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Quando a Rússia invadiu a Ucrânia, os times russos foram impedidos de jogar a Euroleague. Estados Unidos e Israel estão atacando o Irã e as partidas dos times de Tel Aviv em casa estão sendo adiadas. Com a chance da guerra durar mais tempo do que parecia a principio, como ficarão os próximos jogos em casa dos times israelenses? Claro que este é o principal assunto da semana no mundo, mas começamos falando de basquete nacional, bem mais próximo do nosso coração. A NBB voltou com alguns poucos jogos por enquanto, mas com bastante emoção. Enquanto isso, Flamengo, Minas e Franca se preparam para as quartas de final da BCLA que começam neste final de semana. Na Copa Ouro Brusque, Tatuí e Fluminense vão se destacando pela briga de uma vaga para a próxima temporada da NBB. Já as meninas começam os preparos para os primeiros jogos da LBF já no dia 8 de março, dia internacional das mulheres. Mas a LBF vai começar dias antes da seleção brasileira feminina estrear no Pré Mundial em Wuhan, na China. Seleção que já está lá, e jogou duas ótimas partidas amistosas contra as donas da casa e atuais vice campeãs mundiais. Levaram a primeira para a prorrogação e perderam só por 5 pontos, enquanto perderam a segunda por seis. Agora a seleção estreia na quarta, dia 11, as 5:30 da manhã contra a já classificada Bélgica. A seleção masculina também jogou pela primeira fase do pré mundial masculino. Os jogos foram contra a Venezuela e Colombia. Ao ganhar da Venezuela no primeiro jogo, o Brasil já havia se classificado para a segunda fase da competição, mas não fez pouco caso e ganhou também o segundo jogo. Esta competição é desnecessariamente longa e ainda vai mais um ano de jogos até garantir uma vaga no Mundial. Na Europa, a Euroleague Feminina está no final six e os jogos começam só em abril. Na masculina estamos a quatro semanas de fecharmos os classificados para o Play in e para os Play-offs. Mas para isso, é muito provável que eles tenham que encontrar um novo local não só para o Hapoel e o Maccabi jogarem, mas também para o final four que seria em Dubai. Claro que é possível se estender longamente falando do conflito absurdo e das sanções que deveriam ser impostas, mas se concentrando apenas no basquete, estas são as questões mais importantes para a continuação da competição. Falamos também das ideias jogadas ao vento pelo CEO da liga que vai buscar um investimento recorde para o ano que vem e já pensa em talvez montar duas conferências na liga com 10 a 12 times cada. Já que estávamos repassando por notícias do basquete, aproveitamos para falar também da nova CBA da WNBA e como ela continua parecendo muito distante de sair, mesmo com o novo acordo recorde dos direitos de transmissão. Então, o que tem para hoje é o unrivaled e as suas finais se aproximando. Na NBA, espaço para a recuperação absurda do Jayson Tatum que deve voltar pelo Boston nesta semana ainda. Outro que voltou foi o Trae, jogando sua primeira partida pelo Wizards, enquanto quem parece que não vai voltar é o Porziņģis por culpa de uma doença misteriosa. Falamos disso, das tretas, de como os times de play-offs e play ins parecem já estarem definidos nas duas conferências, respondemos perguntas do pessoal que tava assistindo a live e muito mais. Então comece bem o seu final de semana, aperte o play e vem com a gente!
Semana de grandes emoções com a participação dos brasileiros em Ruanda. O clímax, sem dúvida, foi a vitória de Henrique Bravo na Etapa 7, atacando no Mur de Kigali. A promessa é cada vez mais realidade na Soudal Quick Step Devo. No RADIO falamos do Bravinho, claro, e da Localiza Meoo. O time liderado por Henrique Avancini foi muito bem na volta africana. Na Europa, as clássicas de primavera começaram em grande estilo com a Omloop Het Nieuwsblad e os campeões foram os marrentos Mathieu Van der Poel e Demi Vollering. Porém, tem muita, mas muita coisa para falar nesta semana. Junte-se à resenha da semana!
Com a divulgação de milhares de documentos sobre a rede de exploração sexual comandada pelo multimilionário americano Jeffrey Epstein, as suspeitas atravessaram o Atlântico. Menções a membros de monarquias, diplomatas e ex-líderes governamentais europeus têm levado a renúncias e inquéritos. Mas o que há ou poderá ter de diferente na forma como a Europa trata o tema e pune seus criminosos?
Marco Rubio esteve na Conferência de Segurança de Munique e o objetivo não foi pedir desculpas, mas explicar nova assertividade norte-americana. A análise do Major-General Arnaut Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano. No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%. Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.
O caso Epstein continua a deixar marcas no Reino Unido, desta vez com a detenção do ex-príncipe André, irmão do rei Carlos III. Suspeito de ter partilhado com o pedófilo e seu amigo Jeffrey Epstein informações confidenciais comerciais, foi libertado no mesmo dia. Nos EUA não há para já interrogatórios aos vários nomes referidos no processo. José Eduardo Martins admite que nos sentíamos “protegidos de alguns horrores”, Pedro Delgado Alves explica que já se conhecem “ligações fortes à Rússia”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório do observatório Copernicus, ligado à União Europeia, mostra que o Mundo teve o 5º mês de janeiro mais quente já registrado, apesar do frio nos EUA e na Europa. O Copernicus indica que o Ártico registrou os maiores aumentos dos termômetros em janeiro, em especial a Groenlândia, pertencente à Dinamarca e cobiçada por Donald Trump, presidente dos EUA. Paulo Artaxo, climatologista e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), falou sobre o assunto em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva. Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.
Unaids e Fundação Alemã, Das, apelaram a mais parcerias e financiamento para sustentar a ações contra o vírus nas duas regiões; novas infeções e mortes relacionadas com a Aids continuam a aumentar.
Fechada a contagem nos 42 consulados na Europa, o resultado inverteu-se e António José Seguro ultrapassou André Ventura, na 2ª volta das eleições presidenciais.
Pela primeira vez em 50 anos, o mundo está desde ontem sem nenhum controle sobre a proliferação de armas nucleares. O acordo entre EUA e Rússia venceu na quinta-feira e, assim, as duas maiores potências nucleares do mundo não estão, neste momento, obrigadas a ter qualquer limite.Na Europa, Portugal enfrenta os efeitos de uma série de tempestades. Várias cidades do país estão embaixo d'água e os estragos ainda estão sendo contabilizados enquanto a chuva não para. Pelo menos 11 pessoas morreram. O país deve realizar o segundo turno das eleições presidenciais neste domingo. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Quase 5 milhões de brasileiros vivem no exterior (4.996.951), segundo a estimativa mais recente do Ministério das Relações Exteriores, de 2023. Quase metade (45%) está nos Estados Unidos, cerca de 34% na Europa e 13% na América do Sul, mas menos de menos de 1% escolheu a África. Pesquisador da diáspora brasileira, o PhD da Unigranrio Roberto Falcão desvenda o que aprendeu sobre o empreendedorismo brasileiro no exterior. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris A maioria desses brasileiros saiu em busca de melhores condições de vida, para fugir da violência e da decepção política. Normalmente, as pessoas que emigram têm disponibilidade para viajar, boa adaptação a línguas, maior autonomia e não temem tarefas altamente desafiadoras. Alguns dos ramos mais escolhidos pelos brasileiros para empreender em outros países são culinária, estética e construção. Há oportunidades de mercado no chamado nicho étnico e também na venda para o consumidor local. A capoeira, por exemplo, está presente em 180 países. Churrascarias de rodízio, venda de produtos como açaí e pão de queijo e serviços como alisamento ou depilação à brasileira são outros exemplos recorrentes. Um dos atrativos é a saudade de casa. Do ponto de vista do financiamento, a maioria dos pequenos e médios negócios fundados por brasileiros no exterior depende de capital próprio ou de linhas de crédito disponíveis, quando o empreendedor já está integrado ao país escolhido. Esse é um retrato de quem são os brasileiros e onde eles formaram suas bases para empreender ao redor do mundo, segundo pesquisa da Unigranrio e da UFF (Universidade Federal Fluminense), apoiada pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro). Ao longo de uma década, o professor e sua equipe entrevistaram mais de 400 empreendedores de diversos perfis. Falcão esteve em Paris na terça-feira (3), onde deu uma palestra a convite da Câmara de Comércio do Brasil na França (CCBF) sobre o que leva esses brasileiros a vencer em outro país. “O primeiro passo para não fracassar é entender a legislação, as regras locais, a regulamentação, conhecer o público, os hábitos do consumidor local e, sobretudo, falar bem a língua para o atendimento. Se você tem uma loja, um negócio, e não falar bem o idioma local, será um entrave para empreender”, aponta Falcão. Em seu projeto de pesquisa, ele analisa o empreendedor, seu nível de educação e de informação, se ele fala línguas, o ambiente institucional e a regulamentação do país. No caso da empresa, a equipe busca entender possíveis diferenciais para conseguir se posicionar bem no mercado. Além disso, é preciso ter uma boa gestão, investir em marketing e divulgação do produto ou serviço, como em qualquer negócio. “O brasileiro é caracterizado como um povo que se comunica muito bem, tanto que ele tem muita habilidade, em geral, na parte de redes sociais e de marketing digital”, aponta. “Ele também é caracterizado como uma pessoa muito versátil, que se adapta a diversos tipos de trabalho, em diversas condições, e é multitarefa. Além disso, a cordialidade: o brasileiro sorri”, completa. Mas há um lado que dá menos orgulho. “Talvez nós tenhamos características negativas também. Emergiu na nossa pesquisa algo relacionado à sabotagem entre negócios, um jogando areia no negócio do outro ou criando denúncias falsas.” O sucesso no novo ambiente pode ser medido pelo grau de produtividade, mas também pela saúde e pela felicidade. Esse é o tripé da sustentabilidade de carreira, explica Falcão, antes mesmo do dinheiro. Conhecer a legislação e vencer a burocracia O mineiro Rodrigo Pinho Aragão sonha em abrir uma empresa de consultoria e contou à RFI sobre a dificuldade com a burocracia. “Eu vim para a França com visto de trabalho, pelo fato de ter diploma francês. Mas o visto não permite a criação de uma empresa ou abertura de uma conta empresarial”, lamenta. “Para poder criar a empresa, tenho que fazer a transição de visto e justificar a viabilidade econômica do projeto que desejo criar”, continua. Na França, há diferentes tipos de vistos de empreendedorismo: o mais focado em profissões liberais, comerciais e artesanais, e outro para empresas de maior porte, que visam contratar pessoas e ter escala. “Mas, nesse caso, tem que justificar um investimento de € 30 mil com disponibilidade imediata para investir na empresa. É um pouco a situação do ovo ou da galinha: você precisa justificar investimento em uma empresa que não existe e, para a empresa existir, você precisa do visto”, afirma. “Ao mesmo tempo, você precisa fazer com que a empresa exista: imaginar como ela vai ser, pensar nos clientes, no seu plano de negócios. Criar uma empresa já é uma trajetória desafiadora e, além disso, você precisa encontrar os caminhos, institucionalmente falando, para fazer essa transição de visto”, conclui. A validade ou não de diplomas, habilidades e experiências prévias também é fonte de preocupação. Outro desafio comum, além de documentos e moradia, são encontrar um limite entre ambiente profissional e familiar – os contornos são fluidos para o pequeno e médio empreendedor que têm sonho de crescer. Na França, mulheres são maioria entre imigrantes brasileiros Na Europa, Portugal encabeça a lista de países com mais imigrantes brasileiros: 500 mil, um número que Falcão acredita estar subnotificado. Na França, há entre 120 e 130 mil brasileiros residentes. Uma curiosidade apontada na pesquisa é que, entre os que vivem no território francês, 75% são mulheres e maioria está na faixa dos 30 anos. Cerca de 45% têm graduação e aproximadamente um terço é pós-graduada. Apaixonada por moda e vivendo na Europa há 22 anos, Patrícia Cordeiro já lançou sua marca, Madame Dumont, e sonha ainda mais alto. “Agora eu quero fazer um curso de chapéu, que é um nicho muito bom e é algo que foi sonhado no meu coração”, disse, à RFI. Ela afirma não estar encontrando muitas dificuldades no caminho. “Muito sinceramente, as portas têm se aberto e tudo tem fluído naturalmente, sem grande procura, sem forçar. Estou no lugar certo, no momento certo e com as pessoas certas”, comemora. “Estou investindo primeiramente no conhecer, no aprender e amadurecer; e depois vem essa segunda fase do dinheiro para expandir o negócio”, completa cheia de esperança.
➡️ Link para votar no prêmio: Estrela do Atlântico https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link:https://wa.me/message/HDCIZBVM7OQ2N1➡️ Quero saber sobre trâmites em Portugal, Alemanhã, Austria, Polônia e Hungria:https://bit.ly/hiportugal➡️ Quero saber sobre trâmites na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 162. Tráfico na EuropaSimone saiu do Brasil acreditando que teria uma chance de mudar de vida. O que ela encontrou foi tráfico humano, violência, prisão injusta e perdas irreparáveis. Anos depois, já mãe de três meninas, precisou tomar a decisão mais dolorosa da sua vida: deixar as filhas para trás para conseguir protegê-las. Esta é uma história real sobre imigração, maternidade, abuso, fé e sobrevivência. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também de...Casei com pastor e conheci o inferno
Decisões de juros na Europa, setor de tecnologia e indicadores dos EUA movimentam negócios. Lula concede entrevista às 11h.
Quebra do cessar-fogo seria resposta de Putin a aproximação entre os EUA e a Índia, que faria os indianos pararem de comprar petróleo russo. E ainda:- Donald Trump e Gustavo Petro protagonizaram um encontro amistoso na Casa Branca e se elogiaram publicamente, mas sem dar mais detalhes dos temas debatidos- Autoridade britânica de proteção de dados abre investigação formal sobre o Grok, a ferramenta de IA do X, sob a acusação de que ela foi usada para criar imagens e vídeos sexuais falsos na rede social. Governos da França e Espanha também de olho na atuação da IA do X- Parlamento da Noruega vota pela continuação da monarquia mesmo com dois escândalos recentes envolvendo a realeza Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br
Nesta segunda-feira (2), Alex Tseng, Gustavo Hofman, Leonardo Bertozzi e Ubiratan Leal analisam tudo sobre o fechamento da janela de transferências. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.
O clima extremo e tempestades na Europa afetam a vida da população. No giro de notícias, Monica Gil trouxe relatos sobre o clima extremo em Portugal, com tempestade de neve e ondas de até 15 metros; Débora Carvalho falou sobre a forte tempestade de hoje: destruição, escolas fechadas e alertas; Roberta Clarissa chega com os Jogos Olímpicos de Inverno e Rejane Modesto comentou o desfecho da regularização de imigrantes na Espanha; Priscilla Costa chega com o desfecho do caso de assédio que sofreu, com a prisão do criminoso; A Dica Literária da Gabi trouxe o sensível “Kafka e a Boneca Viajante”, de Jordi Sierra i Fabra — uma obra premiada que revela o lado mais humano de Franz Kafka e encanta leitores de todas as idades. O retorno de Jaime com informações vida Argentina após a viagem E, claro, Rainier e Valdênio em uma conversa totalmente aleatória — porque falar sobre nada também é arte. Sextou é assim: irreverente, inteligente e descontraído. Sintoniza com a gente!
Ainda as consequências do que foi dito em Davos, com destaque para a intervenção do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, uma espécie de grito de independência, mas também do presidente ucraniano, que quis ‘colar-se' aos Estados Unidos em detrimento de uma Europa que está ao seu lado desde o primeiro instante.Entretanto, a União Europeia na Índia e o Reino Unido na China tentam em paralelo manter-se ao largo das consequências da estratégia comercial dos Estados Unidos.A palavra de ordem é encontrar alternativas a um mercado que se vai fechando, mas principalmente que confunde taxas alfandegárias com armas letais no combate geopolítico.
Neste episódio do mesacast Mercado & Perspectivas, Raquel Lopes, empresária e fundadora da Casa Cachaça, fala sobre sua atuação na promoção e internacionalização da cachaça brasileira no mercado europeu. Reconhecida como embaixadora do produto na Europa, ela aborda desafios regulatórios e de burocracia, além de discutir sustentabilidade e estratégias de posicionamento internacional. O conteúdo foi gravado em parceria com o World Trade Center Lisboa.SEJA UM ASSOCIADO DA FECOMERCIO-SP! Acesse: https://lab.fecomercio.com.br/
Bastaram poucos dias, mas as principais equipes do WorldTour já estão acumulando vitórias na Austrália e na Europa.Seja no masculino ou no feminino, a UAE já começou sua saga vencedora. Mas os tombos - e até um canguru - complicaram a vida da equipe mais dominante do pelotão.Os brasileiros Tota Magalhães e Henrique Bravo deixaram boa impressão, sendo a brasileira essencial para a primeira vitória da Movistar com Cat Fergunson.No RADIO da semana também a participação da seleção em El Salvador e os brasileiros da Localiza Meoo-Swift no Tour de San Juan.E, claro, as principais manchetes da semana em discussão com Ana Lidia Borba, Nicolas Sessler e Leandro Bittar.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade. No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância. Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%. Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho.
Está no ar o nosso "Direto de Liverpool" ! Um quadro semanal com notícias e breves análises sobre o que acontece com o Liverpool!Dani agora na França traz tudo sobre a vitória vermelha contra os azuis de Marseille!O Liverpool, num jogo muito bom pela Liga dos Campeões, vence o Olympique fora de casa e sobe o elevador na classificação e se consolida em 5/] lugar no geral, ficando em situação confortável para o último confronto, em casa, da fase liga da competição.Com uma escalação mais próxima do que todos consideram o ideal, o Liverpool vence e convence diante do bom time de De Zerbi.Com homenagem aos Beatles, vindo da torcida, os Reds dão um show interessante em campo e mais uma atuação gigante de Dominik Szoboszlai, que cada vez mais se consolida como melhor jogador da equipe na temporada atual.Boa movimentação dos jogadores na volta de Mo Salah e um time consciente da própria situação na competição, os Reds fazem um jogo bom para melhorar o moral da equipe e voltar a concentração para o próximo jogo de Premier League.E com os resultados da rodada, o time sobe bem na classificação e depende de uma vitória simples, em casa, diante do Qarabag, para consolidar-se entre os oito e não jogar o playoff europeu que pode se transformar num perigo desnecessário.Que Liverpool você prefere, o da Champions ou da PL?Nos siga também no Youtube! https://www.youtube.com/@SomosLiverpool
Em sequência vertiginosa de mensagens, Trump ironiza e ameaça aliados e expõe conversas privadas com o presidente da França. Publicações de Trump estremecem relação com o principal aliado dos Estados Unidos na Europa. Em coletiva sobre primeiro ano de mandato, Trump volta a ameaçar a Groenlândia. Mesmo durante o recesso, crise no Banco Master reúne assinaturas para criar três CPIs. Brasil registra mais de 1,4 mil feminicídios em 2025.
As competições europeias estão de volta e FC Porto, Sporting e Benfica entram em ação! Fazemos análise aos jogos dos 3 e outros que prometem uma semana de muito bom futebol. Falamos da força da defesa dos dragões e do papel importante que Geny Catamo tem no plantel dos leões. Fazemos mais um especial Verdadeiro/Falso que promete dar que falar.Entrando para a segunda volta dos campeonato atualizamos as nossas expectativas de futuros campeões dos principais campeonatos e provas europeias. Motivos mais do que suficientes para te deixar preso do primeiro ao último minuto deste episódio.
Em Davos, temas como a inteligência artificial, a regulação tecnológica e a soberania digital têm marcado o debate económico desta semana. A Europa surge como referência nas regras, mas enfrenta dúvidas sobre a sua competitividade num setor em rápida transformação. A existência de regulação, por si só, é suficiente para criar valor económico?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Dedo no Pulso, mergulhamos no panorama macroeconômico e no agronegócio entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026. A análise destacou os desafios da economia chinesa, com foco no setor imobiliário, na desaceleração da produção industrial e nas dúvidas sobre a confiabilidade dos dados de PIB. Nos Estados Unidos, discutimos a resiliência da economia, o baixo nível de desemprego, o forte desempenho do varejo e as pressões inflacionárias diante da política monetária mais frouxa. Na Europa, os dados de inflação foram observados como determinantes para a política econômica. No Brasil, os indicadores apontaram para uma clara desaceleração da atividade econômica, com varejo e indústria em queda, serviços enfraquecidos e deflação nos preços ao produtor. Em contraste, o agronegócio segue como motor positivo, sustentando o superávit da balança comercial. Foi enfatizado o papel crucial do agro na geração de dólares, na estabilidade cambial e na redução da dependência de capitais especulativos. Além disso, o episódio trouxe reflexões sobre o impacto da balança comercial positiva na sustentabilidade do crescimento econômico, análises sobre o cenário eleitoral brasileiro a partir da pesquisa Genial/Quaest, e uma revisão das perspectivas da safra nacional, que influenciaram os dados globais do USDA. ➡
No vídeo de hoje analisamos os dados mais recentes da demografia francesa e o que eles revelam sobre o futuro econômico, social e político do país.Pela primeira vez em décadas, a França registra mais mortes do que nascimentos, um sinal claro de esgotamento demográfico.Esse movimento ajuda a explicar pressões crescentes sobre previdência, mercado de trabalho e contas públicas.O que parece um problema local antecipa um fenômeno estrutural que atinge toda a Europa.A França pode estar apenas alguns anos à frente do resto do Ocidente.
Recebemos a Erika Forner da European Cargo para ensinar como desenvolver oportunidades e fazer negócios Europa.- Quais as perspectivas para o Acordo Mercosul e União Europeia- Como lidar com os costumes dos principais países- Que qualidades e defeitos o Europeu vê em negociar conoscoE muito mais!
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam o início do Paulistão, com a derrota do São Paulo para o Mirassol e os problemas fora de campo para Julio Casares, as vitórias de Corinthians, Palmeiras e Santos no Paulista, enquanto o Flamengo com o sub-20 empatou na estreia do Carioca, os tropeços dos mineiros e o fim de semana com Raphinha brilhando no Barcelona e Endrick no Lyon
Documento da OMS na região mostra que substância tem impactos significativos na segurança, na saúde pública e na vida de jovens, mulheres e comunidades inteiras; Europa tem maior consumo de álcool do mundo.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo. No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião. Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest. Não deixe de conferir!
Como é que os europeus vêem o mundo perante tantas ameaças? Bruno Cardoso Reis analisa as viagens de Putin e Macron, a "possível paz" na guerra africana e as incoerências de Trump sobre a Venezuela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado. No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%. Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil. Não deixe de conferir!
A Justiça manteve a prisão do motorista que atropelou e arrastou uma mulher por mais de um quilômetro em São Paulo. Ciclones provocaram mais de mil mortes no Sudeste da Ásia. O Papa reuniu líderes cristãos, muçulmanos e drusos no Líbano. Leão XIV pediu paz e reconciliação. Na Europa, a Rússia voltou a atacar, e o presidente da Ucrânia pediu novas mudanças na proposta de paz americana. A novela Guerreiros do Sol, do Globoplay, venceu um dos prêmios mais importantes da televisão mundial.
Jorge Natan, Rafael Bizarelo e Rodrigo Lois analisam quinta rodada da fase de liga da Champions League, com vitória dos ingleses sobre o Bayern de Munique. Crise no Liverpool em debate, assim como momentos de Real Madrid, Chelsea e Manchester City. Dá o play!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos. No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%. Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação. Não deixe de conferir!
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia. No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais. Não deixe de conferir!
Na segunda parte do guia das eliminatórias da copa do mundo 2026, Celso Ishigami e Fred Figueiroa comentam sobre as vagas já definidas e as seleções ainda não garantidas dentro das principais seleções do futebol internacional. Vem com a turma!
Terminou o longo período à volta das Eleições. Tudo resolvido. O futebol do Benfica reagiu entregando de vez o campeonato. Na Europa também já se conhece o final. Sobram as Taças que, como sabemos, dependem da boa vontade de Martins e Godinhos...Ficam as reflexões.
Entre os séculos XV e XVIII, a Europa viveu um dos episódios mais sombrios de sua história: a caça às bruxas. Alimentada por disputas religiosas, crises políticas, pestes e transformações culturais, a perseguição levou à morte de dezenas de milhares de pessoas — em sua maioria mulheres acusadas de pactos demoníacos e práticas mágicas. Obras como o Malleus Maleficarum, publicado em 1487, ajudaram a consolidar uma visão misógina e persecutória, transformando curandeiras, parteiras e dissidentes em inimigas da fé. Ao mesmo tempo, o fenômeno revela muito sobre o medo, o controle social e os limites do pensamento racional na transição entre a Idade Média e a Modernidade. Convidamos Lívia Torquetti para discutir as origens e os desdobramentos da caça às bruxas na Europa, o papel das instituições religiosas e políticas nesse processo e o que esse episódio nos revela sobre gênero, poder e a construção do imaginário ocidental.Caça às Bruxas, de Livia Torquetti: ADQUIRA AQUI usando o cupom AMIGO20 para o melhor desconto.Ouça Caça às Bruxas: uma história de terror real CLICANDO AQUIAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaCOMEÇOU O BLACK NOVEMBER! Com meu cupom você leva 15% de desconto e, somando com os descontos do site você pode levar até 50%! Basta acessar pelo meu link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMBF OU usar o cupom HISTORIAFM. #insiderstoreGRUPO DE WHATSAPP: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMWPPBF
Meninos são mais propensos à doença que as meninas; menos de 5% das crianças cumprem a recomendação de porções de frutas e vegetais diárias; relatório destaca impacto de hábitos alimentares e desigualdades sociais.
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas. No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo. No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto. Nos EUA, as bolsas subiram (S&P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%. Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil. Não deixe de conferir!
Neste episódio, falamos sobre Haaland e Mbappé brilharem por Noruega e França, respectivamente, Albânia de Sylvinho, decisões na Ásia, seleção brasileira e muito mais! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Um em cada três profissionais de enfermagem e medicina sofre de depressão, um em cada 10 sofreu violência física e/ou assédio sexual e um em cada 10 tem pensamentos suicidas, revela novo relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, na Europa; 10 de outubro é o Dia Mundial da Saúde Mental.