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Una fe prestada que no te queda a la medida Pudiera ser que muchos de nosotros tenemos una visión de lo divino que, no solamente es irrelevante a la vida cotidiana, pero además, viene de una cultura que no nos conoce. La teología siempre tiene acento. La pregunta es si ese acento es el nuestro y nos representa. Lamentablemente, la teología de los otros no siempre te queda a la medida. Para bien o para mal, muchos de nosotros heredamos esas percepciones de cómo es Dios y como debemos vivir la vida sin, realmente, cuestionarlas. En esta segunda parte de nuestra conversación, el Dr. Elimelec Cordero y Juan David Correa, profesores del Seminario Bíblico Hispano de Chicago, nos comentan sobre una teología del cada día que verdaderamente nos pertenece.Dona a Radio Moody: https://give.moodyradio.org/radio-moody/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Venticinque anni dopo i fatti del G8 di Genova torna nelle sale Diaz. Don't clean up this blood di Daniele Vicari. Backrooms e Obsession sono due film horror indipendenti che stanno ridefinendo i confini, anche estetici, del genere. L'artista cinese Cao Fei mette a confronto le tradizioni ancestrali del suo paese con la nuova agricoltura intensiva a base di droni, sensori e algoritmi. Figli della foresta è il titolo di una graphic novel di Igiaba Scego e Chiara Abastanotti che affronta la disumantità pseudoscientifica del colonialismo italiano.CONDaniele Vicari, registaLucia Magi, giornalista corrispondente da Los AngelesChiara Costa, capo della programmazione di Fondazione PradaIgiaba Scego, scrittrice e collaboratrice di InternazionaleChiara Abastanotti, fumettista e illustratriceCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
Una fe prestada que no te queda a la medida ¿La teología que cargas es tuya, o te la prestaron? Pudiera ser que muchos de nosotros tenemos una visión de lo divino que, no solamente es irrelevante a la vida cotidiana, pero además, viene de una cultura que no nos conoce. La teología siempre tiene acento. La pregunta es si ese acento es el nuestro y nos representa. Para bien o para mal, muchos de nosotros heredamos esas percepciones de cómo es Dios y como debemos vivir la vida sin, realmente, cuestionarlas. Es cómo un traje prestado hecho a la medida de otro cuerpo. Es una visión con sus propias reglas de quién habla y quién, siempre, debe escuchar. En este episodio conversamos con el Dr. Elimelec Cordero y Juan David Correa, profesores del Seminario Bíblico Hispano de Chicago sobre una teología del cada día que verdaderamente nos pertenece.Dona a Radio Moody: https://give.moodyradio.org/radio-moody/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pensar o amanhã possível exige a coragem de nomear o presente pelo que ele é. A professora Edna Castro passou as últimas décadas provando que as respostas para adiar o fim do mundo não virão dos mercados de carbono, mas das racionalidades milenares que o poder colonial tentou apagar. No quinto episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe a socióloga Edna Castro, professora emérita da Universidade Federal do Pará (UFPA), doutora pela Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais em Paris, com pós-doutorado no Centro Nacional da Pesquisa Científica (CNRS). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo “Utopias Amazônicas: para ser possível amanhã”, um ensaio contundente que desconstrói as narrativas sedutoras do capitalismo verde para propor outras formas de imaginar o futuro a partir do chão da floresta. Conversamos sobre as temporalidades em disputa, o avanço do neoextrativismo 4.0, a captura mercadológica da bioeconomia de escala e a urgência de uma ciência pública e política capaz de decodificar o poder pós-COP30. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que o poder colonial tentou apagar, e que os povos da Amazônia, em sua tecelagem milenar de reexistências, nunca deixaram de habitar.
Malinconia dei confini. Nord è l'ultimo romanzo dello scrittore francese Mathias Énard ed è il primo volume di una trilogia legata alle stagioni e ai punti cardinali. Il nuovo film di Pedro Almodóvar, Amarga Navidad, è una riflessione sull'autofinzione e sulla natura della creazione artistica. Alla fondazione Rovati di Milano una mostra curata dallo storico dell'arte e archeologo Salvatore Settis s'interroga sulla ricorrenza di un gesto che esprime dolore: dai sarcofagi romani a Guernica di Picasso.Yekatit 12 di Andrea Sestante è una graphic novel che racconta la resistenza etiope contro il colonialismo italiano fascista. CONYasmina Melaouah, traduttriceMaria Sole Colombo, critica e curatrice cinematografica Vincenzo Latronico, scrittoreAndrea Sestante, fumettistaCi piacerebbe sapere cosa pensi di questo episodio. Scrivici a podcast@internazionale.it Se ascolti questo podcast e ti piace, abbonati a Internazionale. È un modo concreto per sostenerci e per aiutarci a garantire ogni giorno un'informazione di qualità. Vai su internazionale.it/abbonatiConsulenza editoriale di Chiara NielsenProduzione di Claudio Balboni e Vincenzo De SimoneMusiche di Tommaso Colliva e Raffaele ScognaDirezione creativa di Jonathan Zenti
"Não nos cabe dominar todas as marés do mundo, mas fazer o bem no tempo que nos foi dado." J.R.R. TolkienEu e o Thiago Vespa (coincidentemente ambos de branco) mergulhamos em um debate profundo que une fé, literatura e o absurdo do mercado de tecnologia.Começamos discutindo a nova encíclica do Papa Leão 14, "Magnífica Humanitas", a primeira carta oficial do seu pontificado dedicada a orientar sobre IA, moral e sociedade. O Papa traz um alerta crítico: a IA não é neutra e pode ampliar desigualdades através do que ele chama de "colonialismo digital", onde algoritmos controlados por elites tecnológicas ditam regras e influenciam democracias.Mas o papo esquenta quando falamos sobre a nova moda no Vale do Silício: medir a produtividade dos funcionários pela quantidade de tokens consumidos. Discutimos como essa métrica é absurda e serve apenas para inflar a "bolha da IA", transformando o colaborador em um cliente forçado da própria empresa.O que você vai encontrar neste episódio:- O Papa é pop (e assiste o Papo de UX?): os detalhes da carta papal que defende uma civilização mais humana e justa frente à automação de guerra e à substituição da natureza humana;- IA vs. faca: a reflexão sobre se a ferramenta é realmente neutra ou se os algoritmos de terceiros já vêm com "vieses de fábrica";- O paradoxo da produtividade: por que gerar mais código ou gastar mais tokens não significa gerar mais valor, e como ser produtivo gastando menos;- Fim do significado humano: a análise de que o ser humano não pode ser reduzido a um conjunto de dados.A IA deve servir para nos liberar para atividades mais criativas, não para nos prender em métricas vazias de processamento.Deixe seu like, ative as notificações e comente: você concorda com o Papa sobre a IA não ser neutra ou acha que o problema são apenas as pessoas?Notícias comentadas- Carta do Papa Leão XIV https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/encyclicals/documents/20260515-magnifica-humanitas.html- Meta transforma uso de IA em disputa interna por produtividade entre funcionários https://exame.com/inteligencia-artificial/meta-transforma-uso-de-ia-em-disputa-interna-por-produtividade-entre-funcionarios/Participe do Clube do Papo https://papodeux.com.br/clube/Mentoria com Luan Mateus https://mentoria.luanmateus.com/News do Papo https://papodeux.substack.comInstagram Papo de UX http://instagram.com/papodeux/LinkedIn Luan Mateus https://www.linkedin.com/in/luanmateus/LinkedIn Thiago Vespa https://www.linkedin.com/in/thiagovespa/Instagram Thiago Vespa https://instagram.com/thiagovespa
Estímulo à transição pro cultivo de commodities, como milho e soja, à base de muito agrotóxico e fertilizante. Essa é uma das maneiras de cooptação da assistência técnica e extensão rural pelo agronegócio no Brasil, ligada à ideia de progresso da ditadura militar. Neste episódio, discutimos os caminhos que levaram o país a uma Ater alheia aos contextos locais, e as alternativas que podemos buscar para garantir a autonomia camponesa. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Jack London (San Francisco, 1876-California, 1916) es uno de los autores esenciales de la literatura norteamericana, autor de 'La llamada de la selva', 'Colmillo blanco', 'Lobo de mar' o 'Martin Eden', pero también fue un magnífico autor de relatos. 'Relatos de los mares del sur' recoge las experiencias vividas durante el viaje que realizó entre 1907 y 1909 a Polinesia. Se publicó por primera vez en 1911.
A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio hablamos con Sara Bourehiyi, ecofeminista y activista antirracista, también forma parte de Conciencia Afro, sobre el poder FÓSIL, COLONIALISMO, EXTRACTIVISMO y cómo debemos de enfrentarnos antes toda esta panda de tecno oligarcas que miran con ojitos a GROENLANDIA. _________________ GREENFLAGS, el videopodcast de Greenpeace, con Climabar e Inés Hernand Siempre gratis en todas las plataformas Súmate a Greenpeace: https://go.greenpeace.es/49mEZJR #podcast #videopodcast #medioambiente #cultura #sociedad #ecologismo
O que poderia ser uma divergência científica corriqueira virou uma aula sobre colonialismo. Criada por pesquisadores brasileiros, a Classificação NOVA conquistou espaço ao colocar os ultraprocessados no centro do debate sobre obesidade. Mas a aceitação despertou resistências no Norte, muitas vezes por pesquisadores apoiados por corporações. Como pano de fundo, o debate sobre quem tem o direito à inovação. A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos. Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira uma resolução que declara a escravatura como o "Crime mais grave contra a Humanidade" e defende o princípio de reparações históricas. Sobre os 193 Estados-membros da ONU, uma maioria de 123 votou a favor desta iniciativa lançada pelo Gana em nome da União Africana. 52 Estados, entre os quais países europeus como a França, o Reino Unido, Espanha e Portugal, antigos colonizadores, optaram pela abstenção, enquanto três outros países, os Estados Unidos, Israel e a Argentina votaram contra a resolução que, apesar de não ser vinculativa, abre a via para reparações, pedidos de desculpas, compensações para os descendentes das vítimas, restituição de obras de arte e objectos com significado documental, espiritual ou simbólico que foram pilhados. Reconhecida como "Crime contra a Humanidade" em 1998 pelo Tribunal Penal Internacional e em seguida pela ONU em 2001, a escravatura e o tráfico de seres humanos escravizados envolveu, segundo estimativas da UNESCO, 15 a 20 milhões de africanos que foram deportados para a América e as Caraíbas entre os séculos XV e XIX. Apesar de os países que colonizaram e praticaram o tráfico de seres humanos escravizados reconhecerem paulatinamente este passado, a França tendo votado em 2001 uma lei qualificando a escravatura como "Crime contra a Humanidade", enquanto o antigo Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa pediu desculpa pela colonização em 2023, sobra muito caminho por percorrer. Para Benigna Zimba, historiadora moçambicana especialista da História da escravatura, o passo dado ontem é de grande importância. RFI: O que representa a resolução votada ontem na Assembleia Geral da ONU? Benigna Zimba: Esta aprovação de uma resolução com este conteúdo é um passo extremamente grande e eu diria, de uma dimensão quase que incalculável, porque nós estamos a falar de escravização. Este conceito, que é também relativamente novo, durante décadas, sempre viemos falando de escravos e são as próprias Nações Unidas que nos levaram a este passo de uma certa "Humanização" de todo este processo. A partir de agora, todo aquele crime, tudo aquilo que está ligado ao processo que nós, durante muitos anos, chamamos de escravização, de tráfico de escravos, de tráfico de pessoas, passa a ter o estatuto de crime agravado a nível mundial. Está certo que aqui em África e é em África onde nós temos a maior incidência para aquilo que a partir de agora é considerado como crime agravado. Mas este crime só se agrava com a intervenção dos outros intervenientes, para onde os escravos foram e eram levados. E aqui permitam-me que volte de novo, um pouco atrás. O primeiro passo que as Nações Unidas deram, não o primeiro, um dos passos importantes que as Nações Unidas deram neste processo que permite hoje que coloquemos este crime como um dos mais agravados para toda a Humanidade, foi precisamente esta conceptualização sobre a maneira de olhar para o assunto. Permitiu que nós passássemos a falar realmente de pessoas humanas, aquelas que em algumas enciclopédias, em alguns escritos, ainda não tinham estatuto de pessoa, passassem a ter o estatuto de pessoa e, tendo estatuto de pessoa, já lhes permite que elas possam entrar dentro de um quadro jurídico-legal que possa ser assumido e tratado como pessoa. De 2024 para 2025, a União Africana decretou todo um ano de "justiça e reparação" para este tipo de crimes. E agora este crime tem um quadro legal porque é um crime contra uma pessoa e não uma mercadoria, que é assim que era considerado. Isto é de uma importância incalculável. RFI: A escravatura foi já considerada Crime contra a Humanidade pela justiça internacional em 1998 e também foi reconhecida como Crime contra a Humanidade pela ONU em 2001. O que é que o facto de considerar que é o "Crime mais grave contra a Humanidade" acrescenta? Benigna Zimba: Acrescenta precisamente esta expressão "mais grave". E estas convenções de 1998 e 2001 não tinham este aspecto em que o escravo não era mera mercadoria especial, mas era pessoa humana. Então, quando nós já 2022 para cima, não foi exactamente num único momento, mas foi um momento gradual, relativamente rápido que nós passamos a ter este conceito. Tanto assim que a própria UNESCO também mudou o nome: já não é a "rota do escravo", mas a "rota de pessoas escravizadas". E trata-se também de assuntos sobre racialização, racismo agravado e etc. Um pouco neste contexto. Então, quando se diz que é o mais grave ou extremamente agravado, isto dá-nos a oportunidade de olhar e contextualizar historicamente de uma outra maneira. Quer dizer que se você escravizou, se você se tornou alguém escravizado, isto significa que a eventual forma de criminalizar este crime tem um quadro jurídico, mas também agravado. Tem penalizações com maior gravidade, é todo um contexto legal, jurídico e histórico. Coloca-se que aqueles que estiveram envolvidos, tanto pessoas individuais, instituições -pessoas individuais, não são muitas- nós estamos a falar aqui de sistemas económicos, de países para países. Estamos a falar de um quadro de colonização, nós estamos a falar de um sistema complexo, que é político, que é económico e social, com bases ideológicas fortes, que sustentaram todo este sistema da escravização e da venda de pessoas escravizadas a vários níveis, interno, intercontinental, internacional, etc. Então, quando nós chegamos a um ponto em que as Nações Unidas, que são a instituição e o organismo máximo que tem a palavra e o poder para dizer isto, nós atingimos um ponto analítico de máxima e extrema importância, permite-nos a nós também estudiosos, estudar este fenómeno de uma outra maneira, abordá-lo de uma outra maneira, e as eventuais "comissões de verdade e Justiça" que vão existindo cada vez mais ao nível dos países e a nível regional, principalmente em África, já tivemos uma nas Maurícias que praticamente cumpriu a sua missão, já tivemos uma parecida, no entanto ligada à escravização, mas de uma certa maneira ligada a estes fenómenos que na África do Sul, são os países expoentes máximos. Neste sentido, permite que outros países também possam começar politicamente a abordar este aspecto. Aqui não se trata de estar a apontar dedos acusadores. Pelo menos não é essa a perspectiva que eu, como estudiosa, defendo. Eu defendo a perspectiva analítica, segundo a qual permite uma interacção diferente entre aqueles que foram os actores do processo de escravização e os que foram escravizados. E permite colocar os termos justiça e reparação num outro quadro interactivo mais positivo. RFI: Relativamente à questão das reparações, fala-se, por exemplo, de um pedido de desculpas formais, compensações para os descendentes das vítimas, políticas de luta contra o racismo, restituição de bens culturais e espirituais. Como é que encara precisamente este processo de restituição e de reconhecimento do que foi a escravatura? Benigna Zimba: Indo ao fundo da questão que é a escravatura, agora considerada como crime mais agravado com este quadro todo ele complexo, há uma outra maneira de conversar entre as partes envolvidas. Primeiro, não olhar, não apontar. Era isto que eu estava a dizer. Não apontar o dedo acusador. Esta não é melhor forma de interagir, mesmo que seja considerado o crime mais agravado, mas uma forma interactiva, onde é possível e onde realmente se justifica, que não é a maior parte dos casos, reparações financeiras devidamente identificadas, justificadas e que não criem lugar e espaço para outros problemas que normalmente o dinheiro costuma provocar. As instituições, sob o ponto de vista de arquivos, documentos, objectos de arte, que é uma parte substancial de um legado cultural que acabou indo para fora, principalmente do continente africano, nestas condições, de todo o processo de escravização e tráfico de seres humanos escravizados que se encontra a abordagem, primeiro "sentar de igual para igual". Quando digo "entre aspas", quero dizer que deve se olhar como ser humano. Não somos nós, não sou eu, Benigna Zimba, que fui escravizada. Eu estou a falar em memória dos antepassados que sofreram isto. Mas quando alguém olha para mim ainda neste patamar, é isto que dificulta a interacção. E a agravação do crime chama uma maior responsabilidade daqueles que têm toda esta herança da colonização e do processo de escravatura. Chama a uma maior responsabilidade, porque, afinal de contas, não foi só levar alguém. Isto é o crime mais grave que pode existir em toda a Humanidade no âmbito dos sistemas políticos e, assim sendo, permite também que a África, os antigos colonizados, também tenham formas mais interactivas e mais positivas de olhar para esta questão. Pode parecer pouco, mas a restituição dos documentos, isto é extremamente importante. Se o documento pertence a um determinado país, então que volte para lá. Se este monumento, este objecto de arte, deve ir para lá. Se há um acordo entre as partes que isto deve ser restituído, vai ser restituído, Não vai restituir a pessoa que morreu durante o tráfico transatlântico. Mas vai restituir uma parte de todo um processo que criou toda esta mentalidade colonial. É um processo gradual de descolonização mental por parte dos antigos colonizados e também dos antigos colonizadores, para que sentem numa mesa onde os dois têm as mesmas cadeiras, o mesmo patamar, isto é, que poderá fazer com que se possa olhar para uma forma de restituição, construção económico-cultural com base numa reconstrução cultural, por assim dizer, da própria Humanidade. RFI: Como é que encara o facto de esta resolução não ser vinculativa? Esta é uma resolução que, concretamente, corre o risco de ficar por aí e não ser seguida de efeitos, uma vez que não é obrigatória. Benigna Zimba: Este tem sido um dos grandes assuntos. Eu não diria problema. Tem a ver com a natureza das próprias Nações Unidas. Hoje em dia, muito do que está escrito nas Nações Unidas, as nações não cumprem. Para este caso depende muito, principalmente dos próprios países, que são, "as vítimas". A União Africana decretou praticamente um ano e, para mim, um ano não é praticamente nada. Se olharmos para trás, o que é que foi feito neste ano da "reparação e justiça" neste sentido? Em termos palpáveis, eventualmente criaram-se bases para passos seguintes, mas não é tempo suficiente para que todas as nações africanas tenham aquilo que em inglês se diz "awareness", que tenham consciência e seja o momento oportuno. Debatem-se com tantos constrangimentos para o desenvolvimento económico e cultural, para que possam olhar para este assunto com a devida atenção. Então, aqui é mesmo uma questão de contexto e de oportunidade e nós podermos dizer já existe este instrumento tal e qual quando surgiram as abolições da escravatura. Para o caso do Império colonial português, houve várias abolições. Havia decretos de abolição que muitos dos traficantes de escravos nunca chegaram a conhecer e eles achavam que estavam dentro da legalidade, porque eles tinham papéis. Eles faziam este comércio. Então, quando surgem estes documentos, o papel da disseminação, o papel da normatização, o papel da conscientização, é o faz com que os Estados estejam politicamente interessados e cria mecanismos para que isto seja uma norma. Para que isto seja adquirido, para que isto seja uma prática, depende muito de nós. Também não interessa estar somente no papel, interessa é a maneira como nós encontramos criativamente, positivamente, uma maneira de implementar, porque o instrumento está lá e se ele não é vinculativo legalmente, nós temos aqui uma base para o torná-lo vinculativo legalmente. Há alguém acima das Nações Unidas neste sentido que pode falar para as nações? Não tem. RFI: Evocou precisamente Portugal. Portugal fez parte dos países europeus que se abstiveram durante a votação de ontem. Qual é a sua reacção? Benigna Zimba: Aqui é um pouco difícil dizer quais seriam os motivos. Portugal é um país soberano e Portugal é aquele que, nos tempos que já lá vão, teve um dos maiores, senão o maior império colonial em termos de tempo, foi o maior império colonial de todos os tempos, extensão também, se olharmos para os continentes que abrangeu ao mesmo tempo num determinado período histórico. O país terá tido as suas razões, que não cabe a mim, na qualidade de moçambicana, eventualmente fazer algum juízo e eu seria um pouco cautelosa em comentar esta questão. Em alguns momentos históricos, os países podem não sentir-se em condições de se pronunciar sobre determinados eventos. Portugal foi um dos que mais escravos fez. As abolições de Portugal levaram vários tempos. Eventualmente, Portugal ainda não tenha encontrado as palavras e o momento para subscrever algo de tamanha envergadura, onde ele próprio, como antigo país colonizador, esteve envolvido. Então também não estou aqui a defender Portugal. Mas gostaria de ser o mais neutra e cautelosa possível e respeitar a posição de Portugal que certamente como país idóneo que é e com excelentes relações que tem com os antigos países colonizados, terá os seus motivos para ter tomado esta posição. RFI: Também houve três países que se pronunciaram contra esta resolução. Os Estados Unidos fazem parte dos países que votaram contra, apesar de nos próprios Estados Unidos, a questão da escravatura ser de facto, também uma questão essencial. Há textos de lei também que estão na gaveta à espera de serem aprovados para também haver esse reconhecimento. Como é que encara esse voto contra dos Estados Unidos? Benigna Zimba: Talvez para os Estados Unidos seja relativamente mais fácil a nossa compreensão. Nós estamos aqui, do lado de fora do teatro jurídico, ali dentro. Nós olhamos para os Estados Unidos do hoje, para o papel que têm dentro e fora do seu território. Seria relativamente um pouco mais fácil entender o voto contra dos Estados Unidos à luz daquilo que tem sido a sua política. E não estamos a falar nada contra, não estamos a criticar, simplesmente estamos a olhar para o papel dos Estados Unidos hoje. Para ir hoje ou daqui a alguns dias, para os Estados Unidos, vai ser necessário pagar um visto de 15.000 Dólares, em moeda moçambicana é um milhão de Meticais. Isto é uma restrição imediata e são 50 países envolvidos. Países lusófonos estão nesta lista. Estaremos vedados a ir para lá eventualmente. Os que estão lá vão ter que encontrar um meio relativamente rápido de voltar para as suas terras, por causa da falta de mobilidade que irá existir. Então, temos elementos palpáveis da actual política interna e externa dos Estados Unidos que nos abre uma janela para entendermos por que eventualmente não concordar com esta qualificação. E eles, concordando, estariam no lugar de concordar com um grande processo dos Estados Unidos que aconteceu por causa do tráfico das escravaturas. A Carolina do Sul de hoje não existiria sem o tráfico de escravos e o tráfego também triangular. Aqueles que não pararam na América do Sul. Estamos a falar do Brasil, que é um autêntico continente e seguiram depois para as Américas, para os Estados Unidos. Uma boa parte da população que é conhecida como afro-americana, não existiria se não fosse esta escravatura, este tráfico dinâmico para lá. Então a posição dele, a ter sido eventualmente mais clara e mais transparente, dizem que não concordam. Os Estados Unidos são soberanos e tiveram a coragem de dizer que não. Nestes acórdãos internacionais, à medida que o tempo vai passando, nós temos hoje "muitas guerras no prato" que nos fazem entender muito melhor como surgiu uma Primeira Guerra Mundial, como surgiu uma Segunda Guerra Mundial. É-nos mais fácil este entendimento e o entendimento também de cada país neste teatro. Então, neste momento, para mim, é fácil entender a posição dos Estados Unidos. Acho que eles foram corajosos, foram transparentes, falaram que não, que não concordam, porque eles fazem parte disto. Não têm como. Isto teria algumas implicações, eventualmente, sob o ponto de vista do respeito das normas do Direito Internacional, que aparentemente neste momento não estão a respeitar. Eles defendem-se da maneira como eles se defendem. RFI: Outro país que também votou contra esta resolução é Israel. E aí coloca-se nomeadamente a questão da concorrência das memórias, que é falada já há muito tempo. Benigna Zimba: No teatro político, Israel e Estados Unidos, neste momento, pelo menos da porta para fora, são aliados. Pode ser uma aliança temporária, mas são aliados. Podem ter os seus pontos de desacordo, mas são aliados. E grandes aliados para determinados propósitos. Então é muito fácil perceber, na minha opinião, porque é que os Estados Unidos, votando contra, também Israel vota contra. Pode ter havido até um pré-consenso, que é o que muitas vezes acontece quando se trata de votação para este tipo de acordos. E estes são países, tanto Israel como Estados Unidos, nós não estamos aqui a falar da memória popular, não estamos aqui a falar de heranças, de tradições, etc, estamos a falar de sistemas políticos que estão ali no poder neste momento. É isto que conta ali no teatro das Nações Unidas. Não é um voto popular, não é uma voz que se está a levantar. Eventualmente também Portugal terá sido cauteloso ao colocar-se como neutro ou abster-se. Nós temos que olhar aquilo que é o hoje, os interesses políticos e de expansão e de territorialização e de afirmação do poderio político e monopólio a nível internacional. Onde é que estão os principais focos e como é que eles olham para algo do passado que, se eles aprovassem, não estaria a colocá-los numa situação extremamente complicada se eles aceitassem que isto é o "crime mais grave"? Eventualmente iriam ter que aceitar amanhã que a invasão a um determinado país também é o crime mais grave. É claro que eles não vão votar a favor. RFI: Mas para falarmos, por exemplo, de um argumento que foi ouvido durante a sessão de ontem, que foi expressado nomeadamente pelo Reino Unido, era a questão de recusar estabelecer uma hierarquia entre os Crimes contra a Humanidade. Julga que aí está-se de facto a estabelecer uma hierarquia e que isto está a prejudicar outras memórias que, por exemplo, têm a ver com o genocídio dos judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, ou outros acontecimentos trágicos da história da Humanidade? Benigna Zimba: Eu não percebi porque é que o Reino Unido colocou esta questão de hierarquização. Não concordo com este termo por uma razão muito simples: as Nações Unidas estão a partir do princípio de que isto é realmente generalizado. Não há continente neste planeta Terra que, directa ou indirectamente, não tenha sido afectado pelo tráfico de pessoas escravizadas. Nesse sentido, nós estaríamos a globalizar positivamente este fenómeno. Ela aconteceu em todo lugar. Também temos genocídios, infelizmente, em muitos países do mundo. Mas este é um ponto comum e, de certo modo, de partida. E foi este ponto que fez também que muitos se desenvolvessem à custa do subdesenvolvimento do outro. E hoje somos chamados de países subdesenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. E essas conotações duram décadas. Nunca se sai daí. Então, ao globalizar este crime, eu penso que aqui não se deve estabelecer hierarquia. Porquê hierarquizar? Eu confesso que eu não entendi. Eles também fizeram parte. Os primeiros abolicionistas foram os britânicos. Então todos estes países estão dentro deste contexto e são as maiores potências hoje. Então, respondendo de novo à questão, eu não concordo com esta questão da hierarquização. Foi colocado com base numa determinada constatação. Foi bem fundamentado. Era difícil fundamentar melhor, porque também quem faz a fundamentação tem heranças que estão dentro deste processo. Isto é um pouco complicado. Eu de facto não concordo que este termo seja objecto de discussão. Isto desvia os focos daquilo que as Nações Unidas querem atingir e as Nações Unidas também sabem que vão ter dificuldades, que isto simplesmente leva anos. Pode levar décadas, mas em algum momento nós temos que ter a capacidade de cada vez mais que o tempo passa, de utilizar estes instrumentos para que nós possamos fazer jus a tal verdade e justiça que se quer atingir.
Bélgica e o Caso Lumumba, ativismo negro na Tunísia, Lei Anti LGBT em Senegal. E o Giro por toda a África.APOIE O PDL no PIX: contatopontadelanca@gmail.comApresentação: Marcus Carvalho e Luis Fernando FilhoParticipações: Camila Zambo, Cesar Augusto Chidozie, Karen Pacheco e Márcio PauloEdição: Luis Fernando FilhoASSINE nossos planos no APOIA-SE (cartão ou boleto): https://apoia.se/pontalancapdlREFERÊNCIAS do Bloco Principal: - descolonizando a mente do ngugi wa thiong'o. editora dublinense - trilha sonora de um golpe de estado no amazon prime- Rotas da cabo-verdianidade - Dulce Almada Duarte#Lumumba #Congo #Africa
Olá Camaradas! Neste episódio Matheus Gansohr troca uma ideia com Chewiechangas (Chewie) e Leandro Campos sobre mesas virtuais, colonialismo e soberania digital! Colem com a gente nessa dungeon e toquem o play! Slava. Curte nosso trampo, camarada? Nos apoie através do: apoia.se/lenindragonsrpg Conheça nossa loja em parceria com a Geek Paralelo: https://montink.com/geek-paralelo/produto=lenindragons Use o cupom LENINDRAGONS e ganhe 10% de desconto em nossos produtos.Conheçam nossos parceiros da Diadoramas: https://diadoramas.com.br com o cupom CAMARADORIM ganhe 10% de descontos em toda a loja. Acessem:www.101games.com.br com o cupom lenindragons10 você recebe 10% de desconto. https://universosimulado.com.br com o cupom universolenindragons você recebe 10℅ de desconto.
Esta semana, ma estante, temos “Genocídio – Uma história política e cultural”, de Paolo Fonzi; “No Terramoto de 1975”, de Tomás A. Moreira; “O Fantasma do Rei Leopoldo”, de Adam Hochschild; e “Análise - Notas do Divã”, de Vera Iaconelli.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A chegada dos europeus à América no final do século XV inaugurou um vasto processo de conquista e colonização que transformaria profundamente o continente. A monarquia espanhola organizou um império que se estendia do Caribe aos Andes e ao atual sudoeste dos Estados Unidos, estruturado a partir da exploração de recursos, da fundação de cidades e da implantação de sistemas administrativos voltados para o controle político e econômico das colônias. Ao longo desse processo, populações indígenas foram submetidas a regimes de trabalho forçado, epidemias devastadoras e profundas transformações culturais, ao mesmo tempo em que surgiam sociedades coloniais marcadas por hierarquias raciais, pela ação missionária da Igreja e por intensas trocas culturais. A colonização espanhola também esteve ligada à circulação de riquezas, especialmente a prata americana, que desempenhou papel central na economia global da época e ajudou a consolidar o poder da monarquia hispânica. Convidamos Luis Kalil para discutir como se estruturou a colonização espanhola na América, os mecanismos de dominação e administração utilizados pela Coroa e as experiências das populações indígenas nesse contexto.Instagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaSEMANA DO CONSUMIDOR! O cupom HISTORIAFM dá 15% de desconto para cliente recorrente, 20% pra cliente novo e, somando com os descontos do site, você pode receber até 50% DE DESCONTO! Acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstoreRoteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel Gambini
Podcast “Contra el tiempo, a destiempo”Cada domingo, un espacio para pensar la vida cuando el reloj aprieta. Un podcast a partir de las reflexiones del académico ecuatoriano René Ramírez Gallegos en la Conferencia Magistral presentada en la mesa redonda “El cuidado de la vida como ruta hacia un futuro alternativo”, dictada en la Unidad de Estudios del Desarrollo de la Universidad Autónoma de Zacatecas, México, el 26 de agosto de 2024.René Ramírez Gallegos es Coordinador del Grupo de Trabajo CLACSO “Estudios sobre el tiempo y las temporalidades”.
In questa puntata:- Focus: con l'aiuto di Andrea Codega, autore della newsletter Mappe, salpiamo alla volta della Somalia per parlare di influenze straniere, pirateria, guerra civile e alla fine anche di calcio
Attitudes towards skin color through Italian songs from the 1900s. Credits : Angeli negri" by F. Leali (1968) - "La pelle nera" by N. Ferrer (1967) - "Faccetta nera" by R. Micheli / M. Ruccione (1935) - "Bongo bongo bongo" by B. Hilliard / C. Sigman / A. Curci (1947)Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/pillole-di-italiano--4214375/support.
Massimo Gori"Algeria '60"Una difficile storia franceseMimesis Edizioniwww.mimesisedizioni.itLa ricostruzione della vicenda algerina è qui affrontata, in forma di compendio, all'interno di un'ottica geopolitica mediterranea: sono infatti coinvolti, a partire dall'Algeria e dalla Francia, tutti i paesi che si affacciano sul Mediterraneo, dallo Stretto di Gibilterra al Vicino Oriente (Italia inclusa). La guerra di liberazione ha provocato ferite e lasciato lacerazioni mai ben suturate, in particolare nella politica francese e algerina, come dimostrano le trafitture odierne nei rapporti fra Algeri e Parigi. Le mosse golliste hanno infatti propiziato la fine del conflitto, ma non hanno risolto la congerie dei problemi.Massimo Gori, già docente nei licei, si occupa da molti anni della storia d'Europa in epoca moderna. L'occasione algerina consente di estendere lo sguardo a un'importante pagina di storia contemporanea.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
Nos adentramos en este audio en los tiempos del colonialismo europeo. El antiguo Imperio Árabe que conocimos en el anterior programa de esta serie en buena medida es ahora el tablero donde los grandes intereses capitalistas de occidente tiran los dados. En este terrible juego, que se verá marcado por el estallido de la primera guerra mundial, países y gobiernos que antes formaron parte del inmenso territorio de aquellas primeras expansiones emanadas de la figura de Mahoma, cambiarán de manos una y otra vez por motivos geoestratégicos y de control de recursos, reflejando los diferentes equilibrios de fuerza de las grandes potencias en liza. Los poderes herederos de aquellos tiempos se centrarán ahora en el Imperio Otomano, en el Egipto de Mohamed Alí y en el surgimiento del nacionalismo árabe. Colonialismo y guerras que para el Siglo XX sentarán las bases del conflicto complejo y aún abierto que marca los tiempos actuales en las tierras del Islam con el ingrediente del sionismo y el terrorismo convirtiéndolo en un auténtico polvorín. Hoy en nuestro podcast vamos a intentar entender un poco mejor el mundo árabe contemporáneo. Episodio remasterizado el 4 de enero de 2026. Emitido originalmente el 24 de febrero de 2019. Accede a más contenidos extra y haz posible la producción de El Abrazo del Oso pinchando en el botón 'apoyar' aquí en iVoox. O pásate por www.patreon.com/elabrazodeloso ¡GRACIAS! www.elabrazodeloso.es www.latostadora.com/elabrazodeloso Canal de Telegram para estar informado: https://t.me/+T6RxUKg_xhk0NzE0 Grupo abierto de Telegram para conversar con el equipo y la audiencia: https://t.me/+tBHrUSWNbZswNThk Twitch: https://www.twitch.tv/elabrazodeloso ¿Quieres patrocinar este podcast?: https://advoices.com/el-abrazo-del-oso-podcast Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Una isla aparece en el delta del Ganges y desata 40 años de tensión entre India y Bangladesh. Ejércitos enfrentados, banderas, vigilancia… hasta que la isla simplemente desaparece. Andrés Kalawki y Paula Molina cuentan cómo un “fracaso geográfico” terminó con una disputa internacional. Historias de cosas que salen mal… y a veces alivian.
Nieves Concostrina habla de la historia de la Sudáfrica que conocemos hoy en día.
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Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*ONU apoia esforços para restaurar ordem constitucional na Guiné-Bissau*Conselheira da ONU diz que exclusão de jovens causa instabilidade na África*FMI destaca potencial e riscos dos stablecoins para pagamentos e finanças globais*Assembleia Geral reforça combate ao colonialismo e suas marcas
Evento marcou Dia Internacional sobre o tema e aniversario de 65 anos de Declaração sobre Independência de Povos Colonizados; representante da ONU disse que marcas de um “mundo de impérios” ainda persistem na arquitetura do poder global; mundo tem 17 territórios não autônomos.
The real reason states first emerged thousands of years ago – new research https://theconversation.com/the-real-reason-states-first-emerged-thousands-of-years-ago-new-research-268539 U.S. ready to cut support to Scouts, accusing them of attacking ‘boy-friendly spaces’ https://www.npr.org/2025/11/25/nx-s1-5615164/pentagon-scouting-hegseth-cut-ties ‘Digital colonialism': how AI companies are following the playbook of empire https://theconversation.com/digital-colonialism-how-ai-companies-are-following-the-playbook-of-empire-269285 Mind-reading devices can now predict preconscious thoughts: is it time to worry? https://www.nature.com/articles/d41586-025-03714-0 (via ChatGPT) Teoria dos Estados – James Scott https://chatgpt.com/share/6926f9e4-a1e4-8006-a4e4-7f09f080256f Leia, Vale a Pena: Tábula Rasa, por Steven Pinker https://leiavaleapena.com/blank-slate-steven-pinker/ canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shopmuito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula The post o neo-colonialismo da AI, sociedades contra o Estado, AI adivinhará suas vontades? appeared first on radinho de pilha.
Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX ⬇⬇⬇SOTTO TROVI INFORMAZIONI IMPORTANTI⬇⬇⬇ Abbonati per live e contenuti esclusivi ➤➤➤ https://bit.ly/memberdufer Leggi Daily Cogito su Substack ➤➤➤ https://dailycogito.substack.com/ I prossimi eventi dal vivo ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/eventi Scopri la nostra scuola di filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ Racconta storie di successo con RISPIRA ➤➤➤ https://cogitoacademy.it/rispira/ Impara ad argomentare bene ➤➤➤ https://bit.ly/3Pgepqz Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX Tutti i miei libri ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/libri/ Il nostro podcast è sostenuto da NordVPN ➤➤➤ https://nordvpn.com/dufer #rickdufer #odifreddi #occidente INSTAGRAM: https://instagram.com/rickdufer INSTAGRAM di Daily Cogito: https://instagram.com/dailycogito TELEGRAM: http://bit.ly/DuFerTelegram FACEBOOK: http://bit.ly/duferfb LINKEDIN: https://www.linkedin.com/pub/riccardo-dal-ferro/31/845/b14 -------------------------------------------------------------------------------------------- Chi sono io: https://www.dailycogito.com/rick-dufer/ -------------------------------------------------------------------------------------------- La musica della sigla è tratta da Epidemic Sound (author: Jules Gaia): https://epidemicsound.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Durante a gravação deste episódio, registaram-se alguns problemas de rede que afectaram o áudio. Esta semana temos na estante “Lynch sobre Lynch”, um conjunto revelador de entrevistas ao realizador de “Eraserhead”; “Marginalizados”, um ensaio da historiadora polaca Agata Bloch sobre o império colonial português, intitulado “Marginalizados”; as reflexões de um filósofo progressista, Slavoj Zizek, “Contra o Progresso”; e as reflexões de uma escritora Nobel, Annie Ernaux, sobre o processo de escrever em “A Escrita como uma Faca”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante a gravação deste episódio, registaram-se alguns problemas de rede que afectaram o áudio. Foi como em todas as eleições: houve vencedores vencedores, vencedores vencidos e os outros de que não reza a história. Montenegro deu mais uma vitória eleitoral ao PSD, nalguns casos com a habilidade de cooptar gente de outras proveniências: até uma antiga autarca comunista. De tal modo que os dois nomes de que se fala para a presidência da Associação Nacional de Municípios, no rescaldo das autárquicas, são os de Santana Lopes e Isaltino Morais, dois antigos barões laranja que abandonaram o partido e foram agora a votos como trunfos pródigos do PSD. Entretanto, com o lavar dos cestos a nível local, instala-se em força a vindima das presidenciais. E quando o PS se prepara para apresentar o apoio formal à candidatura de António José Seguro, o Expresso descobriu que, entre os apoiantes de Passos Coelho, Seguro é visto como o candidato ideal. Socialistas e passistas, estranho caldo. Será o empurrão que faltava ao candidato ou o beijo da mulher-aranha?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Haití tiene dos idiomas oficiales. El francés, el idioma en el que todavía hoy se da la mayor parte de la educación formal, y el creole, la lengua que la gran mayoría habla en su día a día. Pero cuando Sandrine Exil se mudó de Colombia a Haití, el país natal de su papá, él le impuso una regla estricta: nada de hablar creole. Años más tarde, después de abandonar el país por una crisis política, esa prohibición llegó al centro de la vida de Sandrine y fue el inicio de un camino de vuelta a sus raíces. En nuestro sitio web puedes encontrar una transcripción del episodio. Or you can also check this English translation. ♥ Vivimos tiempos difíciles. Somos un medio sin ánimo de lucro, y nuestra permanencia depende de oyentes como tú. Si valoras nuestro trabajo, únete a Deambulantes, nuestras membresías. Ayúdanos a elevar las voces latinas y narrar la experiencia de nuestras comunidades. Tu aporte se invierte directamente en nuestro trabajo periodístico y hace toda la diferencia. ★ Si no quieres perderte ningún episodio, suscríbete a nuestro boletín y recibe todos los martes un correo. Además, los viernes te enviaremos cinco recomendaciones inspiradoras del equipo para el fin de semana. ✓ ¿Nos escuchas para mejorar tu español? Tenemos algo extra para ti: prueba nuestra app Jiveworld, diseñada para estudiantes intermedios de la lengua que quieren aprender con nuestros episodios. Haiti has two official languages: French, the language in which most formal education is still taught today, and Creole, the language the vast majority of Haitians speak in their daily lives. But when Sandrine Exil moved from Colombia to Haiti, her father’s home country, he imposed a strict rule: no speaking Creole. Years later, after leaving the country because of a political crisis, that prohibition became central to Sandrine’s life and marked the beginning of a journey back to her roots.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cultura alimentar na Palestina é abundante, resultado de uma conexão íntima com o solo do território colonizado por Israel desde 1948. Para a resistência palestina, acesso à terra e cultura alimentar são uma coisa só, emaranhada nas raízes de árvores cultivadas por gerações, como as oliveiras. Neste episódio, trazemos histórias de alimentos típicos da culinária palestina para compreender como a soberania e a segurança alimentar desse povo já eram alvo de violentas ofensivas coloniais israelenses bem antes de 7 de outubro de 2023.A ficha técnica completa, com todas as fontes de informação está disponível em nosso site. O Joio e o Prato Cheio são mantidos com o apoio de organizações da sociedade que atuam na promoção da alimentação adequada e saudável. ACT Promoção da Saúde, Porticus, Oak Foundation, Fundação Ford, Instituto Ibirapitanga e Fundação Heinrich Boll são apoiadores regulares dos nossos projetos.Entre em nosso canal do WhatsApp e fique mais perto da nossa comunidade. Contamos com a colaboração de leitores e ouvintes para continuar produzindo conteúdo independente e de qualidade. Se puder nos apoiar financeiramente, todos os caminhos estão aqui. Se não puder, divulgue o Prato Cheio pra família e amigos, isso nos ajuda muito!
Letteratura coloniale: esplora gli scritti che raccontano l'espansione coloniale italiana, dagli inizi alla sua fine dopo la Seconda guerra mondiale.
Trama, significato e analisi di Cuore di tenebra, il romanzo più famoso di Joseph Conrad con approfondimenti sui temi trattati e lo stile utilizzato dall'autore.
No segundo episódio do Análise Comuna, fazendo uma análise da série Gears of War. O episódio começa contextualizando o lançamento do primeiro jogo da série em 2006, sua relevância como um marco para jogos de tiro em terceira pessoa e sua narrativa cinematográfica. O objetivo é analisar a trilogia original não apenas como entretenimento, mas também como uma metáfora dos processos de colonização, considerando as leituras críticas de Frantz Fanon, que em Os Condenados da Terra descreve a violência como elemento estruturante da colonização, e de Aimé Césaire, que em Discurso sobre o Colonialismo vê a prática colonial como uma desumanização mútua entre colonizador e colonizado. A narrativa de guerra contra os Locust será interpretada à luz dessas ideias, explorando suas implicações sociais e políticas. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch e YouTube, faça parte também da conversa. Curso Preparatório para seleção de Mestrado/Doutorado. Conquiste sua vaga no Mestrado ou Doutorado com nossa preparação especializada, focada exclusivamente na sua aprovação! Abordamos todos os pilares essenciais do processo seletivo: elaboração de projeto de pesquisa, preparação para entrevistas, desenvolvimento de escrita científica de alto impacto, estratégias para a prova escrita e compreensão do funcionamento do ensino superior de pós-graduação. Além das aulas regulares, você recebe aulas bônus exclusivas e suporte contínuo através de mentoria em nosso grupo, garantindo uma preparação estratégica e completa para ingressar no programa dos seus sonhos. Acesse nosso link afiliado e use o cupom REGRASDOJOGO para ganhar 33,34% de desconto na hora da compra: Preparatório para seleção de Mestrado/Doutorado. Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remix
Durante el largo gobierno de Porfirio Díaz, uno de los periodos más emblemáticos y controversiales de la historia de México, la Iglesia católica vivió un renacer silencioso. Tras décadas de lucha y reformas que parecían haberla marginado para siempre, la Iglesia comenzó a recuperar terreno en la sociedad mexicana, sin embargo, el poder político que una vez tuvo se mantenía fuera de su alcance.En medio del autoritarismo férreo de Díaz, la influencia de la masonería y la llegada imparable de capitales extranjeros, se tejió una relación compleja y llena de tensiones entre el Estado y la Iglesia. Una Iglesia que, aunque parecía derrotada, encontraba nuevas formas de influir en la educación, la cultura y la vida cotidiana. Mientras tanto, el Porfiriato buscaba mantener a toda costa su lema de “orden y progreso”, sin renunciar a la herencia liberal y secular que había definido al México moderno.Este es un episodio fascinante, lleno de contradicciones y alianzas inesperadas, donde la tradición y la modernidad chocaron y coexistieron en una delicada danza que marcó el rumbo del país justo antes de estallar la Revolución Mexicana.
Temi e personaggi de La tempesta di William Shakespeare. Trama e analisi dell'ultima opera teatrale scritta dal poeta e drammaturgo inglese.
Sendo o maior e mais populoso continente do mundo, a Ásia era uma região extremamente tentadora para os interesses coloniais dos europeus, e durante séculos esta região foi vítima de empreitadas de exploração de potências estrangeiras, muitas das quais deixando marcas até hoje. Convidamos Emiliano Unzer para discutir os meandros da colonização da Ásia e seus impactos duradouros.Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Acquista il mio nuovo libro, “Anche Socrate qualche dubbio ce l'aveva”: https://amzn.to/3wPZfmCIniziamo a parlare della crisi del colonialismo, che dopo la Seconda guerra mondiale iniziò a essere sempre più insostenibile.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dentro-alla-storia--4778249/support.
Continente abriga 60% dos melhores recursos solares do mundo e cerca de um terço dos minerais essenciais na transição para energia limpa; secretário-geral da ONU pede fim de esquemas de exploração que alimentam conflitos e colocam países africanos no final das cadeias de valor.
In questa puntata:- Focus: colonialismo, dittatori, nomi pazzeschi. Il vostro solito giovedì tunnelliano vi offerto questa volta dallo Zimbabwe
Empresário oferece-se para reconstruir a custo zero as sedes da FRELIMO, destruídas nas manifestações pós-eleitorais na província da Zambézia. União Europeia disponibiliza quase 4.7 mil milhões de euros à África do Sul. União Africana declara a escravatura, a deportação e o colonialismo como crimes contra a humanidade.
Em Angola, jornalistas despedidos pela Rádio Despertar acusam a UNITA de ter orientado a direção da rádio a impedir a criação de núcleo sindical. Assinalamos neste jornal os 140 anos da Conferência de Berlim, que dividiu e marcou o continente africano até hoje. Em entrevista exclusiva à DW, o ator e realizador luso-guineense, Welket Bungué, falou sobre os seus projetos futuros.
Federico analiza con Mira Milosevich, analista del Real Instituto Elcano, las negociaciones entre Trump y Putin sobre la guerra en Ucrania.
De 1940 a 1954, la perla del imperio colonial francés se incendió. El colonizador francés y comunista Viet Minh transformó la península de Indochina en un infierno sangriento llevándose consigo a un pueblo entero, a un mundo entero. Porque detrás de cada bomba, de cada munición disparada, se esconde la ayuda de las grandes potencias occidentales y comunistas, que hicieron del resultado de este conflicto una cuestión estratégica importante para el resto de la Guerra Fría... Por primera vez, este evento documental pretende contar en su totalidad este conflicto olvidado, el primer acto de la Guerra de Vietnam. Lejos del heroísmo del combate, la multiplicidad de testimonios y el poder de las imágenes de época revelan una guerra total, despiadada y decisiva: una Guerra Sucia.
Escucha los episodios exclusivos de Leyendas Legendarias donde podrás explorar el oscuro y misterioso mundo de los ritos, sectas y ceremonias, disponibles solo en Amazon Music. https://amzn.to/4f25i7Y Los zombies son unos de los críptidos más populares, se han adaptado a un mundo que dejó de creer en lo místico y se movió a la racionalidad científica porque hablan de un miedo muy primigenio: perder el control de nuestro cuerpo. En este episodio vamos a hablar de los orígenes de los zombies, su relación con el racismo, y por qué a la gente le mama The Walking Dead. También puedes escucharnos en Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita. Apóyanos en Patreon: https://www.patreon.com/leyendaspodcast Apóyanos en YouTube: https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/join Visita nuestra página para ver contenido extra: www.leyendaslegendarias.com Síguenos: https://instagram.com/leyendaspodcast https://twitter.com/leyendaspodcast https://facebook.com/leyendaspodcast #Podcast #LeyendasLegendarias Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices