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Confira algumas das reportagens do programa Saúde em Dia que foram ao ar em 2025. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Quais são os efeitos do uso indiscriminado das redes sociais em crianças e adolescentes. Diabolizar plataformas é a solução para protegê-los da violência online? Vários países, entre eles a França, vêm adotando medidas para controlar o acesso às redes e proteger crianças e adolescentes. A pedopsiquiatra francesa Catherine Jousselme, uma das maiores referências na área, é autora de diversos livros e estudos sobre a questão e dirigiu vários centros infantojuvenis no país ao longo de sua carreira. Para ela, não existe só uma solução, mas várias, que envolvem a escola, os pais, governos e os profissionais da saúde.“Essas ferramentas causam dependência. Sabemos que nosso cérebro tem um circuito de tratamento da imagem que é bem mais rápido do que o circuito que gerencia a linguagem e a reflexão”, avalia. O consumo ininterrupto do conteúdo gerado pelas redes torna os jovens presas mais fáceis. Esse risco cresce na adolescência, um período marcado por transformações e incertezas. Casos de câncer explodem no mundo No início do ano, dados apresentados pelo Instituto francês Gustave Roussy mostraram que os casos de câncer entre jovens de 20 a 40 anos vêm crescendo nos últimos 30 anos. O hospital, situado em Villejuif, nos arredores de Paris, é um dos maiores centros de combate ao câncer do mundo. Estudos revelam que, entre 1990 e 2019, houve um aumento de 79,1% de certos tipos de câncer em pessoas com menos de 50 anos, em todo o mundo. Os médicos preveem uma alta de 12% de novos diagnósticos e mortes causadas pela doença nessa faixa etária entre 2022 e 2050.Quais seriam os fatores de risco? Poluição, consumo de alimentos ultraprocessados, sedentarismo? “Não entendemos exatamente o porquê desse aumento, mas há pistas. Alguns estudos mostram que pode haver uma relação entre o consumo de ultraprocessados e o câncer. Mas isso não significa que haja necessariamente uma causalidade, ou seja, uma relação de causa e efeito”, diz o oncologista Fabrice André, diretor de pesquisa do Instituto Gustave Roussy. Francês cria medicamento contra Mal de Parkinson O farmacêutico francês Guillaume Brachet descobriu que tinha o mal de Parkinson aos 30 anos. Ele criou um medicamento, já patenteado, que poderá frear a evolução da doença. O jovem cientista contou sua história ao programa e no livro Parkinson aos 30 anos, lançado em março na França. “Vamos ter que demonstrar o impacto significativo do tratamento nos parâmetros da doença e traduzi-lo em algo mensurável e padronizado, como um biomarcador, para provar o efeito dessa combinação”, explicou. Os testes com humanos estão previstos para 2026, e o tratamento poderá estar disponível em 2030. Remédios em formato de doce O farmacêutico francês Maxime Annereau trabalha no Instituto Gustave Roussy, de combate ao câncer. Ele adapta as doses, o sabor e a forma dos medicamentos usados por crianças e adolescentes com a doença e usa impressoras 3D para fabricar os remédios na farmácia do centro. Após vários testes, os pediatras do hospital pediram ao farmacêutico que melhorasse o sabor do Bactrim, um medicamento que associa dois antibióticos e é utilizado em larga escala pelas crianças que têm câncer e passam por quimioterapia. “Eles nos falaram que o resultado foi bom, mas poderia ser ainda melhor. O ‘melhor' demorou oito meses para ficar pronto. Como somos franceses, imaginamos um jeito para disfarçar o gosto do remédio e decidimos fazer um macaron”, explicou. O macaron é um doce com formato redondo, massa feita à base de amêndoas, açúcar e clara de ovos. Estudante francês de Medicina denuncia racismo Uma das entrevistas foi com o estudante francês de Medicina Miguel Shema, que está no 5º ano da Faculdade de Iasi, na Romênia. Durante seus estágios de observação, Miguel passou a questionar a maneira como os pacientes negros e de outras etnias são atendidos nos hospitais e contou sua experiência no livro La Santé est Politique (A Saúde é Política), para denunciar a discriminação de alguns profissionais da saúde. “É importante que as ciências sociais, a história e a sociologia estejam mais presentes nos cursos de medicina. Negro, em termos médicos, não quer dizer nada. Negro tem um significado sociológico. É importante, neste sentido, constatar como essas pessoas são tratadas e qual é a percepção que se tem delas. A discussão para por aí. Ser negro significa ser alvo da negrofobia. E pronto.” Riscos dos smart pods A pneumologista Fernanda Aguiar coordena o setor de Medicina Respiratória do Hospital Mater Dei, em Salvador. Ela falou sobre os riscos da utilização dos smart pods, ou smart vapes, um modelo mais tecnológico de cigarro eletrônico que toca música, manda mensagens ou propõe jogos. Em alguns casos, o dispositivo tem a forma de um animal de estimação virtual, no estilo tamagotchi, que morre se o usuário decide parar de fumar. “Que gênio do mal cria coisas assim para que as pessoas fiquem mais e mais dependentes. São estratégias do mal com um fim meramente comercial, às custas da dependência de uma droga: a nicotina.”
Aiea destaca avanços no uso da ciência nuclear para enfrentar a poluição por plásticos; iniciativa Nutec Plastics atua desde o nível atômico até aplicações industriais; tecnologias baseadas em radiação ajudam países a reciclar resíduos e acelerar economia circular.
Pesquisa revela impactos físicos e comportamentais graves em cães e gatos durante celebrações, com aumento de fugas, acidentes e atendimentos veterinários. Para milhões de cães e gatos, esse período é marcado por medo intenso, estresse e até pânico provocados pela poluição sonora dos fogos de artifício. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Petlove, maior ecossistema pet do Brasil, em parceria com sua campanha de conscientização “Chega de Fogos”. Para falar sobre o tema, o apresentador Neneo de Carvalho, da Rádio Folha 96,7 FM, entrevista o psicólogo canino e adestrador, Nahum Anselmo. De acordo com o levantamento, que ouviu tutores e médicos-veterinários, 84% dos pets demonstram medo dos rojões. O dado se torna ainda mais preocupante quando se observa que 66% dos respondentes afirmaram que seus animais já fugiram ou conhecem algum pet que fugiu em decorrência do barulho dos fogos, situação que aumenta significativamente o risco de atropelamentos, desaparecimentos e acidentes graves.
A crise climática é a próxima grande crise de saúde mental. Você, psiquiatra em formação, está pronto para enfrentá-la? No episódio 339 do PQU Podcast, estudamos as evidências que mostram como a poluição do ar e o calor extremo estão associados ao aumento de morbidade psiquiátrica em todo o mundo. Mas, como isso muda a sua prática? Neste episódio, discutimos o papel do psiquiatra dentro e fora do consultório no enfrentamento dessa nova crise global. Não adie esta discussão. Procure agora pelo PQU Podcast na sua plataforma favorita!
Humans are built for nature, not modern life https://www.sciencedaily.com/releases/2025/12/251207031335.htm How air samplers could revolutionise biodiversity monitoring – with NPL https://youtu.be/Udy6mD2BHhc?si=_kfgJ4MdQ363eCZC Brasileiro que criou mosquito Aedes que não transmite dengue entra na lista dos cientistas que mudaram a ciência em 2025 https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/08/brasileiro-que-criou-mosquito-aedes-que-nao-transmite-dengue-entra-na-lista-dos-cientistas-que-mudaram-a-ciencia-em-2025.ghtml Nature's 10 Ten people who helped shape science in 2025 https://www.nature.com/immersive/d41586-025-03848-1/index.html Combate ao ‘Aedes' dá reconhecimento a cientista brasileiro Luciano Moreira, da Fiocruz, criou mosquitos que não transmitem dengue e entra no top 10 feito pela ‘Nature' https://digital.estadao.com.br/article/281951729139875 Scientists Thought Parkinson's Was in Our Genes. It Might Be in the Water https://www.wired.com/story/scientists-thought-parkinsons-was-in-our-genes-it-might-be-in-the-water/ conversando sobre Agricultura Biológica com Mariângela Hungria https://vamosfalarsobreimpacto.today/2025/08/20/conversando-sobre-agricultura-biologica-com-mariangela-hungria/ canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shopmuito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula The post nosso herói Luciano Moreira, Parkinson e poluição, a vida que está no ar appeared first on radinho de pilha.
Estudo no BMC Medicine conclui que pessoas que vivem em zonas com muita poluição atmosférica e praticam exercício fisico retiram menos beneficios dessa prática do que as que vivem em zonas sem poluição
Você já parou pra pensar em como a bioquímica está presente no nosso cotidiano? É através dela que são desenvolvidos diversos produtos e processos que impactam diretamente o meio ambiente e a nossa qualidade de vida. Conversamos com a professora Ana Maria Mazotto, do Instituto de Microbiologia da UFRJ, coordenadora do Laboratório de Biocatálise Microbiana, sobre o uso de enzimas na degradação de efluentes coloridos da indústria têxtil.Produção e apresentação: Louise Fillies e Luisa ScorzelliEdição: Gabriel Savelli
"Planeta Água: a cultura oceânica para enfrentar as mudanças climáticas no meu território" foi o tema central da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2025. Na UFRJ, as mais diversas ações de ensino, pesquisa e extensão se desafiaram a propor atividades que relacionassem suas áreas de conhecimento e à manutenção da vida marinha, um dos pulmões do mundo.O PET Farmácia, por exemplo, explorou, com linguagem acessível às crianças, como a sociedade se beneficia da matéria prima encontrada nos oceanos e como deve se responsabilizar pelo descarte adequado de medicamentos. A nossa equipe acompanhou a etapa da SNCT na Cidade Universitária, de 22 a 24 de outubro. O evento segue até 15 de novembro.Reportagem: Brenno AlmeidaEdição: Thiago Kropf
Conferência Plastic Reboot reúne 15 países em Salvador para promover soluções circulares; abordagem de ciclo de vida pode economizar US$4,5 trilhões até 2040; evento marca novo rumo a um acordo internacional sobre o plástico.
O programa Projetos da Semana destaca as propostas apresentadas recentemente no Senado Federal: o projeto que altera regras de tributação em ZPE's para venda de bens no mercado interno ( PL 5112/2025 ); a proposta que define como critério de desempate em licitações a adoção, pelas empresas, de medidas voltadas à profissionalização e admissão de pessoas idosas ( PL 5102/2025 ); e o projeto que determina a instalação de centros-dia para pessoas idosas atendidas no Sistema Único de Assistência Social ( PL 5115/2025 ). Também falaremos sobre o projeto que condiciona à decisão judicial a aplicação de sanções que gerem o perdimento ou inutilização de bens, quando for capaz de comprometer a principal fonte de subsistência do infrator ( PL 5184/2025 ); sobre o projeto que define o crime de poluição luminosa ( PL 5103/2025 ); e sobre a proposta de isenção do Imposto de Renda para professores que recebem até R$ 10 mil ( PL 5143/2025 ).
A mancha de poluição do Rio Tietê diminuiu de 207 quilômetros, em 2024, para 174 quilômetros neste ano - uma redução de 15,9%. Ainda assim, o principal rio de São Paulo continua extremamente poluído: o número de pontos monitorados classificados como de “boa qualidade” caiu de três para um (1,8% do total). A maioria dos locais se manteve na categoria “regular” (61,8%). O quadro se completa com os pontos tidos como “ruins” (27,3%) ou “péssimos” (9,1%). Nenhum local foi classificado como “ótimo”. Os dados fazem parte da nova edição do estudo Observando o Tietê, lançada ontem pela Fundação SOS Mata Atlântica. O governo do Estado informou, em nota, que R$ 22 bilhões foram investidos na despoluição do rio desde 2023. Em entrevista à Rádio Eldorado, o coordenador da Causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica, Gustavo Veronesi, ressaltou que o tratamento do esgoto deve ser uma prioridade e levantou dúvidas sobre a promessa do governo paulista de despoluir o rio até 2029. “É muito rápido poluir e muito vagaroso despoluir”, afirmou. A campanha pela despoluição do Rio Tietê foi iniciada em 1990 pela Rádio Eldorado e recolheu 1,2 milhão de assinaturas numa parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica que resultou na pressão para o Estado lançar o Projeto Tietê, em 1992.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estudo publicado no Journal of Affective Disorders conclui que poluição atmosférica aumenta risco de depressão ansiedade, esquizofrenia, doenças do espectro do autismo e deficit de atenção
Conheça os principais fatores que elevam o nível de poluição na atmosfera e, também, os problemas que ele traz à nossa saúde. E, por fim, saiba quais medidas devemos tomar para reduzir os impactos ocasionados pelos poluentes, especialmente em dias de baixa umidade no ar.
Cerca de 70% dos tipos de plásticos mais comuns no mundo foram produzidos por apenas sete países, em 2024, com destaque para a China, os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Em 2021, mais da metade desses plásticos saiu das linhas de produção de 18 empresas. Os dados foram apresentados na reunião da ONU, que discutiu este mês, em Genebra, na Suíça, um Tratado Global sobre Poluição por Plásticos. No entanto, o texto elaborado pelo comitê parece não corresponder às expectativas de ambientalistas e especialistas no assunto, de um tratado forte, ambicioso e significativo para enfrentar o problema. Michel Santos, Gerente de Políticas Públicas do WWF-Brasil, que acompanhou as negociações em Genebra, explica a dimensão da poluição por plásticos no planeta, os principais focos do problema e as perspectivas de avanços no debate. Ele destaca a importância de aprovação do projeto ( PL 2524/2022) do ex-senador Jean Paul Prates (PT-RN), que estabelece regras relativas à economia circular do plástico, em análise na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Encontro vai durar dez dias e reunirá 176 países.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Moradores de diferentes regiões da cidade de São Paulo criaram a Frente Cidadã pela Despoluição Sonora, uma iniciativa que cobra das autoridades soluções para o problema. O grupo é formado por cinco movimentos de moradores do entorno de polos geradores de ruídos na capital paulista: vizinhos da Avenida Paulista, da Arena Allianz Parque, do Parque da Água Branca, do Instituto Butantan e do Vale do Anhangabaú. Entre janeiro e maio deste ano, a Polícia Militar atendeu mais de 100 mil chamados sobre perturbação do sossego público. Em entrevista à Rádio Eldorado, o filósofo Marcelo Sando, idealizador da frente, disse que a cidade vive “uma epidemia de barulho” e que o grupo está trabalhando junto a alguns vereadores “de maneira suprapartidária” para encontrar soluções. Ele apontou a falta de fiscalização suficiente e de estudos de impactos acústicos no município. Sando afirmou que um mapa a ser elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), com conclusão prevista para 2029, será “uma ferramenta importante” no direcionamento de políticas públicas para reduzir a poluição sonora “sob a ótica da saúde pública”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na série especial do mês de junho, o assunto em destaque no "CBN Meio Ambiente e Suntentabilidade" é poluição atmosférica. Respirar é um ato automático. Mas, em muitas cidades do mundo e também aqui no Brasil , esse gesto simples tem se tornado um risco. A poluição atmosférica, invisível aos olhos na maioria das vezes, é hoje uma das maiores ameaças à saúde pública global. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 7 milhões de pessoas morrem todos os anos por doenças relacionadas à má qualidade do ar. No Brasil, estima-se que mais de 50 mil mortes prematuras por ano estejam ligadas à poluição do ar. E na Grande Vitória, a situação é igualmente alarmante.A Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV) tem desafios históricos, como a emissão de particulados finos por atividades portuárias e mineradoras, o tráfego intenso de veículos movidos a diesel e o crescimento urbano desordenado, com baixa cobertura vegetal. Estudos do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) mostram que bairros como Paul e Jardim Camburi frequentemente apresentam níveis de poluição acima dos limites recomendados.
Seguindo da série sobre os tipos de poluição que atingem as cidades, nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo fala sobre a poluição sonora e visual! A poluição sonora, comum em áreas urbanas, causa estresse, distúrbios do sono e problemas auditivos. Já a visual, gerada por excesso de publicidade, lixo e desorganização urbana, compromete o bem-estar. No Brasil, a fiscalização é municipal e deficiente. No Espírito Santo, cidades turísticas enfrentam desafios com festas, bares e paisagens degradadas visualmente. Ouça a conversa completa!
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 09 DE JUNHO DE 2025 POLUIÇÃO NO PAÍS DA COP30 - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
Da água ao ar! Ao longo deste mês de junho, o comentarista Marco Bravo, no "CBN Meio Ambiente e Suntentabilidade", traz como destaque o assunto poluição, tema tão caro quando se fala dos tempos atuais e as mudanças climáticas. No primeiro episódio ele explica, na prática, o conceito de poluição. "A poluição é a introdução de substâncias ou agentes poluentes no meio ambiente, provocando impactos negativos à saúde humana, aos ecossistemas e à qualidade de vida. Pode ocorrer no ar, na água, no solo, e até em dimensões sensoriais, como som e imagem, explica. Ouça a conversa completa!
Nesta aula de francês, vamos explorar o vocabulário ligado ao meio ambiente, sustentabilidade e mudanças climáticas. Esses temas estão cada vez mais presentes em discussões públicas e cotidianas na França, e conhecer os termos em francês é essencial para participar dessas conversas de forma consciente e atualizada.1. Vocabulário básico sobre o meio ambienteL'environnement – O meio ambiente La nature – A natureza La planète – O planeta Les ressources naturelles – Os recursos naturais L'air / l'eau / la terre – O ar / a água / a terra Les animaux / les plantes – Os animais / as plantasExemplo: Il est important de protéger l'environnement et la biodiversité.2. Sustentabilidade e ações ecológicasLe développement durable – Desenvolvimento sustentável Recycler / le recyclage – Reciclar / a reciclagem Réutiliser / réduire / trier les déchets – Reutilizar / reduzir / separar o lixo Économiser l'eau / l'énergie – Economizar água / energia Utiliser des sacs réutilisables – Usar sacolas reutilizáveis Protéger la faune et la flore – Proteger a fauna e a floraExemplo: Je fais attention à trier mes déchets et à utiliser moins de plastique.3. Problemas ambientaisLa pollution (de l'air, de l'eau, sonore) – Poluição (do ar, da água, sonora) Le réchauffement climatique – Aquecimento global La déforestation – Desmatamento La disparition des espèces – Desaparecimento das espécies Les catastrophes naturelles – Catástrofes naturais L'effet de serre – Efeito estufaExemplo: Le réchauffement climatique est causé en grande partie par les émissions de CO₂.4. Mudanças climáticas e soluções possíveisChanger nos habitudes – Mudar nossos hábitos Utiliser les transports en commun – Usar transporte público Réduire l'utilisation de plastique – Reduzir o uso de plástico Adopter un mode de vie écologique – Adotar um estilo de vida ecológico Soutenir les énergies renouvelables – Apoiar as energias renováveis (solaire, éolienne)Exemplo: Adopter un mode de vie plus vert est essentiel pour l'avenir de la planète.5. Expressões úteis e frases para conversasC'est important de… – É importante… On doit agir maintenant. – Devemos agir agora. Qu'est-ce que tu fais pour l'environnement ? – O que você faz pelo meio ambiente? Je fais de mon mieux pour… – Faço o meu melhor para…Exemplo: C'est important de sensibiliser les jeunes à l'écologie dès l'école.Falar sobre meio ambiente é também uma forma de mostrar engajamento e consciência social. Use esse vocabulário para expressar suas ideias e participar de discussões sobre o futuro do planeta. Agissons ensemble !
ALICE detects the conversion of lead into gold at the Large Hadron Collider http://phys.org/news/2025-05-alice-conversion-gold-large-hadron.html The exhaustion of the unmasking fad http://open.substack.com/pub/carlosorsi/p/the-exhaustion-of-the-unmasking-fad How a 5,000-year-old technology, politics, and culture led to modern wealth inequality http://phys.org/news/2025-05-year-technology-politics-culture-modern.html Moon dust ‘rarer than gold' arrives in UK from China http://bbc.com/news/articles/c4g3krykxypo What's Causing the Parkinson's Belt? https://youtu.be/q9vo_UUoGjo?si=yaLwKDvwMTYN18CL Ser democrata – Eu ... Read more The post é pecado ser da paz? a origem da desigualdade, como as bactérias conversam, parkinson e poluição appeared first on radinho de pilha.
Flávio e Suzan batem um papo barulhento sobre poluição sonora. Você sabia que se formos expostos à sons altos por muito tempo, podemos desenvolver problemas fisiológicos e cardíacos? E como será que essa barulheira espalhada pelo Homo sapiens afeta a fauna do planeta? Bota o fone de ouvido (mas deixa baixo pra não prejudicar seus tímpanos) e vem com a gente nesse papo! Link para referências do episódio: http://bit.ly/4k7ZjB6***Quer participar de uma gravação do Podcast como ouvinte ou bater um papo bimestral sobre Biologia, Meio Ambiente e Ciência com a equipe da Biologismo? Essas são algumas das muitas vantagens em se tornar nosso apoiador. Confira mais detalhes em apoia.se/biologismo***
Estudo publicado na Science conclui que o Clobazam, medicamento contra a ansiedade, presente na água em todo o mundo, e afecta o comportamento dos peixes, nomeadamente do salmão
O terceiro episódio da série mostra como luzes artificiais, cada vez mais intensas, rompem o equilíbrio natural das noites, afetando a saúde humana, alterando o crescimento das plantas e desorientando espécies animais.
Neste segundo episódio da série Poluição Luminosa, Marco Centurion trata dos impactos que o excesso de luzes artificiais geram para a pesquisa em astronomia, interferindo nos equipamentos e dificultando o trabalho de pesquisa de astrônomos
A poluição luminosa é um tipo de interferência silenciosa nos padrões naturais e paradoxalmente, é uma poluição invisível. Invisível e invisibilizante! Neste primeiro episódio da série, exploramos do que se trata a poluição por luz artificial, como o seu excesso afeta nossa visão do céu noturno e o impacto na vida animal.
Evento encerra nesta quinta-feira em Cartagena, Colômbia; especialistas destacam importância do ar limpo na prevenção de doenças graves; custos dos danos à saúde causados por poluentes são estimados em 6,1% do Produto Interno Bruto global.
Sistema de vigilância da qualidade do ar foi avaliado como exemplar na prevenção de doenças crônicas; Córdoba, na Argentina, e Manchester, no Reino Unido, também foram premiadas; ações envolvem alimentação escolar saudável e criação de espaços sem fumo.
A Anatel investiga alerta falsos de terremoto enviados pelo Google. O rompimento da barragem de um garimpo ilegal de ouro poluiu um rio no Amapá. O governo anunciou um plano de renegociação de dívidas de agricultores. Produtores brasileiros reagiram à decisão de Donald Trump de taxar importações de etanol e carne. Numa conferência internacional sobre segurança, o vice-presidente americano manifestou apoio à extrema direita e causa espanto entre aliados europeus. O presidente Lula voltou a pressionar por exploração de petróleo na Bacia da Foz do Rio Amazonas. E a Ministra do Meio Ambiente Marina Silva defendeu a priorização da energia limpa. Morreu, no Rio, o cineasta Cacá Diegues.
Negociação em Busan, na Coreia do Sul, foi marcada por “divergências persistentes” sobre texto final; diretora-executiva do Pnuma enfatiza que acordo é essencial para proteger a saúde humana e o meio ambiente.
O Comité das Nações Unidas para a Poluição por Plástico continua reunido.
As negociações para o primeiro Tratado Global contra a Poluição por Plásticos entram na fase decisiva – até domingo (1o), os 175 países reunidos em Busan, na Coreia do Sul, deverão chegar a um consenso sobre o texto negociado na ONU há dois anos. O chamado bloco do petróleo, liderado pela Arábia Saudita, faz pressão para que qualquer menção sobre a redução da produção dos plásticos não faça parte do acordo. O derivado do petróleo se tornou onipresente na vida moderna, ao ponto que hoje é encontrado até na corrente sanguínea de seres humanos e animais. Na natureza, os microplásticos – as menores partículas em que eles podem ser produzidos ou transformados, inferiores a 5 milímetros – poluem o meio ambiente e causam danos à saúde dos seres vivos.O tratado incluirá todo o ciclo de vida do produto e será o primeiro juridicamente vinculante sobre o tema – ou seja, os países signatários terão a obrigação de adotá-lo."Chegamos à metade da negociação com um tratado inteiro ainda para ser consensuado. Acho que não estou no meu dia mais otimista”, desabafa Lara Iwanicki, gerente sênior de Advocacy e Estratégia da organização internacional Oceana, que tem acompanhado o processo. "Desde os início das negociações, a gente sente muita resistência dos países que formam o bloco do petróleo. Mas a gente vai sair daqui com um acordo, porque existe um mandato da ONU que traz essa responsabilidade para os países."Do outro lado, países europeus afirmam que não aceitarão assinar um tratado que não aborde a causa do problema: a produção e a utilização excessiva de plásticos, principalmente os de uso único, como os descartáveis. Muitos destes produtos não são recicláveis ou ou têm baixa reciclabilidade. Nos países mais pobres, eles ainda são fabricados com substâncias perigosas para o meio ambiente e a saúde.Brasil busca acordo possívelNeste impasse, países como o Brasil têm procurado encontrar um equilíbrio entre as duas posições divergentes, em busca de um acordo possível. Ao lado da Alemanha, o país media as negociações em um dos grupos de trabalho mais delicados, o de produção de polímeros, produtos químicos e plásticos problemáticos."A indústria química de plásticos do Brasil, da Arábia Saudita, da Rússia e da China são muito parecidas. Elas usam aditivos mais antigos. Na Europa ou nos Estados unidos, alguns desses aditivos já foram retirados e outros foram criados para substituí-lo”, explica Adalberto Maluf, secretário nacional do Meio Ambiente Urbano e Qualidade Ambiental."Os europeus querem proibir esses aditivos usados por nós, e é claro que nós também queremos, se eles fazem mal para a saúde. Mas a gente precisa de uma transição, porque se a gente simplesmente proibir, vamos obrigar a indústria brasileira a pagar patentes para os aditivos alemães, americanos ou japoneses”, pondera o representante do Ministério do Meio Ambiente nas reuniões.Financiamento para a transiçãoAssim como nas conferências sobre o clima ou a biodiversidade, a de plásticos também esbarra na delicada questão do financiamento para os países em desenvolvimento conseguirem modernizar a sua indústria, melhorar a gestão de resíduos e aumentar a reciclagem. O Brasil apoia a criação de um fundo específico para essa finalidade, para o qual o setor privado também seria incitado a contribuir. Os valores, entretanto, não devem ser definidos neste primeiro acordo.Adalberto Maluf avalia que o atual texto em negociação deixa a desejar na Responsabilidade Estendida do Produtor (EPR, na sigla em inglês). "O tratado provavelmente vai sinalizar que todos os países do mundo deverão ter seus sistemas de logística reversa [que pode incluir metas de recuperação de resíduos, reciclagem e reuso dos plásticos]. A briga é se vai ser vai obrigatório ou uma recomendação", indica Maluf.“Outro tema é dos plásticos problemáticos: a gente nunca vai resolver a poluição se não tiver uma maneira de sinalizar para o setor privado, para os fabricantes de plásticos e investidores deste setor, de que alguns tipos devem ser eliminados mais rápido, porque eles não têm reciclabilidade, têm misturas de produtos, multicamadas, ou porque têm químicos de preocupação ou aditivos que fazem com que a reciclagem não seja possível”, complementa.Leia tambémQuarto maior consumidor de plásticos, Brasil busca avanços de acordo global de redução da poluição'Gestão de resíduos não é a solução'O acordo poderá incluir uma lista inicial de químicos a serem banidos dos plásticos, mas até este ponto é alvo de divergências. Avessa a diminuir a produção, a indústria petroquímica tem insistido para que o tratado seja ambicioso na gestão dos resíduos – hoje, em média 38% deles têm destino inadequado e vão parar nos solos e oceanos.Lara Iwanicki, entretanto, adverte que esta não é uma falsa solução: nem os países mais ricos conseguiram ser exemplares na reciclagem. Na França, por exemplo, apenas 25% dos plásticos são reciclados."Foi por isso que a gente chegou num estado de poluição plástica que está transbordando para questões de saúde. Foi porque ficamos apostando nessas medidas que estamos aqui hoje, negociando um tratado”, critica. "É preciso pensar além de gestão de resíduos, reciclagem, aumentar o conteúdo reciclado. Tudo isso é parte da solução, mas não são as medidas que vão resolver a poluição por plásticos”, argumenta.Com frequência, o uso do polímero virgem sai mais barato do que a reciclagem. Hoje, o mundo fabrica 460 milhões de toneladas de plásticos por ano – mas esse número pode triplicar até 2060, se nenhuma ação mais efetiva para reduzi-los for adotada no âmbito internacional.
Diretora-executiva do Pnuma relata clima de frustração e impaciência com avanço lento do texto; ela pediu consenso e ação para que produção de plásticos faça parte do escopo do acordo.
Espécie de ave usa fios de nylon para construir ninhos, enquanto resíduos plásticos descartados incorretamente vão direto para os rios
Negociações em Busan, na Coreia do Sul, tem objetivo de firmar tratado vinculante para acabar com problema; secretário-geral da ONU pede que todo ciclo de vida do produto seja levado em conta; texto em discussão tem lacunas em temas como produtos químicos, regulação da produção e financiamento.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A taxa de desemprego no Brasil caiu no terceiro trimestre, segundo a PNAD Contínua divulgada pelo IBGE. O trimestre encerrado em setembro ficou com índice de 6,4%. A queda foi de meio ponto percentual em relação ao trimestre anterior, terminado em junho, que fechou em 6,9%. No mesmo período do ano passado, a taxa de desocupação era de 7,7 %. E ainda: Poluição aumenta problemas respiratórios na índia.
País insular do Pacífico é incapaz de processar adequadamente resíduos que estão sendo gerados em grande quantidade; para especialista, negociação de tratado vinculante deveria responsabilizar países produtores de plástico, mas texto está “no caminho errado”.
Uma forma de combater a poluição é transformar a superfície da cidade em uma estação de tratamento de poluição difusa
A poluição do ar aumentou 350 vezes durante incêndio no Parque Nacional de Brasília. E ainda: Fiocruz alerta para aumento dos casos de Covid-19 no Brasil.
Poluição do ar na Região Metropolitana, hospitais registram aumento por doenças respiratórias e mais by Rádio Gaúcha
POLUIÇÃO, QUEIMADAS E CRISE CLIMÁTICA: PLANO DE TRANSIÇÃO ENERGÉTICA RESOLVE? - LEONARDO ROSSATTO - PROGRAMA 20 MINUTOSNos últimos dias, o Brasil e a América Latina têm vivido sob poluição, queimadas e efeitos da crise climática. Diante disso, o plano de transição energética é uma solução? Quem responde a pergunta é o pesquisador de políticas públicas sobre mudanças climáticas Leonardo Rossatto, no programa 20 MINUTOS desta quinta-feira (12/09). Acompanhe ao vivo, à 11h, aqui em Opera Mundi!
Ainda pouco conhecida do grande público, a poluição digital ganha novas proporções com a inteligência artificial. Uma pesquisa feita por IA gera pelo menos 10 vezes mais impacto ambiental que um buscador comum. Mas, ao mesmo tempo, a tecnologia também é uma aliada poderosa do meio ambiente. Depois de e-mails, mensagens e streaming, agora são as emissões de gases de efeito estufa da inteligência artificial que causam preocupação aos cientistas, mas também ao mundo empresarial – incitado a publicar balanços de CO2 das suas atividades. Na corrida pelo net zero (estratégia de descarbonização), entretanto, aparece uma barreira colossal: a IA, ao processar uma quantidade imensa de dados, tem o potencial de esfacelar qualquer meta de redução de emissões, sobretudo das empresas de tecnologia.Dois exemplos resumem bem o que está em jogo: em julho, o Google divulgou que as suas emissões cresceram quase 50% nos últimos cinco anos, depois que a companhia passou a investir pesado em inteligência artificial. Dois meses antes, a Microsoft havia revelado um resultado ainda mais perturbador – alta de 30% em apenas um ano.Na França, o Ministério da Transição Ecológica e a Associação Francesa de Normatização (Afnor), especialistas em desenvolvimento sustentável, elaboraram um documento com metodologias de cálculo de impacto e recomendações de boas práticas para estimular o uso "frugal" da inteligência artificial – ou seja, o mais ambientalmente responsável possível."A IA frugal não vai necessariamente buscar uma meta específica, mas vai modular o nosso objetivo em função dos recursos que temos, e tendo em mente a redução dos impactos ambientais. O consumo desmedido de energia se tornou cada vez mais caro e as empresas precisarão buscar um consumo eficiente dessa tecnologia”, disse Anna Médan, chefe de projetos da Afnor que codirigiu a iniciativa.Por que o impacto ambiental é alto? O desenvolvimento dessas ferramentas multiplica de maneira exponencial a necessidade de realização de cálculos complexos. Quanto mais sofisticado é o comando – como no caso da IA generativa, que cria novos textos ou imagens a partir da análise de milhões de dados existentes –, maior será a demanda de energia, de infraestruturas, como centrais de armazenamento de dados e servidores, e de outros equipamentos de informática, como placas gráficas. Assim, a IA contribui também para o aumento da procura por minerais raros como silício e cobalto."Hoje, temos IA generativas cujos servidores são estocados em data centers muito longe das empresas, e que necessitam uma grande quantidade de água para refrigerá-los. Esse sistema está chegando ao limite”, adverte Médan."Para os hardwares e placas, estamos vendo os processadores de cálculos sendo colocados diretamente nos computadores das pessoas, nas empresas. A divisão entre quem realiza a potência de cálculo e quem a solicita será cada vez mais fluida no futuro – o que significa que, se quisermos mensurar exatamente os impactos ambientais para os produtores e os consumidores de IA, precisaremos de metodologias de cálculo bem precisas", observa.O tema é levado com a maior seriedade pela Agência Internacional de Energia (AIE), que na suas perspectivas sobre a demanda de eletricidade até 2026, alertou sobre um aumento de mais de 30% ligado à inteligência artificial e às criptomoedas. A entidade afirma que esses dois setores gastaram 460 TWh em 2023, ou 2% do consumo mundial. Mas em dois anos, esse número deve disparar para 1.000 TWh – o equivalente ao consumo de um país desenvolvido como o Japão.Uso responsável por internautas O desafio é de peso para empresas, governos, organizações e instituições. Mas quando faz uma pergunta banal para o ChatGPT, os internautas também não costumam se preocupar com os recursos mobilizados para concretizar as ações virtuais – que têm consequências bem reais, ao serem levados à escala de bilhões de usuários. Trinta anos depois da popularização da internet, a conscientização sobre a poluição digital ainda caminha a passos lentos.A IA generativa consome dezenas de vezes mais energia por ser polivalente – combina outras inteligências artificiais especializadas, capazes de executar diferentes tarefas como procurar, traduzir, combinar, resumir, escrever e criar novos dados. Deve-se, portanto, evitá-la para realizar comandos simples.“Os internautas são o último estágio de uma cadeia que consome imensamente mais do que eles, mas mesmo assim, os pequenos gestos contam. Eles precisam ter em mente que os grandes modelos de IA generativa funcionam na base de cálculos de probabilidade, que são muito eficientes para determinados usos. Entretanto, modelos mais especializados em uma tarefa são, com frequência, bem menos gastadores de recursos e mais precisos na resposta”, salienta a especialista.“E também acho que será necessária uma resposta de mercado para o uso: talvez chegue o momento em que o Chat GPT vai dizer que custa muito caro manter essas IA e vai limitar a sua oferta gratuita."Impulso à inovação e pesquisa ambientalEste universo, cujos potenciais recém-começaram a ser desenvolvidos, também traz uma série de benefícios para a sociedade. A inteligência artificial já é uma aliada importante do planeta, graças aos mais variados usos: otimiza a eficiência energética de prédios, na construção civil e nas operações de transportes, por exemplo. Pode detectar escapamentos de metano na indústria fóssil, além de identificar irregularidades em diferentes atividades, como o desmatamento ou a pesca ilegais. Diversas iniciativas são descritas no coletivo Climate Change AI, alimentado por especialistas e pesquisadores."Tem start ups francesas, europeias e internacionais fazendo coisas realmente incríveis pelo planeta, principalmente na área de computer vision, que é a análise de imagens com IA”, nota Anna Médan.As ferramentas deram um grande impulso ao desenvolvimento das pesquisas relacionadas ao meio ambiente. Na climatologia, por exemplo, facilitaram o acesso a registros históricos de eventos climáticos e a relação entre os fenômenos extremos que ocorrem agora com as mudanças do clima. Auxiliam, ainda, nas projeções dos eventos que estão por vir – o que pode salvar vidas.É este equilíbrio entre danos e benefícios que ainda precisa ser encontrado. Os especialistas têm convergido na orientação de que as ferramentas de IA devem continuar a ser desenvolvidas, mas o seu uso não necessariamente precisa ser generalizado. Pelo contrário, deve ser cada vez mais especializado.
Especialistas explicam melhor esse tipo de poluição tão presente nas grandes cidades
Crianças ansiosas, poluição afeta menstruação e primeiro caso de H5N2 confirmado (gripe aviária)
Salve, salve, Cacdista! Veja os destaques do Resumo de Notícias da semana (14 a 21 de junho): - Coreia do Norte-Rússia: líderes assinam acordo de ajuda mútua em caso de agressão e invasão de países terceiros; - Ucrânia: Cúpula na Suíça que discute planos de paz para o conflito na Ucrânia termina sem consenso; - ONU: Organização aponta aumento de 72% no número de civis mortos em conflitos no mundo, em 2023; - México-Equador: México convoca Suíça para trabalho diplomático no Equador após ruptura de relações diplomáticas; - DPP: Brasil adere ao Diálogo sobre Poluição por Plásticos e Comércio Ambientalmente Sustentável de Plásticos da OMC.
Lots of tongue twisters and rippers on this one! Loopy Scoops Tape's Jeff with one of his new solo projects RONi from IN. Hit us up at brothersgrimpunk@gmail.com and download our music on our Bandcamp page.458 Playlist:Meant for Punkerity...Unlawful Assembly WI FULL DEMO (2nd Song) 7:39 YOUTH IN ASIA - NUCLEAR WASTE ABOMINATION Portland Bound In Smoke 1:18 Malakili Demo 2023 WA Fantasies 0:52 SIMP Sordid Imprecations Meant for Posterity Unlawful Assembly WI Nuke This Place 2:06 INNUENDO - PEACE & LOVE B.I.T.S (bkgrd) 2:32 Funcle Duncle ST-2 Loopy Scoop IN RONI 1:31 RONi - DEMO Iron Lung Recs Meaningless 1:08 NO FUTURE Mirror_Iron Lung Recs Junko Recs Magnicidio (Assassination) 1:02 Matarratas EP Extinction Burst L.A. Maniac 1:09 EN LA MUERTE Silencio 1753 Recs Reemplazos (Replacements) 0:58 Purgatorio Purgatorio - II Distro Cefalia Loco de mierda. 1:33 Tupa Éxitos de oro para hacer el mal. (golden successes to do evil) Italy sulla via di casa (On The Way Home) 0:56 SCEMO ecate Brazil Arrancada Mortal (deadly sprint) 1:30 Dente Canino Punhos e Dentes (fists and teeth) Final Boss Mosh - Not For Me (bkgrd) 3:36 D-FY Rights of Youth Chatt TN SO MANY STUPID PEOPLE 1:30 RIPT DEMO Hills Are Dead Recs ANTIKULT - Sistemados Pelo Crucifa (systems by...) 1:03 Grindcore Tribute To R.D.P. BLAST NO PORÃO GLORY HOLE - Poluição Atômica (atomic Pollution) 1:17 BLAST NO PORÃO SENDO FOGO - Periferia (outskirts) 0:59 BLAST NO PORÃO NYNY Will It Ever End? 1:25 Warclouds Demo West VA SLAUGHTER TIL STARVATION 1:41 A.P.F. 2 TRACK EP Sweden Iskall Värld (ice cold world) 1:23 Puta Malaria Split w/ D.Lund UK Pressure Through Fear 1:14 Churchgoers Complacent Faith 7" Sound Grotesca TX/ Miami Disorder 1:28 The Troops - Your Funeral Straight Misguided State (bkgrd) 4:39 Desperate Hell Living With Faults Demo Prince Ed Is Hypocrite 1:29 Warsh Bandcamp Single 2021 Bay Area CA Second Dream 1:47 Midnite Brain Split 7" with Cleansing Wave SF 03 1:03 Oxygen Destroyer Skate And Distort demo 2012 Brazil Deuz Nazi (2 Nazis) 1:23 Histeria Coletiva Malleus Maleficarum (wishbone) Brazil Meu joguete predileto (my favorite toy) 1:10 Ímpeto Ímpeto Chicago Fuck You 1:34 Shitizen Cuntry Music EP Corruption And Lies 1:57 COLLAGEN - #1 Demo 2015 Character 2:17 PEOPLE Noise Punk Recs Sound Cloud Single The Malachi Crunch 2:51 NOFX Ribbed Nyte Lyfe (bkgrd) 2:35 The UTI's S/T Oi! Me Mates (Oi!-L Paints) 1:16 The Toughskins Bloody Fucking Oi! Oi! Other ways to hear BGP:Archive.org#458 on ArchiveApple PodcastsYouTube PodcastsPunk Rock Demonstration - Wednesdays 7 p.m. PSTRipper Radio - Fridays & Saturdays 7 p.m. PSTContact BGP:brothersgrimpunk@gmail.com@Punkbot138 on Instagram@BrosGrimPunk on XMore Music:Bandcamp - Follow us and download our albums: Brothers Grim Punk, Fight Music, and more!YouTube - tons of our punk playlists, from Anarchy to Zombies!
Após ampla revisão bibliográfica, pesquisadores identificaram que a deficiência auditiva já é associada a problemas cognitivos, demência e até a problemas cardiovasculares e metabólicos