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Intervalo de Confiança
Episode 155: IC # 155 - Por que adoção é importante?

Intervalo de Confiança

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 107:31


Existem inúmeras diferentes configurações de família: um homem e uma mulher, dois homens, duas mulheres, relações poliamorosas, etc. Uma família pode ou não ter filhos em sua configuração e esses filhos podem entrar para o grupo tanto por via biológica quanto através de uma adoção. Mais antiga que a própria espécie humana e presente em quase todas espécies de mamíferos, a adoção ainda é um tema cercado de tabus e desconhecimento.Apresentado por Igor Alcantara e com a participação de dois convidados da área jurídica com experiências diversas no tema: o Hugo Zaher, juiz de direito, e Saulo Amorin, do coletivo Cores da Adoção, esse programa é uma aula sobre essa tema, abordando vários conceitos e quebrando vários mitos a respeito dessa tema. Aumente o volume e venha aprender mais com a gente.A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio por Júlia Frois em colaboração com a Inteligência Artificial MidJourney. A coordenação de redação é de Tatiane do Vale e a gerência de projetos de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite o nosso site em https://intervalodeconfianca.com.br/

Abertura de Mercado
Centrão se fortalece em discussão sobre PEC; Lira articula orçamento secreto

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Dec 1, 2022 14:43


Em meio às discussões sobre a PEC do Estouro, o Centrão tem demonstrado sua força. Depois de se reunir com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Arthur Lira (Progressistas), presidente da Câmara dos Deputados, disse que o texto da PEC não passa como está. É provável que o prazo de retirada do Bolsa Família do teto de gastos seja menor que os quatro anos previstos no texto, além de uma desidratação no valor de R$ 198 bilhões. Em resposta, a Bolsa subiu e o dólar caiu, com investidores comprando a versão de que o Congresso vai segurar os gastos do governo. Mas, como dizem os economistas, o mercado é míope e imediatista, e aparenta não colocar na conta o fortalecimento do fisiologismo sobre as contas públicas. Ao mesmo tempo em que o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) bloqueou recursos do Orçamento Secreto, em resposta à aliança de Lira com PT, o presidente da Câmara já se articula para colocar a previsão de liberação das chamadas emendas do relator deste ano para dentro da PEC da Transição, e ainda tenta blindar as verbas do Orçamento Secreto do ano que vem. Segundo apuração do analista de política da CNN, Caio Junqueira, uma emenda seria apresentada ao texto da PEC, que permitiria a liberação de recursos ainda em 2022. Em troca, Lira libera a PEC. Mais dinheiro para o Centrão significa mais dinheiro para os projetos políticos de partidos em seus redutos eleitorais, e, como o cobertor é curto, menos verba para o resto. No episódio desta quinta-feira (1.º), o CNN Money discute as previsões para a PEC da Transição e o empoderamento do Centrão no Orçamento. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Rumores de novos nomes para Fazenda e desidratação da PEC animam mercados

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 20:04


No desfecho da última terça-feira (29), os mercados foram dormir animados.Em reação a rumores ventilados por notícias envolvendo o governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quase todas sinalizando uma mudança de postura quanto às principais pautas da transição na economia, a Bolsa subiu em quase 2% e o dólar caiu a R$ 5,29.A maior delas é que Lula teria voltado a cogitar outros nomes para o Ministério da Fazenda, em especial o do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB). Segundo apurado pelo site Poder360, a ideia é que Fernando Haddad (PT) -- até ontem o principal cotado para a pasta -- vá para o Ministério do Planejamento, que deve ser recriado a partir de 2023.Outros nomes também foram citados para a Fazenda, segundo o Estadão Brodcast: Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, e Josué Gomes, da Fiesp. O rumor aponta que o setor do empresariado também poderia ser contemplado, aliviando investidores que temiam um modus-operandi mais heterodoxo na nova gestão econômica.Ainda na terça-feira, petistas e aliados teriam admitido que a PEC da Transição, apelidada de PEC do Estouro, poderia ser desidratada no Congresso, principalmente na redução do valor de R$ 198 bilhões e do prazo de 4 anos de vigência do texto. A proposta já recebeu mais do que as 27 assinaturas necessárias para começar a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal e deve ser discutida em breve.O analista de política da CNN, Caio Junqueira, ainda apurou que o presidente eleito teria se reunido por mais de 5 horas com economistas do grupo de transição, em encontro no qual Lula mais ouviu do que falou. A leitura geral é que o teto de gastos não existe mais, na prática, e deve ser substituído -- mas não só por uma nova regra, e sim mais de uma, configurando a necessidade de um arcabouço fiscal.No episódio desta quarta-feira, o CNN Money traz as expectativas da transição de governos na economia e análises sobre os nomes recém-cotados para as principais pastas do governo Lula.Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
A R$ 198 bilhões, PEC é protocolada no Senado; Haddad se aproxima da Fazenda

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 19:20


A PEC da Transição, que propõe mudar a Constituição para viabilizar o Bolsa Família em R$ 600 no ano que vem, foi protocolada no Senado Federal pelo governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).O texto manteve a proposta original de tirar R$ 175 bilhões do teto de gastos e deixar uma gordurinha de R$ 23 bilhões para investimentos, totalizando R$ 193 bilhões. Ainda assim, interlocutores do novo governo falam em discutir valores menores, de R$ 150 bilhões ou menos, e ainda considerar a proposta do senador Tasso Jereissati (PSDB), que não tira o Bolsa Família do teto, mas abre espaço de R$ 80 bilhões no teto.Entre diferentes valores e propostas, o fato concreto é que já se passaram 3 semanas sem avanços da PEC. O PT chegou a achar que a negociação seria mais fácil, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), está praticamente reeleito ao cargo, diminuindo a necessidade de apoio do partido.Diante desse cenário, é provável que o mercado continue refletindo essa indefinição, subindo ou descendo conforme o valor da PEC aumenta ou diminui.No entanto, outra incerteza pode se dissipar em breve: o nome de quem vai ocupar o Ministério da Fazenda. Na noite da última segunda-feira (28), Fernando Haddad (PT) disse que vai passar a integrar a equipe de transição na Economia a pedido de Lula, confirmando seu favoritismo ao cargo.O ex-prefeito de São Paulo também disse que irá conversar com Gabriel Galípolo e Guilherme Melo, economistas à frente das discussões econômicas do novo governo. Em aceno às preocupações que dominam os mercados desde que a discussão sobre a PEC começou, Haddad também disse que quem pilotar a Fazenda terá de se apropriar da questão fiscal.No episódio desta terça-feira (29), o CNN Money discute o novo texto da PEC e as perspectivas daqui para frente, inclusive se essa novela pode ter um desfecho próximo ou não.Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Expectativas sobre detalhes da transição de governo na economia embalam semana

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 28, 2022 21:36


A semana começa com grandes expectativas sobre mais detalhes da transição de governos na economia. O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já recuperado da cirurgia na laringe, desembarcou em Brasília no último domingo à noite (27) acompanhado de Fernando Haddad (PT), ex-prefeito de São Paulo e principal nome cotado ao Ministério da Fazenda. Em meio às reuniões previstas com os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (Progressistas) e Rodrigo Pacheco (PSD), respectivamente, além de outros parlamentares, espera-se que o novo governo dê mais informações sobre a PEC da Transição, também chamada de PEC do Estouro, e talvez sobre quem de fato será o ministro da Fazenda. Na última sexta-feira, Haddad participou do almoço com banqueiros organizado pela Febraban. Seu discurso foi considerado genérico e não trouxe detalhes sobre os planos do governo Lula para pagar o Auxílio Brasil, que volta a se chamar Bolsa Família a partir do ano que vem, em R$ 600. Para críticos, a avaliação foi que a falta de preparo de Haddad para o evento reflete como seria uma possível gestão do petista na pasta econômica. Já apoiadores, por outro lado, dizem que o ex-prefeito fez o que pode, já que ainda não é ministro da Fazenda, não está por dentro das discussões e foi escalado para o almoço de última hora. A Bolsa brasileira -- que subiu na quinta-feira com a possível dobradinha de Haddad com Pérsio Arida, um dos pais do Plano Real -- devolveu os ganhos na sexta com as indefinições. No final de semana, o evento promovido pelo grupo Esfera, no Guarujá (SP), contou com Floriano Pesaro (PSDB), coordenador executivo da equipe de transição de Lula. Ele justificou os impasses em Brasília dizendo que "estamos trocando o CEO da empresa chamada Brasil". Emídio de Souza, deputado estadual do PT, completou dizendo que até uma empresa funcionar redonda, demora. Já os empresários, em resposta, falaram sobre o diálogo entre setores público e privado, e a importância de unir um país dividido para avançar em pautas que podem levar ao crescimento econômico. No episódio desta segunda-feira (28), o CNN Money discute os caminhos possíveis para o avanço da economia em meio às incertezas, e as expectativas que a semana guarda. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Possível dobradinha de Haddad e Pérsio Arida na economia traz alívio ao mercado

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 25, 2022 17:26


Uma palavra resume o espírito desta reta final da semana: alívio. O Brasil passou bonito pela estreia da Copa do Mundo, e, na economia, a possível dobradinha de Fernando Haddad e Pérsio Arida no ministério da Economia animou os mercados, com a Bolsa subindo quase 3% e o dólar em queda, a R$ 5,31. Segundo apuração da âncora do CNN Money, Priscila Yazbek, a frente ampla diminui a chance do PT ficar com a Fazenda e o Planejamento. Se Haddad de fato for nomeado ao comando da primeira pasta, Pérsio Arida seria a indicação do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), para o Planejamento. A dúvida que fica é se Arida, que já foi presidente do Banco Central e é um dos pais do Plano Real, toparia uma cadeira abaixo da de Haddad. Por enquanto, nada segue definido, mas, pela primeira vez em algum tempo, este foi o primeiro sinal de que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode fazer uma gestão econômica mais ao centro, com Arida levantando a bandeira da responsabilidade fiscal. Algumas dúvidas também podem ser dissipadas nesta sexta-feira (25). Alckmin, Gleisi Hoffman, Wellington Dias e  Jaques Wagner viajam a São Paulo e podem definir alguns detalhes da PEC do Estouro com Lula. Também nesta sexta, Haddad foi escalado para participar do tradicional almoço da Febraban, reforçando ser um nome forte para a Fazenda. Há ainda outro ponto que vale menção: Arthur Lira (Progressistas) conseguiu apoio do União Brasil para se reeleger à presidência da Câmara dos Deputados, e isso dificulta o surgimento de outro candidato viável. A leitura é que Lira, agora, vai precisar menos do PT para se manter no cargo, o que pode reduzir o custo da PEC. No episódio desta sexta, o CNN Money vai falar dos novos episódios da transição de governos na economia, e, olhando para o exterior, sobre as perspectivas para o inverno europeu, com a União Europeia ultrapassando a meta de reserva de gás natural em meio à guerra na Ucrânia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

O Antagonista
Cortes do Papo - Texto final da proposta deve ser apresentado até esta terça (29)

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 3:53


O senador Marcelo Castro (MDB-PI; foto), relator do Orçamento de 2023 no Congresso Nacional, anunciou que apresentará o texto final da PEC da Gastança até terça-feira (29). Em um comunicado à imprensa nesta sexta-feira (24), o parlamentar garantiu que o prazo permitirá sua aprovação até o dia 10 de dezembro, o que permitirá ao Legislativo cuidar do Orçamento ainda esse ano. "Os dois grandes desafios que temos para que o país continue funcionando são a aprovação da PEC do Bolsa Família e o Orçamento do próximo ano. Para que possamos focar na elaboração do orçamento de 2023, precisamos que a PEC seja aprovada no Senado e na Câmara, até o dia 10 de dezembro", argumentou o senador. O texto, a ser protocolado no Legislativo, permitirá "a continuidade do pagamento dos R$ 600 do Bolsa Família e mais R$ 150 por criança de até 6 anos de idade". Até o momento, o governo de transição, autor da ideia da PEC, não se acerta sobre o tamanho do rombo fiscal que a medida terá, nem que espécies de âncora fiscal o país adotará para não perder o controle da dívida pública. Há pedido para que o ministro da Fazenda de Lula seja revelado e ajude a destravar a tramitação, Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Abertura de Mercado
BC volta a falar em subir Selic em meio a indefinições da PEC do Estouro

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 21:27


O terceiro adiamento do texto da PEC do Estouro mostra a complexidade de se chegar a um consenso sobre tamanho e prazos. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda deve batalhar para que a proposta seja apresentada até o dia 2 de dezembro e votada ainda neste ano, a menos de um mês do início do recesso dos parlamentares. Diante desse cenário, a solução para aumentar os gastos via Medida Provisória vem ganhando força -- uma saída para manter o Bolsa Família em R$ 600, já que MPs dependem apenas do Executivo para serem editadas e têm força de lei assim que publicadas. Nessa toada de incertezas, o Brasil volta a discutir a taxa Selic. Se era motivo de comemoração o fato dos juros terem parado de subir aqui enquanto o resto do mundo ainda ajusta as taxas para cima, agora o cenário se inverte. Antes das discussões da PEC, a previsão era que a Selic começasse a cair a partir do meio do ano que vem, mas o Banco Central já tem sinalizado que, a depender da política econômica do novo governo, pode ser que ela volte à trajetória de subida. Na última quarta-feira (23), a palavra "inflexão" foi enfatizada nas declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que ecoou as perspectivas de economistas sobre um aperto na política monetária brasileira. Em paralelo, os juros futuros chegaram a 15%, o maior nível desde 2016. O movimento aconteceu exatamente no mesmo dia que o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deu fortes sinais que vai começar a reduzir os juros da maior economia do mundo a partir de meados do ano que vem. O que se vê é que o Brasil flerta com seu velho padrão de andar na contramão do mundo. Para economistas, não é só a PEC, mas a dinâmica de tudo que tem sido falado pelo novo governo, de Petrobras e oposição de fiscal com social aos nomes aventados para o Ministério da Fazenda. O cenário aponta para um aumento de gastos, juros altos e esfriamento da economia -- e, se acaso se concretizar, não será só o mercado que terá de ter paciência, mas toda a atividade econômica do país. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money discute a trajetória da taxa de juros do Brasil e as perspectivas pouco animadoras para a economia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
PEC do Estouro sem contraproposta para regra fiscal agrava quadro de incerteza

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 23, 2022 23:53


Incerteza é o nome do jogo. A PEC da Transição, ou PEC do Estouro, deve ser protocolada nesta quarta-feira (23) no Senado Federal, mas estão indefinidos valores, prazo para manter o Bolsa Família fora do teto e a moeda de troca que o Centrão muito provavelmente irá pedir para que a proposta passe. Uma quarta indefinição coroa o quadro e começa a incomodar tanto quanto as outras, se não mais: o texto deve ser apresentado sem que uma nova regra fiscal apareça no pacote. Ou seja, a PEC de Transição deve enterrar de vez o teto de gastos, e sem trazer nenhuma outra no lugar. O entendimento é que o novo governo quer deixar a "parte chata" para depois. Além disso, tanto o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), quanto Aloizio Mercadante, fundador do PT e coordenador dos grupos técnicos do processo de transição, falam em discutir as novas regras fiscais fora da Constituição por meio de uma Lei Complementar, que exige maioria simples dos parlamentares - 41 senadores e 257 deputados. O comentário dos economistas é que, se já está fácil para a classe política gastar dinheiro precisando de maioria qualificada, de 308 deputados e 49 senadores, a maioria simples pode abrir ainda mais caminho para que as regras do jogo sejam mudadas. No episódio desta quarta, o CNN Money se debruça sobre os riscos que o quadro fiscal desenhado no processo de transição de governos traz à economia do país. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Após minuta de R$ 200 bi, novo texto da PEC do Estouro deve ser apresentado hoje

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 21:17


O texto da PEC da Transição -- apelidada de PEC do Estouro -- deve ser apresentado nesta terça-feira (22) pela equipe de transição do governo. A minuta inicial previa um estouro no teto em R$ 200 bilhões, mas o número causou tanto ruído que, agora, os integrantes já discutem uma redução em torno de R$ 100 bilhões. Tem quem diga que a primeira proposta pode ter sido, na verdade, um balão de ensaio -- ao enviar um valor mais alto, o governo esperava colher um intermediário. Fato é que o Congresso Nacional quer colocar freios nos valores, e duas propostas alternativas, com cifras inferiores a R$ 100 bilhões, foram apresentadas pelos senadores Alessandro Vieira e Tasso Jereissati, ambos do PSDB. Além dos valores, os prazos não são consenso. O governo, por exemplo, quer tirar o Bolsa Família do teto de gastos de forma permanente -- coisa que o Congresso recusa, para não entregar o pedido de bandeja e perder poder de barganha ano a ano. E, para o aperto de mãos entre parlamentares e governo acontecer, o custo pode ser alto. O centrão já articula a institucionalização do Orçamento Secreto e inclusive negocia o aumento do valor destinado às emendas de relator já em 2022. Ao mesmo tempo, enquanto as discussões sobre o ano que vem seguem acaloradas, o governo Bolsonaro deve divulgar, também nesta terça, um relatório sobre despesas e receitas da União, o que pode trazer um novo bloqueio de recursos.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Expectativas para nomeação de ministro da Fazenda dobram com retorno de Lula

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 18:50


A semana passada foi marcada por altos e baixos. Se, por um lado, as falas na última quarta-feira (16) do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a pauta ambiental foram elogiadas na COP27, na quinta-feira os questionamentos sobre responsabilidade fiscal assustaram economistas. O desfecho da semana, porém, deu uma acalmada nos ânimos: Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff, deixou o grupo de transição do governo, e o presidente eleito disse que irá aceitar conselhos "se forem bons", em referência à carta escrita por Pedro Malan, Armínio Fraga e Edmar Bacha. Nela, os economistas disseram compartilhar da preocupação de Lula com a pobreza, mas defenderam que o desafio é tomar providências que não criem problemas maiores do que aqueles que se quer resolver. Com Lula de volta ao Brasil, a semana começa com a expectativa que o nome do novo ministro da Fazenda seja anunciado, o que pode reduzir o nível de incerteza. Mas, a depender de quem for o indicado ao comando da economia e dos próximos passos da PEC do Estouro, o pessimismo pode aumentar. De concreto, o que se tem até agora são promessas de mais gastos, embora não haja detalhes ainda sobre como a conta será paga e em que pé estarão as novas regras fiscais. Em resposta, os alertas ao descontrole das contas públicas vêm se multiplicando. A Instituição Fiscal Independente (Ifi), órgão vinculado ao Senado Federal, mostra que o quadro atual aponta para um aumento do endividamento do país e contas públicas no negativo até 2031.  No episódio desta segunda-feira (21), o CNN Money vai tratar das expectativas para a transição do governo Lula na economia, bem como o que esperar da semana que se inicia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  

Abertura de Mercado
Falas de Alckmin e saída de Mantega colocam panos quentes sobre "risco Lula"

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 20:34


Contrariando a aliança que se formou em seu entorno agora, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem evocado a lembrança do chamado "risco Lula" de 2002. A nostalgia não é de boas lembranças -- deveria, aliás, ter servido de aprendizado, coisa que ainda não apareceu no discurso do petista. Coube a Geraldo Alckmin (PSB), ex-tucano, ex-adversário e agora voz apaziguadora no entorno da Presidência, estancar, com alguma paciência, a profecia profetizada de Lula sobre o efeito de sua fala "a Bolsa vai cair, o dólar vai subir, paciência". Assim aconteceu. Com a fragilidade de uma promessa de campanha, Alckmin disse à CNN que a discussão sobre uma nova regra fiscal e corte de despesas não é desse momento, mas virá. E dificilmente irão desistir de deixar o Bolsa Família fora dos limites fiscais. De tom assertivo e professoral, os economistas Pedro Malan, Armínio Fraga e Edmar Bacha escreveram a Lula dizendo que o desafio não é criar problemas maiores do que aqueles que se quer resolver, sob pena do "povo tomar na cabeça outra vez". A demonização do mercado também foi combatida por muitas vozes que apoiaram Lula, mas a saída de Guido Manteg, ex-ministro da Fazenda dos governos petistas, da equipe de transição foi o que acabou reduzindo o estrago no final do dia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Discurso de Lula na COP27 reforça incertezas após minuta da PEC da Transição

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 15:43


O discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na manhã desta quinta-feira (17), colocou mais pressão sobre um mercado já pressionado.  Diretamente da COP27, no Egito, Lula voltou a criticar o teto de gastos e a antagonizar responsabilidade social com responsabilidade fiscal. "Quando você coloca uma coisa chamada teto de gastos, tudo o que acontece é você tirar dinheiro da saúde, da educação, da cultura", disse o petista.  As críticas ao mecanismo do teto de gastos, bem como aos "ganhos de especuladores", prometem mais um dia difícil para o mercado financeiro, na esteira da apresentação da Proposta de Emenda à Constituição apresentada na última quarta pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB). A PEC apresentada pela equipe de transição, acaba, em quatro anos, com o que a Reforma da Previdência deveria economizar em dez. Prevaleceu a pior ideia do ponto de vista mercadológico: Lula quer quase R$ 200 bilhões por ano fora dos limites dos gastos, e sem prazo definido.  O cheque em branco vai sair caro, à medida que a expectativa pela redução dos juros a partir de meados do ano que vem saiu do cenário. A taxa dos contratos de janeiro de 2024 fechou em 14%, acima da atual Selic, e a dívida pública deve subir rapidamente com gastos liberados e sem regras fiscais. Na visão do mercado, o plano de Lula transforma necessidades reais em risco e incerteza. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money vai analisar as minúcias do discurso de Lula, além de detalhes da PEC apresentada ao Congresso Nacional.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Intervalo de Confiança
Episode 153: IC # 153 - Como será o mundo dominado pela Inteligência Artificial?

Intervalo de Confiança

Play Episode Listen Later Nov 17, 2022 96:47


A maioria das obras de ficção, especialmente aquelas produzidas desde lado do hemisfério terrestre, aborda o mundo futurista distópico onde máquinas controlam a humanidade, que agora vive ou sob um regime de escravidão ou têm todos os seus passos controlados por softwares que tudo vêem e tudo sabem. No entanto, isso diz mais respeito a como nós vemos outras culturas do que como seremos tratados em um mundo controlado por uma inteligência superior. Apresentado por Igor Alcantara e com a participação de Luna SovietLunox, esse episódio fala sobre a realidade onde máquinas dominam os meios de produção e controlam o mundo. Em uma realidade assim, como será a nossa vida e sociedade? É possível que isso aconteça algum dia ou isso já está acontecendo? Escute esse programa e participe do debate conosco.A Pauta foi escrita por Igor Alcantara. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio por Júlia Frois em colaboração com a Inteligência Artificial MidJourney. A coordenação de redação é de Tatiane do Vale e a gerência de projetos de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.Visite nosso site em http://intervalodeconfianca.com.br

Abertura de Mercado
Política fiscal de Lula segue no centro do debate em meio a tensões geopolíticas

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 16:59


"No Brasil, nada é tão permanente quanto um programa de gastos temporário." A frase é de Pérsio Arida, que está na equipe de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De Nova York, onde participam de um evento com empresários brasileiros, Arida, Henrique Meirelles e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), fizeram coro aos riscos sobre a falta de transparência, credibilidade e responsabilidade fiscal em meio às discussões sobre a PEC de Transição, enquanto Lula atende à COP27, no Egito. Os mercados brasileiros seguem atentos às movimentações da política econômica do governo eleito, ainda tateando no escuro, ao mesmo tempo em que a geopolítica da guerra na Ucrânia ganhou uma nova camada de tensão na última terça-feira (16): dois mísseis caíram numa área rural da Polônia, a 5 km da fronteira com a Ucrânia, e mataram ao menos duas pessoas. Foi a primeira vez em quase nove meses de guerra que um país da Otan foi atingido, levantando hipóteses sobre um possível envolvimento no conflito de outras potências ocidentais, baseado no Artigo 5º da Carta da aliança. Especialistas em temas militares poloneses duvidam que tenha sido um ataque intencional, e, nesta quarta, as discussões sobre a autoria dos projéteis já trouxeram algum alívio quanto a temores de uma escalada na guerra. Também segue no radar a inflação ao consumidor do Reino Unido, que, em 11,1% em outubro, superou as expectativas do mercado e o patamar anterior, de setembro. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Opção considerada menos radical para Orçamento de 2023 alivia mercados

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 20:40


A informação de que a mudança no orçamento federal pode não ser tão radical segurou o mercado brasileiro nesta segunda-feira (14). A contraproposta à PEC de permanência dos gastos fora dos limites é mais conservadora, com previsão de R$ 130 bilhões, com valores definidos para cada despesa e validade de apenas um ano e não de quatro, ou mesmo para sempre. O quarteto encarregado de formular a espinha dorsal da política econômica do governo Lula não fala oficialmente. O CNN Money de hoje fala também sobre a 17ª reunião de cúpula do G20, grupo com as vinte maiores economias do mundo, que começa nesta terça-feira (15). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Enquanto Lula vai à COP27, "bombeiros" do PT tentam sinalizar racionalidade à PEC

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 19:03


O Brasil tem feriado amanhã, com o  presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajando para a Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP 27), no Egito, onde será uma das estrelas, já que a Amazônia está no centro do debate climático no mundo. Enquanto ele estiver falando em Sharm el Sheikh, aqui no Brasil, os "bombeiros" do PT e do entorno do governo de transição tentam sinalizar alguma racionalidade na construção da PEC que vai mudar o orçamento do próximo ano. A reação dos mercados na semana passada acionou receio do exagero na liberação fiscal, com a possibilidade de retirada permanente dos benefícios sociais do teto de gastos. O CNN Money de hoje fala também da expectativa pela chegada de lula na COP27 e do encontro dos presidentes americano e chinês, Joe Biden e Xi Jinping no G20 — que, aliás, não vai contar com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Bolsa tem perda bilionária com temores sobre descontrole fiscal após fala de Lula

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 23:18


A reação dos mercados na última quinta-feira (10) provocou outras tantas reações de tudo quanto é tipo. Em resposta ao discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Bolsa brasileira descolou do exterior, mas não da forma positiva como até então vinha fazendo. Pelo contrário: enquanto os mercados internacionais disparavam com otimismo em relação aos juros dos Estados Unidos, o Ibovespa registrou a maior queda diária desde 7 de setembro do ano passado, e o dólar subiu para quase R$ 5,40, um movimento brusco que não acontecia desde março de 2020, com o estouro da pandemia. A queda acentuada ocorreu desde a abertura do mercado, às 10h, mas foi intensificada após as falas de Lula pela manhã. O petista questionou a concentração do debate econômico em torno de temas como a estabilidade fiscal e afirmou que há gastos do governo que precisam ser observados como investimento. A frase "É preciso ter teto de gastos?" arrepiou a espinha de investidores. A leitura é que Lula, ainda vestido de bravatas de campanha, rechaçou o controle das contas públicas e separou responsabilidade fiscal de responsabilidade social, provocando perdas bilionárias em valor de mercado. O medo virou pânico quando o nome do ex-ministro Guido Mantega foi confirmado na equipe de transição, no grupo que vai recriar o Ministério do Planejamento, guichê do Tesouro Nacional e quem executa o Orçamento. Mantega, que foi ministro de Lula e Dilma, foi apontado como o responsável pela adoção da nova matriz econômica que colocou o Brasil na pior crise em décadas, em 2015 e 2016. O episódio do CNN Money desta sexta-feira (11) coloca em perspectiva o tamanho e a intensidade das perdas do mercado na última quinta, inclusive do ponto de vista de pessoas físicas e investidores menores. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
"Crash" das criptomoedas adiciona mais tensão a mercados internacionais

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 10, 2022 16:04


O mercado internacional vive um momento de incerteza latente, mas, como demonstrado na última quarta-feira (9), há sempre espaço para mais tensão. Em questão de horas, bilhões de dólares evaporaram, à medida que uma crise sistêmica no ecossistema das criptomoedas acionou um alerta ruidoso para os investidores. O bitcoin, o maior ativo do setor, já operava em forte queda durante o ano, mas, na quarta-feira, sofreu um novo baque e voltou ao mesmo patamar de dois anos atrás. O apelidado "crash das criptomoedas" aconteceu devido a um negócio cancelado entre duas das maiores corretoras cripto do mundo, a Binance e a FTX. A primeira tinha se disposto a comprar a segunda, que vive uma intensa crise de liquidez e beira a quebradeira. A Binance, porém, desistiu em menos de um dia após uma análise de risco mais cuidadosa. A reação dos mercados foi gigantesca e o movimento de realocação de recursos preponderou, somado às incertezas quanto às regulações do mundo cripto, que pairam há meses. O banco norte-americano JP Morgan disse, em análise, que essa queda recente é muito mais preocupante que as anteriores, visto que o ecossistema das criptomoedas está mais frágil e comprometido diante da quebra da FTX. A crise sistêmica adiciona mais tensão ao mercado internacional, que, além de todas as outras incertezas acumuladas ao longo do ano, também lida com as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos e a divulgação do índice de inflação ao consumidor norte-americano, que deve sair na manhã desta quinta. A expectativa é que a inflação dos EUA reduza até 7,9% -- uma queda em ritmo muito lento, elevando expectativas de maiores aumentos de juros por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Lula tenta agradar a gregos e troianos com economistas indicados para transição

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Play Episode Listen Later Nov 9, 2022 16:45


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está em Brasília pela primeira vez desde que venceu a disputa, cumprindo uma agenda de encontros com os chefes de poderes: Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pachedo, do Senado, Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) e Alexandre de Moraes, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas o que o mundo quer saber é aquilo que Lula guarda a 7 chaves: quem será seu ministro da Fazenda e como ele irá garantir o cumprimento das promessas de campanha antes de assumir o cargo. Na última terça-feira (8), porém, foram divulgados os nomes escolhidos para atuar na transição de governos. Falando especificamente da equipe econômica, a união de Pérsio Arida, André Lara Resende, Nelson Barbosa e Guilherme Melo diz muito sobre a tentativa do líder petista de agradar a gregos e troianos: são economistas que não têm a mesma formação, tampouco o mesmo pensamento, mas unidos para a mesma finalidade. Enquanto Pérsio Arida e André Lara Resende assinaram juntos o Plano Real e têm um perfil mais pró-mercado, Nelson Barbosa e Guilherme Melo têm as digitais da nova matriz econômica, diretriz adotada por Dilma Rouseff (PT) em seu segundo mandato que, além de ter levado o país à pior crise em décadas, continua a reverberar na fragilidade e desafio fiscal que o Brasil enfrenta até hoje. Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda mais longevo e controverso da história, também apareceu na terça como uma espécie conselheiro do governo de transição. No episódio desta quarta-feira (9), o CNN Money vai tratar do processo de passada de bastão e a reação do mercado financeiro quanto aos nomes indicados para a equipe de transição, bem como à própria eleição de Lula, que contrariou expectativas e resultou em pregões positivos por dias. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Bolsa volta à volatilidade com demora na indicação da política econômica de Lula

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Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 19:26


Já faz algumas semanas que a Bolsa brasileira tem se descolado dos mercados internacionais: enquanto lá fora a crise derruba índices e moedas, o movimento aqui era o contrário, com fortalecimento do real ante o dólar e pregões positivos do Ibovespa. Até a última semana pós segundo turno foi vista como uma verdadeira lua de mel quanto à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ainda que a Faria Lima tenha deixado claro a predileção pelo adversário derrotado Jair Bolsonaro (PT). Agora, porém, o cenário é outro. Os sinais que balizam as decisões dos gestores de investimentos estão emergindo e é muito difícil se esquivar deles. A coordenação da transição de governos está confusa e, principalmente, difusa, com muitas pessoas falando, muitos porta-vozes diferentes e várias soluções postas à mesa para lidar com o Orçamento de 2023 -- nenhuma delas sugerida com convicção o bastante para garantir uma certa estabilidade no período entre-governos. A crítica recai sobre como a equipe de transição do presidente eleito Lula não parece ter nada decidido, embora a situação e a necessidade de alargar o Orçamento já sejam conhecidas há meses. Além disso, a pressão política de colocar Fernando Haddad (PT) à frente do Ministério da Economia não agrada em nada o mercado, que estava adoçado pela possibilidade de Henrique Meirelles indicar o caminho a Lula sobre a escolha de um perfil de gestor à altura das necessidades do país. O estresse na Bolsa visto na última segunda-feira é exemplo de como o mercado está reagindo à demora em indicar como se dará a política econômica do governo Lula. Ao mesmo tempo, investidores estrangeiros se mostram -- e se provam -- dispostos a vir para o Brasil, um movimento que em muito desagrada os agentes locais. No episódio desta terça-feira (8), o CNN Money discute as pressões políticas sobre a economia e o que a volta da Bolsa ao padrão internacional de alta volatilidade pode indicar para o futuro do país. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Governo de transição vê desafios políticos e jurídicos para alargar Orçamento

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Play Episode Listen Later Nov 7, 2022 19:14


Enquanto a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discute como encaixar gastos como o Auxílio Brasil de R$ 600 no Orçamento de 2023, aumenta a pressão por uma resposta que ele se recusa a dar: quem será o nome indicado para comandar a pasta da Economia do governo? Embora ainda não se saiba quem será o "fiador", duas coisas são certas: não há espaço para tudo no Orçamento e o mercado financeiro, a despeito de todas essas dúvidas, vai continuar em modo compra, à medida que o Brasil tem se tornado, entre os emergentes, uma espécie de porto seguro. No episódio desta segunda-feira (7), o CNN Money discute os desafios da equipe de transição para com o Orçamento, além do comportamento dos mercados nacionais e internacionais. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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PEC de Transição traz custos políticos e fiscais ao próximo governo

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Play Episode Listen Later Nov 4, 2022 21:07


A "licença para gastar" além das regras fiscais do próximo governo já tem nome: PEC de Transição. A briga, agora, é sobre o que vai entrar nesse pacote. O Congresso Nacional não vê espaço para que promessas de campanha, feitas pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sejam cumpridas antes dele assumir efetivamente. À exceção da garantia do Auxílio Brasil em R$ 600 para beneficiários e do aumento real do salário mínimo, a leitura dos parlamentares é que a lista que faz sentido político, com reajustes em uma série de pontos do Orçamento, só deve ser posta em prática quando a faixa presidencial tiver um novo dono. O próximo governo, porém, pode querer aproveitar da PEC de Transição para aprovar mais coisas. Estimada em torno de R$ 95 bilhões, a Proposta de Emenda Constitucional pode custar o dobro para abarcar outros ajustes orçamentários. O mercado financeiro, diante desse cenário, já disse um sonoro "não", tanto a Lula quanto a colaboradores do pensamento econômico do governo petista, na expectativa que o custo da PEC tenha um teto de R$ 100 bilhões. Mesmo assim, é possível que apoie a liberação desse dinheiro, desde que uma nova âncora fiscal do país apareça. No episódio desta sexta-feira (4), o CNN Money analisa cálculos feitos por economistas do mercado para acompanhar os custos políticos e fiscais da PEC de Transição, o grande assunto da economia nacional até o final do ano. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Bloqueios causam prejuízos bilionários, enquanto juros nos EUA abalam mercados

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Play Episode Listen Later Nov 3, 2022 15:01


O prejuízo causado pelos bloqueios nas estradas brasileiras por grupos de apoiadores do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) está chegando na casa dos bilhões de reais. Para se ter uma ideia do impacto, a prorrogação dos levantes pode levar ao derramamento de pelo menos 500 mil litros de leite no asfalto, em um país cuja população padece de fome, insegurança alimentar e de carrinhos de compras diminutos devido à inflação de alimentos. Na noite da última quarta-feira (2), três dias após o início dos protestos, o presidente Bolsonaro fez um apelo aos seus apoiadores, pedindo para que desobstruam as estradas e dizendo que compartilha da frustração com o resultado das eleições. As manifestações, segundo ele, fazem parte do jogo democrático, mas não podem comprometer o direito de ir e vir, além de causar prejuízos à economia. Para o mercado financeiro, porém, que sobrevoou os bloqueios, a volta do feriado de Finados mostra que os prejuízos à economia são inescapáveis. É esperado que haja uma correção nos papéis de empresas ligadas a varejo, transportes, logística e alimentos.  Além disso, a Bolsa brasileira também não irá escapar do assunto do dia nos mercados globais: a alta de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e o chamado "choque-Powell", provocado após o discurso incisivo do chairmen da autarquia.  No episódio desta quinta-feira (3), o CNN Money traz um balanço dos riscos causados pelos levantes no país e leituras sobre o que o recado de Jerome Powell pode significar para a economia mundial.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Mercado descola de bloqueios em estradas e fecha em alta; Fed decide juros

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Play Episode Listen Later Nov 2, 2022 17:20


Depois de quase 48 horas do resultado das eleições, o presidente atual, Jair Bolsonaro (PL), resolveu quebrar o silêncio e se comprometeu em cumprir a Constituição. Enquanto ele não falava, o ruído nas estradas brasileiras subia em muitos decibéis, com a escalada impressionante de interdições de vias essenciais do país por apoiadores bolsonaristas. Os prejuízos desses bloqueios já são estimados em bilhões de reais a diversos setores, como varejo e transporte aéreo. O mercado financeiro, porém, se descolou dessa realidade, mostrando-se distante da arruaça e até da resistência do presidente Bolsonaro em admitir a derrota nas urnas. A preocupação, agora, é com as contas públicas, com a política fiscal do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com quem será o ministro da Economia no próximo mandato. Mas até esse conjunto de preocupações ficou mais para frente. O mercado resolveu da crédito para o governo Lula, desde que arrume uma solução crível para a política fiscal dos próximos anos. Uma sinalização importante de que isso vai acontecer é a forma com que a transição de governos tem engatado: o Orçamento de 2023 é uma prioridade para a equipe liderada pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckimin, cujo DNA tucano e fiscalista agradou o mercado. Alckimin, uma voz dissonante entre aqueles que são contrários ao teto de gastos, à frente desse processo estimulou mais um dia de Bolsa de Valores em alta e dólar em queda. No Brasil, os mercados não operam por conta do feriado de Finados, mas, nos Estados Unidos, eles não só operam como seguem ansiosamente no aguardo do resultado da reunião de política monetária do Federal Reserve System (Fed, o banco central norte-americano), cujo resultado será divulgado na tarde desta quarta-feira. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Estrangeiros lideram disparada da bolsa brasileira após vitória de Lula

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Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 16:54


O mercado brasileiro viveu um dia de rali na segunda-feira (31). Entre as principais moedas, o real teve a maior valorização. Os estrangeiros lideraram a disparada da bolsa e a queda do dólar. Com a vitória de Lula, a expectativa era de correção dos ativos, mas agenda ambiental e a política externa do PT agradam o mercado internacional.  O receio é que Lula interprete esse movimento como um cheque em branco para o seu governo. A volatilidade não desiste fácil. O protesto dos caminhoneiros e o silêncio de Bolsonaro mantêm o estado de alerta ligado.  O CNN Money de hoje fala também sobre o espaço para aumento de gastos públicos. Um estudo exclusivo para o Money mostra que, com o IPCA menor deste ano, a folga no teto de gastos já perdeu R$ 25 bilhões para o ano que vem.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

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Agendas econômicas dos candidatos ganham os holofotes na reta final das eleições

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Play Episode Listen Later Oct 28, 2022 18:44


A dois dias do segundo turno das eleições, a pauta econômica tem agitado as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), cada qual em aceno às parcelas da população que ainda precisam conquistar -- Lula em direção ao empresariado; Bolsonaro, aos mais pobres. Na última quinta-feira (27), a campanha petista publicou uma carta ao mercado que fez a Bolsa brasileira ter um comportamento curioso. Já em movimento de subida entre 1,5% e 2%, o Ibovespa teve um impulso forte logo após a divulgação da carta, indo a 3%. Após vinte minutos, porém, voltou à trajetória anterior e fechou o dia em alta de 1,66%. Isso porque, assim que a carta foi publicada, investidores esperavam um aceno ao centro do ex-presidente, além de mais detalhes sobre propostas para a economia e adoção de um tom que apaziguasse os ânimos do mercado. Uma análise mais aprofundada do comunicado, no entanto, revelou que o conteúdo em si não trazia muitas novidades, levando a Bolsa ao movimento anterior. Do outro lado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se dirigiu aos rumores de que o governo Bolsonaro, em um eventual segundo mandato, estaria cogitando desindexar o salário mínimo e as aposentadorias da inflação, como forma de controlar as despesas públicas. A possibilidade abalou a campanha de Bolsonaro e, em resposta, Guedes empreendeu esforços nos últimos dias para negar os planos vazados do ministério, discutidos desde o primeiro ano do governo. No episódio desta sexta-feira, último dia útil antes da decisão nas urnas, o CNN Money se debruça sobre como o mercado tem recebido as agendas econômicas de cada candidato nesta reta final. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  

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Instabilidade política a dias do segundo turno abala Ibovespa; dólar sobe 5%

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Play Episode Listen Later Oct 27, 2022 20:32


Desde que a semana começou, a Bolsa de Valores brasileira já perdeu mais de 7 mil pontos. O dólar, de lá para cá, subiu em quase 5%. O movimento é, em grande parte, devido à proximidade do segundo turno das eleições, embora também reflita a instabilidade do cenário internacional e a frustração com resultados trimestrais de grandes players do mercado, como big techs e bancos. A volatilidade negativa também bate à porta nesta quinta-feira (27). A crise política saltou do episódio do último domingo, com a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson e a resistência violenta aos agentes da Polícia Federal, para a contestação da campanha de Jair Bolsonaro (PL) sobre as inserções em rádios, que, na última quarta, culminou na exoneração de um funcionário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em decisão do ministro Alexandre de Moraes, a autoridade eleitoral decidiu por não acatar às denúncias, enquanto as rádios apontadas pelo QG bolsonarista também refutaram a acusação de manipulação de inserções que estariam prejudicando a campanha do presidente. Em resposta, Bolsonaro convocou a imprensa para falar que sua campanha estava sendo prejudicada e que as provas colhidas são contundentes. Escalando ainda mais o tom de incerteza em cima do processo eleitoral, a poucos dias do segundo turno, o candidato à reeleição disse que irá recorrer da decisão da justiça eleitoral, "indo até as últimas consequências dentro das quatro linhas da Constituição". Nesse ambiente, o Banco Central (BC) manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano, e o comunicado do Comitê de Política Monetária veio praticamente idêntico ao da reunião anterior, salvo um alerta sutil sobre como o mundo anda preocupado com o equilíbrio fiscal das contas públicas nas principais economias. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Balanços de big techs reforçam temores de recessão; principais BCs decidem juros

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 26, 2022 19:41


Os balanços trimestrais das gigantes de tecnologia, popularmente conhecidas como big techs, decepcionaram. Divulgados na última terça-feira (25), os resultados das empresas Microsoft, Alphabet e Texas Inc., segundo leitura do mercado, destacaram a crescente pressão sobre todo o ambiente corporativo, desde os orçamentos com Tecnologia de Informação até gastos com anúncios digitais e chips para maquinário industrial. A Microsoft, por exemplo, registrou o crescimento trimestral mais fraco em 5 anos, afetado pelo dólar alto e pelas quedas na demanda de computadores e na receita de publicidade.   Já a Alphabet, controladora do Google, teve uma receita abaixo do esperado e uma redução de 26,5% no lucro, devido a perdas com anúncios digitais. A gigante de tecnologia vinha segurando as pontas diante de um cenário de desaceleração global da economia, mas o desempenho do setor de publicidade na internet expõe como a escalada inflacionária se embrenhou para dentro das empresas como um todo.  Uma leitura mais detalhada desses balanços mostra que as receitas empresariais já estão sendo afetadas pelo cenário de juros altos, inflação em escalada e desaceleração econômica, reforçando temores de uma recessão global.  Também nos próximos dias, os principais bancos centrais do mundo decidem sobre juros. O Brasil abre a fila com reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta quarta-feira, embora investidores não esperem muitas surpresas: a expectativa é que a Selic se mantenha no atual patamar, e que a autarquia comece a discutir quando o processo de afrouxamento monetário deve começar.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Ibovespa sente instabilidade política e descola do exterior

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 25, 2022 16:10


A bolsa brasileira se descolou com força, na última segunda-feira (24), da onda positiva que tomou conta dos mercados internacionais, que, mesmo com os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da China e preocupações com o terceiro mandato de Xi Jinping, fecharam em alta. Aqui, porém, a segunda-feira recebeu o apelido de "Bob Jeff Day", ou Dia do Roberto Jefferson. A 116 mil pontos, a bolsa brasileira teve maior queda diária desde novembro de 2021, a 3%, enquanto o dólar atingiu R$ 5,30 e as ações das estatais também sofreram um baque. Em resumo, houve uma reversão dos ganhos da semana passada, então impulsionados, principalmente, por um otimismo de investidores quanto a uma possível virada de Jair Bolsonaro (PL) contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial. Com a proximidade das eleições, a semana guarda uma intensa volatilidade aos mercados brasileiros, independentemente de como a banda toca lá fora. Essa postura mais defensiva dos investidores se posta inclusive diante de uma possível escalada de violência após a escolha do novo presidente, criando uma sensação de um "terceiro turno". Tudo envolvendo o episódio da prisão de Roberto Jefferson, que assumiu ter disparado 50 tiros de fuzil contra agentes da Polícia Federal, foi desastroso, desde a resistência do ex-deputado até o uso de armamento bélico contra as forças policiais, levando à dúvida: qual a força que o discurso fanático de Jefferson, proferido nos últimos meses, tem Brasil afora? O comportamento dos mercados e dos eleitores será acompanhado de perto ao longo dessa semana, inclusive no episódio desta terça-feira do CNN Money. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Reta final das eleições e cenário internacional incerto agitam mercados

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 24, 2022 21:37


A menos de uma semana para o segundo turno das eleições presidenciais, a expectativa é de que os próximos dias sejam marcados por uma intensa flutuação nos mercados. Investidores devem ficar entre a inquietação quanto ao que esperar da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) e preocupações quanto ao cenário internacional. A semana passada terminou no azul, com investidores otimistas de que uma virada de Bolsonaro sobre Lula será possível. A Faria Lima, vale lembrar, nunca escondeu a preferência por um segundo mandato do atual presidente com Paulo Guedes no comando do Ministério da Economia. No final de semana, porém, o episódio da prisão do ex-deputado Roberto Jefferson acabou acionando uma cautela sobre as repercussões na campanha do presidente. A leitura é que o fato em si não deve gerar muitas reações no mercado, mas as repercussões na campanha acendem um alerta. Do outro lado, Lula se reuniu com um novo grupo de empresários em um jantar neste final de semana. A estratégia do líder petista é conquistar votos: não só nas urnas, mas de confiança por parte de grandes nomes do setor, com a mensagem de que, em um eventual mandato, será responsável na condução econômica. O episódio desta segunda-feira (24) do CNN Money traz uma leitura de como a reta final das eleições podem agitar os mercados, além de antecipar a agenda da semana, que, lotada de indicadores econômicos, também não promete trazer calmaria.Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

O Antagonista
Meio-Dia em Brasília - 24/10/2022

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 24, 2022 26:49


As pautas mais quentes da política num debate ágil com integrantes dos Três Poderes. Apresentado por Kiss Vasconcelos. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Abertura de Mercado
Como o enfraquecimento da economia global pode ser ameaça para o Brasil

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 21, 2022 22:39


A abertura dos mercados nesta sexta-feira resume bem o sentimento da semana. Saíram algumas notícias positivas aqui e ali, balanços de empresas acima do esperado, mudanças no Reino Unido que trouxeram algum ânimo. O pano de fundo, porém, continua o mesmo: a inflação está no maior patamar em quase meio século nos países mais avançados do mundo e os bancos centrais são forçados a subir juros com força para tentar combater o aumento dos preços. A novidade agora é que começa uma conversa no mercado de que as economias podem entrar em recessão com a alta dos juros, antes que a inflação seja controlada. São reflexos de uma economia global que passa por um período de quase duas décadas de inflação a 2% para uma nova era de inflação girando a 5%, muito provavelmente. E, consequentemente, era de menor crescimento. Países que remam contra a maré e não sobem juros, como Japão e Turquia, enfrentam distorções em suas economias. No Brasil, um dólar forte não é bom para os emergentes, assim como não é bom o cenário das principais economias do mundo desacelerando. E nem Lula, nem Bolsonaro falam em como se preparar para esse cenário. O CNN Money desta sexta analisa como esse cenário é uma ameaça para a economia brasileira. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Relatório de órgão fiscal do Senado faz alerta para contas públicas em 2023

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 20, 2022 20:38


Um relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado Federal, projetou alguns cenários para as contas públicas do país para este ano e o próximo. Em linhas gerais, as perspectivas para a arrecadação do governo, resultados do Produto Interno Bruto (PIB) e números da inflação estão sendo revisadas para cima em 2022. Em 2023, porém, a coisa muda de figura. Seguindo a mesma linha de raciocínio de muitos analistas de mercado, o IFI vê preocupações quanto às contas públicas do ano que vem e projeta uma desaceleração da economia, partindo da análise de dois cenários: um baseado nas estimativas do governo para o Orçamento; outro, elaborado em cima do que os candidatos à Presidência da República têm proposto para a economia do ano que vem, com promessas que não estão oficialmente previstas. Exemplo disso são as previsões para o PIB. Enquanto 2022 deve ter um crescimento de 2,6%, os cenários para as contas de 2023 variam. Na análise base, o PIB de 2023 está previsto em 0,6%; na alternativa, que leva mais estímulos em consideração, em 1%. Outros dois destaques importantes do relatório dizem respeito ao saldo das contas públicas e às despesas do governo. Ambos carregam uma imensa incerteza, à medida que a política fiscal do próximo governo continua enuviada e os gastos deste ano, que furaram o teto da Lei Orçamentária Anual, geraram um aumento da percepção de risco do país. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Cenário fiscal pós-eleições preocupa 80% do mercado, mostra pesquisa

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 19, 2022 20:33


Em meio a uma série de revisões positivas para dados de atividade deste ano, as previsões para 2023 indicam o caminho inverso.  No começo do ano, o mercado esperava que a economia brasileira registrasse crescimento de 0,28% em 2022, segundo boletim semanal Focus divulgado pelo Banco Central. No levantamento mais recente, da última segunda-feira, essa expectativa apontava para alta de 2,71%.  Quando olhamos para 2023, o cenário se inverte. As expectativas para o PIB (Produto Interno Bruto) foram de alta de 1,8% para 0,6% no período. A explicação está nos gastos das contas públicas e na questão fiscal.  Uma pesquisa do Bank of America divulgada na véspera mostra que 80% dos principais gestores de fundos da América Latina estão preocupados com a questão fiscal após as eleições brasileiras. O banco entrevistou 32 fundos latino americanos que, juntos, administram US$ 76 bilhões.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Prévia do PIB e eleições dividem mercado quanto ao momento econômico do país

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 18, 2022 19:41


Enquanto o mercado segue de olho nas movimentações dos candidatos à Presidência da República, sobretudo no que diz respeito às políticas econômicas de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um dado publicado na última segunda-feira (17) acendeu um alerta para o ritmo da atividade brasileira. O IBC-Br, considerado a "prévia do Produto Interno Bruto (PIB)" do Banco Central, veio bem pior que o esperado, com recuo de 1,13%. A expectativa era de queda de 0,3% a 0,5%.  Alguns economistas dizem que os juros altos já estão mostrando seu impacto na economia, ao mesmo tempo em que a desaceleração global se mostra imperativa. Outros, porém, avaliam que talvez se trate de um efeito sazonal, que acontece quando datas comemorativas significativas impedem uma leitura mais precisa do momento econômico, como o Natal, que já bate à porta. Nessa toada, o efeito sazonal é tirado da conta para que o resultado seja mais alinhado à realidade -- processo que se tornou mais complexo com o abre-e-fecha da pandemia.  Ainda assim, as perspectivas para o PIB fechado do ano seguem acima de 3%, por causa do chamado "efeito carrego", que vê o bom desempenho do primeiro semestre se estendendo mesmo em um cenário de dificuldades. Não se sabe o quanto desse crescimento é estrutural, embasado pelas reformas feitas na economia, ou circunstancial, movido por medidas governamentais tomadas em ano de eleição.   O que fica de alerta é para o ano de 2023, que já tem uma previsão de desaceleração para cerca de 0,5% e um alto grau de incerteza quanto ao que esperar das políticas econômicas o próximo governo. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
A duas semanas para 2º turno, sobem tom de candidatos e exigências do mercado

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 22:28


A duas semanas para o segundo turno das eleições, o tom dos candidatos sobem, como ficou claro no debate deste domingo, transmitido pela CNN. E as exigências dos eleitores e do mercado, também. De um lado, há cobranças por mais detalhes sobre o plano econômico de Lula e que seria o nome a frente da economia em uma eventual gestão petista. Do outro, há cobranças de como pagar as contas dos gastos públicos que subiram de forma acelerada em ano de eleição no governo Bolsonaro. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Mercados globais têm alta atípica apesar de inflação dos EUA acima do esperado

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 14, 2022 18:20


A inflação ao consumidor dos Estados Unidos, dado mais aguardado da semana divulgado na última quinta-feira (13), culminou em uma série de quebra de expectativas. A primeira delas veio quanto à natureza do resultado. Em alta de 0,4% na comparação mensal, de agosto para setembro, o índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) norte-americano veio o dobro do que o esperado por analistas de mercado. A segunda, quanto ao comportamento das bolsas logo após a divulgação do dado: contrariando as expectativas, Wall Street teve um dos melhores dias do ano. O que induziu a disparada dos mercados foi uma questão muito mais técnica, à medida que os investidores estavam com muitas posições vendidas antes de sair o dado da inflação e, assim que saiu, precisaram comprar mais para cobrir as lacunas em excesso. Ainda assim, essa visão não é consenso, visto que o movimento do mercado foi extremamente fora da curva. No Brasil, a coisa muda de figura. O desempenho da bolsa reverteu a tendência de descolamento vistas nas últimas semanas: enquanto o cenário internacional ia bem, o nacional demonstrava o oposto, diante da proximidade do segundo turno das eleições e das incertezas quanto ao que esperar do próximo governo. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Expectativas quanto à inflação ao consumidor dos EUA ditam ritmo dos mercados

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Play Episode Listen Later Oct 13, 2022 19:28


Esta quinta-feira (13) reserva a divulgação de um dado importante para leitura da economia global: a inflação ao consumidor dos Estados Unidos (CPI, na sigla em inglês). A expectativa é que os preços desacelerem na comparação anual, de 8,3% em agosto para 8,1% em setembro. O core da inflação, porém, que exclui os itens mais voláteis, como energia e alimentos, deve acelerar, passando de 6,3% para 6,5%. Ou seja, ainda que o dado da inflação venha desacelerado, os detalhes devem mostrar que os preços dos EUA seguem pressionados de forma geral. Na quarta-feira, a inflação ao produtor norte-americano (PPI, na sigla em inglês) veio em 0,4%, o dobro do esperado. Também foi divulgada a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que trouxe o consenso de que é mais caro tomar poucas medidas para combater a inflação do que exagerar na dose. Diante desse contexto, as expectativas de que o Fed precisará ser duro com a taxa de juros não mudaram. 90% do mercado espera que a taxa de referência suba em ritmo agressivo, a 0,75 p.p. em novembro, enquanto o dado do CPI a ser divulgado nesta quinta pode piorar essa previsão. Os dados de inflação na Europa, como a alemã e a sueca, também seguem no radar do mercado. Aqui no Brasil, a divulgação na última terça-feira do IPCA, índice oficial da inflação, segue repercutindo, em especial quanto às leituras sobre os preços de alimentos e combustíveis. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  

Abertura de Mercado
Crise no Reino Unido preocupa, enquanto FMI vê possibilidade de recessão global

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Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 18:47


As bolsas globais têm tentado operar no azul nos últimos dias, mas o cenário continua sendo de muita cautela. O pessimismo parece ser alimentado por todos os lados, com o aumento das taxas de juros mundo afora, a escalada da guerra na Ucrânia e, principalmente, a crise no Reino Unido deflagrada por um pacote de medidas econômicas proposto por Liz Truss, a nova primeira-ministra britânica. O pacote consiste em um corte agressivo de impostos e a imposição de um teto nas contas de luz, cujo tom expansionista de aumento de gastos públicos em meio a uma crise econômica sem precedentes na Europa desagradou -- e muito -- o mercado. Os títulos de dívida pública, chamado de "gilts", e a libra despencaram em resposta, forçando o Reino Unido a colocar a medida sob revisão.  Na última terça-feira (11), o presidente do Banco da Inglaterra (o banco central britânico), Andrew Bailey, porém, sinalizou que não iria mais estender a compra de títulos em curso, proposta para estancar as quedas. A libra despencou às mínimas em duas semanas em resposta, e, embora esteja se recuperando na manhã desta quarta, ainda é um termômetro do desequilíbrio no Reino Unido. A cereja do bolo foi a divulgação do PIB britânico do mês de agosto, que apresentou queda de 0,3%. A expectativa era de crescimento perto de zero.  O resfriamento da economia do Reino Unido não vem isolado: o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de crescimento do PIB global para o ano que vem, de 2,9% a 2,7%, citando efeitos da guerra na Ucrânia, aumento das taxas de juros e até crise imobiliária na China. Os choques, na visão do órgão financeiro, podem levar o mundo a uma recessão e a uma forte instabilidade no mercado financeiro.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
FMI faz alertas para recessão e estima perda global em US$ 4 trilhões até 2026

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 11, 2022 22:29


Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), avisou que todos os gatos subiram no telhado no cenário internacional. Em discursos recentes da dirigente búlgara, é praticamente dado como certo que o mundo deverá enfrentar um período de recessão em breve. A incerteza, agora, recai sobe a intensidade que irá atingir os países desenvolvidos, que não só são o esteio da economia mundial, como também o motor do crescimento. Quando enfrentam uma forte desaceleração na atividade econômica, como é o caso de agora, o mundo inteiro padece junto deles -- embora o impacto difira de região para região. Também por isso, o momento é de uma sincronicidade inédita da crise econômica que começou na pandemia e tem sido levada ao limite com os efeitos da Guerra na Ucrânia. O FMI projeta uma perda de US$ 4 trilhões até 2026 em função dessa forte desaceleração, o equivalente a mais de dois PIBs anuais do Brasil, hoje perto em US$ 1,7 trilhão. Falando em Brasil, é muito provável que não saiamos ilesos da crise, apesar de haver a leitura de que, como começamos a subir os juros mais cedo, também sairemos dessa mais cedo. No episódio desta terça-feira (11), o CNN Money traz um estudo da Tendências Consultorias, divulgado com antecedência à equipe da CNN, sobre os cenários possíveis da economia internacional e do crescimento do PIB brasileiro, além do que esperar da agenda de hoje, como a divulgação do IPCA de setembro e as participações do ministro Paulo Guedes nos eventos do FMI. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Mercados abrem semana em baixa, com dados dos EUA e tensões na guerra na Ucrânia

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 10, 2022 19:19


A semana começa com os mercados em campo negativo, à medida que repercutem as movimentações dos últimos três dias ao redor do mundo. Desde sexta-feira (7), os dados de emprego dos Estados Unidos têm causado uma ruga de preocupação nos investidores, já que a leitura é que o mercado de trabalho norte-americano permanece aquecido -- em mais um episódio da máxima "dado bom é ruim para os mercados". Isso porque, com a demanda por produtos se mantendo elevada, os preços devem seguir o mesmo caminho, varrendo as esperanças de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pudesse moderar a alta de juros para conter a inflação. A escalada de tensões entre Rússia e Ucrânia no fim de semana também implica em um cenário mais arriscado. No sábado, a única ponte que liga a Rússia à Crimeia foi bombardeada e, em resposta, Moscou enviou mísseis à Kiev nesta segunda, na maior demonstração de força e intensidade desde o começo da guerra. Já na Ásia, Xangai e Hong Kong fecharam em forte baixa, puxadas pelas quedas nas ações de gigantes de tecnologia e fabricantes de chips. O movimento decorre do anúncio do governo Biden na sexta-feira, que comunicou mais medidas de controle de exportações dos EUA para a China. No Brasil as eleições presidenciais seguem dominando o debate público à medida que as tensões entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) se acirram, deixando os setores privado, industrial e produtivo em alerta. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Apoios a Lula e Bolsonaro causam discordância no mercado sobre o que vale mais

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 7, 2022 20:12


O que vale mais: o apoio de grandes políticos ou de grandes nomes da economia, ligados à estabilização da moeda? Esse foi o movimento visto nos últimos dias após primeiro turno: enquanto Jair Bolsonaro (PL) conquistou muitos governadores que ganharam a disputa já no último domingo (2), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trouxe para seu lado os chamados "Pais do Plano Real", como o ex-ministro Pedro Malan, Pérsio Arida e Edmar Bacha, além do apoio declarado da ex-candidata à Presidência Simone Tebet (MDB).  A pouco mais de duas semanas até o segundo turno, o quanto essas políticas de aproximação viram votos e quais as diferenças entre elas? O que cientistas políticos dizem é que se tratam de valores diferentes, que colocam na balança o valor da estabilidade da moeda e o valor de uma boa governança, bem como o que representa uma maior ameaça ao futuro: descuidar da economia ou da democracia? O mercado financeiro tem seus termômetros. O dólar tem sido um bom medidor sobre qual o limite que investidores estão dispostos a suportar diante de tantas dúvidas, tanto daquilo que é uma incerteza com Bolsonaro -- a boa relação com as instituições --, quanto com Lula -- a condução econômica.  O episódio do CNN Money desta sexta-feira (7) discute o que é mais importante para os mercados e quais as diferenças de percepção entre ambos os movimentos, também pela ótica do eleitorado geral. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.  

Abertura de Mercado
Mercados voltam a apresentar volatilidade diante de temores de recessão global

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 6, 2022 19:16


A semana começou com um forte rali nas bolsas globais. Diante da fraqueza de dados norte-americanos sobre atividade industrial e geração de empregos, bem como de uma alta mais moderada nos juros australianos, investidores passaram a nutrir esperanças de que os bancos centrais seriam mais comedidos no ritmo de elevação de juros. O bom humor global, que inclusive influenciou no desempenho da Bolsa brasileira na segunda-feira (3) após o primeiro turno das eleições, acabou na última quarta-feira (6). O relatório de empregos ADP dos EUA mostrou uma criação de postos de trabalho acima do esperado, e o ritmo do setor de serviços também encolheu a um ritmo menor que o desejado pelo mercado. Esse é mais um daqueles episódios "dados bons são ruins", uma vez que indicam uma atividade econômica forte, que, por sua vez, reforça a perspectiva de inflação alta e de elevação da taxa de juros. A decisão da Opep+ em cortar a produção de petróleo em 2 milhões de barris por dia também interfere no sobe-e-desce das bolsas: o cartel reduziu a oferta para segurar a queda de preços da commodity, o que encarece não só o barril, mas também os preços de energia como um todo. O resultado é mais temor de aumento de juros e esfriamento das economias como consequência. A tese de recessão voltou com força nesta quinta-feira (6), fazendo com que as bolsas operassem mistas e voltassem para a tendência de baixa vista nas últimas semanas. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Intervalo de Confiança
Episode 147: IC # 147 - Dados e a tecnologia são uma ameaça à democracia?

Intervalo de Confiança

Play Episode Listen Later Oct 6, 2022 82:00


O Brasil passou por um período ditatorial, no qual a censura, a tortura e morte eram práticas comuns de Estado. Naquela época, os meios de manipulação eram outros, mais centralizados em poucos e controlados veículos de imprensa. O acesso à informação era restrito. O tempo passou, a Internet e as redes sociais se tornaram parte do dia-a-dia das pessoas, mas ainda enfrentamos o mesmo problema de antes: as notícias falsas e manipuladas. Apresentado por Igor Alcantara e com a participação de Thiago Corrêa, do Pistolando Podcast, o episódio dessa semana fala sobre política, informação e dados. Se apenas com reflexão e informação verdadeira é possível se votar de maneira consciente, a deturpação das notícias, e o uso indevido dos dados e da tecnologia como uma nova maneira de manipulação são de fato uma ameaça à democracia?A Pauta foi escrita por Tatiane do Vale. A edição foi feita por Leo Oliveira e a vitrine do episódio por Júlia Frois. A coordenação de redação é de Tatiane do Vale e a gerência de projetos de Kézia Nogueira. As vinhetas de todos os episódios foram compostas por Rafael Chino e Leo Oliveira.

Abertura de Mercado
2º turno aumenta cobrança por detalhes da política econômica do próximo governo

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 5, 2022 14:24


O Brasil está em uma corrida contra o tempo até o dia 30 de outubro, data do segundo turno das eleições de 2022. Os dois candidatos à Presidência -- Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) -- são dependentes não só de alianças políticas, mas também da elaboração de planos econômicos que garantam qualidade e sustentabilidade de preços. Bolsonaro ganhou apoio de governadores do Sudeste, inclusive do improvável Rodrigo Garcia (PSDB). Acionando uma onda de medidas eleitoreiras, garantiu a antecipação do Auxílio Brasil, do final do mês para a próxima semana, e também prometeu o 13º do Auxílio Brasil a famílias chefiadas por mulheres a partir do ano que vem. Do lado petista, Lula angariou economistas de peso, como Armínio Fraga, em aceno ao mercado financeiro, e há expectativa por novos nomes nos próximos dias. Ele também ganhou apoio de governadores, sobretudo do Nordeste, embora de menor expressão nacional. O que se espera de Lula, agora, é uma abertura completa sobre o que vai ser a sua política econômica, a grande fonte de dúvidas sobre seu possível futuro governo. Independentemente de quem está ao lado de quem nos palanques, tanto Lula quanto Bolsonaro terão que responder a uma pergunta que não quer calar: como serão pagas as contas das promessas e da própria sustentação da máquina pública do próximo governo? É uma cobrança que baliza os mercados e inclusive se reflete no desempenho da Bolsa, a exemplo do movimento mais corretivo do que otimista da B3 visto na última terça-feira (4). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Mercado reage positivamente ao 1º turno da eleições, com esperança de moderação

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Oct 4, 2022 21:42


Os mercados reagiram positivamente ao primeiro turno das eleições na última segunda-feira (3). Com desempenho melhor inclusive entre bolsas internacionais, o Ibovespa, principal índice brasileiro, subiu em mais de 5,5% e fechou em 116 mil pontos. Já o dólar caiu 4%, maior queda diária desde junho de 2018, e foi a R$ 5,17. O segundo turno das eleições guarda expectativas de moderação: tanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto Jair Bolsonaro (PL) vão brigar pelos votos do centro e devem abrir mão de propostas mais radicais do ponto de vida da economia.  Mais do que pendendo para um candidato ou outro, o mercado reage sempre com pragmatismo ao observar um eventual aumento de gastos pelo próximo governo, que já terá pouco espaço para manobras segundo o Orçamento de 2023. Lá fora, a reversão do plano econômico no Reino Unido trouxe otimismo aos mercados, que tiveram ralis em meio a fortes turbulências anteriores. O dado do desempenho da indústria dos Estados Unidos também agradou ao vir pior que a expectativa, em linha com a máxima "dado ruim é bom". A interpretação é que a atividade pode estar perdendo ritmo, indicando uma inflação possivelmente menor e, por consequência, uma maior moderação nas taxas de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.