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➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 167Em 2016, solteira há três anos, Maria decide dar uma nova chance ao amor e conhece um homem português pela internet. O relacionamento avança rápido demais. Filhos, promessas, passagem paga e um convite para morar na Europa. Sozinha em um país estranho, cada detalhe começa a parecer suspeito. Um vizinho misterioso, uma porta trancada por dentro e uma faca escondida sob o travesseiro transformam o romance em um suspense psicológico. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Romance de cinema
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
No Médio Oriente: Israel anuncia "próxima fase" das operações militares e promete "mais surpresas. Militantes da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) acusam direção de violar estatutos do partido. Cabo Verde promove turismo de natureza e cultura na Feira de Turismo de Berlim, na Alemanha.
Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma. O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”
Neste episódio de abertura da temporada de 2026, o Chutando a Escada mergulha nas profundezas da identidade americana. Em um ano marcado pelos 250 anos da Independência dos Estados Unidos, a editora-chefe do OPEU, Tatiana Teixeira, recebe a professora Camila Vidal (UFSC) para uma análise que vai muito além das celebrações oficiais. Elas discutem como os mitos fundadores, o conceito de Destino Manifesto e o excepcionalismo americano foram construídos e disputados ao longo dos séculos. Mais do que uma revisão histórica, o episódio revela uma ideia de democracia distorcida, servindo de base para o unilateralismo agressivo e a distopia política que vemos hoje sob o trumpismo. Aperte o play! Clique aqui e conheça o OPEU. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira e Camila Vidal. Dedicatória especial: Henrique Harudi Marques Toriha. Capa do episódio: Capitólio sob nova perspectiva Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio: RAPHAEL, Ray. Founding Myths: stories that hide our patriotic past. New York: The New Press, 2004. HORNE, Gerald. The Counter-Revolution of 1776: slave resistance and the origins of the United States of America. New York: New York University Press, 2014. Capítulos: 00:00 – Abertura: Temporada 2026, mudança para a Alemanha e novas parcerias. 08:30 – Giro de Conjuntura: Maduro, Irã, Groenlândia e Trump 2.0. 15:00 – Introdução: Os 250 anos da Independência e a disputa de narrativas. 25:00 – Mitos Fundadores e a construção do Excepcionalismo. 42:00 – Destino Manifesto e a “exportação” da democracia americana. 55:00 – Trumpismo: O unilateralismo agressivo como herança histórica. 01:10:00 – Conclusão: Quem os EUA podem ser daqui para frente? The post EUA 250 anos: Mitos Fundadores e Distopia appeared first on Chutando a Escada.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://w.app/7mavbt➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 166Andreia realizou o sonho de morar na Inglaterra, casou-se com um engenheiro inglês e teve a vida que muitos considerariam perfeita. Mas por trás das mansões e viagens de luxo, escondia-se um sistema de controle e alienação parental que culminou em uma tentativa de estrangulamento. O que acontece quando o sistema do país estrangeiro decide acreditar no agressor e transforma a mãe vítima em uma sem-teto proibida de ver as próprias filhas?➡️Se gostou dessa história vai gostar também...A ex controla tudo
Especialistas alertam para prejuízos significativos dos conflitos no Médio Oriente, mas apontam também possíveis ganhos para países exportadores de energia, como Angola. Angola é o país anfitrião da Feira Internacional de Turismo de Berlim e aposta em cultura, natureza e autenticidade. Médio Oriente - Donald Trump diz que a campanha militar está a decorrer muito acima das expectativas.
O queimadense Julio se interessou por tecnologia apenas durante o curso técnico de eletrônica, mas isso lhe fez escolher engenharia de controle de automação como curso superior. Ainda na faculdade, teve a oportunidade de estagiar em Portugal, antes de voltar ao Brasil e passar a trabalhar na Huawei, o que lhe rendeu uma passagem pela China.Novamente de volta ao Brasil e, graças ao incentivo de um ex-colega de Portugal, Julio foi buscar oportunidades no exterior, e acabou indo parar na Polônia. De lá, passou a trabalhar em uma consultoria, antes de ser contratado pela empresa com a qual ele já lidava. Depois de um tempo, Julio resolveu buscar novos ares, e acabou indo para a Alemanha, em um trabalho que envolvia muitas viagens à Índia. Foi aí que surgiu a oportunidade de passar seis meses na Índia, onde ele se encontra atualmente.Neste episódio, ele compartilha seu curioso cotidiano e os muitos ajustes de se trabalhar na terra onde sim, as coisas são apimentadas de verdade..Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJulio Chagas, Gerente de Softwares Embarcados em Coimbatore, ÍndiaLinks:LinkedIn do JulioCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
No dia 9 de Março de 1916, a Alemanha declarou oficialmente guerra a Portugal, com o qual já estava oficiosamente em conflito desde 1914. Milhares de portugueses morreram nos campos da FlandresSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A narrativa que predomina no Brasil canábico é a do óleo, do CBD e da farmácia. Mas em vários países do mundo, a flor da maconha não só tem uso medicinal como é a principal via de tratamento em países como Estados Unidos, Canadá, Israel e Alemanha. E tem uma razão farmacológica para isso que quase ninguém explica direito: a flor carrega os terpenos intactos, as formas ácidas dos canabinoides ainda ativas e um buquê que qualquer processo de extração, por melhor que seja, inevitavelmente reduz.No episódio 103 do Cannabis Hoje Pod, eu conversei com o Dr. Wilson Lessa, psiquiatra e vice-presidente da Ambcann, a Associação Médica Brasileira de Endocanabinologia, que lançou uma cartilha pra esclarecer o uso terapêutico das flores. A gente entrou fundo nesse território que tanta gente evita para discutir a diferença entre fumar e vaporizar, a rápida ação do uso vaporizado e o que isso muda na prática para quem usa cannabis para dor aguda, e por que, ao não passar pelo fígado, a vaporização da cannabis praticamente não interfere com outras medicações.Aperta o play para entender sobre cannabis in natura antes de usar ou de opinar!***Encontre o Wilsonhttps://www.linkedin.com/in/wilson-da-silva-lessa-j%C3%BAnior-40479176/***Wilson indicaMarijuana Medical Papers - Tod Mikuriya (livro)***MARCAS APOIADORAS DA 5ª TEMPORADAEssas são marcas que valorizam a comunicação responsável e o jornalismo de excelência como pilares para orientar o desenvolvimento do setor.AbecMed: https://abecmed.com.br/Master Plants: https://masterplants.com.br/USA Hemp: https://www.usahempbrasil.com/aLeda: https://aleda.com.br/Blis: https://appblis.com.br/***Para seguir por dentro dos avanços da cannabis e dos psicodélicosAssine a news: https://cannabishoje.substack.com/Siga no Insta: https://www.instagram.com/cannabishoje/Se inscreva no Youtube: https://www.youtube.com/@cannabishojeAcesse: https://cannabishoje.com.br/
Encontro na Casa Branca coloca tem em discussão.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Confira no Jornal da Record News desta segunda-feira (2): Donald Trump diz que conflito contra o Irã pode passar de cinco semanas. Governo de Minas Gerais anuncia ações em Juiz de Fora e Ubá após fortes chuvas. E mais: França, Alemanha e Reino Unido preparam estratégia militar no Oriente Médio.
No episódio de hoje encerramos essa fase tão marcante na carreira de David, em parceria com o podcast Bota o disco aí, contamos porque o inquilino não foi somente dessa forma na Alemanha mas em todos os lugares que Bowie frequentou dessa forma. É um disco de art rock que já começa a mostrar um cantor novamente transicionando sua sonoridade e inspirações e contamos cada detalhe destes últimos momentos alemães do David Bowie. Para mais conteúdos sobre música, siga o @noizecast_ no instagram. Feito por Bruno Fonseca (@brunofonsecaxx) e Sammyr Muradi (@muradisammyr). Arte e design: Alex Almeida (@alxmd).
Presidente do Tribunal Supremo admite corrupção entre juízes e reacende debate sobre integridade da justiça em Angola. Presidente de São Tomé justifica nomeação de ex-conselheiro sueco detido pela Interpol com registo criminal limpo; analista critica demora na reação. Após várias horas de negociações, as conversações entre o Irão e os Estados Unidos terminaram sem acordo.
Nesta edição, analisamos o "rolo compressor" do TikTok Shop no Brasil, que já superou a chinesa Temu ao transformar o entretenimento em Social Commerce de alta frequência. Direto da Alemanha, trazemos as inovações da EuroShop 2026, mostrando que a tecnologia no varejo deixou de ser vitrine para focar 100% em eficiência operacional.Discutimos também como gigantes como Walmart e Hasbro já estão colhendo lucros reais com a Inteligência Artificial , e exploramos o novo comportamento da Geração Z, marcado pelo "subconsumo" e por um consumidor hiper-racional.Entre os destaques:
Era actualitat dera Val d'Aran en aran
➡️ Vamos ganhar o prêmio Estrala do Atlântico? Votar agora:https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/message/HDCIZBVM7OQ2N1➡️ Para trâmites sobre imigração, nacionalidade, documentos em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração, nacionalidade, documentos na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 165Débora saiu do Brasil em busca de segurança e recomeço. Anos depois, decidiu ajudar a filha, o genro e o neto a imigrarem para a Itália. Reformou a casa, contraiu dívidas, pagou documentos e sustentou a família por mais de um ano.O que ela não sabia é que estava financiando um plano que a deixaria sem o neto, bloqueada pela própria filha e respondendo a um processo criminal.Uma história real sobre sacrifício, manipulação, imigração e o limite entre ajudar e ser destruída.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Ele tentou me comprar
Em Angola, o ativista Pedrowski Teka apresenta projeto político COPA, em fase de legalização, e critica oposição por divisões internas e falta de estratégia. Bloco Democrático alerta que a resistência da UNITA em formalizar coligação ameaça a sua sobrevivência e procura alternativas. Homens recrutados em África pela Rússia vão para a guerra sem saber o destino; famílias tentam recuperar corpos.
Em Moçambique foram confirmadas detenções relacionadas com esquemas de corrupção na LAM (Linhas Aéreas de Moçambique). Guiné-Bissau: três meses após a intervenção militar que travou o processo eleitoral, vive-se uma das fases políticas mais tensas dos últimos anos. Terminou esta quinta-feira a primeira visita oficial do chanceler alemão Friedrich Merz à China.
Três servidores públicos foram detidos na província moçambicana de Gaza por alegado desvio de bens destinados às vítimas das cheias. Analista pede punição exemplar. Em São Tomé e Príncipe, Partido Ação Democrática Independente expulsa seis deputados e aprofunda crise político-parlamentar. Chanceler alemão realiza visita à China para discutir parcerias estratégicas.
Falo sobre decisão do TJSC que condenou Jonas Bressan por danos morais coletivos em razão de postagens xenofóbicas contra nordestinos logo após as eleições presidenciais de 2022. Lembro que o mesmo tribunal já o havia condenado criminalmente e discuto os fundamentos jurídicos da decisão, inclusive a comparação feita entre a incitação concreta à discriminação e o 3º Reich.
A participação da Itália na Segunda Guerra Mundial abriu um dos teatros mais complexos do conflito, marcado por campanhas no Norte da África, nos Bálcãs e, sobretudo, pela transformação do próprio território italiano em campo de batalha a partir de 1943. Após anos de alinhamento com a Alemanha nazista, o regime de Mussolini entrou em colapso diante de derrotas militares e da invasão aliada, levando à deposição do ditador, ao armistício com os Aliados e à ocupação alemã do norte da Itália. O país mergulhou então em uma guerra civil que opôs forças fascistas remanescentes, partisans antifascistas e exércitos estrangeiros, enquanto combates intensos como os de Monte Cassino e a lenta subida pela Península revelavam a dificuldade estratégica daquele front. O caso italiano expõe as ambiguidades de um regime que começou como potência do Eixo e terminou dividido, ocupado e devastado. É nesse teatro que os brasileiros atuaram. Convidamos Wilson de Oliveira Neto para examinar as diferentes fases do front italiano na Segunda Guerra Mundial, os interesses estratégicos em disputa, a participação do Brasil, o colapso do fascismo e as consequências políticas e sociais desse conflito para a Itália do pós-guerra.Instagram: @iclesrodriguesAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaEssa é a hora de ser novo cliente INSIDER. Usando o cupom HISTORIAFM na sua primeira compra na Insider, você ganha 20% de desconto! Acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore
Depois de semanas de instabilidade, o Arsenal fez um jogo enorme no clássico do norte de Londres para dar uma resposta. Será que é o que o time precisava para partir rumo ao título? Passamos ainda pelas outras ligas europeias, como Itália, Alemanha, Espanha e França.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Você já ouviu que o brasileiro produz pouco porque trabalha pouco?Os dados mostram exatamente o contrário. No novo episódio do Dedo no Pulso – Panorama Macroeconômico, analisamos números recentes do PISA (OCDE), do Banco Mundial (Doing Business), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do The Conference Board, para entender por que o Brasil gera apenas cerca de US$ 21 por hora trabalhada, enquanto países como os Estados Unidos e a Alemanha superam os US$ 80 por hora.
O maestro alemão Helmuth Rilling, que morreu no dia 11 passado, aos 92 anos, foi um dos maiores intérpretes e divulgadores da obra de Johann Sebastian Bach. Nascido em Stuttgart, no sudoeste da Alemanha, em 1933, ele fundou - ainda quando era estudante - o coral Gächinger Kantorei. Em 1965, para acompanhar esse coral, ele criou o Bach-Collegium Stuttgart, uma orquestra que reuniu músicos alemães e suíços. Juntos, o Gächinger Kantorei e o Bach-Collegium Stuttgart, sob a regência de Rilling, gravaram pela primeira vez todas as cantatas sacras de Bach, um projeto que começou em 1970 e terminou em 1985. No ano 2000, a Internationale Bachakademie Stuttgart - outra instituição fundada por Rilling para divulgar a música de Bach - gravou toda a obra do compositor alemão, num total de 172 CDs, lançados pelo selo Hänssler Classic. Em homenagem a Helmuth Rilling, esta edição de Manhã com Bach traz duas composições de Bach regidas pelo maestro alemão: o Concerto para Cravo em Ré Menor (BWV 1052) e a cantata Ihr werdet weinen und heulen, "Vós chorareis e lamentareis" (BWV 103). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 21 e 22 de fevereiro de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Neste episódio do Leste-Oeste, Nuno Rogeiro analisa a crescente tensão entre Estados Unidos e Irão, descrevendo o momento atual como uma fase “pós‑diplomática e pré‑militar”, marcada por exigências americanas sobre o programa nuclear iraniano, pelo reforço de meios militares no Médio Oriente e pela instabilidade interna em Teerão, onde regressam protestos estudantis e suspeitas de sabotagem. Rogeiro avança depois para a guerra da Ucrânia, revisitando momentos-chave desde 2014, revelando intenções estratégicas da Rússia e explorando a evolução do armamento ucraniano num contexto de negociações difíceis e apoio internacional incerto. O programa da SIC Notícias percorre ainda a multiplicidade de Europas revelada pela guerra, da competição entre França e Alemanha à presença russa no continente, passando por fenómenos de radicalização política. Rogeiro comenta ainda o impacto global dos ficheiros Epstein, as tensões internas nos Estados Unidos sob Trump, o surrealismo político venezuelano e questões de segurança nacional em Portugal, antes de encerrar com sugestões culturais que vão do jazz ao cinema e à literatura. Oiça aqui em podcast. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.
JK Cast # 252 - A Função da Bolsa de Valores, A Economia da Alemanha Nazista, O Feudalismo Sobreviveu
O título da peça de Tiago Rodrigues, sucesso em vários países e que agora chegou a Bochum, na Alemanha, é obviamente polémica e remete para uma reflexão sobre o que é o fascismo e sobre o paradoxo de ser ou não legítimo ser tolerante com os intolerantes.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano. No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%. Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.
Nesta edição, analisamos o "Efeito Ozempic" nas gôndolas: como os medicamentos emagrecedores estão reduzindo o volume das compras e exigindo uma nova curadoria de produtos focada em porções menores e maior densidade nutricional. Discutimos também o debate global na Índia sobre a regulamentação da Inteligência Artificial e a urgência da governança de dados para o varejo.Entramos na era do "Human Premium", mostrando por que o atendimento humano autêntico se tornou um artigo de luxo e o maior diferencial competitivo frente à saturação da automação. Por fim, destacamos a atuação firme da APAS para corrigir a cobrança em duplicidade do ICMS em São Paulo, uma luta essencial para proteger o fluxo de caixa dos supermercados.Entre os destaques:
O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi dedicado à análise dos discursos dos principais líderes políticos norte-americanos e europeus na 62.ª Conferência de Segurança de Munique, nomeadamente Marco Rubio, Friedrich Merz, Volodymyr Zelensky, Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Mark Rutte. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar tiraram lições do evento na Alemanha para reflectir sobre o actual estado das relações transatlânticas, destacando também a intervenção do subsecretário de Defesa dos EUA, Elbridge Colby, na reunião de ministros da Defesa da NATO, e a visita de Rubio à Hungria, para apoiar a campanha eleitoral de Viktor Orbán. No âmbito das tensões com Moscovo, no contexto da guerra na Ucrânia, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também assinalaram os 80 anos volvidos do “longo telegrama” do antigo embaixador dos EUA George Kennan, que estabeleceu as bases para a estratégia de “contenção” da então União Soviética durante a Guerra Fria. Houve ainda tempo para responder a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas sobre a influência do Projecto 2025, da ultraconservadora Heritage Foundation, na governação de Donald Trump, e sobre os próximos passos até às eleições intercalares norte-americanas, agendadas para Novembro. Por fim, falou-se de Jesse Jackson, figura de proa da luta pelos direitos civis nos EUA, que morreu no domingo, aos 84 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Moçambique: Queixosos do caso Bernardino Rafael estão muito satisfeitos com o andamento do processo. Guiné-Bissau: Cineasta de origem guineense espera “que a democracia retorne o quanto antes” ao país. Alemanha: Saiba como terminou o carnaval na Renânia do Norte Westfália, a festa mais badalada do ano.
Berlim alerta para uma "ameaça militar convencional". Bruno Cardoso Reis avisa para o risco de "sabotagem" e "ciberataques". Relação difícil entre França e Alemanha? "É preciso valorizar a defesa."See omnystudio.com/listener for privacy information.
Autoridades moçambicanas reforçam alerta para ciclone Gezani. Surto de cólera continua a matar em Guro, na província de Manica. Qual o papel dos meios de comunicação na difusão da fome em África?
Confira o episódio #533 especial do Podcast Futebol No Mundo sobre Copa do Mundo! Com convidado especial, Élber, ídolo do Bayern de Munique e um dos maiores artilheiros estrangeiros da Bundesliga e hoje é embaixador do Bayern. Élber relembra histórias de quando jogaa e fala sobre a Copa do mundo, a seleção da Alemanha e também da Seleção Brasileira. Vem com a gente! - Abertura do programa - Começa a entrevista com Élber - Estrutura e momento do Bayern - Carreira internacional - Projeto da Seleção da Alemanha - Passagem pela Seleção Brasileira - Geração atual da Seleção Brasileira - Passagem pelo Milan - Ancelotti e Brasil a Copa - Seleções favoritas para a Copa do Mundo - Sistema de jogo com centro-avante - Sobre a relação atual com o Bayern Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
➡️ Link para votar no prêmio: Estrela do Atlântico https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ Quero saber sobre trâmites em Portugal, Alemanhã, Austria, Polônia e Hungria:https://bit.ly/hiportugal ➡️ Quero saber sobre trâmites na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 161. Vale a Pena Trocar de Marido?Luna é casada há 15 anos, mãe de dois filhos e vive um casamento estável, porém vazio. Entediada e carente, ela se envolve virtualmente com um médico sírio que vive na Alemanha. O que começa como passatempo vira paixão, encontro real e uma escolha impossível: ficar com a família ou arriscar tudo por um amor incerto.➡️Se gostou dessa história vai se divertir também com essas...135. Senti e fui
A tensão no Minnesota resulta de uma “estratégia de caos deliberado” de Donald Trump, com o propósito de minar a confiança nas instituições e nas autoridades estaduais democratas nos EUA. Não é por acaso que tudo isto acontece neste Estado, conhecido pela sua hospitalidade e que é governado por Tim Waltz, que foi o candidato democrata à vice-presidência do país nas últimas eleições. Carlos Gaspar compara mesmo esta turbulência à instabilidade da República de Weimar, antes da ascensão do nazismo, na Alemanha dos anos 30 do século passado. Teresa de Sousa salienta que a administração Trump está a ser desmentida pelo “factor telemóvel”. As câmaras dos telemóveis revelam a brutalidade da actuação das agências federais, que o Governo tenta ocultar. Neste episódio, o investigador do IPRI-NOVA e a jornalista do PÚBLICO descrevem um mundo onde a estratégia de desordem de Donald Trump está a forçar a União Europeia a tornar-se mais autónoma, a procurar alianças estratégicas com a Índia e a lidar com o perigo de uma China politicamente instável e opaca, onde Xi Jiping acaba de purgar cinco generais da Comissão Militar Central. Texto de Amílcar CorreiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Endrick precisava de minutos e, no Lyon, respondeu com gols. A fase artilheira do brasileiro na França levanta questões para o Real Madrid e para a seleção brasileira: ele já briga pela titularidade com Dorival? Na Inglaterra, a disputa pelo título esquentou. O líder vê a vantagem cair para quatro pontos e a concorrência de Arsenal, City e Aston Villa aumentar. O Meiocampo #201 analisa ainda a ascensão do Manchester United de Michael Carrick, a queda da invencibilidade do Bayern na Alemanha e a regularidade da Inter de Milão na Itália.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Hoje ouvimos três portugueses que escolheram novos horizontes: da Finlândia à Eslovénia, passando pela Alemanha. O Bruno, a Daniela e a Joana contam-nos histórias de coragem, de desafios e, sobretudo, de descoberta.
Hoje ouvimos três portugueses que escolheram novos horizontes: da Finlândia à Eslovénia, passando pela Alemanha. O Bruno, a Daniela e a Joana contam-nos histórias de coragem, de desafios e, sobretudo, de descoberta.
A primeira volta das eleições presidenciais confirmou tendências que vinham a ser ensaiadas nas legislativas, mas libertaram-nas de uma disciplina partidária que parece cada vez mais artificial. O que saiu da primeira volta foi uma fragmentação da direita, voto útil à esquerda, normalização da extrema-direita e um eleitorado cada vez mais solto, mais tardio nas decisões e menos fiel às siglas. Pela primeira vez em cinquenta anos, os candidatos apoiados por PS e PSD não chegam a conquistar metade do eleitorado. O centro político, que durante décadas estruturou a democracia portuguesa, já não organiza o voto como organizava. A direita estilhaçou-se, o PSD perdeu capacidade de hegemonia no seu próprio campo, o Chega deixou de ser tabu para uma parte relevante do eleitorado conservador e o espaço político do PS surge, para muitos, menos como projeto político do que como garante de estabilidade. Outras coisas mostram-se mais estáveis do que se pensava: ser socialista não é, final, estigma eterno e a independência partidária não chega para ganhar eleições. Para perceber o que mudou na sociologia do voto, no sistema partidário e nos próprios limites da análise eleitoral, conversamos com Pedro Magalhães, uma visita assídua do Perguntar Não Ofende, nos balanços eleitorais. Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, doutorado pela Ohio State University, antigo diretor do Centro de Sondagens da Universidade Católica, tem estudado ao longo das últimas décadas o comportamento eleitoral, opinião pública e sistemas políticos comparado e é uma das vozes mais consistentes na leitura dos ciclos políticos portugueses.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No primeiro Hora Ácida de 2026, Henrique Boaventura recebe Diego Simão, da Cervejaria e Sidreria Cozalinda, para abrir o universo da sidra sob uma ótica técnica, prática e sem amarras. A conversa parte de um dado provocador do Censo da Cerveja Caseira 2025 e avança para um convite direto: fermentar mais coisas além da cerveja.Neste episódio, você vai entender o que define uma sidra, conhecer as principais escolas sidreiras (França, Espanha, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos) e, principalmente, mergulhar no papel do terroir, da maçã e do suco no resultado final. O papo aprofunda temas como doçura, acidez, taninos, carbonatação e estrutura, além de discutir a realidade brasileira, a padronização histórica da sidra industrial e o surgimento de uma cena artesanal mais diversa.Na parte prática, Diego destrincha o caminho mais viável para quem quer produzir sidra em casa: a escolha do suco integral, a leitura correta do rótulo, as diferenças entre suco retificado e integral, o impacto dos conservantes e como Brix e acidez variam ao longo do ano, mesmo em sucos industrializados. Um episódio essencial para quem quer começar — ou aprofundar — sua relação com a sidra antes de entrar de vez no tema da fermentação, que fica para a próxima parte da série.
No 3 em 1 desta sexta-feira (23), o destaque foi a avaliação do primeiro ano do novo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentada pela porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson. Segundo ela, a prioridade da atual administração é colocar os EUA em primeiro lugar, com foco na segurança nacional e no fortalecimento da atuação diplomática. Roberson afirmou ainda que Trump teve papel relevante na resolução de conflitos internacionais, sendo reconhecido como um ‘presidente da paz', além de destacar a continuidade das relações bilaterais com o Brasil e o avanço das parcerias com países europeus. Ainda no cenário internacional, Espanha e Alemanha recusaram oficialmente o convite para integrar o chamado Conselho da Paz, criado pelo governo Trump para monitorar a situação na Faixa de Gaza e atuar em outras regiões de conflito. França, Noruega, Eslovênia, Suécia, Itália, Reino Unido e Irlanda também rejeitaram a iniciativa, evidenciando a resistência europeia ao órgão liderado por Washington. Estados Unidos, Ucrânia e Rússia iniciam nesta sexta-feira (23), em Abu Dhabi, a primeira reunião trilateral desde o início da guerra para discutir um possível acordo de paz no conflito ucraniano, que se aproxima de quatro anos. O encontro ocorre sob protagonismo dos EUA no governo Trump. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que as negociações tratarão do controle territorial da região de Donbass, enquanto o Kremlin endureceu o discurso, condicionando o fim da guerra à retirada das tropas ucranianas e à anexação integral do território. No Brasil, o Rioprevidência afirmou que todos os seus investimentos seguiram rigorosamente a legislação e as normas dos órgãos de controle. A manifestação ocorre após a deflagração da Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, que apura suspeitas de aplicações financeiras irregulares. Em nota, o órgão informou que deverá receber de volta, nos próximos dois anos, os R$ 970 milhões investidos em letras financeiras do Banco Master. Também nesta sexta-feira, a oposição ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), protocolou dois pedidos de impeachment por supostos crimes de responsabilidade relacionados às negociações entre o BRB e o Banco Master. As solicitações foram encaminhadas à Câmara Legislativa do DF e agora dependem de autorização do presidente da Casa, Wellington Luiz (MDB-DF), aliado do governador. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a atuação da Corte e do ministro Dias Toffoli na supervisão do inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Em nota, Fachin afirmou que o STF atua dentro de suas atribuições constitucionais, com respeito ao devido processo legal e em cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Sem citar diretamente o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante evento em Maceió, que o ‘cidadão do Banco Master' teria aplicado um golpe de R$ 40 bilhões. Segundo Lula, o prejuízo não ficará restrito à instituição e deverá ser absorvido pelo sistema financeiro. O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, negou ter recomendado ao BRB a compra de carteiras supostamente fraudadas do Banco Master. Ele afirmou que colocou à disposição das autoridades todas as informações bancárias, fiscais e registros de conversas com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, reforçando que sua atuação seguiu critérios técnicos e legais. Nos Estados Unidos, manifestantes protestaram em Minneapolis após a prisão de uma criança de cinco anos, episódio que gerou indignação e reacendeu o debate sobre a política anti-imigração no país. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em Moçambique, Ossufo Momade insiste que vai largar a liderança da RENAMO, mas não diz quando. Donald Trump anuncia pré-acordo com a NATO sobre a Gronelândia. Alemanha acolhe festival de cinema lusófono até domingo.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (21): No discurso proferido nesta quarta-feira (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela fará “mais dinheiro nos próximos seis meses do que nos últimos anos”, em referência às perspectivas econômicas do país sul-americano em meio a recentes mudanças políticas e intervenções que envolvem o controle do setor petrolífero e maior participação de empresas estrangeiras no setor. No mesmo discurso, Trump voltou a defender a anexação da Groenlândia e afirmou que apenas os EUA têm capacidade de garantir a segurança do território. Em tom duro, Trump disse respeitar a população da Groenlândia e a Dinamarca, mas classificou o país europeu como “ingrato” e afirmou que a Europa “não está indo na direção correta”. Ele relembrou a presença militar americana na região durante a Segunda Guerra Mundial e descartou críticas de que sua proposta representaria uma ameaça à Otan, argumentando que a anexação fortaleceria a segurança da aliança militar. O presidente da França, Emmanuel Macron, solicitou nesta quarta-feira (21) a realização de um exercício militar da Otan na Groenlândia. Segundo comunicado oficial do Palácio do Eliseu, a França está pronta para contribuir com a operação. O pedido ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Ártico, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a anexação da Groenlândia. As crescentes tensões entre Estados Unidos e Europa levantam dúvidas sobre o futuro da Otan e a estabilidade da aliança militar. Divergências políticas, disputas estratégicas e declarações polêmicas do presidente Donald Trump têm elevado as tensões entre EUA e Europa. Para analisar esse cenário e os possíveis desdobramentos geopolíticos, o Morning Show entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de Relações Internacionais. O cenário geopolítico internacional ganhou novos contornos de tensão após Donald Trump manifestar o desejo de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos e ameaçar impor tarifas a países que se oponham à medida. Em meio a esse embate, a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, entrou no centro do debate político. Em países como a Alemanha, já surgem discussões sobre um possível boicote ao torneio, embora o governo alemão afirme que não interfere em decisões esportivas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Ele e seus dois irmãos cresceram em uma casa comandada pela mãe. Seu pai, comerciante, foi também um ciclista competitivo. Ele começou a praticar natação aos oito anos de idade, mas pouco tempo depois, migrou para o polo aquático. Aos 18 anos mudou para Brasília para cursar a universidade. Em 1984, presenciou um acontecimento que mudaria seu caminho, quando assistiu à primeira prova de triathlon realizada na capital. No dia seguinte começou a treinar e, cinco meses depois, já completava seu primeiro triathlon. Em um ano já havia conquistado o título de Campeão Brasiliense e ocupava o quinto lugar do ranking nacional, mas um outro acontecimento mudaria de forma definitiva a sua vida. Em uma viagem com destino a Salvador, o ônibus em que viajava colidiu com um caminhão e como consequência do grave acidente, ele teve a perna esquerda amputada abaixo do joelho. Coincidências da vida, semanas antes ele havia assistido a uma fita VHS do campeonato mundial de Ironman no Havaí de 1985 que mostrou o americano Pat Griskus se tornando o primeiro atleta amputado a completar a prova. Impressionado com o feito, havia decidido que um dia também disputaria a famosa competição e foi inspirado por este exemplo que ele recomeçou os treinos. Primeiro na piscina, depois com uma prótese simples, depois com uma peça mais sofisticada e, por fim, estava pronto para voltar às competições. A chegada em seu primeiro triathlon pouco mais de dois anos após o acidente, ficou marcada como um renascimento. A partir dali construiu uma das carreiras mais consistentes e longevas do paratriathlon brasileiro. Entre 1992 e 2010, participou de três edições dos Jogos Paralímpicos, participou de diversos campeonatos mundiais de triathlon, de natação e de ciclismo. Acumulou títulos que o colocaram entre os principais nomes do triathlon adaptado no mundo. Ele foi tetracampeão mundial de triathlon olímpico, bicampeão mundial do Ironman do Havaí na categoria Physically Challenged, bicampeão pan-americano de triathlon, além de campeão mundial de ciclismo na prova contra o relógio dos 20 km e duas vezes medalhista de ouro no ciclismo nos Jogos Parapan-Americanos de 2003. Ainda venceu o Ironman Brasil em sua faixa em 2005 no mesmo ano, registrou o melhor tempo à época para amputados nas distâncias do Ironman, com 9h57 na Alemanha. Conosco aqui, o ex-triatleta profissional com 21 participações em provas de Ironman, educador físico com especialização em educação física adaptada, jornalista e treinador que implantou programas de esporte adaptado e colaborou na estruturação de projetos decisivos para o crescimento do paradesporto no Ministério do Esporte, na Secretaria de Esporte em Santos, no Comitê Paralímpico Brasileiro e, mais tarde, como coordenador técnico do paratriathlon na CBTri, o santista Rivaldo Gonçalves Martins. Inspire-se! Um oferecimento da @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.