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Inovação genética e clima favorável impulsionam produção da maçã pelo país. Com superávit de US$ 1,7 bilhão na balança comercial, o agronegócio mineiro alcançou 153 países em janeiro. Crédito rural do Plano Safra empresarial cresce 6% e soma R$ 316,57 bilhões. Geração de emprego no campo cresceu 31,3% em 2025. Tempo: temporais aumentam no Sudeste e chuva volumosa preocupa.
Este ano, as ruas de Paris permanecerão em silêncio durante o período carnavalesco, após o cancelamento definitivo do desfile de rua que vinha sendo organizado pela associação Droit à la Culture (Direito à Cultura), por falta de recursos financeiros e voluntários. Mas o espírito carnavalesco se transforma, virando resistência na periferia ou uma grande festa de amor à beira do Sena. Patrícia Moribe, da RFI em Paris O carnaval de rua em Paris tem suas raízes no século 11, com festejos intermitentes. Abalados pelas guerras, os festejos foram interrompidos na década de 1950, sendo retomados no final do século 20, até a última edição, em 2025. Adriana Facina, antropóloga e pesquisadora do Museu Nacional, professora convidada do IHEAL (Instituto de Altos Estudos da América Latina), em Paris, participou de um estudo comparativo entre 2024 e 2026 sobre as conexões entre coletivos artísticos das periferias do Rio de Janeiro e de Paris, especificamente em Saint-Denis e Stains. Em parceria com a historiadora Silvia Capanema, da Universidade Paris Nord, a pesquisa investigou grupos como o Loucura Suburbana, no Rio, e o Action Créole, que organiza o carnaval de Stains (a 25 quilômetros de Paris), para entender como a cultura supre a ausência de organizações tradicionais. "A gente entende esses coletivos como novos tipos de movimentos sociais contemporâneos, num contexto de enfraquecimento de sindicatos e de formas de partidos populares", disse, em que a arte serve para "produzir uma reivindicação política em seus territórios, no sentido de garantir direitos básicos para a população das camadas populares". Ancestralidade Essa profundidade política e social do ritmo é corroborada pelas pesquisas do musicólogo Lameck, baseado em Paris, que estuda a ancestralidade da música afro-brasileira. Para ele, é essencial entender que "o samba nasce durante a escravidão" e que, em sua origem, não era um ritmo puramente alegre, mas sim um "grito de lamento" nascido no cativeiro. Lameck destaca que a palavra samba significa "reza" no dialeto kimbundo e que a dança e a percussão são linguagens de comunicação para momentos de introspecção e espiritualidade, e não apenas para a festividade vista pelo olhar externo. A pesquisa dos subúrbios do Rio e Paris virou exposição, "Os vagalumes: arte, cultura e esperança nas periferias urbanas do Rio e Paris", em cartaz até 13 de março, no campus da Universidade Paris Nord. Amor sem pressão no Sena Enquanto a periferia se organiza politicamente, o centro de Paris verá o Carnaval ocupar o rio Sena por meio do Baile Bom Brazilian Kiss, no barco Le Mazette. A agitadora cultural Rosane Mazzer, com mais de 30 anos de atuação na França, decidiu aproveitar a coincidência da data com o Dia dos Namorados local (Saint-Valentin) para propor uma subversão: "decidimos inventar uma festa de amor aberto aos amigos e tirar essa pressão de Saint-Valentin, que é uma coisa meio chata. Vamos fazer uma amação geral". As atrações do Baile Bom prometem uma imersão completa na cultura brasileira contemporânea. A programação inclui aulas de samba com Wellington Lopes, a interferência percussiva de 15 integrantes da Batalá Batucada e vários DJs. Para quem gosta de desfile na rua, a prefeitura de Paris confirmou para o próximo dia 5 de julho mais uma edição do Carnaval Tropical de Paris, na avenida Champs-Elysées, um evento que destaca grupos de música e danças tradicionais principalmente das Antilhas (Guadalupe, Martinica, Reunião e Guiana). No ano passado, marcado pela Temporada França-Brasil, o carnaval brasileiro foi o convidado de honra.
Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre beleza natural, entrada da Ju na escola, sobre o marido não trabalhar fora, se pensamos em algum momento voltar para o Brasil, como lido com o luto, maternidade e outras mais que estarão listadas aqui em baixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS00:36 Alice gosta de falar em inglês ou português?02:52 O que você faz para manter um conteúdo inteligente, interessante e não cair na mesmice?06:22 Estou grávida e estamos na França, algum livro pra indicar?06:41 Já pensou em morar no Brasil algum momento ai?13:15 Como a sua família reagiu ao saber que você iria morar fora do Brasil? 14:28 Como é a questão fiscal de vocês? Ganham em reais e gastam em libras? Empresa está onde?17:49 Você já deu chupeta as crianças em alguma situação extremamente pontual?18:12 Essas férias escolares que vão ter agora em fevereiro é de que? Porque sei que ai não tem Carnaval18:49 As escolas ensinam letra cursiva?19:23 Como você fez pra viajar sem a Julia para Los Angeles ainda amamentando?21:17 Você não deu chupeta, né? Como sobreviveu a fase de sucção intensa?21:57 Morgana, vocês conseguiram fazer amizades com os locais?24:17 Lembro que comprou um desumidificador/ purificador. Ajudou a melhorar sua rinite?25:27 Você está assistindo Bridgerton?26:14 Medo de liberar a tela30:07 Pode falar sobre beleza natural e eceitação?32:40 Como você lida com o luto? Fez terapia quando perdeu sua mãe?36:33 Como está a Ju na escola?38:01 Marido não sente falta do mundo corporativo… outros projetos do que ficar em casa?42:39 Porque vocês chamam tia de “dinda”? 43:10 Qual sua opinião sobre Guerreiras do K-pop? É adequado para crianças de 5 anos?LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/pMh1SGxpArshttps://youtu.be/MQiPLrmrVbohttps://youtu.be/5gvBhr3xlbIhttps://youtu.be/YHSfpl_47fAhttps://youtu.be/9_UPWdiWgFYLINK DO DESUMIDIFICADOR DE AR:https://amzn.eu/d/00zK4FrENewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Começa nesta sexta-feira (30) a 48ª edição do Festival Internacional de Curtas‑Metragens de Clermont‑Ferrand. Até 7 de fevereiro, a cidade francesa cercada por vulcões extintos e marcada pela arquitetura de pedra negra volta a receber milhares de profissionais do audiovisual para aquele que é considerado o maior festival de curtas do mundo. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand À medida que as salas ganham filas e as ruas se enchem de credenciais coloridas, Clermont-Ferrand assume outra identidade: a de ponto de encontro global de cineastas, programadores e curiosos pelo formato do curta-metragem. Neste ano, a presença brasileira se espalha pela programação. Quatro curtas competem nas seleções oficiais, enquanto outros dez integram duas sessões no Mercado de Filmes. A participação é fruto de uma articulação entre a Associação Cultural Kinoforum, a Spcine, a Embratur – que estreia na mostra – e o Instituto Guimarães Rosa, representado pela embaixada do Brasil em Paris. O Brasil nas telas de Clermont-Ferrand Anne Fryszman, coordenadora de promoção da Kinoforum, descreve o entusiasmo com a recepção internacional às produções brasileiras e antecipa a presença dos realizadores nas sessões: “Esse ano temos quatro filmes brasileiros em competição, sendo um em competição internacional, 'Frutafizz', outro na competição Labo, 'O Rio de Janeiro Continua Lindo', e dois filmes brasileiros na competição nacional, porque são coproduções França-Brasil, mas são bem brasileiros, com histórias brasileiras, de diretores brasileiros e acontecem no Brasil. É o 'Samba Infinito' e 'Mira'. Já pela programação oficial, estamos muito empolgados, muito felizes, sendo que os quatro diretores vão estar presentes.” Na competição nacional francesa (51 filmes), Leonardo Martinelli apresenta “Samba Infinito”, ficção em que um gari, apesar do luto pela perda da irmã, trabalha durante o carnaval carioca; depois da estreia na Semana da Crítica de Cannes em 2025, o curta conquistou três Kikitos em Gramado. Daniella Saba concorre na mesma mostra com “Mira”, ficção sobre uma adolescente que sonha em ser caminhoneira. Na competição internacional (64 filmes), Kauan Okuma Bueno exibe “Frutafizz”, que acompanha dois colegas de trabalho em viagem pelo interior paulista e desembarca em Clermont‑Ferrand após vencer o prêmio de melhor curta em Gramado. Já na seleção Labo, dedicada às obras mais ousadas e inovadoras (24 curtas em disputa, metade deles documentários), Felipe Casanova apresenta “O Rio de Janeiro Continua Lindo”, híbrido de documentário e carta fílmica construído a partir da voz de uma mãe que perdeu o filho durante o carnaval. Presença ampliada no Mercado de Filmes Além das competições, o Brasil terá duas sessões dedicadas aos seus filmes no Mercado de Filmes. Anne destaca essa ampliação: “São filmes que a gente selecionou, a gente abriu as inscrições em outubro para filmes muito recentes ou em curso de finalização, filmes paulistanos, e fizemos uma seleção. E essa sessão Brazil Shorts from São Paulo é uma sessão com o apoio da Spcine. Mas temos também uma sessão com o apoio da Embratur. São filmes que foram realizados dentro do projeto do edital Brasil com S. São cinco filmes sobre a Amazônia”, conta. O edital da agência brasileira do turismo é uma maneira de incentivar a produção de filmes que mostrem o Brasil. “Eu sou de Clermont e sei que o público daqui espera essas histórias, esses filmes com muita ansiedade. Eles gostam mesmo”, diz a coordenadora de promoção da Kinoforum. A morte de Zita Carvalhosa, em julho de 2025, comoveu o audiovisual brasileiro e também a organização do festival francês. Diretora do Kinoforum e figura fundamental na defesa e difusão do curta-metragem no Brasil e no exterior, Zita foi lembrada como “catalisadora de talentos” por colegas e instituições do setor. Agora, quem assume a coordenação-geral da Kinoforum no festival é Vânia Silva, que chega à Clermont pela primeira vez nesta função. “Embora essa seja a primeira vez que eu vá ao Festival de Clermont, eu estou na Kinoforum há 20 anos. Então, o bacana é ver que cada vez mais os curtas têm ganhado espaço no festival, que é uma iniciativa que a Zita Carvalhosa, alguns anos atrás, vislumbrou de abertura desse espaço para as produções brasileiras. E isso vem crescendo ainda mais. Acho isso muito rico neste momento que o cinema brasileiro está em pauta”, destaca Vânia. Segundo maior festival de cinema da França, atrás apenas de Cannes, Clermont‑Ferrand recebe em média cerca de nove mil inscrições de curtas por ano. Em 2025, atraiu 173 mil visitantes e mais de quatro mil profissionais – números que os organizadores esperam ultrapassar em 2026.
Pessoas perdem grandes quantidades de peso com injeções, mas recuperam em média 0,8 kg por mês após interromper o uso, indica estudo baseado em ensaios clínicos.
Pessoas perdem grandes quantidades de peso com injeções, mas recuperam em média 0,8 kg por mês após interromper o uso, indica estudo baseado em ensaios clínicos.
Mercado global de ativos digitais se aproxima de três trilhões de dólares, com bitcoin liderando mais da metade do valor e stablecoins consolidando uso prático; no Brasil, nova resolução do Banco Central estabelece regras claras para corretoras e amplia confiança dos investidores.
Da recompensa dobrada ao 1º ataque: entenda a escalada de tensões entre EUA e Venezuela nos últimos meses. Temporais ganham força em boa parte do país nesta terça; temperaturas seguem altas no Sudeste e no Centro-Oeste. Caso Master: PF toma depoimentos de Vorcaro e diretor do BC nesta terça, e pode decidir por acareação. Barraca onde casal de turistas foi espancado em Porto de Galinhas é interditada por uma semana. Governo divulga calendário de feriados e pontos facultativos em 2026; veja datas.
Nova base de dados da Unctad inclui valor do comércio na internet; especialistas defendem cooperação internacional e adoção de ferramentas inovadoras de medição de dados para negócios online.
Influenciadores brasileiros estão no centro de um esquema bilionário de bets ilegais. A estratégia é divulgar plataformas não autorizadas pelo governo em seus perfis no Instagram, simular ganhos fáceis em jogos, como o famoso tigrinho, e, com isso, lesar jogadores e o próprio governo brasileiro, que deixa de arrecadar imposto de um mercado que só cresce. “Eles fingem que estão ganhando muito dinheiro, mas isso não acontece. É golpe”, afirma a repórter Camila Brandalise, que acompanhou 86 perfis no Instagram fazendo publicidade de bet ilegal e fala sobre o tema no episódio de hoje do UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo. Segundo estudo do Instituto Locomotiva, três em cada quatro apostadores já fizeram apostas ilegais. E 80% deles nessas plataformas chegam por meio dos influenciadores. #uolprime #PodcastUOLPrime
Convidada: Yasmin Freitas (Aluna de Engenharia Civil da UFSB)
Conhecer o universo de pensionistas em Portugal é determinante para avaliarmos a nossa realidade económica e social e refletir sobre que políticas públicas são mais adequadas. O Banco de Portugal procura dar um contributo no Boletim Económico de dezembro, incluindo um estudo sobre as pensões de velhice e as principais características dos seus beneficiários. Duas das autoras, Sharmin Sazedj e Lara Wemans, economistas do Departamento de Estudos Económicos, são as convidadas deste episódio.Errata: aos 6m24, quando é referido que "a idade média da reforma aumentou oito anos e meio", deveria ter sido dito que "a idade média da reforma aumentou oito meses e meio".
Primeiros empregos, uma sinfonia no Dejajero e uma aula de francês com Manuel Cardoso.
[Patrocinado] Conheça as oportunidades oferecidas pela Deel aqui: deel.com/estrategiaJoesley Batista, coproprietário de um vasto império empresarial liderado pela gigante global de processamento de carnes JBS, tem se posicionado discretamente como um elo que tenta aliviar as tensões políticas entre o governo Trump e o regime governista da Venezuela.Joesley viajou a Caracas na semana passada em uma tentativa de persuadir o presidente Nicolás Maduro a atender ao apelo de Trump para renunciar e permitir uma transição pacífica de poder, de acordo com pessoas com conhecimento da viagem que falaram com a Bloomberg News.
O Ministro do STF Alexandre de Moraes causou polêmica ao defender o aumento salarial para juízes em um encontro do CNJ em Florianópolis, sendo calorosamente aplaudido pelos presentes.A declaração foi criticada como um sinal de "desprendimento da realidade" e hipocrisia, dado que o salário atual de um ministro do STF é de R$ 46.366,19.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Desde seu lançamento, há dois anos, o Protocolo Não se Cale está presente para proteger mulheres em espaços de entretenimento, como bares, eventos e casas noturnas. A iniciativa agora se expande também para academias e centros esportivos por meio da parceria com o Conselho Regional de Educação Física de São Paulo (CREF4-SP) e em clínicas e consultórios, em parceria com o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.
A Assembleia Legislativa de Santa Catarina foi palco, de um grande evento literário: o lançamento de “Você, Heroína da sua História”, segundo volume da coleção de biografias assinada pela escritora Ana Lavratti. A obra reúne as memórias de 30 lideranças femininas, selecionadas após rigorosa curadoria, e entrelaça suas trajetórias em mais de 300 páginas dedicadas à força da superação. Autora de 13 livros e vencedora do Prêmio Catarinense de Literatura com “Você Mulher Ainda Mulher”, Lavratti reforça que o foco do novo volume não está no sucesso, mas no caminho que leva até ele — muitas vezes marcado por entraves, quedas e reinvenções. “Vencedor não é apenas quem chega ao topo, mas quem transforma as dificuldades em aprendizado”, destacou a escritora em entrevista ao Cruz de Malta Notícias, concedida nesta quinta-feira (27). As protagonistas da obra representam os mais variados setores da sociedade: do agro à tecnologia, da indústria ao comércio, da política à magistratura, dos serviços ao associativismo. Todas são referências em suas áreas e possuem histórias capazes de inspirar diferentes gerações. Confira quem são as mulheres retratadas no livro: • Ana Cristina Lavratti, autora • Ana Luisa Schmidt Ramos, juíza de Direito • Astrid Barato, CEO da Carbonífera Catarinense e presidente do Sindicato Carvão+ • Csele L. Braga, CEO da Interseas, Prêmio ACIF Mulheres que Fazem a Diferença • Daniela Tombini, empresária e Comenda do Mérito Industrial da FIESC • Denise MaidanchEN, CEO da Quanta Previdência, coordenadora LIDE Mulher • Diles Terezinha Tombini, psicóloga e professora aposentada • Gilvana Ribeiro, diretora da GTS Indústria de Máquinas Agrícolas • Iriana Custódia Koch, advogada e diretora voluntária da AMUCC • Janelise Royer, conselheira da Expresso São Miguel, ex-presidente do CEME/Facisc • Kelly Graff, administradora em intercâmbio na Sorbonne Nouvelle, Paris • Luísa Guedes, médica, referência em Ginecologia Regenerativa • Marcilene Ghisi, professora com deficiência visual, voluntária na Associação Catarinense para Integração do Cego • Maria Regina de Loyola Rodrigues Alves, presidente da Cia Fabril Lepper, primeira mulher a presidir a ACIJ • Marlene Fengler, ex-deputada estadual e secretária-geral da presidência da ALESC • Melina Costa, fundadora da Trends Content e diretora da ADVB • Michelle Machado, fundadora da Clínica Michelle Machado • Mikiko Nishida, fundadora do Shiatsu MiMa • Patrice Gaidzinski, fundadora da Posterità • Paula Lunardelli Guimarães, CEO da Prevision e fundadora da DOM Senior Living • Roberta de Freitas Olsen, terapeuta integrativa e analista comportamental • Rosana Saraiva Pizzanelli, fundadora do restaurante Píer 54 • Rosemari da Silva, presidente da Loja do Guarda-Pó e vencedora do Prêmio ACIF Mulheres que Fazem a Diferença • Saviany Monteiro, franqueada Evviva em Florianópolis • Sheine L. Braga, COO da Interseas • Sílvia Coleraus de Souza, diretora da Maná Alimentação e Facilities • Solange Natalina Borghesan, CEO da Exatacon e diretora de mercado da ACIF • Telma Lenzi, psicóloga e terapeuta colaborativa dialógica • Thayni Librelato, executiva da Librepar e primeira mulher a presidir a ACIO • Walérya Carriço, psicóloga, C-Suite Coach e Board Advisor com carreira internacional A obra chega ao público como um convite para olhar a própria trajetória com mais compaixão e coragem, reconhecendo que os desafios também moldam heroínas reais — mulheres que seguem abrindo caminhos, inspirando e transformando a sociedade catarinense e brasileira.
Termina esta terça-feira, 25 de Novembro, em Luanda, a 7.ª Cimeira União Africana–União Europeia, sob o lema “Promover a Paz e a Prosperidade através do Multilateralismo Eficaz”. Sérgio Calundungo, Coordenador do Observatório Político e Social de Angola, afirma que esta reunião de alto nível “é o palco ideal para se fazer um reset, dado o seu simbolismo pós-colonial, e criar uma parceria mais justa e equilibrada”. A cimeira de Luanda marca os 25 anos da parceria estratégica União Europeia–União Africana. Que balanço se pode fazer desta parceria? Devia haver o reconhecimento de que o modelo anterior, muito assente na ajuda dos países da União Europeia África, está esgotada do ponto de vista moral e político. Acredito que a cimeira de Luanda é o palco ideal para se fazer um reset, dado o seu simbolismo pós-colonial. Um reset para uma parceria mais justa, mais equilibrada? Sim. Eu acho que o sucesso desta cimeira, ao contrário do que se fazia anteriormente, já não se mede pelo volume de fundos prometidos, mas pela demonstração de que há uma clara mudança de mentalidade. Ou seja, há uma predisposição do lado da União Europeia para abordar a relação não mais como aquele projecto de caridade, como o grande doador, mas como um investimento estratégico, num parceiro que é fundamental para os desafios globais. Estamos a falar da segurança climática, do problema das migrações e da inovação digital. Há aqui uma clara tendência de mudança que deve evoluir de um instrumento de influência para um mecanismo de corresponsabilidade, porque muitas vezes a ajuda que era prestada a esses países era vista sobretudo como um instrumento de influência. E aí poderá estar o ponto de viragem. Esta reunião acontece numa altura em que a União Europeia tenta impor-se face a concorrentes como a China, a Rússia e outros países. Exactamente. Eu creio que deve haver um novo paradigma. Em vez de a União Europeia chegar com soluções ou com a sua agenda de interesses, a cimeira deve lançar bases para o diálogo permanente sobre temas específicos: transições energéticas; quais são os interesses dos países africanos? Quais são os interesses da União Europeia para haver uma transição energética justa? Criação de emprego jovem, governação em termos de assuntos globais. Penso que europeus e africanos, independentemente de depois virem os asiáticos, os norte-americanos ou outros povos, deviam estar nesta fase a desenhar juntos políticas e investimentos cujo objectivo final é uma parceria perceptível e benéfica para cidadãos comuns que estão em Luanda, em Paris, em Lisboa. Que as pessoas pensem que, desta parceria, os cidadãos dos diferentes Estados europeus e africanos sintam melhorias concretas. No centro da agenda está o mecanismo Global Gateway. Este mecanismo poderá contribuir para uma parceria mais justa? A expectativa é que este mecanismo global signifique também uma mudança não só de narrativa, mas sobretudo de mentalidade na interacção entre os povos. Mas, por enquanto, por mais queiramos ser optimistas, a prudência ensina-nos a dizer: “Está lançada uma base. Vamos ver como é que isto se materializa”. A presidente da Comissão Europeia afirmou que a economia global está mais politizada do que nunca, com tarifas e barreiras comerciais utilizadas de forma agressiva. Ursula von der Leyen admitiu que, face a este cenário, a resposta está numa parceria mais forte entre o continente africano e a Europa. O ponto de partida é o comércio. Acredita que esta é a melhor solução para os dois continentes? O comércio foi sempre o grande mote que impulsionou a interacção entre os povos. Quando os navegadores europeus se lançaram pelos mares e tiveram contacto com outros povos, foi exactamente o comércio a mola impulsionadora. Agora é urgente um outro tipo de comércio que assente em vantagens mútuas, dos vários países. Um comércio feito com corresponsabilidade de ambos os povos e assente noutras bases. É preciso que o continente africano também ganhe com este comércio? Eu acredito que há aqui elementos que têm de ser tidos em conta. O primeiro é que esta prosperidade gerada pelo comércio não foi partilhada historicamente - e esta é a grande queixa dos países africanos, ainda que também haja responsabilidades próprias. Não podemos culpar apenas os outros povos. A prosperidade rendeu para alguns povos e para algumas pessoas de ambos os lados; não foi é justamente partilhada. Portanto, a prosperidade partilhada, a responsabilidade com as questões ambientais e sociais inerentes ao comércio e aos projectos é essencial. Ou temos a capacidade de transformar o peso histórico das relações comerciais, que teve muitas vezes um peso negativo, ou não avançamos. É preciso uma parceria comercial entre entes verdadeiramente iguais - e isto nem sempre foi assim. A grande queixa de África é precisamente essa. Reconhecer as mais-valias do continente em termos de recursos minerais, energias renováveis e até também o seu papel nas questões de segurança. É isso a que se refere? Exactamente. É importante incluir abordagens como a capacitação humana. Os nossos recursos naturais são importantes, mas mais importantes ainda são os africanos, as pessoas, e as pessoas contam. É importante trazer ao debate a sustentabilidade, a igualdade de género. Mais do que recursos minerais, mais do que recursos naturais, importa considerar a implicação da exploração desses recursos na sustentabilidade. Que cada negócio com África tenha em conta, no mínimo, três elementos: se é economicamente viável, se é socialmente justo e se é ambientalmente sustentável. A questão migratória está também no centro desta cimeira. O que se pode esperar da política migratória da União Europeia para com o continente africano? A política migratória é incontornável. Há uma crise do paradigma da política migratória europeia. África está num impasse porque a migração foi sempre tratada como uma questão de segurança e controlo, e não como uma questão de desenvolvimento humano, de oportunidades. A nível da União Europeia, sobretudo na ala mais conservadora, o tema é movido pelo pânico político interno. Isto não é apenas uma questão de segurança e controlo de fronteiras; é uma questão de desenvolvimento humano e de oportunidades para os africanos. Há africanos retirados das condições básicas no seu próprio território, o que os obriga a migrar. E era importante deixarmos de olhar para isto com hipocrisia. Temos de debater as causas profundas. Que levam os africanos a deixar o país? Sim. As guerras em África têm uma dimensão internacional muito grande, com vários tipos de interesses. Muitas vezes podem não ser muitos Estados, mas há instituições e empresas ligadas à União Europeia com interesses… Ganham com a instabilidade no continente? Exactamente. Veja o que acontece na RDC, a exploração do Congo. Eu acredito que os países têm de olhar para isto sem grandes complexos e apontar as causas. E dar as respostas certas? Dar as respostas certas, sim. Acho que é isso. A cimeira é também uma oportunidade para se falar desses aspectos. O chefe de Estado de Angola, que lidera a presidência rotativa da União Africana, apelou a mecanismos de reestruturação da dívida mais justos e a uma reforma da arquitectura financeira mundial, dando mais peso aos países africanos nas instituições financeiras internacionais. O apelo de João Lourenço será levado em conta? Eu acredito que o Presidente esteve muito assertivo e corporiza muito do que várias vozes africanas têm defendido. E, antes de falar da reforma da arquitectura financeira internacional, fala-se já da reforma dos grandes sistemas - como o sistema das Nações Unidas. Não faz sentido termos um sistema montado desde 1945 ou 1947 pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial. A União Europeia tem vários países membros do Conselho de Segurança. Sem hipocrisias, poderia ser a primeira a dar o empurrão para que essa reforma ocorra. A segunda reforma necessária é claramente a do sistema financeiro internacional. Os africanos já perceberam que aquilo que recebem, como ajuda ou doação, é muitas vezes inferior ao que sai dos seus países, por vezes de forma ilícita. Há uma fuga enorme de capitais. Há um sistema internacional que, por vezes de forma ilegal, facilita isso. É uma hemorragia de recursos financeiros do nosso continente. Faz sentido, portanto, repensar. E há ainda a questão da Ajuda Internacional ao Desenvolvimento. Eu acho que o Presidente da República de Angola assume aqui um posicionamento que tem sido defendido por muitas vozes em África e também, embora minoritárias, na Europa. Ou seja, que seja reconhecido o peso do continente africano? Que seja reconhecido o peso e que seja reconhecida a necessidade de uma nova arquitectura financeira. No fim destas cimeiras fazem-se grandes promessas, renova-se a esperança e o compromisso. Mas, com este sistema financeiro, não chegamos lá. Há que o renovar. O sistema financeiro é um instrumento fundamental para materializar aquilo a que nos comprometemos neste tipo de cimeiras. A FLEC-FAC instou a União Europeia e a União Africana a tomarem medidas práticas para garantir o processo de descolonização de Cabinda, permitindo ao povo de Cabinda exercer o direito à autodeterminação. Acha que esta questão estará em cima da mesa? Tenho muitas dúvidas de que esta seja uma questão que estará em cima da mesa, até porque imagino que Angola, nesta cimeira, está reunida entre pares e, até onde sei, todos os países reconhecem o território angolano como uno e indivisível. Portanto, não vejo como poderá ser acolhida. Entendo que, para a FLEC, é sempre uma boa oportunidade para lançar ao público a sua reivindicação histórica. Mas não acredito que os líderes presentes nesta cimeira dediquem tempo a discutir isso, até porque este é um tema tabu e muitos entenderiam esta discussão como ingerência em assuntos internos do nosso país.
No sudeste, maiores acumulados para os próximos dias ficam para regiões de MG
Lei Complementar 186 permite aplicação dos recursos até o final de 2025 e amplia investimentos na área.
Negócios brasileiros ganham força e estrutura em Portugal.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
O episódio apresenta um projeto que une esses três pilares, os Escritórios Verdes 2.0 da JBS, em curso tanto na Amazônia quanto no Cerrado brasileiro. Liège Correia e Silva, diretora de sustentabilidade da companhia, comenta como a iniciativa transforma, na prática, o dia a dia dos pequenos pecuaristas. Muitos desses produtores enfrentam desafios históricos de acesso a crédito, tecnologia e regularização ambiental. O projeto ajuda a superar essas barreiras e a incluir esses produtores na nova economia de baixo carbono. A apresentação é do jornalista Eduardo Geraque, com produção do Estadão Blue Studio, com patrocínio da JBS. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os muros da Gávea começaram a ganhar novas cores e formas nas comemorações dos 130 anos do Flamengo. Seis artistas foram escolhidos para retratar a história rubro-negra em painéis dedicados ao remo, ao manto sagrado, à torcida e a São Judas Tadeu. A ação integra o calendário oficial do clube e teve participação de Ruy Castro, autor de O vermelho e o negro, em evento especial de abertura.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Flamengo130Anos
Precipitações ainda não chegam a boa parte do nordeste
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Neste episódio, o jornalista Thomaz Gomes, especialista em tecnologia e inovação, conversa com Fernanda Belchior, diretora de Comunicação e Marketing da Elea Data Centers, sobre o crescimento do setor de data centers no Brasil e sua relação com a transição energética.Durante a conversa, Fernanda Bilquior apresentou uma visão em que a energia se afirma como o novo eixo da transformação digital, reposicionando o Brasil no mapa global da inovação. Segundo ela, os data centers deixaram de ser apenas infraestrutura tecnológica para se tornarem pilares estratégicos de um ecossistema que conecta tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento econômico.Fernanda também destacou que o país vive uma janela de oportunidade única, impulsionada pela abundância de energia limpa, pelos avanços regulatórios e pela colaboração crescente entre empresas, governo e academia , fatores que podem consolidar o protagonismo brasileiro na nova economia digital e sustentável.O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Com Anselmo Crespo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lei em vigor retira limite de 20% e garante ingressos mais baratos nos setores sem cadeiras.
O Governo de São Paulo realizou, nesta quinta-feira (25), no Palácio dos Bandeirantes, uma cerimônia de formatura que marcou a celebração da conclusão de cursos dos programas Escola de Qualificação e Caminho da Capacitação, coordenados pelo Fundo Social de São Paulo. O evento reuniu 531 formandos de seis Centros de Integração da Cidadania, oito Escolas de Qualificação e cinco carretas itinerantes, simbolizando, de forma representativa, todos os concluintes de 2025 até o momento.
Lorenzo Junqueira aponta fatores de alta da arroba, enquanto o evento “Vozes da Pecuária” destaca histórias reais e soluções sustentáveis.
Lorenzo Junqueira aponta fatores de alta da arroba, enquanto o evento “Vozes da Pecuária” destaca histórias reais e soluções sustentáveis.
Henrique Rett, engenheiro de alimentos da Epagri na região de Joinville, explica como desidratar alimentos, as vantagens para o produtor e os cursos oferecidos para tanto. Ouça também no Panorama Agrícola uma entrevista sobre agricultura regenerativa, produtora de ambientes e colheita de saberes contínuos.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Confira o Fechamento de Mercado desta terça-feira (02)
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Mais um jogo anunciado por Xbox não verá a luz do dia. Desta vez aconteceu com Contraband, que estava em desenvolvimento pela Avalanche (a de Just Cause). Falamos disso, da linha My Nintendo voltada a crianças, Ghost compartilha suas impressões do beta de Battlefield 6 e mais.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:00:00 - Ghost jogou o beta de Battlefield 617:00 - O desenvolvimento de Contraband foi paralisado34:00 - Nintendo anuncia linha My Mario para crianças pequenas44:00 - Nightdive lança remasterizações "definitivas" de Heretic e Hexen52:00 - Três anos após ter sindicado reconhecido, QA da Raven consegue firmar contrato56:00 - Veteranos de jogos de ritmo fundaram uma nova RedOctane1:01:00 - Rápidas e curtasVenha fazer parte do Discord do Overloadr! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Muitos brasileiros estão investindo na Itália em imóveis para alugar no Airbnb, especialmente nas principais cidades italianas.Além da renda com aluguel por temporada, o investimento atrai por estar em um país estável e com moeda forte.O convidado de hoje é Otavio Nanni, da Casa Nanni, que mostra um investimento recente de um cliente na cidade de Lucca.Nessa série queremos te ajudar a escolher seu imóvel na Itália, a investir e entender mais sobre o mercado.L'ITALIA è QUI!Quer buscar seu imóvel na Itália? Te ajudamos!Agende um horário: https://calendly.com/casananni/new-meetingDúvidas sobre a cidadania ? Fale com Zanlorenzi: https://wa.me/message/X5IQUMQ3GHHWD1
Saiba mais sobre a Motorola for Business pelo site:https://encr.pw/dXaANEste boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Apostas em cortes de juros do Fed também mantêm sentimento positivo do investidor
Bolsas ganham força com avanços comerciais e olho no PCE. Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Seja apoiador do X do ControleCompre seus jogos na Nuuvem! Neste episódio de O X do Controle News, Guilherme Dias e PH Lutti Lippe reportam e discutem as principais notícias da semana no mundo dos games. Em pauta: as próximas gerações de PlayStation e Xbox ganham suas primeiras informações oficiais, a Sony decide adiar Marathon, a Nintendo divulga mais detalhes de Donkey Kong Bananza, a Warner Bros. reestrutura sua divisão de games, e mais.MARCAÇÕES DE TEMPO(00:00) - Abertura(08:28) - Próximos PlayStation e Xbox ganham informações(28:19) - Marathon é adiado(36:26) - Donkey Kong Bananza tem detalhes revelados(45:16) - Warner passa por reestruturação(52:18) - Rapidinhas(59:09) - EncerramentoCRÉDITOSApresentação: Guilherme Dias e PH Lutti LippeRoteiro: Guilherme DiasEdição: Gabriel SalesThumbnail: Lucas G. FerreiraSiga o XdC: YouTube| Instagram | Bluesky | Threads | Tik TokNossas plataformas e redesContato: contato@xdocontrole.comContato para anunciantes e parcerias: comercialxdc@gmail.com
Acomodação e alimentação gratuita dentro do navio são alguns dos atrativos desse tipo de trabalho, além de salários.Mas há pontos desafiadores, como rotina atípica e cansativa.
Entrevista com Rodrigo Costa - Analista da PINE Agronegócios e Contribuidor no TC Investimentos
Esta semana passamos em revista a jornada do fim de semana, com vitórias dos primeiros 4 classificados. Abordamos também as épocas de Vitória e Estoril e falamos da batalha dos últimos. Boavista, Farense e AVS estão mais próximos do Estrela da Amadora e reacenderam a luta pela manutenção. Falamos sobre as praticamente resolvidas meias-finais da Taça de Portugal e terminamos com a boa vida de Vítor Pereira em Wolverhampton, no seguimento da vitória do Wolves sobre o United de Amorim. O Phillipe Vieira não esteve presente por razões Papais, por isso, este episódio foi mais soltinho...
A revista britânica The Economist afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, é um juiz com “poder excessivo” e que a Corte deveria exercer seus poderes com “moderação”. Moraes é chamado de “juiz superstar” pela publicação, que aponta que o Supremo está “sob julgamento”.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. “Atenção você que é leitor de O Antagonista e Crusoé e ainda não é nosso assinante. Estamos chegando na reta final da promoção de 30% de desconto para novas assinaturas de 2 anos. Clique agora no link e faça como Carmelina Dias e Felipe Coelho, que agora usufruem do acesso integral ao conteúdo de O Antagonista e Crusoé em uma navegação livre de anúncios invasivos. Apoie o jornalismo independente. Assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) Desconto de 30% aplicado sobre os valores vigentes do Combo anual | Promoção não cumulativa com outras campanhas vigentes.
José Inácio Pilar traz para você vai saber quanto ganha cada apresentador da Rede Globo,assim como os atores e atrizes e até figurantes, além de um novo e terrível dilema doCafé Pelando para você responder nesse Café Antagonista.Café Antagonista 2025 é o seu ponto de encontro semanal para ficar bem informado. Apresentado por José Inácio Pilar, o programa vai ao ar todas as quintas-feiras, às 13h30, trazendo uma análise inteligente dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo. Com um jornalismo independente e sem amarras, debate política, economia, notícias e bastidores exclusivos com um olhar crítico e direto. Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder nenhuma edição do Café Antagonista 2025! #caféantagonista Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
‘Operários de dados' executam nos bastidores uma série de microtarefas essenciais para aperfeiçoar sistemas - mas são malpagos e têm que acumular empregos.
O Narrativas é um programa que aborda os principais temas da atualidade sobre o aspecto do fato, das narrativas da direita e da esquerda e da opinião da colunista Madeleine Lacsko. O programa vai ao ar de segunda a sexta às 17h. Leia a coluna de Madeleine Lacsko no Antagonista. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br