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No programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso iniciaram abordando sobre o tema “redes sociais”. Na oportunidade, eles salientaram que não é novidade para ninguém que isso tem feito muita gente viver na paranoia.Paralelamente a isso, eles compartilharam o pedido de ajuda do aluno Fernando. Ele perguntou sobre o compartilhamento das senhas das redes sociais. O aluno questionou até que ponto devemos ceder a senha ao cônjuge e quais são as vantagens e desvantagens disso.Terapia do AmorFábio contou de que maneira as palestras da Terapia do Amor têm o ajudado. Após relacionamentos fracassados, ele pensou que não poderia mais ser feliz no amor. Ele entendeu que, antes de mais nada, precisava se curar interiormente. Hoje, ele está casado e feliz. Nesse ínterim, outras pessoas também compartilharam suas histórias. Participe você também, todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11)3573-3535.Questão financeira Ainda hoje, outro aluno disse que está curado interiormente e pronto para um novo relacionamento. Ele tem se organizado e feito planejamentos para aumentar a renda. No momento, ele tem observado uma moça que, segundo ele, tem todas as qualidades e princípios que ele busca. Contudo, ele tem uma dúvida: atualmente, trabalha em uma empresa e ganha muito pouco. Com isso, a questão financeira o impediria de se relacionar com essa pessoa, ou os dois poderiam superar isso juntos?Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Em mais um ano de eleições gerais, volta à pauta a questão fiscal do governo federal na mídia e no debate político. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o ex-deputado, economista e diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, Marcus Pestana, diz que o Brasil pode ser visto como um copo meio cheio ou meio vazio, porque desde 2014, houve melhorias na área social, novos marcos de investimentos e controle da inflação. Contudo, afirma Pestana, desde então, o país tem desafios fiscais, com déficit recorrente e dívida pública alta. Para o ex-deputado do PSDB, numa equação entre despesa e receita, só há a solução de cortar despesas ou aumentar receitas. O economista também considera que, apesar da relevância, o tema da economia será relegado a segundo plano na corrida eleitoral e substituído por assuntos marginais de forma superficial.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa, uma aluna de 40 anos de idade, que está em um relacionamento há 22 anos, perguntou o que precisa fazer para que o marido preste mais atenção ao que ela fala, pois ele não lhe dá a atenção que ela espera. A aluna compartilhou que faz de tudo: é carinhosa e procura estar sempre mais próxima dele. Os dois dormem em camas separadas há muitos anos, situação que ela não aceita. Contudo, ele afirma que isso ocorre por causa de uma bursite e que precisa esticar o braço.Terapia do AmorAinda hoje, confira os benefícios da Terapia do Amor por meio do que as pessoas falam. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Em seguida, Lucejane contou que, há dois anos, o esposo tem brigado com ela por “bobagens”, como, por exemplo, questões relacionadas às redes sociais. Ela chegou a agredi-lo verbalmente, dizendo coisas que o magoaram muito e, por tudo isso, ele tomou a decisão de se separar. Lucejane perguntou aos professores se ainda há solução para o problema, pois o que ela mais deseja é restaurar o casamento.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Depois de 12 anos morando em Portugal, retornamos para o Brasil para visitar. Vivemos momentos inesquecíveis e intensos, reencontramos pessoas que fazem parte da nossa história e conseguimos deixar a saudade para lá um pouquinho. Contudo, claro que fomos com um outro olhar e neste episódio contamos nossas impressões em relação ao Brasil de hoje em relação ao país que deixamos lá em 2014. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode comprar o e-book através deste link!Participe do nosso canal no WhatsApp e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles! TRIPLE TEN: A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA e a melhor opção para quem deseja migrar para uma carreira promissora e deseja trabalhar para empresas de fora, com ambiente internacional.Quer planejar sua carreira tech e a vida no exterior? A consultoria da @tripleten.brasil (avaliada em R$200) está GRÁTIS para você! Tire suas dúvidas com especialistas e descubra seu caminho.
A primeira leitura, do livro de Ben-Sirá, começa com uma afirmação exigente: «Se quiseres guardar os mandamentos… ser fiel depende da tua vontade». Parece colocar sobre nós toda a responsabilidade entre cumprir ou não cumprir. Devemos, certamente, esforçar-nos por viver a lei de Deus. Mas o Novo Testamento recorda que Jesus Cristo não veio abolir a Lei, mas cumpri-la. E isto responde a uma convicção muito instalada em nós: a ideia de que cumprir a lei é doloroso, que custa, e que talvez fôssemos mais livres e felizes se ela não existisse. É uma leitura humana, alimentada pela nossa experiência das leis civis, tantas vezes sentidas como limitações e proibições. Porém, a lei que o Senhor dá não é para nos coagir, prender ou diminuir; é um apoio para vivermos em plenitude. Jesus não proíbe o que nos faz bem; proíbe o que nos faz mal. Até certas prescrições do Antigo Testamento, ligadas às condições de vida no deserto, tinham um intuito de cuidado e de proteção da vida: pense-se, por exemplo, em evitar alimentos facilmente corruptíveis num tempo sem refrigeração, quando a intoxicação podia ser fatal. A lei de Deus, portanto, não tem como objetivo limitar-nos, mas dar-nos vida, e vida em abundância.Contudo, Ben-Sirá diz que ser fiel depende da vontade; e a nossa vontade não é isolada: depende do que sabemos e, sobretudo, do que desejamos. Os profetas anunciaram que Deus não gravaria a sua lei apenas em pedra, mas no coração; e isso cumpre-se em Cristo, que transforma a obediência em desejo e a norma em caminho de liberdade. As mãos e os pés fazem, na verdade, o que o coração deseja. Se faço algo de que não gosto, pesa-me e cansa-me; se faço algo que amo e cujo sentido reconheço, mesmo que custe, faço-o com alegria. Veja-se o exercício físico: é exigente, mas muitos o assumem porque desejam saúde, equilíbrio, disposição. O esforço torna-se habitável quando o fim é bom. Assim também com a lei de Deus: o Senhor dá-nos a graça de desejar as coisas de Deus e a sabedoria de compreender que a sua lei não nos diminui; torna-nos mais livres e abre-nos à plenitude. Seria belo que conseguíssemos olhar a lei desta forma.Por isso Jesus aprofunda os mandamentos. «Ouvistes que foi dito aos antigos: não matarás…». Numa leitura legalista, matar seria apenas tirar a vida com uma arma ou uma faca. Mas Jesus completa: quem se encoleriza contra o irmão, quem o insulta, quem o reduz com palavras, coloca-se já no caminho do julgamento. Não se trata apenas de eliminar fisicamente; também se mata quando se fere a dignidade, quando se rouba a alegria, quando se desfigura o outro com desprezo. E esta lei, aparentemente “mais dura”, é na verdade mais verdadeira, porque revela que o mal feito ao outro repercute-se sobre mim: deformo-me quando ajo mal; edifico-me quando ajo bem. O mal contra a criação, contra a natureza, ou mesmo nos comentários agressivos nas redes, faz mal, mas também me faz mal a mim; nega a graça de Deus. Pelo contrário, quando ajo bem, deixo que a graça me planifique e me construa.Talvez então possamos dizer com verdade: «Feliz o que anda na lei do Senhor». E é importante perguntar com sinceridade: sou realmente mais feliz quando caminho com o Senhor? Se a resposta for difícil, não há escândalo: é ocasião para pensar porquê, para compreender melhor a lei de Deus e confrontar as imagens distorcidas de uma religião feita apenas de obrigações e proibições. Às portas da Quaresma, facilmente reduzimos a fé a um catálogo: «proibido comer carne», «devo fazer isto e aquilo». E pode surgir a tentação de pensar que, sem Deus, viveríamos melhor. Mas o Deus de Jesus Cristo quer dar-nos vida em plenitude. Se não o experimentamos assim, talvez estejamos a seguir ídolos, ou a projetar deformações de Deus que pedem conversão. Hoje desafio-me, e desafio-vos, a olhar a nossa relação com Deus: mais do que preocupar-nos apenas em cumprir mandamentos, peçamos a graça de desejar a beleza e a plenitude de vida que o Senhor quer dar.
O autor Michael Trucano analisa a mutação das desigualdades tecnológicas no ensino, descrevendo a transição de um simples acesso a dispositivos para o domínio de competências digitais. O texto destaca o surgimento da inteligência artificial como um elemento transformador que promete personalizar a aprendizagem, especialmente em contextos de escassez de docentes qualificados. Contudo, surge o alerta para um terceiro abismo digital, onde a tecnologia se torna acessível a todos, mas o acompanhamento humano se torna um privilégio dos mais ricos. Esta nova barreira sugere que, enquanto a IA pode instruir, a presença humana continua a ser o fator insubstituível para a inspiração e motivação dos alunos. O debate central foca-se, assim, no risco de um futuro onde os desfavorecidos dependem apenas de máquinas, perdendo o contacto pedagógico essencial.
Na Escola do Amor Responde de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu um casal de convidados especiais, Neuza e o João, que estão casados há cinco meses. Em suma, a história deles é um exemplo que faz com que as pessoas acreditem que o amor é possível, mesmo depois de muitas frustrações, é possível recomeçar, mesmo quando você errou, fracassou lá atrás muitas vezes e estava até desacreditado no amor.Dor e frustraçãoNeuza saiu de um casamento de 12 anos após descobrir uma traição e ficou com a autoestima abalada. João também enfrentou um relacionamento frustrado, entrou em depressão e se sentiu fracassado.Contudo, ambos buscaram a Terapia do Amor em suas cidades e passaram cerca de um ano se reconstruindo, aprendendo a se valorizar e a se posicionar melhor.O recomeço no amorDepois de curados emocionalmente, se conheceram pelo aplicativo “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os participantes da Terapia do Amor. Mesmo morando longe, investiram no relacionamento. Em poucos meses, namoraram, noivaram e se casaram, construindo hoje uma união baseada em diálogo, respeito e maturidade.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A reunião de Conselho de Ministros era o único ponto de agenda oficial do primeiro-ministro. Contudo, no final – e ao contrário do que é habitual –, não houve conferência de imprensa. Luís Montenegro seguiu para Alcácer do Sal, concelho muito afectado pelas cheias e foi no terreno que fez parte do briefing: a linha de crédito para apoio à tesouraria das empresas foi reforçada para mil milhões de euros e o país terá um plano de recuperação e resiliência “exclusivamente português”, um "PTRR". Será a solução para os problemas das pessoas num dia em que o Conselho de Ministros não respondeu às perguntas dos jornalistas e quando, mais uma vez, o debate quinzenal foi adiado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O território de Israel é 60 % desértico e 40 % semiárido. Contudo, a experiência israelense em converter áreas desérticas em terrenos férteis prova que é possível reverter processos desérticos. Segundo Ari Fischer, agrônomo nascido em São Paulo, especialista em agricultura e irrigação, essa experiência pode ser útil para o semiárido nordestino. O agrônomo, que emigrou para Israel há mais de trinta anos, conversou com o jornalista Ivan Godoy sobre as técnicas utilizadas pelos israelenses para desenvolver a agricultura e a pecuária em regiões aparentemente imprestáveis para essas atividades econômicas.
Durante este programa da Escola do Amor Responde, Lídia, de 23 anos, disse que sempre gostou da Terapia do Amor, mas há um bom tempo não participa, pois está fora do Brasil. Ela compartilhou que está muito preocupada porque resolveu terminar o relacionamento com o companheiro de 29 anos de idade, que durou três meses, pois não se sentia muito bem, em decorrência de uma desilusão amorosa do passado e preferia estar sozinha. Contudo, após o término, ela descobriu que estava grávida. Conversou com o rapaz, que disse que não queria filhos e que a amava apenas sem o bebê. O fato é que ele sugeriu a ela o aborto e, desde então, eles não se falaram mais. Ademais, ele salientou que caso Lídia decida ter o bebê, ela terá de criá-lo sozinha. A aluna disse que não pretende abortar e não sabe o que fazer.Terapia do AmorAinda hoje, confira o que as pessoas têm a dizer sobre o que aprenderam durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Na sequência, outra aluna, Regina, contou que está morando com uma pessoa há dois meses. Ela é viúva há sete anos e, agora, segundo a aluna, deu-se uma nova oportunidade na vida. O companheiro é trabalhador e a ajuda; contudo, Regina não conhecia o lado grosso e violento dele. Ademais, ela mexeu no WhatsApp dele e encontrou mensagens dele marcando encontros com outras mulheres. Regina pontuou algumas situações que aconteceram e pediu aos professores ajuda sobre o que fazer, pois gosta dele.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que a extinção dos embargos à execução fiscal em razão da desistência ou da renúncia do contribuinte, para adesão a programa de recuperação fiscal que já inclua honorários advocatícios, não autoriza nova condenação em verba honorária.Segundo o colegiado, a cobrança de honorários adicionais nesses casos configuraria bis in idem, ou seja, dupla punição pelo mesmo fato, já que a verba honorária relativa à cobrança da dívida pública está contemplada no próprio parcelamento.O relator, ministro Gurgel de Faria, destacou que, sob a vigência do Código de Processo Civil de 1973, a jurisprudência admitia a fixação cumulativa de honorários na execução fiscal e nos embargos, respeitado o limite legal. Com base nesse entendimento anterior, as turmas de direito público do STJ passaram a admitir honorários nos embargos mesmo nos casos de adesão a programas de parcelamento, salvo previsão legal em sentido contrário.Contudo, o ministro ressaltou que o CPC de 2015 trouxe regra específica sobre o tema, especialmente no artigo 827, §2º, que prevê apenas a majoração dos honorários já fixados, observando o teto de 20%. Assim, havendo inclusão de honorários no momento da adesão ao programa de recuperação fiscal, a Fazenda Pública não pode exigir nova verba honorária judicialmente.O relator afirmou que o acordo firmado no parcelamento configura verdadeira transação sobre o crédito honorário, impedindo nova cobrança. O colegiado também modulou os efeitos da decisão, preservando os honorários já pagos e não impugnados até 18 de março de 2025.O entendimento foi firmado sob o rito dos recursos repetitivos, no Tema 1.317, e deve ser observado pelos demais tribunais do país, permitindo a retomada dos processos que estavam suspensos aguardando a definição da controvérsia.
A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Isaías 64:8, NVI:"...Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos somos obra das tuas mãos."Você Não é um Produto AcabadoUm dos piores erros que você pode cometer é passar a vida sendo o seu próprio inimigo. Algumas pessoas vivem com aquele sentimento persistente que diz: "Você não é bom o suficiente. Você ainda tem esse vício. Você nunca vai acertar". Elas ouvem isso ecoar em suas mentes por tanto tempo que acabou se tornando algo "normal".Ouça bem: você pode ter áreas em que ainda luta e precisa melhorar — na verdade, todos nós temos — mas diminuir a si mesmo não vai te ajudar a ser melhor. Mantenha as suas falhas sob a perspectiva correta. Deus é o Oleiro e nós somos o barro. Ele é quem está te moldando e te transformando. Pode não estar acontecendo na velocidade que você gostaria, mas você não controla o cronograma.A minha pergunta hoje é: você vai confiar Nele no processo em que está agora? Você vai aprender a desfrutar de onde você está, enquanto Deus está no processo de te mudar?Você está na roda do Oleiro. Deus ainda está trabalhando em você.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque Tu és o Oleiro e eu sou o barro.Obrigado por onde estou agora, com todas as minhas falhas, e porque sei que Tu continuas me moldando e me transformando. Ajuda-me a parar de lutar contra mim mesmo e a simplesmente confiar no Teu processo de mudança.Em nome de Jesus, Amém.
Faltam já poucos dias para a segunda volta das presidenciais portuguesas em que o socialista António José Seguro vai enfrentar o líder de extrema-direita André Ventura no dia 8 de Fevereiro. Este frente-a-frente desperta debates acesos tanto em Portugal, como também aqui em França onde, segundo dados oficiais, vivem mais de 500 mil portugueses e quase 2 milhões de luso-descendentes. Na primeira volta das presidenciais, a 18 de Janeiro, aqui em França, dos mais de 400 mil eleitores portugueses registados, uma ínfima parte votou, a taxa de abstenção tendo ultrapassado os 90%. E entre os cerca de 11 mil votantes efectivos nesse dia, mais 60% votaram pelo candidato de extrema-direita. Em Portugal, não faltaram órgãos de imprensa, blogs e mesmo partidos políticos que comentaram estes dados, omitindo evocar a taxa de participação dos eleitores da diáspora, o que não deixou de suscitar reacções numa parte dos portugueses de França que não se revêm no retrato que foi feito deles em Portugal. Nestas três últimas semanas, algumas associações posicionaram-se politicamente, surgiram também petições, entre as quais, uma que reclama a criação de condições que facilitem o exercício do direito de voto, uma outra rubricada por cerca de duzentas mulheres da diáspora e ainda uma que reúne as assinaturas de homens e mulheres da comunidade portuguesa de França que apelam à defesa dos valores democráticos. Falamos com duas pessoas que assinaram a petição lançada pelas mulheres da diáspora, ambas professoras de literatura e língua portuguesa na região parisiense, Sílvia Meliciano e Mónica Cunha, que explicaram o que as levou a posicionar-se. "Após o resultado da primeira volta das eleições presidenciais, houve um movimento de indignação que nasceu por parte de pessoas que fazem parte da diáspora portuguesa que não se sentiram representadas pelas notícias que a comunicação social passou para Portugal e que, na verdade foram os resultados das eleições, mas que têm que ser analisados com todos os dados", começou por explicar Mónica Cunha ao referir que esta carta aberta "nasceu da vontade de mulheres que não estão e nunca estiveram ligadas a partidos, de mostrar que "também têm voz e que na verdade estes resultados foram resultados de 96% de abstenção e portanto, desses quase 4% que votaram de facto, 60% votaram Ventura. Isto representa uma ínfima parte de quem são os emigrantes em França e está muito relacionado, naturalmente, com a dificuldade que as pessoas tem em deslocar se aos consulados para votar, muitas delas tendo que fazer 300 ou 400 quilómetros para poder exercer o seu dever e o seu direito de voto". Apesar da forte polarização em torno destas eleições e apesar de ter havido em Portugal uma taxa de participação superior a 52%, em França foi o campo abstencionista que liderou as contagens. Para a docente, "a abstenção em França explica-se, por um lado, por haver uma percentagem já significativa de portugueses de segundas e terceiras gerações que não não têm propriamente uma participação política activa e que nem conhecem nem seguem de perto a política portuguesa. Mas, por outro lado, há também a dificuldade que as pessoas têm em ir votar, porque não é aceitável que os portugueses tenham que fazer um esforço, em muitos dos casos, de 300 e 400 km para poder ir votar". Tal como Mónica Cunha, a também docente Sílvia Meliciano considera que existe uma série de factores para isso, nomeadamente a distância por vezes enorme entre os eleitores e as suas antenas consulares. "Nós sabemos que muitos de nós já não nos sentimos representados pelos políticos que temos actualmente. Isso é uma das razões, mas talvez não seja a razão da maior parte. A segunda razão depois é também as condições do voto, em que temos que nos deslocar. Como há cada vez menos antenas consulares para as pessoas poderem votar, nestas condições as pessoas pensam duas vezes", considera Sílvia Meliciano que apesar das dificuldades concretas que existem para muitos portugueses radicados em França de exercerem o seu direito cívico, julga que isto não resulta de uma decisão consciente por parte das autoridades portuguesas. No mesmo sentido, Mónica Cunha também diz que prefere não aderir a "discursos conspiracionistas" relativamente a esta questão. "Não gosto de entrar em 'complotismos' pensando que todas estas decisões são estudadas com o objectivo de impedir as pessoas de votar. Agora, a realidade é que os portugueses no estrangeiro sentem que têm muito pouca voz, que têm muito pouca importância e, portanto, bastaria isso para que as pessoas sentissem esse apelo a mostrar que têm voz. Porque não dar atenção aos portugueses no estrangeiro ou dar atenção apenas em momentos em que eles são necessários, nomeadamente nas contribuições económicas, já é injusto. Portugueses são portugueses, estejam lá eles onde estiverem", observa a docente. Do ponto de vista de Mónica Cunha, a forma como a imprensa em Portugal apresentou o voto dos portugueses de França traduz algum preconceito e também desconhecimento em relação a esta comunidade. "Às vezes há uma certa confusão, de facto, mas é lógico que quando em Portugal se vê comentários, nomeadamente nas redes sociais, que apenas espelham a desinformação, isso não contribui para que os emigrantes em França sejam mais considerados. Mas é lógico que isso são apenas preconceitos, porque a prova é que temos muita gente da diáspora a manifestar-se contra esses resultados, precisamente para provar que há muitos portugueses em França que continuam a preocupar-se com as políticas portuguesas, até porque muitos deles continuam a ter casas em Portugal e a manter uma vida activa, apesar de estarem no estrangeiro", aponta a professora. Igualmente do ponto de vista de Sílvia Meliciano, o retrato que foi feito em Portugal da emigração em França na sequência da primeira volta das presidenciais resulta de alguma desinformação. Contudo, a professora observa que este olhar tende a evoluir nestes últimos anos. "Pergunto-me se ainda há entre os jornalistas esse preconceito sobre o emigrante que é ignorante, menos informado, que tem mau gosto, como acontecia muito nos anos 80. Um olhar um pouco snob. Ouvi estas coisas e reflectia sobre elas. Hoje entendo isso muito melhor. Acho que a sociedade avançou. Há cada vez mais elos sociais entre Portugal e França, mas também de pesquisa. Há cada vez mais pesquisadores luso-descendentes que podem também dar o lado daqui. Há intelectuais em Portugal que reconhecem a qualidade desse trabalho. Há todo um trabalho agora cada vez maior entre o que foi a emigração e o que é na realidade", diz a docente que se interroga sobre o modo como são construídas e 'consumidas' as notícias. "Os jornalistas limitam-se também, têm pouco tempo, tal como os cidadãos que às vezes olham para um jornal, dedicam cinco minutos a ler aquilo e já tiram conclusões", analisa Sílvia Meliciano, já de olhos postos sobre a segunda volta das presidenciais em Portugal. Três semanas depois de uma eleição que foi considerada das mais renhidas em 50 anos de democracia em Portugal, com 11 candidatos oriundos de um espectro ideológico alargado, tal como os restantes cidadãos do país, os cerca de 400 mil eleitores portugueses registados em França vão ser novamente chamados às urnas no âmbito da segunda volta das presidenciais. Neste quadro, as secções consulares portuguesas de França, onde vão decorrer as operações voto da diáspora, vão estar abertas no domingo 8, mas igualmente no dia 7 de Fevereiro.
Nesta edição do Conversa de Bolso, o comentarista Felipe Storch traz como destaque a informação que o Banco Central (BC) decidiu, pela quinta vez consecutiva, manter a taxa básica de juros da economia brasileira (Selic) em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006. Em tom mais ameno, a decisão confirmou as expectativas do mercado financeiro de que o corte de juros deve começar em março. Pegando como gancho a informação, esta edição do "Conversa de Bolso" traz como destaque o seguinte assunto: como investir após BC indicar queda da Selic em março? Reportagem de "Valor Investe" aponta que a renda fixa deve continuar sendo a estrela do portfólio. Contudo, assessores da área econômica aconselham diminuir a fatia de papéis que acompanham o CDI ou a Selic e aumentar a parcela de títulos atrelados à inflação.
É muito interessante como a mesma frase pode ser aplicada de diversas formas diferentes.Ouça o que diz o Salmo 40 no verso 17: "Eu sou pobre e necessitado, porém o Senhor cuida de mim. Tu és o meu amparo e o meu libertador; não te demores, ó Deus meu!"Olhando pela perspectiva financeira, não sou pobre e nem necessitado. Tenho o suficiente. Não sou rico. Não tenho tudo o que quero, mas também não falta nada.Contudo, a expressão vai muito além da perspectiva financeira. Ela fala de uma pobreza e de uma necessidade que estão no cerne da humanidade: a necessidade de Deus.Desconectados e longe de Deus, somos miseráveis em todos os aspectos. Não há nada em nós que possa ser dado a alguém. Toda riqueza que há em nós só pode vir de Deus. Ele é a fonte!Pobreza e necessidade apontam para uma dependência que nunca pode deixar de existir. Logo, mesmo que você não seja pobre ou necessitado financeiramente falando, você é pobre e necessitado espiritualmente falando e não queira deixar de ser assim, porque é justamente essa condição que te leva para perto de Deus.Ser pobre e necessitado é assumir que sem o Senhor você não é nada. E vou lhe dizer uma coisa: não há nada de errado nisso!
Foram retomadas oficialmente nesta quinta-feira as actividades do megaprojecto para a exploração de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, cerca de cinco anos depois da sua suspensão, por "motivos de força maior", devido aos múltiplos ataques terroristas naquela zona e, em particular, junto das suas instalações em Afungi, no extremo norte da província, em Março de 2021. Com um orçamento de 20 mil milhões de Dólares e uma capacidade projectada de produzir 13 milhões de toneladas por ano a partir da Bacia 'offshore' do Rovuma, a retoma deste projecto que suscita muitas expectativas no país, foi assinalada esta manhã numa cerimónia na qual participaram o Presidente moçambicano Daniel Chapo, e o líder da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, nas instalações do empreendimento, em Cabo Delgado. Após visitar as obras do megaprojecto, Daniel Chapo considerou que isto “representa a vitória, resiliência, coragem e determinação do povo moçambicano perante as adversidades”, o Presidente destacando igualmente o impacto económico que este empreendimento representa para o país: 35 mil milhões de Dólares de receitas para o Estado ao longo de 25 anos e a criação de 17 mil postos de trabalho na fase de construção, com 80% a serem ocupados por moçambicanos. Paralelamente a estas perspectivas florescentes para o Estado moçambicano e também para a petrolífera francesa, o regresso da TotalEnergies a Cabo Delgado acontece numa altura em que o conflito vigente desde 2017 naquela região ainda não está resolvido. De acordo com as mais recentes informações da ACLED, organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos, registaram-se seis ocorrências violentas nestas duas últimas semanas em Cabo Delgado, com um balanço de pelo menos três mortos, o que eleva a 6.432, o número de mortos em oito anos de ataques constantes naquela zona. Em entrevista concedida à RFI, Borges Nhamirre, investigador do Instituto de Estudos de Segurança em Maputo, aborda esta questão, começando todavia por destacar a importância que a retoma deste projecto tem para Moçambique. RFI: O que representa a retoma das actividades da Total Em Cabo Delgado cinco anos depois da sua suspensão? Borges Nhamirre: No seu todo, a retoma das actividades é positiva porque o projecto significa um grande investimento para Moçambique. Há detalhes que não são satisfatórios, mas no geral, significa entrada de dinheiro para os cofres do Estado moçambicano e significa postos de trabalho para moçambicanos. O Presidente, no seu discurso de relançamento do projecto, disse que neste momento há cerca de 5000 pessoas que estão a trabalhar no acampamento da TotalEnergies e desses, 80% são moçambicanos e 40% são de Cabo Delgado. Portanto, é positivo para o uso do chamado 'conteúdo local', que inclui mão-de-obra e recursos locais. Então, no geral, é uma boa coisa. Agora, há detalhes que ainda têm que vir a público. Um dos mais importantes é o custo adicional do projecto, devido ao tempo da paragem. Este ponto não está esclarecido. O que veio a público é que a Total apresentou um custo adicional de 4,5 mil milhões de Dólares e o governo moçambicano pediu uma auditoria a estes custos. O projecto retoma hoje, sem que esta auditoria tenha sido concluída e os resultados apresentados. Não significa que o projecto não vai avançar, mas o custo total do projecto ainda não foi revelado. Isto eu penso que é o maior problema do ponto de vista de transparência deste projecto. RFI: A seu ver, quem é que vai pagar a conta a partir do momento em que se vai determinar o que de facto se perdeu durante estes anos todos? Borges Nhamirre: No final, quem vai pagar a conta são os moçambicanos, o Estado moçambicano, porque estes são os chamados 'custos dedutíveis', ou seja, Total a pagar pela Total. Dizemos Total porque é a operadora do projecto. Mas vamos dizer que os accionistas do projecto vão pagar no seu investimento o valor inicial já incorreram essas despesas. Na verdade, o que agora está em causa, é haver acordo entre a autoridade concedente, neste caso, o Estado moçambicano e a concessionária Total de que o valor gasto é este, para que este valor seja deduzido dos impostos que a Total iria pagar. Então não significa que o Estado moçambicano vá passar um cheque para a Total para pagar esses custos. Significa que a Total vai pagar menos impostos do que deveria pagar, deduzindo as despesas que já incorreu. Isto, parecendo que não, é um assunto muito sério, porque a factura que ela apresentou de 4,5 mil milhões de Dólares é aproximadamente um quarto de custo total inicial do projecto. Portanto, o valor que se tinha antes do custo inicial do projecto era cerca de 20 mil milhões. Então, se vai acrescentar 4,5 mil milhões, significa que é 25% mais caro do que se estava à espera. Isso automaticamente significa que Moçambique vai receber menos 25% daquilo que esperava receber em termos de impostos. E mesmo antes deste custo adicional, já havia muita contestação de que os ganhos que ficam para Moçambique destes recursos que são moçambicanos, são muito reduzidos. Mas de uma ou de outra forma, eu penso que este é o preço da guerra em Cabo Delgado. RFI: O Governo moçambicano argumenta que a Total decidiu suspender o projecto de "forma unilateral" e, no fundo, está a dizer implicitamente que não tem culpa da Total a ter interrompido o projecto. Borges Nhamirre: Eu penso que não. Essa leitura não está correcta, não da interpretação, mas da afirmação em si, porque a responsabilidade de garantir a segurança no território moçambicano é em primeira mão do Estado moçambicano. Portanto, se o Estado moçambicano tivesse garantido a segurança em território nacional, incluindo desse empreendimento económico, a Total não tinha como declarar "força maior", alegando razões de segurança. A responsabilidade de segurança dentro do território nacional é primeiramente do Estado moçambicano, seja para as empresas, seja para os cidadãos, seja para infra-estruturas do governo, seja lá o que for. Os outros detalhes dos custos, eu penso que esses já devem ser discutidos neste momento. Tecnicamente, não há elementos para argumentar se efectivamente a paragem custou este valor ou não custou, mas eu penso que não faz sentido dizer isto. E podíamos olhar para outras regiões. Por exemplo, temos outros projectos de exploração de gás para sul, na província de Inhambane. Não há conflito. Não houve suspensão dos projectos. Simples quanto isso. RFI: A Total, entre as condições que pediu a Moçambique, no âmbito da retoma das suas actividades, era que a sua concessão fosse prolongada por mais dez anos. O que é que se sabe exactamente sobre este aspecto das negociações? Borges Nhamirre: Sobre este aspecto, já há decisão do Conselho de Ministros. O que o Governo de Moçambique decidiu é que o período de extensão do projecto seria igual ao período da paralisação. Portanto, os quatro anos e meio, que é de Março ou Abril de 2021 até Outubro de 2025. Portanto, os dez anos de extensão que a Total estava a pedir, o Estado moçambicano não concedeu. Já emitiu um Boletim da República com o diploma do Conselho de Ministros a instruir nesse sentido. Portanto, esse aspecto já está ultrapassado. Poderia fazer sentido para a Total, para poder distribuir o custo adicional neste período de dez anos. Mas seria muito prejudicial para Moçambique porque o projecto é de Moçambique. A Total é só uma concessionária. Vamos compreender que seria uma espécie de capital. Está a arrendar o projecto. Então, quando o período de arrendamento termina, tem que terminar e se negociar um novo contrato se houver uma necessidade de extensão, com novas condições. Eu penso que a decisão tomada foi das melhores possíveis. RFI: A Total retoma as suas actividades em Cabo Delgado, numa altura em que a situação está longe de estar resolvida, uma vez que continuam os ataques. Borges Nhamirre: Sim, esta questão tem dois lados que devem ser vistos e compreendidos. Primeiro, era importante que o projecto retomasse, porque uma das causas do conflito em Cabo Delgado é o subdesenvolvimento. Os jovens que são radicalizados para integrar no grupo da insurgência, são jovens que estão desempregados, que não têm meios de sobrevivência. Então, teoricamente, acredita-se que com o desenvolvimento económico da província, também isso vai beneficiar as pessoas. O desenvolvimento é um dos factores para a redução do conflito. Então, teoricamente, isso é positivo. Agora, o risco que há é que agora o projecto vá operar em formato de 'enclave'. Ou seja, todos os trabalhadores da Total e também das empresas subcontratadas estarão fechados no acampamento e afins e não terá comunicação com a economia circundante, com o mundo exterior. Então, isso significa que as pessoas que construíram hotéis ou outras casas para alojamento, a esperar que beneficiassem do projecto terão poucos benefícios. Significa que pessoas que construíram restaurantes e outros serviços ou serviços de transporte a esperar que fossem utilizados pelas pessoas que estavam a trabalhar para o projecto, pelos milhares de pessoas que vão trabalhar para o projecto, não irão ter esses benefícios. Isso tem o potencial de frustrar as pessoas. Aliás, já ouvimos muitas ameaças das comunidades locais, a dizer que vão manifestar contra o projecto precisamente pelo facto de o projecto estar a operar como se fosse um enclave fechado. Então isso é negativo e pode contribuir para que as pessoas fiquem mais radicalizadas, as pessoas desenvolvam um sentimento negativo de ódio para com o projecto e assim o projecto e a segurança na região ficam precários. RFI: Durante estes cinco anos de suspensão do projecto, houve um relatório com recomendações sobre a forma de actuar da Total em termos, por exemplo, de responsabilidade social em Cabo Delgado e uma das recomendações foi de "envolver as comunidades locais" no projecto. Julga que neste momento, alguma das recomendações desse relatório foi tomada em consideração? Borges Nhamirre: Nesse relatório, uma das principais recomendações que tinha, era a constituição de uma fundação e que essa fundação iria apoiar o desenvolvimento com um orçamento de milhões de dólares. Isto ainda não é visível no terreno, mas em parte também pode ser porque o projecto estava suspenso. Com o projecto suspenso, dificilmente se haveria de canalizar dinheiro para a responsabilidade social corporativa através dessa fundação. Agora, temos de ver nos próximos doze meses, agora que o projecto retomou oficialmente, se a fundação também está a trabalhar, está a apoiar as pessoas. Contudo, a situação de conflito em Cabo Delgado, é prevalecente sobretudo nas zonas um pouco afastadas do projecto, porque Palma, onde o projecto está, está relativamente seguro. Não há ataques registados nos últimos meses, nos últimos anos. No entanto, há um perímetro de 80 quilómetros ou 50 quilómetros. A insegurança está lá. É lá onde as comunidades estão. Será muito difícil desenvolver projectos de beneficência social para as pessoas de uma zona de conflito, simplesmente porque as empresas, as organizações, não quererão destacar os seus recursos humanos, os seus recursos materiais, para apoiar zonas em conflito. Não há segurança. Era muito importante que se estabilizasse não só Afungi e Palma, mas também a região toda a norte de Cabo Delgado e a província toda, para permitir que as pessoas tenham os benefícios. Mas, mais uma vez, essa não é tarefa da TotalEnergies. Essa é a tarefa do governo moçambicano. RFI: Sente que, de facto, há alguma vontade política para o Governo encontrar uma estratégia para estabilizar a situação em Cabo Delgado? Por exemplo, o Presidente, recentemente, disse que poderia entrar em negociações com as organizações que estão a disseminar a violência em Cabo Delgado. Julga que existem algumas pistas que se possam explorar? Borges Nhamirre: Sim, eu penso que essa é a saída. A insurgência está há oito anos. A guerra civil em Moçambique durou 15 ou 16 anos e terminou com negociações entre as partes, a luta de libertação de Moçambique durou dez anos e terminou com a negociação entre as partes, para falar dos exemplos concretos moçambicanos. Então, eu penso que o Presidente tem é de aceitar as várias iniciativas existentes, porque há várias iniciativas a nível local em Cabo Delgado, a nível nacional e a nível regional da África Oriental e até a nível internacional, que estão a apoiar o diálogo para a resolução do conflito em Cabo Delgado. O antigo Presidente, Filipe Nyusi, era muito relutante em avançar para estas iniciativas de diálogo. Agora, o Presidente Chapo tem incluído esta questão de diálogo no seu discurso. Espera-se é que passe para a prática, porque esta é uma das melhores saídas para acabar com o conflito. RFI: Julga que há essa vontade efectiva de avançar? Borges Nhamirre: Normalmente, o diálogo para a resolução de conflito acontece de uma forma secreta e quando a informação transparece ao público, muitos passos já terão sido dados. É assim que funciona para evitar sabotagens, para evitar que aqueles que se beneficiam do conflito, façam acções de obstrução do diálogo. Porque não podemos nos esquecer que, enquanto o conflito armado é um problema para a população, para a maioria das pessoas, beneficia certas pessoas de todos os lados, seja do lado dos grupos atacantes, nesse caso os insurgentes, que se beneficiam de economia ilícita, mas também da parte do governo. Os generais ficam mais importantes em tempos de guerra. A logística militar enriquece as pessoas. Então o diálogo, normalmente sendo um meio alternativo de resolução de conflito, acontece de uma forma silenciosa, até que alguns acordos importantes sejam alcançados e a informação, depois, aparecer em público. Neste momento, para quem faz o trabalho de campo e faz pesquisa, dá para notar que existem alguns movimentos no sentido de se fazer o diálogo. Existem organizações identificáveis que têm estado a fazer esses contactos das duas partes. Neste momento estou em posição de afirmar que há contactos já feitos das lideranças dos insurgentes e das lideranças do governo moçambicano, para que haja diálogo. Agora, o diálogo para resolver o conflito não é linear, tem altos e baixos, tem acordos, tem rupturas. Então, até que seja anunciado pelas autoridades competentes, não há muita coisa que se possa dar como garantido. Mas as palavras do Presidente, quando repetidamente diz que é importante dialogar, não me parece que sejam palavras vazias. São palavras que reflectem esses esforços existentes.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça), que não recorrerá ao uso de força militar para tentar adquirir a Groenlândia, território dinamarquês considerado estratégico para a segurança americana. Trump afirmou que prefere buscar “negociações imediatas” para a compra do território e garantiu que não utilizará forças excessivas no processo, apesar de manter a pressão diplomática sobre a questão.A declaração ocorre em meio a tensões geradas por sua insistência em controlar o maior território insular do mundo, rico em minerais e posição geopolítica no Ártico — parte de uma visão estratégica que, segundo ele, reforçaria a segurança dos EUA e da OTAN frente à China e à Rússia.Na última semana, Trump havia ameaçado impor tarifas de até 25% sobre importações de oito países europeus que apoiam a Dinamarca em defesa da soberania sobre a Groenlândia, como forma de pressionar por avanços nas negociações. Contudo, após reunião com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, ele anunciou que não aplicará essas tarifas, citando um “esboço de acordo” para tratar do futuro da Groenlândia e da cooperação com aliados.A mudança de posição de Trump representa um alívio nas relações transatlânticas, reduzindo tensões comerciais e diplomáticas com países europeus que consideravam as ameaças tarifárias injustificadas e contraproducentes para os laços com os EUA.
Uma nova fase na carreira de Henrique Avancini e uma grande novidade para o ciclismo brasileiro.A equipe Swift Pro Cycling, que há muitos anos carrega a bandeira verde-amarela no circuito UCI America Tour, ganhou uma bela reformulação com a chegada de um forte patrocinador, a Localiza Meoo (braço de assinatura da locadora).Ao time de estrelas como o campeão nacional Otavio Gonzeli, se juntaram jovens promessas, como Luiz Fernando Bonfim, ciclistas de destaque como Bruno Lemes e Renan do Couto.Contudo, a maior novidade eles guardaram em segredo: a presença do bicampeão mundial de XCM. Junto com Avancini, planos ousados, que incluem um investimento na estrutura da equipe e um calendário internacional mais parrudo.Nesse papo exclusivo com Ana Lidia Borba, Avancini conta sobre seus planos e a motivação de voltar a competir por um time brasileiro.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta da aluna Daiana.Morar sozinha afasta os homens?Ela tem 29 anos, é formada em Direito e mora com os pais. Mas tem planos de ir morar só. Então, relatou que viveu todo esse tempo se dedicando à família e à Obra. No entanto, disse que percebeu que 'parou no tempo' e viu a necessidade de morar num lugar só dela -- e até mesmo ter mais tempo para se dedicar às coisas de Deus.Contudo, a sua maior preocupação é ser uma mulher solteira, morando sozinha e se isso pode causar uma interpretação errada vinda dos homens. Os professores aconselharam a aluna.Em um relacionamento com um homem casadoEm seguida, eles responderam uma pergunta da aluna Lina.Ela contou que superou um casamento que não deu certo. Depois de um ano desta separação, reencontrou uma pessoa pela qual foi apaixonada aos 14 anos de idade. Então, começaram um relacionamento. Só que ele é casado e isso está acabando com ela. Pois eles se amam, mas ele não consegue se separar da esposa.Ciúme descontrolado da ex do maridoPor fim, a aluna Priscila relatou que tem um descontrole emocional muito grande e que a está preocupando. Ela tem 24 anos e o marido, 40. Eles se dão bem. Ele tenta manter a paz, às vezes quer ficar sozinho, contudo ela vai atrás para começar uma briga e depois se arrepende. As discussões são relacionadas ao ciúme que ela tem da ex dele. O marido tem um filho desse relacionamento que sempre liga para o pai do celular da mãe, ou seja da ex-esposa. Isso deixa Priscila muito irritada. Além disso, ela leu um e-mail entre o marido e a ex com conteúdo romântico. A aluna já marcou até uma consulta em um psiquiatra e pediu ajuda sobre o que deve fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No programa de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos que uma das habilidades básicas do amor inteligente é a comunicação eficaz. Na oportunidade, o professor compartilhou um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, em São Paulo, em que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, explicaram o que isso quer dizer. Confira na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Convite especialParticipe, nesta quinta-feira (25), da Terapia do Amor, no Templo de Salomão (SP), excepcionalmente às 18h, com o Partir do Pão. Essa será a última semana do propósito de cortar as raízes negativas.Gastou tudoAinda neste programa, Alex compartilhou que, no serviço em que trabalha, teve acesso ao “mercado financeiro” — em outras palavras, à tentativa de ganhar dinheiro com investimentos — e que isso sempre foi um sonho de criança, mas esse sonho foi se desmoronando cada vez mais, a ponto de afetar a renda familiar, o dinheiro do aluguel e do leite da filha, o que está acabando com o relacionamento dele.Contudo, Alex disse que não está conseguindo se desvencilhar desse problema. A esposa já conversou com ele, mas nada resolve. Inclusive, ele pegou empréstimos no nome dela, com outras pessoas, sem que ela soubesse. Ele perguntou aos professores o que fazer nessa situação. Ademais, Alex comentou que está afastado da igreja.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
TEMPO DE REFLETIR 01620 – 21 de dezembro de 2025 Apocalipse 22:6 – Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou Seu anjo para mostrar aos Seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Estas palavras seguem imediatamente a visão de João, da Nova Terra. Enquanto esteve em Patmos ele aprendeu quão bem as coisas poderiam ir e quão mal também poderiam ir. Tinha visto o esplêndido início do evangelho em Jerusalém. Em seguida tinha visto as garras de ferro de Roma esmagarem a vida das igrejas e dos crentes. Domiciano reinava e procurou o aniquilamento dos perturbadores cristãos. De dentro da igreja novas ameaças à fé assaltavam o verdadeiro evangelho. O cativeiro em Patmos trouxe visões que tomavam o trauma e desencorajamentos de seus dias e os projetavam na arena cósmica. O que suas igrejas estavam sofrendo, o tempo traria sobre a Igreja como um todo. Contudo, as mesmas visões traziam esperança e alegria. As vastas multidões ao redor do trono, os cânticos de vitórias sobre o mar de vidro, o Cordeiro sobre o Monte de Sião mostravam-lhe quão temporárias eram a presente crise e dificuldade. Deus conduziria à vitória final e ele partilharia daquele triunfo. João aprendeu que o destino final do mundo não dependia de sua própria condição ou da situação difícil das igrejas que ele amava. Todavia, ele também aprendeu que os perseguidos, os apóstatas e os fiéis estão todos projetados na tela do futuro. Perseguição como em Pérgamo é a sorte da igreja em todos os tempos. A apostasia, vista tão claramente em Tiatira tinha assumido dimensões cósmicas. Fidelidade como a de Filadélfia salvaria um povo para o reino. Sabia quão preciosa era a comunhão que ele e outros haviam partilhado com Jesus. As visões da Nova Jerusalém tomavam essa íntima e doce comunhão e faziam dela o governo da Nova Terra. A morte e a enfermidade tinham fugido de diante do Filho de Deus. Desapareceriam da Terra para sempre. João poderia estar surpreso de que ainda aguardamos as coisas que em breve devem acontecer. Mas ele não estaria surpreso ante a alegria que enche o nosso coração ao pensarmos no futuro que Deus tem para nós. Ele se lembraria da comunhão com Jesus. Lembrar-se-ia da visão do futuro. E nos estimularia a orar: “Vem, Senhor Jesus!” Vamos fazer isso agora? Pai, ansiamos pela volta de Cristo Jesus! Ansiamos pelo cumprimento da promessa do regresso contida em Tua Palavra. Ajuda-nos em nosso preparo, por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
A aluna Raiane entrou em contato com os professores Renato e Cristiane Cardoso para perguntar se há como salvar um casamento que não tem mais intimidade há cerca de um ano. Segundo a aluna, os dois ainda vivem debaixo do mesmo teto porque têm um filho. Em seguida, outra aluna, Denise, disse que está casada há pouco mais de dois anos. O companheiro tem dois filhos de casamentos diferentes e, com isso, mantém contato com as respectivas mães das crianças. Contudo, o que a incomoda são as atitudes da mãe do filho mais velho, pois ela não perde a oportunidade de querer aparecer.Denise comentou que se controla ao máximo, mas o esposo sabe o quanto isso a incomoda e, por isso, cortou esse modo de agir da ex. A aluna disse que tem ciúmes e pediu uma dica de como agir, pois, tem receio de fazer algo errado e perdê-lo.Ele não quer maisAdemais, Jéssica conheceu um rapaz, começaram a namorar e logo foram morar juntos. Sempre se deram muito bem, mas ele sempre dizia que não a amava como ela o amava. Mesmo assim, eles continuaram. De repente, ele disse que não queria mais nada, mas ela não tem para onde ir e, por isso, ainda moram juntos, porém em quartos separados. Ela continua tentando agradá-lo, e ele disse que não há como permanecerem juntos e que é melhor deixar as coisas acontecerem. Jéssica perguntou aos professores como fazer isso.Terapia do AmorAdemais, Nicole compartilhou como era sua vida amorosa antes de participar das palestras. Confira de que maneira ela abriu os olhos para o amor inteligente.Nesta quinta-feira (18), às 20h, participe da Terapia do Amor especial, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo, com a presença do Bispo Edir Macedo e dona Ester Bezerra, que estão celebrando 54 anos de casados. Na oportunidade, eles irão compartilhar os segredos para um casamento feliz. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante este programa, os professores Renato e Cristiane Cardoso desmistificaram mais um mito muito comum: amor à primeira vista. Na ocasião, eles abordaram amplamente o assunto com os alunos. Inclusive, compartilharam um estudo da Universidade de Chicago que comprova que isso, de fato, não existe, mas sim a atração no primeiro momento. Eles também falaram sobre os riscos de acreditar em amor à primeira vista. Ademais, o casal contou como foi o primeiro encontro deles.Não o respeitaEm seguida, o aluno Paulo disse que a namorada não o respeita, mesmo dando tudo a ela, principalmente, atenção e carinho. Contudo, ela só o maltrata e o xinga. Quando eles saem, ela gosta de usar roupas curtas e, com isso, chama a atenção dos outros homens. Ele não sabe o que fazer e pediu ajuda dos professores.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, o professor Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra recente em que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, falaram com profundidade sobre “as raízes da traição”, ou seja, por que as pessoas traem. Confira na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Brincando com sentimentosNa sequência, a aluna Flávia disse que gosta muito de um rapaz do seu trabalho. Antes, os dois sempre brincavam com o pessoal da empresa, dizendo que eles eram um casal, mas, passado um tempo, as brincadeiras fizeram com que ela gostasse dele realmente. Com isso, ela sempre se arrumava e gostava de receber elogios dele. Porém, ela acabou descobrindo que ele teve um encontro com uma ex-colega de trabalho.Flávia se sentiu mal com isso, pois já havia dito que gostava dele. Então, ela ficou sem falar com o colega, mas acabaram fazendo as pazes. Os dois conversam, trocam mensagens e, de vez em quando, ele diz que gosta dela. Contudo, novamente, ela se iludiu, pois descobriu que ele ficou com outra colega do trabalho. A aluna perguntou como fazer para tirar de dentro dela esse sentimento por alguém que só está brincando com ela.Terapia do AmorNesta quinta-feira (18), às 20h, participe da Terapia do Amor especial, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo, com o Bispo Edir Macedo e a dona Ester Bezerra, que estão celebrando 54 anos de casados. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Em uma história surpreendente, daquelas que apenas o próprio Deus poderia escrever, Maria recebe, por meio de um anjo, a notícia de que, sendo ela virgem, daria à luz ao Filho de Deus e Filho de Davi. A princípio, percebemos nela um coração já submisso à vontade do Senhor, mas ainda não alegre. Contudo, ao visitar sua prima Isabel, Maria é encorajada e passa a se regozijar nas grandes coisas que Deus estava fazendo por ela, entoando seu cântico que conhecemos como Magnificat. O que mudou? Maria recebeu um novo olhar sobre ela mesma, sobre Deus e sobre o mundo. Reconheceu sua necessidade de um Salvador e, sob a perspectiva divina, percebeu o cumprimento de todas as profecias dos antigos no fruto de seu ventre. Mesmo sem compreender as circunstâncias, Maria transbordou em adoração, pois entendeu que Jesus transforma tudo. Da mesma maneira, em Cristo somos chamados a olhar para nós, para Deus, para o mundo e para as circunstâncias com esperança, lembrando que por Ele fomos transportados de um reino de trevas para a Luz. Sejamos propagadores dessa notícia tão maravilhosa: Cristo mudou tudo! #FAMILIADOSQUECREEM #SERIECRISTONOSSAESPERANÇA Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Desde que a série estreou no agora longínquo ano de 2016, Stranger Things se baseou em uma apelativa mistura de nostalgia dos anos 1980 com protagonismo infantil para rapidamente se consolidar como uma das maiores séries da Netflix.Contudo, com um orçamento gigantesco e diversos de seus atores e atrizes envolvidos em outros projetos, as temporadas da série foram tornando-se cada vez mais espaçadas, com esta 5ª e última chegando apenas agora, no final de 2025.Passados mais de 3 anos do lançamento do volume 4 e quase 10 do episódio piloto da série, será que Stranger Things ainda tem forças para concluir sua história e sair de cena com um estrondo? Será que a gente ainda se importa? Vamos comentar os 4 primeiros episódios da nova temporada, o Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabi Larocca e Gabriel Braga.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAStranger Things (2016 - 2025)EpisódiosRdMCast #357 – Stranger Things 4: o mundo invertido de VecnaTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo
Confira no Morning Show desta quarta-feira (03): O ministro do STF Gilmar Mendes proferiu uma decisão liminar que suspende alguns trechos da Lei do Impeachment e determina que apenas a PGR pode iniciar o processo contra ministros da Corte. A medida, que também exige quórum maior no Senado, é vista por parlamentares como um ataque às prerrogativas do Legislativo. O Morning Show debate se a decisão é uma defesa legítima da instituição ou uma usurpação de poder em meio a uma crise institucional. O Departamento de Segurança Interna dos EUA suspendeu os pedidos de imigração, Green Cards e a naturalização de 19 países de "alto risco" após o ataque em Washington, avançando a agenda anti-imigração de Donald Trump. A medida afeta até casos pendentes, gerando incerteza entre milhares de residentes. O Morning Show debate se a política de endurecimento é eficaz ou apenas política de campanha. O Brasil não está na lista. Reportagem: Eliseu Caetano. O deputado federal Eduardo Bolsonaro causou polêmica ao declarar que se sentiu "humilhado" após o impasse com Michelle Bolsonaro em relação a um acordo político no Ceará. A bancada do Morning Show debate a briga interna no PL, a fragilidade da articulação de alianças da direita e a incoerência do discurso anti-sistema versus os acordos de bastidores. O racha na família e no partido pode beneficiar a esquerda? O PL suspendeu as conversas sobre o apoio a Ciro Gomes no Ceará após a intervenção pública de Michelle Bolsonaro, que saiu vitoriosa na disputa interna com a família Bolsonaro. O debate ganhou força depois de o Financial Times apontar a “autodestruição” da direita bolsonarista. A decisão do PL ocorreu após críticas dos filhos do ex-presidente, mas a reunião de emergência do partido terminou com a vitória da ala ligada a Michelle, que se posicionou como guardiã dos valores do bolsonarismo. O Morning Show discute: a ex-primeira-dama aproveitou a crise para se consolidar como líder do bolsonarismo no pós-prisão de Bolsonaro? Confira a análise completa da disputa interna. O delegado Augusto Bicego, responsável pela investigação do caso do atropelamento na Marginal Tietê, conversou ao vivo com o programa Morning Show para trazer os detalhes do depoimento do agressor Douglas. Ele negou conhecer a vítima, Tainara, e disse que a atropelou "sem querer", após uma briga. Contudo, testemunhas e elementos de prova contradizem sua versão. A Polícia investiga a motivação por ciúmes e a tentativa de homicídio. Confira a entrevista completa. O presidente Lula causou polêmica ao discursar sobre feminicídio em Pernambuco, afirmando que "até a morte é suave" para agressores de mulheres, contrariando a agenda abolicionista penal da esquerda. A bancada debate a contradição do governo, que endurece o discurso, mas é contra projetos legislativos de aumento de penas e que limitam a progressão de regime. O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi preso pela PF na Operação Unha e Carne, suspeito de vazar informações sigilosas sobre a prisão do deputado TH Joias. A investigação aponta elos entre o Poder Legislativo do Rio de Janeiro e o Comando Vermelho, reforçando a infiltração do crime organizado nas estruturas do Estado. O Morning Show debate: A prisão de Bacellar, um potencial candidato ao governo, é a ponta de um novo iceberg de corrupção? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Durante o programa, uma aluna – que não quis se identificar – contou que conheceu o pai de sua filha pelo Facebook, quando ele ainda era casado com uma moça com quem também tinha filhos. Ele a deixou para ficar com ela. Segundo a aluna, ela engravidou em seguida e, então, descobriu que, na verdade, ele era uma pessoa irresponsável e insensível.A aluna relatou que acabou se separando, pois percebeu que ele estava fazendo com ela o mesmo que fazia com a ex. Além disso, disse que ele acabou se casando com outra mulher, inclusive aquela com quem ele mantinha conversas — embora jurasse que não.A aluna sofre por achar que ninguém vai querê-la. Ela se considera feia após o nascimento do bebê e acredita que ninguém vai querer alguém com as marcas do nascimento de uma criança de outro relacionamento.Histórias semelhantesNa sequência, Sônia pediu ajuda. Ela está casada há 24 anos e tem dois filhos; a mais velha vai completar 20 anos de idade. No ano passado, o marido foi acusado de estupro, porém tudo foi resolvido. No entanto, agora, ao olhar o celular dele, ela viu muitas coisas de que não gostou, como pornografia, e se sentiu traída. Sônia disse que, em alguns momentos, pensa em se separar e perguntou como deve agir diante dessa situação.Outra aluna, Daniele, comentou que lutou pelo marido e pelo casamento por 18 anos, mesmo com ele dentro de uma penitenciária. Ela acreditava que o seu amor pudesse reintegrá-lo à sociedade. Contudo, após receber a liberdade, ele foi preso novamente por um roubo seguido de tentativa de estupro. Inclusive, o episódio foi noticiado em canais de televisão e rádio. Segundo ela, foi uma verdadeira vergonha para ela e para os filhos. Isso fez com que Daniele se sentisse morta como mulher e como ser humano.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos, onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso compartilhou o trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, realizaram no Templo de Salomão, em São Paulo. Na oportunidade, eles falaram sobre as pessoas que acham que o amor está fugindo ou que são elas que estão fugindo dele. Confira na íntegra pelo Univer Vídeo.Terapia do AmorParticipe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Pensa em se separarNa sequência, um aluno de 38 anos, que não quis se identificar, disse que está casado há um ano com uma mulher de 37 anos. Acontece que, todos os dias, ele pensa em se separar devido às brigas e desentendimentos entre eles. Não tem sido fácil a comunicação entre o casal; inclusive, a esposa o cobra por carinho e afeto. O aluno reconhece que realmente não tem dado o que ela tem pedido. Contudo, ele acredita que tudo venha sendo consequência, pois ela reclama de tudo.Ele disse que a esposa é uma pessoa muito batalhadora e criou a filha sozinha, mas tem percebido que vem sendo deixado um pouco de lado em relação à criação da menina. Ademais, os dois quase não têm relações íntimas. Por fim, ele disse que os indícios já vinham sendo mostrados durante o namoro e, mesmo assim, decidiu se casar com ela.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos, onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Jonas disse que ele e a companheira convivem há oito anos. Contudo, ela saiu de casa e afirmou que não quer mais morar com ele. Segundo ela, não confia mais nele porque, ao mexer no celular de Jonas enquanto ele dormia, encontrou fotos do Instagram que ele vinha curtindo e comentando.A companheira está muito triste com a situação e disse que quer ficar sozinha. O aluno pediu perdão, disse que errou, que gosta dela e que é fiel, independentemente dos problemas pessoais que tem. Jonas perguntou se deve correr atrás e chamá-la para sair ou simplesmente deixá-la de lado e seguir sua vida. Ele sabe que já cometeu erros dos quais se arrepende e quer se redimir.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, saiba mais sobre o “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor que foram beneficiados por ele. Para mais informações, acesse terapiadoamor.tv.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Ramón disse aos professores Renato e Cristiane Cardoso que troca olhares com uma menina da igreja dele já faz tempo. Quando ele olha para a jovem, sente algo bom dentro dele. O aluno confessou que queria se aproximar dela, mas não sabe como.Não sabe o que fazerAinda durante o programa de hoje, uma aluna que não quis se identificar disse que sempre se dedicou à Obra de Deus, sendo que o ex-marido é apóstolo e ela, bispa. Contudo, ele caiu no mundo das drogas e do adultério por diversas vezes. Ela se cansou e saiu de casa. Ademais, a aluna comentou que está se divorciando e, inclusive, está com outra pessoa. Acontece que o ex-marido falou que se arrependeu e a família dela alertou que, se ela voltar, o ex-companheiro poderá perder o interesse nela novamente.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Logo no início do programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso responderam a uma pergunta muito comum que chega até eles: sexo antes do casamento.Na ocasião, Diego, de 18 anos, contou que namora há quase um ano e meio com uma jovem da mesma idade. Os dois sempre acompanham a Terapia do Amor. Contudo, há algum tempo, despertou neles um grande apetite sexual. Eles decidiram se guardar para o casamento, mas têm medo de que algo aconteça antes disso.Além disso, Diego disse que eles planejaram casar daqui a dois anos, mas ele tem receio de não resistir à namorada e também a outras mulheres pelas quais se sente tentado. Ele perguntou se os dois devem ou não ter relação sexual antes do casamento.Em seguida, os apresentadores também leram o pedido de ajuda da aluna Tati. Ela contou que está em um namoro recente, mas o namorado está preocupado sobre como lidar com a vontade de ter relação sexual. Os dois não querem fazer nada antes do casamento e, por isso, ela perguntou como devem agir para se manterem firmes na fé em Deus.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Renato e Cristiane Cardoso compartilharam o pedido de ajuda da aluna Cleia. Ela disse que o companheiro, com quem vive há 21 anos, afirmou que não quer se casar com ela. Ele diz que ainda não chegou a hora e que, além disso, ela não é a mulher com quem ele quer se casar. Cleia disse que não aguenta mais.Dúvida sobre tatuagemEm outro momento, Cinthia contou que está namorando há um ano e que eles não têm problemas; são felizes. Os dois decidiram se casar e, em seguida, começaram as brigas, pois ela tem uma tatuagem do antigo namorado. O noivo quer que ela faça outra por cima para cobrir a tatuagem. Só que, agora que ela é da fé, sabe que fazer tatuagens não é o certo. Contudo, quando diz isso a ele, ele responde que é porque ela ainda sente algo pelo ex — o que não é verdade. Cinthia perguntou o que fazer.Terapia do Amor Ademais, participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, ministraram no Templo de Salomão, em São Paulo. Na ocasião, eles falaram sobre algo que afetou a vida deles e que nenhum outro casal deixa de cometer também: focar nos erros do outro. Acompanhe essa e outras palestras pelo Univer Vídeo.Não quer perder a famíliaEm seguida, um aluno disse que está enfrentando um problema muito grande no casamento. Ele está com a esposa há 16 anos, mas durante todo esse tempo não foi correto com ela: a traiu, mentiu, humilhou e comprometeu parte da vida financeira da família. Há quatro anos, ele está desempregado.Há dois anos, ele percebeu que estava errado e tentou mudar, inclusive indo às palestras da Terapia do Amor. Contudo, as coisas só têm piorado. Recentemente, ele descobriu que, há cinco meses, a esposa manteve um relacionamento extraconjugal por quase sete meses. Inclusive, pelas coisas que têm acontecido, ele acredita que ela ainda esteja com essa outra pessoa.Atualmente, eles estão separados, mas ainda moram na mesma casa por causa da filha pequena. O aluno confessou que não sabe o que fazer e que, infelizmente, ainda não tem o Espírito Santo. Ele disse que não sabe se Deus quer que continue lutando pela família ou se deve desistir.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Uma aluna que não quis se identificar entrou em contato com a Escola do Amor Responde para pedir ajuda. Ela se separou do esposo há um ano. Os dois foram casados por 10 anos, até que a relação se tornou insustentável. Agora, ela está namorando outro homem e eles estão se dando bem. Ela gostaria de apresentar o relacionamento na igreja e realizar o casamento religioso. Contudo, a aluna não quer casar no civil para não perder a pensão que recebe do ex-marido. Ela perguntou se está agindo certo.Ainda neste programa, outra aluna, que também não foi identificada, disse que está vivendo um relacionamento confuso, pois a pessoa afirma amá-la, mas não se separa da esposa. Ela comentou que não sabe mais o que fazer, se está agindo corretamente e se esse relacionamento tem algum futuro. A aluna pediu orientação sobre o que fazer.Convite especialNesta quinta-feira (20), participe da Hora dos Solteiros, a partir das 18h, na Esplanada do Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Se você é solteiro, aproveite essa oportunidade para investir de forma significativa na sua vida amorosa.Em seguida, às 20h, esteja presente também na palestra da Terapia do Amor. Para consultar outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Inclusive, não perca a série de palestras “Cortando as Raízes Ruins”, uma sequência de encontros destinados a ajudar casais e solteiros a reconhecerem as raízes mais profundas de seus desafios amorosos e a reconstruírem sua relação com o amor.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa de hoje, a aluna Rosane, de 42 anos, disse que esqueceu de procurar alguém. Ela comentou ainda que nunca apareceu ninguém com quem pudesse se relacionar e, com isso, acabou deixando de ir em busca de um companheiro. A aluna disse que sabe que a salvação é sua prioridade, mas, mesmo assim, sente falta de alguém para compartilhar a vida. Na oportunidade, Renato e Cristiane Cardoso falaram amplamente sobre o assunto.Convite especialNesta quinta-feira (20), participe da Hora dos Solteiros, a partir das 18h, na Esplanada do Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Se você é solteiro, aproveite essa oportunidade para investir de forma significativa na sua vida amorosa.Em seguida, às 20h, esteja presente também na palestra da Terapia do Amor. Para consultar outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Não perca, inclusive, a série de palestras “Cortando as Raízes Ruins”, uma sequência de encontros destinada a ajudar casais e solteiros a reconhecerem as raízes mais profundas de seus desafios amorosos e a reconstruírem sua relação com o amor.Problemas sériosEm seguida, Marina, de 29 anos, disse que o noivo tem 44. Os dois estão juntos há quatro anos e, logo no primeiro ano de relacionamento, ela descobriu que ele tinha o vício da pornografia. Ela já tentou conversar várias vezes sobre o assunto, mas ele afirma que não faz mais isso. Marina comentou que, inclusive, fez com que ele se desfizesse do computador.Contudo, agora ele possui televisão a cabo com canais adultos. O noivo negou, mas ela descobriu. Além disso, ele não quis dar a senha a Marina, alegando que, quando se casarem, ela vai querer controlar a vida dele.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante este programa da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso compartilhou um trecho de uma palestra recente que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, ministraram no Templo de Salomão, em São Paulo. Na oportunidade, o casal blindado deu continuidade ao tema “como cortar as raízes ruins” na sua vida. Acompanhe na íntegra no Univer Vídeo.Quer a família de voltaEm seguida, Robson pediu ajuda. Ele contou que ama a esposa, que se entregou demais e que investiu nela. Contudo, teve uma grande decepção, que doeu muito. Ela o traiu com um homem que trabalhou com eles há muito tempo. Os dois estão há 17 anos juntos e ele acredita que ela o trai desde quando ele a conheceu. Robson disse que parece loucura, mas não é. O aluno disse que é triste não conhecer a pessoa a fundo antes de se unir a ela.Ele contou que a mãe dela é da igreja e ela também era. Ademais, a esposa de Robson já teve um casamento que chegou ao fim por causa de uma traição do ex-marido. No início era tudo muito legal e ela, inclusive, era muito “safada” com ele, mas, segundo Robson, ele não acreditava que isso poderia ser um problema no futuro. Ele não sabe se ela quis dar o troco no primeiro “bobo” que apareceu.Ademais, o aluno comentou outras questões, inclusive que a companheira é muito narcisista, não fala a verdade e nega, colocando o nome de Deus nas conversas. Ele não acredita na mudança dela e disse que gostaria de ter a família de volta.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No programa de hoje, uma aluna contou que está casada há dois anos, mas nunca foi verdadeiramente feliz no casamento, nem o marido. Basicamente, eles se casaram porque ela engravidou. Ele diz que ainda ama a ex-noiva. A aluna não sabe o que fazer. Durante esses dois anos, ela se dedicou para melhorar a relação; contudo, as coisas só pioraram. Ademais, ele se tornou alcoólatra desde o término com a ex.A aluna disse ainda que o companheiro sempre a trata mal e pouquíssimas vezes faz algo para agradá-la. Ela não queria abrir mão do casamento e queria fazer dar certo. A aluna perguntou se deve seguir em frente ou não. A ex a assombra até hoje e ela disse que é humilhante viver nessa situação.Terapia do AmorAinda hoje, confira a história do Bruno. Antes de participar da Terapia do Amor, ele era uma pessoa cheia de complexos. Ele chegou às palestras após cometer uma traição e também estava repleto de complexos. Contudo, após aprender sobre o amor inteligente, ele se preparou para um novo relacionamento e, sobretudo, para ser um homem de verdade.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Na Parábola da Festa de Casamento, Jesus conclui as ideias centrais apresentadas nas parábolas anteriores: “dos dois filhos” (Mt 21:28-32) e “dos lavradores maus” (Mt 21:33-46). Aqui, surge uma questão: qual é a nossa resposta ao convite e à autoridade do Rei? Esta parábola não trata, como frequentemente se supõe, do casamento de Cristo com a Igreja, mas da celebração da Aliança de Deus com o seu povo, o regozijo pelo reino estabelecido. O Rei envia Seus servos (profetas e, depois, apóstolos) para convidar os primeiros chamados (Israel, especialmente seus líderes) à grande festa de Seu Filho. Jesus revela as falhas dos líderes religiosos da época: o desprezo arrogante, a priorização de negócios terrenos (“fui para o meu campo”, “fui para o meu comércio”) e, por fim, a violência contra os mensageiros. Contudo, essa parábola reflete também nossas atitudes hoje. Quantas vezes apresentamos desculpas, endurecemos o coração e negligenciamos o convite supremo do Evangelho em favor de compromissos passageiros? A reação do Rei é firme: Ele envia seus exércitos e destrói os que rejeitaram seu convite e mataram seus servos. À primeira vista, essa atitude pode parecer de um rei irado ou cruel. No entanto, a Escritura mostra que é expressão da justiça e do amor pactual de Deus: para disciplinar o povo que ama e preservar a honra de sua Aliança, Deus já entregou Israel às mãos de inimigos. O que nos desafia é: quem somos nós na festa do Rei? Somos os que recusam o convite com o coração endurecido ou os que, chamados das encruzilhadas, se alegram com o Rei e honram Sua presença vestindo a “veste nupcial” da justiça que Ele mesmo providenciou? A parábola é um chamado urgente ao arrependimento e à alegria verdadeira na Aliança. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEPARÁBOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Søren Kierkegaard é, sem dúvida, uma das figuras mais intrigantes da filosofia moderna e da teologia cristã. Com sua ênfase radical na interioridade, na fé subjetiva e no paradoxo existencial, ele desafiou toda forma de cristianismo institucionalizado. Sua obra não apenas inaugurou o existencialismo teológico, mas também provocou uma reflexão profunda sobre o papel da fé, da angústia e da autenticidade diante de Deus. Contudo, ao confrontar seus pressupostos com a cosmovisão escatológica e eclesiológica da Igreja Adventista do Sétimo Dia, somos compelidos a fazer distinções cruciais entre uma espiritualidade fragmentária e uma fé corporativa ordenada, entre a experiência solitária e a missão profética. Este episódio propõe-se a explorar Kierkegaard não como inimigo da fé, mas como alerta. Não como guia eclesiológico, mas como espelho das tentações do nosso tempo: espiritualidade sem corpo, fé sem missão, ordem sem transcendência. Ao longo das seções, confrontaremos sua visão com os pilares da eclesiologia adventista: a escatologia bíblica, o sistema de governo representativo, e a liderança como dom profético.
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, David, de 25 anos, disse que a namorada, com quem tem um relacionamento há um mês, pediu um tempo a ele para pensar se realmente o ama e se é o momento. Ela enfatizou que não quer terminar, apenas pedir alguns dias para pensar. Terapia do Amor Ainda hoje, confira o depoimento de quem chegou às palestras da Terapia do Amor com a vida amorosa destruída. Contudo, ao colocar os ensinamentos do amor inteligente em prática, essa pessoa tem se preparado para um novo relacionamento.Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535. Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, saiba mais sobre o “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, Renato e Cristiane Cardoso compartilharam o questionamento da aluna Janaina. Ela escreveu aos professores e perguntou por que pode acontecer de a pessoa se interessar por alguém mesmo estando casada.Vingança contra o maridoNesse ínterim, uma aluna – que não foi identificada – disse estar casada há seis anos; porém, ambos estão juntos há 16 anos de relacionamento e têm uma filha de 14 anos deidade. Ela comentou que ele é um excelente pai e marido.Contudo, certa vez, ele saiu com outra mulher, o que resultou em um filho. Ele escondeu isso da aluna durante dois anos. O companheiro não quer conhecer o filho por receio da reação dela. Ademais, ele se sente envergonhado por tudo o que fez, se importa com o perdão dela e buscou ajuda por meio da fé.A aluna disse ainda que se sente indignada por ter que dividir com outras pessoas tudo o que construíram com tanto sacrifício e, por isso, resolveu se vingar dele. Como ela ficava responsável por pagar todas as contas, certo dia decidiu não pagar mais e não o comunicou. Todos os meses, ele lhe dava dinheiro e a aluna, por sua vez, não pagava nem a prestação da casa. Como consequência, a casa foi a leilão.No começo, ela pensou que aquilo o faria sentir o mesmo, mas agora estão com uma ordem de despejo. Ele não quer pagar aluguel nem ficar na casa da mãe dela. Até que consigam comprar outra casa, ele disse que é melhor cada um ficar na casa de seus pais. A aluna não concorda e acha melhor se separarem, já que não há remédio que cure essa mágoa. Ela pontuou outras coisas e pediu ajuda para seguir em frente.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste episódio, Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho da palestra que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, realizaram na semana passada, e que serviu como introdução ao tema que será abordado nesta quinta-feira durante a Terapia do Amor, sobre “cortar as raízes ruins" da nossa vida. Entenda mais sobre esse assunto, acompanhando o conteúdo completo pelo Univer Vídeo.Certa ou não Em seguida, uma aluna contou que estava noiva e começando a organizar os preparativos para o casamento. Contudo, certo dia, ela resolveu pedir para olhar o celular do noivo, mas ele se recusou. Na ocasião, ele afirmou que só teria a obrigação de deixá-la olhar depois do casamento. Por causa disso, a aluna ficou cismada e começou a pensar no motivo de ele esconder tanto o celular. Então, os dois acabaram terminando o relacionamento. Às vezes, ela se pergunta se fez certo em querer olhar o telefone dele ou não.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes