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Volta ao mundo em 180 segundos
18/09: Venezuela desbloqueia sites censurados | Rússia e China vetam monitoramento do Irã | Trump ameaça UE com tarifas

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 4:46


A Venezuela desbloqueou sites de notícias que estavamcensurados há anos, medida que vem em meio à discussão sobre liberdade de expressão e uma possível transição política no país, embora a ONG Ve Sin Filtro tenha identificado 194 sites ainda inacessíveis, 84 deles de notícias. E mais:- Rússia e China vetaram a renovação de um mecanismo da ONU que monitorava as sanções contra o Irã, em meio à disputa com França, Reino Unido e Alemanha sobre a validade dessas medidas- Os Estados Unidos vão permitir que a delegação iraniana participe da Assembleia Geral da ONU na próxima semana e também autorizaram o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, a discursar por vídeo no evento- Donald Trump ameaçou aumentar tarifas contra a União Europeia caso o bloco siga com o convite ao Canadá para se tornar "membro associado", classificando a proposta como "ato hostil", enquanto o primeiro-ministro canadense Mark Carney defendeu a parceria no Parlamento Europeu- O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, pode buscar um novo mandato em 2028, mas esbarra no limite constitucional de dois mandatos e precisaria do apoio de deputados de outros partidos para antecipar a eleição- A Suécia terá nova primeira-ministra após a oposição de centro-esquerda vencer as eleições, com Magdalena Andersson devendo retornar ao cargo enquanto o partidode extrema direita perde espaço no Parlamento- A Rússia realiza neste fim de semana sua primeira eleição parlamentar desde o início da guerra, incluindo regiões ocupadas da Ucrânia, sem competição partidária efetiva ou observadores independentes Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Os Pingos nos Is
Fachin adia julgamento no STF sobre atuação de André Mendonça

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 134:23


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (17):O apresentador André Marsiglia comentou a decisão do ministro Edson Fachin de cancelar o julgamento de 23 de outubro sobre André Mendonça. Para Marsiglia, a medida impede que Mendonça seja julgado antes de Alexandre de Moraes e evita a politização do caso no STF. Ele alertou que a questão central não é a disputa eleitoral entre ministros, mas apurar se houve crime. “A questão central não é saber quem tem ou deixa de ter interesse eleitoral no que faz, mas sim saber se existe crime no que está sendo feito por alguns ministros. E, se existe, eles devem ser julgados e os ministros eventualmente punidos, sejam eles quais forem”, comenta. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou de pauta, nesta quinta-feira (17), o julgamento sobre a atuação do ministro André Mendonça no caso do Banco Master. A sessão estava marcada para a próxima quarta (23). A decisão de Fachin foi tomada dois dias depois de uma sessão na Corte que, em tese, seria para julgar uma possível abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. O ministro Gilmar Mendes publicou um texto em suas redes sociais para defender o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e criticou André Mendonça. Mendes afirmou que o modo de agir de Mendonça não é de um “magistrado imparcial”, mas de um “boneco de campanha".O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de 15,04% no Bolsa Família, a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais. Com a mudança, o valor mínimo pago pelo programa passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio, segundo o governo, subirá de R$ 675 para R$ 777. O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a decisão do governo Lula de promover um reajuste no Bolsa Família demonstra desespero diante do cenário eleitoral. Segundo Flávio, o “desespero” é por saber que “já perdeu" as eleições. O ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta quinta-feira (17) o pedido do deputado federal Zé Trovão (PL-SC) em suspender o aumento do Bolsa Família. Segundo documento, Mendonça não aceitou a solicitação alegando que o deputado não tem legitimidade para entrar com a ação. “Ante o exposto, reconheço a ilegitimidade ativa do representante e extingo o processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485, VI, do Código de Processo Civil”. O ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal (PF) investigue indícios de crimes em contratos de cemitérios e concessionárias ligados ao Banco Master. No entanto, Dino proibiu que a apuração avance diretamente sobre o ministro André Mendonça. O Banco Master teria repassado R$ 33 milhões a uma empresa ligada a uma ex-diretora do gabinete do ministro Gilmar Mendes. A informação é do Estadão. O valor teria vindo de Daniel Vorcaro e do instituto fundado por Mendes. A Polícia Federal (PF) não realizou o juízo sobre a legalidade do contrato ou realizou diligências até o momento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (17) que pretende conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, para pedir que o governo americano não interfira nas eleições brasileiras de outubro. “Vou à reunião da ONU para ter uma conversa com Trump e dizer a ele: não se meta nas eleições do Brasil”, afirmou Lula. A PF enviou a íntegra do conteúdo do celular do banqueiro Daniel Vorcaro para os ministros André Mendonça e Luiz Fux. A informação foi publicada pela CNN e foi confirmada pela Jovem Pan. Os ministros solicitaram acesso ao aparelho após o material ter chegado ao gabinete de outros membros da Corte. Na última terça-feira (15), o julgamento de desdobramentos do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal foi marcado por sucessivos confrontos entre magistrados.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Volta ao mundo em 180 segundos
17/09: EUA dizem que Brasil falhou sobre facções | Canadá pode ser membro associado da EU | Trump nega visto a presidente palestino

Volta ao mundo em 180 segundos

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 5:25


O presidente americano Donald Trump afirmou que o Brasilfalhou ao confrontar o PCC e o Comando Vermelho e pediu medidas agressivas contra os grupos, em documento que também cita Índia, Afeganistão e México, entre 23 países, além de apontar avanços da Venezuela no combate às drogas, o que pode tirá-la da lista após 20 anos. E mais:- O Equador declarou estado de emergência em 8 das 24 províncias mais afetadas pelo narcotráfico, medida que deve durar 60 dias sob o governo de Daniel Noboa, que tem contado com apoio dos Estados Unidos na área- A presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que o Canadá pode se tornar o primeiro "membro associado" do bloco, aprofundando uma parceria já avaliada em 130 bilhões de euros em meio às tensões comerciaisprovocadas por Trump- Pelo segundo ano consecutivo, os Estados Unidos negaram visto ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, para participar da Assembleia-Geral da ONU- Na "Superquarta", o Banco Central do Brasil reduziu a Selic para 13,75%, enquanto o Federal Reserve americano elevouos juros para 4% ao ano pela primeira vez em três anos, decisão que pode encarecer o crédito e os produtos importados no BrasilApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com

Rádio Gazeta Online - Podcasts
Fiji declara estado emergência por HIV - 2ª Edição

Rádio Gazeta Online - Podcasts

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 3:24


Na segunda edição deste boletim você confere:- Governo Federal anuncia reajuste do Bolsa Família; - Estados Unidos revoga visto de líder da Palestina antes da Assembleia Geral da ONU; - Fiji declara estado emergência por HIV. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!

Jorge Borges
A mentira visual do nosso mapa-múndi

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Sep 6, 2026 19:13


Durante quatro séculos e meio, qualquer aluno que abrisse um mapa-múndi viu a Gronelândia quase do tamanho de África, sem que ninguém alguma vez lhe tivesse dito que isso era falso. Na sexta-feira, dia 4 de setembro de 2026, a Assembleia-Geral das Nações Unidas votou para começar a mudar isso. A resolução não reescreve fronteiras nem obriga ninguém a nada — mas dá à escola portuguesa um exemplo concreto, recente e visualmente evidente de uma ideia que a Cidadania e Desenvolvimento tenta ensinar há anos: nenhuma representação do mundo é neutra, nem sequer a que está pendurada na parede da sala de aula desde sempre.

Jorge Borges
Por que o mapa engana

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Sep 6, 2026 8:29


Em setembro de 2026, a Assembleia-Geral da ONU aprovou uma resolução histórica para promover o uso de mapas que representem fielmente o tamanho real dos continentes, combatendo a distorção da tradicional projeção de Mercator. Esta decisão, impulsionada pelo Togo e pelo Grupo Africano, incentiva a adoção de alternativas como a projeção Equal Earth em contextos educativos e digitais para corrigir a sub-representação visual de África. O texto destaca que a escolha de um mapa não é um ato neutro, funcionando antes como uma ferramenta de pensamento crítico e literacia mediática. No contexto escolar português, o artigo propõe utilizar este caso prático para ensinar os alunos a questionar a objetividade das representações geográficas e a influência destas na nossa perceção do mundo. A iniciativa sublinha que, embora o mapa de Mercator seja útil para a navegação, a sua escala desproporcional reforça preconceitos que as Nações Unidas pretendem agora mitigar através de uma cartografia mais equitativa.

ONU News
Olara Otunnu, de Uganda, defende cadidatura a secretário-geral em diálogo interativo

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 1:52


Diplomata ugandense já ocupou cargos na ONU como representante especial para Crianças e Conflitos Armados, vice-presidente da Assembleia-Geral e presidente da Comissão de Direitos Humanos; processo eleitoral avança com oito candidatos; atual líder da organização, António Guterres, deixa a função em 31 de dezembro.

Jovem Pan Maringá
Lula prepara discurso na ONU com recado a Trump e aos EUA

Jovem Pan Maringá

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 65:13


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve usar seu quarto discurso na Assembleia Geral da ONU, em setembro, para abordar a soberania brasileira, a economia, a defesa da democracia e as tarifas impostas pelos Estados Unidos. Em meio à tensão entre Brasília e Washington, o governo também trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e Donald Trump, ainda não confirmado. A expectativa é de um discurso mais firme, especialmente sobre soberania, instituições e relações entre Brasil e EUA.

O Mundo Agora
Eleições brasileiras estão na mira da extrema direita global

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 5:04


A presença de Xavier Milei em evento bolsonarista, os insultos repetidos do presidente argentino a Lula e novos ataques de Washington ao presidente brasileiro mostram que o risco de ingerência estrangeira na eleição presidencial de 2026 é real. Thomás Zicman de Barros, analista político Esta é uma crônica de política internacional. Como tal, evito falar muito sobre política brasileira. Mas, às vezes, a política internacional invade a atualidade nacional. Falo de “invasão” aqui num sentido metafórico, mas não sem motivo: com a proximidade da eleição presidencial de 2026, aumenta a preocupação com possíveis ingerências estrangeiras na política nacional. Não se trata, por sinal, de uma paranoia exclusivamente brasileira: em diversas democracias, inclusive na Europa, são cada vez mais frequentes as acusações de interferências externas em eleições. Apesar de guardar inequívoca base militante, o bolsonarismo vive um momento de fraqueza no Brasil. Jair Bolsonaro está preso por tentativa de golpe de Estado, e impedido de se comunicar diretamente.  Seu filho-candidato Flávio, que até poucos meses atrás aparecia à frente de Lula em certas pesquisas, entrou num inferno astral, envolvido em trapalhadas com Daniel Vorcaro e em conflitos político-familiares com a madrasta Michelle. Partidos de direita que prometiam compor sua coligação parecem preferir a neutralidade. Sem força suficiente no plano interno, o bolsonarismo parece depender cada vez mais de agentes externos para recuperar o fôlego. A presença de Javier Milei, presidente da Argentina, na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro foi interpretada por muitos como um sinal de que a internacional da extrema direita – ou, se preferirmos, uma internacional reacionária – poderá atuar no país. Milei seria, nessa leitura, um emissário de Donald Trump e de sua administração. Se ainda não há como demonstrar essa conexão direta entre a Casa Branca e a Casa Rosada, há poucos motivos para duvidar de que Washington passou a acompanhar as eleições brasileiras com atenção. Da cordialidade aparente ao apoio à oposição Até poucos meses atrás, Trump parecia cultivar uma relação cordial com Lula. Elogiou o presidente brasileiro na Assembleia Geral da ONU e voltou a fazê-lo em encontros posteriores, em Kuala Lumpur e em Washington. O tom da administração americana, contudo, parece ter mudado. O governo Trump não é um todo monolítico. O principal articulador de uma política de apoio a movimentos de extrema direita na América Latina parece ser o secretário de Estado, Marco Rubio, político ultraconservador da Flórida e filho de imigrantes cubanos anticastristas. Foi Rubio quem assinou declarações atacando Lula, responsabilizando-o pelas novas tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e respaldando críticas ao Judiciário brasileiro. Soma-se a isso o temor de que Washington recorra a outros expedientes para influenciar a política nacional, como a disseminação de desinformação e o impulsionamento de conteúdos em plataformas digitais. Não por acaso, na semana passada o Itamaraty negou visto a agentes do Departamento de Estado americano, sob a suspeita de que viriam ao Brasil para lançar dúvidas sobre o processo eleitoral. Vale notar que, em diversas ocasiões, as declarações de Trump mais atrapalharam do que ajudaram seus aliados. No Canadá, por exemplo, a hostilidade do presidente americano – que chegou a defender a anexação do país vizinho – contribuiu para a permanência da esquerda no poder, ao associar a oposição conservadora a um adversário externo. Nos últimos meses, entretanto, Washington parece ter sido mais eficiente em suas ingerências. Na Argentina, o próprio Milei só não sofreu uma derrota expressiva nas eleições legislativas do fim do ano passado – sobre as quais escrevi aqui – graças a empréstimos bilionários e à promessa de novas linhas de crédito abertas pelos Estados Unidos. Mais recentemente, na Colômbia, o presidente-eleito Abelardo de la Espriella disparou nas pesquisas depois de receber manifestações públicas de simpatia de Trump. Some-se a isso a vitória, no tira-teima, da ultraconservadora Keiko Fujimori no Peru, a eleição de José Antonio Kast no Chile, e a tutela exercida sobre a Venezuela após o rapto de Nicolás Maduro em janeiro. Brasil: joia da coroa Nesse contexto, o Brasil parece, ao lado do pequeno Uruguai, constituir o último grande baluarte da esquerda – e, digo mais, da democracia – na América do Sul. E não se trata de um bastião qualquer. Sozinho, o Brasil representa mais da metade da população e da economia da região. Trata-se, sem dúvida, da mais cobiçada joia da coroa. Até agora, o saldo da ajuda de Trump ao clã Bolsonaro parece ser negativo. Ao se associarem ao tarifaço – comemorado por Eduardo Bolsonaro –, eles deram a Lula a deixa que precisava para defender a soberania nacional. Mas, num mundo marcado por acusações de ingerências estrangeiras em eleições, não se deve baixar a guarda.

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Assembleia da Cresol vai definir união entre cooperativas e ampliar atuação no Sul de Santa Catarina

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 15:20


Os cooperados da Cresol Encostas da Serra Geral têm um compromisso importante nesta quinta-feira (30). A partir das 19h, será realizada, de forma totalmente on-line, a Assembleia Geral de Núcleo 2026, que terá como principal pauta a proposta de união entre a Cresol Encostas da Serra Geral e a cooperativa Cresol 13 de Maio. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, a gerente da agência de Lauro Müller, Rosi Nunes, e a coordenadora do Quadro Social e Sustentabilidade da cooperativa, Regiane de Farias, explicaram que a decisão será tomada exclusivamente pelos cooperados e representa um novo passo no processo de fortalecimento do sistema cooperativo. Segundo Rosi Nunes, a assembleia é um momento de participação efetiva dos associados nas decisões da cooperativa. "Hoje, às 19 horas, através da assembleia totalmente on-line, os cooperados poderão acompanhar, pela fala do presidente, o que a cooperativa pretende com essa junção das duas cooperativas", destacou. Regiane de Farias ressaltou que um dos grandes diferenciais do cooperativismo é justamente a gestão democrática. "As decisões são tomadas com os cooperados. Eles vão poder olhar essa proposta e dizer: 'isso é bom' ou 'isso não faz sentido para a gente'. Eles é que aprovam ou não essa decisão", afirmou. A coordenadora explicou que o processo de incorporação não é novidade dentro do sistema Cresol. A cooperativa já passou por outras integrações ao longo dos últimos anos e esse movimento acompanha uma tendência nacional entre instituições financeiras cooperativas. "Nos últimos dez anos, mais de 250 cooperativas de crédito fizeram esse movimento de se juntar para ficarem maiores e mais fortes", observou. De acordo com as entrevistadas, a união permitirá ampliar significativamente a área de atuação da Cresol em Santa Catarina. Atualmente, a cooperativa possui espaço para expansão em apenas mais um município. Com a incorporação da Cresol 13 de Maio, a área de abrangência passará para cerca de 83 municípios, abrindo novas possibilidades de instalação de agências em cidades da região. Regiane explicou que a medida também atende às exigências regulatórias do Banco Central e fortalece a sustentabilidade da cooperativa. "É um movimento de fortalecimento. Quanto mais agências e municípios uma cooperativa atende, mais forte ela fica. Somar forças é um dos princípios do cooperativismo", enfatizou. Além da expansão territorial, Rosi Nunes destacou que o fortalecimento da cooperativa gera benefícios diretos para as comunidades onde atua. Ela lembrou que parte dos resultados financeiros retorna para os municípios por meio de ações sociais e apoio a entidades beneficentes. "A Cresol tem isso na essência: fortalecer o município. Mais do que lucro, nós falamos em resultado. E esse resultado volta para a comunidade através das pessoas e das entidades", afirmou. A gerente revelou ainda que somente neste ano a cooperativa está destinando aproximadamente R$ 300 mil para instituições sem fins lucrativos por meio do Fundo Social. "Não se mensura apenas pelo dinheiro, mas pelo bem que essas entidades fazem para a comunidade", completou. A assembleia será realizada pela plataforma Assemblex. Para participar, basta acessar o link encaminhado pela cooperativa, informar o CPF e responder uma pergunta de confirmação cadastral. Durante a transmissão, os cooperados poderão acompanhar as apresentações, esclarecer dúvidas e registrar o voto favorável ou contrário à proposta. Regiane reforçou o convite para que todos os associados participem. "Se tiverem dúvidas, perguntem. Esse é o processo democrático em que a gente acredita. É um processo participativo, e a decisão está nas mãos dos cooperados."

Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

ONU News
Sede da ONU acolhe primeiro debate com candidatos a líder da organização

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 1:18


Como ocorreu na última campanha para secretário-geral, aspirantes se encontram no hall da Assembleia Geral, em Nova Iorque; quatro mulheres e um homem da América Latina e Caribe disputam vaga ao lado de um candidato da África.

ONU News
Jornal da ONU - 23 de julho de 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 5:07


Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Unicef Brasil nomeia jogador Endrick, do Real Madrid, seu novo embaixador*Assembleia Geral acolhe primeiro debate com candidatos a líder da ONU *Moçambique quer firmar parcerias para formar policiais e cooperar em segurança*Em Portugal, líder de instituto para América Latina defende mais apoio a jovens

Canal Ser Flamengo
Detalhes da reforma eleitoral do Flamengo. Mudanças de regras e menos poder do presidente

Canal Ser Flamengo

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 29:14


O Flamengo votará uma ampla reforma eleitoral no Conselho Deliberativo. A proposta altera pontos do Estatuto Social e cria um novo Código Eleitoral e de Boas Condutas, que passará a funcionar como anexo estatutário.A mudança busca dar mais transparência, estabilidade e isonomia às eleições internas. Entre os principais pontos estão o fortalecimento da Comissão Permanente Eleitoral, novas regras para lista de eleitores, proteção de dados, rito próprio para infrações eleitorais e maior autonomia da Assembleia Geral na operação da votação.A proposta também proíbe descontos, anistias e benefícios financeiros em ano eleitoral, cria impedimentos para conselheiros que julgam recursos e aumenta a responsabilidade dos candidatos à presidência por atos ilícitos praticados por representantes de campanha.Neste vídeo, explicamos em detalhes o que muda no Estatuto do Flamengo e por que a reforma pode ser um avanço importante para a governança rubro-negra.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?:    CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠serflamengo.com.br⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TWITTER I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠INSTAGRAM I ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@BlogSerFlamengo⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoAoVivo

ONU News
Jornal da ONU - 9 de julho de 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 5:07


Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quinta-feira, 9 de julho:Assembleia Geral realiza cerimônia para lembrar vítimas do Genocídio em SrebrenicaComunidade dos Países de Língua Portuguesa pode se tornar uma comunidade econômica

ONU News
ONU reforça memória de genocídio em Srebrenica para combater negacionismo

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 2:16


Cerimônia na Assembleia Geral reafirma compromisso da comunidade internacional com prevenção; ataque do Exército sérvio-bósnio, em 1995, resultou na execução sumária de mais de 8 mil homens e meninos bósnios muçulmanos.

ONU News
Assembleia Geral faz diálogo interativo com candidata a secretária-geral

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 2:16


Países-membros da ONU recebem María Fernanda Espinosa após primeira rodada com quatro candidatos em 21 e 22 de abril; ex-chanceler do Equador que também presidiu a Assembleia Geral apresentará sua visão a partir de 15h, horário de Nova Iorque, neste 15 de junho.  

ONU News
Assembleia Geral faz diálogo interativo com candidata a secretária-geral

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Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 2:16


Países-membros da ONU recebem María Fernanda Espinosa após primeira rodada com quatro candidatos em 21 e 22 de abril; ex-chanceler do Equador que também presidiu a Assembleia Geral apresentará sua visão a partir de 15h, horário de Nova Iorque, neste 15 de junho.  

ONU News
Portugal concorre à vaga para assento rotativo no Conselho de Segurança

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Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 3:02


Eleição para cinco novos membros não-permanentes ocorre neste 3 de junho na Assembleia Geral; único país de língua portuguesa na lista disputa cadeira com Alemanha e Áustria; grupo da Ásia-Pacífico tem Filipinas e Quirguistão para um assento apenas.

ONU News
Khalilur Rahman eleito presidente da 81ª Assembleia Geral da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 1:49


ONU News
Bangladesh e Chipre disputam eleição para presidir Assembleia Geral da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 2:31


Votação ocorre neste 2 de junho; chanceler bengalês Khalilur Rahman e embaixador cipriota Andreas S. Kakouris disputam posto para liderar a 81ª. Sessão do órgão; mandato começa em setembro e vencedor da corrida substituirá a atual presidente Annalena Baerbock, da Alemanha.

ONU News
ONU aprova resolução que obriga países a agir contra alterações climáticas

ONU News

Play Episode Listen Later May 21, 2026 1:47


Nova decisão da Assembleia Geral é qualificada pelo secretário António Guterres como uma “afirmação poderosa” da ciência e do direito; Nações Unidas veem    medida como passo histórico e urgente na defesa de futuras gerações.

ONU News
Ex-ministra do Equador, María Fernanda Espinosa, entra em campanha para liderar ONU

ONU News

Play Episode Listen Later May 12, 2026 2:10


Nome da ex-presidente da Assembleia Geral foi anunciado pela porta-voz da atual líder do órgão; com chegada de Espinosa, corrida para substituir Guterres passa a ter cinco candidatos: três mulheres e dois homens.

ONU News
Líder da Assembleia Geral diz que novo líder da ONU terá um dos trabalhos mais difíceis do mundo

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 1:39


Annalena Baerbock preside diálogos interativos com candidatos a secretário-geral da ONU; apresentações individuais começam neste 21 de abril; até agora concorrem Michelle Bachelet, Rafael Mariano Grossi, Rebeca Grynspan e Macky Sall.

ONU News
ONU tenta travar crise alimentar iminente com fechamento do Estreito de Ormuz

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Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 1:45


Instabilidade contínua tem potencial de asfixiar fluxo internacional de fertilizantes; Unops alerta sobre efeitos diretos do conflito no Oriente Médio; Assembleia Geral debate rejeição de resolução sobre o tema no Conselho de Segurança.

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Portugal abriga edição do Modelo ONU investindo em líderes do futuro

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Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 5:08


Evento Model UN realizou-se em Lisboa, no Iscsp, com dezenas de estudantes para simular trabalhaos da Assembleia Geral; debate ensina divergências, convergência e consenso para promover mais diálogo em mundo polarizado.

ONU News
Jornal da ONU - 15 de abril de 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 4:32


Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quarta-feira, 15 de abril.Guerra no Sudão completa três anos como a maior crise humanitária do mundoJovens de Portugal simulam trabalhos na Assembleia Geral em mais um evento do Modelo ONU

ONU News
Zico e Flamengo juntam-se à iniciativa da ONU Futebol para os ODS, em Nova Iorque

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 3:20


Ex-jogador é também o primeiro Campeão Brasileiro do “Futebol pelos ODS”; Zico recebeu título na sala da Assembleia Geral colocando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro da agenda desportiva.

ONU News
Sociedade civil participará de diálogo interativo sobre próximo líder da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 2:51


Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntas terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.

ONU News
Sociedade civil participará de diálogo interativo sobre próximo líder da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Apr 13, 2026 2:52


Porta-voz da presidente da Assembleia Geral disse que prazo para envio de perguntar terminou em 5 de abril; Estados-membros iniciarão o debate que será seguido por representantes de organizações não-governamentais; António Guterres deixa posto de secretário-geral em 31 de dezembro.

Expresso - Expresso da Manhã
Dia Mundial do Autismo: João, um super-herói que deseja as mesmas coisas que qualquer um de nós

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 13:05


2 de Abril é o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, por determinação da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Neste dia, apela-se a toda a comunidade para que tome conhecimento do que são as Perturbações do Espectro do Autismo (PEA) e do que significa viver e conviver com essas perturbações. Procurando contribuir para essa consciencialização, conversamos com João Fernambuco, um adolescente com PEA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
Escravidão: o mais grave crime contra a humanidade

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 31:51


Convidada: Ynaê Lopes dos Santos, doutora em história pela USP, pesquisadora sobre a História da Escravidão nas Américas e professora de História da América da Universidade Federal Fluminense. Na última quarta-feira (25), Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que declara que o tráfico de africanos escravizados foi o crime mais grave na história da humanidade. O texto foi apresentado por Gana e aprovado por 123 dos 193 países que integram as Nações Unidas – entre eles o Brasil. Houve 52 abstenções (caso do Reino Unido e de todos os integrantes da União Europeia) e somente 3 votos contrários: Argentina, Estados Unidos e Israel. O reconhecimento das Nações Unidas se refere ao tráfico de africanos que foram sequestrados e levados à força para as Américas: um crime que foi perpetrado durante quatro séculos e vitimou cerca de 12,5 milhões de pessoas. O Brasil foi o maior destino: quase 5 milhões de negros escravizados foram transportados para cá. A resolução agora exige reparações. Para analisar se o que foi decidido na ONU é apenas uma posição simbólica ou uma ação concreta em busca de justiça, Victor Boyadjian entrevista Ynaê Lopes dos Santos, doutora em história pela USP e professora de História da América da Universidade Federal Fluminense. Ynaê, que também é pesquisadora sobre a história da escravidão, descreve as três etapas da organização econômica da escravidão: a captura na África, o transporte nos navios negreiros e o trabalho forçado no Brasil. Ela ainda explica a que tipo de violências as pessoas escravizadas eram submetidas e aponta os caminhos para uma possível reparação histórica para este crime.

DW em Português para África | Deutsche Welle
26 de Março de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 20:00


UE trava financiamento às forças ruandesas em Cabo Delgado; eurodeputado alerta que decisão é “grave”, mas admite margem para consenso. Angola enfrenta défice de magistrados e reclusos denunciam excesso de prisão preventiva e morosidade judicial. Assembleia-Geral da ONU aprova resolução que declara tráfico de escravos como "crime mais grave contra humanidade" e defende reparações históricas.

ONU News
Guterres pede mundo para confrontar legado da escravatura promovendo dignidade

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 25, 2026 1:41


Assembleia Geral realiza cerimônia, neste 25 de março, Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravatura e do Tráfico Transatlântico de Escravos, na sede da ONU em Nova Iorque; ordem global permaneceu por mais de 400 anos.

ONU News
Após 80 anos, ONU relembra primeiros momentos em sua sede em Nova Iorque

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 24, 2026 4:04


Cidade já abrigou trabalhos da organização internacional nos mais inusitados locais como uma piscina adaptada para receber correspondentes e jornalistas, uma pista de patinação para uma sessão da Assembleia Geral e a primeira sessão do Conselho de Segurança num ginásio de basquete no Hunter College.

ONU News
Mundo defende verdade às vítimas de abusos de direitos humanos e à dignidade

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 1:22


Data instituída pela Assembleia Geral em 2010 homenageia o Arcebispo Óscar Arnulfo Romero, de El Salvador; tributo cobre ainda aos que dedicaram vidas ou as perderam a fim para promover e proteger princípios fundamentais.

ONU News
Evento na Assembleia Geral celebra Dia Mundial da Síndrome de Down

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 1:35


Juntos contra a Solidão é o tema deste ano; representantes dos Estados-membros da ONU, família, especialistas e defensores reúnem-se para promover os direitos e bem-estar de quem vive com a síndrome.

ONU News
ONU marca Dia Internacional das Florestas focando em economia

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 0:51


Data de 21 de março foi declarada pela Assembleia Geral para incentivar os países a cuidar das matas que são meio de subsistência para bilhões de pessoas; todos os anos, 4 bilhões de metros cúbicos de madeira são produzidos numa tendência que tende a aumentar até 2050.

ONU News
Assembleia Geral prepara diálogos com candidatos a secretário-geral da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026 1:55


Na terceira semana de abril, cada postulante ao cargo terá uma sessão de três horas para apresentar visão, declaração financeira e responder perguntas; até o momento, cinco nomes estão na disputa; novas candidaturas são esperadas até 1 de abril.

ONU News
Na Assembleia Geral, mulheres unem-se em uma só voz contra injustiças e retrocessos

ONU News

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 3:27


Líder da ONU pediu ação para acabar com leis discriminatórias; presidente da Casa enfatizou luta por igualdade de representação e punição de abusos sexuais; Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, diz que justiça não pode ser seletiva; atriz Anne Hathaway falou em compromisso e mudança.

ONU News
Reunião da Assembleia Geral prepara caminho para Fórum sobre Migração

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 1:31


Relatório do secretário-geral trata do Pacto Global sobre Migração Segura, Ordenada e Regular, que destaca riscos crescentes enfrentados por migrantes pelo mundo e apresenta dados atualizados sobre fluxos globais.

ONU News
Resolução de apoio à paz duradoura na Ucrânia aprovada na Assembleia Geral da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 0:51


Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.

ONU News
Presidente da Assembleia Geral apela à UE que lidere a defesa da ONU

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 1:57


Annalena Baerbock pediu ao Parlamento Europeu que defenda a verdade e o multilateralismo; discurso em Estrasburgo realça papel central da Carta da ONU; alerta destaca uso da desinformação e de notícias falsas como instrumentos de poder e para os seus impactos na democracia.

ONU News
Brasileira e cabo-verdiana podem integrar painel global sobre inteligência artificial

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 1:59


Lista de 40 nomes anunciados pelo secretário-geral da ONU foi submetida à apreciação da Assembleia Geral; especialistas lusófonas devem fazer parte do grupo que vai preencher lacunas de conhecimento sobre IA e avaliar impactos da tecnologia. 

ONU News
Justiça social pode conter ciclo vicioso de crises, diz líder da Assembleia Geral

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 2:06


Annalena Baerbock discursou na abertura da 64ª Sessão da Comissão de Desenvolvimento Social; ela afirmou que luta por igualdade desempenha papel chave na prevenção de conflitos; conferência reúne ministros para debater sistemas de proteção social e estratégias de combate à pobreza, dentre outros temas.

ONU News
Guterres diz que chegou a hora de ver uma mulher como chefe das Nações Unidas

ONU News

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 2:25


Palavras do atual secretário-geral foram proferidas na apresentação das prioridades para 2026; Conselho de Segurança dará início à escolha da próxima liderança até o final de julho, antes de fazer recomendação do candidato à Assembleia Geral.

ONU News
Assembleia Geral aprova orçamento de US$ 3,45 bilhões para ONU em 2026

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 2:00


Quinta Comissão da Casa, que cuida do tema, finalizou negociações que foram endossadas pela Plenária; quantia refere-se a orçamento regular; valor é 7% inferior ao de 2025; no próximo mês, 2,9 mil postos de trabalho serão extintos. 

UOL Investiga
UOL Prime #97: Quem é homem de confiança de Trump que mudou a relação entre EUA e Brasil

UOL Investiga

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 26:10


Nos últimos meses, uma figura se move discretamente na América do Sul defendendo os interesses do governo de Donald Trump - e os próprios. Richard Grenell, um diplomata de carreira, um republicano histórico e um militante trumpista dos mais aguerridos, é o homem por trás da articulação do abraço entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em NY, em setembro. É também o representante de Washington a apertar a mão do líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, em janeiro, meses antes de os EUA enviarem seu maior porta-aviões para os mares do Caribe e ameaçarem abertamente bombardear a Venezuela para apear o regime chavista do poder. O podcast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo, traz detalhes da apuração da correspondente e colunista do UOL em Washington D.C. Mariana Sanches sobre como Grenell atuou na América Latina.

O Assunto
A ameaça de drones no espaço aéreo europeu

O Assunto

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 26:09


Convidado: Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Em 8 de setembro, a Polônia relatou que drones sobrevoaram o país sem autorização. Desde então, Romênia, Estônia e Dinamarca registraram invasão aérea de seus territórios. Todos estes países integram a Otan. Governos europeus apontam todos os dedos para Moscou: afirmam que se trata de uma ofensiva russa e que há um padrão de intimidação. O Kremlin nega. Em discurso na Assembleia Geral da ONU no fim de semana, o chanceler russo Sergei Lavrov fez acusações contra a Ucrânia, negou que Moscou esteja planejando um ataque contra a Europa e ameaçou quem agredir a Rússia. Para analisar a possibilidade de os drones serem russos e as consequências da reação preliminar da Otan, Natuza Nery conversa com Feliciano de Sá Guimarães, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP. Ele avalia a hipótese de que a Rússia esteja testando as defesas antiaéreas e o monitoramento dos países que integram a aliança militar que prevê que, caso um de seus membros sejam atacados, o bloco deve se defender.

Xadrez Verbal
Xadrez Verbal #436 - 80ª Assembleia Geral da ONU

Xadrez Verbal

Play Episode Listen Later Sep 27, 2025 105:56


Semana de abertura da AGNU significa o professor Guilherme Casarões nos brindando com sua expertise, comentando o discurso brasileiro. Abusamos da paciência dele e pedimos para comentar também a intervenção de Mahmoud Abbas, representando a Palestina.Depois, passamos por todos os principais discursos dos dois primeiros dias, com Filipe Figueiredo comentando Trump e outros mais, além de Matias Pinto e Sylvia Colombo repercutindo outros representantes da nossa quebrada latino-americana.E fechamos com a Vivian Almeida comentando as relações econômicas entre Argentina e EUA.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-ia-4Conheça a Jornada ao Leste da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/jornada-ao-leste/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/