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João Albuquerque diz que nem EUA nem Irão mostram sinais de vir a ceder perante o oponente. Destaca ainda que a guerra não mudou nada na região e que os EUA não têm garantias de Teerão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nathalie Malveiro, procuradora de Justiça Criminal do Ministério Público de São Paulo, discute os avanços no combate à violência contra a mulher no paísHá 20 anos, o Brasil criou uma das principais leis de proteção às mulheres. A Lei Maria da Penha ampliou os mecanismos de combate à violência doméstica e criou novas medidas de proteção. Mas, duas décadas depois, a violência contra a mulher continua sendo um grande desafio. O que mudou nesse período? E o que ainda precisa avançar? Para discutir essas questões, o JR 15 Minutos recebe Nathalie Malveiro, procuradora de Justiça Criminal do Ministério Público de São Paulo.
No RedCast #117 discutimos como distinguir esforço de maturidade, o que testes e incidentes revelam sobre capacidades consideradas consolidadas e como sustentar a evolução em ambientes industriais, plataformas digitais e operações sujeitas a restrições regulatórias e tecnológicas. O nosso diretor de Service Delivery, Milton Freitas Jr, conversa com André Wisinewski Gomes (EuroChem), Fagner Almeida (Biolab Farmacêutica) e Marcelo Costa (Queima Diária — Grupo Smart Fit). Ouça ao episódio completo. #maturidadecibernética #redbeltsecurity #redcast
No sábado, a polícia recorreu à força para inviabilizar uma actividade da Jura, o braço juvenil da Unita, no Uíge, no norte do país, alegando que o encontro estava previsto num "local impróprio". Contudo de acordo com a Unita que dá conta de 31 feridos, dez dos quais em estado grave, as forças da ordem usaram gás lacrimogéneo e munições "de caçadeira" contra militantes e populares, criando o que o secretário-geral desse partido de oposição qualificou de "estado de guerra" no Uige. Estes incidentes -em período pré-eleitoral- não deixaram de suscitar condenações de formações de oposição como a PRA Já, o Bloco Democrático ou ainda organizações como a 'Friends of Angola', sem mencionar o partido moçambicano Renamo, sendo que a própria Unita declarou que "iria deixar de apelar os angolanos à serenidade". Em entrevista concedida à RFI, a activista angolana Laura Macedo evoca o momento que se vive em Angola, dá conta de expressões de intolerância política e analisa os incidentes registados neste fim-de-semana. RFI: Como analisa os acontecimentos de sábado no Uíge? Laura Macedo: A intolerância por parte do governo, nós próprios, a sociedade civil, nós temos sentido quando tentamos organizar alguma coisa na rua. Nós cumprimos todos os procedimentos que a lei exige, a Lei n°16/91, que é a lei sobre o direito de reunião e manifestação. E nós vemos que as autoridades administrativas não querem saber. Eles não ligam nenhuma. Eles não cumprem. A lei, por exemplo, diz que as autoridades administrativas, em caso de algum impedimento, devem responder aos proponentes da acção em 24 horas. Isso nunca aconteceu. Eu nunca vi aqui, por exemplo, nós em Luanda, o pessoal de Benguela, da Huíla, a receberem uma resposta, uma carta das autoridades administrativas a dizerem que não é possível esta actividade "por isto, por isto, por isto". Eles deixam estar aquilo. Recebem a documentação, ignoram e depois, no dia ou na véspera, eles dizem que não, que não podemos fazer esse percurso. Com a Unita aconteceu precisamente a mesma coisa, desta vez no Uige. Eles informaram o governo da província o que é que ia se passar ali. Inclusive, na quinta-feira, que foi o dia da chegada do Adalberto Costa Júnior, o presidente da Unita, a população começou logo a ser impedida de circular na cidade. A polícia de choque estava ali para impedir que a população circulasse. Não entendi porquê. Naquela altura houve algum desconforto da parte de simpatizantes e militantes da Unita também. O MPLA teve o cuidado de durante a semana ir engalanar a cidade com bandeiras deles, fitinhas de bandeiras. Chegou inclusive a pôr uma bandeira perto da sede da Unita, o que causou um desconforto e uma revolta aos militantes e simpatizantes que nunca tinham visto aquilo ali, a não ser junto da sua sede. No acampamento da Jura, há vídeos a circular, houve uma tentativa por parte de jovens da JMPLA invadirem o acampamento da Jura, que era no Negage (no Uige). A Jura faz todos os anos o que eles chamam a "fogueira do militante". Eles fazem-na todos os anos e fazem-na sempre fora de Luanda. Vão sempre para uma província. E eu acho que o MPLA está tão desconfortável, está com tantos problemas dentro dele que tem medo de as comunidades se comecem a aproximar cada vez mais da Unita. Aliás, eles estão a ver as comunidades a cada vez mais apoiarem a Unita. RFI: E precisamente está a abordar a questão das divisões no seio do MPLA. Esta ocorrência, a seu ver, teria, por exemplo, o objectivo ou o efeito, pelo menos, de distrair as atenções sobre o facto de no seio do partido no poder, haver uma luta renhida para aceder à candidatura à presidência do partido e à Presidência também do país? Laura Macedo: O problema é que a ala de João Lourenço e eu vou-lhe chamar mesmo assim, não quer largar o poder. E eles sabem perfeitamente aquilo que João Lourenço fez a José Eduardo (dos Santos). Todos estamos lembrados que José Eduardo largou a Presidência da República, foi forçado e acabou por aceitar. E quando houve eleições e João Lourenço sentou na cadeira de Presidente da República, a primeira coisa que fez, foi tirar José Eduardo da cadeira do MPLA. Porque quem está na Presidência da República, quando o MPLA estiver na Presidência da República, se não mandar no MPLA, sabe que tem os dias contados. Portanto, vai ter que obedecer a quem estiver na cadeira do partido. Então, este é o grande problema. Eu já venho a denunciar há muito tempo de que, não havendo possibilidade de João Lourenço se manter na Presidência da República, porque são só dois mandatos, João Lourenço e os seus assessores e os seus sequazes iam tentar de todas as maneiras, provocar acções que pudessem levar antes das eleições, a uma situação em Angola que nos levasse a um Estado de sítio, onde ele pudesse continuar no poder. Esse é que é o grande problema. Nós vemos muitas coisas absurdas aqui. A Presidência da República está a tomar conta de espaço, está a ceder espaços inegociáveis, como pequenos bosques dentro da cidade, estão a ocupar, estão a ceder a grupos internacionais, com a participação de gente que está na Presidência da República. Nós vemos cada vez mais empréstimos, empréstimos, empréstimos. Ainda agora ouvimos falar de mais um empréstimo de mil milhões (o executivo angolano validou na semana passada um acordo de financiamento entre o Estado e o banco francês Société Générale no valor de mil milhões de Euros para programas de investimento público). Quer dizer, um homem que está em fim de mandato, está a fazer estes empréstimos. Ele sabe, ou devia saber, que não vai ficar mais lá, que não vai poder gerir estes empréstimos. Eu vejo é que eles estão a querer sugar o máximo de dinheiro possível ao Estado. Realmente é a mesma cena que aconteceu aquando da saída do Presidente José Eduardo. As pessoas que o rodeavam, que tinham grande influência sobre ele, também fizeram a mesma coisa. RFI: Relativamente aos acontecimentos deste fim-de-semana, a Unita reagiu dizendo que não iria mais apelar à população a guardar a calma. A seu ver, o que é que isto pode dar? Laura Macedo: Eu também ouvi. Quer dizer que a população tem que começar a agir, agir não atacando. Não é para atacar, é para se manter firme. A população tem que se manter firme, a população tem que conhecer as leis e obrigar as autoridades a cumprirem também a lei. Eu acho que é isto que a Unita quis dizer. Tenho plena certeza que foi isto. E é isto que eu digo sempre. Se a polícia não nos deixa passar aqui, nós ficamos aqui. Isto é uma forma de protesto. Nós fizemos isso o ano passado, quando foi daquelas três manifestações que foram organizadas pela sociedade civil. Eles não nos deixaram fazer o percurso também violando a lei, porque nós não fomos comunicados que não iríamos passar por ali. As autoridades administrativas não alteraram o percurso por nós marcado e, no dia, quiseram que nós mudássemos o percurso no momento e nós não aceitamos. Aconteceu, por exemplo, com a marcha do MEA (Movimento dos Estudantes Angolanos), na senda da subida dos combustíveis e a consequente subida das propinas. E nós paramos na zona do Zé Pirão, um cruzamento que é crucial dentro de Luanda. Estivemos ali quatro horas. O que é que nós vimos? As autoridades a cortarem o sinal da internet. Não houve confusão, não houve repressão por parte da polícia, Mas nós, pura e simplesmente paramos ali. E como é uma zona com muitos prédios, eles ficam com receio de reprimir, porque nós que estamos no chão, eles conseguem nos tirar os telefones. Mas a quem está dentro da sua casa, nas varandas a filmar, eles não conseguem ir buscar os arquivos dessas pessoas. Então eles ficam com receio que saiam as imagens, mas este é o procedimento usual das autoridades aqui do meu país. RFI: Tem observado, à medida que nos aproximamos do período eleitoral, algum nervosismo, manifestações de intolerância política? Laura Macedo: Tenho sim, principalmente por parte dos jovens afectos ao MPLA. A Unita esteve a fazer uma campanha de angariação de novos membros aqui em Luanda e os jovens da Unita andavam sob a égide do seu Secretariado Provincial de Luanda. Andavam com umas mesinhas, a sua bandeira, as fichas de inscrição e paravam em determinadas vias. E o absurdo foi que jovens do MPLA tentavam desmantelar estas mesas, tentavam que eles levantassem dali e, inclusive, usaram as autoridades Administrativas para proibir que estas bancas que a Unita foi montando um pouco por todo o lado, surtissem efeito, como forma de amedrontar a população. Então veja o ridículo. A fiscalização de algumas administrações resolveu aproximar-se destas bancas e pedir um alvará. A Unita não é um partido comercial. Queriam que aqueles jovens, aquelas pessoas da Unita que estavam ali, lhes apresentassem o seu cartão de vendedor ambulante. A Unita não estava a vender nada. A Unita não vende nada. E veja o absurdo, numa nítida provocação aos militantes que ali estavam e como forma de amedrontar quem quisesse se aproximar dessas bancadas. Portanto, isto é um acto de violação do direito do cidadão. E a lei dos partidos permite isso, porque o próprio MPLA faz isso. O próprio MPLA não faz nenhuma actividade, não há uma actividade do MPLA que eles não fechem ruas, por mais pequena que seja. O MPLA põe e dispõe. E aí está o grande problema de não haver eleições autárquicas. Daí, que o MPLA não quer eleições autárquicas, porque nenhum autarca iria permitir, nenhum autarca saído, por exemplo, da sociedade civil, iria permitir que um partido chegue e feche ruas. Os secretários provinciais são o governador provincial em todo o lado, o subsecretário municipal e o administrador. Quer dizer, há uma confusão entre o MPLA e o Estado. Daí que nós chamamos ao MPLA o "partido-Estado". O seu presidente é o presidente do partido, o governador é o secretário do partido, o administrador é o secretário do partido, lá onde ele estiver. E isso é errado. Tem que mudar. E para mudarmos isso, temos mesmo que ter eleições autárquicas. RFI: Entretanto, tudo isto acontece numa altura em que acaba de entrar em vigor a nova lei sobre a desinformação e as 'fake news'. Como é que reage à entrada em vigor deste texto, que desencadeou alguma polémica e uma forte oposição? Laura Macedo: O grande problema aqui com esta lei das 'fake news', como eles lhe conseguiram chamar, é quem é que produz 'fake news' aqui? É precisamente a gente do governo e a gente do MPLA. Nós vimos, por exemplo, só para ter uma ideia, a CNN fez uma matéria sobre os acontecimentos do Uige com a sua legenda própria. O que é que o pessoal do MPLA fez? Mudou a legenda. A legenda está em inglês. Mudou a legenda e colocou dizendo que "um partido da oposição queria tomar uma das províncias de Angola". Isto é que é 'fake news'. Quem produziu? Vamos ver as autoridades policiais a investigarem de onde partiu esta alteração a um pequeno vídeo que até veio lá de fora? Não vamos porque foi gente do MPLA que fez. Esse é que é o grande problema. No dia em que eu escrever alguma coisa, que eu puser alguma nota nas minhas redes sociais que não seja real, ou que eu partilhe alguma nota que não seja real, o que é que vai acontecer? Eles não vão procurar a fonte. Eles vão-me atacar a mim, porque eles andam mortinhos todos por nos calar. Esta lei é igual à lei do vandalismo, que é para nos parar, mas eles não nos vão conseguir parar. Nós estamos aqui, estamos firmes. Nós queremos mudança. Nós queremos um governo que cuide principalmente dos angolanos sem nada. A nossa preocupação é com estes angolanos. Eu não estou preocupada com a minha situação. Estou preocupada com a situação daqueles lá que não tem absolutamente nada.
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Memes, planilhas, influenciadores e educação financeira. O que mudou na forma como as pessoas aprendem sobre investimentos? Como as redes sociais passaram a influenciar decisões financeiras? E qual é o papel do humor em um tema tradicionalmente associado a uma comunicação mais técnica? Neste episódio, Amanda Brum, Superintendente e CMO da ANBIMA, analisa o avanço dos conteúdos financeiros nas redes sociais e explica como iniciativas como o No Fundo Você Pode buscam aproximar o universo dos investimentos do cotidiano das pessoas. Explora também sobre o que temas como planejamento financeiro, previdência privada e fundos de investimento revelam sobre o comportamento dos brasileiros. Com a participação de Fernanda Moreno, Analista, e Patricia Volpini, Team Leader de Conteúdo de Investimentos do Bradesco Global Investment Solutions.
Paulo Massini cobrou cartões vermelhos, explicações da Comissão de Arbitragem e uma manifestação da CBF depois de Flamengo x Vitória. Três meses depois, ao analisar a cotovelada de Maurício em Cacá durante Vitória x Palmeiras, o jornalista classificou o lance como amarelo e se irritou ao ser confrontado.Neste vídeo, comparamos as avaliações feitas por Massini nas duas partidas, mostramos os lances envolvendo Luiz Araújo, Arrascaeta, Saúl, Murilo e Maurício e analisamos a diferença de postura diante das atuações do árbitro e do VAR.O debate não é sobre impedir opiniões divergentes, mas cobrar coerência. Os mesmos critérios usados para exigir rigor contra o Flamengo precisam valer quando a decisão favorece o Palmeiras.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Palmeiras
Vigilante florestal,João CondeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Publicado originalmente em 2019, nos 50 anos da chegada do Homem à Lua, "Magnífica Desolação" é um podcast narrativo sobre uma das maiores aventuras da história da Humanidade.No espaço de poucos anos o programa espacial americano passou do secretismo militar à televisão em direto e sem filtros a partir da Lua. Como é que isso foi possível? E como é que a “caixinha mágica" veio fazer com que todas as pessoas estivessem a bordo da Apollo 11 há 50 anos? Este episódio conta ainda com Júlio Verne e Isaac AzimovSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, de Stephen Covey, é muito mais do que um livro sobre produtividade. É um convite para refletirmos sobre nossas escolhas, nossos relacionamentos e a forma como construímos a vida que desejamos.Neste episódio, em uma conversa profunda e inspiradora, você vai descobrir como pequenos hábitos diários podem transformar sua mentalidade, fortalecer seu propósito e criar mudanças duradouras. Se você busca mais equilíbrio, sucesso, paz interior e crescimento pessoal, este episódio foi feito para você.
As prestações em Málaga deixaram boas indicações, mas também algumas dúvidas. Fazemos o balanço do torneio, analisamos quem saiu reforçado e quem ficou aquém das expectativas. Além disso, olhamos para as várias opções que cada seleção tem à disposição e discutimos quais poderão ser as melhores escolhas para os próximos grandes desafios.
Andy Burnham é o novo primeiro-ministro do Reino Unido e se é visto à esquerda como um "messias" à direita há quem tema um regresso dos anos 1970. Mas afinal, o que podemos esperar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como é que pode?A gente viu o orelhão usar ficha… depois cartão… depois virar ponto de referência.“Sobe ali onde tem o orelhão.”A gente viu gente procurar telefone na lista telefônica… nas páginas amarelas.Hoje tu perde o celular e parece que perdeu um órgão do corpo.Hoje é muito raro quem sabe de cor o número da mãe.A gente viu cartas serem uma operação. Lambia o envelope, ia aos Correios, postava e esperava dias pela resposta.Hoje tu manda um “oi”… e, se a pessoa demora oito minutos pra responder, tu já começa a revisar todos os teus erros desde 2007.A gente viu o telegrama.Tu escrevia uma frase e pagava por palavra.Aquilo era o ChatGPT da época… só que chegava de bicicleta.A gente viu o fax chegar… e pensou:“Agora acabou. Chegamos no futuro.”Tinha uma impressora gritando dentro do telefone.A gente pesquisou trabalho na Barça.Procurou palavra no Aurélio.Sentiu o cheiro da folha de mimeógrafo.A gente não estudava…A gente ficava levemente calibrado com álcool.A gente viu o MSN virar WhatsApp.No MSN, a gente colocava subnick triste pra chamar atenção.Hoje tu posta um story com música… e espera a pessoa entender o processo.A gente viu cheque virar cartão.Tem gente que hoje não faz ideia do que era o motivo 11.Ah… um chequezinho sem fundo.A gente viu fita virar CD.CD virar DVD.DVD virar Blu-ray…E o Blu-ray nascer e morrer no mesmo churrasco.Então, não.A gente não é velha.A gente é testemunha ocular de umas 47 atualizações do mundo.Por isso, às vezes, a gente está cansado.Não é preguiça.É excesso de evento histórico no ombro.
Como é que pode?A gente viu o orelhão usar ficha… depois cartão… depois virar ponto de referência.“Sobe ali onde tem o orelhão.”A gente viu gente procurar telefone na lista telefônica… nas páginas amarelas.Hoje tu perde o celular e parece que perdeu um órgão do corpo.Hoje é muito raro quem sabe de cor o número da mãe.A gente viu cartas serem uma operação. Lambia o envelope, ia aos Correios, postava e esperava dias pela resposta.Hoje tu manda um “oi”… e, se a pessoa demora oito minutos pra responder, tu já começa a revisar todos os teus erros desde 2007.A gente viu o telegrama.Tu escrevia uma frase e pagava por palavra.Aquilo era o ChatGPT da época… só que chegava de bicicleta.A gente viu o fax chegar… e pensou:“Agora acabou. Chegamos no futuro.”Tinha uma impressora gritando dentro do telefone.A gente pesquisou trabalho na Barça.Procurou palavra no Aurélio.Sentiu o cheiro da folha de mimeógrafo.A gente não estudava…A gente ficava levemente calibrado com álcool.A gente viu o MSN virar WhatsApp.No MSN, a gente colocava subnick triste pra chamar atenção.Hoje tu posta um story com música… e espera a pessoa entender o processo.A gente viu cheque virar cartão.Tem gente que hoje não faz ideia do que era o motivo 11.Ah… um chequezinho sem fundo.A gente viu fita virar CD.CD virar DVD.DVD virar Blu-ray…E o Blu-ray nascer e morrer no mesmo churrasco.Então, não.A gente não é velha.A gente é testemunha ocular de umas 47 atualizações do mundo.Por isso, às vezes, a gente está cansado.Não é preguiça.É excesso de evento histórico no ombro.
Neste episódio do Papo com Profa. Mila Cabral, discutimos os principais pontos do documento publicado em 2026 pela SBEM, SBU e ABEMSS, que padroniza o diagnóstico e o tratamento do hipogonadismo no Brasil. Você vai entender o conceito da doença, as novidades na interpretação dos exames laboratoriais, o papel da testosterona total, SHBG e testosterona livre, as indicações da terapia de reposição hormonal e os riscos do uso indiscriminado de testosterona e anabolizantes. Um episódio baseado em evidências científicas, com foco na prática clínica e laboratorial.
Quando uma criança diz que quer ser médica, as pessoas aplaudem. Quando diz que quer ser engenheira, também. Se sonha em ser advogada, recebe incentivo.Mas repare numa coisa: quase ninguém cresce sonhando em ser vendedor.A maioria chega às vendas por acaso. Porque precisava pagar uma conta, buscava uma oportunidade ou precisava recomeçar a vida.E é aí que acontece uma das coisas mais bonitas.A profissão que quase ninguém escolhe acaba escolhendo algumas pessoas. E, quando escolhe, transforma.O vendedor aprende a ouvir sem interromper. Aprende a lidar com a rejeição sem perder a educação. Aprende a controlar as emoções quando a vontade era explodir. Aprende a seguir em frente depois de dias difíceis. Aprende a conversar com ricos e pobres, tímidos e extrovertidos, inseguros e arrogantes.Poucas profissões apresentam tantos retratos diferentes da natureza humana.Depois de alguns anos, acontece algo curioso. A pessoa entrou nas vendas para ganhar dinheiro, mas já não é a mesma que entrou. Porque as vendas ensinaram coragem, comunicação, maturidade, inteligência emocional e, acima de tudo, ensinaram a enxergar pessoas.Tem gente que encontrou uma profissão. E tem gente que encontrou uma versão de si mesma que jamais conheceria em outro lugar.Por isso, acredito que algumas pessoas trabalham com vendas. Outras são construídas por elas.Talvez seja esse o motivo de tantos vendedores terem tanto orgulho da profissão. Porque ela não mudou apenas a conta bancária. Mudou a pessoa que todos os dias olha para o espelho.Se você conhece alguém que vive de vendas, compartilhe esta mensagem. Talvez ela descreva uma história que essa pessoa nunca conseguiu colocar em palavras.Autora: Carol Iasmin
Quando uma criança diz que quer ser médica, as pessoas aplaudem. Quando diz que quer ser engenheira, também. Se sonha em ser advogada, recebe incentivo.Mas repare numa coisa: quase ninguém cresce sonhando em ser vendedor.A maioria chega às vendas por acaso. Porque precisava pagar uma conta, buscava uma oportunidade ou precisava recomeçar a vida.E é aí que acontece uma das coisas mais bonitas.A profissão que quase ninguém escolhe acaba escolhendo algumas pessoas. E, quando escolhe, transforma.O vendedor aprende a ouvir sem interromper. Aprende a lidar com a rejeição sem perder a educação. Aprende a controlar as emoções quando a vontade era explodir. Aprende a seguir em frente depois de dias difíceis. Aprende a conversar com ricos e pobres, tímidos e extrovertidos, inseguros e arrogantes.Poucas profissões apresentam tantos retratos diferentes da natureza humana.Depois de alguns anos, acontece algo curioso. A pessoa entrou nas vendas para ganhar dinheiro, mas já não é a mesma que entrou. Porque as vendas ensinaram coragem, comunicação, maturidade, inteligência emocional e, acima de tudo, ensinaram a enxergar pessoas.Tem gente que encontrou uma profissão. E tem gente que encontrou uma versão de si mesma que jamais conheceria em outro lugar.Por isso, acredito que algumas pessoas trabalham com vendas. Outras são construídas por elas.Talvez seja esse o motivo de tantos vendedores terem tanto orgulho da profissão. Porque ela não mudou apenas a conta bancária. Mudou a pessoa que todos os dias olha para o espelho.Se você conhece alguém que vive de vendas, compartilhe esta mensagem. Talvez ela descreva uma história que essa pessoa nunca conseguiu colocar em palavras.Autora: Carol Iasmin
No Estado da Nação, o Governo rejeitou o regresso ao passado e acusou o PS e o Chega de criarem uma aliança irresponsável. Defende ainda as reformas do governo perante novos dados da imigração.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Essa semana Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho regravam um episódio de 13 anos atrás para relembrar como era navegar pela internet nos tempos da conexão discada. Dos provedores gratuitos ao MSN, ICQ, mIRC, Orkut, blogs, fotologs e downloads intermináveis, batemos um papo sobre a Web 1.0, a nostalgia daquela época e como a internet mudou completamente a forma como vivemos, nos comunicamos e nos divertimos.Esse é mais um podcast da nossa série Remakes!⭐ Quer mais 99Vidas? Apoie e escute + de 400 episódios exclusivos. Assine agora em 99vidas.com.br/bonusAcompanhe o 99Vidas:➡️ Site | Instagram | Twitter | Youtube
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Quando tudo apontava para um entendimento com o Chega, o Governo fechou acordo com o PS. Com Jorge Fernandes, analisamos as concessões feitas e as consequências políticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PSD e PS uniram-se para aprovar a lei do PSU, mesmo que com alterações à proposta inicial do Governo. Mas que mudanças foram essas? Serão mudanças retóricas ou substantivas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Choque cardiogênico na SCA: o que realmente mudou nas evidências recentes? by Cardiopapers
Você sabia que a tradição cristã está intimamente ligada ao uniforme da Seleção Brasileira? Em 1950, o Brasil enfrentou um dos maiores traumas de sua história esportiva: o Maracanazo. A derrota para o Uruguai em casa fez com que a tradicional camisa branca fosse vista como "amaldiçoada", forçando uma nação apaixonada pelo futebol a se reinventar. Neste programa, a Brasil Paralelo investiga a fundo a fascinante história por trás das cores que vestem os nossos jogadores. Desde o concurso do Correio da Manhã que deu origem à icônica camisa amarela "Canarinho" desenhada por Aldyr Garcia Schlee, até o momento de desespero logístico na Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Descubra como um impasse com a FIFA levou o chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, a tomar uma decisão de emergência inspirada pelo manto de Nossa Senhora Aparecida. Conheça a jornada de improviso, fé e superação que transformou uma camisa azul comprada às pressas em Estocolmo no símbolo do primeiro título mundial do Brasil, eternizado por lendas como Pelé, Garrincha e Bellini.
Historiador relata época em que se valorizava demonstrar melancolia e como isso mudou drasticamente, criando 'obsessão' atual com felicidade.
Quando perdeu o pai de forma repentina, a Bruna entendeu que o amor deixa marcas que permanecem vivas, mesmo quando a voz de quem amamos já não pode mais ser ouvida.Pouco tempo antes da perda, Bruna havia passado um feriado ao lado do pai. Voltaram para casa no sábado. No domingo de manhã, ele saiu de moto e não voltou mais. Um acidente interrompeu uma história que ela imaginava ter muito mais capítulos pela frente.15 depois, ainda mergulhada no luto, ela tinha um show marcado. Subir naquele palco parecia impossível, mas foi justamente ali, tão perto da despedida, que encontrou forças para seguir. Cantar a fez lembrar por que havia escolhido a música. Desde o início, cada nota carregava um desejo silencioso: orgulhar o pai.A música sempre foi uma herança de família e seu avô era um de seus maiores mestres. Já muito doente, ele passava os dias entre a cama e as lembranças. Foi durante uma visita despretensiosa que Bruna comentou ter experimentado uma sanfona na casa de um amigo, e seu avô respondeu apontando para um instrumento esquecido na sala.A partir daquele dia, ela começou a aprender sozinha. Assistia a vídeos, ensaiava algumas notas e levava a novidade para compartilhar com ele. A sanfona virou uma desculpa bonita para estar presente com ele.Foi então que o pai percebeu algo especial naquele encontro entre neta e avô. Incentivou Bruna a pedir o instrumento para ela. Antes mesmo que ela terminasse a frase, o avô já havia dado sua resposta: para ele, aquela sanfona pertencia a quem a tocava.Um mês depois, ele partiu.Hoje, o pai já não está aqui. O avô também não. Outros amigos se foram pelo caminho, alguns de forma tão inesperada quanto o pai. Mas, quando Bruna canta, nenhuma dessas presenças parece distante.Porque a música se tornou o lugar onde as memórias permanecem vivas, o espaço onde o amor continua encontrando voz e onde ela pode reverenciar aqueles que ajudaram a construir quem ela é.Bruna acaba de lançar a música “Quase de Dançar”. O clipe reúne relatos de pessoas que já passaram pelo @historiasdeterapia e que ajudam a comprovar o poder transformador da música. Como diz a própria letra: toda canção nasce do que é bom de ouvir por dentro.
Irão, EUA e Israel preparam novos combates ou acordos? Arriscarão os EUA deixar um Israel desafiador entregue a si mesmo e à sua sorte ou é apenas ruído para aumentar a pressão sobre o Irão?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Didi Braguinha e André Rumjanek exploram como a inteligência artificial está transformando a experiência de jogar RPG. A conversa parte dos desafios de aprender novos sistemas, criar mundos e conduzir narrativas, chegando a uma análise profunda sobre o uso de modelos de linguagem como mestres de jogo. A dupla discute criatividade, improvisação, construção de personagens e o potencial da IA para ampliar experiências narrativas sem necessariamente substituir a participação humana.O debate também aborda imersão, agência dos jogadores e a relação entre tecnologia e imaginação. A partir de experiências práticas utilizando IA para narrar aventuras solo, surgem reflexões sobre o futuro dos jogos, da criação coletiva e até mesmo sobre o que diferencia uma interação humana de uma interação mediada por máquinas. Um episódio sobre RPG, narrativa, tecnologia e os limites cada vez mais difusos entre criatividade humana e inteligência artificial.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: RPG e IA: A Experiência Que Mudou a Visão dos Jogos NarrativosSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
Neste episódio do C.A.O.S. Fotográfico, falei sobre algumas das mudanças mais importantes que estão atravessando o mercado da fotografia neste momento.A inteligência artificial já não é uma promessa distante. Ela aparece na edição dos smartphones, na busca do Google, na criação de imagens, nos avatares realistas, nos vídeos e até na discussão sobre autenticidade. Ao mesmo tempo, cresce uma reação interessante: a valorização do analógico, da impressão, dos livros fotográficos, da assinatura visual e da presença humana por trás da imagem.Também falei sobre posicionamento, preço, personalidade, presença digital e novas formas de negócio para fotógrafos. Porque hoje não basta fotografar bem. O cliente precisa entender por que aquele trabalho importa, por que aquela experiência é diferente e por que aquele fotógrafo não pode ser comparado apenas pelo orçamento.A fotografia segue viva, mas o mercado está mais complexo. E quem vive da imagem precisa aprender a ler esses sinais antes de ser engolido por eles.Primeiro Desafio RUMO: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/slugprimeiro-desafio-rumo-whatsapp-fotografosNeste vídeo, comento temas como:Inteligência artificial na fotografiaSmartphones, Leica, Xiaomi, Huawei e edição com IAGoogle, Gemini e mudanças na buscaAdobe, bancos de imagem e canibalização pela IANFTs, C2PA e autenticação de imagensO retorno do analógico e das câmeras retrôA importância da personalidade no marketing do fotógrafoMapa R.U.M.O., Desafio R.U.M.O. e posicionamento estratégicoPor que clientes escolhem fotógrafos além do preçoPara acompanhar mais análises sobre fotografia, IA, mercado, marketing e posicionamento, acesse:https://www.enfbyleosaldanha.comGrande parte do que comento aqui fica aberta no blog e nas redes. A leitura mais aprofundada, com análise de mercado, IA, negócios e decisões práticas para fotógrafos, continua dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Este conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Continuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Links citadosMapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
103 homicídios a cada 100 mil habitantes. Era o recorde de El Salvador em 2015. Um país onde gangues cobravam imposto de famílias. Onde o Estado havia recuado. Isso era El Salvador. Até deixar de ser. Para entender esse cenário inteiro fomos até El Salvador para produzir nosso próximo documentário, El Salvador -O dia em que o medo mudou de lado. Entramos no CECOT, a prisão mais temida das Américas. Ouvimos relatos de quem afirma ter sido salvo pela nova ordem e as vozes dos críticos que afirmam que o preço da paz é alto demais. No dia 20 de maio, às 20h, você vai assistir de graça ao novo original da Brasil Paralelo.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz batem um papo sobre como o ato de ir ao cinema está mudando com o passar dos anos e que o comportamento atual de uso de celulares não vai mudar. Tá tão diferente assim? Quem nunca tirou uma foto de uma tela de cinema? A Geração Z é a maioria? Ir ao cinema já foi quase um ritual silencioso. Luz apagada, conversa encerrada, olhos grudados na tela e aquela sensação coletiva de viver algo “sagrado”. Mas basta entrar em qualquer sessão hoje para perceber: alguma coisa mudou. E talvez não tenha mais volta.=|| OFERECIMENTO: Tem lançamento que a gente gosta de verdade, e esse é um deles. A xícara vermelha de Pilão já está disponível. A combinação ideal para maratonar filmes e séries com café forte de verdade. Garanta a sua agora: https://bit.ly/49tSgjj=|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Achamos que o azul é algo garantido, mas o céu no planeta Terra nem sempre teve essa cor; e não permanecerá assim para sempre.
Recebeu um aumento. Mudou de emprego. Começou a ganhar melhor e no entanto, ao fim do mês continua sem sobrar nada. Parece-lhe familiar? Parece que há um nome para isto. No mais recente episódio do Podcast MoneyBar, falamos sobre o que é Lifestyle Inflation e como ela acaba por nos roubar a capacidade de poupar e investir, e o que podemos fazer para controlar, sem deixar de viver bem. Inscreva-se no evento gratuito "A Nova Fase": https://bit.ly/novafase50 Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Inscreva-se na Lista de Espera do Programa Património Imobiliário: https://moneylab.pt/imobiliario-sup Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Whatsapp MoneyLab: https://moneylab.pt/whatsapp Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
Em 1978, Gonzaguinha já era um dos compositores mais gravados do Brasil. Suas músicas estavam nas vozes de Simone, Maria Bethânia, Elis Regina. Mas ainda faltava algo: o público ouvir aquele repertório na voz do próprio autor.É nesse contexto que nasce “Gonzaguinha da Vida”, o disco que marca sua virada definitiva como intérprete popular, sem abandonar a crítica social, a densidade poética e a consciência política que sempre o acompanharam.Neste vídeo da Vinilteca, mergulhamos na história do álbum, no contexto da abertura política do fim dos anos 70, na relação complexa com Luiz Gonzaga, na simbologia da capa fotografada no Morro de São Carlos e, claro, no faixa a faixa completo — de “João do Amor Divino” a “A Vida do Viajante”.Um disco de crônicas urbanas, romantismo intenso e reconciliação histórica. Um retrato do artista que cantou a própria vida e, de alguma forma, a nossa também.
Australia has welcomed over one million refugees. But changes to the economy, government policies, and the settlement process have made things more difficult for refugees settling today. - A Austrália já recebeu mais de um milhão de refugiados. No entanto, mudanças na economia, nas políticas governamentais e no processo de reassentamento tornaram mais difícil a integração dos refugiados que chegam atualmente ao país.
Ela foi uma criança cheia de energia. Incentivada pelos pais, passava o tempo nadando, pedalando pelas ruas do bairro ou aproveitando os fins de semana na praia. A natação veio primeiro. Ainda adolescente, treinava com a equipe do Ademir Paulino, convivendo com atletas do triathlon e competindo em provas de águas abertas. Aos 15 anos, recebeu um convite para integrar a equipe do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa. Mudou de escola para conseguir treinar e mergulhou por dois anos em uma rotina intensa na piscina. Evoluiu, mas não se identificou com o ambiente competitivo. Ao terminar o ensino médio, decidiu encerrar esse ciclo e focar nos estudos. Ingressou na engenharia química pela USP de Lorena, onde encontrou um novo cenário para o esporte. Cercada por montanhas e estradas tranquilas, passou a viver uma rotina intensa ao ar livre, pedalando, explorando trilhas e descobrindo o mountain bike. Frequentou as montanhas da Serra da Mantiqueira, subiu o Pico dos Marins, percorreu a Serra Fina e, em 2018, começou a competir nas provas de triathlon e mountain bike do XTerra, além de provas como o Big Biker, o GP Ravelli, entre outras. Em 2019, voltou para São Paulo para estagiar e concluir a faculdade. Foi um período exigente, com o esporte mais irregular. Durante a pandemia, finalizou a graduação e foi efetivada no trabalho. Entre 2020 e 2022, conciliou a carreira com os treinos. Venceu duas etapas do XTerra e disputou o mundial de XTerra, na Itália. A experiência despertou a vontade de novos desafios e, no início de 2023, fez seu primeiro Ironman 70.3. A prova mudou o rumo da sua trajetória. Procurou um treinador, evoluiu rapidamente e ganhou confiança para seguir no esporte com mais foco. Em 2024, veio um convite especial: ser guia da paratriatleta Letícia Freitas na caminhada até os Jogos Paralímpicos de Paris. Mesmo trabalhando em tempo integral, montaram um plano e conquistaram a vaga na última seletiva, em Montreal. Em Paris, viveram uma experiência marcante, dividindo treinos e a responsabilidade de competir juntas. Poucas semanas depois, ela voltou a competir e terminou o Ironman 70.3 São Paulo como segunda colocada geral entre as amadoras. Em 2025, os resultados se consolidaram. Venceu uma etapa do Troféu Brasil e foi, mais uma vez, segunda colocada, desta vez no Ironman 70.3 do Rio de Janeiro. Passou a considerar a transição para o profissional. Ao mesmo tempo, enfrentava a dificuldade de conciliar o alto rendimento com a rotina exigente da engenharia. Com o apoio do marido, decidiu mudar de direção: deixou o trabalho corporativo, passou a atuar com esporte, iniciou a faculdade de educação física e abriu espaço para buscar um novo nível no triathlon. No fim do ano, foi ao Mundial de Ironman 70.3 e terminou como a melhor brasileira. Conosco aqui, a engenheira química, estudante de educação física e triatleta profissional, amante da natureza e dos esportes ao ar livre, a brasileira mais bem colocada no Mundial de Ironman 70.3 do ano passado, terceira colocada no Ironman 70.3 Curitiba, em sua estreia como profissional na temporada 2026, a paulistana Giovanna Alves Opipari. Inspire-se! Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
De um menino imigrante cheio de ideias a um jovem milionário da tecnologia, Fahim Saleh parecia estar vivendo o capítulo mais promissor da própria história. Nova casa, novos planos, negócios em alta e uma rotina que, por fora, parecia finalmente em paz. Mas, em Nova York, numa tarde comum de julho de 2020, algo saiu do lugar. E o que começou como silêncio logo daria espaço a uma cena impossível de esquecer.* Parte 2 - disponível em 15/04/26*Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo. ________________________________________________________________
Palavra ministrada na Videira Florida5 de abril de 2026Support the show
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Paraná #PolíticaPR #TerremotoPolítico #Eleições2026 #Curitiba #BastidoresDaPolítica #AssembleiaLegislativaPR #Alep #NotíciasPR #PolíticaBrasileira #BrasilLivre #AnálisePolítica #Paranaense #InteriorPR #Poder #JustiçaEleitoral #DebatePolítico #RadarPolítico #InfoPR #GiroDeNotícias
Alexandre Garcia recorda o aniversário de morte de João Paulo II e comenta preocupação de Lula com números de pesquisas recentes.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz celebram as 900 edições do RapaduraCast e os 20 anos de estrada! Muita coisa aconteceu, então nada melhor do que bater sobre o assunto que a gente mais fala: cultura pop. O que mudou nesses anos? Como o nerd saiu do ostracismo, virou protagonista e agora se tornou "mal visto"? Mudou tanto assim nesses últimos anos? O otaku é o novo nerd? Vale a pena colecionar coisas nerds em 2026? A febre das camisetas geeks passou?|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Escute um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast