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Escola de Vida com as Entidades da Amorosidade
O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
O documentário recém-estreado em Portugal “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” revela a sabedoria, o humor e a resistência feminina através das lentes e do olhar sensível de dois brasileiros: o cineasta Rafaê e o diretor de fotografia Daniel Saeta. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal Filmado em Marvão, na região do Alentejo, interior do país, o filme é um tributo à força, à simplicidade e a beleza das mulheres alentejanas. Rodado integralmente em preto e branco, com direção do carioca Rafaê, a obra mergulha nas histórias de vida das mulheres que carregam a memória e a identidade de uma região onde o tempo parece correr em outro ritmo. Entre o silêncio do campo e o eco das vozes femininas, a obra busca captar o que há de mais humano: o pertencimento, a resistência e a beleza do cotidiano. A origem do projeto Rafaê, conta que a ideia nasceu de um convite da Dora Efer Pereira, coordenadora do CLDS 5G Social da Câmara Municipal de Marvão de um convite. “Ela me pediu algumas fotografias para uma exposição sobre mulheres empreendedoras no campo, mas percebi que essas histórias precisavam ir além da fotografia. Precisavam se transformar em um documentário, dar voz e visibilidade a essas mulheres extraordinárias”, explica Rafaê. O cinesta teve então o desejo de registrar o universo feminino em pequenas aldeias do Alentejo, onde o envelhecer e o viver ganham contornos próprios. “O documentário surgiu da vontade de olhar para essas mulheres e perceber o que as move. Elas são as guardiãs da memória do interior português — e, ao mesmo tempo, espelhos de uma força silenciosa. Era sobre o tempo, sobre elas e sobre nós também”, explica o documentarista, vencedor do Prêmio de Direção de Fotografia pelo filme Mais Humano (Reebok) e do Prêmio Bugil de Cinema, na Espanha, pelo documentário Domingo Todos los Días. A decisão de rodar o filme integralmente em preto e branco foi uma escolha estética e emocional. “O preto e branco nos parecia inevitável”, diz Rafaê. “Essas histórias pediam uma linguagem mais crua, atemporal. Era como se as cores distraíssem da essência do que elas diziam”, detalha. O olhar através da lente Para Daniel Saeta, diretor de fotografia com longa experiência em documentários, o desafio foi criar imagens que traduzissem intimidade. “Eu filmava com duas câmeras e, enquanto o Rafa mantinha o tripé fixo, eu me movia muito. A sensação era de procurar, quase como se a câmera fosse uma lupa, buscando uma emoção, um gesto, um fragmento de verdade”, relembra. Essa aproximação com as personagens resultou em planos fechados e movimentos sutis, que revelam tanto as rugas quanto os sorrisos. “O objetivo era esse: fazer parte. Eu mergulhei naquele lugar sem conhecer ninguém e acabei me sentindo pertencente. Estar perto delas era também uma forma de me aproximar de mim mesmo”, completa Saeta. A fotografia do filme traz influências diretas de obras que exploram o cotidiano. Além das influências locais, Saeta cita mestres do retrato e do cinema mundial: “Sempre fui fascinado por fotógrafos da Magnum, como Cartier-Bresson e Robert Capa. Essa ideia de capturar um instante que conta uma história inteira sempre me guiou. No cinema, referências como Akira Kurosawa e Alain Resnais também nos inspiraram a buscar enquadramentos mais densos, quase filosóficos”, indica. Para Daniel, fotografar, no cinema ou na vida, é um ato de síntese. “A boa fotografia fala por si só. É capturar um fragmento da realidade em que se consegue ver uma história inteira. No cinema, esse fragmento ganha movimento, luz e som. Mas a essência é a mesma: captar o que há de verdadeiro”, afirma. Ele lembra que, mesmo com luz montada, a equipe buscava manter a naturalidade das casas e das ruas. “Queríamos que o público sentisse que estávamos apenas abrindo a porta e observando. Que aquelas mulheres tinham nos deixado entrar, não como cineastas, mas como visitantes de suas vidas”, conta. Silêncio, pertencimento e transformação pessoal Durante as filmagens, o convívio com as protagonistas e com o próprio Alentejo deixou marcas profundas em Daniel Saeta. “Lembro que, no primeiro dia, cheguei à casa do Rafa e a primeira coisa que comentei foi sobre o silêncio. Um silêncio sepulcral, que eu já não ouvia há muito tempo. E depois vieram as noites, a luz azulada do céu, a lua, as estrelas. Parecia dia. Foi experiência única”, garante. O reencontro com o tempo e a natureza o levou também a refletir sobre o sentido da vida e do fazer artístico. Segundo ele, “essas senhoras me ensinaram que a vida segue. Mesmo com perdas, solidão ou dificuldades, todas falavam de continuar, de acordar para um novo dia. Havia sempre alegria, mesmo nas falas mais tristes. Isso me marcou muito.” Um cinema de escuta O resultado desse encontro entre olhar e escuta é um filme sensível, que devolve protagonismo a quem, muitas vezes, é invisível nas telas. Para Daniel, esse processo reafirmou o valor da fotografia documental. “Toda vez que você aponta uma câmera, faz uma escolha. É uma afirmação. E, nesse filme, eu quis que cada imagem dissesse: 'isso importa. Essas mulheres importam'.” Entre risos, memórias e silêncios, “Mulheres do Interior, Vozes que Inspiram” é mais do que um retrato do Alentejo. É um lembrete universal sobre envelhecer, resistir e seguir vivendo, um dia de cada vez. Para o diretor do documentário muitas memórias desta experiência vão deixar marcas. Ele revela que "o que mais surpreendeu durante as filmagens foi a generosidade delas. Mesmo com vidas duras, são mulheres de uma alegria imensa. E eu percebi que o filme estava ganhando, de alguma forma, um poder maior de inspirar e de dar orgulho à própria comunidade”. Rafaê conclui: “Eu gostaria que o público levasse essa informação de que o interior tem vida, tem força, tem futuro, tem verdade, tem acolhimento. E que as mulheres são a alma desse lugar. Quero que as pessoas olhem para elas com admiração e respeito”.
Oro Por Você 02974 – 14 de novembro de 2025 Senhor, busco-Te como a rocha onde me firmo e peço que me oriente no caminho […]
Oro Por Você 02972 – 12 de novembro de 2025 Livra-me dos planos de destruição do inimigo. Obrigado, pois o Senhor me cerca com cânticos […]
Como educação financeira, dados e Open Finance estão redefinindo o crédito para milhões de trabalhadores? Neste episódio, Christiano Rocha, Diretor de Produtos de Crédito na VR, explica como construir uma jornada 100% digital com linguagem simples, consentimento de dados e foco em valor prático para o usuário. “Eu não quero vender crédito por vender. Quero um negócio educacional, com impacto, que apoie o trabalhador na ponta e ele contrate de forma consciente.”
Eles viram você estudando até tarde, cansado, nervoso, mas sem desistir. Agora é hora de mostrar que todo esse esforço vai valer a pena. Continue firme, porque o orgulho que eles vão sentir será o reflexo da sua determinação.Segue a gente e ativa o sininho pra não perder nenhum conteúdo sobre o mundo dos concursos.Apresentado pelo professor Júlio Raizer, formado em História e Especialista em Neuropsicopedagogia.
Episódio do dia 10/11/2025, com o tema: Quero mudar de igreja. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Congregar em outra igreja é uma alternativa possível. Mas será bem-sucedida, se for executada com a sabedoria do alto. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 02969 – 09 de novembro de 2025 Oh Deus, peço que a paz do Senhor, que excede todo o entendimento, encha meu […]
Líder da lista D quer que nova direção coloque o Benfica a ambicionar conquistar provas europeias. Cristóvão Carvalho pede para que Rui Costa cumpras as promessas que fez durante a campanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 02968 – 08 de novembro de 2025 Senhor, obrigado por Tua Palavra, pois ela me traz consolo e esperança em meio a […]
João Cotrim Figueiredo, candidato à Presidência da República Portuguesa, será o convidado do primeiro episódio das Entrevistas Presidenciais 2026.O antigo líder da Iniciativa Liberal e atual deputado no Parlamento Europeu, apresenta-se a estas eleições com o lema “Imagina Portugal”. Nesta conversa, Cotrim Figueiredo fala sobre a sua visão para o país, as motivações que o levaram a candidatar-se e os desafios que acredita estarem pela frente. Acompanha também no Youtube do E2 e em formato escrito no site da ESCS Magazine.Design: Madalena Oliveira
Oro Por Você 02966 – 06 de novembro de 2025 Ó Deus, ajude-me a ser forte em Ti. Perdoe-me se alguma vez hesitei em proclamar […]
Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.”— Lamentações 3:21 ✨
Oro Por Você 02965 – 05 de novembro de 2025 Senhor, ajude-me a ser vigilante na oração. Ajude-me a ter uma fé fortalecida para que […]
Câmara aprova regulação das plataformas de streamings, mas e o potencial aumento no custo da mensalidade, como fica? Eppi TV e My Family Cinema recebem onda de queixas no Reclame Aqui: 'Quero reembolso'; Pix Protegido: Nubank lança seguro pago contra golpes e roubo do celular; Meta é acionada na Justiça por brecha de segurança no WhatsApp e o Facebook Dating está surpreendendo o mercado de relacionamentos online. Tudo isso e muito mais, no nosso programa de hoje.
turma, no episódio de hoje, ponderamos sobre o dilema daqueles que obtém certo reconhecimento na própria área de atuação e deseja capacitar novos profissionaisvale a pena? é justo? dá dinheiro? quem pode?lista de espera do tablado: espera.tablado.cc
É mais difícil mudarmos coisas na nossa vida quando vivemos mergulhados nela 24h por dia.Às vezes faz falta nos retirarmos, sairmos para um local diferente onde podemos estar sozinhos.E para isso não precisamos de nada muito elaborado. Pode ser um fim de semana num airbnb, pode ser numa tenda num parque de campismo, pode ser numa casa emprestada ou pode ser comigo na ilha de Santo Antão em Cabo Verde.Desenhar a vida é muito melhor que mandar lápis de cera contra a parede e esperar que nasça dali um picasso.Quero mais informações:917143676Vídeo a explicar como vai funcionar:https://youtu.be/kvrTAl7uX-Q?si=lWiHGz8Qrp_Q18J3
Oro Por Você 02964 – 04 de novembro de 2025 Senhor, ajude-me a glorificar-Te, ignorando todas as ofensas feitas contra mim. Conceda-me a paciência de […]
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
De Bissau para Belém do Pará, o jovem activista e empreendedor Dembo Mané Nanque, director-geral da Mana Nanque Piscicultura e fundador do “Puder di Bentana”, prepara-se para participar na Cimeira do Clima das Nações Unidas (COP30), que terá lugar em Belém do Pará, no Brasil, onde pretende partilhar a sua experiência no terreno e defender políticas climáticas que cheguem às comunidades mais vulneráveis. Antes de ir para a COP30, Dembo Mané Nanque passou pela capital francesa para encontrar parceiros internacionais. O objectivo é exportar a farinha de peixe da Guiné Bissau para França: “Em França há uma comunidade africana enorme e acreditamos que até ao próximo ano o nosso produto poderá estar no mercado”. Apesar do entusiasmo, reconhece que o caminho ainda é desafiante. “Tudo o que fazemos é graças aos nossos pequenos recursos e ao apoio de alguns parceiros internacionais. Mas acreditamos que poderemos abastecer o mercado internacional de acordo com as suas demandas”. O jovem empresário é também fundador e director-geral do “Puder di Bentana”, uma iniciativa de piscicultura com forte impacto social. “‘Puder di Bentana' é um nome tradicional guineense. ‘Bentana' é o que cientificamente chamamos de tilápia”, explica. “Trata-se de um projecto de aquacultura que nasceu com o intuito de combater a insegurança alimentar, o êxodo rural e os efeitos das mudanças climáticas.” A tilápia, que é o nome comum dado a várias espécies de peixes ciclídeos de água doce, é consumida fresca ou transformada em farinha. “A farinha tem mais procura porque as infra-estruturas rodoviárias, na Guiné-Bissau, são fracas e o transporte do peixe fresco é difícil. Por isso optámos pela desidratação e embalagem, seguindo os padrões internacionais”, refere. O projecto enquadra-se numa lógica de economia azul e circular, e tem sido apresentado em fóruns internacionais como exemplo de inovação africana. “Queremos mostrar que, com criatividade e empenho, é possível criar soluções sustentáveis a partir da nossa realidade”, sublinha. Depois de Paris, Dembo Mané Nanque seguiu para Lisboa e prepara-se agora para participar na COP 30, no Brasil, onde irá participar num painel de Jovens Afro-descendentes: “A minha intervenção tem como objectivo mobilizar parceiros e impulsionar políticas que beneficiem as comunidades vulneráveis. Queremos garantir que as decisões tomadas nas cimeiras internacionais cheguem efectivamente às zonas rurais”. Para o jovem activista, estar na COP 30 representa muito mais do que uma oportunidade pessoal. “Quero mostrar que a Guiné-Bissau não é apenas sinónimo de instabilidade. Há uma juventude informada, inovadora e pronta para agir”. No entanto, o jovem empreendedor lamenta a falta de apoio governamental. “Existe um apoio limitado e dirigido apenas a determinados grupos. Muitas vezes, por ser activista ambiental e empreendedor, encontro resistência por parte das autoridades. O Estado ainda não compreende que não estamos a sabotar nada, estamos a propor soluções e a querer liderar os desafios climáticos”. A 30.ª Conferência das Partes (COP30) da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, decorre de 10 a 21 de Novembro, em Belém do Pará, no Brasil.
Muita gente começa a treinar e a primeira pergunta é: “Rafa, que suplemento eu compro?”
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Oro Por Você 02960 – 31 de outubro de 2025 Pai, ajude-me neste dia a conhecer Tua paz de maneira mais profunda. Quando leio Tua […]
Oro Por Você 02959 – 30 de outubro de 2025 Pai, ajude-me a viver segundo a Tua vontade, obedecendo as Tuas leis e fazendo o […]
Já pensou no que vem acumulando no seu guarda-roupa? Quantas coisas você não tira dele por medo? Isso vem fazendo com que você busque a comida como refúgio? Comenta o que você acha disso. Como você quer seu guarda-roupa é uma reflexão com uso de uma metáfora. Já me segue no instagram @psi.adrianafranceschin. Um beijo carinhoso meu e nos vemos em breve.
Nada mais clichê que um poema de amor, mas o que sempre me cativa é a inocência trazida pelo autor. Escute esse belo poema de amor no episódio da semana, acompanhado da obra Fletcher's Song de Justin Hurwitz. Obrigado.
Oro Por Você 02955 – 26 de outubro de 2025 Pai, quando vierem as dificuldades e perturbações, ajude-me a ver o lado bom dessas coisas. […]
Ouça e compartilhe essa reflexão! Instagram: @igrejaseramor Site: www.igrejaseramor.com.br GENEROSIDADE – Pix: igrejaseramor@gmail.com Dados Bancários Banco: SICOOB -756 Agência: 3010 | Conta Corrente: 1987143 | CNPJ: 50.195.313/0001-10
Olá, Poetas e apreciadores de poesia! Bem-vindos a umepisódio muito especial da série “Nonô Lê Versos do Blogue”!Hoje, 24 de outubro, comemoro um dia de celebração dupla: o nosso encontro habitual e o lançamento do meu sexto livro de poesia: "Catarse das Palavras - Volume I". Este livro é um marco na minha jornada, pois é a minha primeira obra bilingue, um projeto que nasceu de uma necessidadevisceral de expressar os desafios do dia a dia.Para celebrar, partilho a leitura de um poema muitoespecial: "Quero ir para uma ilha". Este poema, escrito em 2014, revelou-se profético, pois onze anos depois, o sonho de visitar as ilhas Phi Phi tornou-se realidade.Espero que este livro te inspire a encontrar beleza e força,mesmo nos momentos mais intensos. Podes adquirir o teu exemplar na plataforma Gumroad. O link está na descrição do vídeo!Gratidão e Beijos Poéticos, M.ª Leonor Costa (Poesias daNonô)
No coração do Tasco do Strauss, no dia 13 de janeiro de 2025, tivemos a honra de receber o poeta João Dórdio na XIII Tertúlia Poética. Este é o primeiro episódio da nossa nova série "Encontros com a Poesia da Nonô" e começa com uma afirmação poderosa:"Os poetas nunca morrem. Vivem inúmeras vidas, passando de peito em peito."Esta frase encapsula a essência da poesia, especialmente da poesia portuguesa, que se mantém viva e relevante através das gerações. Neste episódio, mergulho na imortalidade que a escrita criativa oferece, celebrando aqueles que, com a sua alma e talento, dão vida e eternidade às palavras.
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“Eu não mudo, acrescento vidas”: Maria Vegas, designer, empresária de carne, cantautora retro-indie-cinematográfico cumpre aos 40 um sonho antigo: “Monte de manhã e estúdio à tarde: um dia perfeito".See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 2 SAMUEL 9:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: ISAÍAS 39–40; COLOSSENSES 4 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: No surpreendente artigo “Meu filho o conhece?”, o jornalista de esportes Jonathan Tjarks escreveu sobre a sua batalha contra o câncer terminal e o desejo de que outros cuidassem de sua esposa e filho. Na época, ele tinha 34 anos e faleceu 6 meses depois. Tjarks era um cristão cujo pai tinha morrido quando o jornalista ainda era jovem, compartilhou passagens que falam sobre cuidar de viúvas e órfãos (ÊXODO 22:22; ISAÍAS 1:17; TIAGO 1:27). E aos seus amigos, escreveu: “Quando eu o ver no céu, apenas perguntarei: Você foi bom com meu filho e minha esposa? Meu filho o conhece?”. O rei Davi questionou se havia “alguém da família de Saul, a quem [poderia] demonstrar bondade por causa de [seu grande amigo] Jônatas?” (2 SAMUEL 9:1). Mefibosete, filho de Jônatas, era “aleijado dos dois pés” (v.3) devido a um acidente (4:4) e foi levado ao rei. Davi lhe disse: “Quero mostrar bondade a você por causa de Jônatas, seu pai. Vou lhe dar todas as terras que pertenciam a seu avô Saul, e você comerá sempre aqui comigo, à mesa do rei” (9:7). Davi demonstrou especial cuidado por Mefibosete, e é provável que com o tempo ele realmente o tenha conhecido (19:24-30). Jesus nos chamou para amarmos aos outros como Ele nos ama (JOÃO 13:34). À medida que Ele atua em nós e por meio de nós, que conheçamos e amemos aos outros verdadeiramente. Por: TOM FELTEN
Em entrevista à RFI, o ator, diretor e escritor Lázaro Ramos fala sobre literatura, identidade e o prazer da leitura em família. Entre Lisboa e novos projetos, ele revela que escrever foi uma forma de se curar e de inspirar outras pessoas. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa De passagem por Lisboa, onde participa de encontros literários, Lázaro Ramos fala com entusiasmo sobre sua fase como escritor. Ele acaba de lançar "Na nossa pele", depois do bem-sucedido "O tom da minha pele", publicado em 2017. “Naquele momento, eu ainda estava me entendendo como autor”, relembra. “Quando lancei 'O tom da minha pele', percebi que aquele livro era também sobre cura, sobre a formação da identidade e sobre minha trajetória como homem negro no Brasil.” Mas, para Lázaro, o impacto maior veio do público: “Quando as pessoas se apropriaram do livro e diziam que ele as ajudava a se descobrir, isso me deu uma grande alegria. A partir daí, tive coragem de lançar "Na nossa pele", que traz temas mais íntimos – histórias da minha mãe, experiências de dor, mas também de superação.” O ator diz ter aprendido que “a partir da dor também se fala de cura”. “Às vezes, uma palavra ajuda a resolver um problema que te acompanha há muito tempo”, resume. “A escrita foi isso para mim.” Do palco para a literatura Conhecido do grande público por papéis marcantes na TV e no cinema, Lázaro Ramos admite que a escrita surgiu sem grandes pretensões. “Eu nunca imaginei, no início da carreira, que o ator viraria escritor. Até uns três anos atrás, a literatura era só prazer, algo que me dava muito afeto. Eu escrevia quando dava tempo, sem compromisso.” Em 2024, ele decidiu se dedicar mais à literatura. Seus livros começam a ser traduzidos para o inglês, espanhol e francês – e Lisboa foi escolhida como ponto de partida dessa nova fase. “Achei que o lugar ideal era vir para Lisboa. É um país de língua portuguesa, e de alguma maneira a CPLP passa por aqui. Estou compartilhando dez livros – para crianças, adolescentes e adultos – que falam de cinema, autoestima, tecnologia e história negra. Quero aproximar mais gente da literatura.” Inspirações As inspirações de Lázaro vêm de uma mistura de memórias e observações do presente. “Costumo dizer que os primeiros livros infantis eu escrevi para a criança que eu fui. Porque na minha infância, eu não tive acesso a livros com personagens que me representassem, com o meu modo de ver o mundo.” Com a chegada dos filhos, os temas se ampliaram. “Quando meus filhos nasceram, comecei a escrever para os adultos que quero que eles sejam. Muitas ideias vêm das nossas conversas. Às vezes, eu não sabia responder uma pergunta e criava rimas para explicar coisas do mundo – o amor, a morte. Essa troca é mútua.” Nos livros voltados para adultos, ele adota um olhar mais coletivo. “Em diário de um diretor, compartilho a relação com minha equipe e os atores, falando de coletividade. Já 'O tom da minha pele' e 'Na nossa pele' parecem biográficos, mas são também observações do nosso tempo. Eu não sei se esses livros vão envelhecer bem, mas foram feitos para melhorar o hoje.” Entre o set e as páginas Além da literatura, Lázaro segue em ritmo intenso nas telas. “Acabei de gravar a terceira temporada de 'Os outros', com Adriana Esteves – é a primeira vez que contracenamos”, conta animado. “Em novembro, começo a gravar uma novela das seis, onde vou interpretar meu primeiro vilão! É uma história linda, com fantasia e um elenco incrível.” Mesmo com tantos projetos, ele aprendeu a administrar melhor o tempo. “Hoje, cada pausa que eu tenho é para estar com minha família. Levo os filhos à escola todos os dias. E aprendi que a gente precisa de uma boa equipe – o excesso de trabalho do ano passado me adoeceu. Agora tenho pessoas maravilhosas comigo, organizando tudo.” A leitura em família Em casa, a relação com os livros é motivo de orgulho. “Sempre fomos aqueles pais que incentivavam os filhos a ler. Desde pequenos, tinham livrinhos de banheira, aqueles que não molham”, lembra. “Agora está acontecendo o contrário: eles é que estão nos indicando livros.” E em casa, o amor pela leitura é compartilhado. “A Taís é uma leitora incrível. Ela lê todos os dias. Eu tenho fases – quando estou muito concentrado em decorar, escolho livros curtos –, mas ela não. Ela lê sempre, com prazer.” “Escrever é um ato de esperança” Entre um projeto e outro, Lázaro fala com serenidade sobre o sentido da escrita em sua vida. “Hoje, eu entendo que escrever é um ato de esperança. É tentar organizar o mundo, curar feridas, dividir o que a gente sente. E se, de alguma forma, isso ajuda outras pessoas a se curarem também, já valeu.”
A Bia teve um insight com uma entrevista, e o Marcus guardou um segredo por meses.
Oro Por Você 02930 – 01 de outubro de 2025 Deus, Tu disseste que, quando duas pessoas ou mais estivessem reunidas em Teu nome, Tu […]
A soprano gaúcha Gabriella Di Laccio será oficialmente condecorada nesta terça, 30, pelo rei Charles III com o título de Membro da Ordem do Império Britânico (MBE), uma das mais importantes distinções concedidas pelo Reino Unido. O reconhecimento se deve à sua contribuição para a música e à defesa da igualdade de gênero no cenário artístico internacional. A honraria, que já foi concedida a nomes como os Beatles, Ed Sheeran, Adele e o chef Jamie Oliver, chega como coroação de um trabalho que Di Laccio iniciou em 2018 com a criação da Foundation Donne, dedicada a dar visibilidade a compositoras esquecidas ou invisibilizadas ao longo da história. “É uma emoção enorme, não apenas pelo título, mas por poder representar o Brasil e levar comigo as mulheres que sigo tentando dar voz através da minha carreira”, disse a artista. A trajetória que levou à condecoração começou quase por acaso, quando Gabriella encontrou uma enciclopédia dos anos 1980 que listava cerca de seis mil mulheres compositoras da música clássica. “Até então, eu havia cantado pouquíssimas obras de compositoras. Descobrir essa riqueza escondida foi como abrir uma caixa de Pandora que nunca mais se fecha”, relembra. Desde então, passou a incluir obras de mulheres em seus concertos e a estimular colegas a ampliar repertórios. O impacto de seu trabalho é global. Além de promover pesquisas inéditas sobre compositoras de diferentes épocas, a fundação já realizou ações de grande alcance, como o concerto de 26 horas transmitido ao vivo em 2020, que entrou para o Guinness World Records e reuniu mais de 100 artistas de diversos países executando apenas obras de mulheres e artistas não binárias. Di Laccio também tem se dedicado a aproximar o público brasileiro dessa memória musical, resgatando nomes como Chiquinha Gonzaga e estabelecendo parcerias com instituições culturais nacionais. “Quero que a fundação seja uma ponte para que as mulheres da América do Sul tenham mais presença e reconhecimento no cenário internacional”, afirmou. Ao receber o título em Windsor, a soprano soma mais um marco a uma carreira que já lhe rendeu o reconhecimento da BBC, que a incluiu na lista das 100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo. Gabriella Di Laccio conversou com Luciana Garbin e Carolina Ercolin no episódio do Mulheres Reais desta semana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 02925 – 26 de setembro de 2025 Deus todo poderoso, eu Te adoro por quem Tu és. Agradeço por tudo o que […]
Oro Por Você 02924 – 25 de setembro de 2025 Senhor, Tu és o Deus do Universo e o Senhor da minha vida. Tu és […]
O deputado Paulo Pereira da Silva (Solidariedade-SP), o Paulinho da Força, disse hoje, em entrevista à Rádio Eldorado, que espera votar já na semana que vem o projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas. Escolhido para ser o relator da proposta, ele negou que a ideia seja beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Segundo Paulinho, o foco estará na redução das penas. “Não se fala mais em anistia ampla, geral e irrestrita, que o Supremo já declarou inconstitucional. Não vou fazer projeto que confronte a Câmara com o Supremo. Quero apelidar de projeto da dosimetria”, afirmou. O deputado alegou que terá conversas com representantes governistas e da oposição para formular um texto “meio termo para pacificar o País”. Ele pretende preparar a votação para a próxima quarta-feira, mas admitiu a possibilidade de que a análise fique para a semana seguinte.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O deputado Paulo Pereira da Silva (Solidariedade-SP), o Paulinho da Força, disse hoje, em entrevista à Rádio Eldorado, que espera votar já na semana que vem o projeto de anistia aos condenados pelos atos golpistas. Escolhido para ser o relator da proposta, ele negou que a ideia seja beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Segundo Paulinho, o foco estará na redução das penas. “Não se fala mais em anistia ampla, geral e irrestrita, que o Supremo já declarou inconstitucional. Não vou fazer projeto que confronte a Câmara com o Supremo. Quero apelidar de projeto da dosimetria”, afirmou. O deputado alegou que terá conversas com representantes governistas e da oposição para formular um texto “meio termo para pacificar o País”. Ele pretende preparar a votação para a próxima quarta-feira, mas admitiu a possibilidade de que a análise fique para a semana seguinte.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma ouvinte precisa de resolver imediatamente as discussões enquanto o seu namorado necessita de silêncio e espaço antes de fazê-lo. Como resolver este impasse?
En el informativo del '24 Horas de RNE' hemos analizado los temas más candentes de la actualidad en la tertulia de políticos ‘juniors’, que ha contado con la participación de representantes jóvenes de distintas formaciones. En el debate de este martes han intervenido Víctor Camino, diputado del PSOE por Valencia en el Congreso; Miriam García Navarro, senadora del PP por Albacete; Tesh Sidi, diputada de Más Madrid (Grupo Sumar) en el Congreso de los Diputados; y Carlos Hernández Quero, diputado de Vox por Málaga en el Congreso de los Diputados.Los asuntos abordados en la tertulia han sido la reducción de la jornada laboral, las relaciones entre España e Israel, el juicio oral abierto al fiscal general, la fianza de 150.000 euros y, por último, la nueva ley antitabaco.Escuchar audio
Oro Por Você 02908 – 09 de setembro de 2025 Como Teu filho, Pai, hoje quero pedir Tua ajuda para que eu nunca venha a […]
Grupos vocales brasileños como el Trio Esperança ('Rua Ramalhete', 'Toada', 'A sereia e o pescador', 'Já vou nessa', 'Ponte sobre as águas turvas', 'Message personnel', 'Ce n´est rien'), Os Cariocas ('Quero você', 'intro Jet Samba', 'Jet samba', 'Futuros amantes', 'E nada mais'), MPB-4 ('Partido alto', 'Roda viva', 'Passaredo') y Quarteto em Cy ('Pedro Pedreiro', 'Carolina', 'Bye bye Brasil'). Escuchar audio
Catcher Jeferson Quero sits down with Jeff Hem on the pregame show to discuss his long home run and five-RBI game the night before, the team snapping a long losing skid, how he's feeling since returning from the injured list, and how he evaluates his defense.