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Oro Por Você 03162 – 21 de maio de 2026 Deus, Tu sabes como os holofotes e a atenção das multidões são atraentes para nossa natureza humana decaída. Queremos fazer grandes coisas para o Senhor de acordo com nossos padrões. E aí, muitas vezes, caíamos no pecado da autossuficiência, do orgulho, achando que somos os melhores pois fazemos grandes coisas. Nos ajude, Pai, a fazer o trabalho de bastidores, silencioso, porém, eficiente por estar unido ao poder do Espírito Santo. Que a nossa vida, o nosso modo de proceder seja o maior e melhor sermão para aquele que não Te conhece. Nos ajuda para isso, por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
No ‘Programa das Minas‘ você ouve bate-papo, descontração e interação com a audiência da Atlântida Santa Catarina. Acompanhe as lives dos programas no YouTube Atlântida SC.De segunda à sexta, das 14h às 15h, para toda Santa Catarina!
O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
Onze dias depois de os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump terem acertado 30 dias para chegar a um acordo sobre a aplicação de tarifas aos produtos brasileiros importados pelos americanos, o ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, disse estar “confiante" de que prazo será cumprido. Ele se encontrou com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, na manhã desta terça-feira (19), em Paris. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A reunião ocorreu à margem da agenda oficial das reuniões dos ministros das Finanças do G7, em preparação para a cúpula do grupo em junho, na cidade francesa de Évian-les-Bains. Além de tentar evitar um novo tarifaço, a negociação inclui outros temas comerciais sensíveis, como a investigação que os Estados Unidos estão realizando sobre o sistema brasileiro de pagamentos PIX. "Eu disse para ele que gostaria que a gente avançasse nos acordos bilaterais. Ele mesmo se colocou à disposição e falou: 'Olha, se a gente precisar, enquanto ministros da Fazenda, entrar no jogo para ajudar na negociação, nós dois estaremos à disposição. Então foi uma reunião muito fluida, muito boa e bem consensual, eu diria”, relatou Durigan, em uma coletiva de imprensa. "A gente não entrou em detalhes. Mas ele disse: 'vocês seguem confiantes no prazo de 30 dias, determinado pelos dois presidentes?' Eu disse que sim, que isso estava sendo tratado pelo Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, com o Jamieson Greer, que é a contraparte [nos EUA], e que nós dois deveríamos ajudá-los na condução.” Os dois ministros abordaram o tema da segurança, mencionado na reunião entre Trump e Lula, com foco no combate ao crime organizado e operações conjuntas nas aduanas dos dois países. Os impactos da guerra no Irã sobre os preços do petróleo também estiveram na pauta. Subsídios aos combustíveis Este foi um dos principais tópicos das reuniões ministeriais do G7, das quais o Brasil participou como país convidado, ao lado do Quênia, da Índia e da Coreia do Sul. Dario Durigan indicou que vê o Brasil em uma posição “privilegiada” para enfrentar o aumento dos preços dos combustíveis, em meio bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. "O que tem entrado a mais de receita em razão do Brasil ser exportador líquido de óleo cru, a gente tem direcionado para mitigar o impacto para os caminhoneiros, para as famílias que têm que comprar comida, e para ajudar os Estados a garantir escoamento de safra e outras atividades econômicas importantes. Eu acho que é muito compatível", alegou. "E quando eu olho para o lado no mundo, a situação brasileira é uma situação privilegiada.” O ministro ressaltou que os subsídios e desonerações adotados no país para combater o aumento dos preços internacionais do petróleo serão reavaliados a cada dois meses, conforme o andamento do conflito no Oriente Médio. Durigan reafirmou o compromisso da pasta com a neutralidade fiscal das medidas e rejeitou a acusação de que seriam motivadas pela campanha eleitoral. "Os países aqui estão falando em racionamento de combustível. No Brasil, não. No Brasil, a gente tem dito que o excedente de recurso vai ser utilizado para moderar, para diminuir o impacto nas pessoas. Essas medidas todas têm que ser adotadas com cuidado para não prejudicar a situação fiscal do país”, ressaltou. Os ministros do G7 discutiram formas de atenuar os efeitos da alta de preços do petróleo e de fertilizantes sobre os países mais vulneráveis, principalmente africanos. Os contornos ainda serão debatidos na cúpula de chefes de Estado e de Governo, no mês que vem, mas o plano contaria com o suporte de bancos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Pressão sobre a Rússia Ao final dos dois dias de reuniões em Paris, os ministros ressaltaram a determinação de “manter a pressão” sobre as exportações de petróleo russo, em um tema que gerou atrito entre as delegações europeias e americana. Para atenuar o impacto doméstico, Washington suspendeu as restrições ao produto de Moscou no começo do mês. "Quero deixar bem claro que a Rússia não pode se beneficiar da guerra no Oriente Médio. Isso não é uma opção. E sobre isso, todos os membros do G7 concordam”, afirmou o ministro francês da Economia, Roland Lescure, ao final do evento. "Nós estamos firmemente comprometidos em manter e prosseguir com as sanções e pressões sobre a Rússia para impedi-la de obter receitas cruciais e financiar o esforço de guerra.” Os ministros também decidiram estender a aliança de minerais críticos criada no Canadá no ano passado, para melhorar o planejamento de estoques internacionais, a rastreabilidade da cadeia de valor e o compartilhamento de informações. O tema é prioritário para o Brasil, dono das segundas maiores reservas mundiais dessas matérias-primas essenciais para a economia digital e a transição energética. "Nós estamos à disposição para abrir um diálogo, mas nós temos as nossas exigências, as nossas condições como país soberano. Há um interesse comum em minerais críticos, e acho que se a gente tiver uma legislação que dê segurança jurídica a partir desses dois pilares, soberania e industrialização no Brasil, dará segurança jurídica”, frisou Durigan. "Eu percebo que há um interesse muito grande dessas empresas em irem para o Brasil, por isso eu digo: não precisa de benefício fiscal. Há uma demanda instalada no mundo. Os países do G7 são os países mais ricos do mundo e têm interesse enorme por minerais críticos”, reiterou. Durigan ainda deve se reunir com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, antes de retornar a Brasília na noite desta terça-feira (19).
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos, Semanacomeçando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida. Fecha os olhos por um segundo… se puder
TEMPO DE REFLETIR 01768 – 18 de maio de 2026 Jeremias 2:13 – Eles Me abandonaram, a Mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas. Ainda existem lugares distantes dos grandes centros em que podemos encontrar água cristalina que desce em pequenas cascatas que vêm das montanhas. Em contraste com a água corrente, temos as cisternas. Em caminhadas mato adentro, podemos encontrar poços ou cisternas abandonados. Cisternas com água estagnada, turva, com uns poucos peixinhos tentando sobreviver. Ao redor, musgo, rãs e tartaruguinhas. Nada atraente ou chamativo, mesmo sob o sol mais causticante possível. Água da fonte ou de cisterna? Com qual das duas você prefere satisfazer sua sede? Embora o povo de Israel tivesse à sua disposição água da fonte, insistia em fazer suas próprias cisternas em rocha calcária que, devido à porosidade, não armazenava água. Não é de admirar que Deus esteja chamando a atenção de Seu povo pelas escolhas que está fazendo, dizendo: “Não aceite imitações ridículas do verdadeiro.” Deus sabe quão sedentos estamos. É Ele que tem a água que nos pode satisfazer. Tudo aquilo que procuramos para satisfazer nossa necessidade fora de Deus é uma cisterna rachada; mesmo assim, alguns continuam correndo equivocadamente em direção a essas fontes. Dentre os muitos convites que Jesus pronunciou enquanto esteve na Terra, um dos mais bonitos foi feito numa ocasião festiva, no último dia da Festa dos Tabernáculos. As pessoas que vinham assistir a essa festa, além do magnetismo do encontro com os amigos, tinham também profundos anseios de uma vida melhor. Muitos acalentavam esperança de dias melhores. No fim da festa, sem ter recebido as bênçãos que tanto desejavam, para as pessoas as cerimônias se assemelhavam a cisternas rotas. Foi a elas que Cristo Se dirigiu, dizendo: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (Jo 7:37). Jesus está dizendo hoje: “Quem beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede” (Jo 4:14). “O brado de Cristo ao coração sedento ecoa ainda, e apela para nós com poder ainda maior do que aos que O ouviram no templo, naquele último dia da festa. A fonte está aberta para todos. Aos cansados e exaustos, oferecem-se os refrigerantes goles da vida eterna” (O Desejado de Todas as Nações, p. 454). Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor: mata a minha sede, Pai! Por favor. Quero beber cada dia da Tua Palavra; beber dos Teus ensinamentos, da vida que vem de Ti. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Oro Por Você 03159 – 18 de maio de 2026 Pai, entrego a Ti, hoje, todas as minhas esperanças e todos os meus sonhos. Se há algo que anseio e que não faz parte da minha vida, peço que retires o desejo, para que o que deve estar na minha vida seja liberado. Sei que é perigoso transformar meus sonhos em ídolos. Submeto a Ti tudo o que desejo, e declaro hoje que desejo mais de Ti. Quero que os desejos do meu coração estejam alinhados com os desejos do Teu coração. Embora seja difícil abrir mão dos anseios e sonhos que tenho para minha vida, coloco tudo aos Teus pés. Sei que sempre faz e farás o melhor. Confio da Tua vontade. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Uma pergunta simples pode revelar algo muito maior do que parece. Neste episódio do Papo Reto, eu trago uma reflexão sobre a curiosidade a partir de um momento cotidiano com a minha filha, quando ela me perguntou por que a ave Quero-quero tem esse nome. Eu não soube responder na hora, mas a pergunta ficou comigo e me fez perceber como, ao longo da vida, a gente vai deixando de questionar as coisas sem nem perceber.Ao longo do episódio, falo sobre como a curiosidade é natural na infância, onde tudo vira pergunta e aprendizado, e como, na vida adulta, muitas vezes trocamos esse impulso por conforto, medo de julgamento ou a sensação de que já deveríamos saber tudo. Essa mudança silenciosa faz com que a gente entre no automático, deixando de explorar, questionar e evoluir.Também conecto essa reflexão com a vida profissional, mostrando como a curiosidade é uma das habilidades mais importantes para quem trabalha com design, produto e tecnologia. Perguntas melhores levam a soluções melhores, enquanto a falta de curiosidade limita o crescimento e reduz a profundidade do trabalho.Esse episódio é um convite para resgatar a curiosidade no dia a dia, se permitir não saber, fazer mais perguntas e olhar para o mundo com mais atenção. Porque no fim das contas, o maior risco não é não ter respostas, é parar de querer buscá-las.Mentoria Luan Mateus https://mentoria.luanmateus.com/News do Papo https://papodeux.substack.comInstagram http://instagram.com/papodeux/YouTube https://www.youtube.com/@papodeux
Oro Por Você 03158 – 17 de maio de 2026 Senhor Deus, ajuda-me a pôr minha vida em ordem. Quero que sempre ocupes o primeiro lugar. Ajuda-me a tirar todo o lixo e inutilidades que tomam o meu tempo e a minha atenção. Ensina-me a amar-Te de todo o meu coração, de toda a minha mente e de toda a minha alma. Não quero ter outros deuses ou coisas tomando o lugar da Tua presença e da minha adoração. Ajuda-me também em meus relacionamentos com as pessoas próximas a mim, ensinando-me a amá-las como Tu amas. Mesmo que elas não me amem ou me compreendam. Por favor, encha a minha vida de amor. Por Ti e pelo próximo. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Nesta segunda parte da conversa, a cantora Ana Deus revela o seu processo criativo na música e a parceria de há décadas com a escritora Regina Guimarães. Fala também do lado pernicioso da vaidade nos artistas, a sua relação amorosa de há 40 anos, os filhos emigrados, a inquietação com a IA, o gosto por fazer filmes em vídeo, como lida com a falha, e os seus pequenos grandes prazeres quotidianos. No final, ainda lê um poema de Alberto Pimenta, partilha uma boa notícia e algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trend Talks 05 | Instants? o que é essa nova ferramenta de fotos do Instagram que não traz muita novidade mas todos os seus amigos já estão explorando com fotos nonsense? (O passo a passo pra desinstalar esse recurso ao final da descrição)Por aqui toda semana um novo episódio destacando uma TREND diferente que surge no universo de comunicação, marketing, influência e consumo digital.O Influcast na temporada Trend Talks é apresentado por:Andressa Griffante (Jornalista e Especialista em Creator Economy) - https://www.linkedin.com/in/andressagriffante/Taís Carra (Profissional de Marketing e Especialização em Comportamento de Consumo) - https://www.linkedin.com/in/taiscarra/Acesse nossos perfis no LinkedIn e fique por dentro dos outros projetos das hosts!Entre para a turma de “Marketing de Influência na Prática” - https://rsbloggers.com/influencianapraticaSocorro! Quero desinstalar esse Instants! #comofaz:Abra o Instagram.Toque na sua foto de perfil, no canto inferior direito.Vá até o menu de três linhas (três traços), no canto superior direito.Role para baixo e selecione a opção Preferências de conteúdo.Procure e ative a opção Ocultar instants (ou "Ocultar instants na sua caixa de entrada").
Nos anos 80 e 90, Ana Deus tornou-se conhecida como a voz feminina dos Ban, uma banda pop que marcou uma geração. “Eu era a punk numa banda de betos.” Depois, com a escritora Regina Guimarães, criou outra banda icónica, os “Três Tristes Tigres”. Uma formação que regressou com renovada garra com o álbum “Arca”. Um disco lúcido, com letras afiadas, que são a anatomia de um tempo, distinguido pelo Expresso como um dos melhores de 2025. Atualmente está a ensaiar com músicos reclusos na prisão de Custóias e está convicta que, de alguma forma, a música liberta. “A minha preocupação na música tem sido com o mais pequeno, o quase invisível, o que está na margem da atenção.” Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você consegue viver sabendo que existem coisas que você nunca vai poder viver?Quero ouvir suas sugestões: subrumundo@gmail.comFacebook: Subrumundo terror.Instagram: @subrumundoQuer apoiar o projeto?https://apoia.se/subrumundopatreon.com/subrumundo www.catarse.me/subrumundoterrorMusic from:www.incompetech.comwww.youtube.com/myuujiDave GrusinRose's Ambiencehttps://www.youtube.com/@RosesAmbience
Até o próximo dia 23 de maio, as atenções dos cinéfilos do mundo todo se voltam para o Festival de Cinema de Cannes. A participação do Brasil neste ano é bem mais discreta do que em anos anteriores. Nenhum longa brasileiro foi selecionado, mas o curta Laser-Gato, de Lucas Acher, representa o país na mostra La Cinef. Adriana Brandão, enviada especial a Cannes O Brasil está presente neste ano no Festival de Cannes em quatro coproduções de longas-metragens. Paper Tiger, do veterano diretor americano James Gray, é produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, um dos latino-americanos mais influentes de Hollywood. O thriller, estrelado por Adam Driver e Scarlett Johansson, concorre à Palma de Ouro. Na seleção Um Certo Olhar, voltada ao cinema emergente, o nepalês Elefantes na Névoa também é coproduzido pelo Brasil, assim como Seis Meses no Prédio Rosa e Azul, do diretor mexicano Bruno Santamaría Razo, que integra a mostra paralela Semana da Crítica. O ator Selton Mello estará nas telas de Cannes como protagonista de La Perra. O longa da chilena Dominga Sotomayor estreia na seleção paralela Quinzena dos Cineastas. O paulistano Lucas Acher é o único cineasta do país selecionado. O curta-metragem Laser-Gato será exibido na mostra La Cinef, dedicada a filmes de escolas de cinema. Cinema do Brasil Como todos os anos, o Brasil marca presença no importante Mercado do Filme do Festival. Depois de ser o país convidado de honra no ano passado, mais de 200 profissionais, entre produtores e cineastas, além de várias instituições públicas e privadas, voltam a Cannes em busca de parcerias de produção e distribuição. A participação brasileira é organizada pelo Cinema do Brasil, programa de internacionalização do setor em parceria com a Apex, com apoio da Spcine e da RioFilme. A novidade deste ano é a “Matinée Brésil”, uma manhã inteira de debates e encontros, na segunda-feira (18), dedicada a mostrar como o país está se posicionando em relação ao cinema e ao audiovisual. “O que a gente está tentando consolidar é manter constante esse bom momento do cinema nacional que alcançamos, para poder aproveitá-lo por um longo período, evitando aqueles ciclos viciosos que existem no Brasil, com rupturas nas políticas públicas e na promoção do que se faz no país, dos nossos filmes e das nossas séries”, afirma Leonardo Edde, diretor-presidente da RioFilme. Ele avalia que, apesar da presença discreta do Brasil nas seleções competitivas de Cannes, o cinema brasileiro vive um bom momento. “Este ano tivemos uma participação pequena aqui em Cannes, ao contrário do ano passado, quando houve grande presença. Mas isso também se deve às quebras de ciclos nas políticas públicas. Muitas vezes, sentimos os efeitos disso apenas anos depois. Estamos vivendo momentos de glória por um lado, mas ainda enfrentamos os resquícios da crise da última gestão federal.” Leonardo Edde reforça que a participação no Mercado do Filme de Cannes, considerado o centro da produção cinematográfica mundial, “visa manter o cinema nacional no cenário global”. Elogios e críticas Apesar de elogiarem a política pública de cinema desde a criação da Ancine, que permitiu sucessos mundiais como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, alguns produtores presentes em Cannes reclamam da má distribuição de verbas no setor. A veterana Sara Silveira frequenta o Mercado do Filme de Cannes há mais de 20 anos. Nesta edição, participa com três filmes e um projeto. Ela pede mais apoio ao cinema autoral brasileiro. “Estou com 76 anos, sou uma produtora brasileira extremamente ativa, tenho muita vitalidade e tenho encontrado dificuldades para captar recursos para o meu cinema de porte médio, que é o cinema básico brasileiro, que faz história e diz o que precisa ser dito. Nosso cinema precisa ser reconhecido. É esse cinema de autor que forma a base”, salienta. Sara Silveira defende mais “dividendos, força e coragem” para esse tipo de cinema: “Para que possamos realizá-lo e trazer o Brasil para essas telas (de Cannes), é preciso que esse dinheiro, que é do próprio setor, seja revertido e volte para nós, sendo melhor gerido e distribuído.” Emocionada, ela também pede maior inclusão. “Há jovens, pessoas de meia-idade e também há o etarismo — eu sou etária. Quero que reconheçam a minha força. Quero ter energia, modernidade e a liberdade de fazer cinema em todas as idades, com todos os gêneros. Isso é fundamental para mim: inclusão. Contem comigo. Sou uma militante da arte e do cinema brasileiro”, afirma. Para o produtor Lucas Pelegrino, o grande problema é a imprevisibilidade dos editais. “A principal reclamação é que fazemos reuniões, fechamos acordos, o parceiro capta a parte dele, e nós, no Brasil, ficamos sem recursos porque não sabemos quando os editais serão abertos, o que nos impede de nos posicionar adequadamente. Foi o que aconteceu comigo: no ano passado tivemos reuniões, mas os editais que esperávamos não foram lançados”, conta. Segundo o jovem produtor de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, essa indefinição enfraquece os brasileiros. “Perdemos credibilidade na hora de negociar projetos. É mais uma questão de organização de prazos do que de dinheiro. Existe um volume considerável de recursos, especialmente no fundo setorial, além da Lei Aldir Blanc e do ProAC em São Paulo. São mecanismos incríveis, mas falta previsibilidade, e isso pesa mais”, reforça. Lucas Pelegrino produz principalmente filmes de gênero, como fantasia e terror. Ele busca recursos em Cannes para internacionalizar o projeto A Usina Atrás do Morro, baseado na obra do autor brasileiro de realismo mágico José J. Veiga. O Mercado do Filme termina no dia 20 de maio, três dias antes do 79º Festival Internacional de Cinema de Cannes.
Foi-se um homem da casa de Levi e casou com uma descendente de Levi. Êxodo 2: Perto quero estar, junto aos Teus pés Há uma música gospel, do Ministério Toque no Altar, que enquanto eu lia a palavra hoje, tocava ao fundo em minha mente, e ela diz assim: “Perto [...]
"Onde nascem os pirilampos", da portuguesa Clara Vieira é uma curta metragem em competição no Festival de Cinema de Cannes. Dois adolescentes não se atrevem a assumir uma relação amorosa num filme que alerta também para a consciência ecológica. A obra integra a selecção La Cinef, consagrada aos filmes de escolas de cinema. A realizadora, estudante da Escola Superior de Teatro e Cinema em Portugal, chega, desta feita, a um dos mais prestigiosos festivais da sétima arte do mundo. Após uma estreia no Indie Lisboa, ela começa por reagir a enfim, a esta sua selecção para Cannes. Foi uma grande surpresa porque não estava nada à espera, não é? Isto é uma coisa que não costuma a acontecer. Então daí pronto, a minha reacção. E então, quando surgiu a notícia, a sua sensação foi o quê? De incredulidade? Sim, basicamente isso. Mas também porque, como estou ainda a terminar a escola, ainda tenho muitos trabalhos para fazer. Ainda tenho muita coisa a acontecer e por isso a notícia foi um bocado "overwhelming" [avassaladora] nesse sentido. Precisamente, é um filme de escola ou porque está integrado de facto, lá onde concorrem filmes precisamente de escolas de cinema, como é o caso da sua, que é uma Escola superior de teatro e cinema. Ia perguntar-lhe para chegar a este produto final como é que foi, por exemplo, a selecção do elenco e a rodagem ? A selecção do elenco nós fizemo-lo antes de ter o argumento escrito. Ou seja, foi um processo muito colaborativo com os actores. Por acaso, uma coisa que acontece na nossa equipa que não acontece com mais nenhuma outra equipa a nível profissional, é o facto de nós nos conhecermos há três anos, não é? Então nós trabalhamos juntos há três anos e por isso já temos uma dinâmica de turma criada ali, relações pessoais também. E acaba o trabalho por ser muito mais fácil nesse sentido. Quem são estes actores que estão a dar corpo ao seu filme? O Miguel Melro é um rapper. Ele faz batalhas de rap na Liga Knock Out, mas também é actor. E depois os outros quatro são amigos mesmo. E também são actores. Tiraram a formação na Academia Contemporânea do Espectáculo, que foi onde eu também fiz teatro. O que é que pretendeu com este argumento? Ou seja, o que eu queria era uma forma também de documentar um grupo de amigos, porque a ideia de grupo é uma coisa que me fascina muito. Eu acho que a ideia do grupo é uma coisa forte. Ou seja, também por conhecer o trabalho de actor, não é porque também já tenho formação em teatro. Acho que uma coisa que me interessava era trabalhar com actores no processo criativo, ou seja, o actor como criador também. E acho que isso depois sente se bastante no filme que eles fizeram parte desse processo. Então os pirilampos produzem luz, mas sem produzir calor. Vão normalmente acasalar em Maio e Junho. E na altura, machos e fêmeas produzem luzes para comunicar. Há um fascínio enorme em relação aos pirilampos e em relação a este processo, nós vêmo-lo, aliás, no filme. O que é que pretendia efectivamente fazer em torno dos pirilampos para este filme? A ideia dramatúrgica do filme era que nós experienciássemos o processo emocional das personagens através da luz. À ideia dos pirilampos surgiu por causa da questão ecológica que o filme também aborda. Ou seja, neste caso, a extinção dos pirilampos, que é uma coisa que está posta em causa no filme de forma um bocado subtil, mas é um factor ambiental, digamos assim, que está em causa. E por isso pareceu-me uma boa relação. Também porque visualmente eu acho bastante mágico, na medida em que para mim, haver pirilampos é uma ideia abstracta, porque eu nunca os vi. Então também tem esse lado. É um grupo de jovens que acampa. Nós vemo los comer, rir-se. E então o Melro de que falava vai a procura de pirilampos e leva consigo uma jovem para chegar a este produto final em Cannes. Disse que tinha também formação na área de teatro e referências cinematográficas. Quais são as que tem? O que é que gostou de ver? O que é que privilegiou em relação ao cinema que também foi consumindo para chegar agora aqui à fase final da sua formação superior? É difícil porque para mim é mesmo uma mistura de tudo. No processo criativo não passa só pelo cinema, referências cinematográficas, passa também por referências... Teatrais, dizia, que gostava muito... Teatrais. Sim, também por bandas desenhadas. Muitas coisas, então. Mas eu posso assim falar, se calhar... De Portugal, do estrangeiro ? Sim, sim, sim. Se calhar eu posso falar de referências cinematográficas. O Apichatpong [Weeasethakul] é claramente uma grande referência para mim. Cinema tailandês, então, não é? Sim, também gosto muito do [Werner] Herzog. Se calhar em Portugal a Catarina Vasconcelos. Porque a mim agrada-me bastante a ideia de espiritualidade no cinema, ou seja, a ideia de acreditar em coisas que não vemos. Eu sinto que eles todos falam muito de fantasmas, menos o Herzog. O Herzog chama mais a terra. Mas há também esse contraste, que é interessante. Vai a Cannes, teve tempo ou oportunidade de ver quais são as outras propostas que vão contracenar com a sua lá na Mostra La Cinef da prestigiosa selecção oficial. Há coisas que já tentou ver que vai tentar ver ? Sim, a ideia e estamos a falar só na categoria La Cinef ou... ? Começando pela sua categoria, sim. Sim, a ideia é eu. Eu quero ver todos os filmes que estão na competição. E está muito optimista, muito pessimista ? Muito "logo se vê" ? Em que estado de espírito é que está ? Eu vi numa notícia que eu sou a realizadora mais nova. Então eu não estou propriamente com muita expectativa, porque são pessoas que estudam muitos anos cinema. Ou seja, aqui em Portugal são só três anos. Acredito que noutros países serão mais e que se calhar também tem outros recursos e isso é uma coisa que se calhar é intimidante. Mas não sei. Eu acho que estar lá por si só já é uma grande vitória. Mas gostava de ganhar, obviamente. Vai tentar então ver muito cinema. E quais são assim os nomes de cineastas que vão ter filmes a serem exibidos em Cannes, que lhe chamaram mais a atenção e que porventura vai tentar privilegiar? Eu ainda estava aqui a estudar o cartaz. Eu gosto muito da realizadora do "I saw the TV glow" [Jane Schoenbrune] sei que ela vai ter um filme, também do realizador do "Close" [Lukas Dhont]. Também é um filme que eu adoro. Mas eu quero muito ver os filmes portugueses. Estou muito entusiasmada. Quero mesmo muito ver. Eu gostei muito da premissa do do filme do Daniel. Do Daniel Soares, que está em competição nas curtas da selecção oficial. Sim.
Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer ..Eu não estou doente, espero ainda poder viver muitos e muitos anos. Mas, colocando a mão na consciência, decidi que não quero dar dores de cabeça extras para a minha família quando eu partir. Quero proporcionar a quem me ama a vivência só da dor do luto, não camadas extras de sofrimento. O luto já é suficientemente desafiador.Deixar a partida organizada envolve coisa que a gente mais ou menos sabe, tipo testamento de bens, plano funerário… Mas muito disso está em uma espécie de ponto cego, cheio de pormenores que a gente nem imagina. Fazer tudo isso sozinho pode ser chato e também emocionalmente desafiador. Mas meu convite é pra que você se organize junto comigo.Eu estou começando essa trilha agora e quero te dar o caminho das pedras pra que você inicie a sua também. Eu vou estar alguns passos à frente e vou te contando tudo, ta?Esse é um episódio de bastidores. Você está comigo nas tomadas de decisão pra essa missão de deixar tudo pronto pra quando eu morrer e nas escolhas que a gente aqui do inFINITO está fazendo pra dividir essas informações do melhor jeito contigo...Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize. Você está convidado para fazer parte disso: entre no nosso site, conheça detalhes e se inscreva para participar do nosso grupo de WhatsApp, onde haverá informações, materiais extras e troca de figurinhas para que você saiba tudo o que precisa pra começar. É de graça, é só chegar!https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer Pensar sobre isso é um ato de amor.Beijos e abraços, Tom ..FICHA TÉCNICAIdealização e apresentação: Tom AlmeidaEstruturação de projeto: Flávio Vieira Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudioCriação de conceito visual: Marcela StreetDireção de arte e distribuição: Maju AlmeidaEnsaio fotográfico: Bruna AlbinoProdução: Gabriela FerigatoSupervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo AlvesTrilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot SessionsAgradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa BarrosPatrocínio: Memorial Parque das Cerejeiras e Guarda Digital Apoio: Instituto Olga Rabinovich
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Certo dia, um professor aplicava uma prova.A sala estava em silêncio. O relógio corria. E cada aluno, entre a ansiedade e a concentração, tentava encontrar as respostas certas antes que o tempo acabasse.Faltando poucos minutos para o fim, um jovem levantou a mão e pediu:— Professor… o senhor pode me dar uma folha em branco?O professor estranhou. Levou a folha até ele e perguntou:— Mais uma? O que aconteceu?E o rapaz respondeu, quase sem jeito:— Eu tentei responder tudo… mas me perdi. Rabisquei demais. Fiz uma confusão danada. Quero começar outra vez.O professor entregou a folha e, enquanto caminhava de volta, ficou torcendo em silêncio para que aquele aluno conseguisse recomeçar.E talvez… seja exatamente isso que Deus faz conosco todos os dias.Porque toda manhã, quando abrimos os olhos, recebemos do céu uma nova folha em branco.Uma nova chance.Um novo começo.Uma nova oportunidade de escrever diferente.Mas quantas vezes a gente rabisca a própria história?Quantas vezes mistura medo, pressa, mágoa, orgulho… e transforma a vida numa confusão difícil de entender?Há dias em que amassamos sonhos.Dias em que desperdiçamos tempo.Dias em que deixamos a esperança escorrer pelos dedos.Mesmo assim… Deus continua nos entregando outra folha.O hoje.E talvez hoje seja o dia de passar a vida a limpo.Escrever com mais calma.Com mais verdade.Com mais amor.Talvez hoje seja o momento de trocar palavras pesadas por gestos de dignidade…De substituir a tristeza pela fé…A indiferença pela amizade…E o egoísmo pela fraternidade.Porque no fim das contas, a vida não exige que sejamos perfeitos.Ela apenas espera que façamos o melhor que pudermos com a página que recebemos.Não importa a idade.Não importa o dinheiro.Não importa quantas vezes você já tenha errado.Enquanto existir hoje… existe oportunidade.Por isso, não desperdice esta folha em branco.Escreva nela abraços sinceros.Escreva perdão.Escreva coragem.Escreva esperança.E acima de tudo… escreva amor.Porque conjugar o verbo amar é permitir que a nossa história seja lembrada não pelas quedas… mas pela luz que deixamos no caminho de alguém.A felicidade não cai do céu pronta.Ela nasce da busca.Da fé.Da coragem de continuar mesmo depois dos rabiscos.Deus já entregou a página de hoje nas suas mãos.Agora… a caneta é sua.
Es urgente rebajar la tensión en el estrecho de Ormuz, afirma Guterres. Hantavirus: Continúa la evacuación de los pasajeros del crucero en Tenerife. La ONU alerta que la protección de los bosques sigue siendo insuficiente. Grupo de Trabajo pide a Venezuela una investigación sobre la desaparición forzada y muerte en custodia de Víctor Quero.
El caso de la muerte del preso político Víctor Quero Navas genera indignación internacional luego de que su madre, quien durante semanas exigió una fe de vida de su hijo, acudiera este viernes a la exhumación del cuerpo. Legisladores estadounidenses condenaron lo ocurrido.
Nesta mensagem de encorajamento, a pastora Talitha confronta um lugar muito sutil do nosso coração: a tendência de viver olhando para o que Deus já fez e perder o que Ele está fazendo agora.
Oro Por Você 03148 – 07 de maio de 2026 Pai, preciso de Tua ajuda para me afastar do que não é santo, daquilo que não presta, daquilo que me impede de ter uma verdadeira comunhão contigo. Ajuda-me a fazer o necessário para remover do coração o que não é Teu ideal para mim. Às vezes são pensamentos egoístas, pessimistas, carregados de dúvidas e questionamentos. Outras vezes são atitudes concretas cheias de pecado. Quero que minha vida seja um cântico de gratidão a Ti, brotando de um coração arrependido e sincero. Por isso, obrigado porque não me tratas segundo os meus pecados. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sounds catcher Jeferson Quero joins Jeff Hem on the pregame show to talk about his big offensive game the day before in Charlotte, how he's feeling so far this season compared to last year, and what his recent major league debut meant to him and his family, especially following a couple of trying injury-shortened seasons
Aproveitando que Luan acabou de se mudar pra morar com a esposa, ficamos budejando sobre sair da casa dos pais. O eterno dilema entre ter mais privacidade ou ter que arcar com todas as despesas de uma casa. Ainda sobrou tempo pra se perguntar como botar um menino no mundo em pleno 2026 e demos umas diquinhas do que andamos assistindo & lendo ultimamente. ==========CRÉDITOS:PARTICIPANTES: Luan Alencar, Pedro Philippe e Vamille Furtado EDIÇÃO: Luan AlencarTRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira ==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.
Ouça aqui a segunda parte da conversa com a atriz e encenadora Carla Maciel, que aqui revela muitos dos sonhos que persegue e como, nesta fase da vida em que os filhos estão mais crescidos, se quer cumprir mais como atriz. "Quero estar em todo o lado." A atriz recusa ver o passar dos anos como um obstáculo, apesar do culto da juventude numa certa ficção. "Atrizes de 50 na televisão costumam ter os papéis das avós. Não me sinto velha. Quero trabalhar até aos 80." E Carla conta como foi importante para si ter tirado um mestrado, numa fase mais madura da vida. Depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê poemas de Sophia e de Raquel Nobre Guerra e ainda deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 03129 – 18 de abril de 2026 Pai, às vezes é tão difícil aceitar o Teu amor eterno! Guarda-me dos pensamentos distorcidos que me afastam de Ti, do perfeccionismo que me desanima e das tentativas fúteis de merecer esse amor. Sabe, Pai, às vezes eu fico desanimado pois acho que estou sozinho. Algumas provações parecem não ter fim. Preciso de um pouco da Tua perspectiva eterna para suportar as dificuldades do presente. Obrigado porque me ajudas a ser paciente e a perseverar em meio às tribulações. Fica comigo sempre. Ensina-me a receber Tua graça e aceitar a Tua soberana vontade em minha vida. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01737 – 17 de abril de 2026 Provérbios 10:9 – Quem anda em integridade anda seguro, mas o que perverte os seus caminhos será conhecido. Nossos dias são de insegurança. Há violência por todos os lados. Você sai de casa de manhã e não está seguro de voltar à noite. As empresas que prestam serviço de segurança têm crescido muito nos últimos anos. Quem não deseja proteger-se? No verso de hoje, encontramos a receita divina para andar seguro. “Quem anda em integridade”, afirma o escritor bíblico, “anda seguro”. Integridade, em hebraico tõm, significa completo. Se as flechas envenenadas estiverem ferindo todo mundo, você estará seguro se todo o seu corpo estiver protegido no refúgio. Não pode deixar nada do lado de fora. Nem a cabeça, nem os braços, nem os pés. O refúgio é sua segurança. Esta é a recomendação divina: Ande nos caminhos do Senhor com todo o seu ser, de forma completa, com sua mente, com seu corpo e com sua alma. Não se divida, não se desintegre. Isso pode ser fatal. A antítese de integridade, na opinião de Salomão, é a perversão. O dicionário define a perversão como corrupção ou deterioração. Quando uma pessoa morre, seu corpo entra em deterioração. É um processo lento. Segundo a segundo. Minuto a minuto. Dia após dia, até que fica completamente apodrecido e, com o tempo, vira pó. Esse é o futuro para quem não segue com integridade os conselhos divinos. O perigo que corremos não é o que os homens podem nos fazer. Não são as ameaças da noite ou do dia, nem os flagelos ou cataclismos da natureza. O grande perigo é ficar com um pé dentro do refúgio e com o outro fora dele. Pretender servir a dois senhores é cruel. Nenhum ser dividido tem paz. Vive, mas está morto. Desintegrando-se. Deteriorando-se num processo lento, doloroso e irreversível. Há esperança para quem se feriu psicológica e emocionalmente tentando viver uma vida dupla? Há sim. Quando Jesus esteve na Terra, encontrou pessoas destruídas, como a samaritana, Maria Madalena e Zaqueu, e os reconstruiu por dentro. Ele os fez de novo e os curou. Hoje, Jesus continua disposto a fazer maravilhas. É só ir a Ele e dizer, orando: Aqui estou, Senhor! Toma a minha vida nas Tuas mãos. Quero andar em integridade, andar seguro, protegido por Tuas mãos. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Ela não quer ter filhos. Ele quer. Numa relação sólida e feliz, quanto pesam os inegociáveis?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 03127 – 16 de abril de 2026 Pai, quando vierem as dúvidas e os desafios, não quero confiar em minhas próprias forças, nem na força de outros. Quero subir Tua montanha em oração, e ali, buscar Teu poder. Muito obrigado porque não preciso enfrentar as provações sozinho. Tu estás comigo. Isso é maravilhoso demais! Tu és a resposta à nossas perguntas e a solução para nossos problemas. Não temos sabedoria para enfrentar as tempestades da vida, mas Tu tens. Em Tua presença encontramos auxílio, esperança e cura. Por isso, por favor, toma conta de todas as coisas. Faça o melhor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Profa Ju chegando. Tudo bem por aqui? Semana começando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais pouquinho de português. O podcast que te acompanha nas suas ações há 6 anos. Preciso dizer também que Falar Português Brasileiro não é somente ouvir um conteúdo em português. Falar Português Brasileiro é permitir que você atravesse tempos que não podem ser medidos em relógios, mas em sensações e experiências. Um tempo que não marca acontecimentos pontuais, mas constrói atmosferas, rotinas, lembranças. Um tempo que, quando bem compreendido, transforma completamente a forma como você fala português. Eu estou muito romântica nestes episódios.Quero proporcionar para você a gramática de uma forma mais agradável.Assim, este episódio começo com uma pergunta. Você vive no tempo… mas será que você sabe falar sobre ele?Pensa comigo.Você acorda.Você trabalha.Você estuda.Você descansa.Quando? Com que frequência você realiza essas ações, acordar, trabalhar, estudar, descansar, ouvir. Você já ouviu falar sobre os advérbios de tempo e de frequência? Talvez este seja um conteúdo muito ignorado nos cursos de idiomas e até mesmo nas redes sociais, mas com FPB nada fica de lado! Neste episódio você não vai aprender só palavras soltas ou isoladas, você vai aprender a organizar a sua vida em português.Vamos começar pelas diferenças, existe uma diferenã muito grande entre dizer:“Eu estudo português.”e dizer:“Eu estudo português todos os dias.”ou“Eu estudei português ontem.”ou ainda“Eu raramente estudo português.”No primeiro exemplo, você tem uma informação.Nos outros, você tem uma história.E é isso que os advérbios fazem.
E aí, tudo bem por aqui?Profa Ju chegando. Sejam todos bem-vindos. Semana começando e mais um episódio do nosso podcast Falar Português Brasileiro para você aprender mais um pouquinho de português, o podcast que te acompanha enquanto você caminha, lava a louça, dirige, passeia com o cachorro, organiza a casa ou simplesmente tira alguns minutos do dia para estudar português.Vamos continuar falando sobre os verbos? Contudo, diferente dos episódios anteriores, vou contar uma história. Não vamos começar falando das regras, vamos começar falando sobre uma sensação. Sabe aquele momento em que você percebe que algo já mudou, acabou… e não tem mais volta? Talvez tenha sido uma conversa. Talvez uma decisão. Talvez um dia comum… que terminou diferente.Esse momento tem um tempo verbal. E é sobre ele que a gente vai falar hoje.O pretérito perfeito do indicativo. Não vou falar como gramática, vou falar como vida, experiência. Quero que feche os olhos por um segundo ... bom, se puder, se não estiver dirigindo ou fazendo qualquer outra coisa que possa colocar em risco a sua vida.
Se sua operação ainda depende de vendedor “bom de papo”, você está correndo exatamente esse risco. Neste episódio, eu mostro por que esse modelo está morto — e o que Vendedor, Gestor e Empresa precisam fazer agora para competir em um mercado movido a dados, automação e inteligência artificial. O que você vai encontrar neste episódio Por que o cliente chega à reunião sabendo mais que o seu vendedor Como usar o LinkedIn para mapear decisores antes do primeiro contato O Triângulo da Eficiência: Empresa, Gestor e Vendedor evoluindo juntos O risco de concentrar inteligência em uma única pessoa 3 ações práticas para começar imediatamente Seu LinkedIn está gerando vendas ou só visualizações? Se você quer estruturar um processo previsível de prospecção e vendas B2B, agende uma conversa comigo. Agende aqui sua conversa sobre a Mentoria LinkedIn: https://cal.com/calldireto/aovivo Veja exatamente como funciona a mentoria: https://workshop.com.br/Mentoria_LinkedIn.pdf Ou fale direto comigo no WhatsApp: https://wa.me/5511991097186?text=Quero%20análise%20perfil%20LinkedIn Conecte-se comigo no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marciomiranda10 “Na vida você não ganha o que merece. Ganha o que consegue negociar.”
Radicada no Porto, a artista visual brasileira Camila Senna assina para esta Páscoa a identidade de uma das casas de chocolates mais tradicionais de Portugal. O trabalho marca um momento de afirmação da sua trajetória artística. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Portugal “Foi muito especial receber esse convite, porque eu já me identificava com a marca. Eu já era cliente desde que cheguei em Portugal”, afirma a artista. O desafio, segundo Camila, foi encontrar um ponto de equilíbrio entre passado e presente. “Foi trazer um frescor, uma novidade, mas sem perder esse lado tradicional da marca.” Para construir essa nova linguagem visual, Camila Senna partiu da origem do próprio chocolate. “Eu fui buscar o cacau, que tem uma forte ligação com o Brasil, e trabalhei com aquarela, que é uma forma manual, assim como o próprio processo de produção do chocolate.” A técnica escolhida reforça a dimensão artesanal do projeto. Nas embalagens, cores mais vibrantes aparecem integradas a uma composição equilibrada, marcada por gestos delicados e atenção aos detalhes, que se revelam de forma gradual. A artista buscou provocar sensações e ativar memórias afetivas. “A ideia é que as pessoas não vejam só como um produto, mas como algo especial, com cuidado artístico, que desperte curiosidade, prazer e até um toque de nostalgia”, explica. Entre o Rio e o Porto: uma identidade em construção A linguagem visual desta coleção nasce de um percurso marcado por deslocamentos e reinvenção. Camila deixou o Rio de Janeiro em 2019 e consolidou a carreira em Portugal. "Foi aqui que mergulhei na cerâmica e comecei a explorar novos materiais”, aponta. Apesar das novas influências, a artista sublinha a importância das suas raízes: seu trabalho reflete o cruzamento de referências. “Eu mantive muito a minha essência brasileira, trazendo cor, alegria, o lado mais espontâneo. É uma mistura de um toque de tropicalidade com um olhar mais calmo e detalhista, que fui desenvolvendo aqui em Portugal", afirma. “O Rio, as cores, a alegria me inspiram muito. O meu trabalho acaba sendo esse encontro entre o que eu vivo aqui e o que eu trago comigo. Essa alma colorida continua sempre presente.” O Porto como território criativo A instalação em Portugal aconteceu em circunstâncias imprevistas. “Vim com a ideia de ficar um mês, e acabei me apaixonando pela cidade”, diz a artista visual. Instalada no norte do país, a artista encontra na cidade uma fonte de inspiração para seu processo criativo. “O Porto respira arte. Eu me inspiro no que vejo no dia a dia, nas texturas, nas cores.” A colaboração com uma marca de doces e chocolates surge em um momento de amadurecimento da sua carreira. Com ateliê próprio no Porto, Camila Senna desenvolve hoje projetos autorais e iniciativas de partilha criativa. “Faço workshops de desbloqueio criativo, onde o processo é tão importante quanto o resultado. Quero continuar a crescer de forma mais estruturada, com colaborações e projetos que reforcem a minha identidade.”
Ben Lindbergh and Meg Rowley banter about Mike Trout’s hot start, Dub Gleed’s (nick)name, the challenge system as a mainstream sensation, several tactical considerations, listener emails, premature conclusions, and pedantic points after a weekend’s worth of ABS action, Munetaka Murakami’s early slugging, a Brewers call-up and extension, NBC’s broadcast crews, and more, plus a few follow-ups. Audio intro: Philip Tapley and Michael Stokes, “Effectively Wild Theme” Audio outro: Guy Russo, “Effectively Wild Theme” Link to the other ABS Link to Gleed trade story Link to challenge system tweet 1 Link to challenge system tweet 2 Link to Ben on the challenge system Link to Sam on the challenge system Link to UmpScorecards data Link to Rosenthal on the challenge system Link to Passan on the challenge system Link to ABS system wiki Link to Petriello on 2025 ABS data Link to team ABS leaderboard Link to ABS dashboard Link to ABS player leaderboard Link to Crizer on the challenge system Link to debutant dingers query Link to 2026 debutant dingers Link to Murakami NPB analysis Link to Murakami fun fact Link to Reds Opening Days story Link to Shelton ejection clip Link to Bucknor story Link to Bucknor challenges Link to Bucknor scorecard Link to Bucknor story Link to Cora ejection Link to ABS and manager ejections info 1 Link to ABS and manager ejections info 2 Link to ABS and manager ejections info 3 Link to Quero call-up info Link to MLBTR on Pratt Link to FG Brewers list Link to Sam on check swings Link to AP on Benetti Link to MLBTR on Pratt Link to listener emails database Link to “burn the ships” wiki Link to article about Syracuse team Sponsor Us on Patreon Give a Gift Subscription Email Us: podcast@fangraphs.com Effectively Wild Subreddit Effectively Wild Wiki Apple Podcasts Feed Spotify Feed YouTube Playlist Facebook Group Bluesky Account Twitter Account Get Our Merch! var SERVER_DATA = Object.assign(SERVER_DATA || {}); Source
Fantasy Baseball Live – March 29, 2026 @ 3 pm – I need to be done by 4:15 pm.Segment 1 – Review the games of the weekendOther notes:1.Cam Schlitter was dominate in his first outing – 5.1 IP, 1 hit, 0 ER, 8K/1BBa.I wasn't sure about him coming into the season, but WOW that was something.2.Several rookies have gotten off to strong startsa.Chase DeLauter – 4 for 9, 2K/0BB, 3 HR against the Mariners (against Gilbert and Kirby)b.JJ Wetherholt – 3 for 9, 1 HR, 1 SB, 1K/0BB, including a walk off hitc.Sal Stewart – 5 for 8, 1 HR, 1K/0BB3.Michael McGreevy fastball averaged 90.7 mph (T 92.2) with only 6 whiffs on 36 swings, but somehow no-hit the Rays for six innings. I'm not sure about this one. Thoughts?4.Andrew Vaughn becomes the fourth guy to fracture his hamate bone. Jeferson Quero gets the callup, they shift Bauers to first for Saturday's game and Lockridge fills in for Bauers, who was filling in for Chourio.a.Any interest in Quero. b.Odd, they didn't give Tyler Black a shot after a great spring.5.Christopher Morel has an oblique issue and the Marlins call on Deyvison De Los Santos to make his long awaited MLB debut?a.Any interest?Segment 2 – Tim's First Waiver Wire of the yearSegment 3 – Closer ReportClose
Oro Por Você 03110 – 30 de março de 2026 Ó Deus, adoro o Senhor e exalto-O acima de tudo em minha vida. Revela-Te a mim de uma forma nova e maravilhosa, pois preciso conhecer melhor o Senhor. O Senhor é Todo-Poderoso e magnífico, e tenho alegria ao adorar-Te. Obrigado porque, ao me achegar ao Senhor, recebo instrução para a mente, a alma e o espírito acerca das coisas que preciso saber. Ajude-me a viver em Tua presença, em que posso encontrar cura e plenitude. Sei que as coisas se resolvem quando dedico tempo a Ti. Me ajuda para isso, por favor. Toma conta de cada cantinho de minha vida. Em nome de Jesus, amém. Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que há em comum entre uma bateria antiaérea da Segunda Guerra Mundial, os algoritmos do WhatsApp e o bolsonarismo? Para Letícia Cesarino, professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina, a resposta está na cibernética. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Letícia para discutir seu artigo recém-publicado na revista Current Anthropology: “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil“, no qual ela aplica o quadro teórico da ecologia da mente, desenvolvido pelo antropólogo Gregory Bateson, para reler o bolsonarismo como um sistema tecnopolítico. No bloco de notícias, David traz dois termômetros da extrema-direita global: os resultados das eleições municipais na França, que revelam o avanço territorial do Rassemblement National a despeito de um teto de vidro nas grandes cidades, e as eleições húngaras de abril, onde Peter Magyar desafia 15 anos de governo Orbán. E ainda tem, no último bloco, dica cultural. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Letícia Cesarino (UFSC), David Magalhães e Guilherme Casarões Capa do episódio: Agência Brasil (CC BY 3.0 BR) Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 — Abertura 00:02 — Entrevista: ecologia da mente, cibernética e extrema-direita digital 00:32 — Bolsonarismo, populismo e públicos digitais artificiais 00:45 — Radicalização, a lacuna online-offline e os limites da etnografia 00:57 — Boletim: França — eleições municipais e o Rassemblement National 01:03 — Boletim: Hungria — Orbán e Peter Magyar às vésperas das eleições de abril 01:08 — Dica cultural: Feels Good Man (Amazon Prime, 2020) Citados no episódio CESARINO, Letícia. “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil”. Current Anthropology, 2026. BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind. Chandler, 1972. GALISON, Peter. “The Ontology of the Enemy: Norbert Wiener and the Cybernetic Vision”. Critical Inquiry, v. 21, n. 1, 1994. WIENER, Norbert. Cybernetics: Or Control and Communication in the Animal and the Machine. MIT Press, 1948. MASSUMI, Brian. Ontopower: War, Powers, and the State of Perception. Duke University Press, 2015. SIMONDON, Gilbert. L’individuation à la lumière des notions de forme et d’information. Jérôme Millon, 2005. LIFTON, Robert Jay. The Nazi Doctors: Medical Killing and the Psychology of Genocide. Basic Books, 1986. EASTON, David. A Systems Analysis of Political Life. Wiley, 1965. Documentário Feels Good Man. Direção: Arthur Jones. EUA, 2020. Disponível na Amazon Prime. Chute 391 — Transcrição Parceria Chutando a Escada e Observatório da Extrema Direita Publicado em 26 de março de 2026 Abertura David Magalhães: Olá, pessoal! Sejam bem-vindos e bem-vindas a mais um episódio da parceria entre o Chutando a Escada e o Observatório da Extrema Direita — o primeiro episódio de 2026. A partir de agora, nos encontramos sempre na última semana de cada mês com episódios dedicados a discutir a extrema-direita em suas dimensões globais, teóricas e também reagindo ao calor dos acontecimentos. Para quem já acompanha o podcast, vale lembrar que nosso programa segue dividido em três blocos. No primeiro, trazemos uma entrevista mais aprofundada com pesquisadores e pesquisadoras que estão na linha de frente desse debate. Depois, passamos para um boletim com as análises das principais notícias envolvendo a extrema-direita global. E, para fechar, uma dica cultural sempre conectada com o universo do extremismo de direita — pode ser um livro, um filme, uma série, uma produção musical. Peço que você fique conosco até o fim, porque a dica deste episódio está completamente relacionada com o tema da nossa entrevista. Vamos lá. Entrevista — Letícia Cesarino David Magalhães: Estou aqui com o meu amigo Guilherme Casarões para receber a nossa convidada deste episódio, que é a Letícia Cesarino. A Letícia é professora associada de Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina e também uma das novas integrantes do Observatório da Extrema Direita. Aproveitamos para dar as boas-vindas — é um prazer ter você conosco, não só no episódio, mas também no Observatório. Nos últimos cinco anos, a Letícia desenvolveu uma pesquisa bastante aprofundada e relevante sobre antropologia digital, extrema-direita e redes sociais. E, mais recentemente, ela acaba de publicar — acabou de sair do forno — um artigo bastante interessante e instigante na revista Current Anthropology. O artigo se intitula “An Ecology of Mind Approach to Far-Right Publics in Brazil” — algo como uma abordagem da ecologia da mente aplicada aos públicos de extrema-direita no Brasil. A ideia deste episódio é discutir esse novo artigo. Letícia, você mobiliza um quadro teórico bastante sofisticado, especialmente ao trazer a ideia de ecologia da mente — ecology of mind —, que vem do trabalho de Gregory Bateson, um antropólogo e linguista britânico importante do século XX. Confesso que não o conhecia; encontrei o livro dele em PDF na internet e li um pouco para me inteirar de como você adota e aplica esse quadro teórico para discutir redes sociais e extrema-direita brasileira. Fiquei bastante interessado no uso do termo “cibernético”, porque para ouvidos contemporâneos ele remete imediatamente ao universo digital, de redes e internet. Mas as principais obras de Bateson são publicadas logo após a Segunda Guerra, nos anos 1960 e 1970 — embora ele tenha iniciado seu desenvolvimento nos anos 1930 —, e ele não estava falando exatamente de internet. Isso me gerou dúvidas. Antes de falarmos da aplicação propriamente dita, você poderia nos explicar um pouco sobre essa abordagem e esse quadro teórico? Bateson propõe tudo isso muito antes da chamada terceira revolução industrial. Letícia Cesarino: Oi, David, Casarões. É um grande prazer estar aqui com vocês no podcast e também no Observatório da Extrema Direita como um todo. Obrigada pelo convite. Acho que esse artigo é um bom gancho para trabalharmos questões da minha abordagem mais específica para a extrema-direita, porque, diferente de muitos que trabalham nesse campo, eu não venho dos estudos da política. Sou uma antropóloga cuja área de origem é a antropologia da ciência e tecnologia — sempre foi assim, desde a graduação —, e nos últimos anos fui transitando para essas questões das mediações digitais, das plataformas e da cibernética. O meu olhar para a extrema-direita é, portanto, um olhar tecnopolítico. O meu interesse é entender essa dimensão relativamente pouco trabalhada nas ciências sociais: o papel das máquinas, o papel da técnica, o papel das infraestruturas técnicas na conformação dessa força política e, mais especificamente no caso desse artigo, dos ecossistemas digitais de extrema-direita. A ecologia da mente e o Bateson — nos últimos anos consolidei em torno da obra dele um arcabouço que remeto também a outros autores da antropologia e da área dos estudos de mídia e tecnopolítica, para desenvolver uma perspectiva que veja agência humana e maquínica juntas, de forma recursiva. E aí a cibernética — podemos começar por ela, esclarecendo o termo. O termo remete a computadores, o que faz sentido, porque a cibernética clássica dos anos 1940, a de Norbert Wiener, o matemático estadunidense que inventou o termo, também deu origem à indústria de tecnologia que temos hoje. Existe, portanto, uma continuidade entre o que chamamos de cibernética hoje e o que era a cibernética como superciência da comunicação e do controle, tanto nos sistemas maquínicos como nos sistemas animais, incluindo o humano. Gregory Bateson fez parte do grupo original das chamadas Conferências Macy, nos anos 1940. Mas depois da Segunda Guerra houve uma bifurcação: uma linha foi trabalhar o que chamo de cibernética das máquinas — Norbert Wiener, Von Neumann, todos os nomes precursores da indústria de tecnologia, da construção dos computadores, da inteligência artificial —, enquanto Bateson foi trabalhar a questão da cibernética dentro de uma chave mais próxima da teoria da evolução e da história natural, o que chamo de cibernética da vida. Ele tem um arcabouço que inclui a cibernética das máquinas, os princípios comuns do funcionamento de máquinas cibernéticas, humanos e animais, mas vai além, trazendo as camadas extras que o humano coloca na relação com a máquina. Nesse sentido, a ecologia da mente inclui a cibernética, mas é maior. É a partir desse ponto de vista que tenho olhado para a participação de máquinas cibernéticas — que, no fundo, hoje são basicamente algoritmos, e a evolução dos algoritmos são as inteligências artificiais — e como elas influem e participam em processos que entendemos como políticos, mas que, na verdade, são tecnopolíticos, porque têm cada vez mais a participação de agências não humanas, agências maquínicas. Guilherme Casarões: Letícia, eu também ficava intrigado com essa terminologia cibernética. Lembro que na faculdade, na aula de sociologia, tive contato com David Easton, que aplicava a cibernética aos sistemas políticos e aos sistemas humanos em geral. Sempre achei curioso que não tivesse a ver com computador — essa foi a maneira como sempre encaramos o termo. Mas toda teoria de sistemas convida a um tipo de abordagem cibernética, com essa linguagem muito interessante de inputs e outputs, de como os sistemas funcionam. Trazer isso de volta à discussão é fundamental. E você argumenta no seu texto que a infraestrutura das redes sociais carrega uma espécie de ontologia do inimigo, herdada dessa cibernética militar da Segunda Guerra Mundial. Como essa visão do ser humano como um servomecanismo — um animal a ser controlado por algoritmos — cria uma afinidade eletiva com a lógica da guerra e a desumanização do outro praticadas pela extrema-direita? Letícia Cesarino: Ótima pergunta. É um bom gancho para colocarmos mais camadas na questão da cibernética. O que tentaram fazer nos anos 1940 — e é importante notar que a cibernética nasce do esforço de guerra, do esforço de guerra dos americanos entrando na Segunda Guerra contra o nazifascismo; a primeira conferência foi em 1946, se não me engano — era produzir conhecimento básico, porque a cibernética é uma ciência que explicaria formas comuns de funcionamento de máquinas cibernéticas, de animais e de humanos. O que têm em comum entre o funcionamento desses sistemas? A cibernética gira em torno da ideia não só de input e output, mas principalmente do feedback — quando o output volta para o sistema como input. O coração da cibernética é essa questão da recursividade, ou causalidade circular, que é uma característica de qualquer organismo vivo e também de máquinas construídas à imagem e semelhança desses organismos, ou seja, máquinas que tomam decisões sozinhas. Essa é, para mim, a principal definição de máquina cibernética, porque os algoritmos fazem isso. Mas muito antes da indústria de tecnologia, outras máquinas já faziam isso — como a própria máquina a vapor de James Watt, que é a base do que Marx, no uso grundrissiano, chama de automata. Ele já identificou no século XIX que havia máquinas sendo incorporadas nas infraestruturas do trabalho que tomavam decisões sozinhas — ainda muito rudimentares, mas a ideia de que as máquinas começam a dar o ritmo do trabalho humano já estava colocada desde o século XIX. A cibernética dos anos 1940 traz para o centro essa questão da guerra, que é quando houve um pico na produção dessas máquinas antes da indústria de tecnologia propriamente dita. Peter Galison — um dos grandes historiadores da ciência, físico de formação — tem um artigo no qual trabalha a ontologia da cibernética de Wiener a partir do contexto de guerra. Ele vai elaborar o que seria essa ontologia do inimigo de guerra a partir da cibernética. Ele faz uma progressão que vale a pena resgatar brevemente aqui. Quando você está numa conjuntura de guerra — uma conjuntura de exceção, isso é importante —, você precisa desumanizar seu inimigo, porque assim vai torná-lo eliminável. Em modelos de guerra anteriores, até a Primeira Guerra, quando você tinha que confrontar seu inimigo no corpo a corpo com uma baioneta ou uma arma de fogo de curto alcance, a forma de desumanização era através de analogias com animais, com monstros. Galison trabalha, por exemplo, cartas de soldados americanos que representam os japoneses através de analogias com ratos, com vermes. Essa é uma forma de desumanização. A segunda forma seria a da Segunda Guerra, que compartilha com a cibernética essa ideia do servomecanismo — um híbrido de humano-máquina. Quando Norbert Wiener começou a desenvolver a cibernética para produzir artilharia antiaérea — máquinas que conseguissem calcular sozinhas a trajetória do caça inimigo para atirar antes de o avião chegar, e o projétil encontrar o alvo no meio da trajetória —, o que o servomecanismo significa? Por que essa imagem do inimigo desumaniza? Porque não interessa quem está dirigindo aquele avião. O que interessa é como aquele avião se comporta — e um comportamento que possa ser previsto e controlado. É um tipo de desumanização cibernética. E podemos pensar também em outras formas de desumanização que evoluem com a guerra, como essa guerra de videogame que temos hoje, onde o inimigo não é sequer visto — é quase como algo da fantasia dos videogames. Isso sempre acompanha a guerra. A cibernética é uma boa epistemologia para entender contextos de exceção, conjunturas de guerra, conjunturas de crise que não se superam, porque são conjunturas de grande instabilidade, de não linearidade, com essa tendência à bifurcação do corpo social. Essas são ferramentas melhores para esse tipo de conjuntura do que muitas das ferramentas clássicas das ciências sociais — Durkheim, por exemplo, desenvolveu ferramentas em sua maioria para contextos de estabilidade, de paz, onde o social está mais estruturado, mais previsível e regido por normas. Num contexto de exceção, de crise e de guerra, o social muda de modo de funcionamento. Uma das hipóteses do meu próximo livro é a de que o social de guerra, de exceção e de crise, funciona em outra dinâmica, e que a cibernética tem boas ferramentas para entender isso, inclusive as formas de desumanização que tendem a se proliferar nesses contextos. David Magalhães: Excelente. Acho que é um bom gancho para avançarmos para a parte do seu texto em que você enquadra todo esse arcabouço para compreender a extrema-direita em ambiente digital. As principais linhas interpretativas preocupadas em compreender a ascensão dessa onda ultradireitista global olham para a questão ideológica, para eleitores frustrados, para a relação desses eleitores com a globalização e com a crise da democracia liberal. Mas você propõe algo diferente: observar esse fenômeno como um grande organismo cibernético, um sistema no qual humanos — lideranças, influenciadores, seguidores — e máquinas — algoritmos do WhatsApp, do Telegram, de redes sociais — operam de maneira integrada, como parte de um ecossistema. O que ganhamos analiticamente ao fazer esse deslocamento? Letícia Cesarino: São muitas camadas. Uma das coisas que acho importante — sempre começo palestras com isso — é a questão do ciborgue. O que é o ciborgue? É um híbrido de humano-máquina, outra forma de falar no servomecanismo. Mas temos essa imagem fantasiosa do ciborgue que vem da ficção científica, a de que seria um indivíduo com partes de sua função fisiológica — alimentação, respiração — suplementadas por máquina. O Robocop seria o tipo ideal disso. O ciborgue da vida real, porém, não se parece em nada com o Robocop. O ciborgue da vida real somos nós. É qualquer um que acorda e a primeira coisa que faz é pegar o celular — para olhar o WhatsApp ou para desligar o alarme — e fica nessa relação de dependência com aquela máquina o dia inteiro, para questões de memória e de tomada de decisão. Por que isso acontece? Porque o Homo sapiens é uma espécie extremamente técnica — uma questão antropológica. Sobrevivemos como espécie, enquanto todos os outros hominíneos foram extintos, pela questão da técnica, da cultura. Precisamos ser suplementados. Como espécie biológica, precisamos ser suplementados o tempo todo pela cultura e pela técnica. Isso não significa que outros animais não tenham técnica — vários mamíferos têm, pássaros também. Mas para o sapiens, isso é existencial. Como Bateson diz, a mente não termina na pele; a mente humana é estendida para o seu ambiente. A unidade de análise da ecologia da mente nunca é o indivíduo sozinho — tentamos delimitar qual é o circuito relevante, e esse circuito de feedbacks é sempre maior que o indivíduo. Pode ser uma família, como no caso dos cães e de uma matilha; pode ser uma comunidade, algum território existencial qualquer. E o nosso território existencial hoje passa necessariamente por essas tecnologias. Os algoritmos, as máquinas, a agência maquínica fazem parte desse território existencial. Isso é um preâmbulo para chegar ao argumento que também faço em vários textos — inclusive nesse —: de que a extrema-direita, se a gente for transposto para a política, é uma força política nativa digital, pelo menos essa extrema-direita que conhecemos hoje. O nazifascismo histórico tem muita participação de mídia, embora isso não seja suficientemente notado. Há muitos estudos históricos que mostram o papel do rádio na capilarização do Terceiro Reich, para conformar esse grande território existencial imaginado e como isso atraiu os alemães comuns em torno daquele projeto. De certa forma, algo similar — similar, mas muito diferente também — está sendo recolocado hoje com relação à nova infraestrutura técnica midiática que são as plataformas digitais. Evito usar a palavra “mídia” porque quando falamos em mídia pensamos em máquinas específicas — televisão, rádio —, mas plataformas não são exatamente mídias. Elas se sobrepõem a todo tipo de infraestrutura técnica, não apenas midiática. Com a plataformização — uma tendência relativamente recente; a internet era muito diferente antes de 2010 — e com os smartphones, que foram um verdadeiro game changer, as primeiras áreas cujos efeitos foram sentidos foram a política eleitoral e a área da saúde. Mesmo antes da pandemia, pesquisadores já identificavam como o autocuidado começou a passar rapidamente por essas infraestruturas, com o “doutor Google”. Para não me estender, vou colocar os dois pontos principais que desenvolvo no artigo, porque são mais ontológicos: como essas máquinas mudam a própria relação espaço-temporal dos nossos sistemas sociotécnicos. O que os algoritmos fazem? Eles hiperaceleram — e esse é, para mim, o ponto central. Quando você hiperaccelera, desestabiliza a relação da mente humana com o seu ambiente. Fica aquele fluxo constante de eventos ao qual você tem que responder o tempo todo, e cognitivamente isso é lido como uma situação de crise, do ponto de vista da ecologia da mente — não só para o humano, para qualquer espécie. Quando há uma instabilidade muito grande do ambiente, isso tende a reverter para o modo crise. É o que Wendy Chun chama de situação de crise permanente que as plataformas jogam nos nossos sistemas sociotécnicos. Isso é, obviamente, uma base fértil para a instrumentalização por forças de extrema-direita. Um outro ponto que os algoritmos introduzem, relacionado à hiperaceleração — que seria uma dimensão mais temporal —, é uma dimensão mais espacial de bifurcação. Algoritmos programados para segmentar públicos, porque essa é a lógica do modelo de negócios da economia da atenção, acabam gerando — não sozinhos, mas na interação com os usuários humanos, porque a recursividade do humano-máquina vai para os dois lados — um efeito sistêmico não de segmentação pura e simples, mas de bifurcação. É aí que entra o código amigo-inimigo, a polarização, a sismogênese — todos esses processos de antagonismo extremo, o que chamo de “mundo do avesso”: um lado é o extremo oposto do outro, numa dinâmica de guerra em que só um pode prevalecer, porque o outro é visto como uma ameaça existencial. No ecossistema de extrema-direita, ele vai desde um polo mais moderado — Tarcísio, digamos — até um polo mais radicalizado — o pessoal do 8 de janeiro, o “tio França” que se explodiu na frente do STF. O que é a extrema-direita? Um lado? O outro? Agentes específicos? Discursos específicos? Não. Do ponto de vista da ecologia da mente, a extrema-direita é toda essa ecologia, todo esse ecossistema que cobre todo esse espectro e que inclui a agência maquínica como um dos seus principais motores. Primeiro porque ela desestabiliza o mundo real, com a hiperaceleração e todos esses processos. Mas ao mesmo tempo ela direciona — é como um rio que tem uma corrente que vai para um lado, e os agentes da extrema-direita são aqueles que nadam a favor da correnteza, porque as plataformas são um ambiente; elas não são variáveis. Elas mudam o ambiente no qual fazemos política. E esse ambiente tem vieses técnicos intrinsecamente favoráveis a uma força política como a extrema-direita. Por isso não é que eles estejam mais espertos ou inteligentes — é que a forma como fazem política converge com a lógica das redes de maneira subliminar, intrínseca. Como o Casarões disse, há uma certa afinidade eletiva com a lógica das plataformas. Mas essa afinidade não é aleatória — por isso foi importante voltarmos à cibernética dos anos 1940, ao esforço de guerra, à artilharia antiaérea. O próprio DNA dessa indústria de tecnologia se originou da guerra e nunca saiu da chave de guerra. Depois da Segunda Guerra, a cibernética se tornou parte da Guerra Fria, com a mesma lógica do controle indireto — fazer o inimigo fazer o que você quer que ele faça indiretamente —, que é essa ideia cibernética do controle numa chave sempre não linear, sempre recíproca. É o que o Trump exatamente tenta fazer agora, em outra versão. Houve um breve interregno onde se tornou uma indústria civil, nos anos 1980 e 1990, mas a lógica algorítmica, a lógica cibernética, continuou sendo a da guerra — só que agora, em vez de controlar o inimigo, você vai controlar o usuário, para fazê-lo clicar num anúncio e vender a atenção daquele usuário para os anunciantes. Há também uma convergência, especialmente durante a Guerra Fria, entre a lógica de guerra indireta, a lógica da propaganda e a indústria de publicidade que temos hoje. Não foi a publicidade que originou a propaganda política — foi a propaganda política que veio primeiro e depois se tornou uma indústria civil, que é o coração da lógica da economia da atenção. Mesmo essas plataformas que se colocavam como liberais sempre tiveram um DNA mais próximo da lógica de guerra, propaganda e controle indireto do que de algo parecido com democracia. Era, de certa forma, um pouco inevitável que as coisas se desenrolassem como estão se desenrolando, porque já estavam previstas na própria ontogênese dessa indústria — como Simondon chamaria —, uma ontogênese ligada à guerra, ao controle e à desumanização. As plataformas, os algoritmos, não nos veem como humanos. É exatamente a mesma coisa do caça com o piloto dirigindo: a máquina é incapaz de ver interioridade, incapaz de ver subjetividade. Ela só nos interpela no nível do controle, da previsão de comportamento. A política está se tornando isso — retroalimentando-se com os discursos da extrema-direita que ativam o senso comum na direção da regeneração, que é a lógica do fascismo histórico: seria possível vencer essa crise, resetar o sistema e construir o estereótipo de um inimigo que precisa ser derrotado para que a crise permanente seja superada. No fim das contas, é uma mistificação de processos reais e de problemas reais, numa linguagem nacionalista e nativista. Guilherme Casarões: Letícia, um outro conceito com que você trabalha no texto e na sua obra é o de populismo. Uma das passagens que mais me chamaram a atenção — e que acho fascinante — é que essa abordagem ecológica de Bateson ganha muita relevância frente ao populismo contemporâneo, justamente porque esse populismo se ampara em públicos que, como você diz no texto, são parcialmente artificiais. A passagem, para quem quiser ler depois, está na página 2 do texto: “os públicos que são produzidos por essa dinâmica são resultados transindividuais de uma agência que é humana e não humana, na medida em que os algoritmos coemergem permanentemente por meio de ciclos cibernéticos”. Essa questão da artificialidade do público é muito central para entender tanto a dinâmica amigo-inimigo quanto a maneira pela qual o populismo contemporâneo consegue controlar a construção narrativa e a mobilização de seu público. Queria ir mais especificamente para o caso que você estuda no texto, que é o bolsonarismo. Seu texto descreve o bolsonarismo não só como uma ideologia, mas como uma dinâmica mutante que oscila entre a moderação e a radicalização. Você traz o conceito de indecidibilidade rítmica — essa coisa de ir e voltar — e eu queria que você explicasse como o bolsonarismo, a partir dessa chave analítica, alterna entre o institucional e o antiestructural, e como isso permitiu ao ex-presidente Bolsonaro manter o sistema político num estado de antagonismo permanente sem chegar a uma ruptura total — o que só vai acontecer em 2023. Letícia Cesarino: O que tentei fazer nesse texto é reler parte do governo Bolsonaro até as eleições de 2022 a partir dessa lógica cibernética — ou seja, como ele performou uma dinâmica cibernética que é essa tecnopolítica moldada pelas máquinas. Casarões, você trouxe a questão do populismo, e acho que são etapas. Desde 2013 até 2018, temos essa invasão muito forte e muito rápida da agência técnica dessas mídias e desses dispositivos dentro da política — um movimento mais tectônico, de desestabilização. E aí essas figuras aparecendo mais ou menos ao mesmo tempo: Modi, Trump, Bolsonaro, Duterte, Orbán — é aí que o conceito de populismo realmente faz mais sentido, nesse sentido dessa irrupção de uma política antiliberal, com uma norma mais afetiva, mais espontânea. É a política da exceção. E que, novamente, bate com a estrutura das plataformas, porque as plataformas também são políticas de exceção e de multidão. É importante termos isso em mente. A citação que você trouxe mostra como as plataformas fazem um tipo de prestidigitação: colocam uma coisa na interface, então o usuário tem a impressão de que é livre, de que é um indivíduo, enquanto o que está acontecendo atrás da tela é que esse indivíduo está sendo desagregado e reagregado com fragmentos de outros usuários em grandes multidões digitais. Ele não tem liberdade — ao contrário, está tendo seu comportamento indiretamente controlado, no sentido cibernético, pelos algoritmos. E esse social de multidão é o social de crise. Quem está imerso nesses ambientes está se colocando num modo crise — e a extrema-direita é a força política que mais combina com esse tipo de ambiente. Sem crise eles não são nada. Se você tirar a crise, a atmosfera de ameaça de que o Brasil vai acabar, eles não têm nada. Por isso não têm programa político: são uma força política na e da crise e da exceção. Daí esse paradoxo de como uma tecnopolítica de crise, de exceção e de guerra se rotiniza como um governo — que foi exatamente o paradoxo do governo Bolsonaro. E ainda teve a pandemia, que adicionou uma camada enorme de crise a isso. Ciberneticamente, faz muito sentido esse vai e vem — os ciclos de feedback positivo e negativo. O feedback positivo é o que acelera o viés que você já está; o negativo coloca um freio. Bolsonaro, enquanto governante, não podia ficar só no runaway, só no feedback positivo, porque o feedback positivo sozinho eventualmente leva a um colapso — tanto nos organismos vivos como nas máquinas. O que ele e o Trump fazem é colocar estrategicamente esses freios, esses recuos: avanço e recuo, feedback positivo e negativo. Tentei mostrar no artigo como isso se deu durante o governo e como esse processo perde o controle na eleição de 2022, redundando eventualmente no 8 de janeiro. O governo Bolsonaro não construiu nada — estava destruindo coisas, que é o que a extrema-direita faz — mas dosando até onde poderia ir na relação com os outros agentes: o Congresso Nacional, o público. E o público passou a ser medido através das redes sociais — pelas métricas das mídias digitais — e cada vez mais por pesquisas de opinião, que são outra forma de feedback que coteja com as mídias sociais. Bolsonaro foi assim sentindo, de forma propriamente recursiva, lidando com um ambiente de causalidades circulares, crises, etc. A linearidade só é possível em contextos de estabilidade e paz — e é exatamente o que o Trump está fazendo hoje. Agora, uma virada acontece, e aí é muito importante a questão do método. Esse artigo é baseado em pesquisa de métodos mistos, onde a abordagem qualitativa antropológica foi composta com uma abordagem computacional de grandes quantidades de dados, com os meus parceiros da Universidade da Bahia, do LabHD, onde fazíamos o mapeamento em tempo real dos públicos do Telegram. Foi muito interessante ver como, em meados de 2021, o comportamento desse ecossistema transindividual — que chamamos de públicos refratados, os públicos da extrema-direita — mudou. O comportamento pandêmico, ativado pela pandemia, e inclusive as teorias da conspiração começaram a diminuir. Isso foi bem na época da questão do voto impresso. Quando o voto impresso é enterrado, um conspiracionismo eleitoral começa a subir e se estabilizar. Por quê? As condenações do Lula tinham sido definitivamente canceladas, e eles, na mentalidade de guerra deles, já previam: “Está vindo um golpe que vai impedir o Bolsonaro de ganhar as eleições de 2022.” Isso mais de um ano antes da eleição. Já entraram no modo de contra-golpe. Que é outra característica desse social de crise — o que Brian Massumi, também batesoniano, chama de preempção: você passa a agir antecipando a ação do seu inimigo. É muito como a lógica da Guerra Fria entre os dois blocos. Por isso a extrema-direita está sempre reagindo — isso é uma característica muito consistente, inclusive dos ecossistemas misóginos, que estão sempre reagindo à suposta provocação ou traição da mulher. O bolsonarismo entrou nesse modo preemptivo, com a certeza de que haveria um golpe contra ele. Na cabeça deles, dessa grande mente transindividual controlada pelo Bolsonaro, o golpe deles era um contra-golpe: seria dado um golpe no Bolsonaro, e o que estavam fazendo seria a resposta. Quando você vê tudo o que fizeram ao longo desse tempo com esse olhar, tudo faz sentido — e o Bolsonaro, como depois ficou demonstrado, de fato estava tentando articular esse contra-golpe. Nas eleições de 2022, estavam nessa dinâmica de avanço e recuo, não deixando o sistema escalar demais, a temperatura subir demais, enquanto conspiravam. Quando ele finalmente desiste, vê que não ganhou a eleição — isso se arrasta por algumas semanas —, e quando realmente percebem que os comandantes das três forças não vão entrar, que o golpe não vai acontecer, Bolsonaro fica em silêncio. Ciberneticamente, isso foi muito importante, porque era ele que fazia a regulação cibernética entre a camada moderada e a camada radicalizada. Ele não deixava as coisas escalar. Era um agente de radicalização, mas também de moderação. Quando ele se retira, a coisa escala — e foi justamente o 8 de janeiro. Olha que interessante: quando aquela multidão invadiu o Congresso, o que aconteceu? Ficaram esperando para ver o que ia acontecer, porque confiavam no plano — só que o plano já tinha dado errado e eles não sabiam disso. Tem esse componente de um mundo de fantasia criado dentro das comunidades radicalizadas — o Bateson ajuda a entender isso, porque ele tem uma teoria cibernética da fantasia e do jogo. Foi aquele choque de realidade. Não houve mais regulação, não houve mais feedback negativo, a coisa escalou, a temperatura subiu — e é onde o artigo termina, fazendo essa releitura cibernética e ecológica dos eventos do segundo governo Bolsonaro e das eleições de 2022. David Magalhães: Ótimo, Letícia. Encaminhando para o fechamento: no finzinho do artigo você faz uma ressalva que achei bastante importante, ao apontar que a ecologia da mente é extremamente poderosa para entender essas dinâmicas sistêmicas mais amplas, mas que também tem limites — especialmente quando tentamos compreender a totalidade da vida cotidiana do sujeito. É justamente aí que você coloca a necessidade de retornar à etnografia tradicional, à etnografia offline. Queria te ouvir sobre esse desafio metodológico. Como a antropologia pode costurar essas duas pontes — de um lado, a visão de um sistema cibernético amplo no qual os indivíduos parecem agir quase como parte de um circuito, de maneira relativamente previsível; de outro, as trajetórias de vida, as experiências subjetivas, as dores concretas que não desaparecem. Como não reduzir essas pessoas a meros nós de rede? Letícia Cesarino: Ótima pergunta, porque é realmente um desafio metodológico. No caso da ecologia da mente, você nunca pode fechar só no indivíduo. Mas é possível — e é o que estou fazendo no livro novo — pensar como o indivíduo enquanto sistema, porque todo organismo individual é um sistema cibernético, com outras camadas além dele, mas ele próprio é uma camada de individuação bastante importante. Ele pode estar dividido entre dois territórios existenciais — e é um pouco como estou tentando trabalhar a questão da radicalização no livro novo. O online oferece um tipo de território existencial onde a persona online do sujeito está com interações específicas. É isso que gera o elemento de fantasia nas comunidades extremistas: no online é possível cultivar uma realidade e um tipo de estereotipação do inimigo, toda a questão da desinformação, que não é possível fazer no offline. Por isso o que aconteceu depois da invasão ao Congresso e ao STF: a realidade bateu. Eles achavam que a realidade era o que era cultivado na mente transindividual do online — e isso não bateu com o que estava acontecendo offline. Com a internet, não é mais preciso se deslocar fisicamente para se radicalizar. Você pode viver sua vida normalmente e, em parte do seu circuito, se radicalizar só no online. São muito esses casos que abordarei no próximo livro: adolescentes e jovens que estão no quarto jogando videogame, vivendo normalmente na escola, e estão fazendo coisas indescritíveis na internet — que você só vai descobrir quando a polícia bater na porta. Etnografar a radicalização é muito difícil, porque é um processo — você precisa acompanhar a pessoa desde o início, quando não estava radicalizada. É praticamente impossível, a não ser que alguém muito próximo passe por isso. Mas existem autorrelatos. Tenho trabalhado muito com o caso dos neonazistas, onde já há na Europa e nos Estados Unidos um repertório grande de testemunhos e autobiografias de pessoas que saíram dessas comunidades extremistas. No jihadismo também há bastante material; os manifestos de atiradores em escolas, por exemplo, muitas vezes trazem essa visão subjetiva da radicalização. Há um outro ponto que descobri e que não estava na pesquisa anterior: o que alguns estudos de radicalização chamam de reduplicação. Isso vem de um estudo histórico de Robert Lifton sobre médicos nazistas — como eles dividiam a personalidade. Quando estavam em Auschwitz, eram um tipo de pessoa; quando estavam em casa, com a família, eram completamente diferentes. Era uma reduplicação da personalidade em duas, como forma de resolver dissonâncias e contradições. O médico conseguia desumanizar as pessoas que selecionava para morrer em Auschwitz, enquanto em casa humanizava os seus. Algo assim parece acontecer também no nível da mente individual através da lacuna online–offline: as pessoas inconscientemente encontram formas de dividir a sua mente entre esses dois mundos, de forma que não precisem romper com familiares, amigos ou colegas de trabalho por razões políticas. Esse efeito da lacuna online–offline deve ser estudado — não é só uma questão metodológica, é a questão de qual é o efeito dessa própria separação, que é inédita: são as primeiras tecnologias que possibilitam essa divisão em ambientes existenciais separados, ainda que em relação recursiva. Isso pode ser um indutor de radicalização. Sabe aquele meme dos cachorros latindo no portão? Quando o portão abre, cada um vai para um lado. O humano tem um pouco disso: fica mais agressivo, fala coisas e faz coisas quando não está cara a cara com a pessoa — coisas que não faria no presencial. Isso é muito característico da extrema-direita: estão latindo, agressivos, no comportamento de ameaça, e quando a Polícia Federal bate na porta, revertem ao comportamento de autopiedade e vitimização — que é o que o Bolsonaro está fazendo agora na cadeia. Bateson trabalha isso muito bem, não só no humano, mas em outros mamíferos. A ecologia da mente, pegando inclusive insights de outros mamíferos — como o Bateson faz —, nos ajudaria a reincorporar o elemento biológico-evolutivo nas nossas explicações. E aqui chego a um ponto que acho muito importante: a extrema-direita tem todo um repertório do darwinismo social e da psicologia evolutiva para dizer que a forma como ela vê o humano é a forma real, a forma biológica, a forma natural. São leituras completamente erradas e enviesadas, mas para o senso comum são muito intuitivas. A questão de gênero, por exemplo: a ideia de que o homem é para um papel e a mulher para outro não tem apoio em estudos sérios de outras espécies ou da nossa. A antropologia, porém, abandonou esse campo — tornou-se etnografia, estudo da cultura, abandonou a natureza e a biologia, por razões relacionadas à história e à política interna da disciplina. Um dos meus objetivos é recuperar esse espaço de autoridade científica para falar do humano, do que é natural no humano, a partir de abordagens como a do Bateson — que é uma teoria da evolução que inclui a cultura — para competir também nesse campo da naturalização do comportamento humano. Eu diria que é talvez o campo mais persuasivo dos discursos da extrema-direita, porque a esquerda e as ciências sociais ficam só na desconstrução e no culturalismo, enquanto eles estão falando daquilo que é espontâneo, natural, atemporal. É assim que o fascismo mira, e precisamos competir nessa ordem de discurso, reivindicando uma abordagem científica mais universalista — um outro tipo de universalismo, não o positivista. A ecologia da mente é uma das principais vias que vejo para isso. No contexto desse artigo, foi também um subtexto: o artigo foi parte de um dossiê financiado pela Fundação Wenner-Gren, a maior fundação de antropologia dos Estados Unidos, e queria passar essa mensagem para os meus colegas antropólogos — a gente pode falar de universais humanos de uma forma mais refinada e rica, e competir com a extrema-direita nesse campo de discurso. Guilherme Casarões: Letícia Cesarino — incrível, tanto no pessoal quanto no profissional. E agora descobrimos, o que não deveria ser exatamente uma surpresa, que você é especialista em memes. Foi de longe uma das conversas mais eruditas que tivemos aqui, não só na colaboração com o OED, mas de todas as entrevistas que já fiz. Uma densidade impressionante, transmitida de forma didática. Tenho certeza de que os nossos ouvintes vão adorar esse papo. Quem está acompanhando, fiquem por aí — ainda temos a segunda parte da conversa, com o boletim de notícias e a dica cultural. Boletim — Giro de Notícias David Magalhães: Vamos ao nosso boletim com duas notícias envolvendo a ultradireita. França No próximo ano teremos eleições nacionais na França, que serão importantíssimas tanto para a Europa quanto para o futuro da direita radical no mundo. No dia 22 de março, domingo, ocorreu o segundo turno das eleições municipais francesas, que costuma ser um termômetro importante para medir o crescimento e a capilaridade da direita radical francesa, representada aqui pelo Rassemblement National. O resultado dessas eleições foi bastante ambíguo. O Rassemblement National, partido de Marine Le Pen e da estrela em ascensão Jordan Bardella, não conseguiu vencer em grandes cidades estratégicas — como Marselha e Toulon —, onde havia uma expectativa de vitória da direita radical. Por outro lado, o partido avançou de forma importante em outro nível: consolidou uma presença territorial, especialmente no sudeste e no nordeste do país, conquistando dezenas de prefeituras e ampliando de maneira bastante significativa sua base local. Hoje, de acordo com matéria do Le Monde de 23 de março, o Rassemblement National passa a governar aproximadamente 70 municípios e conta com cerca de 3 mil representantes locais — uma quantidade bastante considerável. Outro ponto central é um certo teto de vidro que tem impedido a vitória do RN em grandes cidades. Esses centros urbanos mais ricos, mais jovens e com maior nível educacional têm sido um desafio para a expansão da direita radical. Por outro lado, há um crescimento muito forte em áreas periféricas, regiões pós-industriais e comunas menores, geralmente marcadas por uma sensação de abandono e por um acúmulo de ressentimento — o que alguns autores chamam de left behinds, os que foram deixados para trás —, sentimento que a direita radical populista costuma explorar. Quero destacar ainda um fator que pode ser preocupante olhando para as eleições nacionais de 2027: não houve, ou houve em pouquíssimas cidades, a chamada frente republicana — também chamada de cordão sanitário. O cordão sanitário é o conjunto de alianças tradicionais de partidos com compromissos democráticos para barrar a direita radical no segundo turno das eleições. A quase inexistência desse cordão fez com que o RN conquistasse cidades onde, em eleições anteriores, havia sido bloqueado. No final das contas, essas eleições não deram o resultado que o RN esperava — um grande impulso nacional —, mas consolidaram uma base territorial sólida. Isso coloca uma questão relevante olhando para 2027: seria esse enraizamento local suficiente para sustentar uma vitória nas eleições presidenciais? Seguiremos acompanhando o caso da França. Hungria Passamos para a Hungria — continuamos falando de eleições, já que os húngaros vão às urnas em abril para decidir se encerram os 15 anos de governo de Viktor Orbán. No domingo, 15 de março, os dois principais atores políticos do país — Viktor Orbán, do Partido Fidesz, e o oposicionista Peter Magyar, do partido Tisza — realizaram grandes manifestações em Budapeste no Dia Nacional Húngaro. Mais do que uma comemoração histórica, os eventos funcionaram como um teste de força às vésperas das eleições de abril. Os dois lados reivindicaram vitória em termos de mobilização — como já vimos aqui no Brasil. O governo afirmou que foi uma das maiores marchas já realizadas no país, enquanto a oposição chegou a afirmar que reuniu meio milhão de pessoas. Ainda que sejam números exagerados, as estimativas independentes indicam que o Tisza, de Magyar, levou mais gente às ruas do que o Fidesz de Orbán, o que sinalizaria um possível avanço da oposição no campo urbano. Essas manifestações têm algo interessante: acontecem dentro de um calendário nacional, e foi possível observar uma disputa não só eleitoral, mas simbólica. Ambos os lados tentavam se apropriar da memória da Revolução de 1848. Orbán engendrou uma narrativa que associa o passado à luta contra o domínio estrangeiro, ao globalismo, à ingerência da União Europeia e à ameaça da guerra na Ucrânia. A oposição liderada por Peter Magyar utiliza os mesmos símbolos nacionais, mas com outros significados: para eles, a defesa da liberdade hoje se traduz em manter a Hungria dentro da União Europeia e vinculada à OTAN, além de restaurar o funcionamento das instituições democráticas do Estado húngaro — bastante prejudicadas nos anos de Orbán. As pesquisas de intenção de voto desde julho do ano passado mostram um quadro relativamente estável, com uma diferença de aproximadamente 10% em favor da oposição. É preciso ter cautela com essas pesquisas, no entanto, porque em 2011 Orbán fez uma importante reforma eleitoral que dá mais peso aos distritos rurais, geralmente mais conservadores. Além disso, ele concedeu cidadania a húngaros que vivem na Eslováquia, na Romênia e na Sérvia, uma população que tende a votar no governo. E há também uma mobilização ideológica mais incandescente da direita radical húngara, que pode fazer diferença nas urnas. Fato é que nenhum dos lados parece acreditar numa vitória esmagadora. Já se discute a possibilidade de alianças — o partido Jobbik, na Hungria, pode ser crucial para a formação de uma maioria no parlamento. No nosso episódio de abril, iremos repercutir o resultado dessa eleição. Dica Cultural David Magalhães: A nossa recomendação cultural deste episódio tem tudo a ver com a conversa que tivemos no primeiro bloco com a Letícia Cesarino. Se você se interessou pelo debate sobre internet, cultura digital, extrema-direita e disputa de narrativas, vale muito a pena assistir o documentário Feels Good Man, disponível na Amazon Prime. O documentário é de 2020, mas chegou recentemente a essa plataforma. O filme conta a história do Pepe the Frog, personagem criado pelo cartunista Matt Furie nos anos 2000. Originalmente era um sapo tranquilo, good vibes, que circulava numa tirinha independente. Com o tempo, porém, esse personagem foi sendo apropriado na internet — primeiro como meme, depois ganhando formas cada vez mais distorcidas, até virar um símbolo associado ao alt-right e a outros grupos de extrema-direita. O documentário é bastante interessante porque não trata isso como uma mera curiosidade da internet. Ele mostra como esse processo revela algo mais profundo: como essas comunidades online — fóruns, antigamente o 4chan, hoje um ecossistema bem mais complexo — funcionam como verdadeiros laboratórios de produção cultural e política, com uma lógica quase darwiniana de disputa por atenção, em que os conteúdos mais chocantes e extremos ganham mais visibilidade, com toda uma engenharia algorítmica por trás. O filme também acompanha o próprio criador do Pepe, que se vê completamente impotente diante da transformação da sua obra. E esse é um ponto central: na era da internet, a circulação de imagens e memes escapa completamente ao controle original — pode ser capturada e ressignificada por distintos atores políticos. O documentário tem um aspecto que dialoga diretamente com o que conversamos com a Letícia Cesarino: esses grupos utilizam o humor, a ironia, a ambiguidade e as trollagens para disseminar ideias racistas, misóginas e xenófobas, muitas vezes sob a aparência de brincadeira. Isso cria uma zona cinzenta que dificulta a crítica e, ao mesmo tempo, aumenta o alcance dessas mensagens de ódio. Feels Good Man nos ajuda a entender essa cultura digital e como ela se relaciona com a extrema-direita — e dialoga perfeitamente com os temas que trouxemos na entrevista do primeiro bloco. Até a próxima. The post Ecologia da mente e extrema-direita appeared first on Chutando a Escada.
O mercado mudou rápido. A pergunta é simples: sua equipe está preparada… ou apenas reagindo? 2026 não será um ano comum. Entre calendário fragmentado, incertezas políticas e pressão nos custos, o cliente está mais cauteloso, mais analítico e muito menos disposto a correr riscos. Nesse cenário, o maior erro não está fora está dentro da empresa. Quando o time não tem método, não sabe conduzir a conversa e não consegue construir valor, o que acontece? Entrega margem no primeiro sinal de pressão. Neste episódio, Márcio Miranda, com mais de 30 anos de experiência prática, mostra por que vender valor deixou de ser diferencial e virou questão de sobrevivência. Você vai entender: A armadilha do desconto: por que baixar preço enfraquece sua posição Valor vs. sobrevivência: o que separa quem negocia de quem cede O jogo de 2026: como proteger margem e manter resultado mesmo em cenário adverso Quer uma análise gratuita do seu perfil no LinkedIn? Clique no link abaixo e agende seu horário. https://wa.me/5511991097186?text=Quero%20análise%20perfil%20LinkedIn Conecte-se comigo no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marciomiranda10 “Na vida você não ganha o que merece. Ganha o que consegue negociar.”
Eu acho que eu nunca tinha feito um vídeo falando mesmo do porquê de eu ter parado de cortar carboidratos depois de seguir e promover esta estratégia por mais ou menos 7 anos, então, é só disso que quero falar hoje aqui... Quero te contar o que que realmente aconteceu comigo que me fez mudar de estratégia: -o que eu aprendi sobre nutrição que nao me deu escolha a nao ser mudar o mais rápido possível -o que aconteceu no meu corpo assim que eu mudei, -como a minha alimentação é hoje, -e o que eu tive e ainda tenho que aturar por ter feito esta mudança Meu objetivo aqui não é te convencer de absolutamente nada, mas de simplesmente compartilhar contigo porque eu não poderia de forma alguma continuar fazendo o que eu tava fazendo depois de aprender o que eu aprendi, tudo bem? Mas se calhar, tudo isso pode ser útil para você também pensar sobre seus objetivos. Então vamos lá… ▶️Vídeos Recomendados: -Por que NÃO Faço Mais Low Carb (O Que Aconteceu?) | Resultados e Exames https://www.youtube.com/watch?v=RtSEOG1o9z4 -Voltei a Comer Carboidrato e Meus Exames MELHORARAM https://www.youtube.com/watch?v=dnSvf6PunmU
A inteligência artificial já está mudando o jogo das vendas e não é algo para o futuro. É agora. Neste episódio, eu falo sobre o papel do gestor nesse processo: • como incentivar o time a usar IA no dia a dia • como quebrar a resistência natural dos vendedores • como transformar IA em produtividade real “Se sua equipe não está usando IA, alguém que está… já está vendendo no lugar dela.” Guia prático de prompts com IA para vendas pronto para usar. Clique no link para receber o guia: https://wa.me/5511991097186?text=Quero%20o%20guia%20de%20prompts Conecte-se comigo no LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/marciomiranda10
Profa Ju chegando. Seja muito bem-vinda, seja muito bem-vindo a mais um episódio do podcast Falar Português Brasileiro, o podcast que transforma a sua vida em português. Quero mandar um abraço para você que escuta caminhando, escuta levando o cachorro para passear, escuta limpando a casa, escuta dirigindo, escuta pedalando, escuta lavando a louça, escuta nos momentos de insônia, escuta tomando banho, tomando café da manhã e se você escuta fazendo alguma coisa diferente e que eu não falei aqui, mande um e-mail para contato@falarportuguesbrasileiro.com dizendo como você escuta o nosso podcast! De um modo geral, ou você ama gramática ou você odeia. Vamos do 8 ao 80. Alguns estudantes mais conscientes estudam muito a gramática, outros nem se importam. Na minha opinião, é preciso saber ponderar, um pouquinho de cada. É preciso também entender que a gramática é a base doidioma. É a materialização do idioma a partir da descrição da comunicação.Aulas de gramática: https://falarportuguesbrasileiro.com/curso-de-gramatica/
Vocês tinham muito a dizer sobre o MacBook Neo, e o Filipe e o Marcus ainda estão buscando motivos para o iPhone Duo.
Chuck Garfien's Spring Training Podcast-pa-looza continues with White Sox catcher Edgar Quero as he heads into his sophomore season. He breaks down his work on framing, what he's learning from bench coach Walker McKinven, and why he supports the ABS challenge system from a catcher's point of view, while also sharing how he felt at the plate and the kind of hitter he believes he can become. Quero discusses his offseason training at Driveline Baseball and how it's shaping his growth. He highlights pitchers who stand out to him, explains how he fooled runners with pickoffs last season, weighs in on Munetaka Murakami, and shares why he believes the 2026 Sox can push for a postseason spot.