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O trabalho em altura mudou em 2026. Neste episódio, detalhamos as atualizações da NR 35 introduzidas pela Portaria MTE 1.680/2025. Entenda a proibição dos talabartes sem absorvedor, o rigor técnico do novo Anexo III para escadas e como o cálculo da Zona Livre de Queda (ZLQ) tornou-se obrigatório no planejamento da SST para evitar fatalidades.
Luiz Henrique Barrochelo - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuria - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Luiz Henrique Barrochelo - Diretor da Defesa Agropecuária - Campanha de recadastramento de rebanho (maio) e início do Fundesa-Pec
Noda PE: https://www.nodape.com.br/Cupom: OLAR5 (5% de desconto em toda loja!)La Rocha Burger: https://www.instagram.com/larochaburger/Cupom: OLAR10 (10% de desconto para novos clientes)Strike Pizza: https://www.instagram.com/strikepizza_recife/Estúdio mega blaster que gravamos: https://videofarm.com.br/Neste episódio, Mateus Morais e Sr. Aranha recebem a icônica Maria do Céu para uma conversa sem filtros sobre as décadas de história que moldaram a noite recifense.Muito além dos holofotes do Club Metrópole, mergulhamos na mente de uma mulher multifacetada: a empresária que entende como poucos a economia noturna, a ativista que pauta a política de direitos humanos e a contadora de histórias nata, cheia de "causos" inéditos que atravessam gerações.
Na semana em que comemoramos 20 anos do podcast irmaos.com, Paulinho e Dri convidam os amigos André Nascimento e Chico Gabriel para voltar ao pré-histórico ano de 2006, relembrar como era o mundo naquela época e destacar o que mudou na vida, na internet e nas relações.
Foi há dois séculos, a 10 de Março de 1826, que D. João VI morreu aos 58 anos, em Lisboa. O seu reinado foi marcado por várias guerras e pela independência do Brasil. A sua morte não deixou nada igualSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por Pr. Luiz Sayão. | Atos 16 | https://bbcst.net/G9563
A mudança do percurso na semana da prova deu o que falar. Mas o que aconteceu? O que sabemos do novo percurso? Falamos também sobre:- Challenge Roth com start list fenomenal- Vitória brasileira no ciclismo- Chuva de medalhas no sul-americano na ArgentinaConfira o MT News desta semana!
4 de dezembro de 1980.Um avião descola de Lisboa. Minutos depois, cai em Camarate.Morre o Primeiro-Ministro Francisco Sá Carneiro, Amaro da Costa, Snu Abecassis e mais quatro pessoas.Durante décadas, Portugal dividiu-se entre duas versões: acidente ou atentado.Neste episódio do Conexão Criminal, revisitamos os factos, as conclusões oficiais, as suspeitas de sabotagem e as consequências políticas que marcaram a democracia portuguesa.Um caso onde a verdade parece sempre escapar por entre relatórios, testemunhos e decisões políticas
Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.
Uma jovem artista apresenta pinturas modernas em São Paulo em 1917. Dias depois, um dos escritores mais influentes do país publica uma crítica devastadora em jornal — e desencadeia uma das maiores polêmicas da história da arte brasileira.Neste episódio do Art Talks, você vai entender como o confronto entre Anita Malfatti e Monteiro Lobato ultrapassou o campo artístico, influenciou a opinião pública e ajudou a impulsionar o nascimento do modernismo no Brasil e, anos depois, da Semana de Arte Moderna de 1922.‘História da Arte sem tédio' é uma série do Art Talks que conta bastidores, conflitos e histórias reais por trás de grandes nomes da arte. É a História da Arte contada de forma acessível, envolvente e sem linguagem acadêmica — para ouvir no dia a dia, mesmo sem ser especialista.Roteiro, produção e locução: Thais de Albuquerque @thais.de.albuquerqueTrilha sonora: “Sofres porque queres” — Pixinguinha (1919)
No 41º episódio do Rodada dos Ouvintes Gustavo Lopes comenta áudios dos nossos apoiadores do Catarse comentando se sua relação com o hobby mudou com o tempo? Comentamos a partir da indagação do último Rádio Gambiarra, sobre como o hobby pode mudar, gostos, grupos, hábitos de consumo, não apenas de jogos, mas também de conteúdos.Link da nossa Campanha no Catarse: https://www.catarse.me/gambiarra_board_gamesPlaylists e Índice completo de episódios: https://playlistsgambiarrabg.carrd.co/Instagram com fotos dos jogos @gambiarraboardgames Edição - Gustavo Lopes. Capa - Gustavo Lopes. Vinhetas: Fabs FabulosoParceiros:Acessórios BG: https://www.acessoriosbg.com.brBravo Jogos: https://bravojogos.com.brAroma de Madeira: https://www.aromademadeira.com.brApoio:BGSP: https://boardgamessp.com.br/Créditos:Abertura: Free Transition Music - Upbeat 80s Music - 'Euro Pop 80s' (Intro A - 4 seconds)Jay Man - OurMusicBox Trilha: Inner Light by Kevin MacLeodLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/3916-inner-lightLicense: https://filmmusic.io/standard-license
A Bianca e o Alex são casados e têm 3 filhos. Alex sofria com crises de ansiedade e nessa entrevista ele revela o quanto a corrida de rua o ajudou a sair dessa situação. Assista até o final e emocione-se com a história dessa bonita família de Joinville, que encontrou na corrida de rua uma forma de viver melhor e integrar a convivência familiar com o esporte. #esporte #famílianoesporte #carecadecorrer #corridaderua #entrevista #videocast
Neste episódio olhamos para as transformações em Portugal e na Europa provocadas pela invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022. António Ramalho e Gonçalo Moura Martins analisam os impactos que foram temporários e aqueles que mudaram definitivamente, como a política energética e de defesa, e perspetivam as consequências do pós-guerra.
Depois do terceiro dia tudo mudou - Julia Peres by IDE
Depois de 12 anos morando em Portugal, retornamos para o Brasil para visitar. Vivemos momentos inesquecíveis e intensos, reencontramos pessoas que fazem parte da nossa história e conseguimos deixar a saudade para lá um pouquinho. Contudo, claro que fomos com um outro olhar e neste episódio contamos nossas impressões em relação ao Brasil de hoje em relação ao país que deixamos lá em 2014. Esperamos que você goste!Aliás, se você curte o nosso trabalho, seja MEMBRO do nosso canal do YouTube. Clique aqui e entre na nossa comunidade exclusiva que conta com um episódio extra por semana do nosso podcast, um grupo exclusivo no WhatsApp e ainda ganha o e-book do Claudinho "Morar fora: sentimentos de quem decidiu partir". Participe!Você pode comprar o e-book através deste link!Participe do nosso canal no WhatsApp e fique bem informado com tudo o que está acontecendo! Apresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles! TRIPLE TEN: A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA e a melhor opção para quem deseja migrar para uma carreira promissora e deseja trabalhar para empresas de fora, com ambiente internacional.Quer planejar sua carreira tech e a vida no exterior? A consultoria da @tripleten.brasil (avaliada em R$200) está GRÁTIS para você! Tire suas dúvidas com especialistas e descubra seu caminho.
Archibald Leach decidiu que precisava ser outro. Mudou de país, mudou de nome, reinventou-se — e nasceu Cary Grant. Anos depois ele diria: “Fingi ser alguém que eu queria ser… e me tornei essa pessoa.”Todos nós estamos nos tornando algo. A pergunta é: o quê?O mundo oferece personagens prontos: sucesso, reconhecimento, aplauso. Mas quando o palco esvazia, sobra o silêncio — e nele ecoa a pergunta que importa: valeu a pena?São Josemaria sonhava diferente. Sonhava com santos no meio do mundo. Gente comum, em escritórios, hospitais, cozinhas, salas de aula — vivendo a rotina com o coração voltado para Deus. No dia 14 de fevereiro de 1930, ele compreendeu com clareza que a santidade não era fuga da realidade, mas transformação dela.Estar no mundo sem ser mundano não é abandonar a profissão, mas santificá-la. Não é rejeitar a cidade, mas elevá-la. Não é buscar aplausos, mas buscar o Céu.“Ele nos escolheu para sermos santos.” (Ef 1,4)O maior risco da vida não é falhar tentando ser grande. É ter sido chamado à santidade… e contentar-se com pouco.______________________________
Ele nasceu numa fronteira em guerra, aprendeu a lutar desde cedo e jurou lealdade à Coroa Portuguesa.Mas em algum momento, Bento Gonçalves virou as costas para o Império e entrou pra história como um rebelde.Neste episódio, eu te conto quem foi Bento Gonçalves da Silva e como ele se tornou um dos principais nomes da Revolução Farroupilha, o conflito que marcou o Rio Grande do Sul e desafiou o poder imperial por dez anos. Da infância em uma região disputada à liderança de uma revolução, passando por prisões, fugas e retornos inesperados ao campo de batalha, você vai entender o contexto político, social e militar que transformou Bento em um personagem central da história brasileira.E, claro, no final do episódio, eu te conto o que visitar no Rio Grande do Sul pra se aprofundar nessa história.Locais mencionados no episódio:Museu Histórico Farroupilha em PiratiniMuseu Júlio de Castilhos em Porto AlegrePara contato, parcerias e sugestão de episódios, envie um e-mail para: passaporteprocrime@tagcreator.spaceSe você gosta do Passaporte pro Crime, considere apoiar o projeto via:Orelo: orelo.cc/passaporteprocrimeApoia.se: https://apoia.se/passaporteprocrimePatreon: patreon.com/PassaporteproCrimePara ficar por dentro de novidades e fofocas da vida da apresentadora, é só seguir:Instagram: @andressaisferTikTok: @andressa.isfer
Na Golegã, a última semana deixou marcas visíveis e outras, menos óbvias, mas igualmente pesadas: estradas cortadas, serviços condicionados, equipamentos municipais danificados e o dia-a-dia mudou. Ao mesmo tempo, o concelho viu adiada a votação da segunda volta das eleições presidenciais, para dia 15 de Fevereiro. Rui Xavier, membro da Assembleia Municipal da Golegã, vive na região há cerca de um ano e meio. Não é natural do concelho, mas fala já com a atenção de quem aprendeu a ler o terreno, os ritmos do rio e os sinais que circulam entre vizinhos. “Aqui é um sítio que tradicionalmente teve e tem muitas cheias”, começa por explicar. E, no entanto, sublinha que desta vez houve um elemento novo: “Em relação à tempestade de vento, chuva, as pessoas mais velhas dizem que não têm memória de uma tempestade deste género.” Apesar do impacto, Rui Xavier faz questão de relativizar a gravidade local face ao resto do país. “Aqui, embora tenha sido razoável em algumas empresas e com a destruição de parte de árvores, ainda assim não tem comparação com o que aconteceu, por exemplo, no epicentro, ali em Leiria e noutras zonas do país.” O prejuízo mais evidente, diz, está na sede do concelho. E aponta casos concretos: “As piscinas municipais têm uma área muito grande envidraçada. Uma parede toda em vidro foi completamente destruída.” O problema, explica, vai além do custo. “Vamos ver o tempo que agora vai demorar a recuperar-se aquele equipamento que é um dos centros da comunidade.” E enumera, com precisão, o que está em causa: “É um sítio onde têm aulas os miúdos das escolas. Há, para além da unidade escolar para pessoas idosas, natação livre.” Ele próprio usa o espaço: “Eu faço muito regularmente lá.” Para Rui Xavier, a dimensão do dano não é apenas material: é logística, social e comunitária. “A recuperação não é só uma questão de dinheiro, é mesmo uma questão agora logística.” Luz intermitente e água a subir Nas freguesias do Pombalinho e da Azinhaga, onde vive, o impacto foi mais contido. “Houve falta de luz durante as primeiras 48 horas na sede do concelho, portanto na vila da Golegã.” Já ali, diz, o cenário foi diferente: “Aqui onde nós estamos, que é o Pombalinho e a Azinhaga, ela foi sendo intermitente. Mas nunca houve um período, creio que mais do que algumas 6 horas, em que tivéssemos estado sem energia.” O concelho vive encostado à água e isso molda tudo. “Nós estamos muito próximos do rio Tejo e aqui, no caso de Pombalinho e Azinhaga, do rio Almonda.” Quando chove a sério, o que acontece é quase previsível: “Sempre que há chuvas mais intensas, o caudal do rio aumenta.” A estrada cortada que muda a vida: 8kms passam a 30kms A consequência mais pesada, sublinha, não foi a destruição de casas, foi a interrupção do movimento. “A estrada que liga a Golegã, a Azinhaga e vice-versa (…) é muito comum ficar cortada.” Mas desta vez, insiste, a duração surpreendeu: “Desta vez ficou cortada e ainda está cortada durante muito mais dias.” E é aqui que o dia-a-dia se encarece. “O caminho entre a Azinhaga e a Golegã são à volta de 8 km.” Agora, diz, a realidade é outra: “Tenho vizinhos, amigos, que estão a fazer 20, 25, 30kms.” Rui Xavier chama-lhe pelo nome certo: impacto económico. “O impacto económico na vida das pessoas é muito grande.” Mesmo sem “um grande impacto no edificado”, a factura chega de outra forma: “A possibilidade de deslocação ou haver uma deslocação que de repente passa a ser três vezes maior.” E remata: “Os valores que as pessoas dispendem nessas deslocações têm um impacto muito grande nas contas do fim do mês.” A forma como estas comunidades vivem a cheia é, para quem chega de fora, quase desconcertante. Rui Xavier reconhece-o: “Eu estou cá há pouco tempo e vou aprendendo.” Mudou-se de Lisboa com a mulher, por gosto e por escolha. Mas, diz, uma preocupação esteve sempre presente: “Sabendo que há cheias regulares nesta zona, estávamos num sítio em que a água facilmente cá chegasse.” A surpresa veio depois: “Percebemos a forma como as pessoas lidam com o caudal a aumentar e a transbordar.” Porque aqui, ao contrário do que se vê na televisão, a água não é apenas medo: é também fertilidade e continuidade. “Tudo aqui à volta, a grande fertilidade dos solos depende em muito de ciclicamente serem alagados.” E aponta a paisagem por trás da sua casa como exemplo. “A água, como nós vemos aqui na parte de trás da minha casa, desde que mantenha estes níveis, é quase uma coisa óptima e uma bênção.” Cita, sem romantizar, o que ouve dos mais velhos: “As pessoas mais velhas dizem mesmo isto: ‘Assim tá óptimo.'” E a condição é clara: “Desde que não tenha impacto na casa das pessoas e que não suba muito mais.” A memória agrícola é antiga. “Uma das pessoas mais velhas disse-me (…) que isto era fantástico, porque aqui há umas décadas (…) se o ano fosse mais ou menos seco (…) alagavam os campos através de valas.” Um saber acumulado, transmitido e adaptado: “Todo esse conhecimento acumulado mantém-se.” Para Rui Xavier, a palavra-chave é relação: “Há uma relação muito mais simbiótica com a natureza e até com a proximidade da água.” “A lei da gravidade cumpre-se" Hoje existem réguas hidrométricas, alertas, Protecção Civil e medições em tempo real. Rui Xavier reconhece: “A informação flui de uma maneira que não tem comparação com há décadas atrás.” E elogia o papel local: “As juntas de freguesia tiveram um trabalho muito importante em manter a população informada.” Mas há outra camada, mais antiga, mais humana, mais exacta do que parece: a leitura do território. “As pessoas aqui têm um conhecimento empírico disso, de observação, muitas vezes baseadas em marcos de construção.” Conta um episódio que vale por um tratado de geografia local. A estrada que liga o Pombalinho a Mate Miranda foi cortada por precaução. Rui Xavier falava com o vizinho Manuel, 90 anos, que viveu todas as grandes cheias do século passado e deste século, em 2013. A resposta do homem foi imediata: “Eles cortaram a estrada por precaução, mas ainda se passa lá.” E como é que se sabe? Rui Xavier explica o critério: “Para as pessoas da idade dele, é ter água acima do joelho ou na cintura.” A razão é simples: “Porque já não dá para passar de bicicleta, porque é assim que as pessoas se deslocavam aqui durante décadas.” E continua, “O Manel ainda hoje, com 90 anos, todos os dias anda de bicicleta.” O momento culmina numa frase que Rui Xavier repete com admiração: “Para não passar na estrada de Mate Miranda, a água tem que chegar aqui a este poste.” E depois a conclusão perfeita: “A lei da gravidade cumpre-se. E a água é autonivelante.” O conhecimento do terreno, diz, é tão profundo que dispensa deslocações. “Sabem que quando isto acontece aqui tem implicações ali e não precisam de ir lá sequer ver. Têm a certeza.” Voto adiado para domingo, 15 de Fevereiro No meio deste cenário, o adiamento da votação na segunda volta das presidenciais deixou frustração e um debate inevitável. Rui Xavier não esconde a sua posição: “Eu preferia ter podido votar este domingo” E acrescenta: “As condições climatéricas estão razoáveis e acho que seria possível votarmos.” Ainda assim, não aponta o dedo. “Compreendo que as autoridades tenham avaliado com antecedência e tenham avaliado o risco.” E lembra que a sucessão de tempestades foi imprevisível: “Estavam anunciadas estas outras, embora não me agrade não poder votar, eu compreendo essa precaução.” A frase que usa é rara na política portuguesa, como ele próprio nota: “Parece uma coisa nada portuguesa, mas vale prevenir.” A garantia que o tranquiliza é simples: “Eu sei que vou votar no próximo domingo (…) e que o meu voto também conta.” E deixa um apelo directo à participação: “Acho que é uma obrigação a nossa voz também ser ouvida.” Rui Xavier admite o incómodo, mas recusa dramatismos: “Não é o ideal, mas é o possível.” E insiste na ideia central: segurança primeiro. “Pôs-se em prioridade a possibilidade das pessoas poderem votar em segurança e o processo ser mais razoável.” O concelho, lembra, está em situação de calamidade. E faz um exercício concreto: “Imaginemos que estas últimas 24 horas tinham sido realmente muito fustigadoras.” Estradas cortadas, comboios interrompidos, pessoas a deslocarem-se de fora para votar: “Isso não era muito razoável.” No fim, regressa à mesma lógica que viu nos cortes de estrada e nos avisos de cheia: precaução. “Compreendo que uma estrada seja cortada quando há pouca água a passar por cima, mas que ainda assim é um risco para a população.” A Golegã, como tantas vezes, volta a ser um território entre dois movimentos: o da água que sobe e o do país que tenta avançar. Aqui, as cheias são antigas — e a democracia, por uma semana, ficou à espera.
A venda do mando de campo contra o Flamengo rendeu R$ 6 milhões ao Botafogo da Paraíba, a maior da história do futebol brasileiro. Mesmo com time alternativo, o Rubro-Negro atraiu público, patrocinadores e viabilizou um investimento estrutural que pode mudar o futuro do clube nordestino. Neste vídeo, analisamos os bastidores do negócio, o impacto financeiro da presença do Flamengo e por que esse efeito quase não é debatido na grande mídia.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Botafogo
Diego Puerta, presidente da Dell Technologies no Brasil, apresenta sua visão sobre como a Dell ajuda organizações a transformar dados em resultados concretos por meio de uma inteligência artificial segura, eficiente e escalável, apoiada por uma infraestrutura robusta. Saiba mais em: https://www.dell.com/pt-br/shop/scc/sc/artificial-intelligence#Patrocinado
A Charanga do Flamengo está prestes a se tornar patrimônio cultural e imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Criada em 1942, a torcida foi a primeira organizada do futebol brasileiro e influenciou gerações dentro e fora das arquibancadas.Neste vídeo, explicamos como surgiu a Charanga, sua importância histórica, a tramitação do projeto de lei na Alerj e por que esse reconhecimento vai além do Flamengo, alcançando a cultura do futebol brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Charanga
Irã e EUA se reúnem nesta sexta para discutir acordo nuclear após troca de ameaças militares. Redação do Enem 2025: veja o que mudou em cada competência avaliada e entenda como notas foram afetadas. Prazo para BRB dizer ao BC como vai recompor R$ 5 bilhões termina nesta sexta; veja o que já se sabe. Mulher teve crise de pânico ao reconhecer PM como estuprador, diz polícia. Como injeções de ácido no pênis se tornaram um tema de discussão nas Olimpíadas de Inverno.
Os bancos passaram a ser obrigados a seguir novas regras de segurança do Pix, sistema de transferência em tempo real, desde a última segunda-feira (2). Isso porque entrou em vigor de forma obrigatória a versão 2.0 do chamado mecanismo de devolução do PIX para viabilizar a restituição em casos de fraude e de falha operacional. Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio. Segundo informações do portal "G1", com as novas regras, o sistema de devolução do PIX vai rastrear com mais precisão o caminho do dinheiro e permitir que valores desviados sejam recuperados mesmo após deixarem a conta original do golpista. Nesta edição do "Conversa de Bolso", o comentarista Felipe Storch fala sobre o assunto.
Os alimentos de origem animal tiveram um papel central na evolução humana. Saiba como na estreia do HUB da Pecuária!
Jorge Rodrigues considera que a União Europeia precisa de reforçar a sua política externa comum. Ainda acrescenta que o acordo com a Índia é um passo decisivo para garantir autonomia e segurança.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em uma crônica, Manuel Bandeira escreve que a rua do Curvelo, onde morou de 1920 a 1933, "é uma ruazinha tranquila, e embora a dez minutos do centro da cidade parece um trecho de província". A rua de uma quadra em Santa Teresa, no Rio, poderia ser um detalhe sem muita importância na biografia de Bandeira. No entanto, para Elvia Bezerra, pesquisadora de literatura brasileira, deve ser vista como um aspecto fundamental na sua formação e no seu destino de poeta modernista. Bezerra diz que, imerso na atmosfera de província do Curvelo, um Manuel Bandeira recluso e tuberculoso redescobriu o encanto da rua —e esse universo de gente simples o arrancou do mundo fechado de poeta, se imbuiu nos seus versos e deu impulso a um dos períodos mais ricos da sua produção literária. Nos anos em que Bandeira esteve lá, também moraram na rua, hoje chamada Dias de Barros, o poeta Ribeiro Couto e a psiquiatra Nise da Silveira, os três personagens a que a autora se debruça em "A Trinca do Curvelo". Publicado pela primeira vez em 1995, o livro volta a circular em uma edição revista e ampliada, que incorpora fontes disponibilizadas nas últimas décadas, como a correspondência de autores modernistas. Nesta entrevista, Bezerra explica como um encontro com Nise da Silveira se tornou o empurrão inicial do livro e conta o que descobriu ao investigar a vida e a obra de Manuel Bandeira, em especial as relações amorosas do poeta "ferozmente discreto", tema de dois ensaios inéditos incluídos na nova edição da obra. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que interessa à Receita é a sua renda, e esse meio de pagamento instantâneo é um caminho por onde o seu dinheiro passa - e pode ser fiscalizado. ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-yt -SIGA O ESTADÃO NAS REDES:Instagram: https://instagram.com/estadao | X: https://twitter.com/estadao | Facebook: https://facebook.com/estadao | TikTok: https://tiktok.com/@estadao | LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/estadao/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, 20 de janeiro, Donald Trump completa um ano de presidência em seu segundo mandato. Um período curto no calendário, mas já suficiente para produzir mudanças profundas no cenário internacional.No programa de hoje, faremos um balanço desse primeiro ano que já entrou para a história pela inflexão que impôs à ordem mundial. Vamos falar da Groenlândia, do Irã, da guerra na Ucrânia e dos principais vetores de transformação da geopolítica contemporânea.Uma conversa para quem quer compreender, com calma e profundidade, o mundo que está tomando forma diante de nós.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Os Estados Unidos vão suspender, a partir de 21 de janeiro, a emissão de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A decisão de Donald Trump gerou dúvidas e incertezas entre brasileiros que pretendem morar ou trabalhar nos Estados Unidos. O JR 15 Minutos recebe o advogado de imigração, Vinicius Bicalho, para explicar o que muda e quem realmente é atingido nesse novo cenário.
Volta a discutir-se na Assembleia da República o número significativo de projetos e propostas de lei para a habitação. Vários projetos do governo incidem, sobretudo, na fiscalidade. Será o suficiente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Parlamento discute hoje propostas do Governo e de várias oposições, todas com a pretensão de combaterem a crise da habitação. Desta vez falar-se-á sobretudo de impostos. Mas será isso suficiente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dia você começa a esquecer palavras, acordar encharcada, oscilar entre o gás total e o zero de energia e pensa: “tô enlouquecendo?”. Essa é a porta de entrada da nossa conversa sobre perimenopausa e menopausa. Com Dra. Priscila Medina (ginecologista, especialista em menopausa), Dra. Simone Nascimento (médica, medicina do estilo de vida) e Silvia Ruiz (jornalista, criadora do MenoTalks), a gente:descomplica perimenopausa x menopausa e por que tantos exames dão “normal”atualiza o papo sobre reposição hormonal depois da revisão do FDAfala de raça, acesso e desigualdade no cuidadomostra o peso de sono, alimentação, movimento e estresse nessa faseSe você está passando por isso, vai passar ou convive com alguém nessa montanha-russa hormonal, puxa um banquinho e entra na conversa. Dá o play e manda pra amiga que vive dizendo: “tem alguma coisa errada comigo, mas ninguém me leva a sério”.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Neste episódio fazemos uma retrospectiva dos assuntos mais importantes tratados em 2025 no Segurança Legal. Você irá descobrirá os principais temas que dominaram o ano em inteligência artificial, segurança da informação e direito digital. O episódio traz uma análise sobre o aparecimento do Deepseek, explorando como a inteligência artificial transformou o cenário de segurança cibernética. Você irá descobrir os riscos de atrofia cognitiva causados pelo uso excessivo de IA, a importância da proteção de dados pessoais com a LGPD, e como os backdoors em modelos de linguagem ameaçaram a supply chain. O podcast também aborda questões de vigilância digital, as novas regras do Banco Central após fraudes bancárias, a inconstitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil, a aprovação do ECA Digital, vulnerabilidades no gov.br e a questão crítica do analfabetismo funcional digital. Esta retrospectiva cobre ainda aspectos geopolíticos da IA, regulação de inteligência artificial, conformidade com políticas de proteção de dados, e o papel das bigtechs em 2025. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Imagem do Episódio – Por trás do tempo – Guilherme Goulart
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Bartira Almeida, fundadora do Instituto Ponte e ex-vice-presidente da Morar Construtora, revela como aplicou governança, metas, gestão e mentalidade de empresa para criar uma das organizações de maior impacto social do Brasil. Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, ela conta como trocou um cargo executivo para se dedicar ao terceiro setor e porque acredita que ONG é empresa e precisa de metas e orçamento.
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Diretriz Brasileira de Dislipidemia 2025: o que realmente mudou? by Cardiopapers
Del disco del brasileño Seu Jorge 'Baile à la baiana' las canciones 'Sete prazeres', 'Sábado à noite', 'Sim mais', 'Gente boa se atraí' y 'Mudou tudo'. Del disco del italiano Nicola Conte 'Love and revolution' las canciones 'Quiet down' y 'Shiva' -con la voz de Melanie Charles, 'The hapiness tree' -con la de Veronica Harcsa-, 'Do you feel like I feel' y 'Ghana' -con Gregory Porter-, 'Here' y 'Love from the sun' -con José James- y 'Black spirits -con Nailah Porter-.Escuchar audio
Danielle Calil apresenta uma atualização baseada em revisões recentes da Lancet Neurology, com foco na avaliação de risco, rastreamento e manejo dos aneurismas cerebrais não rotos na prática clínica.Temas abordados no episódio:• Epidemiologia e fatores populacionais• Fatores de risco modificáveis e não modificáveis• Mecanismos de formação dos aneurismas• Indicações e limites do rastreamento• Estimativa do risco de ruptura (PHASES)• Conduta clínica: observação ou tratamento preventivo• Decisão compartilhada e impacto no prognóstico
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Um dia você começa a esquecer palavras, acordar encharcada, oscilar entre o gás total e o zero de energia e pensa: “tô enlouquecendo?”. Essa é a porta de entrada da nossa conversa sobre perimenopausa e menopausa. Com Dra. Priscila Medina (ginecologista, especialista em menopausa), Dra. Simone Nascimento (médica, medicina do estilo de vida, mulher negra) e Silvia Ruiz (jornalista, criadora do MenoTalks), a gente: - descomplica perimenopausa x menopausa e por que tantos exames dão “normal” - atualiza o papo sobre reposição hormonal depois da revisão do FDA - fala de raça, acesso e desigualdade no cuidado - mostra o peso de sono, alimentação, movimento e estresse nessa fase Se você está passando por isso, vai passar ou convive com alguém nessa montanha-russa hormonal, puxa um banquinho e entra na conversa. Dá o play e manda pra amiga que vive dizendo: “tem alguma coisa errada comigo, mas ninguém me leva a sério”.
Ana Isabel entrou na moda aos 17 anos — e nunca mais saiu. Visionária, corajosa e colaborativa, ela abriu caminhos num Brasil que ainda nem sabia o que era um e-commerce, educou marcas inteiras a vender online, uniu concorrentes para crescer junto e criou um dos maiores grupos de varejo digital do país. Hoje, com a Visionary Brasil, segue apostando no novo, no sustentável e no criativo. Neste episódio, a gente fala sobre coragem para desbravar mercados inexplorados, sobre a lógica da abundância, sobre educar o mercado e sobre construir o futuro antes que ele exista.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1Thaís vesteMacacão – Animale na Shop2gether Bracelete – TiffanySapatos – FerragamoStyling - André PuertasBeleza – Cris DalleLink da Ana Isabel:Insta - https://www.instagram.com/anaisabelcarvalhopinto/Mala de viagem:Revista MonacoEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Brindou ao rio e ao silêncio, pela vida e pelo mar, cantou Silvana, presente nesse episódio.Motivos não faltam para levantar os copos, ou apenas empurra-los para frente.Dezembro chegou e o Boia celebra a própria resiliência de comparecer semanalmente para te fazer companhia.Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente tentam entender e explicar o novo formato da WSL para 2026, enquanto relembram detalhes picantes de outras eras.A Trilha é dos The Skatalites tocando Ball O'Fire, Please Call Me Baby com Southside Johnny With LaBamba's Big Band e Brindo da Silvana Estrada.
Nesta conversa, acompanhamos a história do Thiago Silva que partiu em busca da Aysuca, uma tradição ancestral da Colômbia, mas acabou vivendo uma aventura completamente diferente do que imaginava. No coração da selva amazônica colombiana, entre caminhos pouco conhecidos e encontros inesperados, a viagem tomou um rumo que nenhum roteiro anteciparia. Produção e apresentação: Cainã ItoCo-host: Amanda Areias➡️ Apoie e ajuda a dividir o peso da mochila. E faça parta da comunidade. Através do catarse
Nos últimos meses, uma figura se move discretamente na América do Sul defendendo os interesses do governo de Donald Trump - e os próprios. Richard Grenell, um diplomata de carreira, um republicano histórico e um militante trumpista dos mais aguerridos, é o homem por trás da articulação do abraço entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em NY, em setembro. É também o representante de Washington a apertar a mão do líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, em janeiro, meses antes de os EUA enviarem seu maior porta-aviões para os mares do Caribe e ameaçarem abertamente bombardear a Venezuela para apear o regime chavista do poder. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes da apuração da correspondente e colunista do UOL em Washington D.C. Mariana Sanches sobre como Grenell atuou na América Latina.
A pergunta que parou o Brasil na década de 80 ressurge: quem matou Odete Roitman? O cenário da novela nós já conhecemos, mas se a trama entrasse nos universos de Hitchcock, Agatha Christie ou Nelson Rodrigues, qual seria o desfecho? Prepare-se para mergulhar na ficção criminal e conhecer outras possibilidades para o assassinato mais marcante da televisão brasileira.#investigacaocriminal #odeteroitman #novela Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Entre as raras unanimidades entre os ciclistas, está a revolta a cada anúncio da UCI de regras que restringem a evolução da bicicleta. De altura das meias a formato dos capacetes, passando pela limitação de peso, as mudanças (em teoria) visam fazer com que as bicicletas não se distanciem do que foram nos primórdios do esporte, ao mesmo tempo em que buscam tornar o ciclismo mais seguro.Mas o fato é que a bicicleta mudou. Novidades de materiais, formas, acessórios, vestuário e até treinamento fazem do ciclismo de competição atual uma grande vitrine da indústria da tecnologia aplicada ao esporte.A grande pergunta é: o que realmente fez - ou faz - diferença a cada grande revolução da performance? E o que são apenas ganhos incrementais ou marginais?Neste programa, Ana Lidia e Nico opinam sobre as mudanças realmente disruptivas - e no que realmente vale a pena investir dinheiro e energia para quem busca extrair o máximo da performance dos equipamentos.Spoiler: não necessariamente são os itens mais caros que fazem a maior diferença!