Podcasts about BOM

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TechTalk Cast
21/07/2026 – IA chinesa desafia OpenAI, Galaxy Z Fold 8 vaza e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 7:17


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 21 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, novas inteligências artificiais chinesas prometem competir com os modelos mais avançados da OpenAI e da Anthropic, enquanto o Galaxy Z Fold 8 apareceu antes do lançamento oficial em vídeos publicados por J-Hope, do BTS. Também falo sobre a falha global que atingiu Instagram e Facebook, a União Europeia obrigando o Google a abrir recursos do Android e dados da busca para concorrentes, Apple e Google sendo pressionadas por aplicativos de IA que criam imagens falsas de nudez e o aumento dos preços do Apple Music e do Apple One no Brasil.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:24: Novas IAs chinesas prometem desafiar OpenAI e Anthropic01:25: Galaxy Z Fold 8 aparece antes do lançamento em vídeo de J-Hope02:25: Falha global atingiu Instagram e Facebook em vários países03:18: União Europeia obriga Google a abrir Android e dados da busca para rivais04:35: Apple e Google são pressionadas por apps de IA que criam nudes falsos05:33: Apple Music e Apple One ficam mais caros no Brasil06:48: Inté a próxima!Produtos do EpisódioNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Imagem gerada por IA

the news ☕️
A aliança de Milei com Flávio, fusão Paramount-Warner travada, novo primeiro-ministro do RU e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 14:54


Bom dia! ☕Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Garanta seus ingressos para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:

the news ☕️
Espanha vence a Copa do Mundo, a moda é trabalho braçal, China proíbe AI de relacionamentos e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:51


Bom dia! ☕Para profissionalizar seu câmbio com a Remessa Online e garantir 15% de desconto (THENEWS15) no spread, clique aqui.Mande sua dúvida sobre consórcios aqui.No episódio de hoje:⚽ ESPORTES: Espanha vence Argentina por 1X0 e se torna bicampeã da Copa do Mundo.

O Bom, o Mau e o Vilão
Ouviram o que Luís Neves disse agora sobre o atrelado?

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:37


A Provedora de Justiça (que pede contas ao Ministério da Educação), Fernando Alexandre (que teve mais um fim de semana de problemas) e Luís Neves (que continua no pântano) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
O Bom, o Mau e o Vilão. Ouviram o que Luís Neves disse agora sobre o atrelado?

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:37


A Provedora de Justiça (que pede contas ao Ministério da Educação), Fernando Alexandre (que teve mais um fim de semana de problemas) e Luís Neves (que continua no pântano) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PrevCast
INCÊNDIO EM INDÚSTRIA MOBILIZA 60 BOMBEIROS POR 15 HORAS | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #779

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:07


Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 129 e mostra por que um plano de evacuação eficiente precisa caminhar junto com sistemas capazes de controlar o incêndio ainda no princípio.

Bom dia, Obvious
O corpo sempre sabe antes, com Lela Brandão

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 60:35


Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe Lela Brandão para uma conversa sobre corpo, criação e o que acontece quando aprendemos a prestar atenção aos sinais que ele dá.Lela fala sobre o processo de escrever Vertigem, seu primeiro livro, a experiência de ser ouvida por milhões de pessoas, a relação entre corpo e criação e as emoções que acompanharam o lançamento.O papo também tem reflexões sobre vulnerabilidade, exposição, além de uma revelação linda.------------------------------------------------------------------Chegou o Anittaço do Mercado Livre! São ofertas imperdíveis com até 70% OFF, até 24x sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis nas compras acima de R$19. Corre pro appVálido até 19/07/2026 para produtos selecionados e conforme disponibilidade. Veja os modelos participantes, preços e condições vigentes em mercadolivre.com.br/descontaco. Confira as condições em mercadolivre.com.br/l/fretegratis.Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período 19/03/2026 e 24/03/2026.------------------------------------------------------------------Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.⁠⁠Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Marcela Ceribelli no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marcelaceribelli⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chapadinhas de Endorfina: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@chapadinhasdeendorfina⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça também, outros podcasts da Obvious:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Academia do Prazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Livros da Marcela Ceribelli:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aurora: O despertar da mulher exausta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUIInstagram Lela Brandão: AQUI Livro: Vertigem: A coragem de encarar o vazio e escutar seu corpo, de Lela Brandão: AQUI Citações:Oração para Desaparecer, de Socorro Accioly: AQUIBons tempos: Yesteryear, de Caro Claire Burke: AQUI  

PrevCast
VOCÊ DEPENDE DE MOTIVAÇÃO OU TEM CLAREZA? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #779

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 4:30


Bom dia!A pílula de hoje, com Renata Dalmolin, mostra por que clareza, direção e consistência sustentam resultados mesmo quando a motivação desaparece.

the news ☕️
Maternidade tardia bate recorde, China passa EUA em corrida de IA, sem burcas em Portugal e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 19:40


Bom dia! ☕As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Para profissionalizar seu câmbio com a Remessa Online e garantir 15% de desconto (THENEWS15) no spread, clique aqui.No episódio de hoje:

PrevCast
VOCÊ ESCOLHE A FERRAMENTA OU O HÁBITO? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #778

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 4:30


Bom dia!A pílula de hoje mostra por que a melhor ferramenta é aquela que faz parte da rotina, é utilizada pelo time e gera resultados de verdade.

Mormon Theories
#015–Abinadi's Bones: The Likely Ruins of King Noah's Palace

Mormon Theories

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 87:45


Archaeologists have uncovered the ruins of a palace that perfectly matches the description of King Noah's palace in Mosiah 11. And within the throne room of this palace, they found the charred bones of what appears to be one human sacrificial victim. Which raises the question: DID THEY FIND ABINADI'S BONES??!!Join me for a fascinating exploration of the ancient site called El Palenque, in Oaxaca, Mexico, which seems to be confirming the Book of Mormon with every single archaeological discovery. The topography surrounding the old city explains mysterious phrases in the BOM text, the ancient geopolitics of the area mirror exactly the generational struggle of Lamanites vs Zeniffites, and everything dates to precisely the same time period as King Noah. Even the odd astronomical alignments of their ceremonial buildings suggest an intriguing connection to the "land of Shilom"--the very land over which King Noah reigned. This presentation includes slides, visuals, evidence, direct quotes from the archaeologists, scripture references, and even on-location footage shot at the beautiful El Palenque... Have you ever wondered WHERE the Book of Mormon took place?... You may not have to wonder for much longer.Show notes for this episode: https://mormontheories.wordpress.com/2025/10/27/015-abinadis-bones/Watch the YouTube version of this episode here: https://youtu.be/2w9LDMN7grg

Devocionais Diarias
17 DE JULHO DE 2026| DEVOCIONAL DIÁRIO| REV PAULO ADRIANO.

Devocionais Diarias

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 2:57


Bom dia, Irmãos Graça e Paz sejam com todos! O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.Salmo 121:5Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17

the news ☕️
Brasil promete retaliar os EUA, rota para fugir de Ormuz, ataques a líderes de IA disparam e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 14:11


Bom dia! ☕Saiba mais sobre a Bike Ella da Moura aqui.Faça sua simulação com a Ademicon aqui.No episódio de hoje:

PrevCast
VOCÊ CONFIA NO LAUDO OU VERIFICA O CONDOMÍNIO? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #777

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 5:46


Bom dia!A pílula de hoje mostra por que a segurança de um condomínio depende de inspeção, manutenção e responsabilidade além da documentação.

O Bom, o Mau e o Vilão
Fica uma lição de vida para os alunos: não confiem em nada

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 7:58


Os portugueses (que não querem eleições), Luís Montenegro (que ainda culpa o PS) e o ministro da Educação (que mantém o suspense) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

TechTalk Cast
16/07/2026 – OpenAI vai lançar alto-falante com ChatGPT? Apple na China, demissões na Meta e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 9:17


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 16 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, a OpenAI pode estar preparando seu primeiro dispositivo próprio: uma espécie de caixa de som inteligente, sem tela, com ChatGPT integrado e até partes móveis. Também falo sobre ex-funcionários processando a Meta por supostamente usar IA em demissões, o Apple Intelligence sendo aprovado para uso na China com modelos da Alibaba e Baidu, as ações da IBM despencando após alerta de lucro, o WhatsApp preparando seu próprio backup na nuvem e o Spotify testando uma IA para conversar sobre músicas, podcasts e livros.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:22:

Incial
Minipod 323: Saiba como utilizar os sinônimos em seus textos — e evitar repetições desnecessárias

Incial

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 64:05


Salve, salve, confrades. Bom dia! Boa quinta-feira. No minipod de hoje, saiba como utilizar os sinônimos e evitar repetições em seus textos, sejam eles literários ou jornalísticos. E ainda, neste programa: aprenda a equilibrar o impulso artístico e o tino comercial; descubra como escolher uma boa premissa para sua história; veja como evitar a procrastinação; e confira a importância da reescrita, da edição e da revisão. ✏️

PrevCast
VOCÊ CONFERE O SPRINKLER OU APENAS O MODELO? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #776

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 5:30


Bom dia!A pílula de hoje, com o PrevApoiador Eliel Gonçalves, mostra por que temperatura de atuação, fator K e certificação do sprinkler precisam fazer parte de qualquer vistoria séria.

the news ☕️
Lula lidera corrida eleitoral, França aprova eutanásia, Nova York bane data centers e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 20:02


Bom dia! ☕Garanta o presente do seu pai com os descontos do Magalu aqui.Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.No episódio de hoje:

O Bom, o Mau e o Vilão
Ouça com atenção quem não precisa do nosso voto para nada

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 8:24


Álvaro Santos Pereira (que deixou um aviso), a ministra da Saúde (que adora um segredo) e Inês de Medeiros (que culpa o Mundial pela falta de água) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Devocionais Diarias
15 DE JULHO DE 2026| DEVOCIONAL DIÁRIO| REV PAULO ADRIANO.

Devocionais Diarias

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 3:03


Bom dia, Irmãos Graça e Paz sejam com todos! Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra.Salmo 121:1,2 Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17

PrevCast
VOCÊ EMITE O DOCUMENTO OU ENTREGA SEGURANÇA? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #775

PrevCast

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:28


Bom dia!A pílula de hoje, com a PrevAluna Mariana Madruga, mostra por que um AVCB válido não garante que os sistemas funcionarão quando realmente forem necessários.

the news ☕️
EUA ameaçam Brasil com taxa de 25%, brechó de luxo atrai alta renda, imposto cobrado no ato e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 22:02


Bom dia! ☕Faça sua simulação com a Ademicon aqui.Conheça o serviço de troca de bateria do Moura Fácil aqui.Garanta seu ingresso pro evento do the news ⁠aqui⁠.No episódio de hoje:

Bom dia, minha vida | com Isadora Basile
SWITCH 2 OLED VAI DEMORAR | Boardgame da Equipe Rocket, greve na Ubi e + | BOM DIA, MINHA VIDA

Bom dia, minha vida | com Isadora Basile

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 20:40


Apoie o Bom dia, minha vida!Visite https://apoia.se/bomdiaminhavidaNo Bom Dia, Minha Vida de hoje, Isadora Basile comenta o rumor de que a Nintendo estaria estudando uma versão OLED do Switch 2, a greve dos funcionários da Ubisoft Barcelona dias após o sucesso de vendas de Assassin's Creed Black Flag Resynced, o anúncio da Koei Tecmo de que quer expandir para cinco mil funcionários mesmo com a onda de demissões na indústria, a confirmação de Kingdom Hearts na D23 e a expectativa por novidades de Kingdom Hearts 4, e o novo jogo de tabuleiro da Pokémon focado na Equipe Rocket.❤️___

O Bom, o Mau e o Vilão
Depois de perder os votos, o BE perdeu a memória

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 9:22


A ministra do Ambiente (que lembrou factos), o ministro da Educação (que falhou mais um prazo) e o Bloco de Esquerda (que devia conhecer a sua História) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Printed Circuit
Proactive BOM Analysis: Turning Supply Chain Risk Into Competitive Advantage

Printed Circuit

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 46:36


What if the part you approved in five minutes ends up costing your company ten million dollars down the line? What you'll learn… (00:12) Why the Bill of Materials is quietly one of the biggest risk factors in electronics engineering (02:23) Eric Rimkeit's path from semiconductor procurement to HP commodity management to SupplyFrame (03:15) Ryan Chan's 20 years in supply chain strategy — and how SupplyFrame joined Siemens (04:24) A day in the life of an engineer buried under vintage charts, build checkpoints, and redesign requests (09:06) The real cost curve of a bad part: $1,000 to swap it on paper vs. $10 million once it's in the field (16:24) Why engineering and procurement don't talk — and who ends up "picking up the tab" (20:29) The unauthorized-parts-swap story from an overseas contract manufacturer (22:46) The lead-fishing-weight-and-ivy stunt Eric used to shake a team out of denial (29:43) Real results: 14,000 engineering hours saved a month, and $14 million recovered on tail-end parts (38:20) The three AI shifts reshaping BOM analysis: AI fabric, AI as a design partner, and agentic automation (43:40) The crawl-walk-run approach to actually getting a resiliency program off the ground More about the episode… In this episode of the Printed Circuit Podcast, host Steph Chavez sits down with Eric Rimkeit, Director of Marketing at SupplyFrame, and Ryan Chan, Vice President of Solutions Consulting at SupplyFrame — a Siemens company focused on Bill of Materials risk. Eric spent his career in procurement, from a semiconductor fab through commodity management at HP; Ryan spent two decades guiding companies through supply chain strategy before joining SupplyFrame. The conversation traces what happens when a design gets released without accounting for what's coming downstream: part proliferation, geopolitical disruption, tariffs, and shifting compliance standards that can turn a thousand-dollar swap into a ten-million-dollar redesign. Eric and Ryan unpack why engineering and procurement talk past each other, and share real stories — from an unauthorized parts swap caught on a factory floor to a homemade stunt involving a lead fishing weight and fake ivy — that show what's at stake when teams don't share visibility into risk. They close on where AI is headed next: not replacing engineers, but becoming a design partner that folds supply chain context directly into part selection. Connect with Steph Chavez: LinkedIn Website Connect with Eric Rimkeit: LinkedIn Supplyframe Website Connect with Ryan Chan: LinkedIn

TechTalk Cast
14/07/2026 – Apple processa OpenAI por roubo de segredos | Xbox pode abandonar discos físicos e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 10:46


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 14 de julho de 2026 e trago para vc as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, a Apple entrou com um processo contra a OpenAI acusando a empresa de roubo de segredos comerciais envolvendo hardware e ex-funcionários da própria Apple. Também falo sobre o Xbox preparando um possível recurso para substituir discos físicos por mídia digital, a OpenAI removendo temporariamente o limite de uso do GPT-5.6 Sol, a Meta removendo uma função polêmica que usava fotos públicas do Instagram em imagens geradas por IA, novos Apple Pencils com bateria substituível e o Mac Studio podendo chegar a 1,5 TB de memória unificada no futuro.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:23:

O Bom, o Mau e o Vilão
O ministro Luís Neves não está a ver bem o filme

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 7:58


Algum PS (que mantém a lucidez), as nossas forças de segurança (que desvalorizaram uma ameaça) e Luís Neves (que agora quer ficar em silêncio) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

the news ☕️
Carta de Bolsonaro gera punição, Japão terá nova agência espiã, o recuo das telas na infância e mais

the news ☕️

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 19:11


Bom dia! ☕Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.Garanta o presente do seu pai com os descontos do Magalu aqui.Garanta seu ingresso pro evento do the news aqui.No episódio de hoje:

Devocionais Diarias
14 DE JULHO DE 2026| DEVOCIONAL DIÁRIO| REV PAULO ADRIANO.

Devocionais Diarias

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 3:30


Bom dia, Irmãos Graça e Paz sejam com todos! Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão.João 5:25 Primeira Igreja Presbiteriana da Arniqueira www.1ipar.com Entre em contato conosco 1iparniqueiras@gmail.com Faça nos uma visita SHA Conjunto 3 Chácara 47A Arniqueira Brasília DF maps.app.goo.gl/iQSRtWrk9Hy6eaUT6YouTube https://youtube.com/@primeiraigrejapresbiterian1958Contribua Ore e ajude esta obra! Pix 40222748 000153 (CNPJ)Banco do Brasil Conta Corrente 51214-1Agência 2901-7Que Deus abençoe você!Porque de tal manera amó Dios al mundo, que ha dado á su Hijo unigénito, para que todo aquel que en él cree, no se pierda, mas tenga vida eterna. Juan 3:16For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whoever believes in him should not perish, but have everlasting life. John 3:16¹⁶ Ибо так возлюбил Бог мир , что отдал Сына Своего Единородного , дабы всякий верующий в Него , не погиб , но имел жизнь вечную . João 3:16Car Dieu a tellement aimé le monde, qu'il a donné son Fils unique; afin que tout homme qui croit en lui ne périsse point, mais qu'il ait la vie éternelle. João 3:16¹⁶ Want so lief het God die wêreld gehad, dat Hy sy eniggebore Seun gegee het, sodat elkeen wat in Hom glo, nie verlore mag gaan nie, maar die ewige lewe kan hê. João 3:16¹⁶ 하나님이 세상을 이처럼 사랑하사 독생자를 주셨으니 이는 저를 믿는 자마다 멸망치 않고 영생을 얻게 하려 하심이니라 João 3:16¹⁷ Tanrı, Oğlunu dünyayı yargılamak için göndermedi, dünya Onun aracılığıyla kurtulsun diye gönderdi. João 3:17

Z2 Talks
O que limita a sua Performance? | Academy Talks

Z2 Talks

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 39:27


Quais são os principais fatores limitantes na sua performance durante treinos e provas? Bom, como quase tudo na biomecânica, depende. Mas não se preocupe porque o Doc e a Professora Marília abordam e aprofundam nesse tema, em mais um Academy Talks.---------------------------------------------O Academy Talks é um programa idealizado para compartilhar conteúdos técnicos sobre saúde e performance de forma prática e aplicável no dia a dia, para enriquecer ainda mais as discussões e a prática profissional. Novos episódios toda sexta feira.Dra Marilia Andradehttps://www.instagram.com/marilia.andrade.10Paulo Puccinellihttps://www.instagram.com/paulo.puccinelli---------------------------------------------#academytalks #z2performance #z2talks #meudoc #meudocacademy #podcast #alwayschasing

Convidado
São Tomé e Príncipe: Candidato Carlos Vila Nova descarta revisão da constituição

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 7:34


São Tomé e Príncipe vai a votos neste domingo para escolher o seu Presidente. A RFI ouve esta semana os 4 candidatos ao escrutínio. A começar nesta segunda-feira com o presidente cessante Carlos Vila Nova. Ouvido por Maximino Carlos, o nosso correspondente, ele descarta advogar no seu programa a mudança do regime constitucional do arquipélago. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Carlos Vila Nova, que concorre a sua própria sucessão. Sobre o Processo de 25 de Novembro de 2022, que causou a morte de quatro civis no Quartel general das Forças Armadas o candidato Carlos Vila Nova disse que é um assunto de Estado, por isso cabe ao Estado resolver este problema.   O Processo de 25 Novembro é um assunto sério que tem que ser tratado com o cuidado que ele merece. Não estou a justificar seja o que for. Era mais qualquer coisa do que a subversão. Mas deixemos isso para que a justiça resolva.   No tocante à revisão constitucional, Carlos Vila Nova disse que não é sua intenção fazer uma alteração e até afirmou que convive com o actual sistema.   Ao abordar a revisão constitucional, fui suficientemente claro: Não é meu objectivo nem a intenção fazer uma revisão constitucional para a alteração do regime. Eu convivo bem com o sistema actual. Aliás, é nesse sistema que eu me candidatei e volto a me candidatar. Quanto a isto os são-tomenses devem estar tranquilos porque não é por aí. Não pretendo ir por aí. O que eu pretendo é que de facto, aqueles sinais pouco claros na Constituição que permitem a introdução e a interferência de um órgão no outro, porque eu também não gosto quando o outro órgão entra nas competências do Presidente da República. Porque dificulta, isto sim... Se há coisas, há matérias em que nós poderíamos estar de acordo... Não é preciso uma maioria de um bloco. É preciso é que entre exactamente, e no Parlamento se encontra a razão com as propostas, porque só passa aquilo com que todos estiverem de acordo. Isto é que eu partilho. Até porque, volto a dizer se é de lei. Portanto, a pergunta era sobre  o regime e depois o futuro do governo de salvação? Nós não sabemos. Vai depender do que sair das eleições de Setembro. Temos que aguardar para ver. Ninguém. Não sabemos o que vai acontecer.   A emigração é um dos assuntos que tem vindo a ser debatido em São Tomé e Príncipe, sobretudo da população jovem. Carlos Vila Nova disse que este não é um fenómeno novo, mas, entretanto, enquanto uma figura de Estado também está preocupado com este assunto.   O candidato Carlos Vila Nova, ainda Presidente da República, deu-se conta desse fenómeno Também um bocado antes de todos os outros actores políticos desse país. Se não me falha a memória, foi em finais de 2023. Tanto é que houve uma reportagem feita por um gabinete que não foi suficientemente ilustrativo, mas já foi bastante bom. E eu falava naquela altura que já estávamos a caminho de quase um quarto [da população a viver fora]. Eu fui desmentido com baixeza pelo então primeiro ministro e com ataques coordenados políticos. Sem perceber porquê ! Porque naquela altura até sentia que era um projecto para São Tomé e Príncipe em 2022/2003. O Presidente ainda estava convencido que o projecto do partido que sustentava o governo era um projecto para São Tomé e Príncipe. Mas, infelizmente dei-me conta que era um projecto pessoal. Bom, isso são outros contos. Também podemos chegar lá. E quando eu levanto essa questão, sou fortemente atacado. Mas com a mesma serenidade, porque precisamos de um presidente suficientemente sereno em São Tomé e Príncipe para manter o equilíbrio e a estabilidade. E o que é que eu pedi na altura ? Não eram os números com que me preocupava. Era uma estratégia política para lidar com a questão, porque estavam na altura a sair eminentemente jovens abaixo dos 35 anos. Hoje já não. Hoje há outras faixas etárias a acompanhar esse movimento. E não nos esqueçamos que uma boa parte dessa ligação, por razões de saúde, sobretudo pela hemodiálise, que é a desconexão total da pessoa com as suas famílias, e com o seu berço. Elas não podem voltar por enquanto. Mas essa estratégia não foi feita e hoje nós temos numa listagem, chamemos um "top dez". São Tomé e Príncipe é o nono país, é o nono desse "top10" de imigrantes em Portugal. Portanto não é o maior, é o nono. Praticamente só o Paquistão está abaixo de nós. Mas qual é a preocupação de 2021 a 2025? É a que mais cresceu: 263% ! Então nós precisamos de uma estratégia para lidar com a questão, porque nem todos estão a ser bem sucedidos lá. E por vergonha e por outras razões, mesmo colocando condições de regresso, não vêm. E temos que encontrar saída para isso. Há os que estão a serbem sucedidos. Também temos que ter uma estratégia para os que estão a ser bem sucedidos contribuírem positivamente para a melhoria do crescimento económico e da melhoria das condições de vida em São Tomé. Porque são santomenses !  Qual é o país que não recebe contributos, não abraça a sua diáspora para construir o país ? Não vou citar nomes porque eu não gosto muito da comparação, de um ou outro país, porque são diferentes: Europeus,  Africanos, todos fazem. Então nós temos que fazer isso. Portanto, isto é matéria para a próxima legislatura nos ocuparmos bem, porque é uma questão que já preocupa a muita gente a sair. São cerca de 46.000 que estão em Portugal e para uma população de 230.000 ou 240.0000, 46 1000 é muita gente !   Relativamente a uma coabitação com o governo Carlos Vila Nova disse que quem escolhe o governo é o povo e que estaria disposto a conviver com o governo que saísse das próximas eleições. Porque quem escolhe o futuro governo é o povo, através das escolhas que faz de partidos políticos e da sustentabilidade parlamentar. E eu terei que trabalhar com o primeiro ministro que sair do fruto dessas eleições em condições muito simples, no respeito dos limites da Constituição, desde que haja o respeito mútuo, a lealdade e condições de diálogo permanente. Porque mesmo não havendo convergência, temos de continuar a conversar e a encontrar caminhos para o bem de São Tomé e Príncipe. Este é o mecanismo que eu me preparei para lidar com os partidos e as próximas eleições legislativas. Carlos Vila Nova é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho, em São Tomé e Príncipe.

O Bom, o Mau e o Vilão
Por que carga de água é que Luís Neves não mostra tudo?

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 8:27


Os alunos (que agora desconfiam de tudo), o Livre (que acha que vai para o Governo) e o ministro da Administração Interna (que não explica tudo) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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O SEU TIME ESTÁ REPETINDO PERGUNTAS OU TE MOSTRANDO FALHAS? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #772

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 4:10


Bom dia!A pílula de hoje mostra como perguntas repetidas normalmente indicam processos inexistentes, confusos ou mal documentados dentro da operação.

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VOCÊ CONFIA NA MEMÓRIA OU NO PROCESSO? | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #773

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 3:31


Bom dia!A pílula de hoje mostra como decisões não documentadas geram ruído, retrabalho e conflitos desnecessários dentro das equipes.

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VEÍCULOS ELÉTRICOS PEGAM FOGO EM CEGONHA NA BR-101 | PÍLULAS DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO #774

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Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 5:37


Bom dia!A pílula de hoje resume a PrevNews 128 e mostra como novas tecnologias exigem novas estratégias de investigação, combate e proteção contra incêndio.

Bom dia, Obvious
Nem toda traição tem amante, com Laura Pires

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 48:55


Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli recebe a professora e escritora Laura Pires para uma conversa sobre as diferentes formas de traição e o que acontece quando uma quebra de confiança transforma a maneira como enxergamos a nós mesmas.Ao longo da conversa, Laura reflete sobre como lidamos com o fim de um vínculo, a dificuldade de confiar novamente e a necessidade de reconstruir a narrativa sobre quem somos depois de uma ruptura.O papo também passa por vulnerabilidade, autocompaixão, perdão, e os caminhos possíveis para seguir em frente sem deixar que uma traição defina nossa própria história.Use o cupom BOMDIA10 e ganhe 10% de desconto no Obvious Clube, a comunidade literária das mulheres que pensam em voz alta.Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marcelaceribelli⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chapadinhas de Endorfina: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@chapadinhasdeendorfina⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça também, outros podcasts da Obvious:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Academia do Prazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Livros da Marcela Ceribelli:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aurora: O despertar da mulher exausta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUIInstagram Laura Pires: AQUI Livro: Por que nos frustramos no amor?, de Laura Pires: AQUI Citações:Podcast: On Purpose with Jay Shetty - Episódio citado: AQUIMúsica Taylor Swift - Bigger Than The Whole Sky: AQUI 

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

TechTalk Cast
09/07/2026 – O GPT-5.6 chegou, Meta lança IA que usa fotos do Instagram!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 8:12


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 9 de julho de 2026No episódio de hoje, a Apple perdeu uma importante disputa antitruste na Europa e seguirá sendo tratada como gatekeeper no iOS e na App Store. Também falo sobre a Meta lançando o Muse Image, uma nova IA de imagens que já está gerando polêmica por usar fotos públicas do Instagram, a OpenAI liberando o GPT-5.6 nesta semana, o próximo Galaxy Unpacked da Samsung, o evento do Google Pixel 11 e o Claude Cowork chegando ao celular.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon - Ressaca Prime Day!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:43:

TV 247
Bom dia 247: Messi dá show, TariFlavio trai o Brasil 8.7.26

TV 247

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 208:46


Bom dia 247: Messi dá show, TariFlavio trai o Brasil 8.7.26 by TV 247

OnTrack with Judy Warner
Altium API Deep Dive: Opening PCB Data to Developers

OnTrack with Judy Warner

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 46:57


In this episode of the Altium OnTrack Podcast, host Zach Peterson sits down with Rob Barton, Head of Platform API at Altium, for a deep dive into how programmatic access is transforming PCB design and electronics development. Rob traces the evolution of Altium's API—from the early disconnected SDKs and the launch of Nexar, through Octopart supply data, all the way to the new Platform API that exposes design data, supply chain intelligence, and manufacturing services through a single, federated GraphQL schema. If you've ever wanted to connect Altium 365 and Altium Designer data directly into your own systems, this conversation maps out exactly where the technology is heading. Through two live demos, Rob shows how to query live Octopart supply data—pricing, availability, RoHS compliance, and BOM resolution—then navigates the Platform API down to individual PCB layers, nets, and track coordinates. The discussion also explores API-first design philosophy, why discoverable APIs now matter for AI agents and MCP servers, and the upcoming Altium Developer Center that will open this platform to engineers, enterprises, and third-party developers. Whether you're a procurement professional, a PCB designer, or building AI-enabled tools on top of electronics data, this episode is a clear look at the future of open, programmatic hardware design.

Receios Obscuros
Histórias Reais de Terror traduzidas do Japonês - A mão no espelho

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 35:41


Vocês pediram, eu trouxe. Os famosos relatos sobrenaturais contados pelo japoneses!Confesso que até nos filmes de terror eu sinto mais medo quando é japonês, imagina os relatos sobrenaturais REAIS?Vem comigo, vou trazer um pouco de como os japoneses vêem o mundo sobrenatural e, consequentemente, um pouco da cultura japonesa por tabela.Bom episódio a todos!

TechTalk Cast
07/07/2026 – Layoff atinge Xbox, estúdios deixam a Microsoft e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 9:01


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 07 de julho de 2026No episódio de hoje, a Microsoft anunciou uma das maiores reestruturações da história do Xbox, com 3.200 demissões ao longo do ano fiscal e quatro estúdios deixando a divisão. Também falo sobre o fenômeno TikTok Farlands, o lado mais estranho e oculto do algoritmo da plataforma, o iPhone Ultra dobrável podendo chegar com estoque extremamente limitado, o WhatsApp testando um ponto verde para mostrar quem está online, o fim do app TV Time e a colaboração entre Pokémon e a liga japonesa de futebol.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon - Prime Day!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:47:

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Bom dia 247: Faltam 3 meses para o tetra de Lula e 4 jogos para o hexa (5.7.26)

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Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 111:50


Bom dia 247: Faltam 3 meses para o tetra de Lula e 4 jogos para o hexa (5.7.26) by TV 247

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Bom dia 247: Direto de Teerã, o funeral de Khamenei (4.7.26)

TV 247

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 92:07


Bom dia 247: Direto de Teerã, o funeral de Khamenei (4.7.26) by TV 247

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Bom dia 247: Lula fica irado com Tariflávio (3.7.26)

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Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 208:18


Bom dia 247: Lula fica irado com Tariflávio (3.7.26) by TV 247

TechTalk Cast
02/07/2026 – PlayStation vai acabar com jogos em disco, Xbox pode cancelar Blade e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 9:03


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 2 de julho de 2026No episódio de hoje, a Sony anunciou o fim da produção de discos físicos para novos jogos de PlayStation a partir de 2028. Também falo sobre a Microsoft preparando uma nova leva de cortes no Xbox, com risco de fechamento de estúdios e cancelamento de Marvel's Blade, o WhatsApp liberando a reserva de nomes de usuário para ocultar o número de telefone, fabricantes de memória sendo acusadas de inflar o preço da RAM em até 700%, a volta dos modelos Mythos e Fable da Anthropic e novos rumores sobre as cores do iPhone 18 Pro.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon - Prime Day!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:40:

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Bom dia 247: Brasil hexa, Lula tetra (30.6.26)

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Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 209:02


Bom dia 247: Brasil hexa, Lula tetra (30.6.26) by TV 247

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Bom dia 247: carta de Rubio confirma traição de TariFlávio 27.6.26

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Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 88:30


Bom dia 247: carta de Rubio confirma traição de TariFlávio 27.6.26 by TV 247

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Bom dia 247: Lula e Petrobras, sinônimo de soberania 26.6.26

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Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 208:11


Bom dia 247: Lula e Petrobras, sinônimo de soberania 26.6.26 by TV 247