POPULARITY
»Zeugenschaft« Ob und wie Fotografien die Wirklichkeit abbilden ist seit Erfindung des Mediums Fotografie Grundlage für die zugehörige theoretische Auseinandersetzung. Doch wie steht es um die praktische Auseinandersetzung? Wie nutzen Künstler*innen fotografische Elemente, um Zeugenschaft in Gemälden oder Skulpturen zu fingieren, Wahrheiten zu vermitteln oder Fiktionen Gewicht zu verleihen? Die Untersuchung widmet sich der ästhetischen Glaubwürdigkeit diverser fotografischer Produkte und derer technischen und bildnerischen Eigenschaften. Emma Rüther wurde 2000 in Wiesbaden geboren, studierte an der Kunstakademie Düsseldorf in der Klasse von Christopher Williams und ist Meisterschülerin von Sophie Thun. Sie untersuchte in ihrer Abschlussarbeit mit dem Titel: »Die Erfindung der Fotografie« die Arbeiten von zwanzig Erfindern aus sieben Ländern, die parallel und ohne voneinander zu wissen die Grundlagen für die Entstehung der Fotografie um das Jahr 1800 legten. Emma Rüther verankert in ihrer wissenschaftlichen Studie, die auf einer dreijährigen Forschungsarbeit beruht, die Entstehung der Fotografie in neuen Strömungen der Landschaftsmalerei, die im späten 18. Jahrhundert aufkommen. https://towards.photography/en/emma-ruether/ https://www.instagram.com/elmarrueger/ https://www.dgph.de/ausstellungen/emma-ruether- die-erfindung-der-fotografie https://festival-fotografischer-bilder.de/portfolio/emma-ruether/ Foto: Susanne Suttner - - - Episoden-Cover-Gestaltung: Andy Scholz Episoden-Cover-Foto: Susanne Suttner - - - Link zu unserem Newsletter: https://deutscherfotobuchpreis.de/newsletter/ - - - Idee, Produktion, Redaktion, Moderation, Schnitt, Ton, Musik: Andy Scholz Der Podcast ist eine Produktion von STUDIO ANDY SCHOLZ 2020-2026. Andy Scholz wurde 1971 in Varel geboren. Er studierte Philosophie und Medienwissenschaften an der Universität Düsseldorf, Kunst und Design an der HBK Braunschweig und Fotografie/Fototheorie an der Folkwang Universität der Künste in Essen. Er ist freier Künstler, Autor und Dozent. Seit 2012 unterrichtet er an verschiedenen Instituten, u.a.: Universität Regensburg, Fachhochschule Würzburg, North Dakota State University in Fargo (USA), Philipps-Universität Marburg, Ruhr Universität Bochum, Pädagogische Hochschule Ludwigsburg. 2016 wurde er in die Deutsche Gesellschaft für Photographie (DGPh) berufen. Seit 2016 ist er künstlerischer Leiter und Kurator vom INTERNATIONALEN FESTIVAL FOTOGRAFISCHER BILDER, das er gemeinsam mit Martin Rosner gründete. Im ersten Lockdown im Juni 2020 begann er mit dem Podcast und seit 2022 ist er Organisationsleiter vom Deutschen Fotobuchpreis, der ins INTERNATIONALE FESTIVAL FOTOGRAFISCHER BILDER in Regensburg integriert wurde. Er lebt und arbeitet in Essen (Ruhrgebiet). https://fotografieneudenken.de/ https://www.instagram.com/fotografieneudenken/ https://festival-fotografischer-bilder.de/ https://www.instagram.com/festivalfotografischerbilder/ https://deutscherfotobuchpreis.de/ https://www.instagram.com/deutscher_fotobuchpreis/ https://andyscholz.com/ https://www.instagram.com/scholzandy/
VM- og PL-guldvinderen i bordtennis serverer hvalkød, biller og insekter for de unge talenter, han er landstræner for. Han mangler 1/3 af den ene arm og flere fingre på den anden, men det afholder ham ikke fra at svinge kortet. Som da han scorede sin hustru med en middag, der kostede 20.000 kr. i overtræk. Vært Anne Glad, tilrettelæggelse Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Foi há cinco anos, a 15 de Agosto de 2021, que os talibãs voltaram ao poder no Afeganistão. Os direitos das mulheres foram completamente suprimidos, mas há quem continue a resistir, como médicas e enfermeiras que trabalham na sombra, às escondidas, e que foram retratadas pela jornalista Mélanie Nunes no documentário “Afghanistan - Les soignantes de l'ombre". Neste programa, falámos com a repórter. Os talibãs e os seus apoiantes celebram, este sábado, o quinto aniversário do seu regresso ao poder no Afeganistão, onde a população, particularmente as mulheres, é sujeita a "restrições sufocantes", diz a própria ONU. A 15 de Agosto de 2021, os talibãs entraram em Cabul sem resistência, vinte anos depois de terem sido expulsos pelos norte-americanos. Milhares de afegãos tentaram desesperadamente fugir pelo aeroporto da capital, chegando mesmo a agarrar-se aos aviões durante a descolagem. A 30 de Agosto de 2021, o último soldado norte-americano deixou o Afeganistão, pondo fim à mais longa intervenção militar dos Estados Unidos, iniciada em resposta aos ataques de 11 de Setembro de 2001. Hoje, quase 14 milhões de afegãos enfrentam fome aguda, segundo a ONU. O Afeganistão tornou-se também "uma prisão para a informação", denunciou a organização Repórteres Sem Fronteiras. Neste cenário, são as raparigas e as mulheres que sofrem as piores restrições. O Afeganistão é o único país do mundo que as proíbe formalmente de frequentar o ensino secundário ou superior, de acordo com a UNESCO e a UNICEF. Ainda antes da chegada dos talibãs, apenas 15% das mulheres tinham acesso ao ensino secundário e, em Março de 2022, o acesso à educação foi limitado a meninas com menos de 12 anos. Em Maio do mesmo ano, o véu integral tornou-se obrigatório nos espaços públicos e, em Novembro, as mulheres foram proibidas de frequentar parques, jardins públicos, ginásios e casas de banho públicas. Em Abril de 2023, as mulheres foram excluídas de organizações internacionais que operavam no Afeganistão, independentemente da sua nacionalidade. Seguiu-se, em Julho de 2023, o encerramento dos salões de beleza, os últimos refúgios sociais para mulheres. Em Agosto de 2024, uma lei "para a prevenção do vício e a promoção da virtude" proibiu as mulheres de cantar, recitar poesia e ler textos em público. Em Março de 2025, a ONU contabilizou 126 decretos dirigidos especificamente às mulheres e concluiu que existia um “apartheid de género” no Afeganistão. Perante este desaparecimento forçado da mulheres das instituições públicas, das escolas e dos locais de trabalho, ainda há quem resista e lute. A jornalista Mélanie Nunes foi à procura delas e deu-lhes voz no documentário "Afghanistan-Les soignantes de l'ombre" ["Afeganistão: as cuidadoras da sombra"], realizado para o canal televisivo franco-alemão Arte e que pode também ser visto online. Mélanie Nunes já tinha estado no Afeganistão há oito anos e, em Maio, regressou a Cabul para falar com as mulheres que tinha conhecido em 2018. Entre elas, médicas, parteiras, enfermeiras e psicólogas que continuam a exercer apesar das proibições, restrições e medo. Eis a última geração de mulheres a trabalhar na saúde no Afeganistão. No futuro, quem vai cuidar das afegãs num país em que as mulheres só podem ser consultadas por mulheres? Oiça a conversa com Mélanie Nunes neste programa. “Cada dia é uma resistência” para as profissionais de saúde no Afeganistão RFI: Como é que nos poderia apresentar o documentário? Mélanie Nunes, Jornalista e autora de "Afghanistan-Les soignantes de l'ombre": “O tema é sobre mulheres que cuidam de outras mulheres no Afeganistão, em Cabul. Eu fui lá no mês de Maio para poder encontrar estas mulheres que trabalham com muita resistência para continuarem a cuidar das mulheres no Afeganistão - porque só as mulheres podem cuidar das mulheres no Afeganistão, é uma regra dos talibãs. Era muito importante, para mim, ver também este vínculo entre o mundo exterior, entre as mulheres e estas médicas.” Como é que são as condições destas mulheres? Elas ainda podem exercer medicina? “Elas podem exercer, mas é muito complicado. Depende das províncias, porque há províncias onde não é possível fazer o seu trabalho. Em Cabul é possível, mas com muitas regras. Elas não podem ir e vir como elas querem, têm que tomar, por exemplo, um autocarro privado para ir ao hospital. Às vezes, há controlos dos talibãs e pode ser muito perigoso ir trabalhar. Cada dia é uma resistência, uma coragem para ir até aos hospitais.” Desde que os talibãs chegaram ao poder, há precisamente cinco anos, as raparigas deixaram de poder ir à escola, nomeadamente aquelas que estavam quase a acabar a medicina. De repente, elas não puderam acabar o curso? “Sim, é exactamente isso porque há várias mulheres que tentaram fazer o curso de medicina e, no fim, não foi possível acabar. Hoje em dia não é possível para as estudantes fazerem o curso de medicina. Elas não podem fazer o seu trabalho, ter o diploma. Então, hoje em dia elas não podem trabalhar e a única forma para elas continuarem é tentar ter cursos de maneira informal.” Informal ou clandestina? “É, clandestina, ou seja, outra médica faz o curso para as estudantes que não têm o diploma.” E se elas forem apanhadas, arriscam o quê? “Em vários sítios no Afeganistão há regras, mas há muitas coisas que passam por cima da regra. Os talibãs têm a obrigação de trabalhar e cuidar das mulheres para elas terem meninos, mas não deixam as mulheres irem à escola. É uma contradição, mas também há uma tolerância, mais ou menos, para as mulheres que tentam aprender assim de maneira muito informal. Mas elas não vão ter um diploma, no final. Elas são benévolas, na verdade.” Se as mulheres que estudam medicina ou que trabalham no sector da saúde, em geral, não podem continuar os estudos, quem é que vai tomar conta das mulheres grávidas? Estamos a condenar as futuras gerações de afegãs e afegãos? “Sim, exactamente. É essa a questão. Não há possibilidades para elas, não sabemos quem vai cuidar dessas mulheres. É a contradição dos talibãs. Não há lá ninguém para cuidar dessas mulheres. Há muitas mulheres que, hoje em dia, morrem nos partos. Quando elas têm meninos e quando correm para a maternidade, se as mulheres desaparecem, não há lá ninguém para cuidar delas. Há quase 3.000 centros de saúde que fecharam. Estas mulheres não têm médicos, não têm outra opção.” E têm os bebés em casa? “Sim, exacto, e há mais riscos. As mulheres podem morrer e morrem.” E os bebés também... “Exacto, exacto. Há muitos riscos. O Afeganistão é um dos países onde as mulheres mais morrem quando têm bebés.” As mulheres que conheceu, com quem conviveu enquanto fez o documentário, como é que elas estão psicologicamente? “Há muita tristeza. Cada uma tem um problema psicológico porque elas estão numa espécie de prisão, elas não podem sair dali. Então, não há mais opção ou possibilidades para elas ficarem numa melhor saúde mental. Há outras mulheres que tentam ajudá-las, mas é muito complicado. Eu vi muitas mulheres que queriam só desaparecer. Foi muito triste ver isso e ver a brutalidade do regime.” Mesmo assim, elas tiveram a coragem de serem filmadas e de mostrarem o rosto. “Sim, porque, para elas, era muito importante que uma televisão francesa, da Europa, pudesse fazer esta reportagem para falar da condição das mulheres, para ter uma mensagem muito forte para o mundo inteiro, para dizer que as mulheres afegãs têm que estar nos meios de comunicação, na televisão, na rádio. Têm que ter voz porque no seu próprio país não há mais opção para elas, não há uma possibilidade de terem uma vida melhor. Então, a única coisa que elas podem fazer é falar. Falar para o mundo inteiro.” E arriscam-se a represálias pelo facto de estarem a falar sobre isso, não é? “Sim, claro. O risco é muito grande. Elas podem ficar em prisão durante muito tempo por falar porque é quase… não é proibido, mas pode ser. Então, foi muito importante, para mim, falar com elas das condições da reportagem, das entrevistas, para que elas soubessem o risco que havia.” A dada altura, no documentário alguém diz: “Somos como velas quase consumidas, só resta uma pequena chama, somos a parte da vela que ainda arde, mas quanto tempo ainda?” “Exacto. Acho que também é uma forma de resistência, elas sabem que isto não pode continuar muito mais tempo e as mulheres que trabalham hoje em dia podem ser a últimas. O futuro no Afeganistão é muito negro, não há mais opção para elas, não há mais luz.” Mesmo assim elas continuam a resistir. “Exacto e é muito importante falar das suas condições de vida, de trabalho, para que as pessoas no mundo inteiro saibam o que é que passa no Afeganistão. Também para que os políticos possam fazer alguma coisa por elas e elas tenham um país de acolhimento, como a França, por exemplo.”
Emma's back from a month in China and very grateful to Ngaio and Takatapunani for covering Thursday Morning Glory while she was gone (find them and more in the MG bCast vault here). This is her first show in the new 95bFM studio on Karangahape Road. It's looking bloody good, but we're not quite finished yet! You can support the station in our new chapter by signing up for a bCard or donating to our Givealittle. Thanks to The Tuning Fork
Links For The Occult Rejectshttps://linktr.ee/theoccultrejectsOccult Research Institutehttps://www.occultresearchinstitute.org/Substackhttps://substack.com/@theoccultrejects?r=7auau0&utm_campaign=profile&utm_medium=profile-pageCash Apphttps://cash.app/$theoccultrejectsVenmo@TheOccultRejectsBuy Me A Coffeebuymeacoffee.com/TheOccultRejectsPatreonhttps://www.patreon.com/TheOccultRejectsPart 1 focuses on the drum as an ancient technology of altered consciousness. The argument is not that every beat causes trance, or that neuroscience has proven spirits. The stronger argument is that rhythm enters the human organism through hearing, motor prediction, breath, movement, attention, emotion, expectation, culture, and social synchrony. The drum becomes powerful when sound, body, group, ritual frame, and meaning converge. These sources support the archaeology, neuroscience, EEG research, shamanic studies, possession studies, Indigenous and culturally specific drum traditions, ritual theory, placebo and meaning-response research, ceremonial magic, and modern witchcraft material used in the episode.Core Academic and Scientific SourcesHuels, Emma R., Hyoungkyu Kim, UnCheol Lee, Tirsa Bel-Bahar, Ana V. Colmenero, Alexandra Nelson, Stefanie Blain-Moraes, George A. Mashour, and Richard E. Harris. “Neural Correlates of the Shamanic State of Consciousness.” Frontiers in Human Neuroscience 15 (2021): 610466.Gordon, Yoel, Golan Karvat, Noa Dagan, and Ayelet N. Landau. “Neural Tracking at Theta Predicts Drumming-Induced Altered States of Consciousness.” Scientific Reports 16, no. 1 (2026): Article 10204.Aparicio-Terrés, R., et al. “The Neurobiology of Altered States of Consciousness Induced by Drumming and Other Rhythmic Sound Patterns.” Annals of the New York Academy of Sciences, 2025.Neher, Andrew. “Auditory Driving Observed with Scalp Electrodes in Normal Subjects.” Electroencephalography and Clinical Neurophysiology 13 (1961): 449–451.Neher, Andrew. “A Physiological Explanation of Unusual Behavior in Ceremonies Involving Drums.” Human Biology 34, no. 2 (1962): 151–160.Maurer, R., V. K. Kumar, L. Woodside, and R. J. Pekala. “Phenomenological Experience in Response to Monotonous Drumming and Hypnotizability.” American Journal of Clinical Hypnosis 40, no. 2 (1997): 130–145. Use for monotonous drumming, subjective altered experience, imagery, absorption, and hypnotizability.Maxfield, Melinda C. “Effects of Rhythmic Drumming on EEG and Subjective Experience.” PhD diss., Institute of Transpersonal Psychology, 1990. Use as older supporting context on drumming, EEG, imagery, body-image changes, and subjective altered experience. Do not make this the main scientific proof; use it as background.Nozaradan, Sylvie, Isabelle Peretz, and André Mouraux. “Tagging the Neuronal Entrainment to Beat and Meter.” The Journal of Neuroscience 31, no. 28 (2011): 10234–10240. Use for EEG evidence that the brain can track beat and meter. This supports the claim that the brain does not merely hear rhythm as background sound; it can represent rhythmic structure in measurable ways.Nozaradan, Sylvie. “Exploring How Musical Rhythm Entrains Brain Activity with Electroencephalogram Frequency-Tagging.” Philosophical Transactions of the Royal Society B 369, no. 1658 (2014). Use as broader rhythm/EEG entrainment support. This helps explain frequency-tagging, beat tracking, meter, neural entrainment, and the measurable relationship between rhythmic structure and brain activity.Thaut, Michael H., Gerald C. McIntosh, and Volker Hoemberg. “Neurobiological Foundations of Neurologic Music Therapy: Rhythmic Entrainment and the Motor System.” Frontiers in Psychology 5 (2015). Use for rhythm as motor-system timing information. This supports the claim that a beat can become bodily instruction, not just sound for the ear. Especially useful when discussing rhythmic auditory stimulation, motor planning, gait, entrainment, and the auditory-motor bridge.Ross, Jessica M., John R. Iversen, and Ramesh Balasubramaniam. “Time Perception for Musical Rhythms: Sensorimotor Perspectives on Entrainment, Simulation, and Prediction.” 2022. Use for rhythm, timing, prediction, sensorimotor entrainment, and the way musical rhythm interacts with time perception.Hove, Michael J., and Jane L. Risen. “It's All in the Timing: Interpersonal Synchrony Increases Affiliation.” Social Cognition 27, no. 6 (2009): 949–960. Use for synchrony and social bonding. This helps support the group-body argument: moving or acting in time with others can increase affiliation.Wiltermuth, Scott S., and Chip Heath. “Synchrony and Cooperation.” Psychological Science 20, no. 1 (2009): 1–5. Use for the claim that synchronized movement can increase cooperation and attachment among participants.Tarr, Bronwyn, Jacques Launay, and Robin I. M. Dunbar. “Music and Social Bonding: ‘Self-Other' Merging and Neurohormonal Mechanisms.” Frontiers in Psychology 5 (2014): 1096. Use for music, synchrony, bonding, endorphin/social mechanisms, and why group rhythm can feel like more than private listening.Fancourt, Daisy, Rosie Perkins, Sara Ascenso, Louise Atkins, Fatima Kilfeather, and Aaron Williamon. “Effects of Group Drumming Interventions on Anxiety, Depression, Social Resilience and Inflammatory Immune Response among Mental Health Service Users.” PLOS ONE 11, no. 3 (2016): e0151136. Use for modern group-drumming research showing psychological and physiological effects, including anxiety, depression, social resilience, wellbeing, and inflammatory immune response. Use carefully: this does not make group drumming a cure-all. It supports the more grounded claim that embodied rhythm and group participation can affect mood, social connection, and body chemistry.Bittman, Barry B., et al. “Composite Effects of Group Drumming Music Therapy on Modulation of Neuroendocrine-Immune Parameters in Normal Subjects.” Alternative Therapies in Health and Medicine 7, no. 1 (2001): 38–47. Use as older supporting material on group drumming and neuroendocrine-immune measures. Keep secondary. Fancourt is cleaner for the main script body.Archaeology and Deep History of DrumsLawergren, Bo. “Neolithic Drums in China.” In Music Archaeology in China. 2006. Use for clay drums in Neolithic China and the deep-history claim that drums are not just poetic symbols of antiquity. They appear in the archaeological record as instruments tied to early sound-making, ceremony, and social order.Both, Arnd Adje. “Music Archaeology: Some Methodological and Theoretical Considerations.” Use as general support for why ancient instruments should be treated as ritual and social evidence, not merely decorative objects.Anthropology, Ethnomusicology, Ritual, and TranceRouget, Gilbert. Music and Trance: A Theory of the Relations Between Music and Possession. Translated by Brunhilde Biebuyck. Chicago: University of Chicago Press, 1985. Essential source. Use for the caution that music does not mechanically or universally cause trance. Rouget helps keep the argument academically serious by emphasizing culture, ritual frame, meaning, and expectation.Becker, Judith. Deep Listeners: Music, Emotion, and Trancing. Bloomington: Indiana University Press, 2004. Use for music-linked trancing, emotional absorption, religious experience, and culturally trained ways of listening. This supports the “hearing versus entering” distinction.McNeill, William H. Keeping Together in Time: Dance and Drill in Human History. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1995. Use for marching, dance, drill, muscular bonding, synchronized movement, and rhythm as social glue. This is useful both for Part 1's group-body material and Part 2's war-drum material.Eliade, Mircea. Shamanism: Archaic Techniques of Ecstasy. Princeton: Princeton University Press, 1964. Use carefully. Eliade's phrase “archaic techniques of ecstasy” is powerful, but the episode should also note that later scholarship criticizes his tendency to universalize shamanism.Winkelman, Michael. Shamanism: A Biopsychosocial Paradigm of Consciousness and Healing. 2nd ed. Santa Barbara, CA: Praeger, 2010. Use for shamanism as a ritual technology involving altered consciousness, healing, social integration, symbolism, and body-brain processes.Winkelman, Michael. “Shamanism and Psychedelics: A Biogenetic Structuralist Paradigm of Ecopsychology.” European Journal of Ecopsychology 4 (2013): 90–115. Use as supplemental background on shamanism, altered consciousness, and comparative models of trance and visionary states.Kontouli, Athanasia, Michael J. Hove, Alexandre Lehmann, Peter Vuust, and Peter E. Keller. “The Rhythms of Trance: Cultural Phenomenology and Neural Mechanisms of Music-Induced Lewis-Williams, David. The Mind in the Cave: Consciousness and the Origins of Art. London: Thames & Hudson, 2002. Use cautiously for altered states, entoptic imagery, ritual vision, and the relationship between neuropsychology and symbolic culture.Non-Ordinary States of Consciousness.” Neuroscience & Biobehavioral Reviews, 2026. Use for the bridge between cultural phenomenology and neuroscience. This supports the point that music-induced trance is not only acoustics; it involves body, training, expectation, culture, environment, and interpretation.Tart, Charles T., ed. Altered States of Consciousness. New York: Wiley, 1969. Use as classic altered-state background.Hultkrantz, Åke. “The Drum in Shamanism.” Use for classic comparative material on the shamanic drum, especially Arctic, SiberiAlso want to remind people about the website, if you're into reading we have tons of information by multiple contributors, and we got t-shirts up on the site if you're interested. Fun fact, the art is all based on the eyeball. A
Links For The Occult Rejectshttps://linktr.ee/theoccultrejectsOccult Research Institutehttps://www.occultresearchinstitute.org/Substackhttps://substack.com/@theoccultrejects?r=7auau0&utm_campaign=profile&utm_medium=profile-pageCash Apphttps://cash.app/$theoccultrejectsVenmo@TheOccultRejectsBuy Me A Coffeebuymeacoffee.com/TheOccultRejectsPatreonhttps://www.patreon.com/TheOccultRejectsPart 1: The Road of RhythmPart 1 focuses on the drum as an ancient technology of altered consciousness. The argument is not that every beat causes trance, or that neuroscience has proven spirits. The stronger argument is that rhythm enters the human organism through hearing, motor prediction, breath, movement, attention, emotion, expectation, culture, and social synchrony. The drum becomes powerful when sound, body, group, ritual frame, and meaning converge. These sources support the archaeology, neuroscience, EEG research, shamanic studies, possession studies, Indigenous and culturally specific drum traditions, ritual theory, placebo and meaning-response research, ceremonial magic, and modern witchcraft material used in the episode.Core Academic and Scientific SourcesHuels, Emma R., Hyoungkyu Kim, UnCheol Lee, Tirsa Bel-Bahar, Ana V. Colmenero, Alexandra Nelson, Stefanie Blain-Moraes, George A. Mashour, and Richard E. Harris. “Neural Correlates of the Shamanic State of Consciousness.” Frontiers in Human Neuroscience 15 (2021): 610466. Use for the strongest modern EEG anchor. This study used high-density EEG with shamanic practitioners and controls during rest, shamanic drumming, and classical music listening. It assessed altered-state reports alongside brain measures such as power, connectivity, signal diversity, and criticality. Use carefully: the study does not prove spirits or show that drumming mechanically causes trance in everyone. It supports the more careful claim that trained practitioners entering shamanic states with drumming show measurable brain-state differences.Gordon, Yoel, Golan Karvat, Noa Dagan, and Ayelet N. Landau. “Neural Tracking at Theta Predicts Drumming-Induced Altered States of Consciousness.” Scientific Reports 16, no. 1 (2026): Article 10204. Use for the strongest updated drumming/theta/neural-tracking source. This study tested drumming at theta, delta, and alpha-rate rhythms while recording EEG, and found that stronger rhythmic neural tracking at theta was linked to stronger altered-experience reports. Use carefully: this does not mean theta equals the spirit world or that one frequency opens a portal. The serious point is that altered experience may depend partly on how strongly the nervous system tracks rhythmic stimulation.Aparicio-Terrés, R., et al. “The Neurobiology of Altered States of Consciousness Induced by Drumming and Other Rhythmic Sound Patterns.” Annals of the New York Academy of Sciences, 2025. Use for the newer review literature showing that rhythmic sound is now a serious altered-consciousness research topic. This supports the opening claim that modern academia is examining drumming, rhythmic sound, absorption, relaxation, cognition, and neural activity without reducing the subject to one simple “trance frequency.” The review is especially useful for framing the field as promising but still complex.Neher, Andrew. “Auditory Driving Observed with Scalp Electrodes in Normal Subjects.” Electroencephalography and Clinical Neurophysiology 13 (1961): 449–451. Use for the historical bridge between repetitive sound, EEG, auditory driving, and early scientific interest in rhythmic stimulation.Neher, Andrew. “A Physiological Explanation of Unusual Behavior in Ceremonies Involving Drums.” Human Biology 34, no. 2 (1962): 151–160. Use carefully. This is useful as an early attempt to connect ceremonial drumming and physiology, but it should be balanced with Rouget because the “drum simply causes trance” argument is too mechanical.Maurer, R., V. K. Kumar, L. Woodside, and R. J. Pekala. “Phenomenological Experience in Response to Monotonous Drumming and Hypnotizability.” American Journal of Clinical Hypnosis 40, no. 2 (1997): 130–145. Use for monotonous drumming, subjective altered experience, imagery, absorption, and hypnotizability.Maxfield, Melinda C. “Effects of Rhythmic Drumming on EEG and Subjective Experience.” PhD diss., Institute of Transpersonal Psychology, 1990. Use as older supporting context on drumming, EEG, imagery, body-image changes, and subjective altered experience. Do not make this the main scientific proof; use it as background.Nozaradan, Sylvie, Isabelle Peretz, and André Mouraux. “Tagging the Neuronal Entrainment to Beat and Meter.” The Journal of Neuroscience 31, no. 28 (2011): 10234–10240. Use for EEG evidence that the brain can track beat and meter. This supports the claim that the brain does not merely hear rhythm as background sound; it can represent rhythmic structure in measurable ways.Nozaradan, Sylvie. “Exploring How Musical Rhythm Entrains Brain Activity with Electroencephalogram Frequency-Tagging.” Philosophical Transactions of the Royal Society B 369, no. 1658 (2014). Use as broader rhythm/EEG entrainment support. This helps explain frequency-tagging, beat tracking, meter, neural entrainment, and the measurable relationship between rhythmic structure and brain activity.Thaut, Michael H., Gerald C. McIntosh, and Volker Hoemberg. “Neurobiological Foundations of Neurologic Music Therapy: Rhythmic Entrainment and the Motor System.” Frontiers in Psychology 5 (2015). Use for rhythm as motor-system timing information. This supports the claim that a beat can become bodily instruction, not just sound for the ear. Especially useful when discussing rhythmic auditory stimulation, motor planning, gait, entrainment, and the auditory-motor bridge.Ross, Jessica M., John R. Iversen, and Ramesh Balasubramaniam. “Time Perception for Musical Rhythms: Sensorimotor Perspectives on Entrainment, Simulation, and Prediction.” 2022. Use for rhythm, timing, prediction, sensorimotor entrainment, and the way musical rhythm interacts with time perception.Hove, Michael J., and Jane L. Risen. “It's All in the Timing: Interpersonal Synchrony Increases Affiliation.” Social Cognition 27, no. 6 (2009): 949–960. Use for synchrony and social bonding. This helps support the group-body argument: moving or acting in time with others can increase affiliation.Wiltermuth, Scott S., and Chip Heath. “Synchrony and Cooperation.” Psychological Science 20, no. 1 (2009): 1–5. Use for the claim that synchronized movement can increase cooperation and attachment among participants.Tarr, Bronwyn, Jacques Launay, and Robin I. M. Dunbar. “Music and Social Bonding: ‘Self-Other' Merging and Neurohormonal Mechanisms.” Frontiers in Psychology 5 (2014): 1096. Use for music, synchrony, bonding, endorphin/social mechanisms, and why group rhythm can feel like more than private listening.Fancourt, Daisy, Rosie Perkins, Sara Ascenso, Louise Atkins, Fatima Kilfeather, and Aaron Williamon. “Effects of Group Drumming Interventions on Anxiety, Depression, Social Resilience and Inflammatory Immune Response among Mental Health Service Users.” PLOS ONE 11, no. 3 (2016): e0151136. Use for modern group-drumming research showing psychological and physiological effects, including anxiety, depression, social resilience, wellbeing, and inflammatory immune response. Use carefully: this does not make group drumming a cure-all. It supports the more grounded claim that embodied rhythm and group participation can affect mood, social connection, and body chemistry.Bittman, Barry B., et al. “Composite Effects of Group Drumming Music Therapy on Modulation of Neuroendocrine-Immune Parameters in Normal Subjects.” Alternative Therapies in Health and Medicine 7, no. 1 (2001): 38–47. Use as older supporting material on group drumming and neuroendocrine-immune measures. Keep secondary. Fancourt is cleaner for the main script body.Archaeology and Deep History of DrumsLawergren, Bo. “Neolithic Drums in China.” In Music Archaeology in China. 2006. Use for clay drums in Neolithic China and the deep-history claim that drums are not just poetic symbols of antiquity. They appear in the archaeological record as instruments tied to early sound-making, ceremony, and social order.Both, Arnd Adje. “Music Archaeology: Some Methodological and Theoretical Considerations.” Use as general support for why ancient instruments should be treated as ritual and social evidence, not merely decorative objects.Anthropology, Ethnomusicology, Ritual, and TranceRouget, Gilbert. Music and Trance: A Theory of the Relations Between Music and Possession. Translated by Brunhilde Biebuyck. Chicago: University of Chicago Press, 1985. Essential source. Use for the caution that music does not mechanically or universally cause trance. Rouget helps keep the argument academically serious by emphasizing culture, ritual frame, meaning, and expectation.Becker, Judith. Deep Listeners: MAlso want to remind people about the website, if you're into reading we have tons of information by multiple contributors, and we got t-shirts up on the site if you're interested. Fun fact, the art is all based on the eyeball. A
Billedkunstneren bag kunstnernavnet Mormor bor billigt til leje i en almen bolig i Aarhus. Før han fik børn, levede han på en sten, mens overskuddet blev brugt på investeringer. Han er typen, der leder efter en ny seng på tilbud, men et møde til 21.000 kroner med Obama var alligevel pengene værd. Vært Anne Glad. Tilrettelægger Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Musikeren er vokset op med Dansktop og har deltaget i Dansk Melodi Grand Prix flere gange og vundet én gang. Efter flere år som rygsæksrejsende er han nu vendt hjem til Stevns. Han og hans forlovede deler bolig, familieliv, arbejdsliv og tøj. Men sover hver for sig. Vært Anne Glad. Tilrettelæggelse Emma Rønn og Mette Willumsen. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Vinderen af Dansk Melodi Grand Prix 2026 køber vitaminer, sugetabletter og næse- og halsspray for at holde sig rask, skarp og fokuseret op til sangkonkurrencen, hvor han også spiller teaterkoncert på Aarhus Teater. Hans arbejdsliv er forbundet med rejser, hvor han beskæftiger sig med at strikke tøj til sig selv og til venners babyer. Og så har strik den skønne sidegevinst, at det holder hans fingre fra skærmen. Vært Anne Glad. Tilrettelægger Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Bom dia! ☕Para descobrir as soluções do cartão de benefícios Flash, clique aqui.Profissionalize seu negócio aqui com a Contabilizei e use o cupom THENEWS para ter desconto.No episódio de hoje:
Teateranmelderen synger i kor med andre homoseksuelle mænd, bruger 17.000 kr. på at samle sine venner til smørrebrød og snaps, kører til sit hus i Sverige næsten hver weekend, og rejser gerne til Thailand en gang om året for at bevare sit gode humør. Vært Anne Glad. Tilrettelæggelse Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE, a inflação subiu em março e fechou em 0,88%. O resultado é 0,18 ponto percentual acima do registrado em fevereiro, quando o IPCA ficou em 0,70%. No ano, a inflação acumula alta de 1,92%, e nos últimos 12 meses, de 4,14%. E ainda: Rio de Janeiro tem alerta de ressaca e previsão de chuva para o fim de semana.
Preço dos alimentos em março: o que ficou mais caro e o que ficou mais barato. Exército prende três militares condenados no núcleo 4 na trama golpista. Aeroportos de Congonhas e Guarulhos têm voos cancelados nesta sexta como reflexo de falha técnica. Grupo armado explode agência do Banco do Brasil no interior de MG. Gripe avança antes do inverno e número de casos quase dobra no Brasil em 2026.
Em Rio Verde, produtores, expositores e cooperativas reforçam o protagonismo do agro ao combinar geração de negócios, difusão de tecnologia e troca de conhecimento no campo. China, Estados Unidos e Chile são os principais compradores da carne brasileira. As chuvas pressionam as lavouras de tomate e exigem o uso de híbridos mais resistentes. Seminário debate os desafios para a melhoria do seguro rural e do financiamento do agronegócio brasileiro. Tempo: sexta-feira terá alerta para chuva forte em várias regiões do Brasil.
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) registrou, por meio do Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC), 605 atendimentos no mês de março de 2026, demonstrando a relevância do serviço no atendimento à população acreana.
Confira o Fechamento de Mercado desta terça- feira (07)
Chegamos com a parte 2 do nosso ultimo capsulas. Dessa vez, vamos concluir sobre aquilo que a gente já vinha assistindo e comentar a respeito do que está chegando e nos chama a atenção. Com Markus Anisio Trolleis, Rodrigo Cardozo e Alex Guerra
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
Edenred Ticket Log: diesel fica 13% mais caro em março Extra: André de Paula (Ministro da Pesca e Aquicultura) assume Ministério da Agricultura a partir de 01 de abril
Entre decalques de outras décadas, rap e românticos latinos e as novidades mais frescas da música nacional, estas são as canções que mais se destacam (para nós) entre os lançamentos do mês de março de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o conflito no Oriente Médio impacta expectativas de inflação e juros, investidores acompanham de perto os desdobramentos para câmbio, renda fixa e ativos de risco. Neste episódio do Radar do Investidor, Álvaro Frasson, estrategista macro do BTG Pactual, e Lucas Josa, especialista em criptoativos do BTG Pactual, discutem os impactos do cenário global sobre a política monetária e os movimentos recentes no mercado de cripto. Assuntos abordados: 00:00 – Introdução 00:57 – Ciclo de juros no Brasil 03:23 – Mercado de cripto 07:48 – Perspectivas para a política monetária 13:19 – Relação entre ouro e Bitcoin 18:21 – Alocações em renda fixa 22:45 – Oportunidades em criptoativos 25:44 – Pontos de atenção para abril 29:27 – Encerramento
Relatório da CPMI será concluído nesta quinta e pede indiciamento de mais de 220 pessoas. Vídeo mostra senador com CNH vencida e carro sem placas ameaçando PMs e tentando fugir de abordagem. IPCA-15: preços sobem 0,44% em março, puxados por alimentação e despesas pessoais. Espanhola de 25 anos consegue autorização para eutanásia após anos de disputa judicial. Chuva forte pode atingir Norte e Centro-Oeste nesta quinta.
Iværksætteren med egen blomsterbutik er prisbevidst og handler sodavand og proteinbarer ved grænsen. Hun gider ikke spise dansk mad, men elsker pizza, også den "snaskede" slags med salat og dressing. Hun og hendes forlovede har netop solgt det hus, de har brugt fem år på at istandsætte, og har købt et andet og begynder nu forfra med at renovere. Vært Anne Glad, tilrettelægger Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Skodesigneren og direktøren i Roccamore undgår store faste udgifter, så hun kan skifte retning, hvis hun vil. Hun prioriterer både sin mentale og fysiske sundhed. Hun går i ugentlig terapi for at undgå at "blive sindssyg" og hos forskellige krops- og ansigtsbehandlere. Og så får hun botox i panden, fordi hun vil styre, hvor hurtigt det går med at få rynker. Vært Anne Glad, tilrettelægger Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Stylisten køber genbrug, især læder og denim, og redesigner det og syr om, så intet går til spilde. Han tænker bæredygtigt, når han styler sig selv, men går kontra, når han køber Labubu-bamser til sine niecer og bordpynt hos Temu. Vært Anne Glad. Tilrettelæggelse Mette Willumsen. I redaktionen Emma Rønn. Glæd dig til dagens episode, som du nu kan høre i DR Lyd.
Tem dúvidas sobre quais ações investir em FEREVEIRO? Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, fala sobre as melhores oportunidades e as carteiras recomendadas do mês.Veja a carteira completa: https://analisa.genialinvestimentos.com.br/carteiras-recomendadas/renda-variavel/carteira-recomendada-de-acoes-marco-de-2026/Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, apresenta as recomendações das Carteiras Recomendadas para março de 2026. O vídeo detalha o cenário macroeconômico, destacando a volatilidade dos ativos de risco, a trajetória de queda da inflação e a expectativa de corte na taxa de juros pelo Copom. São analisadas as movimentações nas carteiras Ibovespa 10+, 5+, Small Caps, Microcaps e Dividendos, além da estratégia para BDRs frente ao avanço da inteligência artificial e tensões geopolíticas no Oriente Médio. Uma análise completa para quem busca rentabilidade e segurança.DIRETO AO PONTO:00:00:00 - Introdução e como acessar as carteiras no Genial Analisa 00:02:12 - Cenário macro: Valuation do Ibovespa, juros e inflação para 2026 00:04:15 - Estratégia de alocação: Empresas domésticas vs. exportadoras 00:05:22 - Mudanças nas carteiras: Ibovespa 10+, 5+, Small e Microcaps 00:06:17 - Performance das carteiras e impacto do conflito no Oriente Médio 00:08:42 - Carteira de BDRs: Foco em infraestrutura de IA e Semicondutores 00:10:55 - Carteiras de ETFs, Renda Fixa e Criptoativos 00:13:06 - Tutorial: Como contratar e seguir as carteiras pelo App Genial
O mês de março começa com desafios e oportunidades para o produtor rural brasileiro. Neste boletim, os agrometeorologistas Marco Antônio e Ludmila Camparotto, da Rural Clima, analisam as condições climáticas para as próximas semanas em todo o Brasil e países vizinhos.Fique por dentro das atualizações meteorológicas e planeje suas atividades com mais segurança!Assista pelos tópicos:0:20 – Desafios para colheita e plantio no final de fevereiro0:55 – Alerta de chuvas volumosas (acima de 150 mm) no Centro-Norte e MATOPIBA1:45 – Retorno das chuvas para o Sul do Brasil e Argentina2:20 – Projeção de maior incidência de sol na segunda semana de março3:00 – Impacto no atraso do plantio do milho safrinha4:00 – Condições favoráveis para café, cana e citros na região central4:33 – Situação climática e alerta de calor no Paraguai e Sul do Brasil5:12 – Tendência de temperaturas elevadas antes do retorno das chuvas no Sul✅ Conheça nossas soluções:https://ihara.com.br/produtos/#IHARA #Agricultura #Agronegócio #BoletimDoClima #PrevisãoDoTempo #BoletimMeteorológico #Agro #Chuva #Soja #MilhoBem-vindo(a) ao canal da IHARA!Desde 1965, a IHARA trabalha ao lado do agricultor. Com mais de 80 produtos no portfólio para atender mais de 100 culturas diferentes, temos como propósito solucionar o dia a dia do agricultor no campo e contribuir com o progresso da agricultura brasileira. Aqui no canal, você vai encontrar muitos conteúdos de qualidade, produzidos em parceria com grandes especialistas do mercado, para ajudar você em seus desafios.Tags: IHARA, Agricultura, Agronegócio, Boletim do clima, Previsão do tempo, Boletim meteorológico, Agro, Chuva, Safra 2025/26
Domingão do Carlão conversa com personalidades e autoridades de Marília para registrar o lançamento da obra ""Abelhita e as Jataís"". O evento marca um momento importante para a literatura regional e reúne amigos, familiares e lideranças que prestigiam o novo trabalho da advogada e escritora Dalila Galdeano Lopes, autora do livro.O programa apresenta a participação de Bruno Armentano, controller do Hospital Espírita de Marília, e de Vicente Armentano Júnior, Diretor-Presidente do Conselho Administrativo da mesma instituição. A cobertura detalha o impacto cultural da obra com os depoimentos de Tais Monteiro, Secretária de Cultura de Marília, e dos vereadores Rossana Camacho e Wilson Damasceno.O encontro também reserva espaço para as histórias de amizade e apoio à autora, com as presenças do advogado Romildo Rainieri Júnior, de Cícera Cerqueira César e do pecuarista José Carlos Cerqueira César. Confira todos os detalhes deste dia de celebração à cultura e à amizade no interior paulista.
O setor de pescados do Espírito Santo começa a retomar o fôlego após um período de crise profunda nas exportações. O motivo? Uma decisão da Justiça dos Estados Unidos que declarou ilegal o 'tarifaço' de 50% sobre o peixe brasileiro.Para se ter uma ideia do estrago, entre agosto de 2025 e janeiro deste ano, as exportações em Itapemirim — que detém o maior terminal pesqueiro do Estado — desabaram mais de 60% por causa do tarifaço. O ritmo de trabalho nas empresas caiu drasticamente. O empresário e presidente do Sindipesca-Es, Mauro Lúcio Peçanha, acredita que, já a partir de março, os embarques diários voltem ao normal. Ouça a conversa completa!Agora, com a tarifa reduzida para 10% (válida por 150 dias), a expectativa é de retomada imediata. O mercado norte-americano é vital para o Espírito Santo: no ano passado, praticamente toda a exportação de pescado capixaba teve os Estados Unidos como destino.
Retomada do equilíbrio entre oferta e demanda cria cenário mais favorável para os preços
PF abre inquérito para investigar atuação de influenciadores contra BC. E Anvisa expande uso da Cannabis medicinal e aprova cultivo no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (29/01/2026): O Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros da economia em 15%, mas indicou que deve iniciar a cortar os juros na próxima reunião, em março. “O comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou o BC no comunicado. A decisão de manter a Selic em 15% foi unânime. Além das questões externas, o comitê também repetiu que acompanha o impacto de “desenvolvimentos da política fiscal doméstica” sobre a inflação. O Copom citou a resiliência da atividade econômica e as pressões do mercado de trabalho. E mais: Economia: BC autorizou sócio a entrar no Master, apesar de investigação Política: Filiação de Caiado ao PSD fortalece plano presidencial de Kassab e aproxima MDB Internacional: Trump diz que ‘tempo está se esgotando’ para acordo com Irã Metrópole: Anvisa aprova novas regras para cultivo e uso de cannabis medicinal Esportes: Corinthians vence e está na final do MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, em decisão unânime já esperada pelo mercado. A novidade foi a sinalização de que os cortes podem começar em março, caso a inflação continue no rumo esperado. Assista à nossa live sobre a decisão em que vamos explicar por que o Banco Central segurou os juros, como isso afeta crédito, investimentos e atividade econômica, e o que muda com a possibilidade de flexibilização na próxima reunião.Nesta live especial, a jornalista Denise Barbosa recebe:Roberto Motta, estrategista macroJosé Márcio Camargo, economista-chefe
Pela quinta vez seguida, o Banco Central manteve os juros em 15%, mas indicou que pode começar a baixar a taxa a partir de março. Nos Estados Unidos, apesar da pressão de Donald Trump, o Banco Central interrompeu o ritmo no corte dos juros. O presidente do Fed, Jerome Powell, disse que inflação e incertezas econômicas continuam elevadas. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar ataques de influenciadores ao Banco Central. O presidente Lula falou em intervenções militares ilegais na América Latina. A Anvisa ampliou o acesso ao uso de cannabis medicinal no Brasil. Aposentados e pensionistas encontraram agências do INSS fechadas em todo o país e reclamaram da falta de atendimento.
Aprovação do PL da dosimetria tende a beneficiar réus como a Débora do Batom e Fátima de TubarãoMeio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Joining us today is the Eisner Award-winning writer of titles like Bitch Planet with artist Valentine De Landro, Pretty Deadly with Emma Ríos, Wonder Woman: Historia with artists Phil Jimenez, Gene Ha, and Nicola Scott… NOT TO MENTION she was the driving force behind the reinvention of Carol Danvers as Captain Marvel over at Marvel Comics.She's with us today to discuss FML, her punk-rock, coming-of-age murder mystery about a group of metal kids who face a medley of bizarre foes and encounters in Portland, Oregon during a worldwide pandemic.It is our great honor to welcome Kelly Sue DeConnick onto The Oblivion Bar Podcast!---Thank you Oni Press & Endless Comics, Cards & Games for sponsoring The Oblivion Bar PodcastFollow us on InstagramFollow us on TikTokFollow us on BlueSkyConsider supporting us over on PatreonThank you DreamKid for our Oblivion Bar musicThank you KXD Studios for our Oblivion Bar art
95bFM Thursday Morning Glory host Emma Gleason is your Bosom Selecta today! You can catch Emma spinning awesome tunes every Thursday from 10am - 12pm, and 24/7 via the bCasts. Whakarongo mai nei! Song Selections: Counting The Beat - The Swingers Orinoco Flow - Enya
Un anzuelo es un arpón pequeño, y una trampa, un reclamo e incluso un incentivo. Así se presenta 'Anzuelo', el cómic de Emma Ríos publicado por Astiberri. En él, la autora gallega se dirige a su mar, al mar coruñés, con una obra que mezcla lo poético con lo simbólico y la reflexión con lo sensorial. La perspectiva del que lanza el anzuelo es muy distinta a la del gusano, y en esa inversión de puntos de vista radica gran parte de la fuerza del relato gráfico. 'Anzuelo' engancha tanto por su dibujo como por su fondo, y deja espacio a la emoción y la imaginación.Analizamos con Anna Hidalgo las nominaciones a los Premios Emmy, donde destaca la primera candidatura de Javier Bardem, tercer español en conseguirlo. También regresan dos favoritas: 'The bear' y 'The white lotus'.Desde Barcelona, Marta Orquín ofrece un avance de lo que será la edición 2025 del Festival de cine fantástico de Sitges. En su 58.ª edición, el certamen confirma sus primeros títulos y premios, y comienza a perfilar una programación marcada por la diversidad de géneros y lenguajes cinematográficos.En clave arqueológica, el programa se traslada a la Edad del Hierro. La exposición 'Alas para la guerra. A-RA-TIS y la Celtiberia', en el Museo Arqueológico Nacional, pone el foco en los pueblos celtíberos y su cultura en torno a la guerra. El protagonismo lo tienen los cascos hallados en el yacimiento de Aranda de Moncayo (Aragón), recuperados en 2018 tras un expolio. La información la aporta Ángela Núñez.Y como cada semana, cerramos con la sección de música clásica a cargo de Martín Llade.Escuchar audio
What happens when one of the most beloved product-led growth (PLG) companies in the world starts thinking like an enterprise software giant?In this episode of That's What I Call Marketing, I sit down with Emma R, Global Head of Demand at Canva, to explore the company's fascinating evolution—from a self-serve tool for creatives to a serious enterprise-grade platform used by the world's biggest brands.We discuss:*Why B2B marketing needs more emotion and less jargon*How Canva blends fun with functionality (yes, even for the C-Suite)*The role AI is playing across both product and marketing workflows*How the team is navigating the shift from bottom-up adoption to top-down enterprise sales*What marketers can learn about testing, localisation, and scaling with culture*This one's packed with sharp thinking, practical lessons, and a few great stories 02:32 – Intro: Canva, Creativity, and Conor's Fan Moment04:32 – Emma's Tech & Marketing Journey (From Salesforce to Canva)06:32 – Falling in Love with the Product: Why it Matters in Marketing08:17 – From Rap Launches to Enterprise Strategy: Bold Moves in B2B10:32 – Why B2B Marketing Needs a Human Touch12:02 – Understanding the Modern Buyer Journey (Gen Z, Self-Serve, TikTok)13:32 – Test, Learn, Scale: What Works and What Doesn't15:32 – How Canva Uses AI Internally (And Where It Adds Real Value)18:32 – The Shift to Enterprise: New Teams, Skills & Sales Models21:17 – Product-Led Growth vs Enterprise Motion: Why Both Matter24:32 – Changing Perceptions: Canva as a Serious Enterprise Tool26:32 – KPIs, Pipeline, and the Role of Brand in Driving Growth28:02 – Local vs Global: Cultural Nuance and International Rollout32:32 – Why Localisation Really Matters34:32 – What's Next for Canva Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Nos hemos juntado un mes más para hablar de algunos productos relativamente actuales. Recomendaciones de cómics: -The Walking Dead 2, de Robert Kirkman y Charlie Adlar (Planeta Cómic) -Archivos DC. Superman en los cincuenta (Panini Comics) -Anzuelo, de Emma Ríos (Astiberri Ediciones) -Nosferatu, de Diego Olmos (Planeta Cómic) -Hereje, de Charlie Adlar (Planeta Cómic) Recomendaciones de series: -Andor (Disney+) Recomendaciones de cine: -Cómo entrenar a tu dragón RRSS de los colaboradores: -JLo @crosstume @lleilo.bsky.social -Fer @fercatodic -Violeta @viodopamina -Santi @santiagoneg -Borja @kuronime @animee1.bsky.social -Juan: @juansn.bsky.social -Ja @evendrones @evendrones.bsky.social Esperamos vuestros comentarios, sugerencias y propuestas para futuras entregas del programa, que nos podéis hacer llegar a través de las redes sociales, a través de los comentarios en Ivoox o por correo electrónico enviándonos un email a podcast@lacasadeel.net.
"No compro manga porque son series muy largas" Desmontando ese mito, hacemos una selección veraniega en la que desmontamos esa idea y os recomendamos un montón de mangas de tomo único también. Junto al gran FAEH de Ramen Para Dos y 4 señoras fans del manga -Umaru, Aida TM, Emma Ríos y Sheila de Pro Shôjo Spain - hacemos una lista en la que cabe de todo. Clasicazos como Nausicaa o Don de Drácula, longsellers como Museum, obras muy bonitas como Metamorfosis Bl o La canción de Midori, BL como Mi vecino metalero, macarradas como Tokyo Zombi, Hideout de Kakizaki, Solanin de Asano, animes como El pecado original de Takopi, Dragonhead y hasta Superman vs la comida japonesa. Además entrevistamos al dibujante Toni Caballero que nos habla de su trabajo en Back Home o Yo soy Leyenda Y tenemos tiempo de reseñar cómic no japonés: Humor se escribe con lápiz, Mi vecino Bebeto y El caso de David Zimmerman Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
"No compro manga porque son series muy largas" Desmontando ese mito, hacemos una selección veraniega en la que desmontamos esa idea y os recomendamos un montón de mangas de tomo único también. Junto al gran FAEH de Ramen Para Dos y 4 señoras fans del manga -Umaru, Aida TM, Emma Ríos y Sheila de Pro Shôjo Spain - hacemos una lista en la que cabe de todo. Clasicazos como Nausicaa o Don de Drácula, longsellers como Museum, obras muy bonitas como Metamorfosis Bl o La canción de Midori, BL como Mi vecino metalero, macarradas como Tokyo Zombi, Hideout de Kakizaki, Solanin de Asano, animes como El pecado original de Takopi, Dragonhead y hasta Superman vs la comida japonesa. Además entrevistamos al dibujante Toni Caballero que nos habla de su trabajo en Back Home o Yo soy Leyenda Y tenemos tiempo de reseñar cómic no japonés: Humor se escribe con lápiz, Mi vecino Bebeto y El caso de David Zimmerman
Monitores de direitos humanos da ONU identificaram 164 mortos e 910 feridos; a grande maioria foi atingida por mísseis de longo alcance e drones “suicidas”; abril registrou ataque mais mortal contra crianças, deixando nove mortas e pelo menos 12 feridas.
Em Março de 1985, com a tomada de posse de José Sarney, o Brasil colocava um ponto final na ditadura militar que dominava o país desde os anos 60. Esta é a história da sua transição para a democraciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hey Friends! This week we're talking about You're the Problem It's You! by Emma R. Alban. We're talking about 19th century gentleman's clubs, confusing family trees and our favorite Downton Abbey villain and much much more! Theme by Man with Roses Book Description below: Bobby Mason is sick of being second: born the spare, never trusted with family responsibility, never expected to amount to much. He's hungry to contribute something that matters, while all around him his peers are squandering their political and financial power, coasting through life. Which is exactly why he can't stand the new Viscount Demeroven. James Demeroven, just come of age and into the Viscountcy, knows that he's a disappointment. Keeping his head down and never raising anyone's expectations is how he's survived life with his stepfather. To quiet, careful James, Bobby Mason is a blazing comet in his endless night, even more alive than he was at Oxford when James crushed on him from afar. But Mason is also brash and recklessly unapologetic, destined to shatter the fragile safety of James's world. Worst of all, he keeps rubbing James's failures in his face. They can barely get through a single conversation without tensions boiling over. Neither Bobby nor James has ever met a more intriguing, infuriating, infatuating man. If only they could avoid each other entirely. Bad enough their (wonderful but determined) cousins Beth and Gwen keep conveniently setting up group outings. But when an extortionist starts targeting their families, threatening their reputations, Bobby and James must find a way to work together, without pushing each other's buttons (or tearing them off) in the process…
Hey friends! This week we are talking about Don't Want You Like a Best Friend by Emma R. Alban! We're talking about our love for Regency era media, including Bridgerton and Downton Abbey and why british people say ton instead of town!! And so much more! It's 1857, and anxious debutante Beth has just one season to snag a wealthy husband, or she and her mother will be out on the street. But playing the blushing ingenue makes Beth's skin crawl and she'd rather be anywhere but here. Gwen, on the other hand, is on her fourth season and counting, with absolutely no intention of finding a husband, possibly ever. She figures she has plenty of security as the only daughter of a rakish earl, from whom she's gotten all her flair, fun, and less-than-proper party games. It doesn't take long for Gwen to hatch her latest scheme: rather than surrender Beth to courtship, they should set up Gwen's father and Beth's newly widowed mother. Let them get married instead. Of course, just as their plan begins to unfold, a handsome, wealthy viscount starts calling on Beth, offering up the perfect, secure marriage. Now Gwen must face the prospect of sharing Beth with someone else, forever. And Beth must reckon with the fact that she's caught feelings, hard, and they're definitely not for her potential fiancé. That's the trouble with matchmaking: sometimes you accidentally fall in love with your best friend in the process. Theme Song by Man With Roses.