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Onde se aborda a ascensão da inteligência artificial no contexto escolar, destacando que os alunos utilizam estas ferramentas de forma muito mais célere do que o sistema educativo as consegue integrar. Existe um fosso geracional e técnico evidente, onde muitos professores carecem de formação adequada e de condições de trabalho que permitam a adaptação a esta nova realidade pedagógica. Em Portugal e Espanha, surgem estratégias governamentais e plataformas digitais para tentar mitigar esta lacuna, mas o desafio central permanece na criação de uma nova pedagogia. O autor defende que a aplicação da IA deve ser diferenciada por ciclos de ensino, sugerindo métodos de avaliação mais críticos no ensino superior e a preservação de uma educação analógica e humana nos primeiros anos de escolaridade. Em suma, a tecnologia é vista como uma aliada inevitável, desde que seja acompanhada por literacia crítica e investimento no corpo docente.
Exaustos de seres virados do avesso, sem interior, protagonistas incapazes de se despirem no escuro, trabalhando essa luz desesperada que vai de escândalo em escândalo, tínhamo-nos procurado retirar entre aquilo que nos restava, gestos roubados dos longos filmes, como os víramos em miúdos, a clareza que nos diz que a violência é como a poesia, pois não se corrige, antes aceita o desastre, capaz de ir até ao fim. Andávamos à procura disso a que antes chamavam realidade, e que parecia fixar a fronteira para o que é exterior e não se deixa comover facilmente. Mas o mais difícil de suportar era a companhia de uma gente que participava por meio de charadas inconsequentes e de ausências cada vez mais prolongadas. Éramos à vez as personagens castigadas uns dos outros, amolecidas ou rudes, um pouco ridículas, irritantes, a duas dimensões, consoante a perspectiva, respirando um ar demasiado artificial, numas macaqueações patéticas, sempre um tanto presunçosos, estéreis, vagamente cultos, empertigados, meio delirantes, e tão cansativos, parecia que faltava aquela genialidade generosa de quem é capaz de escutar dos outros o que não traz já em si, previsto, devastado, alguém que desse as graças a deus nenhum senão esse que nos serve algo além da frivolidade, um abandono propício. Nesse ambiente, como era de esperar, triunfavam o género de narradores medianos, voluntariosos, que nos vinham com as variações degradadas do que em tempos nos causara um espanto geral. Com essa mediania voluntariosa, diluíam tudo, até perdermos o sabor daquilo que tínhamos vivido. Só a experiência poderia ensinar àquele que nos habituávamos a perder, abdicando dele a favor de fantasias miseráveis, um movimento decisivo na imensa matéria anónima incapaz de remediar toda a desordem que já não responde por nenhum plano. Estávamos sufocados ao ponto de não sabermos o que restara depois de destruirmos os nossos hábitos (e em nome do quê?), até aqueles simples cuidados de tradução, de decifração, alguns costumes de inteligência, que justificam o empenho em não perder inteiramente o contacto com a maldosa existência dos adultos. Basta pensar no breve ritual diário em que tantos homens com uma posição a defender fazem o nó da gravata, muitas vezes ao espelho, ensaiando a expressão com que se recomendam ao mundo. Além de uma possibilidade de introspecção, com aqueles gestos parecem dar-se a possibilidade de reconhecer esse módico de risco e sacrifício, um sinal que os aparenta aos enforcados, ou o vestígio de uma trela que se ostenta entre o pescoço e a cintura, como se toda a ambição os fizesse incorrer nessa espécie de redil, nesse sufoco comum de quem aceita todos esses rigores, obrigando-se a flutuar num mar de prescrições, de códigos e de maquinações religiosas, se pensarmos como cada um rezava intimamente ao deus das vinganças, a um desejo de uma ordem ainda mais sórdida, da qual pudéssemos sair a ganhar. Parecia que todo o talento se havia concentrado de forma obsessiva e mesquinha, e, desse modo, tantos passavam o seu tempo a inventar subdivisões, escalões nos quais uns e outros pudessem subir e descer. Tínhamo-nos imposto um jogo inextricável de distâncias sociais em que toda a gente se introduzia e se reconhecia com uma destreza maravilhosa, degraus hierárquicos, competências infinitamente cruéis, rituais absorventes, que dissipavam toda a nossa capacidade de suspensão, de nos destacarmos face a nós mesmos e àquela trama. Mas uma vez por outra, alargando-se num gesto até ele perder qualquer propósito imediato, havia alguns que se conseguiam lembrar daquela ambição de nos tornarmos anacrónicos, sermos como que desviados por acasos, e víamo-nos a inscrever frases tão soltas, nas quais nada era prescrito, nada parecia proibido, nem a modéstia ou o deboche. Perante a ausência de deuses e de anjos, de categorias menos quantificáveis, achávamo-nos de súbito tão pobres, despojados dos símbolos da piedade e das leis, dos catecismos, dos cultos, das palavras de ordem. Tinha sido para isso que havíamos começado a inscrever aqueles signos, sinais de uma pobreza que ansiava por se livrar do excesso de palavras, recolhendo a cada momento só aquelas que pareciam ter uma capacidade de suspender, não presumir mais nada. As mesas podiam não estar dispostas ao mesmo tempo num mesmo espaço, mas criavam um ambiente, uma zona intermédia, onde as máquinas de escrever iam inscrevendo sem descanso esses sinais negros, com a existência daquelas pessoas a consistir num esforço de combiná-los, desfazê-los, recombiná-los, tentando resgatar algo, uma experiência, fazer valer a sua teimosia, sendo raros aqueles que podiam desgastar-se e entorpecer as suas ânsias, dando-se liberdade para registar essas necessidades estranhas à sua vontade, aos seus desejos, tudo aquilo que nos outros chega a parecer calamitoso, a forma como nos assaltam com as suas projecções, constrangendo esse itinerário tão certo no qual parecíamos investidos, ao desenhar percursos enleados não esperando outra coisa, mais nada senão essas desgraças comuns com que nos servimos a pior justificação dos nossos fracassos. Assim, testemunhamos a uma distância fria, tão cruenta e pouco clarividente, apagando a própria vertigem à qual cada um se entrega. Ao mesmo tempo era esse encadeamento implausível que nos permitia imaginar que pudesse chegar-se a outra coisa. Vínhamos à superfície não se sabe bem do quê, para respirar um outro ar… Em vez desses questionários e folhas de controlo de estrangeiros, alguém teria inscrito na margem de um formulário a frase: “Poemas são novos temas.” (Wallace Stevens). Contra a fadiga, a demanda do inexplicável, explorávamos outros processos de habituação. A ignorância poderia então ser resgatada como uma fonte, não para uma violência de qualquer ordem contra o outro, mas uma zona na qual todos pudessem tomar, à sua maneira, partido na mudança social desde que essa fosse suficientemente profunda de modo a não nos ser tão castigador andarmos ali sem saber ao certo que diabo andamos a perseguir. O pior é quando eles querem falar de revolução como se se pudesse saber à partida onde esse percurso tão arriscado nos pode levar. Tornam-se, cada um à sua maneira, agiotas de qualquer processo de transformação, ou os seus executores impiedosos, com cada vez menos margem para contemplações, para castelos e pássaros de uma outra imaginação, aquilo que ainda não tem forma e que, ainda assim, persiste por aí pela capacidade que tem de nos proteger. Desde logo uns dos outros. Se não for possível coagirmo-nos a explicar exactamente os termos daquilo em que estamos empenhados, então a busca continua em aberto. O pior são estes que se dizem radicais e o são, mas apenas na medida em que forçam tudo à confissão mais degrada de si mesmo, e logo nos garantem que não valia a pena tanto esforço, que estávamos só a querer complicar as coisas. Percebe-se que estudaram em esquadras da polícia, e mostram-nos os seus galardões odiosos, os diplomas, os níveis que foram alcançando com a sua veterania da peste e da lepra, no grau zero da fidelidade, que é não se guiar por ideais, nem objectivos, mas pela inscrição numa hierarquia torcionária qualquer. A poesia é um modo de andar junto às portas, a coleccionar sinais dessa dor no silêncio das vidas perdidas, aqueles sinais que denunciam uma realidade cada vez mais difícil de se abrir para fora. “Que a porta do meu quarto se feche/ para sempre, e ainda que sejas/ tu que ela não se abra”, segundo a tradução sensível de Bolaño a partir dos versos de Sá-Carneiro. Fora destes eixos omissos, a cada dia, a verdade apenas emerge como um cadáver. Nada chega a acordar-nos completamente, como se só a nós mesmos pudéssemos ter por flashes, raros momentos em que alguma coisa nos fazia vir à tona… “como os guinchos longínquos de um bando de pássaros, sinal inequívoco de que uma parte da minha consciência ainda sonhava ou voluntariamente não queria sair do labirinto dos sonhos, esse campo de Marte onde se esconde o jovem envelhecido e onde se escondem os poetas mortos que então viviam e que da iminência certa do seu esquecimento erguiam no interior da abóbada craniana a miserável cripta dos seus nomes, das suas silhuetas recortadas em cartão negro, das suas obras demolidas”… (Nocturno Chileno). Na véspera de uma data memorável, mas em que nos parece cada vez mais difícil chegarmos a um pacto, a algum acerto quanto aos motivos principais, damo-nos conta de como todos os bens do mundo depressa se vão da memória. A realidade tornou‑se uma espécie de luz cansada, um brilho que já não ilumina nada, apenas denuncia a própria exaustão. Vivemos rodeados de objectos que nos dizem “aqui está o mundo”, mas o mundo já não está aí – apenas o seu reflexo tardio, replicado até à vertigem. A crise epistémica não é um acidente: é o efeito natural de um universo onde a verdade perdeu a gravidade e começou a flutuar como lixo espacial, orbitando sem destino, colidindo ocasionalmente com as nossas percepções fatigadas. Já não há o peso de um real partilhado, mas apenas uma coreografia digitalmente coreografada, onde cada gesto é eco de outro eco, e o sujeito dança sem saber se o ritmo vem de dentro ou de um algoritmo qualquer capaz de operar até cada um de nós se desfazer do pássaro rouco da sua consciência. Neste episódio, e para voltarmos a operar a partir de termos com alguma força de persistência, uma gravidade que, por si mesma, afine as nossas percepções, prepare a cerimónia de um pacto, quisemos ter uma vez mais connosco Patrícia Câmara, psicoterapeuta e psicanalista, ouvidora em profundidade, alguém que se habituou a essa infinita e generosa paciência de esperar pelos outros, de manchar com um resíduo de presença cada esquina que ficará depois a nosso favor, para as cruzarmos pela ordem que nos venha a ser mais favorável, como esses vagabundos em que nos tornamos assim que se torna preciosa para nós a nossa queda irremissível.
Ser pai ou mãe é muito exigente. Entre trabalhos precários, dias intermináveis e noites mal dormidas, há um cansaço que se infiltra em casa e que nos torna mais duros com quem mais amamos See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (25): Em vídeo divulgado nas redes sociais, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fala sobre as "tempestades" de 2025 e cita "famílias separadas pela perseguição", em referência indireta aos condenados do 8 de janeiro e à prisão do ex-presidente. O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro divulgou nesta quinta-feira (25) uma “Carta aos Brasileiros”, lida pelo senador Flávio Bolsonaro na porta do hospital em Brasília, pouco antes de Bolsonaro passar por um procedimento cirúrgico. No texto, ele afirma que, diante de um cenário que considera de “injustiça”, decidiu indicar o filho como pré-candidato à Presidência da República em 2026, dizendo entregar “o que há de mais importante na vida de um pai” para a missão de “resgatar o Brasil” Em pronunciamento, o presidente Lula celebrou o fim do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 e defendeu o fim da escala 6x1 sem redução salarial. O comentarista Mano analisa as medidas como um "boneco eleitoral" visando a reeleição. O ministro Dias Toffoli (STF) marcou para o dia 30 de dezembro uma acareação entre os envolvidos na negociação do Banco Master com o BRB. A Procuradoria-Geral da República (Paulo Gonet) se posicionou contra, alegando que a medida é "juridicamente prematura" e pedindo para deixar para 2026. Morreu na noite desta quarta-feira (24) Taynara Souza Santos, de 31 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio ocorrida no dia 29 de novembro, na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo. A jovem estava internada no Hospital das Clínicas (HC) desde o início do mês e não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos. A informação foi confirmada por familiares e pela advogada que acompanha o caso. Em pleno dia de Natal, São Paulo registra calor intenso com máxima de 35ºC. No Rio de Janeiro, a situação é extrema: termômetros podem bater 40ºC e 22 municípios estão em alerta de saúde. A doença de dezembro. Você sente que sua bateria acabou antes do ano virar? O autor Lucas Freire explica o fenômeno da "Dezembrite", o cansaço acumulado que pesa na reta final de 2025. Descubra estratégias práticas do livro "Exaustos" para recuperar a energia. A maratona de comida ainda não acabou. Veja como se comportar na semana entre o Natal e o Réveillon para chegar na virada do ano sem inchaço. Thaís Barca tira dúvidas sobre jejum, sobras da ceia e consumo de água. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Em fase inicial para os debates, os candidatos já estão no aquecimento e os meios de comunicação já planeiam a análise da análise. O candidato único do Livre foi um tiro no pé da esquerda?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Precarização do trabalho, pressão por desempenho, hiperconectividade: as condições de vida no mundo contemporâneo estão levando a uma exaustão coletiva. O tema foi analisado pelo filósofo sul coreano Byung-Chul Han no famoso ensaio “Sociedade do Cansaço”. O BdF Entrevista desta terça-feira (2) explora as causas e consequências do esgotamento atual com o sociólogo Elton Corbanezi, autor do livro “Saúde mental, depressão e capitalismo”.
Neste episódio do Conversa de CEO, Rogério e Roberta discutem por que tantos empresários estão esgotados e mostram, com exemplos práticos, como sair desse ciclo de exaustão mesmo com a empresa em crescimento. Um papo direto para quem quer liderar sem truques e construir uma cultura forte de verdade.Os erros de gestão que levam à sobrecargaComo a falta de rotina estratégica sabota o empresárioDelegação inteligente e formação de líderes que aliviam o don
(via ChatGPT) Energy Origins and Spinoza https://chatgpt.com/share/66fab423-7a40-8006-9399-a68dc274ec77 (via ChatGPT) Philosophy x Science Insights https://chatgpt.com/share/66f09308-e198-8006-8d89-07b141846fe4 (roda e avisa) conversando sobre Verdade com ChatGPT https://youtube.com/live/7naS8gU3MPs What is the Difference Between Wasps and Hornets? https://youtu.be/C2V-uVe_S3I?si=MIvNTSh0l9SeJ100 The Coming Storm https://www.bbc.co.uk/sounds/play/m0014p7b A era dos exaustos: por que estamos cada vez mais cansados? https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2024/09/a-era-dos-exaustos-por-que-estamos-cada-vez-mais-cansados.ghtml Watch Octopuses Punch Fish https://youtu.be/G2rKIx9wpZI?si=UOgtgaejCiW7JzOL canal do ... Read more The post a energia da vida e do universo, por que estamos exaustos e sem energia? verdades x verdades appeared first on radinho de pilha.
ATL, explicações, desporto, alimentação, boas notas, auto-estima. A psicóloga Mariana Negrão fala sobre a procura da perfeição na educação dos filhos — que leva muitos pais ao burnout parental.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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After ten years, it's time to stop making videos. https://youtu.be/7DKv5H5Frt0?si=qvBQbY2OcIJhGCSN Irã, Assad e Hezbollah são os maiores inimigos do Estado Islâmico https://oglobo.globo.com/blogs/guga-chacra/post/2024/01/ira-assad-e-hezbollah-sao-os-maiores-inimigos-do-estado-islamico.ghtml The Nazis in Power: The Night of the Long Knives https://youtu.be/wRpVzdD2zck?si=Eya1eiLSp5EHIFyu AI expert warns against digital colonization in Africa by foreign bodies https://interestingengineering.com/culture/ai-warns-digital-colonization-africa Welcome to the era of AI nationalism https://www.economist.com/business/2024/01/01/welcome-to-the-era-of-ai-nationalism Hitler's Home ... Read more
Um episódio sobre um tema que está presente na vida de muita gente: a exaustão física e mental. Como a pandemia intensificou esse estado? Como esse estilo de vida moderno e mais agitado pode contribuir para esse esgotamento? E o principal: como procurar ajuda e reverter esse quadro. Confira tudo no episódio completo e compartilhe com quem você gosta. @ursulanasser.psi @espacoabsolut @personaldiegoamorim
Jornadas de trabalho extenuantes e mercado de trabalho desanimador estão forçando jovens chineses a tomar decisões incomuns. Ouça áudio de reportagem de Sylvia Chang e Kelly Ng.
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Episódio do dia 20/09/2023, com o tema: Esperança para relacionamentos exaustos. Apresentação: Kléber Lima As relações interpessoais podem se desgastar intensamente e, sem os devidos cuidados, desembocar em sérios conflitos. Foi essa a experiência de Davi, em um momento tenso e potencialmente conflituoso ao se deparar com um homem perverso e egoísta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vários professores juntaram-se em frente ao Liceu Camões para participarem no segundo dia de greve. A repórter Maria Miguel Duarte acompanhou de perto esta greve, que enfrenta serviços mínimos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Livro em análise: "Viva a sua Verdade (e outras Mentiras): Expondo os Enganos Populares que nos Deixam Ansiosos, Exaustos e Obcecados por si Mesmos" de Alisa Childers Voz e análise: Jadem Freitas
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Conversa com quem tem o que dizer de bom. Comece o dia bem. E bem informado. O programa é um contraponto leve ao noticiário hard predominante na mídia tradicional de rádio e tv. O Feliz Dia Novo, é uma revista descontraída e inspiradora na linguagem de rádio (agora com distribuição via agregadores de podcast), com envolvimento e interatividade da audiência via redes sociais. Apresentação: Irineu Toledo e Roberta Arruda
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O centésimo vigésimo segundo episódio do Podcast Dar Voz A esQrever
Chamamos o nosso amigo lindo da vida toda, o psicólogo e pai Alexandre Coimbra Amaral (@alexandrecoimbraamaral) para conversarmos sobre o que nos faz exaustos, por que isso é tão romantizado em nossa sociedade, e sobre o seu novo livro, que é um carinho na alma, A Exaustão no Topo da Montanha, que você pode comprar aqui: https://amzn.to/2XwkvMF
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Uma coisa é fato: a exaustão física e emocional causada pela pandemia deixou marcas que não vamos nos livrar tão cedo. Neste episódio, debatemos como o isolamento social nos afetou e tem nos afetado, discutindo mudanças de comportamento e estratégias para lidar com toda essa carga mental e emocional. Afinal, o que é e pra quem é o "novo normal"? Confira todas nossas redes sociais, e-mail e Telegram no nosso Linktree (https://linktree.com.br/new/AfroPausa)
O que você assistia quando acordava de manhã, durante a tarde ou antes de dormir na TV? TV Globinho? Bom dia & Cia? Cartoon? Nickelodeon? Hoje estamos com Ariane Freitas, dos podcasts Exaustos e Falei de Você na Terapia, para relembrarmos os desenhos que marcaram nossa infância! Apresentado por: Felipe Dantas (@apenasdantas / @dantas), Paulo Corrêa (@paulorcorrea / @paulorcorrea_) e Thiago Theodoro (@luxoeriqueza / @thiwitter) Siga o E aí Gay? nas redes sociais! Instagram | Twitter
Quem está exausto? Quem também já entendeu que não está dando conta de tudo? E, como eu, você está de boa ou também está se sentindo culpado? Hoje, o Aquele de 30 conversou sobre o direito de estar cansado. Para isso, eu recebi a comunicadora Lidianne Cabral (@lidiannecabrall) e a psicóloga Maisa Naluy (@maisanaluy) em um papo sincero e emocionante sobre as nossas vulnerabilidades. Aperta o play e vem viajar conosco. Siga o @caiofulgencio e @aquelede30pod no Instagram. Ouça a playlist “Tocava no meu Discman” no Spotify.
Por Pr. Eduardo Pena. Mensagem 18 da série "Despertar para Crescer". https://bbcst.net/V7917N
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Por Pr. Neil Barreto. Mensagem da série "Domingo em Betânia". https://bbcst.net/K7631N
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Cá entre nós, alguma primeira vez dá tudo certo, é tudo de bom e maravilhosa? Não!! É por isso que rende muita história e contamos várias delas com Ariane Freitas do podcast Exaustos e do Indiretas do Bem! Primeiro beijo, primeira transa, primeiro emprego e muito mais, até a primeira vez que pensamos "Meu deus, é aqui que eu morro". ME AJUDA, WANDA! Quero passar dos selinhos com ela O climão de bancar o namorado Perco o emprego ou a amiga? Quais as regras quando vou conhecer a família? Meu lado drag está guardando macho no armário LOTUS 80 tiros contra Evaldo Organização dos filtros do Insta A onda dos coaching Governo do Rio de Janeiro Capa do single da Joelma Sérgio Moro no Twitter Paulo Guedes Tchutchuca MERYL Papelpop no Lollapalooza Irmão do Jorel premiado Bring Me The Horizon Kendrick Lamar Eu Amo Dirigir Descalça Trailer de Homecoming Shazam! INTERESSANTENEY INSTAGRAM: @8fact FILME: A Criada FILME: O Hospedeiro INSTAGRAM: @196Sonhos INSTAGRAM: @baddiewinkle LIVRO: Deuses Americanos LIVRO: Só Garotos Podcast #236 apresentado por: @papelpop @phelipecruz @santahelena @samsworld @lovemaltine Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @feliperella) Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! Toda semana um episódio novo: Às quintas-feiras, às 13h17, no papelpop.com, iTunes, Deezer e Spotify! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Esse foi, de longe, o Wanda mais assustador de todos. Falamos sobre filmes de terror, lemos casos assustadores dos nossos ouvintes, levamos sustos com coisas acontecendo na redação e bom... Forças quase apagaram toda a gravação. Ariane Freitas, do Indiretas do Bem e do podcast Exaustos, entrou nessa furada com a gente e virou o especial de Halloween perfeito! (SIGA A GENTE NAS REDES SOCIAIS! @podcastwanda | @phelipecruz | @santahelena | @samsworld | @lovemaltine) Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices