Podcasts about perante

  • 226PODCASTS
  • 418EPISODES
  • 23mAVG DURATION
  • 5WEEKLY NEW EPISODES
  • Jan 8, 2023LATEST

POPULARITY

20152016201720182019202020212022


Best podcasts about perante

Show all podcasts related to perante

Latest podcast episodes about perante

Emissão Especial
PAN. "Exaltados estamos perante este insulto”

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Jan 6, 2023 7:10


PAN quer ver o acordo que levou à saída de Alexandra Reis da TAP. Com Medina a subir o tom deixa outra questão: Se conhecias as razões porque não cuidou de perguntar como?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja Presbiteriana do Pq. Selecta
Hebreus 4.14-16 | Perante o trono da graça

Igreja Presbiteriana do Pq. Selecta

Play Episode Listen Later Dec 26, 2022 42:18


Rev. Timóteo Klein Cardoso

Convidado
São Tomé e Príncipe: “Há uma tentação visível de mãos de políticos" na Justiça e Forças Armadas

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 15, 2022 9:12


Para Gabriel Costa é preciso encontrar-se “quem é que deu ordens” para os acontecimentos de 25 de Novembro, que tiraram a vida a quatro pessoas. O antigo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, apesar de a legislação prever militares e justiça “apartidários", há “uma tentação visível de mãos de políticos nessas instituições.” Gabriel Costa, é ex-bastonário da Ordem dos Advogados, foi primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, há 20 anos, em 2002, e depois entre 2012 e 2014.  Como é que analisa estes excessos demonstrados pelos militares são-tomenses? “Como todos sabem a vítima Arlécio Costa é meu sobrinho e é muito difícil pedir-se a alguém que tinha um tal vínculo, ainda que não tivesse, que não exprimisse a sua revolta relativamente à forma bárbara, à forma desumana como as pessoas foram liquidadas num Estado de direito. Isto é inadmissível. É necessário que essa questão seja escalpelizada até à exaustão para que se saiba, exactamente, o que se passou. Eu próprio já estive preso no quartel do Morro, refiro-me ao golpe de Estado de 1995, contra o presidente Miguel Trovoada, de quem era o director de gabinete. Já desde aquela altura nós tínhamos tomado todas as medidas para permitir que as instituições democráticas funcionassem, que sobretudo os militares estivessem perfeitamente submetidos ao poder político. Que não houvesse políticos aliciando militares, ou tendo interferência, ou interagindo com eles. Que tivéssemos uma sociedade castrense digna de um Estado de direito democrático. Infelizmente, para o mal dos nossos pecados, não é o que se tem verificado ao longo desses anos todos. É preciso reconciliar-se a nação com ela própria. Isso não se faz com cosméticos, nem com declarações, às vezes, um pouco irresponsáveis. Até parece que não se tem a dimensão da gravidade.  Não está em causa a legitimidade das pessoas. Nós temos legitimidade fresca saída das urnas. Uma coisa é ter-se legitimidade, outra coisa é estar-se perante um horror, perante um crime de tamanha dimensão, que é preciso que isso tudo fique convenientemente esclarecido." O antigo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, Olinto Paquete, até ao momento foi o único que assumiu a responsabilidade pelo sucedido. Foi o único que pediu a demissão. É suficiente? "Não, naturalmente que não é suficiente, a culpa não pode morrer solteira e se nós quisermos efectivamente resolver essa questão, para o futuro, para que nós possamos estar em paz, é preciso que as pessoas assumam na plenitude as suas responsabilidades nesta matéria.  É uma cadeia de mando. Ele diz que foi traído e fez uma declaração ao país a dizer que um dos mortos, Arlécio Costa, encontrou a morte ao tentar saltar da carrinha, horas depois caem as imagens e vê-se que Arlécio Costa não tentou saltar da carrinha coisa alguma. Quem lhe disse isso, deu-lhe uma informação errada, deliberadamente errada, porque quis forjar efectivamente essa situação. Não é preciso ser-se um perito em matéria de investigação para se chegar a esta conclusão. Quem é que deu ordem?  Quem deu ordem para que do quartel das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe saísse um pelotão, dois pelotões, para efectuar as detenções desses cidadãos nas suas casas? Não houve uma declaração de estado de emergência ou de estado de sítio. Eles foram a casa das pessoas, efectuar detenções, violando o domicílio das pessoas, levaram-nas para o quartel e espancaram-nas até à morte de uma forma bárbara.  É preciso encontrar-se, perceber quem é que deu ordens para se fazer uma coisa para tamanha aberração dessas, independentemente da responsabilidade que pudesse haver de um eventual hipotético golpe de estado. Com alguma alguma dignidade, o Chefe de Estado-Maior, veio demitir-se das suas funções, pediu desculpas à nação e disse que foi enganado.  É grave, é suficientemente grave. Não percebo como é que, quem tem responsabilidades acrescidas a nível deste Estado, não se tem apercebido da gravidade de uma tal situação.” Há um problema com as forças armadas são-tomenses? “Gostaria de dizer, vale-me a minha experiência como Primeiro-Ministro do país, se tivesse no lugar das pessoas que hoje têm as rédeas do país, eu teria agido de outra forma para o bem da República, para a imagem de São Tomé e Príncipe.  Ninguém está acima da lei. A juíza de instrução está investida de poderes e esses poderes não podem ser de maneira nenhuma adulterados, seja quem for. O estado de direito não se compadece com esse tipo de coisa.  Portanto, há uma juíza em funções que tomou uma decisão que deve ser acatada. A juíza decretou a prisão preventiva de algumas pessoas, de militares, e pura e simplesmente a decisão da juíza não foi acatada. Perante isto ‘quid juris' [qual é o direito]? Quem tem poderes para fazer com que as decisões sejam acatadas da República Democrática de São Tomé e Príncipe? Estamos a caminhar para uma zona do não-direito E as pessoas que estão investidas de poder, tinham a obrigação de fazer cessar imediatamente essa situação de desobediência. O apelo que se deve fazer, às entidades com responsabilidades acrescidas é de fazer com que os militares estejam plena e efectivamente submetidos ao poder político. Os militares, as altas patentes que não se revêem nesse comportamento, devem-se distanciar deles.  As Forças Armadas merecem o respeito da nossa população e esses actos inqualificáveis não se podem confundir com as nossas forças armadas. É preocupante a todos os títulos, nós não somos cegos nenhuns, nós estamos a ver a forma como naturalmente as coisas se têm processado: houve nomeações de pessoas que eventualmente seriam suspeitas da prática de alguns actos. Que mensagem é que se quer passar?  Não é um incidente de percurso. É um atentado grave às liberdades, direitos e garantias.” Se é um atentado grave aos direitos, liberdades e garantias porque é que ainda não há pessoas detidas do grupo de pessoas que torturaram até à morte? “É incompreensível, isso é incompreensível. Nós não podemos estar, de facto, numa espécie de comédia a representar. Há notícias de crimes graves que foram cometidos, há indícios de quais possam ser os seus autores. Do que é que está à espera? Do que é que estão à espera os detentores da acção penal para poderem agir em conformidade com a lei? Se não estiverem em condições porque são coagidas, por uma razão ou outra, que se demitam.  Não é aceitável, compaginável com o estado de direito democrático, com as funções que são as destes órgãos de continuar a assistir, impávida e serenamente, ao desrespeito a constituição e as demais leis da república.” Há eventualmente uma politização dos militares e uma politização da justiça em São Tomé Príncipe? “Talvez, não iria por essa via. Apesar dos princípios que estão consignados nas leis da república sobre a existência de umas forças armadas apartidárias e de tribunais independentes há uma tentação grande, visível de mãos de políticos nessas instituições.  Há uma situação promíscua e vai ver que se o processo desenrolar normalmente, vamos encontrar as conexões.” Eventualmente estes acontecimentos de 25 de Novembro mostram que há uma necessidade de reforma das Forças Armadas? “É óbvio. Temos problemas mal sarados. Temos vários episódios que já atestaram alguma fragilidade das nossas Forças Armadas. Só que nós fomos metendo cosméticos, resolvendo pequenos problemas ora porque eram problemas de reivindicação salarial, problemas de organização, de formação… as coisas foram evoluindo e hoje o problema não está resolvido. O problema está ‘inteirinho' e se não houver da parte dos poderes constituídos, das pessoas com competências com responsabilidades acrescidas, a vontade séria de forma a que se coloque as forças armadas fora do abrigo da influência dos poderes políticos, vamos voltar a ter outra vez situações de instabilidade e situações horrorosas como nós acabámos de assistir.”

Matraquilhos - Um Podcast de Futebol
Futebolítico #5 - A Batalha de Santiago

Matraquilhos - Um Podcast de Futebol

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 4:59


Chile era o anfitrião e queria defender a sua reputação, a Itália tinha o sangue latino a correr no sangue e não estava ali para ficar a ver jogar. Perante a impotência de Ken Aston, a agressividade subiu de tom acompanhando as polémicas dos dias anteriores. O árbitro britânico acabou por ser o criador dos amarelos e vermelhos no futebol.

Grupo Espírita Léon Denis - GELD
Café com Espiritismo #1108: Perante os outros - Melissa dos Santos

Grupo Espírita Léon Denis - GELD

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 7:40


Olá, pessoal!! Café com Espiritismo - Episódio #1108 Mensagem de hoje: Perante os outros Livro: Sinal Verde Autor: André Luiz Médium: Chico Xavier Trilha sonora: Pablo Barcelos Comentários: Melissa dos Santos Quer receber o podcast em primeira mão? - Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/HsOBcXcCd43GTaoBpW5Efg - Telegram: t.me/cafecomespiritismo - Spotify: spoti.fi/36Pt1WV - YouTube: https://bit.ly/3xKr4aM - Coffee n' Spiritism (English): https://bit.ly/3xMLyj7 - Café con Espiritismo (Español): https://bit.ly/3wYn86w - Café avec Spiritisme (Français): https://bit.ly/35MvXUL NOTA IMPORTANTE: Nenhum membro da equipe do Café com Espiritismo entrará em contato com qualquer participante dos grupos de WhatsApp e/ou Telegram. Se você recebeu alguma mensagem, encaminhe aos ADMINISTRADORES DO GRUPO para averiguarmos o que pode ser feito. Gostou? Esse e outros projetos do Grupo Espírita Léon Denis de Uberlândia você encontra em: https://www.geld.org.br E nos ajude a compartilhar e convide seus amigos pro nosso grupo.

Malhete Podcast
O COMPROMISSO DO MAÇOM PERANTE A SOCIEDADE

Malhete Podcast

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 12:43


por Roberto Bertelli O médico precisa saber o que é medicina, o advogado, o que é Direito. Assim, também, o Maçom precisa saber o que é Maçonaria. Se um bombeiro socorrista não consegue salvar um acidentado sem saber as técnicas necessárias, como um Maçom poderá ajudar a sociedade sem conhecimento maçônico para tal? O Maçom, ao ser iniciado nessa condição, tem o dever de buscar conhecimento maçônico, utilizando-o para seu aperfeiçoamento moral. Entretanto, mais do que apenas aprender, deverá ele aplicar tais princípios em seu dia a dia, a fim de promover o bem-estar da humanidade. Para isso, o Maçom deve, sobretudo, entender o que é Maçonaria e qual o seu propósito. Mas, afinal, qual o conceito de Maçonaria? O site do ICP (Instituto Cristão de Pesquisas), em um texto intitulado “Maçonaria e Religião”, traz a informação de que dois pesquisadores escreveram para cinquenta Grandes Lojas dos Estados Unidos com a seguinte pergunta: Enquanto líder maçônico oficial, que livros e autores V.Sa. recomenda como tendo autoridade com relação ao tema maçonaria? Os pesquisadores receberam a resposta de vinte e cinco Grandes Lojas. Em primeiro lugar ficou Henry Wilson Coil, sua obra “Coil's Masonic Encyclopedia – Enciclopédia Maçônica de Coil” Segundo a Enciclopédia Maçônica de Coil, o conceito de Maçonaria é: A Maçonaria é uma ordem fraternal de homens ligados por juramento; decorrente da fraternidade medieval de maçons operativos, aderindo a muitas de suas antigas regras, leis, costumes e lendas, leais ao governo civil em que ela existe; que inculca as virtudes morais e sociais pela aplicação simbólica dos instrumentos de trabalho dos pedreiros e por alegorias, palestras e obrigações; cujos membros são obrigados a respeitar os princípios de amor fraternal, igualdade, ajuda mútua e assistência, sigilo e confiança; têm modos secretos de reconhecimento de para com outro, como maçons, quando viajando pelo mundo, e se encontram em Lojas, cada uma governada autocraticamente por um Mestre, assistido por Vigilantes, onde peticionários, após investigação particular em suas qualificações mentais, morais e físicas, são formalmente admitidos na Sociedade em cerimônias secretas baseadas em parte em velhas lendas da Arte Maçônica. Nesse ponto, temos o dever de dizer que a fonte da tradução acima é o trabalho do Ir. Kennyo Ismail (referência ao final), pois o acesso a essa enciclopédia é muito difícil, visto que não há sequer edição traduzida para o português, tampouco é vendida nas livrarias brasileiras. A versão original chega a custar mais de mil reais em sites dos EUA. Analisando o conceito acima, podemos destrinchar da seguinte forma: A palavra "Maçonaria" é formada, em parte, pelo sufixo -aria, que designa uma ideia de "oficina". Denota coletividade em torno de uma atividade laboral. Já o termo "Ordem" designa uma associação em que seus membros prestam obediência a determinadas regras. O significado de "Fraternidade" é uma forma de organização de pessoas que visa à responsabilidade de cada indivíduo não apenas com seu próprio bem mas, sobretudo, com o bem comum em relação aos demais indivíduos. Com relação à "Virtude Moral", filosoficamente, mais precisamente pelo conceito de Aristóteles, tal virtude surge a partir de bons hábitos adotados pelo indivíduo, que o torna capaz de praticar atos justos. Já "Virtude Social", segundo Charles Pinot Duclós, escritor francês e membro da Royal Society de Londres, é tolerar nos outros o que devemos proibir a nós mesmos. Claro que não estamos diante de tolerância de ilegalidades. Podemos entender o conceito de virtude social de Charles Duclós por meio da explicação do Doutor em Ciência Política da USP Lucas Petroni, em seu artigo publicado na Revista Brasileira de Ciência Política da UnB, em que resume ser a tolerância a autorrestrição pessoal contra a tentação de nos valermos da coerção coletiva para fazer da sociedade um reflexo direto de nossas concepções de bem. Ainda na Enciclopédia Maçôni --- Send in a voice message: https://anchor.fm/malhete-podcast/message

A História do Dia
Este é o Mundial de Futebol da vergonha?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 21:06


Será o mundial de futebol mais controverso de sempre. Perante um coro de críticas a bola começa a rolar este domingo num relvado no deserto. Bruno Roseiro, editor de Desporto, é o nosso convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aviva Nossos Coracões
Estenda-o perante Deus

Aviva Nossos Coracões

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 1:27


Nancy: A vida tem um jeito de nos surpreender. Mulher: Minha mãe acabou de ir morar...

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Entidade da Transparência avança mesmo?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Nov 9, 2022 4:10


Há três anos que há um palacete, mas obras ainda não começaram. Perante tanta pressão, entidade criada para fiscalizar património e rendimento dos políticos vai para instalações provisórias. É desta?See omnystudio.com/listener for privacy information.

WW – William Waack
O papel de Bolsonaro perante as manifestações pelo país

WW – William Waack

Play Episode Listen Later Nov 2, 2022 38:33


Nesta edição, o WW analisa o papel do presidente Jair Bolsonaro (PL) perante as manifestações de caminhoneiros pelo país. Durante toda a terça-feira (1°), centenas de bloqueios interromperam o trânsito, inclusive, de pacientes, cargas médicas e de caminhões com alimentos. Autoridades autorizaram o uso de força policial. Em seu primeiro pronunciamento após a derrota, Bolsonaro agradeceu aos votos e disse que respeita a Constituição, mesmo sem citar o nome de Lula (PT). Sobre os movimentos, afirmou que manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas que não podem impedir o direito de ir e vir. O futuro de Bolsonaro como um líder de direita e a transição de governo, liderada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e pelo chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), também são temas da roda de análise com Caio Junqueira, Raquel Landim e com o cientista político, Creomar de Souza.

CNN Poder
O papel de Bolsonaro perante as manifestações pelo país

CNN Poder

Play Episode Listen Later Nov 2, 2022 38:33


Nesta edição, o WW analisa o papel do presidente Jair Bolsonaro (PL) perante as manifestações de caminhoneiros pelo país. Durante toda a terça-feira (1°), centenas de bloqueios interromperam o trânsito, inclusive, de pacientes, cargas médicas e de caminhões com alimentos. Autoridades autorizaram o uso de força policial. Em seu primeiro pronunciamento após a derrota, Bolsonaro agradeceu aos votos e disse que respeita a Constituição, mesmo sem citar o nome de Lula (PT). Sobre os movimentos, afirmou que manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas que não podem impedir o direito de ir e vir. O futuro de Bolsonaro como um líder de direita e a transição de governo, liderada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e pelo chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), também são temas da roda de análise com Caio Junqueira, Raquel Landim e com o cientista político, Creomar de Souza.

ESPAÇO DO EVANGELHO
Perante a dor. #407

ESPAÇO DO EVANGELHO

Play Episode Listen Later Oct 30, 2022 15:02


Expositora Sandra Souza Preces Sueli Pitta

Poder Público
Passo a passo, o regresso de Passos Coelho

Poder Público

Play Episode Listen Later Oct 20, 2022 27:59


Nesta quinta-feira, Helena Pereira, Leonete Botelho, São José Almeida e Sónia Sapage analisam os destaques de uma semana política em que se multiplicaram os apelos para que Pedro Passos Coelho regresse à vida política. Em que cargo?Neste fim-de-semana, houve manifestações da CGTP em Lisboa e no Porto. A Frente Comum vai avançar com greve geral a 18 de Novembro.Em entrevista ao PÚBLICO/Renascença, a secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, declarou que o acordo de concertação social “contém um conjunto de medidas que foram cedências às confederações patronais para conseguir que o acordo fosse assinado por elas” e que “pouco ou nada” de positivo houve para os trabalhadores.Perante a perda de poder de compra de uma grande parte dos trabalhadores, será que a contestação se vai sentir nos próximos meses?Siga o podcast Poder Público no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts.Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts.

Foca na Palavra
Pode algum mortal ser inocente e valioso como ouro perante Deus?(Livro de Jó Capítulo 25)

Foca na Palavra

Play Episode Listen Later Oct 15, 2022 1:04


O livro de JÓ está no antigo testamento, conta a história de um homem extremamente próspero em todos os sentidos que viveu no oriente médio. O livro apresenta falas de Deus, do diabo, e de pessoas, entre elas o próprio Jó, sua mulher e 4 homens que se reuniram para oferecer conselhos e opiniões (Ao Jó e surpreendentemente A NÓS, milhares de anos depois). O segundo amigo de Jó volta a declarar: Deus é poderoso e temível; ele impõe a paz nos céus. Quem pode contar seu exército celestial? sua luz brilha sobre toda a terra! Pode algum ser humano mortal ser inocente e valioso como ouro perante Deus? Deus é mais glorioso que a lua; brilha mais que as estrelas. Comparados a ele, somos larvas; nós, mortais, não passamos de vermes. (Livro de Jó Capítulos 25)

Porque Sim Não é Resposta
O que fazer perante uma "birra"?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 11:07


Devemos ralhar, tentar compreender ou ignorar? Nesta edição respondemos a um ouvinte e falamos das famosas "birras", que deixam tantos pais sem saber como reagir. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Padre Luiz Fernando Cintra
Gosto ou preciso?

Padre Luiz Fernando Cintra

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 2:01


Perante certos gastos ou desejos é bom formular-se essa pergunta.

Gíria da Bola
Futebol Casual #11 - Benfica impõe-se perante constelação francesa!

Gíria da Bola

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 45:39


Numa semana europeia intensa, Jáo Pedro modera uma conversa que tem Cláudia Azevedo e Gabriel Chumbinho como restantes intervenientes. Depois de mais um empate frente ao PSG desta vez em Le Parc des Princes, o painel reage à performance do Benfica na dupla jornada europeia. Para além disso, os adversários de FC Porto e Sporting são também analisados numa conversa casual que se revela entusiasmante.

JE Notícias
“Nova atitude da TAP perante os gastos terá de abranger também os pilotos”, desafia SPAC | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Oct 6, 2022 1:03


Sindicato dos Pilotos diz que “enquanto uns têm cortes brutais no seus vencimentos” e ainda há “processos de despedimento em curso”, renova-se o parque automóvel dos cargos de direção “com 79 viaturas”.

Mensagens do Meeting Point

Devocional Evangelho de João Leitura Bíblica Então Pilatos mandou prender e açoitar Jesus. Os soldados entrelaçaram uma coroa de espinhos que puseram na cabeça de Jesus. Depois colocaram-lhe aos ombros um manto vermelho . Aproximavam-se e faziam pouco dele: «Viva o rei dos judeus!» E davam-lhe bofetadas. Uma vez mais, Pilatos saiu do palácio e foi dizer aos judeus: «Eu vou trazê-lo cá fora, para que saibam que não encontro nenhuma razão para o mandar matar.» Quando Jesus saiu do palácio, trazia a coroa de espinhos na cabeça e o manto vermelho pelos ombros. Pilatos disse aos judeus: «Aqui está o homem!» Quando os chefes dos sacerdotes e os guardas do templo o viram, começaram a gritar: «Crucifica-o! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Levem-no e crucifiquem-no vocês. Eu não encontro nenhuma razão para o condenar.» Os judeus responderam-lhe: «Nós temos uma lei , e segundo essa lei ele deve morrer, porque afirmou que era o Filho de Deus .» Quando Pilatos ouviu estas palavras, ficou ainda com mais medo. Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: «Donde és tu?» Mas Jesus não respondeu. Admirado, Pilatos insistiu: «Não me falas? Não sabes que tenho autoridade para te soltar ou para te mandar crucificar?» Respondeu-lhe Jesus: «Não terias qualquer autoridade contra mim, se não te tivesse sido dada do alto. Por isso mesmo, quem me entregou a ti tem mais culpa diante de Deus do que tu.» Por causa destas palavras, Pilatos procurava todas as maneiras de o pôr em liberdade. Mas os judeus gritavam: «Se dás a liberdade a esse homem, não és amigo do imperador , pois todo aquele que se faz rei, é inimigo do imperador.» Pilatos, ao ouvir isto, levou Jesus para fora do palácio e sentou-o na cadeira de juiz, num lugar pavimentado com pedras e que por isso se chama em hebraico Gabatá. Era o dia da Preparação da Páscoa , por volta do meio-dia . Pilatos disse aos judeus: «Aqui está o vosso rei!» Mas eles gritaram: «Fora com ele! Fora com ele! Crucifica-o!» Pilatos tornou a questioná-los: «Então hei de crucificar o vosso rei?» Desta vez os chefes dos sacerdotes responderam-lhe: «Nós não temos outro rei a não ser o imperador!» Por fim, Pilatos entregou-lhes Jesus para ser crucificado. Eles levaram Jesus.João 19.1-16 in Bíblia para Todos Devocional Há quem ceda a pressões externas para não se posicionar face a Jesus. Contudo, a verdadeira tensão dá-se no íntimo de cada um. Ao agredir Jesus, e quantas vezes isso acontece ao maltratarmos os “pequeninos” à nossa volta, não estamos mais do que a ferir-nos a nós mesmos. O ónus da ridicularização à Sua Pessoa recai sobre a nossa consciência. As marcas das bofetadas que Lhe damos tornam-se visíveis na nossa alma. Agita-se-nos a consciência, pois no fundo não encontramos nada com que O acusar. A única coisa que Se Lhe pode atirar em rosto é ter dito Ser a cara do Pai. E na verdade demonstrou-O em forma de amor perfeito, ficando em silêncio perante o chorrilho de ódio. Aliás, é a Sua paz sobrenatural que intriga tanta gente no decorrer dos séculos, suscitando ainda hoje curiosidade sobre a Sua origem. É Divina, claro está. Sim, só Aquele que é Um com o Pai poderia ficar profundamente sereno diante da maldade terrena. Só mesmo Jesus para, sob terrível tensão, salientar que nenhuma entidade humana teria a autoridade para Lhe fazer o que quer que fosse se Deus não o permitisse. Perante isto, em vez de se procurar de todas as maneiras e mais alguma condicionar a Sua missão, cabe a cada pessoa afirmá-Lo como seu Rei pessoal. Ai de nós permitir que outro que não Ele impere no nosso coração!  – Jónatas Figueiredo

MoneyBar
#163 - O que fazer aos investimentos num cenário de incerteza?

MoneyBar

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 28:02


No horizonte, a incerteza sobre as poupanças e investimentos é elevada. A inflação atinge recordes, as bolsas acumulam quedas, os juros continuam a subir. Perante este cenário, o que devem os investidores fazer às suas poupanças e investimentos?  No mais recente episódio do podcast MoneyBar partilhamos as melhores práticas em termos de planeamento financeiro e gestão de investimentos. Além disso, explicamos como poderão os aforradores proteger melhor as suas poupanças, no atual contexto económico.  Este episódio insere-se no âmbito da Semana Mundial do Investidor 2022 [World Investor Week 2022], uma iniciativa global criada pela IOSCO, e promovida, em Portugal, pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), e conta com o apoio da Euronext e da APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios).   Consultório MoneyLab (Questões): https://bit.ly/Consultorio_MoneyLab  Lista de Espera do curso "Do Z€ro à Liberdade Financeira 2.0": https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso  Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab    Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram  Redes Sociais Instagram: www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: www.facebook.com/barbarabarrosoblog/    Subscreva os canais de Youtube: - www.youtube.com/barbarabarroso  - www.youtube.com/moneylabpt    Para falar sobre eventos, programas e formação: http://www.moneylab.pt/    Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

Hoje na História - Opera Mundi
04 de outubro de 1945 - chefe do governo colaboracionista de Vichy é julgado na França

Hoje na História - Opera Mundi

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 5:55


No dia 4 de outubro de 1945, foi iniciado o julgamento do ex-vice-presidente do governo de Vichy, Pierre Laval. Perante a alta corte, ele teve de explicar seu papel durante a colaboração com o nazismo e sua aliança com o regime de Hitler. Veja a matéria completa em: https://operamundi.uol.com.br/hoje-na-historia/15690/hoje-na-historia-1945-chefe-do-governo-colaboracionista-de-vichy-e-julgado-na-franca----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instancia Editorial Ltda.). Desde já agradecemos!Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★

Adventistas Jardim dos Ipês
Atos dos Apóstolos

Adventistas Jardim dos Ipês

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 11:16


Eles viram Jesus ressuscitado. Viram Cristo ascender ao Céu. Agora que estavam sozinhos, reuniram-se para orar. Foram batizados pela presença poderosa do Espírito Santo. Saíram pelo mundo anunciando Cristo. Eles foram instrumentos de Deus para a operação de milagres, curas, profecias e ressurreição de mortos. Muitos deram sua vida pela causa. Em uma geração, o mundo todo soube quem era o Salvador. Em Atos dos Apóstolos, acompanhe a saga de pessoas que não eram impecáveis nem perfeitas, mas eram completamente comprometidas com Jesus e Sua mensagem. Inspire-se no exemplo delas, porque Deus quer fazer grandes coisas por meio de você também! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/adventistasjardimdosipes/message

Convidado
Guerra na Ucrânia: "Putin vê actualmente a sua liderança pessoal mais pressionada e ameaçada"

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 30, 2022 6:52


O conflito na Ucrânia transpõe hoje um novo patamar com Vladimir Putin a proclamar, em nome do "direito à autodeterminação dos povos", a anexação de Donetsk, Lugansk, Zaporijia e Kherson, 4 regiões situadas no leste e sul da Ucrânia, ao cabo de referendos qualificados de "fantochada" por Kiev e pelos seus aliados ocidentais. A coincidir com esta proclamação, reúne-se hoje o Conselho de Segurança da ONU para discutir sobre uma resolução condenando os "referendos" organizados nas províncias ocupadas pela Rússia, o voto deste texto não deixando contudo margem para ilusões, dado que a Rússia tem sempre usado o seu direito de veto nesta matéria. Perante esta forte probabilidade, os Estados Unidos não excluem a hipótese de se organizar uma reunião da Assembleia Geral da ONU com o objectivo de "enviar uma mensagem sem ambiguidade a Moscovo". Em linha de mira está nomeadamente a China que, até agora, se tem declarado oficialmente "neutra", muito embora tenha em paralelo enaltecido a "amizade sem limites" com a Rússia. Uma relação privilegiada que não impediu Pequim de apelar esta semana ao "respeito da integridade territorial de todos os países" e a "um cessar-fogo pelo diálogo", depois de a Rússia agitar novamente a ameaça da utilização da arma nuclear. Relativamente a este momento do conflito, Sandra Fernandes, professora especialista da Rússia ligada à Universidade do Minho, observa sobretudo que as anexações de territórios ucranianos por Putin acontecem num momento em que ele está a conhecer dificuldades na frente militar mas igualmente na frente política interna. RFI: O que traduz a proclamação das anexações de Donetsk, Lugansk, Zaporijia e Kherson por Putin, a seu ver? Sandra Fernandes: Era algo que já estava a ser anunciado, foi posto em prática e neste momento de viragem do conflito, penso que é sobretudo uma tentativa de manobra sobretudo interna, porque neste momento Putin está a perder uma guerra face aos seus objectivos iniciais. Isto está-lhe a trazer problemas relativamente aos seus apoios, a nível da sua liderança, nomeadamente junto dos ultranacionalistas que partilham de uma visão muito extrema sobre aquilo que deve ser o destino da Ucrânia. Portanto, com estas anexações, podemos ao mesmo tempo perceber que é uma espécie de tentativa de "salvar a face" e de dar alguma aparência de avanços na conquista da Ucrânia e, por outro lado, talvez lhe permita reduzir os seus objectivos estratégicos nomeadamente, por exemplo, na região de Donetsk. Este passo, penso eu, vai-lhe permitir redireccionar no sentido de uma escala menor um conflito que ele está neste momento a perder. RFI: No momento em que ele está a concretizar, pelo menos no papel, a anexação desses territórios, Putin também agita a ameaça nuclear. É para levar a sério? Sandra Fernandes: A ameaça nuclear é algo que considerávamos completamente impossível e agora deixou de ser impossível. Ou seja, nas circunstâncias actuais em que um líder com as características de Putin, com uma liderança muito pressionada e ameaçada devido ao desaire desta guerra para a Rússia, traz-nos a questão da imprevisibilidade de um líder com uma visão do mundo e um perfil psicológico algo deformada, uma visão do mundo obsessiva face àquilo que é o valor da Ucrânia para o interesse nacional russo e, portanto, embora continue a ser improvável, não é de todo impossível. RFI: Hoje, o Conselho de Segurança da ONU vai debruçar-se sobre a questão da Ucrânia e nomeadamente essas anexações. Até que ponto é que isto vai ter algum impacto? Sandra Fernandes: O Conselho de Segurança das Nações Unidas é um órgão que está paralisado, uma vez que depende da unanimidade dos votos dos cinco membros permanentes (França, Estados Unidos, Reino Unido, China e Rússia). Portanto, será com certeza um momento em que as potências que estão do lado da Ucrânia vão condenar novamente a Rússia, mas isso não terá efeitos práticos nenhuns. Será interessante perceber como é que a China vai discursar face a esta questão. A China está aqui num jogo de equilíbrio entre o Ocidente e a Rússia. RFI: Não está excluída a hipótese de haver uma reunião do plenário e, efectivamente, cada um ter que se posicionar relativamente a este conflito. Há uns meses já houve um voto desta natureza. Julga que o voto pode mudar relativamente à Rússia, nomeadamente o voto da China e da Índia que até agora se mostravam "neutras"? Sandra Fernandes: Pode haver aqui alguns ajustamentos pelo menos na retórica. Aí, eu penso que será interessante perceber que tipo de ajustamentos, que leitura é que estes países fazem do momento actual. Teremos que aguardar pela manifestação desses ajustamentos. RFI: Isto também sucede numa altura em que se registaram explosões nos gasodutos Nordstream 1 e 2. Há suspeita de sabotagem. A Rússia diz que são os Estados Unidos. A Europa diz que é a Rússia. Quem é que tem mais a ganhar com esta possível sabotagem? Sandra Fernandes: Julgo que a sabotagem poderá ter algum objectivo dentro da guerra híbrida que a Rússia conduz contra o Ocidente já antes desta guerra porque é no sentido de criar um impacto, uma percepção nas opiniões públicas. Mas penso que o essencial a reter sobre os dois gasodutos Nordstream é que eles estão condenados a prazo. Esta guerra traz uma reorientação drástica quanto aquilo que é a visão europeia sobre o seu mercado energético e sobre as suas relações energéticas, uma vez que se procura cortar a relação com a Rússia nesta senda. Portanto, penso que neste momento, estes acontecimentos criam mais ruído ou distracção face àquilo que é o essencial nesta guerra. RFI: E Precisamente, o que é necessário reter neste momento do conflito? Sandra Fernandes: O que é preciso reter é que Putin falhou os seus objectivos iniciais. Claramente a sua capacidade bélica e a sua acção no terreno têm sido caóticas. Há claros problemas de comando e de coordenação nas Forças Armadas russas e não há uma opinião pública realmente favorável à guerra. Putin vê actualmente a sua liderança pessoal mais pressionada e mais ameaçada.

DEUS AMA EM VOCÊ!
Sê um anjo do Senhor!

DEUS AMA EM VOCÊ!

Play Episode Listen Later Sep 29, 2022 2:35


Primeira Leitura: Daniel 7,9-10.13-14 Leitura da profecia de Daniel – 9Eu continuava olhando, até que foram colocados uns tronos, e um ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como lã pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal, e os livros foram abertos. 13Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá. – Palavra do Senhor. Leitura opcional: Apocalipse 12,7-12a. Salmo Responsorial: 137(138) Perante os vossos anjos, vou cantar-vos, ó Senhor! 1. Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, / porque ouvistes as palavras dos meus lábios! / Perante os vossos anjos vou cantar-vos / e ante o vosso templo vou prostrar-me. – R. 2. Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, / porque fizestes muito mais que prometestes; / naquele dia em que gritei, vós me escutastes / e aumentastes o vigor da minha alma. – R. 3. Os reis de toda a terra hão de louvar-vos / quando ouvirem, ó Senhor, vossa promessa. / Hão de cantar vossos caminhos e dirão: / “Como a glória do Senhor é grandiosa!” – R. Evangelho: João 1,47-51 Aleluia, aleluia, aleluia. Bendizei ao Senhor Deus os seus poderes, / seus ministros que fazeis sua vontade! (Sl 102,21) – R. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, 47Jesus viu Natanael, que vinha para ele, e comentou: “Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade”. 48Natanael perguntou: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi”. 49Natanael respondeu: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. 50Jesus disse: “Tu crês porque te disse: ‘Eu te vi debaixo da figueira'? Coisas maiores que essa verás!” 51E Jesus continuou: “Em verdade, em verdade, eu vos digo, vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”. – Palavra da salvação.

JE Notícias
Marcelo “pessimista” teme efeitos de “discurso muito dramático” do BCE | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Sep 27, 2022 0:56


Perante uma plateia de empresários portugueses em São Francisco, na noite de segunda-feira na Califórnia, hoje de madrugada em Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa assumiu, porém, também ele “uma análise pessimista” da conjuntura económica portuguesa nos próximos tempos, “por causa do mundo”.

Explicador
O que pode a UE fazer perante as ameaças de Putin?

Explicador

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 16:54


Eurodeputada do PS Isabel Santos diz que "não devemos desacautelar ameaças" e o "desespero de Putin". Eurodeputado do PSD Paulo Rangel defende mais sanções para "mostrar que UE não está intimidada".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
São Tomé Príncipe: O país "leve-leve" vai mal

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 10:00


O aumento do custo de vida, a pobreza, a falta de oportunidades profissionais e a corrupção são alguns dos temas que preocupam os são-tomenses. A poucos dias das eleições legislativas, regional e autárquicas em São Tomé e Principe, a RFI foi ouvir as queixas e as expectativas dos que vão votar no domingo, 25 de Setembro. “Tudo está caro. São Tomé está caro, caro, caro. Não tem nada normal. Tudo está péssimo. O pobre não consegue viver assim”, conta Fátima da Conceição, que trabalha há 17 anos no mercado do centro de São Tomé. Por entre a azáfama de clientes, a “palaiê” constata que os clientes, e ela própria, não conseguem acompanhar o aumento dos preços dos produtos básicos de alimentação. Fomos também ao Mercado de Peixe de Bôbo-Fôrro, a três quilómetros da cidade, e as queixas são as mesmas. Clementina António tem seis filhos e diz que os pobres estão cada vez mais pobres, mas que as crianças não podem passar fome. O desenrasque é, talvez, o bem mais precioso nos tempos que correm. Perante o aumento dos preços, ela faz contas para provar que a vida está difícil, mas avisa que “morrer de fome não se pode”.   A constatação repete-se de boca em boca. Em ambos os mercados, feirantes e clientes dizem que está tudo mais caro em São Tomé e Príncipe. A poucos dias das eleições legislativas, regional e autárquicas em São Tomé e Príncipe, o aumento do custo de vida é um dos temas incontornáveis para os eleitores. Depois da crise provocada pela pandemia de covid-19, agora o país sofre o impacto da guerra na Ucrânia e da inflação global dos preços. Fomos à Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP) tentar perceber o que agravou a situação dos são-tomenses. O economista Arlindo Tavares Pereira avisa que agora essa situação “está muito mais difícil” porque o país é dependente do exterior em termos alimentares e a inflação afecta, sobretudo, o bolso dos mais pobres. O economista indica que “em Julho do ano passado, a inflação acumulada era de 2.7 % e, este ano, é de 11,2%, no mesmo período”. O professor na USTP acrescenta que “cerca de 70% a 80% da população vive com menos de três dólares por dia”, ou seja, “a vida das populações, de forma geral, está muito mais difícil agora do que antes”. Muitas famílias ainda vão contando com as remessas dos emigrantes, mas a emigração também comporta riscos para o desenvolvimento de São Tomé. “Estamos a perder os nossos recursos humanos e nós precisamos de recursos humanos para desenvolver nossa economia. Inclusive, jovens com algum talento estão a sair do país e, a curto e médio prazo, teremos dificuldade em desenvolver a nossa economia porque não teremos mão-de-obra. Por outro lado, eu acredito que a saída desses jovens poderá ser uma mais-valia para a nossa economia, ou seja, eles poderão enviar remessas para a nossa economia e tentar ajudar as famílias e a nossa economia”, reconhece o economista são-tomense. Os jovens fogem, realmente, do país, conta Romilson Silveira, presidente da Rede Pan-africana de Jovens para a Cultura de Paz em África. A culpa é da falta de oportunidades e de perspectivas. Há, ainda, a seu ver, o esquecimento por parte do próprio Estado, exemplificando com cerca de oito mil jovens que não vão poder votar nas eleições de domingo. “Estamos a falar de um número bastante significativo de jovens que deveriam exercer o seu direito de voto que está consagrado na Constituição da República Democrática de São Tomé e Príncipe. Oito mil jovens é um número bastante significante. Ainda que fosse apenas um jovem, é um direito constitucional consagrado. Então, esses jovens deveriam, sim, exercer o seu direito de voto como tem sido a tradição", afirma.     O advogado de 32 anos sublinha, também, que São Tomé e Príncipe “é um país maioritariamente jovem”, ou seja, “65% da população”, e que a juventude começa a olhar com uma certa decepção para a vida política. O resultado é o seguinte: “Toda a juventude são-tomense, ou senão a grande parte, quer sair do país porque não encontra aquela alternativa para ter uma vida condigna.” A emigração nunca foi tão significativa como agora, alerta Fernanda Pontífice, antiga ministra da Educação e antiga reitora da Universidade Lusíada de São Tomé, que continua a bater-se pelo ensino no país. “Aliado à questão de falta de oportunidades e de emprego, há a questão também de busca de melhores condições de vida porque os salários são muito, muito baixos. É um investimento que se tem feito no país. Como se diz aqui em São Tomé, é apanhar água com o cesto. Quer dizer, por mais que se faça, não se vê o resultado. O cesto é entrançado, então a água esvai-se toda. É nesta situação em que hoje nós nos encontramos, com muita pena, porque a tendência para a emigração em São Tomé e Príncipe nunca foi tão grande como agora”, explica Fernanda Pontífice. “Apanhar água com o cesto” é ainda mais complicado num país onde a luta contra a corrupção é um tema que se repete em todas as eleições. O problema é que “a corrupção é uma doença social”, alerta Arlindo Tavares Pereira, que defende a urgência de uma reforma na função pública. “Nós realmente temos muita dificuldade em combater a corrupção. Afecta muito o nosso dia-a-dia, afecta muito a nossa economia porque quando num país existe muita corrupção, não se atrai investimento estrangeiro. Eu acredito também que as pessoas não nasceram corruptas, se calhar, a situação do país e os problemas sociais e económicos estimulam as pessoas a terem essa atitude. É preciso termos a capacidade de mudar. Como é que se muda? Com medidas, com reformas”, defende o economista. Todos falam do país do “leve-leve”, mas as preocupações são bem palpáveis. Domingo, 25 de Setembro, há eleições legislativas, regional e autárquicas em São Tomé e Príncipe.

Cleber Benvegnú - Outro Olhar
Alimento e energia: o novo patamar do Brasil perante o mundo - 21.09.2022

Cleber Benvegnú - Outro Olhar

Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 2:48


O Brasil ocupa uma posição estratégica quando falamos em produção de alimentos e geração de energia renovável. O mundo, de certo modo, se deu conta disso depois da pandemia e da guerra da Ucrânia. Isso muda completamente nosso papel no cenário internacional.

Bispa Cléo Rossafa
Humilhe-se perante ao Senhor! || Mudança de Vida Hoje

Bispa Cléo Rossafa

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 29:59


17 DE SETEMBRO Ref.: João 10.10, 2 Reis 1.13

Expresso - Eixo do Mal
Overdose mediática de rainha, revés militar para Putin, tragédia anunciada para pensionistas e funcionários públicos

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 57:32


Portugal de pacote em pacote, a abundante cobertura mediática do falecimento de Isabel, e os falhanços da Rússia na Ucrânia em análise neste Eixo do Mal. Perante o tsunami inflacionista e a subida de juros, o Governo apresentou um pacote de medidas destinadas às famílias de 2,4 mil milhões de euros, e outro de apoios às empresas, no valor de 1,4 mil milhões de euros. Muitos milhões quase ofuscados pela morte da soberana britânica que cumpriu 70 anos de reinado, com Portugal a decretar três dias de luto nacional, e mesmo com os comentadores a não terem a certeza sobre o número de quilómetros da fila para ver a urna de Isabel II. O Eixo do Mal foi exibido na SIC Notícias a 15 de setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Renascença - São Bento à Sexta
Apoios às empresas. PS guarda-se para "intervir também mais tarde", PSD questiona "inoperância" do Banco de Fomento

Renascença - São Bento à Sexta

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 15:14


No São Bento à Sexta desta semana o debate é centrado nos apoios do Governo às empresas, com o líder parlamentar do PSD, Joaquim Miranda Sarmento, a criticar o que considera ser a "inoperância" do Banco de Fomento. Perante as críticas da oposição, o líder da bancada do PS, Eurico Brilhante Dias, diz que estas medidas são, para já o que é "possível" arranjar, estando o Governo a "acompanhar para intervir também mais tarde"

Convidado
UDD quer “clima de estabilidade governativa e social” em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 15, 2022 9:55


O partido UDD é uma das onze forças políticas na corrida às eleições legislativas de São Tomé e Príncipe de 25 de Setembro. “Criar um clima de estabilidade governativa e social” é o objectivo do partido, de acordo com o seu líder, Carlos Neves, que aponta como prioridades a revisão da Constituição, a reforma da Justiça e da administração pública, a melhoria do sistema de ensino e a aposta na saúde. RFI: No manifesto eleitoral, defende a reforma do Estado e da administração pública, a revisão da Constituição, a reforma da Justiça. Porquê e como avançar com todas estas reformas? Carlos Neves, Líder da União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD): Ao fim de 30 anos, 31 anos de mudança democrática que fizemos em 90, 91, há necessidade de se renovar o texto constitucional. Nós, em 2003, fizemos uma revisão pontual da Constituição que, do nosso ponto de vista, não preencheu todas as lacunas. Há aspectos que precisam de ser clarificados, nomeadamente as relações entre o Presidente da República e o Governo, a Assembleia. E tudo isso deve ser aprofundado, clarificado. Há direitos sociais e direitos individuais que devem ser aprofundados e, portanto, nós entendemos - aliás, todo o mundo vem reconhecendo isso - que é preciso passarmos a uma nova fase de revisão da Constituição, nomeadamente até para atender a questão da reforma da Justiça. Nós tínhamos um Tribunal Constitucional cujos poderes constitucionais eram exercidos pelo Tribunal Supremo, depois criámos o Tribunal Constitucional Autónomo e, agora, é preciso fazer um balanço se isso foi positivo, se não foi, e em que medida é que nós podemos aprofundar a Constituição. No manifesto eleitoral também defende um melhor aproveitamento dos recursos existentes em São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe é considerado um dos países mais pobres do mundo e depende da ajuda externa. Qual é que é o vosso programa a este nível? Para que haja um melhor aproveitamento dos recursos, temos que, em primeiro lugar, fazer a tal reforma da administração pública porque a nossa administração está ultrapassada, precisa de ser modernizada, precisa de se desburocratizar. É preciso dar um atendimento maior aos serviços. É preciso dar maior carinho aos investidores, quer nacionais, quer externos, e isso passa pela revisão da administração pública, necessariamente, para que os outros recursos do país, nomeadamente os recursos agrícolas e os recursos piscatórios possam ser melhor aproveitados. Esses recursos são os que o país dispõe: os recursos humanos, a Terra, o mar, os serviços. Não tem outros recursos. Ainda não se fez uma descoberta comercial de petróleo, mesmo que o tivesse feito, existindo esses recursos, eles devem ser melhor aproveitados para que o país possa sair desse patamar de pobreza extrema e poder ser minimamente autónomo em matéria financeira. Esse é o nosso objectivo e isto passa necessariamente por criar um clima de estabilidade governativa e social. Falou no aproveitamento dos recursos humanos. São Tomé e Príncipe regista uma das mais elevadas taxas de desemprego da África Central. Vocês também falam em melhorar o sistema educativo. Como e quais seriam as prioridades? Quando nós falamos da melhoria do sistema educativo é, sobretudo, na melhoria da qualidade de ensino. Quer do pré-primário, ao ensino superior, temos que apostar mais na qualidade, porque durante os primeiros anos da independência até hoje, temos vindo a apostar na massificação do ensino. É evidente que isso reduz a qualidade do ensino. Mantendo embora essa massificação, temos agora que apostar na melhoria do ensino, com maior exigência, com maior injecção de conhecimento para que os formandos que saiam do ensino, aos vários níveis, possam estar preparados para a vida activa. É, por isso, que nós dizemos "um ensino para a vida". É que nós entendemos que devemos apostar muito na educação profissional, técnica, para que as pessoas não façam apenas uma formação académica teórica, mas que estejam preparadas para resolver os problemas práticos que a sociedade exige. E isso passa naturalmente por um ensino de maior qualidade, mais virado para aquilo que são as necessidades e o potencial do próprio país, nomeadamente na área da agricultura, na área das pescas. Um grande problema em São Tomé e Príncipe é o acesso aos cuidados médicos e a medicamentos. Na nova direcção da UDD conta com Edgar Neves, que era ministro da Saúde do governo cessante, mas que se demitiu devido a desentendimentos com os profissionais do sector. Que propostas para a saúde e para este sector? Nós mantemos as mesmas propostas sempre. Apenas um reparo, o doutor Edgar Neves não se demitiu por desavenças com os profissionais de saúde. Ele tinha os seus pontos de vista, os profissionais - não eram profissionais, [eram] alguns sindicatos que estavam mal orientados por razões partidárias - criaram problemas desnecessários que ainda hoje se mantêm e que vinham de longa data. Eu vou-lhe dar um exemplo: a questão do abastecimento de água ao hospital vem de há mais de 20 anos. Pessoas que hoje são altos dirigentes deste país foram altos responsáveis pelo abastecimento de água no hospital e não resolveram o problema. É um problema estrutural que não se resolvia, que se foi convivendo com ele, até hoje, e que nós continuamos a viver. Mas, em matéria de saúde, a nossa defesa é a melhoria de prestação de serviços, com uma aposta maior na formação dos recursos humanos, na requalificação das infra-estruturas que temos até hoje - aliás, há uma construção do hospital que está em curso, já foi lançado o projecto de construção - dos centros de saúde e maior abastecimento do sector de medicamentos que depende também dos recursos financeiros. Perante o aquecimento global do planeta, São Tomé e Príncipe sofre com alterações climáticas e situações climáticas extremas. A preservação do ambiente também está no vosso programa. O que é que é preciso fazer? Nós devemos, em princípio, cumprir os objectivos definidos nas várias convenções e conferências internacionais relativas à preservação do ambiente. Mas, independentemente destes acordos internacionais, por nós próprios, já chegámos à conclusão que temos que salvar aquilo que é o nosso ambiente. Nomeadamente, nós queremos apostar no turismo. O turismo, necessita, entre outras coisas, de ter algo para oferecer aos turistas, nomeadamente temos o sol, temos praias, mas se as praias não estiverem preservadas, não será possível oferecer isso. Temos uma floresta densa que pode ser devidamente aproveitada também para o turismo. É essa a nossa aposta em matéria de preservação do ambiente para garantir a sobrevivência no país porque se não tivermos água suficiente, se não tivermos terra agricultável, se não tivermos floresta, não será possível fazer nada. Mas há pouco falou da questão do petróleo. O petróleo não é recuar? Não se deveria antes apostar nas energias renováveis, em vez das energias fósseis? Nós defendemos a aposta nas energias renováveis para o nosso consumo, mas precisamos do petróleo - se houver - para termos alguns recursos financeiros e é o que se está a passar a nível internacional. Todo o mundo que tem recursos de petróleo vende petróleo e nós não deixaremos de vender o nosso petróleo. Embora internamente - e até porque o consumo que fazemos não nos parece significativo em termos mundiais, consumo de combustíveis fósseis - o seu impacto é mínimo a nível internacional. Mas, se houver petróleo, serão recursos que poderão ajudar a desenvolver outras áreas, inclusivamente a das energias renováveis. Se não tivermos dinheiro, não poderemos fazer absolutamente nada. O governo cessante era composto por uma “nova maioria” no parlamento (MLSTP/PSD, PCD-MDFM-UDD). A UDD fazia parte da “nova maioria”. A aliança é para renovar? Em princípio, quando fizemos a nossa coligação para a formação do governo em 2018 foi sempre numa perspectiva de uma acção governativa que pudesse ter continuidade para que os nossos projectos, os nossos objectivos fossem cumpridos. Naturalmente, nesta legislatura não foi possível cumprir tudo e se houver necessidade e condições para que na próxima legislatura se possa renovar este acordo, nós certamente que estaremos disponíveis para discutir. A UDD elegeu um deputado nas legislativas de 2018 e desvinculou-se do MDFM, alegando não existirem condições políticas para se manterem unidos. Não houve a perda de um importante aliado? Quando fizemos o nosso acordo com o MDFM para a formação da união, foi partindo do princípio de que a união normalmente faz a força, desde que as relações de trabalho sejam totalmente cumpridas. Nós, a partir de certo momento, vimos que essas condições não estavam a ser preenchidas, que os requisitos não estavam a ser cumpridos, então achámos que era preferível continuarmos cada um a fazer o seu próprio trabalho e, a partir daí, o eleitorado depois decidirá em quem dará a sua confiança. Não será por aí que se criará algum fosso quer para um, quer para outro partido. Todos os partidos estarão disponíveis e a passar a sua mensagem junto do eleitorado e ver o que conseguem.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Convidado
Miguel Gomes promete estar “mais próximo do povo” são-tomense

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 9:56


Miguel Gomes é o cabeça-de-lista do MDFM/UL às eleições legislativas de São Tomé e Príncipe de 25 de Setembro. O professor de Direito foi padre durante anos, nos quais conheceu “de perto a realidade social”, mas deixou-se converter pela política que encara como uma missão. Miguel Gomes promete “fazer uma política diferente” e estar “mais próximo do povo”, mas avisa que “não se resolve a pobreza dando assistência” e aponta que “o mal de São Tomé e Príncipe é a má governação”. RFI: O lema do MDFM/UL para estas eleições é “renascer da esperança”. Qual é a vossa principal bandeira? Miguel Gomes, Líder do MDFM/UL: O partido traçou como principal bandeira pensar primeiro em São Tomé e Príncipe. Queremos dar prioridades, acções concretas, para que o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe seja efectivo. Primeiramente, pensámos nas 15 prioridades para governar São Tomé e Príncipe como, por exemplo, a boa governação porque o mal de São Tomé e Príncipe é a má governação. Começam-se projectos e não se terminam; os órgãos de soberania não se entendem... Por isso, o partido propõe a boa governação, fazendo um pacto de governação com todos os partidos políticos porque, se não houver este pacto de governação, São Tomé e Príncipe continuará sempre da mesma maneira. O governo cessante era composto por uma "nova maioria" no Parlamento, que incluía nomeadamente o MDFM. Está disposto a alianças novamente? Quer dizer, uma aliança mais eficaz, sem excluir ninguém. O MDFM faz parte da coligação governamental, mas não tem voz e o partido que tem a maioria dos deputados impõe e faz o que quer. O MDFM quase não decide nada, só mesmo quando se precisa do MDFM nas questões essenciais é que às vezes é consultado. Eu proponho que o MDFM tenha voz para que também possa decidir sobre a governação e o desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe tem uma das mais elevadas taxas de desemprego da África Central. Que política para a criação de emprego e formação? Construindo uma universidade pública. Em São Tomé e Príncipe, só temos uma universidade pública, temos duas outras universidades que são privadas e o acesso é muito difícil. A propina é muito, muito cara, muito elevada, e os alunos quase não vão para lá. Nós temos uma universidade pública, na qual eu sou também professor de Direito e nesta universidade entram poucos alunos são-tomenses. Aí, a propina é acessível, é qualquer coisa como 130 euros, 150 euros. Eu sei - porque já fui presidente, nesta universidade, da Faculdade de Ciências e Tecnologias - eu sei que construindo uma universidade resolveria muitos problemas. Resolveria o problema do desemprego, dando emprego aos jovens, dando emprego aos professores, daria também emprego às senhoras que fariam limpeza da universidade, às pessoas que trabalhariam na administração escolar, mas também conseguiríamos reforçar a qualidade da formação a nível de São Tomé e Príncipe. Também nas 15 prioridades falam em melhorar o acesso e a eficiência dos serviços e dos hospitais públicos. Um dos grandes problemas em São Tomé e Príncipe é precisamente o acesso aos cuidados médicos, aos medicamentos. Como é que vai resolver este problema? O grande problema de São Tomé e Príncipe, a nível de saúde, é justamente a falta de qualidade e de atendimento. Outro grande problema é o desvio de medicamentos que está provado - até o ex-ministro da Saúde falou isso e foi a causa da sua demissão. Estamos conscientes que este desvio de medicamentos é porque também, mesmo a nível do hospital, não se fazem os dados dos medicamentos que entram, que saem, ou seja, não há aí um controlo rigoroso. Implementando isso, nós estaríamos a diminuir um bocado este problema. Mas também apostar na qualidade de atendimento dos profissionais de saúde. Então, nós apostando nisso, o governo poderá resolver, amenizar um bocado os problemas de saúde que eu estou consciente que não vai ser de um dia para o outro. São Tomé e Príncipe é considerado um dos países mais pobres do mundo e depende da ajuda externa. Que soluções para reduzir essa dependência e a pobreza, tendo em conta que a situação foi agudizada tanto pela pandemia, quanto pela inflação provocada pela guerra na Ucrânia? Para resolver isso, é preciso ter um maior controlo, um maior sentido do Estado. Eu entro justamente nesta candidatura com esse objectivo porque não se resolve a pobreza dando assistência. Nesse sentido, como São Tomé e Príncipe é um país dependente da ajuda exterior, eu acho [necessário] um maior controlo dessas ajudas, com prestação de contas a tempo. O que tem que se fazer mais seria ter uma maior confiança dos nossos operadores exteriores. Não havendo isso, eu sei que as ajudas ficam cada vez mais difíceis e há essa sempre desconfiança que vai reinar entre os dois parceiros. Perante o aquecimento global do planeta, São Tomé e Príncipe sofre com alterações climáticas extremas. No seu manifesto eleitoral, defende uma política que contribua para o relançamento da economia e para a protecção do ambiente. Como conciliar ambas as coisas? Sou justamente professor de direito do ambiente. Estou consciente que hoje não podemos ter o desenvolvimento sustentável sem pensar na economia, sem pensar na pessoa, sem pensar na equidade social e, sobretudo, pensar no meio-ambiente. O meio-ambiente é fundamental hoje para qualquer desenvolvimento mundial e São Tomé corre muito risco com este aquecimento global. Até já dizem que o país ficou mais pequeno porque são tantos problemas ambientais em São Tomé e Príncipe: o aquecimento global tem aumentado o nível de água e muitas praias estão a desaparecer, as águas estão a invadir as estradas... Portanto, o meio-ambiente é fundamental, a preservação do meio-ambiente é fundamental nesta nossa governação porque senão corremos o risco de um dia mesmo desaparecer. E isso significa o quê? Significa apostar nas energias fósseis neste que é o ano do primeiro furo petrolífero na Zona Económica Exclusiva ou ir mais para as energias renováveis? Não haverá desenvolvimento sem uma energia renovável. Eu sei que o grande problema de São Tomé e Príncipe é esta estabilidade energética e para nós conseguirmos estabilidade energética temos que renovar e apostar mais na energia renovável. O MDFM propõe, se chegar a governação, apostar mais na energia renovável e aí nós temos três hipóteses. Nós temos o Sol - temos sol quase todos os dias - temos o vento e temos o mar que sabemos que é 160 vezes maior que a terra de São Tomé e Príncipe. Defendo uma renovação energética, acabar definitivamente com essa dependência do combustível, porque, para além de trazer muita despesa para o Estado, é também causa e motivo de muito desvio de combustível, eu até chegaria a dizer de corrupção. O nome Miguel Gomes é pouco conhecido no microcosmo político são-tomense. Foi padre dez anos e em 2017 deixou de o ser para se dedicar à política. Nas presidenciais de 2021, foi director de campanha da ex-candidata Maria das Neves. Por que é que as pessoas devem votar em si para primeiro-ministro? Eu fui padre muito mais tempo. Em São Tomé é que eu fui padre durante 10 anos, mas como padre também trabalhei em Portugal, em Angola e no Congo Democrático. Depois é que eu vim, nos finais de 2006, para São Tomé. Eu conheço bem a realidade são-tomense. Como padre, conheço bem a realidade social, a realidade política. Quando deixei de exercer a função de padre em 2017, fiz o doutoramento em desenvolvimento socioeconómico, especializei-me mais nas ciências políticas. Isso permitiu-me conhecer a realidade política mais profunda de São Tomé e Príncipe. É claro que eu, preocupado com a maneira como fazem a política em São Tomé e Príncipe, quis também dar a minha contribuição. Na minha tese de doutoramento, eu falo um pouco sobre a política em São Tomé. Pesquisei e chego à conclusão que as pessoas em São Tomé não acreditam mais nos políticos porque - eu vejo isso no terreno também no dia-a-dia - só fazem política no momento de campanha. Não estão próximos do povo, não querem resolver o problema do povo e a concepção que os são-tomenses têm da política é que os políticos estão lá só para desenrascar, enriquecer e não estão nem aí, como se diz em São Tomé, para o povo. Eu proponho fazer uma política diferente, estando mais próximo do povo, procurando dar um aspecto social porque eu acho que o capital humano deve estar em primeiro lugar. A minha experiência de padre seria uma mais-valia para a minha candidatura.       Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Rede de Mulheres
SALMO, CAPÍTULO 98

Rede de Mulheres

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 1:21


Perante o SENHOR; pois ele vem para julgar a terra; com justiça ele julgará o mundo, e os povos com equidade. (v.9)

JE Notícias
DECO exige redução do IVA para 6% na eletricidade e gás em toda a fatura | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 1:02


Perante o aumento “insustentável” dos preços da energia, a DECO Proteste exige que o Governo implemente “soluções estruturais” para combater este cenário. Numa carta aberta enviada para vários Ministérios, a Associação de Defesa do Consumidor defende uma redução da taxa de 6% na fatura do gás e da eletricidade e também descida do imposto sobre os combustíveis.

Adventistas Jardim dos Ipês
Atos dos Apóstolos

Adventistas Jardim dos Ipês

Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 18:33


Eles viram Jesus ressuscitado. Viram Cristo ascender ao Céu. Agora que estavam sozinhos, reuniram-se para orar. Foram batizados pela presença poderosa do Espírito Santo. Saíram pelo mundo anunciando Cristo. Eles foram instrumentos de Deus para a operação de milagres, curas, profecias e ressurreição de mortos. Muitos deram sua vida pela causa. Em uma geração, o mundo todo soube quem era o Salvador. Em Atos dos Apóstolos, acompanhe a saga de pessoas que não eram impecáveis nem perfeitas, mas eram completamente comprometidas com Jesus e Sua mensagem. Inspire-se no exemplo delas, porque Deus quer fazer grandes coisas por meio de você também! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/adventistasjardimdosipes/message

Devocional Florescer
Atos 26:1-32 A defesa de Paulo perante ao Rei Agripa - Devocional 561

Devocional Florescer

Play Episode Listen Later Aug 21, 2022 5:35


Como Deus falara a Paulo no dia de sua conversão, no caminho de Damasco, estava Paulo agora na presença de reis, dando testemunho de sua fé. Numa reunião cheia de pompa e luxo, Paulo é levado à presença de Agripa e Berenice para seu quinto julgamento. Esse é o maior e o mais elaborado de todos os cinco julgamentos. Paulo diante do governador Festo e do rei Agripa descreve a cena em detalhes, e a defesa de Paulo é mais polida em estrutura e linguagem do que as outras. Paulo era pequeno e pouco atraente, calvo, com sobrancelhas salientes, nariz adunco e pernas tortas, mas mesmo assim “cheio de graça”. Não vestia manto nem coroa, apenas algemas e talvez uma túnica simples de prisioneiro; mesmo assim dominou a corte com sua dignidade e confia. Paulo está diante de Herodes Agripa II, o último de sua dinastia a governar, ou seja, o último representante da família herodiana. Essa família era mundana, ambiciosa, violenta e moralmente corrupta, e geração após geração opôs-se à verdade. Herodes, o Grande, tentou matar o menino Jesus. O seu filho Herodes Antipas, tetrarca da Galileia, decapitou João Batista e escarneceu de Jesus. Herodes Agripa I mandou matar com espada o apóstolo Tiago, o filho de Zebedeu, e prender Pedro em Jerusalém. Agora, Paulo está diante de Herodes Agripa II. Em sua consistente defesa, Paulo faz uma retrospectiva de sua vida, no seu mais longo discurso registrado no livro de Atos. Paulo deixa claro que seu passado era conhecido de todos. Paulo conta sua tenebrosa história como carrasco da igreja. Paulo fala a Agripa sobre sua experiência no caminho de Damasco e como Jesus apareceu-lhe com grande fulgor e poder. Ali, na estrada de Damasco, Paulo viu uma luz (26.12,13) e ouviu uma voz (26.14-18). Mesmo sendo um rabino judaico, douto na lei e zeloso da tradição de seus pais, ele vivia em densa escuridão e profundas trevas espirituais. Havia estudado a lei, mas não compreendia que seu propósito era levar o homem a Cristo. Paulo confessa a Agripa que não foi desobediente à visão celestial, mas prontamente e com senso de urgência começou a anunciar o evangelho aos judeus em Damasco, ao povo de Jerusalém e em toda a região da Judeia, e também aos gentios. O testemunho de Paulo provocou a reação imediata de Festo, que o interrompe aos berros. Festo chamou Paulo de louco, pensando que as muitas letras o haviam feito delirar. O réu encurrala o juiz e coloca-o num beco sem saída ao lhe fazer uma pergunta direta: Acreditas, ó, rei Agripa, nos profetas? Antes de Agripa respirar, Paulo mesmo dá a resposta: Paulo foi absolutamente destemido no testemunho de sua fé em Cristo tanto perante os governadores Félix e Festo quanto perante o rei Herodes Agripa II. Paulo testemunhou com desassombro acerca de seu encontro com Cristo e de seu comissionamento aos gentios. Proclamou com convicção tanto a morte quanto a ressurreição de Cristo como cumprimento das Escrituras. Paulo não contemporiza, mas exorta o rei Agripa dizendo que a posição que ele estava assumindo era a mais insensata e arriscada. O sensato seria tornar-se como Paulo e seguir suas pegadas, exceto suas cadeias. O que Paulo está dizendo ao rei e também aos outros presentes nessa audiência é que ele não inveja a posição nem o poder deles e, exceto pelas algemas, está em situação muito melhor. Os juízes falam entre si (26.31). Os juízes ficam convencidos da inocência de Paulo e emitem seu parecer. Para eles, Paulo não era passível de morte, como queriam os seus acusadores.

AdvogaOnline
Perdi todos meus documentos ! Como faço para comprovar meus vínculos perante o INSS.

AdvogaOnline

Play Episode Listen Later Aug 19, 2022 2:39


Quando se extravia os documentos necessários para o exercício de direitos perante o INSS, há outros modos de produzir as provas necessárias ! Ouça !

Radioagência
Plenário pode votar lei que regulamenta os direitos dos contribuintes perante a Receita e órgãos da fazenda estaduais e municipais

Radioagência

Play Episode Listen Later Aug 18, 2022


Grupo Espírita Léon Denis - GELD
Café com Espiritismo #996: Perante aos Amigos (parte 2) - Melissa dos Santos

Grupo Espírita Léon Denis - GELD

Play Episode Listen Later Aug 3, 2022 6:50


Olá, pessoal!! Café com Espiritismo - Episódio #996 Mensagem de hoje: Perante aos Amigos - parte 2 Livro: Sinal Verde Autor: André Luiz Médium: Chico Xavier Trilha sonora: Pablo Barcelos Comentários: Melissa dos Santos Quer receber o podcast em primeira mão? - Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/KCHzylw7hYTLGxbHb4iCzb - Telegram: t.me/cafecomespiritismo - Spotify: spoti.fi/36Pt1WV - YouTube: https://bit.ly/3xKr4aM - Coffee n' Spiritism (English): https://bit.ly/3xMLyj7 - Café con Espiritismo (Español): https://bit.ly/3wYn86w - Café avec Spiritisme (Français): https://bit.ly/35MvXUL NOTA IMPORTANTE: Nenhum membro da equipe do Café com Espiritismo entrará em contato com qualquer participante dos grupos de WhatsApp e/ou Telegram. Se você recebeu alguma mensagem, encaminhe aos ADMINISTRADORES DO GRUPO para averiguarmos o que pode ser feito. Gostou? Esse e outros projetos do Grupo Espírita Léon Denis de Uberlândia você encontra em: https://www.geld.org.br E nos ajude a compartilhar e convide seus amigos pro nosso grupo.

Convidado
Cabo Delgado um ano depois da chegada das tropas estrangeiras

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 29, 2022 11:26


Fez este mês um ano que chegaram as tropas ruandesas a Cabo Delgado, no norte de Moçambique, sendo seguidas algumas semanas depois pelas forças regionais da SADC para apoiar os militares moçambicanos no combate ao terrorismo. Segundo dados oficiais, desde o começo dos ataques em 2017, a violência provocou cerca de 4 mil mortos e 800 mil deslocados internos. Para além do impacto humano, a violência levou à paralisação de algumas actividades económicas, nomeadamente a construção da plataforma do grupo francês Total para a liquefacção de gás na zona de Palma, onde em Março de 2021 se deu um dos principais ataques perpetrados pelos jihadistas em cabo delgado. A violência gerou mais pobreza que gerou, por sua vez, mais violência. Este é o ciclo vicioso descrito por João Feijó, investigador e coordenador do Conselho Técnico do Observatório do Meio Rural em Maputo, que segue de perto a situação de Cabo Delgado. João Feijó refere que com a chegada das tropas estrangeiras há melhorias sensíveis desde há um ano mas considera, ainda assim, que não há mudanças significativas no cenário vivenciado no extremo norte do país. RFI: Qual é avaliação global que faz da situação prevalecente neste momento em Cabo Delgado? João Feijó: Não há assim mudanças significativas no cenário. O que acontece é que desde a intervenção ruandesa, o grupo insurgente mudou de estratégia, escondeu-se nas matas mais a sul de Macomia de deixou de fazer ataques de grande envergadura como aqueles que houve em Palma ou em Mocímboa da Praia (no extremo norte). Dividiram-se em pequenos grupos e começaram a atacar mais alvos dispersos, visando populações isoladas. Foram atacar mais a sul, tentaram abrir uma frente no Niassa, não conseguiram. Agora, mais recentemente, entraram por Ancuabe (a cerca de 100 km a oeste de Pemba, capital provincial), onde nunca tinha havido ataques, conseguiram descer para Chiúre (mais a sul na província) e efectuaram um ataque simbólico em Nampula (na província limítrofe com o mesmo nome) e regressaram. Portanto, já não têm a capacidade que tiveram há um ano atrás, sobretudo quando quando atacaram Palma. Dispersam-se e atacam em pequenas unidades. Houve algumas operações ofensivas da parte do governo moçambicano juntamente com as tropas aliadas que foram noticiadas na televisão, nomeadamente quando tomaram a base de Catupa (a norte da zona natural das Quirimbas), uma base onde estavam supostamente os líderes a insurgência, foram apresentadas algumas pessoas presas, algum material apreendido, mas não sabemos como é que se procedeu, se realmente foi ocupação ou se já tinham abandonado a base. Não se sabe se houve baixas ou não. Portanto, a verdade é que a situação não muda, é uma guerra de de guerrilha. Eles continuam dispersos nas matas a atacar aldeias isoladas com menos frequência do que faziam, mas sem criarem condições estruturais de segurança para as pessoas poderem regressar. RFI: Ainda recentemente, a SADC fez uma avaliação positiva da presença das suas tropas em Moçambique. De modo geral, a presença dessas tropas e a presença das tropas ruandesas poderá ter produzido uma melhoria nem que seja ínfima na situação em Cabo Delgado? João Feijó: Não há dúvida de que a situação está melhor do que estava em Abril de 2021. Hoje a população de Palma está mais segura, regressa-se a Mocímboa da Praia, mesmo à vila sede, ainda que muito timidamente. Na zona oeste de Mocímboa da Praia, nomeadamente em Diaca, já começam também a regressar pessoas, na vila sede de Macomia, também regressam pessoas. Já há condições de assistência alimentar às populações que estão nessas zonas, há condições de assistência humanitária, de saúde. Então, há melhorias, já é possível ocupar e administrar territórios que dantes eram inalcançáveis. É preciso ver que em Abril do ano passado, grande parte do território não era sequer administrado e ocupado pelas forças moçambicanas. Hoje a situação continua ainda longe do desejável porque os funcionários públicos não têm ainda condições para regressarem em muitas áreas. Continua a não haver escolas a funcionar, continua sem haver serviços públicos, continua a haver sobretudo a presença de militares. O Estado faz-se sentir sobretudo pela presença do exército. É um Estado militar, com muitas tropas moçambicanas e estrangeiras. A situação de segurança melhorou mas está longe ainda ser aquela que vai proporcionar um regresso massivo das populações e, depois, investimento em condições para o desenvolvimento daquela população. É uma guerra de guerrilha, é uma guerra de paciência. Aquelas matas são densas, há muitas zonas para as pessoas se esconderem e há aldeias isoladas no meio das matas densas que criam as condições ideais para uma guerra de guerrilha porque os guerrilheiros vão lá, atacam, queimam, destroem, pilham, roubam, raptam e vão reforçando as suas fileiras com jovens adolescentes raptados, raptam mulheres para depois tornarem-se guerrilheiras e levam mantimentos. Portanto, reproduz-se todo o ciclo vicioso da violência, não recupera economicamente, não diminui a pobreza, pelo contrário. Aumenta a violência e aumenta a possibilidade de recrutamento de pessoas inclusivamente de forma voluntária, porque não têm outra alternativa para conseguir comida ou porque querem vingar-se de situações de injustiça e de exclusão social profunda que se vive ali. RFI: Pode-se falar de deslocação da violência em Cabo Delgado? João Feijó: Sim, sem dúvida. Perante uma confrontação perante um inimigo mais poderoso, em vez de o enfrentar, a táctica do guerrilheiro consiste em dividir-se em grupos e ir atacar na retaguarda, onde o inimigo não tem capacidade de se defender. Então é nestas aldeias isoladas mais a sul que são apanhadas de surpresa onde este grupo consegue encontrar um sítio onde se pode reorganizar, encontrar logística para se alimentar, raptar outras pessoas e confundir o adversário. Ancuabe (que foi atacada no passado mês de Junho) foi mediático por vários motivos, porque tem lá várias empresas de exploração de recursos naturais, de pedras preciosas, de grafite. Dá acesso particularmente a Montepuez Ruby Mining que é uma empresa multinacional que extrai rubis. Portanto, é uma empresa que simbolicamente tem um peso muito importante ali na província porque há um conflito antigo entre essa empresa e os garimpeiros. Essa empresa é um dos grandes contribuintes fiscais em Cabo Delgado. Então, eles (os insurgentes) estão ali à porta do distrito de Montepuez, estão à porta das minas de Namanhumbire, que são zonas com matas densas, zonas onde os insurgentes poderão ter condições para se esconderem e até capitalizarem sobre o descontentamento dos jovens locais impedidos de fazerem garimpo, mobilizando até jovens para a actividade de garimpo para financiar a guerrilha. Há aqui todo um conjunto de preocupações porque é também uma zona socialmente tensa, com conflitos que já vêm de média duração e que estão longe de estarem resolvidos. Depois, fica naquele eixo Pemba-Montepuez onde há uma estrada nacional que segue até ao Niassa. Portanto, é um corredor que é muito utilizado pela população de Pemba e que afecta profundamente a população da capital (provincial) e é em torno do pânico que os insurgentes jogam, provocando ataques espectaculares. Aliás nem são assim tão espectaculares, são, 6, 7, 8 pessoas que queimam uma aldeia, dão uns tiros, vão decapitar uma pessoa, pedem à esposa para levar a cabeça do marido até à aldeia seguinte para informar 'nós já estamos aqui' e depois há pessoas que na aldeia seguinte vão filmar e vão circular pelas redes sociais. Essas imagens vão depois sair na imprensa e vão provocar este pânico. é este pânico e esta comoção social que os insurgentes exploram. RFI: Tem havido apelos das autoridades moçambicanas para que as populações regressem às suas zonas de origem e tem havido também apelos contraditórios, a dizer que talvez ainda não seja altura de regressar a casa. Há pouco, evocou precisamente o regresso de algumas populações. Há condições neste momento para isso? João Feijó: Em algumas zonas, as pessoas estão a regressar, não propriamente as 'zonas baixas', mas a zona de Muidumbe que fica ali no planalto de Mueda (no extremo norte da província). Mesmo na 'zona baixa', há algumas pessoas que estão a regressar. Muita gente regressou à costa de Quissanga (a um pouco mais de 100 km a norte de Pemba), também para Bilibiza, bem como em Macomia (sensivelmente na mesma zona). Mas depois, temos pessoas que perante ataques estão a fugir. Há movimentos contraditórios de população. Algumas pessoas regressam, outras pessoas estão a fugir. Há pessoas que regressaram a Mocímboa da Praia, a 50 km da vila-sede que foram atacadas e agora estão deslocadas na vila-sede de Mocímboa da Praia. Há movimentos circulares, uns deixam uma parte da família, outros arriscam-se a regressar e vão plantar mandioca ou outras coisas e tentar multiplicar os rendimentos num contexto de redução do apoio do Programa Alimentar Mundial. RFI: O ministério da Defesa de Moçambique tem apontado dificuldades no combate ao terrorismo e nomeadamente na identificação de quem financia os terroristas. João Feijó: De facto tem, ou pelo menos não tem havido evidências claras. Não se sabe se são eles próprios que se financiam através do roubo. Grande parte dos ataques de cometem, é com armas ligeiras, nem todos têm armas de fogo. Muitos atacam com catanas, pelo menos, os últimos relatos falam disso mesmo. Por outro lado, grande parte das armas que eles usam, há evidências de que eram armas roubadas às Forças Armadas. Não está muito claro qual é o nível de ligação internacional deste grupo em relação ao Estado Islâmico. É verdade que o grupo Estado Islâmico tem reivindicado estes ataques. Não se sabe ao certo que tipo de apoio é que eles fornecem. Então, há esta incógnita.

MoneyBar
#153 - Esta é altura certa para comprar ações?

MoneyBar

Play Episode Listen Later Jul 26, 2022 23:43


Os investimentos a desvalorizarem, as principais bolsas estão a acumular perdas avultadas e a protagonizarem o pior arranque de semestre em 50 anos. Perante este cenário, será esta uma boa altura para entrar no mercado de ações? Ou será melhor esperar? Neste episódio do podcast MoneyBar, falamos sobre o que fazer aos investimentos no contexto atual de quedas.   Consultório MoneyLab (Questões): https://bit.ly/Consultorio_MoneyLab    Masterclass Gratuita "Investir Hoje": https://bit.ly/Masterclass_InvestirHoje    Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab    Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram    Redes Sociais Instagram: www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: www.facebook.com/barbarabarrosoblog/    Subscreva os canais de Youtube: - www.youtube.com/barbarabarroso  - www.youtube.com/moneylabpt    Para falar sobre eventos, programas e formação: http://www.moneylab.pt/    Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

O Antagonista
CORTES DO PAPO: Graieb: Jair Bolsonaro emporcalha o Brasil perante o mundo todo

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 19, 2022 11:53


Depois de meses trabalhando dia e noite para abalar a confiança dos brasileiros nas urnas eletrônicas, o presidente deu hoje um passo além e tentou demolir a confiança dos países estrangeiros em nossa democracia. O comentário de Carlos Graieb no Papo Antagonista Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Vertente Tecnológica
Ep#289: Vou ser aumentado… na renda!! Perante o cenário atual, o que vocês fariam?

Vertente Tecnológica

Play Episode Listen Later Jul 15, 2022 21:29


Contactos e Redes Sociais: Site: vertentetecnologica.wordpress.com Email: vertente_tecnologica@Outlook.pt Email: vertente.tecnologica.podcast@Gmail.com Instagram: vertente_tecnologica Twitter: Vertente_Tecno Facebook: vertente.tecnologica YouTube: https://youtube.com/channel/UCWeLI9cWYQbPVDxlfKM7Ppg Para deixar uma mensagem de voz: https://anchor.fm/vertentetecnologica/message Sites de pesquisa: https://4gnews.pt https://pplware.sapo.pt https://www.tecmundo.com.br https://tecnoblog.net https://techcrunch.com https://macmagazine.com.br https://updated.pt https://ifeed.pt Lista de reprodução de música no Apple Music: https://is.gd/MZyzdD Para aceder ao iTunes Store (Apple Podcast): https://is.gd/XayFsF --- Send in a voice message: https://anchor.fm/vertentetecnologica/message Support this podcast: https://anchor.fm/vertentetecnologica/support

Espiritismo Brasil Chico Xavier
Divaldo Franco - como agir perante a ofensas

Espiritismo Brasil Chico Xavier

Play Episode Listen Later Mar 26, 2022 4:56


Divaldo Franco - como agir perante a ofensas --- Send in a voice message: https://anchor.fm/espiritismobrasil/message

ESPAÇO DO EVANGELHO
Perante Jesus - Emmanuel #377

ESPAÇO DO EVANGELHO

Play Episode Listen Later Mar 16, 2022 2:44


EVANGELHO DA FELICIDADE por Minoru Ueda Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier

PLANETA: O Podcast do Líder com Carlos Hoyos
#133 - Desafios do Empreendedorismo Perante Uma Crise com Veridiana Mellilo

PLANETA: O Podcast do Líder com Carlos Hoyos

Play Episode Listen Later Mar 11, 2022 37:08


Olá! Tudo bem? Falamos com Veridiana Mellilo, Sócia Proprietária na Veridiana Mellilo Consultoria e Serviços em Comunicação Ltda. E estes são os principais pontos deste bate papo: O que é essencial no processo de autoliderança? Os grandes desafios para empreender. Reinvenção: olhar para dentro para melhor conexão. Quais recomendações para quem ainda não empreendeu? Os gatilhos enganosos ao empreender. Os caminhos estratégicos para conexões com pessoas. Os segredos para uma melhor comunicação. H2H - Human to Human, olhar para o material humano. E muito mais! Ouça e comente! E assine nossa newsletter para você ficar por dentro de todas as novidades e não perder nenhum episódio! https://podcastplaneta.com Um abraço e que você tenha uma vida extraordinária! Líder de Elite - Vida e Liderança Extraordinárias Carlos Hoyos PS. Gostou? Deixe sua avaliação no iTunes! * Sobre Veridiana Mellilo * Sócia Proprietária da Veridiana Mellilo Consultoria e Serviços em Comunicação LTDA. Formada em Relações Públicas pela PUC-Campinas, com extensão em Inteligência pela Associação de Diplomados da Escola Superior de Guerra a Empresária Veridiana Mellilo é Sócia proprietária da Veridiana Mellilo Consultoria e Serviços em Comunicação Ltda, Sócia dos Centros de Reabilitação e Habilitação de Jaguariúna CEJ (Centro de Equoterapia de Jaguariúna) e CAJ (Centro de Referência do Autismo de Jaguariúna), é apresentadora do talk show Café Empreendedor da Rádio Brasil 1270AM, Mentora da Pré-aceleradora de negócios liderados por mulheres Go On Women e Mentora de alunos de Relações Públicas da Puc-Campinas. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/veridianamellilo Site: www.veridianamellilo.com * Sobre Carlos Hoyos * Carlos Hoyos é o host do podcast Planeta e do canal do YouTube "Líder de Elite". Carlos é empresário e empreendedor, Coach Executivo & Empresarial, especialista em alta performance e inteligência emocional para líderes, facilitador de treinamentos, mentor de coaches e empreendedores e consultor empresarial. Pai da Clara e do Benjamin, é apaixonado por desenvolver líderes, executivos, e empresários para que possam atingir seu potencial maior em suas vidas, famílias, equipes e empresas. https://carloshoyos.com/ https://www.youtube.com/CarlosHoyosLDE https://www.instagram.com/CarlosHoyosLDE https://www.linkedin.com/in/CarlosHoyosLDE

Notícias Agrícolas - Podcasts
Além do posicionamento da imagem perante o mundo a Expo Dubai é também uma grande oportunidade para novos negócios para o país

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 18, 2022 11:14


O Comissário Geral do Brasil avalia potencial de negócios durante os 6 meses de exposição em R$10 bi

Morning Call
11.01.2022 - No Brasil, destaque será a divulgação do IPCA; No exterior, Powell fala perante o Senado

Morning Call

Play Episode Listen Later Jan 11, 2022 3:21


O Ibovespa acompanhou os índices no exterior e terminou a sessão de ontem em queda de (-0,75%) cotado aos 101.945 pontos. No mercado de câmbio, o dólar teve mais uma sessão de valorização frente o real. O dólar comercial fechou em alta de +0,76%, cotado aos R$ 5,67.