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Os partidos políticos devem 1,4 milhões de euros em coimas, mas a PGR e a Entidade das Contas ocultam quem deve o quê. Enquanto isso, o PS continua a ser perseguido pela justiça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa. A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.
Há pessoas enfrentando problemas inéditos com as mesmas atitudes de sempre. Muitos querem vencer problemas que nunca enfrentaram sem mudar nada na própria vida.Continuam adiando decisões, alimentando distrações, justificando erros e deixando Deus para depois.Se você está vivendo um “nunca antes”, talvez seja hora de tomar uma atitude que também nunca tomou: reconhecer sua condição, abandonar o que o afasta de Deus e colocá-Lo em primeiro lugar. Assista ao vídeo e descubra por que a resposta para uma crise inédita pode começar com uma decisão que você vem adiando há muito tempo. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
O PSD de Odivelas (que fez queixa por vandalismo), Luís Montenegro (que fala por enigmas) e o nosso Estado (que está sempre atrasado) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 04 DE JUNHO DE 2026 5X2 NA GAVETA DO SENADO - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
Nesta segunda parte da conversa, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela quais foram os momentos mais transformadores da sua vida profissional, conta como o lado humanista dos pais a influenciou e como a experiência da maternidade, depois dos 40, se tornou a grande revolução pessoal, que a deixou mais em confronto consigo. Depois deixa um olhar crítico às políticas do Governo, e ao papel dos media, a seu ver responsáveis em parte pelo crescimento da extrema-direita, pelo tempo de antena dado, e a forma "sensacionalista" e "pornográfica" como são abordados temas sensíveis como a imigração, "em busca de capitalização e mais cliques." E ainda revela algumas das músicas que a acompanham, lê o poema "No Sorriso Louco das Mães", de Herberto Helder, e deixa várias sugestões de filmes portugueses que saíram recentemente. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pesquisa mensal da Companhia aponta redução de 8,06% no valor de comercialização da fruta no atacado; alface e laranja também registraram queda
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As minhas promessas continuam de pé - Pr. Patrick Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata de CaxiasPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A inflação perdeu um pouco de força em abril, mas os preços continuaram subindo pelo oitavo mês seguido. O índice subiu 0,67 % em relação a março, quando a inflação havia sido de 0,88%. No ano, o IPCA acumula alta de 2,6%. Já nos últimos 12 meses, de 4,39%. Os principais vilões da inflação em abril foram os aumentos nos preços dos alimentos e dos remédios. E ainda: PF mira fraudes de R$ 200 milhões em licitações no Rio de Janeiro.
Profissionais talentosos perdem oportunidades todos os dias — não por falta de competência, mas por falta de posicionamento. Neste episódio, Márcio Miranda explica por que ser bom no que faz não é suficiente e como construir uma presença que faz o mercado pensar em você primeiro. O que você vai encontrar neste episódio: A diferença entre ser competente e ser referência Como o mercado filtra profissionais pela memória, não pela qualidade O poder de um vocabulário próprio para criar autoridade Como construir uma identidade que ninguém consegue copiar Os primeiros passos para sair da posição de opção e virar escolha Acesse todos os meus links — mentoria, WhatsApp, LinkedIn e mais: https://taggo.one/marciomiranda "Na vida você não ganha o que merece. Ganha o que consegue negociar."
#352 - Mesmo com acordos de cessar-fogo todas as frentes de guerra continuam ativas. Netanyahu diz estar curado de câncer que não existia, Eleições se aproximam partidos se movimentam e comissão eleitoral enfrenta crise.Link para o outro podcast que o Marcos tá de host também. O Ponto é…. - 2a temporada. Antissemitismo.Bloco 1- Irã - incerteza e instabilidade constantes marcam a realidade do conflito com o Irã.- Líbano - soldados saqueiam casas no sul do país. - Gaza - cessar-fogo não avança e ataques diários continuam deixando mortos no enclave.- Cisjordânia - Israel não repassa 14 bilhões de shekels de impostos a Autoridade Palestina e oficial admite políticas diferentes para judeus e palestinos na região. Bloco 2- Netanyahu, enfim, divulga relatório médico que afirma que ele foi curado de um câncer de próstata.- Presidente Herzog busca acordo entre Netanyahu e a Justiça antes de cogitar indulto.- Orly Ades, diretora-geral da comissão eleitoral, renuncia ao cargo.- Bennett e Lapid unem forças em um novo partido, o "Juntos".Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #352 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
A PSP (que investiga os seus agentes), Mariana Vieira da Silva (que nunca teve uma ideia autónoma) e os que não querem ver (e ignoram a violência da extrema-esquerda) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na madrugada do dia 28 de Janeiro, a tempestade Kristin entrou com toda a força na zona Centro do país e provocou estragos avultados. Demorou a descobrir a dimensão da tragédia, porque durante vários dias uma parte significativa daquele território ficou sem electricidade e sem comunicações. Cem dias depois, a maioria dos apoios prometidos em cima da tragédia continua sem chegar. O Expresso não esquece e leva parte da redação até Leiria para mostrar tudo o que falta fazer. Neste episódio, conversamos com o diretor João Vieira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luís Tomé afirma que enquanto Trump deve manter cessar-fogo enquanto não conseguir sair do conflito. Acredita que Europa terá de racionar uso de combustíveis, se o Estreito de Ormuz continuar fechado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ataques aéreos e com drones foram relatados nos últimos dias; Acnur ressalta pressão sobre abrigos coletivos e infraestrutura de comunidades que acolhem deslocados; ONU reforça esforços diplomáticos em visita a Israel.
Demanda forte é combustível para os prêmios, com 29,5% da safra 25/26 do Brasil - que é recorde - já comprometida com as exportações. Mas câmbio ainda limita ganhos para o produtor.
O Conselho das Finanças Públicas prevê que a economia portuguesa cresça apenas 1,6% em 2026, uma revisão em baixa face à previsão anterior. Contudo, no que diz respeito às contas públicas, o organismo liderado por Nazaré Costa Cabral está mais otimista, prevendo um excedente orçamental de 0,1% do PIBSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Pedcast é uma roda de discussões quinzenal encabeçada pelo SneakersBR, primeiro veículo do mundo a falar de cultura sneaker em português, em atividade desde 2007.
Nas zonas afetadas pelas tempestades é uma autêntica corrida contra o tempo para estar tudo limpo antes do Verão. A falta de mão de obra está a dificultar os trabalhos. Edição de Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 11/03
O ‘Doa a Quem Doer' desta semana foi até à aldeia de Cabeça Gorda, no Alentejo, falar com os imigrantes ilegais que continuam a viver sob controlo da rede de polícias que foi desmantelada pela PJ, mas que acabou com os militares em liberdade.
Confira nesta edição que mais de 30 pessoas continuam desaparecidas após as chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira. A cidade de Juiz de Fora (MG) continua com risco muito alto de enxurradas e deslizamentos. Após ser aprovado pela Câmara, projeto de lei que endurece penas para integrantes de milícias e facções vai a sanção do presidente Lula. E mais: STF retoma julgamento do assassinato de Marielle Franco nesta quarta-feira com os votos dos quatro ministros da primeira turma.
Presidente da Junta de Taveiro, Ameal e Arzila diz que depois do colapso do dique em 2001, há mais prevenção mas a construção em solos historicamente inundáveis mantém vulnerabilidade da população.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agências da ONU e parceiros ajudaram na transferência de 1,3 mil menores e suas famílias de comunidades da linha de frente; ataque de drones em Donetsk atingiu comboio que transportava mais de 200 pessoas, segundo autoridades de Kyiv.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais de 40 mil imóveis ainda estão sem luz em São Paulo e na região metropolitana, depois da tempestade da última segunda (19). A chuva deve dar uma trégua hoje, apesar da temperatura ter caído. A máxima desta terça (20) não vai passar dos 21 graus. Na segunda-feira, por causa da chuva, mais de 100 mil imóveis chegaram a ficar sem energia na Grande São Paulo. 43 árvores caíram, a maioria na zona sul da cidade. No litoral do estado, a chuva foi mais intensa, com alagamentos em Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Santos. Em Ilhabela, os bombeiros procuram uma mulher que desapareceu depois de ter sido levada por uma tromba d'água em uma cachoeira. E ainda: Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo estão em atenção para tempestades.
Violência em várias regiões do país segue matando e danificando infraestruturas deixando milhões de pessoas sem eletricidade, aquecimento e abastecimento de água em pleno inverno.
Militares nomeiam novo primeiro-ministro após golpe. PAIGC denuncia interrupção do processo eleitoral e violação da Constituição. Continuam as reações a nível internacional ao golpe na Guiné-Bissau. Congresso da UNITA arranca em Luanda com foco na vitória em 2027.
Estima-se que, em todo o mundo, aproximadamente 120 milhões de mulheres com menos de 20 anos tenham sofrido várias formas de contacto sexual forçado; a data pretende aumentar a conscientização e promover o fim de abusos contra crianças.
Alexandre Garcia comenta a celebração precipitada do governo após o anúncio dos EUA sobre tarifas, explica por que a punição ao Brasil permanece intacta e aborda também sanções a ministros do Supremo, denúncias enviadas ao STF e acusações de viés ideológico na Universidade de Brasília.
Sem citar Trump, Lula fala em “manobras retóricas” e critica possível ação militar na América Latina. E Enem tem 27% de abstenção no primeiro dia de provas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Novo relatório da FAO destaca avanços significativos na gestão e proteção florestal, mas alerta que a perda anual de 10,9 milhões de hectares de florestas persiste, evidenciando que, apesar dos progressos, ainda há desafios consideráveis a superar e esforços substanciais a realizar.
Em discurso à Assembleia Geral, Mama Fatima Singhateh, defende uma resposta baseada nos direitos das crianças e na responsabilização dos Estados para combater a exploração sexual infantil; para ela, crianças precisam ter voz na busca de soluções para elas.
Todos os 15 funcionários internacionais estão agora livres para se movimentar no complexo da organização na capital; autoridades de facto invadiram local em 18 de outubro; 53 trabalhadores iemenitas seguem detidos, alguns desde 2021.
O governo Lula busca empréstimo de R$ 20 bilhões do Banco do Brasil, da Caixa e de instituições privadas aos Correios. A operação deve ter garantias da União e estar condicionada a medidas para sanear a gestão da estatal para recompor as perdas dos últimos três exercícios e dos dois primeiros trimestres deste ano — o prejuízo foi de R$ 2,6 bilhões de abril a junho. "Nós, os leigos, ouvimos essas coisas com uma pulga atrás da orelha: que companhia é essa que tem tanto prejuízo? Empréstimo de Governo tem de ter garantia da União, que é quem tem de bancar se não for pago pela companhia. O prejuízo bilionário dos Correios vem desde 2022 e numa bola de neve assustadora. A empresa tem de se adaptar à nova realidade, hoje em dia tem Whatsapp ou telefonema de graça, pela Internet. Há reclamações de que o Ministério da Fazenta tem relação com a situação pois a receita despencou depois da 'taxa das blusinhas', mas não é só isso; o mundo mudou e a companhia continua atuando como se estivesse no século passado", diz Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves lembra os portugueses que continuam sequestrados pelo Hamas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agências da ONU alertam para fome, desnutrição e milhões de menores fora da sala de aula após mais de dois anos de conflito; pelo menos 20 milhões de sudaneses necessitam de serviços de saúde urgentes.
O Papo Antagonista desta quarta-feira, 16, comenta desdobramentos do ‘tarifaço' de Donald Trump.O programa também fala da investigação dos EUA que mira o desmonte do combate à corrupção no Brasil. Além disso, está na pauta a anulação de atos da Lava Jato contra Alberto Youssef.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br