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Conversas à quinta - Observador
O Domínio da Guerra. Rubio na Europa. "Veio só discursar e não para negociar"

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 26:08


Marco Rubio esteve na Conferência de Segurança de Munique e o objetivo não foi pedir desculpas, mas explicar nova assertividade norte-americana. A análise do Major-General Arnaut Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Novus Capital
NovusCast - 20 de Fevereiro 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 13:01


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o PIB do quarto trimestre dos EUA mostrou crescimento abaixo do esperado, com impacto negativo dos gastos do governo, mas o restante da composição melhor. Foi divulgada a minuta da última reunião do Fed, demonstrando que os membros enxergam também possibilidade de aumento de juros. Na Europa, os PMIs melhoraram marginalmente, com destaque para a recuperação da Alemanha, em serviços e manufaturas. A semana também foi marcada pela decisão da Suprema Corte nos EUA derrubando tarifas impostas sob medidas emergenciais, seguida do anúncio de novas tarifas globais temporárias de 10% por parte de Trump, o que, por ora, reduz a tarifa efetiva frente ao cenário anterior. Houve forte noticiário ligado às negociações entre EUA e Irã, com aumento do receio de ataque americano. No Brasil, o noticiário político ganhou destaque com repercussões do Carnaval, após homenagem ao presidente Lula gerar críticas e impacto negativo em indicadores de popularidade. No campo institucional, o STF voltou ao centro do debate com desenvolvimentos ligados ao Banco Master. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 8 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +1,07%, Nasdaq +1,13% e Russell 2000 +0,55%. No Brasil, os juros fecharam marginalmente (jan/29 -9 bps), o Ibovespa valorizou 2,17% e, o real, 0,92%. Na próxima semana, destaque para IPCA-15, Caged e pesquisa eleitoral no Brasil. Nos EUA, atenção à comunicação de membros do Fed.

Sem Moderação
Além dos crimes sexuais, também há “partilha de informação confidencial” nos ficheiros Epstein. Na Europa já se vislumbra alguma “punição”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 19:27


O caso Epstein continua a deixar marcas no Reino Unido, desta vez com a detenção do ex-príncipe André, irmão do rei Carlos III. Suspeito de ter partilhado com o pedófilo e seu amigo Jeffrey Epstein informações confidenciais comerciais, foi libertado no mesmo dia. Nos EUA não há para já interrogatórios aos vários nomes referidos no processo. José Eduardo Martins admite que nos sentíamos “protegidos de alguns horrores”, Pedro Delgado Alves explica que já se conhecem “ligações fortes à Rússia”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 19 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Linhas Direitas
#216 - O Azeitugaist Lá Na Europa

Linhas Direitas

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026


Entrevistas Jornal Eldorado
O que explica o aumento de temperatura na Europa?

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 11:50


Relatório do observatório Copernicus, ligado à União Europeia, mostra que o Mundo teve o 5º mês de janeiro mais quente já registrado, apesar do frio nos EUA e na Europa. O Copernicus indica que o Ártico registrou os maiores aumentos dos termômetros em janeiro, em especial a Groenlândia, pertencente à Dinamarca e cobiçada por Donald Trump, presidente dos EUA. Paulo Artaxo, climatologista e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), falou sobre o assunto em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Esportes
Seleção brasileira de judô começa 2026 com ouro e treinos intensos na Europa

Esportes

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 6:38


O caminho é longo. A contagem regressiva para a Olimpíada de 2028, em Los Angeles, já começou. E para o judô brasileiro, nada melhor do que iniciar essa caminhada com o golpe certo: um ippon, que valeu uma medalha de ouro na primeira competição internacional desta temporada. Marcio Arruda, da RFI em Paris Rafaela Silva foi a única atleta brasileira a subir no degrau mais alto do pódio no Grand Slam de Paris. Ela e os 18 judocas do Brasil que disputaram a competição no início deste mês permaneceram na capital francesa para dias de treinamento no Instituto Nacional de Judô, que reuniu a maioria dos atletas estrangeiros presentes no Grand Slam francês. Uma rotina de treinos pesada, que começou na segunda quinzena de janeiro em Colônia, na Alemanha, na pré-temporada da equipe brasileira. A campeã olímpica Rafaela Silva, que subiu para a categoria até 63 quilos há pouco mais de um ano, se mostrou satisfeita com seu rendimento nesse início de ano. “Eu acho que foi bom não só por conta da medalha (de ouro). Independentemente do resultado, acho que fiz um bom trabalho lá na Alemanha. Até mesmo antes de eu embarcar para lá e, também, durante a competição. Tudo acabou dando certo porque a gente já vinha treinando antes. Então, eu estou muito satisfeita em conseguir colocar o que sei em prática e aproveitar bastante os treinos na Alemanha; foi um período que eu usei para isso e que acabou dando certo no fim”, avaliou a judoca campeã na Rio-2016. "É o que se fala: a gente conquista a medalha no treino; na competição, a gente só vai buscar", comenta Rafaela Silva.   Medalha de prata no Grand Slam de Paris no ano passado, Leonardo Gonçalves não passou de uma sétima colocação no torneio de 2026. O judoca da categoria até 100 quilos destacou a importância do período de treinos após a competição francesa. “Para os pesos mais pesados do Brasil, particularmente, é bem importante porque lá (no Brasil) há carência de material humano. E aqui tem muito. A gente se une aqui e procura aproveitar bastante; não que os mais leves não aproveitem, mas no Brasil tem muito mais (peso) leve. E, por isso, eles conseguem treinar lá e aqui na França. Então, a gente chega aqui, treina e suga ao máximo”, afirmou Leonardo Gonçalves. A rotina de treinos faz com que Leo Gonçalves esteja sempre se cobrando por melhores resultados nas competições. “Eu tento me policiar um pouco porque eu me cobro demais. Quando o atleta quer ser o melhor, tem de se cobrar mesmo. Mas é importante cuidar da saúde mental porque, se houver um descontrole, a pessoa acaba ficando bitolada. Às vezes, eu me policio também para dar uma espairecida porque é cobrança o tempo inteiro. Todo mundo te cobra e você não pode deixar de se cobrar", revelou Leo. "Caminhos que fazem atletas se potencializarem" Treinadora da seleção brasileira, Andrea Berti disse que a confiança que cada atleta tem em seu potencial passa pelo treinamento. “Os treinos são os caminhos que fazem as atletas potencializar as suas características e conhecer adversárias que nunca tiveram a oportunidade de segurar no kimono. É muito importante porque é um processo que faz com que (o judoca) trabalhe e ganhe confiança para chegar nas competições e fazer acontecer”, explicou a técnica Andrea Berti. Depois de disputar a medalha de bronze no Grand Slam de Paris na categoria até 90 quilos e terminar na quinta colocação, Guilherme Schimidt falou sobre o ritmo dos treinos com randori, que é o termo dado ao treinamento de luta, como se fosse um sparring. “Lá em Colônia, como os alemães foram ao Brasil no ano passado e a gente já conhece o pessoal, foi um treinamento com o time alemão. Teve um dia que recebemos a visita de judocas belgas, holandeses e franceses. Mas, basicamente, foram atletas do Brasil e da Alemanha. Foi um treinamento visando às competições internacionais. Teve um volume grande de randori, que é bom para você treinar, pegar no kimono de vários adversários, conhecer diversos estilos e escolas de judô. Aí você vai crescendo no cenário internacional”, contou Guilherme Schimidt. Assim como Guilherme, Larissa Pimenta também ficou em quinto lugar nesse Grand Slam. A medalhista olímpica da categoria até 52 quilos voltou a disputar uma competição internacional após uma pausa na carreira. Por enquanto, ela nem quer pensar na Olimpíada de Los Angeles, em 2028. “Eu passei um período muito longo afastada. Eu fiz dois ciclos olímpicos diretos e não tive pausa; e ainda teve a pandemia! Foram anos bem desgastantes. Para muitas pessoas, isso passa despercebido porque só veem a gente na hora da luta. A gente que vive isso todos os dias, em particular para mim, foram anos muito desgastantes; muito difíceis. Agora, eu me sinto em paz, me sinto tranquila. Eu estou vivendo um processo mais leve, mais tranquilo. Na verdade, eu não penso em Los Angeles agora. Eu penso um dia de cada vez, um treino de cada vez, uma competição de cada vez”, revelou Larissa Pimenta, bronze nos Jogos Paris-2024. Ao contrário de Larissa, Guilherme Schimidt já traçou o caminho até a próxima Olimpíada, que pode ser a primeira dele na categoria até 90 quilos. “Eu tenho uma margem de evolução muito grande e com certeza chegando em Los Angeles, eu vou estar mais preparado e mais experiente. Eu carrego toda minha experiência de 81 quilos para essa nova categoria. O peso muda, zera os pontos, mas a experiência eu trouxe comigo. Tenho certeza que vou brilhar nessa categoria de cima porque conheço nomes que eram de 81 quilos, subiram e hoje estão entre os melhores; alguns foram até campeões mundiais! Então, eu me vejo muito bem nessa categoria”, previu Guilherme. Leia tambémJudoca Beatriz Souza conquista primeiro ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris Experiência e liderança de Rafaela Silva Aos 33 anos, Rafaela Silva é uma das mais experientes do grupo. Com humildade, a campeã falou do papel de liderança na seleção brasileira. “Eu aprendi bastante quando eu cheguei na seleção. Eu era a mais nova e as pessoas me acolheram da melhor maneira possível, me ajudando e me aconselhando. Eu tirava dúvidas com o Thiago Camilo, com a Edinanci, com a Quequinha (Erika Miranda) e todas as meninas mais experientes... até o Mayrão (Mayra Aguiar), que era muito jovem, mas já fazia parte da seleção principal. Então, eu tive essa troca bem bacana com eles e hoje eu só retribuo o que eles fizeram comigo lá atrás. Esse é o bacana do judô: a gente recebe quando é mais nova e, agora, a gente passa isso para as próximas gerações”, lembrou Rafaela. E com tanta experiencia, será que a Rafaela Silva pode um dia se tornar técnica da seleção? “Vixe... aí são muitos anos, aí é um passinho de cada vez. Eu espero ainda estar competitiva no ambiente. A gente vai ver como serão os próximos passos. Eu sei que longe do judô eu não vou estar porque eu amo isso aqui”, afirmou a campeã. Leia tambémBrasil conquista bronze por equipes mistas no judô na Olimpíada de Paris O judô é a modalidade que faturou mais medalhas olímpicas para o Brasil. Das 28 conquistas, cinco são de ouro, quatro de prata e 19 de bronze. Agora, a seleção brasileira volta aos tatames no final deste mês. O Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão, será disputado nos dias 27 e 28 de fevereiro e 1° de março. A expectativa, claro, é pela conquista de mais medalhas tanto no masculino quanto no feminino.

ONU News
Resposta ao HIV na Europa Oriental e Ásia Central precisa ser reforçada

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:50


Unaids e Fundação Alemã, Das, apelaram a mais parcerias e financiamento para sustentar a ações contra o vírus nas duas regiões; novas infeções e mortes relacionadas com a Aids continuam a aumentar.

Jornal das comunidades
Afinal António José Seguro venceu na emigração na Europa

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 14:32


Fechada a contagem nos 42 consulados na Europa, o resultado inverteu-se e António José Seguro ultrapassou André Ventura, na 2ª volta das eleições presidenciais.

ONU News
Casos de sarampo caem 75% na Europa e Ásia Central

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 1:51


Primeiro Café
Mundo sem controle nuclear e caos climático em Portugal

Primeiro Café

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 10:18


Pela primeira vez em 50 anos, o mundo está desde ontem sem nenhum controle sobre a proliferação de armas nucleares. O acordo entre EUA e Rússia venceu na quinta-feira e, assim, as duas maiores potências nucleares do mundo não estão, neste momento, obrigadas a ter qualquer limite.Na Europa, Portugal enfrenta os efeitos de uma série de tempestades. Várias cidades do país estão embaixo d'água e os estragos ainda estão sendo contabilizados enquanto a chuva não para. Pelo menos 11 pessoas morreram. O país deve realizar o segundo turno das eleições presidenciais neste domingo. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar 

Reportagem
Brasileiros que empreendem no exterior: pesquisa revela perfil, obstáculos e estratégias para vencer

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 7:10


Quase 5 milhões de brasileiros vivem no exterior (4.996.951), segundo a estimativa mais recente do Ministério das Relações Exteriores, de 2023. Quase metade (45%) está nos Estados Unidos, cerca de 34% na Europa e 13% na América do Sul, mas menos de menos de 1% escolheu a África. Pesquisador da diáspora brasileira, o PhD da Unigranrio Roberto Falcão desvenda o que aprendeu sobre o empreendedorismo brasileiro no exterior.  Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris A maioria desses brasileiros saiu em busca de melhores condições de vida, para fugir da violência e da decepção política. Normalmente, as pessoas que emigram têm disponibilidade para viajar, boa adaptação a línguas, maior autonomia e não temem tarefas altamente desafiadoras. Alguns dos ramos mais escolhidos pelos brasileiros para empreender em outros países são culinária, estética e construção. Há oportunidades de mercado no chamado nicho étnico e também na venda para o consumidor local. A capoeira, por exemplo, está presente em 180 países. Churrascarias de rodízio, venda de produtos como açaí e pão de queijo e serviços como alisamento ou depilação à brasileira são outros exemplos recorrentes. Um dos atrativos é a saudade de casa. Do ponto de vista do financiamento, a maioria dos pequenos e médios negócios fundados por brasileiros no exterior depende de capital próprio ou de linhas de crédito disponíveis, quando o empreendedor já está integrado ao país escolhido. Esse é um retrato de quem são os brasileiros e onde eles formaram suas bases para empreender ao redor do mundo, segundo pesquisa da Unigranrio e da UFF (Universidade Federal Fluminense), apoiada pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro).  Ao longo de uma década, o professor e sua equipe entrevistaram mais de 400 empreendedores de diversos perfis. Falcão esteve em Paris na terça-feira (3), onde deu uma palestra a convite da Câmara de Comércio do Brasil na França (CCBF)  sobre o que leva esses brasileiros a vencer em outro país. “O primeiro passo para não fracassar é entender a legislação, as regras locais, a regulamentação, conhecer o público, os hábitos do consumidor local e, sobretudo, falar bem a língua para o atendimento. Se você tem uma loja, um negócio, e não falar bem o idioma local, será um entrave para empreender”, aponta Falcão. Em seu projeto de pesquisa, ele analisa o empreendedor, seu nível de educação e de informação, se ele fala línguas, o ambiente institucional e a regulamentação do país. No caso da empresa, a equipe busca entender possíveis diferenciais para conseguir se posicionar bem no mercado. Além disso, é preciso ter uma boa gestão, investir em marketing e divulgação do produto ou serviço, como em qualquer negócio. “O brasileiro é caracterizado como um povo que se comunica muito bem, tanto que ele tem muita habilidade, em geral, na parte de redes sociais e de marketing digital”, aponta. “Ele também é caracterizado como uma pessoa muito versátil, que se adapta a diversos tipos de trabalho, em diversas condições, e é multitarefa. Além disso, a cordialidade: o brasileiro sorri”, completa. Mas há um lado que dá menos orgulho. “Talvez nós tenhamos características negativas também. Emergiu na nossa pesquisa algo relacionado à sabotagem entre negócios, um jogando areia no negócio do outro ou criando denúncias falsas.” O sucesso no novo ambiente pode ser medido pelo grau de produtividade, mas também pela saúde e pela felicidade. Esse é o tripé da sustentabilidade de carreira, explica Falcão, antes mesmo do dinheiro. Conhecer a legislação e vencer a burocracia O mineiro Rodrigo Pinho Aragão sonha em abrir uma empresa de consultoria e contou à RFI sobre a dificuldade com a burocracia. “Eu vim para a França com visto de trabalho, pelo fato de ter diploma francês. Mas o visto não permite a criação de uma empresa ou abertura de uma conta empresarial”, lamenta. “Para poder criar a empresa, tenho que fazer a transição de visto e justificar a viabilidade econômica do projeto que desejo criar”, continua. Na França, há diferentes tipos de vistos de empreendedorismo: o mais focado em profissões liberais, comerciais e artesanais, e outro para empresas de maior porte, que visam contratar pessoas e ter escala. “Mas, nesse caso, tem que justificar um investimento de € 30 mil com disponibilidade imediata para investir na empresa. É um pouco a situação do ovo ou da galinha: você precisa justificar investimento em uma empresa que não existe e, para a empresa existir, você precisa do visto”, afirma. “Ao mesmo tempo, você precisa fazer com que a empresa exista: imaginar como ela vai ser, pensar nos clientes, no seu plano de negócios. Criar uma empresa já é uma trajetória desafiadora e, além disso, você precisa encontrar os caminhos, institucionalmente falando, para fazer essa transição de visto”, conclui. A validade ou não de diplomas, habilidades e experiências prévias também é fonte de preocupação. Outro desafio comum, além de documentos e moradia, são encontrar um limite entre ambiente profissional e familiar – os contornos são fluidos para o pequeno e médio empreendedor que têm sonho de crescer. Na França, mulheres são maioria entre imigrantes brasileiros Na Europa, Portugal encabeça a lista de países com mais imigrantes brasileiros: 500 mil, um número que Falcão acredita estar subnotificado. Na França, há entre 120 e 130 mil brasileiros residentes. Uma curiosidade apontada na pesquisa é que, entre os que vivem no território francês, 75% são mulheres e maioria está na faixa dos 30 anos. Cerca de 45% têm graduação e aproximadamente um terço é pós-graduada. Apaixonada por moda e vivendo na Europa há 22 anos, Patrícia Cordeiro já lançou sua marca, Madame Dumont, e sonha  ainda mais alto. “Agora eu quero fazer um curso de chapéu, que é um nicho muito bom e é algo que foi sonhado no meu coração”, disse, à RFI. Ela afirma não estar encontrando muitas dificuldades no caminho. “Muito sinceramente, as portas têm se aberto e tudo tem fluído naturalmente, sem grande procura, sem forçar. Estou no lugar certo, no momento certo e com as pessoas certas”, comemora. “Estou investindo primeiramente no conhecer, no aprender e amadurecer; e depois vem essa segunda fase do dinheiro para expandir o negócio”, completa cheia de esperança.

História de Imigrante
162. Tráfico na Europa

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 31:41


➡️ Link para votar no prêmio: Estrela do Atlântico https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link:https://wa.me/message/HDCIZBVM7OQ2N1➡️ Quero saber sobre trâmites em Portugal, Alemanhã, Austria, Polônia e Hungria:https://bit.ly/hiportugal➡️ Quero saber sobre trâmites na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 162. Tráfico na EuropaSimone saiu do Brasil acreditando que teria uma chance de mudar de vida. O que ela encontrou foi tráfico humano, violência, prisão injusta e perdas irreparáveis. Anos depois, já mãe de três meninas, precisou tomar a decisão mais dolorosa da sua vida: deixar as filhas para trás para conseguir protegê-las. Esta é uma história real sobre imigração, maternidade, abuso, fé e sobrevivência. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também de...Casei com pastor e conheci o inferno

SOMMA Insight
Decisões de juros na Europa, setor de tecnologia e indicadores dos EUA movimentam negócios. Lula concede entrevista às 11h.

SOMMA Insight

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 7:28


Decisões de juros na Europa, setor de tecnologia e indicadores dos EUA movimentam negócios. Lula concede entrevista às 11h.

Volta ao mundo em 180 segundos
04/02: Rússia rompe trégua com Ucrânia | Trump e Petro retomam relações amistosas | Grok é investigado na Europa

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 4:10


Quebra do cessar-fogo seria resposta de Putin a aproximação entre os EUA e a Índia, que faria os indianos pararem de comprar petróleo russo. E ainda:- Donald Trump e Gustavo Petro protagonizaram um encontro amistoso na Casa Branca e se elogiaram publicamente, mas sem dar mais detalhes dos temas debatidos- Autoridade britânica de proteção de dados abre investigação formal sobre o Grok, a ferramenta de IA do X, sob a acusação de que ela foi usada para criar imagens e vídeos sexuais falsos na rede social. Governos da França e Espanha também de olho na atuação da IA do X- Parlamento da Noruega vota pela continuação da monarquia mesmo com dois escândalos recentes envolvendo a realeza Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 Segundos Fale conosco através do redacao@mundo180segundos.com.br

Futebol no Mundo
Futebol no Mundo #535: Último dia da janela de transferências na Europa

Futebol no Mundo

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 163:21


Nesta segunda-feira (2), Alex Tseng, Gustavo Hofman, Leonardo Bertozzi e Ubiratan Leal analisam tudo sobre o fechamento da janela de transferências. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Agrocast
Dedo No Pulso: Análise Macroeconômica e Agronegócio 02/02 a 08/02/2026 com Antônio da Luz

Agrocast

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 61:36


Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro.

Podcasts FolhaPE
Clima extremo e tempestades na Europa

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 38:35


O clima extremo e tempestades na Europa afetam a vida da população. No giro de notícias, Monica Gil trouxe relatos sobre o clima extremo em Portugal, com tempestade de neve e ondas de até 15 metros; Débora Carvalho falou sobre a forte tempestade de hoje: destruição, escolas fechadas e alertas; Roberta Clarissa chega com os Jogos Olímpicos de Inverno e Rejane Modesto comentou o desfecho da regularização de imigrantes na Espanha; Priscilla Costa chega com o desfecho do caso de assédio que sofreu, com a prisão do criminoso; A Dica Literária da Gabi trouxe o sensível “Kafka e a Boneca Viajante”, de Jordi Sierra i Fabra — uma obra premiada que revela o lado mais humano de Franz Kafka e encanta leitores de todas as idades. O retorno de Jaime com informações vida Argentina após a viagem E, claro, Rainier e Valdênio em uma conversa totalmente aleatória — porque falar sobre nada também é arte. Sextou é assim: irreverente, inteligente e descontraído. Sintoniza com a gente!

A Arte da Guerra
Discurso de Zelensky em Davos ouvido “com estranheza” na Europa

A Arte da Guerra

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 43:02


Ainda as consequências do que foi dito em Davos, com destaque para a intervenção do primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, uma espécie de grito de independência, mas também do presidente ucraniano, que quis ‘colar-se' aos Estados Unidos em detrimento de uma Europa que está ao seu lado desde o primeiro instante.Entretanto, a União Europeia na Índia e o Reino Unido na China tentam em paralelo manter-se ao largo das consequências da estratégia comercial dos Estados Unidos.A palavra de ordem é encontrar alternativas a um mercado que se vai fechando, mas principalmente que confunde taxas alfandegárias com armas letais no combate geopolítico.

FecomercioSP
FecomercioSP M&P | Regulação, mercado e estratégia: a cachaça brasileira na Europa

FecomercioSP

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 17:26


Neste episódio do mesacast Mercado & Perspectivas, Raquel Lopes, empresária e fundadora da Casa Cachaça, fala sobre sua atuação na promoção e internacionalização da cachaça brasileira no mercado europeu. Reconhecida como embaixadora do produto na Europa, ela aborda desafios regulatórios e de burocracia, além de discutir sustentabilidade e estratégias de posicionamento internacional. O conteúdo foi gravado em parceria com o World Trade Center Lisboa.SEJA UM ASSOCIADO DA FECOMERCIO-SP! Acesse: https://lab.fecomercio.com.br/

Gregario Cycling
RADIO - UAE vence na Austrália, brasileiros vão bem na Europa

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 65:01


Bastaram poucos dias, mas as principais equipes do WorldTour já estão acumulando vitórias na Austrália e na Europa.Seja no masculino ou no feminino, a UAE já começou sua saga vencedora. Mas os tombos - e até um canguru - complicaram a vida da equipe mais dominante do pelotão.Os brasileiros Tota Magalhães e Henrique Bravo deixaram boa impressão, sendo a brasileira essencial para a primeira vitória da Movistar com Cat Fergunson.No RADIO da semana também a participação da seleção em El Salvador e os brasileiros da Localiza Meoo-Swift no Tour de San Juan.E, claro, as principais manchetes da semana em discussão com Ana Lidia Borba, Nicolas Sessler e Leandro Bittar.

Novus Capital
NovusCast - 23 de Janeiro 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 15:46


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ No cenário internacional, ocorreu o Fórum Econômico Mundial de Davos, onde Trump amenizou o tom adotado até então, afirmando que não enviaria tropas para a Groenlândia e que não imporá tarifas sobre a Europa. No Japão, a primeira-ministra defendeu a redução temporária de impostos sobre o consumo de alimentos, medida com impacto fiscal e anunciada às vésperas das eleições, que foram confirmadas para o início de fevereiro após a dissolução do Parlamento. O Banco Central do Japão manteve a taxa de juros inalterada e reforçou a estratégia de gradualidade, com ajustes condicionados ao cenário econômico e de preços. Na Europa, os PMIs vieram mistos – de maneira agregada demonstrando estabilidade.⁠ ⁠ No Brasil, o foco foi para o noticiário político: o governador Tarcísio de Freitas cancelou a visita a Jair Bolsonaro, e seguiu negando intenção de candidatura presidencial. As pesquisas eleitorais foram positivas para Flávio Bolsonaro, com aumento de intenção de votos em cenários de segundo turno. Também houve destaque para as notícias envolvendo o Banco Master, incluindo possível ligação ao ministro Dias Toffoli, podendo levar o caso novamente para a primeira instância. ⁠ Nos EUA, os juros ficaram praticamente estáveis, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,35%, Nasdaq +0,30% e Russell -0,32%. No Brasil, o jan/29 fechou 19 bps, o Ibovespa subiu 8,53% e o real valorizou 1,62%. O ouro subiu mais 8,38% e o petróleo subiu 3,08%. ⁠ Na próxima semana, destaque para as decisões do Fed e do Copom e, também por aqui, IPCA-15 e dados de mercado de trabalho. ⁠

Somos Liverpool
DL #36 Vitória na Europa e os playoffs à vista!

Somos Liverpool

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 20:12


Está no ar o nosso "Direto de Liverpool" ! Um quadro semanal com notícias e breves análises sobre o que acontece com o Liverpool!Dani agora na França traz tudo sobre a vitória vermelha contra os azuis de Marseille!O Liverpool, num jogo muito bom pela Liga dos Campeões, vence o Olympique fora de casa e sobe o elevador na classificação e se consolida em 5/] lugar no geral, ficando em situação confortável para o último confronto, em casa, da fase liga da competição.Com uma escalação mais próxima do que todos consideram o ideal, o Liverpool vence e convence diante do bom time de De Zerbi.Com homenagem aos Beatles, vindo da torcida, os Reds dão um show interessante em campo e mais uma atuação gigante de Dominik Szoboszlai, que cada vez mais se consolida como melhor jogador da equipe na temporada atual.Boa movimentação dos jogadores na volta de Mo Salah e um time consciente da própria situação na competição, os Reds fazem um jogo bom para melhorar o moral da equipe e voltar a concentração para o próximo jogo de Premier League.E com os resultados da rodada, o time sobe bem na classificação e depende de uma vitória simples, em casa, diante do Qarabag, para consolidar-se entre os oito e não jogar o playoff europeu que pode se transformar num perigo desnecessário.Que Liverpool você prefere, o da Champions ou da PL?Nos siga também no Youtube! https://www.youtube.com/@SomosLiverpool

Resumão Diário
JN: publicações de Trump estremecem relação com o principal aliado dos EUA na Europa; Brasil registrou 4 feminicídios por dia em 2025

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 6:17


Em sequência vertiginosa de mensagens, Trump ironiza e ameaça aliados e expõe conversas privadas com o presidente da França. Publicações de Trump estremecem relação com o principal aliado dos Estados Unidos na Europa. Em coletiva sobre primeiro ano de mandato, Trump volta a ameaçar a Groenlândia. Mesmo durante o recesso, crise no Banco Master reúne assinaturas para criar três CPIs. Brasil registra mais de 1,4 mil feminicídios em 2025.

Pre-Bet Show - Betano.pt
FC PORTO, SPORTING E BENFICA VÃO À LUTA NA EUROPA!

Pre-Bet Show - Betano.pt

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 57:46


As competições europeias estão de volta e FC Porto, Sporting e Benfica entram em ação! Fazemos análise aos jogos dos 3 e outros que prometem uma semana de muito bom futebol. Falamos da força da defesa dos dragões e do papel importante que Geny Catamo tem no plantel dos leões. Fazemos mais um especial Verdadeiro/Falso que promete dar que falar.Entrando para a segunda volta dos campeonato atualizamos as nossas expectativas de futuros campeões dos principais campeonatos e provas europeias. Motivos mais do que suficientes para te deixar preso do primeiro ao último minuto deste episódio.

Economia dia a dia
Inteligência artificial na Europa: regular chega para competir?

Economia dia a dia

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 3:59


Em Davos, temas como a inteligência artificial, a regulação tecnológica e a soberania digital têm marcado o debate económico desta semana. A Europa surge como referência nas regras, mas enfrenta dúvidas sobre a sua competitividade num setor em rápida transformação. A existência de regulação, por si só, é suficiente para criar valor económico?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Agrocast
Dedo No Pulso: Análise Macroeconômica e Agronegócio 19/01 a 25/01/2026 com Antônio da Luz

Agrocast

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 57:46


Neste episódio do Dedo no Pulso, mergulhamos no panorama macroeconômico e no agronegócio entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026. A análise destacou os desafios da economia chinesa, com foco no setor imobiliário, na desaceleração da produção industrial e nas dúvidas sobre a confiabilidade dos dados de PIB. Nos Estados Unidos, discutimos a resiliência da economia, o baixo nível de desemprego, o forte desempenho do varejo e as pressões inflacionárias diante da política monetária mais frouxa. Na Europa, os dados de inflação foram observados como determinantes para a política econômica. No Brasil, os indicadores apontaram para uma clara desaceleração da atividade econômica, com varejo e indústria em queda, serviços enfraquecidos e deflação nos preços ao produtor. Em contraste, o agronegócio segue como motor positivo, sustentando o superávit da balança comercial. Foi enfatizado o papel crucial do agro na geração de dólares, na estabilidade cambial e na redução da dependência de capitais especulativos. Além disso, o episódio trouxe reflexões sobre o impacto da balança comercial positiva na sustentabilidade do crescimento econômico, análises sobre o cenário eleitoral brasileiro a partir da pesquisa Genial/Quaest, e uma revisão das perspectivas da safra nacional, que influenciaram os dados globais do USDA. ➡

Fernando Ulrich
A França vai acabar? O gráfico assustador da crise demográfica na Europa

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 10:20


No vídeo de hoje analisamos os dados mais recentes da demografia francesa e o que eles revelam sobre o futuro econômico, social e político do país.Pela primeira vez em décadas, a França registra mais mortes do que nascimentos, um sinal claro de esgotamento demográfico.Esse movimento ajuda a explicar pressões crescentes sobre previdência, mercado de trabalho e contas públicas.O que parece um problema local antecipa um fenômeno estrutural que atinge toda a Europa.A França pode estar apenas alguns anos à frente do resto do Ocidente.

Invoice Cast
Como desenvolver oportunidades e fazer negócios na Europa? - 168

Invoice Cast

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 53:53


Recebemos a Erika Forner da European Cargo para ensinar como desenvolver oportunidades e fazer negócios Europa.- Quais as perspectivas para o Acordo Mercosul e União Europeia- Como lidar com os costumes dos principais países- Que qualidades e defeitos o Europeu vê em negociar conoscoE muito mais!

Posse de Bola
#593: Crise do São Paulo chegou ao campo? Endrick e Raphinha brilham na Europa!

Posse de Bola

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 80:01


Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam o início do Paulistão, com a derrota do São Paulo para o Mirassol e os problemas fora de campo para Julio Casares, as vitórias de Corinthians, Palmeiras e Santos no Paulista, enquanto o Flamengo com o sub-20 empatou na estreia do Carioca, os tropeços dos mineiros e o fim de semana com Raphinha brilhando no Barcelona e Endrick no Lyon

Podcasts FolhaPE
Sextou - Os desafios do inverno na Europa

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 18:56


Sextou… e congelou! O frio bateu e a gripe pegou nosso time pelo mundo, mas a Rádio Folha 96.7 segue firme,aquecendo sua sexta com muita música e informação! Esta semana temos a estreia da jovem escritora Gabi que vai estar conosco toda semana apresentando dicas literárias. Não percam.

Macro Review
#193 | O que esperar da economia em 2026

Macro Review

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 18:01


Depois de um longo período de juros elevados no Brasil, 2026 começa com a expectativa por uma redução da Selic ao longo do ano. Nos Estados Unidos, os cortes de juros já começaram e devem continuar ao longo do ano, mesmo com um banco central dividido e com mudanças no comando da autoridade. Com isso, o dólar tende a perder força no mundo. Frente ao real, porém, os riscos fiscais devem puxar a moeda americana para cima – e o alívio recente da inflação brasileira não deve durar. Na Europa, o cenário para o crescimento segue favorável. Já a China entra em 2026 com mais dificuldade para repetir o ritmo do PIB observado em 2025. Além disso, no minuto 11:19, Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, destaca riscos capazes de mudar o rumo da economia em 2026 – da geopolítica à inteligência artificial.   Veja nesta edição especial: Brasil: juros, inflação e preocupações fiscais; Estados Unidos: o próximo passo do Fed e o dólar; Europa: cenário favorável para 2026; China: expansão com desafios. 

ONU News
Álcool ligado a uma em cada 3 mortes por lesões e violência na Europa

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 2:05


Documento da OMS na região mostra que substância tem impactos significativos na segurança, na saúde pública e na vida de jovens, mulheres e comunidades inteiras; Europa tem maior consumo de álcool do mundo.

Novus Capital
NovusCast - 19 de Dezembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 12:52


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Sarah Campos e Tomás Goulart comentam, no episódio desta semana, os principais acontecimentos no Brasil e no mundo. Nos Estados Unidos, foram enfim divulgados os dados econômicos de outubro e novembro. A taxa de desemprego subiu para 4,6% e o núcleo da inflação desacelerou para 2,6% em 12 meses. A qualidade dos números, porém, foi afetada por problemas de coleta, o que levou o Federal Reserve a indicar que dará mais peso aos próximos indicadores. Na Europa, o BCE manteve os juros estáveis e elevou suas projeções de inflação e crescimento. No Reino Unido, o BoE reduziu a taxa em 0,25% após votação apertada, sinalizando aproximação do juro neutro. No Japão, o BoJ elevou a taxa para 0,75% e segue aberto a novas altas. Na China, os dados de atividade voltaram a decepcionar, com destaque para vendas no varejo e crédito às famílias. No Brasil, a Ata do Copom e o Relatório de Política Monetária foram os principais destaques. O Banco Central reconheceu incerteza sobre o mercado de trabalho, mas retirou a sinalização de inflação acima da meta no horizonte relevante, reacendendo a possibilidade, ainda dependente do cenário, de um corte em janeiro. No campo político, a pesquisa mostrando Flávio Bolsonaro competitivo aumentou a volatilidade e trouxe dúvidas sobre sua capacidade de reduzir a rejeição entre independentes. Nos EUA, o juro de 2 ano fechou 4 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,10%, Nasdaq +0,59% e Russell 2000 -0,86%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,43% e o real desvalorizou 2,3%. Para a próxima semana, as atenções se voltam para a divulgação do PIB dos Estados Unidos no terceiro trimestre. Já a agenda doméstica inclui o IPCA-15 na terça-feira e tende a ser mais esvaziada devido às festas de fim de ano.

Novus Capital
NovusCast - 12 de Dezembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 17:21


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o grande destaque foi a decisão do Fed, que cortou os juros para o intervalo de 3,50%–3,75%, em linha com o esperado. Havia receio sobre um possível tom mais hawk, que não se concretizou: o Powell deixou em aberto possível novo corte em janeiro, mas esclarecendo que as decisões dependerão dos próximos dados. Também foi anunciada compra de títulos de curto prazo para aumento de reserva. Por fim, foi anunciada a recondução unânime dos presidentes regionais do Fed para os mandatos que se iniciam em 2026. Na Europa, a Schnabel, do ECB, indicou estar confortável com as apostas de que o próximo passo do banco central possa ser uma alta de juros, embora não no curto prazo. No Brasil, o Copom manteve a Selic inalterada, com mudanças sutis de comunicação, e reduziu sua projeção condicional de inflação no horizonte relevante de 3,3% para 3,2%. O IPCA de novembro veio ligeiramente abaixo do esperado, reforçando a trajetória desinflacionária. Na atividade, o varejo veio um pouco acima e serviços um pouco abaixo da expectativa. O cenário político foi conturbado após o anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro, com votação do PL da Dosimetria, retirada de Moraes e a esposa da Magnitsky e novas pesquisas de opinião. Nos EUA, o juro de 1 ano fechou 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -0,63%, Nasdaq -1,93% e Russell 2000 +1,19%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa subiu 2,16% e o real valorizou 0,60%. Na próxima semana, destaque para dados de mercado de trabalho e inflação nos EUA; dados de atividade na Europa; decisão dos bancos centrais europeu, inglês e japonês e, no Brasil, ata do Copom, Relatório de Política Monetária e pesquisa Quaest. Não deixe de conferir!

Conversas à quinta - Observador
EUA não querem defender, mas querem mandar na Europa

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 44:46


Como é que os europeus vêem o mundo perante tantas ameaças? Bruno Cardoso Reis analisa as viagens de Putin e Macron, a "possível paz" na guerra africana e as incoerências de Trump sobre a Venezuela.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Novus Capital
NovusCast - 05 de Dezembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 9:26


Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a divulgação do ADP reforçou sinais de enfraquecimento no mercado de trabalho americano, com nova queda nas vagas em novembro; o PCE  confirmou a tendência de desaceleração da inflação; e os ISMs mantiveram a tendência de serviços superando manufaturas. O Trump sinalizou provável anúncio do nome de Kevin Hassett para o Fed, ainda sem oficialização. No Japão, o tom mais hawkish do presidente do BoJ, Kazuo Ueda, trouxe expectativa de aumento da taxa de juros. Na Europa, a inflação da Zona do Euro ficou próxima do esperado.  No Brasil, o PIB do 3º trimestre veio levemente abaixo do esperado, principalmente pelo consumo das famílias. Foi divulgada nova pesquisa Atlas, indicando interrupção na melhora da popularidade do presidente Lula. No campo político, a sexta-feira foi marcada por forte tensão: Flávio Bolsonaro anunciou que tem o apoio do pai para disputar a presidência, por ora frustrando a expectativa de consolidação da candidatura de Tarcísio. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 12 bps, e as bolsas subiram – S&P 500 +0,31%, Nasdaq +1,01%, Russell 2000 +0,84%. No Brasil, o jan/29 abriu 47 bps, o Ibovespa caiu 1,07% e o real 2,12%. Na próxima semana, os destaques são as decisões dos bancos centrais americano, canadense, australiano e brasileiro, além de dados de inflação e atividade no Brasil. Não deixe de conferir!

Resumão Diário
JN: Justiça mantém prisão de homem que atropelou e arrastou mulher em SP; ciclones deixam mais de mil mortos na Ásia

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 5:31


A Justiça manteve a prisão do motorista que atropelou e arrastou uma mulher por mais de um quilômetro em São Paulo. Ciclones provocaram mais de mil mortes no Sudeste da Ásia. O Papa reuniu líderes cristãos, muçulmanos e drusos no Líbano. Leão XIV pediu paz e reconciliação. Na Europa, a Rússia voltou a atacar, e o presidente da Ucrânia pediu novas mudanças na proposta de paz americana. A novela Guerreiros do Sol, do Globoplay, venceu um dos prêmios mais importantes da televisão mundial.

Gringolândia
Gringolândia #323 - Arsenal mostra que é o melhor time da temporada na Europa

Gringolândia

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 56:00


Jorge Natan, Rafael Bizarelo e Rodrigo Lois analisam quinta rodada da fase de liga da Champions League, com vitória dos ingleses sobre o Bayern de Munique. Crise no Liverpool em debate, assim como momentos de Real Madrid, Chelsea e Manchester City. Dá o play!

Novus Capital
NovusCast - 21 de Novembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 16:23


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o payroll surpreendeu com aceleração na criação de vagas nos EUA, e com aumento da taxa de participação. Apesar disso, a taxa de desemprego subiu, e os salários seguiram desacelerando. A divisão entre membros do Fed segue, mas o presidente do Fed de NY, John Williams, reforçou a visão de que há espaço para cortes em breve, fortalecendo a expectativa de afrouxamento em dezembro. Na Europa, o PMI da Zona do Euro ficou estável, com indústria fraca e serviços sustentando a atividade. No Reino Unido, os dados de atividade vieram piores e os dados de preços indicaram o menor nível do repasse em cinco anos. No Brasil, o cenário foi dominado pela política. Houve reação negativa do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF. O mercado tambem reagiu à possível retirada de despesas com segurança pública do limite de despesas, mencionada por Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi anunciada a retirada das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 11 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -3,07% e Russell 2000 -0,78%. No Brasil, o jan/29 abriu 4 bps, o Ibovespa caiu 1,88% e o real desvalorizou 1,96%. Na próxima semana, haverá divulgação das vendas no varejo nos EUA e, no Brasil, dados de crédito, mercado de trabalho e inflação. Não deixe de conferir!

Novus Capital
NovusCast - 14 de Novembro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 14:04


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, membros do Fed adotaram tom mais hawk ao longo da semana, reforçando que a decisão de dezembro está longe de ser trivial. O governo americano chegou a um acordo orçamentário, encerrando o maior shutdown da história e garantindo financiamento até janeiro. Ainda nos EUA, Trump falou sobre cheques de US$2 mil à população, aumentando o risco fiscal. Na Europa, o Reino Unido recuou na proposta de elevar impostos após revisão positiva das projeções fiscais. Na geopolítica, houve novos ataques entre Rússia e Ucrânia. No Brasil, a ata do Copom esclareceu que o modelo de projeção condicional do BCB incorporou preliminarmente o impacto da nova faixa de isenção do IR, com o cenário condicional ainda projetando inflação em 3,3%, interpretado como mais dove que a expectativa. O IPCA de outubro veio melhor do que o esperado, com núcleos em desaceleração, exceto os ligados a mão de obra — ainda pressionados por um mercado de trabalho forte. Os dados de atividade vieram mistos: serviços surpreenderam positivamente, enquanto comércio recuou. No campo político, Lula interrompeu a sequência de melhora nas pesquisas e o cenário para 2026 voltou a ficar mais apertado. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 7 bps, enquanto as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,08%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -1,83%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 14 bps. No Brasil, o jan/27 fechou 25 bps, o Ibovespa subiu 2,39% e o real valorizou 0,69%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA, PMIs e minuta do FOMC. No Brasil, saem os dados fiscais bimestrais. Não deixe de conferir!

Podcast 45 Minutos
GUIA DAS ELIMINATÓRIAS DA COPA 2026 (PARTE 2)- AS “FINAIS” E DESENHOS DA REPESCAGEM NA EUROPA

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 33:01


Na segunda parte do guia das eliminatórias da copa do mundo 2026, Celso Ishigami e Fred Figueiroa comentam sobre as vagas já definidas e as seleções ainda não garantidas dentro das principais seleções do futebol internacional. Vem com a turma!

Fever Pitch
Eleições Resolvidas, Época "Acabada". Boas Reflexões a Todos!

Fever Pitch

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 66:29


Terminou o longo período à volta das Eleições. Tudo resolvido. O futebol do Benfica reagiu entregando de vez o campeonato. Na Europa também já se conhece o final. Sobram as Taças que, como sabemos, dependem da boa vontade de Martins e Godinhos...Ficam as reflexões.

História FM
2019 Feitiçaria e Bruxaria: as possíveis causas da caça às bruxas na Europa

História FM

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 95:19


Entre os séculos XV e XVIII, a Europa viveu um dos episódios mais sombrios de sua história: a caça às bruxas. Alimentada por disputas religiosas, crises políticas, pestes e transformações culturais, a perseguição levou à morte de dezenas de milhares de pessoas — em sua maioria mulheres acusadas de pactos demoníacos e práticas mágicas. Obras como o Malleus Maleficarum, publicado em 1487, ajudaram a consolidar uma visão misógina e persecutória, transformando curandeiras, parteiras e dissidentes em inimigas da fé. Ao mesmo tempo, o fenômeno revela muito sobre o medo, o controle social e os limites do pensamento racional na transição entre a Idade Média e a Modernidade. Convidamos Lívia Torquetti para discutir as origens e os desdobramentos da caça às bruxas na Europa, o papel das instituições religiosas e políticas nesse processo e o que esse episódio nos revela sobre gênero, poder e a construção do imaginário ocidental.Caça às Bruxas, de Livia Torquetti: ADQUIRA AQUI usando o cupom AMIGO20 para o melhor desconto.Ouça Caça às Bruxas: uma história de terror real CLICANDO AQUIAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoriaCOMEÇOU O BLACK NOVEMBER! Com meu cupom você leva 15% de desconto e, somando com os descontos do site você pode levar até 50%! Basta acessar pelo meu link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMBF OU usar o cupom HISTORIAFM. #insiderstoreGRUPO DE WHATSAPP: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFMWPPBF

ONU News
Relatório da OMS alerta para a persistência da obesidade infantil na Europa

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 1:34


Meninos são mais propensos à doença que as meninas; menos de 5% das crianças cumprem a recomendação de porções de frutas e vegetais diárias; relatório destaca impacto de hábitos alimentares e desigualdades sociais.

Rádio IPPB » Podcast Feed
MAIS RELATOS ESPIRITUAIS NA EUROPA

Rádio IPPB » Podcast Feed

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 47:09


Programa Viagem Espiritual com Wagner BorgesRadio Vibe Mundial Fm 95.7 – 30/out//2025***-LIVRO DO PROFESSOR WAGNER BORGES: https://amzn.to/4cJMrxE– @CortesWagnerBorges– @canaldiegoroque?https://diegoroque.com/– Livros gratuitos para ler online e/ou baixar: http://www.ippb.org.br/multimidia/liv…– Textos Periódicos: http://www.ippb.org.br/textos/textos-…

Novus Capital
NovusCast - 24 de Outubro 2025

Novus Capital

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 17:20


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart, Sarah Campos e Victor Ary debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o CPI dos EUA veio abaixo do esperado, mostrando que o repasse das tarifas sobre bens continua fraco; enquanto os PMIs subiram, puxados por serviços. Na Europa, os PMIs também surpreenderam positivamente, com melhora puxada pela Alemanha. Já no Reino Unido, o CPI de setembro surpreendeu para baixo e o PMI também veio mais forte. A tensão geopolítica aumentou com novas sanções a empresas russas.  No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo do esperado, com queda significativa de serviços subjacentes e melhora da dinâmica dos núcleos. O Focus trouxe melhora nas expectativas de inflação, principalmente nos vértices mais longos. O governo decidiu incorporar as despesas que constavam na MP 1.303 em outras propostas, separando a parte de redução de despesas da parte de aumento de receitas, com o primeiro apresentando maior probabilidade de aprovação. As pesquisas eleitorais mostraram resultados divergentes, com melhora e piora na avaliação do governo. No mercado de crédito, o destaque foi a reversão parcial da forte compressão dos spreads de debêntures incentivadas observada desde junho. O índice de debêntures incentivadas abriu 40 bps nos últimos 10 dias, devolvendo quase metade do fechamento acumulado anteriormente. Mesmo assim, a semana foi marcada por forte volume no primário, com R$3,5 bi em novas emissões incentivadas, além de pipeline robusto. Nos EUA, as bolsas subiram (S&P 500 +1,92%), os juros curtos abriram marginalmente, e os longos fecharam marginalmente. No Brasil, o Ibovespa subiu 1,93%, os juros fecharam (jan/31 -31 bps) e o real valorizou 0,40%. Na próxima semana será importante acompanhar os encontros do Trump com Lula e Xi Jinping; decisões do Fed, ECB, BOC e BoJ; dados de atividade e inflação na Europa e inflação no Japão; e dados de mercado de trabalho e crédito no Brasil. Não deixe de conferir!

Meio Ambiente
Do pasto ao prato: adesão de pequenos produtores desafia rastreabilidade da pecuária na Amazônia

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 28:45


A pecuária extensiva é o principal vetor da devastação da Amazônia: entre 80% e 90% das áreas desmatadas são convertidas em pasto para o gado, segundo diferentes estudos de instituições de referência, como Mapbiomas. Nos holofotes do mundo por sediar a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), o país ainda engatinha em implementar a rastreabilidade da cadeia bovina, etapa fundamental para evitar que mais árvores sejam derrubadas para a produção de carne.   Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém, Novo Repartimento e Assentamento Tuerê (Pará) Sede da maior reunião do mundo sobre a crise climática, o Pará – segundo maior produtor do Brasil, atrás do Mato Grosso – quer dar o exemplo e adota o primeiro programa de rastreabilidade do gado na Amazônia. O plano é que, até 2027, todo o rebanho estará com o chip na orelha, dando acesso ao trânsito completo de um animal desde o nascimento até chegar à prateleira do supermercado.   Do ponto de vista ambiental, a informação crucial é saber se, em alguma etapa, o boi passou por áreas ilegalmente desmatadas. O controle do início da cadeia é o principal desafio para o sucesso do programa – e envolve centenas de milhares de pequenos produtores, espalhados pelo estado. Desde 2013, o Pará ultrapassou o Mato Grosso e está no topo da lista dos que mais devastam a Amazônia. “Para lhe falar a verdade, vontade de desmatar, eu tenho muita. Muita mesmo”, disse à RFI o agricultor familiar Adelson Alves da Silva Torres.   Há 25 anos, ele deixou o Maranhão e chegou ao Pará, atraído pela promessa de uma vida melhor. Há 19, conseguiu um lote de 25 hectares no Assentamento Tuerê, conhecido como o maior da América Latina, no leste do estado. Nesta região, a pressão do desmatamento para a pecuária já devastou praticamente tudo que havia de floresta.  Produtividade baixa impulsiona mais desmatamento Na maioria das vezes, os rebanhos ocupam vastas áreas, em lugares remotos, com produtividade muito baixa: menos de um boi por hectare. Na Europa, em países como Holanda, o índice chega a sete.  Mas num país extenso como o Brasil, é mais barato abrir novas áreas de pastagem do que conservar as que já existem, com manejo adequado do pasto, do solo e do próprio gado. O desafio é ainda maior para os pequenos produtores, de até 100 animais. No Pará, 67% dos pecuaristas se enquadram nesta categoria.   O carro-chefe da roça de Adelson sempre foi a agricultura: cacau, banana, mandioca. Nos últimos anos, voltou a criar gado e hoje tem dez cabeças. A diferença é que, desta vez, ele está recebendo orientação técnica para produzir mais, no mesmo espaço de terra. “Através dessas reuniões que eu tenho participado, eu resolvi deixar [a mata]. Até na serra, eu não posso mexer”, garantiu. “Se tivesse como o governo ajudar a gente no manejo dentro de uma área pequena, com a cerca elétrica, dividir tudo direitinho. Mas, para isso, nós, que somos pobres, nós não aguentamos. Se fosse assim, não precisava desmatar.”  Mudança de mentalidade  Convencer os agricultores de que dá para produzir mais sem derrubar a floresta é um trabalho de formiguinha. “É uma região muito desafiadora. São famílias que estão lutando no seu dia a dia, buscando a sua independência financeira, sua regularização fundiária e ambiental”, explica Leonardo Dutra, coordenador de projetos do Programa da Amazônia da Fundação Solidaridad, que atua há 10 anos em municípios na rodovia Transamazônica.   A entidade ensina técnicas de agropecuária sustentável e ajuda os pequenos produtores a se regularizarem à luz do novo Código Florestal, adotado em 2012.   “É um desafio porque são famílias que têm uma cultura longeva, com determinado tipo de trabalho, e a gente precisa avançar nessas técnicas para que elas assimilem, ano após ano. A gente costuma trazer lideranças de outras regiões que já conhecem o nosso trabalho, e aí a gente começa a ganhar confiança deles.”    Do total da carne produzida no Brasil, 43% vem da Amazônia Legal, segundo levantamento do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). A produção é profundamente fragmentada: entre o nascimento e o abate, o boi pode passar por três proprietários diferentes – e apenas a última etapa, a do fornecedor direto para o frigorífico, tem fiscalização ambiental rigorosa no país.  Isso significa que milhares de produtores em condição irregular conseguem revender os animais para fornecedores "limpos", que comercializam com os grandes frigoríficos. É a chamada lavagem de gado.  “A gente ainda não está em plenas condições de garantir que temos controle sobre isso”, afirma Camila Trigueiro, analista de pesquisa do Imazon, instituto especializado em desenvolvimento sustentável, em Belém.  “Se a gente conseguir identificar todos os animais, a origem deles, tornar isso transparente, a gente consegue trazer para a sociedade e para as empresas que estão adquirindo esses animais a informação de que existe esse produtor, ele está comercializando o gado, e você deve verificar o status socioambiental dele – que é algo que a gente ainda não consegue fazer.” ‘Brinco' na orelha do gado ainda ainda é exceção  Atualmente, o único estado brasileiro que oferece a identificação da cadeia bovina é Santa Catarina, implementada há mais de 15 anos para o controle da febre aftosa. No âmbito federal, primeiro Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos foi lançado no fim de 2024, mas o prazo de implementação é extenso, até o fim de 2032. “A identificação individual tem um potencial muito grande de colocar a produção pecuária do Brasil num caminho de maior sustentabilidade. Mas para isso acontecer, você tem que trazer os produtores para junto porque, no fim das contas, quem vai fazer a transição e vai realizar as ações necessárias, botar o brinco no boi, fazer o processo de regularização ambiental, fazer o isolamento das áreas desmatadas, são os produtores”, destaca Bruno Vello, coordenador de políticas públicas do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola). “Tem que ser viável para eles, em termos de custos, principalmente.”  No Pará, estimativas de organizações da sociedade civil, como a The Nature Conservancy, indicam que cerca da metade do gado sai de áreas irregulares, com passivos ambientais e fundiários. O governo estadual não desmente e afirma que, destes, 50% poderão voltar para o mercado formal por meio de um novo protocolo de regularização de pequenos e médios produtores. O dispositivo inclui a obrigação de reflorestamento de áreas ilegalmente desmatadas.  “Mais da metade deles estão em propriedades cujo desmatamento ilegal representa menos de 10% do tamanho total da propriedade. São propriedades que tendem a buscar a regularização porque o prejuízo delas é muito grande frente ao tamanho do passivo”, aposta o secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Raul Protazio Romão, que antes de assumir o cargo, era procurador do Estado. “O custo-benefício de essa propriedade se regularizar é muito maior.”  Vulnerabilidades atrasam aplicação    O produtor Wanderlan Sousa Damasceno, no Assentamento Tuerê, pode se enquadrar nesta situação: já recuperou áreas desmatadas ilegalmente e, nos cinco hectares onde cria 100 cabeças de gado, investiu em infraestrutura para fazer manejo com pastagem rotacionada, mais produtiva.   Em um ano, o goiano conseguiu chegar a cinco animais por hectare. Mas as próximas etapas do processo, a identificação individual do rebanho, lhe causam uma certa apreensão.  “Tem que ver também como é que funciona, porque às vezes a gente quer, mas não dá conta. Chegar lá e tem esses problemas de queimada”, relata.   Na tentativa de se regularizar, Wanderlan se deparou com a informação de que existe um registro de uma queimada que, segundo ele, não aconteceu. “E aí como é que eu vou fazer, se eu moro aqui há tantos anos? Fui eu que abri isso aqui. Eu não tenho uma queimada de 2008 para cá”, garante. “Eu sou um cara analfabeto. A gente fica até com medo do mundo que a gente vive hoje, com as leis chegando. É complicado para nós.”  Recursos para a implementação  E tem ainda a situação da segunda metade dos produtores em situação ilegal, incluindo os que invadem terras indígenas, unidades de conservação ou outras terras públicas para criar gado. Nestes casos, a fiscalização e as multas deverão aumentar, assegura o secretário Protazio, e o custo da ilegalidade tende a ser ainda maior quando o programa de rastreabilidade sair do papel.   O orçamento para reforçar as autuações, entretanto, ainda é vago. Mais servidores estão sendo contratados pela Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), responsável pela implementação do programa do ponto de vista sanitário, e a frota de veículos da agência para percorrer o estado está sendo renovada.  O desafio é imenso: com uma superfície mais extensa do que o dobro de um país como a França, o Pará tem 90 mil famílias que trabalham na pecuária, com um rebanho que chega a 26 milhões de cabeças de gado. As autuações cabem tanto à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, quanto a órgãos federais, como o Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).  A despeito de não apresentar números específicos sobre como essa fiscalização será ampliada, o secretário do Meio Ambiente pega o exemplo do esforço feito pelo estado no combate ao desmatamento, que caiu pela metade desde 2019. “Nós decuplicamos a força de combate ao desmatamento. O estado tinha dez fiscais, para o estado inteiro. Nós fomos para 100 fiscais”, defende. “Não só fiscais, como veículos, drones, impressoras. Todo o aparato necessário para essa fiscalização acontecer”, complementa.    O maior frigorífico do país, a JBS, é parceiro do programa: financia parcialmente a compra dos “brincos” para pequenos produtores e das máquinas usadas para ler as informações. Em outubro, cerca de 180 cabeças de gado já estavam registradas, ou menos de 1% do total do rebanho estadual. “A programação para que tudo isso aconteça está no papel. O programa é factível, ele tem potencial para acontecer”, avalia Camila Trigueiro, do Imazon. “O que é necessário é que sejam direcionados recursos para que as fases que foram planejadas sejam de fato executadas.”    Resistência em campo e cruzamento de informações  Em campo, a resistência dos produtores é outra barreira a ser vencida. Não à toa, na hora de conversar com os pecuaristas para explicar o programa da identificação individual, o governo do estado prefere a abordagem sanitária, focada nos benefícios para o controle de doenças no rebanho, em vez do viés ambiental do projeto.  Uma associação de produtores rurais “independentes da Amazônia” chegou a entrar na Justiça para questionar o plano, alegando que ele “desvirtuou a finalidade sanitária e comercial” para ter objetivos “ambientalistas”.  Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará reconhece as dificuldades. “Quando a gente implementou o programa, muita fake news e muita desinformação circulou no Estado. Essas matérias negativas correm muito mais rápido que a verdadeira informação”, aponta. “As nossas idas a campo desmistificam isso. A gente mostra a realidade para o produtor, com muito pé no chão, sem prometer mundos e fundos.”   As informações não estão obrigatoriamente comparadas aos dados ambientais da propriedade, como a validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) – que atesta a produção isenta de desmatamento ilegal. Sem o cruzamento sistemático desses dados, a eficiência do programa no combate ao desmatamento fica limitada.   Custo alto e a desigualdade no campo  Segundo Macedo, as propriedades com mais de mil cabeças já tendem a adotar a identificação individual para a gestão do rebanho. Para os pequenos produtores, o maior freio é o custo da regularização.   “É um processo bastante longo. Exige diversas etapas e uma certa expertise técnica da parte do proprietário, de identificar com precisão essas áreas, o uso de imagens de satélite, e também exige o isolamento das áreas que estão desmatadas. Ou seja, é um processo que é caro”, reitera Bruno Vello, do Imaflora.    “Num país que é muito desigual, a viabilidade disso para os produtores, a capacidade de arcar com esses custos, ela também é desigual. Grandes produtores, que possuem mais capital, conseguem arcar com os custos de transição e fazer isso de uma maneira mais autônoma. Pequenos produtores, agricultores familiares, precisam de apoio para conseguir fazer essa transição”, complementa.   O governo paraense fornece e aplica gratuitamente o dispositivo para os donos de até 100 cabeças de gado. Maria Gorete Rios, agricultora familiar em Novo Repartimento, foi a primeira da região a ter o seu rastreado.   “A gente já fazia um mínimo de controle: tu enumeravas o gado e marcavas a ferro. Só que para o comércio de couro não é legal”, recorda. “Quando vem um brinco com a numeração, fica tranquilo, e não tem maus-tratos dos animais”, comenta. Depois de um demorado processo para regularizar a propriedade, comprada há 11 anos, ela começou a criar gado. Foram três anos vendendo seus animais para atravessadores, até que, em 2024, ela fez a primeira venda direta para a JBS.   “O atravessador compra da gente para vender para o frigorífico. Então por que não eu me organizar, fazer a documentação, tudo bonitinho, e vender direto para o frigorifico?”, conclui.   Exigência dos mercados: UE e, no futuro, China?  Gorete vê a rastreabilidade como um caminho sem volta, num mercado que, pouco a pouco, se torna mais exigente. A Lei Antidesmatamento da União Europeia, que proíbe os países do bloco de comprarem produtos cultivados em áreas desmatadas ilegalmente, inclusive no exterior, foi a primeira a exigir a rastreabilidade dos parceiros comerciais dos europeus, como o Brasil.   Hoje, o único estado da Amazônia Legal que exporta para a União Europeia é o Mato Grosso, mas o Pará pode comercializar gado para o vizinho – o que ilustra outro grande desafio para o país, a movimentação dos animais entre os estados.  A expectativa é que a China, maior cliente da carne bovina brasileira, não demore a também aumentar os padrões ambientais da carne que compra do exterior. Em um relatório de 2022, o Conselho Chinês para Cooperação Internacional em Meio Ambiente e Desenvolvimento (CCICED) indica que Pequim considerando medidas "para evitar que a importação de commodities agrícolas esteja ligada à conversão de ecossistemas naturais no exterior".   “A China pode ser uma grande influência para o Brasil conseguir implementar esse programa, porque praticamente todos os estados que exportam carne bovina têm habilitação para exportar para a China”, aposta Camila Trigueiro. “Se vier dela mais exigências sobre o aspecto socioambiental, acredito que o Brasil vai se movimentar de maneira acelerada para atender, como fez no passado, para evitar vaca louca.”   Mesmo assim, em volta da propriedade da Gorete, a maioria dos vizinhos ainda não está convencida. Segundo ela, muitos temem só poder comercializar com quem tiver gado “brincado”, e preferem esperar para entrar no programa só mais perto do prazo final para a identificação individual do rebanho, em 2027.  Ao mesmo tempo em que a hesitação persiste na região, a vizinhança amarga os impactos das mudanças climáticas na agropecuária. O desmatamento aumenta o calor na Amazônia e a adaptação ao novo clima já é uma realidade para os produtores rurais.   “De uns dois anos para cá, não é a maioria, mas tem muita gente preservando. Tem muita gente sentindo na pele e tendo que preservar para poder se manter nessa atividade, porque senão não vai dar”, constata. “Se você não vai ter pasto, não vai ter água para os animais, vai viver como? Já tem produtor perdendo animais por falta de chuva. A gente tira a vegetação e paga as consequências disso.”  * Esta é a quinta e última reportagem da série Caminhos para uma Amazônia sustentável, do podcast Planeta Verde. As reportagens foram parcialmente financiadas pelo Imaflora.

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Futebol no Mundo #499: Haaland e Mbappé em destaque na Europa, análise do Brasil e tudo sobre eliminatórias

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Neste episódio, falamos sobre Haaland e Mbappé brilharem por Noruega e França, respectivamente, Albânia de Sylvinho, decisões na Ásia, seleção brasileira e muito mais! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

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Um em cada três profissionais de enfermagem e medicina sofre de depressão, um em cada 10 sofreu violência física e/ou assédio sexual e um em cada 10 tem pensamentos suicidas, revela novo relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, na Europa; 10 de outubro é o Dia Mundial da Saúde Mental.