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“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Pessoal do Runner Hub publicou um preview de dados coletados de concluíntes de provas no Brasil em 2025 que traz dados muito interessantes, contradiz algumas coisas que escutamos por ai e confirmam outras; o que eu achei de ter usado o Runna para treinar para a Maratona de Sevilha. Experimente o Runna, o aplicativo que eu usei para treinar para a Maratona de Sevilha. Use este link para ir direto – https://cnoar.run/Runna Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Joe has cooked in three-star Michelin kitchens, competed on two seasons of Top Chef, is a social media star with nearly 500K followers on Instagram, has created two delicious consumer packaged goods, and is a regular as both a competitor and a judge on Food Network... and he came on the podcast to discuss it all! I've been a massive fan of Joe for years, and the mustachioed pasta savant gave me one of the best food conversations I've ever had. You can't miss this episode! Find Joe Sasto: Instagram: https://www.instagram.com/chef.joe.sasto/ Website: https://www.joesasto.com/ YouTube: https://www.youtube.com/c/chefjoesasto Joe's Brands: Tantos! – https://www.eattantos.com/ Ripi – https://ripifoods.com/ This is a Hurrdat ONE Production. Hurrdat ONE is a podcast network and digital media production company based in Omaha, NE. Find more podcasts on the Hurrdat ONE Network by going to Hurrdat ONE Website or visit Hurrdat ONE YouTube Channel! Timestamps: 00:00:00 – Intro & Teaser 00:00:58 – Welcome to the Show, Joe! 00:03:15 – Ranch as a Dipper 00:06:43 – Evolution of the Term “Chef” 00:15:23 – Overcoming Doubts 00:17:29 – Being a Celebrity Chef 00:23:44 – Joe Sasto's Culinary POV 00:29:35 – “Breaking the Rules” 00:39:55 – Joe's Early Career 00:46:40 – Current Pursuits 00:48:53 – Tantos! 00:56:44 – Final Questions & Wrap-Up Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tantos años esperándote (Relato Erótico) #531 ¿Reuniones de ex alumnos? ¿Cómo para qué? Si así estamos bien. Pero te meten la idea, puede que te topes con esa persona que en algún momento te movió el tapete. Bailar al centro de la pista. Puede que se te antoje más, puede que esta vez escuches las palabras: ¿Y si nos vamos a un lugar más privado para platicar? ¿Y si me gustas? ¿y si te gusto? ¿y ahora? Vámonos, total ¿qué puede pasar? Salir discretos del lugar, Un hotel, un regaderazo, un beso... ¿Te quedaste con ganas de más después de este episodio? Perfecto, eso es justo lo que buscaba… Llévate el placer un paso más allá Si te gusta escuchar estas historias, imagina lo que te estás perdiendo en la zona exclusiva: Relatos especiales solo para suscriptores Audios más íntimos, más largos y con menos censura Contenido pensado para quienes disfrutan quedarse “un ratito más” conmigo Suscríbete en iVoox y apóyame haciendo clic en el botón “Apoyar”. Además de disfrutar contenido extra, ayudas a que este podcast siga creciendo y yo pueda seguir contándote historias que te suban la temperatura. Contenido exclusivo solo para quienes quieren “ver y oír más” Si este episodio te encendió la imaginación, espera a ver lo que hay del otro lado: Fotos y calendarios sugerentes Audios especiales y material que no comparto en ningún otro lugar Talleres, cursos y más sorpresas para explorar tus fantasías con calma Pasa a lo rico aquí: Contenido exclusivo en SexyQFans: https://sexyqfans.com/cuentalealayola ¿Tienes una historia que te gustaría que yo cuente? Si hay una fantasía, anécdota o recuerdo que te ronda la cabeza y te gustaría escucharla en mi voz, puedes mandármela: Correo: cuentalealayola@gmail.com WhatsApp: https://wa.me/526869457139 ✈️ Telegram: https://www.t.me/cuentalealayola Redes: @cuentalealayola Tu historia podría cobrar vida en vivo por RadioNocturna.com, todos los lunes a las 11:05 PM (hora CdMx): https://radionocturna.com Si ya disfrutaste… también puedes apoyar Si este episodio te hizo compañía, te arrancó un suspiro o te dio alguna idea traviesa: Puedes darme un empujoncito con un donativo en PayPal: https://www.paypal.me/cuentalealayola Cada aporte ayuda a que pueda seguir produciendo episodios, mejorando el audio y creando nuevas historias para ti. Nota picara pero importante Todos los relatos y personajes de este programa son ficción. Algunas historias se inspiran en la realidad, pero cualquier parecido es pura coincidencia… o pura malicia de tu imaginación.
Neste episódio do podcast Tantos Tempos, a apresentadora Candice Pomi recebe o filósofo Clóvis de Barros Filho e a socióloga Neca Setúbal para uma conversa profunda sobre o envelhecimento e as diferentes formas de encarar a vida ao longo do tempo.Clóvis de Barros traz um relato pessoal e tocante sobre a sua convivência com uma doença imunossupressora, que afeta principalmente a visão. Ele explora como essa condição física impôs novos limites e mudou a sua percepção de tempo, forçando-o a uma sobre a fragilidade da vida e a aceitação da própria vulnerabilidade. Neca Setúbal partilha a sua trajetória marcada por uma escolha singular: a decisão de não seguir o caminho esperado dentro das grandes empresas de sua família de empresários. Ela detalha como optou por dedicar a sua vida a projetos sociais e ao trabalho nas periferias, buscando um sentido de propósito que transcendesse o legado familiar. Neca reflete sobre como o envelhecimento consolidou a sua identidade como socióloga e educadora, permitindo que a sua atuação nas comunidades vulneráveis se tornasse o centro de sua maturidade e realização pessoal.Juntos, os convidados debatem a definição de gerações e os desafios de planejar o futuro quando se lida com as incertezas do corpo e da sociedade, oferecendo uma visão humanizada e diversificada sobre o que significa envelhecer com consciência e propósito. Conte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Hablamos con la psicóloga Noelia Agustín, que nos explica que durante temporadas tan largas como la que vive España sin exposición al sol, nuestro cuerpo deja de producir las sustancias que necesita para mantenerse activo, y cómo esta sensación a menudo la confundimos con tristeza. Ojo, que no estamos tristes porque no haya sol, solo que nuestro cuerpo va a otras revoluciones.
La escritora nos presenta 'Las jefas', una historia de amor con otro final feliz y con un conjunto de pijos aburridos en un hotel de lujo y los empleados que trabajan para ellos
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En este mensaje tratamos el caso de un hombre que «descargó su conciencia» en nuestro sitio www.conciencia.net. Lo hizo de manera anónima, como pedimos que se haga; así que, a pesar de que nunca se lo había contado a nadie, nos autorizó a que lo citáramos, como sigue: «Hace treinta y un años, mi madre nos abandonó, siendo maltratada por mi padre por sus celos.... Nuestro hogar era un infierno, ya que el maltrato también lo sufrimos los tres hermanos mayores. Hace seis meses, encontré a mi madre después de tantos años.... No he querido decírselo a mi padre, ya que siempre nos prohibió mencionar a nuestra madre. No siento que lo esté traicionando u ocultándole algo, sino que es algo que puedo hoy disfrutar, ya que siempre conocí la situación de mi madre y todo lo que padeció. Aunque mis hermanas menores dicen que le estoy mintiendo a mi padre, yo no lo considero así. ¿Ustedes qué opinan?» Este es el consejo que le dimos: «Estimado amigo: »... Aunque uno de los Diez Mandamientos es honrar al padre y a la madre, muchas personas están confundidas en cuanto a lo que significa en realidad. Durante los años en que el hijo está creciendo, significa obediencia a los padres y respeto a ellos. Pero una vez que el hijo llega a ser adulto, ya no tiene la obligación de obedecer a sus padres, aunque aún debe respetarlos. (Sin embargo, el hijo adulto que opte por vivir en casa con sus padres debe obedecer las reglas de la casa o mudarse si es que cree que las reglas son poco razonables.) »Cuando el padre trata de controlar al hijo adulto haciendo que se sienta culpable o manipulándolo, el que procede mal es el padre, y el hijo adulto debe buscar la forma de mostrar su desacuerdo sin faltarle el respeto. Si el hijo adulto siente que debe ocultar de sus padres cualquier conducta normal, legal, ética o moral, entonces esos padres están tratando de controlar a su hijo adulto de algún modo. Ese padre o esa madre ha creado una relación disfuncional en la que el hijo adulto no tiene la libertad de tomar decisiones ni de pensar por sí mismo.... »Le recomendamos que se siente a conversar con su padre de hombre a hombre. Dígale que le agradece el que los haya sustentado y que haya mantenido intacta a la familia, pero que, como hombre adulto, usted tiene el deseo de conocer a su mamá antes que sea demasiado tarde. Luego pídale que respete esa decisión que usted ha tomado. »Es probable que su padre se enoje. Al principio seguramente dirá cosas crueles, y luego se portará como si usted lo hubiera herido profundamente. Reconozca eso como lo que es: pura manipulación. Niéguese a discutir con él al respecto. Dígale, más bien, que lamenta que él no pueda aceptar el hecho de que usted es un hombre adulto y que tiene el derecho de cultivar una relación con cualquier persona que desee. Dígale además que nada ha cambiado en la relación entre ustedes dos y que quiere seguir como antes. Tal vez pasen semanas, meses o hasta años antes de que su padre llegue a respetarlo por haber adoptado esa postura, pero tarde o temprano ha de suceder. »Le deseamos lo mejor, »Linda y Carlos Rey.» El consejo completo, que por falta de espacio no pudimos incluir en esta edición, puede leerse con sólo pulsar el enlace en www.conciencia.net que dice: «Casos», y luego el enlace que dice: «Caso 143». Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net
Esta semana nos hemos alargado, pero merecía la pena. Hablamos con Ana Zarzalejos sobre Substack y cómo puede cambiar el mundo del periodismo y con Fernando Rodríguez Borlado sobre una ley ultralaicista que está a punto de aprobarse en Quebec.En las pistas culturales analizamos Hamnet -el libro y la película que se estrena esta semana- hablamos de Arco y de Relay.Y del podcast 23-F la gran intriga.Que ustedes lo disfruten y dale a seguir en Spotify.
A conversa entre Maria Ribeiro e Maurício Arruda no podcast Tantos Tempos foi um encontro leve e muito honesto sobre como é encarar a chegada da maturidade quando se vive sob o olhar do público. Maria, que sempre fala abertamente sobre as crises e descobertas dos cinquenta anos, traz uma reflexão sobre a liberdade de não precisar mais agradar a todo mundo, trocando a ansiedade de parecer jovem pela vontade de ser interessante e ter boas histórias para contar. Ela aborda o envelhecimento feminino sem os filtros habituais, tratando a perda da juventude não como um luto, mas como uma troca por mais repertório e autonomia.Ao lado dela, Maurício Arruda usa a sua visão de arquiteto para fazer um paralelo curioso entre as nossas casas e as nossas vidas. Ele sugere que, conforme amadurecemos, passamos a valorizar espaços que realmente contam a nossa história e nos abraçam, deixando de lado o excesso e as aparências para focar no que é essencial e confortável. Juntos, eles discutem como o tempo transforma as amizades e a importância de saber selecionar onde investir energia agora que o tempo parece passar mais rápido. É um papo que foge das explicações médicas ou filosóficas pesadas, parecendo mais uma conversa entre amigos numa mesa de jantar, onde o humor e a cumplicidade ajudam a suavizar as incertezas que o futuro traz.O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast.Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube.O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo.Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho CorccioneDireção de arte/direção de produção: Raul Ferreira NetoCoordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina HorowiczProdução de convidados : Sula VlachosConte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Nunca no país e no mundo houve tanta má-educação. Tantos escroques como hoje. Gente que, curiosamente, na maior parte dos casos, defende que se deve limpar a terra de gente ordinária.
Muchos negocios cierran no por la crisis ni por mala suerte, sino porque creen que con existir alcanza. En este episodio te explico por qué hoy abrir un negocio es fácil pero hacerlo funcionar es cada vez más difícil, y qué entendimiento del mundo actual necesitás para no desaparecer.¿Necesitás una mano con esto? Pasate por carlosmalfatti.com
As (tristes) contas de 2025, os Razzies, as estreias de Die My Love e 28 Anos Depois (dois) e os novos de Scarlett Johansson e da dupla Matt Damon/Ben Affleck.
Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M
Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M
00:00 A saída é o Aeroporto?00:28 O Fim do Paraguai da Muamba01:00 O Paraguai não é mais o que você imagina01:33 Grau de investimento e estabilidade econômica03:27 Paraguai vai crescer mais que a China04:36 O Sistema 10-10-10 explicado05:29 Imposto zero sobre renda do exterior06:16 Deduções que não existem no Brasil08:08 Lei Maquila: imposto de 1% para empresas09:59 Energia Barata10:48 Sem Burocracia e Sem CLT11:31 A Vida custa menos? (Custo de Vida)12:30 A Analogia do Condomínio (Conclusão)13:41 O Próximo Passo (RC Club & RC Wealth)
Volta a discutir-se na Assembleia da República o número significativo de projetos e propostas de lei para a habitação. Vários projetos do governo incidem, sobretudo, na fiscalidade. Será o suficiente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
El gran Sebastian Martínez Christensen nos acompaña para hablar del despido de John Harbaugh en los Ravens y de Mike McDaniel en los Dolphins.Además de los equipos de cuidado en la postemporada de la NFL.
Como envelhecer com sentido? Neste episódio de Tantos Tempos, o filósofo Renato Noguera e a médica infectologista Rosana Richtmann mergulham nas complexidades do envelhecimento e da maturidade. A conversa conduzida por Candice Pomi aborda temas essenciais como saúde, prevenção, Alzheimer, luto e as transformações nos relacionamentos ao longo da vida.Mais do que falar sobre desafios, este diálogo é um convite para refletir sobre qualidade de vida, bem-estar emocional e a importância de construir relações significativas em todas as fases. Como lidar com as perdas? Como manter a autonomia e a dignidade? E, principalmente, como encontrar propósito em cada etapa da existência?Prepare-se para uma discussão profunda, repleta de insights filosóficos e orientações práticas para viver bem — hoje e sempre.Um convite para pensar o tempo não como linha, mas como reencontro.O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast. Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube. O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo. Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho Corccione Direção de arte/direção de produção: Raul Ferreira Neto Coordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina Horowicz Produção de convidados : Sula Vlachos Conte pra gente o que achou do episódioSupport the show
“Gotera continua en tiempo de lluvia Y la mujer rencillosa, son semejantes; Pretender contenerla es como refrenar el viento, O sujetar el aceite en la mano derecha.”PROVERBIOS 27:15-16 RVR1960
1. ¿Por qué se cuelgan tantos policías cuando toman exámenes de asenso? ¿Esque no tienen capacidad o es acaso que en la Policia y entidades hacen repasos delo que no tienen que estudiar? Hoy no se puede perder lo que dice uno que sabelo que hay, desde adentro de la Fuerza: Lic. Carlos Figueroa Ortolaza,excapitán de la Policia, y exdirector de la Oficina de la Reforma2. Alerta la Policía ante aumento de apropiación ilegal. La Uniformadareconoce un alza en hurto de artículos de valor desatendidos, especialmente demercancía en tiendas y de pertenencias en vehículos estacionados3. Regresa Janet Parra, ahora como portavoz de asuntos de Justicia en LaFortaleza4. Protestan por recrudecimiento de presencia militar5. ¿A la tercera va la vencida? Parece que no. Administración JGo radicará una tercera demanda contra LUMA6. Celos extremos encabezan factores de riesgo de feminicidio7. Protestan por recrudecimiento de presencia militar8. Donald Trump afirma la economía de Estados Unidos se fortalece pese a lainflación. 9. Trump exagera en un discurso a la nación los logros de su primer año yculpa a Biden de la marcha de la economía10. Presidente Maduro:“Venezuela no será una colonia de nadie”11. Putin amenaza con tomarmás territorio en Ucrania mientras llama “cerditos” a líderes europeosEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentario Una vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
“Mejor es dar que recibir.”Hechos 20:35
La gripe se ha adelantado este año y los casos se han disparado. Detrás está una nueva cepa y unos niños supercontagiadores que están acelerando la transmisión. Es, como dicen los expertos, la tormenta perfecta. Y la realidad es que lo peor no ha pasado: con el puente, las reuniones y las Navidades a la vuelta de la esquina, los casos van a seguir subiendo. Lo analizamos con Pilar Pérez, jefa de la sección de Salud de EL MUNDOSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Álcool, velocidade, idade dos condutores e dos veículos, mau estado das infra-estruturas e mau ensino da condução. São estas algumas das explicações para a dura realidade dos acidentes rodoviários?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Álcool, velocidade, idade dos condutores e dos veículos, mau estado das infra-estruturas e mau ensino da condução. São estas algumas das explicações para a dura realidade dos acidentes rodoviários?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Los esfuerzos para controlar el incendio continúan mientras los residentes esperan noticias de sus seres queridos desaparecidos.
Saiba mais sobre o Passaporte Financeiro
¿Alguna vez te has abrumado de ver tantas vidas perfectas? Tantos caminos, tantas opciones y te has acabado comparando con otros en redes sociales...En una era en la que la información es infinita, ¿cómo encuentro un equilibrio con lo mi vida real? ¿cómo dejo de compararme? En este episodio os cuento mi perspectiva tanto como observadora como creadora de contenido.Espero que te guste el episodio ⭐️
◉ Búscanos en todas las redes sociales como abejorromedia
06 19-11-25 LHDW ¿Porque Lamine recibe tantos insultos racistas?, ¿Podrá convivir con esta presión? Mal entorno y que le puede influir
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
La firma de Macaco (Daniel Carbonell, 53 años) estará vinculada siempre a la felicidad, al canto por la libertad, por lo colectivo, por la diversidad. Desde que comenzó cantando en las calles del Raval hasta el éxito de 'Moving' que le situó en el panorama musical internacional, se ha mantenido siempre fiel a esos principios durante casi tres décadas que ha dedicado a la música. El barcelonés mantiene la diversidad de géneros y estilos que siempre ha marcado su música, de los que se ha nutrido a lo largo de su carrera peor también en sus orígenes artísticos en Escudellers, en el barrio Gótico barcelonés, donde vivió con músicos procedentes de todo el mundo en una casa okupa. "He tenido la suerte de crecer con músicos de todos lados, y al final somos semillas de donde hemos nacido repartidas por el mundo".Hemos rastreado con él esos inicios hasta su primera canción, 'El galope del caballito de papel'. Una canción que nunca llegó a materializarse y que nosotros hemos tenido el privilegio de escuchar, porque a pesar de los años que han pasado, sigue recordando su letra. Unos versos que nacieron frente al piano que tenían sus padres cuando era pequeño, que había pertenecido al pianista Tete Montoliu, y con el que exploró e improvisó cuando su "rígida" profesora de piano no miraba.La música corre por sus venas, y esa genética la heredó sobre todo de su madre, María Teresa Heras, a quien escuchamos todos mucho antes de que su hijo triunfara con 'Moving', y es que Heras fue una reconocida actriz de doblaje en los años 60 que puso voz a películas como 'Mary Poppins' y 'Sonrisas y Lágrimas', doblando las canciones de Julie Andrews y Audrey Hepburn. Gracias a ella, él también se animó desde bien pequeño con el doblaje y puso voz a Mikey Walsh en la película Los Goonies.Su madre falleció el pasado mes de agosto, pero está muy presente en su música, y nos adelanta que en su próximo disco va a tener una huella especial, una "canción fantasma" que sorprenderá a los oyentes al final del disco, con unas palabras que su madre le dijo durante un sueño. "De repente me giro y me dice, "está guay el disco, pero tienes que decir esto". Y de repente me dijo unas palabras y me desperté, cogí el móvil y lo grabé. Al día siguiente me fui al estudio, justo íbamos a enviar el mastering, y lo metí en el disco".El próximo 14 de noviembre Macaco publica su álbum "Futuro Ancestral", un oxímoron que nos llama a reflexionar sobre el futuro poniendo la vista en el pasado. Se define como un álbum afilado, consciente e irónico, que bebe de las músicas de raíz del sur del mundo para reflexionar sobre el presente. A través de sus versos Macaco denuncia un mundo donde “decir la barbaridad más inhumana está de moda” y donde “la empatía ya no se lleva, se ahoga”.
Portugal é o segundo país da OCDE com maior consumo de antidepressivos e o primeiro em ansiolíticos. O que explica este cenário?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edição de 13 Outubro 2025
Federico y Amorós comentan el final de la Feria de Otoño 2025 y de la temporada taurina en Madrid con el doblete de Morante el 12-O. Madrid dice adiós a la temporada taurina 2025 con un fin de semana por el que pasarán por la Monumental de Las Ventas casi más de 70.000 personas. En Al Alimón, la sección taurina de Es la Mañana de esRadio, Federico Jiménez Losantos y Andrés Amóros han comentado qué puede suceder en la plaza de toros de la capital de España en estos días. "Llegamos a la semana fetén", ha señalado Jiménez Losantos a lo que el cronista ha replicado que "si quieres el apocalipsis, la traca final, o el acabose". El festejo de este viernes 10 de octubre es una novillada con picadores de Fuente Ymbro para el mexicano Bruno Aloi, el aragonés El Mene y el peruano Pedro Luis. Amorós ha dicho que es una "novillada internacional" con los "novillos encastados" del hierro del cordobés Ricardo Gallardo. De Aloi ha dicho que le da "un poquito de miedo porque este chico reaparece después de una cornada tremenda que tuvo dos trayectorias de 30 y 20 centímetros con la safena afectada".Así va a ser la Feria de Otoño 2025: expectación con Morante, triunfadores de San Isidro y gran homenaje a AntoñeteJavier Romero Jordano "Luego hay un peruano que es Pedro Luis y que vive en Toledo, en la finca de Morenito de Aranda, y hay un chico que es este uno de los aragoneses, El Mene, pero este es que está muy bien pero es muy muy serio", ha destacado Andrés Amorós. El cronista ha apuntado que El Mene "parece un poco como amanoletado como El Viti y mantiene la compostura". Jiménez Losantos ha añadido que no es "nada parecido a Fermín Murillo, este es un artista vertical". "Sí hasta con el peinado que lleva parece de los años 50 o algo así. Se llama El Mene y yo creo que puede estar bien hoy", ha destacado Amorós.El monumento a Antoñete y Victorino El sábado por la mañana se inaugura el monumento a Antonio Chenel Antoñete en la explanada de Las Ventas y por la tarde se lidian toros de Victorino Martín. Sobre el monumento, Amorós ha recordado "lo bien que lo ha hecho Morante". "Porque todo es Morante, hasta lo ha adelantado", ha apuntado Jiménez Losantos. "Claro, porque no sólo ha tenido la idea, lo ha promovido, ha organizado el festival, pero claro, lo normal en el mundo de los toros, que es un mundo, en fin, muy peculiar, es que se hace un festival y, luego, a ver qué dinero hay, y ya haremos el monumento", ha dicho Amorós.Morante presenta en Las Ventas el festival y el monumento en homenaje a Antoñete: "Quedará para la historia"Javier Romero Jordano "Lo que ha hecho Morante, si no me equivoco, es que ha pedido permisos, se lo han dado, etcétera. Todo muy bien. Le ha encargado a un escultor que hiciera la estatua y le ha pagado y a un arquitecto que hiciera el pedestal y entonces mañana se inaugura y ya está", ha contado Andrés Amorós. El cronista ha explicado que Antoñete se lo "merecía" porque era "un torero extraordinario y, además, que es que Las Ventas era su casa, vivió allí de niño". El sábado a las 18:00 hay una corrida de Victorino Martín lo que siempre "es un acontecimiento" y la lidian "toreros variados". Ha apuntado que "David Galván es un chico andaluz que es muy artista y muy estilista para torear. Ahora está teniendo que entrar en estas corridas, pero no es lo suyo precisamente. Román es un valenciano muy valiente que también reaparece de una cornada y, luego, pues está Ginés Marín que yo siempre te he dicho que tiene todas las cualidades para ser primera figura. ¿Y por qué no acaba de serlo o no se ha mantenido ahí? Pues supongo que por el carácter, el temperamento", ha señalado Amorós. Federico ha recordado que "En Madrid, Las Ventas, como el Bernabéu hay buenos futbolistas que no lo consiguen".Doblete de Morante el 12-O El domingo llega uno de los días más esperados para los aficionados madrileños después de la histórica Puerta Grande de Morante de la Puebla en la Corrida de la Beneficencia. El cigarrero regresa a Las Ventas en una jornada doble en la Monumental de la Calle de Alcalá: Festival de Antoñete por la mañana y Corrida de la Hispanidad por la tarde.Expectación total por el doblete de Morante en Las Ventas el 12-O: "No hay mesas disponibles en los alrededores"J. Romero Jordano Amorós ha recordado que Morante ha organizado "un festival como antes se hacía con toreros retirados, que es lo interesante, para que la gente joven los vea torear" porque "ha oído hablar de ellos, pero no los conoce". Actúan en Madrid "Pablo Hermoso de Mendoza, el rejoneador, pero sobre todo los más veteranos: Curro Vázquez, que tiene ya unos añitos, que tiene muchísimo mérito el venir a torear; César Rincón; Enrique Ponce; Julio Aparicio; el propio Morante y la novillera Olga Casado". "Además, Morante ha hecho una cosa también muy bonita, muy curiosa, que es que ha elegido en el festival, un toro blanco de Osborne, claro, como Atrevido el famoso de la faena de Antoñete", ha apuntado. Por la tarde se lidia una "corrida de Garcigrande, que es lo mismo, la misma familia, aunque son dos ramas, de Domingo Hernández. El otro día Domingo Hernández fue un petardo tremendo, pero ayer Garcigrande soltó un toro buenísimo en Zaragoza. Entonces, lógicamente, pues es la ocasión para rehabilitarse". En ese festejo "confirma la alternativa, Sergio Rodríguez, que es un chico nuevo de las Navas del Marqués, lleva solo un año de alternativa, pero ha ganado la Copa Chenel y vendrá, lógicamente, a triunfar". Amorós ha destacado en la Corrida de la Hispanidad "se despide del toreo Fernando Robleño, un torero queridísimo en Madrid". Ha contado que es "muy buen torero que ha tenido sólo un problema siempre: la espada. Es un torero clásico que da unos naturales fantásticos y la gente lo va a despedir con muchísimo cariño".Fernando Robleño: "Tantos años lidiando corridas muy fuertes tiene un desgaste psicológico y físico brutal"Javier Romero Jordano Uno de los hecho de que los dos festejos estén desde hace tiempo sin entradas es la participación de Morante. Federico ha dicho que es "el final de una gran temporada". "De una grandísima temporada", ha apuntado Amorós, que no recuerda "en Las Ventas Mañana y tarde poner el No Hay Billetes". El cronista ha dicho de manera irónica que "como dice ese ministro de Cultura, al que ha desautorizado el Gobierno flagrantemente, que los toros ya no interesan a la sociedad española…".
¿Por qué los gatos aparecen una y otra vez en la literatura japonesa? Desde clásicos como Soy un gato de Natsume Sōseki hasta novelas contemporáneas, estos felinos se han convertido en protagonistas de historias cargadas de simbolismo, misterio y ternura.En este episodio de Interesante Historia exploramos el papel cultural de los gatos en Japón, su importancia en la tradición y cómo se han ganado un lugar único en la narrativa literaria.
Decisiones con Jorge Ortiz - ¿Podrá el Ecuador salir de tantos conflictos? - 26 de septiembre de 2025 by FM Mundo 98.1
Decisiones con Jorge Ortiz - 26 de septiembre 2025, ¿Podrá el Ecuador salir de tantos conflictos? by FM Mundo 98.1
Hey there food fans! Get ready to lose your minds and be inspired to grow creative facial hair- because Chef Joe Sasto is here! You may know him from Top Chef: Colorado, Chopped, or The Great Food Truck Race or you may also know him for having the sickest handlebar mustache this side of a crazed railroad villain. Whatever the case, we're glad you're here. It's time for Episode 123 of The Food For ThoughtCast. We are talking about pasta, white people taco night (that's what Chef Sasto has nicknamed his regular Taco Bell order), cookbook releases, and why traveling to eat is the only way to do it. We had a great time with Chef Joe and we know you will too. Be sure to check out Breaking the Rules: A Fresh Take on Italian Classics , now available on Amazon for pre-order. Thanks so much for listening and for watching us on Youtube. If you need me I'll be over in the corner absolutely housing an entire bag of Tantos! Cacio E Pepe puffed pasta chips. Tell a friend about us, or tell us about your friend. Have it your way.
Nos primeiros cinco anos de carreira, muitos artistas descobrem que a energia criativa não basta para sustentar uma trajetória no mundo da arte. Esse período inicial funciona como uma zona de atrito, onde talento e motivação encontram obstáculos que não estão apenas ligados à estética ou à produção, mas a fatores econômicos, emocionais e estruturais. O sonho de viver da arte colide com a realidade da renda irregular, da competição acirrada e das exigências emocionais impostas por um sistema que privilegia poucos nomes e deixa muitos à margem. Esta desistência não é resultado direto de falta de competência ou qualidade artística, mas de uma somatória de forças que fragilizam a continuidade.No podcast de hoje eu vou falar o Por que tantos artistas abandonam a carreira nos primeiros 5 anos.
No deje el paraguas, siguen las lluvias en el Valle de México Tantos baches es por culpa de las lluvias: Clara Brugada Corte bloquea a Trump el uso de Ley de Enemigos Extranjeros
(Aniversario de la Caída de Tenochtitlan) Hace más de cinco siglos, el conquistador español Hernán Cortés «mandó hacer un banquete... en señal de alegrías de... haber ganado» en la toma de Tenochtitlan, la antigua capital del Imperio Azteca ubicada en la actual Ciudad de México. «Y para hacer la fiesta mandó convidar a todos los capitanes y soldados que le pareció que era bien tener [en] cuenta.... [Después] que habían alzado las mesas, salieron a danzar las damas que había, con los galanes cargados con sus armas, que era para reír...» Así describe en parte Bernal Díaz del Castillo, en su Historia verdadera de la conquista de la Nueva España, aquella cena celebratoria que se dio el 13 de agosto de 1521. A continuación el acreditado cronista español nombra a las mujeres selectas invitadas, entre ellas María de Estrada, Beatriz Bermúdez de Velasco e Isabel Rodríguez.1 Aunque Isabel, al igual que María y Beatriz, sin duda tuvo que tomar las armas y combatir en las batallas en las que participó, particularmente durante el Sitio de Tenochtitlan, lo que la distinguió a ella fue el rol de médica que desempeñó. En 1520, Isabel y su esposo Miguel Rodríguez de Guadalupe se unieron a la expedición de Hernán Cortés y, después de las bajas sufridas durante la Noche Triste y de la victoria obtenida en la Batalla de Otumba, ella comenzó a coordinar y a entrenar a voluntarias entre las mujeres, tanto españolas como indígenas aliadas, con las que creó un cuerpo de enfermería para acompañar de continuo a los combatientes. Según el catedrático castellano Francisco Cervantes de Salazar en su Crónica de la Nueva España, «como eran tan continuas las refriegas, salían de la una parte y de la otra muchos heridos, de tal manera que no había día que, especialmente de los indios amigos, no saliesen cientos heridos, a los cuales una mujer española, que se decía Isabel Rodríguez, lo mejor que ella podía les ataba las heridas y se las santiguaba “en el nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo, un solo Dios verdadero, el cual te cure y sane”, y esto no lo hacía más de dos veces, y muchas veces no más de una, y acontecía que aunque tuviesen pasados los muslos, iban sanos otro día a pelear... pues por mano de aquella mujer [Dios] daba salud y esfuerzo a tantos heridos...»2 ¡Con razón que doña Isabel tenía tanto éxito en la sanidad de sus pacientes! No pretendía que era la mano de ella la que sanaba sino la mano de Dios, a quien ella invocaba y atribuía toda cura y sanidad. Aquella médica abnegada sin duda recordaba cada vez lo mismo que recordaba el apóstol Pedro al referirse a la profecía de Isaías unos 700 años antes de la muerte de Jesucristo, el Hijo de Dios, en la cruz del Calvario: que Cristo fue herido por nuestras rebeliones y maldades, que hizo suyos nuestros pecados al sufrir y morir en nuestro lugar, y que sufrió esas heridas para que nosotros pudiéramos ser sanados. Sólo hace falta que clamemos a Él pidiéndole que perdone nuestros pecados y nos sane por completo, tanto física como espiritualmente.3 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Bernal Díaz del Castillo, Historia verdadera de la conquista de la Nueva España, 1632, Manuscrito Remón, Crónicas de América-2 (Editor Digital: Himali, Conversión a pdf: 2018), pp. 849-50 En línea 23 febrero 2025. 2 Francisco Cervantes de Salazar, Crónicas de la Nueva España, Libro quinto, Cap. CLXV, Edición digital (de Manuel Magallón) basada en la de Madrid, Atlas, 1971, Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes En línea 23 febrero 2025; Manuel Orozco y Berra, Historia antigua y de la conquista de México, Tomo Cuarto, (México: Tipografía de Gonzalo A. Esteva, 1880), pp. 619-20 En línea 23 febrero 2025. 3 Is 53:5; 1P 2:24; 1Jn 1:9
En 'El Larguero' continuamos nuestra ronda de entrevistas con futbolistas que tienen nuevo destino tras este mercado de verano. Después de charlar con 'Roro' Riquelme, que explicó los motivos de su llegada al Betis, este miércoles lo hacemos con Alberto Moleiro, que ha dejado Las Palmas para aterrizar en un Villarreal que este año disputará la Champions League. El jugador canario fue presentado el pasado 17 de junio, al comienzo del mercado de fichajes, y firma por cinco temporadas por el equipo valenciano.
Braving Business: Tales of Entrepreneurial Resilience and Courage in the Face of Adversity
In this exciting episode of "Braving Business," we sit down with Chef Joe Sasto and Sean Knecht, the innovative co-founders of Tantos!, to explore the dynamic intersection of culinary artistry and entrepreneurial prowess. Their collective journeys through entrepreneurialism and resilience leading them to launch and incredible product together is a story worth sharing.Key Topics Covered:Entrepreneurial Evolution: Discover both Sean and Joe's unique journeys as they found their way through focus, hurdles, pivots, and continued resilience.Culinary Innovation: Unpack the inception of Tantos, the world's first puffed pasta chip, and the collaborative spark needed to launch.Resilience and Adaptation: Learn how Sean and Joe navigated challenges and leveraged their passion for cooking to create a unique product in the competitive snack market.Building Strategic Partnerships: Insights into forming successful collaborations with major brands and leveraging media exposure to fuel business growth.Main Insights:Sean and Joe share their unfiltered insights on staying resilient through entrepreneurial shifts, the importance of pursuing passion projects, and how to capitalize on unique ideas in niche markets. Their story is a testament to the power of embracing change and finding opportunities in unexpected places.Actionable Takeaways:1Embrace Collaboration: Reach out to potential partners who complement your skillset and vision for innovative product development.2Leverage Media Exposure: Utilize platforms like social media to gain visibility and credibility for your brand.3Cultivate a Passion Project: Allow personal interests to guide business ventures, as passion can drive innovation and success.Join us as Joe and Sean share their recipe for entrepreneurial success, blending creativity with strategic business acumen to inspire the next wave of purpose-driven leaders and innovators. Follow their journey on social media @seanknecht @chef.joe.sasto and @eattantos - discover how you can turn your culinary dreams into a thriving business reality.
Ep. 147 - Mientras la mayoría del equipo está de vacaciones antes de comenzar el training camp, Luis Hernández y Rolando Cantú se ponen a analizar a a algunos jugadores que no tienen los reflectores que otros, pero que pudieran ser clave para las aspiraciones del equipo en el 2025.See omnystudio.com/listener for privacy information.