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O Direto do Paddock chega repercutindo o dia de mídia da F1 antes do GP de Barcelona. Na pauta, vários assuntos, como a treta da Ferrari, o possível desempenho na pista inédita de Madri e outros assuntos palpitantes. O programa tem a apresentação de Carlos Costa (@ocarlos_costa) e participação de Isa Fernandes (@isamfer_).
O primeiro debate entre os presidenciáveis franceses mostrou uma corrida ainda fragmentada no país, a oito meses da eleição. Com Marine Le Pen autorizada a concorrer e à frente nas pesquisas, candidatos do centro, da direita e da esquerda disputam quem poderá enfrentá-la no segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político A campanha presidencial francesa parece ter começado para valer na semana. Na quinta-feira (27), sete dos principais candidatos à sucessão de Emmanuel Macron participaram de um primeiro grande debate, organizado pelo MEDEF, a principal organização empresarial francesa, no célebre estádio de Roland-Garros. Mas a disputa, pelo menos por enquanto, parece ser para saber quem ficará em segundo lugar, ou melhor, quem irá ao segundo turno com Marine Le Pen. A candidata do Reunião Nacional (Rassemblement National) aparece próxima dos 35% das intenções de voto, muito à frente dos adversários. Le Pen voltou recentemente a ser elegível. Condenada no ano passado no caso dos funcionários fantasma no Parlamento Europeu, ela havia recebido uma pena de inelegibilidade imediata. Em julho, a Corte de Apelações reduziu a pena para 15 meses, período considerado já cumprido. Com isso, Le Pen voltou ao jogo eleitoral. No debate do MEDEF, Le Pen tentou sobretudo tranquilizar empresários que ainda mantêm fortes reservas em relação a ela e ao seu programa econômico. Essa hostilidade já não representa necessariamente um veto absoluto: dependendo do adversário no segundo turno, parte do empresariado poderia acabar apoiando a líder de extrema direita, ainda que tapando o nariz. Ela procurou facilitar essa escolha, prometendo disciplina orçamentária e redução de gastos. Flerte com a extrema direita Édouard Philippe e Gabriel Attal têm uma relação bem mais confortável com esse público. Os dois ex-primeiros-ministros de Macron disputam boa parte do mesmo eleitorado de centro: Philippe, hoje mais bem colocado nas pesquisas, insistiu no rigor das contas públicas, e Attal teve alguns dos momentos mais bem recebidos da noite. Se ambos contribuem para a normalização de ideias da extrema direita, é Bruno Retailleau quem flerta mais abertamente com essa tradição, tentando apresentar uma espécie de lepenismo mais liberal. O problema para eles está na divisão dos votos. Sobretudo Philippe e Attal concorrem diretamente pelo antigo e minguante eleitorado macronista. Quando aparecem juntos nas pesquisas, essa fragmentação pode abrir espaço para outro candidato chegar ao segundo turno. Divisão da esquerda Isso ajuda a explicar por que Jean-Luc Mélenchon, líder da França Insubmissa, continua competitivo. No MEDEF, a hostilidade do público era visível. Ao defender aumento dos salários, aposentadoria aos 60 anos e o cancelamento da parcela da dívida francesa nas mãos do sistema europeu de bancos centrais, teve como resposta risadas incrédulas da plateia. Mélenchon foi bastante atacado, mas tampouco estava ali para conquistar os empresários. O confronto fala a uma base eleitoral fiel e engajada, que o mantém firme na disputa pela segunda vaga. É justamente uma base assim que falta à ecologista Marine Tondelier. Ela também marcou suas diferenças com os empresários, mas sua candidatura continua patinando nas pesquisas. Raphaël Glucksmann, eurodeputado que quer ser um candidato de centro-esquerda nas eleições, aparece melhor, mas ainda precisa vencer em outubro uma primária que se anuncia disputada. Além disso, custa a encontrar um discurso claro entre a esquerda e o centro, ocupando cada vez mais as ruínas de um inóspito “macronismo progressista”, e tem grandes dificuldades para se impor como figura carismática e presidenciável. O debate do MEDEF mostrou bem o ponto de partida da campanha: Marine Le Pen tem larga vantagem no primeiro turno, enquanto centro, direita e esquerda seguem fragmentados. No momento, a principal disputa é saber quem conseguirá chegar ao segundo turno contra ela.
Já está no ar o novo episódio do podcast Rádio Decidendi, que aborda o Tema 1.267 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), julgado sob o rito dos recursos repetitivos.O Tema 1.267 definiu teses sobre a medida processual adequada contra decisões de juízes de primeiro grau que negam seguimento à apelação. A decisão estabelece que, nesses casos, a negativa caracteriza usurpação de competência do tribunal, cabendo o manejo da reclamação prevista no art. 988, I, do CPC. Em situações de execução ou cumprimento de sentença, também será cabível o agravo de instrumento, conforme o parágrafo único do art. 1.015 do CPC. O precedente reforça a correta distribuição de competências no processo civil e garante maior segurança jurídica para advogados, magistrados e partes envolvidas.Em entrevista ao jornalista Thiago Gomide, o professor e advogado André Macedo de Oliveira explica os fundamentos do precedente, detalha a aplicação das teses na prática, analisa os impactos da decisão no sistema recursal e comenta a importância do Tema 1.267 para o fortalecimento dos precedentes qualificados no STJ.Podcast O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às segundas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
Desde a passada quinta-feira, está lançada na Guiné-Bissau a campanha de informação em torno da nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo dia 30 de Agosto. Enquanto o Conselho Nacional de Transição tem apelado ao voto 'Sim' alegando que o texto garante uma maior estabilidade politica ao país, algumas vozes da sociedade civil têm levantado dúvidas sobre o texto e a própria legalidade da organização desta consulta popular. Nesta segunda-feira, Carmelita Pires, jurista e antiga Ministra da Justiça da Guiné-Bissau, publicou nas redes sociais um apelo ao boicote do referendo, ou em segunda instância, ao voto 'Não', após expor as suas reservas sobre a legitimidade da organização do referendo por emanar de uma entidade que tomou o poder pela força, os moldes da fiscalização da consulta e ainda o universo de eleitores que abrange. Na sua publicação, Carmelita Pires sublinha também e sobretudo não ver a utilidade de se organizar um referendo, dado que a nova Constituição -a que chama de 'Constituição Militar'- já foi adoptada pelo Conselho Nacional de Transição e inclusivamente está inscrita no Boletim Oficial da República da Guiné-Bissau desde finais de Fevereiro. RFI: Antes de abordarmos o conteúdo da nova Constituição, o que se pode dizer sobre os moldes do referendo? Carmelita Pires: Estamos perante uma ruptura da ordem constitucional. Nós temos uma Constituição vigente na Guiné-Bissau. Um golpe de Estado que, de repente, quer-se transformar em poder constituinte. E como se não bastasse, já que se refere à questão da organização, a verdade é que, tendo isto tudo na base, nós até nem sabemos o que é que vamos votar. Porque veja bem, se é que vamos votar um referendo, mas de uma Constituição que, entretanto, já está no nosso Boletim Oficial que dá vigor e eficácia a esse acto supostamente jurídico desde 24 de Fevereiro de 2026. A organização é o poder de facto que está a controlar tudo mesmo. Não há hipótese de fiscalização nenhuma porque, em última análise, aquilo que é a fiscalização prévia cabe ao Supremo Tribunal de Justiça, que foi assaltado por militares, como nós sabemos. A participação da diáspora está fora. Completamente. Nós nem sequer conseguimos saber o que é o número de eleitores. E caricatamente, nas vésperas, a semana passada, eles resolveram substituir o cartão dos eleitores por uma espécie de segunda via. Tudo isto indicia uma fraude. RFI: Citou uma série de textos que prevêem, nomeadamente, que não se possa organizar uma consulta popular entre a data em que se marquem eleições e a própria realização de eleições. Menciona igualmente que também não possa haver uma nova remodelação da Lei Suprema guineense antes do prazo de dez anos. Carmelita Pires: Refere-se a duas questões diferentes. Refere-se à própria Constituição que supostamente vai ser submetida a um referendo popular. Eles nessa Constituição, dizem que são dez anos. Ou seja, a própria Constituição, nós estamos a falar, desde a sua origem, que a nossa Constituição de proclamação unilateral do Estado de 1973 e todas as outras, mesmo depois de nós aderirmos à democratização do nosso país, um sistema multipartidário tem os seus mecanismos próprios de prever a revisão. Ora, isto é um bloqueio total do Estado. Isto é, conforme o sistema que eles estão a prever neste tal texto da 'Constituição Militar', é bloquear mesmo o próximo poder que possa surtir das tais eleições que eles próprios também marcaram. A outra questão é na própria lei de referendo. A lei de referendo prevê um prazo de marcação do referendo. Quer dizer que durante um determinado período que a própria lei reconhece, não é possível a convocação e realização do referendo. Refiro-me concretamente ao Artigo 9.º n.°1. Quando este referendo foi convocado, as eleições já estavam formalmente marcadas há quase seis meses. Portanto, tanto a convocação como a realização prevista do referendo situa-se num período que o Artigo 9.º n.°1 da própria lei que eles fizeram, proíbe. RFI: Também menciona no seu 'post' a questão da fiscalização das entidades que vão estar a vigiar este referendo. Carmelita Pires: Efectivamente é mais complicado. Porque qual é que é a fiscalização? Mandou-se a fiscalização prévia para o Supremo Tribunal de Justiça. Volto a dizer, os órgãos de soberania foram todos assaltados antes do tal golpe de Estado. Este Conselho Nacional de Transição vem só confirmar tudo o que já tinha sido apropriado. Então, eles dizem que dá-se ao Supremo Tribunal a fiscalização prévia na veste do Tribunal Constitucional que não existe, veja só. Mas a iniciativa tem que ser requerida pelo Presidente da República de Transição, o militar Presidente da República. Existem também, na própria lei, mecanismos de reclamação e recurso de participação civil, mas muito ténues. Quando, todavia, permanece a questão de que há fiscalização autónoma efectiva, não existe por parte das forças políticas, de organizações independentes do poder que estão a promover este referendo. Tudo suscita muitas dúvidas. Não está nada clara a questão da fiscalização. RFI: E lá está, em simultâneo com o lançamento da campanha de sensibilização sobre este referendo, também se dá posse aos novos juízes conselheiros do Supremo Tribunal. Isto é um mero acaso de calendário, a seu ver? Carmelita Pires: Não, a meu ver, não é um mero acaso. É deliberado. E voltamos sempre a essa questão no Supremo Tribunal ter sido assaltado por homens armados, compulsivamente retirado o seu presidente. Depois, engenharias foram feitas para que se pusesse no topo da cadeia da magistratura do nosso país magistrados que sejam simpatizantes do 'status quo'. E ainda por cima são doze. Mas neste momento, estão empossados oito e parece que se fecha assim. Portanto, não se está a observar sequer a lei do Conselho Superior de Magistratura sobre estas questões, nem sequer a nossa lei judiciária e todas as prerrogativas do Supremo Tribunal. Isto é dramático. O termo, acho que é mesmo esse. Isto é dramático, a forma como estão a ser destruídas as instituições da República, particularmente aquela que é o topo, o cimo da cadeia da Justiça da Guiné-Bissau. RFI: Sobre o conteúdo desse novo texto submetido a referendo, evocou-se muito no espaço público guineense o facto de se fazer algumas alterações no parlamento guineense, que passa a ter menos deputados do que na anterior Constituição. Carmelita Pires: Entrar nesta Constituição que eu chamo 'Constituição Militar', se a origem está viciada, por que razão nós vamos nos dar ao trabalho? Nós, particularmente, que temos esta formação específica de estar a analisá-la. Mas posso lhe só dizer que, enfim, nós estamos a falar de 30 e tal artigos na Constituição vigente e vamos para quatro ou cinco vezes mais do que isso. É uma espécie de "copié-collé" (copy-paste), pega-se no nosso sistema semipresidencial que, já por si, tinha pendor presidencial, em que o presidente já tinha uma série de prerrogativas. Uma delas é presidir o Conselho de ministros como bem entendesse, porque é uma Constituição também feita para uma transição democrática, mas em que estávamos num Estado de partido único, de um poder absoluto. Também já tem as suas anomalias e é natural que nós não estamos contra isto, de que já é chegado o momento, tanto mais que é uma manta de retalhos, para nós irmos para a liberação económica política. E queríamos fazer, mas não nestes termos, porque a sua origem está viciada à partida. E enfim, tem uma série de situações que saem logo ao de cima. Vê-se que é a preocupação do regime, como é o caso, de obrigar quem se candidatar à presidência, tem que estabelecer cinco anos de residência, no mínimo. Parece, aliás, caricatamente, que o próprio ex-presidente com o qual eles estão a trabalhar, também lhe apanha, se for o caso, quando falarmos das próximas eleições. Mantém no poder os órgãos instituídos pela Carta de Transição, nesta nova Constituição militar, até à posse dos futuros titulares dos órgãos de soberania. Ou seja, os órgãos nascidos depois de uma ruptura produzem um texto que é esta Constituição Militar que passa a fundamentar a sua própria permanência no poder. E vão mais longe ainda: impedem, conforme nós dissemos, qualquer nova revisão constitucional em dez anos. Alteram a Constituição depois de uma ruptura militar e pretendem impedir que futuros representantes democraticamente eleitos pelo povo possam revê-la numa década. Admite-se? Isto é, só trazendo ao de cima as coisas mais flagrantes. Mas quando a origem em si da própria Constituição Militar é imposta, é uma interrupção coerciva do processo eleitoral, porque o povo guineense votou a 23 de Novembro de 2025 e depois vem com esta justificação de que dão este golpe pelas imensas razões que eles próprios invocaram e não se sabe em que Constituição é que nós estamos neste momento a navegar. A 'Constituição Militar' é um Golpe de Estado que vai transformar-se em poder constituinte. Quem toma o poder pelas armas não adquire, por esse facto, legitimidade para substituir a Constituição da República e criar uma nova ordem constitucional. Isto é mais que evidente. RFI: Este fim-de-semana, o Presidente de transição, o general Horta Inta-A, disse que o referendo a esta Constituição não visa permitir o regresso de Sissoco Embaló ao poder. Carmelita Pires: Bom, isso são suspeições que caem sobre eles. É gente do Sissoco. O actual Presidente militar esteve em campanha, por Sissoco Embaló, o ex-Presidente. Quando viram que as pessoas estavam a falar por demais ali, puseram nas instituições públicas a fotografia do tal Presidente autoproclamado. E não é só isso. É que não só o próprio Presidente, porque aquilo é pequeno. O chefe de Estado das Forças Armadas, o ex-presidente o tinha posto como chefe de Estado-Maior particular das suas forças. Temos milícias que estão sob a tutela de comandos ou milícias constituídas pelo ex-presidente e temos 30 e tal pessoas que são nomeadas para este tal governo de transição, como para a tal Assembleia forjada, que são pessoas afectas -inclusive posso dizer isto- até do ponto de vista étnico, ao Presidente deposto. Portanto, é natural que ao guineense lhe surjam suspeições. Suspeições sérias. Mas acho que não é só os guineenses. A própria comunidade internacional, porque as Nações Unidas estão lá. A União Africana está lá, a CEDEAO está lá. Todos vêem estas questões porque são flagrantes. RFI: Por fim, no seu 'post', apela à resistência do povo guineense. Apela à abstenção. A seu ver, de que modo é que os eleitores guineenses deveriam actuar no dia 30 de Agosto? Carmelita Pires: Tivemos algumas dúvidas metódicas em relação a um bloqueio total perante tudo o que eu acabei de lhe dizer. Ou então dizer às pessoas vão votar e vão votar 'Não'. Isto porque, veja bem que naquela altura, também para as eleições que eles recusaram até hoje reconhecer, apesar de a CNE já estar outra vez a funcionar, porque é que eles deram um golpe e não protegeram a CNE? Mas agora, já se protege para o tal referendo, não é? Bom, acontece que já nessa altura nós dizíamos como é que vamos a eleições quando estavam a destruir os partidos, não aceitavam determinadas candidaturas. Foi o que foi. E mesmo assim fomos e ganhou-se com maioria. Foram as primeiras eleições na Guiné-Bissau em que, logo à primeira volta de umas presidenciais, já não haveria segunda volta porque se tinha atingido um resultado que nunca tinha sido atingido. Mesmo assim, foi o que foi. Então, é natural que, neste momento, a gente diga 'Não'. Se calhar é melhor bloquear já, porque temos estes dados todos. O reverso da medalha é assim: se a coisa já estiver feita e estiver tudo pronto, como é o caso, de se publicar uma Constituição que já está em vigor supostamente porque essa é a regra jurídica no nosso país, já está tudo arranjado. Então, talvez também sugerir às pessoas, as tais que não desobedecerem, as tais que não boicotarem, que continuem uma resistência cívica. Ou seja, se forem votar, que votem 'Não', com algum receio de que eles aproveitem as pessoas a ir votar no tal dia e possam beneficiar das imagens, para dizer que está tudo bem no nosso país, quando não está. Aí está o apelo à resistência. Não saiam de casa. Isto é tudo o que tem a ver com desvirtuar completamente a proclamação daquele Estado e tudo o que são as instituições e a soberania do país. Ao mesmo tempo, dizer também que se acharem mesmo que têm que ir votar, pelo menos votem 'Não'. 'Não' há Constituição militar, 'Não' ao referendo militar e 'Não' à substituição da Constituição pela força das armas.
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Spotify #ApplePodcasts #AmazonMusic #TuneInRádio #PapoAntagonista #PolíticaBrasileira #BastidoresDoPoder #economia #jornalismo #Politica #FlavioBolsonaro #Eleicoes #Noticias #PT #FakeNews #BastidoresDaPolitica #Brasil #Direita #NoticiasDoDia #Polemica #Atualidades
Dezenas de profissionais estão atracados em três navios capturados entre abril e maio deste ano; nos últimos três meses, houve 24 incidentes de pirataria contra navios no Mar Vermelho e no Golfo de Áden.
O presidente da Federação de Dadores alerta para a queda nas colheitas e a falta de profissionais para as realizar. Apela à dádiva antes das férias e pede que o Governo crie uma estratégia para reverter a queda de 20% de dadores de sangue.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Xavier Barreto comenta as divergências entre Ana Paula Martins e Carlos Robalo Cordeiro, o coordenador do Plano de Emergência e Transformação na Saúde. Apela a mudanças e a um "novo" plano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conflito matou 815 civis e deixou mais de 4 mil feridos este ano; guerra agrava escassez de cuidados infantis e acesso igualitário ao trabalho; chefe de direitos humanos pede fim da violência e investigação de ataques contra civis.
1. Chats señalan supuesto fraude electoral en contienda de senadora Román. Chats entre empleados de la senadora del PNP salen luego de que ayer saliera un audio de su esposo en el que habla del supuesto fraude y alega infidelidades2. Cumbre entre JGO, TRS y Méndez pasa a último plano ante caos del componente económico del gobierno tras la renuncia del secretario del DDEC y 10 de sus ayudantes. La debacle del brazo económico del gobierno fue reseñada hasta por Bloomberg.3. Reaparece uno de los que faltaba entre los Brothers de Ricky Rosselló: Edwin Miranda en un “comeback” publicitario4. Portavoz PPD en el Senado, Luis Javier Hernández, da plazo de 24 horas a Familia para entregar información del personal de confianza de la secretaria de la agencia, Suzanne Roig Fuertes.5. ACLU demanda a la Policía por matar a un veterano6. Anuncian velatorio de Ismael Guadalupe en Vieques el domingo, 31 de mayo.7. Nueva directriz en Medicaid deja sin cubierta a más de 1,500 pacientes 8. Apagón deja a más de 100 mil clientes sin luz mientras LUMA hace relevos de carga9. Más de 200 asesinatos en lo que va de año: Vinculan un 80% al narcotráfico, disputas y venganza criminal10. La inflación se dispara hasta el 4.0% en abril debido al alza en el precio de la gasolina11. Israel pisotea la tregua y desata feroz campaña de exterminio contra Líbano12. Cuba advierte ante la ONU sobre catástrofe humanitaria debido a agresiones de EE.UU. Apela a la comunidad internacionalEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentarioUna vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
Crianças, idosos, grávidas e doentes crónicos são os mais vulneráveis. Pedro Ferreira (DGS) aconselha reforço da hidratação e o evitar da exposição solar durante períodos de maior calor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lobato pide "no hablar de conspiraciones" y apela a la justicia tras el golpe al PSOE por el caso Zapatero
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Justiça da Itália autorizou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil. Ela está em um presídio em Roma há oito meses. A defesa informou que vai recorrer da decisão, que atendeu a um pedido do Supremo Tribunal Federal. A determinação desta quinta-feira (26) é da Corte de Apelação da Itália. Apenas depois do julgamento do recurso é que o caso será levado para uma decisão final do Ministério da Justiça italiano, responsável por liberar a transferência. E ainda: Polícia apreende grande quantidade de drogas em Guarulhos, na Grande São Paulo.
A la espera del resultado que coseche este lunes en Castellón, la Cultural inicia el lunes como colista de la Segunda División. Se trata de la consecuencia más gráfica y simbólica de una malísima racha de resultados sin precedentes, que, a pesar de todo, aspira a corregir llegado este crítico punto de la temporada. Sobre las posibilidades del equipo charlamos con nuestros analistas de los lunes: Nines, Carlos Martínez, Paco Jiménez y Simón Pérez.
Luis Herrero analiza los planes del Gobierno para aprobar las medidas urgentes por la guerra de Irán.
O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 27, fala sobre a gritaria do PT em relação à aprovação do requerimento de quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula e as articulações do partido para tentar derrubar a sessão desta quinta-feira.Além disso, o jornal também aborda a tática da CPI do Crime Organizado para constranger os ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Moraes e fala ainda sobre os melhores, os piores da semana e sobre a revista Crusoé.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#CasoMaster #DiasToffoli #AlexandreDeMoraes #AndréMendonça (Novo relator do caso) #CriseNoSTF #ImpeachmentSTF #Suspeição #CPIDoCrimeOrganizado #Lulinha #QuebraDeSigilo #DanielVorcaro #BancoMaster #PolíciaFederal #OperaçãoINSS #OAntagonista #MeioDiaEmBrasília #JornalismoIndependente #BastidoresDoPoder #BrasilPassadoALimpo #PolíticaHoje
Secretário-geral marcou o início do mês com um apelo à superação de divisões e ao reforço da ajuda humanitária; milhões de pessoas continuam a sofrer com conflitos, fome e deslocamento em várias regiões do mundo.
União Africana, Igad, Liga dos Estados Árabes, União Europeia e Nações Unidas manifestaram “grave preocupação” com a escalada contínua do conflito no Sudão; apelo é pelo fim imediato de novas ações militares e defendendo uma trégua humanitária com a aproximação do Ramadã.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (12):O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, em entrevista exclusiva à Jovem Pan, que não orienta sua pré-candidatura à Presidência pelas pesquisas eleitorais, embora veja uma tendência favorável nos levantamentos recentes.O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou que vai se reunir com Flávio Bolsonaro após o Carnaval para discutir estratégias políticas de olho nas eleições de 2026.Em entrevista ao programa Pânico, o senador afirmou que uma eventual vitória nas eleições presidenciais poderia encerrar a polarização política no país. O pré-candidato também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e demonstrou confiança no cenário eleitoral de 2026.A situação de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro do debate político. Flávio relatou dificuldades enfrentadas pelo pai na prisão e classificou o tratamento como “desumano”, reacendendo discussões sobre uma possível mudança para prisão domiciliar e os impactos do caso no cenário eleitoral.No campo jurídico, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, determinou que a Polícia Federal envie à Corte todo o conteúdo dos celulares e mídias apreendidas na investigação do Banco Master, após relatório apontar menções ao nome do próprio ministro em diálogos ligados ao caso. A decisão reacende debates sobre competência, investigação e os desdobramentos políticos e jurídicos do escândalo.Novas informações também revelam conexões societárias que ligam familiares de Toffoli a estruturas relacionadas ao Banco Master, envolvendo empresas, fundos de investimento e participação em resort, ampliando o debate sobre os desdobramentos da apuração.No Rio de Janeiro, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou novas regras para uma possível eleição indireta ao governo do estado, caso o governador Cláudio Castro renuncie em abril para disputar o Senado. O texto reduz o prazo de desincompatibilização de seis meses para um mês, abrindo caminho para a sucessão no Palácio Guanabara.Na Itália, a Justiça concluiu a análise do pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli. Presa desde julho do ano passado, a Corte de Apelação de Roma deve anunciar a decisão nos próximos dias. A sentença ainda poderá ser alvo de recurso por parte da defesa e do Ministério Público italiano.Já o Tribunal Superior Eleitoral negou, por unanimidade, o pedido para suspender o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que vai homenagear o presidente Lula no Carnaval. A Corte entendeu que não é possível impor censura prévia e que eventuais irregularidades eleitorais devem ser analisadas posteriormente, após questionamentos apresentados pelo Partido Novo e pelo deputado Kim Kataguiri.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Annalena Baerbock pediu ao Parlamento Europeu que defenda a verdade e o multilateralismo; discurso em Estrasburgo realça papel central da Carta da ONU; alerta destaca uso da desinformação e de notícias falsas como instrumentos de poder e para os seus impactos na democracia.
Montante deve ajudar a levar água, saúde e proteção para os mais atingidos; inundações devem afetar mais de 800 mil pessoas, mais de metade crianças; situação humanitária continua a piorar.
Novas diretrizes globais recomendam a promoção sistemática de ambientes alimentares saudáveis em centros de ensino; alerta chama a atenção para alta da obesidade infantil e persistência da subnutrição em todo o mundo.
No próximo domingo, 18 de janeiro, os portugueses vão às urnas em Portugal, para elegerem o substituto de Marcelo Rebelo de Sousa, que tomou posse como Presidente da República em março de 2016. A este propósito, conversámos com Sara Fernandes, Conselheira das Comunidades Portuguesas na Austrália. Nesta entrevista, Sara apela ao voto dos portugueses residentes na Austrália, explica como funciona o processo de votação no país e reflete sobre o papel que espera que o próximo Presidente da República venha a desempenhar em representação das comunidades portuguesas na Austrália.
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O Programa Alimentar Mundial, WFP, está a aumentar a assistência humanitária a pessoas deslocadas pela recente violência no leste da República Democrática do Congo, alertando para o risco de interrupções na resposta devido à escassez de financiamento.
El conjunto madrileño gana en Mendizorroza y cierra el año como mejor visitante de la competición.
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No âmbito do Dia dos Direitos Humanos, Unesco avalia progressos dos últimos 25 anos; número de estudantes matriculados no ensino superior atingiu 264 milhões em 2023, mais do dobro do que em 2000; em todo o mundo, cerca de 739 milhões de jovens e adultos não têm competências básicas de leitura e escrita.
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Campanha relembra realidade de milhões de crianças; 48,8 milhões foram deslocadas devido à violência e 52 milhões estão fora da escola; agência destaca urgência em apoio a vítimas de conflitos como Ucrânia, Gaza, Sudão e Mianmar.
Roa anuncia recurso contra la sanción del CNE, mientras Fiscalía y Policía chocan por el manejo de los informes de alias Calarcá. Además, polémica en la SuperSalud, movidas en el Centro Democrático, disputa por el pico y placa, protestas en Cali y alerta por estafas de lotes en Malambo. En el mundo, Hong Kong enfrenta su peor incendio en décadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El capitán de la selección ha estado en la Cadena SER para valorar la clasificación a la final, en la que se enfrentará a la anfitriona, Italia.
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Unicef e Governo trabalham juntos para garantir que crianças sejam protegidas e mantidas salvo de violência sexual; cerca de 14,3% de meninas e 8,4 % de rapazes sofrem violência sexual.
Neste 2 de novembro, Dia Internacional pelo Fim da Impunidade para Crimes contra Jornalistas, a organização lança um apelo global por justiça, segurança e liberdade de imprensa, destacando a crescente violência, física e digital, enfrentada pelos profissionais da comunicação em todo o mundo.
Hugo Motta tenta a todo o instante apagar repercussão negativa da PEC da Blindagem, mas ideias são cada vez piores.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Chefe da ONU manifesta profunda tristeza com violência durante protestos contra o presidente Andry Rajoelina; líder da ONU defende um caminho pacífico para restaurar a ordem constitucional.
Agência pede intensificação das campanhas para travar novo surto; até setembro, casos foram 31 vezes superiores ao mesmo período de 2024; recomendações incluem resposta rápida, vigilância reforçada e combate à desinformação.
Envíame un mensajeHoy hablamos con Frank Pavone Líder Pro Vida por más de 20 años. El Padre Frank Pavone fue Laicizado por el Papa Francisco hace 3 años.Video con substitulos en Español aquí :https://youtu.be/0Dsle9hAjCgSupport the show YouTube Facebook Telegram Instagram Tik Tok Twitter