POPULARITY
Categories
Myriam Bregman, la congresista que desafía la lógica de "todos contra Milei" y señala el acuerdo tácito del peronismo, es la invitada del Programa 20 Minutos. En esta entrevista imperdible, profundizamos en la visión del líder de la oposición de izquierda en Argentina, quien goza de la imagen más positiva entre los dirigentes políticos del país, con casi un 50% de aprobación en las encuestas recientes.Bregman deconstruye la narrativa que limita la amenaza de Javier Milei a su discurso agresivo, afirmando que, en realidad, es un "gatito dócil del poder económico" que aplica las prescripciones del FMI y sirve a los intereses de Washington.Ella va más allá y afirma: la crisis actual es resultado del fracaso de gobiernos progresistas que no enfrentaron las desigualdades estructurales, y la verdadera batalla no se gana solo con victorias electorales, sino en la lucha contra el poder económico que financia a la ultraderecha.Con un análisis incisivo, la diputada del PTS/FIT-U critica la pasividad de la CGT y la fragmentación de la oposición tradicional, advirtiendo que la salida a la crisis argentina radica en la construcción de un nuevo movimiento obrero, independiente del peronismo, y en la disputa de un proyecto anticapitalista que restituya la soberanía al país y rompa con la subordinación a Estados Unidos. Esta es una conversación esencial para comprender la resistencia y el futuro político de Argentina en medio de un ajuste devastador y una reforma electoral que busca perpetuar a Milei en el poder.
Talk of the Towns | WERU 89.9 FM Blue Hill, Maine Local News and Public Affairs Archives
Producer/Hosts: Ron Beard and Liz Graves College of the Atlantic provides help with production. Engineering by Joel Mann of WERU Community Radio. Theme music for Talk of the Towns Theme is a medley from Coronach, on a Balnain House Highland Music recording. Talk of the Towns: Local Community concerns and opportunities This month: What are some of the milestones in Healthy Acadia’s 25 year history? What are the connections between promoting and enhancing health and wellness and the health care sector? What are examples of how Healthy Acadia works with partners? What are ways in which Healthy Acadia measures outcomes of its work? How does Healthy Acadia approach the issue of food security? How does Healthy Acadia support people in recovery? Guest/s: Elsie Flemings, Executive Director, Healthy Acadia. Maria Donahue, Community Health and Prevention Director, Healthy Acadia. Katie Freedman, Community Health and Food Programs Director, Healthy Acadia. FMI: healthyacadia.org About the hosts: Ron Beard is producer and host of Talk of the Towns, which first aired on WERU in 1993 as part of his community building work as an Extension professor with University of Maine Cooperative Extension and Sea Grant. He took all the journalism courses he could fit in while an undergraduate student in wildlife management and served as an intern with Maine Public Television nightly newscast in the early 1970s. Ron is an adjunct faculty member at College of the Atlantic, teaching courses on community development. Ron served on the Bar Harbor Town Council for six years and is currently board chair for the Jesup Memorial Library in Bar Harbor, where he has lived since 1975. Look for him on the Allagash River in June, and whenever he can get away, in the highlands of Scotland where he was fortunate to spend two sabbaticals. Liz Graves joined Talk of the Towns as co-producer and co-host in July 2022, having long admired public affairs programming on WERU and dreamed of getting involved in community radio. She works as the Town Clerk for the Town of Bar Harbor, and is a former editor of the Mount Desert Islander weekly newspaper. Liz grew up in California and came to Maine as a schooner sailor. The post Talk of the Towns 8/12/26: Celebrating the Work of Healthy Acadia over 25 Years first appeared on WERU 89.9 FM Blue Hill, Maine Local News and Public Affairs Archives.
For a heavy civil contractor, the fleet is often the single biggest capital position on the balance sheet. So why does the person who runs it usually hear the strategy after it's set?In this episode of Built In, FMI Consulting President Scott Winstead talks with Mike Clancy, FMI partner and strategy practice leader. Mike has spent 25 years in construction and advised more than 100 CEOs. His diagnosis is blunt: most contractors don't have a fleet problem; they have a capital allocation problem.He explains why a fleet that can account for close to 30% of total assets still gets managed like a maintenance department: internal rates that go years without a reset; over- and under-recovery that can swing 15% to 25% and move 100 to 300 basis points on a job; project managers renting from outside while owned iron sits idle and depreciates. The company loses money twice, and the equipment account can balance the whole time.Scott and Mike then work through the four-stage maturity model, where the distance between a company's self-assessment and its actual practice tracks with how much margin it gives away. They cover how the best firms decide what to own versus rent, and why Mike now thinks in terms of access to equipment rather than ownership.It all comes back to one test: whether the capital tied up in the fleet earns a return. Keeping the iron running is the job description, not the measure. Mike closes with a question: if the fleet function disappeared overnight, would you rebuild it with the same structure, the same hire, the same metrics?Key Topics Discussed:Why most fleet problems are capital allocation problems, not equipment problemsInternal equipment rates that go years without a reset, and the 15% to 25% over- and under-recovery that followsHow a profitable-looking equipment account can hide years of losses in the fleetThe four-stage fleet maturity model, and why roughly 40% of contractors sit in stage oneWhat to own and what to rent: strategic assets, the 70% utilization test, and access over ownershipHow COVID-era rental shortages and the electrification of Class 6-8 trucks changed the own-versus-rent mathThe pickup truck problem: a talented fleet manager spending 60% to 70% of his time on assets that don't set the company apartWhy the shop foreman path to fleet manager no longer fits the job, and the financial fluency it now takesThree questions a CEO can ask Monday morning, and why the team's response is the real diagnostic
Neste programa, falamos sobre Ceuta onde centenas de menores correm riscos de serem vítimas de exploração, alertam associações. Falamos também sobre o Ébola na RDC que já é responsável pela morte de 1.801 pessoas, de acordo com as autoridades. Destaque, ainda, para Bissau que recebeu uma delegação ministerial senegalesa no âmbito de uma missão da CEDEAO para a mediação da crise política. Em Cabo Verde, olhamos para o processo de certificação do navio que vai fazer as ligações regulares entre as ilhas da Brava e do Fogo. Em Ceuta, há centenas de menores sozinhos que dormem nas ruas e que se arriscam a ser vítimas de exploração, tráfico e maus tratos, alertam várias associações. As crianças e adolescentes chegaram há uma semana ao enclave espanhol, fazendo parte dos 72 mil migrantes que entraram, sobretudo a nado, em Ceuta. De acordo com o ministério do Interior espanhol, 70 mil já foram repatriados para Marrocos e, até esta quinta-feira, o número de mortos por afogamento na travessia tinha subido para 80. O Governo da República Democrática do Congo elevou, esta quinta-feira, o número de mortes pelo Ébola para 1.801 e os casos confirmados para 3.973. Quase três meses depois de o surto ter sido detectado no leste do país, o director-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que a epidemia de Ébola está a propagar-se mais depressa do que os esforços para a combater. Em Moçambique, a província de Tete está a reforçar medidas de prevenção contra o Ébola, contou-nos Orfeu Lisboa, o nosso correspondente. Esta semana, Orfeu Lisboa também nos falou sobre a nova vaga de escassez de combustíveis em Moçambique. Perto de 12 mil moçambicanos procuraram emprego em Portugal, África do Sul e Emirados Árabes Unidos no primeiro semestre deste ano. O dados foram revelados pelo secretário permanente do Ministério do Trabalho e Acção Social, Paulo Beirão. Ainda em Moçambique, esta sexta-feira a polícia estava a investigar a alegada circulação de homens armados com armas de fogo no distrito de Macossa, na província de Manica, centro do país. Imagens divulgadas pela imprensa local mostraram homens não identificados empunhando armas do tipo AK-47 e a circular por comunidades do distrito de Macossa. Em 9 de Julho, o procurador-geral da República alertou, durante uma visita à província, para a circulação de homens armados em áreas de exploração mineira no distrito. Uma delegação ministerial senegalesa deslocou-se, esta semana, a Bissau para contactos com as actuais autoridades guineenses, no âmbito de uma missão indigitada pela CEDEAO para a mediação da crise política na Guiné-Bissau. Em Cabo Verde, o nosso correspondente Odair Santos contou-nos que está em curso o processo de certificação do navio que vai garantir as ligações regulares entre as ilhas da Brava e do Fogo. Ainda em Cabo Verde, as declarações do primeiro-ministro Francisco Carvalho no debate sobre o Estado da Nação continuaram a dar que falar. O chefe de Governo tinha dito que uma missão do FMI identificou um aumento significativo da despesa pública e que a instituição teria sido "ludibriada" pelo anterior Governo. Porém, o FMI esclareceu que não realizou essa avaliação e o líder parlamentar do MpD, Luís Carlos Silva, exigiu que o primeiro-ministro pedisse desculpas. Em resposta, a líder parlamentar do PAICV, Carla Lima, disse que é o MPD que tem de pedir desculpas pela “derrapagem” da despesa pública. Em São Tomé e Príncipe, o Supremo Tribunal de Justiça mantém a sua decisão em extraditar para Espanha o cidadão chileno Ignacio Purcell Mena, antigo conselheiro especial do primeiro-ministro Américo Ramos, apesar de o seu advogado pedir a sua libertação. Purcell Mena tinha sido detido no arquipélago pela Polícia Judiciária, na sequência de um pedido internacional associado à Interpol. Maximino Carlos. No desporto, o CAN de futebol feminino decorre até 16 de Agosto em Marrocos. Cabo Verde já foi eliminado, mas encerrou a sua primeira participação com um empate a uma bola diante dos Camarões, na quinta-feira. A seleccionadora Silvéria Nédio fez um balanço positivo.
As medidas anunciadas pelo Governo para travar o aumento das tarifas da electricidade poderão aliviar, a curto prazo, o impacto do custo de vida sobre as famílias cabo-verdianas, mas não resolvem o problema de fundo, defende o analista político Daniel Medina. Nesta entrevista, alerta ainda para o desgaste provocado pela recente polémica entre o Executivo e o Fundo Monetário Internacional, considerando que o episódio afectou a imagem de credibilidade que Cabo Verde tem procurado construir junto dos seus parceiros internacionais. O Governo de Cabo Verde anunciou que vai manter durante o mês de Agosto as medidas para reduzir o impacto do aumento das tarifas no sector eléctrico e prolongou até Dezembro o desconto aplicado aos consumidores abrangidos pela tarifa social. Estas soluções podem aliviar o custo de vida dos cabo-verdianos? Ainda há alguma falta de clareza sobre a forma como estas medidas serão implementadas. No entanto, aquilo que se percebe é que o Governo e a ARME- Agência Reguladora Multisectorial da Economia- definiram uma estratégia que combina medidas de curto prazo com uma visão estrutural de médio e longo prazo. Perante a forte subida dos preços dos combustíveis, o Executivo decidiu reduzir o impacto nas tarifas, sobretudo para proteger as famílias mais vulneráveis, impedindo que paguem muito mais do que já pagavam. A longo prazo, o objectivo passa por acelerar a transição energética. Cabo Verde tem feito progressos na produção de energia a partir de fontes renováveis, mas ainda não atingiu a meta de 50%. Enquanto isso não acontece, será necessário recorrer a medidas conjunturais para reduzir os custos da electricidade, especialmente para quem tem maiores dificuldades económicas. Mas esta solução não adia apenas o problema? Sim, de certa forma adia-o. Ninguém sabe durante quanto tempo os combustíveis fósseis continuarão a manter preços elevados. Pode tratar-se de alguns meses, de um ano ou de vários anos. Se esta situação se prolongar, o esforço financeiro poderá tornar-se demasiado pesado para o Orçamento do Estado. Uma das promessas eleitorais de Francisco Carvalho foi a fixação do preço dos transportes inter-ilhas,aéteos e marítimos, uma medida que segundo o ministro do Mar, João do Carmo Brito Soares, deverá entrar em vigor no próximo ano. Trata-se de uma boa notícia para os cabo-verdianos ou encerra riscos para as contas públicas? É, antes de mais, uma promessa eleitoral que o Governo pretende cumprir. Durante a campanha foi assegurado que existiam mecanismos financeiros para tornar essa medida viável. A proposta prevê que as viagens aéreas entre ilhas passem a custar cinco mil escudos e as ligações marítimas quinhentos escudos. Naturalmente, preços mais baixos significam um aumento da procura. A questão é saber quem suportará essa diferença. Será o Estado. O verdadeiro desafio é perceber se as finanças públicas têm capacidade para acomodar esse esforço. O Orçamento do Estado poderá sempre ser rectificado, sobretudo havendo uma maioria absoluta que o permita, mas todas as promessas eleitorais comportam riscos. Será no próximo ano que perceberemos se esta medida é financeiramente sustentável e se o Estado conseguirá responder às expectativas das populações mais vulneráveis, que esperam um Governo mais orientado para as políticas sociais. O Governo defende que Cabo Verde deve deixar de depender da monocultura do turismo. Considera esse objectivo exequível? Penso que essa intenção faz sentido. A pandemia demonstrou bem os riscos de depender quase exclusivamente do turismo. Quando esse sector parou, a economia ressentiu-se profundamente. A ideia deverá passar por reforçar outros sectores produtivos, como as pescas, a agricultura ou a exportação de produtos tropicais, criando novas fontes de rendimento e equilibrando melhor a economia. Contudo, essa mudança não pode ser feita de forma abrupta. O turismo continuará a ser um pilar fundamental da economia cabo-verdiana. O importante é diversificar gradualmente a actividade económica, sem comprometer aquele que continua a ser o principal motor do crescimento. A polémica entre o Governo, a oposição e o FMI marcou a actualidade política, depois do primeiro-ministro Francisco Carvalho ter acusado o anterior Executivo de ter induzido o Fundo Monetário Internacional em erro, sobre a derrapagem da despesa, uma versão entretanto desmentida pela própria instituição. Como avalia este episódio? Foi um episódio pouco positivo para Cabo Verde. Criou-se um ruído político significativo em torno das contas públicas e isso acabou por ter impacto na reputação do país. Historicamente, Cabo Verde tem construído uma imagem de rigor financeiro e de transparência. Porém, o debate político acabou por alimentar uma narrativa que foi contrariada pelo próprio FMI. Até ao momento, aquilo que sabemos é que o Fundo Monetário Internacional foi claro ao afirmar que não recebeu determinados dados da execução orçamental do anterior Governo, nem os avaliou ou confirmou. Houve, portanto, um desmentido formal. As acusações feitas pelo Primeiro-Ministro Francisco Carvalho acabaram por gerar preocupação, precisamente porque colocaram em causa a credibilidade das instituições e abriram espaço para dúvidas sobre a gestão das finanças públicas. A imagem de Cabo Verde ficou "beliscada" junto do FMI? Em certa medida, sim. Cabo Verde é um país pequeno, mas tem conquistado, ao longo dos anos, uma reputação de seriedade e de respeito pelas instituições internacionais. Quando surgem declarações públicas desta natureza, seguidas de um desmentido por parte de um organismo como o FMI, essa imagem sofre inevitavelmente algum desgaste. Não acredito que isso comprometa de forma duradoura a relação entre Cabo Verde e o Fundo Monetário Internacional, até porque a diplomacia permite ultrapassar este tipo de situações. Ainda assim, é um episódio que deveria servir de alerta. Questões desta importância exigem rigor e prudência, sobretudo quando envolvem parceiros internacionais com o peso e a credibilidade do FMI.
Are prevention-focused labs and early screening actually catching disease before conventional medicine would, and is anyone doing enough of it? In this episode, Amber Warren, PA-C is joined by Michael Orloff, PA-C, a board-certified physician assistant who spent over a decade in emergency and trauma medicine before transitioning to functional medicine, to explore how cardiometabolic testing, early cancer screening, and lifestyle-first care can help patients stay out of the healthcare system altogether. Mike shares what he's seeing after his first year at FMI, coming from years of treating end-stage disease in the ER, and breaks down why he focuses on ApoB and lipoprotein(a) instead of relying on standard cholesterol panels alone, how zone-based training and lactate threshold testing let him build truly individualized cardiovascular prescriptions, and why insulin sensitivity sits at the center of long-term metabolic health. He also discusses why cancer screening guidelines often lag behind what he sees clinically, why radon exposure is an overlooked cancer risk in the Treasure Valley, and how simple, low-effort movement, like walking after meals, can meaningfully shift blood sugar and body composition. Whether you're trying to make sense of your cholesterol labs, curious about CGMs, thinking about weight loss, or just want a clearer picture of what proactive, data-driven prevention actually looks like, this episode offers practical insight from someone treating these issues every day. In this episode, you'll learn: How ApoB and lipoprotein(a) provide a more complete cardiovascular risk picture than LDL alone How zone two training, lactate threshold, and VO2 max testing personalize exercise prescriptions Why insulin sensitivity is central to cardiometabolic and metabolic health Practical levers for sustainable weight loss: dietary restriction, meal timing, and portion control How a continuous glucose monitor (CGM) reveals real-time, individualized blood sugar patterns Why early cancer screening, including colonoscopies, PSA, and CA-125, may need to start earlier than conventional guidelines suggest How environmental factors like radon exposure raise cancer risk in the Treasure Valley Why time, not motivation, is often the biggest barrier to aging well, and how to work around it Stay tuned for more conversations on functional medicine, cardiometabolic health, cancer prevention, longevity, and optimizing your health from the inside out!
This week, Ryan and Brian announce the constructor slate for Lollapuzzoola! The tournament happens on Saturday, August 15, and while the NYC venue is sold out, there's both a waiting list and a way to just order the puzzles for home solving. Otherwise the show includes solfege, Cooper cheese, Tarik Skubal, FMI's alleged ranking among comedy podcasts in Hong Kong, and the latest Anti-Match Quiz from Scott Weiss. If you get bored (how could you?!), write something for the Fill Me In wiki. And if you're feeling philanthropic, donate to our Patreon. Do you enjoy our show? Actually, it doesn't matter! Please consider leaving us a 5-star review on Apple Podcasts. This will help new listeners find our show, and you'll be inducted into the Quintuple Decker Turkey Club. Drop us a note or a DM or a postcard or a phone call — we'd love to hear from you. Helpful links: Apple Podcasts link: https://podcasts.apple.com/us/podcast/fill-me-in/id1364379980 Amazon/Audible link: https://www.amazon.com/item_name/dp/B08JJRM927 RSS feed: http://bemoresmarter.libsyn.com/rss Contact us: Email (fmi@bemoresmarter.com) / Facebook / Instagram / Bluesky
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*América do Sul ganha projeto regional de previsões climáticas extremas*Teatro apoiado pela ONU alia vozes contra a corrupção em Moçambique*África: economia verde pode gerar 3,3 milhões de empregos até 2030*Diretora-gerente do FMI vê "compromisso com estabilidade" na Argentina
Après quatre années florissantes, où ils ont atteint en moyenne trois milliards de dollars par an, les investissements étrangers au Sénégal (IDE) ont chuté à 37 millions de dollars en 2025, comme le pointe le rapport annuel de la Conférence des Nations unies sur le commerce et le développement (Cnuced). S'agit-il de la fin d'un cycle massif d'investissements, ou d'une frilosité vis-à-vis du gouvernement et de sa politique financière ? L'effondrement des investissements est avant tout conjoncturel : les grands projets pétroliers et gaziers de Sangomar et de Grand Tortue ont entraîné un afflux de financements ces dernières années, mais le gros de ces investissements est terminé. L'heure est maintenant à la production. Le Sénégal aurait pu cependant recevoir beaucoup plus que les 37 millions de dollars comptabilisés en 2025, estime Moubarak Lo, ancien conseiller économique de la primature, aujourd'hui consultant : « Le Sénégal peut, de manière structurelle, maintenir trois à cinq milliards de dollars par an [d'investissements], mais cela suppose une promotion active de l'économie. Or, le pays n'a pas de réseau de promotion des investissements à l'étranger, contrairement à d'autres pays. On fait des roadshows mais ça ne suffit pas. On ne peut pas se limiter à attendre, il faut être proactif, on sait le faire pour l'investissement en portefeuille dans les titres d'État ou les bons du Trésor ou les obligations, mais on ne sait pas le faire pour les investissements directs et c'est cet aggiornamento qu'il faut faire. » Manque de visibilité L'endettement colossal du Sénégal – dette évaluée à 132% du PIB fin 2024 par le FMI – pourrait, sur le papier, agir comme un repoussoir. Mais dans les faits, il n'y a pas de raison qu'elle pèse sur les investisseurs privés, selon l'expert sénégalais. Justin Maria, directeur France d'Access Bank, confirme que la dette n'est pas un argument. Il cite à titre d'exemple la France, qui attire des investisseurs privés malgré sa dette publique de 3 500 milliards d'euros. Pour lui, c'est l'absence de visibilité qui peut inquiéter : « Le Sénégal est devenu un pays à risque. Pas tant sur les fondamentaux à long terme, car personne n'a de boule de cristal ; par contre, à court terme, on n'a pas de vision sur l'état des finances publiques, l'état des liquidités, c'est ce qui bloque les investisseurs. » « On peut redresser la barre l'année prochaine » Moubarak Lo réfute le qualificatif de pays à risque et pense que le Sénégal a les moyens de retrouver très vite son attractivité, même si le Fonds monétaire international, qui a suspendu son programme fin 2024, est toujours en discussion avec Dakar. « Aujourd'hui, le pays a une vingtaine ou une trentaine de projets d'envergure. Il faut prendre chaque projet, aller voir les cinq ou six entreprises clés au niveau mondial et convaincre l'une d'elles d'investir dans le pays. On peut redresser la barre dès cette année, ou plus certainement en 2027, le Sénégal », assure l'économiste. Contrairement au Sénégal, d'autres pays ont vu leurs investissements directs augmenter l'année dernière. La Guinée arrive en tête, avec plus de 7 700 millions de dollars reçus en 2025, selon le rapport de la Cnuced. À lire aussiSénégal: pourquoi les investissements directs étrangers s'effondrent-ils?
La Tertulia - 03.08.2026 - Presidenta de FMI elogió economía de Uruguay y exhortó a tomar riesgos by En Perspectiva
Muy buenos días, la economía mexicana se recuperó en el segundo trimestre, todo parece indicar, mientras Estados Unidos crece menos de lo esperado. El gasto de Adidas en marketing por el Mundial le pasa factura, el FMI regresa a Venezuela después de más de 20 años y los modelos de IA de Anthropic hackearon a tres organizaciones.[Presentado por Novartis] ¿Cómo pueden la innovación y la IA transformar la salud en América Latina? Descúbrelo aquí: https://www.bloomberglinea.com/brandedcontent/reimaginando-la-medicina-juntos-especial-digital/
Esto es Crisis en el Aire, el programa de la Revista Crisis para tirar del hilo de la coyuntura argentina. Todas las semanas elegimos dos temas clave, los trabajamos y compartimos un análisis crítico. Esta semana, la directora del FMI, Kristalina Georgieva, visitó Argentina y dejó en claro cuáles son las prioridades del organismo para el país, su principal deudor. En el primer bloque repasamos su agenda y analizamos el papel que el Fondo espera que Argentina desempeñe en los próximos años. Con las voces de Pablo Moldovan, titular de C-P Consultora; Martín Álvarez Mullally del Observatorio Petrolero Sur y el periodista Alejandro Bercovich. En el segundo bloque reconstruimos el ataque de un grupo de libertarios a la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA y nos preguntamos cómo responder a la violencia de la derecha radicalizada. Con los aportes de Valentina Bar Larralde, presidenta del Centro de Estudiantes de la Facultad de Filosofía y Letras de la UBA; Sofía Tapia, docente y militante de SITRAIUPA. *Este programa fue transmitido en vivo el 31 de julio por FM La Tribu. Si querés escucharnos en directo podés sintonizar la FM 88.7 o fmlatribu.com los viernes de 14 a 16 horas.Conducen: Mario Santucho, Melisa Rabanales y Juan Pablo Hudson. Producción: Natalia Gelós, Facundo IglesiaIlustración: Nicolás Daniluk.Edición sonora y coordinación en piso: Alejandro Demasi.
Today's HeadlinesHow should Christians respond to persecution? Global ministry weighs in.Hope survives tightening Taliban restrictions in AfghanistanWorld Day Against Trafficking: why literacy is a powerful weapon
Les États-Unis durcissent encore un peu plus leur politique migratoire. Après les arrestations devant les tribunaux où des migrants se rendaient pour répondre à une convocation pour étudier leur dossier, place désormais aux interpellations dans les aéroports. Plusieurs médias américains révèlent cette nouvelle manière de procéder de l'ICE, la police anti-immigration, nous explique Marine de La Moissonnière du service international de RFI. On savait que l'ICE intervenait dans les aéroports du pays, depuis quelques mois, pour arrêter des étrangers sous le coup d'une mesure d'expulsion. La nouveauté, c'est que la police anti-immigration interpelle désormais des gens dont le visa a expiré, mais qui ne sont pas sous le coup d'une obligation de quitter les États-Unis, y compris des personnes dont la procédure de renouvellement du visa est à l'étude. L'administration Trump fait également pression sur les étrangers en leur infligeant des amendes : 998 dollars par jour passé aux États-Unis sans papiers. C'est autorisé par la loi depuis 1996. Mais avant Donald Trump, jamais aucun président des États-Unis n'avait utilisé cette arme. Impossible de savoir combien de personnes ont préféré rentrer dans leur pays d'origine, faute de pouvoir payer. Enfin, Washington a annoncé hier (mardi 28 juillet 2026) une réforme de la procédure de demande d'asile qui est entrée en vigueur immédiatement. Désormais, les dossiers de certains demandeurs d'asile seront directement traités par un juge, parfois même sans les entendre. Auparavant, tous les demandeurs d'asile avaient un premier rendez-vous avec un agent des services de l'immigration, dans un bureau. Ce n'est qu'en cas de rejet de leur dossier qu'ils voyaient un juge qui pouvait ordonner leur renvoi des États-Unis. Présenté comme une simplification de la procédure, ce changement devrait surtout permettre d'accélérer l'expulsion de centaines de milliers de demandeurs d'asile. Le difficile labeur des agriculteurs haïtiens Plus de la moitié de la population haïtienne se trouve en insécurité alimentaire aiguë, selon la FAO. Alors que près de la moitié des produits alimentaires consommés dans le pays sont importés et souvent trop chers, l'agriculture locale peine à se développer : elle emploie près de 60% de la population, mais ne représente que 20% du PIB d'Haïti. Elle est frappée durement par le changement climatique. Louise Jouveshomme a pu s'entretenir avec des agriculteurs qui lui ont raconté devoir faire face à des sécheresses et des inondations de plus en plus fréquentes. Ils dénoncent également le manque de soutien des pouvoirs publics. Un abandon qui remonte aux années 80 lorsque les grandes institutions monétaires, comme le FMI ou la Banque mondiale, conditionnent leur soutien économique à l'ouverture d'Haïti au commerce mondial. Pour tenter d'enrayer cette crise, il existe des initiatives locales comme celles lancées par le MPP, le Mouvement paysan papaye, basées sur l'entraide entre paysans et le respect de l'environnement. À écouter aussiLe programme alimentaire mondial au secours des agriculteurs haïtiens Recrudescence de la dengue au Honduras Près de la moitié de la population mondiale, soit environ 4 milliards de personnes, vit dans des zones où il existe un risque de transmission de la dengue, selon l'OMS. En Amérique centrale, depuis début juillet 2026, la région est sur ses gardes. Avec le retour de la saison des pluies, les moustiques vecteurs du virus prolifèrent à nouveau. Deux pays sont aujourd'hui fortement touchés dans la région : le Panama et le Honduras où cinq personnes sont mortes ces dernières semaines, dont deux enfants. La capitale, Tegucigalpa, concentre la majorité des cas. Sur place les autorités sont à pied d'œuvre pour tenter de limiter la propagation du virus. Reportage de Marie Griffon. À lire aussiDengue, Zika, chikungunya: les moustiques invasifs coûtent des milliards, la prévention reste à la traîne Le journal de la 1ère L'île de Montserrat et la Martinique veulent renforcer leur coopération en matière de santé.
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Kristalina Georgieva, titular del FMI, aseguró en conferencia de prensa junto a Luis Caputo que Argentina no necesitará solicitar financiamiento adicional al organismo. “Vemos una gran determinación de acumulación de reservas y una estrategia sobre cómo obtener la viabilidad de Argentina en 2027”. Además, afirmó: “Respaldamos a Argentina y mi convicción es que el país está por un buen camino y, por ende, no va a haber necesidad de un financiamiento externo de parte del FMI”.Kristalina Georgieva destacó la acumulación de reservas y afirmó: “La razón por la que no estoy preocupada por la posición externa es que Argentina ha sido fuerte y el BCRA, desde el comienzo, ha adquirido 13 mil millones de dólares y ha superado la meta del programa”. Además, aseguró: “Anticipamos que va a fortalecer las reservas de acá en adelante”.Kristalina Georgieva habló sobre la necesidad de crear empleo y mejorar el consumo. “Sabemos que debemos crear puestos de trabajo y así elevar el consumo para que entonces mayor cantidad de pequeñas empresas puedan ser prósperas”. Además, sostuvo: “Yo sé que la transformación del tipo que Argentina está atravesando es difícil”.Kristalina Georgieva señaló que el Gobierno debería concentrar sus reformas y su respaldo fiscal en algunos sectores de la economía. “Es más difícil quizás elevar la economía en sectores como, por ejemplo, el de la construcción, el de los servicios y logística”. Además, sostuvo que “el foco del Gobierno en términos de reformas y también en términos del respaldo dentro de la capacidad fiscal limitada que puede brindar tiene que dirigirse allí”.Kristalina Georgieva pidió perseverancia para avanzar con las reformas y afirmó: “¿Los argentinos pueden ser perseverantes para reformar el país? No soy argentina, creo que hay una gran promesa para Argentina”. Luego agregó: “Bueno, el escepticismo no es malo tampoco, ¿no es cierto?”.Luis Caputo destacó la reunión entre Kristalina Georgieva y Javier Milei y afirmó: “Muy buena reunión con el presidente tuvo. Se fue muy contenta también de todo lo que le expuso el presidente”. Además, sostuvo que la titular del FMI “siempre remarcó lo impresionada que estaba con los resultados del programa y lo importante de la perseverancia”.Luis Caputo se refirió a la situación del empleo y afirmó: “Hablamos de la importancia de lograr un mayor empleo formal”. Además, sostuvo: “Si bien el empleo creció, el empleo formal cayó y el empleo informal creció más que lo que cayó el empleo formal. Pero el objetivo, por supuesto, es que cada vez haya más formalidad”.Alejandro Fantino defendió los insultos de Javier Milei a José Ignacio de Mendiguren y afirmó: “Pasó De Mendiguren y le gritó desde Radio Mitre: ‘Eh, pero es el presidente'. ¿Y el otro qué?”. Además, sostuvo: “Chupame un huevo, perdón la expresión. O sea, yo banco esas cosas”.Nicolás Pino, presidente de la Sociedad Rural Argentina, fue consultado por los insultos de Javier Milei a José Ignacio de Mendiguren y respondió: “Preguntale a Milei”. Además, sostuvo: “Si habrá sentido en ese momento decirle eso a De Mendiguren, son reacciones que te pueden gustar o no, pero son reacciones individuales”.Axel Kicillof cuestionó los ataques de Javier Milei contra Lula da Silva y afirmó: “En nombre del Partido Peronista de la provincia de Buenos Aires le dije que no en nuestro nombre, Milei. No a insultar, no agredir”. Además, sostuvo: “Brasil es nuestro principal socio comercial. Haciendo estas tonterías y payasadas pone en riesgo fuentes de trabajo, pone en riesgo inversiones”.Humberto Costa, senador brasileño, cuestionó los insultos de Javier Milei contra Lula da Silva y Alexandre de Moraes. “Hay un patrón de respeto en las relaciones entre los países que no puede ser rompido”. Además, afirmó: “Yo creo que Milei ha rompido este patrón de respeto”.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (24): O governador Tarcísio de Freitas afirmou que a concessionária Trivia Trens poderá perder a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade caso descumpra as obrigações contratuais. A declaração ocorreu após a explosão seguida de incêndio em um trem da Linha 12-Safira, que interrompeu a circulação nas três linhas e afetou o transporte na capital paulista. O governador disse que a empresa poderá ser punida se não garantir a prestação adequada do serviço. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O Brasil tornou-se o segundo país mais taxado pelos Estados Unidos, atrás apenas da China, após a imposição de novas sobretaxas comerciais em julho de 2026. A medida eleva a tarifa média efetiva sobre produtos nacionais e impacta bilhões de dólares em exportações da indústria e do agronegócio. Denise Campos de Toledo comentou. O agronegócio está repensando o apoio a Flávio Bolsonaro e tem demonstrado preferência pelo pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD-GO). Ao mesmo tempo, o setor ainda tenta emplacar a senadora Tereza Cristina (Progressistas-MS) como candidata à Presidência da República, considerada um braço forte do agronegócio. José Maria Trindade explicou. Os bastidores apurados pelo jornalista João Vitor Revedilho apontam que o tracking interno da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou a marca de 50% das intenções de voto pela primeira vez no cenário de 2026. Apesar do índice expressivo na monitoria contínua, a cúpula da campanha petista mantém a cautela e adota um tom de otimismo moderado diante do quadro eleitoral. Reportagem: João Vitor Revedilho. O Fundo Monetário Internacional elogiou o Pix como um dos principais responsáveis pela modernização do sistema financeiro brasileiro, mas defendeu maior autonomia financeira e orçamentária para o Banco Central. Em relatório divulgado nesta quinta-feira (23), o FMI avaliou que o sistema é resiliente, embora enfrente desafios como falta de pessoal, limitações legais e necessidade de fortalecimento institucional. Reportagem: Marco Viana. As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil somam até 37,5%, combinando uma taxa de 25% anunciada em julho de 2026 pelo governo dos EUA sob alegação de práticas comerciais injustas e uma nova sobretaxa de 12,5%, aplicada a partir de 24 de julho de 2026 devido a apontamentos sobre o combate ao trabalho forçado. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Gustavo Pessoa, professor da FGV. Nesta quinta-feira (23), o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo direcionado à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, no qual pediu desculpas publicamente por desentendimentos recentes. Em resposta, Michelle aceitou o pedido, enfatizou a busca pela união em prol do país e propôs uma conversa entre os dois para alinhar os rumos políticos da legenda. André Isper, diretor-presidente da ARTESP, e Michel Cerqueira, diretor-presidente da CPTM, concederam entrevista à Jovem Pan e falaram sobre as falhas nas linhas de trem ocorridas nesta quinta-feira (23). Após as falhas graves, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) vai retornar à operação das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade por 90 dias. Reportagem: Bruno Pinheiro. A campanha de Flávio Bolsonaro prepara uma mudança de estratégia para as próximas semanas. Após críticas internas às declarações sobre as urnas eletrônicas, aliados querem concentrar a comunicação em temas do cotidiano, como segurança pública e custo de vida, além de reconhecer erros do ex-presidente Jair Bolsonaro. A equipe aposta que essas pautas têm maior potencial de atrair o eleitorado indeciso. Reportagem: Beatriz Manfredini. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Des ressources convoitées, un poids démographique croissant au sein de la population mondiale, une jeunesse entreprenante et un fort potentiel d'innovation : le continent africain dispose d'atouts considérables, parmi les plus prometteurs au monde. Le Fonds monétaire international (FMI) anticipe en effet une croissance de 4,5% de l'Afrique subsaharienne en 2027, contre seulement 4% pour la Chine et 3,2% pour le monde. Pourtant, cette dynamique contraste avec la faible visibilité internationale de la recherche économique produite sur le continent. Les économistes africains sont encore peu représentés dans les grandes institutions financières, les centres de recherche ou les organisations internationales. Si plusieurs universités africaines se distinguent aujourd'hui par l'excellence de leurs formations, les savoirs qu'elles produisent peinent à rayonner à l'échelle mondiale et à influencer les grands débats sur les politiques économiques. Face à ce constat, de nouvelles initiatives cherchent à faire émerger une génération d'économistes formés aux réalités africaines et connectés aux meilleurs réseaux académiques internationaux. Écoles d'excellence, nouveaux partenariats, prix récompensant les jeunes chercheurs : comment renforcer la recherche économique sur le continent et lui donner toute sa place dans les débats internationaux ? Quelles formations pour donner aux économistes de demain les moyens de contribuer aux politiques publiques de leurs pays ? Comment limiter la fuite des talents tout en favorisant les échanges avec les plus grandes universités du monde ? Et comment faire en sorte que les connaissances produites en Afrique participent pleinement à la transformation économique du continent ? Avec : • Lionel Zinsou, économiste et ancien Premier ministre du Bénin, président de la Fondation Sèmè City à Cotonou au Bénin. • Leonard Wantchekon, économiste, professeur titulaire de la Chaire James Madison d'économie politique à l'université de Princeton aux États-Unis, fondateur de l'African School of Economics basé à Calavi au Bénin. En fin d'émission, la chronique IA débat, de Thibault Matha, chez 8 milliards de voisins. Alors que l'intelligence artificielle devient omniprésente dans notre quotidien et que son utilisation se démocratise, Thibault Matha interroge les outils et analyse la pertinence de leurs réponses. Programmation musicale : ► Endless blooming - Kaba, Hyas, Goldie B ► Cherie Coco - Didi B, Fally Ipupa.
Des ressources convoitées, un poids démographique croissant au sein de la population mondiale, une jeunesse entreprenante et un fort potentiel d'innovation : le continent africain dispose d'atouts considérables, parmi les plus prometteurs au monde. Le Fonds monétaire international (FMI) anticipe en effet une croissance de 4,5% de l'Afrique subsaharienne en 2027, contre seulement 4% pour la Chine et 3,2% pour le monde. Pourtant, cette dynamique contraste avec la faible visibilité internationale de la recherche économique produite sur le continent. Les économistes africains sont encore peu représentés dans les grandes institutions financières, les centres de recherche ou les organisations internationales. Si plusieurs universités africaines se distinguent aujourd'hui par l'excellence de leurs formations, les savoirs qu'elles produisent peinent à rayonner à l'échelle mondiale et à influencer les grands débats sur les politiques économiques. Face à ce constat, de nouvelles initiatives cherchent à faire émerger une génération d'économistes formés aux réalités africaines et connectés aux meilleurs réseaux académiques internationaux. Écoles d'excellence, nouveaux partenariats, prix récompensant les jeunes chercheurs : comment renforcer la recherche économique sur le continent et lui donner toute sa place dans les débats internationaux ? Quelles formations pour donner aux économistes de demain les moyens de contribuer aux politiques publiques de leurs pays ? Comment limiter la fuite des talents tout en favorisant les échanges avec les plus grandes universités du monde ? Et comment faire en sorte que les connaissances produites en Afrique participent pleinement à la transformation économique du continent ? Avec : • Lionel Zinsou, économiste et ancien Premier ministre du Bénin, président de la Fondation Sèmè City à Cotonou au Bénin. • Leonard Wantchekon, économiste, professeur titulaire de la Chaire James Madison d'économie politique à l'université de Princeton aux États-Unis, fondateur de l'African School of Economics basé à Calavi au Bénin. En fin d'émission, la chronique IA débat, de Thibault Matha, chez 8 milliards de voisins. Alors que l'intelligence artificielle devient omniprésente dans notre quotidien et que son utilisation se démocratise, Thibault Matha interroge les outils et analyse la pertinence de leurs réponses. Programmation musicale : ► Endless blooming - Kaba, Hyas, Goldie B ► Cherie Coco - Didi B, Fally Ipupa.
Peptide therapy and PRP are gaining popularity, but are they being used correctly, and are they enough on their own? In this episode, Amber Warren, PA-C is joined by Andy Bacal, a former orthopedic provider now practicing functional medicine at FMI, to explore how regenerative therapies, hormone optimization, and lifestyle foundations work together to help patients heal faster, avoid unnecessary surgery, and build long-term resilience. Andy shares what he's seeing in his practice, largely a male population focused on getting proactive about their health, and breaks down how treatments like PRP and peptide stacks such as BPC-157 and TB-500 are helping patients recover from injuries, avoid surgery when possible, and bounce back faster when surgery is necessary. He also discusses why so many hormone clinics and med spas fall short by treating symptoms in isolation instead of addressing gut health, inflammation, and diet, and why resistance training, consistency, and nutritional lab work remain the true foundation of longevity. Whether you're managing an old injury, considering regenerative treatments, curious about peptides, or simply want a clearer picture of what real, sustainable healthy aging looks like, this episode offers practical insight from someone treating these issues every day. In this episode, you'll learn: How PRP works and how it compares to cortisone injections When peptides like BPC-157 and TB-500 can support healing and recovery Why regenerative treatments work best alongside diet, exercise, and lifestyle changes What's missing from many hormone clinics and med spas Why resistance training is a key pillar of long-term health, especially for men How nutritional lab testing can reveal hidden deficiencies affecting energy and longevity Real patient outcomes from combining functional medicine with regenerative therapies Stay tuned for more conversations on functional medicine, regenerative health, peptides, and optimizing your health from the inside out!
Le président gabonais Brice Clotaire Oligui Nguema entame le 20 juillet à Paris sa visite d'État en France. Petit pays pétrolier niché au cœur de l'Afrique centrale et riche de plusieurs ressources – notamment minières –, le Gabon entretient depuis toujours une relation privilégiée avec la France, loin de pâtir des volontés de réajustements de certains axes de coopération entre Paris et le continent. Bergès Mietté est enseignant de sciences politiques à l'université internationale de Libreville et analyse cette exception gabonaise dans la politique africaine de la France. RFI : Le président Brice Clotaire Oligui Nguema est à Paris pour une visite d'État de trois jours. Est-ce pour vous la preuve qu'entre Libreville et Paris le ciel est sans nuages ? Bergès Mietté : Effectivement, le ciel est sans nuages entre Libreville et Paris depuis le coup d'État [en août 2023 contre le président Ali Bongo Ondimba, NDLR] d'ailleurs. Donc, cette visite consacre l'idée selon laquelle tout va très bien entre les deux États. Comment analysez-vous le choix de Paris de placer justement cette séquence diplomatique sous le sceau de la visite d'État ? Ce qui est quand même, il faut le rappeler, le plus haut niveau protocolaire pour des visites de ce type… Vous faites bien de le mentionner, parce qu'au mois de mai 2024, Brice Clotaire Oligui Nguema, alors président de la transition, avait effectué une visite officielle à Paris. La différence, c'est que cette visite est effectivement une visite d'État, puisqu'elle s'inscrit au lendemain de l'élection présidentielle d'avril 2025, ayant porté officiellement Brice Clotaire Oligui Nguema à la magistrature suprême. C'est une première du genre depuis les élections qui ont suivi le renversement d'Ali Bongo. Contrairement aux gens du Sahel, qui ont rompu de manière brutale avec Paris, le Gabon reste, lui, désireux de maintenir une relation fluide avec la France. Comment expliquez-vous cette exception gabonaise dans la politique africaine de la France ? Ce qu'il faut dire, c'est que depuis le coup d'État sans rupture préalable, le Gabon s'inscrit résolument dans une trajectoire de continuité affichée et assumée avec la France. Le Gabon se distingue des trajectoires d'autres États ayant enregistré des coups d'État sur le continent africain par l'absence d'une séquence de rupture avec la France. Le président de la transition avait été reçu en grande pompe par Emmanuel Macron fin-mai 2024. Peu de temps après, au mois de novembre 2025, Macron est venu personnellement saluer la fin de la transition à Libreville. Donc, il est vrai qu'à la différence d'autres États africains, notamment ceux de l'Afrique de l'Ouest, le Gabon n'est pas en proie au terrorisme pouvant justifier une coopération militaire de substitution de la France. C'est pourquoi je pense, par hypothèse, qu'en Afrique subsaharienne, l'insécurité pousse à chercher des partenaires alternatifs. Sur les sujets qui pourraient intéresser le Gabon, il y a les suites à donner à la politique très volontariste et même souverainiste du président Oligui, qui prône sur les matières premières plus de transformation locale, notamment avec le manganèse opéré avec le géant français Eramet. Y a-t-il des attentes précises sur ce point ? Oui, je pense que c'est l'un des trois principaux enjeux de la visite du président gabonais à Paris. Il s'agit de l'enjeu ferroviaire et minier, en particulier le projet de réhabilitation du Transgabonais, qui s'étend sur environ 700 kilomètres reliant les communes d'Owendo et de Franceville. Il s'agit pour le Gabon d'un projet vital pour l'économie nationale, car, comme vous le savez, c'est par ce chemin de fer vieillissant que transitent au quotidien l'essentiel des ressources naturelles du pays vouées à l'exportation. Pour financer ce vaste projet de modernisation, le Gabon a effectivement besoin des capitaux étrangers. Et l'une des raisons de cette visite du président gabonais, c'est justement de voir dans quelle mesure, avec le soutien naturellement de la France, le Gabon pourra mener à terme ce vaste projet de développement. Et comme vous l'avez rappelé, il y a effectivement l'ambition affichée par les autorités gabonaises de transformer localement certaines ressources, en particulier le manganèse qui est exploité depuis la fin des années 1960 par le groupe Eramet. Cette question avait justifié, si j'ai bonne mémoire, la présence du président français au Gabon. Et ce sera l'occasion, lors de cette visite justement, de voir dans quelle mesure cette ambition-là pourra se concrétiser, puisque cette idée-là fait consensus au sein de la population gabonaise. La France, on le sait, a déjà acté le retrait de ses forces du camp de Gaulle qui a été rétrocédé à l'armée gabonaise. Mais, selon des sources proches de l'Élysée, il y a un nouvel accord de défense qui est en négociation et qui pourrait être signé pendant cette visite ou tout prochainement. Qu'est-ce qu'on peut en attendre ? Moi, je ne parlerai pas de retrait des troupes françaises stationnées à Libreville. Il s'agit plutôt d'une politique de restructuration puisqu'il est vrai que les effectifs ont été réduits mais les troupes françaises sont encore stationnées à Libreville. Peut-être pas dans les mêmes proportions, mais elles y sont toujours. L'un des enjeux de cette visite officielle du président gabonais à Paris, c'est justement de voir dans quelle mesure on peut réorganiser ce dispositif français dans la sous-région d'Afrique centrale, dans un contexte, vous l'avez si bien dit, marqué par des critiques acerbes et par le rejet de la politique africaine de la France, notamment dans les pays de l'Alliance des États du Sahel [Burkina Faso, Mali et Niger, NDLR]. Pensez-vous que le président Oligui va profiter de cette visite d'État pour solliciter des autorités françaises un soutien dans les tractations en cours pour la restructuration avec le Fonds monétaire international (FMI) de la dette gabonaise ? Oui, je pense, parce que le président, lors de son adresse devant les parlementaires réunis en congrès le 30 juin dernier, a clairement indiqué que le Gabon avait acté la présence du FMI à Libreville. Et je pense que, au regard des relations historiques avec la France, cette question-là fera l'objet du débat. À lire aussiGabon: les enjeux de la visite du président Brice Oligui Nguema en France
Au Honduras, où les médias sont concentrés entre les mains de quelques puissants, une soixantaine de radios communautaires résistent, souvent dans la clandestinité. Marie Griffon et Célia Pousset nous emmènent à la rencontre de responsables de ces radios qui utilisent les ondes pour défendre leurs terres et leur culture malgré les menaces. « Waruguma signifie étoile, une étoile lumineuse qui sert de guide à tout le peuple. » Ainsi parle Horacio Martínez, directeur de la radio du même nom, à Trujillo. Dans un pays classé 132e sur 180 au classement mondial 2026 de la liberté de la presse de Reporters sans frontières (RSF), des petites stations comme Waruguma sont souvent le seul moyen pour les populations de s'informer hors des canaux officiels. Le Honduras est le pays le plus pauvre d'Amérique latine après Haïti, selon le Fonds monétaire international (FMI). Gangrené par la corruption et le crime organisé, le pays est aux mains d'une poignée de familles industrielles qui possèdent la quasi-totalité des journaux et télévisions. Face à cela, les radios communautaires s'efforcent d'informer dans les zones rurales isolée et deviennent parfois des cibles. Le défi de la légalité Pour exister, ces radios doivent faire preuve de courage. Au Honduras, les fréquences sont mises aux enchères et s'arrachent à des prix inaccessibles pour des associations. « Ici, dans le Nord, une fréquence a déjà été adjugée pour 12,5 millions de lempiras (plus de 400 000 euros) », explique Jorge Andino, directeur de Play FM. Pour ces médias sans publicité, impossible de réunion une telle somme. Résultat : la majorité des 70 radios communautaires du pays opèrent sans licence légale. « La communication communautaire n'est ni légitimée ni reconnue par l'État. C'est comme marcher en permanence sur la corde raide. C'est vivre à la limite », déplore Jorge Andino. Sans reconnaissance, ces radios risquent à tout moment la saisie de leur matériel, voire la prison pour leurs animateurs, sur simple dénonciation d'un homme d'affaires influent. Au manque de protection juridique s'ajoute la précarité technique. Dans les studios souvent installés chez l'habitant, on utilise des ventilateurs de fortune pour refroidir des émetteurs de faible puissance. Lors des orages, faute de paratonnerres, les stations doivent souvent couper l'antenne pour ne pas perdre leur unique outil de diffusion. Informer, au plus près des communautés Plus au sud, à la frontière avec le Nicaragua, la Radio Cholula Triunfeña ouvre son antenne aux paysans locaux. Ici, on insonorise les murs avec des dizaines de boîtes d'œufs collées les unes aux autres. Wilfredo Hernández Cruz, le directeur, y défend une parole sans artifice : « Parlez comme vous êtes, car c'est justement cela l'essentiel : que les habitants des zones rurales aient accès à un micro. » Mais cette liberté a un prix. Située dans une zone de trafic de drogue et de traite d'êtres humains, la radio dérange les pouvoirs économiques et mafieux en dénonçant les investissements opaques et les concessions minières. « Nous avons déjà perdu des camarades qui ont été attaqués, persécutés, réduits au silence », confie Wilfredo Cruz. Les menaces sont directes : appels anonymes, piratages de téléphones ou encore l'envoi d'une balle dans une boîte pour signifier à un journaliste de cesser ses enquêtes. Amanda Ponce, directrice de C Libre (Comité pour la libre expression), souligne que l'État hondurien a longtemps occulté cette réalité. « Il y a deux décennies d'assassinats de journalistes qui sont aujourd'hui complètement effacées par l'État », précise-t-elle. Depuis les années 1980, le schéma reste le même : éliminer ceux qui mettent en lumière la corruption et les liens entre banques, narcotrafic et pouvoir politique. L'héritage de Berta Cáceres Dans les montagnes froides de l'ouest, le peuple Lenca poursuit un combat emblématique. C'est ici que la célèbre militante écologiste Berta Cáceres a fondé la radio Guarajambala avant d'être assassinée en 2016. Pour le COPINH (Conseil civique des organisations populaires et indigènes du Honduras), la radio est l'un des seuls moyen de mobiliser les communautés contre les projets extractifs qui menacent leurs rivières. Aujourd'hui, une nouvelle génération prend le micro. Leiby, une journaliste de 25 ans, a été formée dans l'école Voix des Rivières créée par l'organisation. Pour elle, la mission est claire : « Nous dénonçons, nous devenons la voix des communautés. Nous sommes la voix des grandes injustices que nous subissons dans ce pays. » Malgré la violence, ces radios continuent tant bien que mal de diffuser. Elles font entendre des musique indigènes ou alternatives, des langues en recul comme le Garifuna, elles racontent l'histoire de ces communautés marginalisées et créent une solidarité qui dépasse désormais les frontières. En l'absence de médias nationaux lors de la commémoration de l'assassinat de Berta Caceres, ce sont des radios communautaires du Guatemala et du Costa Rica qui sont venues prêter main-forte à leurs sœurs honduriennes. Ces ondes, bien que fragiles, restent un espace où l'on peut « inviter les gens à rêver ». Dans un pays où certains tentent de les faire taire, les radios communautaires prouvent chaque jour que la parole radiodiffusée est un pouvoir que l'on ne peut pas totalement éteindre.
Fondo Monetario Internacional publicó su actualización del informe de Perspectivas de la Economía Mundial, titulado "La economía mundial entre los vientos cruzados de la guerra y la tecnología". ¿Qué dijo el FMI sobre el impacto de la guerra en la actividad mundial, qué se espera para las principales economías y para nuestra región? Análisis del economista Alejandro Vallcorba de la firma Exante.
A guerra entre os EUA e o Irão regressou e o mundo está mais vulnerável ao choque petrolífero. Os aviso são do FMI e a jornalista Ana Suspiro explica o que pode correr mal agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La tensa relación de seguridad entre México y la DEA llega a un punto crítico tras las alertas de EE.UU. y el bloqueo en el Estrecho de Ormuz. Analizamos el impacto de esta crisis geopolítica y el informe del FMI. En este programa en vivo de El Ajo Político, Desentrañamos la verdadera estrategia detrás de las acusaciones de la DEA contra el gobierno de México y la declaración del Estrecho de Ormuz como zona de guerra. ¿Es una presión legítima o una estrategia geopolítica para controlar los recursos energéticos y la soberanía nacional en tiempos de fragmentación económica? Analizamos también el último informe del FMI que pone en jaque al desarrollo global frente al auge de la Inteligencia Artificial y la encrucijada del modelo de seguridad interior en México: ¿causas estructurales o el auge del modelo punitivo y carcelario? En el programa: 0:00:00 Conectando Cables 0:02:00 Bienvenida 0:06:00 El Choque: México y la DEA, Marina y los Datos 01:07:00 CHAT 01:18:00 CO, Seguridad, Puebla, Santa Fé 1:40:00 Ex Director Pemex, CAso SAntafé, Jovene sy salud mental 2:33:00 CHAT 2:40:00 Petróleo en Llamas: El Estrecho de Ormuz y la Crisis Energética 2:58:00 Saludos TODO NUESTRO CONTENIDO: INVESTIGACIÓN Y ARCHIVOS: Blog Oficial: [www.elajoproducciones.com] ️ Podcast en iVoox: [go.ivoox.com/sq/2458] SUSCRIBETE: https://www.youtube.com/@ElAjoPolitica?sub_confirmation=1 COMUNIDAD Y CONTACTO: Ajófono (WhatsApp): (+52) 56.100.56.1.56 Sugerencias /Negocios/Prensa: elajo.producciones@gmail.com REDES: X: [@recetarioelajo] FB: [facebook.com/recetarioelajo] Tiktok: @recetarioelajoentiktok Instagram @recetarioelajo #ElAjo #ElAjoProducciones #Geopolítica #Investigación #DEAMéxico #EstrechodeOrmuz #Geopolítica2026 #SeguridadNacional #CrisisEconómica Mónica Maciel y Salvador Gaviño Romero los acompañan con todo el sazón en la mesa número 1 de El Ajo, Estamos en todos los moles. Animación Salida: cortesía de El Último Escriba Música de Fondo: El Ajo Producciones ***** Enlaces de Interés ***** Anacrónico ¡Ya Disponible! : https://a.co/d/8Z5OABJ PODCAST Dante: https://www.youtube.com/watch?v=rZkE2IKIJVc Dante Vanzetti spotify: https://open.spotify.com/artist/08MlOZSrQ6psjZbZWEVCgH?si=j6fSsfBATw-HwwjInMyOCg Dante Vanzetti YT: https://youtu.be/N8BJxFrRbGQ?si=ACbIH2GEOQoVzbkK https://www.youtube.com/@ExtrañoCabaret Yasfer Cuadrante Mágico: https://yasferlvx.wixsite.com/arcano-obscuro-radio Marcos Urbex: https://youtube.com/@markoz320?si=qH2JyDW1gX2ohDH_ Mónica Canal Misterio: https://www.youtube.com/@proyectoguionenblancomisterio Canal Vladimir Chargoy: https://www.youtube.com/@vladimirchargoy1711
Emisión del viernes 10 de Julio de 2026 22.8 millones de mexicanos tienen hoy un empleo formal, la cifra más alta de la historia. Pero México crecerá este año apenas 2%, según el FMI, uno de los ritmos más lentos entre las economías emergentes. Aun así, el gobierno tiene razón en presumir sus mejores cifras. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com
C dans l'air l'invité du 9 juillet 2026 avec Jean-Hervé Lorenzi, économiste, professeur émérite à l'université Paris-Dauphine, président des Rencontres économiques d'Aix-en-Provence, qui publie avec Alain Villemeur « Guerre et paix, entre profits et salaires », aux éditions Odile JacobSur fond de regain de tensions au Moyen-Orient, qui ravive les craintes d'un retour de l'inflation, le rendement de la dette française à 10 ans a poursuivi sa remontée, atteignant ce mercredi un sommet inédit depuis 2009.Dans la foulée de l'annonce par Trump de la fin du cessez-le-feu conclu avec l'Iran, les prix du pétrole ont par ailleurs grimpé en flèche, dans le contexte plutôt morne pour l'économie française. La veille, le FMI avait en effet revu à la baisse sa perspective de croissance mondiale, à 3%, abaissant aussi celle de la France, à 0,6%. Quels sont les atouts et les faiblesses de l'économie française ? Quelles seraient les solutions pour retrouver le chemin de la croissance et de l'emploi, et réduire les inégalités ? Jean-Hervé Lorenzi, économiste, président des rencontres économiques d'Aix-en-Provence, qui publie "Guerre et paix, entre profits et salaires," aux éditions Odile Jacob, répondra à nos questions.
Buen día. Bienvenidos a El Brieff, el podcast que te pone al día con lo más importante de México y el mundo, sin enredos y sin perder tiempo. Hoy el foco está en varios temas que mueven la agenda: México blindó por cinco años información delicada sobre Rocha Moya e Inzunza, el FMI recortó su pronóstico de crecimiento para el país, el Parlamento Europeo aprobó la modernización del acuerdo comercial con México, y el IMSS reportó un récord en empleo formal. Afuera, Donald Trump sigue tensando a la OTAN, Ucrania consiguió una licencia para producir misiles Patriot, Rusia cerró exportaciones de diésel, Meta quiere que sus lentes vean y escuchen todo, y Javier Milei busca copiar los “shutdowns” de Estados Unidos para el presupuesto argentino. Vamos por partes.Este episodio es presentado por STRTGY, una plataforma geoestadística de inteligencia de mercados que ayuda a marcas y empresas a entender quién es su audiencia, dónde está y cómo venderle mejor. Si te interesa conocer más sobre nosotros comunícate a hola@strtgy.ai para agendar una demo o entra a nuestro sitio web: www.strtgy.ai. Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (09/07/2026): Os Estados Unidos retomaram os ataques contra o Irã após Donald Trump declarar o fim do cessar-fogo entre os dois países. As ofensivas miraram alvos ligados ao controle do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã prometeu retaliar contra bases americanas no Golfo Pérsico. A escalada voltou a interromper o tráfego na rota estratégica para o petróleo e aumentou os temores de uma guerra prolongada. O fracasso da trégua também enterrou, ao menos por enquanto, as negociações sobre o programa nuclear iraniano. Economia: Petróleo sobe; governo avalia adiar retirada de subsídio a combustíveis Política: Rejeição de Flávio leva campanha de Tarcísio a falar em ‘limite’ para apoio Esportes: Quartas de final colocam frente a frente a artilharia francesa e a invencibilidade marroquinaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Alertan por mar de fondo en costas del PacíficoCFE busca cobertura eléctrica nacional en 2028Economistas piden retirar sanciones contra Venezuela Más información en nuestro Podcast#grc
Buen día. Bienvenidos a El Brieff, el podcast que te ayuda a entender lo más importante de México y el mundo en pocos minutos, sin complicarte la vida. Hoy arrancamos con un dato potente: México volvió a romper récord de exportaciones hacia Estados Unidos y sigue siendo su principal socio comercial, pese al ruido del T-MEC y los aranceles. También hablamos de salarios, aeropuertos, TV Azteca, el FMI, Trump, Groenlandia, Meta, salud pública y hasta Elton John en México.Transforma cada mesa en una experiencia. Con Casa Nícona, sus porta menús, portacuentas y mantelería de cuero reciclado brindan alta durabilidad para destacar. Sitio web: www.casanicona.com. Instagram @casanicona, WhatsApp +52 81 2918 0412.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
La visite d'Emmanuel Macron en Syrie ne se limite pas à un geste diplomatique. Dans un pays dévasté par plus de quatorze années de guerre, la reconstruction représente un marché estimé à 216 milliards de dollars. Derrière les enjeux politiques se dessinent donc aussi d'importantes perspectives économiques pour les entreprises françaises, dans un contexte de forte concurrence internationale. Accueilli à Damas par son homologue Ahmed al-Charaa, Emmanuel Macron effectue une visite qui revêt une dimension bien plus économique que symbolique. Après plus de quatorze années de conflit, la Syrie tente de retrouver une place dans l'économie régionale et mondiale. Car le pays part de très loin. L'économie syrienne a été profondément désorganisée par la guerre. Selon la Banque mondiale, le coût de la reconstruction est estimé à 216 milliards de dollars. Depuis la chute du régime de Bachar el-Assad en 2024 et la transition engagée par les nouvelles autorités, Damas cherche à rouvrir progressivement son économie aux investisseurs étrangers. L'objectif est clair : passer d'une économie de survie à une économie de reconstruction, avant d'engager une véritable phase de développement. C'est dans ce contexte que la visite d'Emmanuel Macron prend tout son sens. À lire aussiComment la Syrie peut-elle rebâtir son économie? Des besoins immenses qui attirent les entreprises du monde entier Le chantier est colossal. Aujourd'hui, la Syrie doit quasiment tout reconstruire. Le réseau électrique est en grande partie endommagé et les capacités de production restent insuffisantes. Les infrastructures d'eau et d'assainissement nécessitent également d'importants investissements. Les routes, les ponts, les gares ou encore certains aéroports doivent être remis en état. À cela s'ajoute la reconstruction de centaines de milliers de logements détruits ou rendus inhabitables par les combats. Autant de secteurs qui représentent de véritables opportunités pour les grandes entreprises internationales. La France dispose d'un savoir-faire reconnu dans les domaines des infrastructures, de l'énergie, de l'eau ou encore du bâtiment, mais elle est loin d'être seule sur ce marché. Les pays du Golfe, notamment les Émirats arabes unis, le Qatar et l'Arabie saoudite, se sont déjà positionnés sur plusieurs projets. La Turquie bénéficie quant à elle de sa proximité géographique tandis que la Chine manifeste également son intérêt, fidèle à sa stratégie d'investissements dans les grandes infrastructures. La reconstruction de la Syrie s'annonce ainsi comme un marché international où la concurrence est déjà engagée. Un enjeu économique... mais aussi géopolitique Au-delà des contrats, la présence des puissances étrangères en Syrie répond à des considérations stratégiques. Être présent dans la reconstruction d'un pays comme la Syrie, c'est aussi renforcer son influence dans une région où économie et géopolitique demeurent étroitement liées. Pour la France, rester à l'écart reviendrait donc à laisser ce marché à d'autres acteurs. À l'inverse, participer à cette reconstruction permettrait de conserver une présence économique et diplomatique au Moyen-Orient. Ces perspectives restent toutefois soumises à plusieurs incertitudes. La stabilité du pays demeure fragile, le cadre juridique y est encore en reconstruction et les sanctions internationales, malgré leur assouplissement progressif, continuent de freiner les échanges financiers et commerciaux. Reste enfin la question essentielle : celle du financement. Signer des contrats avec des entreprises internationales est une chose; être en mesure de les financer en est une autre. Les institutions internationales, les États du Golfe et les investisseurs privés pourraient jouer un rôle majeur, mais leur engagement dépendra largement de l'évolution de la situation politique et sécuritaire. Une chose est néanmoins certaine. Les grands acteurs qui participeront demain à la reconstruction de la Syrie seront probablement ceux dont les États auront su, dès aujourd'hui, nouer les bonnes relations diplomatiques.
Hoy comienza la cumbre de la OTAN, que este año se celebra en Ankara. La agenda oficial pasa por revisar los avances que se han hecho desde la cumbre de La Haya, el gasto en defensa que los europeos se comprometieron a elevar hasta el 5% del PIB en 2035, un nuevo paquete de ayuda a Ucrania estimado en 70.000 millones de euros y la crisis del golfo Pérsico. Por debajo de esa agenda late algo mucho más serio, un asunto del que se habla sin parar desde que Trump regresó a la Casa Blanca hace año y medio. Está de moda un género que podríamos llamar obituario geopolítico, en el que cualquier ensayista firma con autoridad de forense el certificado de defunción del vínculo transatlántico, la alianza que ha sostenido el orden occidental durante casi 80 años. Los partidarios del fin de este vínculo aseguran que el mundo en el que nació el atlantismo ha desaparecido. Aquel orden surgió tras la segunda guerra mundial con Estados Unidos como garante y principal beneficiario de una comunidad de valores. La creación de la ONU, el FMI, el Banco Mundial o la propia OTAN fueron las materializaciones prácticas de esos valores compartidos. El hechizo, dicen, lo rompió Mark Carney en Davos cuando dijo hace unos meses que el padrino estadounidense ya no es liberal sino una potencia depredadora. La ruptura es doble. El llamado iliberalismo avanza dentro de Estados Unidos y el país ha cambiado su composición demográfica, los viejos patricios de la costa Este ya son muchos menos y eso afecta a las ataduras sentimentales con Europa. Biden fue, según esta versión, el último presidente atlantista, todos los que vengan después no lo serán porque EEUU ha cambiado. El problema de los obituarios prematuros es que el difunto suele levantarse del ataúd. La alianza atlántica nunca fue solo un proyecto de valores, sino una convergencia de intereses entre dos bloques que juntos suman el 43% del PIB mundial. Las alianzas perduran cuando sus miembros perciben una amenaza común y calculan que juntos les va mejor, como ocurrió entre Francia y el Reino Unido, enemigos acérrimos hasta que Alemania se unificó en el siglo XIX. Los valores adornan la fachada, pero es el interés el que sostiene el edificio. Ambas orillas del Atlántico siguen compartiendo intereses. El vínculo material, de hecho, lejos de deshacerse, se ha vuelto más denso. En 2025 los aliados europeos dispararon su gasto militar un 20% hasta los 574.000 millones de dólares, el mayor incremento anual de la historia de la OTAN, y los 32 socios superan ya el umbral del 2%. Alemania ha hecho saltar por los aires su freno constitucional a la deuda y Polonia camina hacia el 5%. Los 7,4 billones en inversión cruzada hablan una relación que no da señales de agotamiento. El cambio europeo es más psicológico que material. No estamos ante un divorcio, sino ante una redefinición de funciones, la primera en los 77 años que tiene la OTAN. Europa asumirá la defensa convencional del continente y Estados Unidos conservará los facilitadores estratégicos, la disuasión nuclear y el ataque de largo alcance. En ese reparto Ucrania emerge como pieza central, tienen el ejército terrestre más poderoso de Europa y mucha experiencia bélica. Esa factura no tardarán en cobrársela. Los europeos, en definitiva, han aprendido que su antiguo padrino no es del todo fiable, ni se puede contar con él para todo, una lección que deben agradecer a Trump. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:08 La redefinición de la OTAN 35:02 Trámites en los consulados 42:50 El fin del formato físico 49:31 Propiedad y licencias de software · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #otan #defensa Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Las bolsas encaran el inicio de la segunda mitad del año, en medio de la rotación de los inversores que miran más allá de la tecnología y de la IA, tras su fuerte desempeño de la primera mitad del ejercicio y pendientes del próximo catalizador que van a ser los resultados del segundo trimestre que arrancarán oficialmente la semana próxima con la gran banca americana. En la agenda económica de la semana, la gran cita de la semana llegará con las actas de la FED, la balanza comercial de EE.UU, ADP de empleo privado; también datos de IPC en China y grandes economías europeas como Francia y Alemania. También captarán la atención la actualización de las perspectivas económicas mundiales del FMI. En plano empresarial, SpaceX entra en el Nasdaq 100, SK Hynix debuta con ADR en el mercado de EE.UU. y Samsung lanza sus previsiones. En la tertulia de mercados de Capital Intereconomía, Jacacobo Blanquer, consejero delegado de Tressis Gestión; Francisco Burgos, director de negocio institucional de Cobas AM; Manuel Rodriguez-Arias, Socio de Azvalor y miembro de Relación con Inversores y Diogo Pimentel, analista de inversiones de Magallanes analizan el momento de la renta variable, las expectativas en torno a la IA y el peso de la tecnología en las carteras, mientras evalúan las expectativas de tipos de interés con Kevin Warsh al frente de la FED, en medio de las noticias sobre el conflicto en Irán y las expectativas sobre inflación.
SSC alerta por bebidas adulteradas CDMX mantiene centros de acopio para VenezuelaDelcy Rodríguez busca recursos para la reconstrucciónMás información en nuestro podcast#grc
Profepa investiga residuos peligrosos en SinaloaLa globalización cambió, no desapareció: FMISuiza busca conquistar con precisión mundialista Más información en nuestro Podcast#grc
Episodio 56 | La Ventana PR “Bukele: el Rey desnudo” Invitado: Óscar Martínez — El Faro Óscar Martínez es jefe de redacción de El Faro, el primer periódico digital de América Latina, fundado en El Salvador en 1998. Es autor de La Bestia, Los migrantes que no importan y Los muertos y el periodista. Su libro más reciente, Bukele: El Rey de Nudo (Anagrama), recibió el Premio Internacional a la Libertad de Prensa del Committee to Protect Journalists (CPJ) y el Premio María Moors Cabot de la Universidad de Columbia, el reconocimiento periodístico más antiguo de las Américas. Martínez vive actualmente en el exilio en México tras ser alertado de que sería capturado al regresar a El Salvador en junio de 2025. En este episodio: Cómo llegó Óscar Martínez al periodismo durante la posguerra salvadoreña El trabajo de El Faro documentando el pacto secreto entre Bukele y las pandillas MS-13 y Barrio 18 La intervención de 22 miembros de El Faro con el spyware Pegasus durante 17 meses El caso de Ruth López: activista encarcelada que pidió juicio público El régimen de excepción: más de 97,000 salvadoreños en juicios secretos Bitcoin, el FMI y el fracaso económico del proyecto Bukele Los vínculos de Bukele con el ecosistema MAGA y la administración Trump Los nueve líderes de la MS-13 en cortes de Nueva York como amenaza latente sobre Bukele Qué mantiene a Martínez haciendo periodismo desde el exilio Menciones y referencias: El Faro: elfaro.net Bukele: El Rey de Nudo — Óscar Martínez (Anagrama, colección Compactos) Committee to Protect Journalists (CPJ) Premio María Moors Cabot — Universidad de Columbia Citizen Lab — Universidad de Toronto (detección de Pegasus) Human Rights Watch / Cristosal / Socorro Jurídico Humanitario CECOT — Centro de Confinamiento del Terrorismo, El Salvador Ruth López — activista detenida en El Salvador desde mayo de 2024 Próximo episodio: Análisis de las elecciones presidenciales en Colombia con el Dr. Andrés Agudelo González, profesor de la Universidad de La Sabana, Bogotá. También: episodio especial sobre Ruth López. Apoya La Ventana PR: Únete a la membresía en laventanapr.substack.com para acceso a contenido exclusivo. Suscríbete al canal de YouTube para ver el video de esta entrevista.
No episódio desta semana, falamos sobre a operação da PF que teve como alvo o senador Jaques Wagner, as novas pesquisas que mostram a liderança consolidada de Lula na corrida presidencial, a condenação do Bananinha no STF, a presença de Lula no encontro do G7 e o acordo de paz entre Trump e Irã. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.social Diego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.social Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação no Caso Master Jaques Wagner ganhou ingressos de camarote para show de Taylor Swift em 2023 por R$ 63 mil, diz PF Presidente do PT defende Jaques Wagner: 'tem toda nossa confiança' Pressão por explicações aumenta, e aliados defendem saída de Jaques Wagner da liderança do governo Lula Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro PGR nega nova proposta de delação de Vorcaro e comunica decisão ao STF Vorcaro dava 'tratamento privilegiado' e pagou R$ 468 mil em viagens de Ciro Nogueira a NY, Paris e Courchevel, diz PF Mendonça diz ter recusado proposta de 'delação seletiva' de Vorcaro Vorcaro pagou diárias em hotel de luxo de Lisboa para Hugo Motta, diz PF; presidente da Câmara diz que 'está tranquilo' Motta pediu a Vorcaro empréstimo do Master para cunhada, diz jornal Lula tem 48,1%, contra 42,9% de Flávio no segundo turno, diz Apex/Futura CNT/MDA: Lula tem 49,3%, e Flávio, 36,8% no 2º turno A disputa pela Presidência no 1º turno, segundo nova pesquisa CNT/MDA STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão por coação em processo sobre trama golpista STF condena Eduardo Bolsonaro por articular ações do governo Trump contra o Brasil: o que pode acontecer com ele? Trump e presidente do Irã assinam acordo de paz, que já está em vigor Acordo de paz entre EUA e Irã: o que acontece agora? É o acordo final? Israel ataca o Líbano e mata 3 após assinatura de acordo entre EUA e Irã Lula antecipa ida para a França com objetivo de viabilizar encontro com Trump no G7 Entre farpas e diplomacia: o saldo de Lula no G7 com Trump, UE e Ucrânia 'Eu nunca fui esquerdista', diz Lula em conversa informal com chanceler alemão e diretora do FMI no G7
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 17, falamos sobre a captação de uma fala do presidente Lula dizendo que nunca foi de esquerda.A conversa aconteceu com a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, e o chanceler alemão, Friedrich Merz.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #FMI #Vazamento #Esquerda #Politica #Economia #Podcast #Youtube #Alta #Viral #Internet #Polemica #Urgente #Bastidores #Noticias #Debate #Repercussao #Analise #Audio #Exclusivo
Durante um diálogo informal captado pelos microfones da Cúpula do G7, na França, o presidente Lula afirmou que nunca se considerou "um esquerdista".A declaração ocorreu durante uma conversa sobre o cenário político global com a diretora do FMI e o chanceler da Alemanha.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Lula #FMI #G7 #Esquerdista #Politica #AudioVazado #Bastidores #Polemica #Noticias #Urgente #Viral #Internet #Podcast #Youtube #Debate #Repercussao #Ideologia #AnalisePolitica #CaminhoDoMeio #MundoPolitico
No 3 em 1 desta quarta-feira (17), o destaque foi que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disparou duras críticas a Brasília, afirmando que o Brasil está "perigoso politicamente" após a Primeira Turma do STF decretar a prisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O presidente Lula (PT-SP) rebateu imediatamente as declarações na Cúpula do G7. Durante uma conversa informal nos bastidores da Cúpula do G7, na França, o presidente Lula (PT-SP) surpreendeu ao afirmar à presidente do FMI, Kristalina Georgieva, que "nunca foi esquerdista", definindo-se como um negociador pragmático. O presidente Lula (PT-SP) reuniu-se reservadamente com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, nos bastidores da Cúpula do G7, na França. Durante o encontro, o líder brasileiro defendeu a urgência de uma mesa de negociação pacífica e disparou críticas ao Conselho de Segurança da ONU, acusando o órgão de falta de autoridade para encerrar as hostilidades com a Rússia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom em entrevista coletiva nos bastidores do G7, na França. O líder americano ameaçou bombardear o Irã caso o regime de Teerã não cumpra integralmente as novas exigências para o acordo nuclear. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para obrigar que todas as grandes empresas de tecnologia (Big Techs) que operam em território nacional mantenham uma sede jurídica e representantes legais físicos no Brasil. A Polícia Federal revelou que o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, operava um gigantesco caixa paralelo de R$ 115 milhões. O ministro André Mendonça (STF) afirmou que as investigações do Caso Master "ganharam traços de máfia", citando as redes de coação, a contabilidade paralela de R$ 115 milhões e o envolvimento de criminosos ligados ao jogo do bicho. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), classificou como "injusta" a condenação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pela Primeira Turma do STF. Confira os bastidores com repórter João Vitor Revedilho. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez um apelo público e formal ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que Washington aplique sanções econômicas e diplomáticas contra o governo brasileiro. A equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) emitiu uma nota oficial negando qualquer tipo de irregularidade na posse de um armamento de seu acervo pessoal, apreendido pela polícia durante uma blitz de rotina no Distrito Federal. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Las consecuencias no se derivan exclusivamente de los bloqueos, sino de los graves errores de política económica, pero las consecuencias son sobre todo inflación por shock de oferta en La Paz y deflación en Santa Cruz simultáneamente, a la vez que menor margen de maniobra para la política económica y menor margen de negociación con el FMI en el segundo semestre. _______________ Encuéntrame en más redes: Web: http://riosmauricio.com X/Twitter: https://x.com/riosmauricio https://www.linkedin.com/in/riosmauricio/ Facebook: https://www.facebook.com/riosmauriciocom Patreon: https://patreon.com/riosmauricio
Miguel Gutiérrez Saxe.Una pocas cifras macroeconómicas de Costa Rica suelen encandilar a los analistas en Washington y San José. El reciente informe del personal técnico del FMI celebra el crecimiento, las exportaciones de los regímenes especiales y el cumplimiento formal de las metas fiscales...#larevistacr @larevistacr www,larevista.cr#miguelgutierrezsaxe
El pacto de confianza social se ha roto. En este episodio, analizo por qué estamos entrando en una economía de "ganadores y perdedores" permanentes donde el esfuerzo ya no garantiza el ascenso. Basándome en datos de la Reserva Federal, el FMI y consultoras globales, te explico por qué solo tienes una ventana de cinco años antes de que la IA y la inflación sistémica congelen tu movilidad social para siempre. Es hora de dejar de ser un pagador de deuda y empezar a ser dueño del sistema.
Esta semana Diego comenta el viraje en política internacional anunciado por la presidenta Laura Fernández al rechazar la Agenda 2030 de Naciones Unidas para justificar el nombramiento a dedo de Boris Marchegiani como embajador ante la ONU, el papelón de Yara Jiménez y Nogui Acosta al enfadarse porque les recordaron las consecuencias de su decisión de bloquear la elección de magistraturas suplentes en la Sala IV, así como el incómodo recordatorio que nos dejó el FMI sobre el estado de las finanzas públicas y el "plan fiscal" (sin impuestos) anunciado por Hacienda. Servicio civilRepaso Dominical: León XIV contra Babel: la inteligencia artificial y la dignidad humana Costa Rica PuedeAPREFLOFAS lanzó Seres Endémicos, un nuevo podcast dedicado a ambiente, conservación, vida silvestre y participación ciudadana. El proyecto busca abrir conversaciones sobre sostenibilidad y educación ambiental, con episodios disponibles en YouTube. Su primer episodio ya está arriba, escúchenlo para que conozcan de cerca a la Dra. Laura Porras Murillo, bióloga, investigadora, docente y carguísima ser humano. Activa-CATIE abrió convocatoria para pequeñas empresas, productores y asociaciones rurales que busquen fortalecer negocios agro sostenibles. El programa ofrece capital semilla no reembolsable de hasta ₡15 millones, más mentoría y asesoría técnica; las postulaciones cierran el 5 de julio. El TEC está probando en San Carlos una tecnología que permite producir energía solar y cultivar alimentos en el mismo terreno. El proyecto busca determinar qué cultivos funcionan mejor junto a paneles solares, para generar electricidad sin sacrificar tierras agrícolas. El Centro Cultural de España anunció Creando Ambiente, una plataforma cultural para impulsar acción climática en Costa Rica durante 2026. El programa arranca este 8 de junio con un conversatorio gratuito sobre océanos, y seguirá con talleres, encuentros y actividades artísticas sobre sostenibilidad. Costa Rica vivirá este 6 de junio la sexta Limpieza Nacional por los Océanos, impulsada por Operation Rich Coast junto al ICT. Ya hay 51 puntos de participación en la GAM, Guanacaste, Puntarenas y Limón, para limpiar playas, ríos y ecosistemas costeros. ¿Quieren sumarse y participar?Agenda Cultural La película La Voz de Hind Rajab llegará por primera vez a Costa Rica este 5 de junio, cuando inicie su exhibición en el Cine Magaly tras una destacada trayectoria en festivales internacionales. La cinta, inspirada en la historia real de la niña palestina Hind Rajab, ha conmovido a audiencias de todo el mundo y busca abrir espacios de reflexión sobre el impacto humano de los conflictos armados.Arbitraje, del grupo Teatro TEC, se presentará este jueves 11 de junio a las 7:30 p.m. en el Centro de las Artes. La obra usa el fútbol como metáfora para hablar de decisiones, presión social y relaciones humanas; la entrada es gratuita. La UCR inaugurará este 8 de junio la exposición Colectividad viva: el círculo contemporáneo, del artista costarricense Rafael Ottón Solís. La muestra estará abierta hasta el 29 de junio en la Sede Rodrigo Facio, con entrada gratuita y una propuesta sobre comunidad, memoria y vínculos colectivos. La exposición fotográfica Paisajes Estelares de Costa Rica está abierta en la Municipalidad de Buenos Aires de Puntarenas hasta el 20 de julio. La muestra reúne 30 imágenes de cielos nocturnos del país, tomadas por ganadores de concursos de astroturismo de CIENTEC, con entrada gratuita.
¿Estás preparado para lo que viene? Warren Buffett acaba de avisar: la bolsa puede caer un 50%. Y mientras el oro está en máximos, el petróleo se desploma y el FMI alerta de burbuja, el 90% de la gente perderá dinero sin ni siquiera enterarse.Hoy hablamos con Andrés de la pizarra de Andrés, economista y divulgador, uno de los mejores comunicadores financieros del momento. En esta entrevista aprenderás qué hacer con tu dinero si tienes 25, 40 o 55 años, si la inteligencia artificial es una oportunidad o la próxima estafa, por qué comprar una casa es mejor inversión que la bolsa para la mayoría, y cómo construir una cartera que te permita dormir tranquilo aunque los mercados se hundan un 30%.EL LIBRO de La Fórmula del éxito. Aqui lo puedes conseguir
El calor persiste con máximas de 37 grados en el sur, interior y Canarias, mientras que en Asturias y Galicia se esperan tormentas. Zapatero y sus hijas embolsan 4 millones de euros de la trama Plus Ultra, según informes demoledores que revelan conversaciones clave. El expresidente declara la próxima semana. La ley de vivienda cumple 3 años sin surtir efecto; el FMI insta a España a liberar suelo y agilizar la burocracia. 25.000 personas se manifiestan en Madrid por la subida de precios. La Península Ibérica se desplaza 4-6 cm anualmente en sentido horario. En '¡Buenos días, Javi y Mar!', Fernando Martín presenta su
C dans l'air l'invité du 21 mai 2026 avec Bruno Le Maire, ancien ministre de l'Economie et des Finances, actuellement professeur à Lausanne, en Suisse. Il publie Le Temps d'une décision, aux éditions Gallimard. Bruno Le Maire, ancien ministre de l'Economie et des Finances et de l'Agriculture. Il publie Le Temps d'une décision, aux éditions Gallimard. Il y relate ses années de ministre, y décrit les coulisses du pouvoir et les ressorts de la prise de décision tout en pointant les dysfontionements de l'Etat. Il y parle également des Finances publiques : « La dette est notre échec collectif », écrit-il.Un ouvrage qui fait échos à l'actualité du jour, alors que le Premier ministre Sébastien Lecronu doit annoncer en conférence de presse aujourd'hui un nouveau paquet d'aides pour le mois de juin destinées aux secteurs les plus touchés par la hausse des prix du carburant. Aujourd'hui, le FMI a estimé que la réponse en France au choc énergétique doit rester « limitée, temporaire et ciblée ».
FMI's founder once said: "You don't build a business, you build people, and then people build the business." Julie Witecki has spent her career helping leaders in the built environment actually live that out — and in this conversation with Bryce, she gets specific about where most firms fall short. Julie advises executives and ownership teams across construction and AEC on leadership development, talent strategy, people systems, and organizational growth. She brings a perspective shaped by years inside some of the industry's most complex firms, and she's not here to give comfortable answers. This episode covers what firms are still getting wrong about why people leave, how leadership behavior drives retention more than compensation ever will, and what the next generation of leaders in the built environment actually needs to look like. This episode is for firm owners, principals, and anyone in AEC who has ever said "people are our greatest asset" and then wondered why the good ones keep leaving. About Julie Witecki: Julie Witecki is a consultant and advisor at FMI, one of the most trusted management consulting and investment banking firms serving the built environment. She works with leaders across construction, architecture, and engineering on leadership development, people strategy, talent, and organizational growth. Julie is a recognized voice on leadership, culture, and women in the AEC industry. Website: www.fmicorp.com LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/juliewitecki/ What We Cover: Introduction and Julie's career arc advising leaders across the built environment What "trusted advisor" actually means at FMI and how those relationships are built How the definition of leadership success has shifted over the last decade in AEC Doc Fails' founding philosophy — "you build people, and people build the business" — and what that looks like inside firms today Where leaders struggle most when developing people, especially as firms scale What separates firms that say people are a priority from those that actually operate that way How strong leaders balance accountability with empathy in high-pressure environments What firms are still getting wrong about why people leave How employee expectations have shifted post-pandemic and who is adapting well Why leadership behavior drives retention more than compensation, flexibility, or benefits The biggest strategic blind spots holding firms back right now Hard conversations leaders are avoiding that they need to be having What progress for women in construction looks like — and where the work is unfinished How organizations can support women leaders without performative DEI What qualities will define the most effective leaders in AEC over the next decade Julie's one piece of advice for a principal or executive listening today How Julie defines success at this stage of her own career Key Takeaways: Leadership behavior is the number one driver of retention — more than comp, flexibility, or benefits. Firms that don't understand this will keep losing people and blaming the market. There is a difference between saying people are your priority and building systems that prove it. Most firms are still operating on the former. The hard conversations leaders are avoiding — about performance, direction, and accountability — are exactly the ones their teams are desperate to have. Supporting women in leadership isn't a DEI initiative. It's a business decision. The firms that treat it as the latter are the ones making actual progress. The next generation of AEC leaders will need to hold technical credibility and people leadership simultaneously. Firms that only develop one are building a gap.