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De Guarapuava, no Paraná, Ericson é advogado e consultor em Direito Público, com ênfase no Direito das comunicações. Doutor em Direito pela USP. Co-fundador e Diretor-Presidente da Associação Civil Monitor Ambiental Antirruídos com a missão de promover o direito as cidades limpas, saudáveis e sustentáveis, livres de poluição sonora. É autor dos e-books “Direito a cidades livres de poluição sonora” e “Condomínios saudáveis e sustentáveis, livres de ruídos excessivos e poluição ambiental sonora.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
Neste episódio do CNA News, discutimos a viabilidade e os altos custos da aplicação de exames antidoping em corridas de rua amadoras e regionais, detalhando as exigências operacionais e financeiras estabelecidas pela CBAt e ABCD. Além disso, abordamos as repercussões sobre o debate de vacinas e saúde no esporte, a polêmica sobre poluição visual com a chegada de novas marcas no Parque do Ibirapuera e a frustração dos corredores com medalhas e camisetas de provas que não correspondem à divulgação original.- Viabilidade e custos do exame antidoping nas corridas de rua (01:13)- Repercussões sobre fake news, vacinas e dados de saúde no esporte (09:23)- Expectativa vs. realidade em medalhas e camisetas de eventos (10:07)- Poluição visual e a transição de marcas no Parque Ibirapuera (12:47)- Comentários da comunidade e quiz de rock (14:00)Nossos cupons e links - https://cnoar.run/cuponsO Corrida no Ar News é produzido diariamente.
Os excessos de luz e sons artificiais, mas também de odores estranhos à natureza, têm ganhado espaço no balanço de impacto ambiental das atividades humanas. Os sons e cheiros podem ter consequências tão nefastas aos ecossistemas quanto a iluminação noturna, estudada há mais tempo pela ciência. Os danos de uma atividade ou empreendimento vão muito além dos efeitos físicos e diretos no ambiente, como a derrubada de árvores e a contaminação de rios. É o que mostra o ecólogo francês Romain Sordello, autor de pesquisas que se transformaram no livro "Poluições sensoriais: face oculta da nossa pegada ecológica?". “Se pegamos o exemplo de uma estrada, vemos que existe um rastro físico associado ao asfalto, que é claramente definido. Mas há também uma marca sensorial ainda mais extensa, envolvendo a iluminação pública, os faróis dos carros, o ruído dos motores, os odores como os gases de escapamento dos veículos”, explica. “Todos esses fenômenos se propagam pelo ambiente e pela paisagem, irradiando-se a partir da fonte emissora por ondas ou partículas. Esse impacto pode se estender por centenas de metros, ou até mesmo quilômetros de distância da fonte”, complementa. Vaga-lumes ameaçados Já faz mais de 10 anos que o pesquisador do Museu de História Natural de Paris estuda a poluição luminosa, cujo efeito é fatal para alguns tipos de insetos — mas ainda é pouco levado em conta nas decisões de iluminação dos espaços públicos, principalmente nas cidades. “As mariposas ficam ‘presas' pela luz dos postes: elas voam em círculos em volta da luz a noite toda e morrem de exaustão, pelo superaquecimento das lâmpadas, por se chocarem contra elas”, indica. No Brasil, uma das principais vítimas são os vaga-lumes: a luz artificial afeta a comunicação e a reprodução destes besouros bioluminescentes, que correm risco de extinção em 30 anos, alertam pesquisadores. Os impactos negativos da iluminação nas cidades são conhecidos há mais de um século – e foram apontados pela primeira vez por astrônomos, cujo trabalho de observação do espaço é diretamente afetado. “O problema é como você utiliza a luz artificial. A gente usa de modo excessivo e sempre muito mal instalado. A luz acaba indo para cima da linha do horizonte e para além das áreas para as quais ela foi planejada, e aí ocorre o efeito de apagamento das estrelas”, detalha Tânia Dominici, doutora em Astronomia e pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). “Além disso, como a gente vem descobrindo nas últimas décadas, tem um impacto muito grande na biodiversidade e na saúde humana”. Sensibilidades de espécies são distintas das de humanos O mais grave, salienta Romain Sordello, é que as poluições sensoriais só são levadas a sério pelos decisores quando afetam os humanos — enquanto plantas e animais têm sensibilidades diferentes das nossas à luz, aos sons e aos odores. A luz desempenha papel fundamental no desenvolvimento dos vegetais. Junto com os sons, serve de guia para milhões de espécies se localizarem, se comunicarem, se alimentarem ou se protegerem, durante o dia como à noite. Para outras, é o olfato o sentido mais importante, que acaba perturbado por odores dispersados no ambiente pelos humanos, como agrotóxicos, lixo e indústrias. O óxido de nitrogênio, por exemplo, altera os aromas florais e prejudica a polinização pelos insetos. Mas a poluição olfativa começa antes mesmo da dispersão de novos odores, explica o pesquisador: ela se inicia no momento da intervenção humana em um ambiente, que interfere na produção natural de odores pelas plantas e os solos. A simples modificação de uma paisagem enfraquece os seus cheiros originais, importantes para os seres vivos que nela habitam. Noção de ‘sobriedade' minimiza impactos O ecólogo salienta que não apenas os ecossistemas terrestres são atingidos, mas também os aquáticos e aéreos. Algumas espécies terão mais facilidade para se adaptar, enquanto outras entrarão em declínio e até em risco de vida. “Para mim, o principal é o conceito de sobriedade, moderação: tentar minimizar o nosso impacto, agir com sensatez quanto à forma como utilizamos os recursos. Iluminar as áreas o mínimo possível e apenas quando necessário, quando alguém passa pelo local”, sublinha o pesquisador francês. “Quanto a ruídos e odores, estamos falando dos processos industriais, do planejamento do uso do solo e da nossa mobilidade, incluindo o uso de automóveis. Essa reflexão pode nos levar a desafiar práticas, hábitos e comportamentos em uma ampla gama de setores, da agricultura à indústria”. O autor nota que, por enquanto, nenhum país é referência na dimensão transversal das poluições sensoriais, que podem ter maior potencial de dispersão no ambiente do que a poluição física. O combate às perturbações luminosas avançou bastante, principalmente na Europa, com a noção de corredores ecológicos noturnos que procuram respeitar padrões luminosos menos invasivos. A França é considerada na vanguarda da questão, introduzindo também a noção de corredor ecológico sonoro em cidades como Lille. No Brasil, o tema ainda é emergente, lamenta Tânia Dominici, membro da Rede Céus Estrelados do Brasil. “As pessoas ficam muito surpresas ao descobrir esses outros tipos de poluição que não aquela das águas, do ar, sobre a qual a gente está mais acostumado a conversar. É sempre um choque”, relata a astrônoma. “Mobilizar as pessoas passa por uma outra questão, que é a cultural. A gente vive num sistema que exige que sejamos produtivos e consumidores o tempo inteiro”. Leia tambémAo menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório
Gregory Carmichael reflete sobre importância da qualidade do ar e da poluição atmosférica; progressiva integração da inteligência artificial nos sistemas capacita desenvolvimento de novos modelos atmosféricos.
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Os microplásticos são tão pequenos que podem entrar em nossos corpos sem que saibamos – e causar grandes estragos. A degradação dos microplásticos no ambiente natural sob os efeitos da luz ultra violeta os torna plataformas adequadas para Genes Resistentes a Antibióticos (na sigla em inglês ARGs). Esses genes são protegidos por cromossomos bacterianos, fagos e plasmídeos, todos vetores biológicos e, como resultado, eles podem espalhar resistência aos antibióticos nas pessoas, reduzindo sua capacidade de combater infecções. A lixiviação do plástico à medida que ocorre a sua degradação no meio ambiente, aumenta a suscetibilidade dos vetores à transferência de genes, através da qual a resistência se espalha. A disseminação aprimorada da resistência aos antibióticos é um impacto potencial, mas negligenciado (quando se fala) da poluição dos microplásticos. Os microplásticos podem estar nos tornando mais resistentes aos antibióticos. [...] Pesquisas preocupantes provaram que os órgãos humanos podem absorver microplásticos e há uma preocupação particular com os bebês, que podem ter 15 vezes mais microplásticos em seus corpos do que os adultos. Então, se essas minúsculas partículas de plástico estão entrando em nossos sistemas e algumas bactérias estão se tornando mais resistentes a antibióticos, será mais difícil para nosso sistema imunológico combater doenças. À medida que ocorre a degradação das partículas de plástico, elas liberam substâncias químicas que permitem que os genes de resistência a antibióticos se espalhem. Esses genes estão armados com cromossomos bacterianos, fagos e plasmídeos, que podem espalhar a resistência aos antibióticos para as pessoas, diminuindo sua capacidade de combater infecções. [...] Estudos realizados no Brasil apresentam agora resultados que comprovam a existência de bactérias super-resistentes nas micropartículas plásticas. Assim, o cenário está aberto para o surgimento de uma nova pandemia. Para evitar este quadro, são necessárias ações para diminuir o surgimento de novas superbactérias, como, por exemplo, um controle mais rigoroso no uso de antibióticos e a redução da poluição por plásticos. Fontes (textos/créditos): https://www.euronews.com/green/2021/12/08/antibiotic-resistance-is-an-overlooked-impact-of-microplastic-pollution-study-finds https://www.metropoles.com/saude/poluicao-por-microplasticos-aumenta-resistencia-humana-a-antibioticos https://gizmodo.uol.com.br/microplastico-ambiente-ideal-bacterias-patogenos/ https://errejotanoticias.com.br/pesquisa-da-uff-aponta-existencia-de-superbacterias-em-praias-de-niteroi/ Imagem (créditos): https://www.metropoles.com/saude/poluicao-por-microplasticos-aumenta-resistencia-humana-a-antibioticos Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=DqoVkn0pEEI A MAIOR MELHOR MÚSICA DA ORQUESTRA DO MUNDO. blue light orchestra.
Debate da Super Manhã: O barulho excessivo deixou de ser apenas um incômodo para se tornar um problema de saúde pública e de convivência urbana. Em cidades cada vez mais movimentadas, sons emitidos acima dos limites permitidos, provenientes de veículos, equipamentos de som, estabelecimentos comerciais, obras e eventos, afetam o descanso da população e comprometem o bem-estar coletivo. No debate desta quinta-feira (23), a comunicadora Natália Ribeiro conversa com os convidados sobre o que estabelece a Lei do Silêncio, os impactos ambientais e os efeitos na saúde de pessoas e animais, além das formas de denunciar possíveis infrações relacionadas aos ruídos extremos. Participam o gerente-geral do Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), Cel. Alexandre Tavares, o promotor de Justiça de Meio Ambiente da Capital do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Sérgio Souto, a engenheira ambiental e inspetora do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), Mayara Torres, e o idealizador do perfil @purotransito, Filipe Augusto.
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A poluição do ar tem um efeito mais devastador na expectativa de vida do que o fumo e a guerra. Você já ouviu falar em emissões atmosféricas? Está ciente que deve ser controlado, e o que pode acontecer se você não ajudar nesse controle? O termo emissões atmosféricas se refere à liberação de qualquer matéria líquida, sólida ou gasosa na atmosfera, podendo ser tanto de fontes móveis (carros, trens, navios, aviões) quanto de fontes estacionárias ou fixas (como as que são liberadas durante um processo de produção, por exemplo, por uma chaminé industrial). Também pode ser feita a classificação quanto à natureza da emissão, sendo chamadas de emissões pontuais quando há algum controle do seu fluxo (através de chaminés e dutos), e emissões fugitivas, quando ocorre a simples liberação dos poluentes na atmosfera sem nenhum direcionamento, como no caso de abertura de recipientes com substâncias voláteis ou em vazamentos de conexões. Essas emissões podem afetar diretamente o seu negócio, no momento em que geram uma responsabilidade social a respeito da gestão ambiental dos efluentes da sua produção. Além disso, as emissões atmosféricas também apresentam uma responsabilidade perante a legislação, pois, se as mesmas não forem monitoradas, a sua empresa pode estar ultrapassando os limites estabelecidos legalmente. Nesse caso, você estaria cometendo um crime ambiental, sujeito a penalidades como multas ou até mesmo suspensão total das atividades. [...] A poluição do ar é a maior responsável por mortes do que AIDS, tuberculose e malária juntos, de acordo com um relatório recente do Índice de Qualidade de Vida do Ar. A poluição por partículas no ar tem um impacto mais devastador na expectativa de vida do que fumar ou mesmo a guerra, dizem os cientistas. Está encurtando a vida de bilhões de pessoas, com o cidadão global médio perdendo 2,2 anos de sua vida para os níveis atuais de poluição do ar. O problema está sendo agravado pela crise climática, com altas temperaturas levando a incêndios florestais que aumentam a poluição do ar. Isso cria um ciclo perigoso, dizem os pesquisadores. A queima de combustíveis fósseis - em particular o carvão - está alimentando o problema. A poluição do ar é a maior ameaça externa à saúde humana no planeta e isso não é amplamente reconhecido, ou não é reconhecido com a força e o vigor que se poderia esperar. [...] Os formuladores de políticas realmente precisam priorizar a saúde respiratória na luta contra as mudanças climáticas e as empresas precisam tomar ações significativas, mensuráveis e verificadas de acordo com a legislação ambiental local. Só assim poderemos encorajar e acompanhar o progresso rumo a uma sociedade mais verde e saudável. Importante também prover recursos financeiros adequados no orçamento da União para a fiscalização ambiental, que são ações de controle, exercida pelo Poder Público, para proteger os recursos ambientais, manter a integridade do meio ambiente, bem como assegurar o uso racional dos recursos naturais, coibindo as ações prejudiciais do homem sobre a natureza. A fiscalização ambiental está prevista na legislação ambiental como o exercício, o poder de polícia, onde o poder público tem o dever de buscar garantir a preservação do meio ambiente e da coletividade, fiscalizando atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais. Fontes (textos/créditos): https://www.euronews.com/green/2022/04/07/air-pollution-has-a-more-devastating-effect-on-life-expectancy-than-smoking-and-war https://www.catalisajr.com.br/emissoes-atmosfericas/?gclid=CjwKCAjw-rOaBhA9EiwAUkLV4mxmc3QAxBXiTuBMArbIRp65abFn9QChK3l-yPXdUj42d9STl8ffvRoCB50QAvD_BwE Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=jltmqU-TRbg. Serenade. Michael Maxwell - Tema. Imagem (créditos): https://www.catalisajr.com.br/emissoes-atmosfericas/
Agora, Guimarães prepara a primeira praia fluvial certificada do concelho. Um projeto que assinala mais uma etapa na recuperação do rio .Edição de Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O vereador destrincha o avanço da verticalização de São Paulo após a revisão do Plano Diretor de 2023: “O que vemos hoje é uma prefeitura leniente com um mercado predatório.”
Indicadores revelam fortes desigualdades entre países de baixa e alta rendas; agência da ONU defende colocar ciência no centro das ações de monitoramento e fortalecer colaboração multissetorial para proteger a saúde das pessoas e o planeta.
A poluição atmosférica é o tema do MP no Rádio desta edição. O Promotor de Justiça Philipe Salomão Marinho de Araújo, do Ministério Público do Paraná, é o entrevistado da semana. Entre os pontos tratados, ele explica as definições legais sobre a poluição, relata quais as demandas mais comuns que chegam ao MPPR envolvendo a questão, fala sobre as possíveis punições para quem polui o ar e da atuação do Ministério Público nessa área.
Boletim: Poluição tem queda de até 55% em pontos dos rios Pinheiros e Tietê by Governo do Estado de São Paulo
A poluição provocada por satélites é uma ameaça ambiental séria e deverá aumentar até ao final da década. Estudo publicado no Earth's FutureSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a aproximação da época balnear, a qualidade da água das praias volta a estar no centro das atenções. Este ano, a ZERO identificou 73 Praias ZERO Poluição em Portugal, distribuídas por 34 concelhos. Esta é uma distinção que a ZERO faz anualmente e que premeia as praias onde não foi detetada qualquer contaminação microbiológica nas análises realizadas ao longo das últimas três épocas balneares e cuja classificação da qualidade da água foi sempre "Excelente". Apesar dos bons exemplos que continuam a existir em todo o país, o número de praias distinguidas diminuiu face ao ano passado.O que explica esta evolução? O que nos dizem estes resultados sobre o estado das nossas águas balneares? E que desafios continuam por resolver para garantir praias mais limpas e ecossistemas aquáticos mais saudáveis? É sobre isso que vamos conversar neste episódio com Francisco Ferreira, presidente da ZERO.Referências no episódio:Lista de Praias ZERO Poluiçãohttps://infoagua.apambiente.pt/
A qualidade do ar em ambientes fechados pode ser negligenciada em diversas ocasiões, mas tem impacto direto na saúde das pessoas. Nesse sentido, a poluição doméstica, causada por agentes como fumaça de cigarro, produtos de limpeza químicos, mofo, queima de velas, incensos e falta de ventilação, pode tornar o ar interno mais prejudicial que o externo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a poluição do ar em locais fechados contribui para milhões de mortes prematuras por ano, além de agravar alergias e doenças respiratórias e cardiovasculares. Para entender melhor as questões relacionadas à poluição doméstica, conversamos com Hubert Roeser, professor do Departamento de Engenharia Ambiental da UFOP, que explica diversos pontos dessa forma de poluição, que afeta a saúde pública em todo o mundo. Ficha Técnica:Produção: Maria Caroline Carmo Edição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Breno Estevam
Secretária Natália Resende explica os investimentos feitos pelo Governo de SP em coleta e tratamento de esgoto.
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Gordura de alguns alimentos pode esconder poluentes que se acumulam no corpo ao longo dos anos. A nutricionista Mariana Chaves explica os 3 Ps para reduzir exposição com escolhas simples e práticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A 25ª sessão do encontro foca em soluções sobre bem-estar de povos tradicionais; líder da ONU ressalta preocupação com invasão de terras ancestrais e contaminação da água; ele pediu mais proteção contra ataques fatais.
As beatas e pontas de cigarros continuam a ser um dos maiores problemas de poluição no planeta. Os seus efeitos prolonga-se durante décadasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
NESTA EDIÇÃO. Governo Trump reduz restrições ambientais à venda de gasolina com 15% de etanol para lidar com alta nos combustíveis. Municípios no Sul do Brasil relatam escassez de diesel. ExxonMobil envia time para monitorar Venezuela e mantém Brasil no radar. Brasília terá primeiro ônibus comercial do Brasil a hidrogênio. ***Locução gerada por IA
Na medida em que o conflito no Oriente Médio se estende, desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, aumentam também as preocupações sobre o impacto ambiental da guerra. As instalações de petróleo no Golfo têm sido um dos alvos prioritários de bombardeios, gerando uma chuva tóxica com efeitos ainda inestimáveis na região. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As “chuvas ácidas” ocorridas após a explosão de milhares de toneladas de óleo levaram a ONU a emitir um alerta sobre os riscos à saúde dos iranianos. Os poluentes como enxofre e compostos de nitrogênio, liberados na explosão, se dispersam na atmosfera. Quando entram em contato com as partículas de água presentes no ar, esses químicos se transformam em ácidos tóxicos, como o sulfúrico e o nítrico. As precipitações levam os poluentes de volta para o solo e a água, causando danos prolongados à agricultura e à qualidade da água. Jacky Bonnemains, diretor da organização ecologista francesa Robin des Bois, lembra que o Golfo Pérsico é um mar quase fechado, particularmente vulnerável à contaminação por vazamentos de petróleo e restos de navios militares ou petroleiros atacados. Biodiversidade em risco “As atividades dos pescadores artesanais, que são milhares na região e contribuem para a segurança alimentar de todos os países litorâneos, quaisquer que sejam os beligerantes, estarão condenadas por muito tempo”, comentou. “A biodiversidade, da qual tanto se fala em tempos de paz e tão pouco em tempos de guerra, também será prejudicada a longo prazo. São tartarugas marinhas, dugongos, baleias-jubarte, cachalotes, peixes, pepinos-do-mar. É uma verdadeira catástrofe ambiental e sanitária.” No total, mais de 2.000 espécies marinhas vivem nessas águas quentes, às quais se somam 100 espécies de corais. Além disso, os manguezais e os prados marinhos da região são zonas de reprodução para peixes e crustáceos. As aves marinhas também são ameaçadas: o óleo destrói a impermeabilidade de suas penas, provocando hipotermia e afogamentos. A migração delas também pode ser perturbada pelo ruído das explosões e pelas colunas de fumaça tóxica. Poluição abala acesso já restrito à água Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã e Arábia Saudita – as consequências serão sentidas muito além do Irã, embora o país seja o mais diretamente atingido, explica Doug Weir, diretor da ONG britânica Observatório de Conflitos e Meio Ambiente (CEOBS). A entidade já identificou cerca de 300 incidentes envolvendo riscos ambientais desde o início da guerra. “O Irã enfrenta uma seca prolongada há muitos anos. Já sofre forte estresse hídrico, portanto qualquer poluição adicional nos aquíferos e nos recursos hídricos iranianos é particularmente problemática, porque eles já são escassos”, ressaltou. “Outro ponto: grandes derramamentos de petróleo no Golfo Pérsico podem afetar as usinas de dessalinização de água — e cerca de 100 milhões de pessoas ao redor do Golfo dependem dessas usinas.” As dezenas de navios bloqueados na região, carregando cerca de 21 bilhões de litros de petróleo, constituem uma "bomba-relógio ecológica" alertou a organização Greenpeace. Balanço ambiental esquecido Nos bombardeios mais recentes, Washington visa a ilha de Kharg, terminal que concentra 90% das exportações de petróleo bruto iraniano. As infraestruturas foram preservadas até o momento, mas o cenário pode mudar de acordo com o andamento do conflito. “Fala-se muito do balanço econômico desta guerra, e muito pouco do balanço humano, que não conhecemos. Mas o despertar após o choque petrolífero será bastante violento, em relação às consequências ambientais”, insistiu Bonnemains. “Com o passar do tempo, não haverá nem vencedor, nem vencido: haverá apenas vítimas da poluição.” A gestão desses danos é outro ponto de preocupação. A história mostra que, ao final de conflitos armados, a descontaminação das áreas atingidas fica longe do topo das prioridades. “O que vemos na maioria das áreas afetadas por conflitos é que o dano ambiental muitas vezes não é tratado posteriormente. A recuperação ambiental é cara, e países que estão saindo de um conflito têm menos capacidade de proteger o meio ambiente”, observou Doug Weir. “São necessários recursos e assistência técnica da comunidade internacional, o que nem sempre acontece. E, no caso do Irã, embora o país tenha enorme capacidade e expertise em questões ambientais, também possui um governo muito fechado e centralizado, que pode não ser particularmente transparente sobre a necessidade de limpar o ambiente ao redor desses locais”, frisou.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, realizou, na manhã desta terça-feira, 24, uma reunião com órgãos federais, estaduais e municipais para discutir ações de fiscalização e prevenção da poluição sonora provocada por motocicletas com escapamentos alterados e por bicicletas com motores adaptados de forma irregular.
Análise do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime aponta papel da corrupção e lacunas nas leis punitivas contra a prática; maior parte do descarte de substâncias tem origem em regiões de alta renda e destina-se a economias de baixo rendimento.
Para que servem as políticas económicas ambientais? Quais os seus custos e benefícios? A economista Catarina Roseta-Palma e o humorista Manel Rosa exploram as ferramentas de que dispomos para reduzir o impacto da ação humana sobre o planeta.Todos nos preocupamos com as alterações climáticas, mas até que ponto estamos dispostos a pagar impostos ambientais? Será que temos noção do valor carbónico incorporado em tudo o que consumimos?Neste episódio, a dupla de Economia navega pelos principais instrumentos das políticas ambientais da atualidade – da regulamentação aos incentivos económicos.Sabe o que é a neutralidade carbónica? E qual a diferença entre reduzir emissões e remover gases com efeito de estufa?Ao longo da conversa, descubra ainda quais os subsídios com impacto ambiental positivo, como funciona o mercado das licenças transacionáveis e porque é que devemos taxar o carbono que consumimos. No fim, acompanhe a reflexão sobre um dos grandes desafios económicos da política climática: a fuga do carbono para países menos regulamentados.Para ficar a par da importância das políticas climáticas, não perca este episódio [IN]Pertinente.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISSutton e Saha, «Os riscos e as oportunidades da agenda da UE para o comércio verde» (FFMS, 2025)Gouveia e Carvalho, «Climate policy is not fiscal policy: understanding attitudes towards climate action» (WP202513, Banco de Portugal 2025) Orçamento Fundo Ambiental para 2025 https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/despacho/5401-2025-917582164Stechemesser et al. «Climate policies that achieved major emission reductions: Global evidence from two decades» (Science 385, 884-892, 2024) van den Bergh and Botzen, «Assessing Criticisms of Carbon Pricing», International Review of Environmental and Resource Economics: Vol. 18: No. 3, pp 315-384. (2024)Programa «Incentiva + TP»Agência Portuguesa do AmbienteEuropean CommissionWorld BankBIOSCatarina Roseta PalmaProfessora associada de Economia no ISCTE-IUL, onde foi diretora da Sustentabilidade. Tem trabalhado na área do ambiente, incluindo a gestão de recursos hídricos, a energia e outros temas da sustentabilidade. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio.
Não muito tempo atrás, comer salmão era um privilégio de ocasiões raras no ano. O preço alto de um produto nobre, pescado em águas distantes e geladas, não permitia que fosse de outra forma. Mas hoje, nas grandes cidades ocidentais, há quem se dê este luxo várias vezes por semana, apesar do alto custo social e ambiental de uma indústria que parece fora de controle. O salmão encontrado nos supermercados em 2026 tem pouco a ver com as espécies selvagens que eram degustadas até os anos 1980. Nos últimos 40 anos, o consumo mundial do peixe triplicou graças à expansão da criação em cativeiro nos principais países produtores, Chile, Escócia e Noruega. Na maioria das fazendas marinhas, os salmões vivem confinados aos milhares em espaços limitados por gaiolas. Privados de seus hábitos naturais, podem se atacar uns aos outros e são presas fáceis para parasitas, explica Maxime Carsel, autor de um livro que acaba de ser publicado na França: Un poisson nommé saumon : enquête sur une industrie dévastatrice (Um peixe chamado salmão: investigação sobre uma indústria devastadora, em tradução livre). A obra traz imagens impressionantes sobre as condições dos cativeiros e é publicada no momento em que a multinacional Pure Salmon planeja expandir sua produção para oito países, entre eles a França. O projeto, contestado por organizações ambientalistas, visa construir a maior fazenda do peixe do planeta, na região de Gironda. “Há fazendas de salmão onde os peixes se comem uns aos outros, morrem e ou são devorados vivos pelos piolhos-do-mar, que são pequenos crustáceos encontrados nos oceanos que se alimentam do muco dos peixes”, disse ao autor, em entrevista à RFI. “Os salmões ficam então como zumbis – tem peixes que perderam a mandíbula, os olhos, as nadadeiras, mas ainda estão vivos. Esses são os peixes que, no final da cadeia alimentar, podem acabar no seu prato.” Coquetel de agrotóxicos Para enfrentar a proliferação dos parasitas, os produtores utilizam um coquetel de agrotóxicos como deltametrina, azametifos e benzoato de emamectina, que as correntes marítimas espalham para outros lugares. O salmão em si também é fonte de contaminação, ao levar consigo os resíduos químicos até o prato do consumidor. Não à toa, as autoridades sanitárias da Noruega emitiram uma recomendação para as famílias limitarem a ingestão do peixe, apesar de o país ser o líder mundial da produção. Os maiores consumidores são potências desenvolvidas: Japão, Rússia, Estados Unidos e França. Mas para dar conta do apetite europeu, americano e asiático, as empresas recorrem aos países do sul, e até à África. O salmão é um peixe carnívoro que, em cativeiro, costuma ser alimentado com um composto de farinha animal e soja. Em média, são necessários de 1 a 2 quilos de outros peixe para cada quilo de salmão produzido em cativeiro. Peixe para alimentar salmão, e não populações Foi assim que, na costa africana, multiplicaram-se nos últimos anos as usinas de fabricação do alimento, com pescados da região – e em detrimento da população local, denuncia Aliou Ba, diretor de campanhas de pesca do Greenpeace África. “Eles usam, a cada ano, 500 mil toneladas de peixe para produzir farinha e óleo de peixe. Meio milhão de toneladas de peixe poderia alimentar aproximadamente 40 milhões de pessoas na África”, salienta. “Portanto, isso representa um problema sério e constitui o lado obscuro, a outra face dessa indústria de criação de salmão, que prejudica profundamente comunidades e países. Tem um impacto realmente negativo na África Ocidental.” Em países como Mauritânia, Senegal e Gambia, pescadores artesanais não conseguem mais encontrar cardumes de sardinhas como antes. O impacto no setor levou os governos locais a restringirem o uso dos peixes para a produção de farinha – mas os navios pesqueiros agora se deslocam mais ao sul. “Alguns estão se estabelecendo na Guiné-Bissau. Uma coisa é certa: enquanto eles não pararem de explorar excessivamente nossos recursos, deixando nossas mulheres e pescadores desempregados e destruindo nossos ecossistemas marinhos, nós também não vamos parar de lutar contra eles”, garante Aliou Ba. Mortes de trabalhadores no Chile Em seu livro, o jornalista francês Maxime Carsel também aborda o aspecto social da exploração excessiva do salmão. No Chile, catapultado a segundo maior produtor graças aos cativeiros, as condições de trabalho nestas fazendas são bem diferentes da Europa, constata ele. “Pessoas perderam dedos e mãos. Há também aqueles mergulhadores cujo trabalho é limpar as gaiolas de salmão e que morrem porque os cabos caem sobre eles”, aponta. “Perto de cem mergulhadores morreram no Chile nos últimos anos.” Maxime Carsel avalia que um dos poucos freios para reverter este cenário seria a tomada de consciência dos consumidores. No que depender da indústria, a tendência é de crescimento ainda maior do setor. A norueguesa Mowi, líder mundial da produção de salmão, planeja passar dos atuais 520 mil toneladas ao ano para 600 mil toneladas até 2029. A China, onde a demanda é exponencial, está se lançando na produção e até Dubai amplia as duas fazendas de salmão, em pleno deserto.
Confira mais um episódio do PFC Debate. Falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!A poluição e o caos urbano.A diferença entre Índia e Butão.Os bastidores e desafios das séries do PFC.A importância de treinar no calor.Treinar com IA vale a pena?Fortalecimento.Camila triatleta?Tudo isso e muito mais no cardápio variado, com aquela mistura de informação, humor e opinião que só o PFC Debate sabe entregar. Escute, informe-se e divirta-se.Compre o livro da CamilaGrupo de promoções da ThainaraSiga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara.Use nossos cupons de desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CORRA BARATO - PFCCLUBE DE AUTORES - PFC10MARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC10
O MP no Rádio traz nesta edição uma entrevista sobre um problema comum neste início de ano, em razão das férias e do verão: a perturbação do sossego e a poluição sonora. Afinal, qual o limite para som alto, barulho e algazarra? Quando isso passa a ser um ilícito? Para falar deste tema o programa recebe a Promotora de Justiça Carolina Dias Aidar, do Ministério Público do Paraná, que atua no Litoral, em Matinhos.
Confira algumas das reportagens do programa Saúde em Dia que foram ao ar em 2025. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Quais são os efeitos do uso indiscriminado das redes sociais em crianças e adolescentes. Diabolizar plataformas é a solução para protegê-los da violência online? Vários países, entre eles a França, vêm adotando medidas para controlar o acesso às redes e proteger crianças e adolescentes. A pedopsiquiatra francesa Catherine Jousselme, uma das maiores referências na área, é autora de diversos livros e estudos sobre a questão e dirigiu vários centros infantojuvenis no país ao longo de sua carreira. Para ela, não existe só uma solução, mas várias, que envolvem a escola, os pais, governos e os profissionais da saúde.“Essas ferramentas causam dependência. Sabemos que nosso cérebro tem um circuito de tratamento da imagem que é bem mais rápido do que o circuito que gerencia a linguagem e a reflexão”, avalia. O consumo ininterrupto do conteúdo gerado pelas redes torna os jovens presas mais fáceis. Esse risco cresce na adolescência, um período marcado por transformações e incertezas. Casos de câncer explodem no mundo No início do ano, dados apresentados pelo Instituto francês Gustave Roussy mostraram que os casos de câncer entre jovens de 20 a 40 anos vêm crescendo nos últimos 30 anos. O hospital, situado em Villejuif, nos arredores de Paris, é um dos maiores centros de combate ao câncer do mundo. Estudos revelam que, entre 1990 e 2019, houve um aumento de 79,1% de certos tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos, em todo o mundo. Os médicos preveem uma alta de 12% de novos diagnósticos e mortes causadas pela doença nessa faixa etária entre 2022 e 2050.Quais seriam os fatores de risco? Poluição, consumo de alimentos ultraprocessados, sedentarismo? “Não entendemos exatamente o porquê desse aumento, mas há pistas. Alguns estudos mostram que pode haver uma relação entre o consumo de ultraprocessados e o câncer. Mas isso não significa que haja necessariamente uma causalidade, ou seja, uma relação de causa e efeito”, diz o oncologista Fabrice André, diretor de pesquisa do Instituto Gustave Roussy. Francês cria medicamento contra Mal de Parkinson O farmacêutico francês Guillaume Brachet descobriu que tinha o mal de Parkinson aos 30 anos. Ele criou um medicamento, já patenteado, que poderá frear a evolução da doença. O jovem cientista contou sua história ao programa e no livro Parkinson aos 30 anos, lançado em março na França. “Vamos ter que demonstrar o impacto significativo do tratamento nos parâmetros da doença e traduzi-lo em algo mensurável e padronizado, como um biomarcador, para provar o efeito dessa combinação”, explicou. Os testes com humanos estão previstos para 2026, e o tratamento poderá estar disponível em 2030. Remédios em formato de doce O farmacêutico francês Maxime Annereau trabalha no Instituto Gustave Roussy, de combate ao câncer. Ele adapta as doses, o sabor e a forma dos medicamentos usados por crianças e adolescentes com a doença e usa impressoras 3D para fabricar os remédios na farmácia do centro. Após vários testes, os pediatras do hospital pediram ao farmacêutico que melhorasse o sabor do Bactrim, um medicamento que associa dois antibióticos e é utilizado em larga escala pelas crianças que têm câncer e passam por quimioterapia. “Eles nos falaram que o resultado foi bom, mas poderia ser ainda melhor. O ‘melhor' demorou oito meses para ficar pronto. Como somos franceses, imaginamos um jeito para disfarçar o gosto do remédio e decidimos fazer um macaron”, explicou. O macaron é um doce com formato redondo, massa feita à base de amêndoas, açúcar e clara de ovos. Estudante francês de Medicina denuncia racismo Uma das entrevistas foi com o estudante francês de Medicina Miguel Shema, que está no 5º ano da Faculdade de Iasi, na Romênia. Durante seus estágios de observação, Miguel passou a questionar a maneira como os pacientes negros e de outras etnias são atendidos nos hospitais e contou sua experiência no livro La Santé est Politique (A Saúde é Política), para denunciar a discriminação de alguns profissionais da saúde. “É importante que as ciências sociais, a história e a sociologia estejam mais presentes nos cursos de medicina. Negro, em termos médicos, não quer dizer nada. Negro tem um significado sociológico. É importante, neste sentido, constatar como essas pessoas são tratadas e qual é a percepção que se tem delas. A discussão para por aí. Ser negro significa ser alvo da negrofobia. E pronto.” Riscos dos smart pods A pneumologista Fernanda Aguiar coordena o setor de Medicina Respiratória do Hospital Mater Dei, em Salvador. Ela falou sobre os riscos da utilização dos smart pods, ou smart vapes, um modelo mais tecnológico de cigarro eletrônico que toca música, manda mensagens ou propõe jogos. Em alguns casos, o dispositivo tem a forma de um animal de estimação virtual, no estilo tamagotchi, que morre se o usuário decide parar de fumar. “Que gênio do mal cria coisas assim para que as pessoas fiquem mais e mais dependentes. São estratégias do mal com um fim meramente comercial, às custas da dependência de uma droga: a nicotina.”
Aiea destaca avanços no uso da ciência nuclear para enfrentar a poluição por plásticos; iniciativa Nutec Plastics atua desde o nível atômico até aplicações industriais; tecnologias baseadas em radiação ajudam países a reciclar resíduos e acelerar economia circular.
Pesquisa revela impactos físicos e comportamentais graves em cães e gatos durante celebrações, com aumento de fugas, acidentes e atendimentos veterinários. Para milhões de cães e gatos, esse período é marcado por medo intenso, estresse e até pânico provocados pela poluição sonora dos fogos de artifício. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Petlove, maior ecossistema pet do Brasil, em parceria com sua campanha de conscientização “Chega de Fogos”. Para falar sobre o tema, o apresentador Neneo de Carvalho, da Rádio Folha 96,7 FM, entrevista o psicólogo canino e adestrador, Nahum Anselmo. De acordo com o levantamento, que ouviu tutores e médicos-veterinários, 84% dos pets demonstram medo dos rojões. O dado se torna ainda mais preocupante quando se observa que 66% dos respondentes afirmaram que seus animais já fugiram ou conhecem algum pet que fugiu em decorrência do barulho dos fogos, situação que aumenta significativamente o risco de atropelamentos, desaparecimentos e acidentes graves.
A crise climática é a próxima grande crise de saúde mental. Você, psiquiatra em formação, está pronto para enfrentá-la? No episódio 339 do PQU Podcast, estudamos as evidências que mostram como a poluição do ar e o calor extremo estão associados ao aumento de morbidade psiquiátrica em todo o mundo. Mas, como isso muda a sua prática? Neste episódio, discutimos o papel do psiquiatra dentro e fora do consultório no enfrentamento dessa nova crise global. Não adie esta discussão. Procure agora pelo PQU Podcast na sua plataforma favorita!
Humans are built for nature, not modern life https://www.sciencedaily.com/releases/2025/12/251207031335.htm How air samplers could revolutionise biodiversity monitoring – with NPL https://youtu.be/Udy6mD2BHhc?si=_kfgJ4MdQ363eCZC Brasileiro que criou mosquito Aedes que não transmite dengue entra na lista dos cientistas que mudaram a ciência em 2025 https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/08/brasileiro-que-criou-mosquito-aedes-que-nao-transmite-dengue-entra-na-lista-dos-cientistas-que-mudaram-a-ciencia-em-2025.ghtml Nature's 10 Ten people who helped shape science in 2025 https://www.nature.com/immersive/d41586-025-03848-1/index.html Combate ao ‘Aedes' dá reconhecimento a cientista brasileiro Luciano Moreira, da Fiocruz, criou mosquitos que não transmitem dengue e entra no top 10 feito pela ‘Nature' https://digital.estadao.com.br/article/281951729139875 Scientists Thought Parkinson's Was in Our Genes. It Might Be in the Water https://www.wired.com/story/scientists-thought-parkinsons-was-in-our-genes-it-might-be-in-the-water/ conversando sobre Agricultura Biológica com Mariângela Hungria https://vamosfalarsobreimpacto.today/2025/08/20/conversando-sobre-agricultura-biologica-com-mariangela-hungria/ canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shopmuito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula The post nosso herói Luciano Moreira, Parkinson e poluição, a vida que está no ar appeared first on radinho de pilha.
Conferência Plastic Reboot reúne 15 países em Salvador para promover soluções circulares; abordagem de ciclo de vida pode economizar US$4,5 trilhões até 2040; evento marca novo rumo a um acordo internacional sobre o plástico.
Nesta aula de francês, vamos explorar o vocabulário ligado ao meio ambiente, sustentabilidade e mudanças climáticas. Esses temas estão cada vez mais presentes em discussões públicas e cotidianas na França, e conhecer os termos em francês é essencial para participar dessas conversas de forma consciente e atualizada.1. Vocabulário básico sobre o meio ambienteL'environnement – O meio ambiente La nature – A natureza La planète – O planeta Les ressources naturelles – Os recursos naturais L'air / l'eau / la terre – O ar / a água / a terra Les animaux / les plantes – Os animais / as plantasExemplo: Il est important de protéger l'environnement et la biodiversité.2. Sustentabilidade e ações ecológicasLe développement durable – Desenvolvimento sustentável Recycler / le recyclage – Reciclar / a reciclagem Réutiliser / réduire / trier les déchets – Reutilizar / reduzir / separar o lixo Économiser l'eau / l'énergie – Economizar água / energia Utiliser des sacs réutilisables – Usar sacolas reutilizáveis Protéger la faune et la flore – Proteger a fauna e a floraExemplo: Je fais attention à trier mes déchets et à utiliser moins de plastique.3. Problemas ambientaisLa pollution (de l'air, de l'eau, sonore) – Poluição (do ar, da água, sonora) Le réchauffement climatique – Aquecimento global La déforestation – Desmatamento La disparition des espèces – Desaparecimento das espécies Les catastrophes naturelles – Catástrofes naturais L'effet de serre – Efeito estufaExemplo: Le réchauffement climatique est causé en grande partie par les émissions de CO₂.4. Mudanças climáticas e soluções possíveisChanger nos habitudes – Mudar nossos hábitos Utiliser les transports en commun – Usar transporte público Réduire l'utilisation de plastique – Reduzir o uso de plástico Adopter un mode de vie écologique – Adotar um estilo de vida ecológico Soutenir les énergies renouvelables – Apoiar as energias renováveis (solaire, éolienne)Exemplo: Adopter un mode de vie plus vert est essentiel pour l'avenir de la planète.5. Expressões úteis e frases para conversasC'est important de… – É importante… On doit agir maintenant. – Devemos agir agora. Qu'est-ce que tu fais pour l'environnement ? – O que você faz pelo meio ambiente? Je fais de mon mieux pour… – Faço o meu melhor para…Exemplo: C'est important de sensibiliser les jeunes à l'écologie dès l'école.Falar sobre meio ambiente é também uma forma de mostrar engajamento e consciência social. Use esse vocabulário para expressar suas ideias e participar de discussões sobre o futuro do planeta. Agissons ensemble !
ALICE detects the conversion of lead into gold at the Large Hadron Collider http://phys.org/news/2025-05-alice-conversion-gold-large-hadron.html The exhaustion of the unmasking fad http://open.substack.com/pub/carlosorsi/p/the-exhaustion-of-the-unmasking-fad How a 5,000-year-old technology, politics, and culture led to modern wealth inequality http://phys.org/news/2025-05-year-technology-politics-culture-modern.html Moon dust ‘rarer than gold' arrives in UK from China http://bbc.com/news/articles/c4g3krykxypo What's Causing the Parkinson's Belt? https://youtu.be/q9vo_UUoGjo?si=yaLwKDvwMTYN18CL Ser democrata – Eu ... Read more The post é pecado ser da paz? a origem da desigualdade, como as bactérias conversam, parkinson e poluição appeared first on radinho de pilha.
O terceiro episódio da série mostra como luzes artificiais, cada vez mais intensas, rompem o equilíbrio natural das noites, afetando a saúde humana, alterando o crescimento das plantas e desorientando espécies animais.
Neste segundo episódio da série Poluição Luminosa, Marco Centurion trata dos impactos que o excesso de luzes artificiais geram para a pesquisa em astronomia, interferindo nos equipamentos e dificultando o trabalho de pesquisa de astrônomos
A poluição luminosa é um tipo de interferência silenciosa nos padrões naturais e paradoxalmente, é uma poluição invisível. Invisível e invisibilizante! Neste primeiro episódio da série, exploramos do que se trata a poluição por luz artificial, como o seu excesso afeta nossa visão do céu noturno e o impacto na vida animal.
Evento encerra nesta quinta-feira em Cartagena, Colômbia; especialistas destacam importância do ar limpo na prevenção de doenças graves; custos dos danos à saúde causados por poluentes são estimados em 6,1% do Produto Interno Bruto global.
Sistema de vigilância da qualidade do ar foi avaliado como exemplar na prevenção de doenças crônicas; Córdoba, na Argentina, e Manchester, no Reino Unido, também foram premiadas; ações envolvem alimentação escolar saudável e criação de espaços sem fumo.
Negociação em Busan, na Coreia do Sul, foi marcada por “divergências persistentes” sobre texto final; diretora-executiva do Pnuma enfatiza que acordo é essencial para proteger a saúde humana e o meio ambiente.
O Comité das Nações Unidas para a Poluição por Plástico continua reunido.
Diretora-executiva do Pnuma relata clima de frustração e impaciência com avanço lento do texto; ela pediu consenso e ação para que produção de plásticos faça parte do escopo do acordo.
Negociações em Busan, na Coreia do Sul, tem objetivo de firmar tratado vinculante para acabar com problema; secretário-geral da ONU pede que todo ciclo de vida do produto seja levado em conta; texto em discussão tem lacunas em temas como produtos químicos, regulação da produção e financiamento.
País insular do Pacífico é incapaz de processar adequadamente resíduos que estão sendo gerados em grande quantidade; para especialista, negociação de tratado vinculante deveria responsabilizar países produtores de plástico, mas texto está “no caminho errado”.