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O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
Secretário-geral da ONU deve participar de encontro no Conselho de Segurança em Nova Iorque; OMS alertou para aumento de 20% a entidades de saúde na Ucrânia; desde a invasão da Rússia pelo menos 41 mil civis foram feridos.
Paulo Cunha (PSD) admite que a guerra coloca a Europa em causa. Tiago Moreira de Sá (CH) diz que acordo não pode agradar apenas a um dos lados. João Oliveira (PCP) deixa críticas à postura da UE.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Cardoso Reis admite que ao fim de 4 anos é de louvar a resistência da Ucrânia. O historiador admite que o país governado por Zelensky está a ter melhores resultados a comparar com a Rússia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guerra na Ucrânia, que balanço faz destes quatro anos de guerra? E o que espera do futuro? Com as negociações praticamente bloqueadas, vê alguma saída diplomática no horizonte?
Quatro anos após o início da guerra na Ucrânia, o conflito segue sem solução à vista. A ofensiva russa, que prometia ser rápida, deu lugar a uma guerra prolongada, marcada por milhares de mortos, milhões de deslocados e pela ocupação de parte significativa do território ucraniano. Apesar da atuação de potências internacionais, como os Estados Unidos, a diplomacia avança lentamente. Ao mesmo tempo, o uso de novas armas e tecnologias militares pode influenciar os rumos do confronto. O cenário e os possíveis desdobramentos da guerra são analisados pelo professor Gunther Rudzit, da ESPM.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A invasão russa começou a 24 de fevereiro de 2022, o que significa que, na Ucrânia, a guerra já dura há mais tempo do que durou a II Guerra (1941-45). Morre-se nas trincheiras, sem cessar-fogo à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Rússia contava resolver a operação militar na Ucrânia em meia dúzia de dias, mas já passaram quatro anos. Os mortos de um lado e do outro, somados, aproximam-se dos 2 milhões. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
A invasão russa começou a 24 de fevereiro de 2022, o que significa que, na Ucrânia, a guerra já dura há mais tempo do que durou a II Guerra (1941-45). Morre-se nas trincheiras, sem cessar-fogo à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio olhamos para as transformações em Portugal e na Europa provocadas pela invasão da Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022. António Ramalho e Gonçalo Moura Martins analisam os impactos que foram temporários e aqueles que mudaram definitivamente, como a política energética e de defesa, e perspetivam as consequências do pós-guerra.
10h Várias explosões na Ucrânia
Ana Cavalieri analisa as exigências que os EUA fazem ao Irão e afirma que Trump considera que Teerão está a desafiar a sua autoridade. Na Ucrânia, está à vista a incompetência das forças russas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A guerra na Ucrânia chega ao quarto ano com um novo alerta sobre o número de vítimas civis. Desde o início da invasão russa, mais de cinco mil mulheres e meninas foram mortas no conflito. Imagens de uma guerra que já deixou quase dois milhões de mortos e feridos dos dois lados. E ainda: Novo ataque dos EUA contra embarcação no Pacífico deixa três mortos.
Especialista Rui Vilar considera que Moscovo quer mais do que concepções territoriais e "Ucrânia já deve estar a ceder" quanto à entrega de terras: "A Rússia está a sentir-se com força".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 2,5 milhões de menores ucranianos continuam deslocados quatro anos após início da guerra; ataques contínuos a zonas civis destroem casas, escolas, hospitais e serviços essenciais em todo o país.
OIM afirma que milhares de pessoas que retornaram ao país ainda estão deslocadas e podem fugir novamente; temperaturas congelantes do inverno estão se tornando insuportáveis devido à escassez cada vez mais grave de eletricidade e aquecimento.
Tema: Evangelho na Ucrânia Apresentação: André Castilho - Diretor de Produção de Conteúdo da RTM Brasil Entrevistada: Liuda Lashchuk - Professora Ministério Precept Tradutor e Intérprete: Abner Morillas - Pastor da Conexão Primeira Batista Descubra como a ucraniana Liuda conheceu o Evangelho e teve um encontro pessoal com Jesus Cristo que transformou completamente a sua vida na juventude. Saiba os desafios que ela enfrentou e como tem atuado para pregar o Evangelho para seus familiares, amigos, conterrâneos e outras nações. Ela também compartilha sobre a situação dos jovens ucranianos desde o início da guerra em fevereiro de 2022 neste episódio do podcast especial AMTB / RTM Brasil, gravado durante o Congresso Brasileiro de Missões, promovido a cada três anos pela Associação de Missões Transculturais Brasileiras. “Venha o teu reino, seja feita a Tua vontade” foi o tema da edição deste ano que ocorreu entre os dias 6 e 10 de outubro. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alto comissário para os Direitos Humanos afirmou que os atos contínuos da Rússia contra infraestruturas energéticas na Ucrânia privam milhões de civis de eletricidade, aquecimento e água; situação agrava as condições de vida durante um dos invernos mais frios no país.
A típica frase portuguesa para identificar alguém que pode solucionar um problema seria útil para garantir a paz na Ucrânia. Por agora, fala-se da intenção europeia de retomar as negociações com Moscovo, mas falta saber se haverá algum "gajo" que efetivamente resolva o problema. O resultado das presidenciais e a demissão de Maria Lúcia Amaral são outros temas centrais desta edição do Visto de Fora onde ficará a saber a razão pela qual a frase "eu conheço um gajo" é um dos positivos da semana.
Nos últimos dias, Portugal tem enfrentado tempestades severas e inundações. “Este torrão lusitano europeu tem muitas vulnerabilidades”, aponta Nuno Rogeiro. No Leste/Oeste em podcast, o comentador faz o balanço das cheias, analisa a coordenação da Proteção Civil e o papel das Forças Armadas na resposta à emergência, realçando o contributo insubstituível dos militares: “As Forças Armadas parecem perfeitamente insubstituíveis, inestimáveis nestas situações.” No panorama internacional, discutiu-se o fim do tratado de armas nucleares entre os EUA e a Rússia, acentuando os riscos de proliferação nuclear na Ásia, Médio Oriente e Europa. Na Ucrânia a guerra e as temperaturas negativas não dão tréguas, enquanto as negociações diplomáticas seguem, mas sem fim à vista. Os ficheiros Epstein vão sendo libertados e já se conhecem algumas ligações com elites europeias e ligações à Rússia, que deixam a União Europeia em alerta. O programa foi emitido na SIC Notícias a 8 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Chefe da agência no país descreve temperaturas abaixo de -20ºC; várias escolas continuam encerradas e centenas de milhares de pessoas sem acesso a calor em grandes cidades como Kyiv e Kharkiv.
Bruno Cardoso Reis vê negociações entre Ucrânia, Rússia e EUA como bom sinal, mas considera ser cedo para assumir iminência de um cessar-fogo. No Irão, o historiador afasta risco imediato de conflito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À medida que conflito entra no quinto ano, agência da ONU intensifica esforços para proteger as usinas nucleares do país; missões de especialistas avaliam dez locais-chave.
Agências da ONU e parceiros ajudaram na transferência de 1,3 mil menores e suas famílias de comunidades da linha de frente; ataque de drones em Donetsk atingiu comboio que transportava mais de 200 pessoas, segundo autoridades de Kyiv.
Major-General João Vieira Borges fala numa reunião decisiva para o futuro da Ucrânia em Abu Dhabi. Diz ainda que o direito à soberania foi o vencedor no acordo entre Trump e Rutte sobre Gronelândia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Coronel José do Carmo diz que "a Rússia está a ficar subordinada à China", algo que é "mau para os EUA". E ainda, o atual regime iraniano depende da Guarda Republicana e do Conselho de Generais?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Francisco Proença Garcia afirma que não há vontade de pôr fim à guerra na Ucrânia e aponta falhas aos líderes europeus. No Médio Oriente, intervenção norte-americana no Irão provocará mais repressão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: preço da cesta básica sobe em 17 capitais brasileiras em dezembro de 2025. São Paulo teve a maior alta. Na Ucrânia, quatro pessoas morreram após um ataque russo com míssil hipersônico. E ainda: saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça deve ser oficializada nesta sexta (9).
Violência em várias regiões do país segue matando e danificando infraestruturas deixando milhões de pessoas sem eletricidade, aquecimento e abastecimento de água em pleno inverno.
Jorge Rodrigues diz que a Rússia não mostra sinais de estar a ceder e as negociações de paz podem complicar-se. Sobre o Médio Oriente, destaca que Donald Trump apenas escuta um lado do conflito. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Montenegro visitou Kiev em sprint depois de 10 horas de viagem de comboio. Com Zelensky fechou acordos sobre drones e reforçou a cooperação. A jornalista Cátia Bruno é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ataques russos continuam a destruir infraestruturas energéticas; milhares de pessoas em cidades do sul do país passam dias sem energia, aquecimento e água em pleno inverno; ONU destaca necessidade de apoiar e equipar infraestruturas públicas essenciais.
Situação na Ucrânia deteriorou-se ainda mais em 2025, afirmou o alto-comissário para os Direitos Humanos, com aumento significativo de civis mortos e feridos, destruição de infraestruturas e violações do direito internacional.
Nos últimos dias, estão ocorrendo negociações intensas entre americanos, europeus e ucranianos em torno da proposta de paz de Donald Trump para o fim da guerra na Ucrânia. O presidente americano exerce enorme pressão. Os russos, entretanto, parecem não querer ceder em suas posições. Será que finalmente haverá paz?Este é o principal - mas não o único - assunto de hoje. Falaremos sobre a crise EUA x Venezuela, sobre o acordo Mercosul x UE, eleições no Chile, e muito mais!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Numa altura em que decorrem negociações entre Rússia e Ucrânia, o que fará Trump se Moscovo recusar um cessar fogo? Bruno Cardoso Reis analisa ainda o que muda na nova estratégia de segurança dos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ataques contínuos da Rússia com drones e mísseis estão deixando mais mortos e feridos, tanto na linha de frente quanto nas áreas urbanas; destruição de fontes de energia e aquecimento em meio ao inverno deixam equipes humanitárias em alerta.