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♥ ADQUIRA MEU ÁUDIOBOOK (COM MINHA VOZ) 'VOCÊ NÃO É SEU TRAUMA': https://go.hotmart.com/W104279013LSolange foi criada em uma família extremamente religiosa, dentro das Testemunhas de Jeová, e passou a vida tentando esconder quem realmente era para não decepcionar afamília. Mesmo sentindo desde cedo que sua orientação era diferente, ela decidiu seguir o caminho esperado e acabou se casando com um homem. Mas tudo mudou quando, já casada, ela conheceu uma mulher pela internet. O que começoucomo amizade virou um amor intenso, mesmo com 2.000 km de distância entre elas. Determinada a viver esse sentimento, Solange começou a planejar uma nova vida. O problema é que a mulher também era casada… e o marido de Solange acaboudescobrindo toda a história. Agora, entre religião, casamento, família e amor, ela vive um grande conflito e busca um conselho. Uma história real de relacionamento, descoberta da sexualidade, religião e escolhas difíceis.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
#RevistaEspirita #Espiritismo #allankardec | ► Demais episódios deste estudo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLhtIzed427rOqHgaXnJsouViDkGqMpw8Y | ► Acesso gratuito às obras fundamentais espíritas em PDF (incluindo o livro deste estudo): https://classroom.google.com/c/NDU4Nzg4MDg4NzQy?cjc=llduno7 | ► Seja membro deste canal e colabore para que o trabalho voluntário sobre a nossa rica Doutrina Espírita continue! Clique no link: https://www.youtube.com/channel/UC-lS7C1q8BuPt3gx9ND6fKw/join | Produzido por Evandro Oliva (https://www.evandrooliva.com).
Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a pergunta que abre o debate é direta: há o que comemorar diante de tantos casos de feminicídio, violência e assédio no país? Esse é um dos temas do Observatório Feminino deste domingo, programa da Rádio Itatiaia que discute os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil. Um dos assuntos centrais é o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro, caso que gerou grande repercussão nacional. Em meio às investigações, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro expediu um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro como possível mentor do crime, suspeito de ter atraído a vítima ao apartamento onde ocorreram os abusos. Quatro homens presos por participação no crime estão na Cadeia Pública José Frederico Marques, em celas separadas dos demais internos. Dois deles, Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, ambos de 19 anos, já passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Outros dois suspeitos, Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, ambos de 18 anos, devem passar pelo mesmo procedimento. O programa também aborda medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde do Brasil para ampliar o atendimento e a proteção às mulheres no SUS. As ações incluem teleatendimento em saúde mental para vítimas de violência, reconstrução dentária gratuita e um mutirão nacional de exames e cirurgias. As iniciativas foram apresentadas pelo ministro Alexandre Padilha e fazem parte do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Outra proposta do ministério é solicitar à Organização Mundial da Saúde a inclusão do feminicídio na Classificação Internacional de Doenças, o que pode melhorar as estatísticas e fortalecer políticas públicas de prevenção. Atualmente, mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero costumam ser registradas apenas como agressão. O episódio também destaca histórias de resistência feminina, como as retratadas no documentário original “Mulheres do Vale: Arte que nasce da seca”, produzido pela equipe da Rádio Itatiaia. A produção mostra mulheres da região do Vale do Jequitinhonha que transformaram a arte em sustento e superação.
Esta semana, temos na estante a única experiência literária do grande provocador da canção francesa: Serge Gainsbourg, com a novela “Evgueni Sokolov”; lemos duas vozes críticas da situação do país: o jornalista Gustavo Sampaio no livro “Negócios no Poder” e o colunista Nuno Gonçalo Poças em “Águas de Bacalhau - Do advento da Geringonça à ascenção do Chega”; e temos ainda os dois primeiros títulos de uma nova colecção de clássicos: “A Vida de Lazarilho de Tormes”, de autor anónimo, e “Robinson Crusoe”, de Daniel Defoe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Fúria épica” parece título de filme, mas os mortos não são figurantes e a destruição não é só cenário. Trump já admitiu que quer intervir na escolha do sucessor do Aiatolá Kamenei, mas também confessa que os elementos identificados como possíveis interlocutores foram todos mortos. No PSD, Montenegro - cansado das alfinetadas de Passos Coelho - decidiu desafiá-lo para um duelo ao sol em Maio. O confronto directo em directas não vai acontecer, já foi recusado por Passos, e é previsível que o actual líder continue a ser frito em lume brando pelo líder de outrora. Enquanto isso, mais sete polícias da esquadra do Rato foram detidos sob a acusação de práticas muito feias. O novo ministro da administração interna vai ter de dar atenção às questões de segurança… em esquadras de polícia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Somos brasileiros, somos conhecidos como o povo do jeitinho. Naturalmente resolvemos os mistérios do universo com gambiarras super criativas. Por muitas vezes dizemos que a NASA precisa descobrir o que há de especial em nós. Mas embora a ideia do jeitinho brasileiro pareça muito boa, ela tem vários perigos e precisamos estar atentos a eles.Dar um jeitinho é legal, mas quando você começa a fazer isso com coisas importantes se torna um grande perigo. Uma coisa é dar um jeitinho na casa, na torneira, no quintal. Outra coisa bem diferente é dar um jeitinho na vida, no casamento, no coração. Existem coisas que não permitem "um jeitinho".O Salmo 51 no verso 10 diz assim: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável."De acordo com o salmo, o coração do salmista não parece bem. Corrompido pelo pecado, precisa de transformação. Mas o que fazer? Se o salmista fosse brasileiro, talvez ele desse um jeitinho. E como seria esse jeitinho? Como muita gente faz, basta esquecer isso, ou ignorar aquilo, etc. Mas o salmista sabe que não é assim. Ele não precisa de um jeitinho, mas de uma mudança radical. Seu pedido a Deus é por um coração novo, transformado, regenerado, sem histórico.Não faça parte dos que tentam dar um jeito na vida porque desse jeito, nada muda! A sua vida precisa experimentar transformação, renovo, recomeço e isso só Deus pode fazer! Se como o salmista você também entende isso, então peça a Deus.
Paulinho, Dri, TAM, André Nascimento e Ju Delfino entram pela quarta e última porta do Cemitério dos Livros Esquecidos para concluir esta série espetacular de Carlos Ruiz Zafón com O labirinto dos espíritos.Ouça mesmo se você não leu este livro ou os anteriores. Esta é uma excelente oportunidade para ter o primeiro contato com a obra.Precisa do livro? Compre-o pelo link abaixo e de quebra ainda ajude o Ichthus a crescer cada vez mais.→ O labirinto dos espíritos (Carlos Ruiz Zafón): https://ichthus.com.br/o-labirinto-dos-espiritos* * *► GOSTA DO ICHTHUS PODCAST? ◄SÓ CONTINUAREMOS A EXISTIR COM A SUA AJUDA!Escolha AGORA MESMO sua faixa de apoio mensal em nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse (pode ser qualquer valor) acessando: https://catarse.me/ichthusAgora, se você REALMENTE não tem condições de se comprometer com um valor mensal, por menor que seja, mas deseja nos abençoar esporadicamente, você também pode, sempre que possível, fazê-lo através de DOAÇÕES AVULSAS ou RECORRENTES de qualquer valor via PIX.Nossa chave PIX é: 17.558.300/0001-93* * *Outra forma de ajudar o Ichthus é SEMPRE fazer TODAS as suas compras na Amazon partindo do nosso link de afiliação: https://ichthus.com.br/amazonPode ficar tranquilo que nenhum item será mais caro por conta disso.* * *E que tal continuar esta conversa em nossa comunidade no Discord? Por lá organizamos várias leituras coletivas (inclusive da Bíblia), transmitidos AO VIVO a gravação de podcasts do Ichthus (e você pode participar via chat) e muito mais. Participe acessando: https://bit.ly/leituracoletiva (É TUDO DE GRAÇA!)Se preferir, também temos o nosso canal no Telegram. Inscreva-se em: https://t.me/clubeichthusE, agora, também temos o nosso canal no WhatsApp. Inscreva-se em: https://ichthus.com.br/whatsapp* * *O Ichthus Podcast é um oferecimento do Estúdio Ichthus. Você pode ouvir este e outros programas em nosso site (https://ichthus.com.br) ou nas principais plataformas de áudio (como Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Music, Amazon Music e tantas outras).Procure por "Ichthus Podcast" em seu aplicativo favorito e assine nosso feed gratuitamente para não perder nenhum episódio.* * *Finalmente, lembre-se de compartilhar este episódio de todas as maneiras possíveis. Este é o melhor jeito de você demonstrar carinho por nós e ajudar este projeto a crescer cada vez mais. Ah, e não esqueça de nos marcar (@clubeichthus) na sua postagem.Agora sim, pegue seu fone de ouvido e bom podcast!
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 3:14-20 Plano De Leitura Anual: NÚMEROS 31–33; MARCOS 9:1-29 O devocional de hoje está uma bênção! Marque um amigo aqui nos comentários para ler com você! Durante uma nevasca, minha mãe viúva concordou em ficar conosco até o mau tempo passar. Porém ela não voltou para a casa dela. Minha mãe morou conosco pelo restante da sua vida, e a sua presença também mudou nossa casa de maneiras positivas. Ela sempre estava lá para fornecer sabedoria, conselhos e compartilhar histórias familiares. Mamãe e meu marido tornaram-se melhores amigos, compartilhando o mesmo senso de humor e o amor pelos esportes. Ela não era mais apenas visitante, e sim uma residente permanente que transformou para sempre o nosso coração, mesmo após Deus a levar. A experiência relembra como João descreveu Jesus: Ele “habitou entre nós” (JOÃO 1:14). É tocante porque no original em grego a palavra habitar significa “armar uma tenda”. Outra tradução diz que Ele “morou entre nós” (NTLH). Pela fé, recebemos Jesus como Aquele que habita em nosso coração. Como Paulo escreveu: “Peço que, da riqueza de sua glória, ele os fortaleça com poder interior por meio de seu Espírito. Então Cristo habitará em seu coração à medida que vocês confiarem nele. Suas raízes se aprofundarão em amor e os manterão fortes” (EFÉSIOS 3:16-17). Jesus não é um visitante, mas residente permanente que fortalece todos os que o seguem. Abramos as portas do nosso coração e o acolhamos. Por: PATRICIA RAYBON
Com o recrudescimento da guerra de Estados Unidos e Israel contra o Irã e o espalhamento do conflito para outros países produtores de petróleo no Oriente Médio, o barril do tipo Brent, negociado em Londres, superou nas últimas horas a cotação de US$ 80. O Irã passou a ter como alvos as bases petrolíferas de aliados dos Estados Unidos na região e confirmou o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção global do insumo. Companhias de seguros anunciaram que deixarão de cobrir sinistros no transporte marítimo nas águas do Irã a partir de amanhã. Em reação, o governo americano prometeu oferecer garantias para as empresas do setor. Qualquer interrupção no tráfego na região pode reduzir a oferta global e pressionar ainda mais os preços da commodity, com reflexos sobre combustíveis, transporte e inflação em diversos países. Outra questão é a alta do dólar, que no Brasil chegou ontem a R$ 5,26. Em entrevista à Rádio Eldorado, Lia Valls, pesquisadora associada do FGV-Ibre, disse que os impactos na economia mundial dependem da duração e da extensão da guerra. “A redução dos juros no Brasil fica mais incerta”, avaliou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma norma que proíbe a circulação de qualquer conteúdo produzido ou alterado por inteligência artificial que modifique a voz ou a imagem de candidatos ou pessoas públicas entre 72 horas antes e 24 horas depois das eleições. A regra foi aprovada por unanimidade. Outra medida chancelada pelo TSE visa combater a chamada misoginia digital, com a proibição da criação ou da manipulação de fotos e vídeos que contenham cenas de sexo, nudez ou pornografia. Entre as novas regras, também está a responsabilização das plataformas digitais, com pagamento de multas e outras sanções, caso não removam, de forma imediata, conteúdos e contas durante o período eleitoral que veiculem materiais produzidos por IA que não estejam devidamente rotulados ou que violem as proibições. As definições fazem parte das 12 resoluções para IA, desta semana, que vão orientar as eleições de outubro. Em entrevista à Rádio Eldorado, Arthur Igreja, especialista em Tecnologia e Inovação, disse que “a intenção é boa”, mas apontou dúvidas sobre como a norma será cumprida. “Você consegue rastrear quem criou um conteúdo, mas a partir do momento em que começa a se alastrar fica difícil”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Maquinistas de hoje recebe Marcelo Furtado, diretor comercial do Botafogo. O executivo está desde 2025 no cargo e fala sobre os desafios e projetos a frente da área comercial do Glorioso.Marcelo também fala sobre a evolução do olhar das marcas no ecossistema do futebol e como dados, colhidos pelo clube, são parte fundamental para um patrocínio com metas bem definidas e atingíveis. Outra evolução percebida pelo executivo é a intenção dos patrocinadores de irem para além da exposição na camisa e no uniforme do clube.O diretor comercial do Botafogo também destaca os diferenciais do clube no relacionamento com os parceiros comerciais e como é feito o acompanhamento, junto às marcas parceiras, de modo que a entrega seja satisfatória.O executivo também comentou sobre o acordo do Botafogo com o EA FC, que marca a volta de um time do Brasileirão para o videogame de futebol mais consumido do mundo.Marcelo também comentou sobre como a área comercial está operando atualmente, mesmo com uma crise política envolvendo John Textor.00:00 Início02:42 O olhar das marcas para o futebol07:15 A área comercial do Botafogo12:37 Quem reformulou a área comercial e as mudanças na estrutura do Botafogo17:02 As propriedades do clube17:56 Como construir um planejamento comercial no futebol22:00 A pressão interna e externa24:04 As receitas do clube27:08 A mudança de cultura das marcas dentro do futebol31:26 O diferencial do Botafogo na área comercial36:18 O ambiente colaborativo entre os clubes de futebol38:20 Por que o Botafogo fechou com o EA FC?41:08 As dificuldades de encontrar parceiros comerciais47:24 Como é John Textor?49:40 Como a instabilidade da relação de Textor com a Eagle afeta a área comercial?55:30 Como o Botafogo busca rejuvenescer e aumentar sua base de torcedores01:02:43 A importância do Nilton Santos na hora da venda01:04:40 Por que Marcelo Furtado foi para o Botafogo?01:07:50 Momento Gheorge
Psicografias na Amorosidade
FÓRUM DE TIRADENTES | PAINEL – GT FORMAÇÃOO painel articula ensino superior, educação básica e práticas não formais para afirmar o cinema como direito cultural e campo de disputa simbólica. Apresenta desafios das convergências entre produção, distribuição/circulação, difusão/exibição, visando à formação de plateias para o cinema brasileiro em diferentes territórios educativos. Aborda o cinema como linguagem artística, memória e produção coletiva de conhecimento. Destaca a inclusão social, a diversidade e o enfrentamento das desigualdades estruturais. Afirma o cinema como prática formativa plural e profundamente política.
Depois das férias e da licença maternidade da Carol (bem-vinda Alícia!), voltamos com Levítico 6, onde seguimos a conversa sobre as ofertas de Israel, num capítulo muito propício a um resumo do que vimos até agora.* * *► GOSTA DO PODCAST LEITURA BÍBLICA COMENTADA? ◄SÓ CONTINUAREMOS A EXISTIR COM A SUA AJUDA!Escolha AGORA MESMO sua faixa de apoio mensal em nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse (pode ser qualquer valor) acessando: https://catarse.me/ichthusAgora, se você REALMENTE não tem condições de se comprometer com um valor mensal, por menor que seja, mas deseja nos abençoar esporadicamente, você também pode, sempre que possível, fazê-lo através de DOAÇÕES AVULSAS ou RECORRENTES de qualquer valor via PIX.Nossa chave PIX é: 17.558.300/0001-93* * *Outra forma de ajudar o LBC é SEMPRE fazer TODAS as suas compras na Amazon partindo do nosso link de afiliação: https://ichthus.com.br/amazonPode ficar tranquilo que nenhum item será mais caro por conta disso. Aliás, se ainda não tem a sua Bíblia NVT, escolha a sua agora mesmo: https://amzn.to/3efybRz* * *E que tal continuar esta conversa em nossa comunidade no Discord? Por lá organizamos várias leituras coletivas (inclusive da Bíblia), transmitidos AO VIVO todas as gravações do LBC (e você pode participar via chat) e muito mais. Participe acessando: https://bit.ly/leituracoletiva (É TUDO DE GRAÇA!)Se preferir, também temos o nosso canal no Telegram. Inscreva-se em: https://t.me/leiturabiblicacomentadaE, agora, também temos o nosso canal no WhatsApp. Inscreva-se em: https://ichthus.com.br/whatsapp* * *O podcast Leitura Bíblica Comentada é um oferecimento do Estúdio Ichthus. Você pode ouvir este e outros programas em nosso site (https://ichthus.com.br) ou nas principais plataformas de áudio (como Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Music, Amazon Music e tantas outras).Procure por "Leitura Bíblica Comentada" em seu aplicativo favorito e assine nosso feed gratuitamente para não perder nenhum episódio. Se quiser acompanhar os outros programas do Estúdio Ichthus, é só procurar por "Ichthus Podcast".* * *Finalmente, lembre-se de compartilhar este episódio de todas as maneiras possíveis. Este é o melhor jeito de você demonstrar carinho por nós e ajudar este projeto a crescer cada vez mais. Ah, e não esqueça de nos marcar (@clubeichthus) na sua postagem.Agora sim, pegue sua Bíblia, seu fone de ouvido e bom podcast!
Depois de ter perdido tudo nos incêndios, Marcolino Pedro, dono da Afinidades, uma empresa de mobiliário, voltou a recomeçar do zero, depois da tempestade Kristin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última quarta-feira (25), a bancada do PSD de Lauro Müller esteve em Florianópolis para apresentar demandas do município a lideranças estaduais e buscar encaminhamentos para problemas enfrentados pela população. Na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, a comitiva foi recebida pelo deputado estadual Júlio Garcia e pelo pré-candidato Beto Kuerten. Durante o encontro, foram entregues pedidos considerados prioritários para o município, com foco em melhorias estruturais e no fortalecimento de ações em diferentes áreas. Conforme o vereador Lindomar Cataneo, foram garantidos R$ 2,5 milhões com o deputado Julio Garcia que serão pagos ainda neste primeiro semestre de 2026. “R$ 1 milhão foi destinado à pavimentação de mais uma parte das comunidades das Rocinhas. Inclusive, a gente esteve reunido com representantes das comunidades da Rocinha do Meio, Rocinha de Baixo, conversando com eles, e entregando essa notícia maravilhosa para eles. Outra parte do recurso foi fracionado em três partes de 400 mil, que o vereador Tarcísio vai receber uma emenda de 400 mil, ele vai investir em algo que ele tem vontade que seja investido ali no distrito do Guatá. Eu vou receber também uma emenda de 400 mil e o vereador Gledson também 400 mil. Totalizando mais R$ 1,2M”, comentou Irmão. O Clube Cruz de Malta, também receberá uma emenda de R$ 300 mil para sua reforma. “O local está bastante deteriorado, algumas partes do clube e a gente não pode deixar se perder um patrimônio histórico aqui do município de Lauro Müller”, ressaltou. Além da agenda no Legislativo, o grupo também esteve na Celesc, onde tratou das constantes quedas de energia que vêm afetando Lauro Müller. Entre os pontos discutidos estiveram a necessidade de reforço no efetivo, revisão de horários de atendimento, melhorias na manutenção da rede e intensificação da poda de árvores próximas à fiação elétrica. Ouça a entrevista completa com o vereador Lindomar Cataneo, no Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira.
Há um lugar no Hospital Santa Maria onde só se pode entrar com uma chave secreta ou um código especial. É o lugar da morte onde um dia encontrei uma outra vida que não sabia que existia
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Paris presta homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado com uma exposição na Sala Saint-Jean da Câmara Municipal. Concebida por Lélia Wanick Salgado, a exposição reúne 200 fotografias e propõe um percurso cronológico pela sua obra. Lélia Salgado recorda o início da carreira, em 1970, e destaca dimensões pessoais do fotógrafo. Organizada também por Fernando Eichenberg, a exposição inclui imagens inéditas de Paris, referências ao Instituto Terra e trabalhos do filho Rodrigo. Abre sábado e pode ser visitada até 30 de Maio. RFI: Lélia Wanick Salgado, começo por evocar o verão de 1970, quando ainda era estudante de arquitectura e comprou a sua primeira máquina fotográfica, que acabou por ficar nas mãos de Sebastião Salgado. Foi assim? Lélia Wanick Salgado: Olha, foi realmente uma coisa muito interessante. Eu queria ter uma câmara para fazer as minhas fotografias de arquitectura. Nesse verão fomos passar férias à Alta Sabóia. Tínhamos uma amiga com casa lá, muito perto da Suíça, e como na Suíça era muito mais barato, fomos lá comprar uma máquina. Comprámos a máquina e, quando voltámos, eu peguei nela. Mas o Sebastião tirou-a da minha mão e começou logo a pôr o filme. Eu disse: “Mas espera aí, dá-me a máquina.” Ele saiu com ela e começou a olhar através da objectiva. E foi aí que começou tudo. Foi ali que a vida dele se transformou e que ele descobriu que queria fazer fotografia. E foi a Lélia a primeira pessoa que o Sebastião fotografou, e a cores? Fui, sim. Foi uma fotografia a cores. Ele fotografava a cores naquela altura. Fez uma fotografia minha sentada à janela. É uma fotografia muito bonita. Acho que está na biografia ilustrada que pode ser vista na exposição. Estamos aqui na Câmara Municipal de Paris, onde vai estar patente, nos próximos meses, uma homenagem ao trabalho, à vida e à obra de Sebastião Salgado, incluindo também uma exposição do vosso filho, Rodrigo. Como foi construir esta exposição? Essa exposição foi ideia da presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo. Ela pediu ao Sebastião que fizesse fotografias de Paris para a carta de votos de Ano Novo de 2025 da Câmara Municipal de Paris. Ele respondeu: “Olha, se não tiver fotografias boas, desculpa, não posso entregar.” Ele dizia sempre que não tinha conseguido nada, que estava tudo muito ruim. Mas fez muitas fotografias boas. Ela escolheu uma, que está aqui em grande formato, e depois quis fazer esta homenagem. Fiquei muito honrada, disse que gostaria que a homenagem não fosse só ao fotógrafo, mas também ao homem que ele era. O homem que gostava da família. Nós temos um filho com síndrome de Down, o Rodrigo, e ele queria muito fazer uma exposição com os desenhos do filho. Fizemos uma exposição muito bonita em Reims, com 16 vitrais feitos a partir dos desenhos dele, como está sugerido aqui. Aqui não são vitrais, é apenas uma evocação, mas queríamos mostrar isso. Infelizmente, o Sebastião não viu essa exposição, porque morreu na véspera. Por isso quis que aqui também se mostrasse o pai que fez tudo para que o filho pudesse fazer o que fez e ele fez coisas muito bonitas. Outra parte importante é o Instituto Terra, o nosso trabalho ecológico. Plantámos uma floresta enorme. Até hoje já plantámos 3.500.000 árvores e vamos plantar muito mais. Temos muitos projetos de sustentabilidade, dentro e fora do instituto. Também mostramos fotografias da coleção da MEP, da Maison Européenne de la Photographie, que nos acompanha desde o início. No começo, compravam fotografias; depois começámos a fazer doacções. Hoje têm quase 500 fotografias na colecção. Fizemos uma selecção dessas imagens e, como esta sala é muito bonita, preferi expor cópias grandes em vez das pequenas. Como foi acompanhar esta viagem com o fotógrafo, com o homem? A presidente da câmara de Paris dizia há pouco que Sebastião Salgado viajou pelo mundo inteiro, e a Lélia também o acompanhou. Sim, acompanhei muito. Viajei muito com ele, mas não para todos os lugares nem para todas as reportagens. As reportagens mais difíceis, mais duras, eu não quis acompanhar. Vivemos 61 anos juntos. É uma vida inteira. Ele era uma pessoa muito boa. Como viajava muito, também tínhamos os nossos momentos separados. Cada um podia viver um pouco a sua própria vida, os seus amigos, até os seus gostos — até na comida, porque cada um gosta de coisas diferentes. Acho que foi muito interessante. Foi uma vida. Se tivesse de viver outra vez, viveria. Fernando Eichenberg, director do estúdio Sebastião Salgado, destaca que a exposição foi organizada em apenas quatro meses e reúne 200 fotografias, incluindo imagens inéditas de Paris, o último trabalho de Sebastião Salgado. RFI: Como é que se organiza uma exposição desta dimensão em tão pouco tempo, tendo tido pouco mais de quatro meses para preparar esta homenagem, que abre ao público no dia 21 de fevereiro? Fernando Eichenberg: Foi um prazo muito curto. Normalmente não organizamos uma exposição num espaço de tempo tão reduzido. Mas Anne Hidalgo fazia questão de prestar esta homenagem ao Sebastião antes de deixar o cargo e contactou-nos no final de setembro. Já havia uma relação entre eles e, agora que ele já não está aqui, era uma homenagem muito bonita para fazer em Paris. A Lélia teve a ideia de fazermos juntos e aceitou a proposta. Ela é responsável pela cenografia: desenhou tudo, pensou na organização, no que incluir. Decidimos reunir a colecção da MEP, a parte inédita de Paris, o Instituto Terra e as pinturas do filho deles, Rodrigo, que ainda não tinham sido mostradas em Paris. Foi tudo muito intenso. As pessoas pensam que basta pendurar fotografias, mas há todo o trabalho de luz, curadoria, cenografia, textos. Foi muito exigente, mas valeu a pena. São cerca de 200 fotografias, algumas muito conhecidas do grande público, em grande e pequeno formato, e há também imagens inéditas. São fotografias de 2024, tiradas em Paris, e apresentadas aqui pela primeira vez. Foi o último trabalho que ele fez em vida. Depois disso, não voltou a fotografar até morrer. É uma emoção mostrar estas imagens agora. Surgiram do pedido da prefeita para a carta de votos de fim de ano da Câmara. Ele envolveu-se muito e acabou por fazer muitas fotografias. Percebemos que havia um material muito forte, e ele também gostou do resultado. Por isso decidimos apresentar este conjunto. Espero que o público aprecie este trabalho, que é realmente inédito.
“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
O macaco Punch tem parado a internet com a sua fofura e o seu boneco chimpanzé do IKEA que esgotou por todo o mundo. E ainda, o escolhido para substituir o Presidente dos EUA se todo o governo morrer.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Análise da actualidade da F1 por Sérgio de Matos, Luis Tiago Martins e Guilherme Nunes. Onde falamos apaixonadamente de F1! Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Bola: https://www.abola.pt/search?q=Vamos%20Falar%20de%20FUm Twitter: https://twitter.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum Canal de WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R Grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/J3HKVX5qXYBILlQCtdjTDo #F1
Os problemas relacionados à mobilidade são comuns dentro dos grandes centros urbanos, entre eles está o aumento das mortes no trânsito. Os acidentes fatais são muito associados às grandes cidades por serem lugares naturais de movimentação de pessoas e recursos. Segundo José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), o transporte é um aspecto da qualidade de vida que impacta a maioria das pessoas, porque outros quesitos, como a educação, não afetam as classes médias e altas. “Certos problemas que a gente acaba elencando, saúde, educação, não atingem todo mundo, porque quem tem dinheiro, mesmo sendo de classe média e média alta, são pessoas que não têm problema, porque colocam os filhos em escola particular, têm plano de saúde, então educação e saúde não são problemas. Agora, o trânsito pega todo mundo, só não pega quem anda de helicóptero, ou não se desloca porque vai a pé, porque o escritório é perto de casa. Esse problema é desprezado e ele é tratado como se fosse natural, e não é. Ele pode ser muito mitigado”. O professor complementa o tópico falando sobre a importância de políticas públicas eficientes. “A política pública deve priorizar a vida das pessoas e o seu dia-a-dia. Tem uma máxima que fala que: ‘ninguém mora na União, ninguém mora no Estado, as pessoas moram no município', muito falada pelo governador André Franco Montoro. Só que fica uma frase e depois as pessoas não atuam dentro dessa frase. Você me pergunta, as políticas públicas podem resolver? Sim, elas podem resolver, com certeza. Nunca vai ser nada 100%, nada que você fizer de política pública resolve um problema 100%. Ele avança bem e depois as políticas são incrementais, as próximas políticas vão enfrentando os problemas novos, os defeitos que surgem da aplicação das políticas anteriores e vai se corrigindo”. Portella destaca os problemas de trânsito associados às motos. “ As condições da moto, motos com condição muito ruim, tem que haver um sistema de blitz todo dia em vários pontos da cidade, zona norte, zona sul, zona oeste e tal. Você vai mudando nos dias, mas vai pegando, tem que haver um sistema até que você perceba que isso melhorou bastante. A condição da moto, a documentação, se a pessoa está em dia com o trânsito, se a carteira dele está em dia, se ele não cometeu nenhuma irregularidade”. A redução de mortalidade e de acidentes depende de um trânsito mais calmo e seguro. “Outra coisa é reestudar essa questão do tráfico calmo. O Brasil costuma importar essas políticas e fazer de qualquer jeito só para que ela funcione, mas não de forma eficaz. Você tem que diminuir a velocidade em certos lugares. Só que, em alguns lugares, você não tem o que leva as pessoas a desviarem a rota e fazer infração numa paralela. O que acontece é que as pessoas fogem de grandes avenidas e pegam as paralelas, que, sem a fiscalização adequada, tornam propícias as infrações de trânsito”. O professor destaca diversas políticas públicas que podem ajudar a reduzir os problemas no trânsito, entre elas estão as políticas de estacionamento. “Precisa ter uma política de estacionamento. Não é só você tirar o carro de estacionar em lugares que podem atrapalhar o fluxo. O comércio, a vida econômica vivem também de carro. Até existe um ditado: ‘no park, no business'. Você precisa dar prioridade para o transporte coletivo, mas não vai sumir o transporte individual do dia para o outro. Ele já foi em torno de 50%, hoje ele é menos, mas ainda sempre será significativo. Além disso, é muito importante ter ciclovias. As ciclovias têm que ligar um lugar ao outro, não pode ser aleatório pintar faixa na rua, como foi feito em São Paulo. Pinta faixa para dar quilometragem e servir para as campanhas eleitorais”.
Como explicar que alguns cânceres são mais difíceis de tratar do que outros? O que determina o prognóstico e as chances de sobrevida? A oncologista francesa Laurence Albigès, chefe do setor no Instituto Gustave Roussy, em Villejuif, nos arredores de Paris, fala sobre os avanços na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Em 2022, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), foram registrados 20 milhões de novos casos de câncer e 9,7 milhões de mortes. As estimativas do Observatório Global do Câncer (GCO, na sigla em inglês) englobam 185 países e 36 tipos de câncer. Segundo os dados, coletados em 2022, dois terços de todos os novos casos e mortes pela doença no mundo concentram dez tipos de tumores malignos. O câncer de pulmão é o mais comum, com 2,5 milhões de novos diagnósticos, e representa 12,4% do total. O câncer de mama chega em segundo lugar, com 2,3 milhões de casos (11,6%) e o colorretal ocupa a terceira posição, com 1,9 milhão de casos (9,6%), seguido pelo câncer de próstata, que registra 1,5 milhão de diagnósticos (7,3%). Na quinta posição está o câncer de estômago, responsável por 970 mil casos e equivalente a 4,9% do total mundial. “O câncer é uma palavra que gera medo, e os pacientes e suas famílias se questionam muito quando têm o diagnóstico. Na realidade, quando os pacientes são atendidos e o tratamento começa, essas dúvidas são menos recorrentes, mas é importante continuar falando sobre elas e deixar a porta do consultório sempre aberta para respondê‑las”, explica a oncologista francesa Laurence Albigès. Em função do órgão afetado e do tipo de câncer, a abordagem médica será diferente, mas há outros fatores que influenciam as decisões das equipes. “O prognóstico está relacionado à extensão da doença. O tumor é localizado e pode ser curado? Ou a doença já se disseminou, está se propagando e existem metástases? Nesse caso, mesmo que uma remissão não seja impossível, com frequência o câncer vai evoluir no organismo.” A taxa de mortalidade de um determinado tipo de câncer está baseada em dados científicos e epidemiológicos, e com frequência está diretamente relacionada às chances de melhora do paciente. Mas essas estatísticas dão apenas uma dimensão global da situação. Cada caso traz suas especificidades no manejo, reitera a oncologista francesa, lembrando que o atendimento é cada vez mais personalizado. “Essas estatísticas não se aplicam a um indivíduo. O paciente será acompanhado, e teremos ao longo de sua trajetória cada vez mais acesso a diferentes tipos de tratamentos, mais inovadores. No Instituto Gustave Roussy, por exemplo, temos novos medicamentos sendo testados. Por isso é sempre importante explicar que essas estatísticas não se aplicam a uma pessoa.” Outros critérios, independentemente da gravidade da doença, devem ser levados em conta. Entre eles estão o sistema de saúde, o acesso a tratamentos inovadores, a formação dos profissionais e o financiamento das diferentes formas de atendimento, que têm impacto direto na remissão, cura e sobrevida. Estágios do câncer O que significam os quatro estágios do câncer, que vão vão de um a quatro e indicam o nível de evolução da doença? Nos dois primeiros estágios, as células cancerígenas estão restritas ao órgão afetado, e a remissão e a cura são, com frequência, possíveis. No estágio 3, o tumor está começando a se espalhar, e no 4 atingiu outros órgãos, ou seja, há metástase. Outra questão frequente envolve a diferença existente entre cânceres líquidos e sólidos, que são tumores malignos que aparecem em diferentes órgãos, como pulmão, mama e próstata. Os cânceres hematológicos, que se localizam nas células sanguíneas ou da medula óssea, são chamados de "líquidos", com alterações visíveis em um hemograma, por exemplo. De acordo com a oncologista francesa, a morfologia do órgão atingido pelo tumor maligno é um fator essencial. No cérebro, por exemplo, os cânceres às vezes se infiltram nos sulcos. Isso faz com que, cirurgicamente, a retirada completa do tumor seja complexa. Outro problema é a ausência de sintomas que caracteriza alguns cânceres, como o de pâncreas, por exemplo, impedindo a detecção precoce. Mas a prevenção personalizada, que está cada vez mais difundida na França e em outros países, deve ajudar a amenizar esse problema. O objetivo é antecipar o aparecimento do câncer e agir em função dos dados preditivos. O Instituto Gustave Roussy, por exemplo, criou um programa individual de diagnóstico da doença, disponível em cerca de 700 centros de combate ao câncer na França. O centro propõe a biópsia líquida — a detecção do DNA tumoral no sangue. Essa nova técnica permite às equipes isolar anomalias biológicas dentro de uma célula. Essas células que ainda não se transformaram em tumores malignos poderão ser alvos terapêuticos de futuros tratamentos, que também evoluem cada vez mais rapidamente. Os mais conhecidos, como a quimioterapia, a radioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia, ainda são referência, mas novas terapias, ainda em fase de estudos, vêm sendo testadas nos pacientes com resultados cada vez mais promissores. Os avanços possibilitam que a doença que deixou de ser uma sentença de morte em vários casos, se torne cada vez mais uma patologia crônica, com a qual muitos pacientes deverão conviver por vários anos.
A Ucrânia foi invadida há quatro anos pela Rússia e, até agora, qualquer esforço internacional para um cessar-fogo foi infrutífero. Os ucranianos defendem "uma paz justa", ou seja, sem cedência de territórios a Moscovo e a continuidade do apoio Ocidental para travar os avanços de Vladimir Putin. Quatro anos após o início da invasão russa da Ucrânia, os ucranianos em todo o Mundo pedem "uma paz justa" para selar o conflito no seu país de origem que já matou pelo menos 15 mil civis ucranianos e terá dizimado quase 500 mil soldados dos dois lados do conflito, tornando esta guerra na mais sangrenta em solo europeu após a II Guerra Mundial. Alguns dias depois de uma ronda de negociações moderadas pelos Estados Unidos que não chegou a um cessar fogo, os ucranianos prometem não ceder território a Moscovo, com o Presidente Volodymyr Zelensky a dizer mesmo que os seus soldados retomaram nas últimas semanas mais de 300 km2 em posse dos russos. Para Pavlo Sadokha, líder da comunidade ucraniana em Portugal, esta guerra só pode acabar com uma vitória da ucraniana e com o apoio do Ocidente para travar as tendências imperialistas de Vladimir Putin. "Uma paz justa significa para nós que não vamos ser obrigados a ceder a todas as exigências que quer Putin para acabar a guerra. Na verdade, ninguém sabe o que quer Putin, porque ele disse uma vez que se limita a ceder os territórios de Donbass e Donetsk. Outra vez ele diz que quer Odessa e outros outros territórios. E Trump, que disse no ano passado que conseguiria terminar esta guerra em 24 horas, está a pressionar a Ucrânia e não a Rússia. Trata-se de uma agressão. Sabemos que não podemos vencer como estas forças que a Ucrânia tem actualmente, como este apoio que Ucrânia tem dos países do Ocidente, mas a nossa proposta sempre foi, pelo menos, o cessar fogo e congelar a linha de frente e ter uma segurança dos países do Ocidente, o que vai dar-nos alguma certeza de que a Rússia não vai, daqui dois anos, atacar outra vez a Ucrânia", disse o activisita ucraniano. Este fim de semana, os ucranianos saíram à rua em 80 países e 600 cidades para reclaram esta paz justa e pedir também mais apoio para a Ucrânia, repetindo à comunidade internacional que a Ucrânia não trave a Rússia, a política expansionista de Putin vai continuar. "Nós queremos continuar a juntar todo o tipo de apoio para ajudar à Ucrânia a vencer esta guerra. Falamos com políticos, organizamos estas manifestações para mobilizar os países do Ocidente, para continuar a ajudar a Ucrânia e fazer ainda mais pressão contra a Rússia, porque nós acreditamos que só uma forte pressão contra Putin, tanto a nível económico como militar, pode parar esta guerra, a única via que vemos para terminar esta guerra", indicou. Mesmo para quem vive fora, o medo é constante pela família e amigos que ainda vivem na Ucrânia, já que os bombardeamentos e combates são constantes. "Os oradores que falaram lá nas nossas manifestações falaram do sofrimento que passam todos os dias, mesmo estando cá em Portugal. Mas todos os dias acordamos com as notícias do que aconteceu na Ucrânia. Se foi bombardeada tal cidade, se os familiares deles ainda estão vivos. Eles estão cá em Portugal e outros países onde foram acolhidos e estão em segurança física. Mas o estado psicológico delas, já no quarto ano de guerra é muito, muito difícil, porque eles vivemos com esta guerra, vivemos com notícias desta guerra. Isto é uma situação muito complicada para todos os ucranianos", concluiu.
Será que o uso de Mounjaro é o que irá resolver seu caso e te fazer finalmente ser magra? Vamos descobrir hoje se ele é para seu metabolismo ou não.
Uma das zagueiras brasileiras mais vitoriosas do futebol feminino, Tarciane tem apenas 22 anos e uma longa carreira pela frente. Apesar de jovem, a jogadora do Lyon já tem uma coleção de títulos. Revelada pelo Fluminense em 2021, Tarciane ganhou destaque com a camisa do Corinthians. No clube paulista, a carioca conquistou quatro campeonatos brasileiros, uma Libertadores e três Supercopas do Brasil. Marcio Arruda, da RFI em Paris Depois de uma rápida passagem pelo Houston Dash, dos Estados Unidos, a zagueira foi campeã da Liga Francesa no ano passado pelo Lyon. Na seleção brasileira, conquistou a última edição da Copa América. Tarciane vai se apresentar nesta semana para a seleção brasileira, que faz uma série de três amistosos contra países do mesmo continente. O primeiro compromisso do Brasil é contra a Costa Rica, em Alajuela, na próxima sexta-feira, 27 de fevereiro. Na sequência, a seleção enfrenta a Venezuela no dia 4 de março e o México no dia 7; estes dois últimos jogos serão em território mexicano. Em entrevista para a RFI, Tarciane destacou o trabalho que a equipe brasileira tem feito. A zagueira afirmou que o foco é a Copa do Mundo de 2027, que será disputada entre junho e julho do ano que vem, no Brasil. Este mundial reunirá as melhores seleções do planeta e é bem provável que a Espanha, atual campeã, os Estados Unidos, ouro na Olimpíada de Paris, a Inglaterra, a Suécia, a Alemanha e o Canadá disputem a competição. Leia tambémApós beijo forçado em atleta espanhola, surge outra denúncia contra presidente da federação de futebol "A gente está conseguindo fazer um bom trabalho. Toda a comissão e as atletas abraçam totalmente a ideia de jogo para podermos melhorar até a Copa do Mundo. A gente já passou por um momento especial nos Jogos Olímpicos de Paris. Hoje a gente já entende o que é jogar uma competição de alto nível; sabemos o quanto é importante a parte física para a gente poder estar bem na competição", afirmou. Com mais de 25 jogos pela seleção, Tarciane pensa grande. "Mentalmente é importante estarmos trabalhando e jogando com grandes seleções para podermos nos adaptar melhor e chegarmos muito bem na Copa. É um grupo novo e bastante jovem, e certamente vai ter menina que disputará pela primeira vez uma Copa do Mundo. Se eu for convocada, será a minha primeira Copa. Tenho experiência dos Jogos Olímpicos e de outras competições com a seleção. Então, é importante a gente estar pronta para conseguirmos ganhar o mundo; e a gente vai ganhar o mundo", deseja a confiante Tarciane. Mas a zagueira, que conquistou a medalha de prata na Olimpíada de Paris, não quer saber de oba-oba no Mundial do ano que vem. "A gente não quer favoritismo. Ainda mais com a Copa do Mundo em casa. A gente quer chegar em silêncio e bem quietinha, fazendo o nosso trabalho e jogando contra as grandes seleções. É isso que a gente quer", disse Tarciane. "Eu tenho certeza que a seleção brasileira vai chegar muito bem preparada na Copa do Mundo." "A gente se prepara todos os dias, aprendendo e demonstrando cada vez mais a nossa identidade em campo. Assim, vamos trazer o torcedor brasileiro para o nosso lado. E isso vai fortalecer a gente cada vez mais para jogar uma partida importante no Brasil diante da nossa torcida", falou. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil Mas para continuar a ser lembrada pelo técnico da seleção, Arthur Elias, a zagueira brasileira precisa manter o bom desempenho que tem apresentado com a camisa do Lyon. No clube desde fevereiro do ano passado, Tarciane é titular da zaga do time francês e já marcou três gols – diante do PSG, Nantes e Strasbourg, todos nesta temporada. Mas se ela já está adaptada à equipe francesa, no dia a dia, Tarciane ainda precisa de mais um tempinho. "A adaptação é difícil. Outra língua, outro idioma… tudo muito diferente, mas a cada dia aprendendo mais um pouquinho. Hoje eu entendo muito mais francês do que quando cheguei aqui (fevereiro de 2025) e agora só falta falar um pouco mais. Acho que isso é a parte mais complicada, mas a adaptação é todos os dias", conta. "É um momento importante de aprendizado." E como será que ela faz para matar as saudades da família e amigos? "Sinto saudades de casa; sempre. É difícil porque é muito longe. O Rio de Janeiro e a França são totalmente diferentes. A logística, o horário... Eu pude ir para casa nas férias e aproveitei meus dez dias de folga. É vida de atleta. Eu sabia que isso iria acontecer porque são escolhas que a gente faz na nossa vida. A gente vai matando (a saudade) por telefone e videochamada", explicou a zagueira. Mesmo em outro continente, Tarciane mostrou que não esqueceu os clubes que defendeu. Será que o coração da zagueira ainda é de braba, apelido dado às jogadoras do Corinthians? "Ah, sempre vai ser. Foi a segunda equipe que me apresentou para o mundo. A primeira foi o Fluminense e a segunda foi o Corinthians, onde eu pude viver profissionalmente muita coisa. Foi lá que conquistei os melhores troféus que eu tenho. É por isso que eu sempre vou ser uma braba e sempre vou estar na torcida. O Corinthians está no meu coração. Gratidão sempre", disse. Depois da sequência de amistosos com a seleção atual campeã da Copa América, Tarciane voltará ao Lyon para o campeonato francês. O próximo compromisso do clube é em casa contra Le Havre. O Lyon de Tarciane é o líder invicto da competição com 16 pontos de vantagem sobre o Nantes, que hoje está na vice-liderança.
Muita coisa aconteceu e ainda está acontecendo, e precisamos ter essa conversa.
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (19/02/2026): Investigação do Departamento de Inteligência Policial (Dipol) da Polícia Civil de São Paulo constatou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) conta hoje com 12 “sintonias” para administrar o crime e os bandidos no Brasil e no exterior vinculados à facção. “Sintonia” é o nome dado a setores do PCC responsáveis por determinada “missão”. No novo organograma do PCC, consta agora uma “Sintonia da Internet”, responsável por fiscalizar o uso das redes sociais, garantir “segurança e discrição nas trocas de mensagens” e manter “a unidade ideológica” do grupo. Outra estrutura nova, mas sem o tamanho de uma “sintonia”, é o Setor do Raio X, espécie de “corregedoria” interna, responsável por auditar as contas da facção. E mais: Economia: BC liquida Pleno; conta para o FGC com caso Master já chega a R$ 56 bi Política: Evangélicos denunciam preconceito em desfile que exaltou Lula Internacional: Sem combustível, Cuba usa neto de Raúl para negociar com EUA, diz site Metrópole: Viradouro leva quarto título na Sapucaí, o terceiro em 6 anosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagem do dia 17/02/2026, Retiro 2026 - Igreja Oceânica, Niterói-RJ;"Uma coisa é tentarmos ser pessoas virtuosas por nossas próprias forças. Outra, bem diferente, é sermos alvo de uma ação do Espírito, que nos transforma de dentro para fora e nos dá um poder sobrenatural para servi-lo"
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
O paleoantropólogo francês Antoine Balzeau, pesquisador do Museu Nacional de História Natural, em Paris, é o autor principal de uma pesquisa recente publicada no Journal of Anatomy. O estudo permitiu, pela primeira vez, criar uma cartografia detalhada dos vestígios encontrados nos endocrânios, a cavidade interna da caixa craniana. Esse imenso banco de dados, construído a partir dos dados de dezenas de voluntários, ajudará cientistas do mundo todo a decodificar com mais precisão o cérebro do homem pré-histórico. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris O cientista francês Antoine Balzeau estuda há cerca de 20 anos os endocrânios dos nossos ancestrais. Essa superfície funciona como um molde natural e guarda marcas deixadas pelo cérebro ao longo da vida à medida que ele cresce, fornecendo pistas, por exemplo, sobre seu tamanho. Como o órgão é um tecido mole, não existem fósseis de cérebros humanos e as impressões deixadas no endocrânio são uma das únicas maneiras que os cientistas têm de tentar reconstruir o cérebro de nossos antepassados. Conhecer essas marcas em detalhes abre perspectivas inéditas para a ciência, como entender, por exemplo, qual é a relação entre as estruturas cerebrais e o comportamento. "O objetivo é estudar o cérebro dos humanos pré-históricos, mas esse órgão não se fossiliza. Só nos resta o crânio e, dentro dele, o endocrânio, onde o cérebro deixa impressões, que vamos reconstituir e analisar para tentar compreender a forma do cérebro do homem pré-histórico", explica Antoine Balzeau, que também atua no CNRS (Instituto Nacional de Pesquisa Científica) As análises científicas que envolvem o endocrânio são "bastante subjetivas", segundo o pesquisador. Para comparar o cérebro dos homens pré-históricos com os dos humanos de hoje, os cientistas dispõem principalmente de enciclopédias de anatomia cerebral ou de outros documentos similares, cujos dados são baseados na média populacional. A nova cartografia muda esse cenário. "Decidimos investir na criação de uma padronização científica para realizar essa análise e entender, de fato, a relação entre a forma do cérebro e as marcas deixadas na superfície interna do crânio." Esse banco de dados fornece informações detalhadas em forma de impressões cerebrais no endocrânio, que ajudará os cientistas a decodificar o cérebro pré-histórico. Descrição da pesquisa O estudo conduzido pelo cientista francês durou cerca de três anos e envolveu 75 participantes de 18 a 75 anos, que passaram por um exame aprofundado de ressonância magnética, de cerca de três horas, no Instituto do Cérebro, no hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, localizado no 5º distrito da capital. O avanço dos exames de imagem nos últimos anos permitiu à equipe do cientista francês "fotografar" em detalhes o endocrânio dos voluntários, mas exigiu adaptação das ferramentas e dos programas de informática utilizados nas análises dos dados da ressonância. "Conseguimos reunir um grande volume de informações. Fizemos uma ressonância magnética no cérebro, outras duas específicas para o formato do crânio e outras imagens das estruturas cerebrais internas. O objetivo foi obter uma enorme base de dados anatômica, que ainda será explorada por muitos anos para tentar entender melhor todos os mistérios que envolvem o órgão", diz. A análise dos dados obtidos demorou cerca de um ano. "Foi preciso identificar todas as marcas deixadas no cérebro e no molde craniano, fazer as correlações necessárias, as estatísticas, comparar, escrever e analisar." O perfil dos voluntários, destaca Antoine Balzeau, era variado e incluía homens e mulheres na mesma proporção, além de atletas, músicos, destros, canhotos e pessoas com outras especificidades. A diversidade anatômica cerebral e comportamental foi um dos critérios fundamentais. De acordo com o pesquisador, objetivo é utilizar os mesmos dados em um outro estudo sobre a relação existente entre o formato do cérebro e o comportamento, que ainda está em fase de preparação. Após a conclusão da pesquisa, Antoine Balzeau enviou os resultados para outros cientistas da área e pediu que eles descrevessem os endocrânios ancestrais com base nos novos dados disponibilizados pelo estudo. O resultado foi surpreendente. Os pesquisadores perceberam que, até então, trabalhavam com critérios imprecisos, exatamente como imaginou o pesquisador francês no início do estudo. "O que produzimos, no fim, foi uma cartografia de 75 indivíduos, que traz a relação detalhada entre os sulcos cerebrais e a forma do endocrânio, além de todas as marcas existentes. O artigo que publicamos reúne todas as informações e dados possíveis, além de todas as suas variações, para que os pesquisadores possam ter critérios de análise extremamente precisos", explica. Outra finalidade da pesquisa, ressalta o paleoantropólogo, é entender como funciona o cérebro humano. "Isso é complicado porque sabemos que há áreas cerebrais envolvidas em diferentes funções, como a linguagem ou a visão. Mas, nessas áreas, não é só o tamanho e a posição que contam: é preciso encontrar uma relação entre a forma e a assimetria de um lado em relação ao outro e o comportamento", explica. "Alguns voluntários são destros ou canhotos, por exemplo, e assim poderemos observar se há impacto na forma ou na posição no cérebro e, se for o caso, aplicar esse conhecimento na análise de um fóssil", conclui.
Portugal está há mais de duas semanas sob um verdadeiro comboio de tempestades, responsável por pelo menos 16 mortos. As sucessivas depressões levaram à declaração de situação de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia em milhares de habitações, isolaram populações e causaram inundações generalizadas. O presidente da associação ZERO, Francisco Ferreira, reconhece que nenhum país está preparado para fenómenos desta natureza e alerta para a urgência de repensar as políticas de ordenamento do território em Portugal. Portugal está há mais de duas semanas sobre um verdadeiro comboio de tempestades, responsáveis pela morte de pelo -16 pessoas. A que sez devem estes fenómenos climáticos e serão mais frequentes no futuro? Há uma circunstância particular que levou a estes comboios de tempestades a passarem sucessivamente por Portugal. O Anticiclone dos Açores encontra-se mais a sul do que é habitual e, por isso, um conjunto de frentes e depressões tem atravessado o território português, quando normalmente passam mais a norte. Isto também pode estar relacionado com a temperatura, devido ao aquecimento global: o Polo Norte está a aquecer mais rapidamente do que o Equador, e essa divisão entre a zona mais fria e o anticiclone dos Açores, essa diferença de temperaturas e essa barreira que habitualmente existe, já não está a funcionar tão bem. Assim, a zona mais fria, ou essa “barreira”, acaba por descer mais para sul. Vindo mais para sul, o anticiclone dos Açores também se posiciona mais a sul e, consequentemente, Portugal é apanhado por essas tempestades que habitualmente atingem mais o Reino Unido e a França, e não tanto estas latitudes mais baixas de Portugal e Espanha, durante o inverno. As sucessivas tempestades levaram à declaração de calamidade em vários municípios, provocaram cortes de energia a milhares de pessoas, isolaram populações e causaram inundações generalizadas, um verdadeiro cenário de destruição. O país não está preparado para este tipo de fenómenos? Não. Note-se que nenhum país está absolutamente preparado para este tipo de fenómenos, porque as infraestruturas são sempre dimensionadas para determinada velocidade do vento e para determinada precipitação, eventualmente para um ou outro pico, e não para uma continuidade tão intensa. Outra característica que também se verificou é que estas tempestades se moveram mais lentamente e, portanto, o vento, que chegou a atingir mais de 200 quilómetros por hora nalguns locais onde foi medido, foi relativamente persistente ao longo de meia hora ou mesmo uma hora. Assim, o grau de destruição foi muito mais elevado, incluindo em várias florestas e, principalmente, em cidades, com deslizamentos de terra, quer em zonas urbanas, quer sobretudo em zonas rurais. As consequências foram, portanto, muito grandes. E irão continuar a acontecer. O que é que tem falhado nas políticas governamentais, nomeadamente de ordenamento do território? Em primeiro lugar, quando implementámos muitas destas infraestruturas, não as dimensionámos para estes eventos. Não nos preparámos para eles porque achávamos que não iriam acontecer, ou melhor, que a probabilidade de acontecerem era extremamente reduzida. Já percebemos que não é assim, porque temos um clima realmente em mudança. E esse é, eu diria, o principal factor de aprendizagem. Depois do que aconteceu, percebemos que temos de nos adaptar a um clima em mudança e, portanto, não vale a pena continuarmos a cometer os mesmos erros, ocupando zonas de arribas quando os deslizamentos de terra são cada vez mais óbvios e frequentes. Determinadas estruturas, como estradas, não estão no local certo ou não têm o tipo de construção adequado para resistirem aos movimentos de terras que ocorreram com tanta chuva. Para além disso, tivemos incêndios que levaram a uma maior erosão. As águas que correm são completamente barrentas e um recurso tão importante como o solo está a esvair-se muito mais do que devia em direcção aos oceanos. É normal termos cheias. É até importante termos grandes caudais em alguns rios e em determinados troços, porque também alimentam as praias e contribuem para a produtividade costeira. Mas aqui exagerámos, à custa da colocação de edifícios e de outras estruturas em locais vulneráveis. Temos também práticas agrícolas e florestais que aumentaram muito a vulnerabilidade do território. A floresta também foi fustigada. Que lições é que devemos tirar desta situação relativamente às espécies que estão plantadas na nossa floresta? As espécies autóctones também sofreram, mas o que é facto é que, em muitos locais, foram as monoculturas, ou seja, as plantações -quer de eucalipto quer de pinheiro -que foram pura e simplesmente derrubadas ou ficaram todas inclinadas. Portanto, temos de aprender que não podemos ter estas plantações a funcionar como uma barreira tão compacta perante o vento. Precisamos de diversificar as espécies, conciliando as autóctones com aquelas que também dão algum rendimento às populações, mesmo sendo espécies exóticas, como é o caso do eucalipto. Ou seja, no terreno, uma massa contínua de árvores já percebemos que não é solução, nem para os incêndios nem para ocorrências de vento muito forte como estas. Quais é que são as prioridades neste momento? Eu diria que há prioridades de muito curto prazo, que passam por mobilizar muitos, provavelmente alguns milhares de milhões, para lidar com os danos, quer em zonas urbanas quer em zonas rurais, consolidar terrenos e reparar muitas das construções afectadas. A rede eléctrica também foi fortemente atingida. Foram várias centenas de postes de média e alta tensão que sofreram danos. Agora, o mais importante é que, nesta reparação que vamos fazer, tenhamos em conta que este é o novo normal em que estamos a viver e que não vale a pena repetir os mesmos erros do passado. É uma conversa difícil e complicada, porque há zonas onde as pessoas tiveram inundações nas suas casas, como é o caso de Alcácer do Sal, junto ao rio Sado. Isso é algo que poderá voltar a acontecer. Portanto, se calhar temos mesmo de repensar como deve ser feita a ocupação deste tipo de zonas. Repensar a política de ordenamento do território? Sim. E, por isso, em termos de adaptação climática, note-se que todos os municípios deveriam já ter planos de acção neste domínio, bem como uma articulação à escala regional. É fundamental ter essa visão para não estarmos a fazer mais do mesmo e depois voltarmos a ter o mesmo tipo de prejuízo. Todos os investimentos que agora fizermos -desde enterrar algumas linhas eléctricas, em vez de manter linhas aéreas, até ao tipo de construção que continuamos muitas vezes a fazer em locais errados -são decisivos. Tudo isso exige um olhar já numa perspectiva de médio e longo prazo, para que, numa próxima situação, os prejuízos não sejam tão elevados. Tempestades desta natureza vão continuar a acontecer.
Sergio Mendes, el mayor vendedor brasileño de discos de la historia en Estados Unidos, nació el 11 de febrero de 1941 en Niterói (RJ). Le recordamos en sus grabaciones norteamericanas al frente de Brasil '66 ('Mas que nada', 'Constant rain', 'Going out of my head', 'Night and day', 'The look of love', 'So many stars', 'The fool on the hill', 'Wichita lineman', 'Pretty world') y en grabaciones brasileñas instrumentales de sus inicios ('Outra vez', 'Obà-là-là', 'Tristeza de nós dóis', 'On green dolphin street', 'Ela é carioca', 'Garota de Ipanema', 'Desafinado'). Y, como despedida, con la sintonía de nuestros elefantes, 'Aquelas coisas todas', que grabó en 1979. Escuchar audio
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Suas decisões constroem seu caminho. E te levam até onde você precisa estar: o hoje.— Para aprofundar e praticar, vamos juntos no Círculo Reconectar-se— O livro que inspirou o episódio: Em outra vida, talvez?, da Taylor Jenkins ReidSe quiser conhecer mais do meu trabalho & vir comigo construir um caminhar cada vez mais consciente, eu tô também por aqui, oh:— Newsletter Pausa & Respiro— Instagram da ClariceSe esse episódio iluminou algo por aí para você & fez sentido no seu coração, compartilhe e me ajude a levar esse conteúdo para mais pessoas, por favor! ♡Um super abraço e até o próximo episódio,Clarice
Bad Bunny levando álbum do ano, Justin Bieber performando de cueca, Zara Larsson vestida de passista: o Grammy aconteceu, e a gente comentou! Com performances de Bruno Mars, Alex Warren, Lady Gaga e mais um monte de gente, tiramos um tempinho para analisarmos essa edição da premiação mais importante do mundo da música, depois do Farofa Conceito Awards.Se já não estava ruim o suficiente, Fabeu assistiu SEIS filmes e achou que deveria comentar aqui????? Twinless, Uma Batalha Após a Outra, Pillion, Praia do Futuro e Die My Love - ninguém se safou.Enquanto umas ficam vendo pornøgrafia, outras leem! Arme fala sobre o livro Heated Rivalry que ele devorou (e não apenas o primeiro, ele leu logo 3).
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Edgard Maciel de Sá, Cauê Rademaker (ele voltou!), Phill e Giba Perez analisam atuação contra o Botafogo, a evolução do camisa 99 e a proposta pelo atacante Denis Bouanga, dos Los Angeles FC. DÁ O PLAY!
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz iniciam os trabalhos de 2026 falando sobre todos os principais destaques dos cinemas e streamings de 2025. Quais os melhores filmes? Quais as melhores séries? Qual foi o melhor streamingo de 2025? Se prepare pra uma maratona grande de conteúdos no Resumão! Comentamos sobre os principais filmes e séries, como "Uma Batalha Após a Outra", "Flow", "Pecadores", "A Vida de Chuck", "Juntos", "A Hora do Mal", "Deixe Ela Voltar", "F1 - O Filme", "O Agente Secreto", "Valor Sentimental", "Bugonia", "Extermínio: A Evolução", "Adolescência", "O Estúdio", "Pluribus", "Pablo & Luisão", "Os Donos do Jogo", "Casa de Dinamite", "The Paper, "Stranger Things, "Ganhar ou Perder", "Guerreiras do K-Pop", "Oeste Outra Vez", "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", "Foi Apenas Um Acidente" e mais.- ASSINE O SALA VIP! Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast00:00 Abertura06:05 Acontecimentos de 202501:22:49 Bilheterias01:26:11 Streamings01:30:10 Rest in Peace01:40:47 Rapadura em 202502:19:11 Janeiro02:51:18 Fevereiro03:13:00 Março03:43:52 Abril04:18:57 Maio04:43:48 Junho05:06:36 Julho05:40:14 Agosto06:17:26 Setembro06:51:17 Outubro07:42:24 Novembro08:22:08 Dezembro08:44:54 TOP10
Nesse deslumbrante episódio, Miriam, Juju, Cosma e Fane recebem a ilustríssima presença do CEO do Cinema com Crítica e votante do Critics Choice Awards, Márcio Sallem, e comentam a lista de indicados do Oscar repleto de gems como Pecadores, O Agente Secreto, Sonhos de Trem, Marty Supreme, Hamnet, e Uma Batalha Após a Outra. Vem ouvir!
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Nesta edição do podcast cinematório café, nós comentamos o Globo de Ouro 2026. Renato Silveira e Kel Gomes, votantes internacionais da premiação, analisam o resultado da 83ª edição -- incluindo as vitórias históricas de "O Agente Secreto" e de Wagner Moura como Melhor Ator em Filme de Drama. Confira também recomendações dos melhores filmes que não foram premiados. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, além de "O Agente Secreto", nós analisamos as vitórias dos filmes "Uma Batalha Após a Outra", "Hamnet: A Vida Antes de Hamlet", "Pecadores", "Valor Sentimental", "Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria" e "Guerreiras do KPop", e como ficam as chances de cada um para o Oscar 2026. Também comentamos o novo prêmio de Melhor Podcast e as séries vencedoras, incluindo "Adolescência". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:07:46 - "O Agente Secreto", Wagner Moura e as chances (e concorrentes) no Oscar 00:37:44 - "Hamnet" surpreende e se recoloca na corrida da temporada de premiações 00:47:15 - Melhores Atrizes: Jessie Buckley e Rose Byrne vencem disputa aberta e acirrada 00:58:38 - "Nouvelle Vague" e "Blue Moon": dois Linklaters não fizeram frente a um Paul Thomas Anderson 01:06:09 - Melhor Animação: "Guerreiras do KPop" era favorito de longe, mas concorrentes também são ótimos filmes 01:12:32 - "Pecadores" é o melhor e mais importante blockbuster do ano 01:19:16 - Melhor Trilha, Melhor Canção e... Melhor Podcast 01:28:27 - "The Pitt" e "Adolescência": as melhores séries? O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
Faça essas 6 rotinas e pare de viver no modo improviso.Muita gente quer crescer, mas não aguenta a própria rotina.E o topo não se sustenta com motivaçãose sustenta com um protocolo simples, repetível e honesto.Tem uma rotina que te dá energia.Outra que te dá direção.E uma que protege sua mente quando ninguém tá vendo.