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En el episodio n.º 92 de Latinotopia hemos hablado con Fidel Zaldumbide, percusionista, compositor y pedagogo, que vino a Alemania en el 2017 para estudiar música y acabó construyendo una carrera sólida e internacional en este país. Es especialista en percusión y en este campo compone, interpreta y enseña. Recientemente, ha abierto una academia para compartir todo lo que ha aprendido. Organiza conciertos de marimba y lleva con pasión y alegría ritmos que combinan los colores de su bello Ecuador con aires musicales de la Alemania que lo ha acogido durante éstos años. Su música se puede catalogar como universal y clásica. Su música, sus conocimientos musicales y su buena energía son un aporte para este país. En esta charla, descubrimos a un migrante feliz y dispuesto a compartir sus conocimientos musicales con otros apasionados de la música. Fidel Zaldumbide en las redes: En Instagram: @fidelzaldumbide Página Web de Fidel: https://fidelzaldumbide.com/ Latinotopia en las redes sociales Instagram, Facebook @Latinotopia Website: www.latinotopia.net Suscríbete a nuestro canal de Youtube: https://www.youtube.com/latinotopia Suscríbete en tu plataforma favorita de Podcast! Moderación: William Bastidas
Você já ouviu que o brasileiro produz pouco porque trabalha pouco?Os dados mostram exatamente o contrário. No novo episódio do Dedo no Pulso – Panorama Macroeconômico, analisamos números recentes do PISA (OCDE), do Banco Mundial (Doing Business), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do The Conference Board, para entender por que o Brasil gera apenas cerca de US$ 21 por hora trabalhada, enquanto países como os Estados Unidos e a Alemanha superam os US$ 80 por hora.
Nesse episódio a profa. Patricia Guarnieri conversa com o prof. Mauricio Amazonas, prof. Elimar Nascimento, Maria Clara Maia e Pati Reis,membros do Grupo SOrg - Sustentabilidade nas Organizações do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília. A SOrgBrasil é uma plataforma tecnológica pública, de livre acesso e colaborativa. Criada a partir de projeto liderado pela UnB e com financiamento da FAPDF, visando oferecer um instrumento de alavancagem da Sustentabilidade das Organizações a empresas, agentes públicos, agentes financeiros, investidores, organizações do terceiro setor, especialistas e à sociedade em geral.Vem com a gente saber mais sobre esse assunto!Se quiser saber mais acesse:https://www.sorgbrasil.comParticipe da fase de testes! As orientações podem ser acessadas aqui: Lançamento | SorgVideocast: https://youtu.be/fxQ37Vjd0NY
Organização alerta sobre consequências arrasadoras para os menores, as famílias e a sociedade no país; nação caribenha vive múltiplas crises, há vários anos, que agravam condições de vida.
Os combustíveis sintéticos se destacam como uma rota promissora para alcançar zero emissões líquidas de gases de efeito estufa no transporte marítimo até 2050. Natália Coelho, colaboradora do relatório Argus Marine Fuels, e Pâmela Machado, que cobre hidrogênio e derivados, discutem as oportunidades e desafios em torno desses combustíveis limpos, incluindo o recente adiamento da votação sobre precificação de carbono na Organização Marítima Internacional.
Neste episódio, recebemos Ricardo Young — empresário, professor, ativista e uma das vozes pioneiras na construção da agenda de sustentabilidade no Brasil — para uma conversa profunda sobre sua trajetória familiar, empresarial, política e social. Abrimos o diálogo ainda na sua infância, por meio do seu intercâmbio cultural e valores que ajudaram a moldar sua forma de enxergar o mundo e que, de muitas maneiras, seguem presentes até hoje. Ao revisitar sua caminhada, Ricardo compartilha bastidores e aprendizados que se intensificam a partir de seu ingresso na Fundação Getulio Vargas (FGV), quando passa a se engajar nos movimentos estudantis e no movimento pelas liberdades democráticas.A pauta da sustentabilidade está desde muito cedo na vida de Ricardo, e quando se juntou para fundar o Instituto Ethos, inaugurou um lugar de protagonismo para o setor empresarial na transformação da sociedade. A sustentabilidade surge muito cedo em sua vida e ganha contornos mais estruturais quando, ao se juntar para fundar o Instituto Ethos, inaugura um novo lugar de protagonismo para o setor empresarial na transformação da sociedade.Ricardo propõe a sustentabilidade como uma pauta transversal, capaz de conectar diferentes setores, dialogar com o pensamento sistêmico e avançar para a complexidade. Mas aponta também a urgência de um próximo passo: sair da lógica de apenas sustentar para, de fato, entrar no regenerar.Entre memórias pessoais, decisões difíceis e aprendizados construídos ao longo da vida pública e empresarial, emerge uma provocação central: talvez o grande desafio do nosso tempo seja recolocar a vida e não o lucro no centro das decisões. Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@gabrielaszu
Debate da Super Manhã: Seja na educação de crianças e adultos; no atendimento à saúde, na assistência às pessoas mais vulneráveis e na geração de oportunidades de emprego. As políticas públicas são fundamentais quando se tem como objetivo o desenvolvimento humano e social. No debate desta quinta-feira (19), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as ações concretas aplicadas pela gestão do Recife, bem como a do governo estadual, a realidade da população pernambucana, os impactos na vida das famílias e os resultados observados em busca da justiça social e cidadania. Participam o secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas de Pernambuco, Carlos Braga, a socióloga, cientista social e coordenadora executiva do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP) em Pernambuco, Edna Jatobá, e o idealizador da Rede dos Centros Comunitários da Paz (Compaz), Murilo Cavalcanti.
A presidência brasileira da Conferência do Clima da ONU em Belém convida os países e organizações internacionais a contribuírem, a partir da semana que vem, com a elaboração de um “mapa do caminho internacional” para o afastamento dos combustíveis fósseis, os principais causadores do aquecimento global. O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, realiza um giro internacional para reunir apoio técnico para a proposta, lançada pelo Brasil em novembro passado. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Depois de se encontrar com a autoridade climática da ONU (UNFCCC) na Turquia, para iniciar os preparativos para a próxima COP, em Antalya, o embaixador esteve na sede da Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma. Na sequência, esteve em Paris para reuniões na Agência Internacional de Energia e com a Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena). O primeiro passo é compilar os dados mais recentes para fundamentar uma proposta equilibrada, no contexto em que a maioria dos países ainda tem uma forte dependência das fontes fósseis de energia, explicou Corrêa do Lago à RFI. "A primeira parte são os dados. A maior parte deles já está publicada, mas há muitas publicações sobre diversos temas e nós queremos que o mapa do caminho internacional seja um instrumento de desmistificação dos problemas relacionados a isso e de simplificação do grande volume de informações existentes”, indicou. "Todas as instituições relacionadas à energia podem contribuir.” Incluir a Opep na conversa O embaixador também busca agregar visões divergentes sobre o tema, incluindo a Organização dos Países Produtores de Petróleo (Opep). A entidade, que reúne as economias que mais se opõem à conversa sobre o fim do petróleo (como os países do Golfo e a Rússia), defende que o foco deve ser a redução das emissões de gases de efeito estufa em geral, e não direcionada a setores específicos. Além disso, sustenta que esse objetivo deve ser atingido mediante ações voluntárias dos países. "É muito importante que a gente incorpore as diferentes visões de diferentes organismos. Não é que um deles vá guiar o processo, até porque, desses organismos todos, só um é das Nações Unidas, o relacionado à energia atômica [AIEA]”, observou o diplomata. Na COP30 em Belém, os grandes produtores de petróleo exerceram forte pressão para que, nos textos finais da conferência, não houvesse menção aos combustíveis fósseis. Dimensão política e dimensão diplomática das COPs A partir da semana que vem, os países-membros da Convenção do Clima também estarão convidados a dar suas contribuições sobre o tema. Corrêa do Lago salienta que o Brasil teve sucesso em trazer de volta às negociações a discussão sobre a redução da dependência dos fósseis, que se tornou um assunto “central para a preparação da COP31". “O presidente Lula sabia que a COP era a ocasião política de se falar disso. Mesmo que o tema não estivesse formalmente dentro da agenda, é um tema incontornável do ponto de vista político”, disse o embaixador. "Por isso que eu sempre tento separar a dimensão diplomática das COPs. A diplomacia é a arte do possível." O objetivo de Corrêa do Lago é propor um documento antes da próxima conferência, sediada na Turquia, com negociações presididas pela Austrália. A ideia de um roteiro para o afastamento dos fósseis está longe de um consenso: dentro do próprio Brasil, os diferentes ministérios envolvidos na discussão (Casa Civil, Minas e Energia, Meio Ambiente e Fazenda) não conseguiram convergir sobre as diretrizes básicas dentro do prazo de 60 dias estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva logo após o evento em Belém. Pela complexidade do assunto, o roteiro brasileiro provavelmente não estará pronto até a próxima COP. "Todos os países estão divididos quando discutem esse tema, porque há interesses econômicos imensos, desafios de financiamento, desafios tecnológicos e muitos outros. A ambição desse mapa do caminho internacional é contribuir para que a transição seja feita de maneira racional e nos termos aprovados pela Convenção do Clima em Dubai: de forma justa, ordenada e equilibrada”, salientou o presidente da COP30. Testes antes da COP31 Dois grandes encontros preparatórios da próxima conferência serão determinantes para a diplomacia brasileira testar a abertura dos 195 países à ideia de um roteiro para o afastamento do petróleo e do carvão: a reunião multilateral em Bonn (Alemanha), em junho, e a Pré-COP, a ser realizada em outubro em uma ilha do Pacífico, semanas antes do evento em novembro. Além disso, em abril, a Colômbia e a Holanda organizam uma conferência incluindo os países que demonstraram disposição em avançar nesse tema durante a COP de Belém. Corrêa do Lago avaliou a iniciativa como “muito importante”, mas ressaltou que ocorre em paralelo ao processo oficial de negociações diplomáticas da ONU. O evento na Colômbia estará focado na queda da produção de petróleo, enquanto que, para a presidência brasileira da COP30, a prioridade é avançar na discussão sobre o consumo, passando pela eletrificação das economias e o desenvolvimento das energias renováveis.
No Viajantes Bem Vividas, acreditamos que longevidade ativa é protagonismo.Neste episódio 97, nós, Sylvia Yano e Lilian Azevedo, conversamos com Dalva Oliveira, mulher 60+ que transformou a corrida em caminho de liberdade, viagens e reinvenção.Dalva não começou jovenzinha.Ela começou quando decidiu que ainda havia muito a viver.Hoje, corre maratonas no Brasil e no exterior — e mostra que disciplina, cuidado com o corpo e planejamento são aliados de quem quer ampliar horizontes.Nesta conversa potente, falamos sobre:✨ Como e por que ela começou a correr ✨ Organização de treinos e viagens✨ Bastidores das maratonas nacionais e internacionais✨ Desafios físicos e emocionais✨ Saúde, seguro viagem, planejamento financeiro e rede de apoioMais do que sobre corrida, este episódio é sobre autonomia, coragem e movimento.A geração prateada não está diminuindo o ritmo.Está escolhendo o próprio percurso.Se você acredita que sonhos não têm prazo de validade, este episódio é para você.
Organizația paramilitară rusă Wagner nu a dispărut după încercarea nereușită de lovitură de stat din 2023. După cum relatează presa britanică, gruparea este acum prezentă în Europa. Și caută agenți pentru a-i implica în acte de sabotaj. În iunie 2023, gruparea paramilitară Wagner, prezentă pe frontul din Ucraina, a încercat o lovitură de stat împotriva armatei și conducerii ruse. Manevra a eșuat. Două luni mai târziu, liderul grupării, Evgheni Prigojin, alături de alți colaboratori apropiați, a murit într-un accident de avion ale cărui circumstanțe rămân neelucidate. Dar cu sau fără Prigojin, Wagner continuă. Ba, mai mult, organizația este implicată în operațiuni de sabotaj în Europa, după cum au dezvăluit oficiali ai serviciilor secrete occidentale în Financial Times. Potrivit ziarului britanic, foști membri ai grupării paramilitare joacă un rol major în aceste atacuri orchestrate de Kremlin. Iată și câteva exemple. În 2023, de exemplu, proprietatea ministrului estonian de interne, Lauri Läänemets, a fost vizată cu un cocktail Molotov. Atacuri incendiare au vizat și depozite care conțineau ajutoare pentru Ucraina. În 2024, cinci bărbați au fost condamnați la Londra, găsiți vinovați de declanșarea unuia dintre aceste incendii. Unul dintre autorii operațiunii de la Londra a fost condamnat la 23 de ani de închisoare. Dylan Earl, un infractor mărunt din orașul englez Leicester, a fost recrutat online. Și nu este singurul. Potrivit Financial Times, rețelele de socializare, și în special aplicațiile de mesagerie criptată precum Telegram, sunt favorizate de Wagner pentru recrutarea agenților săi de sabotaj în Europa. O nouă generație de recruți Se naște, așadar, o nouă generație de recruți după ce, în urma valurilor de expulzări diplomatice din 2022, serviciile de informații interne rusești s-au confruntat cu o reducere semnificativă a numărului de agenți secreți din Europa. Iar implicarea acestor recruți în misiuni de sabotaj nu lasă loc de îndoială, spun sursele din serviciile occidentale pentru Financial Times. Citeste siPrigojin, prototipul uman al Rusiei actuale: o carte despre “iobagul” lui Putin Activi din 2014, mercenarii Wagner au sarcina de a apăra interesele externe ale Rusiei. Până să se implice pe frontul din Ucraina, gruparea acționa mai ales pentru exploatarea diverselor resurse naturale din Africa. Militanții săi sunt cunoscuți pentru violența lor extremă, pentru execuțiile sumare, utilizarea torturii și a violului ca armă de război. De asemenea, gruparea era anterior specializată în recrutarea de tineri din regiuni izolate ale Rusiei pentru a lupta în Ucraina. Acum, însă, obiectivul pare să se fi schimbat: recrutarea de europeni vulnerabili din punct de vedere economic pentru a comite acte de violență pe teritoriul NATO. Citeste siMali: Ȋnchisori secrete și "sute de civili" torturaţi de mercenarii ruşi de la Wagner (investigație Forbidden Stories) Scopul este de a semăna haosul pe continent, a declarat pentru Financial Times un oficial occidental al serviciilor de informații. Această exploatare a rețelelor de socializare nu este deloc nouă pentru gruparea paramilitară. În 2023, Prigojin a recunoscut că este fondatorul Agenției de Cercetare a Internetului – cunoscută și sub numele de „ferma de troli” a Kremlinului. Rolul acesteia: să semene haos în țările democratice prin dezinformare și propagandă. Ascultați rubrica ”Eurocronica”, cu Ovidiu Nahoi, în fiecare zi, de luni până vineri, de la 8.45 și în reluare duminica, de la 15.00, numai la RFI România
Si es usted uno de esos padres convencidos de la importancia del inglés, y quiere que sus hijos lo aprendan y dominen, están de enhorabuena. La academia London English Centre de Castro Urdiales organiza sus viajes a Inglaterra ‘English and Fun'.
România se confruntă cu cea mai gravă criză de vaccinare a copiilor din ultimele decenii. Rata de acceptare a primei doze de vaccin ROR (rujeolă-oreion-rubeolă) a fost, în 2025, de numai 47,4%, atrage atenția Organizația Salvați Copiii. Cum s-a ajuns aici și care sînt soluțiile? I-am întrebat pe Sandra Alexiu, medic primar, președinta Asociației Medicilor de Familie București-Ilfov, și pe Mihai Gafencu, medic pediatru, președintele Organizației Salvați Copiii România. Mihai Gafencu: „Poliomielita, tetanosul, difteria sînt boli pe care generația noastră nu le-a mai văzut. Nu am fost formaţi nici noi să recunoaștem poliomielita, pentru că în anii ʼ70, ʼ80, ʼ90, nu am mai avut, slavă Domnului, nici un coleg la școală și mai apoi nici un caz, la facultate și în medicina pediatrică sau chiar a adultului, care să aibă niște boli pe care acum, încetul cu încetul, le vedem apropindu-se de țara noastră. Atît de mult s-a întîmplat în medicina ultimei sute de ani, încît noi nici măcar nu ne mai putem confrunta cu anumite boli. Așa cum te duci la cel care îți repară mașina de spălat vase și ai încredere în el cînd îți spune că circuitul apei sau nu ştiu ce nu e bun, trebuie să ai încredere în medicul tău care spune, domʼle, ca să nu ajungi stricat, paralizat, sufocat sau mort încetul cu încetul, pentru toate astea trebuie să ai încredere în omul din fața ta.”Dacă rata de vaccinare ROR va rămîne în continuare scăzută, ce consecințe vor exista în următorii 2-3 ani, 5 ani?Sandra Alexiu: „Consecințele le vedem deja, nu mai este nici o noutate. Avem o acoperire vaccinală la ROR de 47%, cum spune raportul Salvați Copiii. Raportul face referire la acoperirea vaccinală calculată la 12 luni. (...) Faptul că nu avem acoperire vaccinală ne pune față în față cu cazurile de rujolă. Și domnul profesor, cînd spunea de o paralizie care se instalează lent și duce la moarte, se referea, intuiesc, exact la complicația cea mai îngrozitoare a rujolei, care nici măcar nu se vede imediat. Un copil poate să facă o formă foarte ușoară de rujolă. De altfel, cei care refuză ne și spun de ce trebuie să vaccinăm cînd boala e atît de simplă. Pentru ca, după niște ani, șase, șapte, de la boala atît de simplă, să se instaleze această complicație redutabilă, care duce la paralizie progresivă și la deces. Pentru că, din păcate, nu avem cum să ne luptăm cu această problemă. Și ne confruntăm deja, există cazuri în țară de astfel de paralizii progresive la copii nevaccinați. (...) Probabil că nu va mai fi mult pînă cînd vom vorbi și de poliomielită, dar poliomielita este un lucru extrem de grav și atunci cînd vom vorbi de caz de poliomielită cu virus sălbatic, trebuie să ne fie deja groază, pentru că în acel moment aproape că nu se va mai putea stăpîni acest lucru. (...) Eu cred că este vorba de o situație de siguranță națională în acest moment, cu toate acoperirile care sînt la jumătate față de procentul de 95% la care ar trebui să ajungem, în mod ideal, și care nu se prea mai regăsește, într-adevăr, în multe țări, dar totuși țările din Europa sînt undeva aproape de acest procent, chiar dacă undeva în jur de 80%.” Apasă PLAY pentru a asculta interviul integral! O emisiune de Adela Greceanu și Matei Martin Un produs Radio România Cultural
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DISPONÍVEL PARA ORGANIZAÇÃO - 15/02/2026 - PRA. JULIANA MARTINSSeja muito bem-vindo!Neste Podcast você vai encontrar tempos preciosos de orações e pregações inspiradas pelo Espírito Santo de Deus, o único capaz de transformar os corações por inteiro, conduzindo para uma profunda intimidade com o Pai e equipando sua vida para falar do amor de Jesus a todos os povos.Que o fogo do Espírito Santo queime em seu coração em cada vídeo/aúdio, despertando sua vida para o chamado de Deus para estes últimos dias.Inscreva-se no canal e compartilhe para que mais pessoas sejam abençoadas pela pregação do evangelho do Reino de Jesus Cristo.Leia a bíblia!https://www.instagram.com/casa.comunidadecrista/https://www.instagram.com/rubens_martim/https://www.instagram.com/falaprapsico.julianamartins/
La actividad de las ONGs de Navarra
Braço regional da Organização Pan-Americana da Saúde emite alerta epidemiológico após observar alta contínua de infecções em vários países da região; casos acontecem onde não havia transmissão local há vários anos.
*Fique bem-informado com as notícias do Programa Agronegócio Hoje de 17/02/2026.*
Braço regional da Organização Pan-Americana da Saúde emite alerta epidemiológico após observar alta contínua de infecções em vários países da região; casos acontecem onde não havia transmissão local há vários anos.
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Vivemos um mundo de mudanças rápidas.Tecnologia acelera. Decisões encurtam. Pressões aumentam.Mas, como o Thomas trouxe na nossa live, talvez o maior desafio não seja acompanhar a velocidade do mundo — e sim não nos perdermos de quem somos.Em tempos de IA, metas agressivas e transições constantes, a pergunta central não é apenas “o que fazer?”.É:- Quem eu sou?- O que eu realmente quero?- Onde está o meu servir dentro do sistema?Sem essa clareza interna, qualquer liderança se fragiliza.Qualquer decisão cobra um preço invisível.Se essa reflexão fez sentido para você, a Imersão Sistêmica nas Organizações é o próximo passo para aprofundar esse olhar e trazer consciência para sua prática profissional.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (11): Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam já contar com cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) favoráveis à concessão de prisão domiciliar. Entre os nomes citados estão o presidente da Corte, Edson Fachin, além dos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, André Mendonça e Kassio Nunes Marques. O Supremo opera atualmente com 10 ministros após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. O ranking global de produtividade do trabalho, realizado com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), apontou que o Brasil está na 94ª posição, de 184 países. O indicador, que mede quanto cada país gera de riqueza por hora trabalhada, coloca o Brasil (US$ 21,2) atrás de vizinhos sul-americanos como Uruguai, Chile, Argentina e até mesmo de Cuba (US$ 22,6). A distância para as potências é ainda maior: a produtividade brasileira é menos da metade da registrada no Japão (o último do G7) e quatro vezes menor que a dos Estados Unidos, líder do grupo. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), defendeu a discussão. Ele afirmou haver "boa vontade" tanto da base quanto da oposição para debater o tema, citando pesquisas que indicam que quase 80% da população apoia o fim da jornada 6x1. Motta rebateu críticas comparando os "pessimistas" atuais àqueles que, no passado, foram contra o fim da escravidão e a criação da carteira de trabalho, argumentando que o Brasil saiu mais forte e próspero dessas decisões históricas. Levantamento divulgado por Futura/Apex nesta terça-feira (10) apresenta projeções para a eleição presidencial de 2026 e indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece atrás do senador Flávio Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas em simulações de 2º turno. O estudo também avaliou cenários de 1º turno, nos quais Lula empata tecnicamente com Flávio Bolsonaro. O governo federal pagou R$ 1,7 bilhão em emendas parlamentares em menos de 60 dias. O valor representa um aumento de 163% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Um documento do FBI divulgado em nova leva de arquivos do caso Jeffrey Epstein afirma que Donald Trump teria ligado em 2006 para o então chefe de polícia de Palm Beach, na Flórida, comentando o comportamento do bilionário investigado por crimes sexuais. O registro se baseia em entrevista realizada pelo FBI em 2019 com o ex-chefe policial, que disse ter ouvido de Trump que “todo mundo sabia” das acusações contra Epstein e que ficou aliviado com a investigação. O caso da morte de Juliana Bassetto na academia C4 Gym segue com desdobramentos. O Ministério Público abriu inquérito para investigar toda a rede de academias, suspeitando de falta de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e alvarás de funcionamento. O ponto mais chocante da apuração envolve o depoimento do manobrista, que atuava improvisado na manutenção da piscina. Mensagens revelam que, ao comunicar a um dos sócios que uma mulher havia passado mal, a resposta foi "paciência". Após a confirmação da morte, o sócio teria enviado outra mensagem: "Acho bom você sair de casa", sugerindo uma fuga. O Ministério Público (MP) solicitou oficialmente à Justiça a exumação do corpo do Orelha, morto em 4 de janeiro, para confirmar a natureza das lesões na cabeça, que indicam agressão por chutes ou pedaços de pau. Além disso, o MP pediu a abertura de uma investigação contra o Delegado Geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel. A promotoria aponta inconsistências na condução do inquérito e investiga uma possível coação dos adolescentes identificados como autores da agressão. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Opa, aqui é o Diego Maia. Você pode até não perceber… mas o ambiente onde você vive, trabalha e convive está conversando com você o tempo todo.Ele te empurra pra frente. Ou te puxa pra trás.Muita gente acredita que motivação é força de vontade. Que é “acordar inspirado”, “pensar positivo”, “se esforçar mais”. Só que isso é uma meia-verdade — e das perigosas.Motivação não nasce no vácuo. Ela nasce no ambiente.No lugar onde você acorda. Na mesa onde você trabalha. Nas pessoas que você escuta todos os dias. Nas conversas que você normalizou. Nos estímulos que te cercam.E eu aprendi isso do jeito mais duro.Teve uma fase da minha carreira em que eu estava cercado de gente que duvidava de mim. Não era ataque direto. Era ironia disfarçada. Era “cuidado”, “realismo”, “pé no chão”.Mas, no fundo, aquilo drenava minha energia. Minava minha confiança. E fazia eu questionar se o problema era o mercado… ou eu.Até que caiu a ficha:
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (10): O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), deve se reunir com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, para discutir a proposta relacionada à jornada de seis dias de trabalho por um de descanso, conhecida como escala 6x1. A iniciativa é considerada uma das prioridades do ministro e deve ser debatida em encontro previsto para quinta-feira (12), em Brasília. Os blocos de rua do Carnaval 2026 em São Paulo passaram a cobrar ações da Prefeitura para evitar episódios de superlotação após tumultos registrados na Rua da Consolação. O caso motivou a abertura de apuração pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que pretende investigar as circunstâncias da ocorrência e avaliar possíveis falhas no planejamento e na segurança dos eventos O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (09) manter Silvinei Vasques preso na Papudinha, em Brasília. O ministro do STF também autorizou o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a continuar a assistir remotamente a aulas de doutorado no formato de Ensino à Distância (EAD). O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, reafirmou que não pretende deixar o cargo em meio à crise política provocada por novas revelações envolvendo o ex-aliado Peter Mandelson e o criminoso sexual Jeffrey Epstein. A situação ganhou novos desdobramentos após a divulgação de documentos nos Estados Unidos que impactaram a credibilidade do governo britânico e também repercutiram na monarquia, com relatos de preocupação do príncipe William diante de alegações relacionadas ao ex-príncipe Andrew. O Banco de Brasília (BRB) comunicou nesta segunda-feira (09) que Jacques Maurício Ferreira Veloso de Melo, diretor jurídico da instituição, apresentou sua carta de renúncia. A renúncia ocorre em meio à crise de credibilidade que atingiu o banco público após seu envolvimento no caso do Banco Master. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9) apresenta três cenários para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em segundo lugar nas simulações. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 6 e 7 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o deputado Guilherme Derrite (PL-SP) deve continuar como relator do Projeto de Lei Antifacção. A proposta, considerada prioritária pelo governo federal, tem como objetivo endurecer o combate às organizações criminosas e ampliar instrumentos legais voltados à segurança pública. O Brasil manteve em 2025 a segunda pior pontuação de sua série histórica no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), segundo relatório divulgado pela Transparência Internacional. O país permaneceu na 107ª posição entre 182 nações e territórios avaliados, com 35 pontos em uma escala de 0 a 100, na qual notas menores indicam maior percepção de corrupção. O resultado representa estagnação em relação a 2024, quando o Brasil havia registrado 34 pontos, e segue abaixo da média global e das Américas, ambas em 42 pontos. O chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Mohammad Eslami, afirmou que o país poderia concordar em diluir parte do urânio enriquecido a níveis elevados caso todas as sanções financeiras sejam suspensas. A declaração representa um dos sinais mais diretos da posição iraniana nas negociações com os Estados Unidos, que retomaram conversas por meio de mediadores em Omã na semana passada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Aprender não é sobre coletar e acumular informação — é sobre transformar descoberta em ação.Neste episódio do Love the Problem, damos continuidade à conversa sobre Organizações que Aprendem, agora olhando para um tema central: a gestão de produtos como motor de aprendizado contínuo.Rafaela Fonseca conversa com Paulo Cassin e Camila Boni, da Nower, sobre como organizações aprendem melhor quando conectam discovery, cliente e resultado de negócio. A discussão passa por erros comuns na gestão de produtos, cultura de experimentação, uso inteligente de métricas, rituais de aprendizado e o papel da liderança na criação de ambientes seguros para errar, aprender e evoluir.O episódio também explora como inteligência artificial pode acelerar aprendizados, reduzir custos de experimentação e apoiar decisões — sem substituir a escuta real do cliente. Tudo isso reforçando uma ideia-chave: aprendizado só faz sentido quando é acionável.Esse episódio é para você que é líder, PM ou faz parte de uma equipe que quer construir produtos (e organizações) que evoluem junto com seus clientes e aprendem continuamente. Aperte o play e vem com a gente!Episódios citados durante essa gravação:Ep. 269 - Organizações que AprendemEp. 255 - Gestão de produtos em estruturas complexas: Da estratégia à priorização do portfólio
Začíná druhý ročník stezky a nově má trasy v Beskydech v Moravskoslezském kraji. „Aby i školy z tohoto kraje mohly snáze organizovat výlety,“ vysvětluje zakladatel Stezky Českem Martin Úbl.
El prosecretario parlamentario, Lucas Ullúa, visitó los estudios de Radio Diputados para contar pormenores acerca de la planificación de la agenda parlamentaria que está a punto de iniciar y en qué consisten la sesión preparatoria y la Asamblea Legislativa en la que el gobernador ofrece a los legisladores su mensaje sobre el estado de la administración.
Os Correios, em crise, puseram à venda imóveis em todo o Brasil, e a lista revelou o desperdício de dinheiro público. São agências e prédios em mau estado de conservação ou abandonados ao longo do tempo. Organizações da sociedade civil cobraram o fim dos penduricalhos e pediram que o presidente Lula vete os reajustes a servidores da Câmara e do Senado. A Polícia Federal investigou a Amapá Previdência, que investiu R$ 400 milhões no Banco Master. O Supremo interrogou o ex-deputado foragido Alexandre Ramagem. Nos Estados Unidos, lideranças políticas repudiaram a publicação de um vídeo racista por Donald Trump. Na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno, a delegação brasileira desfilou no ritmo do passinho.
Hoje é o dia mundial do câncer, uma iniciativa criada pela União Internacional para o Controle do Câncer com apoio da Organização Mundial da Saúde para aumentar a conscientização e a prevenção da doença. Aqui no Brasil, embora a gente tenha uma série de políticas públicas e direitos garantidos por lei, os pacientes continuam lutando para acessá-los. É o que revela uma pesquisa nacional feita com 1500 pacientes e suas famílias pelo Instituto Oncoguia. A desinformação e a burocracia são um entrave a mais para quem já tem que lidar com as dificuldades do tratamento. Hoje a gente conversa com a Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia. Ela vai nos contar o que revela essa pesquisa e vai detalhar quais são os direitos a que os pacientes oncológicos têm acesso.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (31): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã demonstra interesse em fechar um acordo e que já estabeleceu um prazo para que o governo de Teerã apresente uma resposta. Ao comentar a recente escalada de tensões, Trump disse que apenas os iranianos sabem exatamente qual é a data limite definida. O governo do Irã afirmou que está pronto para retomar negociações com os Estados Unidos, desde que as conversas sejam consideradas “justas” e não incluam as capacidades de defesa do país. A declaração foi feita pelo chefe da diplomacia iraniana em meio à escalada de tensão e pressão internacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por uma cirurgia de catarata na manhã desta sexta-feira (30), em Brasília. O procedimento durou cerca de 50 minutos, e o presidente recebeu alta hospitalar ainda pela manhã para se recuperar em casa. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o eventual apoio do partido a nomes como Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro não impede o lançamento de uma candidatura própria à Presidência em 2026. Segundo ele, uma chapa pura do PSD não está descartada e a decisão dependerá de fatores como desempenho na pré-campanha, pesquisas eleitorais, capacidade de alianças e força para chegar ao segundo turno. A declaração foi dada durante evento da Amcham. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou Kevin Warsh, ex-membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve, para assumir a presidência do banco central americano. Warsh já teve passagem de destaque na autoridade monetária e é visto como um nome experiente em política financeira e regulação. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja realizar um churrasco com líderes do Congresso Nacional como gesto de aproximação na retomada dos trabalhos legislativos, prevista para a próxima semana. A ideia é promover uma confraternização entre representantes do Executivo e parlamentares da base aliada. A morte do cão comunitário Orelha ocorre em meio a um forte aumento nos processos por maus-tratos a animais no Brasil. Segundo dados do CNJ, em 2025 a média chegou a 13 novas ações por dia. O total de processos saltou de 328 em 2021 para 4.919 em 2025, alta de cerca de 1.400% em quatro anos, já considerando o período após mudanças na legislação. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado estadual Rafael Saraiva (União Brasil-SP). A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta sexta-feira (30) a apresentação de um projeto de lei de anistia geral que poderá levar à libertação de centenas de presos políticos, incluindo líderes de oposição, jornalistas e ativistas de direitos humanos, detidos por motivos políticos desde 1999 até hoje. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (30) que o risco de propagação do vírus Nipah é considerado baixo. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o Dr. Guilherme Henrique Campos Furtado, infectologista. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Intriga falsa, pero peligrosa: que MX organiza golpe invisible de migrantes y cónsules vs EUEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Com apenas uma candidatura, corrida à liderança do braço feminino do MPLA, Organização da Mulher Angolana (OMA), gera críticas. Em Angola, proposta de lei das ONG gera divergências no parlamento entre a oposição e o partido no poder. No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto conhecemos a historia de um sobrevivente.
O fluxo migratório de brasileiros em Portugal está passando por mudanças significativas. Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicam que em 2025 foram 231 pedidos de retorno ao país entre janeiro e outubro, bem acima dos 149 pedidos de todo o ano anterior. Este aumento, segundo a OIM, reforça o papel do maior consulado brasileiro da Europa em meio a relatos de vulnerabilidade, violência e discriminação em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Os dados dos dois últimos meses do ano ainda estão sendo consolidados. Mas o aumento já identificado revela uma combinação de fatores econômicos, sociais e emocionais que têm levado parte da comunidade brasileira a reavaliar a permanência no exterior. No centro desse cenário está Portugal, que abriga hoje cerca de 800 mil brasileiros, a maior comunidade brasileira fora do país. Somente em Lisboa vivem aproximadamente 400 mil brasileiros, número que transformou o Consulado-Geral do Brasil na capital portuguesa na maior unidade consular da Europa em volume de atendimentos. Segundo o cônsul-geral Alessandro Candeas, o consulado de Lisboa “abriga hoje a maior comunidade brasileira fora do continente americano. São mais de meio milhão de pessoas vivendo, trabalhando e construindo novas histórias em Portugal”, afirma. Ao longo de 2025, o consulado analisou 85.677 requerimentos de serviços por meio do sistema e-consular. Desse total, 15.826 foram pedidos de passaporte e autorizações de retorno ao Brasil — um dado que dialoga diretamente com o aumento apontado pela OIM. Outros 13.642 atendimentos envolveram atos notariais, como registros de nascimento, procurações e reconhecimentos de assinatura. O setor de Assistência a Brasileiros realizou 2.745 atendimentos, incluindo orientação jurídica e psicológica, além de milhares de respostas a e-mails e consultas presenciais. A “caixa de ressonância” da comunidade brasileira De acordo com Alessandro Candeas, o consulado funciona como uma espécie de termômetro social da comunidade brasileira em Portugal: “Identificamos, muito claramente, que cresceu o número de brasileiros que buscam o consulado e dizem que querem voltar ao Brasil”. Ele destaca que o papel do brasileiro em Portugal é frequentemente retratado de forma negativa no debate público, o que não condiz com a realidade econômica e social. “O papel do imigrante brasileiro em Portugal é muito estereotipado e muito injusto. O brasileiro é um imigrante produtivo”, ressalta. Segundo o cônsul-geral, os brasileiros exercem funções essenciais no mercado de trabalho português, pagam impostos e contribuem de forma significativa para a previdência social do país. “A mão de obra necessária para o mercado português não compete com nenhum emprego ocupado por cidadão português. Muitos brasileiros ocupam posições que estão vazias porque a mão de obra portuguesa está em outros países”, explica Candeas. Vulnerabilidade, violência e saúde mental Outro dado que chama a atenção nos registros consulares é o crescimento dos atendimentos psicológicos, especialmente relacionados a vulnerabilidade social e violência. Casos de sofrimento emocional, conflitos familiares e violência de gênero têm sido cada vez mais relatados por brasileiros que procuram ajuda institucional. Para Candeas, esse aumento reflete não apenas dificuldades individuais, mas também o impacto do isolamento, da pressão econômica e das experiências de discriminação vividas por parte da comunidade. Leia tambémAumento da demanda por apoio psicológico entre migrantes gera novas frentes em saúde mental Racismo, xenofobia e bullying contra brasileiros Os temas da xenofobia e do racismo entraram oficialmente na agenda diplomática entre Brasil e Portugal. Segundo o cônsul-geral, trata-se de uma estratégia ampla, que envolve diferentes frentes do poder público e da sociedade civil. “É preciso trabalhar em políticas públicas comparadas, legislação, judiciário e sociedade civil. Não adianta você ter uma legislação robusta se o judiciário não faz sua parte”, afirma. Entre as iniciativas previstas está o programa “Amigos do Brasil”, voltado para escolas portuguesas, com foco em crianças e adolescentes — especialmente filhos de brasileiros que enfrentam episódios de bullying. Leia tambémFamília de menino brasileiro mutilado em escola de Portugal inicia acompanhamento psicológico “Há criancinhas que chegam chorando em casa. ‘Você não fala português'. Como assim? Eu falo português”, relata o embaixador. O programa prevê concursos de redação, vídeos e músicas, além de parcerias público-privadas que podem resultar em intercâmbios e viagens ao Brasil. “A ideia é transformar o problema em algo positivo”, resume Candeas. Entre o aumento do retorno ao Brasil, a sobrecarga dos serviços consulares e a criação de políticas de enfrentamento à discriminação, Lisboa se consolida como um dos principais centros da experiência migratória brasileira no mundo. Um retrato complexo, marcado por trabalho, integração, desafios sociais — e pela busca por reconhecimento e pertencimento.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (24): Durante evento do MST em Salvador, o presidente Lula (PT) criticou a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criar um Conselho de Paz para atuar em conflitos internacionais. Lula afirmou que a iniciativa pode enfraquecer o multilateralismo e a Organização das Nações Unidas. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, a porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Amanda Roberson, fez um balanço do primeiro ano do novo governo de Donald Trump. A auxiliar do secretário Marco Rubio destacou ações de segurança regional, combate ao narcotráfico e o fortalecimento da cooperação com o Brasil. A conversa foi conduzida pelo correspondente Eliseu Caetano. Em depoimento à Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que o Banco Master enfrentava problemas de liquidez. Vorcaro disse ainda que conversou com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sobre a tentativa de venda da instituição ao BRB. O presidente Lula (PT) enviou ao Congresso Nacional medida provisória que reajusta em 5,4% o piso salarial nacional dos professores da educação básica. Com a mudança, o valor passa para pouco mais de R$ 5,1 mil. O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou que a decisão corrige uma defasagem prevista em regra anterior. Reportagem: André Anelli. O relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil), criticou a dificuldade de acesso a dados do Banco Master solicitados pela comissão. O parlamentar afirmou que a falta de documentos compromete o avanço das investigações sobre descontos associativos e empréstimos consignados e pediu que o ministro do STF Dias Toffoli libere as informações. A Polícia Civil de São Paulo fechou uma central de golpes que operava na região da Faria Lima, zona oeste da capital. Segundo as investigações, criminosos ameaçavam vítimas com penhora de bens e bloqueio de aposentadorias para aplicar fraudes financeiras. Reportagem: Julia Fermino. O Banco Central do Brasil negou ter recomendado ao BRB a compra de carteiras de crédito do Banco Máster. Segundo o BC, a área técnica identificou inconsistências nas operações e comunicou o caso ao Ministério Público Federal. O diretor de fiscalização Ailton de Aquino Santos afirmou que a análise da qualidade do crédito é responsabilidade exclusiva da instituição financeira. Reportagem: Rany Veloso. O PT avalia montar uma chapa com nomes do governo Lula (PT) para disputar o governo de São Paulo e vagas ao Senado em 2026. Ao comentar o cenário, o doutor em Direito Jesualdo Almeida afirmou que os nomes cogitados pela sigla não demonstram entusiasmo com a disputa, apesar da articulação para enfrentar o atual governador Tarcísio de Freitas. Reportagem: Matheus Dias. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que não pretende renunciar ao cargo em abril e voltou a se colocar como pré-candidato à reeleição no estado. Em conversa com a imprensa, Tarcísio reiterou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial de 2026 e disse não se sentir pressionado politicamente. Reportagem: Beatriz Manfredini. O Brasil registrou recorde de feminicídios em 2025, com média de quatro mulheres assassinadas por dia. Em entrevista ao Jornal da Manhã, a juíza e professora de execução penal Claudia Spinassi analisou o aumento dos crimes, afirmou que o feminicídio é o estágio final de uma escalada de violência e defendeu educação, fortalecimento da rede de proteção e políticas públicas imediatas. O governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) exonerou o presidente da RioPrevidência após investigações da Polícia Federal sobre operações financeiras envolvendo o Banco Master. A apuração analisa investimentos que somam cerca de R$ 970 milhões realizados entre 2023 e 2024. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quinta-feira (22): O Brasil conquistou um espaço inédito e de destaque no Oscar 2026 ao somar cinco indicações em categorias de peso. O filme O Agente Secreto aparece como protagonista, concorrendo a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco, além de garantir a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator. Já Adolpho Veloso representa o país na categoria de Melhor Direção de Fotografia por Sonhos de Trem. No programa, Miriam Spritzer e Josias Teófilo analisam o impacto dessas indicações. O filme “Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler, entrou para a história do cinema ao se tornar a produção mais indicada de todos os tempos no Oscar, com impressionantes 16 nomeações. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22) e superou o recorde anterior de 14 indicações, que era compartilhado por clássicos como A Malvada (1950), Titanic (1997) e La La Land (2016). O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou na última segunda-feira (18) uma caminhada de cerca de 240 quilômetros, partindo de Paracatu (MG) com destino a Brasília, em protesto contra o que classifica como “prisões injustas” relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e uma suposta perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Batizado de “caminhada pela liberdade e justiça”, o ato tem atraído outros parlamentares ao longo do percurso e deve chegar à capital federal no próximo domingo (25). Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente o chamado “Conselho da Paz”, órgão criado por seu governo para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza. O anúncio veio acompanhado de duras críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e da apresentação de um projeto batizado de “Nova Gaza”, que prevê uma ampla transformação urbana do território palestino, com a construção de arranha-céus. A minissérie All Her Fault mergulha em um suspense psicológico ao retratar o desaparecimento de Milo, uma criança que some quando sua mãe, Marissa, vai buscá-lo em um simples encontro de brincadeiras. Ao chegar ao local, ela se depara com uma mulher que afirma nunca ter ouvido falar do menino nem de seu filho, dando início a uma investigação repleta de mentiras, segredos e desconfiança. A trama expõe fragilidades familiares e sociais, questionando os limites entre cuidado, controle e paranoia. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quinta-feira (22) acompanhe a aula sobre "A importância dos núcleos de base na organização do PT” com Selma Rocha, diretora de Articulação no Ministério da Educação.
As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI
Confira no Morning Show desta terça-feira (20): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que concordou em se reunir com líderes europeus para discutir a Groenlândia, em meio à sua investida para anexar a ilha estratégica no Ártico. Segundo Trump, a decisão veio após uma “muito boa” conversa telefônica com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. O encontro está previsto para acontecer em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial. A Polícia Civil de São Paulo resgatou, na manhã desta terça-feira (20), o juiz Samuel de Oliveira Magro, auditor fiscal e integrante do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT) do Estado, que havia sido vítima de um sequestro relâmpago no último domingo (18). O magistrado era mantido em um cativeiro localizado em Osasco, na Grande São Paulo, e foi libertado durante uma operação que resultou na prisão de cinco suspeitos. Para falar sobre o assunto, o Morning Show entrevista o secretário de Segurança de SP, Oswaldo Nico Gonçalves. A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu três técnicos de enfermagem suspeitos de envolvimento na morte de ao menos três pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga. De acordo com as investigações, os profissionais teriam aplicado medicamentos de forma irregular, diretamente na veia das vítimas, sem indicação médica adequada. A oposição no Senado atingiu, nesta segunda-feira (19), 42 assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com a finalidade de investigar o caso do Banco Master. O requerimento, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), tem o apoio de mais da metade do Senado. O prefeito de Camboriú (SC), Leonel Pavan (PSD), criticou duramente a decisão do PL de lançar Carlos Bolsonaro como candidato ao Senado por Santa Catarina. Em entrevista, Pavan classificou a estratégia como uma “loucura” e afirmou que o partido age como se o estado fosse um “balcão de negócios”. Carlos renunciou ao cargo de vereador no Rio de Janeiro e transferiu seu domicílio eleitoral para Santa Catarina em dezembro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou convites a lideranças de cerca de 60 países para a criação de um “Conselho da Paz”. Há, no entanto, receio na comunidade internacional de que o grupo enfraqueça o papel da Organização das Nações Unidas (ONU). A bancada do Morning Show opinou sobre o assunto. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Holaa Darling! Te cuento que este episodio nació de una sola pregunta: ¿Qué quiero sentir este 2026? Y la respuesta fue clara: PAZ. Pero para llegar a ella, me di cuenta de que necesito ORDEN en mi vida. Así que me senté a organizar y recopilar TODO lo que me ha funcionado, lo que estoy aplicando, y lo que voy a implementar este año. Hoy te comparto 22 hacks de organización que van a mejorar exponencialmente tu vida: desde lo financiero, el trabajo, tus espacios físicos, hasta lo digital. No tienes que aplicar los 22 hoy mismo, pero sí empezar por los que más te llamen. Espero estes teniendo un increíble inicio de año y que este episodio te ayude a que lo siga siendo. Sígueme en mis redes sociales: https://www.tiktok.com/@stephanierdzs https://www.instagram.com/stephanierdzs/ https://www.instagram.com/atodo_si/ __________________ Capítulos: 00:00 - Introducción ¿Qué me da paz? 03:00 - Hack #1: Automatiza tu facturación 04:20 - Hack #2: Organiza tu día desde un día antes 07:45 - Hack #3: Cancela suscripciones que no usas 09:00 - Hack #4: Asegúrate de tener documentos vigentes 10:50 - Hack #5: Cambia tus contraseñas de forma regular 11:30 - Hack #6: Domicilia tus gastos fijos 12:45 - Hack #7: Elimina notificaciones innecesarias ...
No Café PT, Lucinha Barbosa, secretária nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do Partido dos Trabalhadores falou sobre o início da nova gestão, as prioridades da secretaria, o fortalecimento do diálogo entre o PT e os movimentos populares, a organização dos setoriais e o papel da participação popular na reconstrução democrática do país. A conversa também aponta para os desafios e expectativas para as eleições de 2026.
Neste episódio, recebemos a poderosa Lisiane Lemos, especialista em tecnologia e Secretária Extraordinária de Inclusão Digital e Apoio às Políticas de Equidade do Governo do Estado do RS, para uma conversa estratégica sobre como promover equidade na organizações. Falamos sobre como organizações diversas e equitativas inovam mais, tomam decisões melhores e constroem vantagens competitivas sustentáveis. Equidade aparece aqui como parte da estratégia: ampliar repertório, atrair e reter talentos, acessar novos mercados e fortalecer a reputação da marca em um ambiente cada vez mais exigente. Um episódio para líderes e empreendedores que entendem que crescer passa por incluir, e que resultados consistentes nascem de culturas organizacionais inteligentes, plurais e preparadas para o futuro.
Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Os relatos são de execuções, disparos contra adolescentes, necrotérios lotados. Resultado de uma repressão do regime iraniano contra os protestos que tomaram o país nas últimas semanas. Organizações internacionais estimam entre 2 mil e 12 mil mortos. Os números oficiais, no entanto, são desconhecidos, já que o regime cortou o acesso à internet em todo o território iraniano. O tamanho das manifestações é inédito no país, como relembra Demétrio Magnoli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, Demétrio fala o que há de diferente nos protestos de agora em comparação aos de 2022, quando uma jovem foi morta por não usar o véu islâmico como manda o regime dos aiatolás, e de 2009, quando o resultado da eleição presidencial foi questionado. Apesar de o estopim das manifestações ter sido econômico, Demétrio aponta como os atos passaram a ter caráter político: manifestantes passaram a exigir a queda do regime dos aiatolás, no poder desde a Revolução Islâmica de 1979. Ele fala também como os EUA têm incentivado as manifestações, dado sinais de que está em negociação com o governo de Teerã, e quais as chances de ação de Donald Trump contra o Irã.
Convidado: Roberto Azevedo, ex-diretor-geral da OMC e presidente da 9G Consultoria. A primeira ata de um acordo entre União Europeia e Mercosul foi assinada em 1995. Depois de várias tentativas e três décadas de negociações, os países da Comissão Europeia deram sinal verde para um acordo final entre os dois blocos. A expectativa é de que a assinatura final seja no próximo sábado, 17 de janeiro. Um tratado histórico, a partir do qual nasce a maior zona econômica do mundo. O pacto envolve 27 países da União Europeia e 4 países do Mercosul, entre eles o Brasil. Juntos, os países envolvidos respondem por 25% de toda a riqueza produzida no planeta. Trata-se de um mercado de 720 milhões de consumidores. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Roberto Azevêdo, brasileiro que participou diretamente das negociações iniciadas ainda na década de 1990. Ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Azevêdo responde o que destravou o acordo neste momento e como o Brasil, e os brasileiros, vão ser afetados. Para ele, que dirigiu a OMC entre 2013 e 2020, trata-se de um acordo “ganha-ganha” entre as duas partes. Azevêdo responde também o que muda, na prática, para o agronegócio brasileiro e para os consumidores do país. Por fim, ele avalia como esta é uma chance de o Brasil se reposicionar no comércio mundial.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 07, Carlos Andreazza comenta sobre instituições e autoridades envolvidas com a liquidação do Banco Master que sofreram uma série de ataques nas redes sociais pouco antes da virada do ano. A ofensiva, concentrada em um período de 36 horas, utilizou contas conhecidas por promover celebridades para questionar a credibilidade de órgãos como o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em relação à operação de liquidação do Master, decretada em novembro pelo BC e que está sob o escrutínio do Tribunal de Contas da União (TCU). Embora figuras como Gabriel Galípolo (BC) e Isaac Sidney (Febraban) tenham sido citadas, o alvo principal foi o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC Renato Dias Gomes, responsável pelo veto da oferta de compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Assembleia Nacional de Angola começa hoje a discutir a polémica Lei do Estatuto das Organizações Não-Governamentais. Proposta está a gerar fortes críticas. Ativistas angolanos voltam a convocar marcha contra violência sexual. Faustin Touadéra foi eleito Presidente da RCA.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (05):Mesmo após a prisão de Nicolás Maduro, a Venezuela intensificou a repressão contra opositores. A aliada Delcy Rodríguez determinou a captura de pessoas acusadas de cooperar com a ação dos Estados Unidos, enquanto sinaliza diálogo externo com a gestão de Donald Trump. A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos gerou reações no Brasil. Enquanto aliados do governo criticaram a ação, nomes da oposição comemoraram a prisão. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, protagonizaram um embate público com críticas envolvendo o presidente Lula (PT). Durante reunião da Organização das Nações Unidas, o Brasil condenou a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela. Representante do governo afirmou que o ataque viola a Carta da ONU, o direito internacional e representa afronta à soberania venezuelana. Pesquisa do The Washington Post aponta divisão entre os americanos sobre o envio de forças dos Estados Unidos para capturar Nicolás Maduro. O levantamento indica empate entre aprovação e reprovação da ação e mostra que a maioria defende aval do Congresso. Nicolás Maduro foi apresentado a um tribunal federal em Nova York na primeira etapa do processo judicial nos Estados Unidos. Acusado de narcoterrorismo, tráfico de drogas e conspiração, ele se declarou inocente. A próxima audiência está marcada para março. Após a ação dos Estados Unidos na Venezuela, o governo norte-americano intensificou as críticas à Colômbia. Declarações do presidente Donald Trump e publicações da Casa Branca miraram o presidente colombiano Gustavo Petro, que reagiu e falou em possível retaliação diante de novas ameaças.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (05): O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer pela primeira vez a um tribunal em Nova York às 14h desta segunda-feira (5), no horário de Brasília. O comparecimento ocorre após o Departamento de Justiça americano divulgar, no sábado (03), uma nova acusação contra Maduro, que integra um processo criminal por tráfico de drogas movido pelo governo dos EUA há cerca de 15 anos. Reportagem: Teresa Morrone. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), formado por 15 países, deve se reunir nesta segunda-feira (05), por volta das 12h, no horário de Brasília, para discutir a legalidade da captura do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, pelas forças dos Estados Unidos. Maduro foi preso na madrugada do último sábado (03) durante uma operação de forças especiais norte-americanas. Reportagem: Rany Veloso. O controle do petróleo da Venezuela tornou-se um novo desafio para os Estados Unidos no cenário político e estratégico internacional. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que os EUA estão prontos para trabalhar com líderes remanescentes do país, desde que tomem as “decisões corretas”, em referência a mudanças políticas e institucionais. Rubio negou que a Casa Branca tenha qualquer intenção de governar Caracas, mas garantiu que os bloqueios ao setor de petróleo irão prosseguir. Reportagem: Misael Mainetti. A ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro, acendeu o debate sobre os impactos geopolíticos para a América Latina. Em entrevista, o mestre em Relações Internacionais, Valdir da Silva Bezerra, analisa os riscos da ação americana, as possíveis reações de governos da região e os efeitos sobre a estabilidade política, econômica e diplomática do continente. Reportagem: Daniel Lian. Moradores da Venezuela relatam trauma após ataques aéreos dos Estados Unidos que atingiram bairros operários. Os bombardeios antecederam a prisão do presidente Nicolás Maduro e provocaram forte impacto psicológico na população. Reportagem: Pedro Veraldi. O diplomata e analista político Edmundo González, que se declarou presidente da Venezuela após as eleições de 2024, disse neste domingo (04) ser o novo presidente do país. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele pediu que as Forças Armadas reconheçam o resultado do pleito e reafirmou a sua vitória, em um cenário de forte tensão institucional após a prisão de Nicolás Maduro. Reportagem: Eliseu Caetano. Os usuários do Bilhete Único em São Paulo têm até às 23h59 desta segunda-feira (05) para fazer a recarga e garantir o valor antigo de R$ 5,00 na tarifa de ônibus por até 180 dias. A partir da 0h de terça-feira (06), a passagem sobe para R$ 5,30 na capital paulista. O reajuste também atinge os trens e o Metrô, cujas tarifas passam de R$ 5,20 para R$ 5,40, conforme anunciado pelo governo do estado. Reportagem: Beatriz Manfredini. Protestos contra o alto custo de vida deixaram mortos e se espalharam por dezenas de cidades do Irã, segundo relatos de agências internacionais e organizações de direitos humanos. As manifestações refletem o descontentamento popular com a inflação, o desemprego e a crise econômica que atinge o país. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende contar com empresas americanas para reconstruir a indústria petrolífera da Venezuela, duramente afetada por sanções e pela crise política. Segundo Trump, petroleiras dos EUA serão autorizadas a atuar no país após a operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro. Reportagem: Rodrigo Viga. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Convidadas: Poliana Casemiro, repórter do g1; e Renata Paparelli, professora de Psicologia e coordenadora da Clínica do Trabalho na PUC-SP. Todos os anos, doenças relacionadas à saúde mental afastam 500 mil brasileiros do trabalho. Ansiedade, depressão e estresse estão entre os diagnósticos. Trata-se de uma crise global com impactos também na economia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que questões relacionadas à saúde mental causam prejuízos na casa de US$ 1 trilhão por ano no mundo. Nesta segunda-feira, 29 de dezembro, O Assunto reprisa um episódio que discute o que está por trás da explosão dos afastamentos por questões relacionadas à saúde mental. E analisa o que isso diz sobre o ambiente de trabalho no Brasil e em outros países. Natuza Nery conversa com Poliana Casemiro, repórter do g1 que fez o levantamento com base em dados exclusivos obtidos com o Ministério da Previdência Social. Poliana faz um raio-x dos números que revelam a existência de uma crise de saúde mental entre trabalhadores brasileiros. Ela conta o que ouviu de quem trabalha e relata como empresas atuam para mitigar o problema. Depois, Natuza conversa com a psicoterapeuta Renata Paparelli. Professora de Psicologia e coordenadora da Clínica do Trabalho na PUC-SP, Renata também coordena o Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. É ela quem analisa o que está por trás da explosão de casos de afastamento do trabalho por problemas como depressão e ansiedade.