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Pelo menos cinco países do continente europeu dão conta de quase 10 mil mortes causadas pela vaga de calor no final de junho; a OMS avisa para os impactos do calor extremo na saúde da população e apela à preparação das unidades de saúde na prevenção de mortes.
A onda de calor já deixou aproximadamente 4700 mortos.
Sabia que os Fenícios foram os pioneiros em produzir vinhos na Região do Algarve? Nesse episódio vamos contar um pouco sobre a história, geografia, lugares e principalmente vinhos do Algarve, famosa região portugal muito importante para viticultura do país.
Altas temperaturas dos mares contribuem para condições de formação do fenômeno El Niño; onda de calor causa aumento da mortalidade entre europeus.
A Edge desenvolve soluções de gás que impulsionam a competitividade da indústria e do transporte, com foco em eficiência, segurança e inovação. Suas tecnologias apoiam a transição energética e contribuem para uma economia mais sustentável e de baixo carbono. Saiba mais.[Patrocinado]Uma suposta fraude em um banco brasileiro está lançando dúvidas sobre a igreja evangélica mais poderosa do país, fundada e liderada por um bispo conservador bilionário.Vote na Bloomberg Línea!
Portugal está, neste preciso momento, a atravessar mais um evento de calor extremo, com o IPMA a decretar aviso vermelho em vários distritos e temperaturas a ultrapassar os 40°C em largas zonas do território. E este não é um caso isolado: desde o início de 2026 já foram contabilizadas seis ondas de calor em Portugal continental — algumas fora da época balnear, em fevereiro, março, abril e maio.E Portugal não está sozinho. Esta é, na verdade, uma vaga de calor à escala europeia: segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde, este fenómeno já provocou mais de 1.300 mortes na Europa desde 21 de junho. É um número que, por si só, devia bastar para tirarmos as ondas de calor da gaveta dos "incómodos de verão" e as tratarmos como aquilo que são: uma emergência de saúde pública recorrente.Para falar sobre porque é que isto está a acontecer, o que sabemos sobre a ligação às alterações climáticas, os impactos na nossa saúde e — sobretudo — o que está e o que não está a ser feito ao nível das políticas públicas, temos como convidado Francisco Ferreira, presidente da ZERO.
Para quem está pensando em mudar de carreira e entrar na área de tecnologia, isso pode significar encontrar um emprego na Europa. Para nos contar sobre como isso é possível, recebemos o Pedro Paiva que fez essa mudança e hoje vive em Portugal.Entrevistado: Pedro Augusto PaivaInstagram: Pedrocp_09https://www.linkedin.com/in/qapedroaugustopaiva/
Você já conhecia essa história? O Algarve marcou um dos momentos mais importantes da história do vinho.
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A onda de calor que tem assolado a Europa é consequência das alterações climáticas provocadas pela atividade humana. Conclusão de um estudo da World Weather AttributionSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A famosa praga da Filoxera foi uma pedra no sapato dos viticultores europeus por séculos. A solução então surge do mais improvavel: Inundar os vinhedos.Neste episódia abordamos a ideia e o desenvolvimento da técnica, além de como esse processo influênciou toda a história do vinho europeu e mundial.
Há cada vez mais países a pertencerem ao Espaço Schengen (são já 29), mas também há cada vez mais países a suspender este acordo e a reintroduzir o controlo das fronteiras internas. O aumento da imigração de cidadãos de países de fora da União Europeia tem levado ao crescimento dos nacionalismos e, por consequência, a políticas mais securitárias. Neste episódio, conversamos com o jornalista João Diogo Correia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Afirmação é de especialistas que destacam, ainda, que a onda de calor seria impossível há 50 anos.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A redução dos resíduos é um dos grandes desafios do combate à poluição, em especial por microplásticos, que afetam solos, oceanos, ecossistemas e a saúde humana. Na gestão do lixo orgânico, o baixo índice de biodegradabilidade das embalagens freia a expansão da compostagem, inclusive nas grandes economias desenvolvidas. Um país como a França gera 10 milhões de toneladas de lixo orgânico que poderia ser transformado em adubo orgânico e usado na fertilização dos solos. Mas na hora de recolher esse material das casas ou empresas, a maioria é desperdiçada: apenas 17% é coletado, e uma quantidade insignificante está embalada corretamente, com material biodegradável. Ao entrar em contato com resíduos orgânicos, na presença de oxigênio e umidade, a embalagem compostável se decompõe, sendo "consumida" pelos microrganismos presentes nesse ambiente. Nas usinas de revalorização, a triagem do plástico não compostável encarece o serviço, de modo que, de um total de quase 800 plataformas de compostagem no país, apenas 91 aceitam receber o lixo das famílias. Porção pequena de embalagens “É realmente muito, muito limitado, visto que existem apenas três aplicações autorizadas: cápsulas de café, saquinhos de chá e etiquetas de frutas e legumes, além de sacolas para resíduos orgânicos, que são tolerados, embora não constem tecnicamente da lista europeia”, explica Emmanuelle Gastaldi, professora associada da Universidade de Montpellier e considerada uma das maiores especialistas da França sobre o tema. A pesquisadora integra uma equipe que, há cinco anos, busca soluções concretas para reduzir o impacto ambiental das embalagens alimentares. "Se você for a outros países, como a Itália, encontrará embalagens de massa, de papel-toalha e muitas outras aplicações." O exemplo italiano Na Europa, a Itália é o melhor exemplo nessa questão questão, que se tornou cultural no país: 72% do lixo orgânico das famílias é coletado e levado à compostagem. Na sequência, Noruega, Dinamarca, Luxemburgo e Alemanha promovem uma coleta moderada, entre 30% e 56%. Já em Portugal, Polônia ou Grécia, menos de 10% do lixo é encaminhado a um centro de revalorização. "A Itália consome relativamente poucos alimentos ultraprocessados. Creio que há uma ligação direta entre a forma como nos alimentamos e como lidamos com os resíduos”, afirma Gastaldi. "Quando se consome apenas alimentos ultraprocessados, tende-se a não refletir muito sobre essas questões: tudo gira em torno da embalagem que, no fim das contas, será simplesmente incinerada”, observa. Prioridade europeia à reciclagem A pesquisadora salienta que, ao contrário do que possa parecer, o custo das embalagens biodegradáveis não é o maior empecilho para o avanço da cadeia. A União Europeia optou por privilegiar as políticas de reciclagem e o reutilização dos resíduos, em vez da compostagem, considerada um nicho específico e limitado da gestão de resíduos. Assim, a Regulamentação Europeia sobre Embalagens obriga que, a partir de 2030, todas as embalagens que circulam no bloco sejam recicláveis. Neste contexto, Gastaldi lamenta que o desenvolvimento da cadeia da compostagem, carente de investimentos em pesquisa, tenha sido deixado em segundo plano. "Hoje, fabricantes asiáticos têm demonstrado interesse nesses tipos de materiais e estão produzindo, porque não enfrentam as mesmas limitações que nós. O risco é que esse setor específico seja impedido de se sustentar e evoluir”, ressalta. "Há muitas questões em torno do desenvolvimento de materiais que chamamos de barreira, para as atmosferas modificadas. O aspecto mais complexo das embalagens de alimentos não é embalar pós, farinhas ou alimentos secos, que podem ser armazenados praticamente em qualquer lugar”, complementa a professora.
Numa impressionante sucessão de líderes efémeros e por isso de algum modo dispensáveis, o Reino Unido tem novo primeiro-ministro – cuja eleição não deverá merecer concorrência entre os deputados da Câmara dos Comuns, o que é um primeiro sinal positivo. Mas a enormidade dos desafios, nomeadamente o crescimento da extrema-direita, deixa dúvidas sobre a prestação possível dos trabalhistas.De crescimento da extrema-direita se fala também na Colômbia, mais um país da América do Sul que optou pelo segurança do ‘chapéu' dos Estados Unidos. Adiante se verá o que dizem os brasileiros sobre o assunto.Na Europa, entretanto, uma cimeira do Conselho Europeu que debatia assuntos importantes – como o orçamento para os próximos anos – foi enigmaticamente reduzida a um único: a Ucrânia. Não haverá aqui algum exagero?
Conversas que Importam é o podcast da Comunidade Nova, apresentado pela Pra. Natalia Albuquerque. Um espaço de conversas leves, sinceras e relevantes sobre vida, fé, família, imigração, relacionamentos, desafios, propósito e tudo aquilo que realmente importa.A cada episódio, convidados especiais compartilham histórias, experiências e reflexões de forma humana, acolhedora e verdadeira.Um podcast para ouvir, aprender, rir, refletir e crescer junto.Host: Pra. Natalia AlbuquerqueConvidado: Pr. Joaquim e Pra. Guida
Nuno Rogeiro e José Milhazes debateram, em mais um Guerra Fria, as negociações entre o Irão e os Estados Unidos, sublinhando a seriedade das delegações e as divisões internas iranianas dentro da Guarda Revolucionária. Sobre a Ucrânia, analisaram os avanços militares de Kiev, incluindo ataques profundos em território russo e o desenvolvimento de armamento inovador. Abordaram ainda a tensão com a Bielorrússia, o desgaste das populações ucraniana e russa após anos de conflito, e os sinais de instabilidade interna na Rússia, num contexto de autêntica guerra fria. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa Link para Estatuto Editorial Expresso e Link para Estatuto Editorial SIC NotíciasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A maré dos juros americanos mudou totalmente desde o começo do ano. No começo de 2026, analistas de mercado esperavam por um ciclo de cortes nas taxas dos EUA. Depois, a expectativa mudou para estabilidade, e, mais recentemente, os cálculos passaram a incorporar uma alta nos juros. Os analistas estão de olho em dois aspectos que sugerem que o aperto pode ser inevitável: primeiro, o emprego voltou a aquecer e, segundo, a inflação bateu o maior nível em três anos. Quando e como o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pode agir para conter a inflação? No minuto 07:06, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, analisa o que se pode esperar da primeira reunião do Fed sob o comando de Kevin Warsh. Entenda, ainda: Na Europa, juros já começaram a subir; EUA e Irã avançam em acordo de paz; Inflação brasileira estoura o teto de tolerância da meta.
Agência lança roteiro científico para que governos adotem medidas coordenadas de proteção e alcancem zero mortes relacionadas ao calor.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação. No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária. Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%. Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.
O Moderno Espiritualismo na Europa - AGJ02 Bruno Tavares e Luís Jorge Lira Neto
No Guerra Fria em podcast, os comentadores José Milhazes e Nuno Rogeiro reagem em direto ao ataque de mísseis do Irão a Israel. Os primeiros relatos indicam que foram interceptados, mas a ofensiva pode não ficar por aqui. “O Irão tinha dito que ia responder ao que dizem ser uma agressão de Israel ao Hezbollah. Achava-se que era bluff, mas materializou-se”, explica Nuno Rogeiro, que aponta este momento como o recomeçar de um conflito. Na Europa, a Arménia foi hoje a votos, com a Rússia a desvalorizar o processo eleitoral ainda antes de as urnas abrirem. “Pelos vistos, vai ser um grande balde de água fria para Putin e o Kremlin. As sondagens indicam que o candidato pró-União Europeia pode receber entre 58% e 63% dos votos”, esclarece José Milhazes. Os comentadores analisam ainda os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia e a carta de Zelensky ao presidente russo. Ouça o comentário emitido na SIC a 7 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com Vinicius Thor
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um drone russo atingiu um prédio residencial na Romênia, próximo à fronteira com a Ucrânia. Duas pessoas ficaram feridas. O presidente da Romênia convocou uma reunião de emergência em resposta ao incidente. A União Europeia e a OTAN condenaram o ataque e classificaram-no como imprudente, afirmando estar preparadas para defender o território dos países membros. E ainda: SUS amplia proteção vacinal para doença pneumocócica.
Forças armadas dos Estados Unidos atacaram locais de lançamento de mísseis no Irã e embarcações que tentavam colocar minas no Estreito de Ormuz, poucas horas depois da chegada de negociadores iranianos ao Catar para as tratativas. Tem ainda:- Israel sinaliza que pretende intensificar os ataques contra o Hezbollah, apesar da expectativa de inclusão do conflito no Líbano como parte do tratado de paz entre Estados Unidos e Irã- Na Bolívia, manifestantes ligados ao ex-presidente Evo Morales marcharam até o palácio presidencial, em La Paz, para pedir antecipação e mudanças no processo eleitoral- Vaticano divulga documento com mais de 42 mil palavras pedindo aos líderes mundiais que protejam a humanidade dos efeitos disruptivos da inteligência artificial- Onda de calor em plena primavera faz cidades do sul da Espanha registrarem temperaturas de até 38 graus, enquanto França, Alemanha e Reino Unido batem recordes históricos para esta época do ano Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
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Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
João Paulo Frossard, da equipe de pesquisa setorial do Rabobank nos EUA, fala com Andy Duff sobre seu relatório recente focado em como o uso crescente de medicamentos GLP-1 impacta o consumo de alimentos e bebidas nos EUA e na Europa. O tema tem relevância específica para o Brasil. A patente da semaglutida, que é um tipo de substância GLP-1 e o princípio ativo de medicamentos bem conhecidos, como Ozempic e Wegovy, expirou em março deste ano. Já há uma fila de medicamentos à base de semaglutida produzidos pela indústria farmacêutica nacional aguardando análise da ANVISA. Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Nesta sexta-feira, analisamos tensões no mercado farmacêutico global e avanços na edição genética, começando pelo alerta da EMA sobre o momento crítico no acesso a novos medicamentos na Europa, impactado por políticas de preços internacionais. Detalhamos a atualização do CDC sobre o aumento de viroses respiratórias não-COVID, como o VSR e o Estreptococo do grupo A, e o que isso muda no diagnóstico diferencial na atenção primária. Por fim, abordamos no Radar uma pesquisa experimental que utiliza a ferramenta CRISPR-XIST para silenciar o cromossomo extra na Síndrome de Down.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/24-04-2026
Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos. No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%. Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.
Nesta quarta-feira, analisamos iniciativas de acesso e inovações que simplificam o cuidado, começando pelo programa "Caminhos da Saúde", que entrega veículos de transporte sanitário para evitar a interrupção de tratamentos como radioterapia e hemodiálise. Detalhamos a aprovação da FDA para o Idvynso, uma nova combinação oral de comprimido único diário para adultos com HIV-1, que amplia as opções de baixa complexidade para a adesão terapêutica. Por fim, abordamos no Radar um relatório da OMS/Europa que revela que 74% dos países da região já utilizam inteligência artificial para apoiar diagnósticos, ressaltando a urgência de literacia digital para as equipas de saúde.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/22-04-2026
A passagem pela Alemanha, Espanha e Portugal foi também a oportunidade para o líder brasileiro defender temas centrais da política externa brasileira, como a democracia, o desenvolvimento sustentável, o multilateralismo e a redução das desigualdadesSonoras:
Ela foi coroada em 1109 e reinou por 17 anos em uma das principais regiões do que hoje é a Espanha; mas enfrentou muita resistência e só foi aceita pela corte depois que se casou.
Entrevistamos nesta edição do Papo Antogonista Isabella Cêpa, que atualmente vive fora do Brasil e afirma estar enfrentando um processo de exílio devido a desdobramentos jurídicos e políticos envolvendo a deputada federal Érika Hilton.Entenda os bastidores dessa disputa que levanta debates sobre liberdade de expressão, perseguição política e os limites da atuação parlamentar no Judiciário. Isabella detalha como sua rotina mudou, as motivações por trás das ações e o que ela descreve como uma tentativa de silenciamento.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #exclusivo #isabellacepa #erikahilton #entrevista #exilio #perseguição #europa #politica #justiça #feminismo #polemica #liberdade #denuncia #bastidores #debate #opiniao #jornalismo #noticias #atualidades #podcastbr
No Papo Antagonista desta terça-feira, 14, entrevistamos a feminista Isabella Cepa, que precisou de asilo na Europa após perseguição da deputada Érika Hilton.Também conversamos com o professor do departamento de história da UFBA, Rodrigo Perez, sobre a liberdade acadêmica no Brasil.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #feminismo #isabellacepa #asilo #europa #liberdadeacademica #paponantagonista #censura #politica #direitoshumanos #academia #jornalismo #debate #liberdadedespressao #exilio #geopolitica #atualidades #podcastbrasil #noticias #sociedade #direitos
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Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (1ª parte): Como compara a economia europeia com outras? Portugal: Será que o PIB per capita cresceu menos do que se acha? PIB vs outras medidas de desenvolvimento Economia UE vs EUA Política Industrial Porque ficou a UE para trás face a EUA e China? Desigualdade e populismo A concorrência das economias asiáticas Pandemia enquanto acelerador da digitalização Desafio de criar um verdadeiro Mercado Único na UE | Estudo do FMI Peso da regulação | “Efeito Bruxelas” | Goldplating regulatório Na Europa há maior aversão ao risco? Falta de capital de risco (venture capital). Portugal: Consensos entre economistas Portugal: Impacto do IRC alto. Dificuldades políticas de baixar o IRCSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Qualidade das instituições chinesas, preço acessível e segurança do país são diferenciais apreciados pelos pais dos adolescentes
Iniciativa tem parceria com o Escritório para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos e financiamento da Comissão Europeia; agência que ajudar a prevenir racismo e na promover inclusão.
A pauta de hoje explora descobertas que prometem ampliar o entendimento metabólico e oncológico, começando pela identificação de um novo mecanismo cerebral da metformina — o fármaco depende da modulação da proteína Rap1 no hipotálamo para exercer a sua ação antidiabética. Analisamos também os resultados de uma terapia combinada experimental que reduziu em 40% o risco de progressão da doença em pacientes com cancro de mama. Por fim, abordamos um estudo da Comissão Europeia sobre a adoção da inteligência artificial na saúde, destacando que a confiança dos profissionais e a segurança de dados são pilares tão cruciais quanto a própria tecnologia.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/26-03-2026
Neste episódio comentamos sobre as principais atualizações e desafios no mercado de tecnologia, trazendo uma análise objetiva sobre cibersegurança e proteção de dados. Ao longo da reprodução, você irá descobrir os recentes desdobramentos éticos do uso de inteligência artificial em contextos militares, envolvendo a recusa da Anthropic em aderir aos termos do Departamento de Defesa norte-americano e os impactos disso para a privacidade global. Você também irá aprender sobre o novo marco regulatório do Conselho Federal de Medicina para ferramentas automatizadas na área da saúde, compreendendo como as exigências da LGPD se aplicam à segurança da informação na proteção de dados médicos sensíveis. Além disso, você entenderá os detalhes do recente ataque hacker que causou graves incidentes de segurança no setor financeiro, e saberá identificar as vulnerabilidades críticas na integração de modelos de linguagem via protocolo MCP, como a perigosa injeção de prompts em servidores expostos. O host Guilherme Goulart compartilha ainda sua vivência no evento SecOps Summit, refletindo sobre a importância dos profissionais de segurança na governança corporativa. Por fim, você poderá avaliar como o uso excessivo do ChatGPT pode afetar a criatividade e gerar a homogeneização do pensamento. Para continuar acompanhando nossas discussões, não se esqueça de assinar o podcast na sua plataforma preferida, seguir nossos perfis nas redes sociais e avaliar o programa para apoiar o nosso trabalho. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Episódio citado – 2013-06-18 – Episódio #28 – PRISM – Privacidade X Segurança The Pentagon formally labels Anthropic a supply-chain risk Anthropic's Claude is suddenly the most popular iPhone app following Pentagon feud Anthropic vs. U.S. Department of War The Pentagon Can't Afford This A.I. Fight Statement from Dario Amodei on our discussions with the Department of War Employees across OpenAI and Google support Anthropic's lawsuit against the Pentagon AI safety leader says ‘world is in peril’ and quits to study poetry Microsoft & Anthropic MCP Servers at Risk of RCE, Cloud Takeovers AI Conundrum: Why MCP Security Can’t Be Patched Away MCP is the backdoor your zero-trust architecture forgot to close Ministério da Educação – REFERENCIAL PARA DESENVOLVIMENTO E USO RESPONSÁVEIS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO Nova resolução de uso de IA na CFM Artigo “When ChatGPT is Gone: Creativity Reverts and Homogeneity Persists“ BTG Pactual restabelece operações via Pix após ser alvo de ataque hacker BTG Pactual sofre ataque hacker e suspende operações via Pix PF investiga participação de funcionários no ataque hacker de R$ 100 milhões ao BTG Pactual Imagem do Episódio: A Torre de Babel — Pieter Bruegel
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Semana de grandes emoções com a participação dos brasileiros em Ruanda. O clímax, sem dúvida, foi a vitória de Henrique Bravo na Etapa 7, atacando no Mur de Kigali. A promessa é cada vez mais realidade na Soudal Quick Step Devo. No RADIO falamos do Bravinho, claro, e da Localiza Meoo. O time liderado por Henrique Avancini foi muito bem na volta africana. Na Europa, as clássicas de primavera começaram em grande estilo com a Omloop Het Nieuwsblad e os campeões foram os marrentos Mathieu Van der Poel e Demi Vollering. Porém, tem muita, mas muita coisa para falar nesta semana. Junte-se à resenha da semana!
Marco Rubio esteve na Conferência de Segurança de Munique e o objetivo não foi pedir desculpas, mas explicar nova assertividade norte-americana. A análise do Major-General Arnaut Moreira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Unaids e Fundação Alemã, Das, apelaram a mais parcerias e financiamento para sustentar a ações contra o vírus nas duas regiões; novas infeções e mortes relacionadas com a Aids continuam a aumentar.
➡️ Link para votar no prêmio: Estrela do Atlântico https://dashboard.premioestreladoatlantico.com➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link:https://wa.me/message/HDCIZBVM7OQ2N1➡️ Quero saber sobre trâmites em Portugal, Alemanhã, Austria, Polônia e Hungria:https://bit.ly/hiportugal➡️ Quero saber sobre trâmites na Itália:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 162. Tráfico na EuropaSimone saiu do Brasil acreditando que teria uma chance de mudar de vida. O que ela encontrou foi tráfico humano, violência, prisão injusta e perdas irreparáveis. Anos depois, já mãe de três meninas, precisou tomar a decisão mais dolorosa da sua vida: deixar as filhas para trás para conseguir protegê-las. Esta é uma história real sobre imigração, maternidade, abuso, fé e sobrevivência. ➡️Se gostou dessa história vai gostar também de...Casei com pastor e conheci o inferno
Bastaram poucos dias, mas as principais equipes do WorldTour já estão acumulando vitórias na Austrália e na Europa.Seja no masculino ou no feminino, a UAE já começou sua saga vencedora. Mas os tombos - e até um canguru - complicaram a vida da equipe mais dominante do pelotão.Os brasileiros Tota Magalhães e Henrique Bravo deixaram boa impressão, sendo a brasileira essencial para a primeira vitória da Movistar com Cat Fergunson.No RADIO da semana também a participação da seleção em El Salvador e os brasileiros da Localiza Meoo-Swift no Tour de San Juan.E, claro, as principais manchetes da semana em discussão com Ana Lidia Borba, Nicolas Sessler e Leandro Bittar.
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam o início do Paulistão, com a derrota do São Paulo para o Mirassol e os problemas fora de campo para Julio Casares, as vitórias de Corinthians, Palmeiras e Santos no Paulista, enquanto o Flamengo com o sub-20 empatou na estreia do Carioca, os tropeços dos mineiros e o fim de semana com Raphinha brilhando no Barcelona e Endrick no Lyon