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Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment. Três dias depois de ir até o Alasca encontrar com o russo Vladimir Putin, o presidente dos EUA recebeu o ucraniano Volodymyr Zelensky e líderes europeus na Casa Branca. Em jogo, os termos para uma negociação pelo fim da guerra na Ucrânia - iniciada com a invasão russa em fevereiro de 2022. Diferente do que aconteceu em fevereiro, quando foi humilhado por Trump, Zelensky foi recebido em clima menos hostil. Após o encontro, o presidente dos EUA disse que vai preparar uma reunião trilateral com Zelensky e Putin para discutir a paz na Ucrânia. Presentes no encontro, os líderes europeus pediram garantias de segurança ao continente para negociar com a Rússia. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV. Pesquisador da Universidade Harvard e do Carnegie Endowment, Oliver analisa os significados das reuniões feitas entre Trump, Zelensky e líderes europeus nesta segunda-feira. Oliver responde qual é o futuro político do presidente ucraniano caso Zelensky concorde em ceder parte do território do país à Rússia. E conclui como fica o tabuleiro geopolítico no caso de haver um consenso pela paz.
O Papo Antagonista desta terça-feira, 19, comenta os desdobramentos das sanções impostas pelo governo Trump ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, com base na Lei Magnitsky.Além disso, o programa analisa as reações de governadores aos ataques de Carlos Bolsonaro.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Bom dia 247_ Dino encara Trump e veta sanções internacionais _19_8_25_ by TV 247
O governo Trump anunciou nesta quarta-feira, 13, a revogação de vistos de brasileiros e ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) ligados ao programa ‘Mais Médicos'.Em nota, o Departamento de Estado americano mencionou dois nomes: Mozart Julio Tabosa Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, coordenador-geral para a COP30, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde e ex-diretor de Relações Externas da OPAS. Eles são acusados de participar do planejamento e da implementação do programa, definido pelo governo Trump como um “esquema coercitivo de trabalho forçado do regime cubano”.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Saudações pessoas! Ela, a rainha, Tatiana Vargas-Maia, historiadora, Professora da UFRGS e pesquisadora da área de Relações Internacionais, retorna ao Vira para comentários sobre uma das maiores - e mais sem precedentes, será? - crises na área: o governo Trump II, "A Missão", extrapola todos os limites do que já seria uma baixeza típica, e ocasiona uma série de dúvidas sobre o futuro da diplomacia e da multilateralidade em si. Ao mesmo tempo, rupturas e processos literalmente violentos são, de um jeito ou de outro, a tônica dos grandes movimentos "tectônicos" nesse campo, nos últimos tempos e em especial do século passado para cá. E aí: as teorias e experiências nesse campo estão se confirmando ou se quebrando além da conta? Estamos preparados para mais esse looping do nosso carrinho na montanha russa? Taca play e descubra!
O Roda Viva entrevista Celso Amorim, assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais.Entraram em vigor as tarifas de importação de até 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Também o governo Trump criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, por determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.Nesta edição, participam da bancada de entrevistadores: Patrícia Campos Mello, repórter especial da Folha de S.Paulo; Pedro Doria, editor do Meio; Denilde Holzhacker, professora de Relações Internacionais da ESPM; Humberto Saccomandi, colunista do Valor Econômico e coordenador do Núcleo Celso Pinto de Jornalismo do Insper e a Janaina Figueiredo, repórter especial e colunista do jornal O Globo.Com apresentação de Vera Magalhães, as ilustrações em tempo real são de Luciano Veronezi.#SomosCultura#TVCultura #RodaViva #Governo #CelsoAmorim
Convidados: Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Londres e em Washington. Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil China. Na extensa lista de países tarifados por Donald Trump, os fundadores do grupo estão entre os que receberam as taxas mais altas. O Brasil é o que tem maior tarifação, de 50%. Ao nosso lado, uma surpresa: um país que se sentou à mesa para negociar com Donald Trump e que chegou a construir acordos com o americano. Trata-se da Índia. Os produtos indianos que entram nos EUA são tarifados em 50%, soma da tarifa base de 25% que o país recebeu mais a penalização de 25% por conta da compra de petróleo da Rússia. Em busca de soluções conjuntas, lideranças dos países fundadores do Brics conversam entre si – como ocorreu entre o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Em entrevista a Alan Severiano, Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), analisa se há ou não fraturas nas relações entre EUA e os Brics. Barbosa, que foi embaixador do Brasil em Londres e em Washington, ainda responde como ele vê o posicionamento estratégico do Itamaraty diante da crise tarifária global. Depois, para falar sobre os laços cada vez mais estreitos do Brasil com a China, a conversa é com Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil China. Ele apresenta o status da relação comercial entre os dois países e explica onde estão os investimentos mais estratégicos da China por aqui.
Casado, pai, empresário e formado em Relações Internacionais, é cofundador da sociedade Em Busca da Verdade, que promove formação clássica para líderes comprometidos com a verdade, a moral e a responsabilidade histórica.Depois de anos atuando no mundo dos negócios e da política, descobriu que nenhuma mudança externa se sustenta sem uma verdadeira conversão interior.
Entrou em vigor no último dia 6 a tarifa de 50% imposta pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. A medida, decretada pela Casa Branca no fim de julho, afeta diretamente 906 municípios que exportam para o mercado norte-americano e já incide sobre as mercadorias embarcadas a partir dessa data. Para compreender os reflexos dessa decisão na economia local, o professor e doutor Júlio César Zilli, pesquisador e líder do Laboratório Gestão e Estratégia em Negócios Internacionais da Unesc, concedeu entrevista ao Cruz de Malta Notícias nesta sexta-feira (8). Durante a conversa, ele analisou os possíveis impactos da nova alíquota para empresas e produtores da região, destacando que o aumento no custo de exportação pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros e gerar efeitos em cadeia, como queda nas vendas e ajustes na produção. Ouça a entrevista completa:
Matias Spektor e Bernardo Mello Franco são os convidados de Alan Severiano neste episódio para explicar e avaliar as reações do Congresso e da Casa Branca, após Jair Bolsonaro ter a prisão domiciliar decretada. Professor de Relações Internacionais da FGV de São Paulo, Matias Spektor analisa as pressões comerciais e políticas emitidas pela Casa Branca em favor do ex-presidente brasileiro. Ainda na segunda-feira, horas depois da decisão do ministro do STF, o Departamento de Estado dos EUA voltou a mirar em Alexandre de Moraes. Em um post, o escritório americano que cuida das relações com a América Latina declarou que o ministro do Supremo é um "violador de direitos humanos", em uma nova ofensiva contra as instituições brasileiras. Depois, Alan fala com o Bernardo Mello Franco, que é colunista do jornal O Globo e comentarista da rádio CBN. Bernardo analisa o movimento da oposição ao governo, que na terça-feira (5) anunciou a obstrução dos trabalhos do Congresso. Parlamentares que apoiam Bolsonaro afirmaram que só vão deixar as mesas diretoras da Câmara e do Senado após a aprovação do que eles chamam de “pacote de pacificação do país”, que inclui três medidas: anistia aos condenados pelo 8 de janeiro, a votação do impeachment de Alexandre de Moraes, e a proposta que acaba com o foro privilegiado de parlamentares.
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice). O ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington apresenta uma visão bastante racional e diferenciada sobre o que está acontecendo nesse atual mandato Donald Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fala Carlão conversa com Jacyr Costa Filho, Presidente do COSAG, diretamente da reunião do Conselho na FIESP — realizada em plena celebração do Dia do Agricultor. Jacyr compartilhou os principais temas debatidos no encontro, com destaque para as perspectivas sobre o seguro rural e os rumos da relação Brasil–Estados Unidos no agro. Um bate-papo que mostra como o COSAG segue promovendo reflexões estratégicas para o setor e valorizando quem move o campo. Fala aí, Jacyr!
Neste episódio da série 'Cenários', Sonia Racy recebe Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice). O ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington apresenta uma visão bastante racional e diferenciada sobre o que está acontecendo nesse atual mandato Donald Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (04) é Marcel van Hattem.Marcel van Hattem é cientista político, jornalista, deputado federal, vice-líder da oposição no Congresso Nacional e coordenador da Comissão de Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul.Nascido 8 de novembro de 1985, Marcel van Hattem possui bacharelado em Relações Internacionais e especialização em Direito, Economia e Democracia Constitucional, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve o grau de mestre em Ciência Política pela Universidade de Leiden, em Jornalismo, Mídia e Globalização pelas Universidades de Aarhus, na Dinamarca, e de Amsterdã, na Holanda e é egresso do Programa de Liderança Política, Social e Empresarial da Georgetown University em Washington, D.C., Estados Unidos. Iniciou carreira profissional como entregador de jornais e posteriormente tornou-se repórter no Jornal Dois Irmãos. Foi colaborador convidado da Revista Voto e contribuiu com artigos de opinião e matérias para diferentes órgãos da imprensa brasileira, incluindo Zero Hora, Jornal do Comércio e O Estado de S. Paulo. Atuou na divisão internacional do Ministério dos Assuntos Econômicos, Agricultura e Inovação do Reino dos Países Baixos, em Haia e fundou a Argumento – Consultoria para Líderes de Expressão. Foi eleito em 2004, aos 18 anos, vereador de Dois Irmãos. Concorreu a deputado estadual e foi diplomado, em 2014, como primeiro suplente do Partido Progressista (PP), exercendo mandato de fevereiro de 2015 a março de 2018 como o deputado mais novo da Assembleia do Rio Grande do Sul. Notabilizou-se por proferir no Parlamento gaúcho discursos a favor das ideias de liberdade e contra ideologias estatistas e coletivistas.Uma seleção dos seus mais impactantes pronunciamentos, comentados, foi publicada no seu livro “Somos Nós Com Uma Voz: do megafone à tribuna em defesa da Liberdade, do Estado de Direito e da Democracia”, lançado pela LVM Editora. Em março de 2018 filiou-se ao Partido Novo, legenda pela qual se elegeu deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul, com 349.855 votos. Desde então, sua atuação no âmbito federal foi pautada no combate à corrupção, diminuição do Estado e maior liberdade aos brasileiros.Seu mandato é marcado por intensa atuação legislativa: extinção do fundo eleitoral, Reforma da Previdência, apoio à Lei de Liberdade Econômica, defesa da prisão em segunda instância, apoio à reforma tributária, fim de honorários de sucumbência dos advogados públicos, defesa do Código de Defesa do Empreendedor, defesa para utilização do FGTS na compra de segundo imóvel, pena dobrada para atos de corrupção durante a pandemia, fim da imunidade parlamentar em casos de prisão em flagrante de parlamentares que cometerem crimes contra administração pública, entre outros. É autor do requerimento de criação da CPI do Abuso de Autoridade do STF e TSE, que já conquistou as 171 assinaturas necessárias e já foi protocolada.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/marcelvanhattemTwitter: https://x.com/marcelvanhattemFacebook: https://www.facebook.com/marcelvhYouTube: https://www.youtube.com/@MarcelvanHattemOficial
Passando a Limpo: Nesta segunda-feira (04), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Cientista Político, Rodrigo Lyra e o Professor na Universidade de Relações Exteriores da China, Marcus Vinicius de Freitas, sobre a relação entre Brasil, EUA e China com o tarifaço. O programa também conta com Eliane Cantanhêde.
O Manhã Brasil desta segunda (4), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) Presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, afirma que a Lei Magnitsky dos EUA está acima da Constituição brasileira e que irá aplicar sanções a Alexandre de Moraes; 2) Pesquisas mostram Lula à frente para 2026, mas Datafolha diverge da Quaest e Atlas e aponta baixa popularidade do governo; 3) Bolsonaristas volta às ruas com manifestações grandesPessoas convidadas:Gilberto Maringoni, jornalista, chargista, professor de Relações Internacionais na UFABCNicolas Souza, líder da mobilização nacional dos entregadores por aplicativos
Fala Carlão conversa com Luis Rua, Secretário de Comércio e Relações Internacionais do MAPA, durante a Reunião do COSAG na FIESP. Com uma visão otimista e estratégica, Luis destacou os movimentos do Brasil diante da taxação imposta pelos Estados Unidos, reforçando a importância da ampliação de mercados como Japão, Coreia do Sul e América Central. Também falou sobre a internacionalização do agronegócio brasileiro e o papel das relações bilaterais, especialmente com os EUA, na consolidação do Brasil como potência agroexportadora. Fala aí, Luis!
Brasil na mira: tarifaço de Trump acende alerta no agronegócio e na diplomacia. EUA abrem nova guerra comercial e enfrentam reação global China, EU e emergentes OMC isolada e dasafio às regras do comércio internacional
WW desta sexta-feira (1º) recebe o especialista em política dos Estados Unidos, Carlos Gustavo Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, o cientista político e vice-presidente da Arko Advice, Cristiano Noronha, o diretor de Comércio Internacional da BMJ Consultores e professor de Relações Internacionais da ESPM, José Pimenta, e o estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz.
- Arco bate marca dos últimos 15 anos em inscritos para a Expointer - Uso de sementes certificadas eleva produtividade e segurança no campo - Receita libera regras da Declaração do ITR 2025 com novo sistema digital de declarações - Conexão Delta G define reprodutores que irão compor bateria do Programa Touro Jovem - Selo assegura que consumidor leve para casa produtos cem por cento leite de búfala - Evento une carne Hereford de qualidade e tradição em Esteio - Sindag discute com o Ministério da Agricultura o tarifaço dos Estados Unidos E mais: Cotações, previsão do tempo e agenda - Entrevista: Ricardo Leães, professor de Relações Internacionais na ESPM e pesquisador do Departamento de Economia e Estatística
O que você sabe sobre os drusos? Sabia que essa é uma das minorias que vivem em Israel? Mas não só. Os drusos são uma minoria árabe e vivem em uma região que abrange o Líbano, a Síria, Israel e as Colinas de Golã. Recentemente, os drusos entraram em pauta por serem alvo de perseguição pelo novo regime da Síria. Israel mantém laços estreitos com os seus 150 mil cidadãos drusos. Historicamente, os homens drusos servem nas Forças de Defesa de Israel, e esse é um dos motivos do crescente envolvimento israelense na Síria. Isso faz deles cidadãos israelenses como qualquer outro? Qual a situação dos drusos em Israel? Para compreender melhor o tema, convidamos Danny Zahreddine, bacharel em Relações Internacionais e doutor em Geografia pela PUC Minas, atua no Departamento de Relações Internacionais e na Academia da Polícia Militar de Minas Gerais. Como professor do Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais da PUC Minas dedica-se ao estudo dos conflitos internacionais, geopolítica, política externa brasileira e o Oriente Médio. Atualmente, é Diretor do Instituto de Ciências Sociais da PUC Minas e também coordena o grupo de estudos do Oriente Médio e Maghreb.
As tarifas de 50% impostas por Donald Trump a produtos brasileiros estão previstas para entrar em vigor no dia 1° de agosto, próxima sexta-feira. O governo e a diplomacia do Brasil correm contra o tempo para negociar com os Estados Unidos. A quatro dias de as tarifas começaram a valer, uma comitiva de senadores desembarcou na capital americana. O chanceler Mauro Vieira está nos EUA, esperando o sinal verde para negociar com Washington. No fim da semana passada, no entanto, o presidente Lula afirmou que autoridades dos EUA não estão abertas ao diálogo. Neste episódio, Alan Severiano recebe Nick Zimmerman e Leonardo Trevisan para explicar se ainda há tempo hábil para que o Brasil consiga negociar as tarifas. Ex-assessor da diplomacia dos EUA, Zimmerman responde se as autoridades brasileiras estão “batendo nas portas certas”. Professor de Relações Internacionais da ESPM, Leonardo Trevisan responde por que outros países conseguiram negociar com Trump e conclui quais os reais motivos do tarifaço de Trump serem mais duros com o Brasil – dois motivos que, diz, têm cinco letras.
Este episódio de podcast busca entender como Israel, um estado que foi criado em resposta a um dos maiores genocídios da história, assumiu para si o papel de genocida; e como o lobby sionista justifica o massacre em Gaza, persegue críticos e impacta judeus e palestinos em todo o mundo.O Holocausto foi um dos maiores genocídios da história da humanidade. Não só pela quantidade de pessoas mortas, mas também porque porque ele envolveu um sistema industrial massivo de assassinato. Multidões colocadas em trens e caminhões, levadas para campos de concentração, depois mortas em câmaras de gás e queimadas em fornalhas.É comum acreditar que nada se compara ao Holocausto. No século 21, porém, não existe nada tão parecido com o Holocausto quanto o massacre que Israel vem promovendo na Faixa de Gaza. Pessoas de um mesmo povo presas, passando fome, sendo sistematicamente exterminadas - tudo isso com o apoio de potências globais, que fecham os olhos para os crimes cometidos em nome de uma ideologia: o sionismo.Mergulhe mais fundoMarxismo e judaísmo: história de uma relação difícil (link para compra)Episódios relacionados#52: A Guerra de Mohsen#142: Heil TrumpEntrevistados do episódioBruno HubermanProfessor do curso de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), vice-líder do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI/PUC-SP) e pesquisador do Instituto Nacional de Estudos de Ciência e Tecnologia para o estudo dos Estados Unidos (INCT-Ineu).Reginaldo NasserChefe do Departamento de Relações Internacionais da PUC-SP, coordenador do Grupo de Estudos sobre Conflitos Internacionais (GECI-PUC), e professor do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (PUC/UNESP/Unicamp).Arlene ClemeshaDoutora em história, professora de História Árabe na na Universidade de São Paulo (USP). Diretora do Centro de Estudos Palestinos e vice-coordenadora do programa de pós-graduação em História Econômica da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH-USP).Michel SchlesingerRabino brasileiro radicado em Nova York, nos Estados Unidos. Atuou por mais de 20 anos na Congregação Israelita Paulista (CIP).Ficha técnicaProdução e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini
No Verão, as pessoas que têm hábitos de leitura aproveitam as férias e a praia para desfrutar mais dos mergulhos literários... as pessoas que se afastaram da leitura voltama recuperar algum tempo e energia se reaproximar... por isso, resolvemos voltar a lançar este episódio sobre o poder da leitura, com a Sandra Barão Nobre. A Sandra Barão Nobre «é licenciada em Relações Internacionais pela Universidade de Lisboa (1995) e dedica-se em exclusivo à biblioterapia como profissional independente desde 2016. (…) Acompanha clientes particulares e corporativos em processos biblioterapêuticos, coordena projetos biblioterapêuticos em várias instituições(estabelecimentos de ensino, empresas, associações, hospitais, etc.), dinamiza ações de formação sobre biblioterapia e promoção da leitura, produz conteúdossobre biblioterapia e dinamiza eventos sobre o tema para entidades parceiras.»Hoje, a propósito do seu mais recente livro - «Ler paraViver», eu e a Marcela vamos falar com a Sandra sobre o poder dos livros e da leitura. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relaçõessaudáveis, responsáveis e autênticas. Conteúdos abordados:· o que é a biblioterapia e como funciona;. é necessário ler livros inteiros?;· afinal, já fazíamos biblioterapia e não sabíamos;. biblioterapia individual, clínica e de desenvolvimento;. ecrãs vs livros;. receitas bibliográficas;. leitura rápida, áudio livros e bibliomância. Segue o trabalho da Sandra Barão Nobre na sua página https://abiblioterapeuta.com/e nas redes sociais @sandrabaraonobre O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube... e nas plataformas habituais de distribuição de Podcasts. Para saberes mais sobre nós:* na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ * nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente Para adquirir o nosso livro vai ao nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livrodirectamente à editora ou a qualquer outra livraria física ou online
Bernardo Teles Fazendeiro, professor de Relações Internacionais na Universidade de Coimbra, acaba de publicar o livro 'A guerra quente e a paz fria', onde faz uma leitura do mundo pós-Soviético, analisa as origens do conflito com a Ucrânia e de como uma paz fria, que fazia a guerra parecer uma miragem, se transformou numa guerra quente.
Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicada ontem na rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou a imposição de uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para o mercado americano a partir do dia 1º de agosto. Trump citou como justificativa para a medida “centenas de ordens de censura secretas e injustas para plataformas de mídia social dos Estados Unidos” e o que chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é réu por tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF). Após a divulgação da carta, Lula se reuniu com ministros e decidiu que a resposta ao governo americano virá por meio da Lei de Reciprocidade Econômica, que entrou em vigor em abril, já sob a ameaça do tarifaço. Lula ainda conversou com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e combinou que a reação brasileira será concentrada no Ministério das Relações Exteriores. Os ministros da Corte não vão se manifestar publicamente sobre o assunto. Em entrevista à Rádio Eldorado, na coluna de Eliane Cantanhêde, Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, disse considerar difícil algum tipo de acordo entre os dois governos até 1º de agosto. “Calibrar a resposta vai ser um desafio”, afirmou. Apesar disso, o especialista avalia que o “tom personalista” da carta de Trump “pode reforçar o papel de Lula como líder regional”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicada ontem na rede Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou a imposição de uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para o mercado americano a partir do dia 1º de agosto. Trump citou como justificativa para a medida “centenas de ordens de censura secretas e injustas para plataformas de mídia social dos Estados Unidos” e o que chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que é réu por tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF). Após a divulgação da carta, Lula se reuniu com ministros e decidiu que a resposta ao governo americano virá por meio da Lei de Reciprocidade Econômica, que entrou em vigor em abril, já sob a ameaça do tarifaço. Lula ainda conversou com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e combinou que a reação brasileira será concentrada no Ministério das Relações Exteriores. Os ministros da Corte não vão se manifestar publicamente sobre o assunto. Em entrevista à Rádio Eldorado, na coluna de Eliane Cantanhêde, Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM São Paulo, disse considerar difícil algum tipo de acordo entre os dois governos até 1º de agosto. “Calibrar a resposta vai ser um desafio”, afirmou. Apesar disso, o especialista avalia que o “tom personalista” da carta de Trump “pode reforçar o papel de Lula como líder regional”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mónica Dias admite que este será o momento limite para Trump apoiar a Ucrânia. A Especialista em Relações Internacionais diz que o objetivo de Putin é meter medo e desconfiança política a Zelensky.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões, especialista em Relações Internacionais, diz que acredita que o jantar de Trump e Netanyahu foi aberto aos jornalistas por estratégia de Trump mostrar a ligação dos dois líderes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Contratos curtos mais altos que longos podem demonstrar que estoques estão apertados
Nos últimos anos, o papel dos Estados Unidos nos conflitos no Oriente Médio tem sido cada vez mais questionado. Seja em Gaza, onde Israel mantém uma ofensiva militar desde outubro de 2023, seja nas tensões mais recentes com o Irã, os EUA continuam sendo peça-chave, seja por apoio logístico, por pressão diplomática ou até por envolvimento militar direto. Mas afinal, o que os EUA ganham com isso? E o que essa atuação diz sobre sua política externa, seus limites e seus interesses estratégicos?Pra entender o papel dos Estados Unidos no atual cenário geopolítico do Oriente Médio, a gente conversa hoje com Karina Stange Calandrin, assessora do IBI, professora de Relações Internacionais, pesquisadora do Instituto de Relações Internacionais da USP e colunista da Revista Interesse Nacional.
No episódio de hoje, recebemos Lucas Souto Ribeiro, mestre em Política e Relações Internacionais pela Universidad Sergio Arboleda (Colômbia). Com experiência na Câmara de Comércio Colombo-Brasileira, é tradutor de livros, escritor acadêmico e colabora com o jornal Brasil Sem Medo e o portal ADN Cuba. Lucas apresenta seu livro Revolução Cubana & Ditadura Castrista, chamado por ele de “o livro proibido pelo MEC”, onde questiona narrativas e distorções históricas presentes na educação brasileira. Prepare-se para uma conversa provocadora sobre liberdade e verdades ocultas. ..................................................................................................................................
No episódio de hoje, recebemos Lucas Souto Ribeiro, mestre em Política e Relações Internacionais pela Universidad Sergio Arboleda (Colômbia). Com experiência na Câmara de Comércio Colombo-Brasileira, é tradutor de livros, escritor acadêmico e colabora com o jornal Brasil Sem Medo e o portal ADN Cuba. Lucas apresenta seu livro Revolução Cubana & Ditadura Castrista, chamado por ele de “o livro proibido pelo MEC”, onde questiona narrativas e distorções históricas presentes na educação brasileira. Prepare-se para uma conversa provocadora sobre liberdade e verdades ocultas. ..................................................................................................................................
Em 2022, a Rússia atacou e invadiu a Ucrânia sob o argumento que estava se defendendo contra eventuais ameaças ucranianas. No ano seguinte, o ataque do grupo terrorista Hamas deixou um rastro de morte e violência em Israel; a resposta israelense promoveu na Faixa de Gaza uma crise humanitária que contabiliza pelo menos 55 mil mortes. Há menos de duas semanas, o programa nuclear iraniano serviu de pretexto para ataques aéreos de Israel e, depois, dos Estados Unidos. Diante de um mapa mundi tomado por pontos em chamas, algo em comum: a primazia do uso de armas sobre o diálogo. O belicismo se apresenta também na organização do comércio mundial, onde ainda são incertos os efeitos do tarifaço anunciado por Donald Trump. Em entrevista à GloboNews, Celso Amorim, ex-chanceler e conselheiro especial para assuntos internacionais da Presidência, falou em “desmoralização do sistema internacional” e um “ataque à ordem mundial”. Para o historiador e diplomata de carreira Rubens Ricupero, que foi embaixador do Brasil em Washington, Roma e nas Nações Unidas, trata-se de “um momento de fragilização dos recursos diplomáticos”. Neste episódio, Rubens Ricupero, que também foi subsecretário geral da ONU (1995 a 2004) e hoje é conselheiro emérito do Centro Brasileiro de Relações Internacionais, é o entrevistado de Natuza Nery. Ele analisa a crise na diplomacia mundial e explica por que os instrumentos clássicos nas relações entre os países estão perdendo espaço num momento da história marcado por decisões unilaterais e guerras. “Eu não vejo o caso do Irã como capaz de provocar uma guerra nuclear e mundial”, afirma.
Era madrugada de domingo no Irã quando os EUA lançaram uma ofensiva contra três instalações nucleares iranianas. Depois de dias de suspense sobre a entrada ou não no conflito entre Israel e o regime de Teerã, Donald Trump anunciou que as instalações de Fordow, Natanz e Esfahan tinham sido alvo de ataques aéreos americanos. Como resposta, o parlamento iraniano aprovou fechar o Estreito de Ormuz, responsável por 20% da rota mundial de petróleo. Na primeira parte deste episódio de O Assunto, Natuza Nery conversa com Oliver Stuenkel para analisar as consequências imediatas da entrada dos EUA na guerra. Oliver, que é professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador de Harvard e do Carnegie Endowment, responde a quais riscos Trump se submeteu ao atacar o Irã, e as possíveis respostas de Teerã. Ele avalia ainda os prováveis efeitos econômicos caso o fechamento do Estreito de Ormuz se concretize. Depois, Natuza recebe Samy Adghirni, jornalista da Bloomberg baseado em Paris que foi correspondente no Irã de 2011 a 2014. Autor do livro “Os Iranianos”, Samy traça a riqueza da história persa e os motivos pelos quais os iranianos são tão orgulhos de sua cultura: “O Irã mais do que um país, é uma civilização”. Ele apresenta também um panorama sobre as contradições atuais do país: uma sociedade moderna que coexiste com um regime teocrático, opressor e violento – especialmente com as mulheres. “A situação atual do Oriente Médio mostra o aumento da fraqueza desse regime”, conclui.
Israel poderá estar a aproveitar a fraqueza do Irão para infligir uma derrota ao inimigo. E o que se seguiria? Paulo Baptista Ramos, especialista em Relações Internacionais, é o nosso convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Não escala o conflito. Coloca fim ao conflito”. Foi assim que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, respondeu ao ser questionado sobre os planos de Israel de eliminar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. A declaração de Netanyahu foi dada na segunda-feira (16), no quarto dia de ataques mútuos entre os dois países. E um dia depois de a imprensa dos EUA noticiar que o presidente Donald Trump vetou um plano israelense para assassinar Khamenei. Do lado iraniano, um comunicado oficial promete destruir a infraestrutura de Israel e ameaça: os moradores que quiserem ficar vivos, devem sair do território israelense. Para explicar o status do conflito – que entra no quinto dia nesta terça-feira (17) -, Julia Duailibi conversa com Andrew Traumann, professor de Relações Internacionais do Centro Universitário Curitiba. Organizador do livro “República Islâmica do Irã, 40 anos”, Andrew explica quem é Ali Khamenei, como ele ascendeu ao cargo de Líder Supremo da República iraniana e qual a situação do atual governo do país. Andrew avalia para onde parece caminhar a estratégia israelense no Irã. Desde o início dos ataques, pelo menos 11 figuras-chave do regime, entre eles militares da Guarda Revolucionária, comandantes da Inteligência, das Forças Armadas e representantes da diplomacia. Ele conclui ainda como a guerra enfraquece os aiatolás e quais as chances de o regime iraniano ruir.
Na abertura da 59ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos, Volker Turk alertou para risco de conflito massivo no Oriente Médio e pediu negociações urgentes; ele citou violações graves em várias partes do mundo e disse que “ditadores e autoritários” se beneficiam com cortes de recursos para proteção de direitos.
Era madrugada de sexta-feira, no horário local, quando uma ofensiva israelense mirou o “coração do programa de armamento nuclear” do Irã. Os bombardeios de Israel atingiram pelo menos três instalações nucleares e mataram chefes militares e cientistas. As forças israelenses afirmam que o objetivo da operação era impedir o avanço do programa nuclear iraniano. Menos de 24 horas depois, o contra-ataque iraniano começou: as cidades de Tel Aviv e Jerusalém foram alvo. A escalada de ataques entre Israel e Irã reacende o temor de um conflito nuclear, além do risco de um conflito generalizado no Oriente Médio. Neste episódio extra de O Assunto, Natuza Nery recebe Tanguy Baghdadi e Hussein Kalout para explicar os motivos que levaram ao ataque israelense, e o que esperar da resposta iraniana. Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e fundador do podcast Petit Journal, detalha os elementos que levaram à ofensiva israelense neste momento: a situação política do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, a queda de importantes apoiadores do regime iraniano e a crise interna no governo de Teerã. Ele relembra que o programa nuclear iraniano foi incentivado pelos próprios EUA, ainda na década de 1950, e justifica porque não interessa ao Irã que os americanos entrem nesta guerra. “Agora temos uma guerra de um para um”, diz, ao falar dos riscos de a guerra se espalhar. Depois, Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), avalia que o Irã está “emparedado” por dois motivos: o isolamento regional, depois de não responder aos ataques israelenses contra importantes aliados, e o risco interno de ver surgir um levante contra o regime. Por fim, ele conclui quais são os interesses dos EUA no conflito.
Sexta-feira, 13 de junho 2025.
O Papo Antagonista desta quinta-feira, 5, comenta o julgamento no STF sobre a responsabilidade de plataformas digitais por publicações de usuários.O programa também analisa a treta entre Donald Trump e Elon Musk e os novos capítulos do caso Carla Zambelli.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Foram 18 meses de preparação. A Ucrânia lançou, no fim de semana, um ataque sem precedentes a bases militares russas em 5 diferentes regiões. Com 117 drones acionados remotamente, aviões de guerra da Rússia foram atingidos. O surpreendente: os drones estavam camuflados em caminhões estacionados em solo russo, posicionados estrategicamente perto dos alvos. E ainda mais surpreendente: os drones custaram apenas US$ 500 dólares cada, e causaram um prejuízo de US$ 7 bilhões de dólares, segundo o governo ucraniano. Tudo foi feito às vésperas de uma reunião que buscou um cessar-fogo entre os governos de Moscou e de Kiev. Nesta segunda-feira (2), autoridades dos dois países se sentaram para negociar em Istambul, na Turquia. Os dois países concordaram em trocar prisioneiros e corpos de 6 mil soldados de cada lado, mas não avançaram em uma trégua concreta e duradoura. Para explicar o status do conflito após mais de três anos de guerra e o momento das negociações, Natuza Nery conversa com Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Ele analisa as estratégias da Ucrânia, um dos principais fabricantes de drones do mundo no momento. Para Feliciano, o ataque “dificilmente foi feito sem a inteligência dos EUA”. O professor também expõe o que é preciso para que os dois países cheguem a um acordo prolongado de paz.
Após o inquérito aberto para apurar as ações de Eduardo Bolsonaro nos EUA, bolsonaristas compararam nas redes sociais o deputado licenciado a Maria Corina Machado, líder da oposiçãoà ditadura de Nicolás Maduro. Também nas redes, foram resgatados vídeos que mostram Guilherme Boulos fazendo campanha internacional contra o Judiciário na tentativa de defender Lula. Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não espere mais, assine agora e garanta 2 anos com 30% OFF - últimos dias. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30 Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual | Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. | **Promoção válida só até o dia 31/05
Fincada no coração das cordilheiras do Himalaia, a região da Caxemira é rica em belezas naturais e em recursos hídricos. Um lugar estratégico onde os interesses de três países colidem: Paquistão, Índia e China. E palco de três guerras entre paquistaneses e indianos, em um conflito que dura quase 80 anos. A tensão histórica reacendeu em meados de abril, quando um ataque na região indiana da Caxemira deixou 26 turistas mortos, a maioria hindus. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, acusou o Paquistão pelo ataque. Do outro lado, o governo paquistanês negou e iniciou uma ofensiva contra o país vizinho. No sábado (10), o presidente americano Donald Trump anunciou uma trégua no conflito, mas, horas depois, Índia e Paquistão trocaram acusações de desrespeito ao cessar-fogo. As hostilidades colocam o mundo em alerta, já que os dois países têm armas nucleares. Para explicar as origens da disputa na Caxemira e o risco de uma escalada no conflito entre Índia e Paquistão, Natuza Nery recebe Gunther Rudzit. Doutor em Ciência Política pela USP e professor de Relações Internacionais da ESPM, Rudzit detalha o status da tensão recente entre os dois países, qual o tamanho do arsenal nuclear de cada lado, e como a China tem papel importante nesta história.