC Thefirearmblog Colt Optics LP5X-P LE-Only Multi-Emitter Aiming Laser The Colt Optics LP5X-P, developed in partnership with Brolis Defence, is a NATO-standardized, weapon-mounted aiming laser restricted to law enforcement and military use. It integrates four co-aligned emitters in a compact polymer housing: a 26 mW visible green pointer, IR pointer, electronically adjustable IR illuminator, and VCSEL IR flood illuminator, all zeroing to the same point with minimal bore offset. Powered by a single CR123A battery, it features an IP68 seal, integral flip-up backup iron sight, gloved-hand controls, and MIL-STD-1913/STANAG 4694 rail compatibility, indicating a trend toward multi-spectrum, all-in-one aiming devices for tactical operators. Availability: Best Use Case: Law enforcement and military operations (daylight visible green pointer, night vision IR pointer/illuminator/flood) Cost: Size/Weight/Compatibility: 185 grams with single CR123A battery; mounts to MIL-STD-1913 or STANAG 4694 Picatinny rails; operates -32°C to +71°C; IP68 sealed Special: Quick Pro/Con: Pro – Four co-aligned emitters (visible green 26mW, IR pointer, adjustable IR illuminator, VCSEL flood) in one NATO-fielded unit with minimal POI offset and backup iron sight; Con – Restricted to LE/military sales only (approx. $2800 MSRP noted in comments), high cost may not justify for civilian multi-emitter use over simpler setups Guncadindex BLAPR 47:3 https://pew.report/c/VJnOjT Pew Report Pew Report Adds Guncad Index To Make 3d Printed Firearms More Approachable https://pew.report/c/np1wkP Note Historical documentaries on Netflix, Thomas Jefferson, Abraham Lincoln, Lincoln, Washington, Theodore Roosevelt, Grant, FDR, sitting bull, Thefirearmblog STINC o”ST”-14 Groza Kit The STINC o”ST”-14 Groza Kit is a drop-in bullpup conversion for PSA Krink (AK-74U pattern) pistols that approximates the Russian OTs-14 Groza. It includes an iconic carry handle with adjustable rear sight (notch/post or peep aperture for 100 and 200 yards) and a forward grip module containing the trigger and trigger guard. The kit uses all-metal construction with black phosphate finish and simplified machining for dimensional accuracy; compatible with 300 BLK, 7.62×39, and 5.56 Krink variants (fitting may be required on other AK platforms). No weight, dimensions, or price are stated. Availability: Range/competition/practical shooting conversion of short AK pistol to bullpup configuration Cost: Drop-in kit for PSA Krink variants (300 BLK, 7.62×39, 5.56); all-metal black phosphate; carry handle with adjustable rear sight (100/200 yd); forward grip with integrated trigger; no weight or OAL stated Special: Pro: Dimensionally accurate Groza look on affordable Krink platform; Con: Potential fitting on non-Krink AKs, forward grip may expose hand to heat/blast (per article comments) Soldiersystems Hrt Tactical Gear Releases The Hrt Holster Adapter A Semi Flexible Mounting Platform That Moves With You Not Hinders You https://pew.report/c/6Um14L Outdoorhub FALCO Holsters Minimalist Leather EDC Tray (O206) FALCO Holsters expands its concealed-carry ecosystem with a handcrafted leather EDC tray designed for organized storage of wallet, keys, headphones, and pocket items on a nightstand or entryway. Made from premium full-grain Italian leather with hand-painted edges and reinforced stitching in the same Slovakian workshop as their holsters....
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 21 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, novas inteligências artificiais chinesas prometem competir com os modelos mais avançados da OpenAI e da Anthropic, enquanto o Galaxy Z Fold 8 apareceu antes do lançamento oficial em vídeos publicados por J-Hope, do BTS. Também falo sobre a falha global que atingiu Instagram e Facebook, a União Europeia obrigando o Google a abrir recursos do Android e dados da busca para concorrentes, Apple e Google sendo pressionadas por aplicativos de IA que criam imagens falsas de nudez e o aumento dos preços do Apple Music e do Apple One no Brasil.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:24: Novas IAs chinesas prometem desafiar OpenAI e Anthropic01:25: Galaxy Z Fold 8 aparece antes do lançamento em vídeo de J-Hope02:25: Falha global atingiu Instagram e Facebook em vários países03:18: União Europeia obriga Google a abrir Android e dados da busca para rivais04:35: Apple e Google são pressionadas por apps de IA que criam nudes falsos05:33: Apple Music e Apple One ficam mais caros no Brasil06:48: Inté a próxima!Produtos do EpisódioNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Imagem gerada por IA
Meu nome é Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: O Evangelho do Caminho. Chegamos ao mês de julho. O meio do ano. É aquela época em que geralmente eu olho para as metas que tracei lá em janeiro e me sinto frustrado. Eu não “cheguei lá”, né? Vivemos na cultura da metas, de resultados e do ponto de chegada. Mas o Evangelho tem uma dinâmica diferente. Talvez você se lembre de que, antes de se converter, Paulo saiu para prender e matar os “do caminho”. Assim que eram conhecidos os discípulos de Jesus. Não é à toa que Jesus nunca disse: ‘Eu sou o destino’. Ele disse: ‘Eu sou o Caminho’. Pode parecer apenas um detalhe semântico, mas isso muda tudo. Se Jesus é o caminho, a nossa espiritualidade não é sobre um troféu que a gente ganha no final, mas sobre como a gente percorre a jornada e quem a gente se torna enquanto caminha. A fé cristã não é uma linha de chegada, é um modo de andar. Muitas vezes, a religião nos vendeu uma ideia de perfeição estática: ‘Um dia você vai chegar em um nível espiritual de varão perfeito. Não terá mais dúvidas, nem medos, nem crises’. Mentira. Esse status mencionado por Paulo na carta aos Efésios não é uma meta individual de perfeição, mas sim uma soma de virtudes coletivas. Ninguém é (ou deveria almejar ser) individualmente perfeito. Mas caminhando coletivamente, sim. Por isso o texto diz: “… até que TODOS cheguemos à estatura de varão perfeito” A vida com Deus é movimento. É itinerância. É, como dizia o Salmo 133, (um salmo de peregrinação). Como é bom quando nos unimos na jornada! Nesta comunhão Deus derrama benção e vida. Essa consciência tem o poder de nos libertar da ansiedade de ter que estar ‘pronto’. Afinal, no Reino de Deus a vulnerabilidade é mais importante que a performance. O erro, o cansaço e a dúvida não são desvios do caminho; eles fazem parte da pavimentação. Seguir a Jesus é aprender a andar na estrada da honestidade, reconhecendo que somos eternos aprendizes de um carpinteiro que não tinha onde reclinar a cabeça. Neste mês de julho, eu te convido a tirar o peso das suas metas espirituais por um instante. Ao invés de olhar para a linha de chegada, olhe para os seus pés. Onde você está agora? Com quem você está caminhando? O que o trajeto tem te ensinado até aqui? O Evangelho não é para quem chegou; é para quem está na estrada. É para quem entendeu que a graça de Deus não nos espera no fim da linha, mas caminha ao nosso lado, no ritmo dos nossos passos cansados. Ainda assim cientes de que bondade e misericórdia nos seguirão todos os dias. Que em julho você aprenda a desfrutar da paisagem da vida, com todas as suas curvas, subidas e descidas. Eu vou ficando por aqui. Bom caminho para você. Um abraço e até o próximo Ampulheta. PARTICIPANTES: – Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS: – Duração: 04m51s – Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios. – Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA: – Ampulheta – Salmo 133 GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS: – WhatsApp – Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post O Evangelho do Caminho | Ampulheta 80 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe Lela Brandão para uma conversa sobre corpo, criação e o que acontece quando aprendemos a prestar atenção aos sinais que ele dá.Lela fala sobre o processo de escrever Vertigem, seu primeiro livro, a experiência de ser ouvida por milhões de pessoas, a relação entre corpo e criação e as emoções que acompanharam o lançamento.O papo também tem reflexões sobre vulnerabilidade, exposição, além de uma revelação linda.------------------------------------------------------------------Chegou o Anittaço do Mercado Livre! São ofertas imperdíveis com até 70% OFF, até 24x sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis nas compras acima de R$19. Corre pro appVálido até 19/07/2026 para produtos selecionados e conforme disponibilidade. Veja os modelos participantes, preços e condições vigentes em mercadolivre.com.br/descontaco. Confira as condições em mercadolivre.com.br/l/fretegratis.Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período 19/03/2026 e 24/03/2026.------------------------------------------------------------------Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram Lela Brandão: AQUI Livro: Vertigem: A coragem de encarar o vazio e escutar seu corpo, de Lela Brandão: AQUI Citações:Oração para Desaparecer, de Socorro Accioly: AQUIBons tempos: Yesteryear, de Caro Claire Burke: AQUI
Archaeologists have uncovered the ruins of a palace that perfectly matches the description of King Noah's palace in Mosiah 11. And within the throne room of this palace, they found the charred bones of what appears to be one human sacrificial victim. Which raises the question: DID THEY FIND ABINADI'S BONES??!!Join me for a fascinating exploration of the ancient site called El Palenque, in Oaxaca, Mexico, which seems to be confirming the Book of Mormon with every single archaeological discovery. The topography surrounding the old city explains mysterious phrases in the BOM text, the ancient geopolitics of the area mirror exactly the generational struggle of Lamanites vs Zeniffites, and everything dates to precisely the same time period as King Noah. Even the odd astronomical alignments of their ceremonial buildings suggest an intriguing connection to the "land of Shilom"--the very land over which King Noah reigned. This presentation includes slides, visuals, evidence, direct quotes from the archaeologists, scripture references, and even on-location footage shot at the beautiful El Palenque... Have you ever wondered WHERE the Book of Mormon took place?... You may not have to wonder for much longer.Show notes for this episode: https://mormontheories.wordpress.com/2025/10/27/015-abinadis-bones/Watch the YouTube version of this episode here: https://youtu.be/2w9LDMN7grg
(PT) No episódio desta semana do Metadoxos, recebo Amy Elizabeth Fox, cofundadora da Mobius Executive Leadership, organização dedicada ao desenvolvimento de lideranças e processos de transformação. Ao lado de sua irmã, Erika, Amy construiu um trabalho que integra aprendizagem de adultos, desenvolvimento vertical, psicologia e uma profunda investigação sobre o mundo interior.A autora de Leading in Chaos nos convida a olhar para temas como trauma, cura, espiritualidade e trabalho interno como fundamentos da transformação e, sobretudo, para a importância de agir com coerência em uma perspectiva multidimensional — entre corpo, mente e coração. Não por acaso, essa tríade dá nome ao episódio. É desse alinhamento interno que nasce uma atuação mais ética, íntegra e profundamente humana.Essa reflexão também nos leva às organizações. Durante muito tempo, elas foram construídas a partir de modelos que privilegiam a racionalidade e o controle, frequentemente desconectados do corpo, das relações e da inteligência que emerge da presença. Amy propõe outro caminho: é justamente a coerência entre corpo, mente e coração que torna a presença possível. E é dessa presença que nasce a capacidade de escutar verdadeiramente, manter as pausas necessárias e acessar a intuição com mais clareza.Espero que essa conversa lhe ajude nos seus momentos de reflexão! Bom play!______(EN) In this week's episode of Metadoxos, I'm joined by Amy Elizabeth Fox, co-founder of Mobius Executive Leadership, an organization dedicated to leadership development and transformational change. Together with her sister, Erika, Amy has dedicated her work to integrating adult learning, vertical development, psychology, and a deep exploration of the inner world.In her book Leading in Chaos, Amy invites us to reflect on topics such as trauma, healing, spirituality, and inner work as the foundations of transformation. Above all, she reminds us of the importance of acting with coherence from a multidimensional perspective—aligning body, mind, and heart. Not surprisingly, this triad became the title of the episode. It is from this inner alignment that a more ethical, wholehearted, and deeply human way of leading can emerge.This reflection also extends to organizations. For a long time, they have been built on models that prioritize rationality and control, often disconnected from the body, relationships, and the intelligence that emerges through presence.Amy offers another path: it is the coherence between body, mind, and heart that makes presence possible. And it is from that presence that our ability to truly listen, embrace meaningful pauses, and access our intuition with greater clarity begins to emerge.I hope this conversation supports you in your own moments of reflection. Enjoy the episode!
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 16 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, a OpenAI pode estar preparando seu primeiro dispositivo próprio: uma espécie de caixa de som inteligente, sem tela, com ChatGPT integrado e até partes móveis. Também falo sobre ex-funcionários processando a Meta por supostamente usar IA em demissões, o Apple Intelligence sendo aprovado para uso na China com modelos da Alibaba e Baidu, as ações da IBM despencando após alerta de lucro, o WhatsApp preparando seu próprio backup na nuvem e o Spotify testando uma IA para conversar sobre músicas, podcasts e livros.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:22:
What if the part you approved in five minutes ends up costing your company ten million dollars down the line? What you'll learn… (00:12) Why the Bill of Materials is quietly one of the biggest risk factors in electronics engineering (02:23) Eric Rimkeit's path from semiconductor procurement to HP commodity management to SupplyFrame (03:15) Ryan Chan's 20 years in supply chain strategy — and how SupplyFrame joined Siemens (04:24) A day in the life of an engineer buried under vintage charts, build checkpoints, and redesign requests (09:06) The real cost curve of a bad part: $1,000 to swap it on paper vs. $10 million once it's in the field (16:24) Why engineering and procurement don't talk — and who ends up "picking up the tab" (20:29) The unauthorized-parts-swap story from an overseas contract manufacturer (22:46) The lead-fishing-weight-and-ivy stunt Eric used to shake a team out of denial (29:43) Real results: 14,000 engineering hours saved a month, and $14 million recovered on tail-end parts (38:20) The three AI shifts reshaping BOM analysis: AI fabric, AI as a design partner, and agentic automation (43:40) The crawl-walk-run approach to actually getting a resiliency program off the ground More about the episode… In this episode of the Printed Circuit Podcast, host Steph Chavez sits down with Eric Rimkeit, Director of Marketing at SupplyFrame, and Ryan Chan, Vice President of Solutions Consulting at SupplyFrame — a Siemens company focused on Bill of Materials risk. Eric spent his career in procurement, from a semiconductor fab through commodity management at HP; Ryan spent two decades guiding companies through supply chain strategy before joining SupplyFrame. The conversation traces what happens when a design gets released without accounting for what's coming downstream: part proliferation, geopolitical disruption, tariffs, and shifting compliance standards that can turn a thousand-dollar swap into a ten-million-dollar redesign. Eric and Ryan unpack why engineering and procurement talk past each other, and share real stories — from an unauthorized parts swap caught on a factory floor to a homemade stunt involving a lead fishing weight and fake ivy — that show what's at stake when teams don't share visibility into risk. They close on where AI is headed next: not replacing engineers, but becoming a design partner that folds supply chain context directly into part selection. Connect with Steph Chavez: LinkedIn Website Connect with Eric Rimkeit: LinkedIn Supplyframe Website Connect with Ryan Chan: LinkedIn
Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe a professora e escritora Laura Pires para uma conversa sobre as diferentes formas de traição e o que acontece quando uma quebra de confiança transforma a maneira como enxergamos a nós mesmas.Ao longo da conversa, Laura reflete sobre como lidamos com o fim de um vínculo, a dificuldade de confiar novamente e a necessidade de reconstruir a narrativa sobre quem somos depois de uma ruptura.O papo também passa por vulnerabilidade, autocompaixão, perdão, e os caminhos possíveis para seguir em frente sem deixar que uma traição defina nossa própria história.Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaPara conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIInstagram Laura Pires: AQUI Livro: Por que nos frustramos no amor?, de Laura Pires: AQUI Citações:Podcast: On Purpose with Jay Shetty - Episódio citado: AQUIMúsica Taylor Swift - Bigger Than The Whole Sky: AQUI
Bom dia 247: Messi dá show, TariFlavio trai o Brasil 8.7.26 by TV 247
In this episode of the Altium OnTrack Podcast, host Zach Peterson sits down with Rob Barton, Head of Platform API at Altium, for a deep dive into how programmatic access is transforming PCB design and electronics development. Rob traces the evolution of Altium's API—from the early disconnected SDKs and the launch of Nexar, through Octopart supply data, all the way to the new Platform API that exposes design data, supply chain intelligence, and manufacturing services through a single, federated GraphQL schema. If you've ever wanted to connect Altium 365 and Altium Designer data directly into your own systems, this conversation maps out exactly where the technology is heading. Through two live demos, Rob shows how to query live Octopart supply data—pricing, availability, RoHS compliance, and BOM resolution—then navigates the Platform API down to individual PCB layers, nets, and track coordinates. The discussion also explores API-first design philosophy, why discoverable APIs now matter for AI agents and MCP servers, and the upcoming Altium Developer Center that will open this platform to engineers, enterprises, and third-party developers. Whether you're a procurement professional, a PCB designer, or building AI-enabled tools on top of electronics data, this episode is a clear look at the future of open, programmatic hardware design.
The auto industry didn't lose USMCA on July 1st. It lost the assumption that the rules would sit still.The agreement isn't dead. Nobody packed their boxes. But the US declined to renew the deal as written, and it opened what could be a 10-year renegotiation of the trade framework that governs somewhere between 1.6 and 2 trillion dollars a year, with autos at roughly 18% of that. The proposal on the table increases North American content from 75% to 82%, with half of that produced specifically in the US, and 25% tariffs still in place as leverage.In this episode, Jan Griffiths and Tom Roberts bring back QAD trade experts Ian Berman and Joshua Guy to separate what actually changed from what only sounds like it did. The headline reads like an attack on trade with Mexico and Canada. Ian reframes it fast: the real target is China and Mexico, as the bridge suppliers have used to skate on tariffs. If you've been finding loopholes, this is the light being pointed at them.Nothing changes tomorrow. That's the trap. The suppliers who wait for final rules will be doing origin math under deadline pressure that the prepared ones have already finished. Qualifying under the new content thresholds forces every supplier to expose its true bill of materials, and then to know its supplier's supplier's supplier. That's not a sourcing problem first. It's a data problem first.Joshua makes the same case from the trade-zone side. Foreign-Trade Zones won't erase the origin issue, but used well, they're a lever that mitigates duty exposure, with ROI that usually lands inside year one. 2025 was the largest growth year FTZ usage has seen, and DC is staffing up for another record in 2026. Underneath it all, the hosts keep returning to one message: data quality is the survival trait, systems turn that data into decisions fast enough to matter, and agility is the posture, because the volatility isn't a phase to wait out.This episode is a reminder that global trade is not back-office reporting. It is a strategic infrastructure. Leaders who treat it as such gain flexibility, cash flow timing advantages, and margin recovery. Those who do not will absorb the cost and call it unavoidable.Themes Discussed in This EpisodeWhat actually changed on July 1, and what didn'tWhy the new rules target China, with Mexico as the transshipment bridgeRising US-content and regional-value thresholds under revised rules of originOrigin qualification as a data problem before a sourcing problemKnowing your supplier's supplier's supplier across the bill of materialsClean upstream data as a tier-two competitive advantageForeign-Trade Zones as a duty-mitigation lever, not a loophole around originMoving from reactive compliance to proactive planning before the rules are finalFeatured GuestName: Ian BermanTitle: Global Trade and Transportation ExpertAbout: Ian is the Manager of Business Consulting with QAD Supply Chain. Ian has been with QAD for 11 years and has 20 years of experience in global trade and transportation management. He holds a Masters Degree in Supply Chain Management as well as an ASCM CLTD Certification.Connect: LinkedInName: Joshua GuyTitle: Foreign Trade Zone (FTZ) SpecialistAbout: For more than 25 years, Joshua has worked at the intersection of engineering, product leadership, and global trade, helping organizations bring structure and clarity to complex supply chains. Today, he leads strategy for Foreign-Trade Zone solutions that enable multinational importers to manage tariff exposure, reduce compliance risk, and strengthen financial performance. He also led the development of QAD FTZ, an industry-leading Inventory Control and Recordkeeping System that supports manufacturers, distributors, and 3PLs as they move from reactive compliance to proactive, resilient trade strategy in a volatile global environment.Connect: LinkedInAbout Your HostsJan GriffithsJan is the host and producer of the Auto Supply Chain Champions Podcast and The Automotive Leaders Podcast. A former automotive manufacturing and supply chain executive, Jan is recognized as a Champion for Culture Change in the automotive industry. She brings direct, grounded conversations to leaders navigating execution, disruption, and transformation across the global automotive ecosystem.Tom Roberts (Co-host)Tom is Co-host of the Auto Supply Chain Champions Podcast and Vice President of Strategic Industry Development at QAD. He works closely with automotive and industrial manufacturers to close the gap between insight and execution, helping leaders move from visibility to systems of action that drive real operational outcomes.Episode Highlights[01:43] Couples Therapy for Your Sourcing Strategy: Jan opens with Pete Mento's framing of the July 1 news, and the room agrees the metaphor fits: every sourcing decision now comes with an asterisk.[02:39] The Real Target Isn't Mexico: Ian reframes the headline. This is aimed at China and the Mexican bridge suppliers have used to skate tariffs, not at North American trade itself.[03:57] A Light on the True Bill of Materials: New content thresholds force origin math that exposes what a product is actually made of, and pushes visibility down to the supplier's supplier's supplier.[04:40] Tier Two Data Becomes an Advantage: Josh makes the case that clean, auditable upstream data is what separates the suppliers who survive this from the ones who scramble.[05:19] The Data Sensitivity Problem: Tom names the tension: OEMs want deeper visibility, and tier ones are wary of exposing their supply base and origin data outside their four walls.[09:02] FTZ as a Tool in the Toolbox: Josh explains what Foreign-Trade Zones can and can't do. They won't erase the origin issue, but they mitigate duty exposure in export-heavy flows.[11:06] A Record Year for Foreign-Trade Zones: 2025 was the largest FTZ growth year yet, and the DC board is staffing up for another record in 2026. Awareness of the lever is finally catching up.[13:04] The ROI Is a No-Brainer: Josh walks Tom through the math: most companies recoup FTZ setup and software costs inside year one or two, before the deeper savings even count.[15:50] Rules of Origin, in Plain Terms: Ian breaks down what a rule of origin actually is and why knowing your biggest BOM cost line matters more than any headline percentage.[19:48] Stress-Test the BOM Now: Jan lays out the starting move: run 82% regional and 50% US content against your bill of materials, prioritize the parts, then build the action plan.[22:32] The Monday-Morning Playbook: Ian, Josh, and Tom close on three moves: baseline your data, put systems in place, and stay agile, because the volatility isn't slowing down.Top Quotes[04:15] Ian Berman: “ If you're not doing FTA calculations and origin determinations today, my guess is you'll be doing them tomorrow because that's what's really gonna be tied in if you wanna keep being able to use these aspects.”[12:29] Joshua Guy: “You might not be able to get the full savings that you once might have had, but you can use these different tools available to squeeze out just enough margin to stay competitive.”[22:11] Jan Griffiths: “It's about reducing those decision-making cycle times, being able to grab the situation, grab the ball, and pivot and move with it quickly.”[24:40] Tom Roberts: “You got to have great data, and you got to make some decisions, and it's something you can't leave behind. You can't just kinda wait it out. It's good to get in front of it now.”Follow the Auto Supply Chain Champions Podcast for real conversations with leaders who are making hard choices, focusing their bets, and leading with intent.