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Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment. Na tarde de terça-feira (26), Flávio Bolsonaro foi recebido pelo presidente americano na Casa Branca e conseguiu alguns objetivos neste encontro: uma foto ao lado de Donald Trump e o pedido para que facções criminosas brasileiras sejam classificadas como organizações terroristas pelos EUA. O pré-candidato à Presidência foi a Washington em busca de uma pauta positiva depois da revelação de suas conversas com Daniel Vorcaro e as polêmicas do caso ‘Dark Horse'. No início do mês, o presidente Lula também foi à Casa Branca e se reuniu com Trump – um encontro dentro da agenda oficial. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o analista de relações internacionais Oliver Stuenkel, que está nos EUA. Oliver relata as percepções das diplomacias brasileira e americana sobre o encontro de Flávio com Trump, e a repercussão da foto em que os dois aparecem juntos. Ele também avalia quais são os maiores interesses dos EUA nas eleições de outubro.
Estudo feito por pesquisadores ligados às Universidades de Columbia e Stanford e da FGV apontou que a taxa de emprego cresceu 4,8% e a mortalidade caiu 14% entre os beneficiários. O programa também contribuiu para a redução das internações.Sonora:
Faculdade EAD vale a pena?No mundo atual, tempo é dinheiro e perder tempo atrasa muito a nossa vida e os nossos resultados.Uma alternativa muito interessante são os cursos à distância, chamados EAD. Eles nos permitem fazer mais, evitando tyempo de deslocamento. Ao mesmo tempo, o networking é prejudicado.No final, vale ou não a pena?Neste corte, especialistas em recilocação vão dar a sua opinião sob os olhos dos recritadores.Apoie o LideraCast - https://apoia.se/lideracast
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar conversa com Rodrigo Padilla, da LATAM, sobre as lições transformadoras de sua carreira na P&G e a transição para a aviação. Neste episódio, você vai descobrir:- O momento decisivo que fez a P&G apostar tudo em Downy.- Como transformar uma crise de identidade em um diferencial de marca.- A importância da humildade intelectual na liderança moderna.- O segredo por trás da personalização de experiências na LATAM.- Como a tecnologia pode humanizar o atendimento ao cliente.Acompanhe essa conversa imperdível e entenda como estratégias ousadas podem redefinir o futuro de uma empresa. Inscreva-se e deixe seu like!———✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.———
Café lidera as exportações do agronegócio mineiro, concentrando 60% dos embarques, com avanço da participação de países do Oriente Médio. Biocombustíveis: estudo estima produção de 64 bilhões de litros entre 2030 e 2035, com impactos na redução de emissões e do desmatamento, além da geração de empregos. Levantamento inédito da Abimaq, em parceria com a Esalq, aponta que a expansão da irrigação pode elevar a produção, gerar empregos e reduzir desigualdades no campo. Em expansão, bovinocultura em Goiás deve movimentar R$ 23 bilhões em 2026. Tempo: quinta-feira terá frente fria avançando pelo Centro-Sul do Brasil, com fenômeno climático afetando Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
Convidados: Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília . O Brasil atingiu em março de 2026 a marca de 82,8 milhões de inadimplentes, o que significa que metade dos lares brasileiros está endividada e comprometendo quase um terço da renda com o pagamento de dívidas. Para tentar reverter esse quadro o governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o novo Desenrola, que agora permite o uso de parte do FGTS para quitar dívidas e impõe uma regra inédita: quem aderir ao programa fica bloqueado em sites de apostas. A nova fase do Desenrola mira especialmente a inadimplência familiar e precoce. Economistas, porém, afirmam que o atual cenário das contas públicas é um dos fatores que impedem a queda dos juros — o que impacta diretamente o tamanho do endividamento dos brasileiros. Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, a questão é mais complexa do que o anúncio faz parecer. “Não existe uma solução mágica, uma bala de prata que vai resolver tudo.” Além da economia, existe uma estratégia política por trás do anúncio: o governo tenta recuperar sua popularidade em ano eleitoral por meio de medidas de impacto direto no cotidiano para tentar reverter o “mau humor” do eleitorado e recuperar a popularidade do presidente Lula em um ano eleitoral, e “não tem como fugir disso" -- analisa Guilherme Balza, repórter da GloboNews.
Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?Nesta quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @guaruja929fm, você vai conhecer três trajetórias inspiradoras que unem visão, atitude e transformação: Elias Caetano, Marci Corrêa e Schirley de Farias Lolli.Elias Caetano é empreendedor, especialista em economia circular e uma das principais referências do setor de reciclagem e transformação de plásticos no Brasil. Sua trajetória começou em 1997 e ganhou destaque com a fundação da Ecocicle, indústria recicladora que liderou por 19 anos e que alcançou a marca de mais de 50 mil toneladas de resíduos reciclados, gerando impacto direto na economia e no meio ambiente.Ao longo da carreira, Elias construiu uma atuação estratégica que vai além da indústria: é Diretor de Estratégias e Advocacy, representante do setor plástico em entidades industriais, membro de conselhos estratégicos e participante ativo na formulação de políticas públicas importantes, como a Lei Nacional de Incentivo à Reciclagem. Reconhecido por conectar empresas, governo e sociedade, defende uma visão moderna da sustentabilidade baseada na economia circular, inovação e responsabilidade compartilhada.Além do empreendedorismo, Elias também é ativista ambiental e idealizador de projetos de preservação da Mata Atlântica, mostrando na prática que é possível conciliar crescimento econômico, impacto social e preservação ambiental.Marci Corrêa é fundadora da Clínica Requinte e possui mais de 20 anos de experiência dedicados ao cuidado, bem-estar e transformação de vidas. Sua caminhada começou na massoterapia, unindo desde cedo o olhar terapêutico e estético no atendimento. Com o tempo, percebeu que os resultados mais profundos estavam no equilíbrio interno e decidiu ampliar sua atuação.Buscando constante atualização, especializou-se em emagrecimento e saúde integrativa, participando de formações com grandes nomes da medicina no Brasil. Hoje, à frente da Clínica Requinte, desenvolve um trabalho focado em equilíbrio metabólico, saúde intestinal, emagrecimento consciente, suplementação individualizada, terapias integrativas naturais, suporte emocional, prevenção e longevidade.Seu atendimento vai de crianças a idosos, sempre respeitando a individualidade de cada paciente e buscando tratar a causa dos desequilíbrios, não apenas os sintomas.Schirley de Farias Lolli é administradora, consultora, mentora, treinadora, palestrante e empresária, com mais de 40 anos de experiência transformando pessoas e impulsionando resultados. Empreendedora desde 1986, iniciou sua trajetória no varejo e viveu na prática os desafios da liderança, da gestão e do crescimento de um negócio.Em 2006, fundou a Empreender Consultoria e Treinamento, empresa dedicada ao desenvolvimento de empreendedores, líderes, equipes e negócios de alta performance, sempre com foco no comportamento humano. Ao longo da jornada, já dedicou mais de 40 mil horas ao desenvolvimento de pessoas, unindo experiência de mercado e metodologias para gerar mudanças reais.Schirley também atua como credenciada do Sebrae e facilitadora do Empretec, programa da ONU reconhecido mundialmente pelo desenvolvimento do comportamento empreendedor. Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico e com MBA pela FGV, hoje atua ajudando empresários, líderes e profissionais a tomarem decisões melhores e construírem resultados sustentáveis.Três convidados, três histórias de superação, visão e propósito para inspirar você a sair da intenção e partir para a ação.Não fique de fora dessa!#guarujatáon #papoempreendedor #rádio #grandesempreendedores #empreendedorismo
Presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), sendo a primeira mulher a ocupar o cargo em 60 anos. Formada pela UFPR, fez MBA Executivo em Gestão Estratégica de Serviços e Gestão de Projetos pela FGV, além de especialização em Liderança e Gestão Pública pelo Centro de Liderança Pública e Harvard Kennedy School. Participou do programa "Transforming Urban Mobility" da London School of Economics.Links mencionados no episódio:Aprendendo com o urbanismo de CuritibaIPPUC. A Bússola de CuritibaMessy Cities: Why We Can't Plan Everything...Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
Construindo confiança: as ações concretas que todo líder precisa tomar
O relator da Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala 6x1, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), nomeado nesta semana, defendeu uma regra de transição para que o mercado se adapte à redução na jornada de trabalho. O conteúdo da PEC será debatido numa comissão especial na Câmara. A intenção do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), é votar a matéria até 28 de maio. Em entrevista à Rádio Eldorado, o economista Nelson Marconi, que coordena o Curso de Administração Pública da FGV, defendeu uma redução gradual de uma hora por semana por ano até se chegar a uma jornada 5x2 em quatro anos. “É importante para os trabalhadores porque vai melhorar a qualidade de vida. Mas para as empresas, principalmente as pequenas do comércio, isso pode gerar um impacto de custo”, ponderou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Jonathan Colombo, engenheiro e professor do MBA em ESG de Mudanças Climáticas e Transição Energética da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Um negócio de quase US$ 3 bilhões colocou o Brasil no centro das atenções em um mercado no qual o país detém a segunda maior reserva do mundo: as terras raras. São 17 minerais estratégicos, usados na fabricação de produtos que vão de carros elétricos a sistemas militares, e que hoje estão no centro de uma disputa geopolítica global, impulsionada pela corrida tecnológica e pela transição energética. Nesse contexto, uma mineradora em Goiás, controlada por fundos privados e internacionais, foi vendida para uma empresa americana. O movimento reacendeu preocupações no governo brasileiro sobre soberania e controle de recursos estratégicos. Enquanto os negócios avançam, a regulamentação das terras raras ainda anda lentamente no Congresso e deve ser analisada em maio; ao mesmo tempo, o tema também está no STF, que avalia uma ação que questiona se a exploração da mina em Minaçu, no norte de Goiás, fere a Constituição. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o engenheiro Jonathan Colombo, professor de transição energética da FGV, sobre os desafios para evitar danos ambientais e a perda de soberania na exploração de terras raras no Brasil.
Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment. Horas antes do fim do prazo estabelecido por ele mesmo para um cessar-fogo na guerra contra o Irã, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a extensão da trégua por tempo indeterminado. O movimento marca o que analistas e a imprensa internacional classificam como o sétimo recuo do republicano em um conflito no qual ele insiste em se declarar vencedor. Enquanto Washington justifica o adiamento como uma espera por uma "proposta unificada" de um regime supostamente fragmentado em Teerã, o governo iraniano ironiza a retórica americana e utiliza inteligência artificial para zombar da indecisão de Trump. Em paralelo, Trump enfrenta o nível mais baixo de aprovação de seu mandato, com 62% de rejeição entre os americanos. Mais do que o desgaste externo, a pesquisa Reuters/Ipsos revela rachaduras na base aliada: 46% dos republicanos hoje consideram que o presidente não é "equilibrado". Neste episódio, Natuza Nery entrevista Oliver Stuenkel para analisar o impacto da série de recuos apresentados até aqui por Trump, o reflexo na sua popularidade e os entraves para um acordo. O professor de RI explica como a guerra com o Irã pode respingar nas eleições de meio de mandato.
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar recebe Carlinha Gagliardi, Chief Investment Officer da Omnicom Media, para uma conversa sobre a evolução do marketing digital. Uma jornada desde os tempos dos motoboys com fitas até as mesas de performance que revolucionaram o mercado.Neste episódio, você vai descobrir:- Como um banner pesado derrubou a home do UOL e o caos que se seguiu.- A história da primeira mesa de performance do Brasil e seu impacto no Itaú.- Por que a diversidade de canais de mídia caiu 75% e o que isso significa.- O segredo por trás dos melhores clientes: eles são caros, mas valem cada centavo.- Por que canais subvalorizados, como o rádio, ainda entregam resultados surpreendentes.- E o perigo de abandonar a construção de marca em favor do fundo do funil.Não se esqueça de se inscrever no nosso canal e deixar seu like!———✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.———
IA na contratação: por que candidatos estão sendo rejeitados antes de entrevistasNeste corte do episódio "Construindo uma Carreira de Sucesso na era da IA", exploramos o impacto da inteligência artificial nos processos de recrutamento e seleção. Discutimos como a IA está redefinindo o futuro do trabalho, especialmente nas etapas iniciais da entrevista de emprego, e as implicações para o mercado de trabalho. Abordamos as dificuldades que profissionais enfrentam e a importância dos recursos humanos em adaptar-se a essa nova realidade.Neste corte do LideraCast, mergulharam comigo em um bate-papo de alto nível com dois especialistas que estão liderando transformações no mercado:
Criciúma sediou nesta quinta-feira (16) o Workshop Regional Sul do Programa Santa Catarina 2050, voltado à elaboração do Plano de Transição Energética Justa do Estado. O evento foi realizado na sede da Associação Empresarial de Criciúma e reuniu representantes do setor produtivo, poder público, sociedade civil e academia. O encontro teve como principal objetivo apresentar e aprimorar, de forma colaborativa, o diagnóstico preliminar do Plano Estadual de Transição Energética Justa de Santa Catarina (PETEJ-SC), com foco na Região Sul. O material foi construído a partir de atividades de campo, referências internacionais e análise do contexto normativo estadual. Durante a programação, pesquisadores conduziram uma dinâmica participativa com grupos de trabalho formados por representantes de diferentes setores. A proposta foi identificar lacunas, complementar informações e fortalecer os elementos necessários para garantir uma transição energética que seja não apenas sustentável, mas também socialmente justa. Presente no evento, o presidente da Associação Brasileira do Carbono Sustentável, Fernando Luiz Zancan, destacou em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias a importância da construção coletiva do plano. Segundo ele, o processo conduzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) busca envolver a sociedade de forma ampla. “É um processo de construção do conhecimento da região. Um plano não pode ser algo imposto de cima para baixo. Toda a sociedade interessada precisa contribuir”, afirmou. Zancan também adiantou os próximos passos da iniciativa, que incluem novas oficinas regionais até o fim de junho, além de uma missão internacional prevista para julho, na Itália. Ele ressaltou que o trabalho não se limita ao Sul do estado, abrangendo diferentes regiões catarinenses. “A FGV está criando um modelo para entender como a transição energética impacta a economia e como as políticas públicas influenciam esse processo. É um planejamento de longo prazo, com muita inteligência econômica envolvida”, completou. A expectativa é de que novos encontros e etapas do projeto avancem nos próximos meses, consolidando diretrizes para uma transição energética alinhada ao desenvolvimento sustentável de Santa Catarina.
O Brasil está entre os maiores consumidores de fertilizantes do mundo, mas a forte dependência de importações acende um sinal de alerta para o agronegócio. Com mais de 80% dos insumos vindos do exterior, qualquer oscilação no mercado global impacta diretamente a produção no campo. A recente alta da ureia e possíveis restrições nas exportações intensificam a preocupação com o custo da produção e o reflexo no preço dos alimentos. Para entender os riscos e os caminhos possíveis para reduzir essa dependência, o JR 15 Minutos conversa com Daniel Vargas, professor da FGV Direito Rio e da Escola de Economia da FGV.
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (Semae), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), realiza no próximo dia 16, em Criciúma, o Workshop Regional SUL – Programa Santa Catarina 2050: Caminhos para uma Transição Energética Justa. O evento integra o processo de elaboração do Plano Estadual de Transição Energética Justa de Santa Catarina. O objetivo é apresentar, aos atores da região Sul, os resultados preliminares do diagnóstico territorial conduzido pela FGV. O encontro ocorre das 8h30 às 17h, na Associação Empresarial de Criciúma (ACIC). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas em formulário no site semae.sc.gov.br. O Secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Guilherme Dallacosta, participou de entrevista no Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (13) e falou sobre o evento.
Neste episódio do LideraCast, aprofundamos na gestão de conflitos, um tema crucial para o desenvolvimento pessoal e a alta performance. Discutimos como a liderança eficaz exige mais do que apenas gerenciar tarefas, mas também entender a dinâmica humana. Glaucia Carvalho destaca a negligência e omissão como os maiores erros dos líderes, ressaltando a importância da inteligencia emocional para uma gestão de conflitos bem-sucedida.
Este é um corte do episódio “ Futuro do RH: Como a Tecnologia Está Redefinindo Pessoas e Processos”, que foi gravado em 91025, estiveram comigo duas especialistas de peso:
Hoje recebemos Marcelo Neri um daqueles profissionais que não apenas conhecem o jogo… mas ajudaram a escrever as regras. Com mais de 34 anos de atuação no mercado marítimo, Marcelo é CEO e sócio do Alphamar Group. Consultor, mentor e escritor, ele transita entre a operação e a estratégia com a mesma fluidez. Formado em Comércio Internacional, com MBA pela FGV e pela University of California Irvine, e especializações que vão de Hong Kong a Rotterdam, ele traz uma visão global para um setor que move o mundo… literalmente. E o papo foi se aprofundando, passando por filosofia, liderança... vale a pena ouvir! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Marcelo Neri um daqueles profissionais que não apenas conhecem o jogo… mas ajudaram a escrever as regras. Com mais de 34 anos de atuação no mercado marítimo, Marcelo é CEO e sócio do Alphamar Group. Consultor, mentor e escritor, ele transita entre a operação e a estratégia com a mesma fluidez. Formado em Comércio Internacional, com MBA pela FGV e pela University of California Irvine, e especializações que vão de Hong Kong a Rotterdam, ele traz uma visão global para um setor que move o mundo… literalmente. E o papo foi se aprofundando, passando por filosofia, liderança... vale a pena ouvir! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar recebe Alvaro Garcia, CMO da Flutter Brazil, responsável pela Betfair e Betnacional. Alvaro detalha sua longa carreira e compartilha sua visão sobre o papel do marketing como motor de crescimento.Neste episódio, você vai descobrir:- Por que apostar pequeno pode ser o maior erro da sua estratégia.- Como a Smirnoff Ice virou o jogo no mercado de bebidas.- O segredo por trás do Flutter Edge e como ele acelera negócios.- Bastidores sobre o mercado de apostas e o desafio da legalização.Não esqueça de se inscrever para mais conversas de negócios de alto nível!---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---
Bruno Musa é economista e especialista em investimentos, com quase 20 anos de atuação no mercado financeiro. Atualmente é consultor da Portfel (Grupo Primo), professor de macroeconomia e comentarista econômico da Jovem Pan.Renato Dias é formado em Administração pela FGV, já atuou em bancos e no mercado de investimentos. Foi diretor executivo do Ranking dos Políticos e, desde 2021, integra a Brasil Paralelo, onde é sócio e atual diretor de programação do YouTube.
iPhone 17e: novo 'baratinho' da Apple é anunciado a partir de R$ 5,8 mil. EUA usaram Claude IA para atacar Irã mesmo com Anthropic banida. Nintendo reduz preços de assinaturas no Brasil! Veja o que ficou mais barato. FGV sofre vazamento de 1,52 TB em suposto ataque cibernético do grupo Dragonforce. Xiaomi 17, 17 Ultra e smartphone da Leica ganham versão global; saiba tudo.
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Gustavo Maia, fundador e CEO da Colab, uma govtech que conecta cidadãos e governos em mais de 2 mil cidades no Brasil. A Colab promove a participação popular e a gestão pública colaborativa. Gustavo possui uma formação sólida, com especializações em governança, inovação e políticas públicas pela Harvard Kennedy School, Blavatnik School of Government da Universidade de Oxford, e um mestrado em Liderança e Gestão Pública pelo Instituto Singularidades, além de passagens pelo Insper e FGV. Ele também integra o GovTech Network do Fórum Econômico Mundial. E é um apaixonado pela Inteligência Artificial, que dominou boa parte da conversa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar recebe Daniela Pereira, Diretora de Mídia na Unilever, para uma conversa reveladora sobre transformação organizacional e estratégias de mídia que realmente impactam. Neste episódio, você vai descobrir:- Como a Unilever está liderando a revolução do Social First.- Por que conhecer profundamente o seu time é essencial.- A diferença entre brand say e other say na comunicação moderna.- O que significa ter influência como parte estratégica da mídia.---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---
Entender a dinâmica do câmbio pode definir quem ganha espaço no mercado global. Não por acaso, negócios que contam com o apoio consultivo do Itaú Empresas têm 70% mais chances de exportar e 50% mais chances de importar, segundo pesquisa da FGV. No terceiro episódio da websérie Um passo à frente, Igor Barreto, economista do Itaú Empresas, e Thiago Miranda, diretor do Grupo Mirandinha, falam sobre como o câmbio influencia a competitividade no mercado e de que forma o planejamento econômico pode abrir novos caminhos. "Um passo à frente" é uma parceria do Estadão Blue Studio com o Itaú Empresas. Confira os episódios nas plataformas do Estadão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje recebemos Renata Rivetti que é pesquisadora na ciência da felicidade, palestrante do TEDx, LinkedIn Top Voice e autora de O Poder do Bem-Estar. Renata é administradora formada pela FGV e pós-graduada em Psicologia Positiva e Estudos da Felicidade. Deixou a carreira executiva para se dedicar à transformação do trabalho. À frente da Reconnect, atua com felicidade corporativa, liderança humanizada e redesenho do futuro do trabalho, impactando empresas como Unilever, Itaú, Natura e Grupo Boticário. Vamos falar de felicidade, que tal? See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar conversa com Fabíola Menezes, CMO da General Mills, sobre a importância das histórias na construção de marcas e como essa abordagem moldou sua carreira desde os tempos na Editora Abril.Fabíola compartilha suas experiências à frente de projetos inovadores, como a Usina do Som, e discute a relevância de entender o consumidor para criar estratégias de marca eficazes. Ela também aborda a ousadia por trás do case Morumbis e a importância de assumir riscos calculados em marketing.Falando sobre sua atuação atual, Fabíola descreve o desafio de liderar um turnaround na General Mills, equilibrando estratégias de curto e longo prazo. Ela destaca a necessidade de um CMO estratégico que impulsione o crescimento da empresa e a importância da Creator Economy na era digital.O episódio oferece insights valiosos sobre liderança, inovação e a evolução do marketing, enfatizando a necessidade de adaptação e visão estratégica.---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
Convidado: Rodolpho Tobler, mestre em economia e finanças pela FGV e coordenador das Sondagens Empresariais e de Indicadores de Mercado de Trabalho do FGV IBRE. Em diversos setores da economia, empresas estão reformulado ofertas de emprego para atrair e reter trabalhadores em um mercado aquecido e com desemprego baixo – 5,6%, o menor da série histórica do IBGE. Benefícios mais amplos, bônus financeiros e mudanças na jornada de trabalho passaram a ser usados como estratégia para preencher vagas que seguem abertas. Do lado dos trabalhadores, a decisão de aceitar ou deixar um emprego tem sido cada vez menos guiada apenas pelo salário – flexibilidade virou a palavra-chave, num movimento reforçado pela expansão do trabalho por conta própria e da economia dos aplicativos. Para analisar esse cenário, Natuza Nery entrevista Rodolpho Tobler, mestre em economia e finanças pela FGV e coordenador das Sondagens Empresariais e de Indicadores de Mercado de Trabalho do FGV IBRE. Ele explica por que aumentou o equilíbrio de forças entre empregado e empregador e avalia os impactos do mercado de trabalho superaquecido nos dados macroeconômicos.
Neste episódio do CMO Playbook, Rapha Avellar conversa com Camila Costa, CEO da iDTBWA, sobre a disrupção e inovação no setor publicitário. Camila compartilha sua experiência ao liderar uma agência que se orgulha de sua abordagem disruptiva, destacando a importância de se manter atualizado e conectado com a cultura e o comportamento do consumidor. A conversa aborda a trajetória de Camila, incluindo sua ida e volta dos Estados Unidos, e como essa experiência enriqueceu sua visão de mercado. Ela também discute a evolução do digital e a relevância crescente das redes sociais e influenciadores na definição de cultura e demanda. Camila reflete sobre a importância de se tomar riscos inteligentes no mundo corporativo, utilizando dados e estratégias para inovar com segurança. Ela compartilha cases de sucesso, como os projetos com a Audi e Shell, que exemplificam como a criatividade e a análise de dados podem transformar marcas. O episódio conclui com uma reflexão sobre a conexão entre experiências físicas e digitais, e a importância de bases proprietárias em um mundo cada vez mais digital. Camila destaca que, mesmo em um cenário orientado por inteligência artificial, a experiência do consumidor no mundo físico continua sendo essencial. ---✨ Sobre o PodcastO CMO Playbook é um podcast que busca entender como grandes líderes de marketing enfrentam desafios, repensam modelos de gestão, testam novas abordagens e antecipam movimentos do mercado.É o espaço onde CMOs, Heads e Gerentes das maiores marcas e agências do país discutem tendências, estratégias e decisões com profundidade técnica e visão de futuro.Um podcast feito para quem está na linha de frente da transformação — que inspira, provoca e busca conversas profundas para liderar com inteligência na nova era da publicidade.---
SD343 - Por que Atender Mais Pacientes pode estar Diminuindo seu Lucro. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé conversa com a médica e sócia-fundadora da Rinoclínica, Dra. Bárbara Bianchi, sobre um dos temas mais negligenciados na carreira médica: finanças do consultório. A partir da própria vivência como médica empreendedora, gestora e mentora da SD Escola, Dra. Bárbara mostra como médicos podem (e devem) assumir uma postura mais intencional na gestão do próprio negócio. Ao longo do episódio, são discutidos conceitos fundamentais como tempo para pensar estrategicamente, ticket médio, LTV (Lifetime Value), margem de contribuição, ponto de equilíbrio, metas, bonificação de equipe e o papel estratégico da secretária como gerente comercial. Tudo isso ancorado em exemplos reais, decisões difíceis e aprendizados que surgem apenas quando o médico sai do modo automático. O podcast Saúde Digital lhe ajuda a abrir a mente? Agora imagine como 3 dias de imersão com a gente pode impactar no seu negócio médico. A próxima Imersão SD já tem data: 20, 21 e 22 de março/2026. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos. FAÇA CONTATO O Background da Bárbara Bárbara formou-se em Medicina em Passo Fundo-RS, fez sua residência em Otorrinolaringologia em Campinas-SP e depois um fellowship em Cirurgia Cérvico-Facial pelo Instituto Penido Burnier de Campinas-SP. Ela se estabeleceu em Porto Alegre-RS onde abriu a Rinoclínica com uma sócia, além de assumir a gerência médica de uma outra clínica de multiespecialidades em Passo Fundo, a Medix, aberta com dois sócios. O dia a dia lhe trouxe os desafios e os aprendizados na gestão do negócio, o que a levou a fazer um MBA de Gestão em Saúde na FGV e outros cursos para oferecer a melhor experiência para o paciente e ter os serviços reconhecidos como uma referência na área. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD342 - Carreira Corporativa em Saúde: O Caminho Que Muitos Médicos Ignoram SD341 - Conheça o mercado da Saúde na Classe C SD340 - IA Generativa na Medicina: Quem Usar 1º Vai Viver Melhor Music: Charmed | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
O esvaziamento da Moratória da Soja no Brasil, instrumento multissetorial de controle do plantio sobre áreas desmatadas, aumenta o desafio do país para garantir a sustentabilidade da produção brasileira. Depois de anos de pressão de ruralistas e do governo de Mato Grosso para derrubar o acordo privado, as principais exportadoras de grãos anunciaram a sua retirada do dispositivo, firmado em 2006. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Desde então, a moratória era complementar a outras medidas de controle do desmatamento da Amazônia, sob pressão pelo avanço das lavouras da leguminosa. O dispositivo voluntário uniu governos, empresas e sociedade civil no compromisso de não comercializar soja plantada em áreas de floresta derrubada depois de 2008 – ano de referência do Código Florestal, aprovado mais tarde, em 2012. Os dados de queda da devastação comprovam a eficiência da medida, salienta Lisandro Inakake, gerente de Políticas Públicas do Imaflora, entidade que promove a agricultura sustentável. “A partir de 2009 até 2022, o desmatamento associado à soja teve uma queda de 69%, em média. O esvaziamento pode enviar sinais ao setor produtivo, à fronteira agrícola brasileira que está em expansão, de que não temos mais este instrumento e, então, podemos fazer um processo de novas ocupações”, teme. Há 20 anos, as ferramentas tecnológicas de monitoramento do desmatamento eram menos eficientes, levando o setor privado a adotar mecanismos próprios para atender ao mercado internacional e, especificamente, o europeu, cada vez mais exigente do ponto de vista ambiental. Nos últimos anos, entretanto, esses padrões passaram a ser incorporados às novas legislações dos países e aos tratados internacionais de comércio, pondera o advogado Leonardo Munoz, especialista da FGV em Direito Ambiental. “Não é que a Moratória da Soja morreu. Ela foi incorporada em normas. Estamos vivendo uma fase de transição de como vamos comprovar que aqueles produtos não vêm de terras desmatadas”, afirma. “Em vez de termos um acordo comercial, eu terei Código Florestal, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a rastreabilidade. O problema é que a moratória terceirizava a fiscalização para o setor privado. Com a lei, essa fiscalização recai também sobre o Estado – e é aí que a coisa complica, porque nisso o Brasil sempre pecou.” Abiove e principais traders saíram do acordo O acordo incluía entidades poderosas como a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), que reúne gigantes mundiais do setor como Cargill, Bunge e Amaggi. Mas a entrada em vigor de uma lei estadual – depois de uma batalha judicial no Supremo Tribunal Federal – agora bloqueia o acesso a benefícios fiscais aos aderentes, causando a debandada dos signatários. O governo de Mato Grosso, maior produtor do país, e entidades ruralistas alegam que a moratória era mais rigorosa que o Código Florestal, ao impedir o plantio de soja inclusive nos limites estabelecidos pela legislação brasileira. O texto federal permite o desmatamento de até 20% da área de uma propriedade. Entidades ambientalistas, como o Greenpeace, criticaram a decisão, afirmando que “a Abiove e suas associadas optaram por abrir mão de um compromisso que ajudou a reduzir o desmatamento na Amazônia em troca de preservar seus benefícios fiscais”. Em nota, a WWF-Brasil afirmou que o esvaziamento do acordo “configura um retrocesso grave e injustificável para o setor privado e para o Brasil”. “A decisão dessas empresas enfraquece um dos instrumentos mais eficazes de combate ao desmatamento no país e expõe o próprio agronegócio a riscos crescentes”, completou o texto. “O Estado perde um aliado nessa agenda política ambiental. Sozinha, a moratória não resolve, e o Estado brasileiro continua sob muita pressão, buscando atingir as suas metas de reduzir entre 59 e 60% as emissões de gases de efeito estufa até 2035 e de desmatamento zero até 2030”, salienta Lisandro Inakake, do Imaflora. “Se você tem um sinal de que se perdeu um instrumento de ordenamento e controle dessa expansão [da agricultura em direção à floresta], isso compromete as nossas metas. Eu acredito que os resultados podem ser atingidos, mas a gente precisa de uma agenda de implementação da política ambiental brasileira.” Exigências europeias vão aumentar A retirada da Abiove ocorreu dias antes da aprovação do acordo comercial entre os países do Mercosul e da União Europeia, apesar da forte pressão de agricultores e ecologistas europeus para que o tratado fosse recusado pelo bloco. No fim deste ano, também deve entrar em vigor a EUDR, a nova lei antidesmatamento da União Europeia, que exigirá dos produtos importados pelo bloco os mesmos critérios ambientais da produção na Europa. “Eu não vejo mais razão, do ponto de vista regulatório e racional, de se cobrar pela moratória se a agenda já está de olho na EUDR. Está todo mundo preocupado com rastreabilidade e com o marco temporal de 2020 que ele estabelece”, observa Leonardo Munoz. “Isso é um movimento positivo que a União Europeia está puxando: quando ela estatiza os padrões voluntários ambientais, em normas, ela unifica vários padrões de preservação. Para o comércio internacional, é muito melhor e muito mais previsível.” O advogado salienta que aumentará o peso da responsabilidade do governo brasileiro no controle da cadeia produtiva, incluindo mais eficiência na gestão e validação dos Cadastros Ambientais Rurais e regularização de passivos ambientais. Para que a credibilidade do país como exportador não seja abalada, as taxas de desmatamento deverão permanecer baixas, mesmo com o fim da moratória. “Não vai ser meramente verificar se vem de um polígono desmatado ou não: eu vou ter que fazer toda a rastreabilidade do grão. Teremos que ver a logística, ter tecnologias”, destaca. “O Prodes e o Deter não são suficientes. Eles serão mais um instrumento, junto com o CAR, para oferecer a rastreabilidade do grão. Para atender à EUDR, a lição de casa do Estado acabou aumentando.”
Estudo da FGV registrou, em 2024, o maior nível histórico de ascensão social para as classes A, B e C desde 1976, registrando um crescimento de 78,18%.Sonora:
No episódio desta terça-feira (6), abordamos a decisão histórica da Austrália de banir o acesso às redes sociais para menores de 16 anos e como isso repercute no Brasil com a recente aprovação do ECA Digital. Conversamos com Filipe Medon, professor de Direito Civil da Fundação Getulio Vargas e pesquisador da FGV, para entender a responsabilidade das Big Techs, os desafios da verificação de idade e os riscos que vão além do vício em telas, como a interação perigosa de crianças com chatbots de inteligência artificial. Você também vai conferir: Motorola confirma celular da Copa do Mundo e lançamento será nesta semana; Mercado de PCs pode encolher 9% por conta do alto preço da memória RAM em 2026; LG anuncia TV OLED mais fina do mundo. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Wendel Martins, Lillian Sibila e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Leonardo Trevisan, prof. de Relações Internacionais da ESPM; e Oliver Stuenkel, prof. de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. AVISO: O Assunto volta com episódio novo na terça-feira, 6 de janeiro. Sábado, 3 de janeiro de 2026. Ainda durante a madrugada, uma operação com soldados da tropa de elite dos EUA capturou Nicolás Maduro dentro de um complexo militar na capital Caracas. Maduro, que governava a Venezuela há 12 anos, foi pego junto com sua mulher e, depois, levado para os EUA, onde, segundo autoridades locais, será julgado por narcoterrorismo e outros três crimes. O ataque de Trump foi colocado em curso após meses de escalada na tensão no Caribe. Desde agosto, os EUA realizaram operações marítimas perto da costa da Venezuela, e Trump por várias vezes ameaçou regime agora deposto. A ação do presidente dos EUA foi criticada pelo governo brasileiro e por diversos países, mas recebeu apoio de alguns líderes, como o argentino Javier Milei. Neste episódio especial, Natuza Nery recebe Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, e Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Leonardo explica quais acordos internacionais Trump desrespeitou ao invadir o território venezuelano, pegar Maduro e levá-lo aos EUA. O professor da ESPM avalia quais são os reais interesses de Trump na Venezuela, a começar pelo petróleo – para ele, Maduro funcionou como um “troféu” para Trump. Leonardo responde o que pode acontecer a partir de agora. Oliver analisa como fica a relação do Brasil com Trump após a invasão dos EUA a um país da América Latina e a posição das grandes potências mundiais e suas áreas de influência. Ele explica também por que é possível considerar que os fatos em curso neste 3 de janeiro inauguram uma nova era da história da geopolítica.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (31): A festa da virada de ano no Rio de Janeiro recebeu o prêmio de maior réveillon do mundo. A expectativa é de que 2,5 milhões de pessoas passem o dia 31 de dezembro na Praia de Copacabana. Reportagem: Taís Brito. Prestes a celebrar o réveillon, a Prefeitura do Rio de Janeiro montou um esquema de segurança que conta com a presença de 3.500 policiais. O Coronel Marcelo de Menezes conversou com a Jovem Pan para detalhar os preparativos para a festa da virada de ano de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. Confira a programação completa da festa da virada de ano na Avenida Paulista, que terá a corrida de São Silvestre, além de apresentações musicais e queima de fogos. O evento terá uma operação especial no transporte e na segurança. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Partido Progressistas está marcando reuniões em São Paulo com políticos em potencial que possam disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026. A sigla demonstra insatisfação com a gestão de Tarcísio de Freitas. Reportagem: Beatriz Manfredini. Segundo um estudo da FGV, o réveillon na Avenida Paulista vai movimentar mais de R$1,1 bilhão e uma ação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana vai mobilizar um grande número de agentes para garantir a segurança. A Jovem Pan conversou com o secretário municipal de Segurança Urbana Orlando Morando para analisar a virada de ano. Os produtores rurais da Polônia bloquearam importantes rodovias em protesto com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O tratado entre os blocos está em negociação há mais de 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. Por conta dos problemas de saúde, a Polícia Federal decidiu adiar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre os itens encontrados no cofre do Palácio do Alvorada. Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, vai ter que explicar ao STF a suposta violação da proibição do uso das redes sociais. Um editorial da revista britânica The Economist defende que o presidente Lula não deveria correr à reeleição em 2026. Segundo a publicação, apesar do Brasil demonstrar resiliência das instituições democráticas, o país “merece escolhas melhores”. O Tribunal Superior do Trabalho acatou a situação dos Correios e postergou o pagamento de R$702 milhões em débitos trabalhistas. Apesar do TST considerar legal e não abusiva a greve da estatal, os funcionários devem retornar imediatamente aos serviços. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro do STF Alexandre de Moraes não autorizou Vicente de Paulo Reinaldo, pai de Michelle e sogro de Jair Bolsonaro, a visitar o ex-presidente durante o período de internação. O magistrado citou as regras do ambiente hospitalar e a falta de segurança no local. Reportagem: Igor Damasceno. A guerra no Leste Europeu passa por um momento de recrudescimento, após a Ucrânia ter atacado com drones um porto e um gasoduto na região do Mar Negro, pertencente à Rússia, região de Tuapse. Reportagem: Luca Bassani. Os EUA anunciaram novas sanções contra o Irã e a Venezuela pelo comércio de drones entre os dois países. O departamento do tesouro norte-americano sancionou dez indivíduos e organizações. Reportagem: Fabrizio Neitzke O programa Jornal da Manhã desta quarta-feira (31) conversou com o professor de direito internacional Manuel Furriela sobre as expectativas do cenário global em 2026, em meio ao conflito entre os EUA e Irã, além da escalada de tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Em 20 de janeiro de 2025, Donald Trump reassumiu a presidência dos EUA. E, neste primeiro ano de seu segundo mandato à frente da Casa Branca, governou com todas as luzes voltadas para si, rendendo manchetes praticamente diárias. Ao lon go de todo 2025, Trump deu declarações polêmicas e fez anúncios transmitidos ao vivo. Tudo pensado para causar impacto. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment, que analisa a estratégia de Trump de governar como um “showman”. Ele explica como fica a relação de Trump com Lula – e dos EUA com o Brasil – depois de uma montanha-russa envolvendo o tarifaço e a acusação de que o governo e o Judiciário brasileiros promoviam uma “caça às bruxas” a Jair Bolsonaro. Oliver comenta a estratégia de Trump de se colocar como um “agente da paz” na geopolítica mundial e aponta quais as perspectivas para o presidente dos EUA na política interna – e o que ele pode esperar das eleições de meio de mandato em 2026. Oliver avalia também os sinais de que Trump possa tentar um terceiro mandato, o que é vetado pela Constituição americana.
Convidados: Léo Arcoverde, repórter da GloboNews; e Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e ex-diretora da Aneel. Mais de 2,2 milhões de imóveis ficaram sem luz em São Paulo depois de uma tempestade com ventos de mais de 90 km/h atingirem a cidade. Centenas de árvores caíram e atingiram a rede elétrica, sob responsabilidade da Enel - concessionária fornecedora de energia da capital e de cidades da Grande São Paulo. O episódio trouxe à tona um problema antigo – desde 2020 a Enel já recebeu R$ 374 milhões em multas aplicadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) por causa da má prestação de serviço. Depois de mais um episódio em que milhões de pessoas ficaram sem luz e de centenas de milhões de reais em prejuízo, uma reunião entre governo federal, estadual e municipal resolveu iniciar o processo de extinção do contrato com a Enel. Em conversa com Natuza Nery, o repórter da GloboNews Léo Arcoverde explica como a empresa chegou a um ponto crítico do fornecimento de serviço em São Paulo. Ele relembra o apagão de novembro de 2023, quando milhões de pessoas ficaram sem luz – em alguns pontos, a falta de fornecimento durou uma semana. Ele detalha a diferença entre os processos de intervenção e de caducidade e conta o que a Enel alega ao justificar os apagões. Depois, Natuza recebe Joísa Dutra, professora da FGV do Rio e diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da mesma instituição, o FGV CERI. Joísa, que foi diretora da Aneel entre 2005 e 2009, explica como funcionam os processos de fim de contrato com concessionárias de energia. Ela responde também o que pode acontecer com a Enel e quais as garantias aos clientes com a perspectiva de fim da concessão.
Convidado: Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV de São Paulo. Horas depois de o ministro do STF Gilmar Mendes decidir que apenas a Procuradoria-Geral da República pode pedir o impeachment de integrantes da Corte, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, fez um pronunciamento defendendo a prerrogativa da Casa de abrir processos deste tipo. A decisão de Gilmar ainda precisa ser referendada pelo Plenário do Supremo. Antes, a lei permitia que essa fosse uma prerrogativa de “todo cidadão”. A rusga é mais um elemento no recente atrito entre o Congresso e os outros dois Poderes. O Senado e o Executivo vivem uma crise desde que o presidente Lula indicou Jorge Messias para uma vaga no STF. Messias precisa ser aprovado pelos senadores – mas enfrenta resistência, já que alguns parlamentares tinham preferência pelo nome de Rodrigo Pacheco para a vaga aberta na Corte. Neste episódio, Victor Boyadjian recebe o cientista político Cláudio Couto para explicar que outros elementos estão no pano de fundo desta disputa. Professor da FGV de São Paulo, Cláudio analisa as respostas e ações do Congresso após decisões do Executivo e do Judiciário. E conclui como os recentes atritos geram prejuízos ambientais, fiscais e, sobretudo, para a população do país.
Convidados: Pierpaolo Bottini, advogado e professor de Direito Penal da Faculdade de Direito da USP; e Rafael Alcadipani, professor da FGV e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No Brasil, 28,5 milhões de pessoas convivem com o crime organizado no bairro onde moram. É o que mostra uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada no dia 16 de outubro. Os dados dessa pesquisa revelam que facções criminosas e milícias estão presentes no cotidiano de 19% dos brasileiros com 16 anos ou mais – no ano passado, esse percentual era de 14%. Dados do Ministério da Justiça indicam também que 88 facções criminosas atuam no país – as maiores delas são o PCC e o CV. A megaoperação no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, que acabou com 121 mortos, entre eles 4 policiais, expõe uma questão que persegue o país há décadas: como combater o crime organizado? Para responder a esta pergunta, Natuza Nery recebe dois convidados: Rafael Alcadipani e Pierpaolo Bottini e Rafael Alcadipani. Professor da FGV e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Alcadipani sinaliza quais os pilares desse combate. O professor defende a profissionalização das polícias, o incremento do sistema de Justiça e a melhoraria na articulação entre as forças de segurança. Ele aponta a necessidade da criação de uma autoridade antimáfia, com estados e governo federal trabalhando juntos. Depois, a conversa é com Pierpaolo Bottini, professor de Direito Penal da Faculdade de Direito da USP. Bottini chama atenção para a eficácia de asfixiar economicamente as organizações criminosas. Para ele, só limitando o fluxo financeiro do crime organizado é possível combater as facções.
Hoje trago meu amigo Claudio Ribeiro de Jesus, executivo Comercial com mais de 20 anos de mercado, especialista em estruturar e reverter operações de vendas, liderando equipes de mais de 100 pessoas e entregando cerca de R$ 1 bi em receita anual. Nos últimos 18 anos esteve à frente das vendas B2B da Telefônica Vivo, como Diretor de Canais Indiretos para PMEs, responsável por 40% do resultado da companhia. Administrador com MBA pela FGV, Claudio trabalhou comigo há mais de 20 lá na Dana. É é um exemplo inspirador de como a obstinaçãopode levar ao sucesso, não importa sua origem. ...............................................................................................................................
Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment. Nepal, Madagascar, Quênia, Marrocos, Peru, Indonésia... Manifestações lideradas por jovens da geração Z – nascidos da metade de 1990 até o início da década de 2010 - têm se espalhado pelo mundo. No Nepal e em Madagascar, a onda de manifestações derrubou os governos. No Peru, o presidente recém-empossado decretou 30 dias de emergência em meio à onda de violência. Motivados por diferentes razões, todos estes protestos têm presença maciça de jovens descontentes com as elites políticas e econômicas, em um cenário de “pessimismo palpável” que impulsiona mobilizações. É o que explica Oliver Stuenkel em conversa com Natuza Nery neste episódio. Oliver fala como a geração Z tem a percepção de que as elites políticas estão “desconectadas” dos problemas reais do dia a dia da população. Professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment, nos EUA, Oliver avalia o que une esses jovens em diferentes pontos do mundo. “Todos eles têm pautas em comum, o que explica o uso de símbolos parecidos”, diz, ao citar o uso da bandeira pirata da série de anime “One Piece”. Oliver destaca o papel fundamental das redes sociais para a organização e espalhamento dos protestos. E reflete sobre o risco de avanço autoritário, ao citar o caso de Madagascar, onde as manifestações derrubaram o governo, mas um coronel do Exército assumiu o poder.
Convidados: Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília; e Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV-SP. Na semana passada, o Planalto sofreu uma derrota na Câmara após os deputados retirarem da pauta uma Medida Provisória que ajudaria o governo a cumprir a meta fiscal do próximo ano. Um revés que teve a participação da base aliada – parlamentares do Centrão votaram contra os interesses do governo. Passado para trás e fortalecido pelas últimas pesquisas de opinião, o governo resolveu adotar uma medida: deu início a uma série de demissões em cargos comissionados cujos indicados são patrocinados por partidos do Centrão. A ideia é tirar das mãos dos “infieis” vagas do chamado “segundo escalão'. Para contar os bastidores das demissões, Natuza Nery conversa com Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília. Ele explica qual o cálculo do governo para tirar cargos de segundo escalão das mãos do Centrão justamente neste momento. Depois, a conversa é com Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV de São Paulo na Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo). Cláudio explica o conceito de “governo congressual”, usado por ele para explicar o jogo de forças entre Executivo e Legislativo. E analisa qual o grau de ineditismo da retaliação adotada pelo Planalto após ser traído por parlamentares de sua base aliada.