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Convidados: Maurício Moura, CEO e fundador do instituto Ideia Big Data, professor da Universidade George Washington e colunista do jornal O Globo; e Fernando Abrucio, cientista político, professor da FGV-SP, comentarista da GloboNews e colunista do jornal Valor Econômico. Na última sexta-feira (22), a primeira pesquisa Datafolha realizada após a revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mostrou que o episódio ‘Dark Horse' trouxe danos eleitorais ao pré-candidato – pelo menos num primeiro momento. Antes disso, o filho Zero Um de Jair Bolsonaro já enfrentava problemas dentro de sua própria base de apoio: mesmo aliados e setores próximos avaliam sua candidatura como ‘tóxica'. Os demais candidatos da direita não crescem nas pesquisas e se posicionam de forma dúbia diante da relação entre Flávio e Vorcaro. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois analistas políticos. Primeiro, ela fala com Maurício Moura sobre a fotografia do cenário eleitoral: os pisos e tetos de Flávio e Lula e a viabilidade dos demais candidatos. Depois, a conversa é com Fernando Abrucio, que analisa a “síndrome de Estocolmo” da direita em relação ao bolsonarismo.
Convidados: Elisa Clavery, repórter da Globonews, e Paulo Celso Pereira, editor executivo do O Globo e Extra. A Câmara dos Deputados aprovou uma "minirreforma eleitoral" que blinda o dinheiro público dos partidos políticos. A votação foi rápida, simbólica sem placar, sem registro de quem votou a favor. PT, PL e Centrão jogaram juntos. O projeto proíbe que juízes bloqueiem ou penhorem recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral que juntos somam mais de 6 bilhões de reais em 2026. As multas por irregularidades ficam limitadas a 30 mil reais e as dívidas poderão ser parceladas em até 15 anos. O texto também abre uma brecha para o disparo em massa de mensagens por robôs durante a campanha. Candidatos poderão registrar um número de celular oficial e enviar mensagens automatizadas para eleitores e isso não será considerado disparo em massa. Já o Congresso também se prepara para derrubar um veto do presidente Lula e liberar doações de dinheiro e bens no meio da campanha eleitoral. A lógica é conhecida: emenda entregue antes da eleição vale voto. Desde janeiro, o governo já liberou quase 26 bilhões de reais. No ano todo, estão previstos quase 50 bilhões.
O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
No Fórum Onze e Meia de hoje: O Globo e Veja se unem em fake news contra LulaParticipam do programa de hoje: Felipe Pena e Pedro SerranoApresentação de Dri Delorenzo e Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
No ano passado, os parques nacionais do país registraram recorde histórico ao receberem, ao todo, 13,6 milhões de visitantes. Os dados do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio), revelados com exclusividade por "O Globo", representam um contigente duas vezes maior do que o computado apenas uma década antes, em 2016, quando 7 milhões de pessoas estiveram nesses espaços. A comparação é ainda mais marcante se feita com 2006: naquele ano, o público dos parques ficou em 1,8 milhão.O ranking é encabeçado pelo Parque Nacional da Tijuca, onde ficam o Cristo Redentor e outros cartões-postais do Rio de Janeiro, como a Pedra da Gávea. No ano passado, 4,9 milhões de pessoas passaram pelo local, ante 4,6 milhões em 2024. Em segundo lugar está o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, que abriga as cataratas que dão nome à unidade, que recebeu 2,2 milhões de visitas em 2025. Já a terceira posição é do Parque Nacional de Jericoacoara, no Ceará. Nesta edição do "Viaje na CBN", o comentarista Edson Ruy fala sobre o assunto.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Convidados: Gabriel Chaim, fotógrafo, cinegrafista independente e correspondente de guerra, e Guga Chacra, comentarista da Globo, da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. O presidente dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (16) um acordo de cessar-fogo costurado entre os líderes de Líbano e Israel. Durante dez dias não haverá ataques – o grupo extremista Hezbollah, que não integrou as negociações, confirmou que irá suspender os bombardeios, com a condição de que Israel também interrompa sua ofensiva. É um alívio para a população libanesa: desde o início de março, os ataques israelenses já mataram mais de 2 mil pessoas e deixaram milhares de feridos; 1 milhão de pessoas abandonaram suas casas e os serviços essenciais, como os hospitais, estão colapsando. Neste episódio, Natuza Nery recebe dois convidados. Primeiro, ela conversa com Gabriel Chain, correspondente de guerra que está em Beirute. Ele conta a história por trás da foto da menina de 7 anos enfaixada e ensanguentada que chamou a atenção de todo o mundo e relata o clima que se espalhou pelo país durante o conflito. Depois, Natuza conversa com Guga Chacra para analisar a viabilidade real do cessar-fogo e explicar a intrincada política libanesa, que coloca em lados opostos o governo central e o Hezbollah.
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No dia 7 de abril de 2026, o presidente norte-americano Donald Trump deu um ultimato ao Irã que soou como a confissão antecipada de um crime de guerra. “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada”, foi a frase de Trump.O alardeado crime de guerra não aconteceu. Trump voltou atrás num cessar-fogo supostamente acordado com o Irã. Mas, existem vários outros crimes ao qual o republicado deveria responder.Ele bombardeou barcos civis na Venezuela, torpedeou uma fragata iraniana matando mais de cem homens e abandonou os sobreviventes à própria sorte. Além disso, tanto na Venezuela quanto no Irã, agiu sem o aval da ONU ou do Congresso americano, o que é ilegal.Mas quem diz o que é legal ou ilegal em termos de guerra?O episódio 158 de Escafandro mergulha nas leis sobre conflitos armados. De onde vem a legislação que regulamenta o que pode ou não ser feito em campo de batalha? Como surgiram as várias convenções de Genebra? Como as campanhas bélicas de Donald Trump se enquadram nesse arcabouço legal?Mergulhe mais fundoAs regras da Guerra (link para compra)Lembrança de SolferinoEpisódios relacionados52: A guerra de Mohsen70: Os generais e o cerco a Brasília157: Vinte dentes naturaisEntrevistado do episódioJoão Paulo CharleauxJornalista e escritor, foi correspondente do Nexo em Paris, comenta temas ligados a conflitos internacionais na CNN além de colaborar para veículos como O Globo, Folha de S.Paulo, Carta Capital, piauí e UOL. É autor do recém-lançado "As regras da Guerra" (Zahar).
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Convidados: Maurício Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, professor da Universidade George Washington (EUA) e colunista do jornal O Globo; e Pedro Abramovay, mestre em Direito Constitucional, doutor em Ciência Política e vice-presidente de programas da Open Society. No último domingo (12), os eleitores húngaros decidiram dar fim aos 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro do país. A coalizão de centro-direita Tisza venceu a eleição e vai comandar cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento. Peter Magyar, ex-aliado de Orbán, assume o governo. Desde que chegou ao poder, em 2010, Orbán corroeu a independência das instituições húngaras: reescreveu a Constituição, redesenhou o mapa eleitoral e corrompeu o Judiciário e a imprensa. E se tornou se tornou um exemplo para lideranças autoritárias ao redor do mundo – o americano Donald Trump e o russo Vladimir Putin, entre outros, apoiavam sua reeleição. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Maurício Moura para explicar o fim da era Orbán na Hungria. Depois, ela fala com Pedro Abramovay para analisar o futuro da coalização internacional da extrema direita.
Convidado: Thiago Prado, editor de Política e Brasil do jornal O Globo, autor do e-book ‘Quem será o próximo presidente?' e da newsletter semanal ‘Jogo Político'. Em 1989, o médico goiano testou seu nome como candidato à Presidência da República pela primeira vez. Numa eleição que contava com mais de 20 alternativas na urna, ele fez menos de 1% dos votos. Desde então, ele construiu trajetória sólida em seu estado: deputado federal, senador e governador. Agora, aos 76 anos e em um Brasil totalmente diferente, Ronaldo Caiado terá uma nova oportunidade. Caiado passou mais de 30 anos na mesma legenda (primeiro como PFL, depois como Democratas e, por fim, União Brasil), mas em janeiro deste ano migrou para o PSD. O objetivo era disputar uma espécie de primárias do partido para lançar uma candidatura presidencial. O favorito de Gilberto Kassab, presidente da sigla, era Ratinho Júnior, governador do Paraná, que desistiu. E o governador de Goiás superou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Agora, os desafios dele são outros. Primeiro, se consolidar como um nome de alcance nacional. Segundo, conquistar dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto para provar que é um candidato viável. Para explicar os desafios e a viabilidade real de Ronaldo Caiado, Natuza Nery conversa com Thiago Prado, editor de Política e Brasil do jornal O Globo. Ele, que também é autor do e-book ‘Quem será o próximo presidente?' e da newsletter semanal ‘Jogo Político', relembra as contradições políticas do presidenciável e seus resultados como governador de Goiás. E analisa as condições de uma candidatura não polarizada prosperar.
Uma reportagem do jornal O Globo afirma que o empresário Emílio Odebrecht, um velho amigo de Lula, foi o responsável por dar a carne de paca para o petista e sua esposa Janja.Segundo o periódico, Emílio se autointitula o maior criador de paca do Brasil e presenteia o presidente com a carne do animal algumas vezes por ano. O Palácio do Planalto não se manifestou.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #Odebrecht #Janja #Páscoa #Paca #Carne #Fornecedor #Polêmica #Notícia #Viral #Podcast #Planalto #Gastronomia #Política #Amizade #Escândalo #Atualidades #Curiosidade #Brasil #Banquete
Confira no Morning Show desta segunda-feira (13): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a postura do papa Leão XIV sobre o conflito no Oriente Médio e o chamou de “fraco” em política externa e que deve deixar de agradar a esquerda radical. Sem prorrogação e mais, a CPI do Crime Organizado chega ao fim nesta terça-feira (14) com o depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Logo após a oitiva, os senadores votarão o relatório final. Por outro lado, mais 90 pessoas não vão depor. O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), publicaram um vídeo onde brincam com a possibilidade de ser vice do ex-governador de Minas Gerais. Ambos aparecem ao som de “La Isla Bonita”, de Madonna, brindam, e dão risadas. O vídeo foi publicado após o Datafolha divulgar uma pesquisa onde Flávio aparece na frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pela primeira vez, em um cenário de segundo turno. O presidente Lula (PT) demitiu, nesta segunda-feira (13), Gilberto Waller da presidência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), após 11 meses no comando. No lugar dele assume Ana Cristina Viana Silveira, servidora de carreira do órgão desde 2003. A super estrela do pop Britney Spears internou-se em um centro de reabilitação após ter sido presa no mês passado sob suspeita de dirigir alcoolizada. No domingo, vários veículos de mídia americanos informaram que Britney havia se internado voluntariamente em um centro de tratamento. Não estava claro de imediato quando a cantora deu entrada no local. O Partido dos Trabalhadores (PT) entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o TikTok por conta de vídeos gerados por Inteligência Artificial por um perfil na plataforma. Conteúdos mostram pessoas vestindo a camisa da legenda sendo “exorcizadas”. A atriz Luana Piovani fez um forte desabafo sobre a relação com seu filho, Dom, de 14 anos, que mora com o pai, Pedro Scooby desde o início de 2024. Durante entrevista ao jornal “O Globo”, ela contou que tinha quase como um “algoz” dentro de casa e que o clima em casa era tenso. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem empatados em um eventual segundo turno. O petista também aparece empatado com Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Flávio aparece pela primeira vez numericamente à frente de Lula no segundo turno, considerando apenas votos válidos. O Liberal aparece com 46%, enquanto o petista soma 45%. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (08):Uma ação que estava parada desde 2021 voltou a ser discutida no Supremo Tribunal Federal e pode impactar a possível delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao caso Banco Master. A ação questiona critérios e limites constitucionais para acordos de colaboração premiada e pode influenciar diretamente o andamento das investigações. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva levantou dúvidas sobre a possível delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao caso Banco Master. Em entrevista, Lula afirmou que a colaboração precisa de mais testemunhas e disse que existe o risco de que uma delação possa ser “comprada”. Após a troca de críticas entre aliados da direita, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) se encontrou com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e reafirmou apoio à sua candidatura. O gesto ocorre depois dos ataques feitos por Eduardo Bolsonaro (PL) e Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), que acusaram Nikolas de não apoiar plenamente o senador. O deputado afirmou que todos fazem parte do “mesmo time”, apesar das diferenças de estratégia. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode permanecer preso por até dez anos caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não vença a eleição presidencial. Em entrevista à Folha de S.Paulo, Valdemar também disse que pretende se reunir com Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos para cobrar o fim das brigas públicas entre aliados da direita. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), após o fim da CPI do Crime Organizado. Durante discurso, o parlamentar afirmou que o caso envolvendo o Banco Master pode representar um dos maiores escândalos financeiros do país e defendeu o avanço das investigações. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que auditorias e uma sindicância interna não encontraram qualquer culpa do ex-presidente da instituição, Roberto Campos Neto, no caso envolvendo o Banco Master. A declaração foi dada durante sessão da CPI do Crime Organizado no Senado, que investiga possíveis irregularidades no sistema financeiro. Dados da Receita Federal revelados pelo jornal O Globo apontam que o Banco Master repassou cerca de R$ 60 milhões a autoridades entre 2022 e 2025. Entre os nomes citados estão Michel Temer (MDB), Henrique Meirelles (PSD), Guido Mantega (PT), Ricardo Lewandowski (PSB) e Fabio Wajngarten.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 02, Carlos Andreazza fala sobre sobre o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que segundo documentos da ANAC, voou em uma aeronave da Prime Aviation, empresa que tinha como sócio o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ainda em 2025, o Estadão apurou que Toffoli e o advogado Augusto Arruda Botelho, ex-secretário nacional de Justiça, pegaram carona no mesmo jatinho para assistir à final da Libertadores em Lima, no Peru. Palmeirenses, os dois viajaram juntos no voo privado do empresário Luiz Oswaldo Pastore, um amigo em comum, para acompanhar a partida contra o Flamengo. Botelho é advogado do diretor de compliance do banco Master, Luiz Antonio Bull, que chegou a ser preso na Operação Compliance Zero e agora está em liberdade provisória com tornozeleira eletrônica. Ao todo, 15 pessoas estavam na aeronave, entre elas o ex-deputado Aldo Rebello. A viagem foi revelada por Lauro Jardim, no jornal O Globo, e confirmada pelo Estadão por um dos participantes do voo, que pediu anonimato. Toffoli, naquela época, era o relator da investigação sobre suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Convidado: Guga Chacra, comentarista da Globo, da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. Os efeitos da guerra no Irã começaram a alcançar todo o mundo quando o regime de Teerã trancou o trânsito de navios pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado globalmente. O preço da energia subiu e economia sentiu o baque. E o que já está ruim, pode ficar pior. Agora, é o Estreito de Bab el-Mandeb que corre o risco de ser bloqueado. Localizado do outro lado da Península Arábica, é a única alternativa marítima ao fechamento de Ormuz. Trata-se de um corredor de água com pouco mais de 30 km de largura, que separa África e Ásia e conecta o Oceano Índico ao Mar Vermelho, portão de entrada para o Canal de Suez. É a rota de mais 12% do petróleo global, mais de 20% das exportações de fertilizante e, de acordo com a Organização Marítima Internacional, de um quarto de toda a navegação mundial. O controle do gargalo está nas mãos dos houthis, grupo rebelde formado dentro do Iêmen, que domina a capital e a costa do país. No último sábado, os houthis, que são aliados estratégicos do Irã, reivindicaram a autoria de ataques com drones e mísseis de cruzeiro que atingiram alvos em Israel. Neste episódio, Natuza Nery recebe Guga Chacra, comentarista da Globo, da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo, para explicar a importância do Estreito de Bab el-Mandeb para o mundo e o que querem os houthis ao entrarem para a guerra. Guga questiona também a ofensiva de Israel ao Líbano e analisa as pressões internas que Donald Trump vem sofrendo para retirar os EUA do conflito.
Convidada: Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN. Nesta quinta-feira (26), o Supremo Tribunal Federal decidiu que cabe ao Congresso prorrogar ou não a CPI mista do INSS. Por 8 votos a 2, o plenário da Corte consolidou o entendimento de que a liminar concedida pelo ministro André Mendonça, que adiaria o encerramento da comissão parlamentar, não tem efeito. Agora, o relatório final será lido e pode ser votado já nesta sexta-feira (27). Desde dezembro, o comando da comissão aguardava a posição do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a respeito do pedido extensão do prazo para a entrega do relatório, marcado para este sábado (28). Sem resposta, eles acionaram o Supremo. Foi então que Mendonça decidiu por prorrogar o fim dos trabalhos. O vai-e-vem entre Congresso e Supremo ilustra duas frentes de atrito em Brasília. Uma delas é a crescente tensão entre os Poderes Legislativo e Judiciário. A outra é o clima de campanha antecipada: em ano de eleições, uma CPI ganha ainda mais os holofotes e pode construir heróis e vilões. Para explicar o jogo de interesses que envolvem a CPMI do INSS, Victor Boyadjian conversa com Vera Magalhães, colunista do jornal O Globo e âncora e comentarista da rádio CBN. Vera analisa os recados por trás dos votos dos ministros do STF e avalia se há alguma contribuição real da comissão para as investigações do escândalo bilionário de descontos indevidos no contracheque dos aposentados.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Au Canada, des militants iraniens anti-régime disent être pris pour cible, non par le régime de Téhéran, mais d'autres membres de la diaspora. Entre partisans d'un changement interne, défenseurs d'une intervention extérieure ou encore monarchistes, les lignes de fracture se durcissent. Nima Machouf est épidémiologiste. Cette militante féministe iranienne est bien connue au Québec. Àceux qui lui demandent pourquoi elle ne se joint pas aux manifestations de la diaspora iranienne à Montréal, elle répond : « Pourquoi je viendrais me pointer dans une manif où on demande ma mort ? » La dernière fois, c'était lors de la manifestation du 8 mars. Ce jour-là, elle défile avec une pancarte « Non à la guerre ». « Ils ont pris ma photo avec cette pancarte, puis ils ont dit : vous voyez cette salope qui est pro régime, bah justement elle est en train de dire non à la guerre. » L'image circule. Et avec elle, les mêmes accusations alors que Nima Machouf milite depuis plus de 40 ans contre le régime. « Avant, les menaces qu'on subissait venaient surtout du gouvernement iranien. Mais depuis janvier, c'est d'une partie de la communauté qui est très, très monarchiste extrémiste », explique-t-elle à notre correspondante à Montréal, Nafi Alibert. « Je suis attaquée parce que je ne suis pas d'accord avec le retour de Pahlavi. Pas d'accord avec la monarchie » Une intensification des menaces Une pétition est lancée contre elle. Des menaces souvent vagues, mais répétées. Et surtout amplifiées par les réseaux sociaux. « Ce sont des menaces du genre : On devrait lui régler son compte. Beaucoup de haine, à mon égard. D'attaques personnels. À un moment donné, ça devient dangereux. » Alors Nima archive tout : messages, publications, vidéos. Un dossier de preuves qu'elle garde, comme d'autres, au cas où la menace quitterait l'écran. Ce climat n'est pas nécessairement nouveau. Les services de renseignement canadiens documentent depuis des années des tentatives d'intimidation visant la diaspora iranienne. Mais Thomas Juneau, professeur à l'Université d'Ottawa, observe leur « intensification ». « La tragédie de l'opposition iranienne en exil, c'est sa fragmentation, constate-t-il. On a vu beaucoup de cas de menaces entre groupes anti-régime, entre factions monarchistes, MEK, militants pro-démocratie qui ne sont pas affiliés à un mouvement en particulier. » Ce climat de tension s'est alourdi récemment par le meurtre d'un dissident iranien dans l'Ouest canadien. Une affaire ciblée, selon les enquêteurs, toujours devant les tribunaux. La victime, elle avait signalé des menaces. Leurs conséquences, rappelle Thomas Juneau, ne se limitent pas à ce type de cas extrêmes : « L'impact au niveau émotif est extraordinairement violent. Puis on a des histoires contre les familles en Iran qui sont particulièrement horribles. » À Montréal, une partie du militantisme se replie. En cercle restreint, le regard toujours par-dessus l'épaule. Les cultivateurs des Gonaïves menacés par la sécheresse En Haïti, les agriculteurs de la plaine des Gonaïves rencontrent de grandes difficultés pour irriguer leurs cultures. S'étendant sur 8 000 hectares, cette plaine constitue l'un des principaux greniers du département de l'Artibonite. Elle se distingue par une production agricole variée, incluant notamment le riz, la patate douce, l'aubergine, le maïs et les haricots. Mais depuis des années, la sécheresse représente une menace majeure pour les cultivateurs, qui dépendent essentiellement des précipitations pour arroser leurs cultures. Un dossier de Ronel Paul. L'espoir d'un avenir au Venezuela Au Venezuela, une partie de la jeunesse se prend à espérer. Et c'est TalCual qui nous en parle. Aujourd'hui, quand on interroge les jeunes sur leur avenir, il n'est plus rare d'entendre que pour eux, cet avenir se construira dans leur pays et non pas à l'étranger. Ce qui était tout simplement impensable il y a encore huit ans. Mais il s'agit d'un espoir prudent. Car les Vénézuéliens ont appris à se méfier de ceux qui gouvernent le pays. En 2021, ils n'étaient que 50% à faire confiance à leurs institutions. Et cette méfiance, écrit encore TalCual, conduit de nombreux jeunes à repenser le mode de gouvernance. Ils parlent d'une démocratie plus ouverte, moins dépendante des partis. Ils en sont conscients : ces changements prendront du temps. Mais l'espoir est là. De jeunesse, il en est également question dans le Washington Post. La jeunesse conservatrice, dont certaines figures de plus en plus populaires mettent le parti républicain à rude épreuve. C'est le cas par exemple d'Alec Beaton, 23 ans, un CV modèle, mais aussi un révisionniste revendiqué, qui considère que faire l'apologie d'Hitler est un bon moyen de « taquiner les gens ». De nombreux républicains considèrent Alec Beacon et ses semblables comme de simples trublions qui ne représentent en aucun cas le parti. Mais d'autres s'en inquiètent. A l'image du sénateur du Texas Ted Cruz qui dit avoir été témoin ces 18 derniers mois de propos antisémites au sein de la droite comme jamais il n'en avait entendu dans toute sa vie. Des propos qui trouvent un écho considérable sur les réseaux sociaux, où le moindre discours clivant génère du clic, des likes, ce qui lui donne l'impression d'être largement partagé. Pour le président du CPAC, la grand-messe annuelle des conservateurs, le risque est que les politiques s'en emparent et que cela conduise à une radicalisation généralisée. Des mots qui tuent La dérive des réseaux sociaux, il en est enfin question au Brésil. Des plateformes où l'on défend la hiérarchie des sexes, le contrôle et la dévalorisation des femmes. Des plateformes où des mots comme « chad », pour parler des hommes ayant confiance en eux et attirants, ou « beta » pour désigner ceux considérés comme soumis, deviennent de plus en plus populaires, notamment sur TikTok. Le spécialiste des sciences sociales Leandro Louro, interrogé par O Globo, parle d'un entonnoir. « Lorsqu'une personne est capturée par l'algorithme, explique-t-il, elle se met à consommer du contenu de plus en plus radical, jusqu'à être ouvertement misogyne et prônant même la violence. » Une apologie de la violence qui se traduit en actes. La semaine dernière, un officier de l'armée a été arrêté pour le meurtre de sa femme à Sao Paulo. L'enquête a révélé que son téléphone regorgeait de discours masculinistes.
Convidado: Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN. Na lista de três “pré-pré-candidatos” do PSD à Presidência da República, Ratinho Junior era considerado aquele com maior viabilidade eleitoral. Mas, nesta segunda-feira (23), o governador do Paraná desistiu da disputa e ficará no cargo até o fim do ano, quando termina seu mandato. Agora, o partido chefiado por Gilberto Kassab ainda tem dois quadros à disposição: Ronaldo Caiado, governador de Goiás e nome mais cotado para ficar com a vaga, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. O candidato que sair da disputa interna do PSD tentará se posicionar como representante da direita moderada e vai buscar o espaço que vem sendo chamado de terceira via – ou seja, conseguir os votos de quem rejeita Lula ou Flávio Bolsonaro. Na corrida para ocupar essa posição está também Romeu Zema, do partido Novo, que neste domingo (22) renunciou ao governo de Minas Gerais para concorrer ao Palácio do Planalto. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN, para analisar se há espaço para uma terceira via nas eleições presidenciais. Bernardo explica também por que Ratinho – assim como Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, mas com motivos diferentes – renunciou à candidatura.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Thomas Traumann, comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”. Nesta quinta-feira (19), Fernando Haddad encerrou sua gestão à frente do Ministério da Fazenda. No mesmo evento, o presidente Lula anunciou o substituto: o então número 2 da pasta, Dario Durigan, que ocupava o posto de secretário-executivo. Horas depois, o PT confirmou que Haddad é pré-candidato ao governo de São Paulo. O balanço da gestão registra vitórias e derrotas. Haddad ganhou a pecha de ser um ministro que aumentou excessivamente os impostos e viu a dívida pública subir 7 pontos percentuais no período – está em quase 79% do PIB. Nos índices macroeconômicos, ele deixa o cargo com a inflação dentro do teto da meta, desemprego na menor taxa da série histórica e recorde na renda média do brasileiro. E o PIB cresceu acima das expectativas em todos os anos. Nos pouco mais de três anos em que comandou a Fazenda, Haddad conseguiu viabilizar a aprovação de pautas como o arcabouço fiscal, a reforma tributária e a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Thomas Traumann para analisar o legado de Haddad na economia brasileira. Ele, que é comentarista da GloboNews, colunista do jornal O Globo e autor do livro “O pior emprego do mundo: 14 ministros da Fazenda contam como tomaram as decisões que mudaram o Brasil e mexeram no seu bolso”, explica o que deu certo e o que deu errado nesses três anos – e projeta os desafios da economia brasileira para a eleição e após.
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Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Ali Larijani, o líder efetivo do regime iraniano desde o início da guerra, foi alvo de um bombardeio aéreo israelense na madrugada desta terça-feira (17). Além dele, morreu também Gholamreza Soleimani, chefe da Basij, uma milícia paramilitar e voluntária da Guarda Revolucionária do Irã. A morte de Larijani é a maior baixa do regime dos aiatolás desde o primeiro dia de ataques israelenses e americanos ao Irã, quando o líder supremo do país, Ali Khamenei, foi assassinado. Larijani era o chefe do Conselho de Segurança, o cérebro por trás das estratégias de defesa e da política nuclear do país e o mais influente canal diplomático do governo com o Ocidente. Para explicar quem era Larijani e as consequências da morte dele para o regime e para o futuro da guerra, Natuza Nery conversa com Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Demétrio também avalia o risco de uma incursão terrestre no Irã e analisa os objetivos militares de Israel e dos Estados Unidos – onde o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo se demitiu nesta terça.
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No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 17, Carlos Andreazza fala sobre a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a retirada imediata do conteúdo extraído do celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de sala cofre da CPI do INSS. De acordo com o magistrado, o material contém “aspectos da vida privada de investigados”. “A Polícia Federal deverá, em colaboração interinstitucional com a Presidência da CPMI-INSS, retirar todos os equipamentos que estão armazenados no referido local para realizar uma nova e detida separação dos dados existentes, de maneira a que eventual conteúdo que diga respeito exclusivamente à vida privada do citado investigado não seja compartilhado com a referida Comissão Parlamentar”, diz a decisão. O colunista comenta também as falas do senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, que afirmou que a mensagem de Daniel Vorcaro, questionando se o interlocutor teria conseguido “bloquear”, enviada no dia da primeira prisão do banqueiro, teve como destino um telefone funcional do Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme revelou à colunista Malu Gaspar, do jornal “O Globo” e confirmou o Estadão, as mensagens eram destinadas ao ministro Alexandre de Moraes. O ministro, porém, negou, sem explicar se teve alguma conversa com Vorcaro. Ainda na CPMI do INSS, um relatório técnico da Polícia Federal que embasou as quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, apontou suspeitas de que a mudança dele para o exterior poderia ter o objetivo de fugir das investigações sobre desvios no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). A defesa dele negou essa intenção e afirmou que ele se mudou antes da deflagração da Operação Sem Desconto. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta transmissão ao vivo, analisamos o recente embate em que o ministro Alexandre de Moraes divulgou uma nota oficial negando o teor de mensagens que teriam sido recebidas de Daniel Vorcaro. O ministro alega que as reportagens do jornal O Globo se basearam em deduções equivocadas e interpretações sem lastro real. No entanto, a reação do jornal foi imediata e contundente. Em nova publicação, O Globo reafirmou todas as denúncias, destacando que as informações divulgadas foram devidamente periciadas pela Polícia Federal, o que confere um novo peso técnico à controvérsia. Discutiremos os desdobramentos jurídicos, o impacto na credibilidade das instituições e o que essa queda de braço revela sobre o atual momento político brasileiro.
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (11):O ministro Dias Toffoli se declarou suspeito e se afastou da relatoria de uma ação que poderia obrigar a Câmara a instalar uma CPI sobre o caso Banco Master. A decisão ocorreu pouco depois de o magistrado ser sorteado para analisar o pedido. Toffoli alegou foro íntimo e não detalhou os motivos do afastamento. A Presidência da República informou que não há registros oficiais de reuniões entre o presidente Lula e o banqueiro Daniel Vorcaro no Palácio do Planalto. A informação veio após pedido via Lei de Acesso à Informação. O caso ocorre em meio às investigações sobre o Banco Master e encontros envolvendo autoridades e consultores ligados à instituição.Integrantes do governo Lula demonstram preocupação com o impacto político do escândalo envolvendo o Banco Master. Nos bastidores, aliados do Planalto articulam uma estratégia para associar a crise à gestão anterior, citando o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. A avaliação é que o desgaste pode crescer se o caso continuar atingindo diferentes esferas do poder. O ministro aposentado do STF, Luís Roberto Barroso, afirmou que o Judiciário atravessa um momento difícil em meio às revelações envolvendo o caso Banco Master. Em entrevista, ele também elogiou a condução das investigações pelo presidente da Corte, Edson Fachin, e pelo relator André Mendonça. Relatórios citados em investigação apontam pagamentos de R$ 3,6 milhões do Banco Master a uma empresa ligada ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, do União Brasil. As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo com base em registros analisados pelo Coaf. Em nota, ACM Neto afirmou que os valores se referem a serviços de consultoria prestados de forma regular. O Senado aprovou um projeto que cria mais de 17 mil cargos no governo federal e prevê reajustes para diversas carreiras do Executivo. A medida pode gerar impacto de cerca de R$ 5,3 bilhões apenas neste ano. O texto agora segue para sanção do presidente da República. O percentual de famílias endividadas no Brasil chegou a 80,2% em fevereiro, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. O índice representa o maior patamar da série histórica da pesquisa. Os dados indicam que a maioria das famílias brasileiras possui algum tipo de dívida. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Convidada: Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN. Em Brasília, o caso do Banco Master está no centro das atenções. Nesta terça-feira (10), foi protocolado no Senado um pedido de CPI para investigar as relações dos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro. No STF, o ministro Edson Fachin, presidente da Corte, se reuniu com colegas para discutir os desdobramentos da crise. Na sexta-feira (13), a Segunda Turma vota para manter ou não a prisão do dono do Master. Conversas de Vorcaro extraídas de aparelhos apreendidos pela Polícia Federal vieram à tona depois da segunda prisão do banqueiro, em 4 de março, por ordem do ministro André Mendonça – ele que assumiu o caso depois que o ministro Dias Toffoli renunciou à relatoria. De acordo com reportagens do jornal O Globo, horas antes de ser preso pela primeira vez, em 17 de novembro, o banqueiro trocou mensagens com um contato salvo em seu celular como Alexandre de Moraes. O ministro nega ter recebido as mensagens. Parlamentares e dirigentes partidários também foram citados em diálogos encontrados pela PF nos celulares de Vorcaro – caso do senador Ciro Nogueira (PP-PI), a quem o banqueiro chama de “grande amigo”. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN, sobre as mensagens que expõem a proximidade de Daniel Vorcaro com as esferas de poder em Brasília. Ela também comenta as explicações dadas a respeito do contrato de R$ 3,5 milhões por mês assinado por Viviane Barci, mulher de Moraes, para advogar para o Banco Master. E analisa o impacto da crise para a imagem do ministro e para a opinião do eleitorado que vai às urnas em outubro deste ano.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada: Malu Gaspar, comentarista da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. Foi preso preventivamente nesta quarta-feira (4) o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Na decisão que autorizou a operação da Polícia Federal, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso, afirma que os indícios reunidos pela investigação vão muito além de crimes financeiros e identifica a existência de "milícia privada" para intimidar opositores. Para o ministro, havia risco concreto na manutenção da liberdade do investigado diante da gravidade dos fatos revelados pela Polícia Federal. O relatório da PF revela um plano de Vorcaro para perseguir e agredir o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo. As investigações apontam ainda que o grupo teria acessado indevidamente sistemas sigilosos e órgãos públicos e que haveria a participação de funcionários do Banco Central na rede de ilegalidades – dois servidores foram afastados de suas funções, Belline Santana e Paulo Sérgio Souza. Também foram presos o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, suspeito de ser o operador financeiro do esquema de fraudes, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e apontado como coordenador operacional da “Turma” – termo usado para definir a organização. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Malu Gaspar, comentarista da GloboNews e da CBN e colunista do jornal O Globo. Malu explica o funcionamento da rede construída por Daniel Vorcaro e detalha quem é quem na composição da “Turma”. Ela também analisa quais devem ser os próximos passos da investigação.
A defesa de Daniel Vorcaro utilizou dados sigilosos do inquérito conduzido pela Polícia Federal contra o Banco Master para embasar um pedido na Justiça Federal, segundo o jornal O Globo.Madeleine Lascko, Duda Teixeira e Carlos Graieb comentam. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Vorcaro #Investigação #Escandalo #PoliticaBrasileira #Urgente
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (02):O Irã agradeceu publicamente o posicionamento do governo Lula (PT) após os bombardeios que resultaram na morte de Ali Khamenei. Em nota divulgada pelo Itamaraty no mesmo dia das ações, o Brasil condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel e defendeu que o conflito seja resolvido por vias diplomáticas. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Donald Trump falhou com a direita brasileira ao não oferecer apoio mais incisivo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, havia expectativa de uma postura mais firme do líder norte-americano em relação às pautas defendidas pelo grupo, como a anistia aos condenados pelos atos de 08 de Janeiro. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o líder do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), teria oferecido um acordo para derrubar o veto ao projeto da dosimetria em troca da não instalação da CPMI do Banco Master. A declaração foi feita durante entrevista a uma emissora de TV.Reportagem do jornal O Globo revela que, antes da liquidação do Banco Master, Daniel Vorcaro desembolsava cerca de R$ 400 mil por semana para manter influência e simpatia. As festas aconteciam todas as terças-feiras em um bar na Alameda Lorena, no bairro dos Jardins, em São Paulo.Milhares de pessoas participaram do ato “Acorda Brasil” na Avenida Paulista e em outras capitais do país. O evento foi liderado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que discursou como pré-candidato à Presidência. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou nas redes sociais um trecho de entrevista em que critica ataques recebidos de integrantes da própria direita, incluindo aliados de Eduardo e Carlos Bolsonaro (PL-RJ). Ele afirmou que apoiou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde o início, mas que sua estratégia de dialogar com outros públicos gerou insatisfação. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou uma carta manuscrita em que lamenta críticas feitas por integrantes da própria direita à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A mensagem foi tornada pública pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). No texto, Bolsonaro afirma que pediu para Michelle se envolver na política apenas após março de 2026, destacando que ela está dedicada à recuperação da filha e aos seus cuidados de saúde. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Convidadas: Fernanda Vivas, produtora da TV Globo em Brasília; e Flávia Oliveira, comentarista da GloboNews e da rádio CBN, e colunista do jornal O Globo. Foram mais de 12 horas de julgamento até que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal chegasse a uma decisão unânime. Quase oito anos depois do crime, os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão foram condenados a 76 anos e 3 meses de prisão por planejar e ordenar a execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro. Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes. Em sua manifestação, Moraes destacou que a motivação política do crime se somou a elementos como misoginia, racismo e origens de Marielle. Neste episódio, Fernanda Vivas, produtora da TV Globo em Brasília, relata todos os aspectos do julgamento pela Primeira Turma. Ela, que é advogada especializada em processo legislativo, direito constitucional e direito público, também apresenta os argumentos da acusação, da defesa e que disseram os ministros sobre as provas do crime. Depois, Natuza Nery conversa com Flávia Oliveira, comentarista da GloboNews, da rádio CBN e colunista do jornal O Globo. Flávia relembra o passo a passo da noite em que ocorreram as execuções e comenta o envolvimento de agentes públicos na investigação do caso. Por fim, ela explica por que é tão importante para o país relembrar a trajetória de Marielle.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (24):Lideranças do Centrão avaliam que brigas públicas no PL, especialmente envolvendo a família Bolsonaro, dificultam a articulação de alianças do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo interlocutores, os desentendimentos arranham a imagem de moderação que o senador tenta projetar para ampliar apoios na disputa eleitoral. O pastor Silas Malafaia critica declarações de Eduardo Bolsonaro (PL) e afirma que o ex-deputado ajuda mais a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se ficar calado. Em entrevista ao portal Metrópoles, o líder religioso diz que, caso o comportamento continue, o presidente Lula (PT) pode ser beneficiado. Carlos Bolsonaro (PL) também cobra maior engajamento do partido em apoio ao senador. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirma que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é um Bolsonaro mais moderado e diz que, se eleito, o senador fará um governo melhor que o do pai, Jair Bolsonaro (PL). Em jantar com empresários, o dirigente declara que o ex-presidente tinha “destemperos” que o pré-candidato não tem e avalia que o partido não pode repetir erros das eleições de 2022, citando a escolha do general Walter Braga Netto como vice. O presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, afirma em oitiva no Senado que as primeiras irregularidades no Banco Master foram identificadas ainda em 2017. Segundo ele, há 200 processos em aberto e comunicações enviadas ao Ministério Público Federal (MPF) sobre riscos de irregularidades. A senadora Leila Barros (PDT-DF) afirma que as informações indicam “omissão clara” de órgãos e autoridades no caso. A Polícia Federal analisa movimentações financeiras de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que somam R$ 2,7 bilhões entre 2016 e 2025. Segundo documentos obtidos pelo jornal O Globo, a média diária das transações chega a R$ 773 mil. Vorcaro é investigado por suspeita de fraude na venda do banco ao BRB e está em prisão domiciliar. A defesa afirma que todas as movimentações foram declaradas às autoridades. O deputado Guilherme Derrite (PL-SP) apresenta relatório do PL Antifacção com proposta de endurecer o combate ao crime organizado. O parecer retoma trechos criticados pelo governo, amplia penas, reforça mecanismos de prisão e investigação e restabelece instrumentos voltados à asfixia financeira de grupos criminosos. O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) envia ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, pedindo providências para a conclusão do inquérito das fake news, aberto em 2019. No documento, a entidade afirma que a apuração se prolonga por tempo excessivo, manifesta preocupação com a ampliação do escopo da investigação e cita possível impacto à segurança jurídica. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Convidado: Mauricio Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, colunista do jornal O Globo e professor da Universidade George Washington. Por 6 votos a 3, a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubou nesta sexta-feira (20) o principal pilar da estratégia comercial do presidente Donald Trump: a política de tarifas recíprocas sobre produtos importados. De acordo com a decisão, Trump extrapolou sua autoridade ao impor o tarifaço e deve submeter ao Congresso qualquer medida relativa à tributação. Essas tarifas foram anunciadas em abril de 2025 e variam entre 10% e 50% sobre produtos de praticamente todos os parceiros comerciais americanos, entre eles o Brasil. Estima-se que o valor arrecadado seja superior a US$ 175 bilhões, mas não está claro se o governo americano precisará devolver o montante. A decisão tem forte peso político. Foi a primeira vez desde o retorno de Trump à Casa Branca que a Suprema Corte impôs um limite direto ao poder do presidente. Ele respondeu de imediato e informou que usará um novo instrumento legal para aplicar outra tarifa global de 10%. Para analisar os impactos econômicos e políticos do fim do tarifaço, Natuza Nery recebe Mauricio Moura, fundador do instituto de pesquisa Ideia, colunista do jornal O Globo e professor da Universidade George Washington. Maurício explica os argumentos dos juízes da Suprema Corte e conta o que ouviu de representantes do mundo político americano.
Convidado: Antônio Gois, jornalista de educação desde 1996, colunista do jornal O Globo e autor dos livros "O ponto a que chegamos"; "Quatro décadas de gestão educacional no Brasil" e "Líderes na escola". Universidades particulares tradicionais de São Paulo iniciaram o ano letivo com uma nova regra: a proibição de celulares em sala de aula, exceto para atividades acadêmicas com fins pedagógicos. A medida, adotada com o objetivo de reduzir distrações e melhorar a concentração, reacendeu o debate sobre os limites da autonomia em um ambiente adulto – e dividiu opiniões. Para parte dos estudantes, a proibição foi recebida com surpresa e resistência. Outros, porém, relatam dificuldade em manter a concentração durante as aulas e reconhecem que o uso constante de dispositivos eletrônicos prejudica o aprendizado. Três estudos mediram os impactos de regras que limitam ou proíbem o uso de celulares, na China, nos EUA e na Índia – no caso indiano, uma pesquisa que acompanhou mais de 17 mil estudantes. Os resultados apontam que a medida pode trazer benefícios para alunos e professores. Para analisar o que dizem esses estudos, Natuza Nery recebe neste episódio Antônio Gois, jornalista de educação desde 1996 e colunista do jornal O Globo. Ele também comenta as motivações pedagógicas desse tipo de decisão e as chances de outras instituições de ensino superior adotarem o mesmo caminho.