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Nos últimos meses, uma figura se move discretamente na América do Sul defendendo os interesses do governo de Donald Trump - e os próprios. Richard Grenell, um diplomata de carreira, um republicano histórico e um militante trumpista dos mais aguerridos, é o homem por trás da articulação do abraço entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em NY, em setembro. É também o representante de Washington a apertar a mão do líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, em janeiro, meses antes de os EUA enviarem seu maior porta-aviões para os mares do Caribe e ameaçarem abertamente bombardear a Venezuela para apear o regime chavista do poder. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes da apuração da correspondente e colunista do UOL em Washington D.C. Mariana Sanches sobre como Grenell atuou na América Latina.
Culto de Cura e Libertação
Para Belém, houve um antes e um depois da COP30, a Conferência do Clima das Nações Unidas, sediada este ano na capital paraense. A cidade recebeu R$ 5 bilhões em investimentos para obras de melhoria em diversos pontos críticos, como saneamento, urbanização e infraestrutura de transportes. Mas a permanência e a continuidade dos avanços preocupam os moradores. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém Um rápido passeio pela região central já escancara as diferenças: os principais monumentos históricos foram restaurados, como o Teatro da Paz, a Catedral Metropolitana, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré e os mercados Ver-o-Peso, símbolo de Belém, e de São Brás, totalmente revitalizado. A auxiliar de limpeza Marlene de Jesus Amaral está maravilhada. “Belém estava meio esquecida, mas agora deu uma grande melhorada. Está linda, maravilhosa, cheia de turistas, gente nova”, diz. "Isso é muito importante para nós, paraenses." O próprio Parque da Cidade, local onde acontece a conferência, será um legado inquestionável do evento, assim como a revitalização das Docas, transformadas em centro cultural e gastronômico da cidade e frequentadas pela população local. A capital carecia desses espaços de lazer, afirma o fiscal de obras Edgar Veloso. "Tinha alguns, mas eram contados. Agora, com as entregas de algumas obras e a expansão de algumas ruas, surgiram mais alternativas e, de certo modo, mais cidadania. Isso melhora a qualidade de vida e deixa as pessoas mais felizes”, comenta. Para o prefeito Igor Normando, a principal obra não é física: é "o senso de pertencimento da população com a cidade”. “É a volta do orgulho do belenense de viver numa cidade que, depois de séculos, voltou a ter um protagonismo relevante mundial”, avaliou. Ele destaca ainda o potencial de alavancar o turismo, a bioeconomia e de a cidade se tornar o novo polo logístico após a requalificação do porto de Outeiro. Trânsito mais fluido “Eu, que rodo por tudo, nem reconheço a cidade. Passo em algumas áreas, principalmente em Umarizal, nas Docas, e foram obras que partiram do zero. Mudou da água para o vinho muito rápido”, observa o motorista Marcelo Augusto Freitas Lobato, que há 13 anos transporta passageiros pelas redondezas. "Eu nem acreditei quando eu vi aquilo ali. Parecia que eu estava em outro país, 'não é Brasil aqui, não estou na cidade de Belém'”, brinca. A vinda da COP30 teve um impacto direto no seu trabalho: a construção de dois viadutos em Ananindeua diminuiu os congestionamentos na entrada da cidade. Além disso, a abertura de ciclovias tornou o trânsito mais seguro, nota o motorista. "O carro não precisa mais estar disputando espaço com o ciclista, com o pedestre. Cada um tem o seu espaço”, aponta. "Até os nossos amigos motoqueiros têm o espaço deles, com uma via exclusiva na avenida Pedro Álvares Cabral." Os investimentos em transporte público, entretanto, deixaram a desejar. Marlene não notou qualquer redução no tempo que leva para ir de Ananindeua, onde mora, até o trabalho, no bairro de Nazaré — entre 1h e 1h30 por dia —, apesar da renovação de parte da frota de ônibus, com mais de 300 veículos menos poluentes e equipados com ar condicionado, e a criação de duas novas linhas. Um dos piores IDHs entre as capitais brasileiras A vigilante Virginia Cardoso reconhece os benefícios para a capital, mas salienta que eles foram desiguais. "O grande legado que vai ficar é para a cidade de Belém. Nas periferias, a situação continua ruim e eu acredito que vai continuar, porque o governador vai mudar, a COP vai acabar, e é aí que nós vamos ver”, teme. Com um IDH de 0,74, Belém ocupa uma das piores posições no ranking de desenvolvimento humano entre as capitais brasileiras, em 22º lugar. O déficit de saneamento é o maior símbolo da precariedade, com esgoto correndo a céu aberto nas sarjetas, inclusive nos bairros mais nobres. Apenas 20% dos habitantes têm acesso ao sistema de saneamento. Dois parques em volta dos canais da Nova Doca e de Tamandaré buscaram amenizar o problema. Entretanto, durante a realização das obras, o esgoto de um deles foi desviado para a comunidade carente de Vila da Barca, que se mobilizou contra o projeto. Os trabalhos ainda não estão concluídos e preveem o tratamento dos dejetos e um novo sistema de drenagem na comunidade, conhecida como a quarta maior favela do Brasil. “Belém vai aumentar a sua capacidade em até 50% até 2028”, promete o prefeito. “A COP30 nos mostrou que é possível ter ajuda da comunidade internacional para financiar esses projetos, seja através de créditos ou de fundos filantrópicos. A Vila da Barca vai poder ter acesso ao tratamento de água de esgoto, que não tinha antes." No total, 13 canais estão sendo modernizados pelas obras de macrodragagem, 11 deles na periferia. Vendedora ambulante em frente à Basílica de Nazaré, Edina Bahia Batista percebeu a diferença. "Com certeza fez bem. Estávamos precisando. Principalmente o saneamento, que foi ótimo”, avalia. "Quando chovia, enchia tudo. Agora, deu umas chuvas fortes e foi tudo bem." Melhorias até quando? O fiscal Edgar Veloso atuou nos preparativos da COP30 e concorda que as periferias receberam menos atenção do que os bairros centrais de Belém. Em bairros como Guamá, a pavimentação das ruas se limitou a trechos essenciais, embora o eixo seja importante para os eventos paralelos à conferência. "Pessoas que precisam mais do que eu estão sentindo. A macrodrenagem, o asfalto, estão chegando”, constata. "Não solucionou, não está 100%. Mas pelo menos está sendo feita alguma coisa.” A vigilante Virginia Cardoso salienta que serviços essenciais à população, como a saúde, continuam tão precários quanto antes – o que a leva a duvidar da permanência das melhorias promovidas na cidade. "Agora durante a COP, está tudo magnífico. Muitas coisas melhoraram e vai ficar muito legado. O problema é a manutenção depois”, destaca. "Essa é a grande verdade: sem manutenção, nada sobrevive, e aí nós vamos voltar à estaca zero novamente. No momento, só estão vivendo esse brilho de COP30, mas eu acho que vai continuar da mesma forma que era antes.” Outro motorista de aplicativo, Reginaldo Gomes, concorda: "Volte aqui daqui a um ano para você ver. Vai estar tudo pichado de novo e em 10 anos, tudo como era antes", lamenta. "Em plena região nobre, tem uma ponte que caiu em cima do canal de esgoto há uns 20 anos e até hoje não foi consertada. É uma vergonha", constata. Um efeito colateral das obras é a aceleração da gentrificação dos bairros de classe média, os mais procurados para hospedagens durante a conferência. Na preparação para o evento, moradores foram obrigados a partir depois que os proprietários dos imóveis se recusaram a renovar os contratos de aluguel, de olho nos potenciais lucros da COP. Depois das melhorias nas infraestruturas, os valores agora tendem a subir.
A pergunta que parou o Brasil na década de 80 ressurge: quem matou Odete Roitman? O cenário da novela nós já conhecemos, mas se a trama entrasse nos universos de Hitchcock, Agatha Christie ou Nelson Rodrigues, qual seria o desfecho? Prepare-se para mergulhar na ficção criminal e conhecer outras possibilidades para o assassinato mais marcante da televisão brasileira.#investigacaocriminal #odeteroitman #novela Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
BKJ: O Livro que Mudou o Mundo (Documentário)
Entre as raras unanimidades entre os ciclistas, está a revolta a cada anúncio da UCI de regras que restringem a evolução da bicicleta. De altura das meias a formato dos capacetes, passando pela limitação de peso, as mudanças (em teoria) visam fazer com que as bicicletas não se distanciem do que foram nos primórdios do esporte, ao mesmo tempo em que buscam tornar o ciclismo mais seguro.Mas o fato é que a bicicleta mudou. Novidades de materiais, formas, acessórios, vestuário e até treinamento fazem do ciclismo de competição atual uma grande vitrine da indústria da tecnologia aplicada ao esporte.A grande pergunta é: o que realmente fez - ou faz - diferença a cada grande revolução da performance? E o que são apenas ganhos incrementais ou marginais?Neste programa, Ana Lidia e Nico opinam sobre as mudanças realmente disruptivas - e no que realmente vale a pena investir dinheiro e energia para quem busca extrair o máximo da performance dos equipamentos.Spoiler: não necessariamente são os itens mais caros que fazem a maior diferença!
#844 - O dia em que TUDO MUDOU | Pr.Arthur Pereira by Igreja do Amor
Ela nasceu e cresceu num grande centro urbano, mas foi no campo que encontrou propósito. Ainda menina, descobriu a beleza dos animais, o ritmo da natureza e um fascínio difícil de explicar. Anos depois, aos 22, decidiu trocar a vida em São Paulo pelo coração de Mato Grosso — sem saber que essa escolha daria início a uma jornada transformadora. No começo, tudo era desafio — da distância da cidade à ausência de formação técnica. Ela conhecia o campo do lazer, mas não da lida. Montada no cavalo e com um caderno em punho, foi anotando cada detalhe, aprendendo com os vaqueiros, com os erros, com a terra. Até que veio o baque. Ao presenciar um manejo violento, com técnicas ultrapassadas, Carmen Perez mudou para sempre a forma de ver — e fazer — pecuária. Dali nasceu uma inquietação. E uma busca incansável por um modelo mais respeitoso, ético e inteligente. Aos poucos, ela transformou não apenas os processos da fazenda. Mudou a cultura. Mostrou que vacas mais calmas emprenham mais. Que bezerros tratados com tato crescem mais fortes. Que bem-estar animal não é romantismo — é gestão, produtividade e futuro. De índices de mortalidade que superavam os 14%, levou a Fazenda Orvalho das Flores a resultados impressionantes, sendo reconhecida dentro e fora do Brasil como vitrine de boas práticas. Hoje, carrega uma história que inspira equipes, engaja vaqueiros e aproxima até o mundo da moda do universo agro. Neste episódio, você vai conhecer a trajetória de uma pecuarista que é prova viva de que cuidar dos animais é também um jeito de evoluir como gente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que mudou na sustentabilidade recente? Conversamos com Chicko Sousa, da GreenPlat, sobre gestão de resíduos com dados, novas regulações e menos greenwashing. Como transformar intenção em impacto, ganhar eficiência e provar valor ambiental com métricas claras.Links relacionados:Podcast #97: Blockchain como ferramenta para ações e indicadores ESGConheça a GreenPlatEngenheiro cria startup, uma das mais inovadoras do mundo, que revoluciona gestão de resíduos"
No novo episódio do quadro “Expresso”, a Laura comentou um pouco sobre a nova minissérie da HBO Max 'Ângela Diniz: Assassinada e Condenada'. A série, conta a história emblemática do assassinato à queima roupa da socialite Ângela Diniz pelo namorado Doca Street. O julgamento controverso de sua morte foi um dos mais marcantes e midiáticos do país, já que, de inúmeras reviravoltas, resultou, num primeiro momento, na liberdade e na inocência do playboy Doca Street. Utilizando a tese da legítima defesa da honra, a defesa do criminoso e acusado transformou Ângela em culpada pela própria morte, revoltando a opinião pública, principalmente de integrantes dos movimentos feministas da época.Ficou curioso(a) para saber mais? Então corre dar o play! Não esquece de comentar e compartilhar com os amigos nerds!
XIV Jornada de Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ de 2025CICLO DE DEBATES: MESA 1:Os Livros Vermelhos: o que mudou desde a crise de 2008PALESTRANTES:CARLOS MEDEIROS - Prof. IE/UFRJFRANKLIN SERRANO - Prof. IE/UFRJMEDIADOR:RICARDO SUMMA - Prof. IE/UFRJDATA: 22/10/2025HORA: 11:00hLOCAL: SALÃO PEDRO CALMON_________________________________________________________________Programação Visual: Camila (Site/IE-UFRJ)Edição: Rafael Prietto - IE/UFRJRealização: Canal IE/Comissão de Apoio à Comunicação e Divulgação do Instituto de Economia da UFRJ
Venceu um Globo de Ouro em 2024, como Personalidade Digital do Ano, devido ao sucesso do programa Bom Partido, onde tem entrevistado os candidatos políticos. Antes de chegar à comédia, Guilherme Geirinhas deu expetativas aos pais por ter entrado em Medicina. Mudou para Gestão, trabalhou em Publicidade e acabou mesmo no Chapitô a contar piadas. Num episódio ao vivo do Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, gravado no Tribeca Festival Lisboa, o humorista e realizador antecipa uma possível quinta temporada do Bom Partido, revela o momento em que se envolveu na política através de uma candidatura à associação de estudantes e é posto à prova numa Comissão Parlamentar de Inquérito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Maycon conheceu a Laís por acaso e logo se apaixonou. Eles viveram um amor simples e cheio de planos, casaram e tiveram um filho, o Luca. Mas tudo mudou quando Laís morreu em um acidente, deixando o Maycon destruído e sem rumo. Três anos depois, ele conheceu a Ana, uma mulher doce que o ajudou a reencontrar a alegria. No entanto, após apresentá-la ao filho, o Maycon sonhou com Laís pedindo para ele não se envolver com a Ana. Desde então, ele vive dividido entre o amor do passado e a chance de recomeçar. Hoje, ele precisa de uma opinião: Ele deve seguir o seu coração ou ouvir o aviso do sonho.
Quem nunca passou pordificuldades nos relacionamentos? Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeutade casal, terapeuta sexual e mentora, ajudo a pessoa a se relacionar melhorconsigo mesma, para se relacionar melhor com parceiro. Transformando sua vida atravésdo fortalecimento da autoestima, aprendendo a se posicionar, dizer não quandonecessário, nutrindo seu amor-próprio através do autoconhecimento.Estou à disposição para essecaminho de transformação e qualidade de vida nas relações.Para atendimentos online e presencial, e para maioresinformações envie mensagens pelo WhatsApp 11 98313 2371 http://wa.me/5511983132371 ou por e-mail: ajuda@paulafreitaspsicologa.com.br Porque afinal, quem cuida damente, cuida da vida!Acompanhe textos e vídeos nasredes sociais https://linktr.ee/paulaespindolapsicologa?utm_source=linktree_admin_share YouTube: Paula FreitasPsicólogahttps://www.youtube.com/paulafreitaspsicologa Instagram: @paulafreitaspsicologahttps://www.instagram.com/paulafreitaspsicologa/ Site: http://paulafreitaspsicologa.com
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1478: Experiência de cultivo da categoria Jornadas de cultivo, intitulada: “Vejo que você mudou”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na China.
O Davi era um homem simples do interior e quando se mudou para a capital, conheceu a Lizanda. Uma moça que batia com os seus requisitos: simples, meiga e recatada, como uma mulher do interior. Eles se casaram e tudo parecia perfeito até que, ela começou a mudar. Suas roupas ficaram mais curtas, os gestos mais ousados e aquela mulher tímida, deu lugar a alguém provocante. Davi começou a desconfiar e mesmo sem descobrir nada, ele sentia algo estranho no comportamento dela. Ele ainda ama a esposa, mas não sabe mais se dorme ao lado da mesma pessoa. Agora, ele se pergunta, o que aconteceu com a Lizandra simples e recatada que ele tanto amava?
O que mudou na relação Lula-Trump? - Hugo Albuquerque - programa 20 MinutosA reeleição de Donald Trump em 2024 reconfigurou o tabuleiro geopolítico global. Agora, em 2025, como ficam as relações entre Brasil e Estados Unidos após um ano de tensões, disputas comerciais e choques diplomáticos?Nesta edição do 20 Minutos, recebemos o advogado Hugo Albuquerque para decifrar os códigos dessa complexa diplomacia.
John Wesley | o pregador das multidões que mudou a história da igreja
Evan Roberts | O Clamor Que Mudou Uma Nação | o Avivamento de Gales
Pastoreando #35 – 60 anos depois… o que o Vaticano II ainda tem a nos dizer?No episódio de hoje, o Pe. Everton Gonçalves Costa recebe a Professora Lúcia, especialista em história da Igreja, para uma conversa especial sobre os 60 anos do Concílio Vaticano II, marco fundamental da vida e da missão da Igreja no mundo contemporâneo.
Francisco Rodrigues, presidente do OSCOT, aborda relação da polícia com os bairros periféricos e considera que nada mudou desde a morte de Odair Moniz. Ainda o debate em torno do uso de armas de fogo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Neste episódio do Guerra Fria em podcast, Clara de Sousa modera a análise com Nuno Rogeiro e José Milhazes sobre o novo “mapa da paz” apresentado por Vladimir Putin a Donald Trump, levantando dúvidas sobre as verdadeiras intenções russas e as consequências para a Ucrânia. Rogeiro detalha as propostas territoriais e lembra o fracassado Memorando de Budapeste, enquanto Milhazes critica a postura de Trump e alerta para o risco de cedências desastrosas. O debate estende-se à guerra tecnológica, ao reforço militar ucraniano e à ameaça nuclear em Zaporizhia, destacando também operações secretas russas e o clima de espionagem na Europa. O Guerra Fria foi emitido a 19 de outubro na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Financiar imóvel em 202500:40 O que mudou no financiamento imobiliário01:47 Quanto custa financiar agora (antes x depois)03:20 Taxa de juros (mais caros e mais baratos do mercado)04:34 Quando vale a pena financiar 05:40 Quando não vale a pena financiar06:36 Tabela quando vale a pena x não vale a pena 07:20 Conclusão
A série documental “A Mulher da Casa Abandonada” conquistou público e crítica ao trazer imagens e a expansão da história contada em um dos podcasts mais ouvidos do Brasil. A produção, que mergulhou, em um primeiro momento, na curiosidade sobre uma mansão em São Paulo, revelou um caso real de escravidão contemporânea em solo norte-americano que acabou ajudando a mudar leis federais sobre tráfico humano nos Estados Unidos. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles. Em Los Angeles, a obra ganhou exibição especial nas celebrações do mês da cultura latino-americana com a participação da diretora Kátia Lund (“Cidade de Deus”). "Eu acho que as pessoas ficam surpresas porque esse crime de escravidão aconteceu aqui e não lá longe, foi quase do lado da capital, Washington DC. Então, chegou muito perto das pessoas, eu acho que impactou mesmo", contou a cineasta. A série (Prime Vídeo) nasceu a partir do podcast homônimo, da Folha de S.Paulo, criado pelo jornalista Chico Felitti (produtor-executivo da série). A narrativa intrigou o público pela curiosidade em torno de um casarão em ruínas em São Paulo e de Margarida Bonetti, mulher que vive reclusa na mansão em Higienópolis. Começou quase como uma fofoca de bairro e revelou uma trama real de escravidão moderna. A produção de três episódios expandiu a apuração e deu rosto e voz a personagens envolvidos. Mostra os bastidores da investigação de Felitti, mas vai fundo nos desdobramentos que se passam, na maioria, em solo norte-americano. Foi montada uma equipe de pesquisadores que, por mais de um ano, tentou encontrar as pessoas-chave do crime que aconteceu há mais de duas décadas. “O podcast era muito uma conversa com vizinhos, meio fofoca, e quem é ela, o que você acha? Então a gente foi além e a sorte é que encontramos Hilda, falamos com o agente do FBI, encontramos os advogados que estavam envolvidos na lei, vizinhos, médicos, para ir além do podcast", conta Kátia. Hilda Rosa dos Santos é a personagem central da série. Ela, uma mulher negra, com baixa escolaridade, foi trazida aos EUA pelo casal brasileiro Renê e Margarida Bonetti. Aqui, sem falar inglês, foi mantida em isolamento, viveu no porão da casa em condições desumanas, além de trabalhar sem remuneração adequada, atendimento à saúde e documentos. Relatos chocantes são revelados na série que mostra que Hilda foi vítima de agressões físicas, verbais e psicológicas cometidas por Margarida. Hilda não participou do podcast, mas Kátia Lund e sua equipe a encontraram vivendo nos Estados Unidos e conseguiram entrevistá-la para a série. “Ela (Hilda) falou para mim no final das filmagens, Kátia, eu tinha um disco quebrado no peito e agora eu já contei, eu posso esquecer, posso passar adiante. Então eu acho que foi bom para ela também”, diz. Renê Bonetti foi julgado nos EUA e preso, enquanto Margarida fugiu para o Brasil. O casal foi acusado de crimes de imigração, incluindo abrigo de imigrante indocumentada e colocar a vida dela em risco. Apesar da justiça incompleta para Margarida, o caso de Hilda Rosa dos Santos serviu como um poderoso catalisador para uma mudança significativa no sistema legal americano. O processo de tráfico humano e trabalho forçado contra os Bonetti ajudou a impulsionar a aprovação da Lei de Proteção às Vítimas de Tráfico e Violência (Trafficking Victims Protection Act - TVPA). Sancionada pelo então presidente Bill Clinton em 28 de outubro de 2000. A TVPA foi a primeira legislação abrangente dos EUA a classificar o tráfico humano como uma forma moderna de escravidão, reforçando o compromisso do país em combater essa violação de direitos humanos. Hilda nunca imaginou que sua história tivesse chegado tão longe. “Ela tinha participado do julgamento federal criminal, mas ninguém nunca explicou para ela a importância e a consequência do julgamento em que ela participou", finaliza Katia.
A série documental “A Mulher da Casa Abandonada” conquistou público e crítica ao trazer imagens e a expansão da história contada em um dos podcasts mais ouvidos do Brasil. A produção, que mergulhou, em um primeiro momento, na curiosidade sobre uma mansão em São Paulo, revelou um caso real de escravidão contemporânea em solo norte-americano que acabou ajudando a mudar leis federais sobre tráfico humano nos Estados Unidos. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles. Em Los Angeles, a obra ganhou exibição especial nas celebrações do mês da cultura latino-americana com a participação da diretora Kátia Lund (“Cidade de Deus”). "Eu acho que as pessoas ficam surpresas porque esse crime de escravidão aconteceu aqui e não lá longe, foi quase do lado da capital, Washington DC. Então, chegou muito perto das pessoas, eu acho que impactou mesmo", contou a cineasta. A série (Prime Vídeo) nasceu a partir do podcast homônimo, da Folha de S.Paulo, criado pelo jornalista Chico Felitti (produtor-executivo da série). A narrativa intrigou o público pela curiosidade em torno de um casarão em ruínas em São Paulo e de Margarida Bonetti, mulher que vive reclusa na mansão em Higienópolis. Começou quase como uma fofoca de bairro e revelou uma trama real de escravidão moderna. A produção de três episódios expandiu a apuração e deu rosto e voz a personagens envolvidos. Mostra os bastidores da investigação de Felitti, mas vai fundo nos desdobramentos que se passam, na maioria, em solo norte-americano. Foi montada uma equipe de pesquisadores que, por mais de um ano, tentou encontrar as pessoas-chave do crime que aconteceu há mais de duas décadas. “O podcast era muito uma conversa com vizinhos, meio fofoca, e quem é ela, o que você acha? Então a gente foi além e a sorte é que encontramos Hilda, falamos com o agente do FBI, encontramos os advogados que estavam envolvidos na lei, vizinhos, médicos, para ir além do podcast", conta Kátia. Hilda Rosa dos Santos é a personagem central da série. Ela, uma mulher negra, com baixa escolaridade, foi trazida aos EUA pelo casal brasileiro Renê e Margarida Bonetti. Aqui, sem falar inglês, foi mantida em isolamento, viveu no porão da casa em condições desumanas, além de trabalhar sem remuneração adequada, atendimento à saúde e documentos. Relatos chocantes são revelados na série que mostra que Hilda foi vítima de agressões físicas, verbais e psicológicas cometidas por Margarida. Hilda não participou do podcast, mas Kátia Lund e sua equipe a encontraram vivendo nos Estados Unidos e conseguiram entrevistá-la para a série. “Ela (Hilda) falou para mim no final das filmagens, Kátia, eu tinha um disco quebrado no peito e agora eu já contei, eu posso esquecer, posso passar adiante. Então eu acho que foi bom para ela também”, diz. Renê Bonetti foi julgado nos EUA e preso, enquanto Margarida fugiu para o Brasil. O casal foi acusado de crimes de imigração, incluindo abrigo de imigrante indocumentada e colocar a vida dela em risco. Apesar da justiça incompleta para Margarida, o caso de Hilda Rosa dos Santos serviu como um poderoso catalisador para uma mudança significativa no sistema legal americano. O processo de tráfico humano e trabalho forçado contra os Bonetti ajudou a impulsionar a aprovação da Lei de Proteção às Vítimas de Tráfico e Violência (Trafficking Victims Protection Act - TVPA). Sancionada pelo então presidente Bill Clinton em 28 de outubro de 2000. A TVPA foi a primeira legislação abrangente dos EUA a classificar o tráfico humano como uma forma moderna de escravidão, reforçando o compromisso do país em combater essa violação de direitos humanos. Hilda nunca imaginou que sua história tivesse chegado tão longe. “Ela tinha participado do julgamento federal criminal, mas ninguém nunca explicou para ela a importância e a consequência do julgamento em que ela participou", finaliza Katia.
Neste episódo, o assunto é a polêmica envolvendo a mudança da letra de *Girassol*, hit do grupo Cidade Negra, e a proposta de Toni Garrido (coautor) de revisá-la após 25 anos.
"Morte, perda, fome": Dois anos depois, como o 7 de outubro mudou Israel e Gaza?ad0335e7-fe
Nos últimos dez anos, a soja se tornou protagonista nas lavouras catarinenses, ocupando áreas antes destinadas ao milho, feijão e até pastagens. Esse movimento mudou a dinâmica da produção de grãos no estado e trouxe impactos para a economia, para a cadeia de proteína animal e também para os pequenos agricultores. Para entender melhor esse cenário, entrevistamos Haroldo Elias Tavares, analista em Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Cinco sociedades médicas brasileiras se uniram para lançar a primeira diretriz nacional que propõe uma mudança no tratamento da obesidade: a partir de agora todo paciente adulto com sobrepeso ou obesidade precisará avaliar o risco cardiovascular antes de iniciar um tratamento. Isso porque a obesidade deixou de ser vista apenas como um fator de risco e passou a ser reconhecida como uma doença crônica, que aumenta de forma significativa a chance de complicações cardiovasculares, como infarto, avc e insuficiência cardíaca. Essa diretriz coloca o Brasil na vanguarda da medicina preventiva e promete impactar a vida de milhões de pessoas. As estimativas são de que 68% da população adulta do país tenha sobrepeso e 31% viva com obesidade. Em 2021, mais de 60 mil mortes prematuras no brasil foram atribuídas ao excesso de peso. No episódio de hoje, vamos entender o que muda na prática, como os médicos vão medir o risco cardiovascular das pessoas e quais são as novas opções de tratamento disponíveis. O bate papo é com a endocrinologia Cynthia Valério, diretora da ABESO, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica.
Nesse videocast, vamos falar da Nova diretriz de Dor torácica aguda, o que mudou?Gostou do conteúdo? Compartilhe este vídeo com seus colegas médicos!Aqui você encontra conteúdos atualizados, diretos ao ponto e focados em quem vive a Medicina na prática.Quer se aprofundar ainda mais? Conheça nosso Curso de Atualização em Cardiologia:https://io.cardiopapers.com.br/yt-atua-afya-masterbrandEstá com dúvida sobre algum detalhe do nosso curso? Nossos consultores comerciais estão prontos para te atender. Entre em contato pelo e-mail faleconosco@afyapapers.com.br ou pelo WhatsApp: https://io.cardiopapers.com.br/Whatsapp-ytAcompanhe a gente também no Instagram: https://www.instagram.com/afyacardiopapers/#AfyaCardio #AtualizaçãoMédica #Cardiologia #MedicinaNaPrática #EducaçãoMédica #EstudoMédico
Nesse videocast, vamos falar da Nova diretriz de Hipertensão arterial.Gostou do conteúdo? Compartilhe este vídeo com seus colegas médicos!Aqui você encontra conteúdos atualizados, diretos ao ponto e focados em quem vive a Medicina na prática.Quer se aprofundar ainda mais? Conheça nosso Curso de Atualização em Cardiologia:https://io.cardiopapers.com.br/yt-atua-afya-masterbrandEstá com dúvida sobre algum detalhe do nosso curso? Nossos consultores comerciais estão prontos para te atender. Entre em contato pelo e-mail faleconosco@afyapapers.com.br ou pelo WhatsApp: https://io.cardiopapers.com.br/Whatsapp-ytAcompanhe a gente também no Instagram: https://www.instagram.com/afyacardiopapers/#AfyaCardio #AtualizaçãoMédica #Cardiologia #MedicinaNaPrática #EducaçãoMédica #EstudoMédico
Crônicas da Cidade - 23/09
Neste CMO Playbook, Rapha Avellar recebe Eduardo Lemos, CMO da Kellanova no Brasil. Com mais de 20 anos em marcas globais, principalmente no setor alimentício, Eduardo insiste no básico: a construção de relevância. Ele que diz ter obsessão por conhecer como ninguém o seu consumidor, tem como um dos maiores cases de sua gestão, a marca Pringles, que fatura mais de US$ 200 milhões no Brasil, impulsionado por uma decisão estratégica de nacionalização da produção,O executivo que também foi CMO no México aponta que, embora o Brasil e o México sejam latinos e culturalmente próximos em muitos aspectos, os hábitos de consumo de alimentos são muito diferentes, e divide suas percepções sobre as particularidades do consumidor brasileiro.Siga o CMO Playbook na sua plataforma de áudio favorita e acompanhe os cortes dos melhores momentos no instagram: @cmo_playbook
Na infância, ela praticava esportes através das aulas de educação física. Aos 12 anos, após ouvir de uma colega que não era boa no vôlei, decidiu se dedicar a um esporte que dependesse apenas dela e encontrou na corrida o seu caminho. Participou de diversas provas em sua cidade natal, vencia, aparecia no jornal. Competitiva ao extremo, quando chegava em segundo lugar, chorava e sentia raiva, mas, sem se dar conta, isso se transformava em combustível. Aos 17 anos, viveu uma tragédia familiar que marcou sua vida. Mudou-se para Belo Horizonte para estudar, continuou correndo e praticou judô, quando aprendeu valores como coragem, respeito e autocontrole. Aos 19 anos, estreou na maratona em Blumenau e, ao longo dos anos, explorou distâncias cada vez maiores, incluindo corridas de aventura e ultramaratonas de mais de 200 km. Em 2013, fez sua estreia na Arrowhead. Considerada a corrida mais fria do mundo, os corredores devem percorrer 217 km puxando um trenó e enfrentando condições extremas. Uma nevasca acabou forçando-a a abandonar. Em 2014, voltou melhor preparada e completou o percurso dez minutos acima do limite máximo de tempo permitido. No ano seguinte, foi obrigada a abandonar devido às condições do percurso e a lesões nos pés. Finalmente, em 2016, tornou-se a primeira mulher sul-americana a terminar e vencer a Arrowhead, feito que viria a repetir mais duas vezes. Entre suas outras conquistas estão a Ultra Serra da Estrela, 160 km em Portugal; a Ultra Maratona dos Anjos, 235 km em 2014; duas edições da Jungle Marathon na Amazônia; e a Tuscobia Winter Run, de 80 milhas, nos EUA. Em 2025, participou da Iditarod Trail Invitational, 150 milhas no Alasca e, apesar de ter sofrido um acidente, chegou em segundo lugar. Conosco aqui a enfermeira e assistente social, ultramaratonista que transformou a corrida em sua forma de ressignificar a vida e testar sua resiliência, a campeã da Arrowhead 2025, a caratinguense Carla Penha Goulart da Almeida Gabrielson. Inspire-se! A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikes @2peaksbikesla Um oferecimento @oakleybr SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Crônicas da Cidade - 28/08
Meio século da "revolução" e criação da Zara que afeta não só o que vestimos, mas a forma como nos relacionamos com a moda. Não foram as bainhas que subiram mas sim os preços que desceram. E não só.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Regina acreditava que não tinha nascido para ser mãe. Até que, ela conheceu o Carlos e depois de anos de relacionamento, decidiu mudar de ideia. Aos 40 anos, eles optaram por uma gravidez natural, mas depois de muitas tentativas e exames, nada dava certo. Até que, por acaso, Regina descobriu que o Carlos era infértil e que ele já sabia disso há anos. Ele disse que escondeu por medo de perder o casamento, mas Regina se sentiu traída, mesmo ele sendo fiel. Agora, ela vive o dilema entre perdoar ou encerrar um casamento feliz abalado por uma mentira.
Há 54 anos o mundo financeiro mudava. Nixon, anunciou a suspensão da conversão do dólar em ouro. Este momento histórico marcou o fim do sistema de Bretton Woods e abriu caminho ao sistema monetário que temos hoje baseado essencialmente… na confiança. No podcast MoneyBar desta semana, explicamos o que era o padrão ouro, o que mudou com o fim desse sistema e que impacto ainda tem nos nossos dias. Inscreva-se na Masterclass “Investir Agora”: https://bit.ly/MasterclassInvestirAgora Inscreva-se na Lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
DEUS NÃO MUDOU TUA HISTÓRIA PARA TE DESAMPARAR! | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
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Mudou o perfil de jogadores que o clube está buscando? Atuação no jogo pelo Brasileirão aumenta a esperança para o outro duelo contra o Flamengo, pela Copa do Brasil? O que o Galo mostrou de bom e de ruim no Maracanã? Com Rodrigo Coutinho, André Ribas, Carol Leandro e Rogério Corrêa. Edição: Lavínia Aguiar.
No episódio de hoje do Podcast Canaltech, vamos falar sobre uma carreira que tem ganhado cada vez mais espaço nas empresas de tecnologia: a de Tech Lead. Mas o que exatamente faz esse profissional? Como a Inteligência Artificial está mudando o dia a dia de quem ocupa esse cargo? Quem responde tudo isso é Rodrigo Golçalves, Coordenador da faculdade de Tecnologia Rocketseat, que compartilha os principais desafios, habilidades técnicas e comportamentais e caminhos para quem deseja trilhar essa jornada de liderança técnica. A conversa ainda passa pela formação de novos profissionais e os impactos da IA no mercado de trabalho. Você também vai conferir: Atualização "estragou" câmera do Galaxy S23 FE, dizem usuários Brasil se prepara para criar "GPS nacional" WhatsApp testa novos lembretes para você não deixar ninguém no vácuo OpenAI e Oracle expandem projeto Stargate com 4,5 GW para data centers ChatGPT e Gemini vão bem em Olimpíada de Matemática, mas notas geram ‘climão' Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Paulo Amaral, Marcelo Fisher, Renato Moura e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Neste episódio especial, recebemos Kleber, mestre em meditação transcendental. Numa conversa rica em sabedoria, Klebér revela como o equilíbrio entre corpo, mente e espírito moldou sua jornada desde os anos 70, passando pela convivência com grandes nomes do esporte até o encontro transformador com seu guru, Maharishi Mahesh Yogi.
Em 13 de junho de 1993, Jeanie Childs é encontrada morta com mais de 60 facadas. Mais de 20 anos se passam até que seu assassino, Jerry Westrom, é preso porque deixou pegadas ensanguentadas na cena do crime. Até hoje ele se declara inocente.
O convidado do programa Pânico dessa sexta-feira (27) é Gilliard.Gilliard é natural de Natal, Rio Grande do Norte. Cresceu em uma família essencialmente musical, que sempre o apoiou. Começou a trabalhar cedo: relojoaria pela manhã, estudos à tarde e música à noite.Aos 8 anos, venceu seu primeiro concurso: “A Mais Bela Voz do Nordeste”. Fez suas primeiras apresentações em rádios locais, onde mostrava suas composições nos intervalos comerciais. Foi influenciado por artistas como Luiz Gonzaga, Vicente Celestino, Luiz Vieira, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues e pelos astros da Jovem Guarda.Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 13 anos, em busca do sonho de ser cantor e para ajudar a família. Cantava em bares e restaurantes até formar seu próprio repertório autoral. Em seguida, seguiu para São Paulo e apresentou seu trabalho à gravadora RGE.Lançou seu primeiro LP no final de 1979, com o sucesso “Aquela Nuvem”, que vendeu mais de 1 milhão de cópias e teve lançamento internacional. Tornou-se presença constante nas paradas de sucesso. Ao longo da carreira, vendeu mais de 10 milhões de discos.Conquistou as seguintes premiações: 12 Discos de Ouro, 10 Discos de Platina, 8 Discos de Platina Duplo, 3 Discos de Diamante; Troféu Globo de Cantor Revelação e Cantor Romântico do Ano; Rádio e TV Manchete: Ídolo dos Anos 80; Programa do Chacrinha: Ídolo da Juventude Romântica do Brasil.Participou dos principais programas de auditório da época: Globo de Ouro, Fantástico, Flávio Cavalcanti, Discoteca do Chacrinha, Programa Silvio Santos, entre outros. Foi destaque no quadro “Qual é a Música”, permanecendo invicto por 21 semanas consecutivas.Seu estilo é marcado pelo romantismo clássico e popular, com voz única, melodias elaboradas e emocionais. Suas canções embalaram trilhas de novelas, filmes, bailes e shows ao longo de décadas.Fase atual: lançamento recente do single “Folha ao Vento”, pela Som Livre. Jurado do programa “Canta Comigo” (Record TV). Prepara DVD comemorativo pelos 45 anos de carreira. É casado com Silvia Marinho (a Silvinha, ex-Harmony Cats). Tem dois filhos: Sylvio Marinho - cantor e compositor, e Bruna - médica.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/gilliardoficialSite: https://www.gilliard.com.br/Contato para shows: (11) 98402-8890
Você já sentiu que estava vivendo para cumprir expectativas dos outros, mesmo que isso te afastasse de quem você realmente é? Neste episódio do “Como Você Fez Isso?”, Luiza Possi compartilha, com muita vulnerabilidade, a virada que viveu ao decidir parar de agradar todo mundo e começar a seguir sua própria verdade.Ela fala sobre amadurecimento, maternidade, abandonar o alcool, o fortalecimento do casamento através da fé e a importância de silenciar o mundo para ouvir a própria alma. É um papo sobre viver com propósito, fazer escolhas conscientes e encontrar leveza em ser quem se é — sem precisar se explicar.Mais do que uma entrevista, é uma conversa real que pode tocar você em um ponto sensível: o momento de mudar. Se você sente que algo precisa virar aí dentro, esse episódio vai te mostrar que é possível.