Podcasts about em portugal

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Bola na Rede
Lei do Mercado #83 - A antevisão do Mercado de Janeiro em Portugal

Bola na Rede

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 24:41


A Lei do Mercado está de volta para acompanhar o mercado de janeiro. Olhamos para tudo aquilo que se pode perspetivar nesta janela de transferências a poucas horas de abrir o mercado.Ouve o podcast e confirma tudo com o Mário Cagica e o Luís Pinto Coelho.

Emissão Especial
A revista do 2025 de ouro nas modalidades em Portugal

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 6:20


2025 foi sinónimo de brilho para vários atletas e emblemas nacionais. Uns confirmaram valor, outros mostraram-se ao Mundo. Dos pavilhões à água, passando pelas estradas e pistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Emissão Especial
A revista do 2025 de ouro no futebol em Portugal

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 6:32


Dos miúdos aos graúdos, as seleções portuguesas trouxeram mais taças para o país. O Sporting fez a dobradinha, o PSG dominou a Europa e o futebol ficou mais pobre com a morte de Diogo Jota.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
“Entre guerras, clima e novas potências: O mundo em 2025”

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 18:59


O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos.  Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial?  A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.

Conversas à quinta - Observador
A História do Dia. Os mais ouvidos de 2025. Como explicar o apagão inédito em Portugal?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 14:54


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 29 de abril de 2025.] A energia foi abaixo em todo o país e provocou o caos nos transportes, no trânsito e nos supermercados. O que aconteceu e porque foi tão lenta a recuperação? A jornalista Ana Suspiro é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A História do Dia
Os mais ouvidos de 2025. Como explicar o apagão inédito em Portugal?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 14:54


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 29 de abril de 2025.] A energia foi abaixo em todo o país e provocou o caos nos transportes, no trânsito e nos supermercados. O que aconteceu e porque foi tão lenta a recuperação? A jornalista Ana Suspiro é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
A História do Dia. Os mais ouvidos de 2025. Como explicar o apagão inédito em Portugal?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 14:54


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 29 de abril de 2025.] A energia foi abaixo em todo o país e provocou o caos nos transportes, no trânsito e nos supermercados. O que aconteceu e porque foi tão lenta a recuperação? A jornalista Ana Suspiro é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Conversa
2025: Quem Ganhou Poder e Quem o Perdeu? | Galardões Podcast Conversa Fim de Ano 2025

Podcast Conversa

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 119:17


O episódio especial de fim de ano do Podcast Conversa já está no ar.Uma conversa longa e sem filtros entre Cláudio Fonseca e Rafael Vieira, com a participação de Fernando Cabral, para analisar o que realmente marcou 2025 — na política, na sociedade, nos media e na educação — e o que podemos esperar de 2026.Este episódio cruza política nacional e internacional, análise mediática, economia, educação e dinâmicas sociais, sem slogans nem narrativas fáceis.Em Portugal, Luís Montenegro é identificado como a figura política mais relevante do ano, após sobreviver a um contexto de grande instabilidade política e conseguir avançar com o Orçamento com reduzida oposição.No plano internacional, Donald Trump surge como a figura política dominante de 2025, pelo impacto global das suas decisões e pela polarização que continua a gerar.Outras figuras analisadas incluem:Vladimir Putin, Xi Jinping, Volodymyr Zelensky, Lula da Silva, António Guterres, Emmanuel Macron, Giorgia Meloni, Javier Milei, Papa Leão XIV, entre outros.O episódio desmonta também o lado mais teatral da política portuguesa, a relação entre poder, media e opinião pública, e o papel das eleições autárquicas no equilíbrio político.Um dos eixos centrais do episódio é a crise do jornalismo:Falhas éticasPreguiça editorialManipulação e desinformaçãoDependência dos algoritmos das redes sociaisSão analisados casos concretos, incluindo polémicas mediáticas internacionais, e discutido o impacto da concentração dos media e dos problemas de distribuição da imprensa em Portugal.O episódio dedica um bloco extenso à educação, enquanto campo político:Polémicas no Ministério da EducaçãoFalhas de comunicação políticaAumento das propinasAção social escolar e residências universitáriasBolsas de estudo: atrasos, imprevisibilidade e falta de transparênciaRedução de exames de acesso ao ensino superiorA politização do movimento estudantil é analisada de forma crítica, distinguindo reivindicação legítima de instrumentalização partidária.Apesar de sinais positivos nas contas públicas, o episódio sublinha a distância crescente entre indicadores macroeconómicos e a vida quotidiana:Crise da habitaçãoAumentos de rendas na ordem dos 17–18%Impacto da compra de imóveis por estrangeirosEndividamento das famíliasCrédito e risco económico em 2026São analisados movimentos de protesto recentes em vários países e o papel da Geração Z, entre politização excessiva e maior consciência cívica.É destacado um estudo do Conselho Nacional da Juventude como ferramenta essencial para compreender preocupações reais dos jovens, para lá da retórica política.

Conversas de Personal Trainers
CPT | 79 | Mauro Franklim: Como ter sucesso como online coach em Portugal!

Conversas de Personal Trainers

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 123:56


Zoom
A História do Dia. Os mais ouvidos de 2025. Como explicar o apagão inédito em Portugal?

Zoom

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 14:54


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 29 de abril de 2025.] A energia foi abaixo em todo o país e provocou o caos nos transportes, no trânsito e nos supermercados. O que aconteceu e porque foi tão lenta a recuperação? A jornalista Ana Suspiro é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fact Check
A História do Dia. Os mais ouvidos de 2025. Como explicar o apagão inédito em Portugal?

Fact Check

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 14:54


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 29 de abril de 2025.] A energia foi abaixo em todo o país e provocou o caos nos transportes, no trânsito e nos supermercados. O que aconteceu e porque foi tão lenta a recuperação? A jornalista Ana Suspiro é a convidada.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Notícias da Austrália e do Mundo | Sexta-feira, 26 de dezembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:40


Carro com motivos do Hannukah é incendiado em St. Kilda East (VIC), e polícia pede informações ao público. Autoridades emitem alerta de evacuação a moradores de Boddington e Bannister (WA) por conta das queimadas. A regata Sydney-Hobart larga esta sexta-feira em sua 80ª edição. No Brasil, Jair Bolsonaro passa pela oitava cirurgia desde a facada de 2018. Em Portugal, Lisboa agora tem casais com filhos e pessoas empregadas a viver nas ruas, segundo voluntários da LBV.

Operação Stop
Os mais ouvidos de 2025. Carros híbridos plug-in morreram. E ressuscitam em Portugal

Operação Stop

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 9:04


[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 11 de outubro de 2025.] Consciente que muitos PHEV não são carregados regularmente, acabando por emitir mais CO2 do que anunciado, a União Europeia endureceu as regras que os ameaçam de morte. Mas Portugal ressuscitou-os.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
EP 247 | SOCIEDADE: A religião em Portugal no pós 25 de abril

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 44:17


O 25 de Abril não transformou apenas o panorama sociopolítico nacional, também alterou o mapa da fé em Portugal. No último episódio desta temporada, o historiador Paulo Mendes Pinto e o comunicador Hugo van der Ding exploram os efeitos da democracia na consagração da liberdade de crenças e cultos.A dupla analisa o impacto dos movimentos migratórios na diversidade religiosa: do crescimento das comunidades evangélica e muçulmana, resultante dos fluxos migratórios das antigas colónias, aos efeitos da imigração brasileira e do leste europeu, nas décadas de 80 e 90, até aos fenómenos da atualidade.Olhando para o século XXI, o especialista explica ainda como o 11 de Setembro alimentou a islamofobia e radicalizou o discurso político, deixando marcas profundas na perceção pública das diferenças religiosas.Um episódio [IN]Pertinente a não perder sobre fé, democracia e pluralismo.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISTEIXEIRA, Alfredo «Religião na Sociedade Portuguesa» (FFMS, 2019)«Identidades religiosas e dinâmica social na Área Metropolitana de Lisboa» (estudo FFMS)«Lisboa, um laboratório de diversidade religiosa em Portugal» (Da Capa à Contracapa, FFMS) BIOSPaulo Mendes Pinto  Historiador e especialista em História das Religiões, com foco na mitologia antiga e no diálogo entre tradições religiosas. Docente da Universidade Lusófona desde 1998, coordena a área de Ciência das Religiões e é atualmente diretor-geral Académico do Ensino Lusófona – Brasil. Hugo van der Ding Locutor, criativo e desenhador acidental. Criador de personagens digitais de sucesso como a «Criada Malcriada» e «Cavaca a Presidenta», autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, «Vamos Todos Morrer», também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa «Duas Pessoas a Fazer Televisão», na RTP, com Martim Sousa Tavares. 

Conversas à quinta - Observador
Fora do Baralho. Plano da UE baixa preços das casas em Portugal? — Ouvintes

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 13:05


Susana Peralta responde esta semana aos ouvintes que escrevem para foradobaralho@observador.pt, por whatsapp para o 91 002 41 85 ou que comentam no youtube e nas redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A Hora da Maçã
Ep 348 - Estreou em Portugal futebol em direto no YouTube

A Hora da Maçã

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 67:52


Estreou em Portugal futebol em direto no YouTube

Fora do Baralho
Plano da UE baixa preços das casas em Portugal? — Ouvintes

Fora do Baralho

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 13:05


Susana Peralta responde esta semana aos ouvintes que escrevem para foradobaralho@observador.pt, por whatsapp para o 91 002 41 85 ou que comentam no youtube e nas redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ESCS FM
"A qualidade de vida em Portugal tem vindo a deteriorar-se."| Entrevistas Presidenciais: Joana Amaral Dias

ESCS FM

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 27:26


Joana Amaral Dias, psicóloga e figura marcante do panorama político português, entra na corrida a Belém com o objetivo de dar voz aos que se sentem excluídos do sistema. A candidata, que disputou as eleições europeias em 2024 e as legislativas em 2025 pela Aliança Democrática Nacional, é a protagonista de hoje desta série de entrevistas, onde apresenta a sua visão para 2026 sob o lema “pão, paz e liberdade”.Nesta entrevista, exploramos o impacto do seu lema na construção de uma candidatura que se assume como unipessoal e que pretende transformar o descontentamento social em participação ativa. Questionamos como pretende resolver as fragilidades estruturais do SNS, nomeadamente na obstetrícia, qual a sua estratégia para travar a emigração jovem perante os baixos salários e a crise na habitação, e de que forma um Presidente da República pode utilizar a sua magistratura de influência para combater a corrupção e projetar a identidade de Portugal no mundo.Acompanha tudo no Youtube do E2, no Spotify da ESCSFM e em formato escrito no Website da ESCS Magazine.

SBS Portuguese - SBS em Português
Adjunto da ex-ministra da justiça em Portugal detido por pedofilia e pornografia infantil

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 3:09


Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, era um advogado muito respeitado entre os seus superiores. Catarina Sarmento e Castro, a última Ministra da Justiça do governo socialista de António Costa antes da transição política, elogiou o seu trabalho como adjunto desde que o contratou em outubro de 2022. Nada indicava que este jovem advogado pudesse utilizar computadores oficiais para partilhar e consumir pornografia infantil.

Podcasts FolhaPE
Livraria Lello: uma das mais bonitas do mundo que fica na cidade do Porto, em Portugal

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 3:24


O Folha Turismo desta sexta-feira vai até a Livraria Lello, em cidade do Porto, em Portugal. O jornalista Fabiano Antunes, do site de viagem Rota1976.com fala da livraria, uma das mais bonitas do mundo segundo a revista Time e o jornal The Guardian. Trata-se de um celeiro de história, que dá dinamismo cultural à cidade e que tá sempre na boca do povo.

Reportagem
Mostra 'Complexo Brasil' redescobre história, impasses e cultura do país para além de clichês em Portugal

Reportagem

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 6:32


O mergulho no Brasil em terras portuguesas ganhou nova dimensão com a exposição Complexo Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com curadoria de José Miguel Wisnik, Milena Britto e Guilherme Wisnik, e projeto cenográfico de Daniela Thomas. A mostra, que reúne obras de arte, filmes, vídeos, documentos e textos, oferece uma oportunidade rara para um “redescobrimento mútuo” dos dois lados do Atlântico, e se distancia de estereótipos, abrindo novas perspectivas de entendimento. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa “O que nos propomos é oferecer e questionar, como um convite e um desafio ao atravessamento, uma experiência de Brasis”, ressaltou à RFI o ensaísta e músico José Miguel Wisnik. É um convite bem sensorial porque se trata de uma exposição muito colorida, muito intensa de expressão da visualidade brasileira pelas artes, por objetos, por imagens, por fotografias e também por vídeos, diz Wisnik. “Foram feitos seis vídeos, especialmente concebidos para a exposição Complexo Brasil, que tratam de temas como as potências e os impasses do Brasil contemporâneo e suas relações com o passado. Há vídeos sobre a escravidão, Brasília, a Amazônia, a música popular brasileira, a relação do samba com o candomblé e a escola de samba”, afirma Wisnik. “Todos esses elementos formam um conjunto que não é linear nem descritivo do ponto de vista cronológico. Trata-se de algo muito mais sensorial e também conceitual”, explica. “Percorremos esses múltiplos estímulos com uma visão histórica e crítica da formação do Brasil, um país ao mesmo tempo muito desigual e violento em vários aspectos, mas também extremamente rico e plural do ponto de vista de suas expressões culturais”, conclui. O projeto começou a ser concebido há três anos, com o objetivo de apresentar o Brasil ao público português. Desde o início, segundo o diretor do Programa Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, Miguel Magalhães, a equipe tinha uma premissa clara. “Sabíamos que não queríamos uma exposição exótica ou tropical, carregada de estereótipos que costumam compor a imagem do Brasil”, afirmou à RFI. De acordo com Magalhães, a mostra propõe múltiplos olhares sobre o país. “É uma exposição feita de muitos Brasis, começando pelo Brasil anterior à chegada dos portugueses. Ela olha para os povos que já estavam ali, aborda o colonialismo e a escravidão, mas reconhece que o Brasil contemporâneo não se explica apenas pela sua relação com Portugal”, diz. “Complexo Brasil se organiza em três eixos — geografia, história e diversidade cultural. É nessa articulação que tentamos dar conta da complexidade do país. Não é uma exposição de artes visuais, mas uma exposição que usa a arte como uma caixa de ferramentas para ajudar a compreender o Brasil de hoje”, enfatiza.   “Um país é uma entidade múltipla” Por que Complexo Brasil? Porque, em muitos sentidos, o Brasil é justamente isso: um conjunto intrincado de biomas, etnias, culturas, línguas, religiões e lógicas sociais, atravessado por desigualdades extremas. Um país marcado também por um permanente vaivém entre sentimentos de inferioridade e superioridade — síndromes que, como lembram os organizadores, brasileiros e portugueses conhecem bem. Esse emaranhado se desdobra em múltiplas camadas nas duas grandes galerias da Fundação Calouste Gulbenkian. Obras de naturezas muito distintas se encontram: peças do século XVII dialogam com produções contemporâneas, em um percurso que reúne artistas brasileiros de várias gerações. Estão representados nomes como Alfredo Volpi, Augusto de Campos, Claudia Andujar, Rosana Paulino, Abdias do Nascimento, Arthur Bispo do Rosário, Hélio Oiticica, Glicélia Tupinambá, Lygia Clark, Lygia Pape, Roberto Burle Marx e Luiz Zerbini, entre outros. Para o músico e curador da mostra, José Miguel Wisnik, Complexo Brasil se inicia com uma antologia de frases sobre o país, recolhidas em diferentes épocas e de autores diversos. “O Brasil é feio, mas gostoso”, a célebre frase atribuída ao escritor modernista Mário de Andrade, reaparece décadas depois nas palavras do compositor e maestro Tom Jobim. "Ele dizia que 'morar nos Estados Unidos é bom, mas é uma merda; morar no Brasil é uma merda, mas é bom' — uma síntese irônica e contraditória que ajuda a traduzir a complexidade do país", lembra. Mantos como fio condutor   Os emblemáticos mantos tupinambá, cujos remanescentes hoje se encontram em museus europeus, são — não por acaso — o ponto de partida da exposição Complexo Brasil. Eles funcionam como fio condutor da mostra. Do manto sagrado do povo Tupinambá, do século XVI, devolvido ao Brasil pela Dinamarca no ano passado e presente na exposição por meio de um vídeo especialmente produzido, aos parangolés de Hélio Oiticica, o percurso atravessa diferentes tempos e sentidos. Esse diálogo inclui ainda o Manto Raio de Sol, criação contemporânea da artista e pesquisadora Glicéria Tupinambá, e o extraordinário Manto da Apresentação, de Arthur Bispo do Rosário — obra criada e bordada ao longo de décadas pelo artista negro que passou grande parte da vida internado em uma colônia psiquiátrica. “A gente combinamos de não morrer”   “Nós partimos da ideia  de um desencobrimento do Brasil, não propriamente de um descobrimento, mas na verdade revisitar o descobrimento desencobrindo todas aquelas dimensões que foram em grande parte apagadas e invisibilizadas neste processo em que europeus tomaram esse imenso território habitado por muitas etnias indígenas e sequestraram e transportaram milhões de escravizados africanos para este território. Tudo isso compõe um conjunto de dimensões complexas, nada é simples no seu processo histórico porque envolve apagamentos e violências, mas envolve ao mesmo tempo, experiências humanas únicas que produziram culturas que estão presentes de maneira muito viva na exposição”, reflete Wisnik. É a partir dos questionamentos das relações entre Brasil e Portugal que a mostra se desdobra, abordando o passado colonial com a apropriação do território indígena, a escravização e tráfico de escravos “postos a funcionar nos "moinhos de gastar gente" que caracterizam, segundo a expressão de Darcy Ribeiro, a máquina de produção colonial no Brasil”. “Em Olhos d'água, Conceição Evaristo escreve a frase que se tornou um símbolo de resistência e luta contra o racismo: 'Eles combinaram de nos matar, mas a gente combinamos de não morrer'”, ressalta.   Complexo Brasil, que ocupa as duas galerias do Edifício-Sede da Fundação Calouste Gulbenkian, começou a ser concebida para marcar o bicentenário da Independência do Brasil, em 2022. O projeto, no entanto, precisou de mais tempo para amadurecer. “Percebemos que aquela celebração se apoiava em um desconhecimento mútuo entre os dois países”, afirma o diretor do Programa Cultura da instituição, Miguel Magalhães. Três anos e meio depois, a exposição chega ao público sem evitar temas sensíveis, como o papel de Portugal na colonização e na escravidão no Brasil. A mostra se insere em um momento delicado da relação entre os dois países, marcado pelo aumento de episódios de xenofobia e racismo contra brasileiros em Portugal. De acordo com dados do Itamaraty, cerca de 513 mil brasileiros vivem oficialmente no país, formando a maior comunidade estrangeira em território português. Com o avanço da agenda anti-imigração, o partido de extrema direita Chega chegou a afirmar que a exposição na Gulbenkian “responsabiliza os portugueses pelos males do Brasil em decorrência da colonização”. Além da exposição, a programação inclui debates, conferências, performances, concertos, workshops e oficinas. Complexo Brasil pode ser visitada até 17 de fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Falta de turismo em Portugal? Que venha a Fórmula 1

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 7:13


Fórmula 1 de volta a Portugal, mas afinal de onde apareceu o investimento? E ainda, UGT e Governo passaram de inimigos a melhores amigos? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os 3 Consultores
5 factos sobre a literacia financeira em Portugal que te estão a sair caros

Os 3 Consultores

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 17:49


5 factos sobre a literacia financeira em Portugal que te estão a sair caros.Não são opiniões. São dados reais.E ignorá-los tem consequências sérias ao longo da vida.Neste vídeo mostro:Porque é que a maioria dos portugueses falha exatamente nos conceitos financeiros mais básicosO erro silencioso que leva famílias a viver sem margem de erroO impacto real de não perceber juros, inflação e riscoPorque é que poupar sem plano não é uma estratégiaE como estas falhas se repetem geração após geraçãoEste vídeo está diretamente ligado à história do Luís, protagonista do meu livro

BBC Lê
O relato de mães brasileiras de crianças atacadas em Portugal: 'Atravessei um oceano pra dar vida melhor e me frustrei'

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 19:45


Mães fazem relatos de episódios de bullying que incluem dedos mutilados, fratura na clavícula e falta de amparo da escola e autoridades locais.

SBS Portuguese - SBS em Português
Choque em Portugal pelo massacre em Bondi: nota de pesar do presidente Marcelo aos australianos

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 1:56


Todos os principais noticiários nas rádios e televisões abriram com destaque sobre a matança na praia de Bondi, é comentado como está difícil onde quer que seja no mundo prevenir que atiradores radicalizados pratiquem terrorismo como aconteceu em Sydney e como tem acontecido em outros lugares do mundo.

Noticiário Nacional
17h Valores da habitação estão sobrevalorizados em Portugal

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 14:10


BBC Lê
O relato de mães brasileiras de crianças atacadas em Portugal: 'Atravessei um oceano pra dar vida melhor e me frustrei'

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 19:45


Mães fazem relatos de episódios de bullying que incluem dedos mutilados, fratura na clavícula e falta de amparo da escola e autoridades locais.

Ciência
Rede Lusófona para o Clima visa fortalecer cooperação climática entre países de língua portuguesa

Ciência

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 12:28


Foi oficialmente lançada em Novembro, à margem da COP30, a Rede Lusófona para o Clima, uma iniciativa conjunta da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, que pretende criar um espaço de cooperação entre países lusófonos na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A primeira fase da rede foca-se em África, mas a ambição é estender a acção a toda a lusofonia, incluindo Brasil e Timor-Leste.   De acordo com o comunicado de lançamento, a iniciativa assinala a criação de uma nova aliança destinada a fortalecer a cooperação climática entre os países de língua portuguesa. A Rede Lusófona para o Clima nasce com o propósito de promover a acção climática conjunta entre organizações da sociedade civil, jovens líderes, activistas e representantes comunitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de outros territórios lusófonos. O objectivo é reforçar a presença e a influência das vozes lusófonas nos processos globais de decisão sobre o clima, incentivando o diálogo, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções sustentáveis alicerçadas em laços culturais e linguísticos comuns. “Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?” foi o ponto de partida para o debate que contou com a participação de Miguel de Barros director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola e em representação das organizações fundadoras, Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), e José Luís Monteiro, da Oikos (Portugal). Miguel de Barros, director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), destacou a urgência da cooperação: “Esta iniciativa é muito importante se tomarmos em consideração que só no ano passado nós tivemos cerca de 18% da população africana em situação de pobreza climática. Isso significa mudanças estruturais no sistema produtivo, no acesso à terra, na segurança alimentar, mas também provoca uma incidência muito forte na migração juvenil das zonas rurais, atendendo às dificuldades de inserção na agricultura familiar. A ausência de modernização da agricultura familiar tem levado a uma certa reconfiguração do espaço das cidades, com maior concentração, sobretudo nas zonas urbanas.” O investigador guineense sublinhou ainda os desafios da erosão costeira, da salinização dos campos agrícolas e da falta de tecnologias adaptadas: “As fragilidades existentes fazem com que esta oportunidade de lançamento da rede nos permita trabalhar numa perspectiva de harmonização de políticas públicas, detecção da variabilidade climática e adaptação às transformações, promovendo simultaneamente a transição energética e a educação para o clima.” Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), a acção climática deve ser integrada e inclusiva: “Em Portugal temos de garantir que as políticas climáticas conseguem atingir os seus objectivos em termos de adaptação e mitigação. A responsabilidade é muito maior, porque somos um país desenvolvido, com excesso de emissões em vários sectores. Além disso, a CPLP é uma comunidade com uma elevada percentagem de áreas classificadas como Reserva da Biosfera, o que nos dá potencial para trabalhar nas várias linhas da biodiversidade, terrestre e oceânica.” Francisco Ferreira enfatizou ainda a importância do financiamento: “O financiamento deve ser uma prioridade. Temos apoiado Portugal, como ZERO, na negociação da dívida e na conversão da dívida em projectos climáticos em cada um dos países. É preciso que isso se expanda para além de Cabo Verde, que é o único institucionalizado. Já se falou em São Tomé e Príncipe, mas é necessário que haja financiamento de forma ampla, não apenas pelo sistema público, mas também pelo privado.” Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), abordou a vulnerabilidade de Moçambique aos fenómenos climáticos extremos: “Moçambique é um dos países mais afectados pelos eventos climáticos extremos, principalmente os ciclones, que acabam resultando em cheias e secas. Pelo menos dois ciclones afectam o país por ano, o que compromete a capacidade de resposta a este desafio. O país é extremamente vulnerável devido à forma como a terra é usada, à ocupação e às infra-estruturas. A maior parte da nossa população são crianças e jovens, e este grupo é particularmente afectado pelos eventos climáticos extremos. Um dos principais desafios na nossa participação nos espaços de debate climático é a língua, o que limita a nossa capacidade de intervenção.” Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola, descreveu a situação no seu país: “Províncias como Cunene, Huíla e Namibe enfrentam a pior seca dos últimos 40 anos, com consequências graves para a vida das populações. A actividade económica destas regiões depende da produção de gado em massa. Sem vegetação e água, o gado morre. Isto força as populações a abandonarem as zonas rurais, aumentando a pressão sobre Luanda, que foi projectada para 500.000 pessoas e hoje acolhe cerca de 9 milhões. Vemos com bons olhos o lançamento da Rede Lusófona, que permite agir em bloco e comunicar com maior clareza na nossa própria língua.” Miguel de Barros acrescentou, ainda, que a rede deve focar-se na justiça climática e apoio a grupos vulneráveis: “Numa primeira instância, a própria rede tem de ser capaz de trazer esse diálogo na forma como quer estar e quer se posicionar. E nesse campo há duas perspectivas que, para mim são essenciais: a questão da responsabilização dos países emissores e, ao mesmo tempo, uma abordagem para a justiça climática; outra questão, que para mim é estrutural, é que, por exemplo, no caso africano, mais de 64% da mão-de-obra na agricultura familiar depende das mulheres. E quando vamos olhar o impacto das mudanças climáticas dos últimos cinco anos, há uma projecção de perda de pelo menos de 34% da mão-de-obra na agricultura, afectando sobretudo as mulheres. Então, devemos olhar por uma perspectiva de como é que a rede traz uma abordagem sobre os grupos vulneráveis, em particular as mulheres, permitindo, por um lado, salvaguardar os grandes biomas, mas também toda a transição ecológica em termos de emprego, educação, profissionalização e criação de colectivos.” José Luís Monteiro, da Oikos, reforçou a dimensão prática do projecto: “A rede existe para produzir resultados concretos, não apenas declarações. Queremos apoiar projectos, formação e formas de dar escala ao trabalho das comunidades dos PALOP”.

Noticiário Nacional
1h Sismo em Portugal, com epicentro no distrito da Guarda

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 9:54


Expresso - Expresso da Manhã
Será o Natal um desastre ambiental? Portugal gasta muito dinheiro em roupa, desperdiça e não trata dos resíduos 

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 15:20


O gasto médio dos europeus em roupa é de 630 euros, mas em Portugal esse gasto chega aos 670 euros. A Europa consome em média 19 kg de têxteis, valor que sobe para os 22 kg quando se faz zoom ao nosso país. O pior de tudo é que continuamos muito atrasados no tratamento dos resíduos produzidos. Na última edição do Expresso, a jornalista Inês Loureiro Pinto escreveu sobre este desastre ambiental e é com ela que conversamos neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - Casa Comum
Greve geral em Portugal, Europa chocada com Trump

Renascença - Casa Comum

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 34:10


Os comentadores Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco antecipam a greve geral convocada pela CGTP e pela UGT, nas suas reivindicações e nos impactos políticos dos níveis de adesão dos trabalhadores. No plano europeu, o painel de comentadores junta-se ao eurodeputado Tânger Correia, eleito pelo CHEGA, para analisar o impacto para a Europa da Estratégia de Segurança Nacional Americana agora publicada.

Noticiário Nacional
7h Cada vez mais alunos estrangeiros em Portugal

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 14:42


E o vencedor é...
“Economia em Portugal é o sonho”. Para quem?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 25:05


A ponderação e “falta de confetis” de Castro Almeida sobre a economia portuguesa. E ainda, a gripe veio com a força que a saúde não tem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
Ep. 249 - EU defende casamento igualitário, 10 anos de adoção em Portugal, Violência Doméstica, Dia Mundial de Luta Contra a SIDA & Heated Rivalry + PLURIBUS

Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 36:28


Clube dos 52
Contra-Corrente. Porque acontecem tantos acidentes em Portugal? — Debate

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 94:00


Álcool, velocidade, idade dos condutores e dos veículos, mau estado das infra-estruturas e mau ensino da condução. São estas algumas das explicações para a dura realidade dos acidentes rodoviários?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Porque acontecem tantos acidentes em Portugal? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 94:00


Álcool, velocidade, idade dos condutores e dos veículos, mau estado das infra-estruturas e mau ensino da condução. São estas algumas das explicações para a dura realidade dos acidentes rodoviários?See omnystudio.com/listener for privacy information.

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Domingo 30 de novembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 52:21


Saber amazônico: ofício das tacacazeiras é reconhecido patrimônio cultural do Brasil. Falamos com fã do rock, André Rocha Pinto, sobre o fenômeno da banda portuguesa Hybrid Theory, de tributo ao Linkin Park. Especialistas da ANU e da UNSW analisam a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em Portugal, Ministério da Educação abriu inquérito sobre menino brasileiro que teve os dedos amputados na escola. Agrava situação em Guiné-Bissau após militares tomarem controle total do país.

Noticiário Nacional
22h Caso de tráfico de pessoas em Portugal envolve 17 suspeitos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 11:01


JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 17/11/2025

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 42:44


Confira na edição do Jornal da Record desta segunda (17): Hugo Motta confirma votação do projeto de lei Antifacção para esta terça (18). Governo do Rio anuncia ação para remover mais de 13 mil barricadas montadas por traficantes. No Rio Grande do Sul, polícia prende suspeitos de planejar atentados contra autoridades policiais e do Judiciário. Em Portugal, polícia investiga agressão a estudante brasileiro de 9 anos que teve dois dedos mutilados. Brasil tenta acordo e apresenta nesta terça a primeira versão do principal documento da COP30 para controle das mudanças climática

SBS Portuguese - SBS em Português
Programa ao vivo | Quarta-feira, 12 de novembro

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 55:10


O programa que foi ao ar ao vivo pela SBS 2 na Austrália nesta quarta-feira. O noticiário do dia. Entrevista da SBS em Português com o Ministro-Assistente para a Mudança Climática e Energia da Austrália, Tim Wilson, que está nem Belém para a COP. Em Portugal, a pesaquisa a mostrar diferença grande entre como os portugueses encaram a época da colonização em relação aos angolanos e caboverdianos. Também falaremos que Portugal foi distinguido pela ONU e OMS pelo trabalho pioneiro nas estratégias para combater a obesidade. Por fim, especialistas explicam que muitos recém-chegados à Austrália procuram relacionamentos pela necessidade instintiva de recuperar o sentido de pertença perdido com a mudança de país.

Noticiário Nacional
12h Investimento na saúde em Portugal é baixo

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 12:39


Explicador
Qual o impacto da Web Summit na inovação em Portugal?

Explicador

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 16:02


O ex-ministro da economia, Manuel Caldeira Cabral sublinha que a Web Summit transformou mentalidades, enquanto o deputado da IL, Mário Amorim Lopes acredita que Portugal ainda precisa de inovação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
14h Pneumonia mata em média 16 pessoas por dia em Portugal

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 13:40


Noticiário Nacional
12h MotoGP em Portugal: Marco Bezzecchi garante a "pole position"

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 10:37


Brasil-Mundo
Carioca se destaca em Portugal ao tocar guitarra portuguesa

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 5:01


Há nove anos morando em Portugal, Fernanda Maciel calcula que não passa de cinco o número de mulheres que tocam profissionalmente este tipo de guitarra no país. Considerado um dos símbolos da identidade musical portuguesa, o instrumento é essencial no acompanhamento dos fadistas. É ele que dialoga com a voz e ajuda a evocar as emoções dos fados. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Neta de um português nascido no arquipélago dos Açores, a carioca Fernanda Maciel, que também tem nacionalidade portuguesa, fez graduação em guitarra clássica na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ela conta à RFI que a primeira vez que ouviu fado foi pelo rádio, na casa dos pais. “Me interessei, pesquisei e fui achando que tinha muitas coisas parecidas com o choro, com a música brasileira. Comecei a achar [o fado] muito interessante”, explica. Fernanda lembra que, quando percebeu o som da guitarra portuguesa, se deu conta de que havia encontrado o instrumento da sua vida. “Eu me apaixonei pela guitarra”, diz. Uma tia da musicista, que costumava viajar com frequência para Portugal, ajudou a sobrinha a realizar o sonho levando uma guitarra portuguesa para ela no Brasil.  Ao falar sobre o instrumento de doze cordas, tocado com a mão direita, Fernanda destaca que a técnica utilizada é muito interessante [porque] “usamos o polegar e o indicador; não usamos os outros dedos, como no violão”. Neste tipo de guitarra, “a gente diz que tem um bocadinho da alma portuguesa”, completa. A mudança para Portugal Decidida a aprofundar os conhecimentos sobre fado, em 2016, Fernanda se mudou para Portugal. Na Universidade NOVA de Lisboa, ela iniciou o mestrado em Ciências Musicais e, no Museu do Fado, começou a ter aulas com António Parreira, um dos grandes mestres da guitarra portuguesa. Com ele, a aluna talentosa começou a frequentar casas de fado e associações culturais e comunitárias. “Qualquer lugar onde ele fosse tocar, ele me levava, porque eu precisava aprender o repertório. A gente tem que conhecer, sei lá, quinhentos, seiscentos, setecentos fados. Então, temos que reconhecer o repertório, saber tocar os fados em todos os tons e ter a facilidade de, quando a pessoa pedir o fado, a gente começar a tocar”, revela.   Fernanda Maciel já participou de importantes eventos. Em Lisboa, ela se apresentou, em 2019, na inauguração da Oficina da Guitarra Portuguesa, que pertence ao Museu do Fado, e em 2022, no Festival Santa Casa Alfama, dedicado ao famoso gênero musical português. Em 2020, participou, como solista, do 11º Festival Internacional de Guitarra Clássica de Calcutá, que teve sua edição online em decorrência da pandemia de Covid-19. A artista, que fez parte de dois projetos de fado compostos exclusivamente por mulheres (“As Mariquinhas” e “Amara Quartet”), também já levou sua guitarra portuguesa para Itália, França e Brasil. No ano passado, na Casa Portugal de São Paulo, ela e mais três músicos abriram o show da banda de rock brasileira IRA, no âmbito das comemorações dos 50 anos da Revolução dos Cravos. “O artista tem de ir aonde o povo está” Todos os domingos, Fernanda Maciel é presença constante numa conhecida casa de fados em Vila Nova de Gaia, cidade do distrito do Porto, mas tem tocado de norte a sul do país, principalmente, nas casas de fado, à noite. “Às vezes, temos espetáculos, que eu também faço, claro. Às vezes, nós temos noites de fado, que podem ser uma associação que quer angariar fundos para alguma coisa", diz. "Quando alguém quer fazer uma festa e nós somos contratados para cantar uns fados, nós vamos. Casamentos, às vezes, também vamos. O artista tem de ir aonde o povo está”, acrescenta. Quando questionada sobre o que sente ao tocar e viver em uma cultura que, teoricamente, não é dela, a artista responde: "Quando eu toco, sinto essa sensação de que pertenço a esse local.” O desafiar de uma tradição Em Portugal, ainda não existem estatísticas oficiais sobre o número de mulheres que tocam profissionalmente guitarra portuguesa, mas sabe-se que são poucas. Contando com ela, Fernanda calcula que não passam de cinco e lamenta o fato de o meio do fado e da guitarra portuguesa ainda ser predominantemente masculino. “Ainda há muito preconceito e é simplesmente estúpido”. Por outro lado, reflete, “é muito bom o fato de nós mulheres existirmos e resistirmos nesse meio”. Nos espaços mais conservadores, por exemplo, a sua presença ainda causa “estranhamento”. “Falam: ‘Ah, uma guitarrista? Ah, mulher?', descreve Fernanda com bom humor. Depois pensam: ‘Brasileira? O que ela está fazendo aqui? E como assim ela toca fado?'”, diz. Mas nos lugares onde se apresenta, ela também tem recebido muito apoio. Quanto ao que vem pela frente, Fernanda segue otimista. “Vejo um futuro mais interessante com a entrada de mais mulheres no mercado”, acredita a guitarrista. 

DW em Português para África | Deutsche Welle
5 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 19:28


MPLA cada vez menos tolerante a vozes críticas à liderança do partido, afirmam analistas. Vamos em direto até Luanda onde João Lourenço encontrou-se hoje com o Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier. Em Portugal, nova lei de estrangeiros torna mais difícil a vida dos imigrantes. E no futebol, termina esta noite a 4ª jornada da Liga dos Campeões.

The Dissenter
#1171 Ana Drago - Oportunidade ou Maldição: A indústria do turismo em Portugal

The Dissenter

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 80:43


******Support the channel******Patreon: https://www.patreon.com/thedissenterPayPal: paypal.me/thedissenterPayPal Subscription 3 Dollars: https://tinyurl.com/ybn6bg9lPayPal Subscription 5 Dollars: https://tinyurl.com/ycmr9gpzPayPal Subscription 10 Dollars: https://tinyurl.com/y9r3fc9mPayPal Subscription 20 Dollars: https://tinyurl.com/y95uvkao ******Follow me on******Website: https://www.thedissenter.net/The Dissenter Goodreads list: https://shorturl.at/7BMoBFacebook: https://www.facebook.com/thedissenteryt/Twitter: https://x.com/TheDissenterYT This show is sponsored by Enlites, Learning & Development done differently. Check the website here: http://enlites.com/ A Dra. Ana Drago é licenciada em Sociologia pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e doutorada em Estudos Urbanos pelo ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa e FCSH/Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação sobre a questão urbana na primeira década da democracia portuguesa. É atualmente investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Tem publicado sobre políticas urbanas e de habitação, participação e democracia na cidade. O seu livro mais recente, escrito juntamente com Mariana Mortágua, é Oportunidade ou Maldição: A indústria do turismo em Portugal. Neste episódio, focamo-nos no livro Oportunidade ou Maldição. Começamos por falar da relação entre turismo e nacionalismo. Discutimos o triângulo da economia portuguesa (banca, turismo e imobiliário), a expansão do turismo em Portugal, o pós-crise financeira de 2008 e o governo de Passos Coelho, o impacto de grandes eventos (como a Expo 98, o Euro 2004, as Jornadas da Juventude e o Web Summit). Falamos sobre a precariedade laboral no turismo, o seu impacto nas comunidades locais, na habitação e no ambiente, assim como o fenómeno do “overtourism”. Finalmente, discutimos a ética do turismo, potenciais restrições ao turismo, e se há excesso de turismo em Portugal.--A HUGE THANK YOU TO MY PATRONS/SUPPORTERS: PER HELGE LARSEN, JERRY MULLER, BERNARDO SEIXAS, ADAM KESSEL, MATTHEW WHITINGBIRD, ARNAUD WOLFF, TIM HOLLOSY, HENRIK AHLENIUS, ROBERT WINDHAGER, RUI INACIO, ZOOP, MARCO NEVES, COLIN HOLBROOK, PHIL KAVANAGH, SAMUEL ANDREEFF, FRANCIS FORDE, TIAGO NUNES, FERGAL CUSSEN, HAL HERZOG, NUNO MACHADO, JONATHAN LEIBRANT, JOÃO LINHARES, STANTON T, SAMUEL CORREA, ERIK HAINES, MARK SMITH, JOÃO EIRA, TOM HUMMEL, SARDUS FRANCE, DAVID SLOAN WILSON, YACILA DEZA-ARAUJO, ROMAIN ROCH, YANICK PUNTER, CHARLOTTE BLEASE, NICOLE BARBARO, ADAM HUNT, PAWEL OSTASZEWSKI, NELLEKE BAK, GUY MADISON, GARY G HELLMANN, SAIMA AFZAL, ADRIAN JAEGGI, PAULO TOLENTINO, JOÃO BARBOSA, JULIAN PRICE, HEDIN BRØNNER, FRANCA BORTOLOTTI, GABRIEL PONS CORTÈS, URSULA LITZCKE, SCOTT, ZACHARY FISH, TIM DUFFY, SUNNY SMITH, JON WISMAN, WILLIAM BUCKNER, LUKE GLOWACKI, GEORGIOS THEOPHANOUS, CHRIS WILLIAMSON, PETER WOLOSZYN, DAVID WILLIAMS, DIOGO COSTA, ALEX CHAU, CORALIE CHEVALLIER, BANGALORE ATHEISTS, LARRY D. LEE JR., OLD HERRINGBONE, MICHAEL BAILEY, DAN SPERBER, ROBERT GRESSIS, JEFF MCMAHAN, JAKE ZUEHL, MARK CAMPBELL, TOMAS DAUBNER, LUKE NISSEN, KIMBERLY JOHNSON, JESSICA NOWICKI, LINDA BRANDIN, VALENTIN STEINMANN, ALEXANDER HUBBARD, BR, JONAS HERTNER, URSULA GOODENOUGH, DAVID PINSOF, SEAN NELSON, MIKE LAVIGNE, JOS KNECHT, LUCY, MANVIR SINGH, PETRA WEIMANN, CAROLA FEEST, MAURO JÚNIOR, 航 豊川, TONY BARRETT, NIKOLAI VISHNEVSKY, STEVEN GANGESTAD, TED FARRIS, HUGO B., JAMES, JORDAN MANSFIELD, CHARLOTTE ALLEN, PETER STOYKO, DAVID TONNER, LEE BECK, PATRICK DALTON-HOLMES, NICK KRASNEY, RACHEL ZAK, DENNIS XAVIER, CHINMAYA BHAT, AND RHYS!A SPECIAL THANKS TO MY PRODUCERS, YZAR WEHBE, JIM FRANK, ŁUKASZ STAFINIAK, TOM VANEGDOM, BERNARD HUGUENEY, CURTIS DIXON, BENEDIKT MUELLER, THOMAS TRUMBLE, KATHRINE AND PATRICK TOBIN, JONCARLO MONTENEGRO, NICK GOLDEN, CHRISTINE GLASS, IGOR NIKIFOROVSKI, AND PER KRAULIS!ND TO MY EXECUTIVE PRODUCERS, MATTHEW LAVENDER,SERGIU CODREANU, AND GREGORY HASTINGS!

Noticiário Nacional
11h A imigração em Portugal caiu 2% em 2024 face ao mesmo período

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 10:09


MoneyBar
Poupar em Portugal: Mito ou Método?

MoneyBar

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 20:39


Será que é possível poupar em Portugal? Fará a literacia financeira alguma diferença? Neste episódio do podcast MoneyBar, e na semana em que se assinala o Dia Mundial da Poupança vamos olhar para os números e esclarecer se afinal é ou não possível aforrar. Inscreva-se na Masterclass “O Momento de Investir”: https://bit.ly/MomentodeInvestir  Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab  Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram  Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/  Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso  https://www.youtube.com/moneylabpt  Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/  Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

História de Imigrante
145. Aconteceu em Portugal

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 16:51


Quer garantir o caminho mais seguro pra imigrar para Portugal?