POPULARITY
Categories
Família vai à Justiça por nova autópsia no corpo de Juliana. Em carta a brasileiros, governador indonésio lamenta morte de Juliana Marins e admite ‘limitações'. Bicheiro Marcelo Cupim é preso na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, por morte de filho de Piruinha. Luxo e ostentação: Veja quem é o tesoureiro do PCC preso em mansão em SP. Polícia mira quadrilha que compartilhava fotos íntimas de meninas e mulheres na internet e forçava vítimas a automutilação. Reta final do julgamento de P Diddy.
Nesta semana, o Brasil enfrentou um episódio muito triste:A morte de Juliana Martins, brasileira que caiu na cratera de um vulcão na Indonésia e esperou por quatro dias o resgate que nunca veio, escancarou não só a negligência das autoridades locais, mas também o total descaso do governo brasileiro.Neste vídeo, compartilho minha indignação diante da ausência do Itamaraty, que falhou em agir com a urgência e dignidade que o caso exigia — e que, até um dia após a confirmação do óbito, se recusava até mesmo a ajudar a família a trazer o corpo de Juliana de volta ao Brasil.Enquanto o mesmo governo usou recursos públicos para resgatar aliados políticos, não houve nenhuma mobilização para salvar uma cidadã brasileira em sofrimento.Agora, após pressão popular, o governo irá cuidar da documentação referente ao traslado do corpo da jovem até o Brasil.Diante disso, expresso meus sentimentos à família da Juliana e oro para que o Espírito Santo traga consolo e paz neste momento tão doloroso.Que esse acontecimento nos leve a refletir: quem tem governado o nosso país? E até quando o povo brasileiro será tratado com tamanho desprezo?
Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (27): Governo decide ir à Justiça para manter o aumento do IOF e aguarda parecer da Advocacia-Geral da União. Presidentes da Câmara e do Senado desistem de ir à audiência no Supremo sobre emendas parlamentares. Na Bahia, dois prefeitos são presos suspeitos de desviar dinheiro público. Perícia conclui que Juliana Marins sofreu hemorragia interna depois de queda em vulcão na Indonésia. Nos Estados Unidos, Donald Trump diz que cessar-fogo em Gaza pode sair na semana que vem. O Jornal da Record mostra como o PCC financiou uma ONG para conquistar privilégios nos presídios. Desemprego caí para 6,2% em maio e atinge o menor índice para o período. E no futebol, Neymar volta das férias e treina com o Santos depois de renovar contrato.
O IBGE apresentou mais um retrato do Brasil. As mulheres estão tendo menos filhos. Aumentou o número das que adiaram a maternidade para depois dos trinta. E São Paulo teve mais saídas do que entradas de pessoas de outros estados. A Polícia Federal prendeu prefeitos suspeitos de desviar dinheiro de emendas parlamentares. Um ex-prefeito guardava em casa mais de três milhões de reais. Autoridades da Indonésia divulgaram a causa da morte de Juliana Marins, na trilha de um vulcão. No Rio Grande do Sul, voluntários acolhem animais resgatados da inundação. Católicos celebraram a inauguração de um sino gigante, em Goiás. E Caruaru entrou nas últimas vinte e quatro horas da festa de São João.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Foi divulgada nesta sexta (27) a causa da morte de Juliana Marins, a brasileira que caiu durante uma trilha em um vulcão, na Indonésia. Segundo o médico responsável pela autópsia, Juliana morreu pelo impacto da queda. Ela teve fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa, o que teria provocado sangramento e danos a órgãos vitais. E ainda: Desemprego cai para 6,2% em maio e emprego com carteira assinada bate recorde no trimestre.
STF amplia responsabilidade das Big Techs nas redes sociais. PF marca depoimento de advogados de Bolsonaro. Corais em SP capturam 20 toneladas de carbono por ano. Lula manda Itamaraty trazer corpo de Juliana Marins, morta em trilha na Indonésia. Europa diz que estoque de urânio enriquecido segue intacto no Irã. Derrubada do IOF amplia risco de apagão administrativo, dizem economistas. E Fernanda Torres e outros 9 brasileiros são convidados para Academia do Oscar. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente Lula vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal para contestar a decisão do Congresso de derrubar os decretos que aumentaram as alíquotas do IOF. A Advocacia-Geral da União (AGU) deve acionar o STF para tentar manter os decretos presidenciais que modificaram as alíquotas do imposto. Na noite de quarta-feira (25), o Congresso anulou, em uma votação relâmpago, a medida do Executivo que previa o aumento do IOF em determinadas operações financeiras. Os decretos haviam sido editados pelo governo como forma de elevar a arrecadação para cumprir a meta fiscal deste ano. E ainda: Médicos da Indonésia divulgam resultado de autópsia feita no corpo de Juliana Marins.
Indonésii tvoří velké množství ostrovů. Dva z nich ale zná skoro celý svět. Na jednom žijí ještěři, na druhém sídlili jeskyní lidé. Dobrodružná vědecká výprava vedla Milana Hluchého na ostrovy Flores a Komodo. Společně podnikneme cestu do historie a za komodskými varany a ještě se dovíme spoustu zajímavého o tropickém pralese.
Caminhar por trilhas, escalar montanhas ou explorar florestas: o turismo de aventura atrai cada vez mais brasileiros. Mas, junto com a adrenalina, essas experiências trazem riscos reais. A morte da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, durante uma trilha na Indonésia, acendeu o alerta. O que avaliar antes de encarar um passeio? Como funcionam os resgates em áreas isoladas? E como identificar quando a estrutura oferecida é falha ou perigosa? Giovanna Risardo e o repórter Pedro Paulo Filho conversam com o especialista em segurança em atividades ao ar livre, Marcos Padilha. Este episódio não busca julgar escolhas, mas entender os perigos envolvidos e orientar quem se aventura.
Quase 5 dias depois de ter despencado cerca de 200 metros dentro da cratera de um vulcão na Indonésia, o corpo da jovem brasileira de 26 anos foi resgatado nesta quarta-feira (26). O corpo dela foi encontrado por socorristas voluntários, a 600 metros da trilha que ela fazia rumo ao topo do Monte Rinjani. A família de Juliana Marins diz que, antes do acidente, ela foi deixada sozinha pelo guia do grupo – o alerta às autoridades foi enviado apenas 5 horas depois. A família de Juliana acusa as autoridades da Indonésia de negligência. Para explicar as particularidades do monte e apontar possíveis erros que podem ter levado à morte da brasileira, Natuza Nery ouve Carlos Santalena, escalador e guia de expedições. Carlos, que já escalou o Monte Everest quatro vezes e subiu o Rinjani em 2015, relata sobre como é subir o monte em que Juliana estava e fala sobre os sinais de que houve negligência no resgate. Depois, Natuza ouve Silvio Neto, presidente da Associação Brasileira de Guias de Montanha. Ele fala sobre como deve ser a capacitação de guias para fazer turismo de aventura, o tipo de informação que as pessoas precisam ter para praticar atividades de escalada em segurança.
Alexandre Garcia comenta morte da brasileira Juliana Marins na Indonésia, investigação da fraude no INSS passando para o Supremo, e anulação de nomeação de desembargador por causa de cota para mulheres.
Fachin vota com Mendonça a favor de big techs no Marco Civil da Internet. E Família de Juliana Marins critica equipe de resgate na Indonésia e fala em justiça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente Lula determinou que o Ministério das Relações Exteriores se responsabilize pelo traslado do corpo da jovem que morreu em um vulcão, na Indonésia. Lula postou em uma rede social que conversou, por telefone, com o pai de Juliana Marins, e informou que determinou que o ministério preste o apoio à família da jovem, o que inclui a vinda do corpo da indonésia para o Brasil. E ainda: Tenente aposentado da PM é preso em flagrante por venda de anabolizantes em São Paulo.
A morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia, provocou comoção e levantou dúvidas sobre as condições de segurança em passeios por trilhas. Juliana desapareceu na última sexta-feira (20), após se separar do grupo de cinco turistas que subia a trilha juntos. Seu corpo só foi localizado na última terça-feira (24), a mais de 600 metros abaixo da trilha. De acordo com a Agência Nacional de Busca e Resgate Indonésia (Basarna), a demora em iniciar os trabalhos de busca e salvamento no próprio dia do ocorrido, quando a queda foi registrada, aconteceu porque as equipes só foram avisadas sobre o ocorrido depois que um integrante do grupo que fazia trilha junto com Juliana conseguiu descer até um posto de informações. Em entrevista à CBN Vitória, o Capitão Guilherme Schulz, do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, traz orientações sobre cuidados a serem tomados ao se fazer trilhas. Schultz, que já atuou em resgastes complexos como Petrópolis e Rio Grande do Sul, acredita que em um acidente semelhante no Brasil, Juliana seria resgatada com vida. Ouça a conversa completa!
Nos 50 anos da independência de Cabo Verde, a RFI publica uma série de reportagens sobre este tema. Neste primeiro episódio, abordamos as raízes da revolta com algumas das pessoas que lutaram pela libertação nacional, como Pedro Pires, Osvaldo Lopes da Silva, Alcides Évora, Maria Ilídia Évora e Marline Barbosa Almeida, mas também com o historiador António Correia e Silva e o jornalista José Vicente Lopes. Foram mais de cinco séculos de dominação colonial, uma história marcada pelo comércio de pessoas escravizadas, ciclos de fome, secas e emigração forçada. A independência foi a 5 de Julho de 1975, mas a resistência começou muito antes, ainda que tenha sido a Geração Cabral a desencadear a luta de libertação e a conduzir Cabo Verde à independência. No século XIX, a elite letrada já manifestava uma atitude contestatária face ao poder colonial. Intelectuais como Eugénio Tavares, Pedro Cardoso, Luís Loff e, mais tarde, os chamados “claridosos” denunciaram os problemas que afectavam a população e exaltaram a singularidade e a identidade do povo cabo-verdiano. Na década de 1940, uma nova geração de intelectuais, inspirados pelos antecessores, passam a reivindicar o direito à independência. O historiador e sociólogo António Correia e Silva sublinha que a Geração Cabral é fruto de lutas anteriores, que o fantasma das fomes foi determinante para desencadear o movimento de libertação e que, nessa altura, a ideia de “independência se torna politicamente credível”. “Gabriel Mariano vai escrever um grande poema sobre a fome que se chama 'Capitão Ambrósio': 'Bandeira negra, negra bandeira da fome…'. Eu costumo dizer aos meus alunos que bandeira, negra e fome é um triângulo virado para o futuro e que a bandeira negra da fome era, na verdade, uma fome de bandeira, uma fome de independência”, descreve António Correia e Silva. “Essa geração de Amílcar Cabral, o grande salto é que, através de uma aliança pan-africana, aproveitando uma conjuntura pós-guerra, a criação das Nações Unidas e a ideia de autodeterminação que surge naquela altura, a ocorrência de algumas independências de países afro-asiáticos, países grandes como a Indonésia, a Índia, o Egipto, etc, tudo isto provoca a passagem, a violação do interdito, a passagem do intransponível limite que era a independência. Isto é, a independência torna-se pensável, mas mais, torna-se politicamente credível”, acrescenta o historiador. As grandes crises de fome em Cabo Verde entre 1941 e 1942 e entre 1947 e 1948 foram de uma violência brutal, com milhares de mortos. Em 1939, a população estava avaliada em 174 mil pessoas e caiu, em 1950, para 139 mil. Os sobreviventes emigravam em massa para as plantações de São Tomé e Príncipe, onde viviam, trabalhavam e muitos morriam em condições semelhantes às da escravatura. Outros conseguiam emigrar clandestinamente para espaços que não o do Império português. Na memória colectiva há um episódio trágico que não se esquece. Foi a 20 de Fevereiro de 1949, na cidade da Praia e ficou conhecido como o Desastre da Assistência. Centenas de pessoas, que aguardavam pela distribuição de refeições quentes, morreram quando caiu o muro do edifício dos Serviços de Assistência. Estima-se que mais de três mil pessoas se reuniam diariamente nesse espaço para receber a única refeição do dia. Dados oficiais apontavam para 232 vítimas, mas teme-se que o número tenha sido muito superior. Muitas vítimas foram enterradas em valas comuns no Cemitério da Várzea, embrulhadas em lençóis, por falta de caixões. Alcides Évora era uma criança nessa altura, mas lembra-se de ter visto as valas comuns. “Eu comecei a ter uma certa revolta interna desde o início da década de 40. Na altura, eu tinha sete ou oito anos e presenciei a fome de 47. Ainda lembro quando houve o desastre da assistência em que foram transportados, feridos e mortos do local para o Hospital da Praia. Havia tantos mortos. Inclusive muitas casas ficaram fechadas porque não houve nenhum sobrevivente da família que pudesse abrir a porta das suas residências. Da mesma forma, assisti ao enterro na Várzea, na vala comum, em que punham um grupo de cadáveres, depois deitavam o cal e depois punham outra camada de mortos e assim sucessivamente. É algo que ficou gravado na memória. Isto também me fez despertar uma certa revolta interna contra o sistema colonial português”, recorda. Gil Querido Varela também testemunhou a fome de 1947 e viu crianças a morrerem. Por isso, a revolta foi inevitável e quando surgiu a oportunidade aderiu à luta clandestina nas fileiras do PAIGC em Cabo Verde. “Quem já tinha visto a fome de 47 - que eu vi - não ficava sem fazer nada. Vi crianças a morrerem de fome, corpos inflamados de fome. Vi mães com crianças mortas nas costas, não as tiravam para poderem achar esmola. Os colonialistas troçavam do povo, da fome do pobre. Quando veio o PAIGC, entrei rápido. Quem viu aquela fome, era impossível para não lutar. Só quem não tem sentimento”, lembra Gil Querido Varela, que nos leva, num outro episódio ao Campo de Concentração do Tarrafal. A fome também ensombra as memórias de Marline Barbosa Almeida. Foi a partir daí que ela decidiu juntar-se à luta, também na clandestidade. Quis ver a sua terra “livre e independente”. “Nós, que nascemos nos anos 40, 50, vimos aquele período de fome, em que morreram muitas pessoas e o culminar foi o Desastre da Assistência, que matou dezenas, para não dizer centenas de pessoas. Daí cresceu em nós uma certa revolta que não estava classificada politicamente, mas era uma revolta contra a situação de Cabo Verde. Mais tarde, eu, como lia muito - eu devorava livros – fui-me apercebendo das desigualdades, da opressão, do que era necessário para que saíssemos do jugo do colonialismo”, conta Marline Barbosa Almeida, em sua casa, na Praia. No livro “Cabo Verde - Um Corpo que se Recusa a Morrer - 70 anos de fome - 1949-2019”, o jornalista José Vicente Lopes fala sobre o Desastre da Assistência, considerando que a luta de libertação do PAIGC teve como um dos motores a fome que assolava desde sempre o arquipélago. “Este livro fala de um acontecimento que houve em Cabo Verde, que foi o Desastre de Assistência de 1949, e cobre a história de Cabo Verde de 1949 a 2019, numa perspectiva da questão alimentar em Cabo Verde, a história das fomes, o impacto que isto foi tendo nos cabo-verdianos até desembocar inclusive na criação do PAIGC. O PAIGC foi uma reacção à calamidade famélica que foi sucedendo em Cabo Verde desde o século XVI ao século XX porque até 1949, quando se dá o Desastre de Assistência, qualquer seca que acontecesse em Cabo Verde matava no mínimo 10.000, 20.000 pessoas”, sublinha o jornalista, acrescentando que “o espectro da fome não desapareceu porque, apesar de todos os investimentos feitos, apesar de tudo o que se conseguiu fazer, mesmo um bom ano agrícola, um bom ano de chuvas em Cabo Verde, Cabo Verde não consegue produzir mais de 20% das suas necessidades alimentares, logo, 80% tem que ser importado”. As violências coloniais eram de toda a ordem. Maria Ilídia Évora tinha cinco anos quando viu o pai a ser espancado por brancos. A imagem nunca mais a deixou, assim como o medo incontrolável sempre que via alguém de pele branca. Mais tarde, ela viria a integrar um grupo de cabo-verdianos que foi treinado em Cuba para desencadear a guerrilha em Cabo Verde e viria ainda a trabalhar em hospitais durante a guerra na Guiné. “Uma pessoa a bater em alguém que não fez nada, a bater daquela maneira como baterem no meu pai, uma criança não entende. Eu não entendi. Nunca entendi. Até conhecer o Amílcar, para mim, o branco era o diabo. Eu considerava o branco uma coisa muito ruim. Bater em alguém que não fez nada, que só estava lá porque quis conviver com um patrício amigo, não tinha sentido. Porque para a gente, amizade é amizade. Ele não foi fazer nada, ele não tinha nada nas mãos, nem nos pés, nem em nenhum lugar, e acharam que era um inimigo a ser abatido. Essa coisa nunca me saiu da cabeça”, conta-nos na sua casa, no Mindelo. Todas estas circunstâncias alimentaram a coragem dos que acreditaram na luta. Muitos deles, depois de terem passado no Liceu Gil Eanes, em São Vicente, depois na Casa dos Estudantes do Império, em Portugal, acabariam por "dar o salto". Em 1961, dezenas de angolanos, mas também moçambicanos e cabo-verdianos nacionalistas fogem clandestinamente de Portugal e protagonizam uma fuga massiva histórica para França nas barbas do salazarismo. Vários acabaram por ser figuras de destaque nas lutas de libertação nacional e, mais tarde, ocuparam também postos de relevo nos novos Estados. Pedro Pires foi um dos que escolheu seguir Amílcar Cabral, o líder da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde. Era o momento de deixar tudo para trás e arriscar por uma causa. “Chegou um momento em que era preciso alguém correr riscos. Não quer dizer que todos iam correr riscos, mas tinha chegado o momento em que aqueles que achassem que podiam correr riscos ou aqueles que achassem que estivessem no dever de correr riscos, no dever da solidariedade e no dever de serviço em favor do seu país, do seu povo, decidiu correr o risco. Mas o risco é inerente a qualquer decisão e aí nós optamos ou ficar parados e não fazer nada ou então agir e correr riscos. Eu acho que tem sempre resultados, com maiores ou menores dificuldades. O facto de corrermos risco, podemos mudar muita coisa. Foi o que aconteceu connosco. Nós éramos um grupo que saiu na mesma altura ou no mesmo dia, éramos cerca de 60 jovens que decidiram correr o risco”, resume o antigo comandante. Osvaldo Lopes da Silva, comandante de artilharia mobilizado na Guiné, também correu o risco e esteve nessa fuga. Ele recorda esse pontapé de saída para a luta de libertação. “Atravessámos a fronteira de autocarro. Foram vários grupos, cada um foi à sua maneira. Depois, estivemos concentrados nas cercanias de San Sebastian. Quando íamos atravessar a fronteira, o elemento na fronteira que devia facilitar a nossa saída, tinha desaparecido. De forma que fomos presos. Estivemos dois dias na prisão central de San Sebastian e, às tantas, de repente, aparece o director da prisão com um discurso todo terceiro-mundista que 'o povo, o governo da Espanha estiveram sempre ao lado daqueles que lutam pela liberdade, pela independência, etc, etc'. Para nós, foi uma grande surpresa e fomos postos em liberdade. E a verdade é que, pelos documentos que reuniram, viram que essa gente não são maltrapilhos quaisquer, são gente com qualificação”, lembra. Muitos dos que estiveram nessa fuga, tinham frequentado e cultivado a reafricanização dos espíritos num dos principais berços da contestação ao colonial fascismo português: a Casa dos Estudantes do Império. Foi criada em 1944, em Lisboa, pelo próprio regime ditatorial para apoiar os jovens “ultramarinos” que fossem estudar para a “metrópole”, e encerrada em 1965. Duas décadas em que foi uma escola de consciencialização política do nacionalismo africano, fosse na sede lisboeta ou nas delegações de Coimbra e no Porto, ajudando à criação dos movimentos de libertação das colónias portuguesas em África. Outro centro de pensamento anticolonial foi o Centro de Estudos Africanos, em cujo grupo fundador esteve o futuro pai das independências da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Amílcar Cabral foi também vice-presidente da Casa dos Estudantes do Império em 1951. A sua segunda esposa, Ana Maria Cabral, também por lá passou e recorda a importância do local para a contestação. “Fui levada pelos meus irmãos mais velhos e não havia só bailes, havia encontros, havia reuniões sobre a situação dos nossos países, em especial quando os franceses e os ingleses começaram a dar a independência às suas antigas colónias. Seguimos todo o processo dessas independências. Nós todos éramos Lumumba e Nkrumah. Nós seguíamos a luta dos outros povos, dos povos das colónias e não só das colónias em África”, explica Ana Maria Cabral. Muitos dos que passaram pela Casa dos Estudantes do Império vieram a assumir importantes responsabilidades na luta anticolonial e de libertação dos antigos territórios em África, como Amílcar Cabral, Vasco Cabral, Agostinho Neto, Mário Pinto de Andrade, Eduardo Mondlane, Marcelino dos Santos, Joaquim Chissano e Miguel Trovoada. Pedro Pires também conheceu de perto a Casa dos Estudantes do Império. Aquele que foi comandante e destacado dirigente político-militar do PAIGC na luta de libertação, assim como o principal arquitecto do Acordo de Lisboa para a independência, resume que a luta contra a opressão colonial foi desencadeada pelo próprio colonialismo. “É o próprio sistema colonial, que não dava resposta às necessidades e às dificuldades, enfim, às crises por que passava a Cabo Verde, mas também que não se interessava especialmente em encontrar soluções para esses problemas. O percurso histórico de Cabo Verde é trágico, em certa medida, porque os cabo-verdianos tiveram que enfrentar situações extremamente complicadas e difíceis de fome, secas, fugas, ter que buscar por outras vias as soluções e o próprio sistema que não dava resposta às necessidades e às exigências, para não dizer também aos sonhos daqueles que queriam ver o país numa via diferente. Portanto, o colonialismo era um sistema de bloqueio e era indispensável lutar contra ele, a fim de abrir novas perspectivas ao país para realizar os seus objectivos, os seus sonhos, mas também por uma coisa muito simples: para ter uma vida melhor”, considera Pedro Pires. Foi para buscar essa “vida melhor” que estes homens e mulheres abrem o caminho para a luta de libertação, da qual vamos recordar alguns momentos nos próximos episódios. Pode ouvir aqui as entrevistas integrais feitas aos diferentes convidados.
O presidente Lula disse que vai revogar um decreto de 2017 para que o Itamaraty custeie o traslado do corpo da jovem Juliana Marins da Indonésia ao Brasil. A norma regulamenta o apoio consular a migrantes, mas veta o custeio com sepultamento e traslado. Lula prometeu outro decreto para substituir o atual.
Alexandre Garcia comenta sobre a morte da brasileira Juliana Marins na Indonésia, o aumento da proporção do álcool na gasolina, a bebedeira de Hugo Motta e a fraude no INSS.
Começa Cúpula da OTAN, com países determinados a aumentarem gastos com defesa. Cessar fogo entre Irã e Israel ainda é frágil, mas Donald Trump se diz frustrado com Israel. Governo português vai dificultar a obtenção do título de residência para brasileiros e timorenses que entrarem no país como turistas. Brasileira que caiu em vulcão na Indonésia é encontrada morta.
Brasileira Juliana Marins é encontrada morta na Indonésia quatro dias depois de cair em trilha. E Braga Netto e Mauro Cid mantêm versões conflitantes sobre trama golpista em acareação.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Irã e Israel respeitam primeiro dia de cessar-fogo. Publicitária brasileira que caiu em trilha de vulcão na Indonésia é encontrada morta. Flip divulga programação sem autores de países anglófonos pela primeira vez. Brasil tem 4 escolas finalistas em prêmio de melhores do mundo. Ibama emite primeira licença prévia para projeto de eólica offshore no Brasil. Braga Netto chama Mauro Cid de mentiroso em acareação. Austrália e YouTube travam disputa sobre lei que proíbe redes sociais para menores de 16. E empresas que investem em bem-estar digital têm mais produtividade. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma fábrica clandestina de drogas sintéticas foi fechada, nesta quarta-feira (25), pela polícia em Guarujá, no litoral de São Paulo. Havia misturadores, estufa, soda cáustica e entorpecentes já prontos em formato de comprimido. E ainda: Corpo de brasileira que caiu de vulcão é resgatado na Indonésia.
Confira na edição do Jornal da Record desta terça (24): Demora em resgate e clima extremo podem ter contribuído para morte de brasileira em vulcão na Indonésia. Trilha que Juliana percorreu já registrou pelo menos outras cinco mortes. Primeiro-ministro israelense declara fim do conflito contra Irã e destaca vitória histórica. Em Brasília, Mauro Cid confirma ter recebido dinheiro do ex-ministro Braga Netto. Vítimas de fraudes no INSS terão dinheiro devolvido a partir do mês que vem. Relatório do Ministério Público revela que PCC já atua em 28 países, além do Brasil. Cidades no Sul registram temperaturas abaixo de zero e chafariz congela.
No ano de 1975 cumpriu-se um dos objectivos do MFA: descolonização. Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Angola tornaram-se independentes, depois da Guiné-Bissau e com Timor-Leste a ser invadido pela Indonésia.
Corpo da brasileira Juliana Marins é resgatado do Monte Rinjani na Indonésia; especialistas listam possíveis erros antes e depois do acidente. Acusações, desconfiança e vitória dos dois lados: os movimentos de Israel e Irã após o início do cessar-fogo. Onda de frio atinge pico nesta quarta e mínima pode chegar a 5°C em SP; veja capitais mais geladas. STF retoma julgamento de responsabilidade das redes sociais sobre conteúdos nesta quarta. Copa do Mundo de Clubes: Flamengo empata com o Los Angeles FC em Orlando e vai para as oitavas de final.
Irã e Israel desrespeitaram o cessar-fogo de Donald Trump e, depois de doze dias de bombardeios, os dois países se declararam vitoriosos. Imagens de satélite registraram cicatrizes de fogo e revelaram um recorde na destruição da Amazônia e da Mata Atlântica no ano passado. No Rio Grande do Sul, milhares de desalojados pelos alagamentos enfrentam o frio. O governo propôs um calendário para devolver o dinheiro descontado ilegalmente de aposentados e pensionistas. Numa entrevista exclusiva ao Jornal Nacional, o príncipe William, da Inglaterra, explicou porque o Brasil sediará um dos prêmios de sustentabilidade mais importantes do mundo. A ação penal que investiga a tentativa de golpe teve acareações no STF. Veja também os gols e os confrontos da fase de grupos da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. E terminou em morte o acidente da brasileira Juliana Marins em um vulcão da Indonésia.
Caso Juliana Marins: especialistas listam possíveis erros antes e depois do acidente em vulcão na Indonésia. 'Você se foi fazendo o que mais gostava', escreve pai de Juliana em carta nas redes sociais. Irã diz que instalações nucleares foram 'gravemente danificadas' por ataques dos EUA. Governo envia ao Congresso projeto de lei que aumenta pena para furto e receptação de celulares; entenda. Anac diz que Voepass fez 2,6 mil voos com aviões sem manutenção adequada após tragédia em Vinhedo. Brasil tem cidades com temperaturas negativas, chegando a -8°C; veja ranking do frio no país.
Senado aprova reserva de vagas para mulheres em conselhos de administração das estatais e senadores prestam solidariedade à família da jovem morta em trilha na Indonésia.
Na primeira edição deste boletim você confere:- Em evento, Lula defende ação de Haddad sobre o IOF;- Família de brasileira que caiu em trilha da Indonésia afirma que resgate foi negligente;- Irã diz que ataque americano deixou as instalações nucleares “gravemente danificadas”.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação da monitora Beatriz Martins, do curso de JornalismoEscute agora!
Trabalhadores em educação da rede municipal de Belo Horizonte decidem manter greve; Comitê de Política Monetária do Banco Central sinalizou a manutenção da Selic em 15% ao ano; Ministério das Relações Exteriores confirmou a morte da brasileira Juliana Marins, que caiu durante trilha em um dos maiores vulcões da Indonésia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na edição do Noite Brasil/Cultura Brasil, desta terça-feira, 24 de junho:1) Quatro dias após queda, a publicitária Juliana Marins, de 26 anos, é encontrada sem vida no vulcão Monte Rinjani;2) A morte da jovem brasileira evidencia descaso da Indonésia e demora do Itamaraty em cobrar as autoridades do país para que as buscas de fato pudessem ocorrer;3) Chefe de Estado Maior de Israel afirma que cessar-fogo contra Irã não significa fim da guerra. Eyal Zamir afirma que agora foco é o “colapso do Hamas” na Faixa de Gaza;4) Enquanto os pobres são desestimulados a estudar e fazer faculdade, os ricos seguem com educação de qualidade, almejando e comemorando a entrada no ensino superior. O Novo Ensino Médio evidencia este fato.Os convidados de hoje são a analista internacional Rose Martins (19h30) e o sociólogo e professor Thiago Esteves (20h15)
Confira na edição do Jornal da Record News desta terça-feira (24): polícia desmonta quadrilha que roubou quase R$ 1 milhão de Gabigol. Israel e Irã continuam trégua após 12 dias de conflito. E mais: morre Juliana Marins, turista brasileira que caiu em vulcão na Indonésia.
Após mais de sete horas de trabalho, agentes da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia conseguiram içar o corpo da brasileira Juliana Marins do Monte Rinjani, nesta quarta-feira, e o levaram a uma base. A jovem de 26 anos foi encontrada morta ontem, depois de cair de uma trilha do segundo maior vulcão na Indonésia, no último fim de semana. Desde o desaparecimento dela, têm se intensificado os questionamentos sobre o papel do Itamaraty e do governo federal nas buscas em casos desse tipo. O embaixador do Brasil na Indonésia, George Monteiro Prata, chegou a pedir desculpas à irmã de Juliana Marins pelo fato de ter repassado informações inverídicas de autoridades indonésias sobre o salvamento da turista. Em entrevista à Rádio Eldorado, professor de Direito Flávio de Leão Bastos Pereira, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, disse que o Itamaraty tem a competência e o dever de dar assistência aos brasileiros no exterior com base na Constituição Federal e na Convenção de Viena. Ele ressaltou, no entanto, que há limites que dependem da autorização de estados soberanos. Acompanhe as orientações do especialista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta tragédias do balão em Santa Catarina e brasileira que caiu em vulcão na Indonésia, prisão de Cristina Kirchner e segurança vitalícia para ministros do STF.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Apesar do acordo de cessar-fogo, o Irã realizou novos ataques a Israel, deixando três mortos. Mais cedo, governo iraniano declarou que as ações iriam continuar até o último minuto antes do cessar-fogo. Lembrando que o acordo, anunciado por Donald Trump, começa a valer a 1 hora da manhã pelo horário de Brasília. E ainda: Buscas por brasileira que caiu em vulcão da Indonésia são retomadas.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A brasileira Juliana Marins, que caiu durante uma trilha em um vulcão na Indonésia, morreu nesta terça (24). A publicitária, de 26 anos, não resistiu à espera por socorro. O corpo dela foi localizado no quarto dia de buscas, por uma das equipes que desceram pela encosta da região conhecida como Cemara Tunggal entre 2.603 metros de altitude. E ainda: Sete suspeitos são presos em operação contra quadrilha que desviou salários de jogadores.
Trump diz que Irã e Israel violaram cessar-fogo e exige que Netanyahu não volte a bombardear Teerã. ‘Embaixada estava sem condições de transportar', conta brasileiro que fugiu do Irã. Por que o resgate da brasileira que caiu em trilha na Indonésia está demorando tanto. Onda de frio derruba temperaturas no Centro-Sul; áreas serranas do RS e SC podem ter neve nesta terça. Botafogo e Palmeiras confirmam vaga e vão se enfrentar nas oitavas da Copa do Mundo de Clubes.
A jovem Juliana Marins, de 26 anos, foi encontrada morta nesta terça-feira (24) no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia, após cair em uma ribanceira e permanecer presa por quatro dias em uma encosta de difícil acesso, sem água, comida ou abrigo. A confirmação foi feita pela família nas redes sociais. Juliana caiu durante uma trilha guiada na madrugada da última sexta-feira (21), em um dos trechos mais perigosos da rota que leva ao cume do vulcão. Desde então, seis equipes de resgate atuavam em condições climáticas complicadas para tentar alcançá-la, com o apoio de dois helicópteros e equipamentos como uma furadeira industrial. O corpo foi localizado por uma das equipes que desceu pela encosta da região conhecida como Cemara Nunggal, entre 2.600 e 3.000 metros de altitude. Nesta edição de Consultório CBN, o comentarista Henrique Bonaldi fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Na primeira edição deste boletim você confere:- Brasileira que caiu de penhasco na Indonésia é encontrada morta;- Mauro Cid e Braga Netto participam de acareação conduzida por Alexandre de Moraes;- Donald Trump afirma que Irã e Israel violaram cessar-fogo. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação da monitora Beatriz Martins, do curso de JornalismoEscute agora!
Le café "mocha" – ou "moka" en français – n'est pas seulement une boisson aromatisée au chocolat. C'est avant tout un nom chargé d'histoire, qui puise ses origines dans le commerce maritime et les débuts de la mondialisation du café. Ce nom fait directement référence à la ville portuaire de Mokha, située sur les côtes du Yémen, au bord de la mer Rouge.Entre le XVIe et le XVIIIe siècle, Mokha fut le principal port d'exportation du café au monde. C'est depuis ce comptoir que les Européens ont découvert le café, et ce bien avant que les premières plantations ne soient créées ailleurs. À cette époque, les grains étaient cultivés exclusivement sur les plateaux du Yémen, notamment autour de la ville de Sana'a. Les grains récoltés étaient ensuite transportés à dos de mulets ou de chameaux jusqu'au port de Mokha, d'où ils prenaient la mer pour rejoindre les grandes villes d'Europe et d'Asie.Le café exporté par Mokha avait une saveur particulièrement réputée : corsée, intense, légèrement cacaotée. Ce profil aromatique unique, dû à l'altitude et au climat des hauts plateaux yéménites, allait marquer les palais européens. Très vite, le nom "mocha" devint synonyme de café de qualité, et par extension, de café tout court dans certaines régions.Au fil des siècles, la ville de Mokha perdit de son importance. À partir du XIXe siècle, de nouvelles plantations virent le jour ailleurs, notamment à Ceylan (l'actuel Sri Lanka), en Indonésie, puis en Amérique latine. Les Hollandais, puis les Britanniques, développèrent ces cultures coloniales qui finirent par supplanter le quasi-monopole yéménite. Le port de Mokha déclina peu à peu, concurrencé par Aden et d'autres hubs maritimes plus modernes.Malgré cela, le nom "mocha" resta dans les mémoires et s'ancrera durablement dans le langage du café. Lorsque, plus tard, les Italiens ou les Américains commenceront à mélanger du café espresso avec du chocolat fondu et du lait, cette boisson prendra naturellement le nom de "mocha" — en hommage à l'arôme chocolaté du café original venu du Yémen.Aujourd'hui, dans les coffee shops, le terme "mocha" désigne surtout une recette gourmande, à base de café, de chocolat et de lait. Mais son nom raconte une histoire bien plus ancienne, celle des premiers grains exportés sur les voiliers arabes, du goût inimitable du café yéménite… et d'un petit port oublié qui a donné son nom à une boisson mondialement célèbre. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O piloto e seis testemunhas do balão que caiu em Santa Catarina no último sábado (21) já foram ouvidos pela polícia. Os investigadores aguardam o laudo da perícia feita no local do acidente para identificar se o balão estava com todos os equipamentos de segurança necessários. Nesta semana, além de sobreviventes e testemunhas, representantes da empresa que faz passeios de balão devem ser ouvidos. E ainda: Brasileira que caiu de trilha na Indonésia segue sem resgate há mais de 72 horas.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você encontra essas e outras notícias: Após bombardeios, Trump fala em ‘mudança de regime’ no Irã e Brasil condena ataques. Debate tributário vira arma do governo para brigar com oposição. Bienal do Livro fecha com alta de público e boom nas editoras. Holanda devolve esculturas saqueadas do antigo Reino de Benin. Mau tempo interrompe buscas por brasileira desaparecida na Indonésia. Meta lança óculos inteligentes em parceria com a Oakley. Reino Unido vai testar sangue artificial em humanos pela primeira vez. E a Parada LGBT+ destaca envelhecimento e resistência.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entenda 'estratégia de Star Wars' usada pelos EUA em ataque ao Irã. Preço do petróleo sobe diante do risco de bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. Condições eram extremas, dizem turistas que faziam trilha com brasileira desaparecida na Indonésia. O que se sabe e o que falta saber sobre queda de balão que causou 8 mortes em Praia Grande (SC). Copa do Mundo de Clubes: Botafogo e Palmeiras jogam hoje para confirmar vaga nas oitavas.
durée : 00:53:44 - Questions d'islam - par : Ghaleb Bencheikh - L'Indonésie est le premier pays d'islam par sa population (88 % de ses 270 millions d'habitants) mais quelles sont les particularités du mouvement démocrate-musulman qui l'anime depuis la proclamation de son indépendance par Sukarno le 17 août 1945 ? - réalisation : François Caunac - invités : Rémy Madinier Chercheur au CNRS et à l'Institut d'Asie Orientale de l'ENS Lyon
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (21): testemunhas relatam pânico dos sobreviventes da queda de balão em Santa Catarina; Cenipa e Polícia Civil investigam as causas do acidente; entre as vítimas que morreram, estavam mãe e filha, e dois casais; brasileira cai em trilha de vulcão e espera há mais de 24 horas por resgate na Indonésia. E veja também: Israel divulga vídeo de ataque que matou comandante da guarda iraniana.
Vulcão entra em erupção na Indonésia e lança coluna de cinzas a uma altura de 10 quilómetros
Dans cet épisode 86, Caroline, serial expat ayant vécu au Liban, au Maroc, en Indonésie et à Singapour, nous partage son installation récente en Arabie saoudite avec sa famille. D'origine espagnole et ayant grandi à Montpellier, elle raconte son parcours multiculturel, la naissance de ses enfants au Liban et au Maroc, et son arrivée à Riyad. Malgré les réticences de son entourage liées à la condition des femmes, Caroline découvre une Arabie saoudite en pleine transformation : ouverture au tourisme, richesse culturelle, festivals, influence américaine et diversité des communautés. Elle revient sur l'importance du respect des codes vestimentaires, son apprentissage de l'arabe, et ses projets professionnels en tant qu'infirmière, enseignante ou dans le tourisme. Entre climat désertique et régions plus tempérées, Caroline déconstruit les idées reçues et recommande avec enthousiasme ce pays qui surprend par son dynamisme. Un épisode inspirant pour mieux comprendre la réalité de la vie en Arabie saoudite aujourd'hui.Pour écouter le précédent épisode sur l'ouverture d'esprit en expatriation avec Caroline : https://smartlink.ausha.co/fill-expats/ouverture-d-esprit-expatriation
In Don't Quit at “I Do”, Pastor Jarod takes us from the tragic fallout between Cain and God to the fiery outpouring of the Holy Spirit at Pentecost. With powerful illustrations, cultural backstory, and scriptural depth, this message confronts a sobering truth: it's possible to do spiritual things—sing, serve, give—without ever truly listening to God. Just like Cain, we can go through the motions while resisting correction, forfeiting favor. But there's good news—Jesus has with a Spirit of freedom, inviting us into a deeper, ongoing relationship. Whether you've said “I do” to Jesus and grown cold, or you've said “I do” to things you now regret, God's voice is calling. This is your invitation to be filled again, to walk by the Spirit, and to wear the wedding garments of fire. Don't quit where covenant begins—don't quit at “I do.” ____ Partner with New Tribe: Give | https://newtribe.church/give/ ____ Connect with New Tribe: Website | https://newtribe.church/comeexperience/ Instagram | https://www.instagram.com/newtribechurch Facebook | https://www.facebook.com/newtribechurch YouTube | https://www.youtube.com/newtribechurch
Entre forte croissance, ambitions d'intégration régionale et dépendances multiples, l'Asie du Sud-Est redéfinit ses priorités face aux rivalités sino-américaines et à la guerre commerciale. Éco d'ici Éco d'ailleurs vous propose un tour d'horizon des enjeux qui agitent cette région qui attise les convoitises du reste du monde. NOS INVITÉS :- Marc Lautier, professeur d'économie à l'Université de Rennes 2- Nicolas Rocca, journaliste au service Asie de RFI- Cléa Broadhurst, correspondante permanente de RFI à Pékin- Doàn, directeur général et cofondateur de l'entreprise S-Life à Hòa Bình (Vietnam).
Original Air Date: July 8, 2019 This week we're answering your questions on what to do if your boyfriend doesn't want to hang out with you family, negotiating your sugar baby status, returning to normalcy after a break up, and having compassion for your sociopath brother. In Don't Blame Them a listener shares her advice on being scared that you're going to get pregnant. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices