POPULARITY
Categories
Due tornate elettorali, due risultati che confermano le leadership uscenti. Cosa significano queste elezioni per ciascun paese e per gli equilibri regionali e non solo. Le fonti audio sono tratte da: Voters chose stability over reform, says analyst on Thailand's election result, CNA, 9 febbraio 2026 Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O debate político sobre a 2ª volta das eleições presidenciais
Adriana Logroscino parla del voto di fiducia ottenuto dal governo sul ddl riguardante l'invio di armi a sostegno della guerra contro la Russia. Federico Fubini analizza l'ipotesi che in primavera a Kiev si tengano elezioni presidenziali e referendum su un eventuale accordo con Mosca. Sara Gandolfi racconta la sparatoria con cui una persona ha ucciso 9 persone e ne ha ferite 27 in una scuola, prima di togliersi la vita.Decreto aiuti per l'Ucraina, approvata la fiducia alla Camera: 207 sì, c'è anche il via libera dei deputati di VannacciZelensky: «Elezioni solo dopo il cessate il fuoco e le garanzie»Canada, spara in un liceo e poi si uccide: 9 morti e 27 feriti, di cui due gravi
Si alla fiducia, no al decreto: questa è la linea dei vannacciani nel voto di oggi in Parlamento. Parliamo di questo e della giornata della politica italiana con Lina Palmerini, quirinalista e commentatrice politica de Il Sole 24 Ore. Crans-Montana, Moretti in aula per l'interrogatorio. Sentiamo Alessandro Vaccaro, legale della famiglia Galeppini. Iran, Netanyahu alla corte di Trump. Facciamo il punto con Marco Valsania, corrispondente de Il Sole 24 Ore da New York. La giornata delle Olimpiadi di Milano-Cortina. Ci aggiorna il nostro inviato Dario Ricci.
A Genial Investimentos e o Instituto Quaest divulgaram nesta semana a última pesquisa do ano que analisam o atual cenário político e eleitoral do Brasil. O levantamento mede a aprovação do governo Lula e a intenção de voto para a eleição presidencial de 2026. Os resultados são debatidos no PodQuaest, em que a jornalista Denise Barbosa conversa com Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest, e Bruno Rizzi, sócio e analista da Fatto Inteligência Política. Confira os números da pesquisa Genial/Quaest aqui: https://genial.vc/pesq-fev26
O Carnaval está chegando e já estamos com pique total para a folia. Por isso mesmo, quisemos falar do ciclo carnavalesco neste episódio momino. Para trazer olhares mais do que qualificados para avaliar o que melhorou e o que ainda precisa avançar no Carnaval de Fortaleza, convidamos três brincantes que participam intensamente da festa, ao liderar projetos que são a cara do festejo na cidade: Larissa Caúla, do afoxé Acabaca (@afoxeacabaca); Marcos Romano, do bloco Pra Quem Gosta É Bom (@praquemgostaebom); e Mateus Perdigão, do bloco Luxo da Aldeia (@luxodaaldeia). Mas claro que também falamos sobre política: comentamos a tour de Ciro Gomes no Cariri e o modo como ele insiste em não dar certeza sobre sua possível candidatura ao Governo do Estado; falamos sobre ações de segurança pública no Ceará, que dá ao governador Elmano boas notícias, com uma queda do número de homicídios, mas também muitas críticas; entre outras cositas más. Conversa não faltou. Bora ouvir? Para apoiar o podcast: apoia.se/ascunhaspodcast; PIX para a chave ascunhaspodcast@gmail.com; ou pelo Orelo.cc/ascunhasProdução: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
La Camera ha approvato la questione di fiducia posta dal governo al dl Ucraina con 207 sì, 119 no e 4 astenuti. I gruppi di M5s e Avs alla camera voteranno No agli ordini del giorno presentati dai deputati di Futuro Nazionale contro l'invio di aiuti militari all'Ucraina.
Esta semana analizamos los mejores y más talentosos talentos que Drag Race ha traído en la historia de 18 temporadas. Quedamos deslumbrados con unas de las mejores categorías del mundo. Boquiabierto nos dejo Madre Athena mientras hace una de las mejores interpretaciones de punk rock en la historia de la música. No te puedes perder la oportunidad de escucharnos asombrados por más de una hora. YouTubehttps://www.youtube.com/@DragaMalaPodMala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaDrag Race 2026 PlaylistApple Musichttps://music.apple.com/us/library/playlist/p.XMrmm7buvRVXgk6Spotifyhttps://open.spotify.com/playlist/2HfCx7EwF6bhL0JkUaoRSGBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala
Na Golegã, a última semana deixou marcas visíveis e outras, menos óbvias, mas igualmente pesadas: estradas cortadas, serviços condicionados, equipamentos municipais danificados e o dia-a-dia mudou. Ao mesmo tempo, o concelho viu adiada a votação da segunda volta das eleições presidenciais, para dia 15 de Fevereiro. Rui Xavier, membro da Assembleia Municipal da Golegã, vive na região há cerca de um ano e meio. Não é natural do concelho, mas fala já com a atenção de quem aprendeu a ler o terreno, os ritmos do rio e os sinais que circulam entre vizinhos. “Aqui é um sítio que tradicionalmente teve e tem muitas cheias”, começa por explicar. E, no entanto, sublinha que desta vez houve um elemento novo: “Em relação à tempestade de vento, chuva, as pessoas mais velhas dizem que não têm memória de uma tempestade deste género.” Apesar do impacto, Rui Xavier faz questão de relativizar a gravidade local face ao resto do país. “Aqui, embora tenha sido razoável em algumas empresas e com a destruição de parte de árvores, ainda assim não tem comparação com o que aconteceu, por exemplo, no epicentro, ali em Leiria e noutras zonas do país.” O prejuízo mais evidente, diz, está na sede do concelho. E aponta casos concretos: “As piscinas municipais têm uma área muito grande envidraçada. Uma parede toda em vidro foi completamente destruída.” O problema, explica, vai além do custo. “Vamos ver o tempo que agora vai demorar a recuperar-se aquele equipamento que é um dos centros da comunidade.” E enumera, com precisão, o que está em causa: “É um sítio onde têm aulas os miúdos das escolas. Há, para além da unidade escolar para pessoas idosas, natação livre.” Ele próprio usa o espaço: “Eu faço muito regularmente lá.” Para Rui Xavier, a dimensão do dano não é apenas material: é logística, social e comunitária. “A recuperação não é só uma questão de dinheiro, é mesmo uma questão agora logística.” Luz intermitente e água a subir Nas freguesias do Pombalinho e da Azinhaga, onde vive, o impacto foi mais contido. “Houve falta de luz durante as primeiras 48 horas na sede do concelho, portanto na vila da Golegã.” Já ali, diz, o cenário foi diferente: “Aqui onde nós estamos, que é o Pombalinho e a Azinhaga, ela foi sendo intermitente. Mas nunca houve um período, creio que mais do que algumas 6 horas, em que tivéssemos estado sem energia.” O concelho vive encostado à água e isso molda tudo. “Nós estamos muito próximos do rio Tejo e aqui, no caso de Pombalinho e Azinhaga, do rio Almonda.” Quando chove a sério, o que acontece é quase previsível: “Sempre que há chuvas mais intensas, o caudal do rio aumenta.” A estrada cortada que muda a vida: 8kms passam a 30kms A consequência mais pesada, sublinha, não foi a destruição de casas, foi a interrupção do movimento. “A estrada que liga a Golegã, a Azinhaga e vice-versa (…) é muito comum ficar cortada.” Mas desta vez, insiste, a duração surpreendeu: “Desta vez ficou cortada e ainda está cortada durante muito mais dias.” E é aqui que o dia-a-dia se encarece. “O caminho entre a Azinhaga e a Golegã são à volta de 8 km.” Agora, diz, a realidade é outra: “Tenho vizinhos, amigos, que estão a fazer 20, 25, 30kms.” Rui Xavier chama-lhe pelo nome certo: impacto económico. “O impacto económico na vida das pessoas é muito grande.” Mesmo sem “um grande impacto no edificado”, a factura chega de outra forma: “A possibilidade de deslocação ou haver uma deslocação que de repente passa a ser três vezes maior.” E remata: “Os valores que as pessoas dispendem nessas deslocações têm um impacto muito grande nas contas do fim do mês.” A forma como estas comunidades vivem a cheia é, para quem chega de fora, quase desconcertante. Rui Xavier reconhece-o: “Eu estou cá há pouco tempo e vou aprendendo.” Mudou-se de Lisboa com a mulher, por gosto e por escolha. Mas, diz, uma preocupação esteve sempre presente: “Sabendo que há cheias regulares nesta zona, estávamos num sítio em que a água facilmente cá chegasse.” A surpresa veio depois: “Percebemos a forma como as pessoas lidam com o caudal a aumentar e a transbordar.” Porque aqui, ao contrário do que se vê na televisão, a água não é apenas medo: é também fertilidade e continuidade. “Tudo aqui à volta, a grande fertilidade dos solos depende em muito de ciclicamente serem alagados.” E aponta a paisagem por trás da sua casa como exemplo. “A água, como nós vemos aqui na parte de trás da minha casa, desde que mantenha estes níveis, é quase uma coisa óptima e uma bênção.” Cita, sem romantizar, o que ouve dos mais velhos: “As pessoas mais velhas dizem mesmo isto: ‘Assim tá óptimo.'” E a condição é clara: “Desde que não tenha impacto na casa das pessoas e que não suba muito mais.” A memória agrícola é antiga. “Uma das pessoas mais velhas disse-me (…) que isto era fantástico, porque aqui há umas décadas (…) se o ano fosse mais ou menos seco (…) alagavam os campos através de valas.” Um saber acumulado, transmitido e adaptado: “Todo esse conhecimento acumulado mantém-se.” Para Rui Xavier, a palavra-chave é relação: “Há uma relação muito mais simbiótica com a natureza e até com a proximidade da água.” “A lei da gravidade cumpre-se" Hoje existem réguas hidrométricas, alertas, Protecção Civil e medições em tempo real. Rui Xavier reconhece: “A informação flui de uma maneira que não tem comparação com há décadas atrás.” E elogia o papel local: “As juntas de freguesia tiveram um trabalho muito importante em manter a população informada.” Mas há outra camada, mais antiga, mais humana, mais exacta do que parece: a leitura do território. “As pessoas aqui têm um conhecimento empírico disso, de observação, muitas vezes baseadas em marcos de construção.” Conta um episódio que vale por um tratado de geografia local. A estrada que liga o Pombalinho a Mate Miranda foi cortada por precaução. Rui Xavier falava com o vizinho Manuel, 90 anos, que viveu todas as grandes cheias do século passado e deste século, em 2013. A resposta do homem foi imediata: “Eles cortaram a estrada por precaução, mas ainda se passa lá.” E como é que se sabe? Rui Xavier explica o critério: “Para as pessoas da idade dele, é ter água acima do joelho ou na cintura.” A razão é simples: “Porque já não dá para passar de bicicleta, porque é assim que as pessoas se deslocavam aqui durante décadas.” E continua, “O Manel ainda hoje, com 90 anos, todos os dias anda de bicicleta.” O momento culmina numa frase que Rui Xavier repete com admiração: “Para não passar na estrada de Mate Miranda, a água tem que chegar aqui a este poste.” E depois a conclusão perfeita: “A lei da gravidade cumpre-se. E a água é autonivelante.” O conhecimento do terreno, diz, é tão profundo que dispensa deslocações. “Sabem que quando isto acontece aqui tem implicações ali e não precisam de ir lá sequer ver. Têm a certeza.” Voto adiado para domingo, 15 de Fevereiro No meio deste cenário, o adiamento da votação na segunda volta das presidenciais deixou frustração e um debate inevitável. Rui Xavier não esconde a sua posição: “Eu preferia ter podido votar este domingo” E acrescenta: “As condições climatéricas estão razoáveis e acho que seria possível votarmos.” Ainda assim, não aponta o dedo. “Compreendo que as autoridades tenham avaliado com antecedência e tenham avaliado o risco.” E lembra que a sucessão de tempestades foi imprevisível: “Estavam anunciadas estas outras, embora não me agrade não poder votar, eu compreendo essa precaução.” A frase que usa é rara na política portuguesa, como ele próprio nota: “Parece uma coisa nada portuguesa, mas vale prevenir.” A garantia que o tranquiliza é simples: “Eu sei que vou votar no próximo domingo (…) e que o meu voto também conta.” E deixa um apelo directo à participação: “Acho que é uma obrigação a nossa voz também ser ouvida.” Rui Xavier admite o incómodo, mas recusa dramatismos: “Não é o ideal, mas é o possível.” E insiste na ideia central: segurança primeiro. “Pôs-se em prioridade a possibilidade das pessoas poderem votar em segurança e o processo ser mais razoável.” O concelho, lembra, está em situação de calamidade. E faz um exercício concreto: “Imaginemos que estas últimas 24 horas tinham sido realmente muito fustigadoras.” Estradas cortadas, comboios interrompidos, pessoas a deslocarem-se de fora para votar: “Isso não era muito razoável.” No fim, regressa à mesma lógica que viu nos cortes de estrada e nos avisos de cheia: precaução. “Compreendo que uma estrada seja cortada quando há pouca água a passar por cima, mas que ainda assim é um risco para a população.” A Golegã, como tantas vezes, volta a ser um território entre dois movimentos: o da água que sobe e o do país que tenta avançar. Aqui, as cheias são antigas — e a democracia, por uma semana, ficou à espera.
Sheinbaum niega entrega de recursos naturales por plan con EU EU intercepta petrolero por violar sanciones marítimasEste 9 de febrero se celebra el Día Mundial de la PizzaMás información en nuestro podcast
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
Nella nuova puntata di Metalitalia Podcast (stagione 6, episodio 19) parliamo della terribile abitudine a concentrarsi esclusivamente sul voto di una recensione, di schierarsi in modo aprioristico a favore (o contro) una band prescindendo dall'effettivo valore di una proposta artistica.Partendo dall'analisi delle recenti recensioni di band storiche come MEGADETH e KREATOR, proviamo a capire le motivazioni di tale radicalizzazione di una parte di fan che pare aver abolito del tutto l'ascolto e la capacità di analisi oggettiva.In apertura di episodio parleremo dei recenti accadimenti che hanno visto coinvolti TWISTED SISTER e ALTER BRIDGE, oltre che del clamoroso successo ottenuto dai LORNA SHORE nel nostro Paese. Inoltre riepilogheremo come sempre le notizie della settimana, i nuovi annunci di concerti e molto altro.Da qualche tempo il METALITALIA PODCAST si trova all'interno del nostro PUB virtuale che trasmette rigorosamente dal vivo sulle nostre piattaforme social. Ci trovate live quindi su YouTube, Facebook e Instagram e - al termine dello streaming - su Spotify, Apple Music, Amazon Music, Google Podcasts, Deezer, Spreaker e molti altri.
Luis Herrero analiza junto a Anabel Díez y Carmen Tomás el cierre de la campaña electoral en Aragón.
Analizamos todas las votaciones en los NFL Honors 2016, incluyendo el MVP para Matthew Stafford y HC del Año para Mike Vrabel.=============
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta sexta-feira (06), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o cientista político Adriano Oliveira sobre a nova pesquisa Datafolha com intenção de votos para Raquel Lyra e João Campos. A Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, conversa sobre o início do carnaval no Estado. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
A lei não permite que as eleições sejam adiadas em todo o País, mas face à situação de catástrofe que se vive em muitas zonas de Portugal não teria sido possível abrir uma exceção? Este é o tema deste Crime e Castigo, um podcast com Paulo João Santos e Joaquim Leonardo, apresentado por Rita Fernandes Batista e editado por Madalena Henriques
Os boletins de voto para a segunda volta das Presidenciais chegaram à África do Sul, onde são habituais as falhas no serviço internacional de correios. Governo pede ajuda a emigrantes para a reconstrução pós tempestades.
A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”
A caça ao Voto. O que se está a passar no Irâo.
Nicolás Lúcar, periodista de Exitosa, cuestionó que muchos de los congresistas negocien votos para determinadas circunstancias, entre ellas la aprobación de leyes. "¡Hay hasta tarifarios!", comentó. Noticias del Perú y actualidad, política.
Voto aberto para o mandato tampao no RN
Esta semana venimos meditados y listos pa' analizar el Rate a Queen Talent Show. Esta temporada nos sorprende el nivel de estrategia de las reinas. La categoría nos deja un poco tristes como el satin. Mientras que el lip sync se convierte en el mejor del 2026. YouTubehttps://www.youtube.com/@DragaMalaPodMala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala
Días después del desalojo masivo del B-9, antiguo instituto donde malvivían personas que o no podían pagar una vivienda o estaban en situación irregular, visitamos el barrio de Sant Roc en Badalona. Los vecinos se siguen quejando de falta de seguridad. Este es un barrio creado, en parte, para realojar a los gitanos de las barracas que todavía quedaban en Barcelona a principios de los años 60. Siempre arrastra mala fama, el estigma que durante los 80 fue el del tráfico y consumo de droga. Un barrio pobre y olvidado como hay tantos en el extrarradio de las ciudades españolas. Por qué los vecinos, ahora, protestan por la inseguridad. ¿Por qué rechazan a algunos inmigrantes si el barrio se construyó para acogerlos? ¿Por qué, en lugar a mirar a los de arriba que les pueden solucionar los problemas, miran a los que están por debajo de los que viven allí toda la vida? Hablamos con vecinos y también con Carles Sagués de la Plataforma Sant Roc Som Badalona. El signo de los tiempos es que a poca distancia se está construyendo un barrio de súperlujo para otros inmigrantes, estos no molestan porque pueden pagarse el piso de lujo en el nuevo canal marítimo, así además del parking tienen el amarre en la puerta.
Em entrevista ao Papo Antagonista nesta sexta-feira, 30, a vereadora Janaina Paschoal (PP-SP) voltou a criticar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.Ela revelou ter votado em Jair Bolsonaro em 2022, apesar de ter divergências com o ex-presidente e, na sequência, afirmou que não faria o mesmo em relação a Flávio. Assista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos dodia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonistahttps://bit.ly/papoantagonistaSiga O Antagonista no X:https://x.com/o_antagonistaAcompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
In questa puntata di Start parliamo della bocciatura del voto per i fuorisede al prossimo referendum sulla giustizia e della proposta di legge che vuole rendere il voto a distanza permanente, poi di come lo sport possa essere prescritto come un farmaco e infine parliamo del Festival di Sanremo e del cosiddetto “effetto Tony Effe”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em entrevista ao Observador, na Vichyssoise, Diogo Pacheco de Amorim defende que estas presidenciais serão ponto de viragem na política portuguesa: Chega ficará perto de substituir PSD.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cruce de reproches entre Gobierno y oposición después de que el Congreso tumbara el decreto ómnibus con la subida de las pensiones. Partido Popular y Junts afean al Gobierno que esa medida se llevara en un mismo bloque junto a la paralización de los desahucios. Ambos partidos creen que el Ejecutivo fomenta así la okupación. Las críticas han llegado incluso del PNV, socio considerado estable en el bloque de investidura. Moncloa acusa al PP de no querer revalorizar las pensiones, aunque de momento evita aclarar cómo y cuándo volverá a llevar la medida a la Cámara Baja. Juan Bravo, vicesecretario de Hacienda, Vivienda e Infraestructuras del Partido Popular, asegura en RNE que el Gobierno está cogiendo "como rehenes a los pensionistas" y lamenta que lo esté utilizando "para buscar la confrontación y como cortina de humo". Añade Bravo que lo que proponen desde su formación es que haya un real decreto ley que solo lleve la revalorización de las pensiones: "Si presentan el decreto solamente con las pensiones, tienen el voto favorable del Partido Popular. Lo dije desde la tribuna". "Los pensionistas han cobrado el mes de enero con la subida de las pensiones. Ahora hay que esperar al abono de la pensión del mes de febrero. El Gobierno tiene cuatro semanas, cuatro Consejos de Ministros, para aprobarlo. Es más, creo que es tan importante como para que pudiesen hacer un Consejo Extraordinario. Y si no quieren hacerlo ellos, que se permita que se debata la nuestra", añade el vicesecretario de Hacienda del PP. Entrevista completa en RNE Audio.Escuchar audio
El Gobierno trata de acercar posturas con los socios. Con Podemos ha pactado la regularización masiva de inmigrantes, con ERC la financiación y Sánchez se ha reunido con el lehendakari, Imanol Pradales. La clave la tiene Junts que hizo caer revalorización de las pensiones al votar en contra junto a PP y Vox. Además, el Partido Popular sigue rechazando la regularización de inmigrantes, a pesar de que en 2024 la defendió, y derecha y extrema derecha quieren llevar la medida a Europa. Y la última regularización, la de 2005, permitió que los inmigrantes encontrasen trabajos más cualificados.
Juan Pablo Polvorinos repasa la actualidad centrada en el último movimiento de Ábalos, renunciar ahora a su escaño recuperando el PSOE un voto.
#legislatura #PNP #mujeres La Cámara volvió a legislar sin celebrar vistas públicas, esta vez colocando a las mujeres gestantes en riesgo al darle personalidad jurídica al no nacido en casos de asesinato. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo tiktok.com: @bonitaradio Facebook: bonitaradio Instagram: bonitaradio X: Bonita_Radio
#legislatura #PNP #mujeres La Cámara volvió a legislar sin celebrar vistas públicas, esta vez colocando a las mujeres gestantes en riesgo al darle personalidad jurídica al no nacido en casos de asesinato. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo tiktok.com: @bonitaradio Facebook: bonitaradio Instagram: bonitaradio X: Bonita_Radio
Matías Freer y su mamá Laura conducirán seis horas desde Lexington, (Kentucky) hasta el consulado de Costa Rica en Atlanta (Georgia). Allí Matías emitirá su primer voto. Ellos son dos de los 3,7 millones de ciudadanos electores que el próximo domingo tendremos la inmensa responsabilidad de ejercer el privilegiado derecho a votar. A escoger. La semana pasada el TSE terminó de entregar el material electoral a todas las juntas receptoras de votos del país. Ya lo había hecho en los 49 consulados del mundo habilitados para la ocasión. La organización es como un reloj suizo. Así que luego de un fin de semana muy festivo con los cierres de campaña, terminan ya los mitines públicos aunque la publicidad continuará hasta el miércoles. Nos quedan además los debates y las últimas encuestas para terminar de tomar decisiones cruciales para la cita del domingo. Conversamos con la presidenta del Tribunal Supremo de Elecciones, Eugenia Zamora.
Pela primeira vez em muitos anos de programa, o 'Expresso da Meia-Noite' é sobre uma segunda volta nas presidenciais. Depois de António José Seguro não conseguir reunir a maioria dos votos necessária para assegurar a presidência, dia 8 de fevereiro os portugueses voltam às urnas para escolher entre o candidato socialista e André Ventura. Mas, antes de se tomar a decisão, temos ainda um debate único entre os dois candidatos, em simultâneo nas três televisões SIC, RTP e TV, e dez dias de campanha eleitoral pela frente. Neste episódio, vamos discutir se já está tudo decidido, se a campanha ainda pode mudar muita coisa, se a abstenção vai ou não vai ser maior e como é que se vão cruzar os eleitores numa eleição que era não é completamente surpreendente, mas que há uns meses ninguém achava que seria o desfecho da primeira volta. Para nos prepararmos para a segunda volta, convidámos Teresa Nogueira Pinto, professora de Ciência Política, Pedro Gomes Sanches, comentador da SIC, António Gomes, diretor geral da GfK e o Miguel Guedes, consultor de comunicação. A moderação foi de Ricardo Costa e Ângela Silva. Ouça aqui o programa em podcast, transmitido a 24 de janeiro na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
María Hernández reflexiona en su entrada en Noticias Mediodía sobre la gestión de Óscar Puente tras el accidente de trenes en Adamuz.
António Tavares, antigo apoiante de Gouveia e Melo, admite apoiar Seguro na segunda volta. Já José Ribeiro e Castro, antigo líder do CDS, não admite em quem vota, mas critica candidatura de Ventura. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sara Gandolfi parla dello scontro fra due treni dell'Alta velocità in Andalusia, dovuto al deragliamento di uno dei due convogli che ha invaso il binario su cui arrivava l'altro. Paola Pollo racconta la storia e l'eredità del grande stilista morto ieri a 93 anni. E Paolo Salom spiega perché la premier giapponese Sanae Takaichi (al governo solo da tre mesi) ha indetto elezioni anticipate, che si terranno l'8 febbraio.I link di corriere.it:Cosa è successo in Andalusia? Trovato un giunto rotto sui binari, i 20 secondi tra il deragliamento e lo scontro tra i due treniValentino è morto: lo stilista aveva 93 anni. Addio all'«ultimo imperatore» della modaGiappone, la premier Takaichi annuncia le elezioni anticipate: «Scegliamo con i cittadini la direzione del Paese»
Com todas as freguesias contabilizadas e 102 de 109 consulados por apurar, pelas 01h15, David Dinis, Daniel Oliveira, Bernardo Ferrão, Ricardo Costa, Ângela Silva e Martim fazem o balanço final dos resultados e discursos desta primeira noite eleitoral das presidenciais de 2026, com os apoios certos, possíveis e prováveis a António José Seguro no centro do debate. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com todas as freguesias contabilizadas e 102 de 109 consulados por apurar, pelas 01h15, David Dinis, Daniel Oliveira, Bernardo Ferrão, Ricardo Costa, Ângela Silva e Martim fazem o balanço final dos resultados e discursos desta primeira noite eleitoral das presidenciais de 2026, com os apoios certos, possíveis e prováveis a António José Seguro no centro do debate. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No próximo domingo, 18 de janeiro, os portugueses vão às urnas em Portugal, para elegerem o substituto de Marcelo Rebelo de Sousa, que tomou posse como Presidente da República em março de 2016. A este propósito, conversámos com Sara Fernandes, Conselheira das Comunidades Portuguesas na Austrália. Nesta entrevista, Sara apela ao voto dos portugueses residentes na Austrália, explica como funciona o processo de votação no país e reflete sobre o papel que espera que o próximo Presidente da República venha a desempenhar em representação das comunidades portuguesas na Austrália.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Il 28 dicembre 2025 è andata in scena la prima tappa di una farsa: il Myanmar ha votato. O meglio, i generali hanno organizzato uno spettacolo grottesco per convincere il mondo di essere al potere in modo legittimo, per volontà popolare. Con la benedizione di alcuni potenti: la Cina e la Russia. Le fonti di questa puntata sono tratte da:
Com os principais candidatos a navegar nas margens de erro, o eleitor pode influenciar os resultados abstendo-se ou votando num candidato que não é o seu. Complicado? Nem por isso. É só fazer contas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com candidatos colados nas margens de erro, o apelo ao “voto útil” ganha força. Abster-se ou votar num candidato que não é o seu pode influenciar o resultado. Parece complexo? Basta fazer as contas.See omnystudio.com/listener for privacy information.