Podcasts about popula

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Não Inviabilize
CASAMENTO PRECOCE

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 28:27


Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Precoce e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

Não Inviabilize
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 24:49


Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Adolescencia e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

MP no Rádio
Direitos das pessoas idosas e atuação do Ministério Público na defesa desta parcela da população

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 14:35


O MP no Rádio trata nesta semana da proteção dos direitos da pessoa idosa. O entrevistado é o Promotor de Justiça Wagner Veloso Hultmann, do Ministério Público do Paraná, que atua na Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa de Curitiba. Ele fala sobre as garantias que são asseguradas em lei aos idosos, aponta as violações mais comuns que esse grupo enfrenta e como isso pode ser noticiado e trata ainda da atuação do Ministério Público nessa área.

Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Vacina contra a dengue 100% nacional chega para a população em janeiro

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 1:10


Em janeiro de 2026 a população brasileira começa a receber as primeiras doses da vacina contra a dengue 100% nacional. Confira a novidade no Com a Saúde em Dia!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Calor e estiagem pressionam mananciais e Governo de SP alerta população para redução imediata do consumo de água

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 2:40


A onda de calor que assola o Estado de São Paulo desde a última semana provocou um aumento de até 60% no consumo de água, segundo a Sabesp, em algumas regiões, afetando diretamente o nível dos mananciais que abastecem a Grande São Paulo. Em função do aumento da demanda, o Governo de São Paulo alerta sobre a necessidade de economizar água.

Colunistas Eldorado Estadão
Ventura: Pautas que demandam atenção da população com deficiência em 2026

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 9:19


Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MP no Rádio
Saúde pública e as principais demandas da população na área

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 14:22


O MP no Rádio fala nesta semana sobre a atuação do Ministério Público na saúde, área que é responsável pelo maior volume de demandas feitas diretamente pela população ao Ministério Público do Paraná. A entrevistada é a Promotora de Justiça Susana Broglia Feitosa de Lacerda, do MPPR, que atua em Londrina na área de proteção à saúde pública.

Observatório Feminino
Podcast destaca ação de Natal para população em situação de rua de BH | Observatório Feminino

Observatório Feminino

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 22:08


Natal é tempo de mesa farta, de encontro, de família reunida. Mas nem todo mundo tem mesa. Nem todo mundo tem casa. Pra quem vive nas ruas, a ceia natalina vai muito além da comida. Ela representa cuidado, acolhimento e, principalmente, dignidade.Para refletir sobre o assunto, o podcast Observatório Feminino deste domingo (21) recebe Renata Camargo, empresária e coordenadora do Projeto Comida Que Abraça, para falar sobre a realização da Ceia de Natal voltada à população em situação de rua e à entrega de kits-ceia em comunidades de Belo Horizonte.Sobre o podcastO podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP convoca população para doar sangue antes das festas de fim de ano

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 2:17


O Governo de São Paulo convoca toda a população para doar sangue antes das festas de fim de ano. Nesse período, a demanda por transfusões costuma aumentar, enquanto o número de doações diminui. Atualmente, o estoque do tipo O- encontra-se em nível crítico, mas os tipos sanguíneos são bem-vindos.

Programa Brasil de Fato MG
“Precisamos de empresas provedoras de serviço público de qualidade, com tarifa minimizada para a população”, diz especialista, contra as privatizações.

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 34:54


Diante do risco iminente de privatização da Copasa, o Visões Populares de hoje entrevista Clarice Ferraz, economista, professora da UFRJ, doutora em Ciências Econômicas e Sociais e diretora do Instituto ILUMINA.“A Copasa está justamente atendendo aos locais que são menos rentáveis. Ela faz isso como uma obrigação de prover o serviço público, que é essencial para a sociedade. A função primeira dela é dar lucro ou é saúde pública, saneamento, cuidar bem dessa água e fazer o tratamento? A água é essencial à vida, é super estruturante. Uma água que é maltratada, que vem contaminada, afeta a tudo e a todos", aponta. Debatemos a importância de setores estratégicos, como o elétrico e de saneamento, permanecerem públicos, os riscos da privatização e a função estratégica desses setores na transição energética. Confira

Jornal da USP
Conexões Afro-Lusófonas #9: Cabo Verde se desenvolve pela resiliência de sua população e valorização da educação

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 29:21


País insular africano é marcado pela diáspora de parte de seus habitantes, que busca progresso em nações vizinhas para contribuir com o sustento de sua terra natal

MP no Rádio
Dia Nacional do Ministério Público: atribuições institucionais e como o MP atua pela população

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 16:21


No domingo, 14 de dezembro, é comemorado o Dia Nacional do Ministério Público, instituição essencial na proteção de direitos e garantias, que teve a atuação consolidada pela Constituição Federal de 1988. Para explicar como trabalha a instituição, destacar desafios atuais e formas de acesso da população aos serviços oferecidos pelo Ministério Público, o MP no Rádio recebe o Promotor de Justiça Ronaldo de Paula Mion, coordenador de Assuntos Institucionais do Ministério Público do Paraná.Nos últimos 12 meses o MPPR realizou 118.533 atendimentos diretos à comunidade. Além disso, somente neste ano, de janeiro a outubro, os agentes da instituição expediram 1.023 recomendações administrativas, apresentaram 10.616 ações civis públicas e 97.487 denúncias criminais.

Governo do Estado de São Paulo
Marcela Nectoux - Diretora de Recursos Hídricos da Semil - Importância para a população

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 0:31


Marcela Nectoux - Diretora de Recursos Hídricos da Semil

Jornal da USP
USP Analisa #146: Domínio do crime sobre população amazônica é consequência de pobreza e ausência do Estado

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 9:20


Análise é do professor Eduardo Saad Diniz e do defensor público Carlos Almeida Filho, em entrevista ao podcast USP Analisa desta quinta

USP Analisa
USP Analisa #146: Domínio do crime sobre população amazônica é consequência de pobreza e ausência do Estado

USP Analisa

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 9:20


Muitas comunidades que vivem na região amazônica sofrem com a pobreza e a ausência de estruturas do Estado. Esses fatores acabam impactando na cooptação desses habitantes pelo crime organizado, que tem expandido seu poder nessa área do Brasil. No USP Analisa desta quinta (4), o coordenador do Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad Diniz, e o defensor público do Estado do Amazonas, Carlos Almeida Filho, comentam essa situação. Diniz explica que tudo começa com a dificuldade na obtenção de crédito por pequenos produtores rurais locais, que dependem dessa atividade para sobreviver. “O solo da região é bastante pobre. Então, é preciso comprar uma série de fertilizantes para corrigir a acidez do solo e irrigar, por conta do calor intenso. Mas quando o produtor busca crédito nas instituições financeiras, elas exigem o título de propriedade e há na região um grande problema de regularização fundiária”. Como consequência, segundo Diniz, esse vácuo de alimentos acaba sendo preenchido com produtos vindos de outras regiões do País, com mais condições de investir na produção. “As comunidades perecem e você vai abrindo mais e mais áreas de produção, gerando essa história sem fim da devastação ambiental. Então, ainda que a pessoa queira desenvolver um cultivo de forma sustentável, ela encontra uma série de óbices. Eu tenho que ter medidas de enforcement para aqueles que, de fato, causam comportamento socioambientalmente danoso, mas também uma política regulatória inteligente que permita que aquele produtor rural encontre condições de efetiva produção e não seja criminalizado porque cortou dois, três galhos ali para fazer um galinheiro e alimentar sua família”.  Almeida destaca que muitos produtores que não conseguem sobreviver no campo ou que vivem em comunidades rurais que sofrem com a atuação de grupos criminosos acabam migrando para cidades como Manaus, em áreas dominadas pelo tráfico de drogas. “Só neste ano de 2025 houve pelo menos três comemorações do Comando Vermelho mediante o estouro de fogos de artifício em toda a cidade, comemorando consolidação e domínio do crime. Isso na cara do Estado”. Para o defensor, não existe vácuo de poder, ele é ocupado. Segundo ele, enquanto o Estado precisa se rearticular a cada dois ou quatro anos e acaba alterando toda a política de segurança, sem entregar resultado efetivo, o crime só troca de comando mediante a morte das lideranças, o que faz com que ele muitas vezes permaneça por décadas nos locais. “Lá no final, o povo, a população mesmo, acaba sofrendo aquilo que o [escritor de ficção científica] William Gibson dizia: ‘Bom, tem que atender então as corporações que controlam no momento'. E, às vezes, quem está mais presente é aquele camarada que sabe exatamente quem é tua família, quem é teu grupo familiar. Ele vai controlar pelo poder e pela ameaça onde você pode ir, se deslocar”, diz Almeida. O USP Analisa é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast. O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram ou em nosso grupo no Whatsapp

Fim de Tarde Eldorado
Bem-Estar Estadão: índice de câncer na população negra

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 11:10


Adriana Moreira aborda o índice de câncer na população negra em conversa com Emanuel Bomfim.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
Panorama Paulista #106: População paulista de até 10 anos de idade caiu proporcionalmente em mais da metade nos últimos 40 anos

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 2:18


Em 1980, as crianças representavam 23,6% da população paulista. Hoje, são cerca de 11,5%, com 5 milhões de crianças no Estado

Volta ao mundo em 180 segundos
19/11: Trump analisa liberação de documentos de Epstein | Príncipe saudita pode entrar nos Acordos de Abraão | Presidente do Equador tenta reorganizar país

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 4:10


Projeto que libera a divulgação dos documentos do caso Epstein foi aprovado na Câmara e no Senado, seguindo agora para assinatura de Donald Trump. E mais:- Príncipe saudita Mohammed bin Salman diz que só assina os Acordos de Abraão se houver um caminho concreto para criar um Estado palestino- População equatoriana diz não no plebiscito em que o presidente Daniel Noboa pedia a criação de uma Constituinte e a instalação de bases militares estrangeiras no país para ajudar os Estados Unidos no combate ao narcotráfico- Vaso sanitário feito de ouro maciço 18 quilates por um artista italiano foi vendido por mais de 12 milhões de dólares Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Política de saúde integral da população negra está em vigor

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 2:42


Lei garante atendimento humanizado e ações para reduzir desigualdades étnico-raciais no SUS.

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Superendividamento da população preocupa órgãos de defesa do consumidor

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 3:10


RobCast
A ESCOLHA FINAL: Brasil Vai Decolar ou Virar Uma Argentina?

RobCast

Play Episode Listen Later Nov 16, 2025 19:06


00:00 Brasil é só futebol, carnaval e sacanagem00:35 Para o Brasil está indo?00:52 Complexo de vira lata01:55 População 03:10 Crescimento econômico04:02 Produtividade 04:58 Agro06:30 Super Potência08:50 Energia10:03 Petróleo11:16 Etanol11:30 Rodovias12:02 Ferrovias13:21 Argentina14:14 Déficit fiscal15:05 Corrupção15:52 Negócios16:13 Impostos16:42 Para onde vamos?18:05 RC Club18:24 RC Wealth

Podcasts epbr
Cresce apoio da população à exploração de petróleo na Margem Equatorial I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 2:16


NESTA EDIÇÃO. Pesquisa indica aumento da aprovação popular para exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial. Distribuidoras pedem suspensão da venda direta de combustíveis entre a Petrobras e clientes corporativos. Demanda global por resfriamento deve triplicar, mas práticas sustentáveis podem economizar US$ 17 trilhões em consumo de energia, segundo Pnuma. ***Locução gerada por IA

Rádio PT
BOLETIM | Governo faz força-tarefa para atender população afetada por tornado no Paraná

Rádio PT

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 2:33


A ministra Gleisi Hoffmann lidera missão à Rio Bonito do Iguaçu, cidade mais atingida. Prioridade é resgate, auxílio humanitário e reconstrução. O Ministério da Saúde enviou equipes da Força Nacional do SUS para apoiar a reorganização da rede assistencial.Sonoras:

ONU News
Metade da população da Jamaica abalada pelo furacão Melissa

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 1:20


Cerca de 1,5 milhão de jamaicanos atingidos precisam de apoio; agências da ONU coordenam respostas e estratégias de longo prazo; US$ 74 milhões são necessários para prestar assistência vital a cerca de 1,1 milhão em toda a região.

Presa internaţională
Este modelul social european în pericol? Avertismentul FMI

Presa internaţională

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 3:57


Avertisment din partea directorului FMI pentru Europa: modelul social european poate fi pus în pericol de creșterea economică limitată și acumularea datoriilor. Soluțiile, însă, țin de întărirea Uniunii, nu se slăbirea ei. În octombrie, FMI a estimat că PIB-ul zonei euro va crește cu 1,2% în acest an  - o estimare ajustată în sus față de precedentele. Dar dincolo de această veste bună, rămân serioase semne de întrebare. Le-a sintetizat Alfred Kammer, directorul departamentului pentru Europa al Fondului Monetar Internațional, într-o conferință organizată de BCE la Bruxelles. El a atențiomat că dacă o creștere economică modestă va persista în zona euro iar datoria va continua să se mărească, modelul social european va fi în pericol. Acest avertisment trebuie le să dea de gândit decidenților europeni și naționali. Pentru că acest model social european este, până la urmă, marea forță de atracție a Uniunii, alături de sistemele extinse de libertăți. Vorbim despre accesul gratuit la educație, despre asigurările de sănătate, sistemele de pensii, sistemele de protecție socială, concediile plătite – de fapt, toată această plasă socială care, potrivit multora, face din Europa cel mai bun loc de trăit din lume.   Măsurile tradiționale nu mai sunt suficiente Însă, așa cum avertizează reprezentantul FMI, pentru ca acest model să poată fi menținut, Europa are nevoie de măsuri semnificative spre a duce creșterea economică la un alt nivel. Pur și simplu, măsurile tradiționale de consolidare fiscală nu vor fi suficiente pentru a preveni explozia nivelurilor datoriei, punând în pericol modelul social al Europei. Iar pentru aceasta, trebuie găsite răspunsuri la multe probleme. Una ar fi cea a protecționismului - barierele comerciale intra-UE rămân ridicate - echivalentul a 44% pentru bunuri și 110% pentru servicii, spune reprezentantul FMI. Populația Europei este îmbătrânită și este nevoie de forță de muncă suplimentară. Iar lipsa unei piețe energetice unificate menține costurile ridicate și slăbește securitatea și reziliența energetică. Titlul discursului reprezentantului FMI la conferința BCE a fost, de asemenea, semnificativ: „Cum poate Europa să plătească pentru lucruri pe care nu și le poate permite” Auzind această intervenție a directorului FMI, mulți vor cânta prohodul Europei – iar unii o vor face cu un soi de satisfacție. Vorbim despre cei care preiau pe nemestecate propaganda rusească: Europa este o entitate îmbătrânită, decăzută și falită. Să nu mai vorbim că și ei sunt beneficiarii modelului social european, care se bazează, printre altele, pe libertatea de circulație a persoanelor, serviciilor sau a forței de muncă. De fapt, soluțiile propuse sunt exact împotriva a ceea ce propun euroscepticii: mai puțin protectionism național și piețe mai deschise, renunțarea la izolaționismul energetic sau o imigrație adaptată la nevoile economice. Și ar mai fi revizuirea bugetelor, reducerea cheltuielilor publice, limitarea serviciilor gratuite pentru cei care au cu adevărat nevoie și nu și le pot permite altfel. Măsuri care sunt atât de puternic contestate, din Franța până în România. În cele din urmă, modelul social european poate fi menținut prin reforme curajoase și prin întărirea Uniunii. Și nu poate fi replicat într-o țară anume, prin protecționism și izolarea de Europa. Ascultați rubrica ”Eurocronica”, cu Ovidiu Nahoi, în fiecare zi, de luni până vineri, de la 8.45 și în reluare duminica, de la 15.00, numai la RFI România

Rádio PT
BOLETIM | Para 84% da população, isenção do IR até R$5 mil é boa medida do governo

Rádio PT

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 3:13


Segundo o levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, para 52,4%, a principal motivação do governo Lula ao propor a isenção do Imposto de Renda foi a preocupação em reduzir a desigualdade de renda, e 60,6% acreditam que a medida vai ajudar a reduzir as diferenças  socioeconômicas no Brasil.Sonoras:

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #198: Mesmo despercebidos, fungos fazem parte do dia a dia da população, garante especialista

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 27:12


Microrganismos são encontrados na indústria alimentícia e farmacêutica, mas também podem causar a destruição de plantações

ONU News
ONU alerta para aumento, no mundo, do número de pessoas que não têm onde viver

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 1:45


Populações de rua crescem em todas as regiões do globo; relatório pede soluções estruturais e de longo prazo; governos devem investir em habitação acessível para contornar o problema.

Rádio PT
BOLETIM | Rio promove Diálogos Locais para se preparar para a COP30 e mobilizar a população pelo clima

Rádio PT

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 2:25


Entre 1º e 5 de novembro, o Rio de Janeiro realiza os Diálogos Locais, mobilização que antecede a COP30 e estimula a participação popular nos debates climáticos. O convite é de Tainá de Paula, secretária de Meio Ambiente e Clima e vereadora do PT.

Meio Ambiente
COP30: Nas comunidades tradicionais amazônicas, clima mais quente já assusta e mobiliza adaptação

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 23:22


A viagem é longa até a Terra Indígena Koatinemo: de Altamira, no coração do Pará, são mais três horas de "voadeira" pelo rio Xingu até chegar à casa do povo asurini, que acaba de comemorar meio século de contato com as populações urbanas "brancas". De lá para cá, o povo indígena resiste às pressões de invasores de terra, do desmatamento e do garimpo ilegal. Agora, faz frente a uma nova e poderosa ameaça: um clima cada vez mais quente.  Lúcia Müzell, enviada especial da RFI à Terra Indígena Koatinemo (Pará) Em 2024, pela primeira vez, a seca recorde na Amazônia quebrou a safra da castanha, base da alimentação tradicional e carro-chefe da produção comercializada por populações indígenas, ribeirinhas e extrativistas da região. "Acho que passou uns três, quatro meses sem pingar uma gota de chuva. O verão castigou o nosso castanhal e não teve frutos”, relembra o cacique Kwain Asurini, na aldeia Ita'aka, com pouco menos de 400 habitantes. "A gente também está sentindo essa mudança climática aqui, mesmo sendo a floresta. A floresta sente que o aquecimento está, cada vez mais, prejudicando a própria floresta.”   Sem água, os ouriços no alto de uma das árvores mais emblemáticas da Amazônia, a castanheira, não se desenvolveram, e eles caíram na terra vazios. A castanha é um dos produtos da floresta mais sensíveis ao calor, diferentemente de outros frutos, como o açaí. Milhares de pequenos produtores de comunidades tradicionais tiveram impacto não só na renda, como em toda a cadeia alimentar. A castanha é ingrediente para diversos pratos típicos e também é consumida por animais da floresta. Se eles não encontram o fruto, não aparecem e ficam menos acessíveis para a caça de subsistência dos povos indígenas.  Iuri Parakanã, um dos caciques da Terra Indígena Apyterewa, descreve a situação como “um desespero” para toda a região conhecida como Terra do Meio. Ele conta que, naquele ano, a mandioca também não cresceu como deveria.  "A floresta fala com os indígenas, e nós transmitimos a fala da natureza para o mundo saber o que está acontecendo, o que a natureza está sentindo. Estamos preocupados não somente com o nosso bem viver, mas também com os animais, que estão aqui na floresta e sentem isso”, salienta. "Tudo que plantamos morreu, por causa da quentura." Aquecimento pode chegar a 6°C em 2100 Já faz mais de 40 anos que o respeitado climatologista Carlos Nobre alerta sobre o risco de aumento desta “quentura” que Iuri Parakanã agora sente na Amazônia. Prêmio Nobel da Paz junto com os cientistas do Painel de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Nobre afirma que os registros históricos da Amazônia apontavam para uma seca severa a cada 20 anos, em média. Nas últimas duas décadas, porém, quatro episódios graves de estiagem já ocorreram.  Pior: os dois últimos se repetiram em dois anos consecutivos, 2023 e 2024 – quando o bioma teve a mais forte seca já registrada. "Mesmo que não tivesse nenhum fogo de origem humana, ainda assim seria muito difícil para a floresta se recompor. Quando tem uma seca muito forte, são quatro ou cinco anos para começar a recompor”, explica. "Mas aí vem uma outra seca, então, o que está acontecendo é que com essas quatro secas muito fortes, aumentou demais a área degradada na Amazônia." Estudos mostram que 40% da Amazônia já estão em algum estágio de degradação. A temperatura na região tem aumentado de 0,3°C a 0,4°C por década, havendo projeções que apontam para uma alta de até 6°C até 2100, no cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, em comparação aos níveis pré-industriais. Na Terra Indígena Koatinemo, a adaptação às mudanças climáticas foi um dos tópicos mais debatidos na 10ª edição da Semana do Extrativismo (Semex), realizada em maio. Representantes de dezenas de comunidades tradicionais relataram o impacto da seca nos seus plantios de subsistência. "Os cacaus secaram, os rios e igarapés secaram e os animais sentiram. Os rios também secaram além do normal. Os peixes diminuíram muito”, disse Kremoro Xikrin, que veio do território de Trincheira Bacajá para o encontro.  Carlos Nobre e o risco de colapso da floresta Enquanto isso, em volta da floresta protegida, o desmatamento continua – diminuindo a resiliência da mata para um clima em mutação. “A intenção deles é só fazer capim e pasto para o gado. Não plantam mais um pé de mandioca. Não plantam milho, não plantam feijão, não plantam um arroz”, diz o pequeno agricultor Joilton Moreira, ao contar sobre a pressão da ampliação das terras por grandes fazendeiros em torno da Comunidade Santa Fé, em Uruará, onde ele vive.   Em 1990, um grupo de cientistas coordenados por Carlos Nobre advertiu, pela primeira vez, sobre o risco de a Amazônia atingir “um ponto de não retorno” causado pelas mudanças climáticas e à degradação – ou seja, de a floresta não conseguir mais se regenerar ao seu estado original. O aumento do desmatamento e dos incêndios é fatal para esta tendência. “Tem a seca do aquecimento global e aí fica mais seco ainda por causa do desmatamento, e muito mais quente. A temperatura ali às vezes aumenta mais de 2ºC do que vem de uma onda de calor na região, comparando com uma região que não tem nada de desmatamento”, salienta. "A floresta recicla muito bem a água, baixa a temperatura e às vezes até aumenta a chuva. Mas quando você tem superáreas desmatadas, diminui tanto a reciclagem de água que aumenta a temperatura e você tem menos chuva.” Outro complicador são as queimadas, em alta no bioma. Não mais do que 5% dos incêndios ocorrem por descargas elétricas, ou seja, por causas naturais como raios, assegura Nobre. "Não é natural. Os incêndios explodiram e mais de 95% são de origem humana. Aí vem um outro fator de degradação enorme da floresta: tivemos, no ano passado, a maior área degradada na Amazônia, porque teve muito incêndio”, ressalta. "E como tinha o recorde de seca e de onda de calor, a vegetação ficou muito inflamável, aumentando muito a propagação do fogo.” Populações locais se organizam para se adaptar Nas comunidades tradicionais, a escala de produção na floresta se dá pela união dos povos, e não pelo desmatamento e a monocultura. A castanha, comum na região do Xingu, conectou a Rede da Terra do Meio, uma articulação de povos indígenas, ribeirinhos, extrativistas e da agricultura familiar que, a partir dos seus conhecimentos de manejo florestal, busca impulsionar a comercialização do excedente da produção nos territórios.  A quebra da safra da castanha em 2024 e a provável repetição do drama no futuro aceleram os projetos de diversificação produtiva da rede. Uma das ideias é planejar estoques de outros produtos menos sensíveis ao clima, como o babaçu.  "Não vai dar para cruzar os braços agora e dizer que foi esse ano e, no outro, não vai ser. A gente sabe que sempre vai ter esses problemas, então a rede serve para observar, para tomar cuidado e a gente se organizar para fugir dessas situações”, afirma Francisco de Assis Porto de Oliveira, da reserva extrativista do rio Iriri e presidente da Rede Terra do Meio. “Quando fala de renda, a gente tem que ter muito cuidado, porque se deixarmos para cuidar do problema depois de ele ser identificado, pode ser muito tarde." A rede tem pressionado para que os produtos da floresta sejam cobertos por seguros climáticos, a exemplo dos que beneficiam monoculturas como a soja ou milho. Novas dificuldades surgiram, como o aumento das pragas nas roças e o impacto no transporte, majoritariamente fluvial. Com os rios mais secos, o acesso das comunidades tradicionais a políticas públicas também é prejudicado. Duas delas têm buscado ampliar a participação de indígenas, extrativistas e pequenos agricultores: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Cada vez mais, as escolas nas comunidades locais oferecem merenda com ingredientes tradicionais, dando um impulso importante à diversificação produtiva nos territórios. Atualmente, 87 produtos da floresta foram integrados à cesta do PAA. "O próprio Estado não conhecia esses alimentos, e a gente precisou provar que eles existem. A gente precisou vir no campo, coletar o cacauí e levar par ao pessoal da Conab, que só conhecia o cacau”, observa Marcio Luiz Silva Souza, engenheiro florestal e técnico da Rede Terra do Meio. “Tem o uxi, uma fruta muito boa que tem em vários territórios e o pessoal não conhecia, a golosa, uma fruta muito saborosa. Palmito de babaçu, tucum, inajá, piqui, cajá. Várias frutas da natureza”, exemplifica. Coleta de sementes contribui para reflorestamento Novas parcerias comerciais impulsionam a diversificação. A produção de sementes, por exemplo, representa um potencial ainda pouco explorado pelas comunidades da floresta. "A gente está num ano de COP, está se falando de mudanças climáticas, de recompor a floresta que já foi destruída. Todos os territórios estão coletando e disponibilizando suas sementes”, continua Souza. Espécies conhecidas e valorizadas, como a castanha e a seringa, já estão consolidadas, mas a demanda por diversidade de sementes nativas tende a crescer para atender a obrigações de reflorestamento por grandes empresas ou empreendimentos, que possuem passivos ambientais. “A gente vai comprar ipê, jatobá, várias favas cabulosas que ninguém nunca observou porque não existia interesse econômico por elas. Com este estímulo do reflorestamento, a gente vai poder incluir segmentos da população brasileira que estão completamente isolados: pequenos produtores rurais muito vulneráveis, comunidades tradicionais, quilombolas, ribeirinhas, indígenas, que moram na floresta e estão longe dos grandes centros econômicos”, afirma Marie de Lassus, diretora de suprimentos da Morfo. A empresa é especializada em restauração de florestas nativas no Brasil e faz a ponte entre a demanda crescente e os coletores de sementes, usadas na recuperação de áreas desmatadas ou degradadas. “Eles mesmos estão começando a entender que existe potencialmente um mercado. Eu recebi sementes deles e a gente já plantou em Santarém, ano passado, num projeto experimental com Embrapa”, indica de Lassus. COP30 e o papel das comunidades tradicionais contra a crise climática Ao colaborar para o reflorestamento, a cadeia das sementes também contribui para o enfrentamento da crise climática. A meta do Brasil é recuperar 12 milhões de hectares de floresta em todo o país, até 2030. Projetos como este estarão em destaque na Conferência do Clima de Belém (COP30), em novembro. Promover sistemas de produção e alimentares que transformam floresta em floresta é investir em um programa climático, avalia Jefferson Straatmann, facilitador de Economias da Sociobiodiversidade do Instituto Socioambiental (ISA).   “Essas conferências, a partir da Rio 92, trouxeram para a sociedade a importância dessa questão, que foi se desdobrando na criação dos territórios tradicionais, em cobrança entre os países para que algo fosse feito. Se a gente não tivesse as conferências da ONU para ter essa troca, muito provavelmente cada país estaria agindo ao seu total entendimento”, analisa. “A gente tem uma crise que é planetária. A COP ser na Amazônia eu acho que traz essa possibilidade de um olhar para esses povos e para seus modos de vida, para suas economias, como um caminho futuro. Não precisa ser igual, não vai ser igual. Mas tem referências que a gente precisa buscar para construir um novo caminho de sociedade”, espera Straatmann.  * Esta é a terceira reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro. 

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Afinal o que se passa na educação?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 6:23


População envelhecida e professores descontentes, este é o resumo do país. E ainda, Sebastião Bugalho é aposta certeira do PSD? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT
BOLETIM | Investimentos na COP 30 beneficiarão população paraense

Rádio PT

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 3:13


O presidente Lula conferiu e inaugurou obras que integram a estrutura para a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 30), em novembro , em Belém. Ao todo são R$6 bilhões de investimentos. “Isso não é só obra para a COP, é para o povo do Pará”, disse Lula. Sonora:

JORNAL DA RECORD
02/10/2025 | 4ª Edição: Ministro da Saúde recomenda que população evite o consumo de bebidas alcoólicas destiladas

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 29:16


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Estados Unidos declaram conflito armado contra cartéis de drogas, e Venezuela relata sobrevoo de caças perto da costa. Carla Zambelli tem licença vencida e aguarda julgamento de extradição. CPMI aprova pedido de prisão preventiva do presidente da Conafer. Moraes determina abertura de inquérito para investigar ameaças a Flávio Dino nas redes sociais.

Meio Ambiente
Amazônia: a equação delicada entre preservação e combate à pobreza

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 36:25


A realização da próxima Conferência do Clima da ONU em Belém do Pará (COP30) aproximará, pela primeira vez, os líderes globais de uma realidade complexa: a de que a preservação ambiental só vai acontecer se garantir renda para as populações locais. Conforme o IBGE, mais de um terço (36%) dos 28 milhões habitantes da Amazônia Legal estão na pobreza, um índice superior à média nacional. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém e Terra Santa (Pará) Ao longo de décadas de ocupação pela agricultura, mineração e extração de madeira, incentivadas pelo Estado, instalou-se na região o imaginário de que a prosperidade passa pelo desmatamento. O desafio hoje é inverter esta lógica: promover políticas que façam a floresta em pé ter mais valor do que derrubada.    Os especialistas em preservação alertam há décadas que uma das chaves para a proteção da floresta é o manejo sustentável dos seus recursos naturais, com a inclusão das comunidades locais nessa bioeconomia. Praticamente 50% do bioma amazônico está sob Unidades de Conservação do governo federal, que podem ser Áreas de Proteção Permanente ou com uso sustentável autorizado e regulamentado, como o das concessões florestais.  A cadeia da devastação começa pelo roubo de madeira. Depois, vem o desmatamento da área e a conversão para outros usos, como a pecuária. A ideia da concessão florestal é “ceder” territórios sob forte pressão de invasões para empresas privadas administrarem, à condição de gerarem o menor impacto possível na floresta e seus ecossistemas.   Essa solução surgiu em 2006 na tentativa de frear a disparada da devastação no Brasil, principalmente em áreas públicas federais, onde o governo havia perdido o controle das atividades ilegais. A ideia central é que a atuação de uma empresa nessas regiões, de difícil acesso, contribua para preservar o conjunto de uma grande área de floresta, e movimente a economia local. Os contratos duram 40 anos e incluem uma série de regras e obrigações socioambientais, com o aval do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). A madeira então recebe um selo de sustentabilidade emitido por organismos reconhecidos internacionalmente – o principal deles é o FSC (Forest Stewardship Council).  Atualmente, 23 concessões florestais estão em operação pelo país. "Qualquer intervenção na floresta gera algum impacto. Mas com a regulamentação do manejo florestal e quando ele é bem feito em campo, você minimiza os impactos, porque a floresta tropical tem um poder de regeneração e crescimento muito grandes”, explica Leonardo Sobral, diretor da área de Florestas e Restauração do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), parceiro do FSC no Brasil.     "O que a gente observa, principalmente através de imagens de satélite, é que em algumas regiões que são muito pressionadas e que têm muito desmatamento no entorno, a única área de floresta que restou são florestas que estão sob concessão. Na Amazônia florestal sobre pressão, que é onde está concentrada a atividade ilegal predatória, existem florestas que estão na iminência de serem desmatadas. É onde entendemos que as concessões precisam acontecer, para ela valer mais em pé do que derrubada”, complementa.  Manejo florestal em Terra Santa Na região do Pará onde a mata é mais preservada, no oeste do Estado, a madeireira Ebata é a principal beneficiada de uma concessão em vigor na Floresta Nacional de Saracá-Taquera, entre os municípios de Oriximiná, Faro e Terra Santa. Numa área de 30 mil hectares, todas as árvores de interesse comercial e protegidas foram catalogadas. Para cada espécie, um volume máximo de unidades pode ser extraído por ano – em média, 30 metros cúbicos de madeira por hectare, o que corresponde a 3 a 6 árvores em um espaço equivalente a um campo de futebol. A floresta foi dividida em 30 “pedaços” e, a cada ano, uma área diferente é explorada, enquanto as demais devem permanecer intocadas.   O plano prevê que, três décadas após uma extração, a fatia terá se regenerado naturalmente. "Para atividades extrativistas como madeira, a castanha do Brasil ou outros produtos que vem da floresta, a gente depende que ela continue sendo floresta”, afirma Leônidas Dahás, diretor de Meio Ambiente e Produtos Florestais da empresa. "Se em um ano, a minha empresa extrair errado, derrubar mais do que ela pode, eu não vou ter no ano que vem. Daqui a 30 anos, eu também não vou ter madeira, então eu dependo que a floresta continue existindo.”   Estado incapaz de fiscalizar Unidades de Conservação A atuação da empresa é fiscalizada presencialmente ou via satélite. A movimentação da madeira também é controlada – cada tora é registrada e os seus deslocamentos devem ser informados ao Serviço Florestal Brasil (SFB), que administra as concessões no país.  "Uma floresta que não tem nenhum dono, qualquer um vira dono. Só a presença de alguma atividade, qualquer ela que seja, já inibe a grande parte de quem vai chegar. Quando não tem ninguém, fica fácil acontecer qualquer coisa – qualquer coisa mesmo”, observa Dahás.  A bióloga Joice Ferreira, pesquisadora na Embrapa Amazônia Oriental, se especializou no tema do desenvolvimento sustentável da região e nos impactos do manejo florestal. Num contexto de incapacidade do Estado brasileiro de monitorar todo o território e coibir as ilegalidades na Amazônia, ela vê a alternativa das concessões florestais como “promissora” – embora também estejam sujeitas a irregularidades. Os casos de fraudes na produção de madeira certificada não são raros no país.   “Você tem unidades de conservação que são enormes, então é um desafio muito grande, porque nós não temos funcionários suficientes, ou nós não temos condições de fazer esse monitoramento como deveria ser feito”, frisa. “Geralmente, você tem, em cada unidade de conservação, cinco funcionários.”  Em contrapartida do manejo sustentável, a madeireira transfere porcentagens dos lucros da comercialização da madeira para o Instituo Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o SFB, que distribuem os recursos para o Estado do Pará e os municípios que abrigam as Flonas, como são chamadas as Florestas Nacionais.   Populações no interior da Amazônia sofrem de carências básicas O dinheiro obrigatoriamente deve financiar projetos de promoção do uso responsável das florestas, conservação ambiental e melhora da gestão dos recursos naturais na região. Todo o processo é longo, mas foi assim que a cidade de Terra Santa já recebeu mais de R$ 800 mil em verbas adicionais – um aporte que faz diferença no orçamento da pequena localidade de 19 mil habitantes, onde carências graves, como saneamento básico, água encanada e acesso à luz, imperam.  "Quase 7 mil pessoas que moram na zona rural não têm tem acesso à energia elétrica, que é o básico. Outro item básico, que é o saneamento, praticamente toda a população ribeirinha e que mora em terra firme não têm acesso à água potável”, detalha a secretária municipal de Meio Ambiente, Samária Letícia Carvalho Silva. "Elas consomem água do igarapé. Quando chega num período menos chuvoso, a gente tem muita dificuldade de acesso a água, mesmo estando numa área com maior bacia de água doce do mundo. Nas áreas de várzea, enche tudo, então ficam misturados os resíduos de sanitários e eles tomam aquela mesma água. É uma situação muito grave na região.”   Com os repasses da concessão florestal, a prefeitura construiu a sede da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, distribuiu nas comunidades 50 sistemas de bombeamento de água movido a energia solar e painéis solares para o uso doméstico. A família da agente de saúde Taila Pinheiro, na localidade de Paraíso, foi uma das beneficiadas. A chegada das placas fotovoltaicas zerou um custo de mais de R$ 300 por mês que eles tinham com gerador de energia.    "Antes disso, era lamparina mesmo. Com o gerador, a gente só ligava de noite, por um período de no máximo duas horas. Era só para não jantar no escuro, porque era no combustível e nós somos humildes, né?”, conta. "A gente não conseguia ficar com a energia de dia."  A energia solar possibilitou à família ter confortos básicos da cidade: armazenar alimentos na geladeira, carregar o celular, assistir televisão. Um segundo projeto trouxe assistência técnica e material para a instalação de hortas comunitárias. A venda do excedente de hortaliças poderá ser uma nova fonte de renda para a localidade, que sobrevive da agricultura de subsistência e benefícios sociais do governo.  "A gente já trabalhava com horta, só que a gente plantava de uma maneira totalmente errada. Até misturar o adubo de maneira errada a gente fazia, por isso a gente acabava matando as nossas plantas”, observa. “A gente quer avançar, para melhorar não só a nossa alimentação, mas levar para a mesa de outras pessoas."  Acesso à água beneficia agricultura Na casa de Maria Erilda Guimarães, em Urupanã, foi o acesso mais fácil à água que foi celebrado: ela e o marido foram sorteados para receber um kit de bombeamento movido a energia solar, com o qual extraem a água do poço ou do próprio rio, com bem menos esforço braçal. No total, quase 50 quilômetros de captura de água pelo sistema foram distribuídos nas comunidades mais carentes do município.    O casal completa a renda da aposentadoria com a venda de bebidas e paçoca caseira para os visitantes no período da estação seca na Amazônia, a partir de agosto. O marido de Maria Erilda, Antônio Conte Pereira, também procura fazer serviços esporádicos – sem este complemento, os dois “passariam fome”.  "Foi um sucesso para nós, que veio mandado pelo governo, não sei bem por quem foi, pela prefeitura, não sei. Mas sei que foi muito bom”, diz Pereira. "Não serviu só para nós, serviu para muitos aqui. A gente liga para as casas, dá água para os vizinhos, que também já sofreram muito carregando água do igarapé, da beira do rio." Urupanã é uma praia de rio da região, onde o solo arenoso dificulta o plantio agrícola. No quintal de casa, os comunitários cultivam mandioca e frutas como mamão, abacaxi e caju. O bombeamento automático da água facilitou o trabalho e possibilitou ampliar o plantio de especiarias como andiroba e cumaru, valorizados pelas propriedades medicinais. "Para muitas famílias que ainda precisavam bater no poço, foi muito legal. A gente conseguiu manter as nossas plantas vivas no verão”, conta Francisco Neto de Almeida, presidente da Associação de Moradores de Urupanã, onde vivem 38 famílias.  'Fazer isso é crime?' A prefeitura reconhece: seria difícil expandir rapidamente a rede elétrica e o acesso à água sem os recursos da madeira e dos minérios da floresta – outra atividade licenciada na Flona de Saracá-Taquera é a extração de bauxita, pela Mineração Rio do Norte.    Entretanto, o vice-prefeito Lucivaldo Ribeiro Batista considera a partilha injusta: para ele, o município não se beneficia o suficiente das riquezas da “Flona”, que ocupa um quarto da superfície total de Terra Santa. Para muitos comunitários, a concessão florestal e a maior fiscalização ambiental na região estrangularam a capacidade produtiva dos pequenos agricultores.  "Existe esse conflito. Hoje, se eu pudesse dizer quais são os vilões dos moradores que estão em torno e dentro da Flona, são os órgãos de fiscalização federal, que impedem um pouco eles de produzirem”, constata ele, filiado ao Partido Renovação Democrática (PRD), de centro-direita. "E, por incrível que pareça, as comunidades que estão dentro da Flona são as que mais produzem para gente, porque é onde estão os melhores solos. Devido todos esses empecilhos que têm, a gente não consegue produzir em larga escala”, lamenta. A secretária de Meio Ambiente busca fazer um trabalho de esclarecimento da população sobre o que se pode ou não fazer nos arredores da floresta protegida. Para ela, a concessão teria o potencial de impulsionar as técnicas de manejo florestal sustentável pelas próprias comunidades dos arredores de Sacará-Taquera. Hoje, entretanto, os comunitários não participam desse ciclo virtuoso, segundo Samária Carvalho Silva.    “Eles pedem ajuda. ‘Fazer isso não é crime?'. Eles têm muito essa necessidade de apoio técnico. Dizem: 'Por que que eu não posso tirar a madeira para fazer minha casa e a madeireira pode?'", conta ela. "Falta muito uma relação entre esses órgãos e as comunidades”, avalia.    Há 11 anos, a funcionária pública Ilaíldes Bentes da Silva trabalhou no cadastramento das famílias que moravam dentro das fronteiras da Flona – que não são demarcadas por cercas, apenas por placas esparsas, em uma vasta área de 440 mil hectares. Ela lembra que centenas de famílias foram pegas de surpresa pelo aumento da fiscalização de atividades que, até então, eram comuns na região.  "Tem muita gente aqui que vive da madeira, mas a maioria dessas madeiras eram tiradas ilegalmente. Com o recadastramento, muitas famílias pararam”, recorda-se. “Para as pessoas que vivem dessa renda, foi meio difícil aceitar, porque é difícil viver de farinha, de tucumã, de castanha e outras coisas colhidas nessa região do Pará.” Kelyson Rodrigues da Silva, marido de Ilaíldes, acrescenta que “até para fazer roça tinha que pedir permissão para derrubar” a mata. “Hoje, eu entendo, mas tem gente que ainda não entende. O ribeirinho, para ele fazer uma casa, tem que derrubar árvore, e às vezes no quintal deles não tem. Então eles vão tirar de onde?”, comenta. “Quando vem a fiscalização, não tem como explicar, não tem documento.” Espalhar o manejo sustentável A ecóloga Joice Ferreira, da Embrapa, salienta que para que o fim do desmatamento deixe de ser uma promessa, não bastará apenas fiscalizar e punir os desmatadores, mas sim disseminar as práticas de uso e manejo sustentável da floresta também pelas populações mais vulneráveis – um desafio de longo prazo.  “Não adianta chegar muito recurso numa comunidade se ela não está preparada para recebê-lo. Muitas vezes, as empresas chegam como se não houvesse nada ali e já não tivesse um conhecimento, mas ele existe”, ressalta. “As chances de sucesso vão ser muito maiores se as empresas chegarem interessadas em dialogar, interagir e aumentar as capacidades do que já existe. Isso é fundamental para qualquer iniciativa de manejo sustentável ter sucesso”, pontua a pesquisadora.   Um dos requisitos dos contratos de concessão florestal é que a mão de obra seja local. A madeireira Ebata reconhece que, no começo, teve dificuldades para contratar trabalhadores só da cidade, mas aos poucos a capacitação de moradores deu resultados. A empresa afirma que 90% dos empregados são de Terra Santa.  “No início da minha carreira em serraria, eu trabalhei em madeireiras que trabalhavam de forma irregular. Me sinto realizado por hoje estar numa empresa que segue as normas, segue as leis corretamente”, afirma Pablio Oliveira da Silva, gerente de produção da filial. Segundo ele, praticamente tudo nas toras é aproveitado, e os resíduos são vendidos para duas olarias que fabricam tijolos. Cerca de 10% da madeira é comercializada no próprio município ou destinada a doações para escolas, centros comunitários ou igrejas.  Na prefeitura, a secretária Samária Silva gostaria de poder ir além: para ela, a unidade de beneficiamento de madeira deveria ser na própria cidade, e não em Belém. Da capital paraense, o produto é vendido para os clientes da Ebapa, principalmente na Europa.   “O município é carente de empreendedorismo e de fontes de renda. A gente praticamente só tem a prefeitura e a mineração”, explica. “Essas madeireiras, ao invés de ter todo esse processo produtivo aqui... ‘Mas o custo é alto. A gente mora numa área isolada, só tem acesso por rios e isso tem um custo'. Mas qual é a compensação ambiental que vai ficar para o município, da floresta? Essas pessoas estão aqui vivendo, o que vai ficar para elas?”, indaga. Foco das concessões é conter o desmatamento O engenheiro florestal Leonardo Sobral, do Imaflora, constata que, de forma geral no Brasil, as comunidades locais não se sentem suficientemente incluídas nas soluções de preservação das florestas, como as concessões. Uma das razões é a falta de conhecimento sobre o que elas são, como funcionam e, principalmente, qual é o seu maior objetivo: conter o desmatamento e as atividades predatórias nas Unidades de Conservação.  Em regiões carentes como no interior do Pará, esses grandes empreendimentos podem frustrar expectativas. “São problemas sociais do Brasil como um todo. Uma concessão florestal não vai conseguir endereçar todos os problemas”, salienta.    Esses desafios também simbolizam um dos aspectos mais delicados das negociações internacionais sobre as mudanças climáticas: o financiamento. Como diminuir a dependência econômica da floresta num contexto em que faltam verbas para atender às necessidades mais básicas das populações que vivem na Amazônia? Como desenvolver uma sociobioeconomia compatível com a floresta se as infraestruturas para apoiar a comercialização dos produtos não-madeireiros são tão deficientes?   “O recurso que chega do financiamento climático pode ser muito importante para fazer a conservação. Nós temos um exemplo bem claro, que é do Fundo Amazônia”, lembra Joice Ferreira. “Agora, nós temos ainda uma lição a aprender que é como fazer esse link com as comunidades locais, que têm o seu tempo próprio, os seus interesses próprios. Ainda não sabemos como fazer esse diálogo de forma justa.” Entre os projetos financiados pelo Fundo Amazônia, alguns destinam-se especificamente a melhorar as condições sociais das populações do bioma, como os programas da Fundação Amazônia Sustentável e o Sanear Amazônia.   Na COP30, em Belém, o Brasil vai oficializar uma proposta de financiamento internacional específico para a conservação das florestas tropicais do planeta, inspirada no Fundo Amazônia, mas incluindo um mecanismo de investimentos que gere dividendos. A ideia central do Fundo Florestas Tropicais Para Sempre (TFFF, na sigla em inglês) é prever recursos perenes para beneficiar os países que apresentem resultados na manutenção e ampliação das áreas de mata preservadas.  “Somos constantemente cobrados por depender apenas de dinheiro público para essa proteção, mas o Fundo Florestas Tropicais para Sempre representa uma virada de chave”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Brasil, Marina Silva, em um evento em Nova York, em meados de setembro. “Não é doação, e sim uma iniciativa que opera com lógica de mercado. É uma nova forma de financiar a conservação, com responsabilidade compartilhada e visão de futuro", complementou a ministra. * Esta é a segunda reportagem de uma série do podcast Planeta Verde da RFI na Amazônia. As reportagens, parcialmente financiadas pelo Imaflora, vão ao ar todas as quintas-feiras até a COP30 em Belém, em novembro. 

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #193: Mostra fotográfica conta a história do povo Paiter Suruí

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 26:13


População indígena teve primeiro contato com brancos nos anos 1970 através da Funai

Jornal da USP
Panorama Paulista #97: Endividamento da população paulista

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 3:34


Estudo da Fundação Seade mostra pequena queda nos índices de inadimplência, mas constata diferença grande entre grupos sociais no Estado

Debate da Super Manhã
Aumento da população de pernambuco

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 50:05


Debate da Super Manhã: O mais novo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), divulgado no último 28 de agosto, mostra que o país chegou a 213,4 milhões de habitantes em 2025, uma crescimento de 0,39% em relação ao ano passado. Recife aparece em 9º lugar entre as capitais com o maior aumento, 0,04%, um montante de 1.588.376 pessoas. No debate desta segunda-feira (8), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o contingente populacional pernambucano: os números do estado e do Brasil, as estimativas do IBGE, o cenário atual e a expectativa de vida da população pernambucana. Participam o economista, presidente da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem), Diogo Bezerra, o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo, e o doutor em Geografia, professor do Departamento de Ciências Geográficas da UFPE, Nilson Crocia.

Svobodné universum
Helena Máslová 2. díl: Představa, že nás spasí věda, dokážeme ovládnout přírodní procesy, je nesmysl

Svobodné universum

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 35:06


„Populační exploze už možná byla předimenzována, populace vzrostla mnohonásobně exponenciální řadou. To, že teď nastal přirozený obrat k depopulaci, na nějaké úrovni považuji za přirozené. Vůbec si nemyslím, že je potřeba dělat propopulační opatření a mít 10 dětí jako za Rakouska-Uherska," říká lékařka Helena Máslová v rozhovoru pro pořad Kupředu do minulosti. 2. díl, 31.08.2025, www.RadioUniversum.cz

Colunistas Eldorado Estadão
Nossa Cidade: Percepção da população sobre renda, fome e pobreza, moradia e escolaridade

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 12:12


Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conexão Israel
#315 - Manifestações gigantes pelo fim da guerra, Hamas responde positivamente à proposta de Wittkoff, Austrália proíbe a entrada de Simcha Rotman em seu território

Conexão Israel

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 89:46


População foi às ruas pelo fim da guerra. Será que isso pode mudar o humor do autocrata?Bloco 1- Manifestações gigantes pelo fim da guerra pressionam o governo.- Hamas responde positivamente à proposta de Wittkoff e agora bola está com Israel. - ⁠Aharon Haliwa, ex-chefe da Aman - agência de inteligência do exército - dá entrevista polêmica. Bloco 2- Procuradoria tem processo robusto contra Yonatan Urich no Qatargate.- Austrália proíbe a entrada de Simcha Rotman em seu território. Netanyahu responde.- ⁠Governo reabre orçamento para cortar gastos por conta da guerra. Quase 2 bilhões para ajuda humanitária para Gaza.Bloco 3- Palavra da semana- Dica cultural- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialsite - ladoesquerdo.comtwitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube.com/@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #315 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

Jornal da USP
Ambiente é o Meio #189: Arborização urbana adequada promove saúde ambiental e da população

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Aug 20, 2025 28:22


Presença de árvores nas cidades varia de bairro para bairro, mas áreas mais valorizadas costumam ser as mais verdes

Scicast
Exercícios em populações especiais: Gestantes (SciCast #656)

Scicast

Play Episode Listen Later Aug 11, 2025 65:04


No Scicast dessa semana exploramos a importância dos exercícios físicos para populações especiais. Populações especiais são consideradas pessoas que apresentam questões importantes e que merecem uma atenção especial como hipertensão, gravidez, diabetes, idosos, crianças, cardiopatias, pneumopatias, AIDS e câncer. Discutimos os benefícios específicos dos exercícios para essas condições, os tipos recomendados e as precauções necessárias. Este episódio visa oferecer informações úteis e acessíveis, incentivando uma vida ativa e saudável e esclarecendo alguns mitos relacionados ao exercício. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano Citação ABNT: Scicast #656: Exercícios em populações especiais: gestantes. Locução: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano. [S.l.] Portal Deviante, 11/08/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-656 Imagem de capa: Para apoiar o Pirulla, use o Pix abaixo: pirula1408@gmail.com Em nome de Marcos Siqueira (primo do Pirulla) [caption id="attachment_65160" align="aligncenter" width="300"] QR code PIX[/caption] Site: https://www.pirulla.com.br/ Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Referências e Indicações Exercícios em populações especiais: doenças crônicas (SciCast #626) Exercícios em populações especiais 2 (SciCast #644)See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Exercícios em populações especiais: Gestantes (SciCast #656)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Aug 11, 2025 65:04


No Scicast dessa semana exploramos a importância dos exercícios físicos para populações especiais. Populações especiais são consideradas pessoas que apresentam questões importantes e que merecem uma atenção especial como hipertensão, gravidez, diabetes, idosos, crianças, cardiopatias, pneumopatias, AIDS e câncer. Discutimos os benefícios específicos dos exercícios para essas condições, os tipos recomendados e as precauções necessárias. Este episódio visa oferecer informações úteis e acessíveis, incentivando uma vida ativa e saudável e esclarecendo alguns mitos relacionados ao exercício.

ONU News
População deslocada é a mais afetada com aumento de cólera no Haiti

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 30, 2025 1:01


OMS apoia gerenciamento de casos em colaboração com autoridades haitianas; comunidade humanitária conta com menos de 9% do que precisa para implementar plano de auxílio ao país caribenho neste ano.

Boletim Folha
Brasil sai do Mapa da Fome da ONU após população em risco de subnutrição cair

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Jul 29, 2025 4:45


Líder do governo no Senado diz não acreditar no adiamento das tarifas de Trump. E depois de Netanyahu negar fome em Gaza, Trump afirma que não está convencido pelo premiê.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
11 de Julho de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 20:00


Venâncio Mondlane surpreso com Daniel Chapo. Em Angola: Um mês depois, continuam a procurar-se explicações sobre a morte do deputado da UNITA Diamantino Mussokola. População de Mogincual, no norte de Moçambique, tenta reerguer-se após a passagem do ciclone Jude. EUA assumem a venda de armas usadas na Ucrânia.

ONU News
Jornal da ONU - 11 de julho de 2025

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 5:23


Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Relatório da População Mundial 2025 alerta sobre “verdadeira crise de fertilidade”*ONU pede reversão de sanções impostas pelos EUA à relatora sobre palestinos*Unicef alerta que 70% das crianças na Ucrânia precisam de serviços básicos*Alta de crianças com desnutrição grave sinaliza catástrofe crescente no Sudão

ONU News
Relatório da População Mundial 2025 alerta sobre “verdadeira crise de fertilidade”

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 2:29


Condição para avanços é ter mulheres e meninas no centro do desenvolvimento; um quinto de adultos em idade reprodutiva analisados acreditam que não conseguirão ter o número de filhos que desejam; países tendem a ter mais idosos, menos jovens e menor força de trabalho.

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Dados de hoje são alento, mas vem aí o Copom; indicadores parecem melhorar humor da população"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 19:56


O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, cresceu 0,16% em abril, na comparação com março e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta segunda-feira, 16. O resultado ficou acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de alta de 0,10%. As estimativas iam de queda de 0,40% a crescimento de 0,40%. "A gente sempre está tendo previsões que surpreendem positivamente por estarem sendo melhores que as originais. O presidente Lula sempre fala que o ano começa com previsões pessimistas e vai melhorando e o Brasil tem conseguido crescimentos de até 3%, que são bem robustos. É uma notícia boa para o presidente, para o Brasil e para a inflação. Dados de hoje são alento, mas vem aí o novo Copom, para definir taxa de juros, então vamos ver como o Banco Central avalia estes indicadores que parecem melhorar humores da população. Cada dia com sua agonia", avalia Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Scicast
Exercícios em populações especiais 2 (SciCast #644)

Scicast

Play Episode Listen Later May 17, 2025 89:38


No Scicast dessa semana exploramos a importância dos exercícios físicos para populações especiais. Populações especiais são consideradas pessoas que apresentam questões importantes e que merecem uma atenção especial como hipertensão, gravidez, diabetes, idosos, crianças, cardiopatias, pneumopatias, AIDS e câncer. Discutimos os benefícios específicos dos exercícios para essas condições, os tipos recomendados e as precauções necessárias. Este episódio visa oferecer informações úteis e acessíveis, incentivando uma vida ativa e saudável e esclarecendo alguns mitos relacionados ao exercício. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano Citação ABNT: Scicast #644: Exercícios em populações especiais 2. Locução: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano. [S.l.] Portal Deviante, 17/05/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-644See omnystudio.com/listener for privacy information.