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Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
Troféu Debate - 11ª Temporada - EP 04Neste programa, analisamos a vitória do Avaí, na Ressacada, contra o Santa Catarina, pelas quartas de final da taça ACESC, válido pelo Catarinense 2026. Também falamos sobre o nebuloso processo de transformação do Avaí em SAF.O programa contou com a participação de Felipe Borges (@felipe__borges) e com o cônsul do Avaí na Argentina, o mito Ariel Pranteda (@arielpran).
No rescaldo da 39.ª Cimeira da União Africana, o Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, fez um balanço “bastante positivo” da liderança angolana da organização, alerta os desafios das mudanças climáticas ao nível do continente e lembra que áfrica tem de se fazer representar no Conselho de Segurança da ONU. RFI Português: Que balanço faz desta 39.ª Cimeira da União Africana? Presidente de Moçambique, Daniel Chapo: Faço uma análise bastante positiva, porque a 39.ª Cimeira da União Africana concentrou-se muito sobre questões relacionadas com infra-estruturas e, sobretudo, a questão da água a nível do continente. Concretamente, sobre a Presidência angolana [da União Africana], faço um balanço bastante positivo, porque o Presidente João Lourenço fez um esforço extraordinário para ver se conseguimos alcançar a paz, por exemplo, no Leste da República Democrática do Congo, para além de várias frentes que abriu para questões de paz e segurança, que é uma das grandes preocupações dos países ao nível do continente africano. Outro aspecto bastante importante está relacionado com os desafios das mudanças climáticas. Todos nós, ao nível do continente, estamos mais solidários. É uma matéria na qual África tem que continuar a se fazer sentir a nível mundial. O outro aspecto bastante importante é assento para o continente africano no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Inclusive, aconteceu uma reunião à margem da cimeira da União Africana, precisamente para preparar uma posição africana em relação ao próximo secretário-geral das Nações Unidas - o mandato de António Guterres termina em Dezembro de 2026. Seria importante que a África estivesse alinhada não só para a corrida ao secretário-geral das Nações Unidas, mas também na representação no Conselho de Segurança? É um ponto extremamente importante para o continente africano. O Presidente João Lourenço fez esse trabalho durante o seu mandato. Nós, como África, conseguimos fazer sentir a nossa voz ao nível da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Setembro do ano passado, quando estivemos em Nova Iorque. Como países africanos temos que nos organizar para que África também se faça sentir. Achamos que chegou o momento das Nações Unidas fazerem uma reforma, que passa além do secretário-geral das Nações Unidas, pela questão relacionada com o assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A questão dos golpes de Estado é uma temática que há muitos anos assola África e que foi novamente relembrada nesta cimeira, também é uma questão que o preocupa? Preocupa-me bastante e quero elogiar mais uma vez o Presidente João Lourenço, no seu discurso do fim do mandato, deixou de uma forma muito clara e condenou, deixou palavras muito duras e necessárias, de que não podemos normalizar os golpes de Estado ao nível do continente africano. E ultimamente, o que tem acontecido é que as pessoas golpeiam, acontecem golpes e depois nós normalizamos. Portanto, somos países de direito democrático. Temos realizado eleições de cinco em cinco anos e achamos que é extremamente importante, como africanos, continuarmos a respeitar os princípios que regem as nossas constituições dos países, mas também os princípios da União Africana. Os povos africanos têm direito de escolher os seus líderes e continuarem a trabalhar e não haver golpes de Estado. Estou bastante impressionado com a forma como o Presidente João Lourenço condenou e achamos que, como líderes africanos, este caminho que temos que seguir. A água e saneamento são prioridades desta nova presidência rotativa da União Africana. Este é um dossier crítico para África. Especificamente em Moçambique, qual é a situação? É um dossier extremamente crítico não só para Moçambique, mas para todo continente africano. Por uma razão muito simples, o maior desafio que nós temos são as infra-estruturas para a retenção da água, para o tratamento de água para termos água potável e questões relacionadas com o saneamento, que é extremamente importante para evitarmos as doenças. Em Moçambique, concretamente, estamos neste momento a sofrer de cheias e inundações. Tivemos também o ciclone Gezani que afectou, portanto, o país. Foram cerca de 800.000 pessoas deslocadas para os centros de acomodação temporária. Se nós tivéssemos recursos financeiros para a construção de barragens, a construção de vias que possam realmente conter o curso das águas, seria uma grande solução. Mas também quero falar uma coisa muito importante: as mudanças climáticas são uma realidade ao nível do mundo. É uma coisa que eu tenho dito em todos os encontros internacionais ligados às mudanças climáticas e à justiça climática, a justiça ambiental. A questão climática é mundial. Mas Moçambique é um dos países que mais sofre as consequências das alterações climáticas. O seu país ainda não recuperou das inundações e já estava a ser fustigado por um ciclone. Em que ponto é que está a justiça climática que tanto se fala nestas cimeiras? Infelizmente, da palavra à acção ainda falta muito caminho. Eu tenho dito isso em todos os encontros internacionais e como campeão africano para a gestão de desastres a partir da União Africana, também o voltei a fazer sentir essa voz. Se realmente o mundo reconhecesse que a África, em particular Moçambique, não polui quase nada, mas, dada a localização geográfica, sofre ciclicamente de cheias e inundações, ventos ciclónicos, tinha que haver aqui compensação - isso é que seria uma verdadeira justiça climática - para que Moçambique pudesse construir essas infra-estruturas para a gestão das águas, barragens, etc. Temos projectos, temos planos, mas os recursos financeiros que temos neste momento não são suficientes. Se o mundo fosse solidário e percebesse esta questão da justiça climática, poderíamos realmente ter financiamento daqueles que poluem mais para aqueles que poluem menos, como o caso de Moçambique, mas que infelizmente sofrem mais as consequências. Mesmo assim, Moçambique tem evoluído, tem melhorado a nível de sistemas de alerta e a população também já se encontra mais consciente das recomendações, dos alertas das autoridades, porque efectivamente, a nível de mortos, o número tem vindo a diminuir. Sim, sem margem de dúvidas, os números falam. Em 2000, aconteceram as cheias na província de Gaza, que tiveram uma magnitude menor do que estas cheias de 2026, mas tivemos cerca de 700 mortos e mais de 2.000 pessoas desaparecidas. Estas cheias de 2026, tiveram uma magnitude maior do que as 2000 e tivemos um número menor de desaparecidos. E em termos também de mortos, tivemos um número muito menor. Estou a falar de cheias que aconteceram no mesmo espaço, em épocas diferentes. Vamos melhorando cada vez mais e agora tivemos o [ciclone] Gezani. Se não tivesse havido o aviso prévio, se não tivesse havido alerta e as populações não tivessem assumido aquilo as medidas de prevenção para que não houvesse consequências graves, tenho certeza absoluta que o Gezani teria causado danos maiores. Causou danos menores porque a população moçambicana já está em alerta para estas situações e obedece. Ainda temos desafios porque ainda temos populações que, infelizmente, não obedecem. Mas quando comparamos o que acontecia antes e o que acontece hoje em termos de consequência, a situação moçambicana está a melhorar bastante. Eventualmente em Adis Abeba, procurou apoios para a reconstrução do país após inundações e após ciclone, nomeadamente na Cimeira Itália-África? Sim, conseguimos fazer vários contactos a partir da União Africana e a União Africana garantiu-nos que continua a mobilizar recursos, para que haja um apoio na fase de reconstrução. Na cimeira Itália-África, voltamos a agradecer o apoio que temos recebido da União Europeia e dos seus países membros. Nesta fase, as populações estão deslocadas, vão regressando paulatinamente às casas, mas ainda temos os centros de acomodação. Mas temos certeza absoluta que depois vamos precisar reconstruir o país. E os parceiros também responderam positivamente. Neste momento, tanto os parceiros de cooperação internacionais como os nacionais estão a se preparar para podermos trabalhar juntos por forma a reconstruímos o país, depois desta fase em que nos encontramos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse-se muito preocupado com a situação em Cabo Delgado. Especificamente, que estratégias o seu governo está a adoptar para proteger os civis, para garantir a segurança? E quais são as grandes dificuldades que o governo moçambicano tem para acabar com o terrorismo, com a insurgência naquela região do país? Neste momento, o que posso garantir é que a situação da segurança é relativamente melhor do que estava antes. Digo isto porquê? Porque quando aconteceram os primeiros ataques em 2017, estes homens terroristas chegaram a ocupar várias vilas nos distritos da zona norte da Província de Cabo Delgado. A título de exemplo, a vila de Macomia, a vila de Mocímboa da Praia estavam totalmente ocupadas. Quando digo que está relativamente melhor é porque, neste momento em que estamos a falar, não há nenhuma vila da província de Cabo Delgado que esteja ocupada. As instituições públicas continuam a trabalhar, as populações estão nas vilas, mas têm havido ataques esporádicos dos terroristas, principalmente nas aldeias vizinhas das vilas, ao no nível do distrito de Mocímboa da Praia, distrito de Macomia, é esta que é a grande preocupação. Quando fazem esses ataques esporádicos, tem havido deslocação das populações. Então, quando há um disparo ou um ataque, as populações acabam se deslocando. E, felizmente, mais uma vez temos tido uma grande ajuda das agências das Nações Unidas e outros parceiros continuam e conseguem dar o apoio às populações quando se deslocam. Mas, o país precisa de mais ajuda? Neste momento, temos ajuda da União Europeia, que está a trabalhar connosco. Mas também continuamos a trabalhar com as forças do Ruanda, ao nível do terreno, e as nossas Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Agora, no que toca realmente à assistência às populações, nós achamos que as ajudas são sempre necessárias. As agências das Nações Unidas e os parceiros de cooperação estão no terreno, continuam a trabalhar e nós também continuamos a trabalhar, de várias formas, para que possamos encontrar a solução para este assunto do terrorismo em Cabo Delgado. Mas é um assunto complexo. O terrorismo não é um fenómeno só de Moçambique, é um fenómeno global e internacional. À semelhança do que falava no início sobre a justiça climática, se o mundo se apercebesse que o terrorismo é um fenómeno global que tem que ser estancado, nós tínhamos que nos unir como mundo e trabalhar para terminar com esses fenómenos terroristas, à semelhança das mudanças climáticas que afectam todo o mundo, embora com focos de incidência em certos pontos do mundo. A importância do multilateralismo que tanto se fala nos dias de hoje, com este mundo cada vez mais fragmentado e numa evolução, transformação alucinante. Exactamente. Eu acho que o multilateralismo é extremamente importante, mas, hoje em dia, há quem se concentre só nas questões bilaterais, não está preocupado com o multilateralismo e isto pode perigar o futuro deste planeta Terra. As mudanças climáticas e o terrorismo são fenómenos globais, aos quais não se responde só com situações bilaterais. E podia dar vários outros exemplos que mostram que o multilateralismo é extremamente importante ao nível do planeta Terra, para a resolução de vários desafios que o mundo tem. Vê com preocupação as ameaças que têm sido dirigidas à classe jornalística em Moçambique? Isto preocupa-me bastante. Quando aconteceu o atentado a um jornalista na província de Manica, fiz questão de reagir, logo, a condenar, porque Moçambique é um país de direito democrático, que respeita os direitos humanos. Moçambique é um país de liberdades, tem liberdade de imprensa como lei, tem liberdade de imprensa como um princípio a ser respeitado para podermos construir este Moçambique e outro aspecto bastante importante é que Moçambique é um país que defende a liberdade de expressão. Para mim é extremamente importante trabalhar com a imprensa, porque a imprensa não só comunica, não só informa, mas forma a sociedade moçambicana. Daí que as ameaças jornalistas são actos a condenar veementemente, para podermos construir um país de liberdade, que é o futuro que todos nós precisamos para, juntos como moçambicanos, desenvolvermos o país.
Annalena Baerbock pediu ao Parlamento Europeu que defenda a verdade e o multilateralismo; discurso em Estrasburgo realça papel central da Carta da ONU; alerta destaca uso da desinformação e de notícias falsas como instrumentos de poder e para os seus impactos na democracia.
Lista de 40 nomes anunciados pelo secretário-geral da ONU foi submetida à apreciação da Assembleia Geral; especialistas lusófonas devem fazer parte do grupo que vai preencher lacunas de conhecimento sobre IA e avaliar impactos da tecnologia.
Annalena Baerbock discursou na abertura da 64ª Sessão da Comissão de Desenvolvimento Social; ela afirmou que luta por igualdade desempenha papel chave na prevenção de conflitos; conferência reúne ministros para debater sistemas de proteção social e estratégias de combate à pobreza, dentre outros temas.
Palavras do atual secretário-geral foram proferidas na apresentação das prioridades para 2026; Conselho de Segurança dará início à escolha da próxima liderança até o final de julho, antes de fazer recomendação do candidato à Assembleia Geral.
A Cooperativa de Eletrificação Lauro Müller (Coopermila) realiza nesta sexta-feira (30) a Assembleia Geral Ordinária (AGO), momento considerado o principal espaço de decisão da cooperativa. O encontro acontece na sede da Coopermila e reunirá associados para deliberar sobre temas administrativos, financeiros e estratégicos da instituição. A assembleia terá primeira convocação às 17h e terceira e última convocação às 19h, conforme previsto em estatuto. Entre os principais objetivos da AGO estão a garantia da transparência na gestão, o fortalecimento da participação democrática dos cooperados e a definição de diretrizes para o futuro da cooperativa. Durante a reunião, o Conselho de Administração fará a prestação de contas referente ao exercício de 2025, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal e de auditoria externa independente. Também está prevista a eleição dos membros do Conselho Fiscal para o período de 2026. Outro ponto importante da pauta será a apresentação do plano de investimentos para o exercício de 2026, além do plano de aplicação dos recursos do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (Fates), que visa apoiar ações voltadas ao desenvolvimento social e à capacitação dos cooperados. Para participar da assembleia e ter direito a voto, o associado precisa estar em dia com suas obrigações junto à Coopermila até a véspera da AGO. Tanto pessoas físicas quanto representantes de empresas ou entidades devem apresentar documentos comprobatórios no momento do credenciamento. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, o presidente da Coopermila, Alcimar Damiani de Brida, reforçou o convite aos associados, destacando a importância da presença dos cooperados na Assembleia Geral Ordinária. Segundo ele, a AGO é fundamental para a tomada de decisões coletivas e para o fortalecimento da cooperativa.
Os desafios na inclusão e na comunicação! No último dia 4 de janeiro foi recordado o Dia Mundial do Braille. Em todo o mundo, existem 1 bilhão de pessoas com impedimento visual para perto ou longe, uma vez que problemas na visão são bastante comuns. O braille é um sistema de escrita e leitura tátil para as pessoas cegas inventado pelo francês Louis Braille, ele mesmo cego aos três anos de idade devido a um acidente que causou a infecção dos dois olhos.O sistema consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos na vertical em duas colunas de três pontos cada, no que se convencionou chamar de "cela braille". A diferente disposição desses seis pontos permite a formação de 63 combinações ou símbolos para escrever textos em geral, anotações científicas, partituras musicais, além de escrita estenográfica.O Dia Mundial foi declarado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em novembro de 2018. O objetivo é aumentar a conscientização da importância do sistema como meio de comunicação para que todas as pessoas que não enxergam ou com alguma dificuldade para enxergar tenham seus direitos humanos respeitados. Em entrevista à CBN Vitória, a coordenadora administrativa do Instituto Luiz Braille do Espírito Santo, Elizabeth Mutz Nascimento, fala sobre o assunto.
Existem variados tipos de assembleia? O que significa a sigla AGO? É assim que normalmente se fala? Por que a AGO é tão importante? Ela só acontece uma vez no ano, é isso? Como que as pessoas são chamadas pra essa reunião? 5. o período pra que ela aconteça é quando? Quais são os assuntos da AGO? E tem que ter quantas pessoas presentes? Quem falta, tem que obedecer e pagar o que foi discutido? O valor do condomínio sempre aumenta? E se não tiver AGO ? Qual a dica do dia? Para responder essas e outas questões sobre condomínios, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
Quinta Comissão da Casa, que cuida do tema, finalizou negociações que foram endossadas pela Plenária; quantia refere-se a orçamento regular; valor é 7% inferior ao de 2025; no próximo mês, 2,9 mil postos de trabalho serão extintos.
A Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu o dia 16 de novembro do ano que vem como o primeiro em que o planeta celebrará o Dia da Dieta Mediterrânea. O objetivo é promover comidas saudáveis, a sustentabilidade e as tradições territoriais.
Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu 16 de novembro para celebrar a data com o objetivo de promover comidas saudáveis, sustentabilidade e tradições territoriais.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*ONU apoia esforços para restaurar ordem constitucional na Guiné-Bissau*Conselheira da ONU diz que exclusão de jovens causa instabilidade na África*FMI destaca potencial e riscos dos stablecoins para pagamentos e finanças globais*Assembleia Geral reforça combate ao colonialismo e suas marcas
Evento marcou Dia Internacional sobre o tema e aniversario de 65 anos de Declaração sobre Independência de Povos Colonizados; representante da ONU disse que marcas de um “mundo de impérios” ainda persistem na arquitetura do poder global; mundo tem 17 territórios não autônomos.
ONU lança novos alertas sobre expansão do contrabando de pessoas; juntamente com OIM organização reforça que mundo precisa de respostas mais fortes, coordenadas e centradas nas vítimas; líder da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, apelou por legislação robusta, ação digital eficaz e combate às causas profundas da exploração.
Carta de presidentes da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança sobre candidatura para nova Secretaria Geral incentiva igualdade de oportunidades para candidaturas de mulheres e homens; 15 Estados-membros do Conselho de Segurança farão a recomendação formal de um nome à Assembleia Geral.
Nos últimos meses, uma figura se move discretamente na América do Sul defendendo os interesses do governo de Donald Trump - e os próprios. Richard Grenell, um diplomata de carreira, um republicano histórico e um militante trumpista dos mais aguerridos, é o homem por trás da articulação do abraço entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em NY, em setembro. É também o representante de Washington a apertar a mão do líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, em janeiro, meses antes de os EUA enviarem seu maior porta-aviões para os mares do Caribe e ameaçarem abertamente bombardear a Venezuela para apear o regime chavista do poder. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes da apuração da correspondente e colunista do UOL em Washington D.C. Mariana Sanches sobre como Grenell atuou na América Latina.
Na Ilha do Combu, nos arredores de Belém, Annalena Baerbock reencontrou dona Nena, empreendedora que transformou saberes tradicionais em fonte de renda em zona ribeirinha; elas falaram sobre impactos das mudanças climáticas, que estão secando árvores, frutos e prejudicando o comércio; presidente da Assembleia está no Brasil participando da COP30.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta segunda-feira, 17 de novembro.Líder da Assembleia Geral visita ilha na Amazônia que luta contra mudança climática para produzir cacauEmpresa de aluguel na internet vai abrigar vítimas do furacão Melissa
Apelo, em Doha, durante Fórum de Desenvolvimento Social dirige-se a governos, sociedade civil e parceiros internacionais; presidente da Assembleia Geral atribui crise de fome à desigualdade e não à falta de alimentos; aquecimento global descontrolado pode tirar comida de mais de 1,8 bilhão.
Resolução obteve 165 votos a favor, 7 contra e 12 abstenções; documento reafirma soberania e liberdade de comércio; ONU solicita novo relatório sobre cumprimento.
Entrevista com a presidente da Assembleia Geral da ONU, Annalena Baerbock. O novo plano quinquenal chinês. O estado da liberdade religiosa no mundo. Edição de Mário Rui Cardoso.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (21): Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump devem se reunir no próximo domingo (26), na Malásia — encontro articulado há semanas por integrantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos, e decorrente de uma breve conversa entre os dois líderes durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Reportagem de André Anelli. Antes de embarcar para a Ásia nesta terça-feira (21), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar a indicação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), em substituição a Luís Roberto Barroso, que se aposentou. Reportagem de Igor Damasceno. O ministro Luiz Fux, do STF, solicitou ajustes gramaticais em seu voto no julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado — o magistrado havia liberado o texto para a elaboração do acórdão, mas pediu o documento de volta na última semana para realizar as correções. Reportagem de Janaína Camelo. O presidente Lula determinou que o governo mantenha a iniciativa de tributar bets e fintechs, além de reapresentar medidas de corte de gastos previstas em medida provisória — decisão confirmada pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, em almoço com ministros e líderes do Legislativo, pouco antes da viagem do presidente à Indonésia. Reportagem de Igor Damasceno. O ex-presidente francês Nicolas Sarkozy chegou à prisão de La Santé, em Paris, nesta terça-feira (21), para cumprir pena de cinco anos por conspiração e financiamento ilegal de campanha com recursos da Líbia — ele se apresentou ao presídio nas primeiras horas da manhã, acompanhado da esposa, Carla Bruni. Reportagem de Luca Bassani. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (20) que daria ao grupo terrorista Hamas “uma pequena chance” de cumprir o acordo de trégua em **Gaza”, mas alertou que o grupo seria “erradicado” caso não o faça — “Se não o fizerem, entraremos em ação e vamos erradicá-los”, disse. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em discurso à Assembleia Geral, Mama Fatima Singhateh, defende uma resposta baseada nos direitos das crianças e na responsabilização dos Estados para combater a exploração sexual infantil; para ela, crianças precisam ter voz na busca de soluções para elas.
Estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, Semana Mundial do Espaço decorre entre 4 e 10 de outubro; dezenas de países organizam atividades dedicadas à exploração espacial e à educação científica; Portugal celebra data com programa especial, no qual se destaca a Conferência de Professores Espaciais.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “gostou da conversa” que teve com Lula nesta segunda-feira, 6, por telefone. Trump escreveu a seguinte mensagem em suas redes sociais sobre o diálogo com o petista: “Esta manhã, tive uma ótima conversa telefônica com o Presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei da conversa — nossos países se darão muito bem juntos!”Lula afirmou que ele e Trump relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York, na Assembleia Geral da ONU. Também disse que o presidente americano escalou Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, para negociar com o governo brasileiro.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Convidado: Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Em 8 de setembro, a Polônia relatou que drones sobrevoaram o país sem autorização. Desde então, Romênia, Estônia e Dinamarca registraram invasão aérea de seus territórios. Todos estes países integram a Otan. Governos europeus apontam todos os dedos para Moscou: afirmam que se trata de uma ofensiva russa e que há um padrão de intimidação. O Kremlin nega. Em discurso na Assembleia Geral da ONU no fim de semana, o chanceler russo Sergei Lavrov fez acusações contra a Ucrânia, negou que Moscou esteja planejando um ataque contra a Europa e ameaçou quem agredir a Rússia. Para analisar a possibilidade de os drones serem russos e as consequências da reação preliminar da Otan, Natuza Nery conversa com Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Ele avalia a hipótese de que a Rússia esteja testando as defesas antiaéreas e o monitoramento dos países que integram a aliança militar que prevê que, caso um de seus membros sejam atacados, o bloco deve se defender.
Boa terça, angulers! Abrimos o #303 comentando os discursos de Lula e Trump na Assembleia Geral da ONU, além da polêmica - e negacionista - associação que Trump fez entre o paracetamol e o autismo. No segundo bloco, as pressões e expectativas para a votação do aumenta da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais por mês. Por fim, as intoxicações por metanol na Grande SP . Sirva-se! Cortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
Lula se gabou de sua amizade com o ditador da Rússia, Vladimir Putin.O petista afirmou o seguinte em coletiva de 24 de setembro em Nova York, nos Estados Unidos, posando de pacificador durante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU): “O que eu disse para o [presidente da Ucrânia, Volodymyr] Zelensky é que vou me esforçar, conversar com quem eu puder conversar. Inclusive vou conversar com o [presidente dos EUA, Donald] Trump sobre a questão da guerra.Eu sei que ele é amigo do Putin, eu também sou amigo do Putin. Então, se um amigo pode muita coisa, dois amigos podem muito mais.Quem sabe a gente não constrói aquela saída que parece inesperada.”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Semana de abertura da AGNU significa o professor Guilherme Casarões nos brindando com sua expertise, comentando o discurso brasileiro. Abusamos da paciência dele e pedimos para comentar também a intervenção de Mahmoud Abbas, representando a Palestina.Depois, passamos por todos os principais discursos dos dois primeiros dias, com Filipe Figueiredo comentando Trump e outros mais, além de Matias Pinto e Sylvia Colombo repercutindo outros representantes da nossa quebrada latino-americana.E fechamos com a Vivian Almeida comentando as relações econômicas entre Argentina e EUA.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-ia-4Conheça a Jornada ao Leste da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/jornada-ao-leste/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Numa altura de grande indefinição, qual é o futuro da ONU? O reconhecimento português do estado da Palestina e ainda a posição de Trump sobre a guerra na Ucrânia que volta a mudar (mais uma vez).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidado: Guga Chacra, comentarista da TV Globo, da GloboNews e colunista do jornal O Globo. Sem visto para entrar nos EUA, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, discursou por videoconferência na Assembleia Geral da ONU. Em uma fala que durou quase 20 minutos, Abbas condenou os ataques do Hamas de 7 de outubro, afirmou que o grupo terrorista não terá papel em um futuro governo e agradeceu aos mais de 140 países, incluindo aliados históricos dos EUA, que reconhecem o Estado Palestino – entre eles a França e o Reino Unido, que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas e anunciaram apoio nesta semana. O discurso de Abbas foi feito um dia antes de o premiê de Israel falar na ONU. Benjamin Netanyahu é esperado nesta sexta-feira (26) na Assembleia Geral. O primeiro-ministro israelense, aliado de Donald Trump, já afirmou categoricamente que “não haverá um Estado Palestino”. Em conversa com Natuza Nery neste episódio, Guga Chacra analisa o que disse Abbas e projeta o que esperar da fala de Netanyahu na ONU – e da reação da comunidade interacional. O comentarista da Globo e da GloboNews avalia que Netanyahu chega “poderoso e, ao mesmo tempo, isolado pela comunidade internacional”.
Os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump mantiveram contatos secretos e realizaram reuniões de trabalho prévias ao primeiro encontro presencial entre os presidentes na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), na manhã de terça-feira, dia 23, em Nova York. Essas interações, sigilosas até agora, envolveram autoridades de alto escalão dos governos brasileiro e americano. Os emissários agiram com aval dos presidentes Lula e Trump e mantiveram canais abertos para indicar a “boa disposição” de ambos a um possível encontro que se concretizaria nos bastidores da ONU.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na semana em que a ONU completou 80 anos, o Chutando a Escada recebe André Kaysel Velasco e Cruz (Unicamp) para uma conversa densa e necessária. A partir do discurso de Lula na Assembleia Geral e do breve encontro com Donald Trump, discutimos a crise do multilateralismo, os impasses do Conselho de Segurança, a ascensão de uma extrema-direita transnacional e a nova geopolítica marcada por minerais críticos e plataformas digitais. The post Brasil na ONU e a crise do multilateralismo appeared first on Chutando a Escada.
Durante a Assembleia-Geral da ONU, o presidente dos EUA, Donald Trump, fez um aceno a Lula que animou senadores brasileiros.Apesar da comemoração, parlamentares ressaltaram a necessidade de cautela diante do tarifaço imposto pelos EUA e defenderam que o Brasil busque diálogo para evitar novos conflitos diplomáticos.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Como é tradição, o presidente brasileiro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU. Por 18 minutos, Lula defendeu a soberania nacional, destacou a importância da pauta ambiental e de organismos internacionais, mencionou a defesa da democracia no Brasil e defendeu a independência de um Estado palestino. Logo após Lula, foi a vez de Donald Trump. Em seu mais longo discurso na ONU, Trump falou por mais de 50 minutos. E o que se viu foi um completo antagonismo a Lula: críticas à ONU e ataques a imigrantes. O presidente dos EUA classificou as mudanças climáticas como “uma farsa” e defendeu seu tarifaço. Até que, surpreendentemente, Trump relatou um breve encontro com Lula nos bastidores, dizendo ter tido "uma química excelente" com o brasileiro. O presidente dos EUA afirmou que deve fazer uma reunião com Lula na semana que vem – encontro ainda sem detalhes e visto com cautela pela diplomacia brasileira. Para explicar os antagonismos dos discursos de Trump e Lula e o que pode significar uma aproximação entre os dois, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. Casarões classifica as divergências entre eles e aponta quais as perspectivas de negociação entre EUA e Brasil depois de meses de deterioração nas relações entre os países.
Aliados históricos de Israel, como França, Reino Unido, Canadá e Austrália, anunciaram o reconhecimento formal do Estado da Palestina às vésperas da Assembleia Geral da ONU, que começou na terça-feira (23). Países como Portugal, Luxemburgo e Mônaco também aderiram à decisão. Lula e Donald Trump falaram sobre o tema em seus discursos no primeiro dia da reunião das Nações Unidas em Nova York — o presidente brasileiro defendendo a criação de um Estado palestino, e o americano afirmando que a medida seria um prêmio para o Hamas, grupo extremista em conflito com Israel desde 2023 na Faixa de Gaza. O Durma com Essa desta quarta-feira (24) explica os obstáculos políticos e institucionais para o reconhecimento da Palestina como Estado pela ONU.O programa desta semana tem também João Paulo Charleaux comentando o discurso de Donald Trump na Assembleia Geral da ONU e João Domingos falando sobre o vazio legal da negociação coletiva no serviço público. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No Papo Antagonista desta terça-feira, 23, Aod Cunha, doutor em economia e ex-secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, comentou a reação do mercado aos discursos de Lula e Donald Trump na Assembleia-Geral da ONU. Ele também analisou os impactos do tarifaço dos EUA sobre produtos brasileiros. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta quarta-feira, 24, fala sobre as articulações no Senado para enterrar a PEC da Blindagem, proposta que amplia a imunidade parlamentar.Além disso, o jornal também aborda a possibilidade de criação do partido Missão, capitaneado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), sobre os novos episódios envolvendo o PL da Anistia e sobre a repercussão do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Convidado: Thomas Traumann, jornalista e comentarista da GloboNews. No dia seguinte às manifestações pelo país contra a PEC da Blindagem e contra a anistia, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a hora é de “tirar da frente pautas tóxicas”. Na semana passada, foi Motta quem pautou a PEC e a urgência do projeto para anistiar os golpistas do 8 de janeiro de 2023. Em conversa com Natuza Nery, o jornalista Thomas Traumann avalia o tamanho dos protestos realizados em todas as capitais do país no último domingo (21). Thomas explica como os atos simbolizam uma mudança na capacidade de mobilização de grupos ligados à esquerda, depois de parte da direita priorizar os interesses da família Bolsonaro. Thomas fala também sobre como as sanções anunciadas pelos EUA contra autoridades brasileiras colocam mais um elemento de tensão política no ar. “Isso foi feito de forma mesquinha, para criar constrangimento para o presidente Lula”, diz, ao citar o discurso do presidente brasileiro desta terça-feira (23) na Assembleia Geral da ONU.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, 23, na Assembleia-Geral da ONU, que teve uma "excelente química" ao se encontrar com Lula.Trump também anunciou que vai conversar com o petista na próxima semana.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Papo Antagonista desta terça-feira, 23, comenta os discursos de Lula e Donald Trump na Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Além disso, estão na pauta a PEC da Blindagem e o processo no Conselho de Ética da Câmara que pode resultar na cassação de Eduardo Bolsonaro.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 23, fala sobre os novos episódios relacionados ao PL da Anistia e sobre as repercussões relacionadas às novas sanções por meio da Lei Magnitsky.Além disso, o jornal também aborda a decisão da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados de barrar a decisão do PL de indicar Eduardo Bolsonaro como o líder da minoria na Casa e sobre o discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No 3 em 1 desta terça-feira (23), o destaque foi o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Assembleia-Geral da ONU. Ele elogiou Lula (PT), afirmando ter tido uma “química excelente” com o presidente brasileiro e dizendo ainda: “ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele”. Trump anunciou que deve se encontrar com Lula na próxima semana para debater a crise diplomática. Fabrizio Neitzke analisa o tema. ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, deu 15 dias para o deputado Eduardo Bolsonaro (PL) responder à denúncia da Procuradoria-Geral da República. A PGR acusa o parlamentar de coação no curso do processo, por sua atuação nos Estados Unidos para atrapalhar as investigações da trama golpista. Reportagem: Janaína Camelo. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Movimento ocorre duas semanas após condenação de Jair Bolsonaro e no dia em que Lula desembarcou nos EUA para a Assembleia Geral da ONU.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 22, fala sobre os atos contra a PEC da Blindagem que ocorreram no final de semana e como isso pode repercutir na tramitação do Projeto de Lei da Anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro.Além disso, o jornal também aborda a aplicação das sanções pela Lei Magnistky à esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci. A inclusão foi feita durante viagem do presidente Lula a Nova York para participar da Assembleia Geral da ONU. A Assembleia será outro assunto do programa.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou nesta sexta-feira, 19, as restrições impostas pelo governo Trump à sua circulação em Nova York, durante a Assembleia-Geral da ONU. Os Estados Unidos concederam o visto ao ministro da Saúde na quinta, 18, para ele compor a delegação brasileira no evento. Apesar da autorização, Padilha só recebeu aval para circular entre o hotel onde estiver hospedado, a sede da ONU e representações diplomáticas brasileiras.Padilha foi punido por causa de sua ligação com o “Mais Médicos” – ele era ministro da Saúde no governo Dilma Rousseff. Segundo o petista, a medida "impede a circulação ativa" dele em agendas como ministro da Saúde.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Ministério das Relações Exteriores de Israel anunciou na segunda-feira (25) que vai “rebaixar” as relações diplomáticas com o Brasil. A decisão vem depois de o Itamaraty ter ignorado a indicação de um novo embaixador israelense em Brasília. Um dia depois, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, criticou Lula nas redes sociais, chamando-o de antissemita e apoiador do grupo extremista Hamas. O Durma com Essa desta quarta-feira (27) explica a crise diplomática entre Brasil e Israel e retoma o histórico das relações entre os dois países, desde a fundação do Estado judaico, em 1947, numa sessão da Assembleia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, até as críticas recentes de Lula aos ataques do governo de Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza. O programa desta semana tem também João Paulo Charleaux explicando por que dar o Nobel da Paz a Donald Trump é um problema e Giovanna Castro falando sobre o sucesso das animações chinesas nos cinemas. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices