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Devocional do dia 24/05/2026 com o tema: Espírito Santo Alguns temas da fé cristã são mais difíceis de compreender. Dependendo de qual igreja você participa, pode ter mais facilidade de entender a respeito de Deus ou de Jesus Cristo. Mas, quando se trata do Espírito Santo, é comum surgir alguma dificuldade. Leitura Bíblica: Atos 2.1-4 O Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará que se lembrem de tudo o que eu disse (Jo 14.26).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dois corpos negros completamente nus, vestidos apenas com meias e tênis brancos. Rodeada pela plateia que se senta ao chão, a dupla de performers brasileiros marca o ritmo da coreografia com o bater dos pés. Com a obra Repertório número 3, os artistas cariocas Davi Pontes e Wallace Ferreira foram indicados ao maior prêmio da dança mundial, o Rose International Dance Prize, do Sadler's Wells, a principal casa de dança internacional do Reino Unido. Yula Rocha, correspondente da RFI em Londres Uma performance política pós-colonial que explora questões centrais de gênero e raça no Brasil e no mundo, a obra indicada foi resultado de uma pesquisa de quase dez anos que teve lançamento na Bienal de São Paulo, em um momento político dominado pela retórica da extrema direita no Brasil. Wallace Ferreira explica que o Repertório número 3 é a segunda parte de uma trilogia que começa em 2018 e surge em um contexto histórico importante para o Brasil. E foi justamente essa performance que levou os dois artistas cariocas para o mundo. “Esse trabalho fala muito sobre o Brasil, mas também são questões que atravessam [fronteiras]. Pra gente não tem como falar sobre racialidade e violência, sem falar sobre o contexto político atual. Sinto que é um trabalho que responde a uma questão no Brasil, mas o mundo se reconhece” , diz Davi Pontes. Davi e Wallace se referem à violência, discriminação e ameaça à sua própria existência como pessoas negras periféricas. A coreografia tem marcação ritmada, com poses e gestos sedutores diante do olhar julgador do público. Em resposta, a dupla apresenta o que chama de "uma dança de autodefesa". “A cada situação de violência, a cada operação policial essa palavra [autodefesa] volta, ela precisa ser dita. A importância desse trabalho é olhar para o contexto do mundo atual e perceber que as coisas não estão fáceis. E ainda assim conseguir trazer uma alternativa possível de continuar vivendo nesse mundo”, diz Davi. Para Wallace a autodefesa tem diversas maneiras de se acontecer: “ela está no embate, está no escape, no se camuflar, no constranger, na ironia, no deboche, no humor. Nos interessa pensar numa ideia de se autodefender que seja mais opaca, que não seja explícita.” E a autodefesa não é luta física. "É estar presente, ali, na sua frente. Dois dançarinos negros, marginalizados que existem, resistem. É sobre a presença de corpos nus, rodeados pela platéia sentada em volta deles no chão. A obra dos brasileiros foi indicada ao prêmio aqui em Londres justamente por seu valor e qualidade como peça coreográfica e teatral, mas também por sua relevância e urgência. Por questionar a nossa percepção e o posicionamento que escolhemos ter", diz Wallace. Davi explica que ter a platéia tão próxima e no mesmo nível que os dançarinos é entender que todos os que estão presentes fazem parte do jogo e são responsáveis pelo o que está sendo apresentado. “Esse trabalho se coloca na situação de responder, de ouvir, de observar e estar atento.” A dupla nunca sequer cogitou estar vestida em cena “A pesença de um corpo negro nu no espaço de fato causa tanto incômodo que eu não preciso mover e criar embate, só a minha presença já torna insustentável de olhar. Dependendo do país, a gente entra na sala e as pessoas querem correr porque elas não conseguem lidar com aquilo", aponta. Wallace afirma que não se sente vulnerável: “Entendemos que o lugar da vulnerabilidade é também um lugar de potência”. Wallace foi criado em Vigário Geral e Davi em São Gonçalo, bem longe das famosas Ipanema ou Copacabana. Da periferia do Rio, fizeram carreira internacional desconstruindo padrões e expectativas da dança contemporânea. A temática política continua a guiar o próximo trabalho deles - uma colaboração com outros coreógrafos estrangeiros. “É bom não esquecer onde tudo começou ainda numa sala vazia, pra quando chegar em uma sala lotada não pensar que tudo aconteceu do nada. A vitória vem se construindo todos os dias. Que eu ainda possa acordar e falar: - hoje vou viver do meu trabalho, vou viver fazendo aquilo que eu acreditei, aquilo que eu sonhei”, conclui Wallace. O vencedor do prêmio será anunciado em fevereiro do ano que vem, quando os indicados brasileiros Davi e Wallace se apresentam nos palcos de Londres.
Dois corpos negros completamente nus, vestidos apenas com meias e tênis brancos. Rodeada pela plateia que se senta ao chão, a dupla de performers brasileiros marca o ritmo da coreografia com o bater dos pés. Com a obra Repertório número 3, os artistas cariocas Davi Pontes e Wallace Ferreira foram indicados ao maior prêmio da dança mundial, o Rose International Dance Prize, do Sadler's Wells, a principal casa de dança internacional do Reino Unido. Yula Rocha, correspondente da RFI em Londres Uma performance política pós-colonial que explora questões centrais de gênero e raça no Brasil e no mundo, a obra indicada foi resultado de uma pesquisa de quase dez anos que teve lançamento na Bienal de São Paulo, em um momento político dominado pela retórica da extrema direita no Brasil. Wallace Ferreira explica que o Repertório número 3 é a segunda parte de uma trilogia que começa em 2018 e surge em um contexto histórico importante para o Brasil. E foi justamente essa performance que levou os dois artistas cariocas para o mundo. “Esse trabalho fala muito sobre o Brasil, mas também são questões que atravessam [fronteiras]. Pra gente não tem como falar sobre racialidade e violência, sem falar sobre o contexto político atual. Sinto que é um trabalho que responde a uma questão no Brasil, mas o mundo se reconhece” , diz Davi Pontes. Davi e Wallace se referem à violência, discriminação e ameaça à sua própria existência como pessoas negras periféricas. A coreografia tem marcação ritmada, com poses e gestos sedutores diante do olhar julgador do público. Em resposta, a dupla apresenta o que chama de "uma dança de autodefesa". “A cada situação de violência, a cada operação policial essa palavra [autodefesa] volta, ela precisa ser dita. A importância desse trabalho é olhar para o contexto do mundo atual e perceber que as coisas não estão fáceis. E ainda assim conseguir trazer uma alternativa possível de continuar vivendo nesse mundo”, diz Davi. Para Wallace a autodefesa tem diversas maneiras de se acontecer: “ela está no embate, está no escape, no se camuflar, no constranger, na ironia, no deboche, no humor. Nos interessa pensar numa ideia de se autodefender que seja mais opaca, que não seja explícita.” E a autodefesa não é luta física. "É estar presente, ali, na sua frente. Dois dançarinos negros, marginalizados que existem, resistem. É sobre a presença de corpos nus, rodeados pela platéia sentada em volta deles no chão. A obra dos brasileiros foi indicada ao prêmio aqui em Londres justamente por seu valor e qualidade como peça coreográfica e teatral, mas também por sua relevância e urgência. Por questionar a nossa percepção e o posicionamento que escolhemos ter", diz Wallace. Davi explica que ter a platéia tão próxima e no mesmo nível que os dançarinos é entender que todos os que estão presentes fazem parte do jogo e são responsáveis pelo o que está sendo apresentado. “Esse trabalho se coloca na situação de responder, de ouvir, de observar e estar atento.” A dupla nunca sequer cogitou estar vestida em cena “A pesença de um corpo negro nu no espaço de fato causa tanto incômodo que eu não preciso mover e criar embate, só a minha presença já torna insustentável de olhar. Dependendo do país, a gente entra na sala e as pessoas querem correr porque elas não conseguem lidar com aquilo", aponta. Wallace afirma que não se sente vulnerável: “Entendemos que o lugar da vulnerabilidade é também um lugar de potência”. Wallace foi criado em Vigário Geral e Davi em São Gonçalo, bem longe das famosas Ipanema ou Copacabana. Da periferia do Rio, fizeram carreira internacional desconstruindo padrões e expectativas da dança contemporânea. A temática política continua a guiar o próximo trabalho deles - uma colaboração com outros coreógrafos estrangeiros. “É bom não esquecer onde tudo começou ainda numa sala vazia, pra quando chegar em uma sala lotada não pensar que tudo aconteceu do nada. A vitória vem se construindo todos os dias. Que eu ainda possa acordar e falar: - hoje vou viver do meu trabalho, vou viver fazendo aquilo que eu acreditei, aquilo que eu sonhei”, conclui Wallace. O vencedor do prêmio será anunciado em fevereiro do ano que vem, quando os indicados brasileiros Davi e Wallace se apresentam nos palcos de Londres.
Já ouviu falar em hemorroidas? Qual é a diferença entre hemorroidas e doença hemorroidária? E se afeta tanta gente em Portugal, porque continua a ser um tema tão difícil de abordar em consulta? “As pessoas sofrem imenso em silêncio e demoram anos a chegar à nossa consulta por causa desta vergonha”, garante o convidado desta semana de Consulta Aberta. Para descomplicar o tema, Margarida Graça Santos recebe o Dr. Pedro Botelho, cirurgião geral no Hospital CUF Tejo e na ULS São José. “Dependendo do tipo de hemorroidas, é possível tratá-las. Muitas vezes, basta mudanças no estilo de vida”, explica o especialista. Não levar o telefone para a casa de banho, comer fibras, beber muita água são algumas das sugestões que deixa. Neste episódio, falamos sobre sintomas, mitos, prevenção e as melhores estratégias de tratamento para este problema de saúde tão comum (mas ainda tão tabu). Ouça aqui o podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker, Phill e Marcello Neves analisam a atuação contra o Independiente Rivadavia, a demora nas substituições, a disputa entre Castillo e JK e importância da torcida comprar o barulho do time no jogo contra o Bolívar. DÁ O PLAY!
No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
Uma das principais consequências do uso das chamadas canetas emagrecedoras é a perda de músculos. Dependendo da caneta, a pessoa chega a perder até 20% do peso em um ano. Mas nem tudo isso é gordura! Boa parte pode ser músculo. Estudos mostram que a perda de massa muscular pode chegar a 50% do peso total perdido. E isso pode afetar a mobilidade, a força e até acelerar o envelhecimento. No podcast de hoje, a gente conversa sobre esse efeito do emagrecimento rápido e suas consequências. Vamos explicar também de que forma as pessoas que usam as canetas podem evitar esse problema. Valéria Almeida conversa com a médica do esporte e reumatologista Fernanda Lima.
devocional Efésios Façam tudo isto em espírito de oração e orem continuamente, em união com o Espírito Santo . Estejam vigilantes, prestem muita atenção a estas coisas e orem por todos os santos. Efésios 6.18 Preciso de orar mais. Admito que não o faço em ”todo o tempo”. Há ocasiões em que estou tão deslumbrado com o momento que me esqueço de agradecer a Deus mais uma dádiva. Infelizmente, tendo a pedir-Lhe ajuda somente nas horas de maior aperto. Inclusive, nos pequenos percalços, dou-me conta, que opto, lamentavelmente, por soluções de trazer por casa. Avanço por minha conta e risco sem auscultar o Espírito. Quero alterar essa imatura forma de agir, fazendo da oração um estilo de vida. Falando com Deus a toda a hora. Dependendo d'Ele a cada passo. Escutando as Suas recomendações. Medindo palavras. Refreando impulsos. Ponderando atitudes. Daí, necessitar de me disciplinar ao diálogo com Deus, desde que acordo até que adormeço. Tenho mesmo de ir mais além, guardando alturas específicas no dia-a-dia para parar e “vigiar com toda a perseverança”. Não vou continuar a orar à pressa ou aos repelões. Antes, separando tempo de qualidade para conversar com Deus sobre mim e, sobretudo, sobre as carências de outros. Saltarei do meu umbigo para o coração de Deus. - Jónatas Figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
As indefinições das candidaturas nas próximas eleições estão marcando o início do ano eleitoral no Estado. Para o convidado do Mundo Político, o jornalista do portal “O Fator”, Guilherme Peixoto, União Brasil é a palavra-chave para as eleições em Minas neste momento. Dependendo das filiações ao partido, vários cenários podem ser montados, como a candidatura dos senadores Rodrigo Pacheco e Cleitinho Azevedo ao governo do Estado. O jornalista fala também sobre as indefinições das legendas ao Senado, com vários nomes em discussão. Na Assembleia, projetos relativos ao Propag que ainda estão pendentes na casa devem dominar a pauta. Peixoto também analisa os impactos e os possíveis nomes que podem ser indicados pela casa ao Tribunal de Contas do Estado.
Confira na edição de Os Pingos nos Is desta terça-feira (14):O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ignorou a orientação de aliados e pediu que Mauro Vieira (sem partido) e sua comitiva também defendam o fim das sanções contra autoridades brasileiras no primeiro encontro com os Estados Unidos. A reunião entre o chanceler e o secretário de Estado americano, Marco Rubio (Republicanos), deve ocorrer nos próximos dias, em Washington. Dependendo do andamento da conversa, Lula e Donald Trump podem ter um encontro ainda no fim deste mês, na Ásia. O chefe do Executivo foi orientado por aliados a focar a negociação apenas no “tarifaço”, para evitar que Trump faça exigências políticas em troca da retirada das taxas. Lula, porém, já afirmou que quer tanto o tema econômico quanto o político sobre a mesa desde este primeiro diálogo.O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), é apontado como o maior obstáculo da oposição no Congresso, por barrar diversas pautas da direita. Além da anistia geral e irrestrita, o líder da Casa também travou a PEC da blindagem e se aliou ao governo em votações de interesse do Planalto. Alcolumbre, eleito com apoio da oposição, tem acumulado desgastes até com aliados do Centrão na Câmara, que cobram do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), uma retaliação.O projeto que prevê redução de penas para condenados por tentativa de golpe pode nem sair do papel. A proposta deve atravessar mais uma semana sem votação na Câmara, pela quarta vez desde a aprovação do regime de urgência da anistia. O texto prevê benefícios tanto para Jair Bolsonaro (PL) quanto para os presos pelos atos de 8 de janeiro, mas a resistência de PL, PT e outras siglas do Centrão pode quebrar o acordo entre os Poderes. Além da divergência política, há incerteza no Senado, onde parlamentares temem novo desgaste, como ocorreu na análise da PEC da blindagem.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Temáticas:• Despertar espiritual• Dependendo de nosso Poder Superior• Dificuldade de pedir ajuda#alcoolismo#adicção#recuperação#12passosSiga-nos:https://www.instagram.com/programa.independencia/https://www.facebook.com/programa.independencia/https://www.tiktok.com/@programa.independenciahttps://www.youtube.com/@programaindependenciaCapítulos:0:04:330:24:490:49:181:10:461:30:241:48:41
Dependendo de quantas calorias você deixa de consumir e da qualidade da alimentação, o peso perdido pode não vir apenas da gordura corporal, mas também da massa muscular.
Dependendo de quantas calorias você deixa de consumir e da qualidade da alimentação, o peso perdido pode não vir apenas da gordura corporal, mas também da massa muscular.
Diante da escalada de tensão na relação institucional entre Brasil e Estados Unidos, analistas e setores exportadores não apostam em um entendimento rápido acerca das novas tarifas sobre os produtos brasileiros, mesmo com prejuízo certo para os dois lados. Com a atuação do clã Bolsonaro para desestabilizar o processo penal contra o ex-presidente a partir da pressão americana, Alexandre de Moraes impõe medidas restritivas a Jair Bolsonaro. E Donald Trump reagiu no mesmo dia. Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília. A semana terminou com Jair Bolsonaro de tornozeleira eletrônica, recolhido em casa, enquanto o governo Donald Trump proibiu a entrada nos Estados Unidos de Alexandre de Moraes e de outros ministros da Suprema Corte brasileira. E a fúria trumpista, após o périplo de Eduardo Bolsonaro nas terras estadunidenses para livrar o pai da cadeia, gera expectativa de um novo pacote anti-Brasil. Porém, a análise política é de que as medidas restritivas a Bolsonaro mostram que a investida da família tem sido um tiro pé do ex-presidente. “Houve a percepção generalizada que o país inteiro está sendo prejudicado por conta da família Bolsonaro", diz o analista político Diogo Cunha, da Universidade Federal de Pernambuco. "Eles deram de bandeja para o PT e para o Lula a bandeira do patriotismo, do nacionalismo, da soberania. E as instituições também reagiram. Então, sem dúvida, isso piorou significativamente a situação do ex-presidente”, acrescenta. “A atuação de Eduardo Bolsonaro é mais um passo no processo de politização e de pressão que eles querem fazer sobre o Judiciário, tentando mostrar força, inclusive com ajuda do presidente da maior potência do mundo, que pode realmente prejudicar o Brasil. Agora, evidentemente, isso não funcionou, pelo contrário”, conclui Cunha. Perdas de U$ 1 bilhão A atual crise tem reflexos gigantes na economia. Dados da AEB, a Associação de Comércio Exterior do Brasil, mostram que já houve recuo de exportações na ordem de U$ 1 bilhão desde que a tarifa de 50% sobre tudo o que o Brasil vende para os Estados Unidos foi anunciada. “Nós começamos a ver nas estatísticas, agora no mês de julho, que está havendo uma queda nas exportações brasileiras em torno de U$ 100 milhões por dia. Isso significa, até aqui, uma queda de pelo menos U$ 1 bilhão. Basicamente, todos aqueles setores que têm acordos de longo prazo vão ser afetados porque há uma mudança brusca. Setores como calçados, carne bovina, aviões”, explica José Augusto de Castro, presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). “A expectativa era de que essa tarifa de 50% fosse revertida no curto prazo, mas agora o ambiente está mais carregado, com declarações tanto do lado americano quanto do brasileiro. A questão política está pesando mais do que a técnica. Então, essa taxa deve perdurar por mais algum tempo. Pode ser duas ou três semanas. Também pode mudar de uma hora para outra, mas o cenário político aponta que não será no curto prazo”, afirma Castro. Para reduzir prejuízos aos empresários brasileiros, o dirigente da associação defende a negociação e não a reciprocidade. E diz que substituir mercados, no cenário atual, não é tão fácil como muitos pregam. “Todo mundo está buscando mercados alternativos, o Brasil, os Estados Unidos, a China, a Europa. Todos os países. Então é muito difícil, é uma concorrência muito grande. E buscar mercados alternativos pode demandar tempo. Dependendo do produto, pode demorar três meses, seis meses, um ano, e às vezes não vai ter resultado”, ressaltou. Negociações conjuntas e não bilaterais Ao assumir abertamente que o lema do clã bolsonarista hoje é "nossa família acima de tudo", Eduardo Bolsonaro tem gerado muito debate nas redes sociais com suas declarações. Ele chegou a dizer, em entrevista à CNN, que “Trump não vai recuar diante de Alexandre de Moraes. E se houver um cenário de terra arrasada, ao menos terei me vingado desses ditadores de toga”. Para evitar a terra arrasada, o analista internacional Alexandre Ueara, da ESPM, diz que o caminho é a negociação, porém não essa que os Estados Unidos têm forçado boa parte do mundo a fazer. “Negociar bilateralmente é fazer o jogo de acordo com as regras de Donald Trump. Sempre vai ter uma vantagem para os Estados Unidos nessas negociações bilaterais porque eles são a maior potência mundial, apesar da economia chinesa. Então, focar na negociação bilateral com Trump seria o pior dos mundos”, analisa. Como ainda faltam mais de três anos para terminar o mandato do presidente americano, o especialista sugere a convergência de interesses dos demais países para fazer frente à instabilidade comercial gerada por tantos tarifaços. “Se os Estados representam 26 % da economia mundial, podemos olhar pela perspectiva de que os demais países representam cerca de 74 % do PIB mundial. Os Estados Unidos estão ameaçando o Japão, China, Brasil, Europa, entre outros. E esses países juntos têm muito mais força na negociação. Uma atuação coletiva pode ter mais resultado nessa taxa de reciprocidade”, frisou Ueara. Política comercial discriminatória O uso das tarifas comerciais como arma política para defender aliados e empresas americanas, como as Big Techs, alcançou uma escalada que tem gerado críticas mundo afora. “De forma alguma a política externa que vem sendo implementada pelo governo Trump tem convergência com as regras internacionais de comércio. E esse segundo mandato Trump passou a implementar uma política externa absolutamente discriminatória, um descumprimento sério dos Estados Unidos perante o princípio mais importante da Organização Mundial do Comércio (OMC), que é o princípio da não discriminação”, afirmou a advogada Roberta Portella, mestre em Direito Internacional do Comércio e professora da FGV. Portella destaca, no entanto, que essa guinada americana não é de agora. “A primeira administração de Donald Trump já sinalizava essa postura que questiona o multilateralismo. Mas nós juristas e pesquisadores tínhamos a esperança de que numa mudança de governo esse tema seria acomodado. E não foi. O governo Joe Biden não assumiu uma nova postura perante a OMC. Isso trouxe um novo sinal de que, na verdade, é uma política de Estado e não de governo. E o assunto se intensificou agora, ganhou toda essa luz no segundo mandato de Trump.”
Atualmente, o melão originado da fruticultura Irrigada de Mossoró é conhecido por sua grande qualidade. Hoje é 03 de junho, sou Narcélio Góes, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Mossoró – RN e falaremos sobre o cenário do Melão. A produção de melão é desenvolvida com a captação de água subterrânea de poços e a implementação de sistemas de irrigação eficientes, garantindo o fornecimento adequado de água às plantações, mesmo em áreas áridas. A irrigação e o controle de pragas e doenças são essenciais durante o ciclo de desenvolvimento do meloeiro. A colheita ocorre quando os melões atingem o ponto de maturação ideal, com base em critérios como cor, tamanho, formato e sabor. A pós-colheita inclui a classificação e o armazenamento, para garantir a qualidade e a conservação dos frutos. O preparo de melão para exportação envolve várias etapas, desde a colheita, quando os melões devem ser selecionados e classificados de acordo com o tamanho, forma e características externas. No transporte, o foco é a qualidade e conservação. É fundamental garantir que o melão atenda aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional, incluindo aparência, tamanho, teor de açúcar (ºBrix) e ausência de defeitos. Dependendo das práticas de produção e dos destinos de exportação, a lavagem dos melões pode ser realizada para remover restos de terra ou outros resíduos. O transporte deve ser feito em condições de refrigeração adequadas, para prolongar a vida útil das frutas. É importante realizar um pré-resfriamento, reduzindo a temperatura o mais rapidamente possível para garantir que a temperatura da fruta se mantenha baixa durante toda a viagem. Para as variedades como Cantaloupe e Gália, o transporte deve ser feito a 0°C, enquanto para a variedade Charentais, a temperatura ideal é de 8 a 9 °C. No Brasil, os principais estados exportadores foram o Rio Grande do Norte, Ceará, São Paulo e Pernambuco. Em 2024, o Rio Grande do Norte exportou cerca de 357 mil toneladas de melão, principalmente para a União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Chile, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O estado é o maior produtor de melão do Brasil, com mais de 600 mil toneladas em 2024, e 59% da produção nacional. Segundo o Comitê Executivo de Fruticultura do RN (COEX-RN), as exportações de melão potiguar podem crescer até 40% nos próximos três anos, caso seja viabilizada uma nova rota marítima direta entre o Nordeste e a China, a fim de reduzir o tempo de trânsito atual de 54 para 32 dias. A China é atualmente o maior produtor mundial de melão, com média de 10 milhões de toneladas anuais. Apesar disso, em virtude de condições climáticas severas entre outubro e abril, os chineses ficam sem produzir a fruta, o que abre excelente janela de oportunidade ao melão brasileiro. O melão produzido na área livre de Mossoró é a primeira fruta brasileira a ter autorização para comercialização com a China, há quatro anos. O grande desafio do setor não é apenas a logística, mas também a limitação de trabalhadores para ampliar as áreas plantadas. Em todas essas etapas de produção, o Banco do Brasil está presente, desde o preparo do solo, perfuração de poços para captação de água, aquisição de maquinário, construção de “packing houses”, até linhas de crédito específicas para comercialização e exportação. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
Como você lida com situações da sua vida em que percebe que tem grandes desvantagens? Às vezes, é preciso enfrentar as consequências de um passado difícil; outras vezes, surge uma nova situação, e você percebe que o desafio parece ser grande demais para encarar. Ou ainda, é necessário lidar com a sua percepção desanimadora sobre si mesmo e sobre a sua capacidade.Dependendo de como você enxerga essas situações, elas podem impedir seu crescimento e sua evolução na vida. Mas a Bíblia nos oferece uma perspectiva transformadora sobre esse assunto.Nesta mensagem, vamos entender que, quando você sabe pelo que lutar, essas desvantagens podem, inclusive, se tornar um combustível que impulsiona você a conquistar um futuro de esperança e propósito.
A diferença de preço da arroba de uma cidade para outra, de uma região para outra, foi explicada pelo leiloeiro Moacir Naves, ao Francys de Oliveira. Eles também prosearam novamente sobre a logística, e tocaram no assunto do preço do óleo diesel, e sua influência sobre o preço final, ao consumidor. Confira a prosa, deixe sua opinião, e lembre-se de conferir depois, a última parte dessa prosa.
E se o mundo ao nosso redor, nós mesmos e todas as leis da física que entendemos como mundo não passarem de meras linhas de código? Dependendo do que você aceitar, é até bastante provável que todos nós sejamos só uma simulação de computador. Hoje embarcamos num caminho tortuoso entre filosofia, religião, ciência e especulação para atualizar perguntas existenciais feitas há milênios. Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast semanal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Todas as quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito, é a vez de um contar um causo para o outro. Não deixe de enviar os episódios do Escuta Essa para aquela pessoa com quem você também gosta de compartilhar histórias e aproveite para mandar seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais , ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio! ... NESTE EPISÓDIO • A BBC publicou uma versão traduzida do artigo do professor Melvin Vopson, que defende que questões ainda em aberto sobre a física quântica podem explicar a hipótese da simulação. • O famoso artigo de Nick Bostrom, citado por todos que discutem a hipótese da simulação, se chama “Are You Living In a Computer Simulation?” e pode ser lido na íntegra no site do filósofo. • O canal Kurzgesagt tem uma boa explicação em vídeo para o Paradoxo de Fermi e o Grande Filtro. • O filme “The Matrix”, de 1999, foi escrito e dirigido por Lilly e Lana Wachowski e pode ser assistido via streaming no Max. • O jogo “The Sims”foi desenvolvido pela Maxis e publicado pela Electronic Arts. Sua primeira versão é de 2000 e completou 25 anos nesta terça-feira (4). • O físico Stephen Hawking argumentou que “a filosofia está morta” em seu livro “O Grande Projeto”, lançado em 2010 e escrito ao lado de Leonard Mlodinow. • A física alemã Sabine Hossenfelder explica por que considera a hipótese da simulação pseudociência em seu canal no YouTube. • O conceito de emergência, onde pequenas partes muitas vezes simples formam sistemas complexos, pode ser melhor compreendido neste texto do professor Francisco Rodrigues, da USP. ... AD&D STUDIO A AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
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O Aneurisma Cerebral pode dar sinais prévios ou não, simplesmente se rompendo - e pode ser fatal. Dependendo da faixa de idade, a doença pode ser até 2 ou 3 vezes mais comuns nas mulheres do que nos homens, normalmente por volta dos 50 anos. Para falar sobre o assunto, Jota Batista conversa no Canal Saúde com o neurocirurgião, João Gabriel Ribeiro.
A prefeitura de Paris adota há vários anos um conjunto de políticas públicas de combate à poluição e incentivo à mobilidade sustentável que têm melhorado a qualidade de vida dos parisienses e visitantes. Em várias ocasiões, as propostas das autoridades municipais geraram resistência, mas diante da atual emergência climática, a maioria dos franceses estão convencidos da necessidade de adaptação. A principal fonte de poluição atmosférica e sonora em Paris vem do trânsito, que gera concentração de gases poluentes e partículas finas. Segundo estudos científicos, as fontes secundárias de poluição na região metropolitana da capital são o aquecimento doméstico no inverno – lareiras, caldeiras a gás ou à base de óleo combustível –, a atividade industrial e obras da construção civil.Com o aumento das temperaturas gerado pelo aquecimento global e períodos de seca prolongados, nos meses do verão aumentaram os picos de poluição provocados pela concentração de dióxido de nitrogênio (NO2) no céu da cidade. Este subproduto da queima de combustíveis é extremamente tóxico, de acordo com especialistas.Uma das primeiras medidas adotadas em Paris para reduzir a circulação de carros foi a criação do sistema de bicicletas de aluguel. A França tinha um atraso nessa área em relação aos países nórdicos, à Holanda e Alemanha.O sucesso das bicicletas de locação obrigou o município a construir quilômetros de ciclovias e a impor uma faixa para ciclistas na contramão das ruas estreitas de Paris. O incentivo ao uso da bicicleta tem o apoio de subsídios do Estado, que distribui cheques em dinheiro aos cidadãos para financiar parte do preço de uma bicicleta elétrica. A troca de carros a gasolina ou diesel por automóveis híbridos ou elétricos também é facilitada pelo governo.Bicicleta supera carrosUm estudo do Institut Paris Région (IPR), publicado em abril, mostrou que a bicicleta superou o carro como meio de locomoção em Paris, e agora só fica atrás do transporte público e da caminhada. Cerca de 66% dos parisienses usam o metrô, ônibus e as linhas de veiculos leves sobre trilhos para se deslocar na cidade; 5,5% adotaram a caminhada.Outra medida que o município tem instituído é o fechamento de dezenas de ruas e vias expressas aos carros de passeio. Houve uma inversão das prioridades de circulação: primeiro pedestres, depois bicicletas, ônibus e táxis.Calçadões e vegetalizaçãoO programa chamado "Ruas para crianças", onde ficam escolas, ampliou as áreas de calçadão e abriu espaço para a criação de jardins. Além de favorecer a segurança dos alunos, a vegetalização do que antes era asfalto usado por carros, agora participa do combate à poluição e melhora o nível de umidade do ar. Paris já tem 200 'ruas para crianças' e o objetivo é chegar a cerca de 600 no futuro.A capital francesa sempre teve ruas exclusivas para pedestres, no centro dos bairros, dedicadas ao comércio de comida – açougue, padaria, peixaria, queijaria, venda de frutas e legumes, cave de vinhos – ou à feira semanal. Este modelo está se propagando para ruas de lojas, cafés e restaurantes. Nos fins de semana, a cidade se torna uma imensa área de lazer.A implantação de rodízio é rara em Paris, apenas quando os níveis de concentração de ozônio (dióxido de nitrogênio) atingem um patamar que requer a medida drástica para diminuir o número de carros nas ruas.Selo em carro indica nível de emissões Por outro lado, desde 2017, a prefeitura adotou um selo de controle de emissão de poluentes, baseado em uma escala de 0 a 5, que ajuda no controle da poluição e contribui para a melhoria da qualidade do ar. O zero nesta escala corresponde aos veículos elétricos e movidos a hidrogênio, ou seja os menos poluentes, enquanto 4 e 5, os mais tóxicos, só têm autorização para entrar na cidade em algumas ruas e horários específicos. O motorista deve exibir esse selo no para-brisa do veículo. Essa medida obrigou muita gente a trocar de carro ou a desistir do automóvel, e paralelamente as ruas foram cedendo espaço às ciclovias.Em Paris, não existem áreas de estacionamento gratuito. Quando há um pico de poluição, a prefeitura autoriza o estacionamento gratuito para quem tem carro, mas exclusivamente na porta de casa. O município também declarou guerra contra os carros SUV, mais poluentes. Eles pagam 18 euros a hora de estacionamento na via pública, cerca de 110 reais, contra 15 reais para um carro de porte menor.Em todo o país, os veículos de menos de 3,5 toneladas são obrigados a passar por um controle técnico em oficinas especializadas a cada dois anos para verificar o estado dos filtros antipoluição, do óleo do motor, freios e faróis, a partir do terceiro ano depois da compra. A multa por falta de inspeção técnica é de 135 euros, cerca de 830 reais.Reduzir velocidade diminui poluiçãoNesta semana, a prefeita Anne Hidalgo anunciou que a partir de 1° de outubro, a velocidade no anel viário que circunda a capital, chamado periférico, muito utilizado pelos motoristas provenientes das periferias, vai ter a velocidade máxima reduzida de 70 km/h para 50 km/h.Uma pesquisa feita com motoristas logo após o anúncio da medida indicou que 92% dos entrevistados na região são contra a decisão da prefeita. Hidalgo alega que 82% dos motoristas circulam sozinhos nos carros no periférico. Além de reduzir a velocidade máxima, a socialista quer dedicar uma das três faixas do anel viário a táxis, ônibus e carros com pelo menos dois passageiros, além do motorista.Estudos científicos comprovam que reduzir a velocidade diminui a emissão de poluentes. Em Paris, ruas não comerciais, estritamente residenciais, já tiveram a velocidade limitada a 30 km/h em vários bairros.O caso do periférico é uma luta histórica contra a poluição e divide opiniões. Cerca de 1,2 milhão de motoristas utilizam a via diariamente. Mas a poluição gerada pelo tráfego constantemente carregado, à exceção da madrugada, está acima das normas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os 120 mil moradores residentes a 200 metros do anel viário têm mais doenças provocadas pela poluição do que outros cidadãos.Desde 1993, a velocidade no periférico baixou de 90 km/h para 80 km/h. Depois, em 2014, passou para 70 km/h e agora vai cair para 50 km/h. É uma medida de bom senso em saúde pública, mas que enfrenta resistência de moradores das periferias e também do Ministério dos Transportes.Os motoristas que dependem do periférico para trabalhar criticam a guerra da prefeita de Paris contra os carros. Fora da capital, ainda há uma dependência do automóvel porque a rede de metrô e trens de subúrbio é insuficiente. Dependendo de onde a pessoa mora, só é possível chegar em Paris de carro. Mas o Estado e a região Ile de France estão investindo bilhões de euros na construção de quatro linhas de metrô para otimizar a conexão de munícipios vizinhos à capital e inaugurou recentemente sete estações na extensão da linha 14. Quando este projeto chamado Grand Paris Express for concluído, a região metropolitana terá 68 novas estações de metrô.Investir em transporte público é fundamentalO transporte público é um elo essencial na articulação de outras políticas de incentivo à mobilidade sustentável, para reduzir a poluição nas grandes cidades. Mas não é o único elemento dessa equação. Tem de haver vontade política, continuidade e planejamento de longo prazo para fazer a revolução que Paris atravessa atualmente.
Dependendo de quem for eleito Presidente dos Estados Unidos nas eleições de novembro, o decurso (e eventual fim) dos dois conflitos pode variar muito e afetar, sobretudo, os ucranianos e palestinianos. Oiça aqui o episódio do podcast O Mundo A Seus Pés com Joana Ricarte e Teresa Cravo, ambas professoras da Universidade de Coimbra especializadas em relações internacionais See omnystudio.com/listener for privacy information.
A dificuldade de inversão de funções. Dependendo da dinâmica familiar, esta situação pode ser uma oportunidade de fortalecer laços ou, pelo contrário, ser um fardo muito difícil de suportar.
13 DE MAIORef.: Lucas 5.1-7https://youtu.be/EWVEIvCKZzo
13 DE MAIORef.: Lucas 5.1-7https://youtu.be/EWVEIvCKZzo
Laura López, de "Actualizados Comunicación", empresa que se adica á xestión da comunicación dixital. Hoxe falamos de que é o naming e como conseguir un nome que se adecúe á nosa marca. O naming é ese conxunto de criterios, directrices e regras a través das cales se lle pon nome a unha marca. E, aínda que non ten por que estar estritamente vinculado co dixital ou as redes sociais, tamén pode servir para bautizar un proxecto ou marca persoal online. "O naming é ese conxunto de criterios, directrices e regras a través das cales se lle pon nome a unha marca". "O naming implica investigación, creatividade e a consideración de diversos factores como a linguaxe, a sonoridade, a dispoñibilidade do nome de dominio e a asociación coa identidade e os valores da marca". "O primeiro paso para acertar no nome é coñecernos ben como marca". Definición e principais tipoloxías O naming é o proceso de crear e desenvolver nomes para marcas pero tamén para produtos, servizos ou calquera outro tipo de entidade. É unha parte fundamental do proceso de creación de marca, xa que o nome, a fin de contas, é o primeiro punto de contacto co público e pode influír significativamente na percepción e recoñecemento dunha marca. É dicir, é unha maneira máis de traballar o posicionamento, os valores de marca e, en xeral, todo o universo que o pode conformar. Entón, o naming implica investigación, creatividade e a consideración de diversos factores como a linguaxe, a sonoridade, a dispoñibilidade do nome de dominio e a asociación coa identidade e os valores da marca. Podemos chamarlle ás cousas polo seu nome. Ou non. Podemos establecer nomes máis creativos, abstractos ou mesmo inventar palabras. ✔️Nomes descritivos. Designan de maneira explícita e directa o que fai a empresa. O beneficio deste tipo de nomes é que son claros e funcionais, o que fai que a audiencia entenda á perfección o propósito da marca de maneira rápida. Algunhas marcas que teñen este tipo de nome son, por exemplo, Telepizza ou Abanca. Aínda que tamén son nomes descritivos aqueles como Ford, que leva o nome do seu fundador Henry Ford, ou Mercedes-Benz, cuxo creador foi Carl Benz e anotaba os coches baixo o nome da súa filla: Mercedes. ✔️Nomes xeográficos. Empregan a localización para identificar e localizar a marca. Dependendo do nome final que elixamos, podería limitarnos un pouquiño á hora de medrar e abrirse a mercados máis amplos. Isto é a teoría, pero na práctica atopámonos con nomes como Estrella Galicia que non entendeu de fronteiras. ✔️Acrónimos. Dunha maneira deliberada ou de maneira espontánea, algúns nomes derivan á súa versión en acrónimo. É o caso de marcas como BBVA -Banco Bilbao Vizcaya Argentaria-, UPS -United Parcel Service-, LEGO -Leg Godot, que significa “xogar ben” en danés- ou a ONCE -Organización Nacional de Cegos Españois. ✔️Nomes abstractos. Empregan palabras ou combinacións que non existían previamente e que, en si, non teñen ningún significado ata que se asocia coa marca á que dan nome. O aspecto positivo deste tipo de naming é que lle dan un carácter único e memorable á marca. Algúns exemplos poderían ser Google, Twitter, TikTok, etc. ✔️Nomes metafóricos. Non describen de maneira directa a marca pero con este nome permítense asociar determinados valores a ela. Como exemplo, podemos citar Jaguar, e esa asociación coa elegancia e rapidez, ou Red Bull coa súa enerxía e forza. Como ter un bo fluxo de traballo para establecer un bo naming. Poñerlle un nome a unha empresa, a unha marca persoal ou a un proxecto non é unha decisión que poidamos tomar á lixeira, xa que este di moito de quen somos, que facemos e a filosofía que hai detrás dos nosos produtos ou servizos. O primeiro paso para acertar no nome é coñecernos ben como marca. É dicir, temos que ter definido que tipo de marca queremos ser e, para iso, non hai mellor ferramenta que un briefing. Este é un documento breve no que se recollen os puntos esenciais dunha marca: o propósito, a misión, visión e valores, os atributos de marca, as características e os beneficios que queremos transmitir. Ao igual que acontece nas rede sociais á hora de crear unha estratexia, o naming tamén require dun estudo previo do público potencial. Hai que coñecer esta audiencia, como é, saber que consume e como o fai, que valores busca nun produto ou servizo, etc. E se estudamos ao público, tamén temos que analizar á competencia. Para saber como fan para atraer aos seus clientes e, deste xeito, poder diferenciarte deles. Unha vez realizada esta parte de análise, é necesario comezar cunha brainstorming. Anota as palabras, combinacións e frases que se che pasen pola cabeza e xoga con elas. Logo da fase creativa, que seguramente sexa a máis complexa e con maior duración, é necesario facer unha escola de nomes e, por exemplo, elixir tres nomes finais. Unha vez teñamos tres finalistas, o ideal sería compartir estes nomes e conseguir feedback para comprobar se funcionan ben. Ao final, consiste en conseguir un nome que se axuste aos valores da marca, ao que queremos transmitir e ao produto ou servizo que ofrecemos. Máis Información ACTUALIZADOS COMUNICACIÓN: ✔️Páxina Web: https://actualizadoscomunicacion.com/ ✔️Facebook: https://www.facebook.com/actualizadoscomunicacion ✔️Twitter: https://twitter.com/actualizadoscom ✔️Instagram: https://www.instagram.com/actualizados_comunicacion/ ️"SUSCRÍBETE" ao podcast. 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Você já deve ter recebido uma proposta semelhante da sua companhia aérea: pague um pouco mais e compense as emissões de carbono do seu voo. Com essa transação simples, a promessa é voar sem culpa. Mas, se você é ouvinte desse podcast, já sabe que, infelizmente, não é tão fácil assim. Com o crescente escrutínio ao redor da qualidade da prática de offsetting, uma organização chamada Voluntary Carbon Markets Integrity Initiative lançou recentemente um código de conduta para os compradores de créditos de carbono. Entre as recomendações está que empresas parem, pelo menos por ora, de usar créditos para compensar as suas emissões. Ou seja: seria, pelo menos, uma pausa na estratégia de offsetting. Os créditos de carbono poderiam continuar a ser comprados, mas como uma espécie de contribuição voluntária para o clima. Dependendo da sua qualidade - ou, como se chama no setor, da sua integridade - os créditos seriam divididos nas categorias prata, ouro e platina, como forma de comunicar a ambição desses compradores. A VCMI, na sigla em inglês, é uma organização sem fins lucrativos, que nasceu na COP 26, a Conferência do Clima das Nações Unidas, exatamente para dar parâmetros de qualidade ao mercado voluntário de carbono. Nesse episódio eu converso com Ana Carolina Avzaradel Szklo, diretora técnica da ong. Essa conversa ilustra bem as atuais incertezas ao redor do produto crédito de carbono e seu potencial real para mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. Há várias organizações no mundo tentando encontrar mecanismos eficientes para a contribuição de empresas e consumidores para o clima. Mas o uso de offsetting ainda está longe de ser um consenso. Support the show
A pele é o órgão que mais reflete os efeitos da passagem do tempo. Dependendo da genética e do estilo de vida, o tônus da pele pode diminuir em 50% até os 50 anos. Ninguém se livra do envelhecimento celular. Mas você certamente já viu pessoas idosas com a pele esticadinha, viçosa, com brilho, que demonstram uma idade bem menor do que a que realmente têm. Também conhece gente jovem com a pele enrugada, cheia de manchas e marcas de expressão. Por que essa diferença acontece? Além do sol, que sabidamente é um dos fatores que mais colaboram para o envelhecimento da pele, existem outros vilões que podemos evitar? Quais são os tratamentos que comprovadamente funcionam? É importante fazer alguma reposição para conservar o tônus da pele? Que dicas simples podem fazer a diferença no dia a dia? A dermatologista Valéria Campos esteve no congresso mundial de Dermatologia onde o grande destaque foi o envelhecimento celular. E no podcast de hoje ela vai conversar com a gente sobre os cuidados para manter uma pele jovem e saudável por mais tempo.
Passagem Exposta: "No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio a Jerusalém e a sitiou. (2) O Senhor entregou nas mãos dele Jeoaquim, rei de Judá, e alguns dos utensílios da Casa de Deus. Nabucodonosor levou esses utensílios para a terra de Sinar, para o templo do seu deus, e os pôs na casa do tesouro do seu deus. (3) Depois, o rei ordenou a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, tanto da linhagem real como dos nobres, (4) jovens sem nenhum defeito, de boa aparência, sábios, instruídos, versados no conhecimento e que fossem competentes para servirem no palácio real. E que Aspenaz lhes ensinasse a cultura e a língua dos caldeus. (5) O rei determinou que eles recebessem uma alimentação diária tirada das finas iguarias da mesa real e do vinho que ele bebia. Os jovens deveriam ser educados ao longo de três anos e, ao final desse período, passariam a servir o rei. (6) Entre eles, se achavam Daniel, Hananias, Misael e Azarias, que eram da tribo de Judá. (7) O chefe dos eunucos lhes deu outros nomes, a saber: a Daniel, o de Beltessazar; a Hananias, o de Sadraque; a Misael, o de Mesaque; e a Azarias, o de Abede-Nego. (8) Daniel resolveu não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; por isso, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar. (9) E Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos. (10) Porém o chefe dos eunucos disse a Daniel: — Tenho medo do meu senhor, o rei, que determinou o que vocês devem comer e beber. E se ele perceber que o rosto de vocês está mais abatido do que o rosto dos outros jovens da mesma idade? Se isto viesse a acontecer, vocês poriam a minha cabeça em perigo diante do rei. (11) Então Daniel foi falar com o cozinheiro-chefe, a quem o chefe dos eunucos havia encarregado de cuidar de Daniel, Hananias, Misael e Azarias. (12) Daniel disse a ele: — Por favor, faça uma experiência com estes seus servos durante dez dias. Dê-nos legumes para comer e água para beber. (13) Depois, compare a nossa aparência com a dos jovens que comem das finas iguarias do rei. Dependendo do que enxergar, o senhor decidirá o que fazer com estes seus servos. (14) O cozinheiro-chefe concordou e fez a experiência durante dez dias. (15) No fim dos dez dias, a aparência dos quatro jovens era melhor, e eles estavam mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei. (16) Com isto, o cozinheiro-chefe tirou deles as finas iguarias e o vinho que deviam beber e lhes dava legumes. (17) Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Mas a Daniel deu inteligência para interpretar todo tipo de visões e sonhos. (18) Ao final do tempo determinado pelo rei para que os jovens fossem levados à sua presença, o chefe dos eunucos os levou à presença de Nabucodonosor. (19) Então o rei falou com eles. E, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Por isso, passaram a servir o rei. (20) Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. (21) Daniel continuou ali até o primeiro ano do reinado de Ciro." Daniel 1:1-21
Durante o verão europeu, a pequena fábrica de Maria e Luciano Maia chega a produzir cerca de 1600 kg de queijo por mês. O casal já exporta o produto para muitos países do continente. Fábia Belém, correspondente da RFI em PortugalQuando Maria Maia trocou o Brasil por Portugal, no começo de 2015, não pensava em montar uma fábrica de queijo coalho e conquistar o paladar de portugueses “e estrangeiros em geral”, frisa a pernambucana.Muito consumido no nordeste do Brasil, o queijo coalho está presente em diversos pratos tradicionais da região, como na sobremesa cartola ou no escondidinho de carne de charque ou de camarão, por exemplo."A gente come queijo coalho na praia, na rua, nos eventos, com cuscuz, com pão, com tapioca”, explica Maria.Queijo coalho na malaHá oito anos, mesmo morando em Portugal, Maria continuava dona de uma empresa com sede no Recife, o que exigia dela idas frequentes à capital pernambucana, de onde sempre trazia, na mala, algumas iguarias típicas do lugar onde nasceu. Foi depois de uma dessas viagens que surgiu a ideia de produzir queijo coalho em terras lusitanas.Segundo a empresária, em 2015 não existia queijo coalho no país. Para matar a saudade da comida da terra natal, ela trazia, na mala, carne de sol e queijo coalho embalados a vácuo. “Numa dessas idas e vindas, quando cheguei, meu esposo perguntou: ‘Você trouxe o meu queijo?'”. Maria não tinha tido tempo para comprar o produto, mas prometeu fazer o queijo de tradição nordestina.Para colher mais informações sobre a produção artesanal do queijo coalho, Maia recorreu a parentes que têm pequenos laticínios - empresas de produtos derivados do leite - no interior de Pernambuco. O passo seguinte foi comprar a matéria-prima de uma vacaria e produzir, em casa, o próprio queijo coalho. A prova do produto ficou por conta do marido e dos vizinhos. “[Eles] acharam [o queijo] delicioso, melhor do que o do Brasil. Eu disse ‘Ótimo, vou fazer uma fábrica'. Comecei a buscar meios de produzir.”A fábricaFoi nos arredores de Braga, cidade localizada no norte de Portugal, que Maria Maia e o marido Luciano abriram, no final de 2015, a pequena fábrica de queijo coalho. “Fica dentro de umum curral, onde o leite sai da ordenha direto para as nossas tinas de produção”.O queijo que produzem é de “leite puro”, garante. “Ele não leva nem um tipo de aditivo nem massa. É um queijo leve e tem essa característica de não derreter. Então, isso chama a atenção das pessoas”, reforça Maria.“Queijinho das novelas brasileiras”De acordo com a empresária, em Portugal, o queijo coalho ganhou um novo nome, “pois muitos portugueses já nos falam ‘É o queijinho das novelas brasileiras'. Ela conta que frequentemente recebe telefonemas de clientes portugueses que dizem “Olha, faz muito tempo que eu comi o queijo coalho quando eu fui ao Brasil e tenho saudade”.Para portugueses e muitos brasileiros, destaca Maria Maia, o queijo coalho acaba por ser um dos produtos da cozinha dos afetos, que revela a estreita relação entre comida e boas lembranças.“Queijo por si só tem em todo canto. Só que a gente vende a memória afetiva, que é o queijo coalho.”ClientesNa fábrica, o casal conta com três funcionários. A equipe produz uma média de 800 quilos de queijo coalho por mês, mas a produção chega a dobrar nos meses de verão. O que é fabricado atende a demanda interna, além dos pedidos que chegam de países como França, Suíça, Itália, Bélgica, Inglaterra, Irlanda, Luxemburgo. “A gente começou a exportar porque era novidade e não existia na Europa, lembra Maria.Entre os clientes, estão consumidores finais, além de restaurantes e pequenos mercados que vendem produtos brasileiros ou de outras nacionalidades.EventosNos meses de verão, Maria leva dois food trucks para eventos que acontecem na região norte de Portugal. “Não só da comunidade brasileira”, frisa. “Nós também participamos de eventos tipicamente portugueses, como o Festival do Vinho Verde, Do Bira ao Samba, festivais de cerveja que são produzidos por portugueses”.Nessas festas de verão, que acontecem todos os finais de semana, o queijo coalho é comercializado assado e servido em pequenos espetos de madeira. Dependendo do gosto, o cliente compra com ou sem oréganos, mas também existe a versão doce com melaço de cana, com doce de leite ou com goiabada cremosa, explica.“Num evento, no ano passado, um francês comeu oito espetos”, lembra com entusiasmo a empreendedora brasileira, que é psicóloga de formação. Maria Maia diz que tem de se apaixonar por tudo que faz, “senão, a gente não tem sucesso”.
Cotações da arroba buscam novo patamar de preços e já devolvem quase 30% de valor desde o pico registrado em setembro de 2022
O texto do novo arcabouço fiscal – que não deverá se chamar arcabouço fiscal – será apresentado nesta segunda-feira (15) em reunião de líderes, segundo o relator, deputado Claudio Cajado (foto). Dependendo da decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira, e dos líderes, o texto final deve ser disponibilizado na véspera da votação em plenário, na terça ou quarta. Como mostramos, as regras que podem substituir o teto de gastos devem trazer travas para o governo federal em caso de descumprimento da meta fiscal. “Vamos buscar um acordo possível para ter os votos que garantam a aprovação da matéria. Há um rol de penalidades, das mais simples às draconianas, previstas na Constituição Federal”, disse ao Globo. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Toda pessoa que trabalha com fauna direta ou indiretamente já recebeu uma foto ou vídeo de alguém dizendo que encontrou um filhote abandonado pela mãe e levou para casa. Nunca recebeu? Pois prepare seu coração que esse dia vai chegar... Muitas vezes, os filhotes de onças, jaguatiricas, gatos-do-mato, lobos-guarás, cachorros-do-mato, quatis etc. ficam sozinhos no mato, no canavial ou na toca enquanto a mãe sai. Dependendo da idade dos filhotes, a ausência da mãe pode durar de algumas horas até mais de um dia! Para que os filhotes fiquem protegidos, as tocas são feitas em meio à vegetação densa. Mas, algumas vezes filhotes são deixados em áreas de plantação alta, como as de cana, milho, café, ou eucaliptais. Isso não significa que os filhotes estejam abandonados! Na tentativa de ajudar, muitas vezes as pessoas “resgatam” esses filhotes e os entregam para órgãos ambientais ou zoológicos. Apesar da boa intenção, esta ação pode acabar prejudicando os bichinhos. Filhotes retirados da natureza necessitam de muitos cuidados, e eles acabam ficando tão ligados aos seres humanos que geralmente não podem voltar para natureza. Afinal, é a mãe que ensina a caçar, procurar alimento e se proteger. Sem esse aprendizado os pequeninos não têm boas chances de sobreviver, e podem acabar tendo que ficar em cativeiro a vida toda. PORTANTO: NÃO RETIRE FILHOTES DE ANIMAIS SILVESTRES DO MATO! Você pode estar privando uma mãe de cuidar dos seus filhotes e um jovem filhote de uma vida livre na natureza. O que fazer? 1. Não se aproxime: a mãe pode estar por perto e, ao tentar defender o filhote, pode tornar-se agressiva. 2. Não toque nos animais: por mais fofinhos que os filhotes sejam, são animais selvagens, e podem nos machucar. Além disso, o cheiro das pessoas nos filhotes pode provocar o abandono pela mãe. 3. Deixe tudo como está: garanta também que outras pessoas, cães domésticos, veículos ou maquinários não se aproximem, assim serão maiores as chances da mãe retornar e levar os filhotes para um local mais seguro. 4. Informe o órgão ambiental competente. Texto extraído do folder da campanha Deixe o bicho no mato A CAMPANHA DEIXE O BICHO NO MATO https://deixeobichonomato.org/ COMO SURGIU? A ideia da campanha surgiu à partir de uma ação do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Grandes Felinos, coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP/ICMBio). O QUE É? A campanha é uma estratégia nacional para tentar reduzir o número de filhotes de mamíferos que são retirados da natureza e acabam em Centros de Triagem, Zoos e outros mantenedores no país. Interromper a remoção de filhotes e jovens de diversas espécies de carnívoros da natureza é ação com alta relevância de vários planos de ação nacionais para a conservação de espécies ameaçadas do ICMBio. OBJETIVO Nosso objetivo é informar e conscientizar as pessoas para que elas não retirem filhotes da natureza sem necessidade, pois quando um filhote é resgatado da natureza, uma mãe é privada de cuidar dos seus filhotes e um jovem filhote pode perder a chance de uma vida livre. PARCEIROS A arte da campanha foi uma doação da artista e bióloga Iguaçuense Tainah de Souza Ferreira, e a Pandhora Technologies patrocinou a impressão inicial do material. A Rede Pró UC e o Projeto Onças do Iguaçu coordenaram a produção do material da campanha e trabalharam à frente da iniciativa junto com o CENAP, que coordena os Planos de Ação Nacionais das espécies envolvidas. Instituições que atuam na implementação da campanha em todo o Brasil: CENAP, Instituto Pró-Carnívoros, Rede Pró UC, Programa de Conservação Mamíferos do Cerrado, Programa Amigos da Onça, Projeto Onças do Iguaçu. E VOCÊS! Agora que você tem esse conhecimento você faz parte dessa iniciativa! Compartilhe o episódio, compartilhe os folders e materiais da campanha. Está tudo disponível online! ACESSE: https://deixeobichonomato.org/
"Todo mês choro muito por alguma situação, cogito voltar para a terapia. Menstruo dois dias depois e passa. Essa distinção hormonal versus saúde mental é muito complicada". "Sempre sofri com cólicas tenebrosas, idas a Pronto Atendimentos para tomar remédio na veia. Em uma dessas idas, o médico não queria me dar atestado. Insinuou que eu estava ali para matar o dia de trabalho". "Dependendo da fase do meu ciclo, minha criatividade é influenciada". "Eu fico extremamente sensível, sensorialmente falando". "Sofri por anos com o combo cólica e enxaqueca todo maldito mês. Ainda odeio o sagrado feminino".Já deu pra sacar que, mesmo que a maioria das mulheres vá passar três décadas perdendo 80ml de sangue todos os meses, cada uma vive uma experiência muito única sobre menstruar, né? Por mais que a gente entenda o que acontece fisicamente - quando muito rola essa compreensão - ainda há muitas coisas que não acessamos sobre isso. Especialmente porque a nossa relação com a menstruação também muda de acordo com a vida. Ou seja: por mais que a gente sinta que "venceu" esse assunto, ele sempre vai voltar. Por isso convidamos a biomédica e educadora menstrual, Lizandra dos Santos, para um papo que foi do básico a aspectos comportamentais inerentes a menstruação, passando por métodos contraceptivos e questões comportamentais. Um papo íntimo, necessário e que precisa rolar mesmo que a gente às vezes sinta que não. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
A quarta-feira (8) começa com a expectativa de novas falas do presidente do Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Jerome Powell, no Congresso norte-americano.Se até ontem o mercado estava otimista em relação à maior economia do mundo, depois do discurso desta terça de Powell, todo mundo precisou colocar os pés no chão. Segundo ele, o ritmo do aumento dos juros americanos pode acelerar.“Os dados econômicos mais recentes chegaram mais fortes do que o esperado, o que sugere que o nível final dos juros deve ser mais alto do que o previsto anteriormente”, disse Powell em comentários preparados para uma audiência perante o Comitê Bancário do Senado.O Fed ainda está de olho nos dados do payroll, que saem nesta semana e apontam para a criação de vagas de trabalho por lá. Dependendo desse resultado e de outros indicadores econômicos, os juros podem subir ainda mais do que o esperado.No Brasil, a quarta-feira guarda uma audiência pública do grupo de trabalho da reforma tributária na Câmara com o secretário especial, Bernard Appy. Em conversa com a CNN, o economista afirmou que a proposta está sendo construída para manter a carga atual de tributos.Propostas de Emenda à Constituição (PECs) da Câmara e do Senado serão debatidas na audiência desta quarta para que se chegue a um consenso. As duas medidas criam um imposto único para substituir uma série de tributos sobre o consumo, mas a do Senado prevê uma base de arrecadação para a União e outra para estados e municípios; a da Câmara, uma única base para as três instâncias.No episódio de hoje, o CNN Money ainda discute as tentativas de regulação de big techs na Europa e nos Estados Unidos, além de trazer um compilado das carteiras de dividendos recomendadas para o mês de março.Apresentado por Muriel Porfiro, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
No podcast desta semana, Ricardo fala sobre alguns erros comuns que podem ser cometidos na hora de tomar decisões nas mais variadas áreas como, por exemplo, em um projeto. Dependendo das especificidades da situação, a decisão que tomamos pode ter resultados positivos e negativos simultaneamente, uma vez que podemos ter que sacrificar algo para alcançar nossos objetivos. Para evitar erros precisamos entender a relação entre a decisão e seus resultados (nem sempre resultado bom significa boa decisão). Além disso precisamos entender o papel do impulso e da racionalidade e os inúmeros vieses que enfrentamos ao buscar informações para nossa decisão. Escute o #5minpodcast para saber mais.
SD182 - Como iniciar um Negócio Digital. Neste podcast, nosso host conversa com os empreendedores Fernando Soares, Fundador e CEO da CM Tecnologia, e Thiago Colosio, Co-Fundador e CEO da Manipulaê. Juntos eles explicam um pouco da trajetória de quem quer empreender, desafios, caminhos possíveis, valor das ideias, o que considerar e muito mais. Tudo baseado em suas experiências pessoais à frente de empresas de sucesso dentro do mercado de saúde no Brasil. Participe da nossa Comunidade de Cardiologia CardioGram. Acesse AQUI! Neste episódio, o que você vai encontrar: Um pouco sobre o Fernando Trainee da Ambev. Fundou a CM Tecnologia com apenas 24 anos de idade para vender software na saúde a partir de uma dor pessoal,. Ele desenvolveu um sistema de agendamento online para clínicas, hospitais e laboratórios, trazendo para o paciente a opção não só de agendamento, mas, também, de confirmação, elegibilidade, check in, portal do paciente, resultados online. Um pouco sobre o Thiago Começou na área de saúde em 2016 em uma distribuidora de matéria-prima para farmácia de manipulação. A Manipulaê foi criada com o desafio de encontrar uma solução digital para melhorar a experiência do cliente. Iniciada como marketplace, hoje caminha para a verticalização. Como começar Testar e verificar se a sua ideia gera valor e resolve um problema. Validar a ideia. Identificar o "timing". Avaliar público-alvo, o que está sendo automatizado e o tamanho do mercado. Identificar qual o diferencial competitivo, quem vai executar e quem vai pagar a conta. Como testar Dica: Livro The Lean Startup do Eric Ries Testar enviando e-mail para verificar se um determinado público se interessa ou abrir um site Execução inicial sem automatização Como validar hipóteses Priorizar o que vai fazer, porque toda ideia parece ótima no início. No início do negócio: tem que fazer teste. Dependendo do estágio do negócio: segmentar a base para implantar testes. Negócio digital ou não: seguir o caminho da validação Onde encontrar o parceiro certo? Ir a eventos de tecnologia; Escutar podcasts de tecnologia; Frequentar locais que fomentam tecnologia; Usar do próprio círculo de relacionamento Métricas e investidores: qual a relação? Demonstrar seu produto > seu mercado > qual é o capital necessário para executar seu plano. E alinhar expectativas. Comunidade Online Saúde Digital Podcast Você é médico? Quer interagir com o Lorenzo Tomé e com outros colegas inovadores da medicina digital? Entre na Comunidade do Podcast Saúde Digital na SD Conecta! Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema! ACESSE AQUI! Episódios Anteriores - Acesse! SD181 - Blockchain além das Criptomoedas SD180 - Cannabis e Psilocibina na Saúde Mental SD179 - Marketing na Cirurgia Plástica Músicas | Declan DP - Fireworks | Declan DP - Joy "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Nesta mensagem, Vania Nascimento nos encorajou ousadamente à dependermos cada vez mais do sobrenatural. Instruiu-nos a não tratarmos a Presença como comum e a não permitirmos que os desafios alterem a identidade que temos em Cristo. Ouça e seja edificado!
Nesta mensagem, o Pr. Raimundo Nascimento, baseado nos Salmos 46 e 90, nos encorajou a depositarmos nossa confiança exclusivamente no Senhor, independente de cenários ou circunstâncias que se levantem. Nos instruiu a reconhecermos a paternidade de Deus e nos comportarmos como os verdadeiros filhos que somos. Assim como filhos são dependentes de seus pais, devemos ser também, conscientes de que Ele está cuidando de nossas vidas e nos suprindo de todas as coisas. Ouça e seja edificado!
Dependendo da posição que ele bota a poltrona, ele vê o futebol ao vivo e pelado. Áudios no t.me/camaroncabron Pix no nãovaiterfutebol@gmail.com
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal. Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro. Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda. Live 182 - Visão do Estrategista https://youtu.be/5VklKuSkjkw
Nesta semana Ricardo discute o impacto da inflação nos riscos do projeto. No passado, países com economias mais fracas eram mais propensos a sofrer inflação; porém, hoje, países com economias mais fortes, como os da Europa, sofrem impactos relevantes da inflação. A capacidade de concluir projetos pode ser fortemente impactada pela inflação, o que representa um problema significativo para os gerentes de projeto. Dependendo do ponto em que o projeto está, pode até ser necessário considerar se é viável avançar. Sobre este cenário, Ricardo oferece três sugestões de mitigação de riscos que podem ser aplicadas em fases iniciais do projeto e outras três sugestões para serem aplicadas em fases posteriores. Escute o #5minpodcast para saber mais.
Atenção neste segundo semestre à possibilidade de retomada de plantas desabilitadas pela China para exportação e movimentação cambial, uqe podem elevar as cotações
Alta mais agressiva, mercado da soja cede ; altas controladas , mercado pode voltar a subir e monitorar clima nos EUA
Um dos escritos mais usados pela cultura pop foi o de Dante Alighieri, quando ele escreveu a Divina Comédia. A história é dividida em três atos: Inferno, Purgatório e Paraíso. E a parte que mais afetou o imaginário coletivo dos homens medievais foi justamente o primeiro. Em Inferno, Dante volta das Cruzadas mas quando chega, vê sua esposa Beatrice sendo raptada pelo diabo. Ele decide então ir atrás dela: no Inferno. Ele descobre com a ajuda do poeta romano Virgílio, ele percebe que o inferno possui círculos. E cada um deles é específico pra receber as pessoas que cometeram pecados específicos durante a vida. Os círculos são: Limbo Aqueles que por acaso nunca ouviram falar que Cristo existiu acabam no Limbo, o primeiro círculo do inferno. Então, elimine esse da sua lista... Já que se você nunca ouviu falar do cara, acabei de te falar sobre ele. No livro, Dante encontra nesse círculo algumas figuras conhecidas como Sócrates, Aristóteles e Júlio César, entre outros. Luxúria Esse é autoexplicativo. Gostar da coisa não tem nada errado, mas o desejo do corpo, de forma exacerbada, pode te levar ao segundo círculo do inferno. De acordo com a história medieval, Dante encontra lá Aquilles, Cleópatra, Tristão e outros notáveis. Gula Ninguém nega que comer é bom. Calma. Mas gostar demais da hora do rango pode te levar para o terceiro círculo: a Gula. “Divina Comédia” narra Dante encontrando pessoas comuns e não figuras lendárias como antes, dando a entender que é um pecado bem comum de se cometer. Ganância O quarto círculo do inferno é a ganância. Um lugar onde as pessoas que pensam demais em adquirir dinheiro ou poder e acabam ficando. Na história, Dante passa com Virgílio sem falar com ninguém, mas comenta sobre a ganância ser um pecado mais sério que os outros. Ira Dante e Virgílio encontram pessoas furiosas no quinto círculo do inferno. Permitir que a Ira se torne um sentimento dominante na sua vida pode te levar a esse lugar. Na própria obra, Dante se questiona se ele pode ir para lá quando morrer, afinal, participou das Cruzadas e definitivamente permitiu que o sentimento o dominasse algumas vezes. Heresia A rejeição das normas religiosas (ou políticas) da época poderiam te levar para o sexto círculo. E isso no mundo moderno vai levar uma galera pra lá, não é? Dante encontra figuras conhecidas como Epicuro, o imperador do Sacro Império Romano Germânico Frederico II e o Papa Anastácio II. Violência O sétimo círculo é onde começam os chamados subcírculos. Dependendo do tipo de violência que você cometeu em vida, pode parar nesse nível profundo do inferno. O primeiro subcírculo do sétimo círculo – um pouco confuso, né? – é o externo; o segundo é o do meio e o terceiro é o interno. No externo ficam as pessoas que foram violentas com outras pessoas e com propriedade. Na história, Dante encontra Átila o Huno. O subcírculo do meio é onde ficam as pessoas que cometeram violência contra elas mesmas – automutilação, suicídio etc. O subcírculo interno é o local reservado às pessoas que cometeram blasfêmia ou violência contra Deus. Na história, Dante encontra Brunetto Latini, um sodomita que foi mentor de Dante – que climão, né? Fraude Pessoal que tem CNPJ tem que prestar atenção nesse oitavo círculo do inferno. Pessoas que cometeram fraudes conscientemente, sendo sedutores, elogiadores, falso profetas, políticos corruptos – imagine Brasília lendo isso –, ladrões, hipócritas e outros. Basicamente, para você não parar nele é só não tentar enganar alguém de forma consciente. E pelo nível que estamos nesse momento do texto, deu para perceber que Deus não gosta mesmo de quem faz isso, né? Traição É muito curioso como funciona o último círculo do inferno, onde o próprio Satanás reside. Ao criar esse local no livro, Dante Alighieri acaba divulgando um pouco da sua própria visão sobre a traição. Esse círculo é dividido em quatro. O primeiro se chama Caina, referenciando Caim, que matou seu próprio irmão. É o lugar onde ficam aqueles que traíram seus próprios familiares; o segundo, Antenora, faz alusão a Antenor de Troia, que traiu os gregos na guerra. Nesse lugar ficam aqueles que traíram governos; o terceiro se chama Ptolomea, em referência a Ptolomeu, conhecido por ter matado Simão Macabeu e seus filhos após um jantar em que eles foram convidados pelo próprio. Ficam nesse lugar aqueles que matam seus convidados; o quarto se chama Judecca, em homenagem a Judas Iscariot, que traiu Jesus Cristo. Esse é reservado pra quem trai seus mestres, senhores e bem feitores. Centro do Inferno Após passarem pelos nove círculos do inferno, Dante e Virgílio chegam ao Centro do Inferno e conhecem Satanás. O capeta é descrito como uma besta de três cabeças e cada boca está comendo uma pessoa específica: uma está comendo Brutus – aquele do "até tu?"; outra, Cassio, que também traiu Júlio César; na terceira está Judas Iscariot – dá pra perceber que Dante realmente odiava o cara que traiu Jesus.
Em Portugal, cidadãos de nacionalidade brasileira são os únicos estrangeiros que podem se candidatar a uma vaga de deputado na Assembleia da República, desde que sejam residentes, estejam recenseados e possuam o Estatuto de Igualdade de Direitos Políticos. Fábia Belém, correspondente da RFI em Lisboa De 2018 a 2020, um total de 79 brasileiros solicitaram o estatuto ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Para se candidatar nas eleições locais, os brasileiros só precisam provar que residem em Portugal há mais de 4 anos. O mesmo critério também é aplicado aos cidadãos de Cabo Verde. Cyntia de Paula é a presidente da Casa do Brasil de Lisboa, uma associação de imigrantes sem fins lucrativos, que tem um papel ativo na reflexão e reivindicação de políticas igualitárias para as comunidades imigrantes em Portugal. Ela nasceu no Mato Grosso do Sul e há quase 13 anos vive na capital portuguesa. “Eu sou dos movimentos associativos e das lutas de rua, e sinto que esse é o meu lugar”, destaca. No ano passado, Cyntia recebeu o convite do Bloco de Esquerda, e participou da lista de candidatos que o partido levou às eleições autárquicas por Lisboa. Considera que a sua primeira disputa eleitoral “foi muito importante, sobretudo pra levar esse olhar da imigração”. Nas eleições locais, cada legenda apresenta uma lista de candidatos que ocupam suas posições. Dependendo do número de votos que tiver, o partido consegue ou não eleger seus nomes. Representatividade Cyntia não foi eleita, mas destaca que também é muito importante que as ideias do candidato façam parte das estratégias do partido. “Só ter a nossa cara lá não é representatividade. O que a gente pensa e acredita tem que, de fato, ser incorporado no que se pretende trabalhar nos próximos anos. Considero que as questões que levei e o que contribui, por exemplo, pra construção do programa, foram ouvidas, e acho isso fundamental”, explica. Democracia inclusiva Há 14 anos em Portugal, a mineira Geiziely Fernandes ainda não foi eleita, mas já disputou cinco eleições - duas autárquicas e três legislativas. “Eu acredito numa democracia, que é a democracia do futuro, uma democracia que seja completamente inclusiva e uma democracia multicultural..Acho que é pra lá que nós caminhamos”. Geiziely diz que também decidiu se candidatar para deixar na agenda a “necessidade de inclusão democrática das pessoas migrantes”. Nas eleições legislativas deste ano, ela foi a primeira da lista do seu partido pelo Círculo Fora da Europa, grupo que tem dois assentos no parlamento português e que defende os interesse dos migrantes. Produtora cultural, Geiziely Fernandes é do Livre, um partido de esquerda fundado há oito anos. Ela conta que participou, inclusive, da coleta de assinaturas para a criação da legenda, e que chegou a ser vítima de xenofobia por parte de alguns portugueses. “Perguntei a uma pessoa se ela queria assinar para a construção do partido, e logo que ele viu que eu era brasileira tentou agarrar o meu braço num ato de protesto. Ela também dizia: 'Volta pra sua terra'. Eu pensava: "Poxa, a minha terra também é aqui". O sentimento de pertencer Na opinião de Geiziely Fernandes, a participação política, seja numa candidatura ou no exercício do direito ao voto, gera no imigrante um forte sentimento de pertencer ao país que escolheu para viver. “Quando eu pude votar pela primeira vez, de fato, eu me senti incluída na sociedade, eu senti a igualdade, e eu me senti uma cidadã, uma cidadã podendo votar”. O último relatório Estatístico Anual do Observatório das Migrações destaca, inclusive, que a participação política dos imigrantes contribui para a sua integração nas sociedades de acolhimento, “assumindo-se como uma importante ferramenta para que os imigrantes possam participar na definição das políticas que lhes afetam diretamente nos seus locais de residência”. É nos espaços como a Assembleia da República e as câmaras municipais, aponta Fernandes, onde são tomadas decisões que influenciam a vida das pessoas, inclusive dos migrantes. “Então, é importante que as pessoas migrantes possam, também, ter uma participação nessa tomada de decisão”. A luta por mais participação de imigrantes na política A presidente da Casa do Brasil de Lisboa, Cyntia de Paula, diz que sente, por parte da comunidade brasileira, “um maior interesse em entender o sistema político português, entender de que forma pode participar, buscar essa participação”, mas chama a atenção para a informação sobre a possibilidade de participação. "Ela ainda é muito rasa, é muito pouca. Falta interesse, também, do próprio governo, de divulgação desses direitos. Não há comunicação de massa pra incentivar as pessoas migrantes aos seus direitos.” Políticas afirmativas Na avaliação de Cyntia, é preciso que os partidos políticos e o próprio sistema político tenham mecanismos que potencializem a participação das comunidades de imigrantes. “Que se criem, de fato, mecanismos, cotas ou outras políticas afirmativas que possam existir pra que as pessoas - não só migrantes, mas pertencentes a outros diversos grupos minoritários e não só - participem, sim, desses processos de construção.”
A rigidez do relógio não dá conta de representar o tempo. Dependendo do que estamos esperando, temos a sensação de que ele se dilata ou se contrai, numa dança infinita. Dias se arrastam ou passam num piscar de olhos. Desde 2020, estamos em compasso de espera - mesmo sem saber exatamente pelo quê tanto aguardamos. Por isso, decidimos conversar sobre a relação entre as esperas e o tempo com duas mulheres que vivem momentos diferentes, que em comum trazem a evidência do passar das horas. A Marta Brod está na reta final da gestação da primeira filha. A Edilaine Oening é uma paciente em cuidados paliativos. São duas mulheres incríveis, que admiramos demais e que nos ensinaram muito nessa conversa sobre o que esperar pode causar nas nossas vidas.------------------O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.
Dependendo do modo como ouvimos a Deus e aderimos a sua vontade, podemos progredir no amor. Quando vivemos na obediência a Deus, estamos no primeiro nível, o amor servil, que é bom e necessário. Porém, Nosso Senhor quer de nós um amor maior, gerado na medida da generosidade do nosso coração. Esse é o amor do filho, que generosamente faz além daquilo que o pai lhe pediu, ou que dá a ele muito mais do que teria a obrigação de dar. Quando amamos de forma generosa, crescemos no amor a ponto de alcançarmos o terceiro nível, o amor esponsal, de quem está constantemente unido ao Esposo Jesus Cristo. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jlio4/message
No episódio #44 do Outliers recebemos Alexandre Cruz, sócio-fundador da Jive Asset, uma casa focada em fundos de crédito ilíquidos "estressados" e de alta complexidade e que agora inicia também no campo dos fundos "menos problemáticos", num movimento migrando do "pântano para a população ribeirinha", segundo Alexandre.Com cerca de R$ 10 bilhões sob gestão e uma experiência de mais de 10 anos dedicados a fundos de crédito problemáticos, falamos sobre a história da casa estar intimamente ligada à quebra do banco americano Lehman Brothers, sobre alguns casos curiosos de cobrança de "devedores profissionais" (termo educado para descrever os picaretas) e também sobre como funcionará o novo fundo da casa que vai atuar no espaço de créditos a empresas que "já saíram do pântano", já melhoraram sua situação financeira, mas ainda pagam taxas atrativas.E além desse episódio ser o nosso primeiro com uma gestora de fundos ilíquidos (ou alternativos), também foi o primeiro gravado em vídeo, que ficará disponível na íntegra no canal do Youtube da XP a partir de agora - confere lá nos próximos dias!O Outliers reúne conversas com os gestores mais renomados do mercado e é apresentado por Samuel Ponsoni (@samuel.ponsoni), gestor de fundos da família Selection na XP, acompanhado por Carol Oliveira, coordenadora de análise de fundos da XP.