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No programa de hoje, uma aluna disse que teve um relacionamento que iniciou e, na verdade, ela não estava preparada. Com isso, ela cometeu muitos erros por causa de seu próprio temperamento e não soube tratar a pessoa da forma que merecia. Contudo, ela só percebeu isso após o término. Atualmente, ela está arrependida e insegura. Paralelamente a isso, ela tem tentado se preparar para ser a pessoa certa. Contudo, ela tem uma dúvida: como se livrar desse sentimento de culpa?Os professores Renato e Cristiane Cardoso orientaram a aluna e, sobretudo, explicaram o que significa ter um namoro blindado.É possível?Em seguida, outra aluna, Maria de Lourdes, de 64 anos, perguntou se é possível viver sozinha. Ela compartilhou que foi casada por dez anos, mas se divorciou. Logo depois, teve outro relacionamento estável por 20 anos, mas que também acabou. Depois, iniciou outro relacionamento, que durou três anos, mas não deu certo. Atualmente, ela está sozinha. Tem dois filhos casados e cuida da mãe, de 94 anos de idade.Maria disse que, quando ouve alguns aconselhamentos do casal, se sente triste e se questiona por estar sozinha. A aluna confessou que não tem energia emocional para estar em outro relacionamento. Ela trabalha fora, tem boas amizades e cuida do corpo. Ela perguntou se há uma obrigação de estar com um companheiro ou se pode ser feliz sozinha.Foi contaminadoAdemais, os professores leram um comentário nas redes sociais de Antônio, que disse que a primeira lição que recebeu em relação às mulheres foi: nunca confie em uma mulher. Elas são os seres mais hipócritas que existem; transem, mas não se apeguem. Na oportunidade, Renato e Cristiane comentaram sobre isso.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A pregação parte de uma experiência pessoal de dor para revelar uma realidade universal: muitas vezes vivemos na superficialidade, repetindo respostas religiosas sem enfrentar as perguntas profundas da vida.A partir dessa experiência, surge a grande pergunta: o que realmente sustenta a vida quando tudo treme?O sermão mostra que todo ser humano sente um vazio interior. Mesmo quando conquista coisas importantes, permanece uma sensação de falta. Filósofos como Nietzsche perceberam esse fenômeno ao observar uma cultura que ainda falava de Deus, mas já não vivia diante Dele.O livro de Eclesiastes aborda exatamente essa realidade. Salomão afirma que tudo é “vaidade” (hebel) vapor, algo passageiro e incapaz de sustentar o coração humano quando visto apenas “debaixo do sol”. Contudo, a Bíblia não conduz ao desespero, mas à lucidez espiritual: Deus colocou eternidade no coração do homem (Ec 3:11). Por isso, nada temporário consegue satisfazer plenamente o ser humano.Pensadores cristãos como C. S. Lewis, João Calvino e John Piper ajudam a compreender essa verdade: o vazio humano não é defeito, mas evidência de que fomos criados para algo eterno.Eclesiastes conduz o leitor até o limite da existência o muro da finitude e da morte e aponta para sua conclusão: temer a Deus e guardar seus mandamentos. A vida encontra ordem quando Deus ocupa o lugar central no coração.No entanto, quem atravessa definitivamente esse “muro” é Cristo. Em sua morte e ressurreição, Ele vence aquilo que parecia definitivo. A ressurreição revela que a morte não tem a última palavra e que o sentido da vida não está nas coisas passageiras, mas no relacionamento com Deus.Assim, a aplicação final convida cada pessoa a examinar o próprio coração:onde está o seu tesouro?Porque aquilo que consideramos nosso tesouro é o que governa nossa vida.A conclusão afirma que, sem Cristo, o vazio leva ao niilismo; mas com Cristo, até a brevidade da vida encontra sentido, pois o coração finalmente encontra aquilo para o qual foi criado.VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/8Cm-mUG4AXsPara acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro
Homilia Padre Jonas Magno, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 4,24-30Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga:"Em verdade eu vos digo que nenhum profetaé bem recebido em sua pátria.De fato, eu vos digo:no tempo do profeta Elias,quando não choveu durante três anos e seis mesese houve grande fome em toda a região,havia muitas viúvas em Israel.No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias,senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.E no tempo do profeta Eliseu,havia muitos leprosos em Israel.Contudo, nenhum deles foi curado,mas sim Naamã, o sírio".Quando ouviram estas palavras de Jesus,todos na sinagoga ficaram furiosos.Levantaram-se e o expulsaram da cidade.Levaram-no até ao alto do montesobre o qual a cidade estava construída,com a intenção de lançá-lo no precipício.Jesus, porém, passando pelo meio deles,continuou o seu caminho.Palavra da Salvação.
Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga: 24 "Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25 De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26 No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27 E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio". 28 Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29 Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30 Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Opa, aqui é Gustavo Estrela, o AutoPeel, e hoje nós vamos entrar na Masmorra Juridica e falar sobre licenças de RPG! Em 2024, tivemos uma enorme controvérsia envolvendo a nova versão da OGL de D&D que a Wizards queria utilizar, mas que vazou. Recentemente, tivemos uma versão dessa polêmica envolvendo os sistemas da Darrington Press. Mas para o que servem licenças de RPG? Vamos ver hoje! ... espero que eu tenha te ajudado de alguma forma, e agora eu passo o dado para o próximo mestre! O Dicas de RPG é um podcast semanal no formato de pílula que todo domingo vai chegar no seu feed. Contudo precisamos da participação de vocês ouvintes para termos conteúdo para gravar. Ou seja, mande suas dúvidas que vamos respondê-las da melhor forma possível. Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar. Links: - Conheça nosso Patronato - Seja um Padrim do Movimento RPG - Assine o Picpay e ajude o site - Conheça mais Dicas clicando aqui. E-mail: [email protected] - Tem dúvidas sobre alguma coisa relacionado a RPG? Mande suas dúvidas para nosso e-mail. Licenças de RPG e suas Nuances Voz: Gustavo Estrela Edição do Podcast: Senhor A Arte da Capa: Raul Galli Músicas: Music by from Pixabay
“Tudo é fácil quando temos vontade própria e estímulo alheio, mas é difícil sermos aquilo que somos. Os outros não deixam.” E ainda que lhes fosse indiferente, que não se acumulasse neles esse rancor de ver alguém tomar um enorme balanço, entregar-se a uma euforia tal que não precisa de outra coisa senão de preencher um instante, até contra o resto da sua vida, como se tivesse um poder de se libertar e esquecer de si mesmo, sendo essa a maior das fantasias, mesmo assim os outros estariam aí para te desmentir. Afinal, aquela chispa ou ferocidade que alguns revelam e os torna capazes de se desembaraçar dos efeitos previstos, de se borrifar no contexto, é aí que se acha o maior dos privilégios. E aquela compulsão mitómana é talvez o último sinal de arrojo, uma vez que a história inventada é sempre mais aliciante do que a maçadora tirania dos factos. Contudo, o grande entrave são os outros, e parece evidente como toda a etiqueta social se desdobra nessas fórmulas mais ou menos sub-reptícias de interromper alguém. Há, no entanto, alguns que sabem torcer pela oposição, viver como felizes desgraçados, muitas vezes até por conta de outrem, gozando os sinais de insubordinação. Depois daquele arranque, vamos citar-vos novamente Santos Fernando para deixar aqui outra pedra angular: “Tive que chegar à evidência de que o nosso semelhante é justamente aquele que em nada se nos assemelha.” Mas há mais… “Gostamos, nos outros, o que os outros não gostam neles.” O amor próprio deve assim ser colhido não em si mesmo mas à volta. Este não é um tempo para os homens andarem muito confiantes de si mesmos, pois isso identifica-os com os piores. Os melhores são os que se fogem, os que escapam. Aqueles que se fazem tão esquecidos de si que muitas vezes páram junto às montras para confirmar os traços do próprio rosto. “É para sabermos quem somos, que transportamos no bolso o bilhete de identidade.” A razão de toda esta solidão em que nos sentimos a dissolver, reféns de um quotidiano que trabalha em nós como ácido, é este excesso de confiança nas aparências, a forma como o espectáculo passou a governar até a metafísica. No fundo, um tipo só podia reconhecer-se nas divisões, na forma como num determinado momento parecia fazer uma escolha contra o de antes, contra si mesmo, romper, partir-se. “O Eu tem um conteúdo que o distingue de si, pois ele é a negatividade pura ou o movimento de se dividir, é a consciência”, escreveu Hegel. “Este conteúdo, na sua diferença, também é o Eu, pois ele é o movimento de se suprimir a si mesmo ou a negatividade pura que é o Eu.” Se temos tanta dificuldade para nos arrastar para fora de casa, fazêmo-lo porque, apesar de tudo, ainda é agradável encontrarmos na rua os nossos desconhecidos, especializarmo-nos na dor dos outros, como diz às tantas uma das personagens do último livro do nosso convidado. Saímos num gesto meio desaforado como quem se diz adeus a si mesmo, batendo com a porta, ofendendo-se os dois mutuamente, o que ficou e o que saiu. Fazemos estes cortes, ignorando-nos para nos conhecermos melhor. Santos Fernando ainda nos coloca diante de uma outra constatação: “– Perdão – exclamou o que tinha experiência da vida, experiência da falibilidade humana e experiência da bisbilhotice: – Só não espreita pelo buraco da fechadura, aquele que tem receio de estar a ser substituído do lado de lá.” Na verdade, esta frase deveria inverter-se, pois o receio mais constante nos nossos dias, um receio pânico, vem não da mera suspeita, mas da consciência de que estamos a ser substituídos do lado de lá, e não apenas por alguém novo ou melhor, mas por alguém muito parecido, um semelhante, um ser apenas um pouco mais indiferente, e, por isso, melhor adaptado às circunstâncias. Aquele que se ri da expressão que fazemos, aquele que nos provoca, esse duplo sinistro que divide connosco o mesmo lance de dados. “Acredito sinceramente ter interceptado muitos pensamentos que os céus destinavam a outro homem”, admitia Laurence Sterne. É uma forma de reconhecer essa capacidade de ocupar o lugar de outro… “Há gente que tem pára-raios para que os raios lhes caiam em casa”, retruca Santos Fernando, sempre à coca de uma oportunidade. Ele poderia concordar com o nosso convidado deste episódio quando ele reconhece que, entre certos seres sem tempo para os grandes arranjos litúrgicos, “Deus manifesta-se sob a forma de um insecto aramaico em risco de extinção”. “Um insecto fugidio, escondido em toda a parte”, adianta. E ainda acrescenta: “A palavra aramaico soa tão bem, não precisamos de mais nada para acreditar.” De resto, a fé já não é essa espécie de utopia transparente, mas algo mais rastejante, que sobrevive à base de impulsos, coincidências meio patéticas, um arranjo fenomenal de ninharias. Às tantas, num daqueles armazéns onde alguns tipos assistem à rotina frenética das mercadorias, esses milhares de produtos destinados a um trânsito internacional que, como nos diz José Gardeazabal, parece imitar o ritmo fértil das grandes migrações, fica claro como vamos sendo reduzidos a essa humildade dos espectadores da catástrofe, e às tantas percebe-se que o homem é precisamente aquilo que toda esta inquietação das mercadorias acaba por destruir, tornando-se um ser inteiramente esmagado, atirado para a margem, desfigurado por essa nova forma de miséria que se foi impondo com o monstruoso desenvolvimento da técnica. Como assinalou Erich Auerbach, “nos seus começos gregos, a poesia europeia possuía o conhecimento de que o homem seria uno – algo de indivisível, constituído pela força e pela forma do corpo, pela razão e pela vontade do espírito, de que o seu destino particular se teria desenvolvido a partir de uma tal unidade, quando à sua volta se reuniam, como que por atracção magnética, as acções e paixões que lhe estavam reservadas, fixando-se nele e formando assim elas mesmas uma parte da sua unidade”. Aquele filólogo e crítico literário vinca que foi “este entendimento que conferiu à epopeia homérica a intuição e a compreensão profunda da estrutura dos acontecimentos possíveis”. “Inventando e sobrepondo acções e paixões do mesmo tipo, Homero deu forma a Aquiles ou a Ulisses, a Helena ou a Penélope; de uma acção que revelava a essência, ou ainda de uma essência que se anunciava numa primeira acção, surgiu ao poeta inventor, de forma necessária e natural, a série e a suma das acções, tornadas idênticas, de todos eles, e ao mesmo tempo a orientação geral do percurso das suas vidas, o seu entrelaçamento no tecido dos acontecimentos, que constitui tanto a sua essência quanto o seu destino.” Mas hoje já não há unidade nos homens porque o destino é precisamente aquilo que faz deles esses seres inertes, dominados por um vazio que escarnece de todos os seus gestos. E também por isso o romance está em crise, pois não sabemos como traduzir alguma inspiração literária que sirva de fôlego a verdadeiras personagens, construindo a sua fictiva autonomia, e que habitem soberanamente essa zona dos mitos criada pelos grandes escritores. Vamos andar por aqui, indagar ainda sobre a forma como o novo paradigma tecnológico infectou a carne. E se, finalmente, e ao cabo de tantos naufrágios, o velho lobo desse mar que há décadas ia pingando pelas torneiras mal fechadas de tantas casas portuguesas lá se despediu de vez, também por aí vamos passar, aproveitando para uivar entre as fronteiras já praticamente apagadas da nossa cultura, e sempre com Gardeazabal a expor-nos a vasta colecção de pulgas colhidas noutras paragens e que a ele o ferram mais fundo e lhe transmitem a sua febre.
Na escola em que estudou, foi incentivada a ter contato com diferentes modalidades esportivas, como atletismo e ginástica artística. Aprendeu a nadar ainda criança, porém apenas o suficiente para se virar nas viagens à praia. A primeira modalidade pela qual se encantou foi o handebol, que lhe ensinou o conceito de equipe e aflorou sua competitividade. Contudo, algo improvável aconteceu quando tinha 16 anos e foi, com algumas amigas, integrar o time em formação de polo aquático na atlética da Faculdade de Medicina da USP. Durante dois anos, conciliou os treinos na piscina com o handebol, até que chegou a um ponto em que teve de escolher e optou pelo segundo. Em 1998, foi convocada para a seleção brasileira júnior. O início tardio não impediu uma evolução rápida e, dois anos depois, passou a integrar também a seleção adulta. Representou o Club Athletico Paulistano e, posteriormente, passou a defender o Esporte Clube Pinheiros. Integrou a Seleção Brasileira feminina de polo aquático até 2012. Ao longo desse período, participou de cinco Campeonatos Mundiais de Esportes Aquáticos e de dois Jogos Pan-Americanos, encerrando a participação em Guadalajara, em 2011, com a medalha de bronze, após uma estreia pan-americana em 2007, no Rio de Janeiro, com a quarta colocação. Pela seleção, conquistou cinco títulos sul-americanos e foi campeã brasileira interclubes por dezesseis vezes, consolidando uma trajetória marcada por longevidade, regularidade e alto rendimento. Paralelamente à carreira esportiva, escolheu o curso de Nutrição, conciliando os estudos e, depois, o trabalho com os treinos. A decisão de parar com o polo aquático abriu uma oportunidade há tempos aguardada pelo marido: a de ingressar no triathlon. A partir de 2016, a modalidade passou a ocupar o centro da sua vida pessoal e esportiva. A adaptação foi rápida. Em 2017, conquistou o título do Circuito do Troféu Brasil de Triathlon. Em 2018, foi vice-campeã do Triathlon Internacional de Santos. Em 2019, viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao vencer o Ironman 70.3 de Maceió e, meses depois, o Ironman 70.3 de São Paulo. Em 2022, mesmo em meio a um período de reorganização profissional, voltou ao pódio ao conquistar o vice-campeonato do Ironman 70.3 de Florianópolis. Desde então, decidiu focar na carreira, mas sem deixar os treinos de lado. Conosco aqui, a ex-jogadora de polo aquático, nutricionista especialista em fisiologia do exercício e em modulação intestinal, triatleta campeã que, neste ano, tem tudo para voltar a figurar na largada das maiores provas do calendário brasileiro, marcando o início de um novo ciclo esportivo, agora sustentado pela experiência acumulada em uma década, maturidade e integração entre esporte e profissão: a dedicada paulistana Fernanda Palma Lissoni. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
No programa de hoje, um aluno contou que ele e a esposa eram muito felizes e tinham química, um valorizava o outro e faziam as coisas juntos. Contudo, há algum tempo, ela começou a ter atitudes diferentes e, segundo ele, ficou mais fria. Até que ela pediu a separação. O aluno comentou que não sabe o motivo. Ele já tentou conversar, pedir perdão, mas ela não mudou de ideia. O aluno perguntou se deve lutar ou não pelo casamento.Terapia do AmorEm seguida, confira o que as pessoas têm a dizer sobre a forma como as palestras da Terapia do Amor transformaram o relacionamento delas. Participe de todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Hora certa?Ainda neste programa, Rafael disse que está inseguro e não sabe se é a hora de estar com alguém, pois ainda tem que terminar a faculdade. Mesmo assim, ele quer uma companhia de alguém que esteja no mesmo caminho que ele. Na dúvida, prefere não procurar ninguém. Ele perguntou se está certo ao pensar assim.Ao final, Felipe também compartilhou os benefícios da Terapia do Amor. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Quando se tem um produto B2B altamente técnico, como torná-lo o herói de histórias interessantes? E, num mercado cada vez mais ruidoso e impessoal, como dar visibilidade a um negócio que à primeira vista parece “chato"? Resolver este desafio, que tira o sono muitos gestores e marketers, é a especialidade do nosso convidado neeste episódio.Com um longo percurso dedicado ao poder das palavras, o Martim Mariano é ghostwriter de líderes empresariais e ajuda as organizações a trocarem o fato corporativo por narrativas com alma. Apaixonado pela qualidade da escrita, o Martim falou connosco de autenticidade, da importância de os líderes darem a cara e do segredo para criar histórias que prendem, mesmo num mundo que a IA mal usada ameaça submergir em conteúdo banal. Oiça o episódio e descubra:Como escrever sobre textos altamente técnicos sem ser altamente chato.Qual é o segredo (muito simples) para as pessoas quererem consumir o seu conteúdoOnde buscar as histórias que vão tornar os seus conteúdos interessantesPorque é importante os líderes darem a cara pelas suas empresas.Como construir uma voz simultaneamente autêntica e adequada ao papel profissionalComo usar a IA para escrever textos que não parecem feitos com IA Com base na transcrição deste episódio, pedimos à AI que nos fizesse um resumo da conversa, que pode ler a seguir.A Humanização dos Negócios (Mesmo os mais "Chatos") No B2B, é fácil cair na armadilha de achar que vendemos produtos demasiado técnicos para gerar boas histórias. Mas o Martim lembra-nos de um ponto essencial: todos os negócios têm pessoas lá dentro. E todas as pessoas tem histórias interessantes para contar, nem que seja, falar sobre a rotina de quem trabalha todos os dias para que o produto saia da fábrica e chegue ao consumidor final. Por que os Líderes Precisam de Dar a CaraMuitas empresas escondem-se atrás da comunicação institucional, mas a verdade é que as pessoas seguem pessoas. Quando um líder comunica de forma autêntica, partilhando visões, dúvidas e até erros, torna-se o melhor embaixador do seu negócio. Em Portugal, ainda carregamos um certo medo de errar publicamente, fruto da nossa herança histórica. Contudo, expor essa vulnerabilidade e humanidade é exatamente o que faz com que alguém queira trabalhar nessa empresa. A Inteligência Artificial Como Ferramenta, não como SubstitutaA IA veio para ficar, mas a decisão inteligente é usá-la para escrever connosco, e não por nós. Falta-lhe a vivência, o cheiro de uma sala num momento de tensão, ou a memória de uma frase solta ouvida num café. A tecnologia pode cuspir palavras com gramática perfeita, mas não consegue transmitir a emoção genuína de quem viveu a história. Sobre o convidado: Perfil Martim Mariano no Linkedin Tudo Bem Escrito Instituições e Organizações Mencionadas: Escola Superior de Comunicação Social BBDO SIC L'Oréal Instituto Gallup Feira do Livro Pessoas mencionadas: Rui Nunes Ernest Hemingway David Ogilvy Robert Bly José Saramago George Gallup Virgínia Coutinho Livros Mencionados: James Joyce - Ulisses D&Ad. - The Copy Book Jonah Berger - The Catalyst: How to Change Anyone's Mind Martim Mariano – Dar a volta ao texto Podcasts: Steven Bartlett - The Diary of a CEO #111 – Foco, contexto, profundidade: como furar o ruído no mundo pós-IA – Com Rui Nunes Filmes: A trilogia: O Senhor dos Anéis
Começou uma internacionalização do conflito no Médio Oriente. Com os ataques norte-americanos ao Irão, uma corrente de novas ofensivas lançadas sobre outros países do Golfo teve início. O Irão, bem como as suas frotas, saiu bastante enfraquecido após os ataques. Contudo, vítimas já foram registadas do lado americano também, sendo verificadas mortes em bases no Kuwait. Por onde se pode expandir este conflito e que complicações podem advir das novas tensões militares? Ouça o comentário de Nuno Rogeiro na versão podcast do programa Jogos de Poder, emitido na SIC a 3 de março.Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso compartilhou um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor, no Templo de Salomão (SP), em que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, explicaram o que é ser uma pessoa inteira, ao contrário de ser uma pessoa quebrada. Entenda o que isso quer dizer. Inclusive, confira o programa na íntegra pelo UNIVER Vídeo. Não acredita mais Logo em seguida, um aluno – que não quis se identificar – disse que está divorciado, após 23 anos de casado, e tem dois filhos. Ele saiu do estado em que morava, na Bahia, para se mudar para o Rio de Janeiro. Após alguns meses, ele conheceu outra pessoa e começou a gostar dela, até que os dois resolveram se casar. Contudo, no decorrer do tempo, ele descobriu que essa pessoa não levava uma vida correta, como manter relações com homens casados.Os dois sempre têm discussões, inclusive porque ele percebeu curtidas de homens nas publicações dela. Ele disse que iria embora, mas não sabe o que fazer realmente. A companheira disse que se arrepende e que quer mudar, só que ele não acredita. O aluno comentou que não viu mudanças e perguntou como proceder nessa situação.Está inseguro Ainda hoje, outro aluno comentou que está casado e descobriu, recentemente, uma traição da esposa com um colega de trabalho dela. Os dois conversaram e resolveram dar mais uma chance para o relacionamento. Ela está em período de férias e retornará na semana que vem, e isso o deixa inseguro.O aluno disse que gostaria que ela saísse da empresa, ainda que eles fiquem com uma renda a menos. Ele perguntou se deve ser radical e terminar o relacionamento, já que ela tem demonstrado que o trabalho e a vida dela são mais importantes que a vida a dois do casal, ou se deve confiar e deixar que ela continue no mesmo trabalho.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
TEMPO DE REFLETIR 01691 – 2 de março de 2026 Marcos 10:51 – Perguntou-lhe Jesus: Que queres que Eu te faça? Essa é uma pergunta muito estranha para ser feita a um cego que clama por misericórdia. Você pensaria que Jesus já não sabe o que ele deseja. Além da debilidade física, Bartimeu carregava o pesado fardo do estigma religioso. Vagava a esmo em Jericó, imerso em trevas. Assim, para ele, a pergunta de Jesus parece soar como um novo golpe em uma ferida antiga. “Será que esse Jesus está brincando ou sendo sarcástico?”, poderia ter pensado Bartimeu. Contudo, ele se eleva acima de qualquer melindre e responde seguro, como se realmente cresse que Jesus não soubesse: “Mestre, que eu torne a ver”. Jesus lhe diz: “Vai, a tua fé te salvou” (v. 52). E logo seguiu a Jesus pelo caminho. Segundo um especialista, a recuperação da visão depois do prolongado convívio com as trevas representa uma experiência perturbadora. A pessoa sente dor de cabeça e no estômago, tonteiras e enjoos, além do incômodo da luz. Quem tem essa experiência é quase compelido a pensar que ver não é o que imaginava. Pense agora em Bartimeu. Apertado no meio da multidão, tenta orientar-se com o velho cajado, enquanto a outra mão busca proteger os olhos da luz que o fere. Na hora de voltar para casa, ele não sabe o caminho. Daquele momento em diante, o que iria fazer? Agora ele deve trabalhar, entrar na competição da vida, mas ele não tem nenhuma profissão, não sabe fazer nada. Ainda depende das pessoas, que agora já não o querem ajudar. Em uma palavra, Bartimeu não está bem. Qual é seu problema? Ele pode ver! Ele se sentia seguro nas trevas, mas a visão o desorienta. Você percebe? A visão tem um preço. Podemos, afinal, entender que a pergunta de Jesus não é tão estranha, mas é difícil de ser respondida. Muitos preferem as trevas, porque se sentem seguros e confortáveis na escuridão. Não ver, às vezes, é conveniente. “Que queres que Eu te faça?”, Ele nos pergunta, porque a visão não é imposta. Jesus nos desafia a ver a realidade sobre Deus e sobre nós mesmos, enxergando as distorções que devem ser corrigidas em nossa vida. Você pode responder: “Obrigado, Senhor! Não preciso de nada. Eu não enxergo, mas está tudo bem”. Ou você pode orar agora, como o fez Bartimeu, dizendo: Senhor, eu quero ver. Abre-me os olhos para que eu veja as coisas que tenho evitado por muito tempo. Mestre, eu quero ver, pois só assim posso ser Teu discípulo e contemplar a Ti, que és a luz do mundo. Abre-me os olhos, Senhor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
“A herança” é conto de Machado de Assis (1839-1908) publicado originalmente em abril de 1878, veiculado no Jornal das Famílias. O realismo machadiano aporta o interesse financeiro entre uma tia rica e seus sobrinhos. São dona Venância - a imagem da fortuna - e seus dois sobrinhos, Marcos, 34, o advogado devoto à tia e Emílio, 28, o médico e dândi, constraste de Marcos, pois não a amava. Órfãos e vivendo da herança dos pais, eram muito ligados à dona Venância e o narrador se demora em explicitar a diferença de caráter e de fisionomia de um e outro rapaz. A história é um bom retrato da sociedade oitocentista quando o assunto é família, orfandade, casamento e herança. O narrador apresenta ainda uma terceira sobrinha, Eugênia, 20, que a velha insiste em deixar bem casada, antes de partir desta vida. Contudo, Dona Venância é uma fonte de duas bicas: mel por um lado e vinagre pelo outro. Isso também é destinado aos sobrinhos, pois tratava-os diferente, por seu bel prazer, com seu “gênio original". Um a amava; outro deixava-se por ela amar. Na história sobressaem-se aspectos ambíguos do comportamento humano. Vamos avaliar na história a “disposição para o casamento” e a obrigação ou não, com esse laço social tão recorrente à moda antiga. Para não falar que dona Venância era chata, o narrador definiu como “uma ternura difícil de suportar”. E quando o testamento foi aberto, houve alguma surpresa? O texto que trabalhamos neste episódio está no livro Relíquias da Casa Velha. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Quem dera que você acertasse o tempo todo, mas não é assim que acontece. Como qualquer outra pessoa você erra. E quando a gente erra, o que precisa ser feito?Quem dá essa aula é o Rei Davi. Ouça com atenção as palavras dele registradas no Salmo 51, no verso 1: "Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões."Este salmo não é apenas poético. Ele é profundo e trata de uma das questões mais profundas de nossa existência: o tratamento de nossos erros.Em primeiro lugar, Davi não esconde seu erro, não justifica e não usa meias palavras. Ele sabe que errou e pede por misericórdia.Só que Davi não pede misericórdia a partir de seu currículo como servo. Ele sabe que tudo o que fez não merece qualquer recompensa. Ele confia na bondade de Deus.Por último, Davi pede para que tais erros sejam apagados e eis aqui a grande questão. Apagar os erros não é simplesmente garantir uma "vaga" no céu, mas permitir que a gente recomece. Só Deus pode fazer isso.Davi errou e nós também erramos. Contudo, o que fazemos a partir daí pode ser bem diferente. Davi buscou ao Senhor, pediu perdão e recomeçou, e você? O que tem feito?
Devocional Quaresma Foi um pouco mais para diante e, inclinando-se até ao chão, orava assim: «Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice de amargura. No entanto, não se faça a minha vontade, mas sim a tua.» Mateus 26:39 A leitura de hoje é apenas um versículo. No entanto, estas poucas palavras estão carregadas de emoção. Vemos Jesus sozinho no Jardim do Getsêmani, clamando ao Pai. Na intensidade da emoção, Jesus clama: «Pai, se for possível, afasta de mim este cálice…» Ele está curvado em angústia. Vemos a Sua humanidade. Ele está prestes a enfrentar uma tortura física sem limites. Mas, pior do que isso, Ele sabia que iria passar por um isolamento como nunca antes – quando o Pai viraria o rosto para longe, enquanto Jesus assumia a depravação e o pecado do mundo. E então Ele continua a orar. «Contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua.» Foi um momento em que o humano e o divino se uniram num dos maiores atos de amor e obediência. Aquele que não conhecia o pecado se tornaria pecado para que pudéssemos ser a justiça de Deus. Graça ilimitada. Favor imerecido. Agora não tenho medo da condenação. Jesus, e tudo Nele, é meu. A caminho de casa Qual é a minha resposta à obediência de Jesus a Deus Pai? Qual é a minha resposta à Sua angústia no jardim? Caio de joelhos em adoração diante de um Deus que sabia da jornada dolorosa que tinha pela frente e, mesmo assim, decidiu seguir em frente? Permito que isso se torne uma revelação pessoal para a minha vida? Oração Amado Jesus, não consigo compreender aquele momento no Jardim do Getsêmani. Estavas sozinho na escuridão da noite. Mas isso não era nada comparado com o isolamento que irias experimentar na cruz. No entanto, escolheste seguir em obediência. Demonstraste o Teu amor por uma humanidade sofredora, simplesmente dizendo: «Mas como Tu quiseres» . Curvo-me em adoração. Amém. Neste tempo, abrando o passo. Escolho caminhar com Jesus, mesmo quando o caminho aperta. Escuto o que Ele diz. Observo o que Ele faz. Entrego-Lhe as minhas resistências e os meus medos. Pergunto: onde preciso de parar hoje para caminhar contigo? O que preciso de largar para Te seguir mais de perto?
No programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso iniciaram abordando sobre o tema “redes sociais”. Na oportunidade, eles salientaram que não é novidade para ninguém que isso tem feito muita gente viver na paranoia.Paralelamente a isso, eles compartilharam o pedido de ajuda do aluno Fernando. Ele perguntou sobre o compartilhamento das senhas das redes sociais. O aluno questionou até que ponto devemos ceder a senha ao cônjuge e quais são as vantagens e desvantagens disso.Terapia do AmorFábio contou de que maneira as palestras da Terapia do Amor têm o ajudado. Após relacionamentos fracassados, ele pensou que não poderia mais ser feliz no amor. Ele entendeu que, antes de mais nada, precisava se curar interiormente. Hoje, ele está casado e feliz. Nesse ínterim, outras pessoas também compartilharam suas histórias. Participe você também, todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11)3573-3535.Questão financeira Ainda hoje, outro aluno disse que está curado interiormente e pronto para um novo relacionamento. Ele tem se organizado e feito planejamentos para aumentar a renda. No momento, ele tem observado uma moça que, segundo ele, tem todas as qualidades e princípios que ele busca. Contudo, ele tem uma dúvida: atualmente, trabalha em uma empresa e ganha muito pouco. Com isso, a questão financeira o impediria de se relacionar com essa pessoa, ou os dois poderiam superar isso juntos?Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.
Em mais um ano de eleições gerais, volta à pauta a questão fiscal do governo federal na mídia e no debate político. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o ex-deputado, economista e diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, Marcus Pestana, diz que o Brasil pode ser visto como um copo meio cheio ou meio vazio, porque desde 2014, houve melhorias na área social, novos marcos de investimentos e controle da inflação. Contudo, afirma Pestana, desde então, o país tem desafios fiscais, com déficit recorrente e dívida pública alta. Para o ex-deputado do PSDB, numa equação entre despesa e receita, só há a solução de cortar despesas ou aumentar receitas. O economista também considera que, apesar da relevância, o tema da economia será relegado a segundo plano na corrida eleitoral e substituído por assuntos marginais de forma superficial.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lembram-se das chuvas ácidas? Eram a grande crise ambiental antes do buraco do ozono e também das alterações climáticas. Contudo foi uma crise que resolvemos com tecnologia e cooperação internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa, uma aluna de 40 anos de idade, que está em um relacionamento há 22 anos, perguntou o que precisa fazer para que o marido preste mais atenção ao que ela fala, pois ele não lhe dá a atenção que ela espera. A aluna compartilhou que faz de tudo: é carinhosa e procura estar sempre mais próxima dele. Os dois dormem em camas separadas há muitos anos, situação que ela não aceita. Contudo, ele afirma que isso ocorre por causa de uma bursite e que precisa esticar o braço.Terapia do AmorAinda hoje, confira os benefícios da Terapia do Amor por meio do que as pessoas falam. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Em seguida, Lucejane contou que, há dois anos, o esposo tem brigado com ela por “bobagens”, como, por exemplo, questões relacionadas às redes sociais. Ela chegou a agredi-lo verbalmente, dizendo coisas que o magoaram muito e, por tudo isso, ele tomou a decisão de se separar. Lucejane perguntou aos professores se ainda há solução para o problema, pois o que ela mais deseja é restaurar o casamento.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Depois de 12 anos morando em Portugal, retornamos para o Brasil para visitar. Vivemos momentos inesquecíveis e intensos, reencontramos pessoas que fazem parte da nossa história e conseguimos deixar a saudade para lá um pouquinho. Contudo, claro que fomos com um outro olhar e neste episódio contamos nossas impressões em relação ao Brasil de hoje em relação ao país que deixamos lá em 2014. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode comprar o e-book através deste link!Participe do nosso canal no WhatsApp e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles! TRIPLE TEN: A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA e a melhor opção para quem deseja migrar para uma carreira promissora e deseja trabalhar para empresas de fora, com ambiente internacional.Quer planejar sua carreira tech e a vida no exterior? A consultoria da @tripleten.brasil (avaliada em R$200) está GRÁTIS para você! Tire suas dúvidas com especialistas e descubra seu caminho.
A primeira leitura, do livro de Ben-Sirá, começa com uma afirmação exigente: «Se quiseres guardar os mandamentos… ser fiel depende da tua vontade». Parece colocar sobre nós toda a responsabilidade entre cumprir ou não cumprir. Devemos, certamente, esforçar-nos por viver a lei de Deus. Mas o Novo Testamento recorda que Jesus Cristo não veio abolir a Lei, mas cumpri-la. E isto responde a uma convicção muito instalada em nós: a ideia de que cumprir a lei é doloroso, que custa, e que talvez fôssemos mais livres e felizes se ela não existisse. É uma leitura humana, alimentada pela nossa experiência das leis civis, tantas vezes sentidas como limitações e proibições. Porém, a lei que o Senhor dá não é para nos coagir, prender ou diminuir; é um apoio para vivermos em plenitude. Jesus não proíbe o que nos faz bem; proíbe o que nos faz mal. Até certas prescrições do Antigo Testamento, ligadas às condições de vida no deserto, tinham um intuito de cuidado e de proteção da vida: pense-se, por exemplo, em evitar alimentos facilmente corruptíveis num tempo sem refrigeração, quando a intoxicação podia ser fatal. A lei de Deus, portanto, não tem como objetivo limitar-nos, mas dar-nos vida, e vida em abundância.Contudo, Ben-Sirá diz que ser fiel depende da vontade; e a nossa vontade não é isolada: depende do que sabemos e, sobretudo, do que desejamos. Os profetas anunciaram que Deus não gravaria a sua lei apenas em pedra, mas no coração; e isso cumpre-se em Cristo, que transforma a obediência em desejo e a norma em caminho de liberdade. As mãos e os pés fazem, na verdade, o que o coração deseja. Se faço algo de que não gosto, pesa-me e cansa-me; se faço algo que amo e cujo sentido reconheço, mesmo que custe, faço-o com alegria. Veja-se o exercício físico: é exigente, mas muitos o assumem porque desejam saúde, equilíbrio, disposição. O esforço torna-se habitável quando o fim é bom. Assim também com a lei de Deus: o Senhor dá-nos a graça de desejar as coisas de Deus e a sabedoria de compreender que a sua lei não nos diminui; torna-nos mais livres e abre-nos à plenitude. Seria belo que conseguíssemos olhar a lei desta forma.Por isso Jesus aprofunda os mandamentos. «Ouvistes que foi dito aos antigos: não matarás…». Numa leitura legalista, matar seria apenas tirar a vida com uma arma ou uma faca. Mas Jesus completa: quem se encoleriza contra o irmão, quem o insulta, quem o reduz com palavras, coloca-se já no caminho do julgamento. Não se trata apenas de eliminar fisicamente; também se mata quando se fere a dignidade, quando se rouba a alegria, quando se desfigura o outro com desprezo. E esta lei, aparentemente “mais dura”, é na verdade mais verdadeira, porque revela que o mal feito ao outro repercute-se sobre mim: deformo-me quando ajo mal; edifico-me quando ajo bem. O mal contra a criação, contra a natureza, ou mesmo nos comentários agressivos nas redes, faz mal, mas também me faz mal a mim; nega a graça de Deus. Pelo contrário, quando ajo bem, deixo que a graça me planifique e me construa.Talvez então possamos dizer com verdade: «Feliz o que anda na lei do Senhor». E é importante perguntar com sinceridade: sou realmente mais feliz quando caminho com o Senhor? Se a resposta for difícil, não há escândalo: é ocasião para pensar porquê, para compreender melhor a lei de Deus e confrontar as imagens distorcidas de uma religião feita apenas de obrigações e proibições. Às portas da Quaresma, facilmente reduzimos a fé a um catálogo: «proibido comer carne», «devo fazer isto e aquilo». E pode surgir a tentação de pensar que, sem Deus, viveríamos melhor. Mas o Deus de Jesus Cristo quer dar-nos vida em plenitude. Se não o experimentamos assim, talvez estejamos a seguir ídolos, ou a projetar deformações de Deus que pedem conversão. Hoje desafio-me, e desafio-vos, a olhar a nossa relação com Deus: mais do que preocupar-nos apenas em cumprir mandamentos, peçamos a graça de desejar a beleza e a plenitude de vida que o Senhor quer dar.
O autor Michael Trucano analisa a mutação das desigualdades tecnológicas no ensino, descrevendo a transição de um simples acesso a dispositivos para o domínio de competências digitais. O texto destaca o surgimento da inteligência artificial como um elemento transformador que promete personalizar a aprendizagem, especialmente em contextos de escassez de docentes qualificados. Contudo, surge o alerta para um terceiro abismo digital, onde a tecnologia se torna acessível a todos, mas o acompanhamento humano se torna um privilégio dos mais ricos. Esta nova barreira sugere que, enquanto a IA pode instruir, a presença humana continua a ser o fator insubstituível para a inspiração e motivação dos alunos. O debate central foca-se, assim, no risco de um futuro onde os desfavorecidos dependem apenas de máquinas, perdendo o contacto pedagógico essencial.
Na Escola do Amor Responde de hoje, o professor Renato Cardoso recebeu um casal de convidados especiais, Neuza e o João, que estão casados há cinco meses. Em suma, a história deles é um exemplo que faz com que as pessoas acreditem que o amor é possível, mesmo depois de muitas frustrações, é possível recomeçar, mesmo quando você errou, fracassou lá atrás muitas vezes e estava até desacreditado no amor.Dor e frustraçãoNeuza saiu de um casamento de 12 anos após descobrir uma traição e ficou com a autoestima abalada. João também enfrentou um relacionamento frustrado, entrou em depressão e se sentiu fracassado.Contudo, ambos buscaram a Terapia do Amor em suas cidades e passaram cerca de um ano se reconstruindo, aprendendo a se valorizar e a se posicionar melhor.O recomeço no amorDepois de curados emocionalmente, se conheceram pelo aplicativo “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os participantes da Terapia do Amor. Mesmo morando longe, investiram no relacionamento. Em poucos meses, namoraram, noivaram e se casaram, construindo hoje uma união baseada em diálogo, respeito e maturidade.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A reunião de Conselho de Ministros era o único ponto de agenda oficial do primeiro-ministro. Contudo, no final – e ao contrário do que é habitual –, não houve conferência de imprensa. Luís Montenegro seguiu para Alcácer do Sal, concelho muito afectado pelas cheias e foi no terreno que fez parte do briefing: a linha de crédito para apoio à tesouraria das empresas foi reforçada para mil milhões de euros e o país terá um plano de recuperação e resiliência “exclusivamente português”, um "PTRR". Será a solução para os problemas das pessoas num dia em que o Conselho de Ministros não respondeu às perguntas dos jornalistas e quando, mais uma vez, o debate quinzenal foi adiado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O território de Israel é 60 % desértico e 40 % semiárido. Contudo, a experiência israelense em converter áreas desérticas em terrenos férteis prova que é possível reverter processos desérticos. Segundo Ari Fischer, agrônomo nascido em São Paulo, especialista em agricultura e irrigação, essa experiência pode ser útil para o semiárido nordestino. O agrônomo, que emigrou para Israel há mais de trinta anos, conversou com o jornalista Ivan Godoy sobre as técnicas utilizadas pelos israelenses para desenvolver a agricultura e a pecuária em regiões aparentemente imprestáveis para essas atividades econômicas.
Durante este programa da Escola do Amor Responde, Lídia, de 23 anos, disse que sempre gostou da Terapia do Amor, mas há um bom tempo não participa, pois está fora do Brasil. Ela compartilhou que está muito preocupada porque resolveu terminar o relacionamento com o companheiro de 29 anos de idade, que durou três meses, pois não se sentia muito bem, em decorrência de uma desilusão amorosa do passado e preferia estar sozinha. Contudo, após o término, ela descobriu que estava grávida. Conversou com o rapaz, que disse que não queria filhos e que a amava apenas sem o bebê. O fato é que ele sugeriu a ela o aborto e, desde então, eles não se falaram mais. Ademais, ele salientou que caso Lídia decida ter o bebê, ela terá de criá-lo sozinha. A aluna disse que não pretende abortar e não sabe o que fazer.Terapia do AmorAinda hoje, confira o que as pessoas têm a dizer sobre o que aprenderam durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Na sequência, outra aluna, Regina, contou que está morando com uma pessoa há dois meses. Ela é viúva há sete anos e, agora, segundo a aluna, deu-se uma nova oportunidade na vida. O companheiro é trabalhador e a ajuda; contudo, Regina não conhecia o lado grosso e violento dele. Ademais, ela mexeu no WhatsApp dele e encontrou mensagens dele marcando encontros com outras mulheres. Regina pontuou algumas situações que aconteceram e pediu aos professores ajuda sobre o que fazer, pois gosta dele.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que a extinção dos embargos à execução fiscal em razão da desistência ou da renúncia do contribuinte, para adesão a programa de recuperação fiscal que já inclua honorários advocatícios, não autoriza nova condenação em verba honorária.Segundo o colegiado, a cobrança de honorários adicionais nesses casos configuraria bis in idem, ou seja, dupla punição pelo mesmo fato, já que a verba honorária relativa à cobrança da dívida pública está contemplada no próprio parcelamento.O relator, ministro Gurgel de Faria, destacou que, sob a vigência do Código de Processo Civil de 1973, a jurisprudência admitia a fixação cumulativa de honorários na execução fiscal e nos embargos, respeitado o limite legal. Com base nesse entendimento anterior, as turmas de direito público do STJ passaram a admitir honorários nos embargos mesmo nos casos de adesão a programas de parcelamento, salvo previsão legal em sentido contrário.Contudo, o ministro ressaltou que o CPC de 2015 trouxe regra específica sobre o tema, especialmente no artigo 827, §2º, que prevê apenas a majoração dos honorários já fixados, observando o teto de 20%. Assim, havendo inclusão de honorários no momento da adesão ao programa de recuperação fiscal, a Fazenda Pública não pode exigir nova verba honorária judicialmente.O relator afirmou que o acordo firmado no parcelamento configura verdadeira transação sobre o crédito honorário, impedindo nova cobrança. O colegiado também modulou os efeitos da decisão, preservando os honorários já pagos e não impugnados até 18 de março de 2025.O entendimento foi firmado sob o rito dos recursos repetitivos, no Tema 1.317, e deve ser observado pelos demais tribunais do país, permitindo a retomada dos processos que estavam suspensos aguardando a definição da controvérsia.
A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.
Uma nova fase na carreira de Henrique Avancini e uma grande novidade para o ciclismo brasileiro.A equipe Swift Pro Cycling, que há muitos anos carrega a bandeira verde-amarela no circuito UCI America Tour, ganhou uma bela reformulação com a chegada de um forte patrocinador, a Localiza Meoo (braço de assinatura da locadora).Ao time de estrelas como o campeão nacional Otavio Gonzeli, se juntaram jovens promessas, como Luiz Fernando Bonfim, ciclistas de destaque como Bruno Lemes e Renan do Couto.Contudo, a maior novidade eles guardaram em segredo: a presença do bicampeão mundial de XCM. Junto com Avancini, planos ousados, que incluem um investimento na estrutura da equipe e um calendário internacional mais parrudo.Nesse papo exclusivo com Ana Lidia Borba, Avancini conta sobre seus planos e a motivação de voltar a competir por um time brasileiro.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta da aluna Daiana.Morar sozinha afasta os homens?Ela tem 29 anos, é formada em Direito e mora com os pais. Mas tem planos de ir morar só. Então, relatou que viveu todo esse tempo se dedicando à família e à Obra. No entanto, disse que percebeu que 'parou no tempo' e viu a necessidade de morar num lugar só dela -- e até mesmo ter mais tempo para se dedicar às coisas de Deus.Contudo, a sua maior preocupação é ser uma mulher solteira, morando sozinha e se isso pode causar uma interpretação errada vinda dos homens. Os professores aconselharam a aluna.Em um relacionamento com um homem casadoEm seguida, eles responderam uma pergunta da aluna Lina.Ela contou que superou um casamento que não deu certo. Depois de um ano desta separação, reencontrou uma pessoa pela qual foi apaixonada aos 14 anos de idade. Então, começaram um relacionamento. Só que ele é casado e isso está acabando com ela. Pois eles se amam, mas ele não consegue se separar da esposa.Ciúme descontrolado da ex do maridoPor fim, a aluna Priscila relatou que tem um descontrole emocional muito grande e que a está preocupando. Ela tem 24 anos e o marido, 40. Eles se dão bem. Ele tenta manter a paz, às vezes quer ficar sozinho, contudo ela vai atrás para começar uma briga e depois se arrepende. As discussões são relacionadas ao ciúme que ela tem da ex dele. O marido tem um filho desse relacionamento que sempre liga para o pai do celular da mãe, ou seja da ex-esposa. Isso deixa Priscila muito irritada. Além disso, ela leu um e-mail entre o marido e a ex com conteúdo romântico. A aluna já marcou até uma consulta em um psiquiatra e pediu ajuda sobre o que deve fazer.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No programa de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos que uma das habilidades básicas do amor inteligente é a comunicação eficaz. Na oportunidade, o professor compartilhou um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, em São Paulo, em que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, explicaram o que isso quer dizer. Confira na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Convite especialParticipe, nesta quinta-feira (25), da Terapia do Amor, no Templo de Salomão (SP), excepcionalmente às 18h, com o Partir do Pão. Essa será a última semana do propósito de cortar as raízes negativas.Gastou tudoAinda neste programa, Alex compartilhou que, no serviço em que trabalha, teve acesso ao “mercado financeiro” — em outras palavras, à tentativa de ganhar dinheiro com investimentos — e que isso sempre foi um sonho de criança, mas esse sonho foi se desmoronando cada vez mais, a ponto de afetar a renda familiar, o dinheiro do aluguel e do leite da filha, o que está acabando com o relacionamento dele.Contudo, Alex disse que não está conseguindo se desvencilhar desse problema. A esposa já conversou com ele, mas nada resolve. Inclusive, ele pegou empréstimos no nome dela, com outras pessoas, sem que ela soubesse. Ele perguntou aos professores o que fazer nessa situação. Ademais, Alex comentou que está afastado da igreja.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A aluna Raiane entrou em contato com os professores Renato e Cristiane Cardoso para perguntar se há como salvar um casamento que não tem mais intimidade há cerca de um ano. Segundo a aluna, os dois ainda vivem debaixo do mesmo teto porque têm um filho. Em seguida, outra aluna, Denise, disse que está casada há pouco mais de dois anos. O companheiro tem dois filhos de casamentos diferentes e, com isso, mantém contato com as respectivas mães das crianças. Contudo, o que a incomoda são as atitudes da mãe do filho mais velho, pois ela não perde a oportunidade de querer aparecer.Denise comentou que se controla ao máximo, mas o esposo sabe o quanto isso a incomoda e, por isso, cortou esse modo de agir da ex. A aluna disse que tem ciúmes e pediu uma dica de como agir, pois, tem receio de fazer algo errado e perdê-lo.Ele não quer maisAdemais, Jéssica conheceu um rapaz, começaram a namorar e logo foram morar juntos. Sempre se deram muito bem, mas ele sempre dizia que não a amava como ela o amava. Mesmo assim, eles continuaram. De repente, ele disse que não queria mais nada, mas ela não tem para onde ir e, por isso, ainda moram juntos, porém em quartos separados. Ela continua tentando agradá-lo, e ele disse que não há como permanecerem juntos e que é melhor deixar as coisas acontecerem. Jéssica perguntou aos professores como fazer isso.Terapia do AmorAdemais, Nicole compartilhou como era sua vida amorosa antes de participar das palestras. Confira de que maneira ela abriu os olhos para o amor inteligente.Nesta quinta-feira (18), às 20h, participe da Terapia do Amor especial, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo, com a presença do Bispo Edir Macedo e dona Ester Bezerra, que estão celebrando 54 anos de casados. Na oportunidade, eles irão compartilhar os segredos para um casamento feliz. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante este programa, os professores Renato e Cristiane Cardoso desmistificaram mais um mito muito comum: amor à primeira vista. Na ocasião, eles abordaram amplamente o assunto com os alunos. Inclusive, compartilharam um estudo da Universidade de Chicago que comprova que isso, de fato, não existe, mas sim a atração no primeiro momento. Eles também falaram sobre os riscos de acreditar em amor à primeira vista. Ademais, o casal contou como foi o primeiro encontro deles.Não o respeitaEm seguida, o aluno Paulo disse que a namorada não o respeita, mesmo dando tudo a ela, principalmente, atenção e carinho. Contudo, ela só o maltrata e o xinga. Quando eles saem, ela gosta de usar roupas curtas e, com isso, chama a atenção dos outros homens. Ele não sabe o que fazer e pediu ajuda dos professores.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, o professor Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra recente em que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, falaram com profundidade sobre “as raízes da traição”, ou seja, por que as pessoas traem. Confira na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Brincando com sentimentosNa sequência, a aluna Flávia disse que gosta muito de um rapaz do seu trabalho. Antes, os dois sempre brincavam com o pessoal da empresa, dizendo que eles eram um casal, mas, passado um tempo, as brincadeiras fizeram com que ela gostasse dele realmente. Com isso, ela sempre se arrumava e gostava de receber elogios dele. Porém, ela acabou descobrindo que ele teve um encontro com uma ex-colega de trabalho.Flávia se sentiu mal com isso, pois já havia dito que gostava dele. Então, ela ficou sem falar com o colega, mas acabaram fazendo as pazes. Os dois conversam, trocam mensagens e, de vez em quando, ele diz que gosta dela. Contudo, novamente, ela se iludiu, pois descobriu que ele ficou com outra colega do trabalho. A aluna perguntou como fazer para tirar de dentro dela esse sentimento por alguém que só está brincando com ela.Terapia do AmorNesta quinta-feira (18), às 20h, participe da Terapia do Amor especial, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo, com o Bispo Edir Macedo e a dona Ester Bezerra, que estão celebrando 54 anos de casados. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Ela começou a nadar com apenas dois anos, competiu pela primeira vez aos sete e, ainda adolescente, ingressou no Sport Club Corinthians Paulista, onde se firmou como fundista. Passou depois por alguns outros clubes, destacando-se nas provas de 800m e 1.500m. Em 2005, foi incentivada por seu técnico, que mais tarde se tornaria seu marido, a estrear na Travessia dos Fortes. Venceu não apenas o medo de nadar no mar, mas também a competição, inaugurando o que seria uma nova oportunidade de permanecer na natação e testar seu potencial nas maratonas aquáticas. A partir dali, o potencial se transformou em resultados. Em 2006, conquistou duas pratas no Campeonato Mundial de Águas Abertas. No Pan do Rio de Janeiro, em 2007, levou a prata nos 10 km; em 2008, estreou nos Jogos Olímpicos de Pequim, terminando em sétimo lugar; e, em 2009, viveu uma temporada histórica ao vencer nove das onze etapas do circuito mundial, conquistando a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas. No mesmo ano, garantiu o bronze no Mundial de Esportes Aquáticos, tornando-se a primeira nadadora brasileira a conquistar uma medalha na história da competição. Em 2011, nos Jogos Pan-Americanos, levou a prata e, no Mundial de 2013, alcançou o ápice com ouro nos 10 km, prata nos 5 km e bronze na prova por equipes. Em 2016, nos Jogos do Rio, conquistou o bronze na prova dos 10 km da maratona aquática, tornando-se a primeira brasileira a ganhar uma medalha olímpica na natação. Encerrou a carreira em 2017, ano do lançamento de sua biografia, e logo depois iniciou uma nova fase: junto com o marido, criou uma assessoria de natação em águas abertas e uma travessia que leva seu nome. Em 2021, fundou seu Instituto e, desde 2020, trabalha na agência VEGA Sports. Contudo, sua conquista mais festejada veio em 2021, com o nascimento de Lucca. Conosco de volta aqui, a ex-nadadora dona de uma história marcada por conquistas, reinvenção e legado, eleita a melhor nadadora de águas abertas do mundo em duas ocasiões, integrante do Hall da Fama Internacional da Maratona Aquática, comentarista da TV Globo, ícone da natação brasileira e triatleta em desenvolvimento, a paulistana Poliana Okimoto Cintra. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Em uma história surpreendente, daquelas que apenas o próprio Deus poderia escrever, Maria recebe, por meio de um anjo, a notícia de que, sendo ela virgem, daria à luz ao Filho de Deus e Filho de Davi. A princípio, percebemos nela um coração já submisso à vontade do Senhor, mas ainda não alegre. Contudo, ao visitar sua prima Isabel, Maria é encorajada e passa a se regozijar nas grandes coisas que Deus estava fazendo por ela, entoando seu cântico que conhecemos como Magnificat. O que mudou? Maria recebeu um novo olhar sobre ela mesma, sobre Deus e sobre o mundo. Reconheceu sua necessidade de um Salvador e, sob a perspectiva divina, percebeu o cumprimento de todas as profecias dos antigos no fruto de seu ventre. Mesmo sem compreender as circunstâncias, Maria transbordou em adoração, pois entendeu que Jesus transforma tudo. Da mesma maneira, em Cristo somos chamados a olhar para nós, para Deus, para o mundo e para as circunstâncias com esperança, lembrando que por Ele fomos transportados de um reino de trevas para a Luz. Sejamos propagadores dessa notícia tão maravilhosa: Cristo mudou tudo! #FAMILIADOSQUECREEM #SERIECRISTONOSSAESPERANÇA Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Durante o programa, uma aluna – que não quis se identificar – contou que conheceu o pai de sua filha pelo Facebook, quando ele ainda era casado com uma moça com quem também tinha filhos. Ele a deixou para ficar com ela. Segundo a aluna, ela engravidou em seguida e, então, descobriu que, na verdade, ele era uma pessoa irresponsável e insensível.A aluna relatou que acabou se separando, pois percebeu que ele estava fazendo com ela o mesmo que fazia com a ex. Além disso, disse que ele acabou se casando com outra mulher, inclusive aquela com quem ele mantinha conversas — embora jurasse que não.A aluna sofre por achar que ninguém vai querê-la. Ela se considera feia após o nascimento do bebê e acredita que ninguém vai querer alguém com as marcas do nascimento de uma criança de outro relacionamento.Histórias semelhantesNa sequência, Sônia pediu ajuda. Ela está casada há 24 anos e tem dois filhos; a mais velha vai completar 20 anos de idade. No ano passado, o marido foi acusado de estupro, porém tudo foi resolvido. No entanto, agora, ao olhar o celular dele, ela viu muitas coisas de que não gostou, como pornografia, e se sentiu traída. Sônia disse que, em alguns momentos, pensa em se separar e perguntou como deve agir diante dessa situação.Outra aluna, Daniele, comentou que lutou pelo marido e pelo casamento por 18 anos, mesmo com ele dentro de uma penitenciária. Ela acreditava que o seu amor pudesse reintegrá-lo à sociedade. Contudo, após receber a liberdade, ele foi preso novamente por um roubo seguido de tentativa de estupro. Inclusive, o episódio foi noticiado em canais de televisão e rádio. Segundo ela, foi uma verdadeira vergonha para ela e para os filhos. Isso fez com que Daniele se sentisse morta como mulher e como ser humano.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos, onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso compartilhou o trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor que ele e a esposa, Cristiane Cardoso, realizaram no Templo de Salomão, em São Paulo. Na oportunidade, eles falaram sobre as pessoas que acham que o amor está fugindo ou que são elas que estão fugindo dele. Confira na íntegra pelo Univer Vídeo.Terapia do AmorParticipe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Pensa em se separarNa sequência, um aluno de 38 anos, que não quis se identificar, disse que está casado há um ano com uma mulher de 37 anos. Acontece que, todos os dias, ele pensa em se separar devido às brigas e desentendimentos entre eles. Não tem sido fácil a comunicação entre o casal; inclusive, a esposa o cobra por carinho e afeto. O aluno reconhece que realmente não tem dado o que ela tem pedido. Contudo, ele acredita que tudo venha sendo consequência, pois ela reclama de tudo.Ele disse que a esposa é uma pessoa muito batalhadora e criou a filha sozinha, mas tem percebido que vem sendo deixado um pouco de lado em relação à criação da menina. Ademais, os dois quase não têm relações íntimas. Por fim, ele disse que os indícios já vinham sendo mostrados durante o namoro e, mesmo assim, decidiu se casar com ela.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos, onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Jonas disse que ele e a companheira convivem há oito anos. Contudo, ela saiu de casa e afirmou que não quer mais morar com ele. Segundo ela, não confia mais nele porque, ao mexer no celular de Jonas enquanto ele dormia, encontrou fotos do Instagram que ele vinha curtindo e comentando.A companheira está muito triste com a situação e disse que quer ficar sozinha. O aluno pediu perdão, disse que errou, que gosta dela e que é fiel, independentemente dos problemas pessoais que tem. Jonas perguntou se deve correr atrás e chamá-la para sair ou simplesmente deixá-la de lado e seguir sua vida. Ele sabe que já cometeu erros dos quais se arrepende e quer se redimir.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, saiba mais sobre o “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor que foram beneficiados por ele. Para mais informações, acesse terapiadoamor.tv.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Ramón disse aos professores Renato e Cristiane Cardoso que troca olhares com uma menina da igreja dele já faz tempo. Quando ele olha para a jovem, sente algo bom dentro dele. O aluno confessou que queria se aproximar dela, mas não sabe como.Não sabe o que fazerAinda durante o programa de hoje, uma aluna que não quis se identificar disse que sempre se dedicou à Obra de Deus, sendo que o ex-marido é apóstolo e ela, bispa. Contudo, ele caiu no mundo das drogas e do adultério por diversas vezes. Ela se cansou e saiu de casa. Ademais, a aluna comentou que está se divorciando e, inclusive, está com outra pessoa. Acontece que o ex-marido falou que se arrependeu e a família dela alertou que, se ela voltar, o ex-companheiro poderá perder o interesse nela novamente.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Logo no início do programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso responderam a uma pergunta muito comum que chega até eles: sexo antes do casamento.Na ocasião, Diego, de 18 anos, contou que namora há quase um ano e meio com uma jovem da mesma idade. Os dois sempre acompanham a Terapia do Amor. Contudo, há algum tempo, despertou neles um grande apetite sexual. Eles decidiram se guardar para o casamento, mas têm medo de que algo aconteça antes disso.Além disso, Diego disse que eles planejaram casar daqui a dois anos, mas ele tem receio de não resistir à namorada e também a outras mulheres pelas quais se sente tentado. Ele perguntou se os dois devem ou não ter relação sexual antes do casamento.Em seguida, os apresentadores também leram o pedido de ajuda da aluna Tati. Ela contou que está em um namoro recente, mas o namorado está preocupado sobre como lidar com a vontade de ter relação sexual. Os dois não querem fazer nada antes do casamento e, por isso, ela perguntou como devem agir para se manterem firmes na fé em Deus.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Renato e Cristiane Cardoso compartilharam o pedido de ajuda da aluna Cleia. Ela disse que o companheiro, com quem vive há 21 anos, afirmou que não quer se casar com ela. Ele diz que ainda não chegou a hora e que, além disso, ela não é a mulher com quem ele quer se casar. Cleia disse que não aguenta mais.Dúvida sobre tatuagemEm outro momento, Cinthia contou que está namorando há um ano e que eles não têm problemas; são felizes. Os dois decidiram se casar e, em seguida, começaram as brigas, pois ela tem uma tatuagem do antigo namorado. O noivo quer que ela faça outra por cima para cobrir a tatuagem. Só que, agora que ela é da fé, sabe que fazer tatuagens não é o certo. Contudo, quando diz isso a ele, ele responde que é porque ela ainda sente algo pelo ex — o que não é verdade. Cinthia perguntou o que fazer.Terapia do Amor Ademais, participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, ministraram no Templo de Salomão, em São Paulo. Na ocasião, eles falaram sobre algo que afetou a vida deles e que nenhum outro casal deixa de cometer também: focar nos erros do outro. Acompanhe essa e outras palestras pelo Univer Vídeo.Não quer perder a famíliaEm seguida, um aluno disse que está enfrentando um problema muito grande no casamento. Ele está com a esposa há 16 anos, mas durante todo esse tempo não foi correto com ela: a traiu, mentiu, humilhou e comprometeu parte da vida financeira da família. Há quatro anos, ele está desempregado.Há dois anos, ele percebeu que estava errado e tentou mudar, inclusive indo às palestras da Terapia do Amor. Contudo, as coisas só têm piorado. Recentemente, ele descobriu que, há cinco meses, a esposa manteve um relacionamento extraconjugal por quase sete meses. Inclusive, pelas coisas que têm acontecido, ele acredita que ela ainda esteja com essa outra pessoa.Atualmente, eles estão separados, mas ainda moram na mesma casa por causa da filha pequena. O aluno confessou que não sabe o que fazer e que, infelizmente, ainda não tem o Espírito Santo. Ele disse que não sabe se Deus quer que continue lutando pela família ou se deve desistir.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Uma aluna que não quis se identificar entrou em contato com a Escola do Amor Responde para pedir ajuda. Ela se separou do esposo há um ano. Os dois foram casados por 10 anos, até que a relação se tornou insustentável. Agora, ela está namorando outro homem e eles estão se dando bem. Ela gostaria de apresentar o relacionamento na igreja e realizar o casamento religioso. Contudo, a aluna não quer casar no civil para não perder a pensão que recebe do ex-marido. Ela perguntou se está agindo certo.Ainda neste programa, outra aluna, que também não foi identificada, disse que está vivendo um relacionamento confuso, pois a pessoa afirma amá-la, mas não se separa da esposa. Ela comentou que não sabe mais o que fazer, se está agindo corretamente e se esse relacionamento tem algum futuro. A aluna pediu orientação sobre o que fazer.Convite especialNesta quinta-feira (20), participe da Hora dos Solteiros, a partir das 18h, na Esplanada do Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Se você é solteiro, aproveite essa oportunidade para investir de forma significativa na sua vida amorosa.Em seguida, às 20h, esteja presente também na palestra da Terapia do Amor. Para consultar outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Inclusive, não perca a série de palestras “Cortando as Raízes Ruins”, uma sequência de encontros destinados a ajudar casais e solteiros a reconhecerem as raízes mais profundas de seus desafios amorosos e a reconstruírem sua relação com o amor.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa de hoje, a aluna Rosane, de 42 anos, disse que esqueceu de procurar alguém. Ela comentou ainda que nunca apareceu ninguém com quem pudesse se relacionar e, com isso, acabou deixando de ir em busca de um companheiro. A aluna disse que sabe que a salvação é sua prioridade, mas, mesmo assim, sente falta de alguém para compartilhar a vida. Na oportunidade, Renato e Cristiane Cardoso falaram amplamente sobre o assunto.Convite especialNesta quinta-feira (20), participe da Hora dos Solteiros, a partir das 18h, na Esplanada do Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Se você é solteiro, aproveite essa oportunidade para investir de forma significativa na sua vida amorosa.Em seguida, às 20h, esteja presente também na palestra da Terapia do Amor. Para consultar outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Não perca, inclusive, a série de palestras “Cortando as Raízes Ruins”, uma sequência de encontros destinada a ajudar casais e solteiros a reconhecerem as raízes mais profundas de seus desafios amorosos e a reconstruírem sua relação com o amor.Problemas sériosEm seguida, Marina, de 29 anos, disse que o noivo tem 44. Os dois estão juntos há quatro anos e, logo no primeiro ano de relacionamento, ela descobriu que ele tinha o vício da pornografia. Ela já tentou conversar várias vezes sobre o assunto, mas ele afirma que não faz mais isso. Marina comentou que, inclusive, fez com que ele se desfizesse do computador.Contudo, agora ele possui televisão a cabo com canais adultos. O noivo negou, mas ela descobriu. Além disso, ele não quis dar a senha a Marina, alegando que, quando se casarem, ela vai querer controlar a vida dele.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes