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Na estreia deste novo quadro de Bobagens, mais intimista e sem roteiro, Aline Valek e Talita Di Iorio falam sobre se entender em outra língua, sobre dar voltas, sobre fingir que sabe, entre outras bobagens.✄┈┈┈┈┈┈Como fazer a podcaster feliz:Apoie este podcast: alinevalek.com.br/apoie Assine a newsletter: alinevalek.substack.com Fale comigo: escreva@alinevalek.com.br ✄┈┈┈┈┈┈Trilha sonora: "and so" — mobygratis
Finalmente vi uma das melhores séries de sempre (de acordo com o IMDB) e... achei-a perfeita. Este episódio é todo a explicar porquê e a convencer quem não viu a ver. Falei de arcos de personagens, da animação ser perfeita, de como algumas personagens representam aquilo que a série é e como uma série de animação pode ser tão impactante. O Smooth Operator foi desastroso, mas o resto do episódio ficou bem, juro.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Uma reunião comercial pode parecer perfeita e, ainda assim, terminar sem venda. Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, Diego Maia relata a negociação que perdeu porque ocupou quase todo o encontro apresentando sua empresa, seus clientes, sua metodologia e seus resultados — sem dar espaço para descobrir o verdadeiro problema do comprador.O erro foi oferecer uma resposta bem construída para uma pergunta que o cliente nunca havia feito. A experiência ensina que reunião de vendas não é palco: é diagnóstico. O cliente precisa falar mais, e o vendedor deve usar sua participação principalmente para fazer perguntas, confirmar entendimentos e aprofundar necessidades.Diego Maia apresenta uma referência prática: em uma conversa comercial saudável, o cliente deveria ocupar a maior parte do tempo. Depois de uma boa pergunta, o vendedor também precisa suportar o silêncio. É nesse intervalo que o cliente organiza o pensamento, revela informações importantes e frequentemente reconhece, com as próprias palavras, a dimensão do problema.O episódio ajuda profissionais de vendas a melhorar escuta ativa, diagnóstico, condução de reuniões, negociação consultiva e apresentação de soluções. Na próxima reunião, observe quem falou mais. Caso tenha sido o vendedor, talvez tenha ocorrido uma apresentação — não uma venda.#SouDeVendasComOrgulho. Não esqueça: onde tem venda, tem vida.Sobre Diego MaiaDiego Maia é palestrante de vendas e uma das principais referências em vendas do Brasil. Autor de oito livros sobre vendas, entre eles 7 Princípios da Venda, é fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes especializada em eventos corporativos, e do Grupo CDPV. Desde 2003, é presença constante em convenções de vendas com foco no desenvolvimento de equipes, treinamento de vendas e alta performance comercial — somando mais de 1.800 palestras realizadas e 500 mil profissionais treinados no Brasil e no exterior. Apresenta o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, sempre às 7h, com mais de 2.000 episódios. É editor do portal Vendedor Profissional e, desde 2011, lidera o movimento #SouDeVendasComOrgulho, pela valorização e profissionalização de quem vive de vendas no Brasil. Seu lema resume sua filosofia: “Onde tem venda, tem vida”.Siga Diego Maia no Instagram clicando aqui.
O Mundial acabou. Agora só em 2030. A Espanha saiu com o título num jogo em que teve o domínio absoluto do jogo. Falei, obviamente, disto e de todas as nuances à volta da final, mas também da incrível jogatana de futebol (ou hóquei em patins) de atribuição do 3º/4º e do sentido que este jogo pode fazer.Ainda houve um espaço para falar dos mercados de SL Benfica, FC Porto e Sporting CP.
Último episódio antes de cumprir 30 voltas ao sistema solar. Episódio dedicado ao grande tema deste último mês, e por incrível que pareça, não é o meu aniversário. Falei da final do mundial, do final de clubes e que afinal ser um admirador secreto poderá ser borderline assédio. Vivendo e aprendendo. Até pra semana!Links homeopáticos - https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
O TBT DA VIDA: ENTRE SAUDADES, CRUSHES E ESPERANÇAComecei o episódio de hoje sem assunto. Estava cansado, depois de um dia de treino, natação, trabalho na Drops Jurídico, cuidados com minha mãe e, naturalmente, com o meu querido Tufão.Como era quinta-feira, pensei em falar de TBT. Mas não daquele TBT feito apenas de fotografias antigas. Falei do TBT das pessoas que passaram pela nossa vida.Há pessoas que deixam lembranças.Outras deixam cicatrizes.Algumas deixam saudade.E existem aquelas que deixam a memória de um futuro que poderia ter acontecido.O Toshi foi assim para mim. Foi alguém com quem eu realmente acreditava que construiria uma vida. Havia planos, amor e a possibilidade concreta de uma história a dois. A morte interrompeu aquilo que nós pretendíamos viver. Restou a saudade, mas também a gratidão pelo que existiu.O passado, porém, não pode se transformar em prisão.Hoje, o meu coração continua aberto. Há o eterno crush Agnaldo, do pet shop, e há o Gabrielzinho, do Carrefour, que desperta em mim carinho, ternura e vontade de amar e ser amado.Não sei o que o futuro reserva. Não posso obrigar ninguém a gostar de mim, a me escolher ou a desejar viver aquilo que eu desejo. Posso apenas respeitar, admirar, desejar felicidade e continuar acreditando.Eu sei muito bem o que quero viver. Não posso exigir que ninguém queira viver o mesmo que eu, mas posso, sim, buscar alguém que queira caminhar na mesma direção.Talvez esse seja o verdadeiro TBT da vida: olhar para trás com gratidão, lembrar com carinho de quem marcou nossa história, viver o presente com serenidade e não fechar a porta para aquilo que ainda pode acontecer.Todo mundo já teve um Toshi, um Agnaldo ou um Gabrielzinho na própria história.O coração pode guardar saudade sem desistir da esperança.
Nito Abreu, apoiado pela ADI, falou à reportagem da RFI para expor as linhas mestras da sua candidatura. Ele é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais de São Tomé e Príncipe deste domingo. O candidato assume a sua confiança no apoio do eleitorado jovem e não só. A campanha de facto, em São Tomé e Príncipe tem sido marcada por uma disputa centrada mais na confiança, estabilidade institucional e a resposta aos problemas económicos do que em confrontos políticos directos. O apelo constante à paz por parte das autoridades eleitorais e dos candidatos demonstra a preocupação em preservar a tradição democrática do país e garantir eleições livres, tranquilas e credíveis. Temos hoje como convidado o candidato Nito Abreu. Nito Abreu começa por justificar a sua candidatura à Presidência da Republica. São Tomé e Príncipe, em torno, acima de tudo, de uma liderança e uma liderança nova ! Não é apenas uma liderança jovem. É uma liderança de comprometimento de alguém que de facto esteja preocupado com o país. Relativamente à minha campanha, eu optei por uma presença de terreno através de passeatas em várias localidades no país e também no exterior. Falei com milhares de militantes, milhares de são-tomenses e senti neles, de facto a necessidade de mudança. Isso eu senti. E eu creio que isso no dia 19 o povo vai decidir. O facto de São Tomé e Príncipe ter um sistema semi-presidencialista. O candidato aponta que o Presidente da República deve trabalhar fundamentalmente em estreita coordenação com o Governo. Eu, enquanto são-tomense, eu enquanto jovem, enquanto indivíduo que pensa muito sobre a realidade do país, eu não vejo o sistema como ponto dos problemas que nós temos. Eu vejo o homem: quando o homem está preocupado, está envolvido, sente-se comprometido com a causa. Independentemente do sistema, as coisas mudam. Nós temos vários países que nós podemos tomar como exemplo, que não são um sistema semi-presidencialista como o nosso: 1 ! Mas também digo que quem sabe até experimentarmos um sistema presidencialista já vivemos 30 e poucos anos, não é? 30 e poucos anos ! 35 anos num sistema semi-presidencialista também não seria mau se experimentássemos um outro ! Já tivemos presidencialismo também na Primeira República ! Mas não, não garantiu também grande grande coisa. Mas também não vou aqui criticar aquilo que foram os 15 anos. Porquê? Porque os 15 anos eu ainda lembro. Em 1990 eu ia para a escola comendo ou não comendo em casa. Eu era obrigado a comer na escola que havia as coisas a funcionar. Referi a década de 90, ainda na primeira e segunda classe. Nós tínhamos lá e às vezes acontecia duas vezes. Comíamos, até levarmos para casa. E hoje? E hoje? Essa é a grande questão ! No âmbito da política externa Nito Abreu defende uma maior aproximação com os países da região central africana e também o reforço no contexto das organizações internacionais. Eu defendo uma aproximação forte, sobretudo regional. Primeiramente, um Estado tem que ter um projecto seu interno, para depois atingir, através dos parceiros internacionais, através dos vizinhos, através das organizações, conseguir mecanismos ou meios para materializar. Eu digo qual é a característica, qual é, qual é, qual é o nosso projecto? Qual é a política externa de São Tomé hoje para termos que país tem para resultar em ações e que possivelmente conseguirá consubstanciar em desenvolvimento? Nós não temos porque temos uma governação. Temos um país à deriva e que vive com base numa governação de vulcanização. Quando há problema nós atendemos. Tapa esse furo. Quando surge outro, tapamos o outro. O que acontece ? A câmara entra em ruptura, este é o nosso Estado hoje. Por isso uma política externa forte, maior aproximação, maior conexão com as organizações de países amigos tradicionais e não só. Nito Abreu diz que a sua candidatura não se revê exclusivamente na juventude, mas em população são-tomense. A minha candidatura, ela não assenta apenas na juventude. Talvez as pessoas identificam-me mais por isso.Ainda está nessa faixa etária ! Pese embora, um indivíduo de 42 anos é um indivíduo jovem, não é? Mas as pessoas identificam-me mais como candidato jovem. O país tem 73% de jovens, no último resultado estatístico a que tive acesso. Dados estatísticos revelam que 73% da população tem menos de 30 anos, menos de 30 anos ! Se essa massa toda galvanizar, é claro que terei vitória nestas eleições. Mas, por outro lado, como disse, a minha candidatura é uma candidatura aberta, de todas as idades para todas as idades, independentemente de classe social, grupo social, seja lá quem for, porque os são-tomenses a Constituição não nos separou pela idade. Ela une-nos a todos. Este é o meu propósito. Para o candidato Nito Abreu, a fragmentação do ADI, o partido que o apoia não o intimida. O ADI tem um grupinho, muito ínfimo, que decidiu ou pensou que de facto poderia usurpar o partido, mas como já disseram, o partido não é aparelho, não é sigla, é mais do que isso. Os militantes da ADI conhecem-se e sabem o que é que é. Hoje o ADI é visto, as pessoas sabem quem é o ADI. Ninguém levou 5 ou 10% no ADI. Não foi a nenhum lugar ! E ninguém levou 10% dali para nenhum lugar. Esperava-se que o ADI fosse dividido, talvez 50 por 40 ou 30% e apoiar uma outra candidatura. O ADI não moveu, o ADI, assumiu a minha candidatura. Está em torno disto. Mas a minha candidatura continua, com base numa estratégia que todos já conhecem: aproximação, contacto com a militância sem acusação, sem envolvimento, com base em violência. Porquê que digo isto? Porque tem havido actos de violência contra a presença dos que me apoiam. Nito Abreu é um dos quatro candidatos que disputam as eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe, marcadas para o dia 19 de Julho.
Comecei por falar de felicidade, e espero que todos os que passarem por este episódio tenham dado os pulinhos e que adoptem isso como estilo de vida ou até traço de personalidade. Falei de passear pelo Porto, sobre o meu livro, sobre palavras como "rata", falei sobre cães sem trela, e sobre séries que valem a pena. Falei sobre processos criativos, sobre barriga cheia e sobre música no geral, e música techno no particular. Antes de falar das maravilhas da minha avó, falei sobre músicas infantis, e sobre não querer andar de carro com crianças que só ouvem músicas do canal panda. Disclaimer: gosto muito de crianças, por exemplo gosto do meu irmão que desde cedo se habituou a ouvir Metal, Fado e música barroca. Não gosto da Xana Toc Toc. Farei a playlist de tudo o que ando a ouvir e não é techno. E se quiserem ouvir o meu irmão procurem por No Icon.Porém, com tudo!, todas as segudas-feiras! Jingle: No IconCapa: Liliana MarquesProdução Executiva: Pullso
Portugal foi eliminado mas isso não é motivo para não haver episódio, aliás é mais um motivo para haver. Falei de todos os jogos dos oitavos de final, com destaque para Portugal e para a prestação da nossa seleção neste Mundial.Falei ainda do maior escândalo de sempre de Mundiais e do porquê de mesmo com isso, ainda fazer sentido continuar a ver e a gostar deste torneio. Smooth Operator muito fraco, sugiro até que parem de ouvir quando chegar a essa parte.
Estou de regresso! Acedi aos vossos pedidos para voltar ao podcast. Mudei o nome e a capa, numa de "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades" para voltar com tudo! Literalmente! Falei sobre o que é que me manteve afastada, sobre inteligência artificial, imobiliárias, IRS, amigas de infância, agendas cheias, espontaneidade, prazer e obras de arte. Obrigada a todos os que me foram pedindo para voltar, a todos os que chegaram agora e obrigada por me ouvirem. Porém, com tudo, todas as segundas-feiras!! Jingle: No Icon Capa: Liliana Marques Produção: Executiva Pullso
O vice-prefeito de Lauro Müller, Serraninho, se pronunciou nesta terça-feira (23) sobre os acontecimentos registrados durante o Campeonato Aberto de Futsal, realizado no último sábado (20), no Centro de Eventos Nelson Righetto. O episódio, marcado pelo uso de sinalizadores e intensa fumaça dentro do ginásio, provocou o cancelamento de uma das partidas da semifinal da competição e gerou repercussão nas redes sociais após a divulgação de vídeos mostrando uma discussão envolvendo o vice-prefeito. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, Serraninho apresentou sua versão dos fatos e afirmou que sua intervenção ocorreu após ser procurado por moradores preocupados com a situação. Segundo ele, o ginásio estava lotado quando o incidente aconteceu. O vice-prefeito relatou que já havia deixado o local e se dirigia ao carro quando percebeu uma movimentação incomum de pessoas saindo do ginásio. “Vi um tumulto de pessoas saindo; achei que era uma briga. Pessoas me procuraram, inclusive uma senhora com uma criança no colo chorando, pedindo para eu tomar uma atitude porque algo tinha sido solto lá dentro”, relatou. Diante da situação, Serraninho decidiu retornar ao ginásio para verificar o que estava acontecendo. “Como pessoa pública, não pude me omitir e voltei para ver o que estava acontecendo”, afirmou. Ao entrar novamente no local, ele encontrou o ambiente tomado pela fumaça dos sinalizadores. Conforme seu relato, a informação recebida era de que os artefatos haviam sido acionados por integrantes da torcida do Cairu. O vice-prefeito disse que optou inicialmente pelo diálogo ao invés de acionar imediatamente a polícia. “Eu poderia ter chamado a polícia imediatamente, mas tentei resolver conversando, pois moramos em uma cidade pequena onde todos se conhecem”, explicou. De acordo com Serraninho, a conversa com os representantes da equipe transcorreu de forma tranquila e o erro teria sido reconhecido pelos próprios responsáveis. “Falei com o responsável pela equipe do Cairu, que admitiu o erro e pediu desculpas. O assunto estava se encerrando”, contou. Entretanto, o clima mudou quando outras pessoas se aproximaram da discussão. “Outras pessoas apareceram de forma agressiva, falando alto e me intimidando, achando que eu queria prejudicar a equipe. Foi aí que aconteceu a discussão acalorada”, disse. As imagens da discussão circularam rapidamente nas redes sociais e geraram críticas à postura do vice-prefeito. Para ele, porém, os vídeos não mostram o contexto completo da situação. “O vídeo que circula mostra apenas um pedaço da discussão, não o motivo por trás dela”, argumentou. Após a intervenção da Polícia Militar e da organização da competição, foi decidido que não havia condições de segurança para a continuidade da partida entre Cairu e Amaral. O confronto foi remarcado para a próxima quinta-feira, dia 25 de junho, às 20h, com portões fechados ao público. Além disso, conforme definição da organização, a equipe do Cairu recebeu como penalidade a doação de cinco cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. Mesmo diante da repercussão do caso, Serraninho afirmou que não se arrepende de sua postura. “Não me arrependo da minha atitude, pois estava defendendo o interesse das pessoas que me procuraram”, declarou. O vice-prefeito reconheceu, porém, que situações semelhantes poderão ser conduzidas de forma diferente futuramente. “Posso mudar minha atitude no futuro e acionar a polícia diretamente, mas minha intenção foi esclarecer os fatos e garantir a segurança”, concluiu. O episódio segue repercutindo no município e reacende o debate sobre segurança em eventos esportivos e a responsabilidade de torcedores e organizadores para garantir a integridade do público presente.
Esse episódio não precisa de muita introdução. Vou falar sobre as canetas para tratamento de obesidade e diabetes. Mas também vou falar sobre canetas emagrecedoras. E não, não são coisas iguais. Quando falamos ‘remédio para tratamento', estamos colocando a caneta no devido lugar. Quando falamos ‘canetas emagrecedoras', estamos falando de uso estético. Falei, então, dos dois! E aproveitamos para falar também do papel da endocrinologia e do uso de hormônios por mulheres!Dra. Mariana Hoffmeister é médica pela UFRGS, residência de clínica médica e de endocrinologia e metabologia pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, mestre em endocrinologia pela UFRGSSiga a Mariana nas redes @mariana.endocrinologistaO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
ARTHUR DO VAL RECEBE O FALA GLAUBER NO MAMÃE FALEI.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Um episódio sobre um mês, para tentar perceber se Junho é ou não o melhor mês do ano. Spoiler: cheguei à conclusão que sim e deixei vários argumentos para isso. Falei de feriados, férias, santos populares e do Mundial, claro. O Smooth Operator foi simples, mais um argumento a favor de Junho ser o melhor mês do ano!
Copa Vermelha & Verde - https://youtu.be/GlOMqCdoeYw?si=mF-fSiHT2a1ZHIe7Ora viva meus, lindes. Aí estamos, semana de estreia do Single. Falei sobre a epopeia que foi fazer uma música numa semana, quais as partes mais desafiantes e como lidar com contratempos. Podia ter aqui grande conclusão brilhante, mas não tenho. Por isso, é ouvirem a música, enquanto não há epifanias!!Links homeopáticos - https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad compartilha uma situação curiosa vivida no Dia dos Namorados ao comprar uma dúzia de rosas. O que seria apenas um gesto de carinho acabou se transformando em uma reflexão sobre o aumento dos preços em datas comemorativas e os limites entre oferta, demanda e o impacto no bolso do consumidor.#DiaDosNamorados #Londrina #Consumidor #Flores #EconomiaDoDiaADia
O Mundial está aí à porta por isso este episódio tinha que existir. É de antevisão porque certamente voltaremos ao tema Mundial, nem que seja para chorar quando eventualmente Portugal perder com com o México nos 32avos de final. Falei do que este Mundial significa, das convocatórias e deixei ainda algumas previsões que podem usar sem medo quando falarem deste tema. O Smooth Operator foi dos mais simpáticos de que me lembro por isso não correu mal.
Eu ando pensando em algumas coisas e achei que seria um bom momento para colocar isso para fora. Falei um pouco sobre o que eu pretendo fazer com esse canal daqui para frente, e também sobre uma música nova que eu lancei que vocês podem ouvir se quiserem. Acabei entrando em um assunto meio longo sobre cinema. Eu realmente não entendo essa proteção toda com o Steven Spielberg. Eu acho que ele meio que mudou as coisas para pior. Falei sobre isso por um tempo. Também li um texto que eu escrevi na minha newsletter sobre o sistema. É engraçado como as grandes corporações podem fazer o que elas quiserem e ninguém parece se importar muito com isso. Mas se um indivíduo fala algo errado ou comete um erro, a internet inteira enlouquece. É uma indignação seletiva que não faz o menor sentido para mim. E depois disso, por algum motivo que eu não lembro bem, a gente passou quase uma hora olhando fotos de atrizes tentando definir o que é uma menina padrão hoje em dia. Aparentemente ninguém tem muita certeza. É isso. O link para o meu livro e para a música nova estão soltos por aí. Eu espero que os próximos dias tratem vocês com respeito e clareza.
Edson Farias é dos jogadores que mais respeito na Académica pela entrega, pelo carácter fora de campo e pela carreira que fez. Receber uma camisola autografada dele foi momento alto de uma semana que ainda pode terminar com a subida de divisão da minha Briosa.Falei obviamente disto mas também fiz longa antevisão à jornada 33 da Liga Portugal que tem muita coisa em disputa, desde o 2º lugar, disputado por SL Benfica e Sporting, passando pela luta europeia (FC Famalicão ainda pode ultrapassar SC Braga e Gil pode ultrapassar os famalicenses) e terminando na luta pela manutenção, que está ao rubro com 3 equipas a tentar evitar, pelo menos, a descida direta.Ainda houve tempo para se falar da 2ª Liga, do eventual regresso de Palhinha a Alvalade e ainda do eventual sucessor de José Mourinho.
Descrição Episódio - Diversilíngua /* Estilos simples para melhor visualização em navegadores - não afetam o Spotify */ body { font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.6; max-width: 800px; margin: 20px auto; padding: 20px; background-color: #f9f9f9; color: #121212; } .spotify-description { background-color: white; padding: 20px; border-radius: 12px; box-shadow: 0 2px 8px rgba(0,0,0,0.1); white-space: pre-wrap; /* Preserva quebras de linha */ font-size: 16px; } a { color: #1DB954; /* Cor verde do Spotify */ text-decoration: none; } a:hover { text-decoration: underline; } hr { margin: 20px 0; border: 0; border-top: 1px solid #e0e0e0; } Imigrar parece incrível nas redes sociais — mas a realidade pode ser muito diferente. Neste episódio, reajo a dois vídeos da BBC News Brasil sobre imigração brasileira e conto a minha própria experiência como engenheiro de software brasileiro vivendo em Portugal.
Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.O hospital da alma.Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.Logo na chegada, mediram minha pressão.Estava baixa… de ternura.Fazia tempo que eu não exercitava isso.Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.E ali eu entendi.Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.Sempre achei que alguém faria a sua parte.E, por isso… eu me ausentei da minha.No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.Também foi constatada uma limitação para abraçar.Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.Nos olhos, miopia.Não consigo enxergar além das aparências.Na audição, um bloqueio.Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.A consulta não custou nada.Recebi alta… e uma receita.Simples. Profunda. Transformadora.Ao acordar, uma dose de gratidão.Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.Saí de lá com uma certeza:Se eu seguir esse tratamento…minha vida muda.Porque, no fim das contas…a gente não adoece só no corpo.A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.E talvez a cura…esteja exatamente nas coisas simplesque a gente vem deixando passar.
Uma pessoa, que há algum tempo não vinha se sentindo bem, fez a seguinte reflexão:“Todos os anos faço um check-up para avaliar minha saúde. Mas, outro dia, resolvi fazer algo diferente… fui a um hospital muito especial.O hospital da alma.Cheguei lá me queixando de um cansaço que não era só do corpo. Falei de dores acumuladas pelo tempo… de um coração descompassado pelas preocupações… e do peso das responsabilidades.Logo na chegada, mediram minha pressão.Estava baixa… de ternura.Fazia tempo que eu não exercitava isso.Quando verificaram minha temperatura, o resultado foi alto… de egoísmo.E ali eu entendi.Tenho guardado demais… e compartilhado de menos.Sempre achei que alguém faria a sua parte.E, por isso… eu me ausentei da minha.No exame do coração, o diagnóstico foi direto: preciso de uma ponte… de afeto.Algumas partes estavam bloqueadas pela falta de cuidado, de presença, de conexão.Na avaliação dos movimentos, descobriram algo ainda mais duro: dificuldade de caminhar ao lado de alguém.Tenho escolhido ir sozinho… mais rápido… sem ser interrompido.Também foi constatada uma limitação para abraçar.Motivo: uma queda provocada pela própria vaidade.Nos olhos, miopia.Não consigo enxergar além das aparências.Na audição, um bloqueio.Excesso de ruídos… falta de escuta verdadeira.A consulta não custou nada.Recebi alta… e uma receita.Simples. Profunda. Transformadora.Ao acordar, uma dose de gratidão.Ao encontrar alguém, um gesto sincero de gentileza.De hora em hora, pequenas porções de paciência… com humildade.Ao voltar para casa, uma aplicação generosa de presença.E antes de dormir… cápsulas de consciência tranquila.Saí de lá com uma certeza:Se eu seguir esse tratamento…minha vida muda.Porque, no fim das contas…a gente não adoece só no corpo.A gente adoece… quando deixa de sentir, de olhar, de ouvir… de cuidar.E talvez a cura…esteja exatamente nas coisas simplesque a gente vem deixando passar.
No Chupim Metropolitana você curte as melhores entrevistas e fica por dentro das notícias mais quentes sobre os famosos! Confira tudo que está rolando, além de dar muitas risadas: Chupim Metropolitana!
O que é isso, um Filme da semana?????????Voltando as origens e falando por 40 minutos de um mesmo filme, essa semana trouxe Carol, dirigido pelo Todd Haynes e protagonizado pela Cate Blanchett e pela Rooney Mara. Falei das minhas impressões e também falei do livro da Patricia Highsmith, que foi a base a história. Tudo sem grandes spoilers, com uma sessão pra discutir o final bem sinalizada nos minutos finais do programa.Me sigam no Instagram @filme.da.semana Bluesky @lalarilandFale comigo pelo email podcastfilmedasemana@gmail.com, que também é uma chave pix ;)
Ontem eu sentei pra assistir ao Oscar e fiquei com a impressão de que eles estavam com pressa. Parecia que todo mundo só queria ir embora logo, o que é curioso para uma premiação que supostamente celebra a arte. A gente conversou bastante sobre isso na live. Falei sobre os absurdos dessa edição, sobre como a atuação sutil do Wagner Moura merecia muito mais reconhecimento do que algumas caricaturas que acabaram sendo premiadas, e sobre como Bugônia provavelmente vai ser o filme que a gente vai lembrar daqui a dez anos, enquanto os outros desaparecem no catálogo de algum streaming.Também aproveitei para organizar os indicados a Melhor Filme, do pior ao melhor, e montar uma tier list definitiva do Paul Thomas Anderson, porque acho que algumas pessoas estão meio perdidas sobre essa fase mais recente dele.Este canal é um espaço novo. Um lugar para quem tem entre vinte e quarenta anos, cresceu na internet e agora só quer um canto para pensar em voz alta sobre cinema, cultura pop e a vida adulta. Sem ninguém tentando te vender um curso. Sem linguagem de influenciador. Apenas pessoas conversando de forma honesta, ligando os pontos de ideias que começam em um assunto e terminam em outro. Puxa uma cadeira.Se você tem interesse em saber dos meus próximos passos, ou do Coffee & Cigacasts, junte-se aos links abaixo.Eu escrevo textos, faço vídeos, música e alguns outros projetos que vão aparecendo com o tempo.Se você quiser acompanhar essas coisas, os caminhos estão aqui:Instagram@yurimoraesxx@yurimoraes.tvWhatsApp (newshttps://chat.whatsapp.com/HaoyzlC7X4eCqKHiDJ9C43 Música (YU)https://www.yumusick.comOutros linkshttps://linktr.ee/yurimoraesMerchhttps://www.sdbvision.com/
Os 3 pulmões de Froholdt ajudaram o FC Porto a vencer mais 3 pontos muito importantes na luta pelo título, onde o Sporting CP se mantem ativo, depois de uma vitória custosa. Um pouco mais atrás está o Benfica, que também venceu sem convencer... outra vez.Falei disto, de um Málaga histórico, da minha Briosa, do drama no Norte Londres (Arsenal com título em risco e Tottenham em zona de descida), entre outros assuntos.
Hoje o episódio do podcastdofabio saiu diretamente do carro, às portas de mais um dia corrido, real e cheio de vida.Entre aula na região da Paulista, compromisso com minha mãe, academia, fé, memória, amadurecimento, valores e algumas cicatrizes que a vida deixa… gravei um episódio muito verdadeiro.Um daqueles episódios que não têm pose.Só presença.Só vida como ela é.Falei sobre:
Como o mundo não fala de outra coisa que não esta guerra e negociações entre EUA e Irão, resolvi fazer um episódio relacionado, mas sem falar disso diretamente. Falei de estreitos e da importância deles para o mundo. A meio do episódio à uma pequena surpresa que, sem fazer spoilers, acaba por ser a parte mais interessante do episódio, pelo menos para mim. O Smooth Operator foi simpático e por isso correu bem.
O FC Porto escorregou, vitima do virus FIFA, do qual o Sporting também padeceu... mas foi a tempo do antídoto.Falei ainda do Real Madrid, do PSG, do Bayern, da nova época do SC Braga, da luta pela manutenção, da Briosa... entre outros temas
Para onde é que foi a Cruz de Celas?Neste episódio, partilho uma sensação que me tem acompanhado sempre que vejo stand-up comedy: a de não estar completamente “dentro”. Falei também que gostava de ver mais gente no choupal, agora que está bom tempo
A Seleção Nacional jogou frente ao México durante a madrugada e se não pôs Portugal a dormir, andou lá perto. Falei desse jogo, dos playoffs da UEFA (estão quentinhos), da minha Briosa e de outros assuntos no episódio desta semana.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos.Quero desejar uma ótima semana para você que ouve semanalmente o nosso conteúdo!Um abraço forte e bem brasileiro! Hoje, nós vamos falar sobre cultura brasileira e que, na minha opinião, apesar de ser muito vendido para o exterior não é a maior festa do Brasil. A conversa de hoje é sobre o Carnaval. Isso mesmo! Este episódio será um basta para a sua falta de conhecimento sobre o Carnaval. Gente! Desculpe pela expressão que vou usar, mas é importante!Preciso que dizer que carnaval não é somente putaria. A festa de Carnaval está muito além do que você pode imaginar. Prepare-se e recomendo ouvir esse conteúdo mais de uma vez!No episódio 54 – Antes do samba: Chiquinha Gonzaga, falei sobre o pioneirismo e coragem da musicista ao romper com as tradições da época e apresentar o primeiro samba-enredo que representa hodiernamente o carnaval. Falei também sobre Noel Rosa, episódio 55 e sobre Cartola e a Estação Primeira de Mangueira, episódio 56. Você já teve algum momento em que quis subverter a ordem? Algum momento que pudesse deixar de ver as coisas como são e, temporariamente, assumir o inverso? Se existisse um momento do ano no seu país que isso fosse possível, como seria para você?
Você já ganhou um troféu meio que sem vergonha? Foi o que o pessoal que venceu uma prova em Mogi Guaçu, interior de SP; Mizuno amplia ação nas corrida e pegou o namig rights do Circuito Athenas, da Iguana; Agência CVC tá com um pezinho na corrida; Bebedouros do Ibira sempre com problemas? Falei com a Urbia sobre isso.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos. Quero desejar uma ótima semana para você que está aqui com a gente! Seja muito bem-vindo!Acesse a nossa página falarportuguesbrasileiro.com e venha fazer parte do nosso ecossistema. Você pode ser um apoiador do podcast, ajude o nosso conteúdo a continuar crescendo! Hoje, nós vamos falar sobre um aspecto cultural que parece normal entre nós, mas pode ser um problema tanto para os homens quanto para as mulheres aqui no Brasil. A conversa de hoje é sobre algo invisível que acontece nas praias, nos bares, nas festas e até nas mensagens de celular. No episódio de hoje vamos falar sobre “Flertar” o flerte no Brasil, ou seja, vamos falar sobre esse comportamento de demonstrar interesse romântico ou físico por alguém. No episodio 41 Falei sobre algumas expressões relacionadas ao corpo humano e uma delas foi “amigo do peito”. Saindo e avançando, tornando a amizade mais para o romance temos o Flerte ... vocabulário bonito e romantizado. Há outras expressões para isso também. Bom, flertar no Brasil é uma linguagem própria. O olhar, o sorriso, a conversa leve, tudo conta.E, claro, existem as famosas cantadas. Algumas são criativas, outras nem tanto.Você pode ouvir algo como:“Seu nome é Google? Porque você tem tudo o que eu procuro.”
Falei sobre a carreira de Jimmy Butler (00:00) e o futuro do Golden State Warriors após a lesão do astro (11:02)Entre no grupo do Cara dos Sports no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DBCkiq0Gg397h0kgRjzrVoApoie o Podcast Cara dos Sports e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://caradossports.com.br/Se torne membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UCZ3MkOrQx7444pm7tSZ-10Q/join
Autora e sexóloga que adotou relacionamento não monogâmico há 5 anos conta como foi experiência e quais os passos para quem deseja iniciar essa mudança.
Fala pessoal, tudo bem? Olha quem tá de volta! Falei que colocaria um quadro fixo de terror da vida real e podem esperar que ele sempre aparece!
A live de hoje foi um sucesso. Falei sobre hipoglicemia reativa, um distúrbio que muita gente sofre sem perceber, e mostrei por que a raiz do problema não está no que dizem por aí. No final, respondi perguntas e compartilhei dicas valiosas para quem quer recuperar a energia e o controle sobre o corpo. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educativo e não substitui acompanhamento médico ou nutricional.:::::: Seja Membro e Receba Aulas e Conteúdos Exclusivos :::::https://www.youtube.com/channel/UCgeSWvdpxC7Ckc77h_xgmtg/join::::: ONDE COMPRAR O LIVRO AÇÚCAR: CULPADO OU INOCENTE :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/46yB1fGVersão para Kindle: https://amzn.to/4meAUKZ::::: ONDE COMPRAR O LIVRO HÁBITOS ATÔMICOS :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/3IAjLwZVersão para Kindle: https://amzn.to/469tBQm::::: ONDE COMPRAR O LIVRO UM CAFÉ COM SÊNECA :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/43qF9wLVersão para Kindle: https://amzn.to/4mPCNPU::::: ONDE COMPRAR O LIVRO INTELIGÊNCIA EMOCIONAL :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/3RTj1EIVersão para Kindle: https://amzn.to/3GJrkk2::::: ONDE COMPRAR O LIVRO UMA DIETA ALÉM DA MODA :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/4iWn27lVersão para Kindle: https://amzn.to/4jkHoXM::::: ONDE COMPRAR O LIVRO O CÓDIGO DA OBESIDADE :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/4hlGEQBVersão para Kindle: https://amzn.to/4ikh6Vh::::: ONDE COMPRAR O LIVRO A DIETA DA MENTE :::::::Versão capa Dura: https://amzn.to/4bnsZHwVersão para Kindle: https://amzn.to/41a7wwI::::: ONDE COMPRAR O LIVRO GORDURA SEM MEDO :::::::Versão capa Dura: https://amzn.to/4hH5wTUVersão para Kindle: https://amzn.to/4158Y3r:::: GLICOSÍMETROhttps://amzn.to/3Zy5AhZ:::: GRUPO VIP NO WHATSAPP ::::https://chat.whatsapp.com/L9Los9HHdmP5Pf09O4i7HKEntre em meu Canal do Telegram:https://t.me/canalandreburgosInscreva-se em nosso canalhttp://goo.gl/Ot3z2rSaiba mais sobre o Método Protagonista em: https://escoladoprotagonista.com.br/ofertaPrograma Atletas LowCarb:https://atletaslowcarb.com.br/programa-alc/Me siga no Instagramhttps://www.instagram.com/andreburgos/
No episódio de hoje, eu compartilho as habilidades mentais essenciais que sustentam a criação consciente da sua realidade.Não são apenas conceitos, mas chaves práticas para você entender como sua mente pode se tornar sua maior aliada na manifestação.Falei sobre: imaginação, memória, aceitação e entrega, atenção, autoimagem, visualização, observação consciente, coerência, vontade, fé e crença.
A live foi um sucesso e trouxe verdades que muita gente ainda resiste em ouvir. Falei sobre os riscos ocultos de certos alimentos considerados “saudáveis” e como eles podem sabotar sua saúde e seu emagrecimento. No final, respondi dúvidas importantes e compartilhei dicas práticas que podem fazer você repensar muita coisa. Não é recomendação médica ou nutricional, e o acompanhamento profissional é fundamental. Mas se você quer sair da confusão e entender o que realmente funciona, essa live é pra você.::: SITE COM A LISTA DE FRUTAS :::https://ohf.org/fruit-oxalate/:::::: Seja Membro e Receba Aulas e Conteúdos Exclusivos :::::https://www.youtube.com/channel/UCgeSWvdpxC7Ckc77h_xgmtg/join::::: ONDE COMPRAR O LIVRO UMA DIETA ALÉM DA MODA :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/4iWn27lVersão para Kindle: https://amzn.to/4jkHoXM::::: ONDE COMPRAR O LIVRO O CÓDIGO DA OBESIDADE :::::::Versão capa comum: https://amzn.to/4hlGEQBVersão para Kindle: https://amzn.to/4ikh6Vh::::: ONDE COMPRAR O LIVRO GORDURA SEM MEDO :::::::Versão capa Dura: https://amzn.to/4hH5wTUVersão para Kindle: https://amzn.to/4158Y3r:::: GLICOSÍMETROhttps://amzn.to/3Zy5AhZ:::: GRUPO VIP NO WHATSAPP ::::https://chat.whatsapp.com/L9Los9HHdmP5Pf09O4i7HKEntre em meu Canal do Telegram:https://t.me/canalandreburgosInscreva-se em nosso canalhttp://goo.gl/Ot3z2rSaiba mais sobre o Programa Protagonista em: https://escoladoprotagonista.com.br/ofertaPrograma Atletas LowCarb:https://atletaslowcarb.com.br/programa-alc/Me siga no Instagramhttps://www.instagram.com/andreburgos/
Lula publicou na quarta-feira, 11, em suas redes sociais, uma mensagem de apoio a Cristina Kirchner, ex-presidente da Argentina condenada a 6 anos de prisão por corrupção.Ao reagir à condenação, o petista afirmou:“Telefonei hoje no final da tarde para a companheira Cristina Kirchner e manifestei toda a minha solidariedade. Falei da importância de que se mantenha firme neste momento difícil. Notei, com satisfação, a maneira serena e determinada com que Cristina encara essa situação adversa e o quanto está determinada a seguir lutando.”Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br