Perspectiva Global, Reportagens Humanas

Exposição demorada a telas afeta linguagem e capacidade de atenção; especialistas sublinham necessidade de equilíbrio digital no cotidiano das crianças.

Enquanto conglomerados lucram com conteúdos abusivos sem responsabilização, vítimas seguem em busca de justiça.


Evento paralelo da Assembleia Mundial da Saúde abordou desafios relacionados ao combate à dengue, zika e chikungunya; Brasil recebe certificado da OMS por eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho.

No Japão, secretário-geral alerta que o poder de veto atual agrava conflitos globais e aponta a mudança como o grande desafio de seu sucessor.

Novos ataques provocam onda de deslocamentos e pioram situação crítica de insegurança alimentar; estima-se que 5,8 milhões de pessoas correm risco de insegurança alimentar aguda entre sete regiões do país caribenho.

Diretor-geral, Tedros Ghebreyesus, admite que escala real da epidemia na RD Congo supera largamente os dados oficiais; até o momento, foram validados 51 casos nas províncias de Ituri e Kivu do Norte; agência enfatiza forte preocupação regional.

Iniciativa, estabelecida há 16 anos, conecta 3 milhões de mulheres e gera R$ 50 milhões em rendas de pequenos e grandes negócios no Brasil; para idealizadora, quando uma mulher consegue gerar o próprio dinheiro, ele tem autonomia e poder para tomar as próprias decisões e ter uma vida melhor.

Agravamento do conflito já provoca choques nas cadeias de comércio e no setor de energia, sufocando perspectivas de crescimento e elevando riscos macroeconômicos para países em desenvolvimento; crise ameaça a estabilidade de mercados emergentes e aprofunda abismo da desigualdade.

Procura por emprego e meios de subsistência impulsionam fluxos migratórios internacionais; declaração conjunta procura garantir canais de migração seguros, facilitando mobilidade e dignidade laboral

Número triplicou em menos de um ano; encerramento de serviços de saúde aumentam risco de infeções e mortalidade; cerca de 90% da população somali carece de ajuda humanitária.

Custos energéticos mais elevados, comércio mais fraco e condições financeiras mais restritivas pesam sobre uma perspetiva global moderada; impacto econômico do conflito é “altamente desigual” entre regiões.

Mais de 15,8 mil civis mortos e 44 mil feridos são o resultado do avanço do conflito; relatório indica escalada de violência que cruza fronteiras e segue atingindo infraestruturas essenciais desafiando o direito internacional.

Durante a Assembleia Mundial da Saúde da OMS, país também participa de evento sobre cuidados de saúde primários; com reconhecimento internacional, Portugal consolida posição na vanguarda das diretrizes de saúde e bem-estar.

Apenas 30 notificações foram confirmadas até agora; surto está ligado à cepa Bundibugyo, uma variante para a qual ainda não existem vacinas ou tratamentos; doença fatal se espalha em nação arrasada por conflitos e deslocamento em massa.

Produtos têm expansão rápida e estão sendo comercializados em ofensiva de marketing também para adolescentes; alerta é divulgado às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.

Especialistas em direitos humanos, que visitaram país sul-americano, citam persistência de discriminação, abusos policiais e condições degradantes em centros de detenção no país.

Diretor do braço da OMS nas Américas, Jarbas Barbosa, defende combinação de ciência, controle ágil e adesão da população às campanhas de imunização.

Relatório da OMM sobre Estado do Clima na América Latina e Caribe destaca que no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, temperaturas ultrapassaram 40 °C; bacias de rios importantes como Amazonas, Paraná e São Francisco foram atingidas por condições de seca.

Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta segunda-feira, 18 de maio.Em abertura da Assembleia Mundial da Saúde, líder da OMS cita ebola, hantavírus e diz que mundo não está livre de novas pandemiasFórum Mundial Urbano revela os desafios da vida nas cidades

Chefe da agência, Tedros Ghebreyesus, abriu 79ª. Assembleia Mundial da Saúde citando reformas na arquitetura global da saúde e cortes de verba; declaração de Emergência de Saúde Pública sobre variante Bundibugyo em surto de ebola mobiliza delegações internacionais.

Incidente, no domingo, causou incêndio na área externa da instalação; autoridades locais afirmam que não houve feridos nem danos radiológicos; António Guterres apelou pelo fim da escalada militar no Oriente Médio.

Alimentos industrializados são responsáveis por 80% do sódio ingerido; representante da Organização Pan-Americana da Saúde aponta pressão da indústria para barrar políticas de redução.

Saúde, mudanças climáticas, qualidade do ar e energia são os principais temas deste ano; Angola, Brasil e Portugal participam de encontros à margem da Assembleia sobre preparo contra epidemias, combate a arboviroses e prevenção ao suicídio, respectivamente.

Aumento populacional e alterações climáticas ameaçam sustentabilidade da produção agrícola; aposta na irrigação sustentável pode multiplicar receitas e criar 245 milhões de postos de trabalho em todo o mundo.


Secretário-geral das Nações Unidas chama atenção para avanço de legislações que criminalizam relações homossexuais; Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia reforça que igualdade de participação é essencial para democracias inclusivas.

Chefe da ONU destaca infraestrutura digital como bem público essencial; vulnerabilidades digitais e assimetrias na qualidade e no acesso à internet são motivo de procupação; 2,2 bilhões de pessoas ainda permanecem offline.

Até 2050, mais de 70% da população mundial vai morar em cidades; número de pessoas vivendo em favelas deve subir de 1,1 para 3 bilhões nas próximas décadas; evento da ONU-Habitat, realizado a cada dois anos, debate desafios como impactos climáticos e reconstrução de comunidades destruídas por conflitos.

Jornal da ONU, com Monica Grayley:*ONU encerra Fórum sobre Florestas com promessas de mais restauração em nível global*Número de estudantes universitários mais que duplica para 269 milhões*Cortes ameaçam futuro da resposta global ao HIV, alerta agência da ONU

Número de estudantes mais que duplicou, acentuando necessidade por medidas para desenvolvimento e financiamento do setor; no Brasil, 4 em cada 5 universitários frequentam instituições privadas.

Diretora-executiva do Unaids declara que cortes abruptos no financiamento estão comprometendo prevenção e tratamento do HIV e podem colocar em risco meta de 2030.

Três anos de conflito continuam a provocar níveis extremos de insegurança alimentar aguda e desnutrição no Sudão; restrições ao acesso humanitário impedem a assistência a milhões de pessoas em risco.

Forças russas lançaram uma ofensiva que deixou cinco mortos inclusive uma menina de 12 anos; 800 drones e 56 mísseis foram disparados de forma contínua por cerca de 24 horas.

Apoio chega em momento crítico, com de necessidades crescentes e financiamento em declínio; aporte anterior, de US$ 2 bilhões, já foi direcionado para 18 crises, com objetivo de alcançar mais de 22 milhões de pessoas.

Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quinta-feira, 14 de maio.Rumo a 2030, Brasil enfatiza plano para manter floresta em pé e gerar rendaHaiti: violência de gangues e ação policial causam 1,6 mil mortes em 3 meses

População haitiana vivem em constante sensação de insegurança como informou o representante da ONU no país; crimes incluem assassinatos, extorsão, violência sexual.

Agência lançou apelo de U$ 19 milhões para atender pessoas afetadas pelo conflito entre Israel e o movimento Hezbollah; sem suporte, condições podem se deteriorar nos próximos meses.

Líder da ONU se reuniu com presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf, e com presidente da França; ele ressaltou impactos econômicos no continente africano do fechamento do Estreito de Ormuz.

Materiais reciclados podem conter substâncias nocivas à saúde; ausência de métodos eficazes de identificação restringe atuação de agências regulatórias.

Queda na desflorestação evidencia eficácia de políticas; florestas preservadas atuam como ‘produtoras de água' para clima e agricultura; roteiro para cumprir metas até o fim da década é explicado ao mundo pelo diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Garo Batmanian.

Brasileira Najla Nassif completa dois anos de mandato e ressalta abordagem centrada nas sobreviventes de abuso ou exploração sexual; ela visitou 16 países e se encontrou diretamente com mulheres que viveram essas experiências; em 2025, a Defensoria apoiou 234 vítimas.

Proposta de mecanismo Tropical Forest Forever Facility, Tfff, quer inverter lógica da conservação: no lugar de financiar o combate ao desmatamento, ela remunera o sucesso; fundo atrai capital internacional para pagar países em desenvolvimento.

Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Estatísticas Mundiais de Saúde têm avanços, mas mundo está longe das metas de 2030*Ataques com drones são principal causa de mortes na guerra no Sudão*Ciência e comunidade juntam-se na corrida contra a dengue nas Américas*Mundo não está preparado para eventual “Pandemia Digital”, alerta ONU