POPULARITY
Categories
Convidados: Gunther Rudzit, especialista em defesa e segurança nacional, professor da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (Unifa); e Cristian Wittmann, professor da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares). No fim da primeira semana de conflito, Estados Unidos e Israel anunciaram que a guerra havia entrado em uma nova fase. E prometeram “aumento drástico” no poder de fogo dos ataques contra o regime iraniano. O Irã afirmou que aguarda os inimigos para responder com “golpes dolorosos” e revelou que poderá usar armas nunca vistas em combate até agora. Até aqui, os dois lados têm estratégias muito diferentes. Americanos e israelenses fizeram uso sofisticado sistema de tecnologia para acompanhar a localização do aiatolá Ali Khamenei e outras autoridades do regime. Na manhã do dia 28 de fevereiro, decidiram por um ataque de precisão para executá-lo e dar início à guerra. Desde então, os mísseis disparados pelos dois países atingiram ao menos 2 mil alvos no território iraniano. O Irã já disparou milhares de drones e centenas de mísseis contra Israel e contra países que têm bases militares americanas – alguns desses armamentos alcançam mais de 6 mil km/h e podem carregar ogivas superiores a 1 tonelada. O regime garante que seus equipamentos mais sofisticados não foram colocados em jogo ainda. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o especialista em defesa e segurança nacional Gunther Rudzit para entender o tamanho do arsenal de cada lado do confronto. Professor de Relações Internacionais da ESPM e professor convidado da Universidade da Força Aérea (UNIFA), Gunther também avalia o futuro do conflito. Participa também do episódio Cristian Wittmann, professor de direito da Unipampa e integrante do conselho do ICAN (Campanha Internacional pela Abolição das Armas Nucleares). Ele analisa como a inteligência artificial está sendo usada na guerra e debate as questões éticas relacionadas a isso.
Não há dúvidas mais de que o celular de Daniel Vorcaro é um caso de como a realidade supera a ficção. O que a polícia extraiu dali e entregou em parte para uma CPI é um roteiro prontinho de um filme sobre a promiscuidade entre endinheirados através de esquemas fraudulentos e poderosos sem o menor pudor de levar dinheiro e trabalhar para fraudulentos. O âncora da CNN William Waack, Thiago Vidal, diretor de análise política da Prospectiva, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Marcus Vinícius de Freitas, professor de Relações Internacionais, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.
Quase seis em cada dez americanos reprovam a decisão dos Estados Unidos de, em ação coordenada com Israel, atacar o Irã. Uma pesquisa divulgada pela CNN revela que a maioria tem dúvidas sobre a forma como o presidente Donald Trump está tratando o assunto, além de não confiar na capacidade de Trump de tomar as decisões corretas sobre o uso da força no Irã, com 60% dizendo que não acreditam que ele tenha um plano claro para lidar com a situação e 62% afirmando que ele deveria obter a aprovação do Congresso para qualquer ação militar futura. A pesquisa foi realizada no sábado (28) e no domingo (1º), logo após os primeiros ataques ao Irã. No geral, 59% dos americanos reprovam a decisão de bombardear o país, enquanto 41% a aprovam. Em entrevista à Rádio Eldorado, a coordenadora do curso de Relações Internacionais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Fernanda Brandão, disse que o conflito desperta más lembranças na população num ano em que Trump vai enfrentar eleições de meio de mandato para a Câmara e para parte do Senado e dos Estados. “É uma ação que levanta alguns traumas na população americana, como os do Iraque e do Afeganistão, que foram guerras que duraram muitos anos”, afirmou. Além disso, ela apontou que um eventual prolongamento da guerra poderá prejudicar ainda mais a popularidade de Trump se o impacto nas cotações do petróleo for repassado para os preços dos alimentos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A escalada das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã devolve o risco geopolítico ao centro das decisões econômicas globais. A alta do petróleo, o fortalecimento do dólar e a revisão de expectativas por parte de investidores ampliam os temores de inflação persistente e juros elevados em diversas economias. No Brasil, os reflexos podem atingir combustíveis, câmbio e custos de produção. Para analisar os possíveis impactos e os setores mais vulneráveis, o JR 15 Minutos entrevista Roberto Georg Uebel, economista e professor de Relações Internacionais da ESPM.
O conflito no Oriente Médio se agravou nesta terça-feira (3). Estados Unidos e Israel atingiram prédios históricos e locais associados à liderança dos aiatolás em Teerã, capital do Irã. Israel avançou sobre o Hezbollah no sul do Líbano. O Irã, por sua vez, segue resistindo e busca compensar a desvantagem militar com uma arma menos visível, porém potencialmente devastadora: o impacto do conflito sobre a economia global. O âncora da CNN Caio Junqueira, Monique Sochaczewski, professora de Relações Internacionais do IDP, Paulo Filho, mestre em ciências militares, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, e Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, debatem o tema.
O Médio Oriente está a ferro e fogo. Há uma tensão crescente nesta região do mundo depois dos Estados Unidos da América e Israel terem lançado uma operação conjunta contra o Irão. Teerão está a visar visando vários países da região. O Presidente francês, Emmanuel Macron anunciou, esta terça-feira, que iria enviar para o Mediterrâneo o porta-aviões Charles de Gaulle, o maior navio de guerra francês. França está a reforçar os meios militares na região para defender os seus interesses e também os interesses de países aliados, caso dos países do golfo. No magazine Vida em França desta semana, falámos sobre a posição francesa neste conflito. Em entrevista à RFI, Vítor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada de Lisboa e também professor adjunto da Sciences Po Aix en Provence, começa por analisar o discurso de Emmanuel Macron, um discurso "muito pragmático", em que o chefe de estado francês "começa por responsabilizar o Irão". Neste discurso, Emmanuel Macron fez uma dupla crítica: por um lado, contra intervenção israelo-americana, feita ao arrepio do direito internacional e sem consultar previamente as Nações Unidas. Por outro, uma acérrima condenação quanto à possível intervenção terrestre israelita no Líbano, que o chefe de Estado francês diz que, se vier a acontecer, "seria um erro estratégico". Vítor Ramon Fernandes reconhece que a "situação está a escalar muito mais rápido do que imaginava", defendendo que já estamos perante a "regionalização do conflito", depois de vários países do golfo, como o Catar ou os Emirados Árabes Unidos terem sido atingidos.por ataques iranianos. Neste programa, analisámos todas estas questões, numa altura em que o xadrez internacional é cada vez mais imprevisível e está em constante mudança.
Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.
Confira no Morning Show desta terça-feira (03): O mundo acompanha com apreensão a nova e perigosa fase do conflito no Oriente Médio. Após a Agência Internacional de Energia Atômica atestar danos em uma usina nuclear iraniana por bombardeios dos EUA e Israel, as capitais europeias acendem o alerta. O correspondente Luca Bassani para responder: a Europa já teme as consequências de um possível vazamento ou o início de uma Guerra Global? Com a rápida escalada no Oriente Médio, o temor de um confronto envolvendo as infraestruturas nucleares do Irã entrou de vez no radar da comunidade internacional. O Morning Show recebe a especialista em Relações Internacionais, Bárbara Regina, para traçar os próximos passos dessa guerra e explicar o real risco atômico. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência com o seu assessor especial para assuntos internacionais, Celso Amorim. O encontro de alto escalão no governo brasileiro teve como objetivo central avaliar os desdobramentos da recente escalada militar no Oriente Médio e os reflexos econômicos para o país. O governo federal brasileiro segue avaliando os possíveis impactos da atual crise internacional e da escalada bélica no exterior. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o conflito armado envolvendo o Irã, o Estado de Israel e as forças dos Estados Unidos não deve afetar diretamente a vida dos brasileiros no curto prazo. A Petrobras acompanha com extrema atenção os desdobramentos da guerra no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos, o Irã e nações aliadas. Segundo o repórter Rodrigo Viga, a estatal avalia a possibilidade de anunciar um aumento no preço da gasolina e do diesel já a partir da próxima semana. O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro, protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com um objetivo de forte impacto nacional. O texto apresentado pelo parlamentar no Congresso propõe o fim do instituto da reeleição para o cargo de presidente do Brasil. O cenário político brasileiro volta a esquentar com a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral que projeta as próximas disputas pela presidência. Segundo os dados do instituto Real Time Big Data analisados pela bancada do Morning Show, o atual presidente Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno. Os números mostram Lula com 42% das intenções de voto contra 41% de Flávio, evidenciando a forte polarização que ainda divide o país. O governo dos Estados Unidos admitiu publicamente uma defasagem em seu estoque de equipamentos militares mais sofisticados em meio ao conflito no Oriente Médio. Segundo o correspondente Eliseu Caetano, o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou não estar satisfeito com o número de armas de ponta à disposição das Forças Armadas para enfrentar o regime do Irã. O programa Morning Show interrompeu a análise do cenário internacional para trazer informações de última hora sobre a guerra no Oriente Médio. Durante a transmissão, mísseis haviam acabado de atingir a região central de Israel, deflagrando uma nova onda de tensão no conflito bélico. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que permite a comercialização de medicamentos em supermercados de todo o país. O texto agora avança para a sanção presidencial para entrar em vigor. A possibilidade de vender remédios fora das farmácias tradicionais, no entanto, gerou forte debate e levantou preocupações imediatas entre especialistas e conselhos da área da saúde. Para analisar os impactos dessa mudança na vida da população, a cobertura recebe o médico Cláudio Lottemberg. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O diplomata Eduardo Gradilone, ex-embaixador do Brasil no Irã e vice-presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), disse nesta terça-feira, em entrevista à Rádio Eldorado, que o Irã exerce o direito de defesa após ser atacado numa ação conjunta de Estados Unidos e Israel, mas não tem condições para superar o poderio militar dos dois países. Segundo ele, as negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear iraniano estavam avançando até a semana passada, antes do início dos bombardeios no território iraniano. “Somando os poderios militares dos Estados Unidos e de Israel, é muito difícil o Irã se contrapor a isso. Não há condições de imaginar que o Irã possa ser páreo para os Estados Unidos. Mas o país tem que se defender, foi invadido contra as normas internacionais e em uma espécie de traição, já que as negociações estavam em curso, de modo que o Irã o que está fazendo é destruir a maior quantidade possível de bases americanas que estão na região”, afirmou. Para Gradilone, as consequências da guerra já extrapolam o Oriente Médio e podem afetar o comércio do Brasil com o Irã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
TUTAMÉIA entrevista o historiador Chico Teixeira, professor titular de História Moderna e Contemporânea na UFRJ.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena. Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
As forças dos Estados Unidos e de Israel prosseguem com o terceiro dia de ataques contra o Irã, após a ofensiva que matou o aiatolá Ali Khamenei. Os bombardeios atingiram Teerã e diversas outras regiões do país. A organização Crescente Vermelho (nome da Cruz Vermelha no Irã) informou que 555 pessoas já morreram nos ataques. Também há relatos de 11 mortos em Israel e a confirmação das mortes de três militares americanos. Em retaliação, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense e bases militares americanas no Oriente Médio. Nas últimas horas, Israel também atacou o Hezbollah no Líbano após ser alvo do grupo aliado do Irã. Em entrevista à Rádio Eldorado, Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard, disse que a Guarda Revolucionária do Irã ainda sustenta o regime e não há grupos insurgentes armados para fazer frente a esse aparato. “Declaradamente, os Estados Unidos não querem fazer ocupações para mudar o regime. O que os Estados Unidos querem é que os regimes que estão no poder se submetam à vontade dos Estados Unidos. O petróleo do Irã, grande parte, a maior parte dele também vai para a China, é a geopolítica do petróleo”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (28): A escalada de tensão no Oriente Médio atinge um nível crítico. Fabrizio Neitzke, relata que a pressão norte-americana se intensificou após a estagnação das negociações sobre o acordo nuclear iraniano. O cenário de alerta máximo foi disparado quando o governo dos EUA emitiu um comunicado urgente recomendando que seus diplomatas deixassem Israel o quanto antes, temendo retaliações. Milhares de soldados americanos estão em perigo. Após o ataque direto ao Irã, as bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio, como a de Al Udeid no Catar, tornaram-se alvos em potencial para o regime iraniano.Entenda as consequências geopolíticas da "Operação Fúria Épica" e como o Irã está respondendo militarmente a Israel e aos Estados Unidos. O jornalismo da Jovem Pan News traz o relato de Michelle Goldenfeld, uma brasileira que mora a apenas 20 minutos de Tel Aviv, em Israel, sobre o momento exato em que os ataques iranianos começaram a atingir o país. Em entrevista, Michelle conta que o clima de tensão já vinha escalando nos últimos dias, mas a situação atingiu o ápice quando as sirenes de alerta soaram pela manhã. Ela descreve a urgência de se abrigar no quarto antibombas (bunker) da residência e o som contínuo dos alarmes que ecoaram. Em declaração direta, Trump confirmou que as Forças Armadas americanas iniciaram grandes operações de combate dentro do território do Irã. O presidente justificou a ofensiva militar afirmando que o objetivo principal é defender o povo americano e eliminar as "ameaças iminentes do regime iraniano", classificando os líderes do país como um "grupo perverso de pessoas cruéis e terríveis". Na madrugada deste sábado (28), Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com mísseis. Para entender o peso geopolítico dos recentes ataques, a bancada recebe o professor de Relações Internacionais, José Niemeyer. Logo de início, o especialista classifica a atual escalada como uma "guerra conflagrada e real" ocorrendo no sistema internacional. Ele alerta que o cenário já se configura como uma guerra convencional, onde dois Estados soberanos uniram forças contra um terceiro Estado soberano, o Irã. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou a situação no Irã como "muito perigosa" e confirmou que as autoridades já monitoram cenários para eventuais repatriações de cidadãos europeus que estão em zonas de risco. Como primeira medida de segurança, gigantes da aviação europeia, como Lufthansa e Air France, suspenderam seus voos para a região. O jornalismo da Jovem Pan News recebe o professor de relações internacionais, Danilo Porfírio, para analisar a estratégia militar dos Estados Unidos na escalada do conflito contra o Irã. O especialista afasta o temor de que o mundo presencie um desgaste semelhante ao ocorrido na Guerra do Iraque. O presidente da França, Emmanuel Macron, utilizou as redes sociais para fazer um duro alerta, afirmando que a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã traz "consequências graves para a paz e a segurança internacional". O editor de internacional, Fabrizio Neitzke, detalha os pontos centrais do comunicado de Macron. O presidente francês garantiu que a França está preparada para proteger seus cidadãos, interesses e países parceiros na região. O jornalismo da Jovem Pan News repercute o posicionamento oficial do Brasil diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. O governo brasileiro expressou "grave preocupação" com os ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. No comunicado, o Brasil apela para que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional e exerçam "máxima contenção" para evitar uma escalada ainda maior das hostilidades. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Secretário-geral apela pelo fim imediato de confrontos e da escalada da violência; comunicado de António Guterres aponta o risco de um conflito regional mais amplo, com graves consequências para os civis.
Liliana Reis afasta comparações com ataque cirúrgico do ano passado. Agora, o alvo de Trump é o regime iraniano. A especialista em Relações Internacionais acredita que o conflito pode prolongar-se.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O acordo de cooperação entre os dois blocos venceu a 1ª etapa no Congresso com a aprovação na Câmara. Medidas como a redução de tarifas de importação para diversos setores devem impulsionar o PIB brasileiro em R$67 bilhões, aumentar os investimentos em R$25 bilhões e reduzir os preços ao consumidor.Sonoras:
O Afeganistão lançou um ataque na fronteira contra o Paquistão, sob a justificativa de retaliar uma ofensiva paquistanesa realizada na madrugada do último domingo, que teria deixado ao menos 70 mortos. O professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, Roberto Uebel, conversou com Emanuel Bomfim sobre o assunto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou a off season! Mas tenha calma, que setembro sempre chega. Enquanto isso, confira algumas atualizações da liga: os novos head coachs contratados, os jogos internacionais já anunciados, movimentos da franchise tag, e... tem até franquia podendo mudar de cidade!!!Para mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@tocoetackle. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.
Negociações na África voltam a ocorrer após impasse nas vendas
Bom dia 247_ Lula fecha na Coreia o ciclo de grandes viagens internacionais 24_2_26 by TV 247
Movimentação de fundos indica mudança nos preços de curto prazo
O Irã sinalizou que pode aceitar concessões em seu programa nuclear para tentar evitar um ataque dos Estados Unidos. A informação foi divulgada neste domingo pela agência de notícias Reuters. Uma autoridade iraniana disse que Teerã considera enviar metade de seu urânio mais altamente enriquecido para fora do país, diluir o restante e participar da criação de um consórcio regional de enriquecimento. Além disso, o Irã estaria disposto a oferecer oportunidades para que empresas norte-americanas atuem nas indústrias de petróleo e gás do país. Os Estados Unidos veem o enriquecimento de urânio dentro do Irã como um caminho para a produção de armas nucleares. O Irã nega estar buscando esse armamento e quer que seu direito de enriquecer urânio seja reconhecido. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou atacar militarmente o Irã e o país já disse que daria uma resposta, mas as duas nações devem realizar a terceira rodada de negociações na próxima quinta-feira. Em entrevista à Rádio Eldorado, Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, disse que a situação ainda é imprevisível e ressaltou que, além da questão nuclear, os Estados Unidos têm como preocupações o programa de mísseis do Irã e o financiamento do país a grupos terroristas. Ele apontou, no entanto, que um eventual acesso ao petróleo iraniano pode ser interessante para os americanos. “O Irã está tentando uma jogada que vários líderes globais já entenderam, que a mentalidade de Donald Trump é de negociante”, avaliou. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Pires falou à ONU News sobre os efeitos “da maior crise humanitária” do mundo; risco de morte de crianças este ano é sem precedência segundo especialista em comunicação da agência; pelo menos 33 milhões de sudaneses precisam de ajuda para sobreviver; Acnur espera mais 470 mil refugiados em 2026.
Primeiro voo comercial, saindo da Europa, chega na Venezuela, desde a operação militar dos Estados Unidos, que capturou o então presidente Nicolas Maduro, no dia 3 dejaneiro. E mais:- Mudanças no setor petroleiro venezuelano tem provocado o aumento de procura e preços por imóveis em certas áreas do país- José Jeri, que estava no poder há somente 4 meses, depois da destituição de Dina Boluarte, é destituído da presidência do Peru por causa de um escândalo envolvendo encontros não divulgados com um empresário chinês- Nas Filipinas, a vice-presidente, Sara Duterte anuncia que vai ser candidata à presidência na eleição de 2028- Na Suíça, começa mais uma rodada de negociação de paz entre a Ucrânia e a Rússia. Os Estados Unidos, país intermediário, confia que um acordo seja firmado até junho- Personalidade negra mais influente na luta pelos direitos civis dos negros desde Martin Luther King, o pastor JesseJackson morre aos 84 anos Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
A América Latina volta a encarar seus fantasmas históricos quando a soberania de um país é violada em nome da ordem e da democracia. A invasão da Venezuela e o sequestro de seu presidente não são um episódio isolado, mas um espelho brutal das relações de poder no continente. Neste episódio do Papo no Auge!, perguntamos o que muda, o que se repete e quem paga o preço desse novo rearranjo geopolítico.Conosco, e abrilhantando este episódio, o Professor doutor Nildo Ouriques, professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA).Para entender essa nova dinâmica geopolítica, ouça o episódio 231 do podcast Papo no Auge! Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente.Nos apoie via plataforma Catarse de financiamento coletivo.Link para o Catarse: https://www.catarse.me/vamosproauge
Portugal elegeu António José Seguro, do Partido Socialista, como novo presidente, derrotando no segundo turno o candidato de extrema direita André Ventura por ampla margem. A vitória reforça a presença de um perfil moderado na chefia do Estado em meio ao crescimento de forças populistas na Europa. O JR 15 Minutos conversa com Carolina Pavese, professora de Relações Internacionais, para explicar as mudanças políticas e os possíveis efeitos para brasileiros residentes ou interessados em se mudar para o país.
Acompanhar as notícias internacionais nos deixa com o stress de conviver com um alarme permanente disparado, com a sensação de que as regras que deveriam impedir a escalada estão sempre correndo atrás dos fatos. No #535, a gente usa a estética do jogo War pra organizar o caos: ameaça, coerção, pressão territorial, agressão limitada, guerra — como essas ferramentas estão sendo usadas, por quem, onde e o que elas revelam sobre a crise do multilateralismo. A partir desse cenário vamos para a grande questão do momento: estamos vivendo uma transição ou uma ruptura da ordem internacional? O que está em jogo e como países médios (como o Brasil) se defendem quando o tabuleiro e as regras do jogo mudam? Tivemos o privilégio de receber para essa conversa:Lucas Leite — professor de Relações Internacionais da FAAP; pesquisador (INCT/NEU); doutor em RI; Natália Fingerman — professora de RI (ESPM); coordena núcleo de estudos e negócios africanos; mestrado em Sussex; doutorado na FGV; Passa um café, respira e vem entender melhor o mundo em boa companhia. Vamos juntos!
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
A mesa internacional “Paz, Integração e Soberania: um olhar sobre a América Latina” propõe um debate qualificado sobre os desafios políticos, sociais e geopolíticos da América Latina no contexto atual.O debate discute os caminhos da integração regional, a defesa da soberania dos povos latino-americanos e o papel da democracia e da paz em um cenário marcado por disputas globais e tensões geopolíticas.Participam da mesa: Humberto Costa, senador por Pernambuco e secretário de Relações Internacionais do PT; Monica Bruckmann, cientista política e professora da UFRJ; e Pedro Silva Barros, pesquisador do Ipea e conselheiro da Fundação Perseu Abramo.A mediação é feita por Mônica Valente, secretária executiva do Foro de São Paulo e diretora da Fundação Perseu Abramo.
O SantoFlow recebe Gabriel Kanner e Prof. Dr. Joel Gracioso, que integram a condução do Cor Academia, para uma conversa profunda sobre verdade, interioridade, responsabilidade e os fundamentos que sustentam a vida pessoal, intelectual e espiritual
No Brasil, preços acompanham as perdas, que vêm também do recuo do dólar. No entanto, mercado ainda está vulnerável aos estoques muito apertados, lutando para se recuperar com a oferta das próximas temporadas.
Por que Donald Trump quer comprar a Groenlândia? O que a OTAN tem a ver com o Ártico? E por que essa região congelada virou uma das maiores disputas estratégicas do século XXI? Neste episódio do Atualiza e Revisa, Luiza Bringel analisa a Groenlândia como peça central da geopolítica contemporânea, conectando história, política externa dos Estados Unidos, OTAN, degelo do Ártico e segurança internacional. Você vai entender: ● A lógica histórica das compras territoriais dos EUA (Louisiana, Alasca, Ilhas Virgens) ● O papel da OTAN e do Artigo 5º no Atlântico Norte e no Ártico ● Por que o degelo abre novas rotas marítimas e intensifica a disputa global ● A presença de minerais críticos e terras raras na Groenlândia ● Como esse tema aparece em provas do CACD e concursos de RI
Bernardo Valente, professor de Relações Internacionais, analisa a influência russa e americana na adesão da Ucrânia à UE. Ainda reflete sobre as novas movimentações militares dos EUA no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sorocabana Bianca começou a estudar inglês por influência do pai, mas não sentiu que estava evoluindo. Graças às amigas, se interessou pela ideia de fazer um intercâmbio, o que lhe colocou na rota para a Nova Zelândia.De volta ao Brasil, cursou Relações Internacionais, e voltou ao exterior para fazer um trabalho voluntário no Egito, onde ela conheceu seu marido. De lá para cá, eles passaram pelo Brasil, pelo Canadá, e agora estão de volta ao Egito, onde ela trabalha como especialista de redes sociais.Neste episódio, a Bianca explica como é seu dia a dia, fala sobre as diferenças culturais e religiosas que mais a chamam a atenção, e comenta a história e o contexto social da terra onde faz calor, depois faz frio.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaBianca Eltelbany, Especialista de Mídias Sociais no Cairo, EgitoLinks:AIESECInstagram profissional da BiancaCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Milhares de menores desacompanhados enfrentam processos; corte de financiamento federal deixou vários deles sem representação legal; peritos alertam para os riscos de violações dos direitos das crianças.
Debate da Super Manhã: Essenciais para tecnologias como celulares, carros elétricos e energia limpa, as terras raras colocam o Brasil no centro de uma disputa econômica global. Um tema decisivo para o presente e o futuro do desenvolvimento nacional. No debate desta quinta-feira (22), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as reservas brasileiras, o potencial do país e de Pernambuco e a importância econômica e estratégica dos elementos contidos nas terras raras. Participam o professor do Instituto de Petróleo e Energia (i-LITPEG) do Laboratório de Refino e Tecnologias Limpas (LabRefino/Lateclim), do Departamento de Engenharia Química, do Centro de Tecnologia e Geociências (CTG) da UFPE, Fábio Machado Cavalcanti, o coordenador do Curso de Relações Internacionais da UniFBV, Gustavo Delgado @gustavo.work, e o economista, David Batista.
O são-joanense Arthur se mudou para Belo Horizonte aos 17 anos de idade para cursar Relações Internacionais na PUC, uma decisão curiosa, dado que toda a sua família veio da área da saúde.Na faculdade, ele decidiu estudar mandarim, o que lhe fez decidir ir para a China quando surgiu a oportunidade fazer um intercâmbio. Porém, assim que ele voltou, surgiu a oportunidade de estagiar na Câmara de Comércio, o que lhe colocou na rota para hoje ocupar o cargo de Gerente Geral da Câmara de Comércio do Brasil em Xangai.Neste episódio, o Arthur detalha um pouco mais essa trajetória, e compartilha os aprendizados culturais e gastronômicos de se morar em uma das maiores cidades do mundo.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaArthur Guimarães, Gerente Geral da Câmara de Comércio em Xangai, ChinaLinks:LinkedIn do ArthurCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Confira no Morning Show desta quarta-feira (21): No discurso proferido nesta quarta-feira (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Venezuela fará “mais dinheiro nos próximos seis meses do que nos últimos anos”, em referência às perspectivas econômicas do país sul-americano em meio a recentes mudanças políticas e intervenções que envolvem o controle do setor petrolífero e maior participação de empresas estrangeiras no setor. No mesmo discurso, Trump voltou a defender a anexação da Groenlândia e afirmou que apenas os EUA têm capacidade de garantir a segurança do território. Em tom duro, Trump disse respeitar a população da Groenlândia e a Dinamarca, mas classificou o país europeu como “ingrato” e afirmou que a Europa “não está indo na direção correta”. Ele relembrou a presença militar americana na região durante a Segunda Guerra Mundial e descartou críticas de que sua proposta representaria uma ameaça à Otan, argumentando que a anexação fortaleceria a segurança da aliança militar. O presidente da França, Emmanuel Macron, solicitou nesta quarta-feira (21) a realização de um exercício militar da Otan na Groenlândia. Segundo comunicado oficial do Palácio do Eliseu, a França está pronta para contribuir com a operação. O pedido ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Ártico, após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendendo a anexação da Groenlândia. As crescentes tensões entre Estados Unidos e Europa levantam dúvidas sobre o futuro da Otan e a estabilidade da aliança militar. Divergências políticas, disputas estratégicas e declarações polêmicas do presidente Donald Trump têm elevado as tensões entre EUA e Europa. Para analisar esse cenário e os possíveis desdobramentos geopolíticos, o Morning Show entrevista Marcus Vinicius de Freitas, professor de Relações Internacionais. O cenário geopolítico internacional ganhou novos contornos de tensão após Donald Trump manifestar o desejo de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos e ameaçar impor tarifas a países que se oponham à medida. Em meio a esse embate, a Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, México e Canadá, entrou no centro do debate político. Em países como a Alemanha, já surgem discussões sobre um possível boicote ao torneio, embora o governo alemão afirme que não interfere em decisões esportivas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Convidado: Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da UFF (Universidade Federal Fluminense). Localizada estrategicamente entre o Ártico e o Atlântico Norte, a Groenlândia é a maior ilha do mundo. São mais de 2 mil km², um território rico em minerais raros e considerado por Donald Trump vital para a segurança dos EUA. A ilha gigante se tornou objeto de cobiça pelo governo americano. O problema: trata-se de um território semiautônomo da Dinamarca. Trump já sugeriu anexar ou adquirir a Groenlândia, mas o governo dinamarquês deixa claro que não tem interesse em negociar a ilha. A Casa Branca aumentou a crise ao anunciar novas tarifas contra oito países europeus que enviaram tropas ao território na última semana. Uma tensão que escancara da fragilidade atual da Europa, e coloca a Otan em risco. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Vitelio Brustolin para explicar por que Trump cobiça a Groenlândia. Professor de Relações Internacionais da UFF, ele responde quais são os interesses militares (como a construção do Domo de Ouro) e estratégicos (caso da rota naval do Ártico) dos americanos na região. Vitelio analisa também as consequências de uma eventual anexação pelos EUA, sobretudo para o futuro da aliança do Atlântico Norte, da qual fazem parte 30 países europeus. Ele aponta os sinais de enfraquecimento da Otan e os riscos deste processo de deterioração: “Seria um cenário catastrófico para o mundo todo”.
Geopolítica internacional instável deixa setor muito fragilizado para reagir
No primeiro Fio da Meada de 2026, Adler Silva puxa um fio que começa nas revoltas regenciais do Brasil, passa pela economia política dos bens e desemboca na arquitetura institucional das Nações Unidas — mostrando como temas históricos, econômicos e jurídicos se conectam de forma orgânica no estudo para o CACD. O episódio revisita a Cabanagem, a Sabinada e a Revolução Farroupilha, analisando seus contextos políticos, sociais e econômicos durante o período regencial. Ao discutir a centralidade do charque na economia do Sul, o fio se amplia para uma reflexão conceitual sobre bens essenciais, bens privados, bens comuns, bens de clube e bens públicos — categorias fundamentais para entender tanto a economia quanto as políticas públicas. A partir daí, a análise conecta esses conceitos à ideia de bens públicos globais, introduzindo o funcionamento do Conselho de Segurança da ONU, o papel do Secretário-Geral, hoje ocupado por António Guterres, e a estrutura geral da Organização das Nações Unidas, incluindo seus principais órgãos e agências especializadas, como a UNESCO. O episódio também aborda o conceito de bens culturais e patrimônio cultural, articulando Direito Interno, Direito Internacional e Economia, e mostrando como essas categorias aparecem na atuação internacional dos Estados e nos mecanismos multilaterais.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (11): Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados, 90% dos refugiados no Brasil vêm da Venezuela. A repórter Camila Yunes foi até a Vila Reencontro, em São Paulo, mostrar a realidade de famílias que atravessaram a fronteira e como elas receberam a notícia da prisão de Maduro. Após 18 meses, o governo brasileiro deixará de representar os interesses argentinos em Caracas, na Venezuela. A decisão acontece em meio à tensão pós-invasão dos EUA na Venezuela e atritos diplomáticos causados por postagens de Javier Milei. Entenda como será a transição para o governo italiano. Com as maiores reservas do mundo, cerca de 303 bilhões de barris, a Venezuela pode voltar a ser uma potência energética sob tutela americana? A professora de Relações Internacionais, Mariana Maranhão, analisa se a entrada desse petróleo no mercado pode derrubar os preços internacionais e como fica a OPEP nessa história. Após a saída de Ricardo Lewandowski, o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (CONSESP) defende abertamente a divisão do Ministério da Justiça. Em carta, a entidade sugere nomes como Andrei Rodrigues (PF) e Chico Lucas (PI) para comandar uma pasta exclusiva de Segurança Pública. O cinema brasileiro pode fazer história novamente. O filme "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, concorre em três categorias no Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme de Drama e Melhor Ator para Wagner Moura. Veja a análise de especialistas sobre as chances de vitória contra concorrentes de peso. A Justiça de São Paulo concluiu que não há vínculo entre o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e operações que investigam lavagem de dinheiro do PCC. O repórter André Anelli explica a decisão. Além disso, a contagem regressiva começou para o FGC pagar 1,6 milhão de investidores. Partidos da Groenlândia rejeitaram a oferta de compra de Trump. O presidente dos EUA afirmou que, se não controlar a ilha, China ou Rússia o farão. A Casa Branca considera opções, inclusive força militar. A primeira-ministra da Dinamarca alertou que a anexação significaria o fim da OTAN, mas Trump disse estar disposto a sacrificar a aliança. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro (PL) sofre com perda de equilíbrio e tonturas causadas por medicamentos, o que teria provocado sua queda da cama e o traumatismo craniano leve. Tirso Meirelles, presidente da FAESP (Federação da Agricultura e Pecuária de São Paulo), avalia que os impactos do acordo Mercosul-UE serão de longo prazo devido ao forte protecionismo global (citando barreiras da China e EUA). Apesar das salvaguardas europeias, ele vê o acesso a um mercado de 750 milhões de pessoas como oportunidade para provar a sustentabilidade brasileira. Wanderlei Nogueira analisa a projeção da FIFA de atingir US$ 4 bilhões em receitas de transmissão para a próxima Copa. A Europa segue como o maior mercado. Enquanto a América do Norte tem o maior contrato individual, EUA com Fox/Telemundo, cerca de US$ 1,2 bi, impulsionada pelas sedes. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Além do benefício direto a 722 milhões de consumidores, o tratado amplia alternativas para exportações brasileiras e investimentos produtivos europeus e simplifica regras comerciais para os dois lados. “Uma vitória do diálogo, da negociação e da aposta na cooperação e na integração entre os países e blocos”, disse.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (05): O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer pela primeira vez a um tribunal em Nova York às 14h desta segunda-feira (5), no horário de Brasília. O comparecimento ocorre após o Departamento de Justiça americano divulgar, no sábado (03), uma nova acusação contra Maduro, que integra um processo criminal por tráfico de drogas movido pelo governo dos EUA há cerca de 15 anos. Reportagem: Teresa Morrone. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), formado por 15 países, deve se reunir nesta segunda-feira (05), por volta das 12h, no horário de Brasília, para discutir a legalidade da captura do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, pelas forças dos Estados Unidos. Maduro foi preso na madrugada do último sábado (03) durante uma operação de forças especiais norte-americanas. Reportagem: Rany Veloso. O controle do petróleo da Venezuela tornou-se um novo desafio para os Estados Unidos no cenário político e estratégico internacional. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que os EUA estão prontos para trabalhar com líderes remanescentes do país, desde que tomem as “decisões corretas”, em referência a mudanças políticas e institucionais. Rubio negou que a Casa Branca tenha qualquer intenção de governar Caracas, mas garantiu que os bloqueios ao setor de petróleo irão prosseguir. Reportagem: Misael Mainetti. A ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro, acendeu o debate sobre os impactos geopolíticos para a América Latina. Em entrevista, o mestre em Relações Internacionais, Valdir da Silva Bezerra, analisa os riscos da ação americana, as possíveis reações de governos da região e os efeitos sobre a estabilidade política, econômica e diplomática do continente. Reportagem: Daniel Lian. Moradores da Venezuela relatam trauma após ataques aéreos dos Estados Unidos que atingiram bairros operários. Os bombardeios antecederam a prisão do presidente Nicolás Maduro e provocaram forte impacto psicológico na população. Reportagem: Pedro Veraldi. O diplomata e analista político Edmundo González, que se declarou presidente da Venezuela após as eleições de 2024, disse neste domingo (04) ser o novo presidente do país. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele pediu que as Forças Armadas reconheçam o resultado do pleito e reafirmou a sua vitória, em um cenário de forte tensão institucional após a prisão de Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Os usuários do Bilhete Único em São Paulo têm até às 23h59 desta segunda-feira (05) para fazer a recarga e garantir o valor antigo de R$ 5,00 na tarifa de ônibus por até 180 dias. A partir da 0h de terça-feira (06), a passagem sobe para R$ 5,30 na capital paulista. O reajuste também atinge os trens e o Metrô, cujas tarifas passam de R$ 5,20 para R$ 5,40, conforme anunciado pelo governo do estado. Reportagem: Beatriz Manfredini. Protestos contra o alto custo de vida deixaram mortos e se espalharam por dezenas de cidades do Irã, segundo relatos de agências internacionais e organizações de direitos humanos. As manifestações refletem o descontentamento popular com a inflação, o desemprego e a crise econômica que atinge o país. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende contar com empresas americanas para reconstruir a indústria petrolífera da Venezuela, duramente afetada por sanções e pela crise política. Segundo Trump, petroleiras dos EUA serão autorizadas a atuar no país após a operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro. Reportagem: Rodrigo Viga. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Convidados: Leonardo Trevisan, prof. de Relações Internacionais da ESPM; e Oliver Stuenkel, prof. de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. AVISO: O Assunto volta com episódio novo na terça-feira, 6 de janeiro. Sábado, 3 de janeiro de 2026. Ainda durante a madrugada, uma operação com soldados da tropa de elite dos EUA capturou Nicolás Maduro dentro de um complexo militar na capital Caracas. Maduro, que governava a Venezuela há 12 anos, foi pego junto com sua mulher e, depois, levado para os EUA, onde, segundo autoridades locais, será julgado por narcoterrorismo e outros três crimes. O ataque de Trump foi colocado em curso após meses de escalada na tensão no Caribe. Desde agosto, os EUA realizaram operações marítimas perto da costa da Venezuela, e Trump por várias vezes ameaçou regime agora deposto. A ação do presidente dos EUA foi criticada pelo governo brasileiro e por diversos países, mas recebeu apoio de alguns líderes, como o argentino Javier Milei. Neste episódio especial, Natuza Nery recebe Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM, e Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Leonardo explica quais acordos internacionais Trump desrespeitou ao invadir o território venezuelano, pegar Maduro e levá-lo aos EUA. O professor da ESPM avalia quais são os reais interesses de Trump na Venezuela, a começar pelo petróleo – para ele, Maduro funcionou como um “troféu” para Trump. Leonardo responde o que pode acontecer a partir de agora. Oliver analisa como fica a relação do Brasil com Trump após a invasão dos EUA a um país da América Latina e a posição das grandes potências mundiais e suas áreas de influência. Ele explica também por que é possível considerar que os fatos em curso neste 3 de janeiro inauguram uma nova era da história da geopolítica.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (03): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma rede social que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país por via aérea. Trump não informou o destino e disse que dará mais detalhes em coletiva às 13h (horário de Brasília). Horas antes da declaração, moradores de Caracas relataram explosões, tremores, sobrevoo de aeronaves e apagões em áreas próximas à base aérea de La Carlota. Vídeos nas redes sociais mostram fumaça e intensa movimentação militar. O governo venezuelano reagiu decretando estado de comoção exterior, acusando os EUA de tentativa de mudança de regime para controle de recursos estratégicos, como petróleo e minerais. Após os bombardeios, a vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o governo não sabe onde está Nicolás Maduro e exige provas de que o presidente esteja vivo. A Rússia condenou a ação dos Estados Unidos, classificando o episódio como ‘preocupante e condenável', e pediu desescalada do conflito. Outros países também se manifestaram sobre a crise. Especialistas analisaram os desdobramentos da ofensiva. A internacionalista Priscila Silveira alertou para o risco de escalada internacional, com possível reação de China e Rússia, caso interesses estratégicos sejam afetados. O professor Danilo Porfírio afirmou que a ação segue um padrão histórico de intervenções e se insere no que chamou de ‘Doutrina Trump', com objetivo de reforçar a primazia dos EUA no continente e garantir controle sobre recursos estratégicos. Analistas da Jovem Pan, como Fabrício Naitzke e Danilo Porfírio, avaliam que a retirada de Maduro não resolve automaticamente a crise política e humanitária no país. O cientista político Carlos José León demonstrou preocupação com possíveis retaliações internas do regime chavista, incluindo repressão à oposição e agravamento da crise humanitária. A Venezuela solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, em busca de uma saída diplomática, em meio a críticas ao enfraquecimento do papel da organização em conflitos internacionais. Na América Latina, o México condenou os ataques e defendeu o respeito à soberania venezuelana. No Brasil, o presidente Lula (PT) classificou a ofensiva como uma grave violação da soberania da Venezuela e afirmou que a ação ultrapassa a ‘linha do inaceitável'. O Itamaraty, sob comando do chanceler Mauro Vieira, acompanha a crise e mantém diálogo com autoridades venezuelanas. Lula retornou a Brasília para acompanhar as discussões. Após a ofensiva, venezuelanos foram às ruas em diferentes países para comemorar a captura de Nicolás Maduro, com manifestações registradas, por exemplo, em Santiago, no Chile. Trump afirmou ainda que acompanhou ‘ao vivo' a detenção de Maduro e declarou que o líder venezuelano será julgado nos Estados Unidos, o que intensificou a crise diplomática. A Venezuela também fechou a fronteira com o Brasil, decisão confirmada por autoridades brasileiras. O governo federal convocou reunião no Itamaraty para avaliar os impactos políticos, humanitários e econômicos da medida. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (24): O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou a prisão na manhã desta quarta-feira (24), por volta das 9h29, após permanecer detido na Superintendência da Polícia Federal desde o dia 22 de novembro. Em seguida, ele foi encaminhado para o Hospital DF Star, em Brasília, para ser internado. Reportagem: Janaína Camelo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) falou com a imprensa sobre o estado de saúde do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que deve passar por uma cirurgia nesta quinta-feira (25). O Brasil deve abrir mais de 500 mil vagas de trabalho temporário até o final de 2025, impulsionado principalmente pelos setores de serviços e comércio. A estimativa aponta um crescimento de 7,5% em relação ao ano anterior e reflete o clima de maior confiança do mercado, associado à recuperação econômica e ao aumento sazonal do consumo. Reportagem: Júlia Firmino. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza policiais legislativos de assembleias estaduais e da Câmara Legislativa do Distrito Federal a portarem armas de fogo. O texto foi publicado nesta terça-feira (23) no Diário Oficial da União. Reportagem: Janaína Camelo. A Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou nesta terça-feira (23) o rebaixamento da bandeira tarifária para o patamar verde em janeiro de 2026. Com a decisão, não haverá cobrança adicional na conta de energia elétrica no primeiro mês do próximo ano. Reportagem: Danúbia Braga. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira (23) que não telefonou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para pressionar pela aquisição do Banco Master pelo BRB, o Banco de Brasília. Segundo Moraes, a primeira reunião entre ambos ocorreu em 14 de agosto, após ele ter sido sancionado pelo governo dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, em 30 de julho. Reportagem: Janaína Camelo. Cerca de 12 milhões de consumidores devem ir às compras de Natal na última hora, segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) nas 27 capitais do país. Os chamados “atrasadinhos” representam 10% das pessoas que pretendem presentear neste fim de ano. Entre os principais motivos apontados estão a expectativa por promoções, citada por 38% dos entrevistados, a espera pelo pagamento do salário ou da segunda parcela do 13º, mencionada por 25%, além de 19% que admitem falta de organização. Reportagem: Danúbia Braga. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso do bilionário Jeffrey Epstein mencionam a existência de um “grande grupo brasileiro” em um depoimento prestado ao FBI. Os arquivos, tornados públicos após determinação do Congresso americano, reúnem dezenas de milhares de registros ligados às investigações de abusos sexuais e tráfico de mulheres e meninas atribuídos a Epstein, morto em 2019. Reportagem: Eliseu Caetano. O Japão estuda endurecer as regras para a concessão de cidadania, com a possibilidade de exigir que candidatos residam no país por pelo menos dez anos antes de solicitar a naturalização. Reportagem: Eliseu Caetano. A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou nesta terça-feira (23) uma nova lei que prevê penas de prisão de até 20 anos para quem promover ou financiar atos classificados como pirataria, bloqueios ou outras ações ilícitas internacionais. O projeto, batizado de “Lei para Garantir a Liberdade de Navegação e Comércio contra a Pirataria, Bloqueios e Outros Atos Ilícitos Internacionais”, foi votado e aprovado por unanimidade pelo Parlamento controlado pelo partido do presidente Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Em 20 de janeiro de 2025, Donald Trump reassumiu a presidência dos EUA. E, neste primeiro ano de seu segundo mandato à frente da Casa Branca, governou com todas as luzes voltadas para si, rendendo manchetes praticamente diárias. Ao lon go de todo 2025, Trump deu declarações polêmicas e fez anúncios transmitidos ao vivo. Tudo pensado para causar impacto. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment, que analisa a estratégia de Trump de governar como um “showman”. Ele explica como fica a relação de Trump com Lula – e dos EUA com o Brasil – depois de uma montanha-russa envolvendo o tarifaço e a acusação de que o governo e o Judiciário brasileiros promoviam uma “caça às bruxas” a Jair Bolsonaro. Oliver comenta a estratégia de Trump de se colocar como um “agente da paz” na geopolítica mundial e aponta quais as perspectivas para o presidente dos EUA na política interna – e o que ele pode esperar das eleições de meio de mandato em 2026. Oliver avalia também os sinais de que Trump possa tentar um terceiro mandato, o que é vetado pela Constituição americana.
Missão recente da agência confirmou que a descarga de água tratada com o sistema Alps da central nuclear de Fukushima Daichi está em conformidade com normas de segurança.