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A RENAMO está em ebolição. Ala pró-Momade ameaça usar todos os meios para parar a ala contestatária do presidente. São Tomé e Príncipe está em contagem decrescente para as eleições presidenciais de 19 de julho.
No mês em que é lembrado o Dia Mundial de Conscientização sobre o TDAH, celebrado em 13 de julho, especialistas chamam atenção para um transtorno que atinge cerca de 5% das crianças e adolescentes e entre 2,5% e 4% dos adultos em todo o mundo, mas que ainda é confundido com preguiça, desinteresse ou falta de disciplina. O médico neurologista Dr. Marcio Rassi explica os sinais que costumam passar despercebidos, principalmente entre adolescentes e adultos, como é feito o diagnóstico, que é clínico e sem exames laboratoriais específicos, e quais são as formas de tratamento disponíveis.
É dia de rock! Nesta quinta-feira (16), a banda escocesa Nazareth sobe ao palco da Praça do Papa, em Vitória, para um show gratuito que promete reunir milhares de fãs em uma celebração ao Dia Mundial do Rock, recordado no dia 13 de julho. A abertura da noite ficará por conta da capixaba Lordose Pra Leão, que prepara uma apresentação especial em homenagem ao histórico "Festival Dia D". Segundo a prefeitura, a programação também reserva um momento especial antes mesmo do primeiro riff. Cerca de 100 motocicletas participarão de um grande comboio, que sairá da Prefeitura de Vitória com destino à Praça do Papa. O percurso, com horário previsto de 19 horas, será acompanhado pela Guarda Civil Municipal de Vitória, em uma chegada que promete transformar as avenidas da Capital em um verdadeiro desfile sobre duas rodas, antecipando o clima de celebração que tomará conta da noite. Em entrevista à CBN Vitória, o assessor adjunto da Secretaria Municipal de Cultura, Alison Costa Joaquim, fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Enxergar bem é algo que muita gente só valoriza quando começa a perder a visão. Em julho, mês do Dia Mundial da Saúde Ocular, a campanha da Organização Mundial da Saúde reforça um alerta: prevenir e diagnosticar cedo pode fazer toda a diferença. Os números chamam a atenção. Segundo o IBGE, quase oito milhões de brasileiros convivem com cegueira total ou grande dificuldade para enxergar. E, de acordo com a OMS, cerca de 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados ou tratados com diagnóstico precoce. Quais doenças mais ameaçam a visão? Quais sinais não podem ser ignorados? E como proteger a saúde dos olhos ao longo da vida? Para esclarecer essas dúvidas, o JR 15 Minutos conversa com o médico oftalmologista e presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Emílio Suzuki.
Neste episódio do Momento Peças Raras, celebramos o Dia Mundial do Rock. A data é comemorada em 13 de julho e relembra o histórico Live Aid, realizado nessa mesma data em 1985. O festival é organizado em 2 estádios simultaneamente, o de Wembley, em Londres, e no John F. Kennedy, na Filadélfia, nos Estados Unidos e conta com apresentações de bandas como Queen, U2, Led Zeppelin, The Who, entre outras. Transmitido ao vivo para mais de 100 países, esse mega evento alcança mais de 1 bilhão e meio de pessoas.Nossa viagem, porém, segue para um capítulo especial da história do rock brasileiro. Você vai conhecer duas gravações raríssimas do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, registradas em 1982 para o LP Rock Voador, projeto criado em parceria entre o lendário Circo Voador e a Rádio Fluminense FM, a icônica "Maldita", responsável por revelar alguns dos mais importantes nomes do rock nacional.As faixas "Distração" e "Vida de Cão é Chato pra Cachorro" mostram uma banda ainda em seus primeiros passos, antes do sucesso nacional, com composições de Leoni e Beni Borja, fundador e primeiro baterista do grupo.Um episódio para quem gosta de descobrir os bastidores da música brasileira, revisitar os primórdios do rock dos anos 1980 e ouvir registros que ajudam a contar a história de uma das bandas mais importantes do pop-rock nacional.
Exhaurides totes les entrades per als quatre concerts Candlelight programats per aquest estiu a l'amfiteatre dels Jardins de Santa Clotilde. És una de les novetats de la programació del Lloret Outdoor Summer Festival d'aquest any. Es tracta de concerts de música clàssica reinventada amb diferents agrupacions, acompanyades per la característica il·luminació de les espelmes de Candlelight, que vol dir a la llum de les espelmes. La gerent de Lloret Turisme, Elizabeth Keegan, destacat que és una proposta “que s’ha convertit en una tendència a les xarxes socials”. “Tots els músics estan envoltats d'espelmes, realment és una imatge espectacular que creiem que quedarà molt bonica a l'amfiteatre de Santa Clotilde amb Sa Boadella de fons”Elizabeth Keegan L'Outdoor Summer Festival arriba amb més de seixanta propostes, organitzades tant pel sector públic com pel privat, entre concerts, fires, activitats familiars, festivals, espectacles, oferta de natura, cinema a la fresca i tradicions populars. El calendari va començar el 6 de juny i s'allarga fins al 27 de setembre, Dia Mundial del Turisme.
Hoje, em homenagem ao Dia Mundial do Chocolate, a nossa receita será brigadeiro de colher com toque de café.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dia de les Xarxes. Celebrem el Dia Mundial de les Xarxes Socials preguntant als oients per l'
Dia de les Xarxes. Celebrem el Dia Mundial de les Xarxes Socials preguntant als oients per l'
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Cerca de oito milhões de pessoas vivem com doença falciforme, uma das doenças genéticas mais frequentes do mundo. Apesar dos avanços no diagnóstico e nos tratamentos, continua a ser pouco conhecida e muitas vezes identificada tarde, sobretudo em África, onde é mais prevalente. Uma semana depois do Dia Mundial da Doença Falciforme, que se assinala no dia 19 de Junho, especialistas e famílias insistem que o desafio não é apenas médico: é também social, económico e político. A doença falciforme é uma das patologias genéticas mais frequentes no mundo, mas continua longe de receber a atenção proporcional ao número de pessoas que afecta. Estima-se que cerca de oito milhões de pessoas vivam com esta doença hereditária, marcada por crises de dor intensa, anemia crónica, infecções frequentes e complicações que podem atingir vários órgãos. A recente evocação do Dia Mundial da Doença Falciforme voltou a expor uma contradição persistente: a medicina avançou, mas milhões de doentes continuam sem diagnóstico precoce, sem tratamento regular e sem acompanhamento especializado. A realidade é particularmente dura em vários países africanos, onde a doença é mais prevalente e onde os sistemas de saúde continuam a enfrentar limitações. A doença resulta de uma alteração genética da hemoglobina, proteína dos glóbulos vermelhos responsável pelo transporte de oxigénio. Quando uma criança herda essa alteração de ambos os progenitores, os glóbulos vermelhos deixam de ter a forma arredondada habitual e tornam-se rígidos, frágeis e semelhantes a uma foice. Esta deformação dificulta a circulação sanguínea e pode provocar crises dolorosas, anemia e lesões progressivas em órgãos vitais. Celdidy Monteiro, profissional de saúde são-tomense e mãe de uma menina de sete anos que vive com a doença, resume o problema de forma directa: "É uma doença que se transmite dos pais para os filhos. Esta alteração faz com que os glóbulos vermelhos não tenham a forma normal e, em determinadas situações, pode causar problemas a nível da circulação, dores intensas, anemia e complicações em vários órgãos." Apesar da dimensão do problema, a doença permanece largamente invisível. Para Celdidy Monteiro, essa invisibilidade não é neutra. "Apesar de cerca de oito milhões de pessoas no mundo terem esta doença, ela continua desconhecida, principalmente porque atinge sobretudo a população de origem africana e durante muito tempo não teve a mesma atenção", afirma. A falta de informação continua a atrasar diagnósticos e a alimentar preconceitos. Muitos doentes chegam tarde aos serviços de saúde ou vivem anos sem uma explicação clara para as crises repetidas, a fadiga, as infecções ou as dores incapacitantes. "Ainda existe muita falta de informação sobre a doença, o que contribui para que o diagnóstico seja tardio e que também existam preconceitos", sublinha a profissional de saúde. A dor é o sintoma mais conhecido, mas não é o único. As crises podem ser desencadeadas por infecções, alterações emocionais ou mudanças bruscas de temperatura, e surgem frequentemente de forma imprevisível. "Podemos acordar bem dispostos e, por causa de uma alteração emocional ou de uma mudança brusca de temperatura, desencadear uma crise", explica Celdidy Monteiro. As complicações menos conhecidas são muitas vezes as mais graves. A doença pode provocar acidentes vasculares cerebrais, síndrome torácica aguda, lesões renais, pulmonares ou cardíacas e situações fatais. "Fala-se muito das crises de dor porque é o sintoma principal, mas todos os órgãos podem ser afectados", alerta. Em alguns casos, acrescenta, as complicações "podem mesmo levar à morte". Nos últimos anos, registaram-se progressos; há hoje testes rápidos que permitem diagnosticar a doença em contextos com poucos recursos laboratoriais, programas de rastreio neonatal em alguns países e medicamentos capazes de reduzir as crises e melhorar a qualidade de vida. "Felizmente, ao longo dos últimos anos, temos registado progressos significativos", reconhece Celdidy Monteiro, lembrando que "há evidências de que, se fizermos o diagnóstico precoce, estes doentes poderão ter melhor qualidade de vida". Entre os tratamentos disponíveis, a hidroxiureia tem desempenhado um papel central na redução das crises dolorosas e de algumas complicações. Em casos específicos, o transplante de medula óssea pode representar uma possibilidade terapêutica. Mais recentemente, a investigação em terapia genética abriu novas perspectivas. Para Celdidy Monteiro, trata-se de "uma luz", mas ainda distante da realidade da maioria dos doentes. O problema, insiste, é que muitos países continuam sem garantir o básico. "Nós temos problemas de base nos nossos países, que são o acesso ao diagnóstico e ao tratamento", afirma. A inovação científica, por si só, não basta se os sistemas de saúde não conseguirem assegurar rastreio, medicação, acompanhamento especializado e apoio às famílias. A desigualdade é visível nos países africanos de língua portuguesa. Em São Tomé e Príncipe, a doença é conhecida e já existem melhorias no diagnóstico, mas o tratamento continua limitado. "A hidroxiureia não é uma realidade para todos os pacientes", lamenta. A situação repete-se noutros países da CPLP. Segundo a profissional de saúde, Angola e Guiné-Bissau enfrentam dificuldades semelhantes, com acesso desigual ao diagnóstico e à terapêutica. "Os pacientes nos nossos países não têm igual acesso tanto ao diagnóstico como ao tratamento", afirma. Entre os países de língua portuguesa, apenas Portugal e Brasil têm rastreio neonatal implementado, e só o Brasil realiza transplante de medula óssea para estes doentes. Em contextos onde coexistem outras doenças frequentes, como a malária, a ausência de diagnóstico pode ser fatal. Celdidy Monteiro lembra que, em muitos casos, crianças e adultos morrem sem nunca saberem que tinham doença falciforme. "Muitas vezes esses doentes acabam por falecer antes de terem o diagnóstico. Muitas vezes o diagnóstico é malária, mas está lá mascarada a anemia falciforme porque ela não é diagnosticada." A doença afecta também a vida escolar, profissional dos doentes. As crises podem afastar crianças da escola, limitar a vida laboral dos adultos e impor às famílias uma vigilância permanente. O acompanhamento psicológico, a aceitação social e a inclusão escolar são, por isso, parte essencial da resposta. "São desafios constantes que os familiares enfrentam a nível do tratamento, do diagnóstico, do acompanhamento psicológico, da aceitação na escola e do impacto na vida escolar e no trabalho", resume. Para Celdidy Monteiro, a prioridade deve ser aumentar a literacia sobre a doença. Não apenas junto das famílias, mas também entre profissionais de saúde. "Devemos aumentar a literacia da doença, não só para a população, mas também para alguns profissionais de saúde", defende. Uma semana depois das mensagens associadas ao Dia Mundial da Doença Falciforme, o apelo mantém-se: transformar uma data simbólica em políticas concretas. Rastreio neonatal, acesso gratuito ou comparticipado aos medicamentos, formação dos profissionais, acompanhamento especializado e investigação são algumas das respostas apontadas por especialistas e famílias.
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Copa de los Refugios faz parte do calendário oficial do Dia Mundial dos Refugiados; inspirados na Copa do Mundo, a disputa entre times masculinos e femininos celebra a inclusão pelo esporte.
As pastagens cobrem mais de metade da superfície terrestre e são um motor económico, ecológico e cultural; o secretário-geral da ONU lança um apelo urgente para a proteção e valorização dos prados a nível global.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Na ONU, Timor-Leste fortalece parcerias para apoiar pessoas com deficiência*Guterres visita Haiti e diz que país não está só na luta contra violência*ONU marca Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca*Relatório sobre dívida externa inclui países lusófonos
Organização Internacional do Trabalho, OIT, afirma que 138 milhões de crianças trabalham no mundo; diretor-geral da entidade diz que avanços demonstram que é possível erradicar o trabalho infantil, mas que ele ainda está longe do fim; Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil é marcado neste 12 de junho.
Nesta segunda parte da conversa, os jovens Alice Durnholz e Simão Pinto Soares falam do futuro que imaginam para si, que mudanças desejariam para o país e para o mundo, revelam as dificuldades que enfrentam atualmente os jovens e por onde andam os seus desejos e indecisões. E partilham ainda as músicas que andam a ouvir, várias sugestões culturais e as pequenas coisas a que atribuem atualmente interesse e beleza. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Recém-nomeado Embaixador da Boa Vontade, Alok falou à ONU News sobre seu papel na mobilização de novas gerações; ele elogiou o trabalho da ONU e disse que está motivado a gerar mais consciência sobre um futuro pautado em sustentabilidade.
Na semana em que se celebra o Dia Mundial da Criança, convidámos dois adolescentes de 15 anos. Alice Durnholz e Simão Pinto Soares são amigos desde sempre e, nesta conversa, refletem sobre o lado bom e menos bom das redes sociais e da Inteligência Artificial, contam o que os chateia nos jovens da sua geração (e nos adultos), revelam como imaginam a escola do futuro e o que os entusiasma e inquieta no país e no mundo. Ouçam-nos na primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus José Paulo Soares é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia do Porto (FEP) e actualmente estudante do Mestrado em Economia na Nova SBE, onde é bolseiro de mérito. Com 16 anos, em 2021, criou o podcast "A conversar é que a gente se entende" onde ao longo de mais de 130 episódios conversou com personalidades tão distintas como Ricardo Araújo Pereira ou André Ventura. O seu envolvimento cívico levou-o ao associativismo estudantil, aos Órgãos Sociais da banda filarmónica onde é músico em Cête e à cofundação do Coletivo Matéria. Atualmente, é ainda colunista convidado do jornal Eco e comentador no programa Geração V da Rádio Observador. -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus _______________ Índice: Origem e percurso de vida Podcast A conversar é que a gente se entende Vida de bolseiro e o que falta melhorar no sistema de bolsas em PT Centralismo em Portugal e regionalização O que é diferente nesta geração?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
DJ renomado e apoiador de causas indígenas será estrela de campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente; ele contribui com agência da ONU em ação que une o público em torno da ação climática por meio da música, voz e participação.
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O dia 1 de Junho é o Dia Mundial da Criança, mas foi celebrado de norte a sul do país no fim-de-semana. Em Cascais, a radiomiudos.pt esteve a fazer emissão ao vivo e nós fomos lá conhecer alguns dos locutores: Joana Rocha de 11 anos, André Almeida de 13 e Sara Claro de 18. Aproveitamos para lhes perguntar o que é que mudavam no mundo. No meio das piadas, sugeriram coisas que podem ajudar a fazer um mundo melhorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Data serve para conscientizar sobre os riscos do uso do tabaco e as táticas utilizadas pela indústria, além de promover medidas eficazes para acabar com a dependência. Brasil na lista dos ganhadores de prêmio por controlar tabaco.
O Royal Automobile Club of Australia, em Sydney, foi palco das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa, num evento marcado por muita música, muita dança e um forte espírito de comunidade. Hoje regressamos a esta grande festa através do olhar de António de Carvalho, Embaixador de Angola na Austrália. Em entrevista exclusiva à SBS em Português, o diplomata refletiu sobre o papel da língua portuguesa como elo de união entre povos e culturas, destacou o crescimento e a importância da diáspora angolana na Austrália e sublinhou o impacto destes encontros no fortalecimento dos laços entre comunidades lusófonas no país.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Hoje é Dia Nacional e dia 16 foi Dia Mundial da Consciencialização sobre a Doença Celíaca. Maio não é apenas o Mês da Mãe, ou o Mês de Nossa Senhora. É também o Mês do Celíaco!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eduardo Medeiros trocou Sydney por Alice Springs e conta como nesta zona regional há mais oportunidades de emprego, menor concorrência para vistos e um custo de vida mais acessível. Conversamos com o Embaixador de Angola na Austrália, António de Carvalho, que marcou presença no evento de celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, que teve lugar em Sydney. Um novo estudo mostra que, na Austrália, pessoas nascidas no estrangeiro apresentam uma maior probabilidade de adiar por uma década, ou mais, a procura de apoio para a saúde mental, em comparação com australianos nativos.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Esporte é o passe para recomeço de jovens que escaparam da guerra e perseguição; diplomatas da ONU entram em campo pela causa; português é segunda língua global da modalidade que une o mundo; Joshua Nascimento, filho do Rei Pelé, fala de ferramenta de inclusão e conexão cultural além de outros entrevistados.
Bruna Mazziotti fala sobre liderança, carreira e os desafios de ser mulher imigrante no competitivo setor corporativo australiano. O impacto das redes sociais e das big techs na circulação de notícias e no aumento do sensacionalismo. No Brasil, líderes religiosos participaram de uma vigília contra o feminicídio no Cristo Redentor. Em Portugal, professores protestaram por melhores condições. E crianças bilíngues na Suíça revelam palavras favoritas e curiosas da língua portuguesa.No programa de hoje, a brasileira Bruna Mazziotti fala sobre liderança, imigração e os desafios de crescer no competitivo mercado corporativo australiano. Também discutimos como as redes sociais e as grandes empresas de tecnologia estão mudando a forma como notícias circulam na Austrália. No Brasil, líderes religiosos participaram de uma vigília contra o feminicídio no Cristo Redentor. Em Portugal, professores protestaram por melhores condições de trabalho. E, no Dia Mundial da Língua Portuguesa, crianças bilíngues na Suíça compartilham palavras curiosas e afetivas do português.
Neste episódio, revisitamos as celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa, que tiveram lugar em Sydney. Num ambiente marcado pela emoção, união e entusiasmo, a comunidade lusófona da Austrália reuniu-se para celebrar, não só a riqueza da língua portuguesa, mas também os 30 anos da CPLP. Com a dança como tema central, o evento contou com performances portuguesas, brasileiras e timorenses, que contagiaram o público com energia e talento. Não deixe de ouvir Kime Gagu, Eusébio Sam e a Embaixadora de Portugal na Austrália, Carla Saragoça, sobre o impacto desta grande festa.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Tem que se dar importância às abelhas porque "se as abelhas desaparecerem da face da terra, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência." (Albert Einstein)See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, revisitamos o evento de celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, que teve em lugar em Sydney na passada quinta-feira. O encontro foi marcado por muita música, dança, emoção e alegria. Hoje damos-lhe também a conhecer a nova série de podcasts da SBS. "Words We Use", em português, "Palavras Que Usamos". Este é o nome desta série de podcasts curtos e explicativos, que tem como intuito ajudar a compreender e a usar expressões inglesas do dia-a-dia de forma natural. Vamos também viajar no tempo com o jornalista Fernando Vives, que nos traz uma reportagem sobre os típicos "milk bars" australianos. Tudo isto e muito mais no programa desta quarta-feira, 20 de maio de 2026.
Produtos têm expansão rápida e estão sendo comercializados em ofensiva de marketing também para adolescentes; alerta é divulgado às vésperas do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.
Sem abelhas, grande parte do que chega ao nosso prato simplesmente não existiria: mais de 75% dos cultivos destinados à alimentação humana dependem da polinização. O problema é que esses insetos essenciais estão desaparecendo, um fenômeno já identificado há mais de um século e que ganhou até nome: Síndrome do Colapso das Abelhas. Edison Veiga, correspondente da RFI na Eslovênia Hoje, a situação se agrava com a poluição, o uso intensivo de pesticidas e a expansão urbana, fatores que tornam o ambiente cada vez mais hostil para esses polinizadores indispensáveis. Cientistas de todo o mundo buscam soluções para conter o declínio dos insetos polinizadores. Na Eslovênia, considerada a capital mundial das abelhas, um casal de brasileiros integra esses esforços. A bióloga Letícia Salvioni Ansaloni, de 31 anos, trocou as pesquisas com larvas de moscas no Brasil pelo estudo das abelhas na Universidade de Maribor, no leste do país europeu, onde atua desde 2022. “Trabalho com saúde e nutrição das abelhas”, explica. Seu foco é testar extratos fúngicos como suplementos alimentares e avaliar de que forma essas substâncias podem contribuir para melhorar a saúde dos insetos. Também biólogo, Caio Eduardo da Costa Domingues, de 35 anos, já pesquisava colmeias no Brasil desde 2014, com foco nos efeitos de agrotóxicos. Há cinco anos na Eslovênia, ele dá continuidade aos estudos na mesma universidade. Identidade apícola “Morando aqui, você percebe claramente como a apicultura faz parte da cultura e da identidade do país”, afirma Domingues. Não por acaso, foi a partir de uma iniciativa eslovena que a ONU instituiu o 20 de maio como o Dia Mundial das Abelhas. Com cerca de 2 milhões de habitantes, a Eslovênia reúne aproximadamente 10 mil apicultores e pelo menos 200 mil colmeias. “Eu não fazia ideia da importância que as abelhas têm para os eslovenos”, diz Ansaloni. “Você vê desde crianças até idosos trabalhando com abelhas, muitos apenas por hobby”, destaca a bióloga brasileira. A data escolhida celebra o nascimento de Anton Janša, esloveno que viveu no século 18 e é considerado um dos pioneiros da apicultura moderna. Originário de uma família que vivia da produção de mel em uma vila próxima a Žirovnica, ele se destacou ao desenvolver métodos inovadores de manejo de colmeias após estudar em Viena. Mais do que uma celebração simbólica, o Dia Mundial das Abelhas é um convite à reflexão sobre o papel desses insetos na manutenção da vida no planeta. “As abelhas são insetos incríveis. Estão muito além da produção de mel, própolis ou outros derivados”, destaca Domingues. “É importante destacar que elas são os principais polinizadores que temos no mundo. Sem elas, muitos dos alimentos que consumimos não existiram”, conclui.
Semana de celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa termina em encontro de culturas com altos funcionários da organização incluindo o secretário-geral da ONU, diplomatas e representantes da diáspora na exaltação da força do idioma e da conexão lusófona.
Secretário-geral participa de celebrações com Estados-membros e representantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, que organiza cerimônia ao com mais de 30 Estados observadores, representados pelo Catar; exposição de fotos inicia comemorações de aniversário de 30 anos da Cplp, marcado em julho.
E eu ainda sou do tempo em que ressabiar era tomar ressaibo. E não "ressabiamento". Mas pronto, se um lisboeta disser uma palavra inexistente muitas vezes, ela passa a existir.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tiago Grila e Dia Mundial da Cortesia ao VolanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mundo vive aumento acentuado no número de jornalistas mortos em zonas de guerra; secretário-geral da ONU disse que crises econômicas, novas tecnologias e manipulação estão criando pressão sem precedentes.
Uma em cada quatro sofre de ansiedade e/ou depressão; quase metade das jornalistas relata autocensura nas redes sociais e 22% devido às ofensas na internet; 12% sofreram com vazamento criminoso de imagens íntimas e 6% com deepfakes; estudo da ONU Mulheres antecede Dia Mundial da Liberdade de Imprensa neste 3 de maio.
Embaixadora do país e presidente do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, Florbela Paraíba, falou à ONU News sobre o Dia Mundial da Língua Portuguesa, marcado pela Unesco em 5 de maio.
Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.