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Bastonário da Ordem dos Advogados diz que é possível se pais conseguirem provar nexo causalidade. Mesmo assim, agora, afirma que o ideal é optar pela via administrativa através da revisão das provas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não deve ser apenas um chavão ou um golpe de marketing. Ter elementos diferentes da maioria nas equipas pode trazer grandes benefícios na hora de delinear estratégias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Continuamos com o Dr. Pedro Maranhão, Hematologista da Clínica MOVE, para falar sobre a Anemia do Atleta, que consiste na deficiência de ferro que pode ser originada por outros fatores inerentes à prática esportiva.Ele vai nos explicar as diferenças entre as anemias, como identificar sintomas e quando procurar o médico, pois ela limita consideravelmente o desempenho e, felizmente, seu tratamento é eficaz.Não perca mais um episódio incrível desse podcast, que é uma realização da Clínica MOVE!Se gostar, por favor, compartilhe, curta e comente!#anemia #corredor #medicinaesportiva #clinica_move#drapatriciacamposferraz #nutripatriciacampos
Não deve ser apenas um chavão ou um golpe de marketing. Ter elementos diferentes da maioria nas equipas pode trazer grandes benefícios na hora de delinear estratégias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na semana passada, refletimos sobre o valor e o significado que a palavra «Deus» tem na nossa vida. Hoje, essa mesma palavra convida-nos a pensar no Reino de Deus e a compreender que a conversão a Jesus consiste, precisamente, em acolher em nós a dinâmica do seu reinado.Converter-se não é apenas mudar alguns comportamentos exteriores. É aprender a viver segundo a lógica de Deus, deixando que a sua graça transforme os nossos critérios, os nossos afetos e as nossas escolhas. Mas, para que isso aconteça, é necessário desejar a conversão, querê-la verdadeiramente e deixar que esse desejo se inscreva no coração.Podem impressionar-nos os grandes monumentos, as manifestações religiosas, os templos, os rituais ou as obras grandiosas realizadas ao longo da história por homens e mulheres de fé. Tudo isso pode despertar em nós o desejo de Deus. Contudo, se ficarmos apenas pela aparência, permaneceremos muito longe do essencial.A fé bíblica ensina-nos que Deus está presente no mundo e se dá a conhecer através da sua Palavra. Sem olhos e coração educados pela escuta, pela meditação e pela graça, podemos não reconhecer os sinais de Deus e até interpretar de modo errado as próprias manifestações religiosas.O povo de Israel conheceu, no Egito, uma religião imponente: templos grandiosos, rituais organizados e sinais visíveis de poder. Ainda hoje permanecem monumentos dessa civilização, como as pirâmides. Mas uma religião que se limita ao esplendor exterior corre o risco de permanecer epidérmica: impressiona os sentidos, mas não converte o coração.Para entrar verdadeiramente em nós, Deus dá-nos a sua Palavra. A semente lançada no coração é a Palavra que desperta o desejo de uma vida nova, segundo a beleza, a verdade e a bondade que Deus nos revela. O Senhor, porém, não pode mostrar-nos essa beleza se não nos demorarmos a escutá-lo.Escutar a Palavra exige que convoquemos tudo aquilo que somos: a inteligência, a memória, a experiência e a vontade. O conhecimento começa muitas vezes por uma pergunta: o que significa isto? Porque acontece assim? Onde está Deus nesta situação? Depois procuramos compreender, reunimos informação, escutamos, refletimos e formamos uma convicção.Mas o conhecimento autêntico não pode ficar reduzido a uma mera opinião. Aquilo que reconhecemos como verdadeiro deve gerar uma decisão, uma prática e uma mudança de vida. No campo da fé, essa aprendizagem chama-se conversão. Não basta saber; é preciso escolher e agir em conformidade.Por isso, o cristão não deve ter medo das perguntas. A fé não elimina a inquietação; orienta-a. Podemos interrogar Deus diante da morte, da doença, da injustiça ou da catástrofe. Podemos até reclamar com Ele, como fazemos com os amigos. A Sagrada Escritura está cheia dessas perguntas. O importante é não fechar o coração, mas continuar a escutar, a discernir e a procurar o que o Senhor nos ensina.Quando acolhemos a dinâmica do Reino, tornamo-nos mais comprometidos, mais compassivos e mais pacientes. Compreendemos que a realidade não é simplesmente branca ou preta. O trigo e o joio crescem juntos no mundo e também dentro de nós. Nem tudo o que é imperfeito deve ser arrancado imediatamente, porque, na ânsia de eliminar o joio, podemos destruir também o trigo.Esta consciência torna-nos misericordiosos connosco próprios e com os outros. Aprendemos a respeitar os tempos de crescimento, a confiar na ação de Deus e a colaborar com a sua graça. O Reino de Deus já está entre nós, não porque tudo seja perfeito, mas porque a verdade, a beleza e a bondade já começam a acontecer.Alimentados pela Palavra e fortalecidos pela graça, recebemos a coragem para nos comprometermos, com esperança, na construção de um mundo mais humano, mais justo e mais fraterno.
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Incidente revela desespero da minoria étnica que foge da perseguição na nação asiática; cortes de ajuda internacional e redução do apoio a refugiados acolhidos em Bangladesh, o país vizinho, também estimulam travessias perigosas pelo mar.
Estudo de Teresa Luzembo na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP tem impacto direto em países tropicais, como em Angola
"Sorria, você está sendo filmado!" Nesta edição do "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro explicam se funcionários podem ser filmados no ambiente corporativo. Um alerta recente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) traz que "apesar de não haver uma regulamentação específica sobre o uso de câmeras, a Lei Geral de Proteção de Dados considera imagens de pessoas como dados pessoais. Assim, toda filmagem deve ter finalidade clara e legítima". O Conselho ainda destaca que "vale ressaltar que a Justiça do Trabalho entende que gravar funcionários em ambientes proibidos viola a intimidade e a dignidade de quem trabalha", informa. Segundo o CNJ, as câmeras de monitoramento devem estar sempre visíveis e sinalizadas.
Na edição desta quinta-feira (16) de Os Novos Cientistas recebemos a biomédica e pesquisadora angolana Teresa Luzembo, que defendeu recentemente seu estudo de mestrado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. A pesquisa intitulada Perfil de nanopartículas séricas na malária e sua associação com grupos sanguíneos ABO e variabilidade clínica contou com a orientação do professor Fausto Bruno dos Reis Almeida. “Os resultados nos mostram que o estudo abre caminhos para o desenvolvimento de biomarcadores capazes de identificar precocemente pacientes com maior risco de complicações pela malária. Será uma ferramenta de alto valor para o sistema de saúde angolano”, afirmou a pesquisadora durante a entrevista. Em Angola, com contou a pesquisadora, a doença tem impacto direto na realidade. Em seu estudo, Teresa investigou se determinadas partículas presentes no sangue, as chamadas nanopartículas séricas, estão relacionadas à gravidade da malária e se essa relação varia de acordo com o grupo sanguíneo A, B ou O, o sexo e a condição gestacional. A equipe analisou amostras de soro sanguíneo de pacientes com malária e de pessoas saudáveis, medindo a quantidade, o tamanho e as características físico-químicas de nanopartículas presentes no sangue, estruturas minúsculas que funcionam como mensageiras biológicas. Os resultados mostraram que o perfil dessas nanopartículas varia entre os grupos analisados e pode ter correlação com o tipo sanguíneo ABO, reforçando evidências de que esse fator oferece certa proteção contra as formas mais severas da doença. Disponível também na plataforma Spotify
No mês em que é lembrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o TDAH, celebrado em 13 de julho, especialistas chamam atenção para um transtorno que atinge cerca de 5% das crianças e adolescentes e entre 2,5% e 4% dos adultos em todo o mundo, mas que ainda é confundido com preguiça, desinteresse ou falta de disciplina. O médico neurologista Dr. Marcio Rassi explica os sinais que costumam passar despercebidos, principalmente entre adolescentes e adultos, como é feito o diagnóstico, que é clínico e sem exames laboratoriais específicos, e quais são as formas de tratamento disponíveis.
Os relógios inteligentes já fazem parte da rotina de milhões de pessoas. Mas uma nova categoria de dispositivos começa a ganhar espaço entre consumidores e fabricantes: os anéis inteligentes. Pequenos, discretos e equipados com sensores cada vez mais avançados, esses wearables prometem monitorar indicadores como frequência cardíaca, atividade física e qualidade do sono, oferecendo uma alternativa aos tradicionais smartwatches. Mas o que explica o crescimento desse mercado? Os anéis inteligentes vieram para substituir os relógios inteligentes ou as duas tecnologias devem coexistir? E como a inteligência artificial pode transformar a próxima geração desses dispositivos? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Amanda é Gerente de Marketing e Produtos da Lity. sobre o presente e o futuro dos anéis inteligentes, os desafios da categoria e o impacto desses dispositivos na forma como monitoramos nossa saúde e bem-estar. Você também vai conferir: Apple acusa OpenAI de usar segredos comerciais para avançar em hardware de IA, TCL prepara celular que mistura smartphone, Kindle e segunda tela removível e Netflix pode lançar canais 24 horas e resgatar um modelo da TV por assinatura. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, João Melo e Jaqueline Sousa, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Neves está envolto em escrutínio sobre faturas e potenciais conflitos de interesses. As falhas na correção das provas nacionais levantam a urgência em assumir erros que prejudicam os alunos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O estádio do Flamengo no Gasômetro ganhou um novo capítulo importante. Bap afirmou que o projeto não está abandonado, mas explicou que o clube não pode iniciar a construção enquanto a estação de gás da Naturgy continuar operando no terreno.Segundo o presidente do Flamengo, a estrutura abastece cerca de 400 mil cariocas, tem tubulação ativa e precisa ser removida antes de qualquer obra. Depois da retirada, ainda seria necessário um período de descontaminação da área.A novidade é que a decisão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de relicitar a concessão de gás aumenta a insegurança sobre quem vai operar o serviço a partir de 2027. Com isso, as tratativas para a saída da Naturgy do terreno podem ficar ainda mais lentas.Neste vídeo, explicamos por que o Flamengo pode até estar fazendo caixa para o estádio, mas não tem como começar a obra agora, mesmo que tivesse dinheiro suficiente para construir a arena.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #EstádiodoFlamengo
Verds en Comú Podem Sitges atribueix la sortida del govern municipal a l'incompliment de la paraula donada per part d'ERC i Sitges GI en el pacte de govern del 2023 que va fer possible la investidura d'Aurora Carbonell en el que s'establia un relleu de l'alcaldia en el darrer mandat. Carme Gasulla assegura que tant ERC com Sitges GI en el moment de treballar per aquest relleu han modificat condicions i posat impediments per a que es produís aquest relleu que li havia de suposar l'alcaldia als Comuns. Gasulla confirma que les discrepàncies comencen a partir del comunicat de Guanyem Sitges on s'anunciava que no donarien suport al relleu a l'alcaldia i manifesta que "les exigències, les resistències i les noves condicions plantejades pels nostres socis han acabat fent inviables les possibles vies d'acord". Gasulla assegura que no es van garantir les condicions per complir el pacte, que es va traslladar als comuns la responsabilitat per buscar els vots necessaris i que alhora no es van facilitar els compromisos que haurien permès aconseguir aquests suports. El deteriorament de les negociacions per Gasulla arriba en el moment en que segons els Comuns la formació de SitgesGI va proposar a un dels membres dels Comuns entrar a formar part del grup municipalista. L'entrada Carme Gasulla anuncia que Verds en Comú Podem marxa del govern per incompliment del pacte del 2023 per part d’ERC i SitgesGI: «el que no pot ser és exigir a una formació que construeixi una majoria i simultàniament impedir que es doni resposta a les condicions que poden fer possible aquesta majoria» ha aparegut primer a Radio Maricel.
Nesta edição do “Pit Stop CBN”, o comentarista Ricardo Barbosa traz como destaque que alguns cheiros ou aromas no carro podem significar problemas sérios no bom funcionamento do veículo e causar prejuízos.Geralmente o cheiro de “borracha queimada”, por exemplo, surge com o superaquecimento dos freios do carro. O cheiro de óleo queimado é um dos mais comuns e de fácil identificação. Na maioria das vezes, como é de se esperar, ele acontece por conta de algum vazamento de óleo.
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci conversa com neurocientista italiana Lisa Mosconi sobre o papel das oscilações hormonais da menopausa na saúde cognitiva feminina e sobre prevenção.
Texto Bíblico base deste vídeo: Êxodo 17.8-16Tema: Mais do que os olhos podem ver.Pregador: Pastor Thiago de Souza Dias
De caráter multifatorial, as condenações são associadas às enfermidades, falhas nutricionais, ambientes de produção inadequados, deficiência no bem-estar animal e problemas no manejo pré-abate
Praia, piscina, parques e dias inteiros ao ar livre. As férias escolares são sinônimo de diversão, mas também representam um período de maior exposição ao sol. O problema é que essa exposição, quando feita sem os devidos cuidados, pode aumentar o risco de câncer de pele. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 263 mil novos casos da doença por ano até 2028. A maioria deles está diretamente ligada à radiação ultravioleta. Como se proteger corretamente? Quais sinais merecem atenção? E por que tanta gente ainda negligencia o uso do protetor solar? Quem responde a essas e outras perguntas é Egon Daxbacher, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Especialista comentou Relatório Global sobre a Situação do Câncer 2026, divulgado nesta quarta-feira pela agência de saúde da ONU; documento faz apelo aos países por intervenções coordenadas.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma pesquisa feita na capital paulista mostra que preços de medicamentos podem variar mais de 2.400% nas farmácias. A situação chama a atenção principalmente de quem utiliza remédios de forma contínua e precisa manter os gastos sob controle.
Agência da ONU calculou danos físicos diretos em habitações e infraestruturas após os sismos de 24 de junho; milhares de pessoas seguem vivendo foram de suas casas em abrigos improvisados e acampamentos de deslocados, com necessidades de água, saneamento, saúde e proteção.
Surto, que já matou 506, continua afetando nação africana; duas opções de tratamento estão sendo testadas no terreno desde o início do mês; 1,2 mil doses estão disponíveis e terapias adicionais podem ser incorporadas ao estudo à medida que novas evidências surgirem.
El passat diumenge 5 de juliol, i acompanyat per la seva família i un bon grup de sitgetans i sitgetanes, Esteve Ferré fou ordenat diaca de mans del bisbe de la diòcesi de Sant Feliu de Llobregat, Fra. Xabier Gómez. L'Esteve tanca, per tant, un llarg procés que ha finalitzat amb la seva ordenació diaconal. Aquest proper diumenge 12 de juliol, a les 19:30 h, Esteve Ferré celebrarà la seva primera missa com a diaca i espera poder estar acompanyat també per aquelles persones que, d'alguna manera o altra, han estat al seu costat al llarg de tot aquest camí. Un camí que començava a principis dels anys vuitanta, quan l'Esteve s'incorporava a la parròquia de la mà de Mn. Joaquim Comas. Esteve Ferré coneix tots i cadascun dels racons de la parròquia i quan li preguntem si Sitges és un poble de fe, la seva resposta és clara: "Sitges és un poble de fe, però cadascú de nosaltres la viu d'una manera diferent i aquesta fe la podem viure a través de les nostres festes i tradicions". L'entrada Després d’un llarg procés Esteve Ferré ha estat ordenat diaca: «Sitges és un poble de fe, però aquesta fe la podem viure a través de les nostres festes i tradicions» ha aparegut primer a Radio Maricel.
A saúde mental continua a ser um dos temas sobre os quais mais se fala... e, ao mesmo tempo, um dos menos compreendidos.Neste episódio, recebemos a psicóloga Ticas Graciosa, que partilhou a sua história de vida com uma honestidade comovente, abordando o impacto da doença mental, o suicídio, o luto, a violência doméstica e o peso do silêncio que tantas famílias carregam.Uma conversa que nos desafia a olhar para a saúde mental com mais humanidade, empatia e consciência, lembrando-nos de que ouvir, compreender e estar presente pode fazer toda a diferença.Um episódio sobre dor, amor, esperança e a importância de nunca deixarmos ninguém sentir que está sozinho.
À frente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, Cnpem, José Roque ressalta importância de inovações que estão sendo desenvolvidas no Brasil; ele destacou busca por tecnologias de futuro que possam reduzir dependência de minerais críticos.
O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
Será que os animais conseguem prever terremotos? Estudos analisaram o comportamento de mais de 130 espécies durante 160 terremotos e a conclusão é mais complexa do que muita gente acredita. Segundo o site de verificação de fatos espanhol Newtral, após cada terremoto circulam nas redes sociais vídeos de elefantes fugindo em manada, pássaros invadindo cidades ou cães uivando de forma insistente, acompanhados de mensagens que afirmam que esses comportamentos ocorrem pouco antes do tremor. Será verdade? Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo explica.
Como transformar a Copa do Mundo em uma poderosa ferramenta de aprendizagem? Neste episódio do Arco43 Podcast, Marcos Keller e Regiane Taveira recebem o professor e autor Levon Boligian para mostrar como um dos maiores eventos esportivos do planeta pode ampliar o ensino de Geografia - e dialogar com praticamente todas as áreas do conhecimento. Ao longo da conversa, o episódio explora temas como geopolítica, migrações, colonialismo, desigualdade, blocos econômicos, identidade, logística, pensamento crítico e planejamento pedagógico. Mais do que falar sobre futebol, o debate mostra como a escola pode aproveitar acontecimentos que mobilizam os estudantes para construir aprendizagens significativas, contextualizadas e interdisciplinares, transformando a Copa em uma oportunidade para ler e compreender o mundo.
Nesta edição do "Direção Segura", a Inspetora da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo (PRF-ES), Ana Carolina Cavalcanti, traz como destaque quais infrações de trânsito que podem levar à suspensão imediata do direito de dirigir. São exemplos: dirigir sob influência de álcool ou outra substância psicoativa; excesso de velocidade acima de 50% do permitido; participar de "rachas" ou competições ilegais; deixar de prestar socorro à vítima de acidente (quando isso é possível) e forçar ultrapassagem.De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o motorista que somar 40 pontos em infrações terá sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa? Se cometer uma infração grave, no entanto, o limite cai para 30 pontos. Se cometer duas ou mais, o limite cai ainda mais, para 20 pontos – o máximo permitido antes da mudança feita em 2021. Mas há alguns delitos que podem provocar a suspensão imediata do direito de dirigir.
Depois de quase quinze dias de forte onda de calor pela Europa e nomeadamente aqui em França que conheceu o segundo episódio deste tipo desde Maio, o governo faz um primeiro balanço da gestão desta crise, numa reunião interministerial nesta segunda-feira. De acordo com dados provisórios da Agência de Saúde Pública francesa, foram registados cerca de mil mortos suplementares comparativamente à média registada no mesmo período em anos anteriores. Ao longo destes dias, foram numerosas as unidades de saúde a encontrar dificuldades perante o afluxo massivo de utentes com problemas provocados ou agravados por temperaturas que rondaram ou ultrapassaram os 40 graus. Perante esta crise que reaviva a lembrança ainda muito presente dos mais de 10 mil mortos da onda de calor de Agosto de 2003 aqui em França, o governo tem sido acusado pela oposição de não ter sido suficientemente proactivo no domínio da saúde, com um investimento nesse sector a diminuir de ano para ano. Foi neste contexto que Paulo da Silva Moreira, médico e antigo eleito local na região da Yonne, a sul de Paris, fez um primeiro balanço destes últimos dias. RFI: Qual é o primeiro balanço que faz da gestão desta crise? Paulo da Silva Moreira: Durante estes últimos dias, o Estado ainda não contabilizou completamente as pessoas que faleceram, porque há sempre um tempo entre o momento em que as declarações são feitas e em que elas são analisadas. Mas pode-se dizer que por já houve mortos, Não houve tantos mortos como nas anteriores fases de calor. O que foi feito ao nível da saúde foi anular tudo o que era concertos, exposições, manifestações de rua, e também prevenir a população, o que aconteceu efectivamente desde o princípio, com 'spots' na televisão e no rádio, informando as pessoas sobre as boas práticas com ondas de calor. Estamos informados que vai repetir-se três ou quatro vezes no ano com a mudança do tempo. Temos que repetir essas medidas cada vez. Vai haver sempre mortes, porque essa fase é sempre difícil para pessoas que estão em fases de doenças crónicas mal estabilizadas. Mas também os jovens não têm cuidado. Por exemplo, as pessoas que vão mergulhar numa água fria e vão ter uma paragem cardíaca, pessoas que ficam muito tempo ou que vão correr ao sol ou andar de bicicleta. Há sempre pessoas que falecem. RFI: Há já alguns dados que começam a sair. Em termos oficiais e em termos provisórios, calcula-se que houve pelo menos mais 1000 mortos do que no mesmo período no ano passado. Há quem considere que estas mortes eram evitáveis. Paulo da Silva Moreira: Quando se conta as pessoas que morreram, na realidade, quando se vê que são pessoas que são frágeis, que têm doenças crónicas, instáveis, a probabilidade de terem morrido nos meses seguintes é forte. O que conta é ver quem é que morreu. Pessoas que estavam em estabelecimentos, isso reduziu muito, porque os estabelecimentos que fazem acolhimento de pessoas idosas estão preparados para essas situações. As câmaras têm todas uma "lista branca", que é uma lista das pessoas que estão sozinhas e que não têm ajuda, ou que vão ter falta de água ou estimulação, para que alguém se ocupe delas, e também, claro, as crianças, as pessoas que estão a trabalhar nas obras e trabalhar nos campos e estão todas informadas com essas situações. O mais importante é não só dizer '1000 mortos', é preciso ver o que é que vai acontecer nos 15 dias que se seguem. Talvez os números de mortos fiquem abaixo da média habitual. RFI: O governo tem sido alvo de ataques por parte da oposição relativamente a tudo o que tem a ver com a activação de planos para efectivamente fazer frente a esta situação. Pensa que estas críticas são injustas? Paulo da Silva Moreira: Penso que são manobras políticas e que estes ataques são injustos porque os meios de combater os efeitos da onda de calor existem. Eles são postos em movimento quando são precisos. Mas infelizmente, há sempre manobras políticas para recuperar essas situações. Vai sempre morrer pessoas não devem morrer, milhares e milhares e milhares, mas vão sempre morrer pessoas com problemas crónicas, da mesma forma que pessoas que morrem no fim do período do inverno. Às vezes há períodos do ano em que há pessoas que morrem mais do que outros. Portanto, são fases que temos que aceitar. As ondas de calor agora são muito focalizadas, são muito contabilizadas. Agora, acusar o governo de que pessoas mais uma vez com doenças crónicas tenham falecido agora, em vez de falecerem daqui a dois ou três ou seis meses, É preciso ser justo. RFI: Ao fim de quase duas semanas de onda de calor em França, o Primeiro-ministro anunciou encomendar alguns dispositivos de climatização para os hospitais. Julga que isto não foi uma medida um pouco tardia, que isto podia ter sido antecipado? Paulo da Silva Moreira: É preciso saber que nem no meu estabelecimento é equipado de sistemas de refrigeração, porque não era o clima que nós tínhamos antes. Essas medidas que foram anunciadas, claro que são insuficientes e é preciso equipar todos os hospitais franceses, porque o problema existe em todos os estabelecimentos, por toda a França. RFI: Qual é a situação neste momento dos hospitais perante esta onda de calor e os efeitos que tem sobre a saúde das pessoas que vão parar às urgências à conta desta situação? Paulo da Silva Moreira: É complicado, as urgências, porque já há sempre muita gente que vem nesse período, sem falar da temperatura do ar no hospital ou nas urgências. É preciso hidratá-las. É preciso fazer uma selecção do que é urgente e não é urgente. É preciso examiná-las, é preciso instalá-las em qualquer sítio. O problema é não ter lugar, nem ter instalações próprias para poder receber tanta gente. De repente, é evidente que todas as pessoas que têm doenças crónicas, estão mais inquietas e vão consultar mais facilmente, porque todos os anúncios do Estado dizem 'se tiver vertigens, dores, alucinações, cansaço anormal, inchaço de pernas, vá às urgências'. E o problema também não é só a temperatura. Têm que se manter num sistema sem refrigeração. Estas pessoas todas podem passar seis, sete ou oito horas sem ser tratadas, por exemplo. E também há o problema dos serviços de reanimação com aparelhos eléctricos que produzem imenso calor. Portanto, as temperaturas chegam a estar relativamente altas nesses serviços. E o problema é sempre de refrescar o ar. E não é o mais fácil de fazer, porque muitas vezes os hospitais têm arquitecturas modernas. Pensa-se mais no frio, e não no calor, na arquitectura dos hospitais em França. RFI: Há gente suficiente nos hospitais em França para fazer frente a esta situação? Paulo da Silva Moreira: Não há gente suficiente. Quando há situações assim, em que há um monte de gente que chega às urgências, há falta de gente nas urgências, não há capacidade de recolher tanta gente. É o efeito dos anúncios que alertam e que enviam as pessoas às urgências. Tem um efeito preventivo, mas também tem um efeito assustador. E há muita gente que vem às urgências e que não são necessárias de lá irem porque, por exemplo, o inchaço das pernas, tem as pernas um pouco inchadas, mas têm a impressão que o inchaço é importante. Estão cansados, mas não estão assim tão cansados. Podem respirar correctamente e têm a impressão que não podem. Há sempre também muita gente que está em pânico e que vai às urgências com medo. RFI: Apesar da forte onda de calor e apesar de, por exemplo, ter havido eventos que foram cancelados por causa da onda de calor, houve uma série de outras actividades que foram mantidas, por exemplo, exames escolares. Nestes últimos dias, o ministro do Trabalho disse que 'o país não pode parar quando se chega aos 30 graus'. Como é que se pode conciliar o imperativo de proteger a saúde dos cidadãos e, ao mesmo tempo, continuar a actividade? Paulo da Silva Moreira: Acho que há uma diferença entre passar um exame numa sala de exames, num estabelecimento, seja num liceu ou colégio, e um sistema de saúde que recolhe pessoas doentes ou frágeis, fisicamente ou mentalmente. Eu acho que temos também de estar a par do sistema económico e não se pode parar completamente de viver assim que há uma onda de calor. Tem que se continuar a passar exames, tem que se continuar a ir à escola. Talvez modificar os horários, como se faz nos países quentes. Mas não se pode parar. Efectivamente, não é a solução. RFI: O governo reúne hoje a sua célula de crise para fazer um balanço destes últimos dias e, eventualmente, antecipar, já que se prevêem altas temperaturas novamente já a partir da próxima semana. O que é que espera do governo enquanto médico? Paulo da Silva Moreira: O governo vai fazer anúncios como sempre. Vai ser também ocasião de se mostrar e dizer que está a ocupar-se do assunto, mas não vai mudar nada entre hoje e a semana que vai vir. O governo não vai poder mudar as coisas tão facilmente e tão rapidamente. Mas bom, é importante que o governo mostre que toma consciência do problema e que está a tentar a melhorar a situação. RFI: Não espera, por exemplo, que haja um maior investimento na qualidade dos hospitais ou, eventualmente, no equipamento, ou eventualmente reforço em termos de pessoal nos hospitais? Paulo da Silva Moreira: Por já, quanto ao pessoal nos hospitais, é preciso encontrar pessoal para trabalhar nos hospitais. E quando se vê a importância das obras que são necessárias nos hospitais para modificar os sistemas, é um custo e é uma organização muito complicada. Portanto, é preciso ser realista. Não sei quando é que vai acontecer.
Alguns livros dessa coleção simplesmente não existiam em português. Até agora... Após quase 10 anos de história, a Brasil Paralelo lança seu primeiro produto físico de assinatura: o Clube do Livro BP. Uma jornada com 12 obras cuidadosamente selecionadas para você construir uma biblioteca de valor, com direção, curadoria e o padrão de qualidade que você já conhece. Por se tratar de um produto físico com produção limitada, o número de assinantes deste lote de lançamento é restrito. Não perca tempo e garanta seu lugar antes que as vagas encerrem.
Um caso recente envolvendo a Meta acendeu um alerta para empresas que estão acelerando a adoção de agentes de inteligência artificial em áreas como atendimento, suporte técnico e recuperação de acessos. Segundo investigações, hackers conseguiram assumir contas verificadas do Instagram ao explorar um sistema automatizado de suporte da companhia. Entre os alvos estavam perfis ligados à Casa Branca, à Força Espacial dos Estados Unidos e grandes marcas. Mas o que realmente aconteceu? O problema estava na inteligência artificial ou na forma como ela foi integrada aos processos da empresa? Para responder essas e outras perguntas, o Podcast Canaltech conversa com Rodolfo Almeida, COO da ViperX, startup de cibersegurança do Grupo Dfense. No episódio, o especialista explica como o ataque funcionou, por que os riscos da IA estão deixando de ser apenas informacionais para se tornarem operacionais e quais cuidados empresas devem adotar antes de conceder autonomia a agentes inteligentes. Você também vai conferir: Sony quer acabar de vez com as fotos estouradas no celular, Adobe quer deixar a IA cuidando da parte chata do trabalho criativo e operadora está pagando dívidas para convencer clientes a mudar de lado. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de João Melo, Viviane França e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A propósito das medidas das autoridades francesas para enfrentar a onda de calor, Alberto Gonçalves relativiza o impacto imediato das alterações climáticas no nosso tempo de vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, a entrevistada é a pesquisadora Janaina Peruzzo, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Ela é autora da tese "A capacidade adaptativa da cidade: resiliência e corredores ambientais urbanos", orientada pelo professor Homero Fonseca Filho
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Os três instrutores presos por envolvimento na morte de uma jovem durante um salto, sem corda, no interior de São Paulo podem pegar até 20 anos de prisão. Eles não conseguiram explicar para a polícia quem errou no procedimento de segurança. Luis Felipe Feliciano disse que era dele e de Maicon Fernandes Cintra a responsabilidade de colocar a corda de segurança nos clientes, mas que no dia do acidente não se lembra quem era o responsável por prender a jovem ao equipamento. E ainda: Delegado aponta falha humana em acidente com helicópteros que matou seis no Rio.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (15/06/2026): O armazenamento de energia por meio de baterias entrou no radar dos investidores. A expectativa é de que esse tipo de projeto atraia investimentos de mais de R$ 57 bilhões nos próximos dez anos, segundo levantamento da consultoria Deloitte, abrindo uma nova fronteira de crescimento no setor elétrico brasileiro. As baterias são vistas como solução para um dos principais problemas hoje do setor: o excesso de geração solar e eólica em determinados horários e a falta de energia em outros. As baterias podem armazenar essa energia excedente e liberá-la quando a demanda aumenta, criando valor para todo o sistema. De olho no potencial de negócios, o governo aprovou na semana passada a regulamentação dos sistemas de armazenamento e já existe a previsão de um primeiro leilão de baterias no País no fim do ano. Política: Nunes Marques trava processo contra deputados do Centrão há mais de 1 ano Internacional: Trump faz 80 anos com show de UFC e acordo de paz com Irã sobre a mesa Metrópole: Planos vão ter de cobrir implante contraceptivo para adolescentes Cultura: Avenida Paulista vai ganhar novo espaço cultura Esportes: Seleção pode mudar; Neymar ainda é dúvidaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um podcast do Gamer Como a Gente! O Detonando Agora é a atração do GCG onde falamos sobre os jogos que estamos jogando ou que até mesmo já zeramos. Todo gamer gosta de bater um papo sobre os games do momento e este é o espaço que fazemos isso. Podem ficar tranquilos que é sem spoilers. Apertem o play e vamos lá! Conheçam os jogos comentados: - Lords of the Fallen: https://www.youtube.com/watch?v=uw_Lskv6ZjQ - REPLACED: https://www.youtube.com/watch?v=Egkzeiy6yp8 - 007 First Light: https://www.youtube.com/watch?v=WTY7Wxy-D80 Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com Podem também deixar seus comentários nas postagens e não se esqueçam de acessar o nosso Instagram e Blue Sky. Arte da vitrine: Rodrigo Estevão Edição: Diego Ferreira
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (12/06/2026): Os Ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento calculam que nove pautas em tramitação no Congresso representam, em conjunto, impacto fiscal estimado de R$ 111 bilhões por ano nos cofres públicos. Somente na quarta-feira, o Senado avançou em três desses projetos que podem chegar a cifras bilionárias: renegociação de dívidas rurais, contratação e aposentadoria das carreiras de agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias e atualização do salário mínimo profissional de médicos e cirurgiões dentistas. A tramitação da pauta que pressiona as contas públicas tornou-se ainda mais tensa e pressionou ainda mais a relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Os dois romperam relações desde que o Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no STF. Política: Flávio vai ao STF contra Lula, numa campanha polarizada judicialmente Economia: SpaceX levanta US$ 75 bi e estreia na Bolsa valendo US$ 1,77 tri Internacional: Após ameaças, Trump recua e diz que Irã aceitou termos de acordo Esportes: A primeira festa da Copa é mexicanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Futebol no Mundo na Copa, nossos comentaristas analisam tudo sobre os grupos I, J, K e L da Copa do Mundo. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre novos segredos de Elon Musk que podem mudar tudo. O Vilela não compra carros elétricos porque acha que eles se envolvem mais em choques.
Empiricus+: Acesse a recomendação de fundos imobiliários e outras 10 carteiras recomendadas - https://emprc.us/7tmR0X O Brasil vive uma verdadeira corrida logística. Gigantes como Mercado Livre, Shopee e Amazon estão disputando espaço em galpões cada vez mais modernos, próximos dos grandes centros urbanos e preparados para entregas ultrarrápidas. Enquanto o e-commerce continua avançando, o mercado imobiliário logístico enfrenta outro fenômeno importante: a oferta de novos galpões já não cresce no mesmo ritmo da demanda. O resultado? Vacância baixa, pré-locação elevada, aluguel subindo e fundos imobiliários logísticos ganhando protagonismo. Mas essa transformação vai muito além dos galpões. Neste episódio do Empiricus Podca$t, Paula Comassetto conversa com Caio Araujo e Fernando Crestana sobre: - O impacto do e-commerce nos fundos imobiliários;- Juros altos e o IFIX em recuperação;- Gestão ativa nos fundos imobiliários;- O cenário dos fundos de crédito imobiliário;- Os riscos que o mercado pode estar ignorando;- E como o investidor pode se posicionar nesse novo momento dos FIIs.
Olá Amigos e Amigas Gamers! Sejam bem-vindos a mais um podcast do Gamer Como a Gente! O Detonando Agora é a atração do GCG onde falamos sobre os jogos que estamos jogando ou que até mesmo já zeramos. Todo gamer gosta de bater um papo sobre os games do momento e este é o espaço que fazemos isso. Podem ficar tranquilos que é sem spoilers. Apertem o play e vamos lá! Conheçam os jogos comentados: - Wo Long Fallen Dynasty: http://www.youtube.com/watch?v=xlmdeQFyqC0 - Marvel Cosmic Invasion: http://www.youtube.com/watch?v=v7eYGv9tgNI - Gambonanza: http://www.youtube.com/watch?v=fHnA7HLy920 - SAROS: http://www.youtube.com/watch?v=Z-HHsw5y1Zk Dúvidas, sugestões, xingamentos, desafios ao mestre platinador é só chamar a gente no email: gamercomoagente@gmail.com Podem também deixar seus comentários nas postagens e não se esqueçam de acessar o nosso Instagram e Blue Sky. Arte da vitrine: Rodrigo Estevão Edição: Diego Ferreira