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O Flamengo votará uma ampla reforma eleitoral no Conselho Deliberativo. A proposta altera pontos do Estatuto Social e cria um novo Código Eleitoral e de Boas Condutas, que passará a funcionar como anexo estatutário.A mudança busca dar mais transparência, estabilidade e isonomia às eleições internas. Entre os principais pontos estão o fortalecimento da Comissão Permanente Eleitoral, novas regras para lista de eleitores, proteção de dados, rito próprio para infrações eleitorais e maior autonomia da Assembleia Geral na operação da votação.A proposta também proíbe descontos, anistias e benefícios financeiros em ano eleitoral, cria impedimentos para conselheiros que julgam recursos e aumenta a responsabilidade dos candidatos à presidência por atos ilícitos praticados por representantes de campanha.Neste vídeo, explicamos em detalhes o que muda no Estatuto do Flamengo e por que a reforma pode ser um avanço importante para a governança rubro-negra.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo
Cerimônia na Assembleia Geral reafirma compromisso da comunidade internacional com prevenção; ataque do Exército sérvio-bósnio, em 1995, resultou na execução sumária de mais de 8 mil homens e meninos bósnios muçulmanos.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quinta-feira, 9 de julho:Assembleia Geral realiza cerimônia para lembrar vítimas do Genocídio em SrebrenicaComunidade dos Países de Língua Portuguesa pode se tornar uma comunidade econômica
Países-membros da ONU recebem María Fernanda Espinosa após primeira rodada com quatro candidatos em 21 e 22 de abril; ex-chanceler do Equador que também presidiu a Assembleia Geral apresentará sua visão a partir de 15h, horário de Nova Iorque, neste 15 de junho.
Países-membros da ONU recebem María Fernanda Espinosa após primeira rodada com quatro candidatos em 21 e 22 de abril; ex-chanceler do Equador que também presidiu a Assembleia Geral apresentará sua visão a partir de 15h, horário de Nova Iorque, neste 15 de junho.
Eleição para cinco novos membros não-permanentes ocorre neste 3 de junho na Assembleia Geral; único país de língua portuguesa na lista disputa cadeira com Alemanha e Áustria; grupo da Ásia-Pacífico tem Filipinas e Quirguistão para um assento apenas.
Votação ocorre neste 2 de junho; chanceler bengalês Khalilur Rahman e embaixador cipriota Andreas S. Kakouris disputam posto para liderar a 81ª. Sessão do órgão; mandato começa em setembro e vencedor da corrida substituirá a atual presidente Annalena Baerbock, da Alemanha.
A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.
Nova decisão da Assembleia Geral é qualificada pelo secretário António Guterres como uma “afirmação poderosa” da ciência e do direito; Nações Unidas veem medida como passo histórico e urgente na defesa de futuras gerações.
Nome da ex-presidente da Assembleia Geral foi anunciado pela porta-voz da atual líder do órgão; com chegada de Espinosa, corrida para substituir Guterres passa a ter cinco candidatos: três mulheres e dois homens.
Annalena Baerbock preside diálogos interativos com candidatos a secretário-geral da ONU; apresentações individuais começam neste 21 de abril; até agora concorrem Michelle Bachelet, Rafael Mariano Grossi, Rebeca Grynspan e Macky Sall.
Instabilidade contínua tem potencial de asfixiar fluxo internacional de fertilizantes; Unops alerta sobre efeitos diretos do conflito no Oriente Médio; Assembleia Geral debate rejeição de resolução sobre o tema no Conselho de Segurança.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quarta-feira, 15 de abril.Guerra no Sudão completa três anos como a maior crise humanitária do mundoJovens de Portugal simulam trabalhos na Assembleia Geral em mais um evento do Modelo ONU
Evento Model UN realizou-se em Lisboa, no Iscsp, com dezenas de estudantes para simular trabalhaos da Assembleia Geral; debate ensina divergências, convergência e consenso para promover mais diálogo em mundo polarizado.
Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntar terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.
Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntas terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.
Ex-jogador é também o primeiro Campeão Brasileiro do “Futebol pelos ODS”; Zico recebeu título na sala da Assembleia Geral colocando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro da agenda desportiva.
2 de Abril é o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, por determinação da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Neste dia, apela-se a toda a comunidade para que tome conhecimento do que são as Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) e do que significa viver e conviver com essas perturbações. Procurando contribuir para essa consciencialização, conversamos com João Fernambuco, um adolescente com PEA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada: Ynaê Lopes dos Santos, doutora em história pela USP, pesquisadora sobre a História da Escravidão nas Américas e professora de História da América da Universidade Federal Fluminense. Na última quarta-feira (25), Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que declara que o tráfico de africanos escravizados foi o crime mais grave na história da humanidade. O texto foi apresentado por Gana e aprovado por 123 dos 193 países que integram as Nações Unidas – entre eles o Brasil. Houve 52 abstenções (caso do Reino Unido e de todos os integrantes da União Europeia) e somente 3 votos contrários: Argentina, Estados Unidos e Israel. O reconhecimento das Nações Unidas se refere ao tráfico de africanos que foram sequestrados e levados à força para as Américas: um crime que foi perpetrado durante quatro séculos e vitimou cerca de 12,5 milhões de pessoas. O Brasil foi o maior destino: quase 5 milhões de negros escravizados foram transportados para cá. A resolução agora exige reparações. Para analisar se o que foi decidido na ONU é apenas uma posição simbólica ou uma ação concreta em busca de justiça, Victor Boyadjian entrevista Ynaê Lopes dos Santos, doutora em história pela USP e professora de História da América da Universidade Federal Fluminense. Ynaê, que também é pesquisadora sobre a história da escravidão, descreve as três etapas da organização econômica da escravidão: a captura na África, o transporte nos navios negreiros e o trabalho forçado no Brasil. Ela ainda explica a que tipo de violências as pessoas escravizadas eram submetidas e aponta os caminhos para uma possível reparação histórica para este crime.
UE trava financiamento às forças ruandesas em Cabo Delgado; eurodeputado alerta que decisão é “grave”, mas admite margem para consenso. Angola enfrenta défice de magistrados e reclusos denunciam excesso de prisão preventiva e morosidade judicial. Assembleia-Geral da ONU aprova resolução que declara tráfico de escravos como "crime mais grave contra humanidade" e defende reparações históricas.
Assembleia Geral realiza cerimônia, neste 25 de março, Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravatura e do Tráfico Transatlântico de Escravos, na sede da ONU em Nova Iorque; ordem global permaneceu por mais de 400 anos.
Cidade já abrigou trabalhos da organização internacional nos mais inusitados locais como uma piscina adaptada para receber correspondentes e jornalistas, uma pista de patinação para uma sessão da Assembleia Geral e a primeira sessão do Conselho de Segurança num ginásio de basquete no Hunter College.
Data instituída pela Assembleia Geral em 2010 homenageia o Arcebispo Óscar Arnulfo Romero, de El Salvador; tributo cobre ainda aos que dedicaram vidas ou as perderam a fim para promover e proteger princípios fundamentais.
Juntos contra a Solidão é o tema deste ano; representantes dos Estados-membros da ONU, família, especialistas e defensores reúnem-se para promover os direitos e bem-estar de quem vive com a síndrome.
Data de 21 de março foi declarada pela Assembleia Geral para incentivar os países a cuidar das matas que são meio de subsistência para bilhões de pessoas; todos os anos, 4 bilhões de metros cúbicos de madeira são produzidos numa tendência que tende a aumentar até 2050.
Na terceira semana de abril, cada postulante ao cargo terá uma sessão de três horas para apresentar visão, declaração financeira e responder perguntas; até o momento, cinco nomes estão na disputa; novas candidaturas são esperadas até 1 de abril.
Líder da ONU pediu ação para acabar com leis discriminatórias; presidente da Casa enfatizou luta por igualdade de representação e punição de abusos sexuais; Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, diz que justiça não pode ser seletiva; atriz Anne Hathaway falou em compromisso e mudança.
Relatório do secretário-geral trata do Pacto Global sobre Migração Segura, Ordenada e Regular, que destaca riscos crescentes enfrentados por migrantes pelo mundo e apresenta dados atualizados sobre fluxos globais.
Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
Annalena Baerbock pediu ao Parlamento Europeu que defenda a verdade e o multilateralismo; discurso em Estrasburgo realça papel central da Carta da ONU; alerta destaca uso da desinformação e de notícias falsas como instrumentos de poder e para os seus impactos na democracia.
Lista de 40 nomes anunciados pelo secretário-geral da ONU foi submetida à apreciação da Assembleia Geral; especialistas lusófonas devem fazer parte do grupo que vai preencher lacunas de conhecimento sobre IA e avaliar impactos da tecnologia.
Annalena Baerbock discursou na abertura da 64ª Sessão da Comissão de Desenvolvimento Social; ela afirmou que luta por igualdade desempenha papel chave na prevenção de conflitos; conferência reúne ministros para debater sistemas de proteção social e estratégias de combate à pobreza, dentre outros temas.
Palavras do atual secretário-geral foram proferidas na apresentação das prioridades para 2026; Conselho de Segurança dará início à escolha da próxima liderança até o final de julho, antes de fazer recomendação do candidato à Assembleia Geral.
Quinta Comissão da Casa, que cuida do tema, finalizou negociações que foram endossadas pela Plenária; quantia refere-se a orçamento regular; valor é 7% inferior ao de 2025; no próximo mês, 2,9 mil postos de trabalho serão extintos.
A Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu o dia 16 de novembro do ano que vem como o primeiro em que o planeta celebrará o Dia da Dieta Mediterrânea. O objetivo é promover comidas saudáveis, a sustentabilidade e as tradições territoriais.
Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu 16 de novembro para celebrar a data com o objetivo de promover comidas saudáveis, sustentabilidade e tradições territoriais.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*ONU apoia esforços para restaurar ordem constitucional na Guiné-Bissau*Conselheira da ONU diz que exclusão de jovens causa instabilidade na África*FMI destaca potencial e riscos dos stablecoins para pagamentos e finanças globais*Assembleia Geral reforça combate ao colonialismo e suas marcas
Evento marcou Dia Internacional sobre o tema e aniversario de 65 anos de Declaração sobre Independência de Povos Colonizados; representante da ONU disse que marcas de um “mundo de impérios” ainda persistem na arquitetura do poder global; mundo tem 17 territórios não autônomos.
ONU lança novos alertas sobre expansão do contrabando de pessoas; juntamente com OIM organização reforça que mundo precisa de respostas mais fortes, coordenadas e centradas nas vítimas; líder da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, apelou por legislação robusta, ação digital eficaz e combate às causas profundas da exploração.
Carta de presidentes da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança sobre candidatura para nova Secretaria Geral incentiva igualdade de oportunidades para candidaturas de mulheres e homens; 15 Estados-membros do Conselho de Segurança farão a recomendação formal de um nome à Assembleia Geral.
Nos últimos meses, uma figura se move discretamente na América do Sul defendendo os interesses do governo de Donald Trump - e os próprios. Richard Grenell, um diplomata de carreira, um republicano histórico e um militante trumpista dos mais aguerridos, é o homem por trás da articulação do abraço entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em NY, em setembro. É também o representante de Washington a apertar a mão do líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, em janeiro, meses antes de os EUA enviarem seu maior porta-aviões para os mares do Caribe e ameaçarem abertamente bombardear a Venezuela para apear o regime chavista do poder. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes da apuração da correspondente e colunista do UOL em Washington D.C. Mariana Sanches sobre como Grenell atuou na América Latina.
Entrevista com a presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock. O novo plano quinquenal chinês. O estado da liberdade religiosa no mundo. Edição de Mário Rui Cardoso.
Convidado: Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Em 8 de setembro, a Polônia relatou que drones sobrevoaram o país sem autorização. Desde então, Romênia, Estônia e Dinamarca registraram invasão aérea de seus territórios. Todos estes países integram a Otan. Governos europeus apontam todos os dedos para Moscou: afirmam que se trata de uma ofensiva russa e que há um padrão de intimidação. O Kremlin nega. Em discurso na Assembleia Geral da ONU no fim de semana, o chanceler russo Sergei Lavrov fez acusações contra a Ucrânia, negou que Moscou esteja planejando um ataque contra a Europa e ameaçou quem agredir a Rússia. Para analisar a possibilidade de os drones serem russos e as consequências da reação preliminar da Otan, Natuza Nery conversa com Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Ele avalia a hipótese de que a Rússia esteja testando as defesas antiaéreas e o monitoramento dos países que integram a aliança militar que prevê que, caso um de seus membros sejam atacados, o bloco deve se defender.
Semana de abertura da AGNU significa o professor Guilherme Casarões nos brindando com sua expertise, comentando o discurso brasileiro. Abusamos da paciência dele e pedimos para comentar também a intervenção de Mahmoud Abbas, representando a Palestina.Depois, passamos por todos os principais discursos dos dois primeiros dias, com Filipe Figueiredo comentando Trump e outros mais, além de Matias Pinto e Sylvia Colombo repercutindo outros representantes da nossa quebrada latino-americana.E fechamos com a Vivian Almeida comentando as relações econômicas entre Argentina e EUA.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-ia-4Conheça a Jornada ao Leste da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/jornada-ao-leste/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Convidado: Guga Chacra, comentarista da TV Globo, da GloboNews e colunista do jornal O Globo. Sem visto para entrar nos EUA, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, discursou por videoconferência na Assembleia Geral da ONU. Em uma fala que durou quase 20 minutos, Abbas condenou os ataques do Hamas de 7 de outubro, afirmou que o grupo terrorista não terá papel em um futuro governo e agradeceu aos mais de 140 países, incluindo aliados históricos dos EUA, que reconhecem o Estado Palestino – entre eles a França e o Reino Unido, que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas e anunciaram apoio nesta semana. O discurso de Abbas foi feito um dia antes de o premiê de Israel falar na ONU. Benjamin Netanyahu é esperado nesta sexta-feira (26) na Assembleia Geral. O primeiro-ministro israelense, aliado de Donald Trump, já afirmou categoricamente que “não haverá um Estado Palestino”. Em conversa com Natuza Nery neste episódio, Guga Chacra analisa o que disse Abbas e projeta o que esperar da fala de Netanyahu na ONU – e da reação da comunidade interacional. O comentarista da Globo e da GloboNews avalia que Netanyahu chega “poderoso e, ao mesmo tempo, isolado pela comunidade internacional”.
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Como é tradição, o presidente brasileiro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. Por 18 minutos, Lula defendeu a soberania nacional, destacou a importância da pauta ambiental e de organismos internacionais, mencionou a defesa da democracia no Brasil e defendeu a independência de um Estado palestino. Logo após Lula, foi a vez de Donald Trump. Em seu mais longo discurso na ONU, Trump falou por mais de 50 minutos. E o que se viu foi um completo antagonismo a Lula: críticas à ONU e ataques a imigrantes. O presidente dos EUA classificou as mudanças climáticas como “uma farsa” e defendeu seu tarifaço. Até que, surpreendentemente, Trump relatou um breve encontro com Lula nos bastidores, dizendo ter tido "uma química excelente" com o brasileiro. O presidente dos EUA afirmou que deve fazer uma reunião com Lula na semana que vem – encontro ainda sem detalhes e visto com cautela pela diplomacia brasileira. Para explicar os antagonismos dos discursos de Trump e Lula e o que pode significar uma aproximação entre os dois, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Casarões classifica as divergências entre eles e aponta quais as perspectivas de negociação entre EUA e Brasil depois de meses de deterioração nas relações entre os países.
Aliados históricos de Israel, como França, Reino Unido, Canadá e Austrália, anunciaram o reconhecimento formal do Estado da Palestina às vésperas da Assembleia Geral da ONU, que começou na terça-feira (23). Países como Portugal, Luxemburgo e Mônaco também aderiram à decisão. Lula e Donald Trump falaram sobre o tema em seus discursos no primeiro dia da reunião das Nações Unidas em Nova York — o presidente brasileiro defendendo a criação de um Estado palestino, e o americano afirmando que a medida seria um prêmio para o Hamas, grupo extremista em conflito com Israel desde 2023 na Faixa de Gaza. O Durma com Essa desta quarta-feira (24) explica os obstáculos políticos e institucionais para o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU.O programa desta semana tem também João Paulo Charleaux comentando o discurso de Donald Trump na Assembleia Geral da ONU e João Domingos falando sobre o vazio legal da negociação coletiva no serviço público. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Convidado: Thomas Traumann, jornalista e comentarista da GloboNews. No dia seguinte às manifestações pelo país contra a PEC da Blindagem e contra a anistia, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a hora é de “tirar da frente pautas tóxicas”. Na semana passada, foi Motta quem pautou a PEC e a urgência do projeto para anistiar os golpistas do 8 de janeiro de 2023. Em conversa com Natuza Nery, o jornalista Thomas Traumann avalia o tamanho dos protestos realizados em todas as capitais do país no último domingo (21). Thomas explica como os atos simbolizam uma mudança na capacidade de mobilização de grupos ligados à esquerda, depois de parte da direita priorizar os interesses da família Bolsonaro. Thomas fala também sobre como as sanções anunciadas pelos EUA contra autoridades brasileiras colocam mais um elemento de tensão política no ar. “Isso foi feito de forma mesquinha, para criar constrangimento para o presidente Lula”, diz, ao citar o discurso do presidente brasileiro desta terça-feira (23) na Assembleia Geral da ONU.