Podcasts about fgv

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Latest podcast episodes about fgv

LideraCast com Octavio Alves Jr
631 - Você aprende com seus erros?

LideraCast com Octavio Alves Jr

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 26:43


Nós podemos aprender muito mais com nossos erros do que com nossos acertos.Neste mundo acelerado, volátil e incerto, errar faz parte do processo de nos aproximarmos dos nossos objetivos.Como foi a sua criação?Pais severos levam filhos a entender desde cedo que errar não é bom e leva a “cara feia”, isto nos condiciona a querer acertar sempre e sermos perfeitos o tempo todo.Como a perfeição não existe, isto nos leva a frustração, decepção e sofrimento.Esta noção pode aliviar muito a pressão da sua vida. Pense nisto!!Apoie o LideraCast - https://apoia.se/lideracast

Hoje no TecMundo Podcast
VAZAMENTO NA FGV, NOVO IPHONE 17e, TRUMP USOU CLAUDE IA NO IRÃ, XIAOMI 17, ULTRA E MAIS!

Hoje no TecMundo Podcast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 11:18


iPhone 17e: novo 'baratinho' da Apple é anunciado a partir de R$ 5,8 mil. EUA usaram Claude IA para atacar Irã mesmo com Anthropic banida. Nintendo reduz preços de assinaturas no Brasil! Veja o que ficou mais barato. FGV sofre vazamento de 1,52 TB em suposto ataque cibernético do grupo Dragonforce. Xiaomi 17, 17 Ultra e smartphone da Leica ganham versão global; saiba tudo.

Agrocast
Dedo No Pulso: Análise Macroeconômica e Agronegócio 03/02 a 08/03/2026 com Antônio da Luz

Agrocast

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 69:59


O episódio do Dedo No Pulso desta semana traz uma análise abrangente sobre os principais fatores que afetam a economia brasileira e o agronegócio. Antônio da Luz destaca a decisão do governo de aumentar impostos de importação, medida que, segundo ele, reduz a produtividade e a competitividade nacional. Além disso, aborda os entraves logísticos como a paralisação da Ferrogrão e o recuo na concessão de hidrovias, reforçando como infraestrutura deficiente compromete o escoamento de grãos e a eficiência do setor. O cenário internacional também entra em pauta, com os possíveis impactos econômicos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que podem afetar preços de petróleo e comércio global.No campo dos indicadores, o episódio analisa a desaceleração do PIB no quarto trimestre de 2025, a queda da confiança do consumidor para 86,1 pontos, e os dados fiscais que revelam aumento da dívida bruta para 78,66% do PIB. A inflação surpreendeu com alta de 0,84% no IPC-15, puxada pelo setor de educação, evidenciando a inércia inflacionária brasileira. No crédito rural, a inadimplência subiu para 7,33%, enquanto o mercado de capitais se fortalece como alternativa de financiamento ao agro. Por fim, Antônio ressalta que problemas complexos exigem soluções estruturais, e não medidas simplistas que apenas agravam os desafios da economia e do agronegócio. ➡

Café Brasil Podcast
LíderCast 404 - Gustavo Maia - Conectando cidadãos com o governo

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 97:33


Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lidercast Café Brasil
LíderCast 404 - Gustavo Maia - Conectando cidadãos com o governo

Lidercast Café Brasil

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 97:33


Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

The CMO Playbook
A Revolução do Social First na Unilever | Daniela Pereira, Diretora de Mídia na Unilever

The CMO Playbook

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 39:20


Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar recebe Daniela Pereira, Diretora de Mídia na Unilever, para uma conversa reveladora sobre transformação organizacional e estratégias de mídia que realmente impactam. Neste episódio, você vai descobrir:- Como a Unilever está liderando a revolução do Social First.- Por que conhecer profundamente o seu time é essencial.- A diferença entre brand say e other say na comunicação moderna.- O que significa ter influência como parte estratégica da mídia.---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Igor Barreto e Thiago Miranda | Um passo à frente #3

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 23:45


Entender a dinâmica do câmbio pode definir quem ganha espaço no mercado global. Não por acaso, negócios que contam com o apoio consultivo do Itaú Empresas têm 70% mais chances de exportar e 50% mais chances de importar, segundo pesquisa da FGV. No terceiro episódio da websérie Um passo à frente, Igor Barreto, economista do Itaú Empresas, e Thiago Miranda, diretor do Grupo Mirandinha, falam sobre como o câmbio influencia a competitividade no mercado e de que forma o planejamento econômico pode abrir novos caminhos. "Um passo à frente" é uma parceria do Estadão Blue Studio com o Itaú Empresas. Confira os episódios nas plataformas do Estadão. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caos Planejado
#127 | SP Urbanismo (com Pedro Fernandes)

Caos Planejado

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 60:57


Pedro é arqiteto e urbanista formado pela Universidade de São Paulo e mestre pela FGV. Preside a SP Urbanismo desde 2024 e integra a Prefeitura de São Paulo desde 2020, onde atuou como Diretor de Obras de Drenagem e Edificações. Atualmente, é também Vice-diretor do FGV Cidades.⁠Apoie o Caos Planejado.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira os links do episódio no site.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apparecido e Carvalho Pinto Advogados

Economia
Concorrentes em vários setores, Índia e Brasil tentam superar rivalidade para ampliar cooperação

Economia

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 5:37


O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana.   Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país

CNN Poder
Quem pagará a conta com o fim da escala 6x1?

CNN Poder

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 68:48


O WW Especial deste domingo (15) colocou em pauta o questionamento "Quem pagará a conta com o fim da escala 6x1?". Participam deste programa: José Pastore, sociólogo, Pedro Fernando Nery, professor de Economia do IDP, e Carla Beni, economista e professora da FGV.

Café Brasil Podcast
LÍderCast 402 - Renata Rivetti - A ciência da felicidade

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 66:21


Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lidercast Café Brasil
LÍderCast 402 - Renata Rivetti - A ciência da felicidade

Lidercast Café Brasil

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 66:21


Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.

The CMO Playbook
Histórias Constroem Marcas | Fabíola Menezes, CMO da General Mills

The CMO Playbook

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 51:22


Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar conversa com Fabíola Menezes, CMO da General Mills, sobre a importância das histórias na construção de marcas e como essa abordagem moldou sua carreira desde os tempos na Editora Abril.Fabíola compartilha suas experiências à frente de projetos inovadores, como a Usina do Som, e discute a relevância de entender o consumidor para criar estratégias de marca eficazes. Ela também aborda a ousadia por trás do case Morumbis e a importância de assumir riscos calculados em marketing.Falando sobre sua atuação atual, Fabíola descreve o desafio de liderar um turnaround na General Mills, equilibrando estratégias de curto e longo prazo. Ela destaca a necessidade de um CMO estratégico que impulsione o crescimento da empresa e a importância da Creator Economy na era digital.O episódio oferece insights valiosos sobre liderança, inovação e a evolução do marketing, enfatizando a necessidade de adaptação e visão estratégica.---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---

Mamilos
Ordem mundial em colapso? Geopolítica, coerção e escalada de conflitos | Mamilos #543

Mamilos

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 75:40


Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!

CNN Poder
Os Poderes mandam, mas têm autoridade?

CNN Poder

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 68:24


O WW Especial deste domingo (8) colocou em pauta o questionamento "os Poderes mandam, mas têm autoridade?". Participam deste programa: Creomar de Souza, CEO da consultoria Dharma Politics, Carlos Pereira, cientista político e professor da FGV, e Rodrigo Prando, cientista político da Universidade Mackenzie.

O Assunto
O mercado de trabalho em transformação

O Assunto

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 30:14


Convidado: Rodolpho Tobler, mestre em economia e finanças pela FGV e coordenador das Sondagens Empresariais e de Indicadores de Mercado de Trabalho do FGV IBRE. Em diversos setores da economia, empresas estão reformulado ofertas de emprego para atrair e reter trabalhadores em um mercado aquecido e com desemprego baixo – 5,6%, o menor da série histórica do IBGE. Benefícios mais amplos, bônus financeiros e mudanças na jornada de trabalho passaram a ser usados como estratégia para preencher vagas que seguem abertas. Do lado dos trabalhadores, a decisão de aceitar ou deixar um emprego tem sido cada vez menos guiada apenas pelo salário – flexibilidade virou a palavra-chave, num movimento reforçado pela expansão do trabalho por conta própria e da economia dos aplicativos. Para analisar esse cenário, Natuza Nery entrevista Rodolpho Tobler, mestre em economia e finanças pela FGV e coordenador das Sondagens Empresariais e de Indicadores de Mercado de Trabalho do FGV IBRE. Ele explica por que aumentou o equilíbrio de forças entre empregado e empregador e avalia os impactos do mercado de trabalho superaquecido nos dados macroeconômicos.

Entrevistas Jornal Eldorado
O que explica o avanço das autocracias pelo mundo?

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 14:43


Relatório da ONG internacional Human Rights Watch, divulgado nesta quarta, 4, indica que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários e que o mundo enfrenta um “avanço autoritário” impulsionado pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump. A análise faz parte do relatório mundial de 2026 no qual a ONG analisa a situação dos direitos humanos em mais de cem países. Em entrevista ‘Jornal Eldorado’, o professor de Relações internacionais da Faap e FGV, Vinicius Rodrigues Vieira, fala sobre as causas do crescimento das autocracias, a influência do trumpismo no cenário atual e a solidez da democracia brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fim de Tarde Eldorado
Mais Educação: faculdades proibem celulares nas salas de aula

Fim de Tarde Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 11:18


Renata Cafardo comenta a decisão de algumas faculdades, como Insper e FGV, de proibir o uso de celulares em sala de aula.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MASTERMIND CRIMINAL
O Que é Organização Criminosa no Contexto Empresarial? | Daniel Kignel

MASTERMIND CRIMINAL

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 47:52


Conheça a maior comunidade de criminalistas do Brasil:https://link.fullfunnel.app/widget/form/uLxDlwChrrmjn5GbdVDb?utm_source=Youtube&utm_medium=Comunidade&utm_content=eleitoralepublicoNeste episódio, recebemos o advogado criminalista Daniel Kignel, especialista em Direito Penal Econômico e mestre pela FGV, para uma conversa sobre os limites da criminalização das condutas empresariais no Brasil.A partir de sua obra “A organização criminosa no âmbito da empresa e a atribuição de responsabilidade penal aos seus integrantes”, discutimos os desafios de distinguir estruturas empresariais lícitas do conceito jurídico de organização criminosa e os impactos dessas interpretações na advocacia penal empresarial.

CNN Poder
Como é a direita que ganha força na América Latina

CNN Poder

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 70:01


O WW Especial deste domingo (1°) colocou em pauta o questionamento "Como é a direita que ganha força na América Latina". Paulo Velasco, professor de Política Internacional da Uerj, Regiane Nitsch Bressan, professora de Relações Internacionais da Unifesp, e Eduardo Viola, professor de Relações Internacionais da FGV e IEA-USP debatem o assunto.

The CMO Playbook
Disrupção e Inovação na Publicidade Moderna | Camila Costa, CEO da iD\TBWA

The CMO Playbook

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 43:32


Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar conversa com Camila Costa, CEO da iDTBWA, sobre a disrupção e inovação no setor publicitário. Camila compartilha sua experiência ao liderar uma agência que se orgulha de sua abordagem disruptiva, destacando a importância de se manter atualizado e conectado com a cultura e o comportamento do consumidor. A conversa aborda a trajetória de Camila, incluindo sua ida e volta dos Estados Unidos, e como essa experiência enriqueceu sua visão de mercado. Ela também discute a evolução do digital e a relevância crescente das redes sociais e influenciadores na definição de cultura e demanda. Camila reflete sobre a importância de se tomar riscos inteligentes no mundo corporativo, utilizando dados e estratégias para inovar com segurança. Ela compartilha cases de sucesso, como os projetos com a Audi e Shell, que exemplificam como a criatividade e a análise de dados podem transformar marcas. O episódio conclui com uma reflexão sobre a conexão entre experiências físicas e digitais, e a importância de bases proprietárias em um mundo cada vez mais digital. Camila destaca que, mesmo em um cenário orientado por inteligência artificial, a experiência do consumidor no mundo físico continua sendo essencial. ---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---

Saúde Digital
SD343 - Por que Atender Mais Pacientes pode estar Diminuindo seu Lucro

Saúde Digital

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 46:20


SD343 - Por que Atender Mais Pacientes pode estar Diminuindo seu Lucro. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé conversa com a médica e sócia-fundadora da Rinoclínica, Dra. Bárbara Bianchi, sobre um dos temas mais negligenciados na carreira médica: finanças do consultório. A partir da própria vivência como médica empreendedora, gestora e mentora da SD Escola, Dra. Bárbara mostra como médicos podem (e devem) assumir uma postura mais intencional na gestão do próprio negócio. Ao longo do episódio, são discutidos conceitos fundamentais como tempo para pensar estrategicamente, ticket médio, LTV (Lifetime Value), margem de contribuição, ponto de equilíbrio, metas, bonificação de equipe e o papel estratégico da secretária como gerente comercial. Tudo isso ancorado em exemplos reais, decisões difíceis e aprendizados que surgem apenas quando o médico sai do modo automático. O podcast Saúde Digital lhe ajuda a abrir a mente? Agora imagine como 3 dias de imersão com a gente pode impactar no seu negócio médico. A próxima Imersão SD já tem data: 20, 21 e 22 de março/2026. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos. FAÇA CONTATO O Background da Bárbara Bárbara formou-se em Medicina em Passo Fundo-RS, fez sua residência em Otorrinolaringologia em Campinas-SP e depois um fellowship em Cirurgia Cérvico-Facial pelo Instituto Penido Burnier de Campinas-SP. Ela se estabeleceu em Porto Alegre-RS onde abriu a Rinoclínica com uma sócia, além de assumir a gerência médica de uma outra clínica de multiespecialidades em Passo Fundo, a Medix, aberta com dois sócios. O dia a dia lhe trouxe os desafios e os aprendizados na gestão do negócio, o que a levou a fazer um MBA de Gestão em Saúde na FGV e outros cursos para oferecer a melhor experiência para o paciente e ter os serviços reconhecidos como uma referência na área. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD342 - Carreira Corporativa em Saúde: O Caminho Que Muitos Médicos Ignoram SD341 - Conheça o mercado da Saúde na Classe C SD340 - IA Generativa na Medicina: Quem Usar 1º Vai Viver Melhor Music: Charmed | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"  

YPOcast
#188 Ariane Diniz - Óticas Diniz por dentro: a sucessão que transformou a maior rede de óticas

YPOcast

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 52:19


Neste episódio recebemos Ariane Diniz, presidente da Diniz Franchising, maior rede de óticas 100% brasileira, com mais de 1.200 lojas em 430+ cidades. Maranhense, formada em Administração pelo Insper, com MBA na FGV e imersão em Empreendedorismo em Stanford, Ariane compartilha uma trajetória rara: ela não “assumiu” a empresa — ela construiu o caminho por dentro, começando como trainee, passando pela área financeira, liderando a profissionalização da franqueadora e assumindo a presidência em 2019. Nesta conversa, ela revela os bastidores de uma sucessão bem feita, fala sobre disciplina de liderança, como montar times executivos e como uma rede franqueada equilibra autonomia na ponta com padrão de marca. No final, Ariane conta como o YPO tem impactado sua jornada — do fórum à educação e às conexões que mudam a forma de pensar estratégia e futuro. Inscreva-se no canal, siga o YPOcast no YouTube e no Spotify e compartilhe este episódio com quem precisa ouvir essa história. ----------------------------------------------------------------- Disponível nas principais plataformas de streaming ou no YouTube. Spotify: https://tinyurl.com/bd2utyph Google Podcast: https://tinyurl.com/3fvjv2rb Podcast: https://podcasts.apple.com/br/podcast/ypocast/id1603751025 Youtube: https://www.youtube.com/@ypocastbrasil Siga as nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/ypobrasil/ Facebook: https://www.facebook.com/ypobrasiloficial/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/ypobrasil Produção: Contentoria Comunicação#ypobrasil #liderança #sucessoprofissional #empreendedorismo

CNN Poder
Conselho de Paz de Trump é armadilha para Lula

CNN Poder

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 51:21


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou o presidente Lula (PT) a participar de um Conselho de Paz mundial que ele, Trump, idealizou. Ainda não está claro como esse conselho funcionaria na prática, quais seriam seus mecanismos de decisão ou qual seria o alcance de suas deliberações. O que já se sabe, no entanto, é que o republicano pretende escolher pessoalmente os integrantes desse conselho. Seria também ele quem definiria a pauta dos debates. E, ao final, Trump - e apenas Trump - teria poder de veto sobre qualquer decisão tomada. O analista de Internacional da CNN Lourival Sant'Anna, Carolina Pavese, professora de RI do Instituto Mauá, e Vinícius Rodrigues Vieira, professor de Economia da FAAP e RI da FGV, debatem o assunto.

Entrevistas Jornal Eldorado
Quais serão os impactos do acordo Mercosul-UE para o Brasil? Ouça análise de especialista

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 9:03


O governo brasileiro informou que o acordo Mercosul-União Europeia, assinado no último sábado, em Assunção, no Paraguai, deverá eliminar tarifas de importação sobre 92% do valor das compras europeias de bens brasileiros e sobre 85% das importações provenientes da UE. Entidades da indústria e do agro comemoraram a assinatura, após mais de 25 anos de negociação. Ainda segundo o governo, o acordo entrará em vigor um mês depois de concluído o processo de ratificação entre os dois blocos comerciais. No Brasil, o pacto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional. Já na UE, o acordo comercial depende de aprovação do Parlamento Europeu. As principais concessões do bloco europeu envolvem: carnes (bovina, suína e de aves), açúcar, etanol, arroz, mel, milho, suco de laranja, cachaça, queijos, iogurte, manteiga e frutas. Em entrevista à Rádio Eldorado, Roberto Kanter. professor de MBAs da FGV, disse que o acordo abre “uma ponte de oportunidades” para o Brasil, mas ressaltou que o acerto também deve se converter em “porta de entrada para um projeto de reindustriualização” do País.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Meio Ambiente
Esvaziamento da Moratória da Soja aumenta pressão para Brasil garantir sustentabilidade

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 9:29


O esvaziamento da Moratória da Soja no Brasil, instrumento multissetorial de controle do plantio sobre áreas desmatadas, aumenta o desafio do país para garantir a sustentabilidade da produção brasileira. Depois de anos de pressão de ruralistas e do governo de Mato Grosso para derrubar o acordo privado, as principais exportadoras de grãos anunciaram a sua retirada do dispositivo, firmado em 2006. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Desde então, a moratória era complementar a outras medidas de controle do desmatamento da Amazônia, sob pressão pelo avanço das lavouras da leguminosa. O dispositivo voluntário uniu governos, empresas e sociedade civil no compromisso de não comercializar soja plantada em áreas de floresta derrubada depois de 2008 – ano de referência do Código Florestal, aprovado mais tarde, em 2012. Os dados de queda da devastação comprovam a eficiência da medida, salienta Lisandro Inakake, gerente de Políticas Públicas do Imaflora, entidade que promove a agricultura sustentável. “A partir de 2009 até 2022, o desmatamento associado à soja teve uma queda de 69%, em média. O esvaziamento pode enviar sinais ao setor produtivo, à fronteira agrícola brasileira que está em expansão, de que não temos mais este instrumento e, então, podemos fazer um processo de novas ocupações”, teme. Há 20 anos, as ferramentas tecnológicas de monitoramento do desmatamento eram menos eficientes, levando o setor privado a adotar mecanismos próprios para atender ao mercado internacional e, especificamente, o europeu, cada vez mais exigente do ponto de vista ambiental. Nos últimos anos, entretanto, esses padrões passaram a ser incorporados às novas legislações dos países e aos tratados internacionais de comércio, pondera o advogado Leonardo Munoz, especialista da FGV em Direito Ambiental. “Não é que a Moratória da Soja morreu. Ela foi incorporada em normas. Estamos vivendo uma fase de transição de como vamos comprovar que aqueles produtos não vêm de terras desmatadas”, afirma. “Em vez de termos um acordo comercial, eu terei Código Florestal, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a rastreabilidade. O problema é que a moratória terceirizava a fiscalização para o setor privado. Com a lei, essa fiscalização recai também sobre o Estado – e é aí que a coisa complica, porque nisso o Brasil sempre pecou.” Abiove e principais traders saíram do acordo O acordo incluía entidades poderosas como a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), que reúne gigantes mundiais do setor como Cargill, Bunge e Amaggi. Mas a entrada em vigor de uma lei estadual – depois de uma batalha judicial no Supremo Tribunal Federal – agora bloqueia o acesso a benefícios fiscais aos aderentes, causando a debandada dos signatários. O governo de Mato Grosso, maior produtor do país, e entidades ruralistas alegam que a moratória era mais rigorosa que o Código Florestal, ao impedir o plantio de soja inclusive nos limites estabelecidos pela legislação brasileira. O texto federal permite o desmatamento de até 20% da área de uma propriedade. Entidades ambientalistas, como o Greenpeace, criticaram a decisão, afirmando que “a Abiove e suas associadas optaram por abrir mão de um compromisso que ajudou a reduzir o desmatamento na Amazônia em troca de preservar seus benefícios fiscais”. Em nota, a WWF-Brasil afirmou que o esvaziamento do acordo “configura um retrocesso grave e injustificável para o setor privado e para o Brasil”. “A decisão dessas empresas enfraquece um dos instrumentos mais eficazes de combate ao desmatamento no país e expõe o próprio agronegócio a riscos crescentes”, completou o texto. “O Estado perde um aliado nessa agenda política ambiental. Sozinha, a moratória não resolve, e o Estado brasileiro continua sob muita pressão, buscando atingir as suas metas de reduzir entre 59 e 60% as emissões de gases de efeito estufa até 2035 e de desmatamento zero até 2030”, salienta Lisandro Inakake, do Imaflora. “Se você tem um sinal de que se perdeu um instrumento de ordenamento e controle dessa expansão [da agricultura em direção à floresta], isso compromete as nossas metas. Eu acredito que os resultados podem ser atingidos, mas a gente precisa de uma agenda de implementação da política ambiental brasileira.” Exigências europeias vão aumentar A retirada da Abiove ocorreu dias antes da aprovação do acordo comercial entre os países do Mercosul e da União Europeia, apesar da forte pressão de agricultores e ecologistas europeus para que o tratado fosse recusado pelo bloco. No fim deste ano, também deve entrar em vigor a EUDR, a nova lei antidesmatamento da União Europeia, que exigirá dos produtos importados pelo bloco os mesmos critérios ambientais da produção na Europa. “Eu não vejo mais razão, do ponto de vista regulatório e racional, de se cobrar pela moratória se a agenda já está de olho na EUDR. Está todo mundo preocupado com rastreabilidade e com o marco temporal de 2020 que ele estabelece”, observa Leonardo Munoz. “Isso é um movimento positivo que a União Europeia está puxando: quando ela estatiza os padrões voluntários ambientais, em normas, ela unifica vários padrões de preservação. Para o comércio internacional, é muito melhor e muito mais previsível.” O advogado salienta que aumentará o peso da responsabilidade do governo brasileiro no controle da cadeia produtiva, incluindo mais eficiência na gestão e validação dos Cadastros Ambientais Rurais e regularização de passivos ambientais. Para que a credibilidade do país como exportador não seja abalada, as taxas de desmatamento deverão permanecer baixas, mesmo com o fim da moratória. “Não vai ser meramente verificar se vem de um polígono desmatado ou não: eu vou ter que fazer toda a rastreabilidade do grão. Teremos que ver a logística, ter tecnologias”, destaca. “O Prodes e o Deter não são suficientes. Eles serão mais um instrumento, junto com o CAR, para oferecer a rastreabilidade do grão. Para atender à EUDR, a lição de casa do Estado acabou aumentando.”

Bate-Papo Empreendedor
Papo Empreendedor EP: 191 - Thayni Librelato conversa com Henrique Assini & Miriane Dela Justina.

Bate-Papo Empreendedor

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 51:08


Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?Quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @‌guaruja929fm você vai conhecer as histórias de Henrique Assini e Miriane Dela Justina.Henrique é um profissional com quase 10 anos de atuação no mercado financeiro e 6 anos de experiência direta na assessoria de investimentos. Formado em Engenharia Mecânica pela UNIVALI e atualmente cursando Gestão Financeira pela FGV, Henrique construiu sua trajetória unindo visão analítica, estratégia e foco em decisões financeiras conscientes.Aprovado no exame da certificação CFP®️ (Certified Financial Planner), uma das mais reconhecidas certificações internacionais em planejamento financeiro pessoal, Henrique atua com alto padrão técnico e ético nas áreas de investimentos, seguros, planejamento previdenciário, tributário e sucessório.Atualmente, é consultor patrimonial em parceria com a Gestora Monefica, oferecendo soluções completas de Gestão Patrimonial e Family Office, com foco na preservação, crescimento e organização do patrimônio no longo prazo. Um episódio para quem quer entender dinheiro com mais clareza, estratégia e visão de futuro.Miriane é CEO com mais de 20 anos de atuação nas áreas financeira, administrativa e de liderança. Sua trajetória é marcada pela capacidade de estruturar processos, desenvolver pessoas e conduzir organizações a resultados sustentáveis, sempre com foco em eficiência, equilíbrio financeiro e crescimento estratégico.Formada em Administração e Ciências Contábeis, com MBA em Coaching com Ênfase em Mentoring em Gestão de Pessoas, Miriane atua de forma integrada, unindo planejamento estratégico, inteligência emocional e comportamento humano na formação de líderes preparados para desafios cada vez mais complexos. Ao longo de sua carreira, investiu continuamente em desenvolvimento de líderes, comunicação, autoconhecimento e análise de dados, tornando-se referência na conexão entre números, pessoas e estratégia.Com uma trajetória sólida no sistema Cresol, onde atuou por quase duas décadas e foi Diretora Presidente da Cresol Rio Fortuna por mais de 10 anos, Miriane construiu uma visão de gestão responsável, colaborativa e orientada a resultados. Atualmente, atua como Consultora Financeira, especialista em finanças, custos e análise de dados, e como Mentora de Líderes, ajudando empresas e profissionais a organizarem seus negócios, tomarem decisões mais estratégicas e desenvolverem uma liderança mais humana, consciente e sustentável.Não fique de fora dessa!#papoempreendedor #empresários #mercadofinanceiro #planejamento #gestãopatrimonial #familyofficeEditado · 1 d

Rádio PT
BOLETIM | Em 2 anos, 17,4 milhões saíram da pobreza e subiram de classe social

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 4:24


Estudo da FGV registrou, em 2024, o maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C desde 1976, registrando um crescimento de 78,18%.Sonora:

OBJETIVO CONCURSOS
OIP-PCPI: Maratonando questões de Língua Portuguesa da banca FGV ✍️

OBJETIVO CONCURSOS

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 52:55


Canaltech Podcast
Austrália bane redes sociais para menores de 16 anos: como seria no Brasil?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 23:36


No episódio desta terça-feira (6), abordamos a decisão histórica da Austrália de banir o acesso às redes sociais para menores de 16 anos e como isso repercute no Brasil com a recente aprovação do ECA Digital. Conversamos com Filipe Medon, professor de Direito Civil da Fundação Getulio Vargas e pesquisador da FGV, para entender a responsabilidade das Big Techs, os desafios da verificação de idade e os riscos que vão além do vício em telas, como a interação perigosa de crianças com chatbots de inteligência artificial. Você também vai conferir: Motorola confirma celular da Copa do Mundo e lançamento será nesta semana; Mercado de PCs pode encolher 9% por conta do alto preço da memória RAM em 2026; LG anuncia TV OLED mais fina do mundo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Wendel Martins, Lillian Sibila e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
Venezuela invadida por Trump e a deposição de Maduro

O Assunto

Play Episode Listen Later Jan 4, 2026 51:51


Convidados: Leonardo Trevisan, prof. de Relações Internacionais da ESPM; e Oliver Stuenkel, prof. de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. AVISO: O Assunto volta com episódio novo na terça-feira, 6 de janeiro. Sábado, 3 de janeiro de 2026. Ainda durante a madrugada, uma operação com soldados da tropa de elite dos EUA capturou Nicolás Maduro dentro de um complexo militar na capital Caracas. Maduro, que governava a Venezuela há 12 anos, foi pego junto com sua mulher e, depois, levado para os EUA, onde, segundo autoridades locais, será julgado por narcoterrorismo e outros três crimes. O ataque de Trump foi colocado em curso após meses de escalada na tensão no Caribe. Desde agosto, os EUA realizaram operações marítimas perto da costa da Venezuela, e Trump por várias vezes ameaçou regime agora deposto. A ação do presidente dos EUA foi criticada pelo governo brasileiro e por diversos países, mas recebeu apoio de alguns líderes, como o argentino Javier Milei. Neste episódio especial, Natuza Nery recebe Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, e Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Leonardo explica quais acordos internacionais Trump desrespeitou ao invadir o território venezuelano, pegar Maduro e levá-lo aos EUA. O professor da ESPM avalia quais são os reais interesses de Trump na Venezuela, a começar pelo petróleo – para ele, Maduro funcionou como um “troféu” para Trump. Leonardo responde o que pode acontecer a partir de agora. Oliver analisa como fica a relação do Brasil com Trump após a invasão dos EUA a um país da América Latina e a posição das grandes potências mundiais e suas áreas de influência. Ele explica também por que é possível considerar que os fatos em curso neste 3 de janeiro inauguram uma nova era da história da geopolítica.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 31/12/2025 | RJ tem maior Réveillon do mundo / Protesto contra acordo UE-Mercosul

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 242:11


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (31): A festa da virada de ano no Rio de Janeiro recebeu o prêmio de maior réveillon do mundo. A expectativa é de que 2,5 milhões de pessoas passem o dia 31 de dezembro na Praia de Copacabana. Reportagem: Taís Brito. Prestes a celebrar o réveillon, a Prefeitura do Rio de Janeiro montou um esquema de segurança que conta com a presença de 3.500 policiais. O Coronel Marcelo de Menezes conversou com a Jovem Pan para detalhar os preparativos para a festa da virada de ano de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. Confira a programação completa da festa da virada de ano na Avenida Paulista, que terá a corrida de São Silvestre, além de apresentações musicais e queima de fogos. O evento terá uma operação especial no transporte e na segurança. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Partido Progressistas está marcando reuniões em São Paulo com políticos em potencial que possam disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026. A sigla demonstra insatisfação com a gestão de Tarcísio de Freitas. Reportagem: Beatriz Manfredini. Segundo um estudo da FGV, o réveillon na Avenida Paulista vai movimentar mais de R$1,1 bilhão e uma ação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana vai mobilizar um grande número de agentes para garantir a segurança. A Jovem Pan conversou com o secretário municipal de Segurança Urbana Orlando Morando para analisar a virada de ano. Os produtores rurais da Polônia bloquearam importantes rodovias em protesto com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O tratado entre os blocos está em negociação há mais de 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. Por conta dos problemas de saúde, a Polícia Federal decidiu adiar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre os itens encontrados no cofre do Palácio do Alvorada. Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, vai ter que explicar ao STF a suposta violação da proibição do uso das redes sociais. Um editorial da revista britânica The Economist defende que o presidente Lula não deveria correr à reeleição em 2026. Segundo a publicação, apesar do Brasil demonstrar resiliência das instituições democráticas, o país “merece escolhas melhores”. O Tribunal Superior do Trabalho acatou a situação dos Correios e postergou o pagamento de R$702 milhões em débitos trabalhistas. Apesar do TST considerar legal e não abusiva a greve da estatal, os funcionários devem retornar imediatamente aos serviços. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro do STF Alexandre de Moraes não autorizou Vicente de Paulo Reinaldo, pai de Michelle e sogro de Jair Bolsonaro, a visitar o ex-presidente durante o período de internação. O magistrado citou as regras do ambiente hospitalar e a falta de segurança no local. Reportagem: Igor Damasceno. A guerra no Leste Europeu passa por um momento de recrudescimento, após a Ucrânia ter atacado com drones um porto e um gasoduto na região do Mar Negro, pertencente à Rússia, região de Tuapse. Reportagem: Luca Bassani. Os EUA anunciaram novas sanções contra o Irã e a Venezuela pelo comércio de drones entre os dois países. O departamento do tesouro norte-americano sancionou dez indivíduos e organizações. Reportagem: Fabrizio Neitzke O programa Jornal da Manhã desta quarta-feira (31) conversou com o professor de direito internacional Manuel Furriela sobre as expectativas do cenário global em 2026, em meio ao conflito entre os EUA e Irã, além da escalada de tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Meio Ambiente
Energias renováveis, inteligência artificial, COP30: o que foi notícia em 2025 sobre crise climática

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 11:23


O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.

O Assunto
2025 e o show de Donald Trump

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 29:13


Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Em 20 de janeiro de 2025, Donald Trump reassumiu a presidência dos EUA. E, neste primeiro ano de seu segundo mandato à frente da Casa Branca, governou com todas as luzes voltadas para si, rendendo manchetes praticamente diárias. Ao lon go de todo 2025, Trump deu declarações polêmicas e fez anúncios transmitidos ao vivo. Tudo pensado para causar impacto. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment, que analisa a estratégia de Trump de governar como um “showman”. Ele explica como fica a relação de Trump com Lula – e dos EUA com o Brasil – depois de uma montanha-russa envolvendo o tarifaço e a acusação de que o governo e o Judiciário brasileiros promoviam uma “caça às bruxas” a Jair Bolsonaro. Oliver comenta a estratégia de Trump de se colocar como um “agente da paz” na geopolítica mundial e aponta quais as perspectivas para o presidente dos EUA na política interna – e o que ele pode esperar das eleições de meio de mandato em 2026. Oliver avalia também os sinais de que Trump possa tentar um terceiro mandato, o que é vetado pela Constituição americana.

O Assunto
A ameaça final à Enel em SP

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 29:23


Convidados: Léo Arcoverde, repórter da GloboNews; e Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e ex-diretora da Aneel. Mais de 2,2 milhões de imóveis ficaram sem luz em São Paulo depois de uma tempestade com ventos de mais de 90 km/h atingirem a cidade. Centenas de árvores caíram e atingiram a rede elétrica, sob responsabilidade da Enel - concessionária fornecedora de energia da capital e de cidades da Grande São Paulo. O episódio trouxe à tona um problema antigo – desde 2020 a Enel já recebeu R$ 374 milhões em multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por causa da má prestação de serviço. Depois de mais um episódio em que milhões de pessoas ficaram sem luz e de centenas de milhões de reais em prejuízo, uma reunião entre governo federal, estadual e municipal resolveu iniciar o processo de extinção do contrato com a Enel. Em conversa com Natuza Nery, o repórter da GloboNews Léo Arcoverde explica como a empresa chegou a um ponto crítico do fornecimento de serviço em São Paulo. Ele relembra o apagão de novembro de 2023, quando milhões de pessoas ficaram sem luz – em alguns pontos, a falta de fornecimento durou uma semana. Ele detalha a diferença entre os processos de intervenção e de caducidade e conta o que a Enel alega ao justificar os apagões. Depois, Natuza recebe Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da mesma instituição, o FGV CERI. Joísa, que foi diretora da Aneel entre 2005 e 2009, explica como funcionam os processos de fim de contrato com concessionárias de energia. Ela responde também o que pode acontecer com a Enel e quais as garantias aos clientes com a perspectiva de fim da concessão.

Momento Agrícola
2025.12.06-2 A Pecuária reduz emissões, com Fernando Sampaio da ABIEC

Momento Agrícola

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 13:04


Estudo da FGV com a ABIEC mostra que a pecuária brasileira está no bom caminho para reduzir emissões , e pode até sequestrar mais carbono do que emite.

Rádio PT
BOLETIM | Bolsa Família impulsiona autonomia e independência de beneficiários

Rádio PT

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 2:57


Um novo estudo da FGV mostra que o Programa Bolsa Família, além de aliviar os efeitos imediatos da pobreza, contribuiu para a independência de 60,68% dos beneficiários em 10 anos. No recorte entre 15 e 17 anos, 71% desses “Filhos do Bolsa Família” não dependem mais desse apoio financeiro. Sonoras:

O Assunto
A disputa de força entre os Poderes

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 33:42


Convidado: Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV de São Paulo. Horas depois de o ministro do STF Gilmar Mendes decidir que apenas a Procuradoria-Geral da República pode pedir o impeachment de integrantes da Corte, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, fez um pronunciamento defendendo a prerrogativa da Casa de abrir processos deste tipo. A decisão de Gilmar ainda precisa ser referendada pelo Plenário do Supremo. Antes, a lei permitia que essa fosse uma prerrogativa de “todo cidadão”. A rusga é mais um elemento no recente atrito entre o Congresso e os outros dois Poderes. O Senado e o Executivo vivem uma crise desde que o presidente Lula indicou Jorge Messias para uma vaga no STF. Messias precisa ser aprovado pelos senadores – mas enfrenta resistência, já que alguns parlamentares tinham preferência pelo nome de Rodrigo Pacheco para a vaga aberta na Corte. Neste episódio, Victor Boyadjian recebe o cientista político Cláudio Couto para explicar que outros elementos estão no pano de fundo desta disputa. Professor da FGV de São Paulo, Cláudio analisa as respostas e ações do Congresso após decisões do Executivo e do Judiciário. E conclui como os recentes atritos geram prejuízos ambientais, fiscais e, sobretudo, para a população do país.

Tomando uma
Tomando uma com... CLÁUDIO COUTO #EP269

Tomando uma

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 100:55


O Futeboteco recebe hoje CLÁUDIO COUTO, cientista político e professor da FGV, para o episódio 269 do Tomando Uma Com!APOIO BETNACIONALSe for maior de 18 anos aposte na BetNacional:⁠⁠https://betnacional.bet.br/⁠⁠REDES SOCIAIS:Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/futebotecotv/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Twitter:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://twitter.com/FutebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/futebotecotv⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.tiktok.com/@futebotecotv?⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Kwai:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.kwai.com/@futebotecoTV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠------------------------------------------------------------APRESENTADORES:Rodolfo Gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/rodox_gomes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Felipe Oliveira⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/felipe_futeboteco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PRODUÇÃO:João Rodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.instagram.com/joaor_r⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

O Assunto
Como combater o crime organizado?

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 36:20


Convidados: Pierpaolo Bottini, advogado e professor de Direito Penal da Faculdade de Direito da USP; e Rafael Alcadipani, professor da FGV e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No Brasil, 28,5 milhões de pessoas convivem com o crime organizado no bairro onde moram. É o que mostra uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada no dia 16 de outubro. Os dados dessa pesquisa revelam que facções criminosas e milícias estão presentes no cotidiano de 19% dos brasileiros com 16 anos ou mais – no ano passado, esse percentual era de 14%. Dados do Ministério da Justiça indicam também que 88 facções criminosas atuam no país – as maiores delas são o PCC e o CV. A megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que acabou com 121 mortos, entre eles 4 policiais, expõe uma questão que persegue o país há décadas: como combater o crime organizado? Para responder a esta pergunta, Natuza Nery recebe dois convidados: Rafael Alcadipani e Pierpaolo Bottini e Rafael Alcadipani. Professor da FGV e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Alcadipani sinaliza quais os pilares desse combate. O professor defende a profissionalização das polícias, o incremento do sistema de Justiça e a melhoraria na articulação entre as forças de segurança. Ele aponta a necessidade da criação de uma autoridade antimáfia, com estados e governo federal trabalhando juntos. Depois, a conversa é com Pierpaolo Bottini, professor de Direito Penal da Faculdade de Direito da USP. Bottini chama atenção para a eficácia de asfixiar economicamente as organizações criminosas. Para ele, só limitando o fluxo financeiro do crime organizado é possível combater as facções.

Café Brasil Podcast
LíderCast 390 - Cláudio Ribeiro de Jesus - Curiosidade construindo carreira

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 81:43


Hoje trago meu amigo Claudio Ribeiro de Jesus, executivo Comercial com mais de 20 anos de mercado, especialista em estruturar e reverter operações de vendas, liderando equipes de mais de 100 pessoas e entregando cerca de R$ 1 bi em receita anual. Nos últimos 18 anos esteve à frente das vendas B2B da Telefônica Vivo, como Diretor de Canais Indiretos para PMEs, responsável por 40% do resultado da companhia. Administrador com MBA pela FGV, Claudio trabalhou comigo há mais de 20 lá na Dana. É é um exemplo inspirador de como a obstinaçãopode levar ao sucesso, não importa sua origem. ...............................................................................................................................

O Assunto
Os protestos da geração Z

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 24:13


Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment. Nepal, Madagascar, Quênia, Marrocos, Peru, Indonésia... Manifestações lideradas por jovens da geração Z – nascidos da metade de 1990 até o início da década de 2010 - têm se espalhado pelo mundo. No Nepal e em Madagascar, a onda de manifestações derrubou os governos. No Peru, o presidente recém-empossado decretou 30 dias de emergência em meio à onda de violência. Motivados por diferentes razões, todos estes protestos têm presença maciça de jovens descontentes com as elites políticas e econômicas, em um cenário de “pessimismo palpável” que impulsiona mobilizações. É o que explica Oliver Stuenkel em conversa com Natuza Nery neste episódio. Oliver fala como a geração Z tem a percepção de que as elites políticas estão “desconectadas” dos problemas reais do dia a dia da população. Professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment, nos EUA, Oliver avalia o que une esses jovens em diferentes pontos do mundo. “Todos eles têm pautas em comum, o que explica o uso de símbolos parecidos”, diz, ao citar o uso da bandeira pirata da série de anime “One Piece”. Oliver destaca o papel fundamental das redes sociais para a organização e espalhamento dos protestos. E reflete sobre o risco de avanço autoritário, ao citar o caso de Madagascar, onde as manifestações derrubaram o governo, mas um coronel do Exército assumiu o poder.

Lidercast Café Brasil
LíderCast 390 - Cláudio Ribeiro de Jesus - Curiosidade construindo carreira

Lidercast Café Brasil

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 81:43


Hoje trago meu amigo Claudio Ribeiro de Jesus, executivo Comercial com mais de 20 anos de mercado, especialista em estruturar e reverter operações de vendas, liderando equipes de mais de 100 pessoas e entregando cerca de R$ 1 bi em receita anual. Nos últimos 18 anos esteve à frente das vendas B2B da Telefônica Vivo, como Diretor de Canais Indiretos para PMEs, responsável por 40% do resultado da companhia. Administrador com MBA pela FGV, Claudio trabalhou comigo há mais de 20 lá na Dana. É é um exemplo inspirador de como a obstinaçãopode levar ao sucesso, não importa sua origem. ...............................................................................................................................

O Assunto
A virada na relação entre governo e Centrão

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 32:30


Convidados: Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília; e Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV-SP. Na semana passada, o Planalto sofreu uma derrota na Câmara após os deputados retirarem da pauta uma Medida Provisória que ajudaria o governo a cumprir a meta fiscal do próximo ano. Um revés que teve a participação da base aliada – parlamentares do Centrão votaram contra os interesses do governo. Passado para trás e fortalecido pelas últimas pesquisas de opinião, o governo resolveu adotar uma medida: deu início a uma série de demissões em cargos comissionados cujos indicados são patrocinados por partidos do Centrão. A ideia é tirar das mãos dos “infieis” vagas do chamado “segundo escalão'. Para contar os bastidores das demissões, Natuza Nery conversa com Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília. Ele explica qual o cálculo do governo para tirar cargos de segundo escalão das mãos do Centrão justamente neste momento. Depois, a conversa é com Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV de São Paulo na Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo). Cláudio explica o conceito de “governo congressual”, usado por ele para explicar o jogo de forças entre Executivo e Legislativo. E analisa qual o grau de ineditismo da retaliação adotada pelo Planalto após ser traído por parlamentares de sua base aliada.

Explaining Brazil
The PCC's sprawling presence in Brazil's economy (Preview)

Explaining Brazil

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 10:01


A massive police operation exposed how deep Brazil's largest criminal organization has penetrated the legitimate economy.Rafael Alcadipani, a professor at the FGV's School of Public Administration and a member of the Brazilian Forum on Public Safety, unpacks: How the PCC evolved into a mafia-like organization, with multiple economic activities.The impacts of this expansion on democracy.Brazil's federal and state-level capacity to combat organized crime.How the United States might play a role — and the risks. Listen to the full episode on Apple Podcasts, Spotify or on The Brazilian Report.Support the show

Explaining Brazil
The PCC's sprawling presence in Brazil's economy

Explaining Brazil

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 34:21


A massive police operation exposed how deep Brazil's largest criminal organization has penetrated the legitimate economy.Rafael Alcadipani, a professor at the FGV's School of Public Administration and a member of the Brazilian Forum on Public Safety, unpacks: How the PCC evolved into a mafia-like organization, with multiple economic activities.The impacts of this expansion on democracy.Brazil's federal and state-level capacity to combat organized crime.How the United States might play a role — and the risks. Listen to the full episode on Apple Podcasts, Spotify or on The Brazilian Report.Send us your feedback

O Assunto
O diário do julgamento de Bolsonaro – parte 3

O Assunto

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 46:11


Convidados: Reynaldo Turollo Jr, repórter do g1 em Brasília, e Oscar Vilhena Vieira, professor da Faculdade de Direito da FGV-SP. 2 a 0. Esse é o placar parcial do julgamento de Jair Bolsonaro e de outros 7 réus por tentativa de golpe de Estado na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (9), dois ministros votaram: Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Moraes, que é relator do julgamento, abriu a votação, apontou o ex-presidente como líder de organização criminosa e votou pela condenação de todos os réus. Na sequência, Dino também se colocou a favor da condenação dos réus, mas com culpabilidades diferentes entre eles. Neste episódio, O Assunto retoma o diário do julgamento. Natuza Nery recebe Reynaldo Turollo Jr, repórter do g1 que acompanha de dentro as sessões no Supremo. Turollo relata como Moraes e Dino sustentaram seus votos, qual o clima na Corte e como os pedidos de condenação repercutiram nas defesas dos réus. Depois, a conversa é com Oscar Vilhena Vieira, professor de Direito da FGV. Vilhena, que é mestre em direito pela Universidade Columbia e doutor em Ciência Política pela USP, analisa os significados dos votos de Moraes e Dino. E conclui como este é um julgamento extraordinário do ponto de vista histórico: “ele rompe com a tradição brasileira de impunidade daqueles que rompem com o Estado Democrático de Direito”.