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A Batalha de Stalingrado, travada entre 1942 e 1943, foi um dos confrontos mais decisivos e sangrentos da Segunda Guerra Mundial. Inserida na ofensiva alemã em direção ao sul da União Soviética, a campanha tinha como objetivo garantir o controle de importantes recursos estratégicos e interromper as linhas de abastecimento soviéticas. O que começou como uma tentativa de captura rápida da cidade transformou-se em uma prolongada guerra de atrito marcada por combates urbanos intensos, enormes perdas humanas e condições extremas para soldados e civis. A resistência soviética, seguida pela Operação Urano e pelo cerco do 6º Exército alemão, alterou profundamente o curso da guerra na Frente Oriental, representando uma derrota estratégica da Alemanha nazista e abrindo caminho para uma série de ofensivas soviéticas que avançariam em direção a Berlim. Convidamos Vinicius Moraes para analisar o contexto militar e político da Batalha de Stalingrado, as estratégias adotadas por ambos os lados, a experiência dos combatentes em um dos cenários mais brutais do conflito e o significado dessa batalha para os rumos da Segunda Guerra Mundial.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaDe 03/06 a 07/06 sua compra no PIX te dá 5% de desconto a mais e você ganha brindes cumulativos. Compras acima de 399 têm frete grátis. Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore
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O alvinopolense Guilherme se interessou por computação logo cedo, tendo feito um site de Cartola FC logo aos 10 anos de idade. Dali, foi um pulo para fazer um curso de informática, na expectativa de aprender a montar computadores. Ao invés disso, aprendeu a programar. Com um projeto envolvendo Arduíno na bagagem, que também lhe colcou em contato com Android, foi nisso que ele focou enquanto cursava Computação na UFMG.Ao mesmo tempo, ele sempre se interessou pela cultura e pela vida no exterior. Juntando as duas coisas, ele passou a buscar trabalho em outros países, até que um dia o trabalho veio até ele. Um recrutador lhe apresentou uma oportunidade na Alemanha, que acabou se tornando seu trabalho até recentemente, quando se mudou novamente, agora para a Dublin.Neste episódio, o Guilherme compartilha melhor essa trajetória, e conta as semelhanças e as diferenças entre se trabalhar e morar no Brasil, na Alemanha, e na Irlanda.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaGuilherme Miranda, Desenvolvedor Android em Berlim, AlemanhaLinks:GlassdoorLevels.fyiTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
País, assim como outros europeus, não estimula bons hábitos de saúde.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou uma operação para desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 338 milhões. Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em endereços na zona norte e oeste da cidade. Segundo as investigações, o grupo possui pelo menos 25 integrantes e usava empresas fictícias e saques fracionados para dificultar o rastreamento dos recursos. A investigação começou em 2022, após uma instituição financeira relatar um saque de R$ 1 milhão em uma agência bancária. E ainda: Cidadão americano com ebola chega à Alemanha para tratamento.
Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, Suíça e diversos outros mercados desenvolvidos estão com os juros futuros em maiores patamares desde a crise de 2008. Isso aponta para um cenário de maior instabilidade, fuga de risco e complicações para mercados mais instáveis.FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:X, Cristiane Fensterseifer: O título de 30 anos dos EUA está no maior nível desde 2007 - https://x.com/crisinveste/status/2056790451944841223 X, Holger Zschaepitz: Bond market rout in one chart - https://x.com/Schuldensuehner/status/2056400106425847905 X, Adam Kobeissi: Loss of purchasing power of the american people - https://x.com/TKL_Adam/status/2056769936236712109 X, Jayme Simão: Yield do Japão para 10 anos teve alta de 35% apenas em 2026 - https://x.com/JaymeSimao/status/2056795003746189456 X, Robin Brooks: We've officially reached the “brutal” stage in the global bond market - https://x.com/robin_j_brooks/status/2056727666942955575 YouTube, The Wall Street Journal: Why bond yields are a key economic barometer - https://youtu.be/7x8vIvwYzFg?si=zBgS3-uZc2mABmBf
Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem a energia solar de varanda sob uma nova perspectiva: não apenas como uma solução doméstica curiosa, mas como uma possível etapa da democratização energética. Ao longo da conversa, o episódio explora o conceito dos sistemas solares plug-in, explicando como pequenos painéis fotovoltaicos, microinversores e estruturas de fixação podem permitir que moradores de apartamentos gerem parte da própria energia. Também são apresentados os principais fatores que impulsionaram essa tendência na Europa, especialmente na Alemanha, onde políticas de incentivo e regras mais simples ajudaram a popularizar os kits solares de varanda. O episódio analisa ainda a chegada desse movimento aos Estados Unidos, os cuidados técnicos necessários para a instalação e os desafios de segurança, como aterramento, sobrecarga elétrica, proteção contra intempéries e conexão adequada à rede. Outro ponto central é o cenário brasileiro. Apesar do avanço da geração distribuída no país, o modelo plug-and-play conectado diretamente à tomada residencial ainda não conta com uma regulamentação específica, o que torna sua adoção mais incipiente em comparação com mercados internacionais. Por fim, o episódio reflete sobre o potencial da energia solar de varanda na transição energética: uma solução pequena em escala individual, mas relevante para um futuro mais descentralizado, urbano e acessível, no qual consumidores também passam a atuar como geradores de energia. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Quatro dias depois de Donald Trump, Vladimir Putin chega esta terça-feira a Pequim, onde vai ser recebido, quarta-feira, pelo Presidente chinês Xi Jinping. Os líderes chinês e russo já se trataram publicamente como “velhos amigos”, mas a Rússia está altamente dependente, a nível económico, da China, o primeiro comprador do petróleo russo sob sanções internacionais. Simbolicamente, as duas visitas com poucos dias de intervalo confirmam Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, considera José Palmeira, especialista em Relações Internacionais e com quem conversámos sobre o tema. Menos de uma semana depois de Donald Trump ter sido recebido com pompa e circunstância em Pequim, Vladimir Putin chega esta terça-feira à China para se encontrar com Xi Jinping, descrito como um “bom amigo de longa data”, e para reafirmar a robustez das relações sino-russas. Trump foi o primeiro Presidente americano a deslocar-se à China desde 2017, Vladimir Putin vai cumprir a 25.ª visita, de acordo com a diplomacia chinesa. No espaço de um ano, todos os líderes das grandes potências do planeta foram a Pequim, como os do Brasil, da Índia, do Canadá, da União Europeia, de França, da Alemanha, de Itália, do Reino Unido e de Espanha. Agora, a visita de Trump e de Putin, intercalada de apenas quatro dias, confirma o estatuto de Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, resume José Palmeira, director da licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho, em Portugal. No fundo, “a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio”. Do outro lado, a China “tem beneficiado das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções”, deixando Moscovo altamente dependente, a nível económico deste que é o primeiro comprador das energias russas sob sanções internacionais. Por outro lado, Vladimir Putin leva na bagagem o dossier do gasoduto “Força da Sibéria 2” que, se for fechado, pode ligar a Rússia à China via Mongólia. Também em cima da mesa, de acordo com a presidência russa, está “a troca de opiniões sobre as grandes questões internacionais e regionais”. Pode a Rússia usar a sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia e desbloquear a situação no Estreito de Ormuz? Estas são algumas das questões sobre as quais falámos com o nosso convidado José Palmeira. RFI: O que está em jogo nesta visita de Vladimir Putin à China, apenas quatro dias depois de Xi Jinping ter recebido Donald Trump? José Palmeira, Director da Licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho: “Eu diria que em causa estão questões bilaterais, mas também globais. A China cada vez se assume mais como uma superpotência. A visita recente de Donald Trump evidenciou isso mesmo. A China e os Estados Unidos colocam-se no mesmo patamar em termos de poder global, com uma diferença: é que a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio. A referência que XI Jinping fez a Tucídides simboliza isso mesmo. Relativamente à Federação Russa, é verdade que, nos últimos anos, houve uma aproximação muito significativa. Essa relação é nomeada como sendo uma parceria especial e, no ponto de vista bilateral, a China tem beneficiado sobretudo das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções e, portanto, precisa de ter alternativas para exportar hidrocarbonetos. Isso tem sido útil quer à Federação Russa quer à China, que está a fazer uma compra a preço muito mais reduzido do que aquele que seria o preço de mercado. Por outro lado, a China lida, neste momento, com uma Rússia debilitada em função da guerra que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, onde está a empregar muitos meios militares e onde está a ter muitas baixas. A situação económica da Federação Russa também é bastante difícil neste momento e a China pode ser um aliado importante para Moscovo, na medida em que, de um plano económico, lhe permite sair desse tal bloqueio.” De certa forma, Moscovo quer ter garantias quanto ao facto de que a Rússia ocupa ainda um lugar privilegiado com a China? “O que é que nós tínhamos até há pouco tempo? Tínhamos uma Rússia que é uma potência militar, mas que no plano económico tem ficado debilitada, e tínhamos uma China que era o contrário, que era uma potência económica, mas ainda não tinha capacidade militar, sobretudo no plano nuclear equiparado à Rússia (tem armas nucleares, é verdade, mas o número de ogivas da Federação Russa é muito superior). E o que é que estamos a assistir? Estamos a assistir que a China está também no plano militar a assumir-se como uma potência cada vez mais completa, enquanto a Federação Russa, no plano militar, está a ficar bastante debilitada com o conflito e como já não era uma potência económica no mesmo patamar, acaba por ficar numa situação de inferioridade. A China é conhecida como Império do Meio e, no fundo, está-se a assumir também como uma potência acima da Federação Russa e num patamar equivalente aos Estados Unidos. E, portanto, isto quer no plano interno para XI Jinping, quer no plano externo, coloca a China, de facto, como uma potência que nunca teve este esplendor. Isto para Pequim não deixa de ser uma excelente notícia.” Por que é que a China não usa da sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia? “Essa é uma dúvida de que não temos propriamente uma resposta objectiva. Podemos criar cenários. Será que à China lhe interessa uma Rússia debilitada para poder continuar a tirar partido, por exemplo, dos hidrocarbonetos russos a um preço muito inferior ao de mercado? Será que a Rússia, por seu turno, continuando este conflito desta forma, vai tentar junto da China alguma reabilitação via não só da China, mas também dos BRICS (porque são, no fundo, a única alternativa que Rússia tem)? É isto que é o isolamento que o Ocidente lhe tem vetado. É verdade que este isolamento é muitas vezes, de certa forma, diluído, porque Donald Trump quer ter uma relação com Putin e quer criar aqui um certo equilíbrio com o intuito de mediar o conflito na Ucrânia, mas não tem conseguido até agora alcançar esse objectivo. Pode ser que mais tarde seja a China a aparecer com uma chave para a solução do conflito. Aliás, esta ambiguidade da China mantém-se também em relação ao Médio Oriente. Embora tenha uma boa relação com o Irão, não tem tido um papel activo no Médio Oriente, mas já teve no passado: a China reatou as relações entre o Irão e a Arábia Saudita, por exemplo. Será que vai emergir também como um desbloqueador do conflito, até porque também está a ser afectada pelo bloqueio do estreito de Ormuz? Portanto, há aqui várias questões onde a China não tem sido assertiva. Eu diria que a única matéria onde a China foi assertiva foi em relação a Taiwan, onde na recente visita [de Donald Trump] vincou bem que é um assunto interno e que não admite que os Estados Unidos ou qualquer país interfira.” Fala-se na construção de um gasoduto que ligue a Rússia e a China, através da Mongólia. Seria uma alternativa à via marítima oriunda do Médio Oriente, da qual a China acaba por também estar dependente. O conflito no Irão poderá fazer com que as possibilidades deste gasoduto se concretizar sejam ainda maiores? “Eu diria que, apesar de tudo, a China é muito prudente, isto é, a China não quer ficar dependente da Federação Russa também em termos desse tipo de abastecimentos. Agora, pode ser que o gasoduto seja interessante porque, sobretudo em situações de crise, uma boa relação com a Rússia garante sempre essa alternativa. Mas, apesar de tudo, a política chinesa é uma política de diversificação. Isto é, a China tem várias alternativas em termos de abastecimento e, nesse sentido, para a China é muito positivo ter essa possibilidade. Em caso de crise no Médio Oriente, a Federação Russa dará garantias, mas a China nunca quererá, penso eu, ficar muito dependente do Kremlin. A China quer ter uma política autónoma em matéria de política económica, tecnológica e a diversificação é a sua principal estratégia. Agora, poderá haver avanços nessa iniciativa relativamente ao gasoduto porque pode ser uma alternativa positiva para Pequim.” Tanto a China como a Rússia acabariam por, de certa forma, ganhar com a guerra no Médio Oriente? “Eu diria que o enfraquecimento dos Estados Unidos interessa a Pequim e a Moscovo. Agora, há aqui um problema que afecta mais a China do que a Rússia. É que a China, apesar de tudo, depende bastante do preço de mercado dos combustíveis e, estando esses preços em alta, isso é uma má notícia para Pequim. Agora, é verdade também que a China é um actor global e, nesse sentido, se os outros países da economia global estiverem mal, isso vai afectar também as exportações chinesas e a China não quer isto. Portanto, no curto prazo, o conflito pode não afectar a China, mas no médio e longo prazo afecta também a China que vai querer que o conflito no Médio Oriente termine e que o Estreito de Ormuz deixe de estar bloqueado. Portanto, também fará alguma pressão no sentido de o Irão não prolongar este braço-de-ferro muito tempo. Interessa também à China que o Irão saia desta guerra não derrotado, na medida em que é um aliado importante. Aliás, a China tem um número de aliados cada vez maior na região, lá está, no âmbito da sua política de diversificar. A China quer ter compradores em todo o lado e, na sua perspectiva de importador de energia, quer também ter países que lhe vendam essa energia e de uma forma o mais diversificada possível.” Para terminarmos, ligando estas duas visitas em menos de uma semana de líderes de potências mundiais a uma outra potência mundial, qual é a principal conclusão que se tira da visita de Trump à China e qual é a principal expectativa desta visita de Putin? “A China coloca-se aqui num patamar superior em que é objecto do interesse das duas potências. Uma maior, é verdade, uma super que são os Estados Unidos e outra que é uma superpotência militar, mas não tanto económica, que é a Rússia. E com isso vê-se como o líder desejado, o líder ao qual todos batem à porta. No caso concreto da Rússia, aquilo que certamente Vladimir Putin pretenderá é receber apoio da China daqueles equipamentos que são de duplo uso, que são vendidos alegadamente com objectivos civis, mas podem ter utilização militar. No plano económico, naturalmente, interessa à Rússia continuar a escoar o seu petróleo e gás natural para a China e também alargar as relações em todos os domínios que poderão ser úteis. Por exemplo, neste momento não é só o bloqueio económico, também há um bloqueio cultural e um bloqueio desportivo e é muito interessante para toda a cultura russa, que é muito vasta, e para os grupos desportivos russos poderem desenvolver a sua as suas práticas no território chinês ou no espaço mais amplo dos BRICS. E nesse sentido, a China funciona como um pivô.” Em relação ao aos Estados Unidos, qual é que foi a conquista desta visita de Trump? Conseguiu o que queria? “Ainda não estamos muito esclarecidos sobre aquilo que Trump terá conseguido. A priori, não conseguiu grande coisa, isto é, conseguiu levar uma comitiva, sobretudo constituída por líderes de empresas tecnológicas, e ainda não está muito claro em que é que isso resultou, porque foram anunciadas a compra por Pequim de alguns Boeings, mas, de qualquer forma, esse número não é confirmado por ambas as partes, os tais 200. E é verdade que Donald Trump especulou que a visita correu muito bem e foi um sucesso, mas isso não está dado como garantido. Vamos ver se é possível ou não que a China exerça alguma influência relativamente ao conflito no Médio Oriente porque Donald Trump já mostrou que não quer voltar a atacar o Irão, quer é um acordo diplomático. Mas para isso é preciso cedências e até agora estas cedências ainda não foram alcançadas. Vamos ver se Pequim exerce alguma influência nesse sentido ou não.”
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O Doutor dá as boas vindas ao novo genérico e patrocinador. Além disso, está muito entusiasmado com o pacote laboral e as suas implicações para o mundo do dating e para a colaboração com o fuhrer da Alemanha. Fala também sobre o mais recente talento da Dra. Joana Amaral Dias e apela a outros países que aproveitem o Dr. Jorge Martinez.Com o apoio da cockburn's: https://www.instagram.com/cockburns_port/Bilhetes para o Mundo está Top em: https://ticketline.sapo.pt/evento/o-mundo-esta-top-10-anos-jcd-99267Em Cada Esquina Um Salazar: https://youtu.be/VPstAXyWy7wSegmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapicaGenérico da autoria de Dr. Nicky Pimiento
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Esta semana, analisamos a jornada louca que aconteceu sobretudo na 2ª feira à noite, que viu o Benfica descer ao 3º lugar e o Braga a confirmar o 4º. Projectamos a última jornada do campeonato, incluindo a luta pela manutenção, que vai ser levada até às últimas. Abordamos a época agridoce do Braga e a luta entre Famalicão e Gil pelo 5º posto, que está a pender bem mais para os Famalicenses. Falamos do mais recente campeão na Europa, o Barcelona e, à boleia, partimos para uma ode a um craque: João Cancelo, que acaba de se tornar no 1º futebolista da história a vencer o campeonato nas 4 principais ligas: Itália, Inglaterra, Alemanha e Espanha! Terminamos com mais um belo fora de jogo, como sempre!
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas, Mestre em Ecologia e Recursos Naturais, e Doutora em Geologia, com ênfase em Paleontologia e Estratigrafia, Aline Ghilardi. Só vem! >> OUÇA (102min 45s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Aline Marcele Ghilardi é Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas (UFSCar, 2008), Mestre em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN-UFSCar, 2010) e Doutora em Geologia, com ênfase em Paleontologia e Estratigrafia (PPGGL-UFRJ, 2015). Atuou como professora substituta de Paleontologia na UFPE entre 2016 e 2017 e realizei pós-doutorado com foco em Paleoicnologia junto ao PPGERN-UFSCar entre 2017 e 2019. Em 2018, foi para o Steinmann Institut da Universität Bonn, Alemanha, como pesquisadora convidada. Desde 2019, é professora adjunta no Departamento de Geologia da UFRN, onde leciona disciplinas de Paleontologia e coordeno o Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia (LPP) e o Grupo de Pesquisa em Diversidade, Icnologia e Osteohistologia. Ainda na UFRN, pertence ao quadro permanente de docentes dos programas de pós-graduação em Geodinâmica e Geofísica (PPGG) e Sistemática e Evolução (PPGSE), onde orienta alunos de mestrado e doutorado. Atualmente é Diretora Pro-Tempore do Museu Câmara Cascudo (MCC-UFRN) e pesquisadora associada do seu Setor de Paleontologia da mesma instituição, além de ser investigadora associada da Sociedade de História Natural de Portugal. Suas pesquisas concentram-se nas áreas de Paleozoologia, Paleoecologia, Paleoicnologia e Paleohistologia, com foco em arcossauros mesozoicos, além de temas sobre colonialismo na ciência. Tem forte atuação em divulgação científica: é idealizadora e co-diretora da rede ''Colecionadores de Ossos'', vinculada ao Science Vlogs Brasil e Blogs de Ciência da Unicamp, com um blog e canal no YouTube com mais de 60 mil seguidores. Produziu inúmeros textos, vídeos, livros e jogos educativos. Foi a idealizadora da campanha #UbirajaraBelongstoBR, que impulsionou debates sobre colonialismo científico e contribuiu para a repatriação de fósseis brasileiros. Além disso, é cofundadora da rede Patrimônio em Pauta, voltada à proteção do patrimônio cultural brasileiro e também integra o coletivo ''Mulheres na Paleontologia'', que busca promover equidade de gênero na área. Recebeu prêmios por suas contribuições à ciência, divulgação científica e ativismo, e participa regularmente de palestras, cursos e entrevistas na mídia nacional e internacional. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5761534317977568 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
E se Hitler tivesse tomado a decisão certa em Dunquerque?Em maio de 1940, mais de 338 mil soldados britânicos, franceses e belgas estavam encurralados numa praia no norte da França. O Canal da Mancha ficava atrás deles. As divisões Panzer alemãs estavam a poucos quilômetros. A França já estava praticamente derrotada. E a Grã-Bretanha parecia à beira do colapso.Então aconteceu uma das decisões mais debatidas da Segunda Guerra Mundial: Hitler mandou parar.Essa pausa abriu a janela para a Operação Dínamo, a evacuação de Dunquerque, que salvou centenas de milhares de soldados aliados e permitiu que a Grã-Bretanha continuasse lutando.Mas e se essa ordem nunca tivesse sido dada?Neste vídeo, imaginamos uma realidade paralela assustadora: a destruição do Exército Britânico em Dunquerque, a queda política de Churchill, uma possível paz entre Londres e Berlim, uma Alemanha nazista sem front ocidental, a União Soviética enfrentando Hitler praticamente sozinha e um mundo pós-guerra completamente diferente do nosso.Dunquerque não foi apenas um episódio militar. Foi um daqueles momentos raros em que a história inteira pareceu depender de uma margem estreita, de uma decisão específica, de um erro de cálculo.Porque, às vezes, a diferença entre o mundo que existe e o mundo que poderia ter existido é muito menor do que gostaríamos de acreditar.Inscreva-se no canal para mais análises de história, geopolítica e os grandes momentos que moldaram o mundo.
Descrição Episódio - Diversilíngua /* Estilos simples para melhor visualização em navegadores - não afetam o Spotify */ body { font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.6; max-width: 800px; margin: 20px auto; padding: 20px; background-color: #f9f9f9; color: #121212; } .spotify-description { background-color: white; padding: 20px; border-radius: 12px; box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.1); white-space: pre-wrap; /* Preserva quebras de linha */ font-size: 16px; } a { color: #1DB954; /* Cor verde do Spotify */ text-decoration: none; } a:hover { text-decoration: underline; } hr { margin: 20px 0; border: 0; border-top: 1px solid #e0e0e0; } Imigrar parece incrível nas redes sociais — mas a realidade pode ser muito diferente. Neste episódio, reajo a dois vídeos da BBC News Brasil sobre imigração brasileira e conto a minha própria experiência como engenheiro de software brasileiro vivendo em Portugal.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 175Ela cresceu na pobreza, casou com um homem rico sem saber o que era amor e viveu uma vida confortável… mas vazia. Depois do divórcio, encontrou um relacionamento intenso e destrutivo.Até que veio a pior traição possível: o homem que ela amava… e a mulher que ela acolheu dentro de casa. Sem chão, aos 40 anos, ela tomou uma decisão extrema: foi para a Europa trabalhar como garota de programa. Mas o que parecia o fundo do poço… virou o início de uma história inacreditável. E o que aconteceu depois parece roteiro de filme, mas é real.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...O reencontro (parte 1)
Um ano depois de Friedrich Merz ter assumido o cargo de chanceler na Alemanha, o episódio desta semana do podcast Diplomatas tem como tema principal os planos e a estratégia de rearmamento da principal potência económica da União Europeia. Carlos Gaspar e Alberto Cunha analisaram o contexto político, económico e geopolítico que sustenta o objectivo alemão de ter o “maior Exército convencional” até 2030, numa era de retraimento militar dos Estados Unidos na Europa e de alteração das relações da Alemanha com a Rússia e com a China. Convidado desta semana no Diplomatas, o professor auxiliar do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa avaliou ainda as dificuldades e desafios internos do Governo CDU-SPD, num cenário de consolidação do apoio popular à AfD, de extrema-direita. Carlos Gaspar reflectiu ainda sobre os problemas da Rússia e de Vladimir Putin na guerra da Ucrânia, em vésperas das comemorações russas, em Moscovo, do Dia da Vitória da União Soviética sobre a Alemanha Nazi, no final da II Guerra Mundial. Por fim, os investigadores do IPRI comentaram os últimos capítulos do conflito no Médio Oriente, nomeadamente a decisão da Administração Trump de suspender a missão naval de escolta de navios mercantes no estreito de Ormuz, ao fim de menos de dois dias de tensões na via marítima com o Irão. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na Guiné-Bissau, opositores de Domingos Simões Pereira marcam congresso do PAIGC para o próximo fim de semana, à margem da direção do partido. O PAIGC já reagiu a esta convocatória. Diz que é uma convocatória ilegal.
Ataques na Alemanha levantam alertas sobre grupos de extrema esquerda. Que ameaça representam e porque é difícil travá-los? Análise com José Carlos Duarte.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A crise de combustível em Moçambique está a paralisar o transporte público. Na zona metropolitana de Maputo, muitos veículos ficaram hoje imobilizados por falta de abastecimento de combustível, e a situação agravou-se nas últimas vinte e quatro horas.
A Internazionale é a campeã italiana. O 21º Scudetto da história do clube chega numa temporada em que a Serie A tinha Conte no Napoli, Allegri no Milan e Spalletti na Juventus — e foi o novato Cristian Chivu quem levou o troféu. Discutimos o que esse título significa e o que ele revela sobre o futebol italiano. Depois, percorremos as principais ligas europeias: na Inglaterra, o Arsenal segue na liderança e o clássico entre Manchester United e Liverpool animou o fim de semana; na Espanha, o Barcelona caminha para o título; na Alemanha e na França, o panorama da rodada.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Fazer uma boa cerveja uma vez não é qualidade. Qualidade é conseguir fazer a mesma cerveja boa toda vez que você quiser. E essa diferença muda tudo, tanto para quem produz em casa quanto para quem quer se profissionalizar.Neste episódio, Henrique Boaventura conversa com Alexandre Esber, engenheiro químico, mestre cervejeiro com 28 anos de experiência e responsável pela Academia da Cerveja (escola cervejeira da Ambev voltada ao público externo), sobre como construir uma cultura de qualidade na produção de cerveja.O que você vai aprender:O que é qualidade de verdade: conformidade com o que foi desenhado, não apenas "estar bom"O kit mínimo de controle para o caseiro (teste de iodo por R$20, refratômetro por R$70, papel e caneta)Por que comprar equipamento caro não resolve problema de processoComo estabelecer tolerâncias e "gates de qualidade" ao longo da produçãoComo a Ambev opera: 370 pontos de controle analítico e 16 degustações humanas para cada cervejaPor que a degustação é soberana mesmo com toda a instrumentação disponívelCom Alexandre Esber, engenheiro químico, mestre cervejeiro e responsável pela Academia da Cerveja, escola cervejeira da Ambev e única escola fora da Alemanha com certificação conjunta VLB.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (04): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia a semana com reuniões de emergência com ministros para enfrentar uma crise política, agravada por derrotas recentes no Congresso Nacional. A expectativa entre aliados é reorganizar a base governista e definir novas estratégias para recuperar apoio e estabilidade no cenário político. O governo de Ronaldo Caiado é aprovado por 84% dos eleitores em Goiás, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada na última quinta-feira (30). De acordo com o levantamento, 11% desaprovam a gestão, enquanto 5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram opinar, indicando um alto índice de popularidade do governador no estado. O Pix passou por atualizações importantes em 2026 após novas regras estabelecidas pelo Banco Central entrarem em vigor, principalmente a partir de fevereiro. As mudanças têm como objetivo aumentar a segurança das transações e agilizar a recuperação de valores em casos de fraudes, reforçando a proteção dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou que os países europeus “ouviram” o recado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a guerra com o Irã e a necessidade de maior compromisso com a defesa. A declaração ocorre após Washington anunciar a retirada de cerca de 5 mil tropas da Alemanha, aumentando a pressão sobre os aliados. Segundo Rutte, os europeus reconhecem a insatisfação americana e já começam a dar sinais de maior envolvimento nas questões de segurança e defesa. A desaprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atingiu um nível recorde, segundo pesquisa Washington Post-ABC News-Ipsos divulgada neste domingo (03). O levantamento aponta insatisfação crescente dos americanos com a condução da guerra com o Irã e outras questões importantes. De acordo com os dados, 62% desaprovam o governo, enquanto 37% aprovam. O governo federal lança nesta segunda-feira (4) o Novo Desenrola Brasil, um pacote de medidas voltado à redução do endividamento da população. Segundo o Banco Central, cerca de 117 milhões de brasileiros tinham dívidas com instituições financeiras no fim de 2024. O programa permitirá a renegociação de débitos como cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies, após articulação entre o governo e o setor financeiro. A iniciativa busca facilitar acordos e aliviar a situação financeira de milhões de consumidores no país. O Irã afirmou ter impedido a entrada de um navio de guerra dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (04), em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. Segundo autoridades iranianas, a embarcação teria ignorado alertas e acabou sendo atingida por mísseis nas proximidades da ilha de Jask. O episódio ocorre no mesmo dia em que o governo de Donald Trump prometeu iniciar uma operação para escoltar navios na região, aumentando o risco de novos confrontos em uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. O debate sobre o fim da escala 6x1 ganha força no Congresso Nacional e levanta discussões sobre impactos na economia e no mercado de trabalho. Para analisar o tema, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Alex Manente (Cidadania), que comenta os possíveis efeitos da proposta e os desafios para sua implementação. O estado de São Paulo registrou aumento significativo nos casos de feminicídio no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. Foram 86 feminicídios no período, o maior número da série histórica para os primeiros meses do ano, com uma mulher morta a cada 25 horas. O crescimento representa alta de 41% em relação a 2025 e acompanha uma tendência nacional, mas em ritmo mais acelerado no estado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pesquisa mostra que mais pobres se endividam por causa de gastos essenciais. Alemanha reconhece diferenças, mas tenta minimizar atrito com Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (03): O governo federal publicou decreto que regulamenta a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), parte da reforma tributária. A medida promete simplificar o sistema e aumentar a transparência dos impostos, com implementação gradual. O agronegócio brasileiro enfrenta pressão com a dependência de insumos importados, como fertilizantes. Conflitos internacionais impactam custos e produção, trazendo incertezas para as próximas safras. Pesquisa mostra que eleitores de Donald Trump defendem algum tipo de regulação da inteligência artificial. O tema divide republicanos e ganha força diante do temor sobre empregos e avanço tecnológico. O conflito entre Estados Unidos e Irã já ultrapassa 60 dias e segue sem solução clara. Segundo o professor de Relações Internacionais Lucas Portela, o cenário envolve interesses estratégicos e torna um cessar-fogo cada vez mais difícil. O Irã anunciou um plano com medidas para controlar o tráfego no Estreito de Ormuz, incluindo restrições a navios ligados a Israel e cobrança de taxas de países considerados hostis. A proposta também prevê autorização prévia para embarcações e destinação de recursos para áreas militar e econômica. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ministro da Defesa da Alemanha afirmou que a Europa precisa fortalecer suas próprias capacidades militares e reduzir a dependência dos Estados Unidos. A declaração ocorre após tensões envolvendo falas do presidente Donald Trump e discussões sobre a presença de tropas americanas no continente. O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta boa evolução clínica após cirurgia no ombro e deve receber alta na segunda-feira, segundo a equipe médica. Ele iniciou o protocolo de reabilitação, com acompanhamento para controle da dor e prevenção de complicações. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que deve analisar uma nova proposta de paz enviada pelo Irã, mas disse não acreditar que o plano será aceitável. O documento deve chegar nos próximos dias com mediação do Paquistão, em meio às tensões no Oriente Médio. A cantora Shakira reuniu cerca de 2 milhões de pessoas em Copacabana, no Rio de Janeiro, em um megashow que contou com participação de artistas brasileiros. O evento deve movimentar aproximadamente R$ 800 milhões na economia local, apesar de registros de atrasos e ocorrências de furtos. Um homem investigado por participação em um estupro coletivo contra duas crianças, de 7 e 10 anos, na zona leste de São Paulo, foi preso no interior da Bahia. Ele segue detido e deve ser transferido para a capital paulista, enquanto a polícia busca outro suspeito. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Christiano Rocha não tem dúvida em afirmar que existem dimensões da vida que a gente só compreende quando se permite sentir — e não apenas explicar. Desde muito cedo, ainda na infância, ele já percebia o mundo de uma forma diferente. Uma sensibilidade mais fina, quase silenciosa, que o colocava em contato com camadas sutis da existência que nem sempre cabem em palavras. Ao longo da vida, essa percepção não apenas permaneceu… como se aprofundou. Em suas jornadas por países como China e Alemanha, viveu experiências difíceis de enquadrar dentro de uma lógica convencional — encontros, percepções e episódios que ampliaram radicalmente sua forma de enxergar o corpo, a mente e a própria realidade. Mas talvez tão marcante quanto essas experiências sejam as sincronicidades que foram se revelando ao longo do seu caminho. Como se, de alguma forma, a vida fosse abrindo portas no momento exato… conduzindo, alinhando, mostrando direções. Nada parece ter sido por acaso. Com quase duas décadas de experiência, formação em Educação Física e especializações em áreas como Medicina Tradicional Chinesa, Acupuntura Japonesa e Saúde Mental, ele construiu uma abordagem que integra ciência, tradição e consciência. À frente do Instituto Invida, desenvolve um trabalho que vai além do sintoma — um olhar que busca compreender o ser humano em sua totalidade, respeitando o corpo, a energia e aquilo que ainda não sabemos nomear. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Christiano contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “Há um caminho invisível conduzindo tudo". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (01): Um avião da Gol, que vinha de Salvador, precisou arremeter no mesmo momento em que uma aeronave da Azul estava decolando, na última quinta-feira (30). Os dois aviões ficaram bem próximos, aparentando estarem abaixo da separação vertical mínima recomendada, que é de um pé. Em um pronunciamento transmitido em cadeia de rádio e televisão, o presidente Lula anunciou, às vésperas do Dia do Trabalhador, o lançamento do programa de renegociação de dívidas. Além disso, o mandatário também defendeu a escala 6x1, o programa Desenrola e o controle das bets. Segundo a cúpula do governo, o presidente Lula não deve indicar um novo nome ao STF até o final do ano. A declaração foi feita pelo senador Weverton Rocha (PDT/BA) e reflete a estratégia da atual gestão de evitar novos desgastes em um momento politicamente sensível. O ministro do STF Alexandre de Moraes deu até 90 dias para a Polícia Federal periciar as imagens da megaoperação nas comunidades da Penha e do Alemão, em 2025, que resultou na morte de 122 pessoas. O material já foi submetido pela Secretaria de Segurança Pública à PF. O governo de São Paulo, em parceria com o IBGE e ministérios federais, lançou o plano Cidadania PopRua para mapear e atender a população em situação de rua na capital paulista. Com sete novas unidades, o projeto oferece serviços multidisciplinares de saúde, assistência psicossocial e apoio jurídico. A iniciativa foca na redução de danos e na promoção de direitos civis para um contingente que representa cerca de 30% do total nacional. A base governista no Congresso Nacional articula um recurso ao STF para tentar barrar a "Lei da Dosimetria", que reduz penas e altera regras de progressão de regime para condenados pelos atos de 8 de janeiro. A movimentação ocorreu após uma derrota expressiva do governo na derrubada do veto presidencial. O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, alerta para as graves consequências econômicas do fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã. Com o petróleo atingindo a marca de US$120, analistas discutem o uso estratégico do bloqueio como uma "arma nuclear econômica" capaz de gerar inflação e recessão global. O cenário de incerteza pressiona as cadeias produtivas e desafia a estabilidade financeira mundial. O presidente Donald Trump ameaça retirar tropas norte-americanas da Alemanha, Itália e Espanha, intensificando a pressão sobre os aliados da OTAN. A medida seria uma retaliação à recusa desses países em apoiar diretamente as operações dos EUA contra o Irã. Atualmente, os Estados Unidos mantêm mais de 50 mil soldados na região e a possível desmobilização representa uma mudança drástica na postura militar e diplomática em solo europeu. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificou como um sinal de "extrema fragilidade" a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF. Em tom crítico, Tarcísio afirmou que o governo Lula demonstra falta de articulação política e governabilidade, destacando que um revés dessa magnitude não ocorria no Brasil há mais de um século. As deputadas Heloísa Helena (REDE-RJ) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) protocolaram o pedido de instalação da CPMI do Banco Master, após reunirem as assinaturas necessárias no Congresso. A comissão visa investigar possíveis irregularidades em concessões de crédito e conexões suspeitas com agentes públicos. O presidente dos EUA, Donald Trump, subiu o tom contra o chanceler alemão, Friedrich Merz, sugerindo que o líder europeu deveria focar em "consertar seu país quebrado" em vez de interferir na estratégia norte-americana contra o Irã. o mandatário criticou a gestão alemã em temas como imigração e energia, além de sinalizar uma possível retirada de tropas da Europa. A declaração gera incerteza sobre o futuro das relações diplomáticas e a estabilidade da OTAN. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 174Camila topou o convite do amigo de ir para um resort com amigo com tudo pago. Mas antes mesmo de embarcar ela descobre que as férias vai ser bem mais emocionante do que ela esperava.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Flagrada Nua
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (30): Os senadores Carlos Portinho (PL-RJ) e Eduardo Girão (Novo-CE) comentaram a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, classificando o resultado como uma vitória da sociedade brasileira. Portinho afirmou que a decisão envia recados importantes ao governo e destacou que há um cansaço da população diante do cenário de tensão. Já Girão declarou que “a sociedade brasileira venceu” com o desfecho. O senador Flávio Bolsonaro afirmou que a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo representa o “fim do governo” de Luiz Inácio Lula da Silva. O Senado rejeitou o nome por 42 votos a 34. Segundo ele, o resultado indica insatisfação política e reequilíbrio entre os Poderes. O parlamentar negou articulação contra a indicação e criticou a relação do governo com o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Dirigentes da Federação de Futebol Iraniana afirmaram ter sido impedidos de entrar no Canadá nesta quarta-feira (29), ao chegarem ao aeroporto de Toronto, mesmo com vistos válidos. Segundo a agência Tasnim, integrantes da delegação, incluindo o presidente Mehdi Taj, o secretário-geral Hedayat Mombeini e o vice Hamed Momeni, relataram terem sido insultados por autoridades de imigração, que apresentaram comportamento considerado inadequado. O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, cobrou explicações do Senado Federal, nesta quarta-feira (29), após a rejeição da indicação de Jorge Messias, atual Advogado-Geral da União, ao Supremo Tribunal Federal. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (29) que o governo deve liberar cerca de R$ 4,5 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para que trabalhadores possam quitar dívidas. Segundo ele, será possível utilizar até 20% do saldo disponível do FGTS para pagamento de débitos, com um limite máximo de R$ 8 bilhões a serem resgatados para essa finalidade, embora a estimativa seja de uso efetivo em torno de R$ 4,5 bilhões. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou nesta quarta-feira (29) a proposta apresentada pelo Irã para encerrar a guerra entre os dois países, segundo informações do site Axios. De acordo com a publicação, o próprio Trump confirmou que não aceitou o texto enviado por Teerã durante entrevista a repórteres. A Polícia Federal analisa uma proposta de delação premiada apresentada pelo ex-procurador-geral do INSS Virgílio de Oliveira Filho, preso no Paraná desde novembro. Transferido para uma cela na Superintendência da PF em Curitiba, ele já entregou uma lista de temas que pretende delatar, admitiu a prática de crimes e prestou depoimentos iniciais. Caso a PF decida firmar o acordo, o material será encaminhado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (29) que está avaliando uma possível redução no número de tropas norte-americanas na Alemanha. O anúncio ocorre em meio a uma crise entre o governo dos Estados Unidos e o chanceler alemão, Friedrich Merz, elevando a tensão nas relações entre os dois países. Pesquisa Atlas Latam Pulse divulgada nesta quinta-feira (30) aponta que os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, são os políticos com pior avaliação no Brasil. Alcolumbre tem apenas 3% de avaliação positiva e 81% negativa, enquanto Motta registra 2% de aprovação e 87% de rejeição. O levantamento também mostra um empate entre Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e Michelle Bolsonaro entre os mais bem avaliados, todos com 45% de imagem positiva, embora também apresentem índices elevados de rejeição. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
Uma menina de quatro anos some de um parque em Duisburg. A polícia bate de porta em porta. Um vizinho menciona o cano entupido do banheiro. Uma palavra muda tudo: tripas. O que a polícia encontra naquele apartamento vai sacudir a Alemanha. #586
NESTA EDIÇÃO. Com a compra de mais um ativo na Bacia de Campos, Petrobras caminha com plano de retomada na região. Preço do barril de petróleo volta a subir após fracasso de tentativas de negociações entre EUA e Irã. Casa Branca avalia proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. MME publica diretrizes para as janelas de acesso à rede elétrica. Como foi a articulação pró-biocombustíveis do governo e empresários brasileiros na Feira de Hannover, na Alemanha. ***Locução gerada por IA
A maior aliança militar da história não está enfrentando uma crise de orçamento. Está enfrentando uma crise de propósito.Por 77 anos, a OTAN funcionou como a espinha dorsal da segurança ocidental. Hoje, entre a guerra no Irã, a guerra na Ucrânia abandonada por Washington e uma Casa Branca que trata garantias de segurança como moeda de barganha comercial, a aliança chegou ao ponto mais frágil desde sua fundação em 1949.O gatilho foi a guerra contra o Irã, iniciada em fevereiro sem consulta aos aliados. A recusa europeia em participar do bloqueio no Estreito de Ormuz expôs uma ruptura que vinha sendo construída há anos. França fechou seu espaço aéreo. Espanha chamou a guerra de ilegal. Alemanha questionou se o envolvimento cabia no mandato defensivo da aliança. A resposta de Washington veio em tom de ameaça: considerar a saída da própria OTAN.Neste vídeo, destrinchamos a arquitetura dessa fratura. Como três crises simultâneas — Ormuz, Donbass e o flanco nórdico-ártico — colidem com uma aliança que opera por consenso e já não tem consenso algum. Por que o rearmamento europeu, por mais acelerado que esteja, não se traduz em capacidade militar no prazo que a Rússia exige. E por que a maior vulnerabilidade da OTAN hoje não é o adversário externo, mas a dúvida sobre o próprio compromisso americano com o Artigo 5.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 173Vera se casou com um europeu e levava uma vida tranquila até que, de repente, uma menina de 17 anos apareceu tentando falar com o marido dela pelas redes sociais. O problema é que essa garota pode ser filha dele… mas também pode não ser. Anos antes, Rick havia registrado uma criança quando era jovem, mas um teste de DNA feito pela própria família indicou que ele não era o pai. A história parecia resolvida, até que quase duas décadas depois a menina reaparece, e ninguém sabe ao certo o que realmente aconteceu no passado. Enquanto o marido prefere não mexer no assunto, Vera começa a investigar e descobre detalhes que não fazem sentido. Documento que nunca foi corrigido, exame feito escondido, mudanças repentinas e uma família que parece evitar falar sobre o assunto. Será que o DNA estava errado?Será que esconderam a verdade?Ou será que alguém nunca contou a história completa?➡️Se gostou dessa história vai gostar também...A caixa secreta
Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a semana política no Brasil e no mundo. No STF, depois do bate-boca público entre Romeu Zema e o ministro Gilmar Mendes, o magistrado fala em um pacto amplo entre os poderes, que seja costurado entre Governo e Congresso. Já a postura mais combativa adotada por Romeu Zema (Novo) em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF) fez arrefecer a pressão de uma ala do Partido Novo para que ele seja vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). A percepção agora é que o ex-governador ganhou força entre os bolsonaristas, porque passou a defender de forma explícita mudanças no Supremo, pauta cara a esse eleitorado. O Senador Flávio Bolsonaro começa a se movimentar após o aumento da influência do ex-governador de Minas Gerais, aliados inclusive consideram o estado como campo minado para Flávio, que já negocia com os possíveis candidatos a vice. No âmbito internacional, o colunista comenta a ‘treta’ entre Lula e Donald Trump, o brasileiro elevou o tom das críticas ao mandatário norte americano em evento, dizendo que: “Não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que por e-mail ou por tweet ele pode taxar produtos, punir países e pode fazer guerra”, afirmou o presidente na abertura da feira industrial de Hannover, na Alemanha. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (23): A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, por unanimidade, a PEC que prevê o fim da Escala 6x1, na noite desta quarta-feira (23). O assunto gera preocupação, principalmente aos microempresários, que temem os impactos da redução de jornada de trabalho. Levantamento da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) registrou que o país soma mais de 200 invasões rurais em três anos. Em abril, 14 invasões ocorreram em abril. Em 2025, foram 90 casos. Conhecido como “Ex-MST”, Pedro Pôncio explica os motivos que o fez deixar o movimento. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou novos reajustes tarifários em pelo menos oito distribuidores, o que atinge nove estados brasileiros. O impacto desses aumentos pode superar 15% em algumas regiões. Cerca de 50 milhões de pessoas serão afetadas. Repórter: Danúbia Braga. O ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu habeas corpus nesta quinta-feira (23) determinando a soltura imediata de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Dono da Choquei e outros investigados na Operação Narco Fluxo. O magistrado identificou uma "flagrante ilegalidade" naS prisões temporárias. A Polícia Federal (PF) havia solicitado a detenção por apenas cinco dias, mas a Justiça Federal havia fixado o prazo em 30 dias. Para o relator, a restrição de liberdade não poderia exceder o tempo requerido pela própria autoridade policial. Repórter: David de Tarso. Um homem foragido de “saidinha” foi recapturado pela Polícia Militar (PM), na terça-feira (21), em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ele estava foragido desde março. O homem soma 14 processos pro crimes de furto, roubo e porte ilegal de arma. A detenção de Alexandre Ramagem nos Estados Unidos segue gerando polêmica. O Itamaraty adotou a medida de reciprocidade e tirou as credenciais de um agente americano que atuava em Brasília. O governo federal classificou a atitude norte-americana de expulsar o delegado da Polícia Federal (PF), Marcelo Ivo, dos EUA como contrária às "boas práticas diplomáticas". Repórter: Marco Viana. A cantora Shakira se apresentará nas areias de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio, em atração gratuita para a população. Por outro lado, o show custará R$ 15 milhões aos cofres da Prefeitura, ultrapassando os gastos da apresentação de Madonna, em 2024. Uma policial alemã sugeriu que as mulheres do país evitem se relacionar com homens. A declaração foi dada pela presidente da Associação Alemã de Policiais Investigadores Criminais, durante uma entrevista para uma TV local. Os crimes de violência sexual cresceram 8,5% na Alemanha. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (22): Em comentário, José Maria Trindade afirmou que a corrida eleitoral entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva deve ser bastante equilibrada e definida apenas na reta final. Segundo a análise, as campanhas tendem a focar na conquista de eleitores independentes e indecisos, que podem ser decisivos para o resultado da eleição. O senador Rogério Marinho e lideranças da oposição no Congresso Nacional criticaram a proposta de reforma do Judiciário atribuída a Dino, levantando dúvidas sobre sua integridade. Marinho questionou o possível alinhamento político entre ministros de tribunais superiores e aliados do presidente Lula, afirmando que as articulações podem ignorar o código de ética da magistratura. Para a oposição, a proposta, da forma como vem sendo conduzida, pode comprometer a independência dos poderes e funcionar como instrumento de blindagem política, em vez de aprimorar o sistema de justiça brasileiro O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornou ao Brasil após cumprir compromissos oficiais na Europa, com passagens por Espanha, Alemanha e Portugal. A viagem de cinco dias foi encerrada nesta terça-feira (21), sendo o último compromisso realizado em Portugal, antes da retomada da agenda do presidente no país. Diplomatas do Itamaraty se reuniram nesta terça-feira (21), em Brasília, com a encarregada de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Kimberly Kelly, para pedir explicações sobre a expulsão do delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho. O agente atuava como oficial de ligação junto ao serviço de imigração americano (ICE), mas teria excedido suas funções ao se envolver na detenção do ex-deputado Alexandre Ramagem, segundo o governo dos EUA. A administração de Donald Trump afirmou que o delegado tentou manipular o sistema migratório para contornar pedidos formais de extradição. O episódio gerou reação do governo brasileiro, que avalia possíveis medidas, incluindo a expulsão de agentes americanos no país. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado remarcou para a próxima quarta-feira (29) a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. A extensão do cessar-fogo com o Irã anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta terça-feira (21), foi classificada como uma “manobra para ganhar tempo” por um assessor do presidente do Parlamento iraniano e negociador Mohammad Baqer Qalibaf. Em publicação na rede social X, o assessor afirmou que a continuidade do bloqueio dos EUA aos portos iranianos equivale a um bombardeio e defendeu que a medida deve ser respondida militarmente, aumentando a tensão entre os países. O PSDB pretende avaliar a viabilidade e a competitividade de uma candidatura própria ao governo de São Paulo antes de decidir sobre um eventual apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas nas eleições de 2026. A discussão interna deve ganhar força a partir de maio, sem prazo definido para conclusão, podendo se estender até julho, período em que começam as convenções partidárias. O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, apresentou um mal-estar nesta terça-feira (21) na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde está preso. Ele relatou indisposição e foi atendido por uma equipe médica dentro da própria unidade da PF, sem necessidade de transferência para hospital. Vorcaro está em meio a negociações para um possível acordo de delação premiada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A passagem pela Alemanha, Espanha e Portugal foi também a oportunidade para o líder brasileiro defender temas centrais da política externa brasileira, como a democracia, o desenvolvimento sustentável, o multilateralismo e a redução das desigualdadesSonoras:
No 3 em 1 desta terça-feira (21), o destaque foi o presidente Lula (PT-SP) que afirmou nesta terça-feira (21) que o Brasil aplicará o princípio da "reciprocidade" contra autoridades americanas. A reação ocorre após o governo Trump expulsar o delegado da PF Marcelo Ivo de Carvalho, acusado de manipular o sistema migratório para prender Alexandre Ramagem em Orlando. O presidente Donald Trump (Republicano) anunciou nesta terça-feira (21) a prorrogação do cessar-fogo com o Irã, que expiraria amanhã. A decisão atende a um pedido de líderes do Paquistão para que Teerã apresente uma "proposta unificada" de paz. A bancada do 3 em 1 debate como a Operação Compliance Zero e as revelações de propina envolvendo o banco BRB podem desgastar os pré-candidatos do grupo político de Ibaneis Rocha (MDB). Em tom de deboche durante coletiva na Alemanha, o presidente Lula (PT-SP) afirmou que daria o Prêmio Nobel da Paz a Donald Trump (Republicano) se ele realmente encerrasse os conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio. Nova pesquisa Reuters/Ipsos revela que a rejeição a Donald Trump atingiu 62%, o maior nível deste mandato. O desgaste é impulsionado pelo baque econômico da guerra no Irã, a disparada no preço dos combustíveis e o embate público com o Papa Leão XIV. O ex-governador Romeu Zema (Novo) publicou vídeo comparando o STF e o governo Lula à Coroa Portuguesa, afirmando que Brasília abriga "intocáveis" que ignoram a vontade popular. O pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (União-GO), reforçou nesta terça-feira (21) seu apoio ao PL da Misoginia, que endurece penas para crimes de ódio contra mulheres. Indo na contramão de setores da direita que veem "viés ideológico" no texto, Caiado defendeu a tolerância zero: "Em briga de marido e mulher, se mete a algema". Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A trajetória de Adolf Hitler está diretamente ligada às profundas crises políticas, econômicas e sociais que marcaram a Alemanha nas primeiras décadas do século XX. Veterano da Primeira Guerra Mundial, Hitler emergiu no cenário político em meio ao colapso da República de Weimar, mobilizando ressentimentos nacionalistas, antissemitismo e discursos de restauração nacional. À frente do Partido Nazista, construiu uma base de apoio que lhe permitiu chegar ao poder em 1933, consolidando rapidamente uma ditadura baseada na eliminação de opositores, no controle da sociedade e na propaganda de massas. Seu governo esteve no centro da deflagração da Segunda Guerra Mundial e da implementação de políticas genocidas, incluindo o Holocausto, que resultaram em níveis extraordinários de destruição e violência. A história de Hitler revela não apenas a ação de um líder, mas também as condições que tornaram possível a ascensão e a sustentação de um regime totalitário.Convidamos Lorena Niwa para analisar a formação política de Hitler, sua ascensão ao poder, os mecanismos de controle e mobilização do regime nazista e os desdobramentos de seu governo no contexto da Alemanha e da história mundial, com participação especial do professor Francisco César Ferraz.Instagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaQuer mais desconto? O cupom HISTORIAFM dá 10% de desconto para cliente recorrente, 15% pra cliente novo, e comprando no Pix entre hoje e amanhã você leva mais 5%! Acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore
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A Reinheitsgebot virou símbolo de tradição alemã. Mas durante séculos, a Alemanha produziu cervejas com trigo, aveia, mel e açúcar. A Kottbusser era uma delas, e desapareceu não por falta de qualidade, mas porque a unificação do país transformou uma lei regional bávara em norma nacional. Este episódio é a história de um estilo que foi apagado por decreto.Neste episódio, Henrique Boaventura apresenta a Kottbusser: sua origem em Cottbus, no estado de Brandenburg, sua composição técnica com grãos mistos e fermentáveis extras, sua relação com a Berliner Weisse e as duas abordagens modernas para recriar o que foi perdido.O que você vai aprender:Por que a cerveja alemã histórica era muito mais diversa do que a narrativa oficial admiteComo a Kottbusser era produzida: grãos, mel, açúcar e o papel das bactérias láticasO vínculo entre a Kottbusser e a Berliner Weisse via culturas de fermentação compartilhadasComo a unificação alemã de 1871 e a expansão da Reinheitsgebot levaram ao desaparecimento do estiloDuas abordagens para recriar a Kottbusser hoje: versão limpa moderna e versão histórica com cultura mistaEpisódio #3 da série Caçador de Estilos Perdidos, com Henrique Boaventura.
Com o fim da Primeira Guerra, a Alemanha estava vivendo uma crise econômica enorme quando meninos começaram a desaparecer misteriosamente na cidade de Hanover. No começo pouca coisa foi feita, mas quando os corpos foram encontrados, a polícia foi forçada a começar uma investigação.***Use o cupom MODUSOPERANDI50 para ter 50% de desconto na primeira mensalidade. *Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove. https://bit.ly/41hY7Ur | Publi〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 171Karin levava uma vida normal no Brasil, até conhecer um estrangeiro pela internet. O que começou como um relacionamento comum acabou se transformando em uma história que atravessa países, culturas e sistemas de justiça. Entre viagens, promessas e decisões difíceis, ela se viu vivendo uma situação que nenhuma mãe imagina passar. Uma história real, pesada e revoltante, que ainda não teve um final➡️ Outras histórias que vão te impactar...Sem Teto na Inglaterra
Em 1941, a Alemanha parecia invencível… até decidir lutar em todas as frentes ao mesmo tempo. O resultado não veio de uma grande derrota, mas do acúmulo de pequenas falhas. Soa familiar? No Cafezinho 721, a gente fala sobre esse impulso moderno de querer resolver tudo, agora, e o custo silencioso disso. Não é sobre priorizar melhor. É sobre aceitar limites, escolher batalhas e aprender a conviver com o inacabado. Porque o problema não é não dar conta de tudo… é achar que você deveria dar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1941, a Alemanha parecia invencível… até decidir lutar em todas as frentes ao mesmo tempo. O resultado não veio de uma grande derrota, mas do acúmulo de pequenas falhas. Soa familiar? No Cafezinho 721, a gente fala sobre esse impulso moderno de querer resolver tudo, agora, e o custo silencioso disso. Não é sobre priorizar melhor. É sobre aceitar limites, escolher batalhas e aprender a conviver com o inacabado. Porque o problema não é não dar conta de tudo… é achar que você deveria dar.See omnystudio.com/listener for privacy information.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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