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TUTAMÉIA entrevista o economista Ladislau Dowbor, professor titular de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi consultor de diversas agências das Nações Unidas, governos e municípios, além de várias organizações do sistema“S”. Atualmente integra o Conselho Internacional Consultivo da ASETT (Asociación para la Economía Social y la Transformación Territorial), País Basco, Espanha. Autor e coautor de cerca de 45 livros, toda sua produção intelectual está disponível online no website dowbor.org. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...TUTAMÉIA nas redes:Youtube: Tutaméia TVInsta: @tutameiaTik tok: @tutameia_tvBluesky: @tutameiatv.bsky.socialSite: www.tutameia.jor.br
O rei Mohammed VI nomeou Fatima Ezzahra El Mansouri como primeira-ministra do Marrocos, tornando-a a primeira mulher a chefiar o governo do país africano após a vitória de seu partido centrista, o PAM, nas eleições legislativas da semana passada. Advogada de 50 anos e prefeita de Marrakech desde os 33, El Mansouri se torna a segunda mulher a liderar um governo no mundo árabe e agora enfrenta o desafio de formar uma coalizão, já que seupartido obteve apenas 97 das 395 cadeiras do Parlamento, precisando de 198 para alcançar maioria. Tem também:- A partir desta quinta-feira, os Estados Unidos passam a exigir que jornalistas estrangeiros que solicitam visto tornem suas redes sociais públicas para verificação de identidade, medida já replicada pelo consulado americano em São Paulo- Dois funcionários da OpenAI alertaram executivos da empresa sobre falta de monitoramento adequado de seus modelos de inteligência artificial mais recentes, que invadiram sites públicos dos governos dos Estados Unidos e da Austrália, levando a um pedido de desculpas ao governo australiano- Um alerta do grupo europeu Copernicus mostra que quase 40% da população mundial está exposta em 2026 a uma combinação de calor extremo e poluição por ozônio, com a Ásia como região mais afetada e o Rio de Janeiro como a cidade brasileira com maior exposição Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Debate da Super Manhã: O acesso à saúde envolve diferentes caminhos: o Sistema Único de Saúde (SUS), que garante atendimento público e universal, e a rede privada, por meio dos planos de saúde e do atendimento particular. Em ambos os casos, conhecer os direitos da população é fundamental. No debate desta terça-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a oferta de serviços pelo SUS e a cobertura dos planos de saúde, as negativas para consultas e exames nas redes pública e privada, o reajuste das mensalidades e a coparticipação, além de tudo o que a população precisa saber sobre como e quando reclamar dos serviços de saúde. Participam o advogado especializado em Direito da Saúde, Fábio Gonçalves; o advogado, pesquisador na área, especialista em Direito da Saúde, mestrando em Direito e membro da Subcomissão de Defesa dos Direitos dos Autistas da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB/PE), Leonardo Carvalho; e a médica, advogada e coordenadora executiva da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), Renê Patriota.
O colegiado terá 15 representantes de órgãos e entidades federais e vai coordenar ações de prevenção, fiscalização e repressão às apostas e à publicidade ilegais.Sonoras:
Cerca de 27% da população já recebeu diagnóstico médico de ansiedade, sendo que os jovens são os mais afetados. Saiba mais no episódio de "Com a saúde em dia" de hoje.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, no último sábado, 19, mais uma edição do MP na Comunidade, com oferta de serviços de saúde, cidadania, assistência social e orientação jurídica à população. A ação ocorreu das 8h às 16h, na Escola Estadual Henrique Lima, no bairro Calafate, em Rio Branco, e registrou 1.501 atendimentos.
O fenómeno climático El Niño tem repercussões mundiais, especialmente em África e, sobretudo, em Moçambique. De facto, Moçambique, um dos países mais expostos às catástrofes climáticas, faz parte dos alvos mais preocupantes deste fenómeno, de acordo com as Nações Unidas. A Organização Meteorológica Mundial avança que o El Niño terá, este ano, uma forte intensidade. Para o investigador Bernardino Nhantumbo, do Instituto Nacional moçambicano de Meteorologia e associado à Universidade do Cabo, o fenómeno El Niño pode traduzir-se em "chuvas abaixo do normal nas regiões Sul e Centro do país e chuvas acima do normal na região Norte do país". Ou seja, um mesmo fenómeno tem impactos muito diferentes consoante as regiões. Daí a importância, aponta o investigador, de não se focar simplesmente em mitigar as consequências da seca ou das inundações de forma isolada. Toda a região da África Austral está fortemente exposta a fenómenos climáticos extremos, mas a localização de Moçambique apresenta certas características que tornam o país ainda mais vulnerável. Primeiro, passam pelo país nove rios internacionais. "Toda a chuva que cai no interior da África Austral passa por Moçambique, em direcção ao oceano. Então, há um potencial de inundações muito grande, decorrente de qualquer quantidade de chuva excessiva que cair na África Austral", explica Bernardino Nhantumbo. Em segundo lugar, Moçambique está na rota dos ciclones tropicais. "É uma característica também quase única no subcontinente, porque, para além de nós, temos Madagáscar, já que é uma ilha. Moçambique acaba tendo Madagáscar como sendo o seu escudo. Uma parte significativa desses ciclones, ao atingir Madagáscar, perde a sua energia. Mas depois temos o Canal de Moçambique, que tem sido mais quente do que o normal nos últimos anos. Então, chegando ao Canal de Moçambique, eles ganham energia e entram no país", analisa o investigador. A isto se acrescenta a multiplicação dos ciclones, passando de uma média anual de um ciclone para dois ou três ciclones por ano, de acordo com o especialista. Moçambique é uma extensa faixa de cerca de 3000 quilómetros e o território vai sendo afectado de diferentes formas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, as regiões Centro e Sul do país vão sofrer com a seca. O Norte de Moçambique vai enfrentar, pelo contrário, fortes episódios de chuva torrencial, com um elevado risco de inundações. Pode-se antecipar um impacto negativo na agricultura, um dos principais sustentos da população moçambicana. Para que os cidadãos se possam preparar, é necessário que haja um sistema eficaz de aviso prévio, indica Bernardino Nhantumbo. "O Instituto Nacional de Meteorologia é uma instituição-chave no sistema de aviso prévio. Mas depois é preciso respeitar o mandato sectorial, isto é, há recomendações específicas para os colegas da agricultura. Em função das previsões do Instituto Nacional de Meteorologia, as autoridades competentes no sector da agricultura trazem o seu pacote de recomendações para as comunidades. São, por exemplo, o plantio escalonado e o uso de culturas resistentes à seca", refere o especialista. O sector da saúde é também importante na antecipação dos fenómenos climáticos porque, durante episódios de seca, bem como de inundações, há surtos de doenças de origem hídrica. "Estamos a falar da malária, da cólera... O Ministério da Saúde já veio com recomendações. Isto começou com a identificação de áreas com potencial para surtos de doenças e consequentes recomendações", aponta o investigador. Várias recomendações foram lançadas no âmbito do Fórum Nacional de Acção Climática, a 11 de Setembro, e divulgadas na imprensa nacional, num exercício que é feito anualmente. Este ano, as recomendações estão particularmente associadas ao El Niño. O Instituto Nacional de Meteorologia mantém vários encontros com as autoridades para fazer a planificação e tem dado apoio técnico ao Governo moçambicano, como refere Bernardino Nhantumbo. Até ao momento, foram identificados cerca de 30 distritos que poderão observar uma seca moderada a severa. "Com base nesse manancial de informação, o Governo já desenhou um plano de resposta e mitigação à seca. São cerca de 400 milhões de dólares", avança o especialista. "Acredito que é um valor preliminar, porque, em função da intensificação dos fenómenos, poderão ser necessários valores adicionais." Bernardino Nhantumbo indica ainda que, apesar de o El Niño ser muito mencionado na imprensa internacional, nem sempre os impactos são de grande magnitude ou tremendamente severos. "Mas há outra coisa importante. É que, sobretudo olhando para a segurança alimentar, um fenómeno como o El Niño pode ter consequências muito duradouras, com dois a dois anos e meio, no mínimo, para recuperar. Então, se o fenómeno impactar a época chuvosa deste ano, devemos esperar que as populações vão ter uma perturbação nas suas colheitas. E, para que possam ter uma produção e recuperar a sua capacidade de segurança alimentar, deverão esperar até à época chuvosa de 2027-2028. Por essa razão, é importante não nos concentrarmos apenas neste ano. Este é apenas um ponto de partida", conclui Bernardino Nhantumbo.
Neste episódio, recebemos a equipe do projeto de extensão Abordagem Multidisciplinar de Educação com Saúde (AMES-UFF) para falar mais sobre o Guia Alimentar para a população brasileira, seus tópicos e principais orientações!
Grupo rebelde tomou áreas que controlam o Estreito de Bab el-Mandeb, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global; iemenitas fogem desesperadamente de suas casas; quase 3 mil já atravessaram a fronteira para a nação vizinha, o Djibuti.
A Prefeitura de Criciúma lançou o aplicativo Criciúma+, uma nova ferramenta voltada, neste primeiro momento, à divulgação de informações e serviços da Defesa Civil. O objetivo é facilitar o acesso da população a orientações oficiais, especialmente diante de eventos climáticos que possam afetar o município. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta quarta-feira (16), o diretor da Defesa Civil de Criciúma, Fred Gomes, explicou que a plataforma reúne diferentes recursos. Entre eles estão boletins meteorológicos, abertura de ocorrências, cadastro de voluntários, informações sobre abrigos previstos no plano de contingência e canais para contato direto com a Defesa Civil.
Município da nossa região tem situação de emergência reconhecida pelo governo federal por estiagem; estudante da UFC sofre facada durante assalto em frente a campus em Fortaleza; jovem de Ararendá é encontrado morto após desaparecer durante banho no Açude São José, em Ipaporanga.
neste episódio, tivemos o prazer de escutar Ismael dos Anjos – jornalista, palestrante, especialista em diversidade e inclusão, fundador do Instituto de Defesa da População Negraabordamos o letramento racial e a conexão da realidade racista brasileira com o mercado financeiro (temos tanto a fazer, turma) só dar o play!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (Caop-DH), participou, nesta quarta-feira, 9, da cerimônia de posse dos membros do Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Estadual para a População em Situação de Rua (Ciamp-Rua Acre). O evento foi realizado no Centro Universitário Estácio Unimeta, em Rio Branco.
O artista que gravou 44 rostos anônimos nos vidros da Estação Sumaré do metrô paulistano, desmontou sua vida em Berlim aos 72 anos, voltou a morar em São Paulo e ocupou dois palacetes sem luz elétrica no centro com uma série de pinturas sobre o fim do mundo. Ao Trip FM, ele fala de sua produção mais recente, da vitória da extrema direita na Alemanha, do adensamento sem planejamento das grandes cidades brasileiras e do convite que espera receber para retratar Palmas, Pelotas e Botucatu
A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (9) é a coordenadora de programa do Fundo de População da ONU (Organização das Nações Unidas) no Brasil, Anna Cunha. À jornalista Lívia Veiga, ela fala sobre a campanha “Casamento é Coisa de Adulto”, lançada para conscientizar a população sobre o casamento infantil no país, os números da prática e as consequências das uniões precoces para crianças e adolescentes.Segundo Anna, internacionalmente, casamento infantil é considerado qualquer união conjugal, formal ou informal, em que pelo menos uma das pessoas tenha menos de 18 anos. No Brasil, a maioria dessas relações não passa por cartório ou cerimônia: cerca de 87% são informais, caracterizadas principalmente pelo fato de a criança ou adolescente passar a morar com o parceiro. Dados do último Censo apontam 34 mil uniões envolvendo crianças de 10 a 14 anos no país. “Por causa dessa informalidade, é mais difícil da gente ter estatísticas precisas de mensurar essa questão e, portanto, de dar visibilidade a ela”, destaca.O Brasil tem o maior número absoluto de casamentos infantis da América Latina e ocupa a sexta posição no mundo. Os dados apresentados pela representante da ONU mostram ainda que 77% das pessoas envolvidas em casamentos infantis são meninas e 69% são pretas ou pardas. A situação de pobreza e a falta de perspectivas também estão entre os fatores relacionados às uniões precoces. De acordo com Anna, algumas meninas podem enxergar o casamento como uma saída para a vulnerabilidade, enquanto familiares podem apoiar a relação por acreditarem que ela representa uma possibilidade de mudança de vida.Anna também chamou atenção para os impactos da gravidez e da maternidade durante a adolescência. Segundo ela, especialmente entre meninas de 10 a 14 anos, a gravidez apresenta riscos à saúde. Além disso, a chegada de um bebê muda a rotina de uma adolescente que ainda está em fase de desenvolvimento. As diferenças de idade, renda e escolaridade em alguns relacionamentos também podem gerar dependência econômica e diminuir a autonomia das meninas, aumentando a exposição a situações de violência e abuso. “É muito além de simplesmente um casamento”, pontuou.Sobre a legislação, a coordenadora explicou que mais de 50 países já estabeleceram os 18 anos como idade mínima para o casamento, sem exceções. Na América Latina, ela citou mudanças recentes em países como Bolívia, Peru e Colômbia. No Brasil, desde 2019, a legislação proíbe o casamento de menores de 16 anos em qualquer situação. Atualmente, propostas sobre o tema estão em discussão no Congresso Nacional, incluindo a possibilidade de proibir o casamento antes dos 18 anos sem exceções.Para Anna, porém, uma mudança na legislação não seria suficiente para enfrentar o problema. “A mudança legislativa é um passo fundamental e importante”, afirmou, mas defendeu também o fortalecimento de políticas públicas de proteção, assistência social, saúde, educação, esporte e cultura.
5,3 milioane de oameni, un PIB de vreo 279 de miliarde de dolari și un PIB pe cap de locuitor de circa 52.000 de dolari americani. Populație mai mică decât a României, PIB total puțin mai mic, dar productivitate per capita mult mai mare. Monarhie constituțională, parlament unicameral cu 123 de aleși, sistem de vot MMP, cu două buletine, unul pentru deputatul de circumscripție și unul pentru partid. Sună impecabil pe hârtie.Numai că, în ultimii șapte, opt ani, Sergiu descrie o prăbușire a nivelului de trai și a sectoarelor în care Noua Zeelandă era în top zece mondial. Învățământ, piață imobiliară, sănătate. Țara exportă carne și lactate, trăiește din turism, dar nu are industrie și nu are o bază tehnologică. Iar întrebarea strategică rămâne deschisă: mergem pe industrii mici cu valoare adăugată mare, pe AI și IT, sau facem o țară muzeu din care rupem bilete la intrare? IGDLCC înseamnă Informații Gratis despre Lucruri care Costă! Totul ne costă dar mai ales timpul așa că am făcut această serie pentru a mă informa și educa alături de invitați din domeniile mele de interes. Te invit alături de mine în această călătorie. Mi-am propus să mă facă mai informat și mai adaptat la schimbările care vin. Sper să o facă și pentru tine.
Será que nos sentimos realmente representados pelos políticos que elegemos? Conseguirá a democracia representativa refletir, de forma fidedigna, a diversidade da sociedade? Entre o desencanto com um sistema onde 'os políticos são todos iguais' e a busca de soluções de inovação democrática, a politóloga e a humorista debruçam-se sobre as propostas que têm surgido nas últimas décadas para reforçar a participação cidadã e criar novos espaços de deliberação.Sabe o que são as Assembleias de Cidadãos? Nesta conversa ficamos a saber como funcionam e porque podem produzir resultados mais eficazes e criativos na resolução de problemas. Mas a democracia deliberativa também enfrenta críticas: desde a seleção aleatória dos participantes, que revela falhas, à falta de tempo do cidadão comum para se dedicar à atividade política. Será que o caminho é uma «democracia híbrida», que combine representação, deliberação e democracia direta? E estarão os políticos preparados para partilhar poder com cidadãos comuns e novas instituições?Para saber se a democracia pode ser reinventada, não perca este [IN]Pertinente.Referências úteisElliott, K. J. «Democracy for busy people» (University of Chicago Press, 2023) Landemore, H. «Politics without politicians: The case for citizen rule» (Penguin, 2026). Jacquet, V. (2017) «Explaining non-participation in deliberative mini-publics» (European Journal of Political Research, 56(3), 640–659) Pilet, J.-B., Bol, D., Vittori, D., & Paulis, E. (2023) «Public support for deliberative citizens' assemblies selected through sortition: Evidence from 15 countries» (European Journal of Political Research, 62(3), 873–902) Pilet, J.-B., Bedock, C., Talukder, D., & Rangoni, S. (2024) «Support for deliberative mini-publics among the losers of representative democracy» (British Journal of Political Science, 54(2), 295–312) Ipsos. (2025, 14 de novembro). «The state of democracy 2025: Fake news, lack of accountability, extremism and corruption seen as top threats to democracy across Europe and the US» Renwick, A., Lauderdale, B., Russell, M., & Cleaver, J. (2022). «What kind of democracy do people want? Results of a survey of the UK population» (First Report of the Democracy in the UK after Brexit Project). The Constitution Unit, University College London. European Data Journalism Network. (2024, 1 de março). «The non-voter time bomb»Pordata. (n.d.). «População residente com idade entre 16 e 89 anos: Total e por nível de escolaridade completo mais elevado» (Fundação Francisco Manuel dos Santos. Consultado a 16 de agosto de 2026)Observatório Internacional da Democracia Participativa. (n.d.). «The Ostbelgien model: A long-term Citizens' Council combined with short-term Citizens' Assemblies» (Consultado a 15 de agosto de 2026)BIOSSofia Serra-SilvaCientista política, doutorada em Política Comparada pela Universidade de Lisboa, estuda a forma como as instituições políticas e os cidadãos interagem na nova era digital. Luana do BemHumorista, já lançou o seu primeiro solo de Stand-Up no Youtube: «Crente». Autora do podcast "Contraluz", Luana do Bem faz também parte do painel do programa «Irritações».
Subiu para 586 o número de mortos e desaparecidos na tragédia da Ásia. A equipe do JN chegou a uma das áreas mais afetadas pelas enchentes no Nepal. Em meio à destruição, o risco de uma nova enxurrada ameaça o socorro às vítimas. Morreu o rei da Noruega, um dos monarcas mais populares da Europa. No Brasil, o ritmo de crescimento da população diminuiu. Agora, somos mais de 214 milhões, segundo o IBGE. E o entrevistado da Globo nesta sexta-feira (28) é Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República pelo PL.
Setor movimenta US$ 1,4 trilhão e exporta milhões de toneladas; consumo de frutas e vegetais segue abaixo das recomendações da FAO; baixos investimentos em pesquisa e falta de acesso às inovações por pequenos agricultores limitam a produção.
As desigualdades no país impactam diretamente nas condições de saúde da população. Saiba mais no "Com a Saúde em Dia"!See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público do Acre, por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, ajuizou ação civil pública estrutural visando a implementação de política de proteção à população em situação de rua e pede, em caráter de urgência, a adoção de medidas para instituir protocolo estadual de prevenção, atendimento, registro, investigação e monitoramento de violências contra esse grupo.
O número de pessoas em situação de rua que passam por Lauro Müller tem aumentado, segundo avaliação das profissionais do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). Apesar de o município não registrar uma realidade semelhante à de grandes cidades, a equipe tem acompanhado casos com frequência, principalmente de pessoas que utilizam a cidade como ponto de passagem. O tema foi discutido em entrevista com a assistente social Leila Demetro e a psicóloga Karen Serafim Jung, no contexto do Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, celebrado em 19 de agosto. Segundo Leila, a equipe atende, em média, uma ou duas pessoas por semana, com maior ocorrência aos finais de semana.
Olá, bio-ouvintes! A estrada de hoje dá uma voltinha rápida lá os EUA, comentando a nova pirâmide alimentar estadunidense, e volta aqui pra nossa terra pra destacar o que realmente importa, que é o Guia Alimentar para a População Brasileira. Para isso, nós contamos com a ajuda de algumas convidadas ilustríssimas. São elas: Patricia Severo - mestra em nutrição humana pela UFRJ, também conhecida como a Patsy, do Papo Delas Podcast; Aline Lopes - professora do Departamento de Nutrição da UFMG e líder do Grupo de Pesquisa de Intervenções em Nutrição (GIN-UFMG); Vitória Marli Serafim, mestranda em Nutrição e Saúde e bolsista de apoio técnico no mesmo grupo; Daniela Canella, doutora em saúde pública e professora no Instituto de Nutrição da UERJ. Guia Alimentar para a População Brasileira - completo Guia Alimentar para a População Brasileira - versão de bolso CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram Facebook LinkedIn Twitter Tiktok APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidadas: Aline Lopes, Daniela Canella, Patrícia Severo, Vitória Marli Serafim. Edição e Mixagem de Áudio: Ricardo Gomes. Arte de Capa: Annita Ingrid. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 243 - Guia alimentar para a população brasileira. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidadas: Aline Lopes, Daniela Canella, Patrícia Severo, Vitória Marli Serafim. Edição e Mixagem de Áudio: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa: Annita Ingrid Alves Silva. [S. l.] Canal Bio In Situ, 20 de agosto de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/243-guia-alimentar-para-a-populacao-brasileira/.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Economia, com Mestrado e Doutorado em Sociologia, atual Chefe do Grupo de Demografia da Universidade da Pensilvânia, Leticia Marteleto. Só vem! >> OUÇA (88min 57s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * Leticia Junqueira Marteleto possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestrado em Sociologia com ênfase em Demografia pela Bowling Green State University (1997), mestrado em Metodologia de Survey pela University of Michigan (2000) e doutorado em Sociologia com ênfase em Demografia pela University of Michigan (2001). Foi pesquisadora associada e professora colaboradora dos Departamentos de Demografia/Cedeplar e Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (2001-2004). Tem pós-doutorado pela University of Michigan (2004-2008), onde atuou também como pesquisadora do Institute for Social Research (ISR) e do Population Studies Center (PSC) e como professora do Departamento de Estudos Educacionais da Escola de Educação (2008-2009). Foi consultora residente da Divisão de População das Nações Unidas (2007-2008) em Fecundidade, tendo preparado relatórios sobre Adolescência e os Objetivos do Milênio. Foi professora associada (com tenure) do Departamento de Sociologia da University of Texas em Austin e pesquisadora associada do Population Research Center (PRC) e do Lozano Long Institute for Latin American Studies (LLILAS). Atualmente, é Professora Titular de Sociologia da Universidade da Pensilvânia, onde também é Chefe do Graduate Group in Demography (GGD). Atua nas áreas de demografia social, demografia da família, fecundidade, estudos educacionais, métodos quantitativos, desigualdades sociais e raciais com enfoque principalmente no Brasil, América Latina e África do Sul. É InvestigadoraPrincipal do projeto DZC, financiado pela NIH, o primeiro survey longitudinal sobre vida reprodutiva e fecundidade no Brasil. Site: https://web.sas.upenn.edu/leticia-marteleto/ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Mudanças climáticas, desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e expansão das monoculturas estão acelerando a degradação dos solos em diversas regiões do planeta. Para discutir soluções para essa crise ambiental crescente, representantes de governos, cientistas, organizações da sociedade civil e do setor privado participam da COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), aberta nesta segunda-feira (17) e que acontece até 28 de agosto em Ulan Bator, na Mongólia. Menos conhecida do que as grandes conferências internacionais sobre clima e biodiversidade, a COP da Desertificação busca chamar atenção para um problema que afeta diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de bilhões de pessoas. A desertificação não é o avanço do deserto, como explica Jean-Luc Chotte, pesquisador emérito do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) e especialista em solos. "É a degradação dos solos, a deterioração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, observada em áreas de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos. Mas estes lugares não estão desertos: ali vivem agricultores, pastores, muita gente. O termo desertificação é, portanto, complicado", completa. Sob o lema "Restaurar as terras, restaurar a esperança", a conferência ocorre em um contexto alarmante. Cerca de 40% das áreas terrestres do planeta apresentam algum grau de degradação, afetando diretamente 3,2 bilhões de pessoas. A cada ano, aproximadamente 100 milhões de hectares de terras saudáveis e produtivas são perdidos, com prejuízos econômicos estimados em US$ 880 bilhões. As projeções também preocupam. Segundo dados apresentados no âmbito da Convenção, até 2050 a seca poderá atingir três quartos da população mundial. Já a partir de 2030, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser deslocadas em consequência dos efeitos da escassez de água e da degradação dos ecossistemas. Para Tamsir Mbaye, pesquisador do Instituto Senegalês de Pesquisa Agrícola, o evento da Mongólia acontece em um momento decisivo. "A COP17 acontece num momento em que a degradação das terras se tornou uma ameaça global, com consequências diretas para a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de milhões de pessoas." Após uma COP16 que terminou sem grandes avanços em Riad, na Arábia Saudita, há dois anos, Mbaye considera que chegou o momento de transformar compromissos em ações concretas. Segundo ele, a degradação dos solos assume características diferentes conforme o nível de desenvolvimento dos países. Nas economias mais ricas, ela é frequentemente mascarada pelo uso intensivo de fertilizantes e outros insumos agrícolas. Já nos países mais pobres, especialmente na África Subsaariana, a baixa produtividade e o difícil acesso a esses recursos aumentam a vulnerabilidade das populações rurais. Apesar do cenário preocupante, o pesquisador destaca que existem soluções comprovadas. A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação estima em cerca de US$ 1 bilhão por dia os investimentos necessários para restaurar os solos degradados no mundo. "Será preciso restaurar as árvores, os solos e os sistemas agrícolas. Se olharmos para o exemplo do Senegal, temos experiências promissoras. Os resultados mostram que, ao associar a pesquisa, o poder público e outros atores, como as ONGs, é possível restaurar os solos e melhorar a renda das populações", afirma. "Restaurar os solos não é apenas proteger o meio ambiente. É investir na paz, na resiliência e no desenvolvimento." A avaliação é compartilhada por Sandra Rulliere, vice-responsável pela Divisão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Biodiversidade da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Segundo ela, os custos da restauração são elevados, mas os retornos econômicos justificam amplamente os investimentos. "Os investimentos necessários são enormes, mas têm retorno econômico. Dados da Convenção de Combate à Desertificação indicam que cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre sete e trinta dólares em benefícios." Para a especialista, recuperar áreas degradadas significa responder simultaneamente a vários desafios globais. "Investir na saúde dos solos é investir na segurança alimentar; é investir no clima, porque os solos armazenam carbono; e é investir na nossa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Uma terra saudável resiste melhor aos eventos climáticos extremos", analisa. Ela destaca ainda o papel dos solos na retenção de água. "Quando um solo consegue captar e conservar água por ser rico em matéria orgânica, essa água pode ser devolvida às plantas, aumentando sua capacidade de crescimento e produção." Brasil leva experiência do Semiárido para a COP17 O Brasil participa da COP17 com a maior delegação de sua história em uma conferência da ONU dedicada ao combate à desertificação. Mais de 100 representantes do governo federal, da comunidade científica, de organizações da sociedade civil e do setor privado foram enviados à Mongólia. A delegação brasileira pretende destacar experiências desenvolvidas no Semiárido, especialmente na Caatinga, o bioma nacional mais vulnerável à desertificação. O país também instalou um Pavilhão Brasil na área oficial da conferência para apresentar políticas públicas, projetos de pesquisa e iniciativas de restauração ecológica. A preocupação brasileira é respaldada pelos números. Atualmente, cerca de 18% do território nacional está localizado em áreas suscetíveis à desertificação, e aproximadamente 39 milhões de pessoas vivem em regiões afetadas pelo fenômeno. Além de compartilhar experiências de adaptação às secas e recuperação de áreas degradadas, o Brasil busca reforçar o debate sobre segurança hídrica e alimentar, dois temas cada vez mais associados aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação dos solos.
No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre a implementação eficaz de evidências científicas robustas para a população.
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Crises de nutrição persistem e continuam a ser uma realidade comum na Faixa de Gaza; 212 mil pessoas vivem em situação alimentar de emergência; palestinianos continuam a enfrentar dificuldades em recuperar meios de subsistência, sistemas alimentares locais e serviços essenciais.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Relatório mostra que condições como enxaqueca, acidente vascular cerebral, epilepsia, doença de Alzheimer e transtornos do espectro autista já afetam 470 milhões de pessoas; Opas pede reforço da prevenção, reabilitação e cuidados de longa duração.
Debate da Super Manhã: O acesso a alimentos seguros, nutritivos e de qualidade é um direito fundamental. A segurança alimentar é essencial para prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e promover o desenvolvimento social, sendo um dos grandes desafios da saúde pública e da Saúde Única. No debate desta quinta-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o conceito de segurança alimentar, a importância da alimentação saudável para a promoção da saúde, o acesso a alimentos de qualidade, a proteção dos alimentos e as consequências da insegurança alimentar para a saúde da população. Participam a engenheira agrônoma, pesquisadora científica e integrante do Comitê Permanente de Saúde Única da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Alineaurea Florentino Silva; a nutricionista e doutora em Nutrição, Edileide Freitas; o engenheiro agrônomo e professor da Unidade Acadêmica de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE-UAST), Geraldo Eugênio; e a doutora em Microbiologia e coordenadora da Saúde Única do eixo Norte e Nordeste da Fiocruz Pernambuco, Patrícia Orlandi.
Baixa natalidade e mortalidade contribuíram para o envelhecimento da população no Estado de São Paulo
Os novos dados do INE estimam que, no final de 2025, residiam em Portugal 11,4 milhões de pessoas. Entre 2021 e 2025, o número de residentes estrangeiros mais do que duplicou e representa agora cerca de 14% da população, uma transformação demográfica que relança o debate sobre a imigração e levanta novas questões sobre integração, políticas públicas e o país que estes números revelam. Ainda esta semana, ficou-se a saber o desfecho da votação no Parlamento da Prestação Social Única, viabilizada pela abstenção do PS após o voto contra do Chega, e assinalam‑se dez anos da saída do Reino Unido da União Europeia. A análise de Aurélio Gomes, Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 25 de junho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (20): O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, definirá o local da prisão do ex-banqueiro e dono do Banco Master Daniel Vorcaro na próxima semana. A tendência é de que Mendonça mantenha Vorcaro preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. A defesa tenta uma prisão domiciliar ou algo menos restritivo. O Brasil registrou queda no índice de analfabetismo, segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O país reduziu o total de pessoas que não sabem ler nem escrever em 592 mil. A taxa foi reduzida para 4,9% em 2025, o menor nível desde 2016. Reportagem: KK Martins. A estratégia de atrelar o nome do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao Caso Master deve ser mantida por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ofensiva será intensificada nas redes sociais. A medida será mantida mesmo após operação da Polícia Federal (PL) que atingiu o líder do PT no Senado, Jaques Wagner. Reportagem: João Vitor Revedilho. Um alarme falso da Defesa Civil nacional assustou a população na madrugada deste sábado (20). O sistema de alerta de mensagem disparou um aviso com a palavra “misantropia” . De acordo com o órgão, a plataforma foi desligada por volta da 1h30 para conter possíveis invasões e de que há fortes indícios de um ataque hacker. O caso é investigado. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, criticou os pagamentos exorbitantes acumulados por membros do magistrado nacional. Diante do desgaste institucional, Fachin criou um grupo de trabalho para rever gastos. Reportagem: Rodrigo Viga. O acordo de cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos começou a valer, mas ainda possui pontos sensíveis. Para o professor de Relações Internacionais, Marcus Vinícius de Freitas, há três fatores que vão contrários à continuidade do acordo. A Justiça de São Paulo tornou ré a influenciadora Deolane Bezerra por suspeita de organização criminosa e lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). As defesas negam as acusações. Reportagem: David de Tarso. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou UM estudo revelando que o Brasil possui cerca de 2,4 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O dado estatístico representa aproximadamente 1,2% da população do país. De acordo com o IBGE, a prevalência é maior entre os homens. A articulação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes do Caso Master esbarra em uma forte barreira política no Congresso Nacional. José Maria Trindade analisa. O Ministério da Saúde começou a disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20). Ela substitui as versões anteriores (Pneumo 10 e Pneumo 13). A dose protege contra 20 subtipos da bactéria causadora de doenças. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, neste sábado (20). O projeto de lei da deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) que institui o ensino político nas escolas seguiu para sanção presidencial após aprovação no Congresso. A parlamentar afirma, durante entrevista para a Jovem Pan, que a medida é um avanço significativo para o futuro do país e busca formar cidadãos conscientes sobre o funcionamento das instituições. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Jesse Montgomery joins Michael Stauch to discuss It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story (UNC Press, 2026). They examine how young white migrants from Appalachia and the South fought police brutality, racism, economic exploitation, and displacement through community organizing, and even joined forces with Fred Hampton's Black Panther Party and the Young Lords to create the original Rainbow Coalition in the streets of Chicago in the 1960s and ‘70s. Highlights include: How the Young Patriots evolved from street gang to political organizers active in Chicago's “Hillbilly Harlem,” the Uptown neighborhood; A reminder that poor white workers made up the large majority of migrants from the South during the Great Migrations of the 20th century; How the Young Patriots attempted to “re-signify” the Confederate flag, paralleling efforts by “race traitors” like Noel Ignatiev to reframe white workers in a context of interracial class solidarity; How the story of the Young Patriots is also a story of urban renewal, and the fight against it, in Chicago; A discussion of Merle Haggard's “Okie from Muskogee” and the role of country music in the culture wars of the 1960s. Guest: Jesse Montgomery is a visiting assistant professor of English at Berea College who works on American literature after 1945, Appalachian outmigration, and radical culture. Jesse holds a Ph.D. in English from Vanderbilt University. His writing has appeared in n+1, Popula, Full Stop, and the Journal of Popular Music Studies. Host: Michael Stauch is an associate professor of history at the University of Toledo and the author of Wildcat of the Streets: Detroit in the Age of Community Policing, published by the University of Pennsylvania Press in 2025. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
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Em entrevista, o pré-candidato à presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, avaliou o impacto das recentes declarações do senador Flávio Bolsonaro a respeito do Banco Master. Segundo Caiado, os argumentos apresentados pelo parlamentar não foram convincentes para a opinião pública.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Caiado #Flávio #Master #banco #declaração #política #oposição #direita #debate #repercussão #bastidores #eleições #racha #entrevista #opinião #governo #crise #aliança #estratégia #impacto
Em análise sobre o equilíbrio entre os poderes no Brasil, o pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, avaliou a relação da sociedade com o Poder Judiciário.Segundo Caiado, episódios recentes envolvendo membros do Supremo Tribunal Federal comprometeram a imagem da instituição perante a opinião pública.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Caiado #STF #população #escândalo #política #opinião #crítica #judiciário #ministros #repercussão #debate #oposição #governo #bastidores #crise #entrevista #tribunal #impacto #sociedade #direita