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O Papo Antagonista recebeu o jornalista Fabrício Vitorino, direto da Ucrânia, para falar sobre a guerra que completou quatro anos nesta semana.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Ucrânia #Guerra #Geopolítica #Notícias #Conflito #Mundo #Jornalismo #DiretoDaUcrânia #VidaNaUcrânia #RelatosDeGuerra #GeopolíticaInternacional #Atualidades #HistóriaViva
O conflito está destruindo sua vida e seus relacionamentos? Hoje, Joyce compartilha sobre a beleza da unidade e a feiúra da ofensa.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Secretário-geral da ONU deve participar de encontro no Conselho de Segurança em Nova Iorque; OMS alertou para aumento de 20% a entidades de saúde na Ucrânia; desde a invasão da Rússia pelo menos 41 mil civis foram feridos.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Irã sinalizou que pode aceitar concessões em seu programa nuclear para tentar evitar um ataque dos Estados Unidos. A informação foi divulgada neste domingo pela agência de notícias Reuters. Uma autoridade iraniana disse que Teerã considera enviar metade de seu urânio mais altamente enriquecido para fora do país, diluir o restante e participar da criação de um consórcio regional de enriquecimento. Além disso, o Irã estaria disposto a oferecer oportunidades para que empresas norte-americanas atuem nas indústrias de petróleo e gás do país. Os Estados Unidos veem o enriquecimento de urânio dentro do Irã como um caminho para a produção de armas nucleares. O Irã nega estar buscando esse armamento e quer que seu direito de enriquecer urânio seja reconhecido. O presidente americano, Donald Trump, ameaçou atacar militarmente o Irã e o país já disse que daria uma resposta, mas as duas nações devem realizar a terceira rodada de negociações na próxima quinta-feira. Em entrevista à Rádio Eldorado, Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, disse que a situação ainda é imprevisível e ressaltou que, além da questão nuclear, os Estados Unidos têm como preocupações o programa de mísseis do Irã e o financiamento do país a grupos terroristas. Ele apontou, no entanto, que um eventual acesso ao petróleo iraniano pode ser interessante para os americanos. “O Irã está tentando uma jogada que vários líderes globais já entenderam, que a mentalidade de Donald Trump é de negociante”, avaliou. See omnystudio.com/listener for privacy information.
DEUS_NO_BANCO_DOS_RÉUS
Você vai desistir de ficar com raiva de Deus? Descubra a importância de manter a raiva e os conflitos fora de sua vida.
Com 300 aviões de combate, dois porta-aviões e até submarinos com mísseis de cruzeiro, a presença americana na região é significativa. Será que estamos a ver uma fase de dissuasão ou algo mais próximo de um confronto direto? Na região do Golfo, não havia tanto aparato militar americano desde a invasão do Iraque. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr Albusaidi, confirmou que os Estados Unidos e o Irão vão realizar uma nova ronda de conversações na quinta-feira em Genebra. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tanya 4 Adar Cap 30 Parte 2 -O conflito pessoal para cumprir bem as mitsvot.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
GÊNESIS: TRANSFORMADO PARA REINAR
Angola propõe cessar-fogo entre Governo da República Democrática do Congo e M23 a partir desta quarta-feira. Mas haverá condições reais para que este acordo entre em vigor? Mineração ilegal ameaça o ecossistema nas margens do rio Cunene, o maior do sul de Angola. Governo etíope mobiliza tropas para a fronteira do Tigray.
Será "uma operação muito mais complexa" do que a do ano passado, levada a cabo pelos EUA a Teerão, explica Orlando Samões. "Esperemos que seja apenas um ataque cirúrgico".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
União Africana, Igad, Liga dos Estados Árabes, União Europeia e Nações Unidas manifestaram “grave preocupação” com a escalada contínua do conflito no Sudão; apelo é pelo fim imediato de novas ações militares e defendendo uma trégua humanitária com a aproximação do Ramadã.
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
A treta entre Somália, Somalilândia e a Etiópia. Inundações no Marrocos e Moçambique. Partidos de Oposição em Burkina Faso. E o Giro completo em África.APOIE O PDL no PIX: contatopontadelanca@gmail.comApresentação: Marcus Carvalho, Luis Fernando Filho e Márcio PauloBloco Principal: Camila Zambo e Cesar Augusto Chidozie Quadro: Márcio PauloEdição: Luis Fernando FilhoASSINE nossos planos no APOIA-SE (cartão ou boleto): https://apoia.se/pontalancapdl
00:00 Se você é cotista do GARE11, esse vídeo não é opcional00:31 O GARE11 não é mais o mesmo: Mudança de DNA02:05 A estrutura complexa dos fundos filhos 03:52 O giro de R$ 500 milhões: Venda das lojas Mateus e Pão de Açúcar05:06 Novas compras em BH e Confins via troca de cotas06:16 A Bomba da Assembleia: O que são os R$ 100 bilhões?07:28 Risco de Diluição: Por que o cheque em branco é perigoso?08:47 Conflito de Interesse: Negociando com a própria gestora09:55 Veredito: Vale a pena ou ficou arriscado demais?11:43 Tenho duas opções pra você: RC Club e RC Wealth
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste vídeo, vamos refletir sobre relacionamentos, emoções ecomportamentos que impactam diretamente a forma como nos vinculamos, noscomunicamos e cuidamos de nós dentro das relações.Sou Paula Freitas, psicóloga, psicoterapeuta de casale terapeuta sexual, e aqui no canal compartilho conteúdos sobre:✔️relacionamentos saudáveis✔️comunicação no casal✔️amor, apego e limites✔️autocuidado emocional✔️saúde mental e vínculos afetivosA ideia é trazer uma psicologia prática, acessível ereflexiva, para te ajudar a construir relações mais conscientes, leves erespeitosas, começando pela relação com você mesma(o). Se esse conteúdo fezsentido para você:
O Irã que domina as manchetes hoje, com drones, mísseis e tensões geopolíticas, não surgiu do nada. O estopim de muito do que vemos no Oriente Médio aconteceu em 1979. Mas como um país que era o farol da modernidade ocidental na região sofreu uma transformação tão radical? Neste diagnóstico completo, mergulhamos nos bastidores da Revolução Iraniana. Entenda o papel das grandes potências, a exploração do petróleo e como a queda do Xá Reza Pahlavi abriu caminho para o regime dos Aiatolás. Se você quer entender por que o Irã se tornou o centro dos maiores conflitos contemporâneos e como a Crise dos Reféns mudou a diplomacia mundial, este vídeo resume a história em poucos minutos.
Ouça e seja abençoado! Nos envie sua mensagem fazendo seu pedido de oração (41) 99615-5162Siga nossas redes sociais!Instagram.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAFacebook.com/agindoOFICIALYouTube.com/AGINDODEUSQUEMIMPEDIRAwww.agindodeusquemimpedira.com.br
Na segunda edição deste boletim você confere:- Moraes autoriza que hacker Walter Delgatti seja transferido para regime semiaberto;- Conflito entre Rússia e Ucrânia motiva reunião de urgência no Conselho de Segurança da ONU;- Venezuela afirma ter libertado 116 presos políticos e ONG diz que foram apenas 41. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação das monitoras Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
O Corinthians quitou um transfer ban nacional com dinheiro antecipado da Liga Forte União. O problema não é apenas financeiro, mas político: o presidente da LFU também ocupa cargo no clube beneficiado. Neste vídeo, analisamos o conflito de interesses, a normalização desse modelo no futebol brasileiro e o papel da imprensa diante dessas estruturas.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Corinthians
Pesquisa do Unicef analisou 500 crianças do estado de Darfur do Norte; mais da metade delas sofre alguma forma de desnutrição, com 18% sob risco de morte nas próximas semanas; agência apela por pausa humanitária nos combates para permitir entrega de ajuda.
Tanya 10 Tevet Cap 9 Parte 2 -O conflito entre as almas e seus objetivos quando a divina prevalece
Chegou a vez de Sergio Leone em nosso podcast. No episódio 14, Fred, Marcelo e Sergio debatem toda a carreira deste grande diretor italiano, que começou fazendo os épicos “Os Últimos dias de Pompéia” e “O Colosso de Rodes” e deixou como último trabalho, o excelente “Era uma Vez na América”(1984). Neste áudio, além deste filme, entramos a fundo em seus principais clássicos, como "Um Punhado de dólares", "Por Uns Dólares a Mais", "Três Homens em Conflito", "Quando Explode a Vingança" e "Era uma Vez No Oeste".----------------------ATENÇÃO: TIVEMOS QUE REPUBLICAR ESTE EPISÓDIO EM FUNÇÃO DO SPOTIFY CONTESTAR O USO DE MÚSICAS ESPECÍFICAS. ESTE EPISÓDIO FOI LANÇADO ORIGINALMENTE EM 1 DE MAIO DE 2015.----------------------Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.brNos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
NESTA EDIÇÃO. Crise entre EUA e Venezuela vive escalada com bloqueio ao trânsito de navios petroleiros. Greve na Petrobras tem adesão em todas as plataformas da Bacia de Campos. Nova linha de crédito de até R$ 6 bilhões incentiva redução no consumo de diesel no transporte rodoviário. ANP não busca convergência nem toma lado na revisão tarifária do gás, diz Pietro Mendes. Menos de 250 mil famílias retiraram botijões no Gás do Povo. ***Locução gerada por IA
Operação de paz da ONU quer recursos para tornar atuação mais eficaz; confrontos em grande escala envolvem atores regionais e uso de armamento pesado; meio milhão de pessoas já foram deslocadas 10 dias após agravamento dos confrontos.
Líder da ONU condenou ofensiva que deslocou mais de 200 mil pessoas nos últimos dias; confrontos deixaram 74 civis mortos e pelo menos 83 feridos; programas de assistência humanitária, incluindo ajuda alimentar e cuidados de saúde, foram afetados pela insegurança.
Gilmar Mendes recuou nesta quarta-feira (10) de parte da decisão que limitava o processo de pedido de impeachment para ministros do Supremo Tribunal Federal. A decisão acontece em um momento em que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes se envolveram em situações de conflito de interesses com o Banco Master. O Durma com Essa conta os casos dos ministros e explica as mudanças com a decisão de Gilmar. O programa tem também João Paulo Charleaux comentando as tensões no Mar do Caribe e Lucas Zacari explicando a disputa pela compra da Warner. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
CEDEAO está em estado emergência por conta dos golpes. CPLP prepara uma missão para a Guiné-Bissau. Deputada espera que a missão ajude o povo guineense. Nova estratégia de segurança norte-americana rompeu com o passado entre os EUA e a Europa.
Jorge Rodrigues considera que Zelensky tenta envolver a Europa e os EUA, mas a pressão da Rússia deixa limitações de defesa à Ucrânia. Ainda acrescenta que a questão territorial é o maior problema.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que somente a PGR pode pedir impeachment de ministros da Corte. A decisão será analisada pelos demais integrantes do Supremo, entre 12 e 19 de dezembro.A canetada de Gilmar foi criticada por parlamentares ao longo desta quarta-feira, 3.Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Feltrin comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Vítor Gabriel Oliveira alerta que Rússia ganha vantagem, com Europa sem força para impor condições. Admite também que desfecho do conflito pode depender de entendimento entre Moscovo e Washington.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conflito na Ucrânia desencadeou saída de países europeus de Tratado Internacional para a Poibição de Minas; contaminação por artefatos explosivos afeta 57 nações e 90% das vítimas são civis; Angola têm 57,07 km² contaminados; Moçambique enfrenta ameaça crescente de dispositivos explosivos improvisados.
Em um caminho de discipulado Jesus instrui seus discípulos quanto a uma guerra que travamos todos os dias neste mundo mal. Assim, o Mestre dá alguns conselhos de como travar essa batalha com sabedoria.Pregação do Rev. David Horta no Culto do dia 30 de novembro de 2025 na IP Moriah em Americana-SP.
Bruno Cardoso Reis, historiador, acredita que inicialmente a esperança de Trump era que a exibição de poder militar assustasse o regime e levasse Maduro a sair voluntariamente do território.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guiné-Bissau: Conheça os perfis de Jomav, Baciro Djá e Vieira, candidatos às presidenciais de domingo. Moçambique: Denúncias de crimes no contexto da exploração de gás: Total Energies passou a ser Estado em Cabo Delgado? Negociações de paz secretas para a guerra Rússia-Ucrânia estarão em curso e incluem concessões significativas de terras à Rússia.
LUIZ SAYÃO é pastor, PADRE JOSÉ EDUARDO é sacerdote e STATHIS TSOTSOS é professor de grego e ortodoxo. Eles vão bater um papo sobre o aniversário de 1700 anos do Concílio de Niceia, que unificou o Cristianismo, só que não. O Vilela não pode comparecer a esse evento, pois seu dinossauro estava com gripe.
Áreas de Al Fasher e Kadugli entram para lista de locais com crise alimentar em níveis alarmantes; regiões sob cerco enfrenta fome generalizada, áreas onde combates diminuíram começam a dar sinais de recuperação.
Em Moçambique, Observatório do Cidadão para a Saúde afirma que a política investe pouco na saúde, porque dirigentes preferem procurar cuidados médicos fora do país. Na Tanzânia, pela primeira vez em mais de 30 anos, os principais partidos da oposição estarão ausentes das eleições presidenciais na proxima quarta-feira. Bayern Munique continua a bater recordes, e o Real Madrid derrotou o Barcelona.
Tom Fletcher participou de encontro de líderes sobre plano de paz proposto pelos Estados Unidos; ele pediu que todos os corpos de reféns falecidos sejam devolvidos pelo Hamas e que forças israelenses removam obstáculos à entrega de assistência.
Pauta:1) DOIS ANOS DE CONFLITO E A “PAZ” DE TRUMP 2) CONTAGEM REGRESSIVA PARA MADURO NA VENEZUELA3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Igor 3k, Tramontina e Professor HOC falam sobre: - Lula e Trump se falam por telefone e acordos comerciais devem sair nos próximos dias- Conflito em Gaza completa dois anos: Saldo e os próximos passos- Tarcísio críticado após fala sobre Metanol
Em Angola, o secretário nacional para os Assuntos Eleitorais da UNITA diz à DW África que o Tribunal Constitucional que não está a respeitar a Constituição do país. Em Moçambique, o Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, disse que se o país implementasse tudo o que planifica, poderia tornar-se um país de primeiro mundo. E foi há dois anos que o Hamas atacou Israel.
Este episódio de Escafandro, o primeiro feito em parceria com a Agência Lupa, conta como estelionatários ensinam golpes online, sob vista grossa das plataformas de mídias sociais. O número de estelionatos no Brasil não para de crescer. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2025, a quantidade de casos registrados aumentou mais de 400% desde 2018. De acordo com uma pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um a cada três brasileiros foi vítima de algum golpe digital no último ano. Mas, nessa apuração exclusiva, a Lupa descobriu que o crescimento dos golpes digitais não é orgânico, apenas. Não são só golpistas copiando golpistas. Existem escolas de golpe online que ensinam técnicas das mais diversas. Como clonar um cartão, como usar esse cartão sem ser pego, como configurar sites falsos, como burlar o reconhecimento facial e assim por diante.Boa parte desses cursos, e dos golpes que eles ensinam, ocorre em plataformas como o TikTok, o Instagram e o YouTube, além de aplicativos de mensagem como WhatsApp e Discord. As grandes empresas de tecnologia, por sua vez, não parecem empenhadas em coibir esse tipo de prática.Episódios relacionados#31: Profundezas da rede – Capítulo 1: O Tabuleiro#90: Era uma vez um Google bonzinho#133: Inteligência artificial artificialEntrevistados do episódioCezar Bueno de LimaDoutor em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e autor do livro “Jovens em Conflito com a lei: liberdade assistida e vidas interrompidas”.Alessandro HirataProfessor de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Fernanda VicentiniProfessora de conteúdo e redes sociais dos cursos de Pós-Graduação e MBA da ESPM.Luiz Augusto Filizzola D'Urso Advogado especialista em cibercrimes e professor de Direito Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV), David Marques Sociólogo e coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.Ficha técnicaPauta, produção e reportagem: Gabriela SoaresEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini