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Em São Tomé e Príncipe, mais de 142 mil eleitores são chamados às urnas, este domingo, 19 de Julho, para escolher o próximo Presidente da República. Há quatro candidatos a concorrer ao escrutínio: Carlos Vila Nova (recandidato ao cargo) e ainda Eugénio Tiny, Nito D'Abreu e Miques João. A RFI fez um balanço da campanha eleitoral em São Tomé e Príncipe com o analista político são-tomense, Abílio Neto, radicado em Portugal, a quem começámos por perguntar qual dos candidatos chega ao fim da campanha eleitoral em melhor posição e porquê. RFI: Qual dos candidatos chega ao fim da campanha em melhor posição e porquê? Abílio Neto: Essa é uma pergunta muito complicada porque tem duas respostas. A primeira resposta é que, relativamente a quem poderá vir a ser o vencedor, eu tenho dúvidas de que possam existir certezas nessa altura. É evidente que o incumbente parte sempre como favorito. Entretanto, nós sabemos também que, de uma forma global, na política, hoje, os incumbentes, por via do desgaste, por via de uma série de situações específicas do momento que nós vivemos, os incumbentes têm estado a perder sucessivamente eleições. Não sei se São Tomé e Príncipe confirmará essa tendência global, mas desconfio profundamente que sim, que possa também fazer parte dessa tendência global. Mas também existe aqui uma outra situação, que é uma situação específica de São Tomé e Príncipe. Neste momento, vemos, mais do que nunca, uma espécie de polarização geral e generalizada, que deixa em aberto o resultado final. Portanto, entre os dois grandes favoritos, Miques João e o actual Presidente Vilanova, um deles vencerá as eleições. Eu não tenho a certeza de que existam, nesta altura, dados que nos possam indicar, com certeza e com rigor, os favoritos inquestionáveis. Agora, há aqui uma outra questão, que é saber quem pode vencer as eleições não ganhando as eleições. RFI: Há algum que se destaca nesse sentido? Abílio Neto: Há, sim senhora. Eu acho que o advogado Miques João, personagem um pouco complicada e complexa no nosso ambiente político, demasiado activista, demasiado interventor, demasiado polémico, demasiado, diria eu, até ziguezagueante, mas que, neste final de campanha, tem dado notas de alguma ponderação, de alguma compreensão do sistema e até de alguma moderação no discurso. Isso parece-me que é uma boa notícia porque começava-se a cair numa espécie de descrédito generalizado, em que se olhava para as candidaturas praticamente como uma espécie de acto de voluntarismo pessoal e individual, sem que houvesse substância que sustentasse esse ímpeto para se ser candidato. Agora começamos a perceber que todos eles, todos os quatro, têm qualidades para poderem ser presidentes de São Tomé e Príncipe, alguns com mais qualidades, outros com menos. RFI: Considera que durante a campanha foi dada mais visibilidade a Carlos Vila Nova do que a outros candidatos? Pergunto-lhe que hipóteses tiveram os outros candidatos para também se fazerem ouvir e falar com os eleitores? Abílio Neto: Em termos institucionais, o que tem que ver com o previsto na legislação eleitoral e também na Constituição de São Tomé e Príncipe, há uma certa ideia de igualdade de oportunidades políticas para todos os candidatos ou para todas as candidaturas. Isso parece que está mais ou menos a cumprir-se. Toda a gente tem acesso à comunicação social pública. Houve um debate entre os quatro. Houve entrevistas individualizadas com os candidatos na televisão de São Tomé e Príncipe. Houve, e tem estado a haver também na RTP África, entrevistas curtas, mas muito interessantes, com os quatro candidatos. A esse nível, não há grande questão. O problema está no financiamento das campanhas. Há, de facto, duas campanhas que se destacam, destacando-se ainda mais a campanha do actual Presidente da República. Eu acho que está a ser exagerada toda a capacidade financeira que tem para fazer campanha. Isso até começa a ser asfixiante para os próprios são-tomenses, que não querem e já nem sequer têm paciência para ver tanta ostentação de capacidade financeira por parte de uns candidatos, relativamente a outros candidatos. Em segundo, também vem o Nito Viegas d'Abreu, que é um candidato que vem de uma parte considerável da ADI, apoiado pelo Patrice Trovoada, o seu líder, que também mostra pujança financeira, comparando naturalmente com os outros dois candidatos, que têm muito menos recursos para o efeito. RFI: Na sua opinião, qual foi o tema que mais marcou a campanha? Temos conseguido falar com várias pessoas que se mostram revoltadas com a falta de combustível, a inflação, os apagões recorrentes, o mau estado das estradas. Para si, qual foi o tema mais marcante desta campanha? Abílio Neto: Bem, há aqui duas situações. A primeira, de uma forma geral, a campanha foi pouco rica do ponto de vista dos conteúdos políticos que definissem com clareza o que pensam os candidatos sobre uma série de assuntos que são assuntos de competência presidencial. Está na nossa Constituição as competências do Presidente da República num semi-presidencialismo de pendor parlamentar, como é o nosso, e gostaria de ouvir os candidatos a serem muito mais claros numa série de situações, que são situações limite e constam da nossa Constituição e que levantam e têm levantado muitos problemas. Sobretudo porque eu acho que é assim, e tem sido essa a nossa história democrática, tendo a Presidência um pouco como o foco da instabilidade política e governativa no país. Mais a Presidência do que o Parlamento e até do próprio Executivo. Sendo assim, sendo a Presidência o foco das crises políticas no país, o foco principal, eu gostaria de ouvir muito mais coisas dos candidatos sobre como eliminar esse foco. É evidente que existe essa coisa em São Tomé e Príncipe de não se conseguir distinguir a Presidência do Presidente, o que torna naturalmente o exercício do cargo muito mais personalizado e individualizado do que propriamente institucional. E daí a crise profunda da nossa democracia a partir da Presidência. Bem, isso é um caso. É o meu olhar. Agora, a questão é outra. O Presidente Vila Nova, que é o incumbente, fez um exercício terrível de recuo no nosso ambiente institucional e, sobretudo, no Constitucional. Ele demitiu um governo e promoveu um governo de iniciativa presidencial. Isso não existe na nossa Constituição, não existe na nossa legislação e nem sequer existe na lógica da ciência política que sustenta a nossa Constituição. RFI: Esse episódio de que está a falar gerou uma forte disputa política no país. Será que, depois desse período conturbado, estas eleições poderão representar um momento de estabilização, na sua opinião? Abílio Neto: Pode ser, e era aqui que eu queria chegar quando chamei esse momento, que foi um momento importantíssimo, na minha perspetiva porque é o momento em que o Presidente, ao contrário daquilo que o semi-presidencialismo aconselha, o Presidente junta-se ao executivo porque o executivo é um executivo dele. Foi ele que, para lá da Constituição e para lá daquilo que a Constituição lhe diz para fazer, ele cria um governo que é um governo seu. Portanto, aqui está o segundo ponto: se o governo não consegue ser performante, o Presidente é o principal responsável por aquilo que acontece no executivo. Não há outra forma de olhar. E é assim que a cidadania, que o povo, está a olhar para estas eleições e a olhar para o incumbente. Está também a avaliar o governo de iniciativa presidencial que ele propôs e impôs ao país. E o que é que esse governo tem de relevante? Tem de relevante que ele é muito impopular, e é muito impopular exactamente pelo quadro económico e social que a Stefanie Palma acabou de contextualizar e que é o real... A crise energética, a crise de acesso à água, uma série de crises que afectam o quotidiano da vida das pessoas e, naturalmente, também o encarecimento geral do poder de compra. Isso é evidente para todos. Portanto, quando as pessoas olham para o atraso no pagamento dos ordenados, etc., etc., e das reformas, enfim, uma série de problemas que o governo teve, que não tem necessariamente que ser responsabilidade do governo, podem ser responsabilidades até importadas e algumas delas efectivamente são importadas pela circunstância internacional que nós conhecemos. Mas muitas delas têm a ver com a atitude do governo e essa ligação intrínseca entre o Presidente e o actual governo. Qualquer são-tomense que vive no país ou fora do país e que olhe para a nossa política percebe exactamente isso que eu acabei de dizer aqui. RFI: Há muitas questões, de facto, em aberto. Pergunto-lhe agora até que ponto é que estas eleições presidenciais podem e vão influenciar as legislativas marcadas para o próximo mês de Setembro? Abílio Neto: Vão influenciar muito e, na minha perspectiva, vão influenciar muito porque todo o quadro político-partidário está fraccionado, está debilitado. Os partidos tradicionais estão todos eles a viver à base de conflictualidade intensa entre facções. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que existe aqui uma possibilidade, uma abertura para serem partidos regeneradores, partidos que não tenham ligação ao sistema, que não têm ligação a agentes do sistema, que tenham toda uma linguagem e todo um discurso que ultrapasse, diria eu, os vícios do sistema. Para mim, essa é que é a perspectiva interessante: tentar perceber se, na sociedade civil são-tomense, se a cidadania são-tomense está capaz de propor alternativas, muito mais do que olhar para o quadro tradicional dos partidos políticos, onde não se vê que venha nada de novo nem nada de especialmente interessante.
Nito Abreu, apoiado pela ADI, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Ele é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato assume a sua confiança no apoio do eleitorado jovem e não só. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Nito Abreu. Nito Abreu começa por justificar a sua candidatura à Presidência da Republica. São Tomé e Príncipe, em torno, acima de tudo, de uma liderança e uma liderança nova ! Não é apenas uma liderança jovem. É uma liderança de comprometimento de alguém que de facto esteja preocupado com o país. Relativamente à minha campanha, eu optei por uma presença de terreno através de passeatas em várias localidades no país e também no exterior. Falei com milhares de militantes, milhares de são-tomenses e senti neles, de facto a necessidade de mudança. Isso eu senti. E eu creio que isso no dia 19 o povo vai decidir. O facto de São Tomé e Príncipe ter um sistema semi-presidencialista. O candidato aponta que o Presidente da República deve trabalhar fundamentalmente em estreita coordenação com o Governo. Eu, enquanto são-tomense, eu enquanto jovem, enquanto indivíduo que pensa muito sobre a realidade do país, eu não vejo o sistema como ponto dos problemas que nós temos. Eu vejo o homem: quando o homem está preocupado, está envolvido, sente-se comprometido com a causa. Independentemente do sistema, as coisas mudam. Nós temos vários países que nós podemos tomar como exemplo, que não são um sistema semi-presidencialista como o nosso: 1 ! Mas também digo que quem sabe até experimentarmos um sistema presidencialista já vivemos 30 e poucos anos, não é? 30 e poucos anos ! 35 anos num sistema semi-presidencialista também não seria mau se experimentássemos um outro ! Já tivemos presidencialismo também na Primeira República ! Mas não, não garantiu também grande grande coisa. Mas também não vou aqui criticar aquilo que foram os 15 anos. Porquê? Porque os 15 anos eu ainda lembro. Em 1990 eu ia para a escola comendo ou não comendo em casa. Eu era obrigado a comer na escola que havia as coisas a funcionar. Referi a década de 90, ainda na primeira e segunda classe. Nós tínhamos lá e às vezes acontecia duas vezes. Comíamos, até levarmos para casa. E hoje? E hoje? Essa é a grande questão ! No âmbito da política externa Nito Abreu defende uma maior aproximação com os países da região central africana e também o reforço no contexto das organizações internacionais. Eu defendo uma aproximação forte, sobretudo regional. Primeiramente, um Estado tem que ter um projecto seu interno, para depois atingir, através dos parceiros internacionais, através dos vizinhos, através das organizações, conseguir mecanismos ou meios para materializar. Eu digo qual é a característica, qual é, qual é, qual é o nosso projecto? Qual é a política externa de São Tomé hoje para termos que país tem para resultar em ações e que possivelmente conseguirá consubstanciar em desenvolvimento? Nós não temos porque temos uma governação. Temos um país à deriva e que vive com base numa governação de vulcanização. Quando há problema nós atendemos. Tapa esse furo. Quando surge outro, tapamos o outro. O que acontece ? A câmara entra em ruptura, este é o nosso Estado hoje. Por isso uma política externa forte, maior aproximação, maior conexão com as organizações de países amigos tradicionais e não só. Nito Abreu diz que a sua candidatura não se revê exclusivamente na juventude, mas em população são-tomense. A minha candidatura, ela não assenta apenas na juventude. Talvez as pessoas identificam-me mais por isso.Ainda está nessa faixa etária ! Pese embora, um indivíduo de 42 anos é um indivíduo jovem, não é? Mas as pessoas identificam-me mais como candidato jovem. O país tem 73% de jovens, no último resultado estatístico a que tive acesso. Dados estatísticos revelam que 73% da população tem menos de 30 anos, menos de 30 anos ! Se essa massa toda galvanizar, é claro que terei vitória nestas eleições. Mas, por outro lado, como disse, a minha candidatura é uma candidatura aberta, de todas as idades para todas as idades, independentemente de classe social, grupo social, seja lá quem for, porque os são-tomenses a Constituição não nos separou pela idade. Ela une-nos a todos. Este é o meu propósito. Para o candidato Nito Abreu, a fragmentação do ADI, o partido que o apoia não o intimida. O ADI tem um grupinho, muito ínfimo, que decidiu ou pensou que de facto poderia usurpar o partido, mas como já disseram, o partido não é aparelho, não é sigla, é mais do que isso. Os militantes da ADI conhecem-se e sabem o que é que é. Hoje o ADI é visto, as pessoas sabem quem é o ADI. Ninguém levou 5 ou 10% no ADI. Não foi a nenhum lugar ! E ninguém levou 10% dali para nenhum lugar. Esperava-se que o ADI fosse dividido, talvez 50 por 40 ou 30% e apoiar uma outra candidatura. O ADI não moveu, o ADI, assumiu a minha candidatura. Está em torno disto. Mas a minha candidatura continua, com base numa estratégia que todos já conhecem: aproximação, contacto com a militância sem acusação, sem envolvimento, com base em violência. Porquê que digo isto? Porque tem havido actos de violência contra a presença dos que me apoiam. Nito Abreu é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, marcadas para o dia 19 de Julho.
São Tomé e Príncipe vai a votos neste domingo para escolher o seu Presidente. A RFI ouve esta semana os 4 candidatos ao escrutínio. A começar nesta segunda-feira com o presidente cessante Carlos Vila Nova. Ouvido por Maximino Carlos, o nosso correspondente, ele descarta advogar no seu programa a mudança do regime constitucional do arquipélago. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Carlos Vila Nova, que concorre a sua própria sucessão. Sobre o Processo de 25 de Novembro de 2022, que causou a morte de quatro civis no Quartel general das Forças Armadas o candidato Carlos Vila Nova disse que é um assunto de Estado, por isso cabe ao Estado resolver este problema. O Processo de 25 Novembro é um assunto sério que tem que ser tratado com o cuidado que ele merece. Não estou a justificar seja o que for. Era mais qualquer coisa do que a subversão. Mas deixemos isso para que a justiça resolva. No tocante à revisão constitucional, Carlos Vila Nova disse que não é sua intenção fazer uma alteração e até afirmou que convive com o actual sistema. Ao abordar a revisão constitucional, fui suficientemente claro: Não é meu objectivo nem a intenção fazer uma revisão constitucional para a alteração do regime. Eu convivo bem com o sistema actual. Aliás, é nesse sistema que eu me candidatei e volto a me candidatar. Quanto a isto os são-tomenses devem estar tranquilos porque não é por aí. Não pretendo ir por aí. O que eu pretendo é que de facto, aqueles sinais pouco claros na Constituição que permitem a introdução e a interferência de um órgão no outro, porque eu também não gosto quando o outro órgão entra nas competências do Presidente da República. Porque dificulta, isto sim... Se há coisas, há matérias em que nós poderíamos estar de acordo... Não é preciso uma maioria de um bloco. É preciso é que entre exactamente, e no Parlamento se encontra a razão com as propostas, porque só passa aquilo com que todos estiverem de acordo. Isto é que eu partilho. Até porque, volto a dizer se é de lei. Portanto, a pergunta era sobre o regime e depois o futuro do governo de salvação? Nós não sabemos. Vai depender do que sair das eleições de Setembro. Temos que aguardar para ver. Ninguém. Não sabemos o que vai acontecer. A emigração é um dos assuntos que tem vindo a ser debatido em São Tomé e Príncipe, sobretudo da população jovem. Carlos Vila Nova disse que este não é um fenómeno novo, mas, entretanto, enquanto uma figura de Estado também está preocupado com este assunto. O candidato Carlos Vila Nova, ainda Presidente da República, deu-se conta desse fenómeno Também um bocado antes de todos os outros actores políticos desse país. Se não me falha a memória, foi em finais de 2023. Tanto é que houve uma reportagem feita por um gabinete que não foi suficientemente ilustrativo, mas já foi bastante bom. E eu falava naquela altura que já estávamos a caminho de quase um quarto [da população a viver fora]. Eu fui desmentido com baixeza pelo então primeiro ministro e com ataques coordenados políticos. Sem perceber porquê ! Porque naquela altura até sentia que era um projecto para São Tomé e Príncipe em 2022/2003. O Presidente ainda estava convencido que o projecto do partido que sustentava o governo era um projecto para São Tomé e Príncipe. Mas, infelizmente dei-me conta que era um projecto pessoal. Bom, isso são outros contos. Também podemos chegar lá. E quando eu levanto essa questão, sou fortemente atacado. Mas com a mesma serenidade, porque precisamos de um presidente suficientemente sereno em São Tomé e Príncipe para manter o equilíbrio e a estabilidade. E o que é que eu pedi na altura ? Não eram os números com que me preocupava. Era uma estratégia política para lidar com a questão, porque estavam na altura a sair eminentemente jovens abaixo dos 35 anos. Hoje já não. Hoje há outras faixas etárias a acompanhar esse movimento. E não nos esqueçamos que uma boa parte dessa ligação, por razões de saúde, sobretudo pela hemodiálise, que é a desconexão total da pessoa com as suas famílias, e com o seu berço. Elas não podem voltar por enquanto. Mas essa estratégia não foi feita e hoje nós temos numa listagem, chamemos um "top dez". São Tomé e Príncipe é o nono país, é o nono desse "top10" de imigrantes em Portugal. Portanto não é o maior, é o nono. Praticamente só o Paquistão está abaixo de nós. Mas qual é a preocupação de 2021 a 2025? É a que mais cresceu: 263% ! Então nós precisamos de uma estratégia para lidar com a questão, porque nem todos estão a ser bem sucedidos lá. E por vergonha e por outras razões, mesmo colocando condições de regresso, não vêm. E temos que encontrar saída para isso. Há os que estão a serbem sucedidos. Também temos que ter uma estratégia para os que estão a ser bem sucedidos contribuírem positivamente para a melhoria do crescimento económico e da melhoria das condições de vida em São Tomé. Porque são santomenses ! Qual é o país que não recebe contributos, não abraça a sua diáspora para construir o país ? Não vou citar nomes porque eu não gosto muito da comparação, de um ou outro país, porque são diferentes: Europeus, Africanos, todos fazem. Então nós temos que fazer isso. Portanto, isto é matéria para a próxima legislatura nos ocuparmos bem, porque é uma questão que já preocupa a muita gente a sair. São cerca de 46.000 que estão em Portugal e para uma população de 230.000 ou 240.0000, 46 1000 é muita gente ! Relativamente a uma coabitação com o governo Carlos Vila Nova disse que quem escolhe o governo é o povo e que estaria disposto a conviver com o governo que saísse das próximas eleições. Porque quem escolhe o futuro governo é o povo, através das escolhas que faz de partidos políticos e da sustentabilidade parlamentar. E eu terei que trabalhar com o primeiro ministro que sair do fruto dessas eleições em condições muito simples, no respeito dos limites da Constituição, desde que haja o respeito mútuo, a lealdade e condições de diálogo permanente. Porque mesmo não havendo convergência, temos de continuar a conversar e a encontrar caminhos para o bem de São Tomé e Príncipe. Este é o mecanismo que eu me preparei para lidar com os partidos e as próximas eleições legislativas. Carlos Vila Nova é um dos quatro candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho, em São Tomé e Príncipe.
Um possível duelo entre extrema-direita e esquerda radical nas eleições de 2027 reacende o debate sobre normalização do lepenismo e falsas equivalências. Thomás Zicman de Barros, analista político Falta menos de um ano para a eleição presidencial francesa de 2027, e o tema ocupa cada vez mais o noticiário do país. O curioso é que, apesar disso, ninguém sabe ainda exatamente quem serão os principais candidatos. Nesse mar de incertezas, uma hipótese aparece cada vez mais nas conversas políticas: um segundo turno entre o Rassemblement National (Reunião Nacional), partido de extrema direita de Marine Le Pen, e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical francesa. A primeira grande incógnita está justamente na extrema direita. Nesta terça-feira, 7 de julho, Marine Le Pen aguarda uma decisão da Justiça que pode definir se ela poderá disputar a presidência pela quarta vez. Acusada de desvio de recursos públicos no caso dos assistentes parlamentares fantasma no Parlamento Europeu, ela foi condenada à inelegibilidade em primeira instância e corre o risco de ver a sentença confirmada. Essa incerteza, porém, é apenas parcial. Um possível impedimento de Le Pen não reduziria necessariamente a força do seu partido nem seu favoritismo para chegar ao segundo turno. A própria Le Pen já indicou que, se ficar fora da disputa, será substituída por Jordan Bardella, o jovem presidente do partido. É verdade que, apesar de carismático e popular nas redes sociais, Bardella tem menos experiência e robustez política do que Le Pen, há quem diga que, se fosse eleito presidente, Marine seria sua “tutora”. Mas o fato é que nunca antes a extrema direita francesa começou uma corrida presidencial tão forte nas pesquisas, independentemente do candidato. A questão é que outro político que tem aparecido bem nas sondagens surge justamente do lado oposto do espectro político: Jean-Luc Mélenchon. O líder da esquerda dita "radical" já aparece em condições de disputar uma vaga no segundo turno – uma hipótese reforçada pelo fato de que, historicamente, suas candidaturas acabaram sendo subestimadas pelas pesquisas. Esquerda dividida O resto da esquerda francesa continua dividida. Socialistas, ecologistas e comunistas discutem alternativas. Muitos gostariam de superar Mélenchon. Mas, hoje, ele é o único candidato claramente colocado nesse campo político. Já iniciou sua campanha com um comício reunindo dezenas de milhares de pessoas em Saint-Denis, cidade da periferia de Paris governada por Baly Bagayoko, popular prefeito de seu partido. Mélenchon tem uma militância organizada e um programa definido que tem pautado boa parte do debate à esquerda. Mesmo adversários reconhecem a força de uma campanha até agora sem falhas. Nesse cenário, enquanto o campo macronista tenta encontrar um sucessor – muitas vezes com dificuldade para defender o próprio legado de dez anos de Emmanuel Macron –, cresce a possibilidade que muitos no mainstream dizem temer: uma disputa direta entre a extrema direita e Mélenchon. E começa a surgir na França um discurso que os brasileiros infelizmente conhecem bem: a ideia de que estaríamos diante de uma “escolha muito difícil”. A frase parece apenas expressar uma rejeição aos "extremos". E é verdade que tanto o partido de Le Pen quanto o movimento de Mélenchon se apresentam como “antissistema” e costumam ser classificados como “populistas”. Contudo, a força desse discurso, que constrói uma simetria entre os dois e apresenta a eleição como uma escolha entre polos igualmente perigosos, revela uma transformação preocupante da política francesa. Há dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. De um lado, o Rassemblement National vive há mais de quinze anos um processo de normalização. Desde que assumiu o partido fundado por seu pai, Marine Le Pen tentou apagar a imagem extremista da antiga Frente Nacional. Mudou o nome, suavizou o discurso e buscou apresentar a extrema direita como uma alternativa comum de governo. Mesmo o antissemitismo histórico do partido foi escondido debaixo do tapete, com a instrumentalização do apoio a Israel. Como já indiquei aqui no passado, essa normalização também acompanha uma transformação do ambiente midiático francês, cada vez mais dominado pelos temas e pelo vocabulário da própria extrema direita, sobretudo em torno da imigração, da identidade nacional e da segurança. Do outro lado, Mélenchon passa pelo movimento inverso: uma crescente demonização. Seu estilo confrontacional, sua estratégia política e algumas de suas posições são criticadas inclusive dentro da esquerda. Mas o problema começa quando essas críticas, e a falsa equivalência que produzem, nos fazem perder de vista o abismo que separa Mélenchon da extrema direita. Falsa equivalência Uma coisa é contestar instituições defendendo mais redistribuição econômica, participação popular e reconhecimento de desigualdades historicamente ignoradas. Outra é construir um projeto político baseado na oposição entre nacionais e estrangeiros e na ideia de que parte da população representa uma ameaça à identidade do país. Aliás, parte do incômodo provocado por Mélenchon vem justamente do fato de ele tocar em temas que a França muitas vezes prefere evitar: desigualdades sociais profundas, discriminações e racismo estrutural. Já a extrema direita responde frequentemente a essas tensões reforçando as próprias divisões que as produzem. A França já foi vista como um exemplo a ser seguido. Quando a extrema direita estava às portas do poder no Brasil, lembrava-se que, nas três vezes em que ela chegou ao segundo turno na França – em 2002, 2017 e 2022 – houve a formação de uma “frente republicana” para barrá-la. Mas há uma diferença importante: nessas três ocasiões, a extrema direita enfrentava candidatos vindos da direita ou do centro, Jacques Chirac em 2002 e Emmanuel Macron nas duas últimas eleições. O que se vê agora é como, quando a alternativa à extrema direita surge da esquerda, sobretudo em um ambiente de normalização de ideias reacionárias, crescem as hesitações, os discursos sobre “escolhas muito difíceis” e até aqueles que defendem que a frente republicana deveria ser feita contra a esquerda – apresentada como o verdadeiro perigo. Ainda faltam vários meses para as eleições francesas, e o espírito resistente deste país ainda pode despertar. Mas, diante da degradação do debate público, temos motivos para nos preocupar.
NO EPISÓDIO 638, TEREMOS A PRESENÇA DO CABO DACIOLO.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Campanha de Caiado não deslancha e PSD opta por chapa puro sangue.
Portugal votou pela primeira vez em democracia para eleger o Presidente da República, no dia 27 de Junho de 1976. Na transição, a escolha manteve-se num militar: General Ramalho Eanes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministério das Relações Exteriores do Irã declara suspensa temporariamente a participação iraniana na mesa de negociações após Trump ameaçar o Irã com um ataque “commuita força” caso Teerã não controlasse as ações do Hezbollah no Líbano. E mais:- Estreito de Ormuz continua operando de forma limitada, com navios voltando a cruzar a região, mas o tráfego segue reduzido por questões de segurança- O candidato da extrema-direita Abelardo de la Espriella será o novo presidente colombiano, segundo o resultado das eleições neste domingo- Teoria da conspiração aponta que a Fifa já definiu quem deve ser o campeão do torneio deste ano Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
No recapitulativo desta semana em África, o destaque vai para Moçambique onde na madrugada do sábado passado, foi morto o bispo de Quelimane por indivíduos armados na sua residência. Este assassínio provocou uma onda de choque em todos os quadrantes no país e também no seio do Vaticano, o Papa Leão XIV tendo apela ao "fim dos actos violentos" em Moçambique. Na quarta-feira, o Presidente moçambicano garantiu que as autoridades do seu país iriam esclarecer o que a igreja moçambicana qualificou de "crime gravíssimo". Entretanto, na quinta-feira, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), anunciou a detenção de três suspeitos no âmbito da investigação sobre este assassínio. Após um primeiro interrogatório judicial, as autoridades decidiram mantê-los em detenção preventiva. Também na actualidade de Moçambique, estes últimos dias, o país continuou a monitorar o regresso progressivo dos moçambicanos vítimas de violências xenófobas na África do Sul. No começo da semana, chegou mais um grupo cujos relatos são de momentos de terror. Noutro quadrante, ao longo destes últimos dias, a RFI e um conjunto de outros órgãos de comunicação social, em coordenação com o consórcio "Forbidden Stories", publicou uma série de reportagens sobre a situação de Cabo Delgado. Um dos aspectos que indagaram foi o elo entre a exploração das riquezas da região, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que afecta o extremo norte de Moçambique desde 2017. Micael Pereira, jornalista do Expresso em Portugal que participou nesta investigação, considerou que o extremismo presente naquela zona é também o reflexo das desigualdades aí persistentes. Outro dos jornalistas envolvidos nesse inquérito, Tomás Queface, do Zitamar News, explicou que a concentração das forças moçambicanas e ruandesas junto dos projectos de gás deixa outras zonas vulneráveis, permitindo aos insurgentes financiar-se através da exploração das minas de ouro. Noutra actualidade, em Angola, no final da semana passada, a subcomissão de candidaturas ao IX Congresso Ordinário do MPLA, no poder em Angola, anunciou a validação da candidatura de João Lourenço à presidência do partido, após a aprovação de um pouco mais de 98% das cerca de 11 mil subscrições que sustentam o seu dossier. O anúncio da validação desta candidatura mereceu resposta por parte dos restantes candidatos à presidência do MPLA que não descartam uma acção judicial. Também na actualidade angolana, Manuel Augusto, antigo ministro das relações exteriores de 2017 a 2020, faleceu no final da semana passada aos 68 anos numa unidade hospitalar de Luanda. Formado em Direito Internacional Público e especializado em direito diplomático, Manuel Augusto exerceu o essencial da sua carreira nessa área. Após a sua morte, foram numerosas as homenagens à acção que conduziu pelo seu país. Em São Tomé e Príncipe, entra-se progressivamente em período de pré-campanha. Depois de seis responsáveis políticos, nomeadamente o Presidente cessante, terem apresentado a sua candidatura para as presidenciais previstas a 19 de Julho, as autoridades fizeram um primeiro balanço do número de eleitores recenseados e habilitados a votar no próximo escrutínio. Na Guiné-Bissau, depois de o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel dizer esta semana que a CPLP está a empenhar-se para o regresso da normalidade constitucional na Guiné-Bissau, Fernando Vaz, porta-voz do Conselho Nacional de Transição da Guiné-Bissau, fez na quarta-feira uma advertência diplomática ao Estado português, vincando que o seu país "não se vergará a exames de bom comportamento". Para finalizar não podíamos deixar de mencionar o arranque na passada quinta-feira do Mundial 2026 de futebol no Canada, Estados Unidos e México. Uma competição na qual a equipa cabo verdiana vai-se estrear-se neste 15 de Junho em Atlanta contra a equipa espanhola. Em entrevista à RFI, o seleccionador dos Tubarões Azuis, Bubista, falou do orgulho de representar o país nesta competição em que participa pela primeira vez.
Rússia lança onda de 73 mísseis e 656 drones contra Kiev, Dnipro e outras cidades, matando ao menos 22 pessoas e ferindo mais de 130. E ainda:- Sul-coreanos foram às urnas hoje para eleger prefeitos, governadores e representantes regionais em todo o país- Trump declara seu apoio ao colombiano Abelardo de la Espriella, que vai disputar o segundo turno da eleição presidencial na Colômbia contra o esquerdista Iván Cepeda- Organização Meteorológica Mundial alerta que há chance de 80% a 90% do fenômeno El Niño se iniciar em junho e durar até novembro Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Confira os destaques do Jornal da Manhã dessa terça-feira (07): O Comando Militar do Irã afirmou que as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são “ilusórias” e não compensam a “humilhação” sofrida pelo país no Oriente Médio. A declaração foi feita em pronunciamento na TV estatal nesta segunda-feira (06). O porta-voz iraniano criticou duramente as falas do líder americano e elevou o tom da tensão entre os países. A definição do vice na chapa de Flávio Bolsonaro tem gerado divisão entre aliados. Entre os nomes citados estão a senadora Tereza Cristina e o governador Romeu Zema. A escolha ocorre em meio às articulações políticas para as eleições de 2026. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divergem sobre a indicação de nomes para a disputa ao Senado. Ao menos quatro nomes estão na disputa pela vaga. A definição ocorre em meio às articulações da direita para as eleições. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo em que usa o atrito com Nikolas Ferreira como gancho para pedir apoio de brasileiros que vivem no exterior. Na gravação, ele destaca o peso desses eleitores nas eleições de 2026 e afirma que milhões de brasileiros fora do país podem influenciar o resultado. Eduardo também relembra o resultado apertado da eleição presidencial de 2022. O Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida autorizou a liquidante do Banco Master, a EFB Regimes Especiais de Empresas, a vasculhar bens da instituição no exterior. Em decisão, o juiz Scott Grossman manteve 24 dos 28 requerimentos feitos pela EFB entre 29 de janeiro e 19 de fevereiro deste ano para realizar intimações a galerias de arte, varejistas de luxo e casas de leilão, além do banqueiro Daniel Vorcaro, para a produção de provas. O governo do Irã levantou suspeitas sobre uma operação dos Estados Unidos para resgatar um piloto, sugerindo que a ação pode ter sido uma fachada para roubar urânio enriquecido. Segundo o porta-voz Esmail Baqai, há inconsistências na versão apresentada pelos americanos. Paraná Pesquisas aponta que 84,7% dos eleitores aprovam a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado. Segundo os dados, 35% classificam o governo como “ótimo” e 39,5% como “bom”. Outros 16,4% consideram a administração “regular”, enquanto os índices de desaprovação permanecem baixos, em 13,2%. Os astronautas da missão Artemis II concluíram suas observações da superfície lunar e já se preparam para retornar à Terra. A tripulação da cápsula Orion ficou cerca de 40 minutos sem comunicação ao passar pelo lado oculto da Lua. Durante esse período, os astronautas testemunharam o pôr e o nascer do sol no espaço. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã com declarações contundentes nas redes sociais. Em publicação, ele afirmou que uma “civilização inteira” pode morrer, elevando o tom da crise. Trump também mencionou a possibilidade de uma mudança de regime no país. A fala aumenta a tensão no cenário internacional. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que não recebeu convite para ser vice de Flávio Bolsonaro e descartou qualquer interesse na posição. Em nota, o pré-candidato declarou que manterá sua candidatura à Presidência até o fim. Zema também destacou que a união da direita deve ocorrer apenas em um eventual segundo turno. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Guilherme Boulos está de mudança para o PT e deve abandonar a sigla do PSol em breve. A mudança no jogo político vem mirando nas eleições presidenciais para 2030.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Boulos2030 #Lula #PT #PSOL #SucessaoPresidencial #PoliticaBrasil #EsquerdaUnida #Eleicoes2030 #ArticulacaoPolitica #BoulosNoPT #Planalto #EstrategiaEleitoral #Brasil2030 #GeopoliticaNacional #MovimentacaoPartidaria
Em Angola, Ana Dias Lourenço, primeira-dama, pode chegar à Presidência? Secretário-geral do braço juvenil da UNITA comentou à DW entrada de Ana Dias Lourenço no boreau político do MPLA. São Tomé e Principe vai este ano a eleições. A primeira votação será para as Presidenciais a 19 de julho. Os países africanos como Angola podem resolver a atual crise global do petróleo?
A intempérie fez estragos no país e no governo. A ministra da Administração Interna não resistiu e bateu com a porta. Montenegro, que só tem coisas que o ralem, ficou com o menino nos braços - isto é, com o busílis do socorro por sua conta, numa situação crítica. Inundações, população deslocada, comboios parados, a A1 com um rombo por tempo indeterminado. Tudo isto na semana em que António José foi eleito Presidente da República. Com a maior votação de sempre: uma abada. Ventura queixou-se de terem estado todos contra ele. Quis superar a votação da AD mas ficou longe do objectivo. Ganhou em Elvas, prémio de consolação com Badajoz à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista, Francisco Assis defende que Montenegro devia retirar leitura sobre a forma como o eleitorado da AD se comportou nas últimas presidenciais, rejeitando o Chega e premiando a moderação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com apenas 20 das 3259 freguesias por apurar, Daniel Oliveira, David Dinis, Martim Silva e Ricardo Costa analisam o resultado das eleições presidenciais e as suas consequências políticas. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (09): O Carnaval de 2026 deve impulsionar o turismo em São Paulo, com expectativa de que cerca de 4,7 milhões de pessoas circulem por destinos em todo o estado ao longo do feriado. A projeção foi divulgada pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo. Policiais fantasiados de caça-fantasmas prendem dupla por furto de celulares na Consolação. Agentes disfarçados da Polícia Civil prenderam um homem e uma mulher suspeitos de furtar celulares durante um bloco de pré-Carnaval na Rua da Consolação, no centro de São Paulo, neste domingo (08). A ação ocorreu em meio à grande concentração de foliões na região. António José Seguro, de 63 anos, foi eleito presidente de Portugal após derrotar o candidato de direita André Ventura nas eleições realizadas neste domingo (08). Durante a campanha, Seguro se apresentou como uma “opção segura” para liderar o país e defender a estabilidade política e institucional. A posse está marcada para o dia 9 de março. As últimas eleições no Brasil ajudam a compreender o cenário que começa a se desenhar para a disputa presidencial de 2026. Os pleitos mais recentes foram marcados por forte polarização política, formação de alianças estratégicas e uso intenso das redes sociais como principal ferramenta de mobilização e embate eleitoral. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, cancelou a reunião marcada para 12 de fevereiro que discutiria a criação de um novo Código de Ética para os ministros da Corte. O encontro foi retirado da agenda sem nova data definida e deve ser remarcado apenas após o Carnaval. Nos bastidores, a proposta de um Código de Ética gerou resistências e contrariou ministros que já avaliavam a hipótese de não comparecer. A CPMI do INSS ouve nesta segunda-feira (09) o empresário Paulo Camisotti e o deputado estadual do Maranhão Edson Araújo (PSB). Camisotti é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso por suspeita de envolvimento na fraude dos descontos ilegais em aposentadorias e pensões. Segundo as investigações, empresas ligadas à família teriam sido usadas para lavar valores retirados indevidamente de beneficiários. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), optou por não comparecer a uma agenda no Instituto Butantan, nesta segunda-feira (09), ao lado do presidente Lula (PT). Segundo o Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio será representado pelo secretário de Saúde, Eleuses Paiva. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou duramente a apresentação do cantor porto-riquenho Bad Bunny no intervalo do Super Bowl, classificando o espetáculo como um dos piores de todos os tempos. Em seu perfil na plataforma Truth Social, o republicano disse que tratou-se de “um dos piores” espetáculos “de todos os tempos” e de um “tapa na cara” dos EUA. Condenada a 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores e cúmplice de Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell participa por videoconferência de uma audiência fechada no Congresso dos Estados Unidos. A expectativa é que ela invoque o direito ao silêncio garantido pela Quinta Emenda da Constituição americana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Casos de cólera voltam a aumentar em Nampula, norte de Moçambique. António José Seguro é o novo Presidente de Portugal. Radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Com 3120 de 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves, Miguel Morgado, António Vitorino e João Cotrim de Figueiredo analisam o resultado de André Ventura nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 2456 de 3259 freguesias apuradas, a primeira reação de Clara Ferreira Alves à vitória de António José Seguro sobre André Ventura, na segunda volta das eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3238 de 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves analisa os desafios do PS com António José Seguro em Belém e o que se pode esperar do novo Presidente da República. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3239 de 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira analisa a derrota de André Ventura e a estratégia de Luís Montenegro nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No domingo há eleições. O país vai escolher o futuro Presidente da República, mesmo com um dos candidatos a dizer que “ninguém está com cabeça para votos”. Apesar do alarme, apenas três concelhos decidiram adiar a votação devido ao estado de calamidade. A campanha eleitoral foi atropelada pelo comboio de tempestades que se abateu sobre o país. Uma intempérie que lançou o debate sobre a prontidão e a capacidade de resposta do governo nas zonas mais afectadas. A ministra da Administração Interna diz que estamos todos a aprender. Resistirá, depois da tormenta, ao período de estágio?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Numa altura em que ainda se esperam dias difíceis em termos meteorológicos e a três dias das eleições, André Ventura propôs o adiamento do ato eleitoral por uma semana. Isto depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter quase sugerido isso à autarca de Alcácer do Sal. Só que a lei não permite um adiamento geral. Só localidades abrangidas pela Situação de Calamidade podem pedir o adiamento. António José Seguro recusou liminarmente esta proposta. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (05): O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que não será candidato a vice-presidente em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração foi dada após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena por envolvimento em trama golpista. Marinho ressaltou que, embora faça parte do mesmo partido do filho do ex-presidente, o ideal é que a chapa atraia nomes de outras siglas para fortalecer a composição política, mantendo o foco na estratégia eleitoral do PL. A direita brasileira intensificou articulações para fortalecer sua presença no Senado nas eleições de 2026. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro orientou aliados em todo o país a lançarem ao menos um nome competitivo por estado, com o objetivo de ampliar a bancada conservadora e conquistar maioria na Casa. A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou projetos que proíbem a publicidade de plataformas de apostas esportivas e vetam apostas em resultados eleitorais. As propostas, de Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Jorge Kajuru (PSB-GO), foram unificadas em um relatório da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). A medida surge após a expansão das bets no país e episódios em que plataformas ofereceram apostas sobre eleições municipais em 2024. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve vetar o projeto aprovado pelo Congresso que prevê reajustes salariais para servidores do Legislativo. Mudanças maiores que a média de 9% serão vetadas, segundo afirmou o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues. O governo dos Estados Unidos anunciou a retirada imediata de cerca de 700 agentes federais de imigração de Minnesota, parte da chamada Operation Metro Surge que mobilizou milhares de agentes em torno de Minneapolis e causou críticas e protestos locais. A informação foi dada pelo “czar da fronteira” da Casa Branca, Tom Homan. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (04) que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, deveria estar “muito preocupado”, em meio ao aumento das tensões entre os dois países. O Tribunal de Contas do Estado decidiu abrir uma investigação para apurar investimentos de R$ 218 milhões feitos pela Cedae no Banco Master, instituição financeira que foi liquidada pelo Banco Central no fim do ano passado. A decisão unânime ocorreu após denúncia do deputado estadual Luís Paulo, que questionou a aquisição de títulos realizada em 2023 pela companhia. A apuração busca esclarecer possíveis irregularidades. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura Nacional já são suficientes para regular a atuação dos juízes, em meio ao debate sobre a criação de um código de conduta específico para o STF. Durante a discussão, ele negou que ministros julguem casos com os quais tenham relação pessoal e criticou o que chamou de “demonização” das palestras pela opinião pública. A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) vai deixar o Partido Liberal (PL). A decisão da congressista se deu depois de uma reunião com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, na tarde desta quarta-feira (04). No encontro, Valdemar informou que uma das duas vagas da disputa para o Senado será do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e a outra ficará para um indicado da federação entre União Brasil e Partido Progressistas (PP). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (04): O Ministério Público Militar apresentou ao Superior Tribunal Militar ações que pedem a perda de posto e patente do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros quatro oficiais condenados por envolvimento em uma trama golpista. O processo marca uma nova etapa jurídica e pode resultar na expulsão dos militares das Forças Armadas, dependendo da análise do STM. O ministro do Superior Tribunal Militar Carlos Vuyk de Aquino, tenente-brigadeiro do Ar, foi sorteado relator do processo que pede a perda da patente de Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado. A representação, encaminhada pelo Ministério Público Militar, sustenta que o ex-presidente violou ao menos sete princípios éticos da caserna ao atacar o funcionamento dos Poderes e estimular um ambiente golpista dentro e fora das Forças Armadas. Com 46 anos de carreira militar, Aquino tomou posse no STM em 2018 e, durante sabatina no Senado, afirmou ser defensor da democracia e favorável a que o Ministério da Defesa seja comandado por um civil. O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), anunciou o adiamento da oitiva de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que agora está marcada para o dia 19 de fevereiro. A decisão foi tomada após pedido da defesa do banqueiro, que alegou problemas de saúde e se comprometeu a não ingressar com habeas corpus no STF para evitar o comparecimento ou garantir o direito ao silêncio. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) ainda afirmou que o ministro do STF Dias Toffoli deve autorizar a liberação de documentos relacionados à quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração ocorreu após reunião entre o parlamentar e o magistrado para discutir a convocação do empresário e o acesso às informações reunidas pela Polícia Federal. Segundo Viana, a liberação dos dados deve ocorrer assim que a PF concluir a compilação dos materiais e depoimentos já colhidos, o que pode ampliar o alcance das investigações conduzidas pela comissão. O Senado aprovou a medida provisória que cria o programa Gás do Povo, iniciativa do governo federal voltada ao apoio de famílias de baixa renda no acesso ao gás de cozinha. A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Congresso Nacional aprovou projetos que reajustam salários e criam novas gratificações para servidores do Legislativo, abrindo espaço para remunerações que podem ultrapassar o teto de R$ 46 mil. As propostas foram votadas com urgência logo após a retomada dos trabalhos e receberam aval tanto da Câmara quanto do Senado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os americanos deveriam deixar para trás o escândalo envolvendo o criminoso sexual Jeffrey Epstein, após a divulgação recente de milhões de documentos relacionados ao caso. Segundo Trump, os arquivos não trouxeram novas acusações contra ele e indicariam a existência de uma conspiração contra sua imagem. Em declaração a jornalistas na Casa Branca, o presidente defendeu que o país passe a focar em temas considerados mais importantes para a população, como saúde e questões internas. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de realizar o ataque mais potente do ano contra a infraestrutura energética da Ucrânia, deixando centenas de milhares de pessoas sem aquecimento durante uma onda de frio extremo. Segundo autoridades, ao menos 71 mísseis e 450 drones foram lançados contra o país na véspera de novas negociações internacionais para tentar encerrar o conflito, que já se aproxima de quatro anos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No episódio desta semana falamos das eleições e outras coisinhas.
Enquanto um comboio de tempestades acelera sobre Portugal, o país prepara-se para a segunda volta das presidenciais, já com o único debate entre António José Seguro e André Ventura concluído. Na terra de Trump, a atuação do ICE e a morte de manifestantes continua a marcar o debate político. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 29 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, o Doutor:- comenta o muito merecido acto de caridade exercido em relação ao cronista Dr. Alberto Gonçalves;- procura responder à grande questão acerca de Dr. António José Seguro: será ele um moderado em quem podemos confiar ou um panhonhas de Tróia que a esquerda radical está a usar para nos destruir por dentro?- analisa o excelente trabalho que as brigadas paramilitares do Dr. Trump estão a fazer em Minneapolis.Bilhetes para o Mundo está Top em: https://ticketline.sapo.pt/evento/o-mundo-esta-top-10-anos-jcd-99267Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
Se em 1986, com uma maioria de esquerda, a vitória de Mário Soares era mais previsível, desta vez, e apesar de uma aparente vantagem de Seguro, o tabuleiro político é mais complexo. O candidato apoiado pelo PS recebeu apoios de Marques Mendes e Mariana Leitão. Luís Montenegro remeteu-se à neutralidade suíça. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 22 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A segunda volta das Presidenciais e o discurso de Marcelo na despedida europeia foram os temas da Vichyssoise. Programa especial em Estrasburo contou com a participação de Diogo Teixeira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata brando e neutro" e "alguém que é compagnon de route de grupos fascistas". Falamos ainda de Davos e das ondas de choque provocadas por Trump, um líder de "loucura incontrolável" e da politica externa de que Montenegro "não faz a mais pequena ideia"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guiné-Bissau: Presidente de transição convoca eleições presidenciais e legislativas. Cheias em Moçambique: ONG alerta para o risco de fome aguda no sul do país. Governo de transição guineense diz que pagará presencialmente o salário de janeiro aos professores — e gera polémica. Angola reforça estratégia no turismo. Trump garante que não vai recorrer à força para controlar a Gronelândia.
Já dizia um conhecido marquês, agora é enterrar os mortos e cuidar dos vivos. E foi isso que fizemos: finda a primeira volta eleitoral, há que começar a preparar a segunda.
No episódio desta semana, gravado antes das eleições, fazemos previsões, falamos do caso de assédio, do ego, selfies e muito mais.
Com todas as freguesias contabilizadas e 102 de 109 consulados por apurar, pelas 01h15, David Dinis, Daniel Oliveira, Bernardo Ferrão, Ricardo Costa, Ângela Silva e Martim fazem o balanço final dos resultados e discursos desta primeira noite eleitoral das presidenciais de 2026, com os apoios certos, possíveis e prováveis a António José Seguro no centro do debate. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3186 das 3259 freguesias apuradas, pelas 21h40 de domingo, Clara Ferreira Alves perspetiva como será a segunda volta das eleições presidenciais para André Ventura e António José Seguro. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3254 das 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira e José Gomes Ferreira analisam os discursos de derrota, com especial destaque para o de João Cotrim de Figueiredo, que disse que a passagem de André Ventura e António José Seguro à segunda volta também é responsabilidade do primeiro-ministro Luís Montenegro. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pelas 20h45, com 2505 das 3259 freguesias apuradas, Clara Ferreira Alves faz a sua primeira análise aos resultados que dão a vitória a António José Seguro na primeira volta das presidenciais deste ano. Neste espaço, conta ainda com a companhia dos comentadores António Vitorino, Sebastião Bugalho e Miguel Morgado. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi uma campanha longa, com uma maratona de debates, um recorde de candidatos e mais indecisos que o habitual. Às portas da primeira volta, poderá mesmo esta eleição ser comparada à histórica de 1986?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os casos, as estratégias, a campanha dos candidatos à Presidência da República. Edição de Natália Carvalho.
Mesmo à porta das eleições presidenciais, o panorama dos favoritos mudou. Seguro subiu, Marques Mendes desceu e a campanha de Cotrim poderá ter implodido. Ventura, continua à frente, Gouveia e Melo ainda sonha em chegar à segunda volta. Para lá do caminho para Belém, uma passagem pelo que se passa no Irão. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 15 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O dia decisivo está a chegar. Portugal escolhe o novo Presidente da República nas eleições mais imprevisíveis de sempre. Para entender tudo o que está a acontecer nas Eleições Presidenciais, acompanhe a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As eleições Presidenciais estão mais perto do que nunca. Se vives fora de Portugal, faz como o João Neves: dirige-te ao teu posto consular nos dias 17 e 18 de janeiro e vota.
Esta semana, na estante, temos “Últimos e Primeiros Homens”, de Olaf Stapledon; “Uma Aldeia no Terceiro Reich”, de Júlia Boyd; “Delírio e Sonhos na Gradiva de Jensen”, de Sigmund Freud; e “A Mitologia Grega de A a Z”, de Luc Ferry.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Maduro caiu, mas a ditadura venezuelana mantém-se. Aliás, a repressão policial aumentou. Trump anunciou a nova era do petróleo, não a da liberdade. Voltámos à diplomacia da canhoneira. Enquanto isso, a chamada “tracking poll” diária está a dominar as percepções eleitorais na corrida presidencial. Com Marques Mendes em queda, o último debate televisivo reavivou o conflito que o opõe a Gouveia e Melo; um confronto a que não faltaram acusações de “ordinarice”. A roubar protagonismo à campanha eleitoral, o momento crítico na saúde (urgências entupidas, mortes por falta de resposta do INEM) pode ser também um calcanhar de Aquiles para o candidato apoiado pelo Governo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Será que a colagem ao governo beneficia Marques Mendes e Cotrim de Figueiredo? E será melhor levar a sério as palavras de Donald Trump? Edição de Natália Carvalho.