Perspectiva Global, Reportagens Humanas

Número de pessoas forçadas a abandonar seus lares por guerras e perseguições atingiu 117,8 milhões em nível global; Agência da ONU para Refugiados alerta que total permanece em “patamar alarmante e inaceitável”.

Países anfitriões do evento não têm casos atualmente; escritório europeu da agência de saúde afirma que região não registra transmissão local; surto permanece concentrado em áreas isoladas da República Democrática do Congo.

Relatório mostra que carne de aves cresceu cinco vezes desde 1961, enquanto ovos e carne suína dobraram; Brasil e Portugal figuram entre grandes produtores; países africanos lusófonos e Timor-Leste enfrentam consumo baixo, preços elevados e dependência de importações.

Relatório mostra que o deslocamento forçado na África Oriental e Austral se prolonga por décadas, afetando gerações inteiras; Três em cada quatro refugiados continuam em exílio após cinco anos; Angola e Moçambique aparecem como países de origem.

Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quarta-feira, 10 de junho.Agência dá cartão vermelho simbólico para quem pratica trabalho infantilEm Dia de Portugal, diásporas celebram identidade

Sob o regime talibã, milhões de afegãos dependem de ajuda humanitária, enquanto mulheres e meninas são privadas de direitos humanos básicos, agravando a fome e a fragilidade econômica do país.

Análise ao Conselho de Segurança menciona focos ativos de crise, do flagelo humanitário em Gaza à escalada de tensões no Golfo Pérsico; líder das Nações Unidas alerta que diplomacia internacional corre contra o relógio para evitar o pior.

Número de alunos estrangeiros em Portugal quase quadruplicou na última década. Projeto em Lisboa ensina português a crianças imigrantes. ONU News visitou escola onde 4 em cada 10 alunos tem origem migrante.

Este 10 de junho é Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas; a ONU News ouviu portugueses no Reino Unido, na França, e em Macau, sobre o que é realmente ser português.

Organização Internacional do Trabalho, OIT, afirma que 138 milhões de crianças trabalham no mundo; diretor-geral da entidade diz que avanços demonstram que é possível erradicar o trabalho infantil, mas que ele ainda está longe do fim; Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil é marcado neste 12 de junho.

Na recente edição da Série de Diálogos sobre a África, subsecretária-geral da área se opôs ao modelo de extração predatória consumindo recursos regionais; apelo urgente é que tratem recurso como um pilar de soberania; quase 90% dos 600 gigawatts de potencial hidroelétrico na região permanecem subutilizados.

Apesar de progressos em leis que garantem direitos, quase todos os indicadores das metas globais para este grupo estão atrasados; na abertura da Cosp19, António Guterres ressaltou combate à violência, melhora dos sistemas de cuidado e aumento da participação política.

Agência envia força-tarefa à RD Congo de mais de 100 especialistas para descentralização de laboratórios; ação visa acelerar testagem e travar avanço do vírus nas regiões congolesas mais afetadas assim como em Uganda.

Comunicado cita ambiente de impunidade, no norte do país africano, após ataques deliberados a comunidades cristãs, deslocamentos em massa e abusos contra mulheres e crianças.

Milhões de pessoas não conseguem satisfazer necessidades alimentares básicas; impactos da crise no Oriente Médio empurram famílias para a fome aguda.

Ao todo, 40 físicos de 15 países concluíram o programa para fortalecer radioterapia contra o câncer apoiando tratamento complexos na região.

Para agência, cuidados individuais ajudam a cuidar de todos; campeonato ocorre em três países do continente: Canadá, Estados Unidos e México; recomendações vão desde atenção com o que se ingere até hidratação e conselho para festejar sem álcool.

Relatório Global do Oceano da ONU é coassinado pela investigadora portuguesa Maria João Bebianno; em análise sobre espaço lusófono, cientista cruza eixos da sustentabilidade e governação marinha mencionando soluções de cooperação para realidades no Brasil, Cabo Verde e Moçambique e Portugal.

ONU pede máxima contenção em meio a escalada do conflito entre Israel e Líbano; ataques entre Irã e Israel também são motivo de preocupação; vice-porta-voz do líder das Nações Unidas pedem fim de ações que possam comprometer os esforços diplomáticos.

Secretário-geral liderou cerimônia em memória dos colegas na presença de familiares em Nova Iorque, parentes e amigos conectados, por internet, ao redor do mundo; cidadãos de 32 países – homens e mulheres – morreram em 2025.

Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:* Relatório da ONU revela que oceanos estão mais elevados, aquecidos e poluídos*ONU mobilizada para apoiar Filipinas após terremoto de 7,8 na escala Richter*ONU quer que empresas de tecnologia protejam crianças online*Perito preocupado com situação dos direitos humanos na República Centro-Africana

Sismo colocou região da Ásia-Pacífico em alerta; operações de resgate e avaliações de risco foram acionadas; houve danos generalizados em residências e infraestruturas como escolas.

Especialista destacou relatos de violência, deslocações forçadas e violações e apelou sobre proteção dos civis, reforço do Estado de direito, justiça e reconciliação.

Estados-membros buscam regras mais rígidas para garantir segurança digital; alguns países lusófonos têm legislação específica, como Brasil e Portugal; Austrália restringiu acesso a menores de 16 anos, no ano passado.

Especialistas do Brasil e de Portugal falaram à ONU News de ameaças como aceleração do aumento do nível do mar e poluição por antibióticos; líder da ONU pede que zonas marinhas não sejam tratadas como recursos ilimitados.

Nova parceria para vencer vírus aposta em velocidade e coordenação; comunidades no centro da luta devem combater desinformação; estirpe Bundibugyo tem taxa de letalidade mais alta que outras cepas.

Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta segunda-feira, 5 de junho.ONU lança novo apelo para atender vítimas da crise no LíbanoPortugal defende proteção dos trabalhadores em tempos de IA e inovação tecnológica

Agência da ONU cita crise humanitária em rápida deterioração; número de deslocados na área metropolitana da capital Porto Príncipe chega a 300 mil; trabalhadores humanitários estão preocupados com estação de furacões.

Organização pede US$ 331,5 milhões adicionais para ajudar 1,4 milhão de pessoas em situação de crise; ataques entre Israel e Hezbollah continuam apesar de cessar-fogo anunciado pelos Estados Unidos; em três meses de confronto, 3,5 mil libaneses já perderam a vida.

Cantora celebra 30 anos de seu álbum de maior sucesso, “Da Lata”; no Podcast ONU News, ela fala sobre como inteligência artificial está criando desafios para artistas; comentando grandes sucessos da carreira, a ex-integrante da Blitz abordou temas como aquecimento global e violência urbana.

Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.

Ministra de Portugal ressalta condições de trabalho adequadas e proteção social na utilização da inteligência artificial no mercado de trabalho. Para ela, a Conferência da OIT “é um dos principais espaços multilaterais de promoção de direitos sociais”.

Líder da organização, António Guterres, pediu respeito à integridade territorial, e o fim do fogo cruzado; soldado da paz morreu após projéteis de morteiro atingirem sua posição perto de Marjayoun, no sudeste do país.

Comida insegura para consumo adoece 866 milhões de pessoas por ano; crianças abaixo de cinco anos têm três vezes mais risco de ficar doentes; ameaças químicas provocam 73% desses óbitos.

Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro.E esses são os destaques desta quinta-feira, 4 de junho.Portugal destaca "diplomacia humanista" após vitória em eleição para o Conselho de SegurançaONU repudia legalização de casamento infantil no Afeganistão

Diretor-geral da OIT quer inteligência artificial com foco nas pessoas e com benefícios de produtividade para os trabalhadores.

Norma considera puberdade como critério; medida expõe meninas à violência, exploração e abandono escolar, aprofundando desigualdade no país.

Atualmente, cerca de 2,6 bilhões de pessoas não têm rendimentos necessários para garantir uma dieta saudável; FAO apela a uma colaboração eficaz para garantir o acesso a alimentos básicos de qualidade.

Data destaca potencial do transporte na erradicação da pobreza e na promoção do desenvolvimento sustentável; ONU realça a sua contribuição na acessibilidade das populações mais vulneráveis a serviços essenciais.

País foi eleito pela quarta vez para o órgão; Áustria também passou pelo Grupo da Europa Ocidental e Outros, e Alemanha ficou fora da corrida; novos membros são Trindade e Tobago, da América Latina e do Caribe, e Zimbabué, da África.

Relatório da Universidade das Nações Unidas alerta que captações em larga escala podem sobrecarregar aquíferos e sistemas fluviais; estima-se que treinamento do ChatGPT-5 consumiu 1 bilhão de litros de água e usou quantidade de terra equivalente a 215 campos de futebol.

Eleição para cinco novos membros não-permanentes ocorre neste 3 de junho na Assembleia Geral; único país de língua portuguesa na lista disputa cadeira com Alemanha e Áustria; grupo da Ásia-Pacífico tem Filipinas e Quirguistão para um assento apenas.

Consultor da Comissão Econômica para a África destaca que desafio não está mais em criar políticas, mas em garantir sua implementação para ampliar oportunidades reais de trabalho e inclusão; até 2035, mais jovens do continente entrarão no mercado de trabalho que no resto do mundo.

O ano de 2025 foi o mais mortífero de sempre para as travessias marítimas dos refugiados da minoria muçulmana; sem continuidade da solidariedade internacional, situação das famílias corre o risco de se deteriorar.

Agência meteorológica alerta para 80% de probabilidade do fenômeno climático até agosto; em vídeo, secretário-geral António Guterres diz que condições intensificam ainda mais aquecimento global com riscos de eventos extremos nos próximos meses.