Perspectiva Global, Reportagens Humanas

Patrulha da Missão de Paz da ONU foi alvo de disparos de armas leves por parte de atores não estatais; soldados estavam removendo artefatos explosivos de uma estrada quando foram alvejados; Unifil iniciou investigação sobre incidente; atos podem constituir crime de guerra.

Em nota, secretário-geral diz que a passagem desimpedida a todas as embarcações é passo na direção certa; Organização Marítima Internacional está verificando condições para liberdade de navegação.


Secretário-geral da ONU pede aos envolvidos que respeitem pausa de forma rigorosa e cumpram obrigações do direito internacional; conflito no Oriente Médio piora e vários locais de valor cultural foram atacados.

Em comunicado, Organização Internacional para Migrações lembra que proteção de civis deve permanecer prioridade; pelo menos 2 mil foram mortos nos confrontos entre tropas de Israel e integrantes do movimento Hezbollah.

Especialistas em direitos humanos enfatizam violência dos “sistemas de poder patriarcais”; eles apontam falhas na repressão ao tráfico sistêmico de mulheres e meninas e defendem medidas de reparação para sobreviventes.

Instituição revelou nova plataforma global “Water Forward” ou Água Adiante, numa tradução livre; objetivo é impulsionar aumento do fornecimento de água para nações em desenvolvimento até o fim desta década.

Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quinta-feira, 16 de abril.ONU tenta travar crise alimentar iminente com fechamento do Estreito de Ormuz Ataque massivo da Rússia atinge grandes cidades da Ucrânia

Instabilidade contínua tem potencial de asfixiar fluxo internacional de fertilizantes; Unops alerta sobre efeitos diretos do conflito no Oriente Médio; Assembleia Geral debate rejeição de resolução sobre o tema no Conselho de Segurança.

Nesta quarta e quinta-feira, mais de 700 drones e 19 mísseis foram disparados contra Kyiv, Dnipro e Odessa; coordenador humanitário foi surpreendido por explosões; número de vítimas está aumentando à medida que os esforços de resgate continuam.

Conselheiro do Fundo de População afirma que declínios de nascimentos persistem mesmo com políticas de incentivo financeiro; jovens preocupam-se com questões políticas, ambientais e papéis de gênero desiguais; ONU propõe medidas de “resiliência demográfica”.

Barco virou com cidadãos de Bangladesh e pessoas da etnia rohingya na mais recente tragédia no Mar de Andaman; embarcação de pesca zarpou do sul do país encarando fortes ventos, superlotação e mar agitado.

Agência celebra impacto transformador da imunização no continente; estudo revela que desde 2000, Cabo Verde é um dos casos de sucesso no combate ao sarampo na região que consolidou uma das maiores e mais vitórias sanitárias deste século.

Plataforma lançada às margens das Reuniões do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial reforça voz coletiva de países solicitantes de empréstimos; líder da ONU discursou no lançamento da iniciativa enfatizando oportunidade de alterar relações de poder.

Nações Unidas pedem empenho dos envolvidos para acabar com conflito após início de encontro de líderes em Washington; realidade no território libanês continua marcada por dificuldades humanitárias e busca por sobrevivência.

Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quarta-feira, 15 de abril.Guerra no Sudão completa três anos como a maior crise humanitária do mundoJovens de Portugal simulam trabalhos na Assembleia Geral em mais um evento do Modelo ONU

Evento Model UN realizou-se em Lisboa, no Iscsp, com dezenas de estudantes para simular trabalhaos da Assembleia Geral; debate ensina divergências, convergência e consenso para promover mais diálogo em mundo polarizado.

Mais de um terço dos venezuelanos entrevistados, que vivem fora do país, citaram reencontro familiar como principal motivação; dois terços disseram que preferem esperar; 6,9 milhões de cidadãos estão acolhidos em países da América Latina e Caribe.

Secretário-geral, António Guterres, disse a jornalistas que é “altamente provável” que EUA e Irã reiniciem diálogo; ele pediu extensão do cessar-fogo e liberdade de navegação, inclusive no Estreito de Ormuz; segundo ele, encontro diplomático entre Israel e Líbano é oportunidade para mudança de postura.

Nova ministra da Igualdade Racial do país, Rachel Barros, discursou no Fórum Permanente de Afrodescendentes, que começou nesta terça-feira em Genebra; para ela, não existe justiça sem verdade histórica.

Agências das Nações Unidas emitem apelos urgentes para deter “uma catástrofe humanitária em cascata”; crise já deixou quase 34 milhões de necessitados; situação afeta quase dois terços da população do país africano.

Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Zico e Flamengo juntam-se à iniciativa da ONU Futebol para os ODS*Crise no Estreito de Ormuz ameaça abastecimento global de comida*FMI: economia pode crescer 3,3% em 2026 em meio a desafios geopolíticos e fiscais*Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas foca em estigmas sobre mulheres

Fechamento da rota marítima no Irã pode causar aumento nos preços dos alimentos e onda inflacionária; Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, afirma que efeitos podem ser similares aos observados após pandemia de Covid-19.

Por muito tempo, as mães foram acusadas erroneamente de ser uma “fonte de infecção” para a doença congênita “ao passar o parasita às crianças”; realidade mostra que falta de prevenção e tratamento impedem auxílio; mundo tem 8 milhões de infecções e 10 mil mortes por ano.

Ex-jogador é também o primeiro Campeão Brasileiro do “Futebol pelos ODS”; Zico recebeu título na sala da Assembleia Geral colocando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro da agenda desportiva.

Performance será de 3,2% em 2027, impulsionado por mercados emergentes e pela África Subsaariana; relatório Perspectiva Econômica Mundial alerta para riscos de inflação, tensões geopolíticas e impacto fiscal da alta nos gastos militares.

Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta segunda-feira, 13 de abril.Crise no Oriente Médio se aprofunda com a falta de acordo sobre reabertura do Estreito de OrmuzSociedade civil vai participar de diálogos interativos com candidatos a secretário-geral da ONU

Sudaneses tentam escapar de combates entre tropas do governo e paramilitares da Força de Apoio Rápido, RSF; mulheres e meninas são vítimas de ataques, abusos e exploração sexuais; representantes da ONU pedem fim do cessar-fogo.

Estudo de impacto econômico da ONU aponta efeitos do conflito como perda de produtividade, desemprego e inflação; no pior cenário, 162 países serão impactados com empobrecimento da população; restrições na navegação podem elevar preços dos alimentos nos próximos meses.

Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntas terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.

Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntar terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.

Agência destaca avanços na promoção dos direitos das mulheres à saúde, mas diz que viver mais não é garantia de viver melhor; aumentar liderança feminina em postos de decisão e financiamento para iniciativas e mudanças é fundamental para a qualidade da saúde da mulher.

Estados-membros são recomendados a expandir cobertura e garantir resiliência diante de crises; para agência, solidariedade internacional é chave para sustentar sistemas que promovem sociedade resiliente.


OMS e WFP alertam para catástrofe iminente; hospitais de Beirute sobrecarregados levantam temores de falta de leitos em caso de novos ataques; preços disparam e estoques de alimentos entram em níveis críticos.

Técnicas nucleares ajudam a prevenir e tratar doenças; iniciativa Raios de Esperança apoia países com equipamentos de exames radiológicos e tomografias computadorizadas e com melhorias da saúde por meio da nutrição.

Relatório da ONU revela divisões geopolíticas e comerciais; todos os indicadores estão em queda, inclusive investimento privado; mas investimentos em combustíveis fósseis dobram e comércio Sul-Sul quadruplica.

Bombas caíram sobre 60 pontos da capital e arredores; sistema de saúde está no limite; comunidade humanitária diz que mundo assiste não apenas à destruição de cidades, mas ao colapso da saúde mental de milhares de famílias em fuga.

Jornal da ONU com Ana Paula Loureiro. Esses são os destaques desta quinta-feira, 9 de abril de 2026.Explosão interrompe entrevista da ONU News no LíbanoNovo guia de saúde da ONU quer frear crise de opioides

Em Cúpula Uma Só Saúde, na França, diretor da Organização Pan-Americana da Saúde lembra que em 2024, região teve mais de 13 milhões notificações da doença e 8,4 mil mortes.

Agência pediu US$ 30,3 milhões para socorrer número crescente de vítimas em unidades de trauma, evitar surtos de doenças e preparar países para eventuais riscos químicos, biológicos e nucleares.

Jornalista gravava conversa quando ouviu os estrondos; ninguém ficou ferido no incidente; conflito já tem mais de 300 mortos e 1,2 milhão de deslocados; confrontos entre forças de Israel e integrantes do movimento Hezbollah persistem apesar de cessar-fogo entre Irã e EUA.

Analgésicos potentes lideram causas da mortalidade global por drogas; braço da OMS nas Américas defende políticas públicas urgentes devido à marca de 316 milhões de usuários em 2023, dos quais 61 milhões fizeram uso não médico.

Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quarta-feira, 8 de abril.ONU elogia acordo de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã e pede respeito ao direito internacionalBanco Mundial anuncia parceria com estado da Bahia, no Brasil

Francisco Pichón disse que o país, em três meses, não recebeu sequer um litro de combustível; milhares de crianças seguem sem aula, sem vacinas e aguardando cirurgias; crise se intensificou após efeitos do furacão Melissa, que atingiu a ilha em outubro passado.