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A reeleição de Carlos Vila Nova à primeira volta, com 55,94%, representa mais do que a continuidade na Presidência de São Tomé e Príncipe. Para o analista Olívio Diogo, o resultado traduz uma derrota política de Patrício Trovoada, fragiliza a liderança do ADI e abre caminho para uma reconfiguração do panorama partidário, num contexto marcado pela elevada abstenção e pelo desafio de restaurar a confiança nas instituições. RFI: Que leitura faz desta vitória de Carlos Vila Nova e do significado político deste resultado? Olívio Diogo: É preciso dizer que a primeira coisa de que se fala, quando se comenta esta eleição presidencial, é dar um grande parabéns ao povo são-tomense. O povo são-tomense mostrou, mais uma vez, de forma inequívoca, que é uma população que, apesar das dificuldades que enfrenta, é muito pacífica na forma como encara os resultados eleitorais. Foi, como disse e como manifestou a comunidade internacional, uma eleição que decorreu de forma transparente, livre e completamente pacífica. Este é o primeiro aspecto que devemos retirar destes resultados eleitorais. Este resultado revela claramente que o Presidente Carlos Vila Nova não foi avaliado eleitoralmente pelo seu mandato. O que aconteceu foi, sim, uma manifestação clara contra o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada, que indicou Nito d'Abreu como o seu candidato. A população disse claramente não a esse candidato. Disse claramente não à atitude e à posição de Patrício Trovoada em relação ao partido e ao país, nomeadamente ao seu constante afastamento do país e ao discurso que tem vindo a fazer. A população aproveitou esta eleição para manifestar o seu descontentamento relativamente a essa situação. Esta é uma derrota para o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada? Exactamente. Esta é uma derrota clara e inequívoca para Patrício Trovoada. A população que foi às urnas foi dizer-lhe claramente que esta é uma derrota política para ele. Nito d'Abreu é um candidato que não é do ADI, mas sim um candidato pessoal de Patrício Trovoada. Foi ele quem o indicou, sem consultar o partido, sem ouvir os órgãos competentes e sem permitir que o partido pudesse avaliar essa candidatura. Foi uma aposta exclusivamente sua e essa aposta saiu derrotada. Consequentemente, esta foi também uma derrota clara para Patrício Trovoada nestas eleições. O apoio de Patrício Trovoada a Nito d'Abreu pesou na derrota do candidato da ADI, o partido sai politicamente fragilizado? O partido sai muito fragilizado destas eleições. E a actual direcção do partido sai completamente fragilizada. É preciso dizer que este resultado vem reforçar a posição de Américo Ramos, que tem vindo a desenvolver todas as acções necessárias para assumir a direcção do partido. Ele sai bastante reforçado. Com este resultado eleitoral, Américo Ramos passa a ter todas as condições para assumir a liderança do partido, porque não acredito que o ADI continue a aceitar uma governação feita a partir do exterior, como Patrício Trovoada tem feito até agora. Ele encontra-se fora do país e continua a dirigir o partido. Isto não pode continuar. O partido não tem sustentabilidade nestas condições. É assim que estas eleições ficam marcadas: Carlos Vila Nova conquista um novo mandato e, simultaneamente, o ADI, sob a liderança de Patrício Trovoada, sai mais fragilizado. Penso que chegou o momento de as pessoas dizerem claramente que o ADI precisa de uma nova direcção, de uma nova liderança, de uma nova perspectiva e de uma nova metodologia de trabalho para o futuro. Será que, até Setembro, às próximas eleições, o ADI tem tempo para repensar e até mesmo reestruturar o partido? Não, essa reestruturação já tem vindo a ser desencadeada. É preciso perceber uma coisa: o Patrício Trovoada continua a ser presidente do partido, mas não está no país. Ele não foi obrigado a sair nem pediu asilo político; saiu por sua livre vontade. Ainda assim, pretende continuar a conduzir o partido para as eleições a partir do exterior. Neste momento, o presidente do partido praticamente abandonou a sua presença no país, continuando, no entanto, a dirigir o ADI a partir de fora. Esta forma de governação do partido, que considero uma situação de ingovernabilidade, leva naturalmente a um reajuste da estrutura partidária e da própria liderança. É preciso dizer também que muitos militantes do ADI que apoiavam Patrício Trovoada sentiram-se lesados pelo facto de ele ter escolhido Nito d'Abreu, uma personalidade sem trajectória política relevante e sem experiência significativa na administração pública, para candidato à Presidência da República. Esse factor também contribuiu para que este resultado eleitoral se verificasse. É preciso também falar da questão da abstenção. Temos de ser muito claros relativamente a esse aspecto. Há dois ou três fatores que podem explicar a elevada abstenção nestas eleições; O primeiro tem naturalmente a ver com a imigração. Muitas pessoas que emigraram continuam inscritas nos cadernos eleitorais. Como sabe, esta foi a primeira eleição em que não houve um processo tradicional de inscrição eleitoral. A actualização foi feita automaticamente com base nos dados do registo civil. Assim, todos os cidadãos que já tinham completado 18 anos passaram automaticamente a integrar os cadernos eleitorais e a poder exercer o seu direito de voto. Este aspeto é importante porque muitas das pessoas emigradas ainda não actualizaram os seus dados, permanecendo inscritas, embora já não residam no país. Outro factor importante é o facto de muitas pessoas, neste momento, não se identificarem com os políticos do país. Cada vez mais se verifica um afastamento entre os cidadãos e a classe política. Isso ficou também evidente nestas eleições. As pessoas deixaram de acreditar na forma como os políticos actuam e encontraram na abstenção uma forma de manifestar esse descontentamento. Foi isso que também aconteceu. Esta reduzida afluência às urnas pode retirar força política à vitória de Carlos Vila Nova? Não creio que isso não lhe retire força política. Não lhe retira força política por uma razão muito simples: a partir do momento em que é eleito Presidente da República, passa a exercer todas as funções que a Constituição lhe atribui. Foi eleito Presidente da República e, independentemente da taxa de abstenção, exercerá plenamente essas funções. Portanto, a abstenção não lhe retira legitimidade nem força política. Contudo, deve levá-lo a reflectir sobre aquilo que foi a sua actuação durante os últimos cinco anos. A sua governação pode, efectivamente, ter contribuído para que uma parte significativa do eleitorado optasse pela abstenção. Que desafios mais urgentes esperam agora Carlos Vila Nova neste segundo mandato, tanto no plano interno como nas relações internacionais? O primeiro desafio que Carlos Vila Nova tem, no meu entender, é perceber rapidamente que a sua eleição aconteceu ontem. Todas as alianças políticas que fez com os outros partidos para efeitos da sua candidatura terminaram com o acto eleitoral. A partir do momento em que tomar posse, vai ser o Presidente de todos os são-tomenses. Todos os cidadãos devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua opção política. Esse é o primeiro grande desafio. O segundo desafio prende-se com as relações bilaterais do país. As nossas relações internacionais têm estado bastante fragilizadas ao longo dos últimos tempos, sobretudo com países como Angola, Portugal e outros parceiros estratégicos. É importante que Carlos Vila Nova encontre mecanismos para reforçar essas relações, porque, como sabemos, São Tomé e Príncipe é um país insular, sem ligações terrestres a qualquer outro Estado. Por isso, é fundamental fortalecer as relações bilaterais com os nossos parceiros internacionais, para que delas resultem benefícios concretos para o desenvolvimento do país e para a melhoria das condições de vida da população. Outro grande desafio para Carlos Vila Nova vai ser transmitir uma imagem de tranquilidade e de unidade nacional. Durante esta campanha eleitoral assistiu-se à divulgação de mensagens marcadas pelo ódio, pela raiva e até por intenções de vingança. Tudo isso deve agora ser ultrapassado. Somos todos são-tomenses e aquilo que todos desejamos é que o nosso país continue a melhorar, para que todos possam viver felizes nesta terra, que é um verdadeiro paraíso. Falava da campanha, marcada por crispação política, por boicotes e também por desinformação. Que sinais considera importantes observar nos próximos dias para avaliar a estabilidade política e institucional de São Tomé e Príncipe? É verdade que houve boicotes e, como referi, esses boicotes podem estar relacionados com os níveis de abstenção. Trata-se de manifestações de descontentamento por parte da população, que não devem ser ignoradas. O Presidente da República terá de encontrar um espaço de diálogo apropriado para transmitir uma mensagem clara aos cidadãos, restaurando a confiança nas instituições políticas, nos partidos e na própria Presidência da República. Esse será também um passo importante para reforçar a estabilidade política e institucional do país. Esta eleição pode representar o fim de um ciclo político e dar início a uma nova configuração do poder em São Tomé e Príncipe? Sim, naturalmente. Aquilo que aconteceu nestas eleições aponta para uma nova configuração do mosaico político e eleitoral em São Tomé e Príncipe. Neste momento, temos o MCI, partido liderado por Delfim Neves, que, na minha perspectiva, saiu politicamente reforçado. O candidato apoiado por este partido obteve um desempenho superior ao que muitos esperavam. É importante recordar que a candidatura de Carlos Vila Nova contou com o apoio de várias forças políticas e que, no próprio ADI, muitos dirigentes e militantes não apoiaram de forma clara a candidatura de Nito d'Abreu. Poucos foram os que manifestaram um apoio efectivo ao candidato, o que também é reflexo do trabalho político desenvolvido pelo MCI e pelos restantes partidos que apoiaram Carlos Vila Nova. Por outro lado, partidos como o MLSTP/PSD, o MDFM e outras forças políticas terão agora de fazer uma avaliação profunda da sua situação política. O MLSTP/PSD, como sabemos, atravessa também um momento de fragilidade, muito por causa da indefinição demonstrada ao longo deste processo eleitoral. Espera-se que consiga redefinir a sua posição e preparar-se para os próximos desafios políticos. Quanto ao ADI, a grande questão passa por saber que caminho vai seguir. Não sei se conseguirá renovar a sua liderança com Américo Ramos ou se continuará sob a direcção de Patrício Trovoada, que sofreu uma derrota política muito significativa nestas eleições. Se Patrício Trovoada continuar a liderar o partido, considero que será muito difícil evitar uma nova derrota nas próximas eleições legislativas.
A vida da igreja necessita de alguma estrutura para que haja ordem, organização e planejamento. Contudo, as estruturas são relativas e podem mudar conforme as circunstâncias. A essência, porém, não pode ser perdida. Por isso, precisamos nos perguntar constantemente: por que fazemos o que fazemos? Podemos estar envolvidos em muitas atividades, reuniões e responsabilidades e, ainda assim, nos afastarmos daquilo que realmente deve mover a nossa vida.Quando Jesus viu as multidões, compadeceu-se delas porque estavam aflitas e exaustas, como ovelhas que não tinham pastor.¹ Esse olhar de Jesus revela a essência do cuidado com as pessoas. Ele não agia apenas para cumprir uma tarefa, mas porque era profundamente movido por amor. Da mesma maneira, o chamado para ser e fazer discípulos não deve ser cumprido por obrigação, pressão ou ativismo, mas como resposta ao amor de Deus derramado em nosso coração.²Ao longo da caminhada, podemos nos cansar, desanimar ou nos frustrar quando as pessoas não correspondem como esperávamos. A própria Palavra nos orienta a não nos cansarmos de fazer o bem.³ Entretanto, os resultados não podem determinar se continuaremos amando e servindo. Fazemos o que fazemos porque fomos conquistados por Cristo e porque o Seu amor nos constrange a não vivermos mais para nós mesmos, mas para Aquele que morreu e ressuscitou por nós.⁴Discipular alguém não significa controlar sua vida, tomar decisões em seu lugar ou tentar realizar o trabalho que pertence ao Espírito Santo. Nosso papel é cooperar com Deus na formação de Cristo naquela pessoa, apontando-a para Jesus e ensinando-a a guardar Sua palavra.⁵ Isso exige tempo, disposição para ouvir, oração e cuidado. Muitas vezes não teremos respostas imediatas, mas podemos conduzir a pessoa para perto do Senhor e confiar na ação do Espírito Santo.Todos nós recebemos algo de Deus que pode ser repartido. Fomos chamados das trevas para a Sua maravilhosa luz com o propósito de proclamar as virtudes daquele que nos chamou.⁶ Talvez consideremos pequeno aquilo que sabemos ou vivemos, mas, nas mãos do Senhor, até uma palavra simples pode sustentar e transformar uma vida. Deus não procura somente pessoas muito qualificadas; Ele procura pessoas disponíveis. Cada discípulo pode cuidar de alguém, começando pelos de dentro da própria casa, e também alcançando aqueles que o Senhor coloca ao seu redor.Esse chamado não é um convite ao ativismo nem uma lei que produz condenação. É um chamado para nos aproximarmos do Senhor e permitirmos que o Seu amor governe nossas motivações. Amar o Senhor se manifesta principalmente em guardar os Seus mandamentos, não como uma imposição exterior, mas como resposta de amor e relacionamento com Ele.⁷Primeiro somos chamados a ser discípulos e, então, a fazer discípulos. Jesus ordenou que Seus discípulos fossem e fizessem discípulos de todas as nações, ensinando-os a guardar tudo o que Ele havia ordenado.⁵ Porque fomos amados, podemos amar; porque fomos alcançados, podemos cooperar para que outros também sejam alcançados. O amor entre os discípulos é uma expressão pela qual o mundo reconhece que pertencemos a Jesus.⁸ Essa é a essência que deve nos mover todos os dias, até que o Senhor venha.Perguntas para reflexão:Tenho compreendido por que faço aquilo que faço como filho de Deus ou apenas sigo uma estrutura e cumpro atividades?Ao cuidar de pessoas, tenho sido movido pelo amor de Cristo ou pela obrigação, pela cobrança e pela expectativa de resultados?Tenho procurado cooperar com a ação do Espírito Santo na vida das pessoas ou tenho tentado controlar suas decisões e produzir mudanças por minha própria força e influência?Quais pessoas Deus colocou ao meu redor para que eu as ame, ouça, sirva, ensine e ajude a se aproximarem de Cristo?¹ Mt 9.36² Rm 5.5³ Gl 6.9⁴ 2Co 5.14-15⁵ Mt 28.18-20⁶ 1Pe 2.9⁷ Jo 14.15,21⁸ Jo 13.35
Na semana passada, refletimos sobre o valor e o significado que a palavra «Deus» tem na nossa vida. Hoje, essa mesma palavra convida-nos a pensar no Reino de Deus e a compreender que a conversão a Jesus consiste, precisamente, em acolher em nós a dinâmica do seu reinado.Converter-se não é apenas mudar alguns comportamentos exteriores. É aprender a viver segundo a lógica de Deus, deixando que a sua graça transforme os nossos critérios, os nossos afetos e as nossas escolhas. Mas, para que isso aconteça, é necessário desejar a conversão, querê-la verdadeiramente e deixar que esse desejo se inscreva no coração.Podem impressionar-nos os grandes monumentos, as manifestações religiosas, os templos, os rituais ou as obras grandiosas realizadas ao longo da história por homens e mulheres de fé. Tudo isso pode despertar em nós o desejo de Deus. Contudo, se ficarmos apenas pela aparência, permaneceremos muito longe do essencial.A fé bíblica ensina-nos que Deus está presente no mundo e se dá a conhecer através da sua Palavra. Sem olhos e coração educados pela escuta, pela meditação e pela graça, podemos não reconhecer os sinais de Deus e até interpretar de modo errado as próprias manifestações religiosas.O povo de Israel conheceu, no Egito, uma religião imponente: templos grandiosos, rituais organizados e sinais visíveis de poder. Ainda hoje permanecem monumentos dessa civilização, como as pirâmides. Mas uma religião que se limita ao esplendor exterior corre o risco de permanecer epidérmica: impressiona os sentidos, mas não converte o coração.Para entrar verdadeiramente em nós, Deus dá-nos a sua Palavra. A semente lançada no coração é a Palavra que desperta o desejo de uma vida nova, segundo a beleza, a verdade e a bondade que Deus nos revela. O Senhor, porém, não pode mostrar-nos essa beleza se não nos demorarmos a escutá-lo.Escutar a Palavra exige que convoquemos tudo aquilo que somos: a inteligência, a memória, a experiência e a vontade. O conhecimento começa muitas vezes por uma pergunta: o que significa isto? Porque acontece assim? Onde está Deus nesta situação? Depois procuramos compreender, reunimos informação, escutamos, refletimos e formamos uma convicção.Mas o conhecimento autêntico não pode ficar reduzido a uma mera opinião. Aquilo que reconhecemos como verdadeiro deve gerar uma decisão, uma prática e uma mudança de vida. No campo da fé, essa aprendizagem chama-se conversão. Não basta saber; é preciso escolher e agir em conformidade.Por isso, o cristão não deve ter medo das perguntas. A fé não elimina a inquietação; orienta-a. Podemos interrogar Deus diante da morte, da doença, da injustiça ou da catástrofe. Podemos até reclamar com Ele, como fazemos com os amigos. A Sagrada Escritura está cheia dessas perguntas. O importante é não fechar o coração, mas continuar a escutar, a discernir e a procurar o que o Senhor nos ensina.Quando acolhemos a dinâmica do Reino, tornamo-nos mais comprometidos, mais compassivos e mais pacientes. Compreendemos que a realidade não é simplesmente branca ou preta. O trigo e o joio crescem juntos no mundo e também dentro de nós. Nem tudo o que é imperfeito deve ser arrancado imediatamente, porque, na ânsia de eliminar o joio, podemos destruir também o trigo.Esta consciência torna-nos misericordiosos connosco próprios e com os outros. Aprendemos a respeitar os tempos de crescimento, a confiar na ação de Deus e a colaborar com a sua graça. O Reino de Deus já está entre nós, não porque tudo seja perfeito, mas porque a verdade, a beleza e a bondade já começam a acontecer.Alimentados pela Palavra e fortalecidos pela graça, recebemos a coragem para nos comprometermos, com esperança, na construção de um mundo mais humano, mais justo e mais fraterno.
Uma aluna, de 24 anos, escreveu aos professores Renato e Cristiane Cardoso para dizer que gostou muito do livro Casamento Blindado, mas que enfrenta um sério problema no casamento há vários anos. O esposo não gosta de ter relações íntimas, mantendo intimidade apenas a cada quinze dias, o que a estressa. A aluna já conversou sobre o assunto, mas ele não se importa e diz que ela tem que respeitar a vontade dele. Inclusive, afirma que, talvez, quando ela estiver mais malhada, isso mude.Nesse ínterim, a aluna disse que não tem mais o mesmo corpo de antes. Aliás, ela é mãe de dois meninos. Ela confessou que já pensou em besteiras, até em traí-lo. Por fim, a aluna perguntou o que deve fazer.Lutar ou não lutarPosteriormente, outra aluna pediu a ajuda dos professores. Ela disse que está casada há dez anos e sempre lutou para manter o relacionamento. Contudo, na última briga, decidiu dar um basta, pois a vida que ele queria era regada a baladas e drogas. A aluna comentou que está confusa e perdida e quer saber se deve lutar ou não pelo casamento.Terapia do AmorSaiba como pessoas venceram os traumas do passado e, sobretudo, aprenderam a praticar o amor inteligente. Você também precisa de ajuda na vida amorosa? Participe das palestras da Terapia do Amor realizadas todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O governo chinês está a levar a cabo uma reestruturação drástica do ensino superior, eliminando mais de 12 000 cursos considerados obsoletos para dar lugar a novas licenciaturas focadas em inteligência artificial e robótica. Esta estratégia de cariz centralizado visa combater o desemprego jovem e alinhar a formação académica com as necessidades tecnológicas e económicas imediatas do país. Enquanto áreas como artes e humanidades perdem espaço por serem vistas como automatizáveis, surgem formações de elite em inteligência incorporada para suprir lacunas no mercado de trabalho. Contudo, especialistas alertam para os riscos desta substituição rápida, sugerindo que a flexibilidade curricular seria mais eficaz do que a simples alteração de rótulos académicos. O cenário serve de reflexão para o contexto europeu, onde o foco tem sido a integração transversal de competências digitais em vez da extinção em massa de disciplinas tradicionais.
Andar em um transporte lotado, quem gosta?Certamente isso é uma das piores sensações. É claustrofóbico. Você tem que disputar o lugar para colocar o pé ou um espaço mínimo para poder se segurar.Espaços lotados não são acolhedores. A sensação de ter que disputar uma vaga deixa qualquer um inquieto e chateado. Tem gente que prefere não participar quando o ambiente está assim.Veja o que diz o Salmo 84 no verso 3: "O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes, perto dos teus altares, Senhor dos Exércitos, Rei meu e Deus meu!"O salmista fala que a casa de Deus é um lugar ótimo, que todo mundo quer estar lá. Contudo, não é um espaço de disputa. Sempre tem espaço para abraçar mais pessoas.E mesmo tendo mais e mais pessoas, Deus consegue nos fazer sentir únicos. É tanto amor que sobra!Quem encontra um lugar de acolhimento junto a Deus aprende que não precisa reservar lugar, porque todos os lugares são especiais e sempre há espaço para mais pessoas.Que seu relacionamento com Deus seja traduzido por esse lugar único e acolhedor.
Luís Rosa, especialista em justiça, e o advogado Miguel Matias analisam o caso e consideram que Luís Neves foi imprudente. Contudo, descartam, por agora, indícios de crime ou de benefícios indevidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante este programa, Renato e Cristiane Cardoso falaram sobre o artigo de uma pesquisa com mais de 300 casais que se envolveram em algum tipo de traição e que aponta os seis lugares mais comuns onde os casos de traição acontecem. Na oportunidade, eles apontaram quais foram esses lugares e, sobretudo, comentaram sobre cada um deles.É possível?Na sequência, a aluna Paola disse que é crente desde o berço. Acontece que ela se separou do marido, pois foi conquistada por um irmão e pastor de sua igreja. Ela tem dois filhos do primeiro relacionamento e está sofrendo muito, pois, logo após o novo casamento, começaram as brigas, e ele está fazendo com que ela sofra demais. Além disso, há muito ciúme, ofensas e xingamentos por parte dele. Além disso, qualquer briga é motivo para ele ir para a casa da mãe dele.Paola não sabe o que fazer. Segundo a aluna, ela caiu em si e percebeu a gravidade do que fez, arrependendo-se muito. Contudo, como já está casada, não sabe como proceder. Ela tem lutado para que o casamento dê certo. A aluna sabe que as desconfianças por parte dele decorrem de tudo o que aconteceu. Paola pediu ajuda e perguntou se Deus pode perdoá-la e abençoá-la neste segundo relacionamento ou se o divórcio é a melhor escolha.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
"Quem despreza o dia dos pequenos começos? O Senhor se alegra ao ver a obra começar.” — Zacarias 4.10 (VLC)Grandes resultados costumam chamar atenção, mas quase sempre começam com passos discretos. Uma construção não surge pronta. Ela avança por etapas, e cada pequena parte realizada corretamente contribui para o resultado final.Podemos desanimar quando nosso progresso parece pequeno. Uma oração curta, uma mudança de hábito, uma conversa de reconciliação ou alguns minutos de estudo podem parecer insuficientes. Contudo, Deus não despreza começos simples. Ele vê a direção e a fidelidade presentes neles.O desejo de fazer algo grandioso pode nos impedir de fazer o que é possível hoje. A maturidade entende que constância vale mais que intensidade ocasional. Pequenas escolhas repetidas formam caráter, fortalecem relacionamentos e constroem uma vida estável.Para colocar em práticaIdentifique um pequeno passo que você pode dar ainda hoje. Não espere condições perfeitas. Comece com o tempo, a força e os recursos que possui. Celebre o avanço sem comparar sua jornada com a de outras pessoas.OraçãoDeus, ajuda-me a valorizar os pequenos começos. Dá-me fidelidade para realizar bem o que está diante de mim e perseverança para continuar construindo. Amém.
Durante o programa Escola do Amor Responde de hoje, os professores compartilharam com os alunos que a inteligência para a carreira, e outras áreas da vida, não significa necessariamente inteligência na vida amorosa. Nesse ínterim, Ana, estudante de direito, disse que conheceu virtualmente um rapaz do Paquistão. Eles começaram um relacionamento. Ele diz que a ama muito e ela, por sua vez, realmente se apaixonou. Contudo, há muitos problemas entre eles. O rapaz oscila entre ser carinhoso e grosseiro. Ana não tem liberdade para fazer perguntas a ele.Além disso, ele tem o costume de terminar o relacionamento, e Ana precisa ir atrás dele, humilhando-se e implorando. A aluna tem sofrido com isso e fica sem dormir. Ela disse que ele se tornou um verdadeiro vício, do qual ela não consegue se libertar. A aluna relatou diversas situações, inclusive o fato de que ele tem pedido que ela envie fotos e vídeos em que apareça nua. Ela tem negado, mas já atendeu a alguns pedidos.Terapia do AmorQuer se curar dos traumas do passado e se preparar para viver o amor inteligente? Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Renato e Cristiane Cardoso iniciaram o programa de hoje compartilhando com os alunos que, segundo uma autora americana, é que o segredo para um casamento feliz é tentar dizer ‘sim, tudo bem' mais vezes para o seu cônjuge. Nesse sentido, o casal blindando abordou amplamente o assunto. Objetivos de vidaNa sequência, a aluna Gabriela, de 26 anos, que está casada há quatro anos com um homem de 30 anos, contou que, há pouco tempo, vem buscando uma transformação pessoal e gostaria de crescer espiritualmente e evoluir profissionalmente.Atualmente, ela faz faculdade e tem buscado crescimento e amadurecimento. Contudo, o marido não. Além disso, eles não estão na mesma sintonia. Segundo Gabriela, ela está em outra sintonia, o que a entristece muito. Ela perguntou o que fazer diante dessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
O segundo dia da visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Síria ficou marcado por uma dupla explosão nas imediações do hotel onde estava hospedado. Apesar do incidente, o programa oficial decorreu sem alterações, incluindo a realização do fórum empresarial franco-sírio. Macron tornou-se o primeiro líder de um grande país da União Europeia a deslocar-se à Síria desde o início da reaproximação diplomática entre Paris e Damasco. Para além da dimensão política, a visita evidencia também um forte interesse económico: a França procura assegurar uma posição de destaque no futuro mercado da reconstrução síria, estimado em mais de 216 mil milhões de dólares. João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, em Portugal, considera que esta visita, marcada por uma forte componente económica, traduz igualmente o compromisso diplomático da França e, em sentido mais amplo, da Europa para com a Síria. O Presidente francês tornou-se o primeiro líder de um grande país da União Europeia a deslocar-se à Síria. Qual é a importância desta visita? A visita de Emmanuel Macron à Síria assinala um importante compromisso diplomático, desde logo por parte da França. A intenção passa por envolver também a Europa neste compromisso com o novo Governo sírio, promovendo a estabilidade regional e criando condições para uma maior abertura à cooperação económica e à reconstrução do país. Ao mesmo tempo, esta visita pode ser entendida como um gesto simbólico de reforço da legitimidade e da liderança do actual Presidente sírio. Este segundo dia da visita de Emmanuel Macron a Damasco ficou marcado por duas explosões, que fizeram vários feridos. Estes acontecimentos demonstram que a Síria continua a enfrentar graves problemas de segurança? Sem dúvida. A segurança interna continua a ser uma enorme preocupação na Síria. Ainda não existem muitos detalhes sobre estas explosões, mas tudo indica que possam ter tido também uma dimensão simbólica. Contudo, o principal desafio continua a ser a presença do Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, que mantém capacidade para desestabilizar o país e fragilizar os seus alicerces de segurança. Este episódio demonstra igualmente que Damasco continua a ser um ponto vulnerável, o que representa uma preocupação permanente para as actuais autoridades sírias. No passado mês de Março, peritos da ONU afirmavam que o país continua a enfrentar desafios no caminho para uma governação inclusiva e para o Estado de direito. Em que ponto se encontra actualmente a Síria? Se a Síria pretende alcançar uma verdadeira normalização diplomática com a Europa e, eventualmente, com os Estados Unidos, terá de apresentar garantias credíveis por parte das autoridades de Damasco. Essas garantias passam, sobretudo, pelo respeito pelos direitos humanos, pelo funcionamento da justiça e pelo fortalecimento do Estado de direito. São precisamente estas questões que continuam a alimentar as reservas de muitos sectores europeus e norte-americanos relativamente ao restabelecimento pleno das relações diplomáticas. Ainda há muito trabalho a fazer a nível interno antes que esse progresso possa reflectir-se positivamente nas relações da Síria com os países que pretendem apoiar a sua reconstrução. Essa falta de garantias continua também a dividir os países europeus? Sim. No seio da Europa continuam a existir posições muito diferentes. Há quem não acredite que um antigo dirigente ligado a grupos classificados internacionalmente como terroristas tenha alterado verdadeiramente o seu percurso e possa hoje assumir-se como um factor de estabilidade interna e regional. Essa desconfiança mantém-se e continua a influenciar o debate político europeu. Muitos consideram que as mudanças não podem ser avaliadas apenas pelas declarações das novas autoridades e que será necessário tempo para comprovar a sua consistência. A França parece acreditar mais nessa evolução. Emmanuel Macron afirmou que pretende reforçar a cooperação económica e apoiar a reconstrução do país, fazendo-se acompanhar por representantes de várias empresas francesas, nomeadamente CMA CGM e ToltalEnergies. Que oportunidades oferece actualmente a Síria aos interesses franceses? A Síria oferece um potencial significativo para o desenvolvimento de relações económicas e comerciais. No entanto, esse potencial só poderá concretizar-se plenamente se a situação interna evoluir para um cenário de maior estabilidade. É precisamente esse o argumento utilizado pelos sectores que se opõem a esta aproximação: consideram prematuro investir, enquanto persistirem dúvidas sobre a segurança e a evolução política do país. Essa oposição existe também em França e reflecte igualmente as reservas que continuam presentes noutros países europeus. Que impacto poderá ter a participação francesa na reconstrução de sectores como o turismo, a agricultura, a indústria, a energia ou as obras públicas? Naturalmente que Emmanuel Macron não avançou para esta missão sem ter presente essa dimensão económica. A reconstrução da Síria representa uma oportunidade importante para empresas francesas em vários sectores estratégicos. Ao mesmo tempo, Macron enfrenta dificuldades políticas internas e procura também afirmar a influência internacional da França. Esta aproximação à Síria permite-lhe reforçar o papel francês na região, mas também procurar benefícios económicos para o país. Trata-se, por isso, de um desafio simultaneamente diplomático, económico e político. Nesta visita, com uma forte componente económica, são esperados acordos com empresas francesas, incluindo nos sectores dos transportes, da energia e da aviação. Emmanuel Macron procurou antecipar-se ao encontro entre o Presidente sírio e o Presidente dos Estados Unidos? Em parte, sim. A visita de Emmanuel Macron reforça um processo que já vinha sendo desenvolvido através da reabertura de canais diplomáticos com Damasco. Os Estados Unidos continuam cautelosos relativamente à situação de segurança e às garantias políticas oferecidas pelas novas autoridades sírias. Ainda assim, esta iniciativa francesa poderá abrir caminho a um maior envolvimento norte-americano, sobretudo numa altura em que Washington já admitiu aliviar ou levantar parte das sanções impostas à Síria. Para os Estados Unidos, esta poderá também representar uma oportunidade para reforçar a sua influência no Médio Oriente, numa estratégia que já tem sido visível através do aprofundamento das relações com vários países do Golfo. Julgo que Donald Trump tenderá a privilegiar uma lógica de custo-benefício e, nesse contexto, poderá considerar que uma aproximação à Síria serve os interesses estratégicos norte-americanos. Nesse sentido, os Estados Unidos parecem estar, por agora, a acompanhar uma dinâmica que foi iniciada sobretudo pelos europeus. E nomeadamente pela França... Exactamente. A França está, neste momento, a assumir a dianteira desse processo de reaproximação diplomática.
Na madrugada de 11 de Agosto de 2025, uma tempestade de intensidade excepcional atingiu Cabo Verde, provocando oito mortos e um rasto de destruição nas ilhas de São Vicente, Santo Antão e São Nicolau. Quase um ano depois, as marcas da tragédia continuam bem visíveis. Raquel Melício perdeu toda a exploração agrícola e tenta recomeçar a actividade. Já Elídio Gomes da Luz viu o táxi ser arrastado para o mar e continua à espera da indemnização. Duas histórias que ilustram o impacto humano dos fenómenos meteorológicos extremos num dos países mais vulneráveis às alterações climáticas. Há quase um ano, Cabo Verde foi palco de uma das mais graves tragédias provocadas por condições meteorológicas extremas da sua história recente. Na madrugada de 11 de Agosto de 2025, as ilhas de São Vicente, Santo Antão e São Nicolau foram atingidas por chuvas torrenciais que deixaram um rasto de destruição, provocaram oito mortos e alteraram profundamente a vida de centenas de famílias. Em São Vicente, caíram cerca de 163 milímetros de chuva em apenas uma hora, o equivalente a cerca de 81,5% da precipitação média anual da ilha. A violência da tempestade destruiu habitações, arrastou viaturas, danificou estradas e devastou explorações agrícolas, evidenciando a crescente vulnerabilidade do arquipélago aos fenómenos meteorológicos extremos. "O mais importante era estarmos vivos" Entre as pessoas afectadas está Raquel Melício, antiga profissional de saúde que, meses antes da tragédia, tinha decidido dedicar-se à agricultura. O projecto familiar incluía a produção de tomate e papaia , um investimento construído ao longo de vários meses de trabalho. Naquela noite, Raquel, o marido e os filhos permaneceram dentro de casa enquanto a tempestade se intensificava. "Começámos a ouvir um barulho estranho. Havia relâmpagos constantes e percebíamos que muita coisa estava a cair. Estávamos em pânico. A certa altura, o meu marido disse apenas: 'Raquel, vamos rezar, porque já não temos mais nada para fazer'." Pouco depois, a água começou a invadir a habitação "vi a água entrar pela porta. Lá fora já tinha cerca de um metro de altura e começou a passar pelas fissuras. Ficámos aterrorizados. Não sabíamos o que fazer." Raquel recorda que quando amanheceu, conseguiu finalmente sair de casa e o primeiro sentimento foi de alívio. "Nem pensei no que tinha sido destruído. A única coisa que senti foi que estava viva. Olhámos uns para os outros e dissemos: 'Ainda bem que estamos vivos'. Um investimento perdido numa única noite A força da chuva e do vento destruiu a exploração agrícola. Três estufas foram arrasadas, cerca de 600 plantas de papaia desapareceram, o poço que abastecia a exploração ficou coberto por cinco metros de lama e toda a vedação caiu. "Foi um momento de terror", confessa Quase um ano depois, a reconstrução avança lentamente. Nas estufas começam novamente a crescer tomates e morangos, enquanto os primeiros produtos já voltam a chegar aos clientes. Apesar da recuperação gradual, todo o investimento está a ser suportado exclusivamente pela família. "Estamos a reconstruir devagar, pouco a pouco, aproveitando os materiais que conseguimos recuperar. A agricultura não tem seguros. Estamos a reconstruir com as nossas poupanças." Para Raquel, recuperar da tragédia exigiu muito mais do que recursos financeiros. "No início é preciso ter muita força de vontade e muita resiliência. É um choque enorme. Mas também sabemos que, se ficarmos parados, nada muda." A tempestade deixou igualmente um receio permanente sempre que se aproxima o mês de Agosto. "Hoje penso duas vezes antes de fazer novos investimentos. O meu marido mostrou-me equipamentos agrícolas, mas eu disse-lhe para esperarmos primeiro que Agosto passe." A exploração aposta na agricultura hidropónica, um sistema que permite reutilizar a água através de um circuito fechado, reduzindo significativamente o consumo de um recurso escasso em Cabo Verde. Contudo, este modelo implica novos desafios. "Temos de investir num gerador. Se faltar a electricidade, podemos perder toda a produção." Um táxi levado pelo mar Também Elídio Gomes da Luz viu a sua vida mudar naquela madrugada. Taxista em Mindelo, perdeu uma das viaturas que garantia o sustento da família. Na véspera da tempestade, tinha regressado da ilha de Santo Antão sem qualquer indicação de que se aproximava um fenómeno daquela dimensão. Um dos seus automóveis ficou estacionado junto a uma bomba de combustível. Durante a noite, a chuva transformou completamente a cidade e ao amanhecer, encontrou um cenário devastador. "As pessoas diziam que mais abaixo estava tudo destruído. Fui a pé procurar o carro. O carro foi parar ao mar. Não foi só o meu. Quase todos os carros que estavam estacionados naquele local foram arrastados." Apesar da dimensão dos prejuízos, Elídio afirma que nunca conseguiu recuperar financeiramente.Segundo explica, a seguradora recusou assumir os danos, considerando tratar-se de um fenómeno natural. Quanto ao apoio prometido pelo Governo, continua à espera. "Disseram que iam ajudar. Algumas pessoas receberam apoio, mas quem teve perda total, como eu, até hoje não recebeu nada." Alterações climáticas agravam vulnerabilidade Cabo Verde continua entre os pequenos Estados insulares mais expostos aos efeitos das alterações climáticas. A irregularidade da precipitação, associada ao aumento da frequência e intensidade dos fenómenos meteorológicos extremos, coloca desafios crescentes à agricultura, às infra-estruturas e à economia local. As histórias de Raquel Melício e de Elídio Gomes da Luz ilustram a realidade vivida por muitas famílias cabo-verdianas: perderam praticamente tudo numa única noite, mas continuam a reconstruir as suas vidas com os próprios recursos, enfrentando um futuro marcado pela incerteza e pela ameaça de novas tempestades.
Onde se explora a potencial obsolescência do artigo científico como unidade fundamental de validação do conhecimento, impulsionada pela pressão crescente da inteligência artificial generativa. Os autores discutem como a automatização da escrita e da revisão por pares está a saturar o sistema atual, sugerindo uma transição para formatos digitais interativos e legíveis por máquinas. Esta evolução visa separar a divulgação de resultados brutos da narrativa interpretativa, promovendo uma ciência mais conectada e verificável. Contudo, alerta-se para o risco de a delegação da escrita a algoritmos prejudicar o trabalho cognitivo essencial que ocorre durante a redação humana. Por fim, o conteúdo sublinha a importância de adaptar a literacia científica nas escolas, preparando os alunos para avaliar criticamente fontes num cenário de produção automatizada.
Um possível duelo entre extrema-direita e esquerda radical nas eleições de 2027 reacende o debate sobre normalização do lepenismo e falsas equivalências. Thomás Zicman de Barros, analista político Falta menos de um ano para a eleição presidencial francesa de 2027, e o tema ocupa cada vez mais o noticiário do país. O curioso é que, apesar disso, ninguém sabe ainda exatamente quem serão os principais candidatos. Nesse mar de incertezas, uma hipótese aparece cada vez mais nas conversas políticas: um segundo turno entre o Rassemblement National (Reunião Nacional), partido de extrema direita de Marine Le Pen, e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical francesa. A primeira grande incógnita está justamente na extrema direita. Nesta terça-feira, 7 de julho, Marine Le Pen aguarda uma decisão da Justiça que pode definir se ela poderá disputar a presidência pela quarta vez. Acusada de desvio de recursos públicos no caso dos assistentes parlamentares fantasma no Parlamento Europeu, ela foi condenada à inelegibilidade em primeira instância e corre o risco de ver a sentença confirmada. Essa incerteza, porém, é apenas parcial. Um possível impedimento de Le Pen não reduziria necessariamente a força do seu partido nem seu favoritismo para chegar ao segundo turno. A própria Le Pen já indicou que, se ficar fora da disputa, será substituída por Jordan Bardella, o jovem presidente do partido. É verdade que, apesar de carismático e popular nas redes sociais, Bardella tem menos experiência e robustez política do que Le Pen, há quem diga que, se fosse eleito presidente, Marine seria sua “tutora”. Mas o fato é que nunca antes a extrema direita francesa começou uma corrida presidencial tão forte nas pesquisas, independentemente do candidato. A questão é que outro político que tem aparecido bem nas sondagens surge justamente do lado oposto do espectro político: Jean-Luc Mélenchon. O líder da esquerda dita "radical" já aparece em condições de disputar uma vaga no segundo turno – uma hipótese reforçada pelo fato de que, historicamente, suas candidaturas acabaram sendo subestimadas pelas pesquisas. Esquerda dividida O resto da esquerda francesa continua dividida. Socialistas, ecologistas e comunistas discutem alternativas. Muitos gostariam de superar Mélenchon. Mas, hoje, ele é o único candidato claramente colocado nesse campo político. Já iniciou sua campanha com um comício reunindo dezenas de milhares de pessoas em Saint-Denis, cidade da periferia de Paris governada por Baly Bagayoko, popular prefeito de seu partido. Mélenchon tem uma militância organizada e um programa definido que tem pautado boa parte do debate à esquerda. Mesmo adversários reconhecem a força de uma campanha até agora sem falhas. Nesse cenário, enquanto o campo macronista tenta encontrar um sucessor – muitas vezes com dificuldade para defender o próprio legado de dez anos de Emmanuel Macron –, cresce a possibilidade que muitos no mainstream dizem temer: uma disputa direta entre a extrema direita e Mélenchon. E começa a surgir na França um discurso que os brasileiros infelizmente conhecem bem: a ideia de que estaríamos diante de uma “escolha muito difícil”. A frase parece apenas expressar uma rejeição aos "extremos". E é verdade que tanto o partido de Le Pen quanto o movimento de Mélenchon se apresentam como “antissistema” e costumam ser classificados como “populistas”. Contudo, a força desse discurso, que constrói uma simetria entre os dois e apresenta a eleição como uma escolha entre polos igualmente perigosos, revela uma transformação preocupante da política francesa. Há dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. De um lado, o Rassemblement National vive há mais de quinze anos um processo de normalização. Desde que assumiu o partido fundado por seu pai, Marine Le Pen tentou apagar a imagem extremista da antiga Frente Nacional. Mudou o nome, suavizou o discurso e buscou apresentar a extrema direita como uma alternativa comum de governo. Mesmo o antissemitismo histórico do partido foi escondido debaixo do tapete, com a instrumentalização do apoio a Israel. Como já indiquei aqui no passado, essa normalização também acompanha uma transformação do ambiente midiático francês, cada vez mais dominado pelos temas e pelo vocabulário da própria extrema direita, sobretudo em torno da imigração, da identidade nacional e da segurança. Do outro lado, Mélenchon passa pelo movimento inverso: uma crescente demonização. Seu estilo confrontacional, sua estratégia política e algumas de suas posições são criticadas inclusive dentro da esquerda. Mas o problema começa quando essas críticas, e a falsa equivalência que produzem, nos fazem perder de vista o abismo que separa Mélenchon da extrema direita. Falsa equivalência Uma coisa é contestar instituições defendendo mais redistribuição econômica, participação popular e reconhecimento de desigualdades historicamente ignoradas. Outra é construir um projeto político baseado na oposição entre nacionais e estrangeiros e na ideia de que parte da população representa uma ameaça à identidade do país. Aliás, parte do incômodo provocado por Mélenchon vem justamente do fato de ele tocar em temas que a França muitas vezes prefere evitar: desigualdades sociais profundas, discriminações e racismo estrutural. Já a extrema direita responde frequentemente a essas tensões reforçando as próprias divisões que as produzem. A França já foi vista como um exemplo a ser seguido. Quando a extrema direita estava às portas do poder no Brasil, lembrava-se que, nas três vezes em que ela chegou ao segundo turno na França – em 2002, 2017 e 2022 – houve a formação de uma “frente republicana” para barrá-la. Mas há uma diferença importante: nessas três ocasiões, a extrema direita enfrentava candidatos vindos da direita ou do centro, Jacques Chirac em 2002 e Emmanuel Macron nas duas últimas eleições. O que se vê agora é como, quando a alternativa à extrema direita surge da esquerda, sobretudo em um ambiente de normalização de ideias reacionárias, crescem as hesitações, os discursos sobre “escolhas muito difíceis” e até aqueles que defendem que a frente republicana deveria ser feita contra a esquerda – apresentada como o verdadeiro perigo. Ainda faltam vários meses para as eleições francesas, e o espírito resistente deste país ainda pode despertar. Mas, diante da degradação do debate público, temos motivos para nos preocupar.
O Evangelho deste domingo parece particularmente oportuno para o tempo que estamos a viver. O calor intenso, as noites mal dormidas, o cansaço acumulado e até a preocupação causada pelos incêndios fazem-nos compreender melhor o convite de Jesus: «Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.» Contudo, logo a seguir, Jesus acrescenta algo que, à primeira vista, parece contraditório: «Tomai sobre vós o meu jugo.» O jugo é, precisamente, o instrumento colocado sobre os animais para transportarem cargas. Como pode o Senhor prometer descanso e, ao mesmo tempo, pedir que tomemos um jugo? A imagem é profundamente esclarecedora. O jugo não serve apenas para suportar um peso; serve para o transportar da forma mais adequada, permitindo alcançar o maior resultado com o menor esforço. O jugo de Cristo não elimina as exigências da vida, mas ensina-nos a vivê-las de modo diferente: com a leveza de quem sabe que é amado incondicionalmente por Deus. Descansar, no sentido cristão, não significa simplesmente interromper a atividade. Descansar é reencontrar a nossa verdadeira humanidade. O descanso diário, semanal ou anual existe para nos retemperar, para recuperarmos a qualidade de vida a que somos chamados como filhos de Deus. É um tempo de harmonização interior, em que procuramos reconciliar aquilo que desejamos, aquilo que sentimos, aquilo que sabemos e aquilo que somos chamados a fazer. Por isso compreendemos melhor a primeira parte do Evangelho, quando Jesus louva o Pai por revelar estas verdades aos pequeninos. A vida de fé nasce da consciência de que precisamos de Deus. Conhecemo-Lo não porque acumulamos teorias ou leituras, mas porque nos deixamos amar por Ele. O verdadeiro conhecimento de Deus nasce da experiência do seu amor. Também a segunda leitura, da Carta aos Romanos, ilumina esta realidade. São Paulo distingue entre as obras da carne e as obras do Espírito. Muitas vezes reduzimos as «obras da carne» apenas aos pecados ligados à sexualidade. Mas Paulo fala de algo muito mais profundo: viver segundo a carne é viver dominado pela autossuficiência, pela arrogância, pela inveja e pelo fechamento sobre si mesmo. Quando estamos demasiado cheios de nós próprios, já não há espaço para Deus nem para os outros. Acabamos por nos destruir a nós mesmos. Viver segundo o Espírito significa deixar que a nossa vida seja animada pelo amor de Deus. As tarefas podem ser exatamente as mesmas, mas a forma de as realizar muda completamente. Já não nos colocamos no centro; deixamos que seja Deus o centro da nossa existência. É esta a paz anunciada pela profecia de Zacarias. O Messias entra humildemente, montado num jumentinho, e destrói os carros de combate e os arcos da guerra. A paz que Deus oferece não elimina todas as dificuldades da vida, mas transforma a maneira como as enfrentamos. Sabemos que Deus está verdadeiramente presente quando a paz habita as nossas comunidades, quando nos respeitamos, quando reconhecemos em cada pessoa não apenas um indivíduo ou um crente, mas um filho amado de Deus. Se vivermos com esta consciência, procurando agir segundo o Espírito, construiremos comunidades mais humanas, mais fraternas e mais pacíficas. Então compreenderemos o verdadeiro sentido do descanso de que Jesus fala. As ondas de calor poderão continuar, as dificuldades não desaparecerão, mas haverá dentro de nós e entre nós uma paz que nos permitirá viver tudo isso de maneira diferente, sustentados pelo amor de Deus.
Pnde se analisa a ascensão disruptiva da LiveModeTV no mercado mediático português, destacando como um canal de YouTube gratuito quebrou recordes de audiência durante o Mundial de 2026. A plataforma utiliza um modelo de negócio verticalizado, integrando a gestão de direitos desportivos com a transmissão direta para captar o público jovem que se afastou da televisão linear. O projeto conta com o investimento de Cristiano Ronaldo e baseia-se numa comunicação informal, sustentando-se financeiramente através de publicidade nativa em vez de subscrições pagas. Contudo, este sucesso gerou uma disputa legal com a ERC, uma vez que os operadores tradicionais contestam a falta de regulação e as vantagens competitivas do streaming digital. Em última análise, as fontes exploram a transição para novos formatos de consumo, questionando se a televisão convencional conseguirá coexistir com estas plataformas emergentes.
Devocional do dia 04/07/2026 com o tema: Santas conjunções! Dizem que a Língua Portuguesa está entre os idiomas mais difíceis de serem aprendidos, uma vez que a sua gramática é bastante complexa. E é mesmo. Porém, no estudo da Palavra de Deus, muitas vezes a seguinte expressão soa em minha mente: santa conjunção adversativa! Não é incomum que, seguidas de palavras de juízo, as benditas conjunções sejam verbalizadas: mas, todavia, contudo, senão, entretanto, porém, no entanto, não obstante. LEITURA BÍBLICA: Oseias 1.8-11 Contudo, o número dos israelitas ainda será como a areia da praia, que não se pode medir nem contar. No lugar onde se dizia a eles: Vocês não são o meu povo, eles serão chamados filhos do Deus vivo (Os 1.10).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Devocional Filipenses Portanto, meus queridos irmãos, de quem tenho tantas saudades, vocês que são a minha alegria e o meu prémio, continuem assim firmes no Senhor. Filipenses 4.1 Há gente que aprendemos a amar vendo a obra de Deus nas suas vidas. A alegria é redobrada quando por benesse divina somos envolvidos nesse projecto. É claro que a saudade aperta sempre que nos vemos privados de um convívio próximo. Contudo, a distância geográfica jamais belisca o afecto fraternal, nem sequer tolda as memórias do trilho percorrido em comum. São, aliás, estas que, tantas e tantas vezes, nos colocam um sorriso nos lábios e um brilho emocionado nos olhos. Tais recordações, além de nos fazerem um bem danado à alma, impelem-nos a perseverar na senda da imitação de Cristo. E é esse nobre alvo que nos leva a insistir com os nossos irmãos de jornada espiritual para continuarem “firmes no Senhor.” Só n'Ele é possível resistir a toda a sorte de falácias perpetradas pelo inimigo. Perseveremos, assim, no amor de Jesus, estimulando-nos mutuamente às boas obras. - Jónatas Figueiredo
“Por isso, assim diz o Senhor Deus: ponho em Sião uma pedra, uma pedra provada, uma preciosa pedra angular, um fundamento seguro. Aquele que confia não agirá com desespero.” — Isaías 28.16 (VLC)Existem fundamentos que parecem fortes enquanto tudo está funcionando. Dinheiro, reconhecimento, saúde, relacionamentos e planos podem oferecer certa sensação de segurança. Contudo, todos eles são limitados e sujeitos a mudanças. Quando ocupam o lugar de fundamento, a vida inteira passa a depender de coisas que não podemos controlar.Isaías anuncia uma pedra provada, preciosa e segura. No Novo Testamento, essa imagem aponta para Cristo. Jesus não é apenas alguém que acrescentamos à construção; ele é o fundamento sobre o qual tudo precisa ser organizado. Quando Cristo ocupa o centro, nossas demais áreas encontram seu lugar correto.Confiar nesse fundamento não significa viver sem perguntas ou dificuldades. Significa não ser governado pelo desespero. A pessoa que confia em Deus pode atravessar incertezas sem perder completamente a direção. Ela sabe que as circunstâncias mudam, mas o caráter do Senhor permanece.Para colocar em práticaPergunte a si mesmo: o que mais ameaça minha paz quando parece instável? A resposta pode revelar onde você tem buscado segurança. Entregue essa área a Deus e reafirme sua confiança em Cristo. Tudo aquilo que é importante deve ser cuidado, mas somente Jesus pode sustentar o peso da vida inteira.OraçãoJesus, sê o centro e o fundamento da minha vida. Livra-me de construir minha segurança sobre coisas passageiras e ensina-me a descansar em teu caráter. Amém.
O Postal de hoje é muito pessoal. É um exercício que o Luís Osório faz a partir de uma pergunta feita pelo filho mais velho. Contudo, é mais um Postal, principalmente acerca de nós que o ouvimos e não acerca dele.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mundo ocidental estava fascinado pela matemática, por René Descartes e pela Revolução Científica. Acreditava-se que a razão pura poderia explicar todo o universo, enquanto a história, as tradições e os mitos antigos eram descartados como meras superstições do passado. Contudo, em 1725, o filósofo italiano Giambattista Vico propôs uma ideia revolucionária em sua obra "A Nova Ciência": aplicar o rigor analítico não apenas à natureza, mas ao próprio desenvolvimento das sociedades humanas. Neste vídeo, a Brasil Paralelo investiga a fundo o pensamento de Vico, um autor que compreendeu a história não como uma linha reta de progresso contínuo, mas através da teoria dos ciclos (corsi e ricorsi). Para o filósofo, a humanidade atravessa invariavelmente três fases: a Idade dos Deuses (marcada pela imaginação e religião), a Idade dos Heróis (dominada pelas virtudes guerreiras e pela honra) e, por fim, a Idade dos Homens (o apogeu da democracia, das leis racionais e do comércio).
No programa de hoje, os professores iniciaram com o relato de Paula, de 26 anos, que compartilhou o impacto do livro Namoro Blindado. Paula contou que teve uma adolescência marcada por um relacionamento em que se entregou emocionalmente, o que terminou de forma dolorosa e deixou traumas. Por causa disso, passou quase seis anos sem se envolver com ninguém, recusando novos relacionamentos por sentir que ainda não estava preparada.Contudo, ao ler o livro, Paula afirmou que passou por uma transformação, encontrando paz, esperança e uma nova visão sobre a vida amorosa. Para ela, o livro funcionou como uma fonte de conselhos que nunca teve em casa. Parceira demonstra frieza Na sequência, Jason, de Minas Gerais, contou que está em um relacionamento com uma mulher que tem um filho de outra relação e procura exercer um papel pai dele. No entanto, sempre que tenta agir como uma figura paterna, a companheira lembra que ele não é o pai do menino.Jason também relatou que sente pouco afeto por parte da parceira, enquanto acredita se dedicar muito ao relacionamento, o que o deixa inseguro sobre o futuro da relação. Diante disso, pediu orientação sobre se deve continuar investindo da mesma forma e também como controlar os ciúmes, os incômodos e evitar discussões.Vivendo uma crise conjugalAinda durante este programa, outro aluno relatou viver uma grave crise conjugal agravada pelo desemprego dele e da esposa. Segundo ele, as dificuldades financeiras provocaram constantes brigas, durante as quais chegou a segurar a esposa pelo pescoço e, em outra ocasião, ameaçá-la com uma faca. Afirmou que não tinha intenção de matá-la, mas reconheceu que perdeu o controle.Atualmente separado e morando na casa da irmã, disse que ama a esposa, reconhece que precisa de ajuda, mas não tem condições de pagar acompanhamento psicológico. Por isso, procurou o programa em busca de orientação para superar essa situação e mudar seu comportamento.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante este programa do Escola do Amor Responde, Renato e Cristiane Cardoso aconselharam a aluna Elizabeth, casada há 18 anos. Na oportunidade, ela compartilhou que, há dois anos, traiu o esposo, e ele disse que a perdoou. Inclusive, a aluna comentou que eles estão passando por um processo de restauração no casamento, mas que isso está muito difícil. Elizabeth confessou que os dois estão perdidos e que, em certos momentos, pensam que não vão conseguir. Ela perguntou de que maneira os professores podem ajudá-los.Terapia do AmorEm seguida, confira, na íntegra, o depoimento de um casal que superou os traumas do passado após frequentar a Terapia do Amor, ouvir e, sobretudo, praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras.Inclusive, participe da Terapia do Amor todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Ainda neste programa, outra aluna entrou em contato para dizer que seu relacionamento de 15 anos foi marcado por traições por parte do companheiro. Ela disse que não queria perdê-lo, mas ele saiu de casa e está se envolvendo com várias mulheres. Contudo, mesmo assim, ele a procura e, mesmo tendo consciência de tudo, ela aceita.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante o programa de hoje, uma aluna que não quis se identificar disse que acabou de ler o livro Casamento Blindado, de autoria de Renato e Cristiane Cardoso, e que a obra a ajudou muito. Contudo, ela precisa de uma ajuda. Ela está casada há oito anos e, como acontece com a maioria dos casais, há coisas que gostaria que melhorassem em seu casamento. Um exemplo é a aparência do marido.Ela gostaria que ele emagrecesse, embora já o tenha conhecido acima do peso. No entanto, após o casamento, ele engordou mais de 50 quilos. Isso a incomoda muito. Inclusive, ela leu no livro que os cônjuges precisam cuidar da aparência para agradar um ao outro. A aluna diz que faz isso: vai à academia, cuida da alimentação, mas não vê a recíproca. Diante dessa situação, ela perguntou se é mesmo obrigada a aceitá-lo assim ou se ele, de fato, deveria tentar agradá-la.Terapia do AmorCom dicas práticas e transformadoras, a Terapia do Amor tem ajudado milhares de pessoas a conhecer o Amor Inteligente. Confira o que as pessoas têm a dizer sobre os ensinamentos que adquiriram. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11)3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Logo no início do programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso compartilharam com os alunos uma notícia do Reino Unido, vinda dos tribunais britânicos. Uma mulher de 66 anos de idade, casada há 39 anos, pedia à corte o divórcio do marido, de 78 anos de idade. Contudo, o juiz negou o pedido, sob o ponto de vista de que a infelicidade não seria razão para o divórcio.Na lei britânica, existem apenas cinco razões aceitáveis para se divorciar: adultério, comportamento irrazoável, abandono do lar, viver separado do cônjuge por dois anos, com o consentimento de ambos, ou quando apenas uma das partes concorda. Nas alegações da mulher, segundo ela, existiam 27 razões. Entre elas, estavam o fato de que o marido era insensível, de que seu tom de voz não era agradável e deque ela não se sentia amada. Na oportunidade, o Casal Blindado abordou pontos muito importantes sobre o assunto.Lutar ou não lutar?Uma aluna compartilhou que está em um casamento há seis anos, após passar por seis anos de namoro. Os dois tiveram vários problemas de ciúmes e desconfianças, mas nunca houve traição. Contudo, o marido decidiu se separar para que cada um possa pensar no que realmente quer. A aluna comentou que ama muito o marido e que quer continuar casada. Ela quer saber se vale a pena lutar pelo casamento.Na sequência, outra aluna, chamada Renata, disse que está com problemas muito sérios com o esposo. Ele sofre com o vício em bebidas alcoólicas. Inclusive, ele sai com os amigos para beber e a deixa sozinha. A aluna fica sem saber o que fazer, ainda mais porque as brigas são constantes. Renata compartilhou que largou a família para ficar ao lado dele. Ela pediu ajuda para restaurar o casamento e não perder o marido para a bebida.Terapia do AmorPor fim, saiba como funcionam as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Será uma história diferente. Uma história sobre o encontro entre os “eus”. O “eu” do futuro com o “eu” de agora. Na verdade, não será bem “eu”, é um outro “eu”. O eu do futuro.Lembram da Maria, a Maria já passou por aqui em uma das nossas narrativas. No Brasil somos todas Marias. Vamos lá?Eu quero que você imagine o futuro. Não aquele futuro dos filmes norteamericanos cheios de carros voadores e cidades metálicas saindo fumaça por todas as esquinas com bueiros.
A Taça Jules Rimet não era apenas um troféu de ouro; ela representava o ápice do orgulho esportivo global e o sonho de cooperação internacional por meio do futebol. Concebida em 1928 pelo presidente da FIFA, Jules Rimet, e esculpida por Abel Lafleur, a estatueta de ouro maciço e pedras semipreciosas enfrentou uma trajetória incomum, marcada por episódios de perseguição policial e geopolítica. Durante a Segunda Guerra Mundial, o troféu foi ocultado da Gestapo pelo dirigente italiano Ottorino Barassi dentro de uma caixa de sapatos sob sua própria cama. Décadas mais tarde, em 1966, foi furtada em Londres e recuperada de forma impressionante pelo cão Pickles em um jardim residencial. Contudo, após o Brasil conquistar a posse definitiva com o tricampeonato em 1970, o pior cenário se concretizou em solo carioca. Em dezembro de 1983, criminosos invadiram a sede da CBF no Rio de Janeiro e subtraíram a relíquia através de uma vulnerabilidade na estrutura traseira da vitrine. As investigações policiais indicaram que o troféu foi derretido em uma fundição clandestina, extinguindo o símbolo físico da maior conquista do futebol nacional. Neste vídeo, a Brasil Paralelo detalha os bastidores históricos, as falhas de segurança e o destino obscuro dos envolvidos em um dos crimes mais marcantes do esporte mundial.
A história da indústria automobilística global consolidou-se em grandes polos na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia. Contudo, no interior do estado de São Paulo, o engenheiro João Augusto Conrado do Amaral Gurgel idealizou um rumo distinto para o desenvolvimento tecnológico do país. Com o propósito de estabelecer a soberania técnica nacional, fundou em 1969 a Gurgel Motores. Ao longo de vinte e cinco anos de atividade, a montadora produziu cerca de quarenta mil veículos e registrou patentes notáveis, como o chassi de Plasteel e o sistema de frenagem seletiva Selectraction, desafiando as multinacionais consolidadas. Neste documentário da Brasil Paralelo, acompanhe a trajetória completa da única montadora legitimamente brasileira. Abordamos o pioneirismo no desenvolvimento do primeiro veículo elétrico da América Latina em 1974, o Itaipu E150, e o advento do BR-800, o carro popular nacional de financiamento coletivo. Compreenda os bastidores econômicos e as decisões políticas do governo de Fernando Collor de Mello que retiraram as vantagens fiscais do projeto automotivo nacional, culminando no sufocamento comercial e na decretação de falência da empresa em 1994.
Durante décadas, fomos ensinados a acreditar que Ciência e Espiritualidade caminhavam em direções opostas. A ciência seria responsável por explicar o mundo tangível e material, enquanto a espiritualidade ficaria relegada aos campos do inexplicável. Contudo, essa barreira está desmoronando sob o peso de novas descobertas. Hoje, neurocientistas, físicos e os maiores gênios do Vale do Silício estão reavaliando o que realmente sabemos sobre a realidade. Neste vídeo inédito, mergulhamos nas descobertas da física moderna, como o Bóson de Higgs — a famosa "Partícula de Deus" — e o entrelaçamento quântico, que evidenciam que o universo não é um vasto vazio, mas um campo invisível e altamente conectado. Além da física, exploramos a ascensão da Neuroteologia, que comprova como práticas espirituais, a fé e a oração geram mudanças biológicas reais e profundas em nosso cérebro, moldando nossa saúde, foco e longevidade.
Durante pronunciamento oficial em Catalão (GO), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva incorreu em um equívoco histórico ao comentar sobre a Inconfidência Mineira. Ao criticar a agenda recente do senador Flávio Bolsonaro com o presidente norte-americano Donald Trump — associando a visita ao anúncio de novas tarifas comerciais de 25% contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA —, o chefe do Executivo classificou os opositores como "traidores da pátria". Para ilustrar a acusação, o presidente afirmou que Joaquim Silvério dos Reis, o delator do movimento republicano colonial, teria sido executado por enforcamento devido aos seus atos. Contudo, os registros documentais apontam o oposto: quem sofreu a pena de enforcamento em 1792 foi Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Joaquim Silvério dos Reis recebeu vultosas recompensas da Coroa Portuguesa, o perdão de suas dívidas e faleceu de causas naturais no ano de 1819, no Maranhão. Em resposta à declaração presidencial, a assessoria do senador Flávio Bolsonaro anunciou o protocolo de uma representação jurídica junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando crime de ameaça e incitação ao crime. Este vídeo apresenta a cobertura factual dos desdobramentos diplomáticos e políticos atuais, além de realizar um resgate rigoroso sobre os personagens reais da Conjuração Mineira, separando a narrativa política contemporânea dos fatos históricos consolidados.
Um aluno contou que teve um relacionamento com uma mulher que já havia sido casada. Contudo, ele afirma que, quando se envolveu com ela, tudo já estava acabado. Os dois estavam juntos há sete anos, mas, certo tempo depois, o ex-marido da companheira do aluno adoeceu, e ela resolveu cuidar dele. Por isso, ela deixou de ir à casa dele e, inclusive, permitiu que o ex-marido construísse uma casa no terreno de sua propriedade.O aluno disse que isso lhe tirou a esperança, pois tem consciência de que ela o ama da mesma maneira que ele a ama. Ele pediu orientação sobre o que fazer para resgatar a companheira. Ao final, ela pediu que ele aguardasse e que, caso não aceitasse a situação, procurasse outra mulher.Chegou ao fimEm seguida, um outro aluno compartilhou que está casado há dez anos, mas chegou a trair a esposa porque ela não o supre sexualmente. Inclusive, o chama de maníaco sexual porque ele querer relações íntimas diariamente. Ademais, o aluno disse que já houve agressões físicas e verbais de ambas as partes. Fora isso, ele comentou que a esposa reclama de tudo, tanto em casa como quando saem. O aluno contou também que, há quase um ano, o casal não mantém intimidade. Ele afirmou que não sente mais desejo por ela e acredita que o sentimento seja recíproco. Diante dessa situação, não sabe o que fazer, pois ambos demonstram vontade de se separar.Terapia do AmorDurante este programa, confira os depoimentos de pessoas que participaram das palestras da Terapia do Amor e descubra como elas superaram traumas do passado e, sobretudo, se prepararam para viver o amor inteligente. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No 3 em 1 desta quinta-feira (18), o destaque foi que em entrevista exclusiva, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou sobre os principais temas que movimentam os bastidores do poder. Durante a conversa, o parlamentar abordou os desdobramentos do Caso Master e a investigação contra o senador Jaques Wagner (PT), líder do PT no Senado. Um relatório avassalador da Polícia Federal revelou que o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, teria supostamente recebido um apartamento de luxo como propina no Caso Master. Segundo as investigações, o imóvel foi pago por um ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do banco. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), uniu-se à presidente nacional do partido governista para criar um cordão de isolamento político em defesa de Jaques Wagner (PT-BA), alvo da Operação Compliance Zero. O presidente Lula (PT-SP) telefonou para o senador Jaques Wagner (PT-BA) logo após o parlamentar se tornar o alvo principal da 9ª fase da Operação Compliance Zero. Contudo, nos bastidores do Planalto, o "fogo amigo" e o pragmatismo de aliados acenderam o debate sobre a necessidade de Wagner se afastar da liderança do governo no Senado. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No programa de hoje, Renato e Cristiane Cardoso orientaram uma aluna que compartilhou que se separou porque traiu o então marido, envolvendo-se com outra pessoa que não valia a pena. Acontece que o ex marido a quer de volta, mas ela tem receio de reatar o relacionamento e ele ficar jogando em sua cara o erro que ela cometeu. O casal está há dois meses separado e tem duas filhas. Ela perguntou se deve voltar para o relacionamento ou permanecer sozinha.Separação e possível reconciliaçãoEm outro momento, Meiriele, de 27 anos, contou que foi casada por cinco anos. Porém, eles terminaram e ficaram três anos separados. Durante esse período, passaram por idas e vindas, mas, segundo a aluna, agora não há mais volta, embora ele queira reatar. Meiriele disse que cansou de dar chances e vê-lo errar com ela. Nesse sentido, perguntou aos professores o que fazer para que possa seguir em frente, ter uma vida melhor e ficar bem. Ela o ama, mas ele não age da forma que ela espera.Outra aluna, Daniela, comentouque namora há um ano e sete meses. Ela contou que, desde o começo, o relacionamento era marcado por muito companheirismo, e os dois não tinham medo de se abrir um com o outro. Contudo, o namoro vem decaindo. Inclusive, ele só tem uma folga, justamente o único dia em que conseguem se encontrar. Daniela entende que ele fica cansado, mas percebe que ele começou a se afastar. Elesnem sequer tiram fotos juntos. Os dois quase terminaram.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Renato Cardoso compartilhou o pedido de ajuda de uma aluna de 31 anos, casada há 11 anos. O marido dela tem 33 anos. Logo no início do casamento, ela descobriu que ele era viciado em pornografia e, por isso, voltou para a casa da mãe, pois não aceitava esse comportamento.Contudo, ele foi atrás dela e prometeu mudar. Assim, ela resolveu voltar. Ela percebeu mudanças, mas, cerca de dois anos depois, ele voltou a cometer o mesmo erro e, com isso, eles se separaram novamente. Esse ciclo voltou a se repetir outras vezes, totalizando quatro separações. Além disso, ele a agride verbalmente, mesmo ela não sendo rude com ele.O marido nunca a procura com frequência e, sempre que ela toma a iniciativa, é rejeitada por ele. Ademais, ela também descobriu que ele se masturba quando está sozinho em casa, mas ele nega. A aluna disse que os dois têm dois filhos e que ela está grávida do terceiro. Ela também relatou outras questões, afirmando que não está feliz e que tem se sentido triste e sozinha.Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, confira depoimentos de quem se conheceu por meio do “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os solteiros da Terapia do Amor, e como funciona o aplicativo. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Uma aluna compartilhou com os professores que está casada há 11 anos e que ela e o marido estão com muita dificuldade de resolver a vida financeira. Os dois gastam mais do que ganham e não conseguem administrar as finanças. Ela perguntou como o casal pode resolver isso. A aluna reforçou que eles estão endividados e com restrição em seus nomes.Estabilidade financeiraNa sequência, outra aluna comentou que namora há um ano e meio e que, antes do início do relacionamento, participou de palestras da Terapia do Amor e se preparou, pois, segundo ela, havia muitas coisas que precisava mudar. Contudo, atualmente, sofre muito com a espera pelo casamento. O namorado sonha junto com ela, eles fazem planos, mas a ansiedade que sente atrapalha, e ela acaba querendo atropelar as coisas.Ademais, ela sabe que ele não está enrolando, mas sempre comenta sobre a necessidade de terem estabilidade financeira. A aluna perguntou aos professores o que fazer em relação a isso.Terapia do AmorPor fim, Camila compartilhou como agia no passado e, sobretudo, como as palestras da Terapia do Amor a prepararam para que possa viver um amor inteligente.Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 357-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Um aluno compartilhou que está em um relacionamento há cerca de um ano e meio e que eles estão passando por um momento delicado. A convivência entre os dois está marcada por muito ciúme e desconfiança por parte dele. O aluno gosta dela, mas eles não estão conseguindo resolver essa situação.Ele compartilhou que esse sentimento surgiu porque a companheira valoriza muito a questão da sensualidade e gosta de exibir o próprio corpo com a intenção de atrair olhares de outros homens. O aluno comentou que ela gosta de ser admirada e desejada por outras pessoas. Em contrapartida, ela afirma que gosta dele. Contudo, ele se sente inseguro. O aluno perguntou qual seria a melhor forma de encontrar uma saída para essa situação.Pedido de ajudaAinda neste programa, Naiara, de 20 anos, disse que mora há seis anos com um homem 20 anos mais velho que ela. Acontece que eles não são da mesma fé. Quando tomaram essa decisão, ela tinha apenas 14 anos. Desde então, eles falam em casamento, mas ele sempre diz que não. Contudo, segundo Naiara, ele prometeu oficializar a união ainda no final deste ano.Além disso, ela comentou que ele é ignorante e não lhe dá atenção. Fora isso, ele não confia na palavra dela. Naiara não sabe como agir e, por fim, confessou que acha que ele não é a pessoa que Deus tem para ela.Na sequência, outra aluna, Fabiana, contou que está em um relacionamento há cinco anos e tem uma filha de um ano de idade. O namorado a deixou por causa de amizades, e ela continua correndo atrás dele para tentar resgatar o relacionamento, pois está desesperada e não sabe o que fazer. Fabiana pediu ajuda sobre como agir nessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste episódio, Ricardo reflete sobre a crescente possibilidade de projetos serem executados por uma única pessoa graças ao avanço da inteligência artificial, da automação e das plataformas digitais. Ele destaca que, tradicionalmente, projetos complexos exigiam grandes equipes, mas que o aumento do número de pessoas também amplia os esforços de coordenação, comunicação e alinhamento. Com as novas tecnologias, um profissional pode realizar atividades que antes demandavam equipes inteiras, tornando possível reduzir o tamanho dos times sem comprometer os resultados. Contudo, esse modelo traz riscos, como a concentração de conhecimento e a redução da diversidade de perspectivas. Ricardo amplia a discussão para o futuro do trabalho, questionando os impactos sociais e econômicos de um cenário em que cada vez menos pessoas sejam necessárias para produzir mais resultados. Escute o podcast para saber mais!
O aluno Terêncio compartilhou com os professores que está lendo o livro Namoro Blindado e tem aprendido muita coisa, o que lhe tem sido muito útil. Contudo, ele está passando por uma situação que não sabe como resolver. A namorada é uma pessoa mais fechada em relação a expressar o que sente. Ele disse que procura fazer tudo para agradá-la e ser quem ela espera que ele seja como homem, ou seja, um líder, para fazer com que ela sinta mais segurança.O problema, segundo o aluno, é que o namoro deles não tem romantismo algum por parte dela. Ele pediu a ajuda de Renato e Cristiane Cardoso sobre o que fazer ou como agir diante dessa situação. Terapia do AmorConheça histórias de quem se curou dos traumas do passado e se preparou para viver o amor inteligente após praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Em seguida, Cilene contou que está grávida, mas o namorado se distanciou depois que soube da gravidez. Inclusive, ele disse que se ela resolver ficar com a criança vai terminar com ela. Ultimamente, ele tem ficado muito grosso e nem contou o ocorrido aos familiares dele. A aluna pediu um conselho sobre o que fazer. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Durante a Escola do Amor Responde de hoje, Érica, casada há dois meses, disse que, recentemente, o marido perdeu a confiança nela por causa de uma mentira. Ela pediu um vale extra no trabalho para pagar algumas contas e, segundo ele, ela mentiu sobre o valor, mas Érica disse que não se lembra disso.Desde então, os dois parecem dois estranhos dentro de casa, não se conversam e dormem em quartos separados. Ela pediu aconselhamento sobre o que fazer para reconquistar a confiança dele. Ela o elogiou como esposo, mas salientou que pequenas coisas, como uma toalha fora do lugar o irritam. Ele falou?Ainda neste programa, outra aluna comentou que está em um relacionamento há sete anos e que Deus lhe pediu para que eles não se casassem, pois não era a hora nem o momento, mesmo com tudo pronto. Contudo, ela disse que toda vez não consegue obedecer à voz de Deus, pois ama o companheiro. A aluna perguntou se deve ouvir a voz do coração ou a da razão e da fé. Ela diz que, às vezes, teme estar errada em relação a isso.Confira atentamente o que os professores Renato e Cristiane Cardoso explicaram sobre isso.Terapia do AmorNa sequência, confira quem transformou a vida amorosa após praticar os ensinamentos adquiridos durante as palestras da Terapia do Amor. Aliás, participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Neste programa, Miriam, de 18 anos, disse aos professores que namorou uma vez, escondida, quando tinha apenas 16 anos de idade. Contudo, a mãe dela descobriu. Após essa situação, ela não teve mais relacionamentos. A aluna compartilhou que parece que ninguém a nota e ela não entende o motivo. Além disso, ela não saiu para festas, apenas duas vezes. A mãe dela disse que ficar saindo toda semana não é coisa de mulher decente.Nesse ínterim, Renato e Cristiane compartilharam o comentário de uma aluna chamada Fabiana, que tem sofrido com baixa autoestima. Na oportunidade, eles falaram sobre a importância de tratar, primeiramente, o interior.Vida amorosa fracassadaEm seguida, a aluna Luciana, de 34 anos, perguntou por que a vida amorosa dela é ruim e ela não se dá bem com ninguém. Ela compartilhou que já foi casada, mas o casamento acabou e, desde então, sempre tem sido enganada e abandonada. Luciana confessou que está constantemente em depressão e desanimada. A aluna pediu ajuda para entender o que está acontecendo.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
A história europeia contemporânea é repleta de reviravoltas singulares, mas poucas trajetórias são tão inesperadas quanto a de Alessandra Mussolini. Neta do ditador Benito Mussolini e sobrinha da consagrada atriz Sophia Loren, Alessandra construiu uma vida pública marcada por dualidades profundas. Após transitar pela carreira artística e musical, ingressou na política partidária na década de 1990, defendendo historicamente o legado familiar e aliando-se a coalizões de direita no Parlamento italiano e no Parlamento Europeu. Contudo, os anos recentes trouxeram uma revisão radical em suas visões de mundo. Afastada dos cargos públicos, ela surpreendeu a opinião pública ao alinhar-se a pautas associadas à esquerda progressista e tornar-se defensora da comunidade LGBTQ+. Em 2026, sua jornada ganhou um capítulo definitivo no entretenimento de massa com sua vitória no reality show Grande Fratello VIP. Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa como a cultura pop e a espetacularização da vida privada operam na sociedade moderna, possuindo a capacidade de mitigar a densidade dos fatos históricos em prol do carisma individual.
No programa de hoje, a aluna Cris compartilhou que namora há cinco anos e ele é um rapaz de Deus. Desde o início, ele confessou que teve uma paixão de adolescente e que, quando jovem, a moça o iludiu muito e, depois de um certo tempo, o desprezou e abandonou. Assim, com o tempo, essa decepção foi esquecida e, logo depois, ele conheceu a aluna. Contudo, recentemente, ele disse que sonhou com a moça logo após ler o livro Namoro Blindado, de autoria de Renato e Cristiane Cardoso. Ele salientou que o fato de ter sonhado o atormenta. A aluna perguntou aos professores como pode ajudá-lo a esquecer isso. Amiga de aluna pensa em se separarUma outra aluna comentou com os professores que uma amiga está a ponto de se separar do marido. Os dois são casados há 16 anos e, nesse tempo, ela vem percebendo que não consegue conquistar nada com o companheiro. Ele trabalhava em uma empresa onde ganhava bem, o que era suficiente para abrir o próprio negócio, e ela fazia faculdade. Conforme ele saiu do emprego, eles começaram a somar dívidas e a amiga teve que interromper o curso da faculdade.Com isso, o dinheiro dela é usado para as coisas de casa e o dele apenas quando aparece algum “bico”. A amiga tem se sentido frustrada, infeliz e acha que, se as coisas não melhorarem, ela vai se separar. A aluna acha que ela está certa, apesar de não saber mais detalhes do relacionamento deles.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Alison pediu um conselho para restaurar o relacionamento que, segundo ele, foi por água abaixo. Recentemente, eles terminaram após quase quatro anos juntos. O aluno disse que a companheira não estava mais aguentando mais o relacionamento e que não estava mais fazendo bem para ela pois, ele, era muito ciumento, tinha desconfianças e, fora isso, não lhe dava carinho. Contudo, ela disse que ela fazia o mesmo com ele. Juntos, eles brigavam mais do que conversavam e não tinham a mesma intimidade do começo. O aluno confessou que a ama, não quer perdê-la e, por isso, quer reconquistá-la. Aplicativo “Quero Te Conhecer”Ainda durante este programa, conheça e saiba mais sobre o aplicativo “Quero Te Conhecer”, exclusivo para os participantes da Terapia do Amor. Inclusive, conheça um casal que se conectou com a mais de mil quilômetros de distância. Em seguida, conheça o que as pessoas que frequentam as palestras têm a dizer e de que maneira elas transformaram a vida amorosa. Aliás, participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Uma aluna que não quis se identificar disse que está com dificuldades de registrar a vontade de ter relação sexual. Ela tem 20 anos e nunca teve esse envolvimento com alguém, nem nunca se masturbou. Ela namora e sabe que não é saudável, espiritualmente falando, que tenham uma vida sexual ativa antes do casamento.Ela e o namorado não têm intimidades físicas, e as conversas deles não têm nenhum conteúdo que possa inspirar o ato. Contudo, o problema tem sido ela, pois a aluna não consegue conversar com o namorado sem sentir desejo por ele. Não pode ver nada mais envolvente na televisão, como um filme, que esse tipo de pensamento vem à sua mente. Ela perguntou como lidar com isso e o que pode fazer para diminuir ou anular essa vontade. Por fim, a aluna perguntou se isso é algo normal ou pecado.A situação mudouNa sequência, Caroline, de 18 anos de idade, disse que é do signo de Câncer e namora um libriano de 25 anos há três meses. Ela disse que, no começo, era tudo muito bom e tranquilo, com amor e carinho da parte dele, mas ela o ignorava e até o maltratava. Com isso, ele está indiferente, pela maneira como estava sendo tratado, e que, para voltar ao mesmo comportamento de antes, vai demorar um pouco. Ultimamente, eles têm brigado e parece até que ele perdeu o interesse nela. Caroline perguntou como agir diante dessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
No programa de hoje, Graciele, de 21 anos, contou aos professores que namora um homem de 37 anos. Os dois estão juntos há quase um ano e meio. Ele tem uma empresa e fica totalmente focado nela. Inclusive, o companheiro diz que não tem muito tempo para o casal.A aluna pediu dicas de como lidar com isso. Por fim, ela comentou que, há algum tempo, viu um programa em que o Casal Blindado falou sobre situações em que um dos parceiros fica focado em algo e acaba se esquecendo do relacionamento.Foi aconselhada a terminarNa sequência, outra aluna — que não quis se identificar — disse que um homem a pediu em namoro há 20 dias e afirmou que ela é o amor da vida dele. Segundo ela, ele disse que, daquele momento em diante, tudo o que fosse fazer ela participaria, como passeios, festas e viagens. A aluna comentou que tem 42 anos, enquanto ele tem 54. Ele é divorciado, e ela, solteira.Contudo, uma semana após o pedido de namoro, a aluna descobriu que ele estava em um bar na companhia de várias mulheres. Ela permaneceu em silêncio até descobrir mais informações. Ele afirmou ter medo de perdê-la e disse que morreria caso isso acontecesse. Inclusive, pediu que ela jurasse que nunca o deixaria. A família da aluna aconselhou o fim do relacionamento. Diante disso, ela perguntou o quefazer e como terminar sem prejudicar a amizade que tinham antes.E agora?Ainda hoje, outra aluna, chamada Raquel, contou que conversava com o namorado sobre a mania que tem de dormir usando meias e touca. Segundo ela, o namorado disse que isso é broxante e afirmou que gostaria de dormir ao lado de uma princesa. A aluna pediu a opinião de Renato e Cristiane sobre o assunto.Por fim, confira o que Sandy tem a dizer sobre as palestras da Terapia do Amor. Participe você também, todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Logo no início do programa de hoje, Renato Cardoso compartilhou com os alunos da Escola do Amor Responde um trecho de uma palestra recente, no Templo de Salomão, em São Paulo, em que ele e sua esposa, a escritora Cristiane Cardoso, abordaram o tema “maturidade”, inclusive nos relacionamentos. Confira essa palestra na íntegra pelo UNIVER Vídeo.Terapia do AmorNesse sentido, participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais informações sobre locais e endereços, acesseterapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Inclusive, nesta quinta-feira (21), a palestra contará com a presença dos convidados especiais Edgard e Marelis Brum, que falarão sobre recomeços no relacionamento.Pode se divorciar?Ainda neste programa, uma aluna contou que o esposo estava trabalhando como garçom em um evento e pegou o número de telefone de uma mulher presente na ocasião. Ele trocou mensagens com ela e, alguns dias depois, os dois se encontraram em um shopping. O companheiro afirmou que não teve nada com a moça, mas, recentemente, a aluna descobriu que eles se abraçaram e que ele a cheirou. Diga-se de passagem, na ocasião, ela disse que ele estava indo rápido demais.A aluna compartilhou que não sabia dessa parte da situação, mas o perdoou. Contudo, logo depois, descobriu que ele participava de grupos de namoro. Mais uma vez, ela o perdoou. Mesmo assim, posteriormente, soube que ele também utilizava aplicativos de relacionamento. Como se não bastasse, descobriu também que ele voltou a ter contato com a moça do evento.Diante disso, a aluna perguntou aos professores se essas atitudes dariam a ela o direito de pedir o divórcio e, futuramente, casar-se com outra pessoa.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, Semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida. Fecha os olhos por um segundo… se puder
Durante este programa da Escola do Amor Responde, uma aluna pediu aconselhamento aos professores Renato e Cristiane Cardoso sobre algo que muitas pessoas enfrentam: até quando esperar ou desistir do casamento?Eles se conheceram em 2012 e se separaram em 2013, quando ela estava grávida. Os dois reataram quando o filho completou três anos de idade e, em seguida, se casaram. A aluna comentou que é extremamente ciumenta e que ele sempre teve um grande comportamento inadequado em relação a conversas paralelas com outras mulheres.Além disso, a aluna compartilhou que ele sempre demonstrou amá-la muito. Contudo, a necessidade dele de manter amizade com outras mulheres sempre a deixou insegura. Em 2019, eles se separaram novamente. Inclusive, ela descobriu que ele se envolveu com outra mulher enquanto estiveram longe. Após dois anos, reataram, mas voltaram a se separar e ele, novamente, se envolveu com outra pessoa durante o período de afastamento. Atualmente, eles estão separados e, pela primeira vez, ele disse que acha que não a ama mais e que se envolveu com outra pessoa.A questão é que a aluna disse que o ama mais do que a si mesma. Ela pensou em se separar oficialmente para se afastar dessa relação.Terapia do AmorPor fim, conheça quem foi curado dos traumas do passado e conheceu o amor inteligente após participar das palestras da Terapia do Amor. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Na Escola do Amor Responde de hoje, Renato e Cristiane Cardoso compartilharam o problema da aluna Regiane. Ela comentou que era casada há 18 anos e que, de uma hora para outra, o marido disse que não queria mais o relacionamento, pois estava cansado e se sentindo sob pressão. Contudo, ela comentou que eles viviam bem e que nunca houve reclamação por parte dele, nem por parte dela. Ele a tem desprezado. Regiane tenta correr atrás e não sabe se está agindo da maneira correta.Quer desistirEm seguida, Maria de Fátima entrou em contato com os professores e disse que é evangélica, casada há seis anos no civil, e sente que o relacionamento não é mais o mesmo, pois ela não ama mais o esposo. Ela perguntou se, pela Bíblia, pode se divorciar. O casal discute muito, não há diálogo e, segundo Maria, vivem um casamento de aparências. Ela disse que só tem Deus, mas não quer mais lutar, apenas desistir. Os dois têm dois filhos.Nesse sentido, confira o que as pessoas que aprenderam sobre o amor inteligente durante as palestras da Terapia do Amor têm a dizer. Participe todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535. Inclusive, nesta quinta-feira (14), acontecerá, às 18h, a Hora dos Solteiros, no Templo. O encontro tratará do tema: Amor depois dos 50 anos. Esteja presente. Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes