Podcasts about continuam

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Noticiário Nacional
07h Incêndios em Proença-a-Nova continuam por dominar

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Sep 15, 2026 13:21


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Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Portugal tem boa nota mas os bolsos continuam vazios?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Sep 7, 2026 5:16


O rating de Portugal sobe, mas ninguém o sente nos bolsos. Luís Neves enfrenta uma maratona com ameaça de censura e a extrema-direita cresce na Alemanha. E afinal, boicotar Jerry Seinfeld tem piada?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Artes
Realizadora angolana Pocas Pascoal distinguida no Festival de Cinema de Locarno

Artes

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 20:21


A realizadora angolana Pocas Pascoal, foi distinguida a 9 de Agosto com o 'The Open Doors - OIF Francophonie Award', no âmbito do Festival de Cinema de Locarno na Suíça que decorreu de 5 a 15 de Agosto. Durante o festival, a cineasta, autora nomeadamente de fitas como 'Memórias de Infância' em 2000, ou ainda 'Alda e Maria' em 2011, projectou a sua curta-metragem 'Time to Change', um filme sob forma de denúncia do colonialismo e apresentou o projecto pelo qual foi premiada, em torno da figura da cineasta francesa Sarah Maldoror, conhecida designadamente por ter acompanhado em imagem a luta de libertação de Angola. Em entrevista à RFI, a realizadora, a viver em Portugal há cerca de nove anos, partilhou a sua alegria por ter sido distinguida, falou da sua experiência como cineasta em Portugal e também evocou o que pretende contar na fita sobre Sarah Maldoror. RFI: Como se sente com o prémio que recebeu em Locarno? Pocas Pascoal: Sinto-me muito bem! Acho que é um grande impulso também para a minha carreira, que já começou há muitos anos, mas continua a crescer. É um prémio que vai valorizar também o projecto que eu estou a escrever sobre a Sarah Maldoror, que vai de certeza permitir-me concluir o projecto que estou a escrever e espero eu que vai ajudar também a ter financiamentos. Portanto, eu acho que é assim uma coisa muito, muito importante, o que me aconteceu. Tive muita gente a contactar-me interessada no projecto depois deste prémio. Isto é um grande impulso. O Festival de Locarno em si, é um grande programa de encontro e que nos permite fazer contactos e relações que ficaram até para o resto da vida, de certeza. Portanto, já isso é muito, muito importante como festival, como plataforma mesmo de formação. Nunca aprendi tanta coisa sobre cinema em tão pouco tempo e nunca fiz tantos encontros em tão pouco tempo também. Portanto, o facto de estar no Festival de Locarno em 'Open Doors' já é um grande presente e um grande prémio, porque permite-nos projectar o meu projecto internacionalmente. Estive lá com o filme e, sim, há já algumas coisas que estão a avançar bem e penso que vamos assinar um contrato de co-produção. RFI: A curta-metragem que lhe deu essa chave para a próxima etapa é 'Time to Change'. O que é 'Time to Change'? Pocas Pascoal: É uma crítica à colonização, à colonização em geral, mas sobretudo à colonização portuguesa, que foi aquela que Angola viveu. Tento denunciar através deste filme aquilo que se passou. E faço uma ponte entre o passado e o presente, hoje, criticando a relação que os portugueses tiveram, que foi uma relação de repressão e de exploração. Em Portugal há uma mentalidade ainda que, infelizmente, continua. Continuam a pensar que a colonização portuguesa foi uma boa colonização, que foi uma colonização 'soft', que misturaram-se muito e que não foi assim tão grave. Mas foi grave, Foi muito grave. Este filme denuncia aquilo que foi a colonização e também denuncia o desequilíbrio dos ecossistemas que começaram naquele momento. Portanto, quando os portugueses chegaram, havia um equilíbrio, uma maneira de viver que os angolanos, o ser humano teve que modificar, teve que se adaptar àquilo que esses colonos quiseram que eles se tornassem. Mesmo a nível de habitação, a nível da arquitectura, tivemos que sair da nossa casa feita de madeira e de palha, que era uma coisa local. Houve várias coisas que se podem aprofundar em relação a isso e mudaram-nos completamente, a nossa maneira de ser, a nossa cultura, a nossa linguagem mesmo. A língua que tivemos que falar foi a portuguesa. E também a natureza, os animais. Para mim, esta alteração climática começou já nesse momento. Portanto, eu faço esta ligação do passado ao presente para denunciar as consequências desta colonização ainda hoje. RFI: Como é que é estruturado este filme? Portanto, é um filme que vai buscar imagens documentais. Por exemplo, uma imagem muito forte, muito simbólica, de caçadores. Pocas Pascoal: Eu utilizei imagens de arquivo no filme e não só. Também tem imagens dos dias de hoje. Essas imagens do caçador são imagens horríveis e acho que apercebemo-nos que naquela altura caçava-se muito de forma recreativa. Caçava-se para o homem se sentir mais forte, o mais forte do universo, mais forte do que os animais, mais forte do que o elefante, que é um animal gigante. Numa das fotografias, tem uns três caçadores com uns cinco ou seis Elefantes. é uma coisa horrível. E são animais que hoje em dia estão a desaparecer por causa disso. Por foram tão caçados às vezes só para poderem pôr um troféu na parede. E às vezes para poder se sentirem fortes. E para poderem utilizar o marfim. É uma coisa absurda, porque é uma mentalidade que infelizmente destruiu. E isto, acho que temos que tomar consciência. E lembrarmo-nos, continuarmos a lembrar o que foi e o que é que está a acontecer hoje. Portanto, é uma maneira para mim também de reavivar a memória. RFI: Falou da forma como Portugal encara o período colonial. Como é que ele é encarado em Angola? Pocas Pascoal: Ai, eu já não estou em Angola há 40 anos! E vou muito raramente a Angola. Seria difícil falar sobre este tema. Sei que em relação aos angolanos que estão na diáspora, é uma luta constante contra o racismo. Eu vivi vários anos em França e nunca vivi tanto racismo como vivo aqui em Portugal, infelizmente. Há coisas maravilhosas, mas há um racismo muito básico. Na verdade, é uma coisa que foi impregnada na mente das pessoas, que as pessoas negras são pessoas inferiores, que são pessoas que não têm instrução, que são pessoas que não têm meios financeiros, que são pobres também. Isto aconteceu-me. O racismo que eu tive aconteceu-me com várias pessoas de vários meios sociais. Por isso é uma coisa que está impregnada na mente das pessoas portuguesas e que não sai. E que eu acho que é um trabalho que se deve fazer. É um trabalho que talvez não tenha sido feito. Eu penso que não foi feito um trabalho que deve começar a nível das escolas, com as crianças, para tentar mudar esta mentalidade e é um trabalho político também. Eu acho que a Europa e Portugal, sobretudo, que é o país onde eu vivo, tem uma grande dívida com esses países que colonizaram. Mas esta dívida devia ser paga através de um trabalho de memória, de um trabalho de formação e de informação. É um trabalho que deve ser começado pelas crianças nas escolas, porque só a partir daí é que as mentalidades das pessoas brancas vão começar a mudar e a reconhecer que nós somos iguais. RFI: Como é que é fazer cinema em Portugal? Aquilo que acaba de me descrever também entra em linha de conta para a sua vivência em termos de trabalho? Pocas Pascoal: Claro, uma grande influência, infelizmente, é terrível. Eu vou contar-lhe uma coisa que eu por acaso falo muito raramente e não estou a falar do lado financeiro, porque o lado financeiro é realmente um problema com as mulheres, porque nós temos estado a lutar contra isso também. Eu faço parte de um grupo de mulheres no cinema que se chama 'Mutim' (Associação de Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento em Portugal). A 'Mutim' lutou muito para que haja nos júris do ICA (Instituto de Cinema e do Audiovisual) mulheres, que as mulheres sejam representadas também nos júris. Portanto, isto já muda muito, os financiamentos. E depois? Agora é chegar a mulheres negras, porque também é um problema de imaginar um filme onde só haja pessoas negras. Mesmo se eu não faço filmes só com pessoas negras, mas um filme onde haja uma maioria de pessoas negras, os júris podem ver aquilo muito mal. É um filme que não vai ter público. Um filme que vai ser mal distribuído, se calhar, porque se há uma mentalidade que ainda pensa que as pessoas negras não têm formação, não são instruídas, etc, no cinema também é uma coisa muito às vezes inconsciente. No cinema também, portanto, há uma luta contra isso. Há uma vitória pequenina, é verdade. Já se vê alguns filmes distribuídos nos cinemas com pessoas negras, mas são filmes americanos. É verdade. Negro e americano. Ok, já é melhor aceite. Mas o que eu queria contar há bocado é que aconteceu-me. Há uns anos atrás, fiz um telefilme. Fui convidada porque era uma mulher. E aceitei porque era uma oportunidade para mim de trabalhar na indústria portuguesa. Eu tinha acabado de chegar a Portugal e eu tinha feito um casting com pessoas negras, porque o filme passava-se nos subúrbios de Lisboa e aquilo foi uma luta. Foi horrível. Não consegui ter um casting só com pessoas negras. Foi uma luta terrível. Mas há um público e é um erro enorme, porque há um público, porque quando passa um filme na televisão com pessoas negras, as pessoas vêem os filmes. Há estatísticas, as pessoas vêm e é muito visto. Portanto, há um erro enorme em relação a isso. Isso também faz parte do trabalho para modificar isso. Faz parte deste trabalho, que é muito político e que as pessoas têm que fazer. Como eu disse há bocado, tem que começar nas escolas com as crianças, porque senão as coisas não vão mudar. RFI: Estava a mencionar o facto de ter também a expectativa de que o facto de ganhar esta visibilidade com este prémio também possa dar um impulso ao seu próximo projecto, que tem a ver com a figura da Sarah Maldoror, que faz a ponte entre a francofonia, porque ela era das Antilhas, com o mundo lusófono, uma vez que ela focou o seu olhar sobre a África lusófona, sobre Angola, sobre a Guiné-Bissau. O que é que a levou a interessar se por esta realizadora? Pocas Pascoal: É uma figura muito importante em Angola. Ela até é considerada angolana em Angola. Ela fez os dois primeiros filmes em Angola. A primeira vez que eu vi pessoas negras no cinema, era muito jovem, foi através de filmes da Sarah, o filme 'Sambizanga'. Portanto, eu era muito, muito jovem. Eu devia ter nove ou dez anos e foi a primeira vez que eu também começo a descobrir a história do meu país em relação à colonização. Eu tive a sorte de ter conhecido a Sarah. Eu estive com Sarah duas vezes. A primeira vez que eu ouvi a Sarah foi numa residência em França, na Normandia, onde a Sarah tinha a melhor amiga dela. Era proprietária da residência. Portanto, eu estava lá. Sarah veio visitar a amiga e eu conheci a Sarah. Eu era muito tímida naquela altura, portanto eu quase nem falei com ela. E a segunda vez que estive com Sarah, foi durante uma viagem para Angola. Nós fomos convidadas, várias pessoas foram convidadas, para um festival em Luanda. Acho que foi o segundo ano desse festival e a Sarah foi homenageada nesse festival. E como viajamos juntas, devem ter comprado os nossos bilhetes ao mesmo tempo. Estávamos sentadas uma ao lado da outra e foi muito engraçado. Fizemos sete horas juntas, uma ao lado da outra. Tivemos a oportunidade de conversar. A Sarah contou-me a história deste filme, que deveria ter sido o primeiro filme dela, a primeira longa-metragem ('Armas para Banta', Guiné-Bissau, 1970). E eu me interessei muito naquela altura. Interessei-me muito pela vida dela, porque tinha visto vários filmes feitos por ela. E, sobretudo, interessei-me muito por essa história, que é uma coisa de injustiça. A Sarah, que lutou a vida toda pela justiça social e pela igualdade de direitos. Este filme foi uma grande injustiça para ela. Eu nem sei se já tinha perguntado isso, mas o meu filme é sobre a Sarah nesse momento, quando ela vai à Guiné-Bissau, vai documentar a luta armada dos guineenses contra a colonização portuguesa. E ela, em vez de falar de um herói no filme, ela faz uma heroína. E quando ela volta para a Argélia, o filme não é aceite. Ela é expulsa da Argélia. Bom, estou a resumir, mas ela é expulsa da Argélia. E o filme lhe é retirado e desaparece até hoje. Portanto, eu interessei-me muito por este este momento da vida da Sarah, que também é o início da carreira dela. E também, para mim, é a oportunidade de falar dessas mulheres, porque ela vai filmar aquelas mulheres que foram realmente resistentes e estiveram na guerrilha durante muitos anos a lutar contra a colonização portuguesa. Portanto, para mim também, é a oportunidade de falar dessas mulheres. É claro que o foco é na Sarah e a Sarah interessa-me muito. Eu estudei muito, vi os filmes dela todos e interessam-me porque é uma pessoa que foi íntegra. Ela lutou a vida toda, fez mais de 40 filmes e através do cinema, ela lutou pela igualdade de direitos. Ela foi uma grande resistente. Ela foi uma grande activista e é uma para mim, um exemplo e uma referência de uma pessoa negra que conseguiu e sempre foi honesta com ela mesmo e com aquilo que ela fez. Íntegra. Portanto, para mim, é uma grande referência e um grande exemplo. E eu gosto do cinema dela. E também, eu penso muito no cinema dela, vejo filmes dela, quando faço os meus filmes. É uma grande referência. RFI: Essa história de Sarah Maldoror na Guiné-Bissau a tentar retratar as mulheres que participaram na luta de libertação e que foi um filme rejeitado. Isto, no fundo, também vai tocar na sua fibra feminista. Pocas Pascoal: Não vou generalizar porque a África é muito diferente, mas as mulheres em Angola são mulheres que foram muito valorizadas e que o são até hoje, que têm um grande poder na família e não só, também no trabalho. É claro que estamos a falar também de um sistema patriarcal. É evidente. Eu vivi depois da colonização, esta valorização das mulheres. As mulheres que lutaram contra a colonização portuguesa são mulheres que, muitas vezes, é verdade, pensando bem, são mulheres que ficaram na sombra. São mulheres que não foram muito faladas. Houve uma que se tornou heroína, mas falava-se muito pouco das mulheres. Portanto, a Sarah, ela tem este lado também feminista, mesmo se ela não se dizia feminista. Ela tem esse lado feminista porque ela, os personagens dela, no início da carreira dela, eram mulheres. Ela quis pôr em evidência as mulheres africanas, as mulheres negras, porque essas mulheres nunca eram os personagens principais nos filmes. Eu faço filmes sobre mulheres. É uma coincidência, mas porque são pessoas com quem eu me identifico mais facilmente, mais rapidamente, e são temas que me tocam imenso. RFI: Em que fase está? Pensa que este projecto em torno da Sarah Maldoror vai vingar quando? Pocas Pascoal: Francamente, eu penso que o filme agora e com este prémio também, que está a valorizar o projecto e que estava lá o Instituto de Cinema no Locarno, também eles viram, assistiram a isso, eu espero que não somente o ICA, mas outros fundos se interessem pelo projecto e já se estão a interessar. Espero rodar o filme em 2027 e espero que o filme em início de 2028 esteja acabado. Realmente, acredito que agora vai avançar rapidamente. Eu levei muito tempo a fazer pesquisa, vi e falei muito com as filhas da Sarah. Estive a tentar procurar qual era o melhor momento da vida da Sarah para eu poder pôr no cinema, porque não quis fazer um 'biopic' sobre a vida da Sarah, mas quis fazer sobre uma parte da vida dela que é enorme. O momento em que ela vai fazer este filme é o início da carreira dela também. Por isso passei muitos anos em pesquisa a tentar encontrar como é que eu ia falar sobre esta pessoa, que também não é muito fácil. Se seria documentário, ficção, falar desta pessoa que é uma pessoa que eu admiro muito e não me quero enganar. Portanto, acho que tenho um bom filme, foi aquilo que eu escolhi. Espero que nos próximos dois anos o filme esteja acabado. RFI: Tem outros projectos na forja ou é uma pessoa de um só projecto de cada vez? Pocas Pascoal: Não. Eu sou hiperactiva, portanto tenho vários projectos. Estou a acabar agora um filme, mas é uma curta também. Quando falo de hiperactividade não faço várias longas ao mesmo tempo, infelizmente. É uma questão financeira, mas enquanto estou à espera de financiamento para uma longa, estou a fazer curtas-metragens e tento fazer também instalações. Não faço muitas, mas tento participar em exposições e fazer instalações. E neste momento estou a fazer uma curta-metragem que, espero eu, estará nos festivais. Acho que no fim do ano já vou começar a mostrar o filme e também há uma curta-metragem feita com arquivos. Não vou revelar ainda a história porque ainda estou a montar e as coisas podem evoluir. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

Resumão Diário
Câmara deve instalar comissão sobre maioridade penal; Novo veranico terá calor de até 42°C em três regiões; Por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes?

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 4:44


Câmara deve instalar nesta quarta comissão especial para debater PEC da redução da maioridade penal. Trump confirma voo secreto e diz que seguiu orientação militar por ameaça: 'Não confio no Irã'. Brasil perdeu 14% da cobertura de vegetação nativa em 41 anos, aponta MapBiomas. 'Presenteísmo': por que tantos profissionais continuam trabalhando mesmo doentes? Novo veranico começa hoje, com calor de até 42°C no Centro-Oeste, Norte e Nordeste; veja previsão. Eclipse solar total desta quarta vai escurecer o céu para 15 milhões de pessoas; saiba mais.

Resumão Diário
JN: Terremoto na Colômbia deixa mais de cem mortos, e dezenas de prédios desabam; moradores do RS continuam sem luz quatro dias após passagem de ciclone

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 5:42


A América do Sul assistiu ao segundo terremoto em dois meses. Depois da Venezuela, a Colômbia sentiu os efeitos de um tremor de 7,4 de magnitude. Mais de cem pessoas morreram e mais de sessenta prédios desabaram. O novo presidente convocou um comitê de emergência para ajudar na busca a desaparecidos. A dois mil quilômetros do epicentro, moradores de Manaus sentiram os efeitos do terremoto. Não houve danos nem feridos. No sul do país, milhares de gaúchos ainda estão sem luz, quatro dias depois da passagem do ciclone. A Polícia Federal investiga supostas irregularidades em aplicações milionárias da Previdência de Maceió no Banco Master. A CBF e os clubes brasileiros decidiram adotar regras da Copa no Brasileirão para aumentar o tempo de bola rolando.

Alvorada Social
Alvorada Social - Programa Bom Aluno BH está com inscrições abertas; Inscrições para o Curso de Libras, Língua Brasileira de Sinais da Arquidiocese de BH continuam abertas

Alvorada Social

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 1:34


O Programa Bom Aluno BH está com inscrições abertas. Mais informações nosite: bomalunobh.com.br A Arquidiocese de Belo Horizonte está com inscrições abertas para o Curso de Libras, Língua Brasileira de Sinais. Saiba mais em: https://arquidiocesebh.org.br/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
11h Centenas de alunos continuam sem saber as notas dos exames

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 9:21


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Canaltech Podcast
Por que as marcas de celular continuam abrindo lojas físicas?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 15:19


Comprar um smartphone pela internet nunca foi tão fácil. Em poucos cliques, é possível comparar preços, conferir avaliações e receber o aparelho em casa. Ainda assim, grandes fabricantes continuam investindo em lojas físicas e espaços de experiência. Mas por quê? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Amadeu Cavalcante, CEO da JUFAP, empresa responsável pela operação de lojas de marcas como TIM, Samsung, Motorola e, mais recentemente, Jovi. Durante a conversa, ele explica como o papel das lojas mudou nos últimos anos, por que os consumidores ainda querem testar os aparelhos antes da compra e quais são os desafios enfrentados por novas fabricantes que tentam conquistar espaço no mercado brasileiro. Você também vai conferir: primeiro celular controlado por inteligência artificial já tem data para chegar, empresa ligada à antiga Oi recebe aval para entrar no mercado de celular e Meta lança nova IA para disputar espaço com ChatGPT Images e Nano Banana. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de João Melo, Renato Moura e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Eder: “Hoje continuam a dizer-me ‘Ainda não é feriado!' Até hoje me pergunto o que me passou pela cabeça naquele momento para dizer aquilo”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 45:21


Dez anos depois do golo que valeu o título de campeão europeu a Portugal, no Euro 2016, Eder regressa ao Alta Definição para conversar com Daniel Oliveira sobre o momento que o imortalizou no futebol nacional. O avançado, que entrou como suplente na final disputada em Paris frente à França, recordou com emoção palpável os instantes que antecederam o remate decisivo, revelando a complexidade técnica e emocional de um lance que durou apenas uma fração de segundos. "Desde o momento em que o Moutinho passa a bola e eu tomei a decisão de aguentar e virar-me em direção à baliza, é tudo muito rápido", confessou, acrescentando que a memória que guarda do momento é quase transcendental: "É como se a minha alma tivesse sido o corpo, como se eu estivesse a ver um filme com um final feliz." Além do futebol, Eder revela-se um homem profundamente moldado por uma infância difícil, passada em instituições de acolhimento, e pelas oito cirurgias que pontuaram uma carreira marcada pela adversidade. O Alta Definição foi emitido na SIC a 04 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
30/06/2026 | 3ª Edição: Tragédia na Venezuela deixa quase dois mil mortos; 50 mil pessoas continuam desaparecidas

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 25:22


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Ministro da Defesa promete ajuda brasileira na reconstrução da Venezuela após terremotos. Família é resgatada com vida quase uma semana após terremotos na Venezuela. Novas imagens mostram força dos terremotos que atingiram a Venezuela. Fila de pedidos do INSS cai ao menor nível em quase dois anos. STF autoriza pagamento retroativo de vencimentos extras a juízes, procuradores e membros do MP.  

JORNAL DA RECORD
29/06/2026 | 3ª Edição: Número de mortos na Venezuela sobe para 1.719 e 50 mil pessoas continuam desaparecidas

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 19:11


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Roberto Cabrini acompanha o trabalho de equipes brasileiras em La Guaira, a cidade mais afetada pelos tremores. Ministro da Defesa, José Múcio, vai a Caracas nesta terça-feira (30) para articular mais ajuda humanitária brasileira.  

Economia dia a dia
Com o petróleo a cair, porque é que os combustíveis continuam caros?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 4:44


O preço do barril de petróleo já voltou a níveis próximos dos registados antes da guerra no Médio Oriente. Mas, em Portugal, a gasolina e o gasóleo continuam longe dos preços de fevereiroSee omnystudio.com/listener for privacy information.

RLX - Rádio Lisboa
Caderno Diário - Porque continuam a existir guerras no mundo - Programa 587 - António Serra

RLX - Rádio Lisboa

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 4:53


Pequenos textos, contos, crónicas, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia.

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Anvisa anuncia novas liberações de produtos Ypê

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 1:28


A Anvisa, reduziu o alcance da suspensão que atingia produtos da marca Ypê e liberou parte dos itens que haviam sido proibidos. Continuam proibidos os lava-louças (detergentes) Ypê e os desinfetantes Bak e Pinho Ypê com lotes terminados em número um e fabricados até 31 de dezembro de 2025. Já para os lava-roupas líquidos Tixan Ypê, a restrição permanece para os lotes terminados em um produzidos até 31 de março de 2026.

M80 - Linha de Passe
Os noruegeses continuam a remar, remar, remar! E as imagens são incríveis!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 6:28


Adeptos escoceses e japoneses encantam neste Mundial. Ricardo Costa, antigo defesa português, fala de gorilas, vuvuzelas e outras histórias durante os três Mundiais que participou.

Noticiário Nacional
11h Chega adianta que continuam negociações sobre pacote laboral

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 11:57


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Resumão Diário
Trump e Lula conversam no G7; Negociações entre EUA e Irã continuam; passageira agride funcionárias da Latam em aeroporto de SP; acesso a ponte onde jovem morreu em rope jump é fechado e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 4:17


Lula e Trump trocam cumprimentos e falam rapidamente em evento social do G7 na França. Presidente dos EUA chamou Brasil de 'país politicamente difícil', já Lula diz que não pediu reunião e que Trump não pode se meter nas eleições. Cessar-fogo à vista? Trump defende acordo com o Irã e diz que não queria 'catástrofe econômica'. Passageira agride quatro funcionárias da Latam no Aeroporto Internacional de SP, após discussão em check-in. Após 4 dias, acesso à ponte onde jovem morreu arremessada sem corda é fechado em Limeira (SP). Chuteiras cor-de-rosa na Copa têm a ver com arco-íris, TV de tubo e 'gambiarra' do cérebro; entenda.

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Porque é que as contas dos partidos continuam tão opacas?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 5:28


Os partidos políticos devem 1,4 milhões de euros em coimas, mas a PGR e a Entidade das Contas ocultam quem deve o quê. Enquanto isso, o PS continua a ser perseguido pela justiça. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Insurgentes em Cabo Delgado continuam a ter financiamento próprio

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 14:54


Cabo Delgado é uma das regiões mais ricas de África em gás natural, rubis e minerais estratégicos, mas continua marcada pela pobreza e pela violência. A investigação internacional Mozambique Exposed, coordenada pela Forbidden Stories, revela como a exclusão das comunidades locais, as promessas falhadas dos grandes projectos extractivos e a resposta militar do Estado ajudaram a alimentar a insurgência. O trabalho mostra ainda como os grupos armados encontraram formas próprias de financiamento e continuam a operar em zonas fora do controlo estatal. Durante quase uma década, Cabo Delgado tem sido retratado sobretudo através das imagens da guerra: aldeias queimadas, deslocados, ataques armados e operações militares. Por detrás da violência existe uma realidade que a investigação internacional Mozambique Exposed, realizada por cerca de 30 jornalistas de vários países, procurou desvendar ao longo de cinco meses. Entre eles esteve Tomás Queface, jornalista do Zitamar News. Segundo o repórter moçambicano, uma das conclusões mais importantes da investigação foi mostrar que muitas das explicações apresentadas sobre o conflito permanecem incompletas. “Quando nós analisamos a questão da insurgência em Cabo Delgado, ultimamente tem-se abordado muito a componente militar”, afirma. Porém, acrescenta, o trabalho do consórcio procurou revelar “algumas ligações entre o conflito, a insurgência e a violência estatal”. Para Tomás Queface, a violência não se resume às operações militares, manifesta-se na relação histórica do Estado com parte da população local. O jornalista recorda a repressão exercida sobre garimpeiros artesanais no sul da província e considera que muitos desses episódios ajudaram a criar um terreno fértil para o recrutamento insurgente. “A violência estatal foi marcada pela forma como se reprimiu vários garimpeiros ou mineiros artesanais no sul da província de Cabo Delgado”, diz. “Muitos destes mineiros acabaram por se juntar aos grupos insurgentes.” A dimensão económica ocupa um lugar central. Cabo Delgado concentra investimentos de milhares de milhões de dólares ligados ao gás natural e à exploração mineira. Ainda assim, a riqueza produzida não se reflecte nas condições de vida da maioria da população. “Temos projectos de recursos naturais bilionários. A província continua a ser uma das mais pobres de Moçambique”, sublinha Tomás Queface. “É exactamente essa pobreza que acaba por puxar muitos jovens para a insurgência.” Na visão do jornalista, uma das falhas do debate tem sido ignorar essa contradição. “São essas linhas que muitas das vezes são esquecidas quando nós abordamos a questão do conflito”, observa.  A investigação estabelece ainda uma relação entre a forma como o Estado respondeu à insurgência e como enfrentou os protestos pós-eleitorais que marcaram Moçambique após as eleições de 2024. “Há reivindicações implícitas que o Estado moçambicano não quer reconhecer”, afirma o jornalista. “Tanto os protestos como a violência armada são respondidos exactamente pela violência.” Na análise de Tomás Queface, o poder político continua a interpretar Cabo Delgado como uma questão de segurança. “O Estado moçambicano procura sempre olhar para o que está a acontecer em Cabo Delgado como um problema meramente securitário”, afirma. Desde 2017, a principal aposta tem sido o reforço das forças armadas, da polícia e dos serviços de informação. Embora tenha sido criada uma agência para promover o desenvolvimento do norte do país, Tomás Queface considera que essa aposta nunca recebeu os meios necessários.“O governo moçambicano pouco investiu” nessa estrutura, afirma. “A sobrevivência da agência esteve sempre dependente da canalização de fundos internacionais.” O jornalista defende que a persistência da guerra não pode ser explicada pelo extremismo religioso. Embora os grupos armados actuem actualmente sob a bandeira do auto-proclamado Estado Islâmico, as suas origens estão ligadas a factores sociais, económicos e políticos mais profundos. “Temos a questão religiosa, temos a radicalização, temos a questão da pobreza, da vulnerabilidade, mas também a repressão que foi feita pelo Estado moçambicano e a falta de inclusão de quase toda a população de Cabo Delgado no sistema económico de Moçambique", descreve. Uma das áreas mais sensíveis investigadas pelo consórcio diz respeito aos grandes projectos de gás natural. Em Palma, milhares de habitantes foram deslocados para permitir a instalação das infra-estruturas ligadas ao LNG. “Há muitas populações que tiveram de abandonar as suas aldeias para dar lugar à construção das fábricas de gás natural”, explica Tomás Queface. Segundo o jornalista, muitas das compensações e promessas feitas às comunidades ficaram suspensas ou nunca chegaram a ser concretizadas. “O que nós queremos mostrar é que as próprias populações de Cabo Delgado não estão a ser beneficiadas com essa riqueza”, resume. A investigação procurou, ainda, compreender como os insurgentes conseguem manter a capacidade operacional depois de anos de combate contra as forças moçambicanas, ruandesas e parceiros internacionais. Segundo Tomás Queface, os grupos armados continuam a beneficiar de ligações externas, nomeadamente ao auto-proclamado Estado Islâmico, mas desenvolveram mecanismos locais de financiamento. “Os insurgentes ultimamente têm estado a levar a cabo incursões em algumas minas de ouro”, explica. Paralelamente, “adoptaram outras tácticas com vista à obtenção de financiamento local, através de sequestros de pessoas e embarcações na costa”. Esse dinheiro permite-lhes reforçar a capacidade militar e atrair novos recrutas. “Com base nisso vão ganhando uma capacidade financeira que os permite adquirir suprimentos, mas também recrutar mais jovens para as suas fileiras”, descreve. A investigação levanta dúvidas sobre a capacidade do Estado para travar estas redes de financiamento. Tomás Queface recorda que os resgates exigidos pelos insurgentes são frequentemente pagos através de plataformas nacionais de transferência móvel. “A Procuradoria-Geral da República ainda não trouxe um relatório detalhado que explique essa situação”, afirma. “Ainda não conseguiu trazer pessoas para responsabilizar exactamente por essas transferências.” A fragilidade do Estado moçambicano não se limita à investigação financeira. Ela é também visível no terreno. Apesar da presença militar moçambicana, ruandesa e internacional, vastas zonas da província continuam fora de um controlo efectivo. “As forças militares estão mais concentradas nos distritos onde decorrem os projectos de exploração de recursos naturais”, explica Tomás Queface, referindo-se a Palma e a Mocímboa da Praia. O resultado é que os insurgentes encontram espaço para se reorganizar e actuar noutras regiões. “Os insurgentes sentem que gozam de uma maior liberdade de operar em outros distritos onde não há uma forte presença” das forças de segurança. É aí que conseguem explorar minas, realizar sequestros e manter fontes de financiamento próprias.

Inteligência para a sua vida
#1531: FAÇA O QUE NUNCA FEZ!

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 12:50


Há pessoas enfrentando problemas inéditos com as mesmas atitudes de sempre. Muitos querem vencer problemas que nunca enfrentaram sem mudar nada na própria vida.Continuam adiando decisões, alimentando distrações, justificando erros e deixando Deus para depois.Se você está vivendo um “nunca antes”, talvez seja hora de tomar uma atitude que também nunca tomou: reconhecer sua condição, abandonar o que o afasta de Deus e colocá-Lo em primeiro lugar. Assista ao vídeo e descubra por que a resposta para uma crise inédita pode começar com uma decisão que você vem adiando há muito tempo. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

O Bom, o Mau e o Vilão
Continuam a achar que não há violência na extrema-esquerda?

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 9:04


O PSD de Odivelas (que fez queixa por vandalismo), Luís Montenegro (que fala por enigmas) e o nosso Estado (que está sempre atrasado) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!
OS 5X2 CONTINUAM NA GAVETA DO SENADO - CRÔNICA DE J TANNUS

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 1:54


CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 04 DE JUNHO DE 2026 5X2 NA GAVETA DO SENADO - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Joana Gorjão Henriques (parte 2): “A revolução de género ainda não chegou aos lares. Apesar dos avanços, as mães continuam a grande força motora das famílias”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later May 30, 2026 58:46


Nesta segunda parte da conversa, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela quais foram os momentos mais transformadores da sua vida profissional, conta como o lado humanista dos pais a influenciou e como a experiência da maternidade, depois dos 40, se tornou a grande revolução pessoal, que a deixou mais em confronto consigo. Depois deixa um olhar crítico às políticas do Governo, e ao papel dos media, a seu ver responsáveis em parte pelo crescimento da extrema-direita, pelo tempo de antena dado, e a forma "sensacionalista" e "pornográfica" como são abordados temas sensíveis como a imigração, "em busca de capitalização e mais cliques." E ainda revela algumas das músicas que a acompanham, lê o poema "No Sorriso Louco das Mães", de Herberto Helder, e deixa várias sugestões de filmes portugueses que saíram recentemente. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
04h Famílias continuam sem conseguir contactar portugueses detidos por Israel

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later May 20, 2026 7:15


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Igreja Missionária Evangélica Maranata
As minhas promessas continuam de pé - Pr. Patrick Wiemer

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later May 17, 2026 55:35


As minhas promessas continuam de pé - Pr. Patrick Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata de CaxiasPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

JORNAL DA RECORD
12/05/2026 | Edição Exclusiva: Inflação desacelera em abril, mas preços dos alimentos e remédios continuam pesando no bolso

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later May 12, 2026 4:58


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A inflação perdeu um pouco de força em abril, mas os preços continuaram subindo pelo oitavo mês seguido. O índice subiu 0,67 % em relação a março, quando a inflação havia sido de 0,88%. No ano, o IPCA acumula alta de 2,6%. Já nos últimos 12 meses, de 4,39%. Os principais vilões da inflação em abril foram os aumentos nos preços dos alimentos e dos remédios. E ainda: PF mira fraudes de R$ 200 milhões em licitações no Rio de Janeiro.

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda
Por que Profissionais Talentosos Continuam Sendo Tratados como Opção (#1028)

Dicas de Negociação e Vendas com Márcio Miranda

Play Episode Listen Later May 8, 2026 22:42


Profissionais talentosos perdem oportunidades todos os dias — não por falta de competência, mas por falta de posicionamento. Neste episódio, Márcio Miranda explica por que ser bom no que faz não é suficiente e como construir uma presença que faz o mercado pensar em você primeiro. O que você vai encontrar neste episódio: A diferença entre ser competente e ser referência Como o mercado filtra profissionais pela memória, não pela qualidade O poder de um vocabulário próprio para criar autoridade Como construir uma identidade que ninguém consegue copiar Os primeiros passos para sair da posição de opção e virar escolha Acesse todos os meus links — mentoria, WhatsApp, LinkedIn e mais: https://taggo.one/marciomiranda "Na vida você não ganha o que merece. Ganha o que consegue negociar."

Conexão Israel
#352 - Mesmo com acordos de cessar-fogo, todas as frentes continuam ativas. Netanyahu diz estar curado de câncer. Eleições se aproximam, partidos se movimentam e comissão eleitoral enfrenta crise.

Conexão Israel

Play Episode Listen Later May 7, 2026 120:21


#352 - Mesmo com acordos de cessar-fogo todas as frentes de guerra continuam ativas. Netanyahu diz estar curado de câncer que não existia, Eleições se aproximam partidos se movimentam e comissão eleitoral enfrenta crise.Link para o outro podcast que o Marcos tá de host também. O Ponto é…. - 2a temporada. Antissemitismo.Bloco 1- Irã - incerteza e instabilidade constantes marcam a realidade do conflito com o Irã.- Líbano - soldados saqueiam casas no sul do país. - Gaza - cessar-fogo não avança e ataques diários continuam deixando mortos no enclave.- Cisjordânia - Israel não repassa 14 bilhões de shekels de impostos a Autoridade Palestina e oficial admite políticas diferentes para judeus e palestinos na região. Bloco 2- Netanyahu, enfim, divulga relatório médico que afirma que ele foi curado de um câncer de próstata.- ⁠Presidente Herzog busca acordo entre Netanyahu e a Justiça antes de cogitar indulto.- ⁠Orly Ades, diretora-geral da comissão eleitoral, renuncia ao cargo.- ⁠Bennett e Lapid unem forças em um novo partido, o "Juntos".Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No exterior - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠patreon.com/doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@joaokm⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠instagram - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠youtube.com/@doladoesquerdodomuro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #352 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.

Expresso - Expresso da Manhã
Há quase cem dias, Kristin chegou a Leiria com ventos de 200 km/h, os apoios continuam a chegar a passo de caracol

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 4, 2026 15:44


Na madrugada do dia 28 de Janeiro, a tempestade Kristin entrou com toda a força na zona Centro do país e provocou estragos avultados. Demorou a descobrir a dimensão da tragédia, porque durante vários dias uma parte significativa daquele território ficou sem electricidade e sem comunicações. Cem dias depois, a maioria dos apoios prometidos em cima da tragédia continua sem chegar. O Expresso não esquece e leva parte da redação até Leiria para mostrar tudo o que falta fazer. Neste episódio, conversamos com o diretor João Vieira Pereira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
“Situação está num impasse e EUA continuam sem estratégia de saída”

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 14:07


Luís Tomé afirma que enquanto Trump deve manter cessar-fogo enquanto não conseguir sair do conflito. Acredita que Europa terá de racionar uso de combustíveis, se o Estreito de Ormuz continuar fechado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Tensões continuam no Líbano, apesar do cessar-fogo

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 1:52


Ataques aéreos e com drones foram relatados nos últimos dias; Acnur ressalta pressão sobre abrigos coletivos e infraestrutura de comunidades que acolhem deslocados; ONU reforça esforços diplomáticos em visita a Israel. 

Notícias Agrícolas - Podcasts
Dólar segue como principal direcionador da soja no BR e prêmios continuam se valorizando

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 31:18


Demanda forte é combustível para os prêmios, com 29,5% da safra 25/26 do Brasil - que é recorde - já comprometida com as exportações. Mas câmbio ainda limita ganhos para o produtor.

Pedcast por SneakersBR
OS TESTES CONTINUAM - Pedcast S07E02: Sobre tênis, Alaska e Vans 60 anos

Pedcast por SneakersBR

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 98:25


O Pedcast é uma roda de discussões quinzenal encabeçada pelo SneakersBR, primeiro veículo do mundo a falar de cultura sneaker em português, em atividade desde 2007.

Noticiário Nacional
17h Continuam os protestos por uma melhor habitação em várias cidades

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 21, 2026 12:23


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Noticiário Nacional
7h Países do Golfo continuam sob a mira do Irão

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 7:25


Noticiário Nacional
9h Continuam os bombardeamentos no Irão

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 14:44


JORNAL DA RECORD
25/02/2026 | 1ª Edição: Mais de 30 pessoas continuam desaparecidas após chuvas na Zona da Mata mineira

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 3:24


Confira nesta edição que mais de 30 pessoas continuam desaparecidas após as chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira. A cidade de Juiz de Fora (MG) continua com risco muito alto de enxurradas e deslizamentos. Após ser aprovado pela Câmara, projeto de lei que endurece penas para integrantes de milícias e facções vai a sanção do presidente Lula. E mais: STF retoma julgamento do assassinato de Marielle Franco nesta quarta-feira com os votos dos quatro ministros da primeira turma.

Noticiário Nacional
13h ANEPC: Tejo e Mondego continuam a ser motivo de preocupação

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 8:19


Noticiário Nacional
23h 26 mil clientes da E-Redes continuam sem eletricidade

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 8:32


Noticiário Nacional
12h Continuam as evacuações no concelho de Coimbra

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 13:37


Explicador
Cheias em Taveiro: continuam a fazer casas em zonas de risco

Explicador

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 8:52


Presidente da Junta de Taveiro, Ameal e Arzila diz que depois do colapso do dique em 2001, há mais prevenção mas a construção em solos historicamente inundáveis mantém vulnerabilidade da população.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
18h 46 mil clientes continuam sem eletricidade no país

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 12:55


Noticiário Nacional
11h 56 mil clientes continuam sem eletricidade no país

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:59


Noticiário Nacional
16h 55 mil clientes continuam sem eletricidade no país

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 14:59


ONU News
Ataques continuam forçando a evacuação de milhares de pessoas na Ucrânia

ONU News

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 1:07


Agências da ONU e parceiros ajudaram na transferência de 1,3 mil menores e suas famílias de comunidades da linha de frente; ataque de drones em Donetsk atingiu comboio que transportava mais de 200 pessoas, segundo autoridades de Kyiv.

JORNAL DA RECORD
20/01/2026 | 1ª Edição: Mais de 40 mil imóveis continuam sem energia após chuva atingir SP e região metropolitana

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 3:51


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais de 40 mil imóveis ainda estão sem luz em São Paulo e na região metropolitana, depois da tempestade da última segunda (19). A chuva deve dar uma trégua hoje, apesar da temperatura ter caído. A máxima desta terça (20) não vai passar dos 21 graus. Na segunda-feira, por causa da chuva, mais de 100 mil imóveis chegaram a ficar sem energia na Grande São Paulo. 43 árvores caíram, a maioria na zona sul da cidade. No litoral do estado, a chuva foi mais intensa, com alagamentos em Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá e Santos. Em Ilhabela, os bombeiros procuram uma mulher que desapareceu depois de ter sido levada por uma tromba d'água em uma cachoeira. E ainda: Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo estão em atenção para tempestades. 

ONU News
Ataques continuam a afetar civis e serviços essenciais na Ucrânia

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 0:54


Violência em várias regiões do país segue matando e danificando infraestruturas deixando milhões de pessoas sem eletricidade, aquecimento e abastecimento de água em pleno inverno. 

DW em Português para África | Deutsche Welle
28 de Novembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 19:59


Militares nomeiam novo primeiro-ministro após golpe. PAIGC denuncia interrupção do processo eleitoral e violação da Constituição. Continuam as reações a nível internacional ao golpe na Guiné-Bissau. Congresso da UNITA arranca em Luanda com foco na vitória em 2027.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Tarifas dos EUA continuam e governo festeja como se não existissem

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 5:18


Alexandre Garcia comenta a celebração precipitada do governo após o anúncio dos EUA sobre tarifas, explica por que a punição ao Brasil permanece intacta e aborda também sanções a ministros do Supremo, denúncias enviadas ao STF e acusações de viés ideológico na Universidade de Brasília.