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Presidente do Instituto Nacional de Estatística ressalta vantagens da mudança que será introduzida no Quinto Recenseamento Geral da População e Habitação; informações recolhidas no cadastro poderão estar disponíveis em até seis meses.
Os ataques de Estados Unidos ao Irã, iniciados no último sábado, provocaram, além da reação iraniana, uma resposta do movimento xiita libanês Hezbollah, que passou a atacar o território israelense, gerando também retaliações do governo de Benjamin Netanyahu contra alvos libaneses. Com isso, a população do norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, passou a viver dias de isolamento. “É uma situação parecida com a época do corona. Não tem exatamente um lockdown, mas as ruas estão vazias, as escolas estão fechadas e as pessoas estão trabalhando em casa”. O relato foi feito por João Miragaya, assessor do Instituto Brasil-Israel e mestre em História pela Universidade de Tel Aviv, direto da região da Galileia Inferior, durante entrevista à Rádio Eldorado. Segundo ele, as sirenes de alerta para as pessoas se protegerem de bombardeios têm sido acionadas de duas a três vezes por dia. Questionado sobre o contexto político da guerra, Miragaya disse que já não está mais claro se o objetivo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é derrubar o regime iraniano. Em relação a Israel, a guerra patrocinada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ocorre num momento de expectativa para as eleições no país, que podem ser realizadas até outubro. “É difícil avaliar o cenário eleitoral. Netanyahu certamente está buscando um fato que lhe permita recuperar a sua popularidade. Se de fato derrubar o regime iraniano, vai colher os louros dessa empreitada, mas é um cenário difícil de se conseguir no curto prazo”, avaliou Miragaya.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Comissão de Participação Popular leva o Projeto Assembleia Fiscaliza - Tema em Foco, biênio 2025-2026, à cidade, nesta 6ªf (27/2).
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, rebateu a declaração do presidente global da Enel que atribuiu os apagões à arborização urbana: "Mais de 80% das regiões que ficaram sem energia não têm qualquer correlação com queda de árvores. Então, se ele quer culpar uma árvore da ineficiência deles, demonstra mais uma vez o quanto essa empresa é irresponsável e precisa sair da cidade. É um desrespeito à população de São Paulo o que eles estão fazendo". E ainda: STF mantém condenação de militares dos ‘Kids Pretos'.
O documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.
Manuel Barroso, presidente da Junta de Porto de Mós, diz que o objetivo desta iniciativa é distribuir 1500 rádios pela população para manter o contacto mesmo em situações em que não há energia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A junta de freguesia de Porto de Mós comprou 1.500 rádios para distribuir à população, para que as pessoas fiquem ligadas ao mundo. Já entregou até hoje 550 aparelhos. Edição de Cláudia Costa
A Secretaria de Saúde de Orleans confirmou mais dois focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. As ocorrências foram identificadas pela equipe de zoonoses na quarta e quinta-feira (11 e 12). Na quarta-feira (11), o foco foi localizado no bairro Centro. Já na quinta-feira (12), a confirmação ocorreu no bairro Murialdo. Com os novos registros, a Vigilância em Saúde reforça o alerta para que a população redobre os cuidados, especialmente após períodos de chuva e calor, que favorecem a proliferação do mosquito. A Prefeitura de Orleans solicita a colaboração dos moradores na adoção de medidas simples, porém eficazes, para eliminar possíveis criadouros. Entre as orientações estão eliminar recipientes com água parada, manter caixas d'água bem vedadas, limpar calhas e ralos com frequência e permitir a entrada dos agentes de saúde nas residências para vistoria e orientação. A Vigilância em Saúde segue monitorando as áreas e realizando ações preventivas para evitar novos focos e possíveis casos das doenças no município. O coordenador de Zoonoses de Orleans, Luiz Fellipe Garcia, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias, nesta sexta-feira (13), e comentou sobre as ações de combate aos focos do Aedes aegypti.
Estudo da Fundação Getúlio Vargas mostrou que várias decisões judiciais sobre casos de LGBTfobia ignoram orientação do STF de considerar crime esse tipo de prática. De acordo com a pesquisadora Lígia Cerqueira da FGV Direito, entrevistada do Mundo Político, não existe padronização das decisões judiciais sobre o tema, que pode ser fruto do conservadorismo ou de falta de familiaridade com a orientação do Supremo, por parte dos magistrados. No programa, ela ainda aponta consequências para esse quadro e alguns desafios para alterá-lo.
Paula Santos (PCP) considera que o Governo falhou na resposta às tempestades e deixou populações sem apoio. Critica também que as medidas são tardias e insuficientes para resolver os problemas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente da Câmara de Soure alerta para "uma subida muito rápida dos rios Arunca e Anços”. Rui Fernandes conta que algumas populações regressaram a casa com apoio dos fuzileiros navais com botes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O município de Treviso avança nas políticas públicas voltadas ao cuidado com os animais por meio do Programa de Proteção Animal, instituído pela Lei Municipal nº 1.068, de 10 de maio de 2023. A legislação estabelece ações permanentes para o controle populacional de cães e gatos, combate aos maus-tratos e promoção do bem-estar animal, além de incentivar a posse responsável. Entre as principais diretrizes do programa estão a identificação e o cadastramento dos animais, a realização de castrações, a fiscalização efetiva contra maus-tratos, com aplicação de penalidades previstas em lei, e a garantia de condições adequadas de saúde e cuidado aos pets no município. Dentro desse contexto, a Fundação Municipal do Meio Ambiente de Treviso deu início a uma campanha de mobilização para que a população participe do censo animal, realizando o registro de seus cães e gatos. A iniciativa busca mapear a população de animais domésticos, gerando dados que auxiliem no planejamento de ações mais eficientes de saúde pública, proteção animal e educação ambiental. O cadastro é simples e pode ser feito por meio do preenchimento de um formulário on-line, facilitando a participação dos moradores. Com a adesão da comunidade, o município fortalece o controle populacional, amplia o alcance das políticas de proteção animal e contribui para uma convivência mais responsável e consciente entre pessoas e animais. A Fundação reforça que a participação da população é fundamental para o sucesso do programa e convida todos os tutores a registrarem seus pets e colaborarem com o desenvolvimento de Treviso. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (9), a Bióloga na Fundação de Meio Ambiente de Treviso, Mariana Furlan Sartor, falou sobre a importância do cadastro. Ouça a entrevista completa:
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, expediu a Recomendação Ministerial nº 01/2026, direcionada ao Poder Executivo Municipal e aos presidentes do Iapen e do ISE, com o objetivo de induzir a adoção de providências administrativas voltadas à estruturação de políticas públicas destinadas à população LGBTQIA+.
Não muito tempo atrás, comer salmão era um privilégio de ocasiões raras no ano. O preço alto de um produto nobre, pescado em águas distantes e geladas, não permitia que fosse de outra forma. Mas hoje, nas grandes cidades ocidentais, há quem se dê este luxo várias vezes por semana, apesar do alto custo social e ambiental de uma indústria que parece fora de controle. O salmão encontrado nos supermercados em 2026 tem pouco a ver com as espécies selvagens que eram degustadas até os anos 1980. Nos últimos 40 anos, o consumo mundial do peixe triplicou graças à expansão da criação em cativeiro nos principais países produtores, Chile, Escócia e Noruega. Na maioria das fazendas marinhas, os salmões vivem confinados aos milhares em espaços limitados por gaiolas. Privados de seus hábitos naturais, podem se atacar uns aos outros e são presas fáceis para parasitas, explica Maxime Carsel, autor de um livro que acaba de ser publicado na França: Un poisson nommé saumon : enquête sur une industrie dévastatrice (Um peixe chamado salmão: investigação sobre uma indústria devastadora, em tradução livre). A obra traz imagens impressionantes sobre as condições dos cativeiros e é publicada no momento em que a multinacional Pure Salmon planeja expandir sua produção para oito países, entre eles a França. O projeto, contestado por organizações ambientalistas, visa construir a maior fazenda do peixe do planeta, na região de Gironda. “Há fazendas de salmão onde os peixes se comem uns aos outros, morrem e ou são devorados vivos pelos piolhos-do-mar, que são pequenos crustáceos encontrados nos oceanos que se alimentam do muco dos peixes”, disse ao autor, em entrevista à RFI. “Os salmões ficam então como zumbis – tem peixes que perderam a mandíbula, os olhos, as nadadeiras, mas ainda estão vivos. Esses são os peixes que, no final da cadeia alimentar, podem acabar no seu prato.” Coquetel de agrotóxicos Para enfrentar a proliferação dos parasitas, os produtores utilizam um coquetel de agrotóxicos como deltametrina, azametifos e benzoato de emamectina, que as correntes marítimas espalham para outros lugares. O salmão em si também é fonte de contaminação, ao levar consigo os resíduos químicos até o prato do consumidor. Não à toa, as autoridades sanitárias da Noruega emitiram uma recomendação para as famílias limitarem a ingestão do peixe, apesar de o país ser o líder mundial da produção. Os maiores consumidores são potências desenvolvidas: Japão, Rússia, Estados Unidos e França. Mas para dar conta do apetite europeu, americano e asiático, as empresas recorrem aos países do sul, e até à África. O salmão é um peixe carnívoro que, em cativeiro, costuma ser alimentado com um composto de farinha animal e soja. Em média, são necessários de 1 a 2 quilos de outros peixe para cada quilo de salmão produzido em cativeiro. Peixe para alimentar salmão, e não populações Foi assim que, na costa africana, multiplicaram-se nos últimos anos as usinas de fabricação do alimento, com pescados da região – e em detrimento da população local, denuncia Aliou Ba, diretor de campanhas de pesca do Greenpeace África. “Eles usam, a cada ano, 500 mil toneladas de peixe para produzir farinha e óleo de peixe. Meio milhão de toneladas de peixe poderia alimentar aproximadamente 40 milhões de pessoas na África”, salienta. “Portanto, isso representa um problema sério e constitui o lado obscuro, a outra face dessa indústria de criação de salmão, que prejudica profundamente comunidades e países. Tem um impacto realmente negativo na África Ocidental.” Em países como Mauritânia, Senegal e Gambia, pescadores artesanais não conseguem mais encontrar cardumes de sardinhas como antes. O impacto no setor levou os governos locais a restringirem o uso dos peixes para a produção de farinha – mas os navios pesqueiros agora se deslocam mais ao sul. “Alguns estão se estabelecendo na Guiné-Bissau. Uma coisa é certa: enquanto eles não pararem de explorar excessivamente nossos recursos, deixando nossas mulheres e pescadores desempregados e destruindo nossos ecossistemas marinhos, nós também não vamos parar de lutar contra eles”, garante Aliou Ba. Mortes de trabalhadores no Chile Em seu livro, o jornalista francês Maxime Carsel também aborda o aspecto social da exploração excessiva do salmão. No Chile, catapultado a segundo maior produtor graças aos cativeiros, as condições de trabalho nestas fazendas são bem diferentes da Europa, constata ele. “Pessoas perderam dedos e mãos. Há também aqueles mergulhadores cujo trabalho é limpar as gaiolas de salmão e que morrem porque os cabos caem sobre eles”, aponta. “Perto de cem mergulhadores morreram no Chile nos últimos anos.” Maxime Carsel avalia que um dos poucos freios para reverter este cenário seria a tomada de consciência dos consumidores. No que depender da indústria, a tendência é de crescimento ainda maior do setor. A norueguesa Mowi, líder mundial da produção de salmão, planeja passar dos atuais 520 mil toneladas ao ano para 600 mil toneladas até 2029. A China, onde a demanda é exponencial, está se lançando na produção e até Dubai amplia as duas fazendas de salmão, em pleno deserto.
O presidente da Câmara de Castro Verde, António José Brito, revela que vários agricultores reuniram bens para enviar para Leiria. Relata ainda que o município não sofreu muito com o mau tempo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Iniciativa orienta a população sobre hábitos necessários para reduzir o consumo de água e preservar os reservatórios.
Unicef alerta para deslocações em massa e interrupção de serviços essenciais de saúde e nutrição; agência apelou a todas as partes envolvidas para cessarem as hostilidades e garantirem acesso humanitário às populações deslocadas e vulneráveis.
Os efeitos da tempestade Kristin também são políticos. Enquanto a ministra da Administraçao Interna preferiu ser invisível, o ministro Leitão Amaro quis mostrar-se. Enquanto o primeiro-ministro Luís Montenegro entrou na onda do otimista irritante - disse que aprendemos as lições com os incêndios do verão e que estamos "mais ágeis" -, a ministra Maria Lúcia Amaral diz que é preciso "aprender coletivamente". O maior efeito talvez possa ser a enorme diferença entre o que dizem os responsáveis políticos e da Proteção Civil e o que a população sente. Isso contribui para os cidadãos se sentirem mais abandonados pelo Estado. Estas e outras questões, para debater, inclusive os efeitos na campanha presidencial. Os comentários neste episódio são de Liliana Valente, coordenadora da secção de Política do Expresso, Eunice Lourenço, editora de Política e David Dinis, diretor-adjunto, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é da responsabilidade de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estaleiros Municipais da Marinha Grande abrem portas, hoje, a partir das 9h00, para receber a população que procura agora reparar as insfraestruturas danificadas pela passagem da depressão Kristin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O número de militares da Marinha que apoiam as populações afetadas pela Kristin pode vir a aumentar. A Rádio Observador acompanhou um pelotão que ajudou a colocar uma lona no telhado de uma casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bombeiros de uma dezena de corporações estão esta sexta-feira a deslocar-se para as regiões portuguesas mais afectadas pela depressão Kristin, para ajudar as populações. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, relata um cenário de destruição generalizada, isolamento e exaustão. Mais de 50 horas após a passagem da depressão Kristin, milhares de pessoas continuam sem electricidade, água e comunicações na região de Leiria. Segundo relatos no terreno, há populações que permanecem isoladas, com acessos obstruídos e dificuldades no abastecimento de bens essenciais. Hugo Ferreira, residente no concelho de Leiria, refere que no centro da cidade os serviços começam a ser restabelecidos, mas sublinha a dimensão do problema. “Estamos a falar de centenas de milhares de pessoas completamente sem luz, sem água”, afirma, acrescentando que muitas pessoas continuam sem conseguir sair de casa por falta de acessos, “nem sequer têm as vias desobstruídas”. No terreno, diz que a resposta tem sido desigual. Enquanto nas zonas mais urbanas se nota alguma presença da protecção civil, nas áreas rurais a intervenção é limitada. A maior parte do trabalho tem sido assegurada por moradores e alguns bombeiros, o que tem contribuído para um sentimento de desânimo. Segundo Hugo Ferreira, a ausência de um destacamento visível de meios humanos e operacionais faz com que as pessoas se sintam “completamente sozinhas”. Alem disso, o cansaço começa a ser visível: “Já se começa a acusar algum cansaço, porque não há fim à vista.” Hugo Ferreira defende que a dimensão da crise exigia uma resposta mais visível. “Era preciso haver um destacamento grande de pessoas aqui.” O impacto do isolamento sente-se no dia a dia: “As pessoas sentem-se completamente sozinhas, com postos de combustível a abrir pontualmente, com filas enormes, supermercados sem nada.” A noite da tempestade foi vivida com medo. Hugo Ferreira relata um ruído constante provocado pela queda de árvores numa zona florestal junto à sua habitação. A electricidade falhou ainda de madrugada e só com a primeira luz do dia foi possível perceber a dimensão da destruição: “Ouvia-se um barulho absolutamente ensurdecedor. Em redor da minha casa há uma floresta imensa e o que ouvíamos eram as árvores a serem arrancadas e destroçadas. Quando sai de casa, era um cenário de filme de terror, tudo destruído.” O impacto foi imediato na mobilidade. O trajeto até ao local de trabalho revelou a extensão do caos. “Eu, de casa para a fábrica, demoro normalmente dez minutos. Demorei quase três horas. Havia pinheiros, telhados, chaminés, carros virados. Nunca mais nos vamos esquecer disto.” Apesar dos avisos meteorológicos enviados por SMS, Hugo Ferreira considera que a população não foi devidamente alertada para a gravidade do fenómeno. “Há tantos avisos que a maioria das pessoas nem sequer liga. Toda a gente sabia que ia haver mau tempo, mas ninguém estava minimamente sensibilizado para aquilo que viria.” A falha prolongada das comunicações agravou o isolamento. O contacto com familiares, vizinhos e colegas de trabalho tem sido feito essencialmente porta a porta. “É a única possibilidade”, diz, reconhecendo que muitas pessoas em zonas mais afastadas continuam sem qualquer notícia. “Esperamos que estejam bem, mas não sabemos sequer onde estão.”Na empresa onde trabalha a situação continua crítica: “Temos cerca de 100 funcionários e ainda não conseguimos contactar com cerca de 20 porque não há comunicações.” Em contexto de campanha eleitoral para a segunda volta das Presidenciais de 08 de Fevereiro, Hugo Ferreira rejeita visitas políticas e sublinha a necessidade de meios operacionais. “Nós não precisamos de visitas de políticos. Precisamos de pessoas aqui a trabalhar”, afirma. Quanto ao apoio externo, refere que não existe procura por donativos monetários, mas sim por bens essenciais, não perecíveis, geradores e reforço de meios humanos. Defende ainda que deve haver pressão junto das entidades centrais para que sejam mobilizados mais recursos para a região. Para o habitante de Leiria, a recuperação será prolongada. Sem um reforço significativo de meios, considera que o restabelecimento da normalidade poderá demorar semanas. O principal apelo, conclui, é que as populações sintam que não foram esquecidas: “o que nós precisamos é de sentir que alguém se importa e sentir que alguém está disposto a vir aqui ajudar um bocado”.
"Hora e meia de porrada" deixou Ferreira do Zêzere de rastos. População anda "de gatas debaixo dos eucaliptos" para aceder a casas isoladas
Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Precoce e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
No programa que fecha o mês da campanha Janeiro Branco, que destaca a importância da saúde mental e emocional, o MP no Rádio recebe a Promotora de Justiça Simone Maria Tavarnaro Pereira, do Ministério Público do Paraná. Entre outras questões, ela fala dos direitos da população à atenção integral em saúde mental e da atuação do Ministério Público na garantia desses direitos.
Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Adolescencia e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Presidente Lula diz que Donald Trump quer governar o mundo por rede social. Ministro Dias Toffoli marca depoimentos do caso Master para semana que vem e autoriza acesso das defesas à investigação. Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) propõe que companhias aéreas não sejam responsabilizadas por atrasos ou cancelamentos de voos provocados por eventos de força maior, como condições climáticas severas.
Confira no Jornal da Record News desta terça-feira (20): Premiê da Groenlândia pede que população se prepare para possível invasão dos EUA. De acordo com Nielsen, os moradores da ilha devem estar “preparados para tudo”. Durante o lançamento de unidades do programa “Minha Casa, Minha Vida”, no RS, o presidente Lula declarou que Donald Trump deseja governar o mundo através da internet. E mais: A polícia investiga se há outras vítimas dos técnicos de enfermagem suspeitos de assassinar ao menos três pacientes na UTI de um hospital particular do Distrito Federal. A motivação dos crimes ainda não foi esclarecida. .
Butantan-DV, desenvolvida pelo instituto do Governo de São Paulo, é a primeira vacina do mundo em dose única contra os quatro sorotipos da doença
O caso do Banco Master começa a tomar proporções de um grande escândalo que envolve o setor financeiro, a política e até facções criminosas. Uma nova operação da Polícia Federal mirou um empresário, cunhado do dono do banco, que foi o maior doador de campanha de Tarcísio e de Bolsonaro nas últimas eleições.Um estudo divulgado ontem apresentou estimativa do tamanho da população que vive em situação de rua no Brasil. Os dados da Universidade Federal de Minas Gerais apontam que mais de 365 mil brasileiros não têm onde morar. O IBGE prepara para os próximos anos o Censo da População de Rua.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
A população do Irã denunciou ao jornal The New York Times que as manifestações no país vêm sendo reprimidas de forma brutal. Segundo relatos, as forças de segurança teriam recebido autorização para “atirar para matar”. Dois funcionários do Ministério da Saúde iraniano informaram que pelo menos três mil pessoas morreram desde o início dos protestos.Já a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, a Hrana, contabiliza até esta terça-feira dois mil e três mortos, sendo mil oitocentos e cinquenta manifestantes, cento e trinta e cinco integrantes do governo e das forças armadas, além de nove civis e nove crianças que não participavam dos atos. A entidade alerta que esse número pode aumentar, já que ainda estão em apuração setecentos e setenta casos, e que mais de dezesseis mil e setecentas pessoas foram detidas.As manifestações começaram em 28 de dezembro em várias cidades do país. Inicialmente, os protestos eram contra o aumento do custo de vida, mas com o passar dos dias passaram a questionar o regime teocrático que governa o Irã desde a Revolução Iraniana de 1979.
O ano de 2026 começa com um convite importante do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (HEMOSC). Mesmo durante o período de férias, a necessidade por sangue nos hospitais e clínicas do estado permanece e pode até aumentar. Diante desse cenário, a instituição chama a população catarinense a iniciar o ano com um gesto simples, solidário e capaz de salvar vidas: a doação de sangue. Historicamente, os meses de verão são marcados por queda no número de doações, enquanto a demanda por transfusões se mantém constante ou apresenta crescimento. Entre janeiro e dezembro de 2025, houve um aumento de 5% em relação a 2024. No mesmo período, a demanda por transfusões cresceu 30%, reforçando a importância da participação contínua da população. A doação de sangue é um ato simples, seguro e indispensável para a assistência à saúde. O sangue não tem substituto; sua única fonte é a doação de uma pessoa saudável para quem precisa de transfusão. A doação de sangue é um ato seguro que salva vidas e possibilita que pessoas que necessitam de transfusão possam viver em 2026. As doações de sangue ocorrem mediante agendamento, que pode ser realizado pelo site www.hemosc.org.br. Lá também estão disponíveis informações sobre os requisitos para doação, horários de atendimento e endereços das unidades. A colaboradora do setor de Captação de Doadores, Osana de Oliveira Gonçalves, concedeu entrevista no Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (12) e reforçou o recado sobre a importância da doação.
Luiz Alexandre Souza Ventura aborda o universo das pessoas com deficiência e da inclusão na coluna Vencer Limites, no Jornal Eldorado, às terças-feiras, às 7h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
País insular africano é marcado pela diáspora de parte de seus habitantes, que busca progresso em nações vizinhas para contribuir com o sustento de sua terra natal
Análise é do professor Eduardo Saad Diniz e do defensor público Carlos Almeida Filho, em entrevista ao podcast USP Analisa desta quinta
Em 1980, as crianças representavam 23,6% da população paulista. Hoje, são cerca de 11,5%, com 5 milhões de crianças no Estado
00:00 Brasil é só futebol, carnaval e sacanagem00:35 Para o Brasil está indo?00:52 Complexo de vira lata01:55 População 03:10 Crescimento econômico04:02 Produtividade 04:58 Agro06:30 Super Potência08:50 Energia10:03 Petróleo11:16 Etanol11:30 Rodovias12:02 Ferrovias13:21 Argentina14:14 Déficit fiscal15:05 Corrupção15:52 Negócios16:13 Impostos16:42 Para onde vamos?18:05 RC Club18:24 RC Wealth
NESTA EDIÇÃO. Pesquisa indica aumento da aprovação popular para exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial. Distribuidoras pedem suspensão da venda direta de combustíveis entre a Petrobras e clientes corporativos. Demanda global por resfriamento deve triplicar, mas práticas sustentáveis podem economizar US$ 17 trilhões em consumo de energia, segundo Pnuma. ***Locução gerada por IA
A ministra Gleisi Hoffmann lidera missão à Rio Bonito do Iguaçu, cidade mais atingida. Prioridade é resgate, auxílio humanitário e reconstrução. O Ministério da Saúde enviou equipes da Força Nacional do SUS para apoiar a reorganização da rede assistencial.Sonoras:
Cerca de 1,5 milhão de jamaicanos atingidos precisam de apoio; agências da ONU coordenam respostas e estratégias de longo prazo; US$ 74 milhões são necessários para prestar assistência vital a cerca de 1,1 milhão em toda a região.
Avertisment din partea directorului FMI pentru Europa: modelul social european poate fi pus în pericol de creșterea economică limitată și acumularea datoriilor. Soluțiile, însă, țin de întărirea Uniunii, nu se slăbirea ei. În octombrie, FMI a estimat că PIB-ul zonei euro va crește cu 1,2% în acest an - o estimare ajustată în sus față de precedentele. Dar dincolo de această veste bună, rămân serioase semne de întrebare. Le-a sintetizat Alfred Kammer, directorul departamentului pentru Europa al Fondului Monetar Internațional, într-o conferință organizată de BCE la Bruxelles. El a atențiomat că dacă o creștere economică modestă va persista în zona euro iar datoria va continua să se mărească, modelul social european va fi în pericol. Acest avertisment trebuie le să dea de gândit decidenților europeni și naționali. Pentru că acest model social european este, până la urmă, marea forță de atracție a Uniunii, alături de sistemele extinse de libertăți. Vorbim despre accesul gratuit la educație, despre asigurările de sănătate, sistemele de pensii, sistemele de protecție socială, concediile plătite – de fapt, toată această plasă socială care, potrivit multora, face din Europa cel mai bun loc de trăit din lume. Măsurile tradiționale nu mai sunt suficiente Însă, așa cum avertizează reprezentantul FMI, pentru ca acest model să poată fi menținut, Europa are nevoie de măsuri semnificative spre a duce creșterea economică la un alt nivel. Pur și simplu, măsurile tradiționale de consolidare fiscală nu vor fi suficiente pentru a preveni explozia nivelurilor datoriei, punând în pericol modelul social al Europei. Iar pentru aceasta, trebuie găsite răspunsuri la multe probleme. Una ar fi cea a protecționismului - barierele comerciale intra-UE rămân ridicate - echivalentul a 44% pentru bunuri și 110% pentru servicii, spune reprezentantul FMI. Populația Europei este îmbătrânită și este nevoie de forță de muncă suplimentară. Iar lipsa unei piețe energetice unificate menține costurile ridicate și slăbește securitatea și reziliența energetică. Titlul discursului reprezentantului FMI la conferința BCE a fost, de asemenea, semnificativ: „Cum poate Europa să plătească pentru lucruri pe care nu și le poate permite” Auzind această intervenție a directorului FMI, mulți vor cânta prohodul Europei – iar unii o vor face cu un soi de satisfacție. Vorbim despre cei care preiau pe nemestecate propaganda rusească: Europa este o entitate îmbătrânită, decăzută și falită. Să nu mai vorbim că și ei sunt beneficiarii modelului social european, care se bazează, printre altele, pe libertatea de circulație a persoanelor, serviciilor sau a forței de muncă. De fapt, soluțiile propuse sunt exact împotriva a ceea ce propun euroscepticii: mai puțin protectionism național și piețe mai deschise, renunțarea la izolaționismul energetic sau o imigrație adaptată la nevoile economice. Și ar mai fi revizuirea bugetelor, reducerea cheltuielilor publice, limitarea serviciilor gratuite pentru cei care au cu adevărat nevoie și nu și le pot permite altfel. Măsuri care sunt atât de puternic contestate, din Franța până în România. În cele din urmă, modelul social european poate fi menținut prin reforme curajoase și prin întărirea Uniunii. Și nu poate fi replicat într-o țară anume, prin protecționism și izolarea de Europa. Ascultați rubrica ”Eurocronica”, cu Ovidiu Nahoi, în fiecare zi, de luni până vineri, de la 8.45 și în reluare duminica, de la 15.00, numai la RFI România
Segundo o levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, para 52,4%, a principal motivação do governo Lula ao propor a isenção do Imposto de Renda foi a preocupação em reduzir a desigualdade de renda, e 60,6% acreditam que a medida vai ajudar a reduzir as diferenças socioeconômicas no Brasil.Sonoras:
Microrganismos são encontrados na indústria alimentícia e farmacêutica, mas também podem causar a destruição de plantações
Populações de rua crescem em todas as regiões do globo; relatório pede soluções estruturais e de longo prazo; governos devem investir em habitação acessível para contornar o problema.
Entre 1º e 5 de novembro, o Rio de Janeiro realiza os Diálogos Locais, mobilização que antecede a COP30 e estimula a participação popular nos debates climáticos. O convite é de Tainá de Paula, secretária de Meio Ambiente e Clima e vereadora do PT.
Debate da Super Manhã: O mais novo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), divulgado no último 28 de agosto, mostra que o país chegou a 213,4 milhões de habitantes em 2025, uma crescimento de 0,39% em relação ao ano passado. Recife aparece em 9º lugar entre as capitais com o maior aumento, 0,04%, um montante de 1.588.376 pessoas. No debate desta segunda-feira (8), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o contingente populacional pernambucano: os números do estado e do Brasil, as estimativas do IBGE, o cenário atual e a expectativa de vida da população pernambucana. Participam o economista, presidente da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem), Diogo Bezerra, o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo, e o doutor em Geografia, professor do Departamento de Ciências Geográficas da UFPE, Nilson Crocia.
Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Scicast dessa semana exploramos a importância dos exercícios físicos para populações especiais. Populações especiais são consideradas pessoas que apresentam questões importantes e que merecem uma atenção especial como hipertensão, gravidez, diabetes, idosos, crianças, cardiopatias, pneumopatias, AIDS e câncer. Discutimos os benefícios específicos dos exercícios para essas condições, os tipos recomendados e as precauções necessárias. Este episódio visa oferecer informações úteis e acessíveis, incentivando uma vida ativa e saudável e esclarecendo alguns mitos relacionados ao exercício. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano Citação ABNT: Scicast #656: Exercícios em populações especiais: gestantes. Locução: Tarik Fernandes, Iara Grisi, Daniele Silva, Yuri Motoyama, Fabiano. [S.l.] Portal Deviante, 11/08/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-656 Imagem de capa: Para apoiar o Pirulla, use o Pix abaixo: pirula1408@gmail.com Em nome de Marcos Siqueira (primo do Pirulla) [caption id="attachment_65160" align="aligncenter" width="300"] QR code PIX[/caption] Site: https://www.pirulla.com.br/ Expotea: https://expotea.com.br/https://www.instagram.com/expoteabrasil/ Referências e Indicações Exercícios em populações especiais: doenças crônicas (SciCast #626) Exercícios em populações especiais 2 (SciCast #644)See omnystudio.com/listener for privacy information.