Podcasts about percebe

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percebe

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Arauto Repórter UNISC
Quando as gerações se escutam, o tempo acelera

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 3:31


Existe uma sabedoria antiga que vale para todas as gerações.Quando os mais jovens não escutam os mais velhos, ficam mais lentos entre os jovens.Quando os mais velhos não escutam os mais jovens, ficam mais lentos entre os velhos.Mas quando os mais jovens escutam os mais velhos, eles se tornam mais rápidos entre os jovens. Porque passam a carregar um conhecimento que os outros ainda não têm.E quando os mais velhos escutam os mais jovens, também se tornam mais rápidos entre os mais velhos. Porque passam a compreender aquilo que está chegando antes dos demais.Percebe a beleza disso?Ninguém perde quando escuta. Ninguém diminui quando aprende. Ninguém envelhece quando continua curioso.Quando as gerações se encontram, o conhecimento se multiplica. A experiência ganha inovação. A novidade ganha direção.E é nesse encontro que mora a verdadeira evolução.Porque a beleza da orquestra não está no som de um único instrumento.A beleza da orquestra está na união do conjunto.

Assunto Nosso
Quando as gerações se escutam, o tempo acelera

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 3:31


Existe uma sabedoria antiga que vale para todas as gerações.Quando os mais jovens não escutam os mais velhos, ficam mais lentos entre os jovens.Quando os mais velhos não escutam os mais jovens, ficam mais lentos entre os velhos.Mas quando os mais jovens escutam os mais velhos, eles se tornam mais rápidos entre os jovens. Porque passam a carregar um conhecimento que os outros ainda não têm.E quando os mais velhos escutam os mais jovens, também se tornam mais rápidos entre os mais velhos. Porque passam a compreender aquilo que está chegando antes dos demais.Percebe a beleza disso?Ninguém perde quando escuta. Ninguém diminui quando aprende. Ninguém envelhece quando continua curioso.Quando as gerações se encontram, o conhecimento se multiplica. A experiência ganha inovação. A novidade ganha direção.E é nesse encontro que mora a verdadeira evolução.Porque a beleza da orquestra não está no som de um único instrumento.A beleza da orquestra está na união do conjunto.

E o vencedor é...
Prestação Única Social: O remendo que ninguém percebe

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 30:57


Para salvar milhões do PRR, vale legislar à pressa e contar os tostões aos mais pobres. Entre o assobiar do PS e o bloqueio do Chega, a reforma parece um "faz de conta" nacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Arauto Repórter UNISC
Vamos falar sobre uma coisa que muita gente vive… mas quase ninguém percebe

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later May 27, 2026 4:53


Vamos falar sobre uma coisa que muita gente vive… mas quase ninguém percebe.Tem pessoas que transformam tudo em urgência.A mensagem precisa ser respondida na hora.O problema precisa ser resolvido imediatamente.Qualquer desconforto já vira estado de alerta.E, por muito tempo, isso parece responsabilidade.Parece eficiência.Parece comprometimento.Mas, muitas vezes, é apenas ansiedade disfarçada de produtividade.É como se a mente nunca desligasse.A pessoa vive apagando incêndios… mesmo quando não existe fogo nenhum.Acorda acelerada.Toma café acelerada.Trabalha acelerada.Pensa acelerada.E quando finalmente para por alguns minutos… descansa com culpa.Talvez o mais perigoso seja justamente isso: muita gente admira esse comportamento.Dizem que aquela pessoa “dá conta de tudo”.Que é “ágil”.“Produtiva”.“Incansável”.Mas, no silêncio do quarto… longe dos aplausos… o que ela sente é outra coisa.Cansaço.Pressão.Uma sensação constante de que não pode falhar.Como se o corpo repetisse o tempo inteiro:“Fica alerta. Resolve rápido. Não para. Não decepciona ninguém.”E, aos poucos, sem perceber… a vida vai ficando pesada.Porque quem vive acelerado demais começa a estranhar a calma.O silêncio gera ansiedade.Descansar parece perda de tempo.E a paz começa a trazer culpa.Olha que loucura…Tem gente que desaprendeu a descansar.E talvez uma das reflexões mais importantes da vida seja entender que nem toda urgência é prioridade.Tem coisas que podem esperar uma hora.Um dia.Às vezes, até uma semana.Mas quem vive no modo sobrevivência acredita que tudo precisa ser resolvido agora.E é aí que mora o perigo.Porque a pressa constante vai roubando os momentos simples da vida.Vai consumindo a saúde.Vai desgastando a mente.Vai cansando a alma.Por isso, de vez em quando, a gente também precisa respirar mais devagar.Diminuir o ritmo.Entender que nem tudo depende da nossa resposta imediata.A vida não precisa ser uma corrida o tempo inteiro.Às vezes, desacelerar… também é uma forma de seguir em frente.

Assunto Nosso
Vamos falar sobre uma coisa que muita gente vive… mas quase ninguém percebe

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later May 27, 2026 4:53


Vamos falar sobre uma coisa que muita gente vive… mas quase ninguém percebe.Tem pessoas que transformam tudo em urgência.A mensagem precisa ser respondida na hora.O problema precisa ser resolvido imediatamente.Qualquer desconforto já vira estado de alerta.E, por muito tempo, isso parece responsabilidade.Parece eficiência.Parece comprometimento.Mas, muitas vezes, é apenas ansiedade disfarçada de produtividade.É como se a mente nunca desligasse.A pessoa vive apagando incêndios… mesmo quando não existe fogo nenhum.Acorda acelerada.Toma café acelerada.Trabalha acelerada.Pensa acelerada.E quando finalmente para por alguns minutos… descansa com culpa.Talvez o mais perigoso seja justamente isso: muita gente admira esse comportamento.Dizem que aquela pessoa “dá conta de tudo”.Que é “ágil”.“Produtiva”.“Incansável”.Mas, no silêncio do quarto… longe dos aplausos… o que ela sente é outra coisa.Cansaço.Pressão.Uma sensação constante de que não pode falhar.Como se o corpo repetisse o tempo inteiro:“Fica alerta. Resolve rápido. Não para. Não decepciona ninguém.”E, aos poucos, sem perceber… a vida vai ficando pesada.Porque quem vive acelerado demais começa a estranhar a calma.O silêncio gera ansiedade.Descansar parece perda de tempo.E a paz começa a trazer culpa.Olha que loucura…Tem gente que desaprendeu a descansar.E talvez uma das reflexões mais importantes da vida seja entender que nem toda urgência é prioridade.Tem coisas que podem esperar uma hora.Um dia.Às vezes, até uma semana.Mas quem vive no modo sobrevivência acredita que tudo precisa ser resolvido agora.E é aí que mora o perigo.Porque a pressa constante vai roubando os momentos simples da vida.Vai consumindo a saúde.Vai desgastando a mente.Vai cansando a alma.Por isso, de vez em quando, a gente também precisa respirar mais devagar.Diminuir o ritmo.Entender que nem tudo depende da nossa resposta imediata.A vida não precisa ser uma corrida o tempo inteiro.Às vezes, desacelerar… também é uma forma de seguir em frente.

EngajaCast - O seu Podcast de Marketing Digital
Redes Sociais Estão Te Dando Ansiedade — E Você Nem Percebe

EngajaCast - O seu Podcast de Marketing Digital

Play Episode Listen Later May 27, 2026 14:18


Eu trabalho com marketing digital todo dia — e mesmo assim evito o Instagram. Não é hipocrisia, é sobrevivência. Nesse episódio eu falo sobre como as redes sociais estão causando ansiedade real em empresários e criadores de conteúdo, o que a nova lei trabalhista diz sobre burnout, e os limites práticos que eu coloquei na minha própria rotina para continuar produzindo sem enlouquecer.

Pcontrol Podcast
Pare de Fazer Pitch de Vendas Assim (Você Está Perdendo Dinheiro e Nem Percebe) - TIAGO | UM PASSO À FRENTE #33

Pcontrol Podcast

Play Episode Listen Later May 26, 2026 61:35


A maioria dos vendedores erra no pitch — e nem percebe o quanto isso custa caro.Se você sente que:fala bem, mas não converteapresenta, mas o cliente esfriaexplica tudo… e mesmo assim não vende

Mensagem do dia!
20260519 Ep 1073 - Livre Para Quebrar Ciclos

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later May 19, 2026 2:34


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A Escritura de Hoje está em João 8:32, "E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará."Livre Para Quebrar CiclosAbraão deixou sua casa seguindo o chamado de Deus, com uma promessa de grande bênção. No entanto, em sua jornada, ele mentiu duas vezes — para o Faraó e para o rei Abimeleque — dizendo que sua esposa, Sara, era sua irmã, por medo de ser morto. Quando a verdade apareceu, Abraão foi humilhado.Anos mais tarde, o filho de Abraão, Isaque, cometeu o mesmo ato covarde com sua esposa, Rebeca. Percebe o padrão? A mesma característica negativa estava sendo passada de geração em geração.Hoje não é diferente. Pode ser um espírito de baixa autoestima, onde todos na família se sentem indignos ou inferiores. Ou talvez um espírito de mediocridade, onde ninguém acredita que pode prosperar ou ir além.Faça um favor a si mesmo: livre-se desse espírito!A Verdade: Você foi feito à imagem de Deus.A Identidade: Existe sangue real fluindo em suas veias.A Atitude: Comece a esperar o melhor e a declarar as promessas de Deus sobre sua vida.Não aceite o "é assim mesmo na minha família". Quebre esse ciclo negativo e coloque sua linhagem em um novo curso de liberdade. A verdade de quem você é em Deus é o que vai cortar essas correntes.Vamos fazer uma oração"Pai, obrigado porque o Senhor me criou à Tua imagem e eu sou Teu filho. Obrigado porque Jesus me resgatou e me libertou do pecado, da culpa e de todos os traços negativos que me foram transmitidos. Eu declaro que as forças que estão a meu favor são muito maiores do que as forças que tentam me deter. Em nome de Jesus, Amém."

Dia a dia com a Palavra
Suas expectativas sobre Deus são saudáveis?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later May 10, 2026 1:17


Desde as primeiras páginas da Bíblia encontramos a promessa de envio do "Salvador", o "Messias", aquele que esmagaria a cabeça da serpente.A expectativa messiânica tomou muitas formas e a ideia de um Deus guerreiro foi construída na cabeça do povo de Israel.Veja o que diz o Salmo 71 no verso 1: "‭Em ti, Senhor, me refugio; não seja eu jamais envergonhado."Percebe o tom da fala do salmista? Deus não o envergonharia, disse ele. Seu Deus é guerreiro e não perde batalhas. Mas seria essa uma expectativa saudável?Olho pra Jesus e percebo como a expectativa messiânica de Israel entrou em choque. De guerreiro Jesus não tinha absolutamente nada. Também não era um revolucionário político ou coisa do tipo. Isso chocou muita gente. O Jesus real era muito diferente da expectativa.A verdade é que ninguém que se refugia em Deus se sente envergonhado. Por outro lado, se suas expectativas forem baseadas em suas próprias opiniões e não naquilo que Ele prometeu, você se decepcionará, porque irá transferir pra Deus expectativas que são apenas suas.Grave isso: Você nunca se decepcionará ao confiar em Deus, desde que suas expectativas estejam certas.

Dia a dia com a Palavra
Quem vai na frente?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later May 1, 2026 1:23


Antigamente os exércitos não usavam mísseis, drones ou outros aparatos tecnológicos de guerra. Existiam apenas soldados e quanto mais soldados, maior era a probabilidade do exército vencer a guerra.Lembro de alguns textos bíblicos que falam de exércitos como a areia do mar. Algo realmente assustador.Com o intuito de amedrontar o inimigo uma técnica muito interessante foi desenvolvida e é utilizada até os dias de hoje na organização da tropa. E que técnica é essa? Tão somente colocar os maiores à frente da tropa.A ideia serve para amedrontar os inimigos. Ao verem um exército de gigantes, eles tremeriam diante de um adversário tão poderoso. Você deve lembrar da história de Golias, um gigante filisteu que aterrorizou os exércitos de Israel. A ideia é por aí.Mas veja também o que diz o Salmo 68, nos versos 7 e 8: "Ao saíres, ó Deus, à frente do teu povo, ao avançares pelo deserto, a terra tremeu; também os céus gotejaram na presença de Deus; o próprio Sinai tremeu na presença de Deus, do Deus de Israel."Leio esse verso e o salmista diz que Deus deve ir à frente. Percebe como isso é poderoso? Nós, os menores e mais fracos vamos atrás. Escondidos e protegidos pela sombra do poderoso e eterno Deus. Isso é incrível!!!Quem vai na frente então? Não assuma esse lugar. Chame Deus para ir à frente! Deseje ir escondido atrás do Senhor. É o melhor e mais seguro lugar.

Expresso - Blitz Posto Emissor
Especial Santos & Pecadores com Camané: “Quando o Camané canta, percebe-se a palavra portuguesa. Hoje muitos fadistas esquecem-se disso”

Expresso - Blitz Posto Emissor

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 33:58


Os Santos & Pecadores estão de volta e protagonizam uma temporada de 6 episódios especiais do Posto Emissor, sempre com convidados. Na origem desta série de conversas e partilhas musicais, que a BLITZ apresenta à quarta-feira, está o projeto “Estas Canções Falam Por Si”: no terceiro episódio, Camané recria ‘John Big Dream’, dos Santos & Pecadores, enquanto a banda, juntamente com o convidado, dá nova vida a ‘Que Flor se Abre no Peito'.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Betlehem Podcast
O Espírito, a Alma e o Corpo, quem é que manda aqui?

Betlehem Podcast

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 7:00


Quando a gente olha para Deus, vê algo perfeito:Pai, Filho e Espírito Santo completamente UNIDOS, distintos, mas UM só Deus.Agora olha pra nós: espírito, alma e corpo… criados à imagem desse Deus perfeito…e ao mesmo tempo tão confusos, divididos, em guerra por dentro.Paulo descreve isso em Romanos:“Quero fazer o bem, mas acabo fazendo o mal.Me alegro na lei de Deus, mas tem algo em mim que puxa para o outro lado.Quem me livrará do corpo dessa morte?”Essa é a nossa realidade:– dentro de nós, o ESPÍRITO (quando nasce de novo) deseja Deus, santidade, Eternidade;– a CARNE, ligada ao pecado, puxa para baixo, para o prazer imediato, para longe de Deus;– e o CAMPO DE BATALHA é a ALMA: pensamentos, emoções, lembranças, desejos.É por isso que a vida cristã não é “paz e amor” automático. É GUERRA INTERNA.Gálatas 5.16–17 diz:“Andai no Espírito e JAMAIS satisfareis os desejos da carne.Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne;para que vocês não façam o que querem (a vontade de Deus).”Então primeiro, precisamos entender quem é quem dentro de nós.O corpo é o que todo mundo vê.A alma é onde ficam nossa mente, emoções e vontade.O espírito é a parte mais profunda, criada para se conectar com Deus.Lá no Éden, Deus soprou em Adão o “fôlego do Espírito de Vida” e ele se tornou “alma vivente”.Mas quando o pecado entrou, começou o processo: “morrendo, morrereis”.– O corpo caminhando para a morte física;– o espírito separado de Deus, morto espiritualmente.Só que Deus não desistiu.Ele enviou Jesus para esmagar a serpente, morrer em nosso lugar, ressuscitar como “as primícias dos que dormem” e abrir um caminho de volta:agora, mesmo num corpo que ainda vai morrer, o nosso espírito pode ser VIVIFICADO.Como isso acontece?Romanos 10.9–10 explica:“Se com a tua BOCA confessares Jesus como Senhore em teu CORAÇÃO creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.”Quando pela ALMA (razão, vontade) cremos,e com o CORPO (boca) confessamos Jesus como Senhor,o ESPÍRITO SANTO vem habitar no nosso espírito.Isso é o NOVO NASCIMENTO.Mas atenção:– quem nasce de novo é o ESPÍRITO.– a ALMA continua com as mesmas memórias, traumas, vícios de pensamento, impulsos, aprendidos a vida inteira sem Deus.Por isso a gente pode ser salvo, amar a Deus de verdade,e ainda assim sentir uma guerra violenta aqui dentro.A Bíblia usa muito a palavra “coração”.Em alguns textos “coração” é ESPÍRITO; em outros, é ALMA.Como saber? Pelo contexto.Quando fala de um coração alinhado com Deus, é o espírito vivificado:“Amarás o Senhor teu Deus de TODO o teu coração,de TODA a tua ALMA e de TODA a tua força.” (Dt 6.5)Aqui “coração” não é sinônimo de alma, é algo além: o espírito.“Sobre tudo o que se deve guardar, GUARDA o teu CORAÇÃO,porque dele procedem as fontes da vida.” (Pv 4.23)É do teu espírito, cheio do Espírito Santo, que a vida de Deus flui.Mas em outros textos, “coração” é claramente a ALMA, cheia de lixo, memórias e impulsos:“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto.” (Jr 17.9) “De dentro, do coração dos homens, procedem maus pensamentos, prostituições, furtos, homicídios…” (Mc 7.21–23) “A boca fala do que está cheio o coração.” (Lc 6.45) Percebe?– O espírito, vivificado, é luz, lâmpada de Deus, fonte de vida.– A alma, cheia de lixo do pecado, pode estar enganada, doente, distorcida.Conclusão:não é pra odiar o corpo, nem odiar a alma.É pra COLOCAR TUDO DEBAIXO DO GOVERNO DO ESPÍRITO.O plano de Deus é:– teu espírito, cheio do Espírito Santo, governando;– tua alma sendo renovada, disciplinada, alinhada à Palavra;– teu corpo servindo como instrumento de justiça, e não de pecado.Estamos num “processo de recalibração”:Deus está nos chamando a alinhar tudo em Cristo.Como pneu precisa de ar, nós precisamos do PNEUMA, o sopro do Espírito, enchendo todas as áreas.Continua...

positivaMente Consciente Podcast
"A energia que você sustenta está moldando sua vida (e você não percebe)”

positivaMente Consciente Podcast

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 4:41


Você pode estar repetindo a mesma vida… sem perceber.Neste episódio, mergulhamos na forma como sua energia — seus pensamentos, emoções e padrões — moldam silenciosamente sua realidade.Nada muda… até você mudar o que sustenta.

Enterrados no Jardim
A inteligência de ficar para último. Outra conversa com Patrícia Câmara

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 176:27


Exaustos de seres virados do avesso, sem interior, protagonistas incapazes de se despirem no escuro, trabalhando essa luz desesperada que vai de escândalo em escândalo, tínhamo-nos procurado retirar entre aquilo que nos restava, gestos roubados dos longos filmes, como os víramos em miúdos, a clareza que nos diz que a violência é como a poesia, pois não se corrige, antes aceita o desastre, capaz de ir até ao fim. Andávamos à procura disso a que antes chamavam realidade, e que parecia fixar a fronteira para o que é exterior e não se deixa comover facilmente. Mas o mais difícil de suportar era a companhia de uma gente que participava por meio de charadas inconsequentes e de ausências cada vez mais prolongadas. Éramos à vez as personagens castigadas uns dos outros, amolecidas ou rudes, um pouco ridículas, irritantes, a duas dimensões, consoante a perspectiva, respirando um ar demasiado artificial, numas macaqueações patéticas, sempre um tanto presunçosos, estéreis, vagamente cultos, empertigados, meio delirantes, e tão cansativos, parecia que faltava aquela genialidade generosa de quem é capaz de escutar dos outros o que não traz já em si, previsto, devastado, alguém que desse as graças a deus nenhum senão esse que nos serve algo além da frivolidade, um abandono propício. Nesse ambiente, como era de esperar, triunfavam o género de narradores medianos, voluntariosos, que nos vinham com as variações degradadas do que em tempos nos causara um espanto geral. Com essa mediania voluntariosa, diluíam tudo, até perdermos o sabor daquilo que tínhamos vivido. Só a experiência poderia ensinar àquele que nos habituávamos a perder, abdicando dele a favor de fantasias miseráveis, um movimento decisivo na imensa matéria anónima incapaz de remediar toda a desordem que já não responde por nenhum plano. Estávamos sufocados ao ponto de não sabermos o que restara depois de destruirmos os nossos hábitos (e em nome do quê?), até aqueles simples cuidados de tradução, de decifração, alguns costumes de inteligência, que justificam o empenho em não perder inteiramente o contacto com a maldosa existência dos adultos. Basta pensar no breve ritual diário em que tantos homens com uma posição a defender fazem o nó da gravata, muitas vezes ao espelho, ensaiando a expressão com que se recomendam ao mundo. Além de uma possibilidade de introspecção, com aqueles gestos parecem dar-se a possibilidade de reconhecer esse módico de risco e sacrifício, um sinal que os aparenta aos enforcados, ou o vestígio de uma trela que se ostenta entre o pescoço e a cintura, como se toda a ambição os fizesse incorrer nessa espécie de redil, nesse sufoco comum de quem aceita todos esses rigores, obrigando-se a flutuar num mar de prescrições, de códigos e de maquinações religiosas, se pensarmos como cada um rezava intimamente ao deus das vinganças, a um desejo de uma ordem ainda mais sórdida, da qual pudéssemos sair a ganhar. Parecia que todo o talento se havia concentrado de forma obsessiva e mesquinha, e, desse modo, tantos passavam o seu tempo a inventar subdivisões, escalões nos quais uns e outros pudessem subir e descer. Tínhamo-nos imposto um jogo inextricável de distâncias sociais em que toda a gente se introduzia e se reconhecia com uma destreza maravilhosa, degraus hierárquicos, competências infinitamente cruéis, rituais absorventes, que dissipavam toda a nossa capacidade de suspensão, de nos destacarmos face a nós mesmos e àquela trama. Mas uma vez por outra, alargando-se num gesto até ele perder qualquer propósito imediato, havia alguns que se conseguiam lembrar daquela ambição de nos tornarmos anacrónicos, sermos como que desviados por acasos, e víamo-nos a inscrever frases tão soltas, nas quais nada era prescrito, nada parecia proibido, nem a modéstia ou o deboche. Perante a ausência de deuses e de anjos, de categorias menos quantificáveis, achávamo-nos de súbito tão pobres, despojados dos símbolos da piedade e das leis, dos catecismos, dos cultos, das palavras de ordem. Tinha sido para isso que havíamos começado a inscrever aqueles signos, sinais de uma pobreza que ansiava por se livrar do excesso de palavras, recolhendo a cada momento só aquelas que pareciam ter uma capacidade de suspender, não presumir mais nada. As mesas podiam não estar dispostas ao mesmo tempo num mesmo espaço, mas criavam um ambiente, uma zona intermédia, onde as máquinas de escrever iam inscrevendo sem descanso esses sinais negros, com a existência daquelas pessoas a consistir num esforço de combiná-los, desfazê-los, recombiná-los, tentando resgatar algo, uma experiência, fazer valer a sua teimosia, sendo raros aqueles que podiam desgastar-se e entorpecer as suas ânsias, dando-se liberdade para registar essas necessidades estranhas à sua vontade, aos seus desejos, tudo aquilo que nos outros chega a parecer calamitoso, a forma como nos assaltam com as suas projecções, constrangendo esse itinerário tão certo no qual parecíamos investidos, ao desenhar percursos enleados não esperando outra coisa, mais nada senão essas desgraças comuns com que nos servimos a pior justificação dos nossos fracassos. Assim, testemunhamos a uma distância fria, tão cruenta e pouco clarividente, apagando a própria vertigem à qual cada um se entrega. Ao mesmo tempo era esse encadeamento implausível que nos permitia imaginar que pudesse chegar-se a outra coisa. Vínhamos à superfície não se sabe bem do quê, para respirar um outro ar… Em vez desses questionários e folhas de controlo de estrangeiros, alguém teria inscrito na margem de um formulário a frase: “Poemas são novos temas.” (Wallace Stevens). Contra a fadiga, a demanda do inexplicável, explorávamos outros processos de habituação. A ignorância poderia então ser resgatada como uma fonte, não para uma violência de qualquer ordem contra o outro, mas uma zona na qual todos pudessem tomar, à sua maneira, partido na mudança social desde que essa fosse suficientemente profunda de modo a não nos ser tão castigador andarmos ali sem saber ao certo que diabo andamos a perseguir. O pior é quando eles querem falar de revolução como se se pudesse saber à partida onde esse percurso tão arriscado nos pode levar. Tornam-se, cada um à sua maneira, agiotas de qualquer processo de transformação, ou os seus executores impiedosos, com cada vez menos margem para contemplações, para castelos e pássaros de uma outra imaginação, aquilo que ainda não tem forma e que, ainda assim, persiste por aí pela capacidade que tem de nos proteger. Desde logo uns dos outros. Se não for possível coagirmo-nos a explicar exactamente os termos daquilo em que estamos empenhados, então a busca continua em aberto. O pior são estes que se dizem radicais e o são, mas apenas na medida em que forçam tudo à confissão mais degrada de si mesmo, e logo nos garantem que não valia a pena tanto esforço, que estávamos só a querer complicar as coisas. Percebe-se que estudaram em esquadras da polícia, e mostram-nos os seus galardões odiosos, os diplomas, os níveis que foram alcançando com a sua veterania da peste e da lepra, no grau zero da fidelidade, que é não se guiar por ideais, nem objectivos, mas pela inscrição numa hierarquia torcionária qualquer. A poesia é um modo de andar junto às portas, a coleccionar sinais dessa dor no silêncio das vidas perdidas, aqueles sinais que denunciam uma realidade cada vez mais difícil de se abrir para fora. “Que a porta do meu quarto se feche/ para sempre, e ainda que sejas/ tu que ela não se abra”, segundo a tradução sensível de Bolaño a partir dos versos de Sá-Carneiro. Fora destes eixos omissos, a cada dia, a verdade apenas emerge como um cadáver. Nada chega a acordar-nos completamente, como se só a nós mesmos pudéssemos ter por flashes, raros momentos em que alguma coisa nos fazia vir à tona… “como os guinchos longínquos de um bando de pássaros, sinal inequívoco de que uma parte da minha consciência ainda sonhava ou voluntariamente não queria sair do labirinto dos sonhos, esse campo de Marte onde se esconde o jovem envelhecido e onde se escondem os poetas mortos que então viviam e que da iminência certa do seu esquecimento erguiam no interior da abóbada craniana a miserável cripta dos seus nomes, das suas silhuetas recortadas em cartão negro, das suas obras demolidas”… (Nocturno Chileno). Na véspera de uma data memorável, mas em que nos parece cada vez mais difícil chegarmos a um pacto, a algum acerto quanto aos motivos principais, damo-nos conta de como todos os bens do mundo depressa se vão da memória. A realidade tornou‑se uma espécie de luz cansada, um brilho que já não ilumina nada, apenas denuncia a própria exaustão. Vivemos rodeados de objectos que nos dizem “aqui está o mundo”, mas o mundo já não está aí – apenas o seu reflexo tardio, replicado até à vertigem. A crise epistémica não é um acidente: é o efeito natural de um universo onde a verdade perdeu a gravidade e começou a flutuar como lixo espacial, orbitando sem destino, colidindo ocasionalmente com as nossas percepções fatigadas. Já não há o peso de um real partilhado, mas apenas uma coreografia digitalmente coreografada, onde cada gesto é eco de outro eco, e o sujeito dança sem saber se o ritmo vem de dentro ou de um algoritmo qualquer capaz de operar até cada um de nós se desfazer do pássaro rouco da sua consciência. Neste episódio, e para voltarmos a operar a partir de termos com alguma força de persistência, uma gravidade que, por si mesma, afine as nossas percepções, prepare a cerimónia de um pacto, quisemos ter uma vez mais connosco Patrícia Câmara, psicoterapeuta e psicanalista, ouvidora em profundidade, alguém que se habituou a essa infinita e generosa paciência de esperar pelos outros, de manchar com um resíduo de presença cada esquina que ficará depois a nosso favor, para as cruzarmos pela ordem que nos venha a ser mais favorável, como esses vagabundos em que nos tornamos assim que se torna preciosa para nós a nossa queda irremissível.

RLX - Rádio Lisboa
Caderno Diário - Dignidade — A solidão de quem percebe demais - Programa 539 - António Serra

RLX - Rádio Lisboa

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 4:16


Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE
A ESPIRITUALIDADE QUE TE ATRASA (E VOCÊ NÃO PERCEBE)

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 55:34


Toda espiritualidade deveria evoluir você.Mas… não é isso que acontece.Hoje existe uma espiritualidade que conforta, explica tudo, justifica tudo…mas não transforma nada.E o pior:Ela faz você acreditar que está evoluindo.Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim traz uma reflexão profunda sobre o que realmente é espiritualidade evolutiva — e por que muitas práticas modernas acabam gerando estagnação ao invés de crescimento real.Você vai entender:• O que é espiritualidade de verdade• Por que muitas abordagens espirituais acomodam• Como crenças prontas bloqueiam sua evolução• O perigo dos rótulos espirituais• A diferença entre entender… e transformar• O papel do desconforto na evoluçãoA espiritualidade que evolui não te acalma.Ela te confronta.E é isso que faz você crescer.

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE
A ESPIRITUALIDADE QUE TE ATRASA (E VOCÊ NÃO PERCEBE)

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 55:34


Toda espiritualidade deveria evoluir você.Mas… não é isso que acontece.Hoje existe uma espiritualidade que conforta, explica tudo, justifica tudo…mas não transforma nada.E o pior:Ela faz você acreditar que está evoluindo.Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim traz uma reflexão profunda sobre o que realmente é espiritualidade evolutiva — e por que muitas práticas modernas acabam gerando estagnação ao invés de crescimento real.Você vai entender:• O que é espiritualidade de verdade• Por que muitas abordagens espirituais acomodam• Como crenças prontas bloqueiam sua evolução• O perigo dos rótulos espirituais• A diferença entre entender… e transformar• O papel do desconforto na evoluçãoA espiritualidade que evolui não te acalma.Ela te confronta.E é isso que faz você crescer.

Pet Doc Cast
Você não percebe, mas aprende isso com os pets todos os dias

Pet Doc Cast

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 36:54


Depois de 99 episódios falando sobre os pets, ensinando sobre saúde, comportamento e cuidados… hoje a gente resolveu inverter.Esse episódio é sobre o que a gente aprende com eles.Porque não é só sobre cuidar.Quem tem pet sabe: eles ensinam o tempo todo — no jeito de receber a gente, na alegria nas coisas simples, na lealdade e até na forma como vivem o momento.E o mais curioso é que muitas dessas lições passam batido no dia a dia.Nesse episódio, a gente conversa justamente sobre isso: coisas simples, mas que fazem a gente repensar muita coisa quando começa a prestar atenção.Se você tem pet, esse episódio vai fazer muito sentido pra você.

Tudo é Cura
#89 - Motivação está te sabotando (e você nem percebe)

Tudo é Cura

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 25:54


Você não precisa de mais motivação. Precisa parar de depender dela.Nesse episódio, eu te mostro por que a motivação falha, o padrão invisível que está travando sua consistência e como começar a construir estabilidade de verdade — mesmo nos dias em que você não está com vontade.Se você sente que sempre começa e não sustenta, esse episódio vai te dar um novo ponto de apoio.

RobCast
Entre 25 e 55 Anos: Os 8 Erros Financeiros Que Você Só Percebe Tarde Demais

RobCast

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 12:02


⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução01:23 25 a 30 anos: fase de construção01:42 Erro 1: Aumentar o padrão de vida rápido demais02:48 Erro 2: Não investir (ou investir errado) no início03:49 30 a 40 anos: fase de crescimento04:02 Erro 3: Assumir custos fixos altos demais05:41 Erro 4: Parar de aportar (ou aportar pouco)06:43 40 a 50 anos: fase de consolidação06:58 Erro 5: Tentar recuperar o tempo perdido com alto risco07:57 Erro 6: Ignorar a proteção patrimonial08:51 50 a 55 anos: fase de consequência09:11 Erro 7: Manter o padrão de vida alto sem ajustar09:58 Erro 8: Não ter um número para se aposentar10:38 Conclusão e próximos passos

Papo de Vendedor | VENDAS, Gestão e Liderança!
Isso Faz o Que Você Vende Parecer Caro (E Você Nem Percebe)! feat Ricardo Voz

Papo de Vendedor | VENDAS, Gestão e Liderança!

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 90:11


Você pode ter o melhor produto, o melhor serviço…Mas se a sua comunicação estiver errada, o cliente vai achar caro. Simples assim.Neste episódio do Papo de Vendedor, com Ricardo Voz, você vai entender por que o problema não está no preço — está na percepção.

Linhas Vermelhas
A discussão sobre os juízes do TC em praça pública “alimenta o populismo” e não se percebe como não é possível “chegar a um entendimento”

Linhas Vermelhas

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 16:40


Ainda não há fumo branco na eleição de juízes para o Tribunal Constitucional. O PS ameaça romper as negociações com o PSD, podendo chumbar o próximo Orçamento do Estado, caso seja o Chega a indicar um novo juiz. Neste tema, o partido de Luís Montenegro dá primazia a uma maioria à direita. Esta discussão contínua faz sentido? Por que razão não chegam os três partidos a um acordo? A análise de Cecília Meireles e Miguel Prata Roque no Linhas Vermelhas em podcast, emitido na SIC Notícias a 23 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Nilton Schutz
Você Está Repetindo a Vida dos Seus Pais (E Nem Percebe)

Nilton Schutz

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 24:54


Programa Caminhos da Consciência - Rádio Vibe Mundial 95.7FME se eu te dissesse que muitos dos seus problemas… não começaram em você?Neste vídeo, eu trago uma reflexão profunda sobre ancestralidade, karma e padrões invisíveis que podem estar influenciando diretamente suas escolhas, emoções e desafios.

neste seus pais consci percebe repetindo vibe mundial
VIVENDO COM PROPÓSITO
SINAIS ESPIRITUAIS QUE NINGUÉM PERCEBE

VIVENDO COM PROPÓSITO

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 2:39


Sua vida está, a todo momento, te dando sinais importantes. Ouça essa mensagem e aprender como identificar.

positivaMente Consciente Podcast
O Segredo da Mente que Quase Ninguém Percebe.

positivaMente Consciente Podcast

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 5:16


Existe algo na sua mente que pode estar moldando sua realidade… e você talvez nem perceba.Neste episódio do Positivamente Consciente, vamos refletir sobre a Lei da Atração de uma forma mais profunda: pensamentos, crenças invisíveis e o poder da atenção.Será que você está realmente no controle da sua mente… ou apenas reagindo a ela?Uma jornada de reflexão sobre consciência, pensamento e transformação interior.Narrado por Rafael Borges.Instagram: positivamente _consciente_Contato e Parcerias: positivamenteconsciente20@gmail.com#leidaatração#podcast#consciência#mente#autoconhecimento#desenvolvimentopessoal#reflexão#espiritualidade#positivamenteconsciente#podcastbrasil

Baixada em Pauta
Banheiro sujo, cozinha escondida e frango lavado: o que o cliente não percebe ao comer fora

Baixada em Pauta

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 65:29


Nutricionista Julia Grosso, especialista em segurança dos alimentos, explica detalhes de higiene e boas práticas que passam despercebidos e ajudam o cliente a avaliar onde comer.

Blumerangue
Você percebe o que está fazendo... ou só está fazendo? - audio edition

Blumerangue

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 6:07


Nesse episódio: conquistas olímpicas, journaling, a neuroplasticidade, Eileen Gu e a pessoa que meu eu de 8 anos adoraria conhecer.Se você quer acompanhar mais da News do Blumerangue, é só clicar aqui e acessar https://blumerangue.substack.com Get full access to Blumerangue at blumerangue.substack.com/subscribe

Entrevistas Jornal Eldorado
Chef Rita Lobo diz que chamar comida de “proteína” e “carbo” pode incentivar consumo de ultraprocessados

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 13:18


Uma mudança na linguagem de nutricionistas, influenciadores digitais na área de saúde e até de restaurantes na forma de dar nome aos alimentos tem chamado a atenção e provocado discussões, muitas vezes disseminadas pelas redes sociais, com reações contrárias à adoção de certas nomenclaturas. Como exemplo dessa prática, carnes estão sendo chamadas de proteínas, enquanto arroz e macarrão passam a ser denominados apenas como carboidratos e até com o apelido de “carbo”. Uma das vozes discordantes dessa forma de tratar a comida é a chef e fundadora do Panelinha Rita Lobo. Em entrevista à Rádio Eldorado, ela apontou riscos à saúde ao longo do tempo em razão dessas denominações. “Do ponto de vista da saúde, quando a gente começa a chamar carne de proteína, café de cafeína... Se o que você busca é a cafeína, tanto faz se você está tomando de fato um café, um café com leite, um cappuccino, ou um desses produtos ultraprocessados que têm cafeína, adoçante, aromatizante e outros aditivos químicos que não fazem bem à saúde. No longo prazo, o que a ciência já comprovou é que o consumo de ultraprocessados está diretamente associado às principais doenças crônicas não-transmissíveis, que são doenças graves. Então, a gente está falando de obesidade, diabetes, doenças cardíacas e alguns tipos de câncer e também depressão, por exemplo”, ressaltou. Para Rita, “a forma como nossos avós se alimentavam” deve ser a base de uma alimentação saudável feita em casa e com divisão de tarefas entre homens e mulheres. Ela também defendeu mais reflexão sobre nossas escolhas. “Percebe como a forma como a gente chama comida impacta nas nossas escolhas e isso é estimulado por essa indústria de ultraprocessados que quer fazer com que os consumidores virem porta-vozes de seus produtos e as pessoas estão caindo nessa sem perceber”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

IBN PLENITUDE
O novo já começou! Você não percebe? - Jhony Mendes | Estação

IBN PLENITUDE

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 46:27


Ministração realizada no dia 21 de fevereiro de 2026

Alquimia da Mente
893 - A energia que você envia quando lembra de alguém pode afastar, e você nem percebe

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 11:38


Gabinete de Guerra
“Donald Trump só percebe e só respeita a força”

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 15:17


Bruno Cardoso Reis sublinha que Europa deve impor linhas vermelhas claras a Trump. Alerta que a política de cedências fragiliza aliados e que só firmeza garante respeito nas relações transatlânticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
"Não falo mais sobre isso!"

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 1:03


Talvez você já tenha dito essa frase. Mas será que alguém consegue cumprir esse voto de silêncio tão radical? E por cumpriria?O problema é que ficar em silêncio é só parte de uma questão muito maior. Se você silencia a fala, não significa que tratou aquilo que angustiava seu coração. Você pode ficar em silêncio, mas adoecer a alma por ficar remoendo dentro de você tudo o que não foi resolvido. Percebe como a questão é muito mais séria e profunda?Veja o que o salmista disse no Salmo 39, no verso 2: "Emudeci em silêncio, calei a respeito do bem, e a minha dor se agravou."Olho para esse verso e percebo que o salmista passou por algo assim. Seu silêncio adoeceu sua alma. Ele esperava que tudo se resolvesse, mas não foi assim que aconteceu.A sua boca pode estar fechada, mas ainda assim a sua alma pode estar completamente agitada. O que está dentro de seu coração precisa de tratamento.Se as coisas não estão bem, apenas ficar em silêncio não vai ajudar muito. Abra o seu coração para o Senhor. Ele pode colocar tudo em ordem.

O Bom, o Mau e o Vilão
Ninguém percebe o que vai na cabeça de Gouveia e Melo

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 8:06


Cotrim Figueiredo (que venceu o debate), Gouveia e Melo (que perdeu o debate) e o PS e o Chega (que fizeram o que o Governo queria) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
O Bom, o Mau e o Vilão. Ninguém percebe o que vai na cabeça de Gouveia e Melo

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 8:06


Cotrim Figueiredo (que venceu o debate), Gouveia e Melo (que perdeu o debate) e o PS e o Chega (que fizeram o que o Governo queria) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia a dia com a Palavra
O que significa ser cristão?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 1:16


O que significa ser cristão?Na opinião de algumas pessoas, ser cristão significa apenas não fazer coisas erradas. Mas isso é um grave erro! Experimentar a conversão significa aprender a escolher coisas que agradam a Deus, que alegram o coração do Pai Eterno.Veja o que diz o Salmo 24 no verso 4 sobre aqueles que adoram a Deus: "‭‭O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem faz juramentos com a intenção de enganar."Percebe palavras usadas pelo salmista? Ele usa: limpo, puro, verdadeiro (não mente e não é falso). Todas essas palavras juntas formam uma outra palavra: integridade.Ser íntegro significa ser inteiro, estar engajado de corpo e alma em uma missão. Como um soldado que foi para a guerra, o servo de Deus não tem tempo a perder com nada ao seu redor. Seu foco é lutar. Qualquer distração é perigosa.O que quero mostrar é que ser cristão não é só buscar fazer a coisa certa ou deixar de fazer a coisa errada. Um discípulo de Jesus busca verdadeiramente agradar a Deus, seu Pai, com sua vida, como Jesus fez. Estou falando de um relacionamento e não apenas de uma tarefa a ser feita. Ser cristão não é apenas fazer coisas, mas parecer com alguém, e esse alguém é Jesus.

Pergunta Simples
Como comunicam os bebés antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 54:01


Hoje abrimos uma porta especial: a porta para o momento em que a comunicação ainda não tem palavras. É ali, naquele segundo primordial, que tudo aquilo que somos, sentimos e esperamos cabe num olhar, num ritmo, num gesto que ninguém nos ensinou — mas que todos reconhecemos. Antes de falarmos, já comunicamos. Antes de dizermos “mamã” ou “papá”, já perguntamos: “Estás aí para mim?” Este é um dos territórios mais fascinantes e menos compreendidos da vida humana: a comunicação dos bebés. Intuímos muita coisa. A investigação ilumina ainda mais. Mas a cada novo estudo percebemos que a comunicação nos primeiros dias de vida é infinitamente mais complexa, sofisticada e decisiva do que imaginávamos. Para nos guiar, contamos com o olhar de Pedro Caldeira da Silva, fundador da Unidade da Primeira Infância do Hospital D. Estefânia e pioneiro da psiquiatria dos bebés em Portugal. Um clínico que passou décadas a observar esta dança silenciosa entre bebés e adultos — e que nos ajuda a ver o que tantas vezes nos escapa. Como é que os bebés comunicam quando ainda não têm palavras? Um tema que merece reflexão é: Como é que os bebés comunicam antes das palavras? Pedro Caldeira da Silva A comunicação de um bebé recém-nascido não é um acaso nem um reflexo automático. É intenção. É relação. É um corpo que chama o outro. E há sinais claros dessa comunicação precoce: A imitação involuntária de expressões faciais. A procura insistente do rosto humano. A preferência pela voz da mãe entre todos os sons. A capacidade de criar padrões rítmicos e emocionais. A repetição — o primeiro esboço de diálogo. Antes de falar, o bebé já pergunta, já espera, já testa. E, sobretudo, já organiza emocionalmente o mundo que o recebe. E quando um bebé não comunica? O que significa o silêncio? Se a comunicação precoce é natural, a sua ausência levanta perguntas. Um bebé que não procura, não repara ou não repete, pode estar a emitir um sinal tão forte quanto o choro mais intenso. Nem todo o silêncio é igual. Há o silêncio que acalma — e há o silêncio que preocupa. Pedro Caldeira da Silva ajuda a distinguir: O silêncio protetor: o bebé recolhe-se, mas volta. O silêncio sinal: o bebé não volta, não responde, não entra no jogo relacional. E aqui entramos num dos temas mais sensíveis da atualidade: o aumento dos diagnósticos do espetro do autismo. O episódio não traz alarmismo — traz clareza. O que sabemos. O que ainda não sabemos. O que precisamos de observar com atenção genuína. Da primeira infância à adolescência: o que muda na forma de comunicar? A conversa leva-nos num arco completo: do recém-nascido ao adolescente. E percebemos algo essencial: a comunicação humana é um contínuo, não um salto. O bebé imita porque precisa de relação. A criança repete porque precisa de segurança. O adolescente contesta porque precisa de autonomia. E nestas fases, pais, mães e cuidadores vivem um misto de responsabilidade, dúvida, exaustão e culpa. É por isso que o episódio fala também dos “tutores de resiliência” — figuras decisivas que surgem quando a família não chega: professores, treinadores, amigos, adultos significativos que seguram o chão emocional de uma criança. Os ecrãs fazem mal? Ou faz mal a ausência do adulto? Este é um dos mitos mais persistentes. E a resposta surpreende. O problema não é o ecrã. É o bebé que passa horas a olhar para uma televisão que não o olha. É a criança que perde ritmo, toque, olhar e reciprocidade. É a relação que desaparece enquanto a tecnologia ocupa o espaço. Um ecrã nunca é prejudicial por si só. Prejudicial é a negligência, a ausência emocional do adulto, o vazio relacional. O tédio também comunica Vivemos uma infância hiperorganizada: horários, atividades, vigilância constante. E, com isso, quase eliminámos um elemento crucial: o tédio. O tédio é fértil. É a matéria-prima da criatividade, da descoberta, da exploração. É onde se inventa. É onde se cresce. Ao retirar o tédio, retiramos à criança uma das primeiras formas de autonomia interior. A ausência emocional: o silêncio que fere Talvez o ponto mais duro — e mais urgente — do episódio: a indisponibilidade emocional. Não é ausência física. É presença sem vínculo. É um adulto que está, mas não responde. Que ouve, mas não devolve. Que vê, mas não repara. Esse silêncio cava um buraco na criança — e as marcas chegam muitas vezes à adolescência e à idade adulta. Falar deste tema é desconfortável, mas necessário. Porque só nomeando podemos reparar. Podemos reparar aquilo que falhou? Sim. E é uma das mensagens mais luminosas da conversa. Mesmo quando falhou vínculo, tempo ou atenção, nada está perdido. A experiência molda-nos, mas não nos fixa para sempre. Basta uma relação capaz, um adulto atento, alguém com disponibilidade emocional para realinhar o caminho. Humanamente, isto é extraordinário. E é profundamente esperançoso. O que fica desta conversa? Que os bebés dizem muito antes das palavras. Que as crianças comunicam mesmo quando não explicam. Que os adolescentes falam mesmo quando parecem calados. E que comunicar continua a ser uma arte de observar, responder e reparar. No fundo, a pergunta que atravessa toda a vida — da primeira infância à idade adulta — é sempre a mesma: “O que precisas de mim agora?” LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. Por isso, ela pode não estar totalmente precisa. 0:12 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Os abrimos uma porta rara, a porta para o momento em que a comunicação ainda não tem palavras. Um instante em que tudo aquilo que somos, sentimos e esperamos. Cabe num olhar, num ritmo, num gesto minúsculo que ninguém nos ensinou, mas que todos reconhecemos. 0:35 Antes de falarmos, já dizemos, muito antes de dizermos, mamã ou Papá, já perguntamos, estás aí? Para mim, isto é um dos territórios mais fascinantes e talvez dos menos compreendidos da vida humana, a comunicação dos bebés. 0:51 Pelo menos para mim, todos intuímos algumas coisas. Há muita investigação e há a cada passo. Factos novos sobre a comunicação dos bebés não a fala, mas a intenção de comunicar a forma como um recém nascido convoca o adulto, cria padrões, imita expressões e constrói de forma surpreendentemente sofisticada, o seu primeiro mapa emocional do mundo. 1:13 E entramos acompanhados por alguém que passou décadas a observar esta dança invisível. Pedro Caldeira da Silva, fundador da unidade da primeira infância do hospital dona Estefânia e pioneiro da psiquiatria dos bebés. Ele ajuda nos. A ver o que normalmente não vemos, o choro como mensagem, o sorriso como reforço, a imitação. 1:33 Como o pedido de relação mostra nos como um bebé antes de falar, já está a estabelecer expectativas, a construir memória e organizar o pensamento, testando se o mundo responde e porque. A comunicação não é só técnica, é, sobretudo, vínculo. 1:50 Vamos também perceber como é que estas primeiras conversas deixam marcas. Na forma como olhamos, na forma como escutamos, na forma como nos relacionamos mais tarde, já, adolescentes ou adultos. Isto episódio é sobre bebés, mas também é sobre nós. Sobre aquilo que herdamos, aquilo que aprendemos, aquilo que continuamos a tentar reparar. 2:19 É desconcertante perceber que um bebé de poucos dias já vem equipado com competências impressionantes, imitar expressões faciais, procurar um rosto, preferir a voz da mãe no meio de todos os solos do mundo, organizar padrões, criar uma espécie de música emocional interior que o ajuda a antecipar o que aí vem e, acima de tudo, comunicar ativamente antes de ter uma linguagem, uma linguagem, falar de bem entendido. 2:46 Mas. Também é inquietante perceber o oposto, quando o bebé não procura, não repete, não repara, não responde. O silêncio pode ser um pedido, pode ser um sinal, pode ser o início de algo que precisa de atenção. Pedro Caldeira da Silva explica nos como distinguir o silêncio que protege do silêncio que preocupa e fala abertamente sobre o aumento dos diagnósticos do espectro do autismo, sobre o que sabemos, sobre o que suspeitamos e sobre aquilo que ainda estamos a tentar compreender ao longo desta conversa. 3:14 Viajamos da primeira infância até à adolescência, entre os bebés que imitam sem saber e os adolescentes que contestam. Sabendo demasiado, falamos do não como o Marco da autonomia de tensão entre Pais e filhos, do peso da responsabilidade parental e da culpa permanente de quem acompanha e cuida. 3:32 Falamos do papel das mães e dos pais e de todos aqueles que, ao longo da vida, funcionam como tutores de resiliência. Professores, treinadores, amigos, aquelas figuras que nos seguram quando a família não consegue e falamos dos ecrãs. Mas aqui a resposta surpreendeu. 3:48 Me não é o ecrã que faz mal, é a negligência. O problema não é a tecnologia, é a ausência do adulto, é o bebé que passa horas em frente a uma televisão que não vê, é a criança que perde a interação, o toque, o olhar ou o ritmo. O ecrã não substitui em definitiva relação, a relação é o que mais conta. 4:07 Um outro tema central desta conversa é o tédio. Hoje quase não deixamos as crianças entediar. Se entre a escola, atividades, horários e vigilância constante, a infância perdeu o vazio fértil onde se inventava, explorava, construía e até se errava. 4:22 O tédio é uma forma de Liberdade e uma das matérias primas da criatividade recuperá lo. Pode ser um dos maiores gestos educativos do nosso tempo. Por fim, chegamos ao ponto que atravessa toda a conversa, a indisponibilidade emocional que é mais destrutiva que o abandono físico, é o estar presente no corpo, mas ausente no vínculo. 4:44 Uma presença que não responde, que não repara, que não devolve. Uma espécie de silêncio que cava um buraco dentro da criança. Um tema duro, sensível, mas absolutamente necessário. Pedro Caldeira da Silva, pioneiros da psiquiatria da primeira infância em Portugal, conhecido como a psiquiatra dos bebés pode ser isto, posso apresentá lo assim? 5:06 Bom, já levou alguns antes de mim, mas. Já levou outros antes de ti, então? Mas porque é que porque é que ficou? Porque é que ficou conhecido como como o psiquiatra dos bebés? Bem, porque a minha vida profissional no hospital foi sempre com bebés, trabalhei sempre na unidade da primeira infância. 5:26 Da primeiro do centro de saúde mental infantil Lisboa e depois do do hospital dona Estefânia, portanto, que era uma unidade de saúde mental para bebés e suas famílias, portanto, atendi bebés e crianças pequeninas até aos 3 anos. E o que nos dizem os bebés antes de falar? 5:44 Porque é um problema, não é. Quer dizer, como é que, como é que é, como é que como é que se fala com eles antes na antes deles dizerem Papá e mamã? Pois é a questão. Eu penso que é um bocadinho. Ao contrário, como é que eles falam connosco? Como é que eles falam connosco? E isto é que às vezes é necessário algum cuidado e alguma atenção e algum alguma observação continuada para para percebermos o que é que o que é que eles nos dizem? 6:10 E como é que eles falam, como é que eles nos falam? Bom, os bebés, os bebés têm competências que hoje em dia sabe se muito sobre isso, sobre as competências com que os bebés vêm já equipados de nascença. E que nos dizem genericamente isto, os bebés não são uns agentes passivos que recebem coisas de de nós. 6:32 Os bebés são agentes ativos na comunicação. Logo desde que nascem. E antes de nascerem e antes de nascerem. Portanto, aquela ideia de que a gente fala para a para a barriga da grávida é é uma ideia que faz sentido. É, é, é os bebés. 6:48 Os fetos já estabelecem padrões e, portanto, já se sabe, isto é, enfim, são observações e experientes, relativamente fáceis de fazer, que os bebés, quando nascem, têm uma preferência pela voz da mãe. Ah, lá estão os pais, depois é isso? Está mais próximo, não? 7:04 É e ouviram a mãe durante muito tempo e. Portanto, já lá está nasceram no fundo, quando têm uma consciência inicial de si próprio. Já é com esse ruído de fundo, com esse, com esse, com essa música de fundo. Não quero usar a palavra ruído. Sim, eu não sei se é bem a consciência de si próprio. 7:20 Isso está se a está, se a construir. Mas os bebés, como todos nós, somos fazedores de padrões, não é o nosso. A experiência repetida organiza a memória e a memória depois permite nos formar expectativas. Enfim, EE, isto depois leva nos ao pensamento. 7:39 É essa a maneira, portanto, a gente consegue começar a ver que aquilo é redondo. E que redondo, por acaso também é uma bola, por acaso também é uma roda. É desta maneira de associação. Pode ser, pode ser assim, mas em termos da comunicação e, portanto, através do som. Mas não só do som. 7:54 Depois, há uma série de outras de outras maneiras de os bebés comunicarem e receberem a informação da nossa parte. Então, e como é que um bebé comunica antes de falar, antes da verbalização, antes do verbo? Então, uma das coisas muito importantes que os bebés têm que fazer é assegurar que os grandes se interessam por eles e estão dispostos a cuidar deles. 8:17 E para isso, os bebés vêm com uma série de equipamentos para para nos fazer aproxima deles. Tem o radar? Têm, por exemplo, uma maneira de fazer com que o adulto se aproxime, que é chorar. Parece me um método bastante eficiente, muito. Eficiente e. 8:32 E eles, quando quando abrem aquela goela que aquilo é uma sirene, aquilo nota se muito. É uma coisa que nos incomoda sempre, portanto, é muito difícil nós não nos incomodarmos com o choro de bebé. Eu costumo dizer por brincadeiras, os meus colegas pediatras, só os pediatras é que já não se. 8:50 Porque ele? Porque ele vem muito, mas qualquer de nós se ouve um bebé chorar, sente que tem que fazer qualquer coisa ou fazer ou dar uma justificação. O que é que será? E todos os shows são são iguais. E não. E os os shows são diferentes. E os cuidadores, como é que chamamos mães? 9:07 Mas os pais relativamente rápido conseguem distinguir que se é um choro de fome, se é de dor, se é. Incómodo, enfim. Portanto, o chorar é uma maneira de aproximar Oo grande, mas o sorrir em resposta também é outra maneira de pronto reforçar a aproximação. 9:27 E nos atrair não é atrair. Olha o bebé está só. Olha o bebé que sorri. Eu estou a ter sucesso. Nós sabemos hoje em dia que os bebés recém nascidos têm uma competência de imitar as expressões faciais. Que no fundo tem este sentido. Também penso eu que tem este sentido que é reforçar bem. 9:45 Eu estou a ser reconhecido, estou a receber uma mensagem do bebé. O bebé recém nascido imita expressões sociais do do adulto. É um espanhol. É um, é como se fosse um. Espelho que a grande tática. É extraordinário e sobretudo porque é transitório. Depois isto desaparece até parecer a verdadeira comunicação, mas é 11 repetição em espelho e mais do que imitar o bebé, depois toma a iniciativa, pede. 10:08 A repetição da expressão facial para para nós fazermos outra vez, quando? Nós fazemos aquilo, o cucu, por exemplo, para para ver se. Por exemplo, abrir a boca, fazer assim com os lábios, deitar a língua de fora. E se nós conseguimos estabelecer um padrão com o bebé muito pequenino, uma semana e conseguimos envolvê lo, fazemos uma pausa e depois é o próprio bebé que. 10:31 Portanto, há uma dialética de comunicação, logo, desde o nascimento, há um. Equipamento de série. Bastante sofisticado, já, já, já percebi. Então como é que se cria um vínculo com esse pequeno ser antes das palavras? Então é como? É que a gente se desenrasca. 10:46 É com a repetição. É com a repetição. Quer dizer, nós, os cuidadores, têm alterações hormonais que também os predispõem um bocado para serem cuidadores, não é? A famosa ocitocina, que é. Hormona do amor. Que é uma hormona do cuidado, mas curiosamente é uma hormona de obsessão dos comportamentos obsessivos. 11:07 Então, e por isso é que nós temos que ter, estamos preocupados, os bebés está bem? Se está, está com o calor, se está a dormir bem, se está tudo a correr bem. Então, aqueles pais que são excessivamente preocupados, que estão quase imagino que que muitas vezes deu consultas AA bebés e aos pais. 11:26 Sim, bebé faz parte. Bebés e pais, sim. Estarem mais preocupados? Pode acontecer sim. Aqueles outros que não estão nada preocupados também. Pronto, também pode acontecer. Também, e isso e isso depois tem um impacto na no desenvolvimento da conferência. Um desapego não querer saber. 11:43 Com certeza, porque enfim, voltamos à à repetição da experiência, não é? Tudo isto tem que ser experimentado várias vezes para o bebé começar a antecipar o que é que pode esperar dos outros. E há bebés que crescem com, enfim, com esta ideia de que os outros não servem para nada. 12:04 Logo, desde tenra idade. Pois desde muito tenra idade. É uma espécie de quê de desamora? Que eles não conseguem ter a sessão sobre o outro e portanto, isto não conseguem construir depois esta ligação. E como se fossemos estranhos, é como se o bebé percebesse que não há ali um cordão umbilical emocional. 12:20 Sim. Sim, podemos pensar assim, e como é que isso cura? Depois, mais tarde, como é que se cura essa ferida? Com a modificação da experiência. E vamos a tempo. Vamos sempre a tempo, porque vamos sempre a tempo. No início, o disco está ali, está ali. 12:36 Virgem não é EE com uma grande capacidade, há. Um há um, enfim, há um conjunto de processos que nós sabemos que são específicos dos 3 primeiros anos de vida. E que são críticos. Em termos da arquitetura cerebral do tipo de ligações que se estabelece. 12:52 Dos neurónios que sobrevivem e dos que se desativam e, portanto, os 3 primeiros anos de vida são, digamos, nucleares para isto. Então temos que começar a perdoar aqueles adultos que, afinal, são uns estupores e que provavelmente não receberam esse. Esse perdoar, não se perdoar. 13:12 Não. Mas pode se compreender agora. Eu não sou radical desse ponto de vista. Eu acho que nós continuamos a ter experiências de toda a vida. Ao longo da vida, temos experiências fundamentais. E, portanto, não, não me agrada esta ideia fundamental que é ou é até aos 3 anos, ou estamos todos tramados ou. 13:32 Não há nada a fazer. Ainda bem que não é assim, porque ainda enfim, com certeza que nós temos mecanismos vicariantes de substituição das das redes nacionais para isto ser de alguma maneira recuperado agora que há pessoas que não são más, há. E estão aqui, bom o tom de vós e o ritmo. 13:50 Qual? Qual é o papel que tem na segurança emocional? Desse pequeno ser, desse bebé. Oo tom de voz agradável. Sim, estou a partir do pressuposto que 11 gritaria provavelmente tem um efeito exatamente ao contrário. Também tem outro pronto, isto faz parte da mensagem, não é? Faz parte da mensagem. 14:05 Os bebés entendem estas, a melodia e o ritmo da voz como parte de algo agradável e que induz um desejo de continuar, digamos assim. Portanto, a mensagem nós depois, enfim, uma boa parte do meu trabalho é observar, observar o que se passa entre o bebé e os cuidadores EE aí quando quando há enfim o bebé já tem algum tempo devido, alguns meses depois forma se uma dança ou um jogo de serve and vitain como usando uma expressão do ténis, portanto um atira a bola e depois e. 14:44 Eu tenho 11 curiosidade que é? Como o médico fica lá atrás da sua secretária, está próximo de bebés, está sentado, como é que fisicamente, como é que é 111? Consulta depende das consultas, mas nas consultas com bebés eu muito frequentemente não estou sozinho. 15:05 Há um observador que regista por escrito o que se passa entre os bebés e o pai e os pais enquanto eu estou a. Para os pais? Para não perder? Tempo não perder nada do que se observa. Não perder pitada. Portanto, há alguém em geral é um observador que está em formação e, portanto, há uma ótima informação. 15:23 Bela, desculpa, não é estar. Apenas ali a observar, observar o que se passa na interação entre os. E que e que notas são essas? O que é que está lá? Está escrito? Nesse registo obsessivo do que se passa entre entre o bebé e os pais. Neste sentido, olha, não olha, afasta, se aproxima, se agita, se a mãe embala. 15:44 Toca, não toca. Toca, não toca. O bebé afasta, se já anda, gatinha, vai buscar qualquer coisa. Mostra os pais, não mostra os pais, os pais respondem, não respondem, enfim, há um conjunto muito grande de situações que nós registamos e depois ouvimos depois numa numa reunião para ver o. 16:05 Conseguimos identificar. Além disso, fazem se vídeos de da interação em situações padronizadas para isto tudo isto é informação clínica. Para ver como é que, como é que, portanto, no fundo, nós claro que não somos seres individuais, mas enquanto seres comunicantes e emocionais. 16:25 Nós somos nós, mas a relação a esse vínculo, essa ligação, obviamente conta na, na, na, na, naquele grupo de pessoas, com certeza eu pensar mais. Clássico, No No início, enquanto não há, o bebé não tem, digamos, um grande pensamento ou uma memória. 16:41 A interação confunde se com a relação, quer dizer, a vida relacional do bebé é a interação, pois à medida que. Vamos crescendo um pouco em temos pensamento, já temos memórias, já pensamos coisas em relação. É mais do que a interação, não é? 16:58 Mas ao princípio é a interação, é o é o principal. E a primeira vez que os pais entram com a criança com o bebé no consultório, tiro lhes a pinta logo. Ou esforça se por não fazer nenhum prejuízo, ou ou ou capta logo informação logo na entrada, ou até não ou até cá fora na sala de espera. 17:20 Capta a informação na sala de espera, mas isso é uma técnica para todos os médicos, EE. Vai lá ver o quê, o que é que, o que é que vem à procura? Eu observo a, portanto, observo o que se passa. Não, não tenho assim, nada de. 17:37 Pré definido o que é que o que é que procuro um contacto rápido com o bebé, portanto, e aí dá me logo a ideia se o bebé ou se criança pequena reaja ao estranho ou não reaja ao estranho intestino, se procura apoio nos nos cuidadores, se vem comigo ou se fica agarrado aos pais, enfim, há se uma quantidade de de informação que nos dá. 18:00 Logo, ideia do que do estado das coisas? E este programa chama? Se pergunta simples, mas eu tenho uma pergunta complicada, os bebés gostam de si? São uma resposta muito complicada porque eu, devido à minha modéstia, não posso. Não vou mudar a pergunta, como é que faz para que os bebés gostem de si? 18:20 Não faço nada, nem nem me interessa que eles gostem de mim. A Sério? A Sério? É uma coisa que eu tenho muito cuidado e todos nós sabemos que temos muito cuidado. Não podemos seduzir os bebés. E os bebés gostam de nós quando se sentem que nós estamos interessados neles. 18:40 Mas nunca usando técnicas de sedução em relação. Nunca chupa chupas, não é? Não é? Estou a pensar nos avós, não é que estão sempre com as suas crianças e com os gilbertos a fazer todas as táticas. Que isso não é uma situação clínica? Claro que sim. Se a vida real é outra coisa. Uma neutralidade sim, uma neutralidade não. 18:56 Um interesse no bebé ou na criança pequena? Não. É, e a criança sente isso. Percebe imediatamente? Imediatamente. Imediatamente. E isto é uma coisa. Por exemplo, nas creches ou na nos jardins infantis, é uma coisa fundamental. As crianças percebem logo se os adultos estão interessados nelas ou não. 19:15 E reagem, e reagem de acordo, uau. Reagem de acordo neste sentido. Pronto, as coisas estão a correr bem. Há aqui uma resposta, há um envolvimento. Há aqui uma troca de. Movimento. Ou mas não se dão Ah, ou dão se ou não se dão. 19:32 E há um envolvimento, ou então a gente faz asneiras, erra porque. Mas nós erramos sempre, não é ou não? Erramos sempre, sim. Dá uma ideia. Quando é que vamos? O bebé diz, nos não é isto, não é isto. Portanto, quando o bebé diz que não e que não é uma pura rabugice, sim é. 19:50 Uma manifestação é uma manifestação de que é pá. Isto não, não é bem isto que está a correr. Às vezes nós provocamos alguma. Algum obstáculo na interação com os bebés também para ver como é que os bebés resolvem problemas ou as crianças pequenas, não é? 20:05 Não é só bebés, teria mais frequentemente são crianças, não é? Como é que já andam que já têm acesso à à linguagem também, embora rudimentar, mas às vezes criamos algumas dificuldades para perceber como é que a criança reage e responde. 20:24 Vamos falar de uma coisa mágica? Que é o momento em que o bebé diz a primeira palavra, o Papá, o mamã ou outra qualquer. O que é que acontece? O que é que que coisa formidável é essa de um pequeno ser equipado com esses radares todos? 20:44 Subitamente encontra uma palavra lá dentro. Não só encontra a palavra. Como consegue dizê la? Porque são aqui coisas, o que é que é que está a acontecer ali ali dentro? Isto é um processo continuado, não é? Antes de muito antes de dizer a palavra dos sons, não é? 21:00 Outra coisa que os bebés vêm equipados é com essa capacidade para chamar. Localizar chamando, não é? Ah, Ah, eu faço isto. E aquela senhora que eu depois vou chamar mãe aparece, não é? E ele rapidamente liga os pontos, não é depois? Vou praticando, não é? Vou praticando, estabelecendo umas expetativas e depois lá passa a babá, mama laga e o bagagá. 21:23 Enfim, a quantidade de sílabas vai, se vai se desenvolvendo e, portanto, até dá. Se este processo duplo não é, vai se desenvolvendo na capacidade para fazer vários sons. E a capacidade dos adultos para dar significado aos sons? Nós entendemos o que eles estão a dizer no. 21:39 Nós damos sentido ao que eles estão a dizer. É diferente. Queres, papa? A AI a mamã, diz mamã. E ela vai confirmando. E vai se repetindo, não é? Isto é, também há. Há uma aprendizagem. Os sons começam a ter significado, não é? 21:55 E começam a ter sentido. E começam a ter sentido. Então, e. Como é que nós podemos ajudar os pais cujas crianças, num determinado momento, ou ou ou ou estão? Não sei, não sei se posso usar a palavra atrasadas nesse primeiro balbuciaram nestas primeiras palavras, ou o Papá ou a mamã e os pais começam a ficar ansiosos a pensar, então, mas quando? 22:18 Quando é que? Quando é que o meu bebé que diz qualquer há uns muito precoces que que são, são, mas, mas, mas outros que que que demoram o seu tempo ou que e que ficam muito ansiosos? Porque é que. O que é que o que é que nós podemos dizer? Depende da observação. Enfim, temos que pensar em 2 coisas, comunicação e fala. 22:38 Para falar, é preciso ter uma série de competências de comunicação já desenvolvidas e quando elas existem, a fala há uma margem relativamente grande para a fala aparecer. Quando é que é suposto 11 criança começar a falar, é? Isso mesmo, há uma margem relativa. 22:54 Pronto, podemos passar bem. Enfim, o ditado diz, lá ou anandarás aos 2, falarás, enfim, pronto. Há assim uns uns limites que os pediatras de desenvolvimento enfim, têm na cabeça e muito bem nas consultas de vigilância também. 23:12 Pronto, ele deve falar aos 2 anos, deve dizer palavras e entre os 2 e os 3, juntar palavras. Mas mais importante que isso, muitas vezes é. Como o bebé expressa o pensamento. Mesmo antes da palavra, nós conseguimos falar, falar com ele. 23:29 Mesmo que ele não diga palavras, nós dizemos, OK, onde é que está o livro? Ele percebe o que é que é? Compreende o que é que vai sempre à frente da expressão. Portanto, os bebés percebem, sempre entendem, sempre mais do que. Então, e o que é que nós podemos fazer para estes bebés que que que até têm competências e vão desenvolvê las mas está um bocadinho mais mais preguiçosos, mais renitentes, com menos vontade de de falar connosco o que é que o que é que a. 23:51 Gente está a fazer isso, está tudo bem? Temos que waiting Sea, portanto, esperar e ver para ver. Com paciência. Mas imagino que os pais não sejam de pacientes, não é? Quer dizer, EE é uma preocupação natural? Pode. Ser pai e mãe está as 2. 24:07 Está preocupado isso? Faz parte, pronto. E muitas vezes perguntam nos mas está tudo bem? Passa alguma coisa? E nós às vezes observamos e achamos que sim, não está tudo bem. Ou então achamos que há dificuldades muito importantes. E que tem a ver aqui com a escuta, tem a ver com com a maneira como. 24:24 Haver um défice sensorial não é. Quer dizer, pode não ouvir e isso tem que ser despistado. Mas hoje em dia é um. É uma situação que tem Aparecido muito, muito, muito. São as perturbações do espectro do autismo. É um quadro muito preocupante, que pode ser muito preocupante e que tem vindo a aumentar. 24:46 De forma impressionante. Uma estatística a apontar para isso. Nós, em Portugal, não temos estatísticas, não é? Mas as estatísticas mundiais apontam para isso, não é? Não é uma coisa portuguesa, é uma coisa mundial. Não é um aumento de casos das perturbações de espectros de autismo. 25:05 Tem sido um galopante tão galopante que não pode ser verdade. Portanto, pode haver aqui 11 excesso de medição, 111 demasiada até uma atenção muito próxima. Disto, isto tem várias razões. Por exemplo, os os menus de doenças, não é, digamos assim, tem que chegar, aumentar. 25:23 Aumentou os critérios, alargou muito os critérios para se classificar uma perturbação de espectro noutismo. Não, não sou isto. Faz com. Com que haja uma estatística que eventualmente tens a. Gerar isto tem razões. Há razões económicas para isto, porque havendo um diagnóstico em certos países civilizados com. 25:40 Diagnóstico há tratamento? Há direito ao tratamento? Não. É, passa a haver um padrão. Então EEEE, estou sempre a pensar aqui agora, não nestas perturbações do do espectro do do autismo, mas entre as e. Tivemos a experiência agora na pandemia, entre as crianças poderem estar até aos 3 anos em casa, com a mãe, com o pai, com os avós, cada vez mais difícil. 26:01 Mas enfim, com os avós às vezes acontece. Versos desde muito cedo serem estimulados ao contacto com outras crianças no Jardim infantil e assistimos todos. E aos vírus também, mas, mas aos estímulos que que estão disponíveis, há uma receita mágica. Há alguns princípios gerais não se podem aplicar a toda a gente, claro, mas, enfim, na sequência daquilo que eu disse, a importância para os bebés, para as crianças pequenas, é a interação individual. 26:31 Mas os os miúdos pequenos não precisam nada de estar em grupo. Não precisam. Não precisam nada. Então nós não aprendemos em grupo, nós aprendemos. Eles já não somos pequeninos, não é? Portanto, eles precisam de um. Primeiro, primeiro, precisam de uma boa relação individual, continuada no tempo. 26:50 É por isso que nalguns países civilizados. Mais uma vez, a licença parental é alargada. Agora, Ah, não, mas cá isto não é assim. Então vamos fazer aqui. Vamos inventar aqui uma coisa que é cresce feliz e tal, que é o que é bom é os miúdos todos estarem em grupo A ser cuidados com uma pessoa. 27:09 Isto não é a experiência natural, nem aquilo que que é melhor para os para os bebés. Idealmente, deviam ficar até quando com os peixes. Até aos 3 anos de idade, as crianças não precisam de estar em grupo A ser cuidadas por 11 estranho, por um estranho. 27:25 E como mais ou menos competências, mas em geral com muito pouco conhecimento da vida emocional dos bebés. Quando uma criança diz não, isto é um ato de Independência ou é um ato de amor? Não sabe se nós sabemos, já há muito tempo, que é um dos marcadores do bom de desenvolvimento. 27:42 A Sério, a Sério. Então, aquilo que nos irrita profundamente. Porque a criança decidir dizer, não, não quero comer, não quero dormir. Não, não, não. É um sinal de autonomia? É um é um sinal daquilo que me estava a perguntar há pouco da consciência de si próprio. Portanto, devíamos celebrar. 28:00 Não devemos celebrar, não devemos discutir, faz parte. E sermos mais diretivos ou mais compreensivos, isto é, onde é que? Onde é que está o aqui? O elástico da coisa quer dizer, qual é o momento em em que a gente deve deve impor a nossa vontade de deuses adultos? 28:17 Ou quando nós devemos ser mais condescendentes? E deixar as coisas? Fluir bom há muitas maneiras de de criar crianças, muitas maneiras diferentes. Podemos fazer uma lista? As culturas familiares diferentes, tens essas histórias das famílias. 28:33 As pessoas têm muito, muitas maneiras diferentes. Nós temos vindo a evoluir, acho que sempre no sentido positivo. Abandonando um bocado esta ideia de que é uma coisa que eu costumo dizer muito nas minhas Apresentações, há 3. 28:50 Nós somos sempre tributários de 3 modos de pensar na infância, primeiro modo é dos dos puritanos, nós nascemos maus e temos que ser educados por ser corrigidos, ter que ser formatados, portanto, ajudar a crescer, a educar e corrigir. 29:08 Portanto, não faço, não faço, está quieto, não sei quê, não é? Ou então a nossa senhora, os bebés nascem bonzinhos e depois o que os estraga é a sociedade e, portanto, coitadinhos, são inocentes e pobres, e não sei quê. A teoria do bom selvagem. Do bom selvagem, exatamente. 29:25 Ou então não, senhora. Os bebés são competentes e e nós temos que os apoiar no desenvolvimento. E então, e voto em qual? Eu voto nesta última. Mas somos tributárias das outras, não? É, portanto, levamos com elas de qualquer maneira. Também há ainda uma terceira. 29:40 Penso que há uma quarta versão, que eu, das 3 primeiras, havia uma que estava a passar, que é os bebés não sabem nada, não nascem com nada e, portanto, tudo o que são sobre somos nós que lá poucos. Isso é um bocado é o empirismo? É. É um bocado egocêntrico também, não. É, é o empirismo. 29:55 Quer dizer, eu posso fazer um bebé tudo o que eu quiser. Não me parece, não é? Também não tenho, não tenho essa edição. Portanto, nem zero, nem maus, nem bons são competentes, não. É, é. Até porque eu tenho. Quer dizer, normalmente, por exemplo, quando nós conhecemos bebés, gémeos, eles estão a ser educados pelas mesmas pessoas no mesmo sítio, no mesmo ambiente. 30:17 E chamadas EE. E, na realidade, eles desenvolvem maneiras de ser e de pensar que são completamente diferentes um do outro, não é? Em geral. Quando não acontece, se temos um problema? Não, não, não necessariamente, não podem ser bastante parecidos. 30:33 E há coisas em que são. Há coisas em que são muito parecidos mesmo estudos de gémeos que foram separados e que depois se reencontram mais tarde e identificam que afinal. Usam as mesmas gravatas ou gostam da mesma comida? Assim vou. Dar uma boa série de de de televisão. Ah, uns programas sobre isso, penso que sabe, e. 30:50 E podemos fazer aquela pergunta aos pais que é, qual é o teu? Qual é o teu bebé preferido? Qual é o teu filho preferido? Podemos, mas os pais não, não devem responder. Mas do ponto de vista das crianças, os os filhos devem ser sempre únicos para os pais, não é. Portanto, devem ter uma individualidade. 31:07 O que faz todo o sentido bom, há uma altura em que a criança. Não sabe falar? A criança aprende a falar. Depois vai para a escola e passa lá muitas horas sentado a ler e a escrever. Não sei se o método de ensino é o melhor de todos ou não. Mas subitamente, eis que a criança chega ao alto dos seus 1213 anos e se anuncia como adolescente. 31:27 E perderam as palavras outra vez. Os adolescentes voltam outra vez anão querer falar muita coisa connosco. Ah, não, mas falam com eles próprios, falam com falam. Com quem lhes interessa? Exato. Falam com quem lhes interessa. Há aí, há aí, mais uma vez. 31:42 Há aí um novo processo de aquisição da autonomia, agora já mais estabelecido e mais, enfim, eficaz, digamos assim. Acho que é muito que também vem buscar muitas coisas da infância. É assim há adolescência, digamos que há muitas vezes é o reviver este processo de autonomização também. 32:02 Porque é que é tão difícil para nós falar com os adolescentes ou entender a sua linguagem muito própria? Isso não também não faz muito sentido, não? Acho que a gente não os entende com ou ou aquela maneira como como se comportam, como se rebelam, como, como se opõem. 32:20 Eu não acho que a adolescência seja uma doença. Acho que pronto é um. É um período da vida com fantástico, fantástico, com coisas fantásticas, em que a posição dos pais, às vezes pronto, deixa de ter aqui um lugar tão central. Essa às vezes custa muito aos pais. 32:37 Já não és o meu menino e tal. Já não é o bebé? Pois às vezes, Ah, passou este tempo. Eu ainda estou a tratá lo, como uma criança eu já tenho. Aqui já tenho 1 m e 80 já. Tenho 1 m e 80, ainda me vêm para a consulta ver ou é uma criança que? EE, às vezes isto custa muito aos pais de facto, e isto gera tensão depois, não é porque? 32:57 Mas a tensão é normal, que és uma tensão. Empurra nos para o crescimento, não é para fora, pois é normal. Agora, isso às vezes fica tão fixado e os conflitos agonizam. Se tanto, que pronto. Temos um problema? Sim. Então eu eu quero levar daqui até para as pessoas que não estão a escutar umas táticas de abrelatas que é. 33:17 Como é que a gente consegue estabelecer um diálogo e conseguir ir lá ver com como é que, como é que aquele nosso filho ou sobrinho ou neto adolescente, quando a gente precisa de saber coisas dele, quer dizer, como é que? Como é que vai a vida na escola, A Exceção das notas? 33:33 Como é que vai a vida emocional? Como é que? OKA primeira coisa é que temos que ter confiança naquilo que já pudemos lá, portanto. Já pusemos desde o do princípio até eles chegarem à adolescência. Temos que ter confiança que já lá pusemos coisas boas. 33:49 Que criamos uma matriz? Sim, e ajudamos 11 bom desenvolvimento. Pode haver um medo que que que se alguma coisa não correr bem, que a responsabilidade é nossa, porque a gente não isso há sempre não fez uma programação. Boa sempre. Programação, se calhar, jogo da culpa é uma coisa fantástica, não é? 34:05 É uma coisa fantástica. Portanto, os pais sentem se sempre. Culpados ou há vias de ciclopados? De em princípio, assim não é na dúvida. Na dúvida, sim. Pronto. A culpa é tua, as mães queixam se muito. Isso não é a culpa, é das mães? Sim. Mas a gente sabe se é uma das das das nossas piadas. 34:22 Não é a culpa é sempre das mães. Porque é que a culpa é das mães? Porque as mães são o principal cuidador desde o início. E as mães e depois há pronto? Não sei. O que é que será? As mães são aquelas que estão mais em cima, que estão mais no direto. 34:38 Fazem a microgestão das coisas em geral. Nas famílias tradicionais, o pai sabe das coisas e estabelece a norma geral. Mas quem toma as decisões importantes? Da casa, das casas, sim. São as mulheres, sim. São as mães e, portanto, desse ponto de vista, é tradicional que se ache que aquilo que se passou entre as mães e os bebés e as crianças pequenas. 35:02 Tenha mais responsabilidade. E eu e eu estou de acordo com isso. Acho que as mães são as pessoas mais importantes na vida da dos bebés das crianças pequenas? Acho que acho que sim. Então, e os pais têm, têm papel? Têm muito papel? Têm. Os pais, têm muito papel, mas primeiro que suporta as mães, o primeiro papel dos pais é que suporta as mães e depois os pais. 35:26 Têm, enfim, várias, várias funções. Que fazem melhor que as mães. Uma delas é mostrar o mundo, apresentar o mundo. Também não podemos dizer isso muito alto, mas estamos, estamos quê? Estamos estamos sempre em risco e os pais estão? Sempre em risco, tirar a criança debaixo da saia das da da mãe. 35:42 EE empurrar para o. Mundo é uma maneira de dizer sim, sim, é uma maneira de dizer. Às vezes o pai pode ajudar a. A mostrar que há mais mundo para além da mãe, sim. Portanto, quase aquela ideia de a mãe enquanto cuidadora e aquela que quer abraçar a criança e protegê la de todos os males do mundo EEOEO pai, enquanto aquele que diz, OK, vamos agora sair daí. 36:06 Que é que há um mundo lá fora para ver? Sim, caricaturando e resumindo, mas as mães também, em geral também têm um desejo, que os filhos cresçam, que os filhos se autonomizam. Mas têm mais medo. Não. Mas partem de outro princípio, partem de outro, de outra situação. 36:21 Não. Não sei se têm mais medo. A função do pai, que é mais de puxar para fora. Nós estamos agora numa num num momento em que, em que obviamente há uma diversidade no mundo. Estou a pensar, por exemplo, nas, na, na adoção, mas não só, mas filhos. De não de um pai e de uma mãe mais clássico, biológico, mas de um pai e um pai, de uma mãe e uma mãe. 36:43 Há alguma diferença funcional e emocional aqui nesta, nessa formação destas novas famílias, eu acho, e dessas funções. Eu acho que, enfim, eu não sei. Não tenho estudos para dizer se, de facto, há diferenças assim muito grandes. 37:01 Aquilo que eu me tenha percebido e nas famílias com que tenho falado é que muitas vezes este papel oscila. Mas há vezes há casais em que um dos progenitores tem mais uma função paterna, digamos, apresentar o mundo, estabelecer as normas grandes, e outro mais de função cuidadora, mas eu acho que isto é muito oscilante e variável. 37:24 E as crianças podem. E os jovens podem ir à procura de um avô ou um tio ou uma tia. Um podem podem ir à procura desses referenciais também. Podem. E eu acho que todos nós na nossa vida, tivemos aquilo que podemos chamar 11, tutor da resiliência, portanto, alguém fora da família, que foi muito importante para nós e nos ajudou a crescer. 37:44 É um mestre, não? É um mestre, sim, por exemplo, um mestre, um professor, um treinador, enfim, alguém que foi muito significativo para nós no nosso crescimento. Mas esse é um bom processo, não é, é? Ótimo, é ótimo e muito protetor. 38:02 Porque sentimos que há ali um alguém que primeiro lugar confiou em nós e que nos mostrou se calhar. Que investiu em nós não é que investiu em nós. E é importante que invistam em nós. É claro, com certeza. Então, desde o princípio, por isso é que as crianças percebem que nós estamos interessados nelas, nas crianças pequenas e. 38:18 Os pais que desistem das crianças. É um drama, não é? Isto é um drama. Pode haver muitos motivos para isso, não é? Mas há pais que não têm a capacidade. Crónica ou momentânea de cuidar de crianças? 38:33 Sim, isso existe. E o que é que o que é que é? Abandonam las não podem, não as cuidam. Podem sim. Enfim, nós sabemos que a pior coisa que as crianças passam não é o abandono nem é o abuso. 38:52 Muito que custa ouvir, isto é a indisponibilidade emocional. Portanto, é a presença sem. Sem responsabilidade, digamos assim. É não estar lá. É o que afeta mais o desenvolvimento. Porque criam o quê? Uma ideia de vazio? Dá esta sensação de desesperança aprendida. 39:11 A partir de quando é que nós aprendemos a nomear as emoções no fundo, quando é que como é que nós aprendemos AAA distinguir? Raiva de frustração do medo da vergonha. Essa paleta toda de de como é que eu consigo descobrir inicialmente que isto que eu sinto é raiva. 39:28 O que eu sinto aqui é outra coisa qualquer. É vergonha. A partir de certa altura. É. Quer dizer, isto é uma coisa que nós vamos nomeando para as crianças, vamos explicando às às crianças o que é que quer dizer este sentimento. 39:46 Que me dispõe mal, que me obriga AA bater com a crença no chão ou que me obrigado a pô Los. E sabemos que é Alegria. Olha, isso é raiva, isto é frustração. Isso vai sendo nomeado. UI, estou tão zangado. UI, estamos mesmo contente? 40:01 Uau, que surpresa com. Portanto, esta comunicação muito emocional ajuda a nomear aquilo que nós sentimos ou que as crianças sentem. E isso ajuda depois a digerir a emoção também e. Os nossos professores passamos muito tempo na escola, estão AA conseguir fazer uma boa tradução desses, dessas emoções. 40:22 Eu acho que no geral, sim, mas eu só vejo os casos que correm mal. E isso é um viés. É claro que é claro que é. Portanto, eu não posso generalizar os professores, porque eu, em geral, eu. Isso é que queixas dos professores. Quando a coisa corre mal, pois e como é que, como é que quando? 40:40 Quando chega a casa depois de 1 dia exposto a um conjunto dos males do mundo, se consegue reequilibrar. Havia 111 médico que me ensinou algumas coisas, bastante psiquiatra e dizia que entre cada consulta eu tinha que ir ao espelho ver se ainda se reconhecia. 41:08 ESIM, isso é um, é um, é uma parte do trabalho, é uma das consequências do trabalho pesadas. Isso, sobretudo, sobretudo quem trabalha com crianças muito pequenas, porque nos afeta mais o sentimento de estarmos em confronto com crianças, em sofrimento e estar mesmo em contacto com o sofrimento de crianças muito pequenas carrega. 41:28 Na sua alma esse lá está, se interessa se tem. Esse exato que é muito importante termos. Possibilidade de falar disto com outras pessoas, com colegas, com enfim, com amigos também, mas, mas sim, acho que depois nós também conseguimos sair disto por esta tentativa de compreensão, de tentar perceber, de nos interrogarmos, de estudarmos, fazer sentido daquilo que que se passa. 41:58 Mas. Há sempre alguma coisa que também mexe connosco, porque também nós já fomos bebés crianças pequenas. Está implicado no fundo, naquela relação. Com certeza, então. E como é que e como é que consegue lidar quando quando as coisas correm bem? Obviamente, imagino que seja 11 Alegria e 1 e 1 satisfação profissional naqueles casos em que as coisas são mais complicadas e que não encontrou exatamente o que estava à procura em que não encontrou o tom em que as coisas parecem estar teimosamente anão progredir. 42:30 É a vida, volto a tentar, não é? E consegue estar pacificado com essa, com essa ideia ou. Sim, acho que uma das funções muito importantes eu vejo muitas crianças com estes quadros deste de início do autismo, perturbações de desenvolvimento intelectual. 42:47 Uma das funções muito importantes dos dos médicos, dos técnicos com estas crianças é não desistir. Mesmo quando nós às vezes temos a ideia que é pá, isto, já não estou aqui a fazer nada. Mas há alguma coisa sempre que se consegue. Há alguma coisa sempre se consegue e uma coisa que se consegue mesmo é servirmos de modelo para a família, portanto, para. 43:08 Que a família não desista. Exatamente, exatamente é, vamos continuar, nós estamos aqui, estamos juntos nesta Batalha. Exatamente. E esses essas crianças depois, quando crescem, encontras nalgum momento já desencontrou como é que ou não? Ou já me pede. Já encontrei várias, em várias situações e é muito gratificante e há outros que eu vou seguindo na vida adulta também porque. 43:32 Porque são mais públicas, porque se os. Pais querem manter? Não, os pais querem manter um seguimento. Pronto, voltam como se como se fosse 111, rotina de tempos a tempos. Pronto, estiveram comigo na infância e agora estão na idade da luta. 43:47 E surgiu um problema, não sei quê, eu só quero ir àquele. Eu já conheço e falei com ele, mas isso? É uma tremenda prova de confiança. É mais do que tudo, não é sim que é. Eu vou ali, vou falar com aquela pessoa, porque eu confio naquela pessoa. 44:03 E eu lembro, me tenho uma boa experiência, eu quando era pequeno, jogava futebol com ele lá no gabinete. Joga futebol também jogava futebol com as crianças. No gabinete, sim. A Sério, sim, faz parte. É 11 das armas terapêuticas. Umas táticas lá está há bocadinho. Não me quis dizer quais eram essas táticas que eu também quer dizer. 44:20 Nós todos gostamos dessa táticas. A jogarem futebol no gabinete, não. Vamos ao médico, ele joga à bola, connosco. Isso é uma coisa extraordinária. Estamos todos esse ato de comunicar, de falar, de nos tocarmos, de nos olharmos nos olhos, está a ser suspeito, fortemente prejudicada, porque agora estamos todos a olhar para uns pequenos ecrãs que estão aqui em particular, os mais novos, que estão ali muito presos. 44:42 O que é que nos está a acontecer, o que é que o que é que isto nos está a fazer à cabeça? Lamento dizer, mas eu não sou do plano dos dos que demonizam os ecrãs. Alto. Temos uma ressurreição. Quer dizer que, afinal, isto não pode não ser tão catastrófico como isto? Com certeza estamos a entrar agora na fase do vamos proibir tudo até agora, vamos na fase do vamos usar tudo agora na fase proibimos. 45:01 Tudo. O problema não é os ecrãs, o problema é a negligência. Esse é que é o problema, se a criança está horas sem fim. E eu vi bebés que estavam. Bebés. Bebés crianças muito pequenas, bebés que não andavam ainda, que estiveram horas e dias e dias na cadeira de baloiço, em frente à televisão e. 45:29 E isso prejudica o seu desenvolvido? Não é o ecrã, é os. É os adultos. É os adultos. É negligência, porque, apesar de tudo, estão em frente à televisão ainda, se calhar, ainda aprenderam alguma coisa, mas do ponto de vista relacional. Perderam muito. 45:44 Portanto, o que deviam estar, nós devíamos era era estar a falar com elas, a interagir com elas, a fazer coisas com. Certeza isso. Nas famílias normais isso acontece e depois há tempo de ecrãs e pronto. E os pais, enfim, com aquela ideia que têm que educar, AI já estás muitas horas, não sei quê, acabou, já fiz o meu papel, já já pus limites, já pus limites e tal. 46:10 Pronto. Mas eu não acho que as pessoas devam viver apavoradas com os ecrãs. Estas estas gerações nasceram com os ecrãs, vivem com os ecrãs. Vão viver com os ecrãs e vão usar os ecrãs. O melhor que nós. Essa também é boa notícia, não é? Quer dizer, eles, eles são nativos digitais. 46:26 São que podem causar dependência. Os ecrãs pode sim, senhora. Pode causar doenças, é verdade, mas doenças na generalidade das das situações. Não. Então ias a ideia da das redes sociais e dos ídolos das redes sociais, agora chamados de influenciadores, esta podem criar uma ilusão de intimidade, lá está de serem uma coisa ou não. 46:51 É verdade, sim. Acho que podemos refletir bastante sobre isso, quais são os significados destas, destas, destas novas tecnologias? Mas eu não me parece que sejam muito diferentes do que sempre houve por outros meios. Bom, devemos deixar as crianças em paz. 47:07 Ouvi dizer, li me uma frase que é, o que é que o que é que quer dizer quando defende, deixem as crianças em paz. Estou me a lembrar do dos Pink Floyd, do Living the Kid, hello. Não é. Deixem lá as crianças em paz. Não fui eu que disse isso. Acho eu não, não, não, não, não. Eu apanhei, 1111 frase que dizia isso, deixar as crianças em paz. 47:27 Defende isso? Ou não, de certa maneira, enfim. Mas se deixar as crianças em paz é deixá las sozinhas. Vamos com calma. Isso é regligente? Mas às vezes é preciso mais uma vez confiar nas crianças, não ser muito intrusivo, mas é preciso investir nas crianças também, dar lhes oportunidades de conhecerem coisas boas e experimentarem. 47:58 Mas é uma coisa que, enfim, deste ponto de vista, é uma coisa que está que está prejudicado e que eu acho que pode afetar o desenvolvimento das crianças. É a falta de tempo livre. Hoje em dia, há muito pouco tempo livre. É um inferno, não é? 48:14 Se as crianças hoje em dia é um inferno. Também não digamos isso, fazem coisas agradáveis. Não é, mas são muitas. Eu estou a pensar. Tem a escola, muita escola. Depois os professores inventam trabalhos de casa, como estão a ver amanhã, depois aos treinos do futebol, do voleibol ou de outra coisa qualquer, a música, mais um inglês mais. 48:31 É verdade, é isso. Portanto, há uma quantidade de atividades estruturadas ao longo do dia. São pessoas muito simpáticas e que fazem coisas agradáveis. Mas o que resulta daqui é que as crianças estão sempre a receber ordens e a cumprir instruções. 48:47 O que? Se nós pensarmos do ponto de vista do mercado de trabalho, OK, estamos aqui a criar robôs adultos obedientes. Não é robôs, é obediente. Sabem seguir instruções, sabem fazer coisas. Isso é muito pouco criativo. Muitas coisas que nós aprendemos na escola não tem sentido nenhum. Das crianças não faz sentido nenhum a gente aprender aquilo, mas. 49:05 Podemos fazer uma lista exato, uma lista grande. Pronto, estamos aqui. Também queremos agradar àquela senhora professora que pronto. E os nossos pais também ficam muito contentes e a gente faz aquilo. Mas hoje em dia as crianças passam muito tempo nisto e estão muito pouco tempo sem supervisão, porque há a ideia dos perigos, dos raptos dos pedófilos. 49:25 Não sei quê. E, portanto, há. Há sempre um fantasma. Tem que estar sempre jihad e sempre a fazer a serem entretidos. Portanto, o que está a prejudicado hoje em dia é o tédio, é o direito ao tédio. Precisamos do tédio. É no tédio que nós criamos coisas. 49:43 É no tédio que nós não temos nada que fazer. Não temos nada que fazer. Depois inventamos qualquer coisa. Temos que ocupar o espaço do tempo, a cabeça. Mas, mas criamos qualquer coisa muitas das vezes na infância, são aquilo que se chama asneiras. 50:00 Mas isto é fundamental, é fundamental. Fazer asneiras é fundamental. Claro que é com. Esta parede, estás estás a fazer o que é que estão muito calados, estão a fazer alguma coisa, alguma coisa. De mas esta esta possibilidade de criar coisas é é fundamental para o crescimento. 50:23 As aventuras na rua, quando se subia os telhados ou se IA para os bicos ou se. Fazia o que fosse. Hoje em dia isto está muito prejudicado porque há sempre alguém para andarmos a dizer nos como é que é e como é que deve ser e como é que não pode ser. 50:39 Estamos sempre no aquário. Estamos sempre sim. E depois há esta tradição da escola portuguesa de que errar é errado, não? É e não é. E não, é claro que não é. Vamos fechar esta nossa conversa, o que é que gostaria que as pessoas dissessem mais umas às outras? 51:00 Vai tudo correr bem? Não dizer, vou dizer. Vai a manifestação de otimismo? Otimismo, sim. Que é um Eu Acredito em ti. Sim, vai tudo correr bem. Isso é uma frase de grande potência, não é? 51:18 Então saímos bem, mas pronto. Isso é um cheque em branco? Não é uma confiança, é um. É uma confiança. Mas, enfim, vai tudo correr bem. Quer dizer que eu vou estar cá para ver se for preciso alguma coisa? 51:34 Eu estou cá? Eu estou cá? No fundo, é o manual dos bons pais, não é? Vai à tua vida, cresce, Conquista o mundo se alguma coisa correr mal. Eu estou aqui se. Precisares de alguma coisa compra, mas sim, mas eu acho que sim. 51:51 E a infância nunca esteve também, como agora. Na história, na história do mundo, apesar destas coisas todas. Portanto, nós achamos sempre que o mundo está sempre pior. Isto agora é uma desgraça. Isto não, mas não. As coisas estão a melhorar. Havia 11 pessoa que dizia que os jovens hoje em dia são horríveis, insultam, os professores não têm maneiras à mesa. 52:12 Não parece nada, pois não? Isto. Quem disse isto foi o Sócrates, o filósofo antigo, não? É o homem das perguntas. Pronto. Já dizia. Isso já dizia isto. Mas claro que elas são mais competentes, claro que elas são mais comportadas, claro que elas. Sobrevivem mais, não é? 52:28 Morrem muito menos. São melhores que nós, não é isto, está isto, está a correr bem? Sim, claro que está. No fim deste episódio, ficamos com uma certeza luminosa, nada está fechado? Nunca. Mesmo quando algo falhou nos primeiros anos, mesmo quando faltou o vínculo, quando faltou o tempo, quando faltou a presença, há sempre espaço para reparar a experiência molda, nos. 52:50 Mas não nos aprisiona e, se houver alguém disposto a escutar a relação, pode reencontrar um caminho. Ficamos também com um desafio, olhar com mais cuidado. Os bebés dizem muito antes de falar, as crianças dizem mesmo muito, mesmo quando não explicam, os adolescentes dizem muito quando parecem dizer nada. 53:08 A comunicação humana continua a ser, acima de tudo, uma arte de observar e responder uma dança, uma pergunta permanente, o que é que precisas de mim agora? Obrigado por estar desse lado, obrigado por. Ouvir com calma, curiosidade e atenção precisamente aquilo que salva todas as relações humanas. 53:24 Este é uma pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação. Hoje fomos ao princípio de tudo. Amanhã voltamos para continuar a falar e a ouvir melhor, até para a semana.

M80 - Macaquinhos no Sotão
Dar A Tanga Que Se Percebe de Vinhos

M80 - Macaquinhos no Sotão

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 5:26


A Susana expõe o seu profundo desconhecimento de tudo o que está relacionado com vinhos.

Expresso - Expresso da Manhã
Em quem vai votar Cavaco? Ele não diz, mas percebe-se que não é em Gouveia e Melo

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 15:20


O ex-líder do PSD, ex-primeiro-ministro e ex-Presidente da República escreve esta sexta-feira um artigo de opinião para responder à pergunta: em quem devem votar os portugueses nas presidenciais? Sem aconselhar o voto directamente em Marques Mendes, Cavaco Silva, remetendo-nos para a sua experiência em Belém, parece apostado sobretudo em desaconselhar o voto no almirante Henrique Gouveia e Melo. Neste episódio, conversamos sobre as presidenciais com a editora de Política do Expresso, Eunice Lourenço.See omnystudio.com/listener for privacy information.

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
O Que Fazer Quando Tudo no Projeto Dá Certo e Ninguém Percebe

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 2:31


Neste episódio, Ricardo discute o conceito de “sucesso silencioso” em projetos. Muitas vezes, gestores destacam histórias dramáticas: prazos impossíveis cumpridos, equipes pequenas que superam limites ou clientes difíceis. Essas narrativas chamam atenção, mas o verdadeiro sucesso pode ser mais discreto: riscos bem gerenciados, entregas no prazo, equipe motivada e stakeholders alinhados. Sem crises memoráveis, esse trabalho é frequentemente visto como sorte ou projeto fácil, quando na verdade resulta de planejamento cuidadoso, comunicação constante e decisões estratégicas antecipadas. Ricardo alerta que é preciso rever métricas e valorizar esses gestores, pois são eles que realmente entregam os resultados esperados, sem depender do espetáculo da crise. Escute o podcast para saber mais.

Tudo é Cura
#62 O Bloqueio Invisível que Você Nem Percebe e Como Superar

Tudo é Cura

Play Episode Listen Later Aug 11, 2025 32:05


Você já se perguntou por que, mesmo agindo, visualizando e se dedicando, seus sonhos parecem sempre ficar um passo distante?Neste episódio, eu revelo o verdadeiro sabotador da manifestação. Um bloqueio silencioso, mas poderoso, que prende você no passado e impede que viva a vida que deseja.Vamos falar sobre merecimento, culpa, vergonha e como dissolver esses sentimentos para entrar em total fluidez com o amor e a perfeição da criação de Deus.Prepare-se para virar chaves profundas e se abrir para novas possibilidades, mesmo que isso seja desconfortável no início.Referências citadas:Livro: Os Quatro Compromissos ⭐ Faça parte do Universo Tudo é Cura e tenha acesso a conteúdos transformadores, exclusivos para assinantes. Clique aqui e escolha sua assinatura.Meu convite para o aplicativo Aura Health (meditação)Meu perfil no aplicativo Insight Timer (meditação)

Alquimia da Mente
805 - O Efeito Pigmalião – Como Suas Crenças Moldam a Sua Realidade (E Você Nem Percebe!)

Alquimia da Mente

Play Episode Listen Later Jul 9, 2025 11:23


Contra-Corrente
Opiniões só valem se forem iguais às tuas?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jun 4, 2025 5:28


Ainda está viva a polémica criada por um anúncio transmitido no intervalo da Final da Taça. Percebe-se porquê: o tema era o aborto. Não se percebe é porque só se toleram certas opiniões.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estadão Notícias
Carlos Andreazza: “O brasileiro está exausto e Brasília não percebe”

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Apr 14, 2025 43:04


No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre as pesquisas mostram que a carestia mudou a percepção dos brasileiros sobre o principal problema do País e que 67% estão frustrados com Lula. Resultados ilustram um governo perdido. Uma recente pesquisa do Datafolha apontou a economia como o principal problema do País, num empate com a saúde. A preocupação econômica ultrapassou, na avaliação dos entrevistados, questões críticas como violência e corrupção, por exemplo. É prematuro deduzir que se trata de tendência, pode ser apenas o retrato de um momento captado pela pesquisa, feita de forma presencial com 3.054 pessoas em 172 municípios nos três primeiros dias de abril. Mas o simples fato de o tema ter sido citado de forma espontânea por 22% das pessoas ouvidas dá a dimensão do nível de apreensão com o atual cenário econômico. Em setembro de 2023, ao responder à mesma pergunta sobre qual seria o principal problema do País considerando as áreas que são de responsabilidade do governo federal, apenas 10% responderam com algo ligado à economia. Leia mais: https://www.estadao.com.br/opiniao/dispara-a-preocupacao-com-a-economia/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Hoy por Hoy
La biblioteca | Samanta Schweblin entra en la Biblioteca de Hoy por Hoy con 'El buen mal'

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Mar 14, 2025 38:13


La literatura te puede conquistar golpeándote y removiéndote. Samanta Schweblin , con 'El buen mal'  (Seix Barral), te da directo a la cabeza y al estomago, te hace salir de la falsa realidad y acercarte a ese mal que todos llevamos dentro a través de seis cuentos brutales. De obligada lectura, como cuando estábamos en el colegio. Y es que además de regalarnos esta maravilla de su puño y letra,  nos ha donado otros dos libros imprescindibles, le primero tocho porque es una recopilación, la que hizo la premio Nobel Alice Munro de sus propios relatos bajo el título 'Todo queda en casa' editado por Lumen. Y la segunda donación de Samanta otro clásico contemporáneo  'El gran cuaderno', de Agota Kristof  (Libros del Asteroide) . La actualidad literaria llevó a Antonio Martínez Asensio a donar dos libros de Francisco Ibáñez por la celebración el 15 de enero del primer Día oficial del creador de Mortadelo y Filemón o la 13 Rue del Percebe. Las donaciones fueron  'Mortadelo y Filemón. París 2024' y  'Ibáñez. El maestro de la historieta', ambos en Bruguera. También registró nuestro bibliotecario , por motivos de actualidad,  'El mundo después de Gaza" de Pankak Mishra (Galaxia Gutemberg).  Las novedades de la semana que trae Pepe Rubio fueron  'Una belleza terrible" de Edurne Portela y José Ovejero (Galaxia Gutemberg) y 'Cuentos completos' de Edgar Alan Poe (Páginas de Espuma).  Pascual Donate rescato del abandono el libro 'Historia de la Física cuántica' de José Manuel Sánchez Ron (Editorial Crítica) .  En el mes de la mujer del programa 'Un libro una hora' Antonio Martínez Asensio nos cuenta 'La mujer nueva' de Carmen Laforet (Austral) . Y terminamos con las donaciones de los oyentes que esta semana fueron 'Como luchar contra un dictador' de María Ressa (Península) y 'Apostillas a el nombre de la rosa' de Umberto Eco (Lumen).

Colunistas Eldorado Estadão
Eliane: "Trump não percebe que, enquanto ameaça, o mundo cai no colo da China"

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 28, 2025 19:53


O presidente americano Donald Trump comentou o recente sucesso da DeepSeek como “algo positivo, como um ativo”. O lançamento de um modelo de inteligência artificial (IA) de uma empresa chinesa “deve ser um alerta para nossos setores de que precisamos nos concentrar na competição para vencer”, continuou ele. Os papéis de gigantes de IAs derreteram no pregão desta segunda-feira em Nova York, entre elas Nvidia (-16,97%). "O presidente pode dizer 'que bom', mas não está percebendo que, enquanto faz esse jogo de isolar os EUA e ameaçar, o mundo cai no colo da China. Trump ataca e os asiáticos fazem o contrário; se aproximam muito da África, América Latina e têm boas relações com a Europa. Trump resume a uma questão de tecnologia, mas não é só isso: enquanto ele age como imperador, a China ocupa espaços para dominação do mundo. É uma guerra de gigantes, mas China é mais estratégica e discreta; EUA, com Trump, estão mais briguentos e perdendo terreno", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eliane Cantanhêde responde
"Trump não percebe que, enquanto ameaça, o mundo cai no colo da China"

Eliane Cantanhêde responde

Play Episode Listen Later Jan 28, 2025 19:53


O presidente americano Donald Trump comentou o recente sucesso da DeepSeek como “algo positivo, como um ativo”. O lançamento de um modelo de inteligência artificial (IA) de uma empresa chinesa “deve ser um alerta para nossos setores de que precisamos nos concentrar na competição para vencer”, continuou ele. Os papéis de gigantes de IAs derreteram no pregão desta segunda-feira em Nova York, entre elas Nvidia (-16,97%). "O presidente pode dizer 'que bom', mas não está percebendo que, enquanto faz esse jogo de isolar os EUA e ameaçar, o mundo cai no colo da China. Trump ataca e os asiáticos fazem o contrário; se aproximam muito da África, América Latina e têm boas relações com a Europa. Trump resume a uma questão de tecnologia, mas não é só isso: enquanto ele age como imperador, a China ocupa espaços para dominação do mundo. É uma guerra de gigantes, mas China é mais estratégica e discreta; EUA, com Trump, estão mais briguentos e perdendo terreno", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Humor en la Cadena SER
Especialistas Secundarios | La Escalada del Percebe, la durísima carrera ciclista de la costa gallega

Humor en la Cadena SER

Play Episode Listen Later Sep 25, 2024 5:46


El ultramaratoniano, ultradeportista y ultraloco en general, Ibón Peyote nos habla de una subida ciclista en vertical y del entrenamiento de carga que realiza en el Oktoberfest de Múnich

La Ventana
Especialistas Secundarios | La Escalada del Percebe, la durísima carrera ciclista de la costa gallega

La Ventana

Play Episode Listen Later Sep 25, 2024 5:46


El ultramaratoniano, ultradeportista y ultraloco en general, Ibón Peyote nos habla de una subida ciclista en vertical y del entrenamiento de carga que realiza en el Oktoberfest de Múnich

¡PALABRAS! El podcast sobre... palabras
165. Percebe (Clases con Clau)

¡PALABRAS! El podcast sobre... palabras

Play Episode Listen Later Sep 11, 2024 25:16


* Para escuchar las PALABRAS SECRETAS apúntate a ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://borjaprofe.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠ También recibirás un regalo de bienvenida y más contenidos chulos cada semana (ojo, también hay chistes malos). -------------------------------------- Hay dos tipos de palabras que suelen salir en el podcast: Las curiosas y las profundas. Las curiosas las plantean estudiantes porque les llaman la atención. Las profundas las plantean profes para debatirlas en directo. Bueno, pues Claudia (@clasesconclau ) no. Ella ha venido a hablar de percebes. Y ¿sabes qué? Que me encanta la idea, porque hablar de percebes es hablar de: - Una región de España famosa por su gastronomía. - Una criatura que parece de otro planeta y que en España consideramos un manjar (aunque mi novia dice que parecen patas de chanchito bebé). - Hombres que arriesgan su vida para traértelos a la mesa (flipante lo que cuenta Clau). - Un comic brillante que no mucha gente recuerda pero que ha inspirado una de las series más famosas de España. Y, por supuesto, es una oportunidad de que conozcas a una gran profe. Porque no sé si te van a gustar los percebes, pero Clau seguro que sí.