Podcasts about popula

  • 943PODCASTS
  • 3,416EPISODES
  • 24mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Aug 17, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about popula

Show all podcasts related to popula

Latest podcast episodes about popula

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #74: Leticia Marteleto

Naruhodo

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 88:57


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Economia, com Mestrado e Doutorado em Sociologia, atual Chefe do Grupo de Demografia da Universidade da Pensilvânia, Leticia Marteleto. Só vem! >> OUÇA (88min 57s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * Leticia Junqueira Marteleto possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestrado em Sociologia com ênfase em Demografia pela Bowling Green State University (1997), mestrado em Metodologia de Survey pela University of Michigan (2000) e doutorado em Sociologia com ênfase em Demografia pela University of Michigan (2001). Foi pesquisadora associada e professora colaboradora dos Departamentos de Demografia/Cedeplar e Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (2001-2004). Tem pós-doutorado pela University of Michigan (2004-2008), onde atuou também como pesquisadora do Institute for Social Research (ISR) e do Population Studies Center (PSC) e como professora do Departamento de Estudos Educacionais da Escola de Educação (2008-2009). Foi consultora residente da Divisão de População das Nações Unidas (2007-2008) em Fecundidade, tendo preparado relatórios sobre Adolescência e os Objetivos do Milênio. Foi professora associada (com tenure) do Departamento de Sociologia da University of Texas em Austin e pesquisadora associada do Population Research Center (PRC) e do Lozano Long Institute for Latin American Studies (LLILAS). Atualmente, é Professora Titular de Sociologia da Universidade da Pensilvânia, onde também é Chefe do Graduate Group in Demography (GGD). Atua nas áreas de demografia social, demografia da família, fecundidade, estudos educacionais, métodos quantitativos, desigualdades sociais e raciais com enfoque principalmente no Brasil, América Latina e África do Sul. É InvestigadoraPrincipal do projeto DZC, financiado pela NIH, o primeiro survey longitudinal sobre vida reprodutiva e fecundidade no Brasil. Site: https://web.sas.upenn.edu/leticia-marteleto/ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Meio Ambiente
COP da Desertificação na Mongólia: seca pode atingir 75% da população mundial e desafia também o Brasil

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 6:17


Mudanças climáticas, desmatamento, práticas agrícolas inadequadas e expansão das monoculturas estão acelerando a degradação dos solos em diversas regiões do planeta. Para discutir soluções para essa crise ambiental crescente, representantes de governos, cientistas, organizações da sociedade civil e do setor privado participam da COP17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), aberta nesta segunda-feira (17) e que acontece até 28 de agosto em Ulan Bator, na Mongólia.  Menos conhecida do que as grandes conferências internacionais sobre clima e biodiversidade, a COP da Desertificação busca chamar atenção para um problema que afeta diretamente a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de bilhões de pessoas. A desertificação não é o avanço do deserto, como explica Jean-Luc Chotte, pesquisador emérito do Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD) e especialista em solos. "É a degradação dos solos, a deterioração de suas propriedades físicas, químicas e biológicas, observada em áreas de climas áridos, semiáridos e subúmidos secos. Mas estes lugares não estão desertos: ali vivem agricultores, pastores, muita gente. O termo desertificação é, portanto, complicado", completa. Sob o lema "Restaurar as terras, restaurar a esperança", a conferência ocorre em um contexto alarmante. Cerca de 40% das áreas terrestres do planeta apresentam algum grau de degradação, afetando diretamente 3,2 bilhões de pessoas. A cada ano, aproximadamente 100 milhões de hectares de terras saudáveis e produtivas são perdidos, com prejuízos econômicos estimados em US$ 880 bilhões.  As projeções também preocupam. Segundo dados apresentados no âmbito da Convenção, até 2050 a seca poderá atingir três quartos da população mundial. Já a partir de 2030, cerca de 700 milhões de pessoas poderão ser deslocadas em consequência dos efeitos da escassez de água e da degradação dos ecossistemas.  Para Tamsir Mbaye, pesquisador do Instituto Senegalês de Pesquisa Agrícola, o evento da Mongólia acontece em um momento decisivo. "A COP17 acontece num momento em que a degradação das terras se tornou uma ameaça global, com consequências diretas para a segurança alimentar, a disponibilidade de água e os meios de subsistência de milhões de pessoas." Após uma COP16 que terminou sem grandes avanços em Riad, na Arábia Saudita, há dois anos, Mbaye considera que chegou o momento de transformar compromissos em ações concretas. Segundo ele, a degradação dos solos assume características diferentes conforme o nível de desenvolvimento dos países. Nas economias mais ricas, ela é frequentemente mascarada pelo uso intensivo de fertilizantes e outros insumos agrícolas. Já nos países mais pobres, especialmente na África Subsaariana, a baixa produtividade e o difícil acesso a esses recursos aumentam a vulnerabilidade das populações rurais. Apesar do cenário preocupante, o pesquisador destaca que existem soluções comprovadas. A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação estima em cerca de US$ 1 bilhão por dia os investimentos necessários para restaurar os solos degradados no mundo. "Será preciso restaurar as árvores, os solos e os sistemas agrícolas. Se olharmos para o exemplo do Senegal, temos experiências promissoras. Os resultados mostram que, ao associar a pesquisa, o poder público e outros atores, como as ONGs, é possível restaurar os solos e melhorar a renda das populações", afirma. "Restaurar os solos não é apenas proteger o meio ambiente. É investir na paz, na resiliência e no desenvolvimento." A avaliação é compartilhada por Sandra Rulliere, vice-responsável pela Divisão de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Biodiversidade da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Segundo ela, os custos da restauração são elevados, mas os retornos econômicos justificam amplamente os investimentos. "Os investimentos necessários são enormes, mas têm retorno econômico. Dados da Convenção de Combate à Desertificação indicam que cada dólar investido na restauração de terras degradadas gera entre sete e trinta dólares em benefícios." Para a especialista, recuperar áreas degradadas significa responder simultaneamente a vários desafios globais. "Investir na saúde dos solos é investir na segurança alimentar; é investir no clima, porque os solos armazenam carbono; e é investir na nossa capacidade de adaptação às mudanças climáticas. Uma terra saudável resiste melhor aos eventos climáticos extremos", analisa. Ela destaca ainda o papel dos solos na retenção de água. "Quando um solo consegue captar e conservar água por ser rico em matéria orgânica, essa água pode ser devolvida às plantas, aumentando sua capacidade de crescimento e produção." Brasil leva experiência do Semiárido para a COP17 O Brasil participa da COP17 com a maior delegação de sua história em uma conferência da ONU dedicada ao combate à desertificação. Mais de 100 representantes do governo federal, da comunidade científica, de organizações da sociedade civil e do setor privado foram enviados à Mongólia.  A delegação brasileira pretende destacar experiências desenvolvidas no Semiárido, especialmente na Caatinga, o bioma nacional mais vulnerável à desertificação. O país também instalou um Pavilhão Brasil na área oficial da conferência para apresentar políticas públicas, projetos de pesquisa e iniciativas de restauração ecológica. A preocupação brasileira é respaldada pelos números. Atualmente, cerca de 18% do território nacional está localizado em áreas suscetíveis à desertificação, e aproximadamente 39 milhões de pessoas vivem em regiões afetadas pelo fenômeno.  Além de compartilhar experiências de adaptação às secas e recuperação de áreas degradadas, o Brasil busca reforçar o debate sobre segurança hídrica e alimentar, dois temas cada vez mais associados aos efeitos das mudanças climáticas e da degradação dos solos. 

Estação Pop News
A Polícia Civil de Iraquara, alerta a população para o aumento de ocorrências envolvendo cartões bancários perdidos

Estação Pop News

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 3:07


Convidado
Incidentes no Uíge: "População tem que conhecer as leis e obrigar as autoridades a cumpri-las"

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 13:48


No sábado, a polícia recorreu à força para inviabilizar uma actividade da Jura, o braço juvenil da Unita, no Uíge, no norte do país, alegando que o encontro estava previsto num "local impróprio". Contudo de acordo com a Unita que dá conta de 31 feridos, dez dos quais em estado grave, as forças da ordem usaram gás lacrimogéneo e munições "de caçadeira" contra militantes e populares, criando o que o secretário-geral desse partido de oposição qualificou de "estado de guerra" no Uige. Estes incidentes -em período pré-eleitoral- não deixaram de suscitar condenações de formações de oposição como a PRA Já, o Bloco Democrático ou ainda organizações como a 'Friends of Angola', sem mencionar o partido moçambicano Renamo, sendo que a própria Unita declarou que "iria deixar de apelar os angolanos à serenidade". Em entrevista concedida à RFI, a activista angolana Laura Macedo evoca o momento que se vive em Angola, dá conta de expressões de intolerância política e analisa os incidentes registados neste fim-de-semana. RFI: Como analisa os acontecimentos de sábado no Uíge? Laura Macedo: A intolerância por parte do governo, nós próprios, a sociedade civil, nós temos sentido quando tentamos organizar alguma coisa na rua. Nós cumprimos todos os procedimentos que a lei exige, a Lei n°16/91, que é a lei sobre o direito de reunião e manifestação. E nós vemos que as autoridades administrativas não querem saber. Eles não ligam nenhuma. Eles não cumprem. A lei, por exemplo, diz que as autoridades administrativas, em caso de algum impedimento, devem responder aos proponentes da acção em 24 horas. Isso nunca aconteceu. Eu nunca vi aqui, por exemplo, nós em Luanda, o pessoal de Benguela, da Huíla, a receberem uma resposta, uma carta das autoridades administrativas a dizerem que não é possível esta actividade "por isto, por isto, por isto". Eles deixam estar aquilo. Recebem a documentação, ignoram e depois, no dia ou na véspera, eles dizem que não, que não podemos fazer esse percurso. Com a Unita aconteceu precisamente a mesma coisa, desta vez no Uige. Eles informaram o governo da província o que é que ia se passar ali. Inclusive, na quinta-feira, que foi o dia da chegada do Adalberto Costa Júnior, o presidente da Unita, a população começou logo a ser impedida de circular na cidade. A polícia de choque estava ali para impedir que a população circulasse. Não entendi porquê. Naquela altura houve algum desconforto da parte de simpatizantes e militantes da Unita também. O MPLA teve o cuidado de durante a semana ir engalanar a cidade com bandeiras deles, fitinhas de bandeiras. Chegou inclusive a pôr uma bandeira perto da sede da Unita, o que causou um desconforto e uma revolta aos militantes e simpatizantes que nunca tinham visto aquilo ali, a não ser junto da sua sede. No acampamento da Jura, há vídeos a circular, houve uma tentativa por parte de jovens da JMPLA invadirem o acampamento da Jura, que era no Negage (no Uige). A Jura faz todos os anos o que eles chamam a "fogueira do militante". Eles fazem-na todos os anos e fazem-na sempre fora de Luanda. Vão sempre para uma província. E eu acho que o MPLA está tão desconfortável, está com tantos problemas dentro dele que tem medo de as comunidades se comecem a aproximar cada vez mais da Unita. Aliás, eles estão a ver as comunidades a cada vez mais apoiarem a Unita. RFI: E precisamente está a abordar a questão das divisões no seio do MPLA. Esta ocorrência, a seu ver, teria, por exemplo, o objectivo ou o efeito, pelo menos, de distrair as atenções sobre o facto de no seio do partido no poder, haver uma luta renhida para aceder à candidatura à presidência do partido e à Presidência também do país? Laura Macedo: O problema é que a ala de João Lourenço e eu vou-lhe chamar mesmo assim, não quer largar o poder. E eles sabem perfeitamente aquilo que João Lourenço fez a José Eduardo (dos Santos). Todos estamos lembrados que José Eduardo largou a Presidência da República, foi forçado e acabou por aceitar. E quando houve eleições e João Lourenço sentou na cadeira de Presidente da República, a primeira coisa que fez, foi tirar José Eduardo da cadeira do MPLA. Porque quem está na Presidência da República, quando o MPLA estiver na Presidência da República, se não mandar no MPLA, sabe que tem os dias contados. Portanto, vai ter que obedecer a quem estiver na cadeira do partido. Então, este é o grande problema. Eu já venho a denunciar há muito tempo de que, não havendo possibilidade de João Lourenço se manter na Presidência da República, porque são só dois mandatos, João Lourenço e os seus assessores e os seus sequazes iam tentar de todas as maneiras, provocar acções que pudessem levar antes das eleições, a uma situação em Angola que nos levasse a um Estado de sítio, onde ele pudesse continuar no poder. Esse é que é o grande problema. Nós vemos muitas coisas absurdas aqui. A Presidência da República está a tomar conta de espaço, está a ceder espaços inegociáveis, como pequenos bosques dentro da cidade, estão a ocupar, estão a ceder a grupos internacionais, com a participação de gente que está na Presidência da República. Nós vemos cada vez mais empréstimos, empréstimos, empréstimos. Ainda agora ouvimos falar de mais um empréstimo de mil milhões (o executivo angolano validou na semana passada um acordo de financiamento entre o Estado e o banco francês Société Générale no valor de mil milhões de Euros para programas de investimento público). Quer dizer, um homem que está em fim de mandato, está a fazer estes empréstimos. Ele sabe, ou devia saber, que não vai ficar mais lá, que não vai poder gerir estes empréstimos. Eu vejo é que eles estão a querer sugar o máximo de dinheiro possível ao Estado. Realmente é a mesma cena que aconteceu aquando da saída do Presidente José Eduardo. As pessoas que o rodeavam, que tinham grande influência sobre ele, também fizeram a mesma coisa. RFI: Relativamente aos acontecimentos deste fim-de-semana, a Unita reagiu dizendo que não iria mais apelar à população a guardar a calma. A seu ver, o que é que isto pode dar? Laura Macedo: Eu também ouvi. Quer dizer que a população tem que começar a agir, agir não atacando. Não é para atacar, é para se manter firme. A população tem que se manter firme, a população tem que conhecer as leis e obrigar as autoridades a cumprirem também a lei. Eu acho que é isto que a Unita quis dizer. Tenho plena certeza que foi isto. E é isto que eu digo sempre. Se a polícia não nos deixa passar aqui, nós ficamos aqui. Isto é uma forma de protesto. Nós fizemos isso o ano passado, quando foi daquelas três manifestações que foram organizadas pela sociedade civil. Eles não nos deixaram fazer o percurso também violando a lei, porque nós não fomos comunicados que não iríamos passar por ali. As autoridades administrativas não alteraram o percurso por nós marcado e, no dia, quiseram que nós mudássemos o percurso no momento e nós não aceitamos. Aconteceu, por exemplo, com a marcha do MEA (Movimento dos Estudantes Angolanos), na senda da subida dos combustíveis e a consequente subida das propinas. E nós paramos na zona do Zé Pirão, um cruzamento que é crucial dentro de Luanda. Estivemos ali quatro horas. O que é que nós vimos? As autoridades a cortarem o sinal da internet. Não houve confusão, não houve repressão por parte da polícia, Mas nós, pura e simplesmente paramos ali. E como é uma zona com muitos prédios, eles ficam com receio de reprimir, porque nós que estamos no chão, eles conseguem nos tirar os telefones. Mas a quem está dentro da sua casa, nas varandas a filmar, eles não conseguem ir buscar os arquivos dessas pessoas. Então eles ficam com receio que saiam as imagens, mas este é o procedimento usual das autoridades aqui do meu país. RFI: Tem observado, à medida que nos aproximamos do período eleitoral, algum nervosismo, manifestações de intolerância política? Laura Macedo: Tenho sim, principalmente por parte dos jovens afectos ao MPLA. A Unita esteve a fazer uma campanha de angariação de novos membros aqui em Luanda e os jovens da Unita andavam sob a égide do seu Secretariado Provincial de Luanda. Andavam com umas mesinhas, a sua bandeira, as fichas de inscrição e paravam em determinadas vias. E o absurdo foi que jovens do MPLA tentavam desmantelar estas mesas, tentavam que eles levantassem dali e, inclusive, usaram as autoridades Administrativas para proibir que estas bancas que a Unita foi montando um pouco por todo o lado, surtissem efeito, como forma de amedrontar a população. Então veja o ridículo. A fiscalização de algumas administrações resolveu aproximar-se destas bancas e pedir um alvará. A Unita não é um partido comercial. Queriam que aqueles jovens, aquelas pessoas da Unita que estavam ali, lhes apresentassem o seu cartão de vendedor ambulante. A Unita não estava a vender nada. A Unita não vende nada. E veja o absurdo, numa nítida provocação aos militantes que ali estavam e como forma de amedrontar quem quisesse se aproximar dessas bancadas. Portanto, isto é um acto de violação do direito do cidadão. E a lei dos partidos permite isso, porque o próprio MPLA faz isso. O próprio MPLA não faz nenhuma actividade, não há uma actividade do MPLA que eles não fechem ruas, por mais pequena que seja. O MPLA põe e dispõe. E aí está o grande problema de não haver eleições autárquicas. Daí, que o MPLA não quer eleições autárquicas, porque nenhum autarca iria permitir, nenhum autarca saído, por exemplo, da sociedade civil, iria permitir que um partido chegue e feche ruas. Os secretários provinciais são o governador provincial em todo o lado, o subsecretário municipal e o administrador. Quer dizer, há uma confusão entre o MPLA e o Estado. Daí que nós chamamos ao MPLA o "partido-Estado". O seu presidente é o presidente do partido, o governador é o secretário do partido, o administrador é o secretário do partido, lá onde ele estiver. E isso é errado. Tem que mudar. E para mudarmos isso, temos mesmo que ter eleições autárquicas. RFI: Entretanto, tudo isto acontece numa altura em que acaba de entrar em vigor a nova lei sobre a desinformação e as 'fake news'. Como é que reage à entrada em vigor deste texto, que desencadeou alguma polémica e uma forte oposição? Laura Macedo: O grande problema aqui com esta lei das 'fake news', como eles lhe conseguiram chamar, é quem é que produz 'fake news' aqui? É precisamente a gente do governo e a gente do MPLA. Nós vimos, por exemplo, só para ter uma ideia, a CNN fez uma matéria sobre os acontecimentos do Uige com a sua legenda própria. O que é que o pessoal do MPLA fez? Mudou a legenda. A legenda está em inglês. Mudou a legenda e colocou dizendo que "um partido da oposição queria tomar uma das províncias de Angola". Isto é que é 'fake news'. Quem produziu? Vamos ver as autoridades policiais a investigarem de onde partiu esta alteração a um pequeno vídeo que até veio lá de fora? Não vamos porque foi gente do MPLA que fez. Esse é que é o grande problema. No dia em que eu escrever alguma coisa, que eu puser alguma nota nas minhas redes sociais que não seja real, ou que eu partilhe alguma nota que não seja real, o que é que vai acontecer? Eles não vão procurar a fonte. Eles vão-me atacar a mim, porque eles andam mortinhos todos por nos calar. Esta lei é igual à lei do vandalismo, que é para nos parar, mas eles não nos vão conseguir parar. Nós estamos aqui, estamos firmes. Nós queremos mudança. Nós queremos um governo que cuide principalmente dos angolanos sem nada. A nossa preocupação é com estes angolanos. Eu não estou preocupada com a minha situação. Estou preocupada com a situação daqueles lá que não tem absolutamente nada.

Radioagência
Projetos querem aumentar acesso da população às chamadas canetas emagrecedoras

Radioagência

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026


Noticiário Nacional
00h Incêndios: Em Mirandela já não há populações em perigo

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 12:53


See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Dois terços da população de Gaza enfrentam insegurança alimentar aguda

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 2:01


Crises de nutrição persistem e continuam a ser uma realidade comum na Faixa de Gaza; 212 mil pessoas vivem em situação alimentar de emergência; palestinianos continuam a enfrentar dificuldades em recuperar meios de subsistência, sistemas alimentares locais e serviços essenciais.

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

Notícias MP
MPAC promove roda de conversa sobre saúde da população negra e fortalecimento de políticas públicas para mulheres negras

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 1:24


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOP-DH), realizou, nesta segunda-feira, 20, uma roda de conversa em alusão ao Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra e ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

ONU News
Quase metade da população das Américas vivem com doenças neurológicas

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 2:15


Relatório mostra que condições como enxaqueca, acidente vascular cerebral, epilepsia, doença de Alzheimer e transtornos do espectro autista já afetam 470 milhões de pessoas; Opas pede reforço da prevenção, reabilitação e cuidados de longa duração.

Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Envelhecimento da população exige novos desafios para a saúde pública

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 1:17


Com o aumento da expectativa de vida, o Brasil precisa adaptar seus sistemas de saúde e suas políticas públicas para atender a uma população cada vez mais idosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias MP
MPAC encerra participação na Expoacre Juruá 2026 com ações de fiscalização, atendimento à população

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 1:44


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) encerrou, na noite deste domingo, 5, sua participação na 21ª edição da Expoacre Juruá 2026, em Cruzeiro do Sul, após uma semana de atuação voltada à proteção dos direitos da população, à promoção da cidadania e ao fortalecimento das políticas públicas.

MP no Rádio
Acesso à água: direitos da população e deveres do poder público

MP no Rádio

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 13:20


O direito de todas as pessoas à água é o tema do MP no Rádio desta semana, que tem como entrevistado o Promotor de Justiça Jânio Luiz Pereira. Entre outros pontos, ele explica o que diz a legislação brasileira sobre a questão, esclarece de quem é a responsabilidade pelo fornecimento, indica qual a quantidade mínima a ser garantida diariamente a cada pessoa e orienta o que o consumidor deve fazer quando tiver problemas no fornecimento.

Na volné noze
#55 - Ivana Birtová

Na volné noze

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 195:02


Ivana Birtová měla dospívání jako z pohádky, ovšem ne té pěkné. Ani potom se s ní život nemazlil, ale nevzdala to a vypracovala se v úspěšnou realitní investorku. Tohle je její příběh. Více na http://Birtova.cz a https://www.RealitniShaker.cz

Biologia em Meia Hora
Como se alimentar bem?

Biologia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 36:50


Como se alimentar bem? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como surgiu o Guia Alimentar para a População Brasileira, por que ele mudou a forma de pensar alimentação e como suas recomendações podem ajudar qualquer pessoa a fazer escolhas mais conscientes no dia a dia.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda)Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche) e Caio de Santis (@caiodesantis)Edição: Caio de Santis (@caiodesantis)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Emilio Garcia (@emilioblablalogia) Caio de Santis (@caiodesantis), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), BláBláLogia Produções (@blablalogia) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIABRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

Expresso - O mundo a seus pés
“Ajudar a população da Venezuela vai ser um processo muito longo. São muitos meses até restabelecer as necessidades básicas”

Expresso - O mundo a seus pés

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 14:01


O duplo sismo na Venezuela causou “uma emergência em cima de outra emergência”. Oiça o último episódio do podcast “O Mundo A Seus Pés” com Marta Caria, da Portugal com ACNUR, fundação parceira nacional da Agência da ONU para os Refugiados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Debate da Super Manhã
Segurança alimentar e a saúde da população

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 55:16


Debate da Super Manhã: O acesso a alimentos seguros, nutritivos e de qualidade é um direito fundamental. A segurança alimentar é essencial para prevenir doenças, melhorar a qualidade de vida e promover o desenvolvimento social, sendo um dos grandes desafios da saúde pública e da Saúde Única. No debate desta quinta-feira (9), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o conceito de segurança alimentar, a importância da alimentação saudável para a promoção da saúde, o acesso a alimentos de qualidade, a proteção dos alimentos e as consequências da insegurança alimentar para a saúde da população. Participam a engenheira agrônoma, pesquisadora científica e integrante do Comitê Permanente de Saúde Única da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Alineaurea Florentino Silva; a nutricionista e doutora em Nutrição, Edileide Freitas; o engenheiro agrônomo e professor da Unidade Acadêmica de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE-UAST), Geraldo Eugênio; e a doutora em Microbiologia e coordenadora da Saúde Única do eixo Norte e Nordeste da Fiocruz Pernambuco, Patrícia Orlandi.

Jornal da USP
Panorama Paulista #131: População paulista está mais idosa

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 2:34


Baixa natalidade e mortalidade contribuíram para o envelhecimento da população no Estado de São Paulo

Expresso - Eixo do Mal
A população residente em Portugal atinge os 11,4 milhões, quem deu (ou não) a mão à PSU e uma década de Brexit

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 50:08


Os novos dados do INE estimam que, no final de 2025, residiam em Portugal 11,4 milhões de pessoas. Entre 2021 e 2025, o número de residentes estrangeiros mais do que duplicou e representa agora cerca de 14% da população, uma transformação demográfica que relança o debate sobre a imigração e levanta novas questões sobre integração, políticas públicas e o país que estes números revelam. Ainda esta semana, ficou-se a saber o desfecho da votação no Parlamento da Prestação Social Única, viabilizada pela abstenção do PS após o voto contra do Chega, e assinalam‑se dez anos da saída do Reino Unido da União Europeia. A análise de Aurélio Gomes, Clara Ferreira Alves, Daniel Oliveira, Luís Pedro Nunes e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 25 de junho. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
12h 14% da população portuguesa era constituída por imigrantes no final de 2025

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 13:06


See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
13h População residente em Portugal atingiu um número recorde

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 11:56


See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 20/06/2026 | André Mendonça definirá local de prisão de Vorcaro / Alerta falso da Defesa Civil assusta população

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 240:02


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (20): O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, definirá o local da prisão do ex-banqueiro e dono do Banco Master Daniel Vorcaro na próxima semana. A tendência é de que Mendonça mantenha Vorcaro preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. A defesa tenta uma prisão domiciliar ou algo menos restritivo. O Brasil registrou queda no índice de analfabetismo, segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O país reduziu o total de pessoas que não sabem ler nem escrever em 592 mil. A taxa foi reduzida para 4,9% em 2025, o menor nível desde 2016. Reportagem: KK Martins. A estratégia de atrelar o nome do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao Caso Master deve ser mantida por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ofensiva será intensificada nas redes sociais. A medida será mantida mesmo após operação da Polícia Federal (PL) que atingiu o líder do PT no Senado, Jaques Wagner. Reportagem: João Vitor Revedilho. Um alarme falso da Defesa Civil nacional assustou a população na madrugada deste sábado (20). O sistema de alerta de mensagem disparou um aviso com a palavra “misantropia” . De acordo com o órgão, a plataforma foi desligada por volta da 1h30 para conter possíveis invasões e de que há fortes indícios de um ataque hacker. O caso é investigado. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, criticou os pagamentos exorbitantes acumulados por membros do magistrado nacional. Diante do desgaste institucional, Fachin criou um grupo de trabalho para rever gastos. Reportagem: Rodrigo Viga. O acordo de cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos começou a valer, mas ainda possui pontos sensíveis. Para o professor de Relações Internacionais, Marcus Vinícius de Freitas, há três fatores que vão contrários à continuidade do acordo. A Justiça de São Paulo tornou ré a influenciadora Deolane Bezerra por suspeita de organização criminosa e lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). As defesas negam as acusações. Reportagem: David de Tarso. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou UM estudo revelando que o Brasil possui cerca de 2,4 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O dado estatístico representa aproximadamente 1,2% da população do país. De acordo com o IBGE, a prevalência é maior entre os homens. A articulação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes do Caso Master esbarra em uma forte barreira política no Congresso Nacional. José Maria Trindade analisa. O Ministério da Saúde começou a disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20). Ela substitui as versões anteriores (Pneumo 10 e Pneumo 13). A dose protege contra 20 subtipos da bactéria causadora de doenças. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, neste sábado (20). O projeto de lei da deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) que institui o ensino político nas escolas seguiu para sanção presidencial após aprovação no Congresso. A parlamentar afirma, durante entrevista para a Jovem Pan, que a medida é um avanço significativo para o futuro do país e busca formar cidadãos conscientes sobre o funcionamento das instituições. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

New Books Network
Jesse Montgomery, "It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story" (UNC Press, 2026)

New Books Network

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 75:35


Jesse Montgomery joins Michael Stauch to discuss It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story (UNC Press, 2026). They examine how young white migrants from Appalachia and the South fought police brutality, racism, economic exploitation, and displacement through community organizing, and even joined forces with Fred Hampton's Black Panther Party and the Young Lords to create the original Rainbow Coalition in the streets of Chicago in the 1960s and ‘70s. Highlights include: How the Young Patriots evolved from street gang to political organizers active in Chicago's “Hillbilly Harlem,” the Uptown neighborhood; A reminder that poor white workers made up the large majority of migrants from the South during the Great Migrations of the 20th century; How the Young Patriots attempted to “re-signify” the Confederate flag, paralleling efforts by “race traitors” like Noel Ignatiev to reframe white workers in a context of interracial class solidarity; How the story of the Young Patriots is also a story of urban renewal, and the fight against it, in Chicago; A discussion of Merle Haggard's “Okie from Muskogee” and the role of country music in the culture wars of the 1960s. Guest: Jesse Montgomery is a visiting assistant professor of English at Berea College who works on American literature after 1945, Appalachian outmigration, and radical culture. Jesse holds a Ph.D. in English from Vanderbilt University. His writing has appeared in n+1, Popula, Full Stop, and the Journal of Popular Music Studies. Host: Michael Stauch is an associate professor of history at the University of Toledo and the author of Wildcat of the Streets: Detroit in the Age of Community Policing, published by the University of Pennsylvania Press in 2025. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network

New Books in American Studies
Jesse Montgomery, "It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story" (UNC Press, 2026)

New Books in American Studies

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 77:35


Jesse Montgomery joins Michael Stauch to discuss It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story (UNC Press, 2026). They examine how young white migrants from Appalachia and the South fought police brutality, racism, economic exploitation, and displacement through community organizing, and even joined forces with Fred Hampton's Black Panther Party and the Young Lords to create the original Rainbow Coalition in the streets of Chicago in the 1960s and ‘70s. Highlights include: How the Young Patriots evolved from street gang to political organizers active in Chicago's “Hillbilly Harlem,” the Uptown neighborhood; A reminder that poor white workers made up the large majority of migrants from the South during the Great Migrations of the 20th century; How the Young Patriots attempted to “re-signify” the Confederate flag, paralleling efforts by “race traitors” like Noel Ignatiev to reframe white workers in a context of interracial class solidarity; How the story of the Young Patriots is also a story of urban renewal, and the fight against it, in Chicago; A discussion of Merle Haggard's “Okie from Muskogee” and the role of country music in the culture wars of the 1960s. Guest: Jesse Montgomery is a visiting assistant professor of English at Berea College who works on American literature after 1945, Appalachian outmigration, and radical culture. Jesse holds a Ph.D. in English from Vanderbilt University. His writing has appeared in n+1, Popula, Full Stop, and the Journal of Popular Music Studies. Host: Michael Stauch is an associate professor of history at the University of Toledo and the author of Wildcat of the Streets: Detroit in the Age of Community Policing, published by the University of Pennsylvania Press in 2025. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/american-studies

New Books in Policing, Incarceration, and Reform
Jesse Montgomery, "It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story" (UNC Press, 2026)

New Books in Policing, Incarceration, and Reform

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 75:35


Jesse Montgomery joins Michael Stauch to discuss It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story (UNC Press, 2026). They examine how young white migrants from Appalachia and the South fought police brutality, racism, economic exploitation, and displacement through community organizing, and even joined forces with Fred Hampton's Black Panther Party and the Young Lords to create the original Rainbow Coalition in the streets of Chicago in the 1960s and ‘70s. Highlights include: How the Young Patriots evolved from street gang to political organizers active in Chicago's “Hillbilly Harlem,” the Uptown neighborhood; A reminder that poor white workers made up the large majority of migrants from the South during the Great Migrations of the 20th century; How the Young Patriots attempted to “re-signify” the Confederate flag, paralleling efforts by “race traitors” like Noel Ignatiev to reframe white workers in a context of interracial class solidarity; How the story of the Young Patriots is also a story of urban renewal, and the fight against it, in Chicago; A discussion of Merle Haggard's “Okie from Muskogee” and the role of country music in the culture wars of the 1960s. Guest: Jesse Montgomery is a visiting assistant professor of English at Berea College who works on American literature after 1945, Appalachian outmigration, and radical culture. Jesse holds a Ph.D. in English from Vanderbilt University. His writing has appeared in n+1, Popula, Full Stop, and the Journal of Popular Music Studies. Host: Michael Stauch is an associate professor of history at the University of Toledo and the author of Wildcat of the Streets: Detroit in the Age of Community Policing, published by the University of Pennsylvania Press in 2025. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

UNC Press Presents Podcast
Jesse Montgomery, "It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story" (UNC Press, 2026)

UNC Press Presents Podcast

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 75:35


Jesse Montgomery joins Michael Stauch to discuss It Is Not Enough to Survive: The Young Patriots Story (UNC Press, 2026). They examine how young white migrants from Appalachia and the South fought police brutality, racism, economic exploitation, and displacement through community organizing, and even joined forces with Fred Hampton's Black Panther Party and the Young Lords to create the original Rainbow Coalition in the streets of Chicago in the 1960s and ‘70s. Highlights include: How the Young Patriots evolved from street gang to political organizers active in Chicago's “Hillbilly Harlem,” the Uptown neighborhood; A reminder that poor white workers made up the large majority of migrants from the South during the Great Migrations of the 20th century; How the Young Patriots attempted to “re-signify” the Confederate flag, paralleling efforts by “race traitors” like Noel Ignatiev to reframe white workers in a context of interracial class solidarity; How the story of the Young Patriots is also a story of urban renewal, and the fight against it, in Chicago; A discussion of Merle Haggard's “Okie from Muskogee” and the role of country music in the culture wars of the 1960s. Guest: Jesse Montgomery is a visiting assistant professor of English at Berea College who works on American literature after 1945, Appalachian outmigration, and radical culture. Jesse holds a Ph.D. in English from Vanderbilt University. His writing has appeared in n+1, Popula, Full Stop, and the Journal of Popular Music Studies. Host: Michael Stauch is an associate professor of history at the University of Toledo and the author of Wildcat of the Streets: Detroit in the Age of Community Policing, published by the University of Pennsylvania Press in 2025.

Noticiário Nacional
8h 10 de Junho. António José Seguro vai almoçar com a população

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 10:41


See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
22h Ilha Terceira: PR faz caminhada para contactar com população

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 10:22


See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio PT
BOLETIM | Bolsa Família permite melhora da saúde e de trabalho no Brasil

Rádio PT

Play Episode Listen Later May 27, 2026 4:18


País atingiu índice de 0,805 em 2024, último ano medido pelo estudo. Avanço foi impulsionado por políticas de educação, renda e inclusão social, como o Bolsa Família. População negra registrou crescimento em ritmo quase duas vezes maior que o da população branca nos últimos 13 anos.Sonora:

Iconocast
HOMEM ESF4QUEI4 A EX E FILHAS DELA E É CAÇADO PELA POPULAÇÃO

Iconocast

Play Episode Listen Later May 27, 2026 8:01


Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: contato@iconografiadahistoria.comNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Joel PaviottiCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti

O Antagonista
Cortes do Papo - Caiado afirma que explicações de Flávio sobre Banco Master não convenceram a população

O Antagonista

Play Episode Listen Later May 22, 2026 7:43


Em entrevista, o  pré-candidato à presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, avaliou o impacto das recentes declarações do senador Flávio Bolsonaro a respeito do Banco Master. Segundo Caiado, os argumentos apresentados pelo parlamentar não foram convincentes para a opinião pública.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes?   Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás.   Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente.   Chegou a edição especial Crusoé impressa.   É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil.   Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé.   Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link:   https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa  Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Caiado #Flávio #Master #banco #declaração #política #oposição #direita #debate #repercussão #bastidores #eleições #racha #entrevista #opinião #governo #crise #aliança #estratégia #impacto

O Antagonista
Cortes do Papo - "População não absorveu escândalos que atingiram membros do STF", afirma Ronaldo Caiado

O Antagonista

Play Episode Listen Later May 22, 2026 9:26


Em análise sobre o equilíbrio entre os poderes no Brasil, o pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, avaliou a relação da sociedade com o Poder Judiciário.Segundo Caiado, episódios recentes envolvendo membros do Supremo Tribunal Federal comprometeram a imagem da instituição perante a opinião pública.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes?   Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás.   Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente.   Chegou a edição especial Crusoé impressa.   É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil.   Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé.   Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link:   https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa  Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Caiado #STF #população #escândalo #política #opinião #crítica #judiciário #ministros #repercussão #debate #oposição #governo #bastidores #crise #entrevista #tribunal #impacto #sociedade #direita

ONU News
Missão denuncia casos de racismo e violência à população negra na Colômbia

ONU News

Play Episode Listen Later May 19, 2026 1:52


Especialistas em direitos humanos, que visitaram país sul-americano, citam persistência de discriminação, abusos policiais e condições degradantes em centros de detenção no país.

JORNAL DA RECORD
18/05/2026 | 1ª Edição: Vacinação contra gripe é ampliada em São Paulo para toda a população

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 18, 2026 3:29


Confira nesta edição do JR 24 Horas: O governo federal alertou sobre um novo golpe na internet relacionado ao programa Desenrola Brasil. Criminosos atraem pessoas interessadas em renegociar dívidas para um site falso. As vítimas informam o CPF e são direcionadas a um chat onde é exigido o pagamento de uma taxa para a negociação. O Ministério da Fazenda informou que não há cobrança para acessar o programa e recomendou que os interessados procurem diretamente os bancos. E ainda: Vacinação contra gripe é ampliada em São Paulo para toda a população.

Conexão Israel
#353 - Cessar-fogo em Gaza empacado, UE quer sancionar colonos terroristas, Supremo terá que decidir sobre novo chefe do Mossad, Partido ultraortodoxo ameaça deixar a coalizão.

Conexão Israel

Play Episode Listen Later May 15, 2026 99:57


Ih, vai cair! Quando? Nas próximas semanas. É certo? Parece que sim, mas em se tratando de Israel, tudo é possível. Bloco 1- Impasse segue no Irã.- Cessar fogo não avança, partes trocam acusações e Conselho da Paz não se impõe. - ⁠União Europeia tem unanimidade para sanções contra colonos.- Dia de Jerusalém será marcado na sexta-feira e confusão é esperada.Bloco 2- População drusa protesta com violência no Golã.- Netanyahu é entrevistado pela CBS americana.- Supremo debate nomeação de Roman Goffman para chefia do Mossad.- ⁠Partido Degel HaTorá ameaça deixar a coalizão.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube.com/@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #353 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

ONU News
Haiti: violência de gangues e ação policial causam 1,6 mil mortes em 3 meses

ONU News

Play Episode Listen Later May 14, 2026 2:10


População haitiana vivem em constante sensação de insegurança como informou o representante da ONU no país; crimes incluem assassinatos, extorsão, violência sexual.

Rádio PT
BOLETIM | Políticas públicas no governo Lula melhoram a renda da população

Rádio PT

Play Episode Listen Later May 13, 2026 2:55


Iniciativas como a valorização do salário mínimo, a isenção do imposto de renda para faixas específicas estão entre as medidas que contribuíram para avanços. Pesquisa do IBGE indica aumento de 6,9% em relação a 2024, melhor resultado verificado desde 2012.  Sonoras:

Jornal da USP
Panorama Paulista #123: População paulista está mais feminina

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 13, 2026 2:37


Dados da Fundação Seade apontam crescimento na população feminina do Estado de São Paulo nos últimos 40 anos

Rádio PT
BOLETIM | Imunização é ampliada mas negacionismo ainda ameaça saúde da população

Rádio PT

Play Episode Listen Later May 12, 2026 4:14


Em 2025, o Brasil registrou aumento no número de crianças vacinadas, interrompendo a sequência de quedas observada até 2022 e alcançando o melhor resultado dos últimos nove anos. Ministério da Saúde trabalha no esclarecimento de fake news que visam confundir a população. Sonora:

#Provocast
#307 - Carlos Augusto Monteiro

#Provocast

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 53:03


Carlos Augusto Monteiro é médico epidemiologista, pesquisador e professor da Universidade de São Paulo, reconhecido internacionalmente por suas contribuições à nutrição e à saúde pública. Referência mundial no tema, é um dos principais responsáveis pela formulação do conceito de alimentos ultraprocessados e da classificação NOVA, hoje adotada em pesquisas e políticas alimentares em diversos países.Professor titular da Faculdade de Saúde Pública da USP desde 1989 e atualmente professor emérito, dedicou mais de cinco décadas ao estudo da relação entre alimentação e doenças crônicas. Seus trabalhos ajudaram a compreender a transição nutricional no Brasil e influenciaram políticas públicas como o Guia Alimentar para a População Brasileira.Na entrevista, Carlos Augusto Monteiro fala sobre saúde, indústria alimentícia, obesidade, ciência e os desafios de transformar conhecimento em políticas que impactem a vida da população.

Jornal da USP
Panorama Paulista #122: Para onde a população do Estado de São Paulo foi no final de 2025?

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 3:29


Seade foi ouvir a população paulista para conhecer seus planos de viagem no último trimestre de 2025

Boletim Folha
Irã e EUA dizem que Hormuz está aberto, mas falam em condições

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 6:11


População que mora sozinha mais que dobra no Brasil em 13 anos. Lenda do basquete Oscar Schmidt morre aos 68 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Queda de fertilidade não deve ser abordada com pânico, diz especialista da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 1:53


Conselheiro do Fundo de População afirma que declínios de nascimentos persistem mesmo com políticas de incentivo financeiro; jovens preocupam-se com questões políticas, ambientais e papéis de gênero desiguais; ONU propõe medidas de “resiliência demográfica”. 

ONU News
Na ONU, Brasil diz que crises afetam desproporcionalmente população negra

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 14, 2026 2:55


Nova ministra da Igualdade Racial do país, Rachel Barros, discursou no Fórum Permanente de Afrodescendentes, que começou nesta terça-feira em Genebra; para ela, não existe justiça sem verdade histórica.

SBS Portuguese - SBS em Português
Especialistas pedem que população se vacine contra vírus da gripe em meio a variante que se espalha rapidamente

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 5:02


A Austrália teve em 2025 um número recorde de mortes por gripe, com meio milhão de casos confirmados. Segundo autoridades médicas, o baixo índice de vacinação estimulada por desinformação contribuiu para a alta. Este ano, a nova cepa Super-K do influenza se espalha com ainda mais facilidade.

O Antagonista
Cortes do Papo - População não concorda com Erika Hilton em Comissão da Mulher

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 25:43


Um levantamento da Real Time Big Data indica que a maioria dos brasileiros rejeita a indicação da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.Segundo a pesquisa, 84% dos brasileiros são contra a gestão dela no colegiado. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #ErikaHilton #ComissaoDaMulher #Rejeicao #OpiniaoPublica #Conservadorismo #DireitaBrasil #Oposicao #CamaraDosDeputados #Politica2026 #BrasilReal

Scicast
Ultraprocessados e a classificação Nova (SciCast #682)

Scicast

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 115:57


No SciCast dessa semana conversamos a respeito do Guia Alimentar da População Brasileira, um dos instrumentos legais que norteiam toda a política de combate à fome, segurança alimentar e nutrição em diversas fases da vida. O Guia foi desenvolvido no Brasil, mas já ganhou repercussão internacional, com novos estudos utilizando métricas e classificações dele para definir os novos espaços e sistemas alimentares atuais. Ainda aqui, iremos trabalhar com a ideia de ultraprocessados, e entender toda a polêmica por trás dessa classificação. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente Citação ABNT: Scicast #682: Ultraprocessados e a classificação Nova. Locução: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente. [S.l.] Portal Deviante, 16/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-682 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024. SCRINIS, Gyorgy. Nutricionismo: a ciência e a política do aconselhamento nutricional. São Paulo: Elefante, 2021. Sugestões de filmes: Documentário “Muito Além do Peso” MUITO ALÉM DO PESO | Filme Completo Sugestões de links: O indigesto sistema do alimento mercadoria https://www.scielo.br/j/sausoc/a/SL48V3NbbVNPNNRXybCqfqP/?format=html&lang=pt O capitalismo também mata pela boca https://criticarevolucionaria.com.br/revolucionaria/article/view/1/39 https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/06/16/novo-capitulo-na-saga-dos-ultraprocessados https://ojoioeotrigo.com.br/2025/03/faz-sentido-falar-em-ultraprocessados-menos-piores/ Sugestões de podcasts: Série sobre ultraprocessados, em 4 episódios: Ultraprocessados, uma relação tóxica https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/ultraprocessados-uma-relacao-toxica/ Vale por um bifinho? https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/vale-por-um-bifinho/ Cimento, açúcar e aditivos https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/cimento-acucar-e-aditivos/ É impossível comer um só https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/e-impossivel-comer-um-so/ [1]: PERES, João; POMAR, Marcos Hemerson. Em documento para a Coca dos EUA, consultoria lista Guia Alimentar do Brasil como problema. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2021. Disponível em: . Acesso em 15 out. 2025. [2]: BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 2ª ed. 158p. [3]: Thomas, Geo & Kalla, Adarsh & Kumar, Ashok. (2018). Food matrix: A new tool to enhance nutritional quality of food. 7. 1011-1014. [4]: MENEZES, Sônia Souza Mendonça. Comida de ontem, comida de hoje. O que mudou na alimentação das comunidades tradicionais sertanejas?. OLAM: Ciência & Tecnologia, v. 13, n. 2, 2013. [5]: BRONOSKI, Bruna. Títulos e empréstimos do HSBC ameaçam quebradeiras de coco babaçu no Matopiba. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2025. Disponível em:. Acesso em 17 out. 2025. [6]: RIBEIRO, Adrieli Santos et al. Banco de dados didático para explorar e difundir a classificação nova de alimentos: parte 2-ingredientes culinários processados. Trabalho técnico do curso de Nutrição pela Universidade Federal de Grande Dourados, 1. ed, 17.p. 2018. [7]: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024. [8]: REDAÇÃO. Por que chamamos ultraprocessados de produtos, e não de alimentos. Portal O Joio e o Trigo, 28 ago. 2023. Disponível aqui: , acesso em 23 out. 2025. [9]: PROENÇA, Mauro. Novo capítulo na saga dos ultraprocessados. Portal Questão de Ciência, 16 jun. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 29 out. 2025. [10]: MONTEIRO, C. A. et al. A new classification of foods based on the extent and purpose of their processing. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 11, p. 2039–2049, 2010. [11]: MONTEIRO, C. A. et al. The UN Decade of Nutrition, the NOVA food classification and the trouble with ultra-processing. Public Health Nutrition, v. 21, n. 1, p. 5–17, 2017. [12]: MONTEIRO, C. A. et al. Ultra-processed foods: what they are and how to identify them. Public Health Nutrition, v. 22, n. 5, p. 936–941, 2019. [13]: ASENSI, M. T. et al. Low-grade inflammation and ultra-processed foods consumption: a review. Nutrients, v. 15, n. 6, p. 1546, 2023 See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Ultraprocessados e a classificação Nova (SciCast #682)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 115:57


No SciCast dessa semana conversamos a respeito do Guia Alimentar da População Brasileira, um dos instrumentos legais que norteiam toda a política de combate à fome, segurança alimentar e nutrição em diversas fases da vida. O Guia foi desenvolvido no Brasil, mas já ganhou repercussão internacional, com novos estudos utilizando métricas e classificações dele para definir os novos espaços e sistemas alimentares atuais. Ainda aqui, iremos trabalhar com a ideia de ultraprocessados, e entender toda a polêmica por trás dessa classificação. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente Citação ABNT: Scicast #682: Ultraprocessados e a classificação Nova. Locução: Tarik Fernandes, Emanuelle Salustiano, Ruan Santos, Lênin Machado e Yasmin Pussente. [S.l.] Portal Deviante, 16/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-682 Imagem de capa: Referências e Indicações Sugestões de literatura: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024. SCRINIS, Gyorgy. Nutricionismo: a ciência e a política do aconselhamento nutricional. São Paulo: Elefante, 2021. Sugestões de filmes: Documentário “Muito Além do Peso” MUITO ALÉM DO PESO | Filme Completo Sugestões de links: O indigesto sistema do alimento mercadoria https://www.scielo.br/j/sausoc/a/SL48V3NbbVNPNNRXybCqfqP/?format=html&lang=pt O capitalismo também mata pela boca https://criticarevolucionaria.com.br/revolucionaria/article/view/1/39 https://revistapesquisa.fapesp.br/quantidade-de-cacau-no-chocolate-meio-amargo-e-similar-ao-das-versoes-ao-leite-e-branco-aponta-estudo https://www.revistaquestaodeciencia.com.br/artigo/2025/06/16/novo-capitulo-na-saga-dos-ultraprocessados https://ojoioeotrigo.com.br/2025/03/faz-sentido-falar-em-ultraprocessados-menos-piores/ Sugestões de podcasts: Série sobre ultraprocessados, em 4 episódios: Ultraprocessados, uma relação tóxica https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/ultraprocessados-uma-relacao-toxica/ Vale por um bifinho? https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/vale-por-um-bifinho/ Cimento, açúcar e aditivos https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/cimento-acucar-e-aditivos/ É impossível comer um só https://ojoioeotrigo.com.br/2023/08/e-impossivel-comer-um-so/ [1]: PERES, João; POMAR, Marcos Hemerson. Em documento para a Coca dos EUA, consultoria lista Guia Alimentar do Brasil como problema.  Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2021. Disponível em: . Acesso em 15 out. 2025. [2]: BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 2ª ed. 158p. [3]: Thomas, Geo & Kalla, Adarsh & Kumar, Ashok. (2018). Food matrix: A new tool to enhance nutritional quality of food. 7. 1011-1014. [4]: MENEZES, Sônia Souza Mendonça. Comida de ontem, comida de hoje. O que mudou na alimentação das comunidades tradicionais sertanejas?. OLAM: Ciência & Tecnologia, v. 13, n. 2, 2013. [5]: BRONOSKI, Bruna. Títulos e empréstimos do HSBC ameaçam quebradeiras de coco babaçu no Matopiba. Portal O Joio e o Trigo, 01 set. 2025. Disponível em:. Acesso em 17 out. 2025. [6]: RIBEIRO, Adrieli Santos et al. Banco de dados didático para explorar e difundir a classificação nova de alimentos: parte 2-ingredientes culinários processados. Trabalho técnico do curso de Nutrição pela Universidade Federal de Grande Dourados, 1. ed, 17.p. 2018. [7]: TULLEKEN, Chris van. Gente ultraprocessada: por que comemos coisas que não são comida, e por que não conseguimos parar de comê-las. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Elefante, 2024. [8]: REDAÇÃO. Por que chamamos ultraprocessados de produtos, e não de alimentos. Portal O Joio e o Trigo, 28 ago. 2023. Disponível aqui: , acesso em 23 out. 2025. [9]: PROENÇA, Mauro. Novo capítulo na saga dos ultraprocessados. Portal Questão de Ciência, 16 jun. 2025. Disponível aqui: . Acesso em 29 out. 2025. [10]: MONTEIRO, C. A. et al. A new classification of foods based on the extent and purpose of their processing. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 11, p. 2039–2049, 2010. [11]: MONTEIRO, C. A. et al. The UN Decade of Nutrition, the NOVA food classification and the trouble with ultra-processing. Public Health Nutrition, v. 21, n. 1, p. 5–17, 2017. [12]: MONTEIRO, C. A. et al. Ultra-processed foods: what they are and how to identify them. Public Health Nutrition, v. 22, n. 5, p. 936–941, 2019. [13]: ASENSI, M. T. et al. Low-grade inflammation and ultra-processed foods consumption: a review. Nutrients, v. 15, n. 6, p. 1546, 2023

Não Inviabilize
CASAMENTO PRECOCE

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 28:27


Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Precoce e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

Não Inviabilize
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 24:49


Alarme é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Adolescencia e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE UNFPAO UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, é a agência da ONU para saúde sexual e reprodutiva, que atua em mais de 150 países na promoção dos direitos e escolhas de mulheres, meninas e jovens.Faça sua doação agora para o UNFPA e seja parte dessa missão que salva vidas.Link: https://www.unfpa.org/pt/donate/srh QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani