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Alertan por lluvias intensas en 16 estados Pakistán anuncia alto el fuego entre EU e IránArgelia combina desierto y nieve Más información en nuestro podcast#grc
En el episodio del 22/06/26 hablamos de: ¡CNTE se va del Zócalo! Regresan a sus estados pero AMENAZAN con volver
Marco Fernández, coordinador del programa de Anticorrupción y Educación de México Evalúa y de la Escuela de Gobierno del TEC de Monterrey, nos platica sobre el tema
Hacienda revela un informe al Senado donde se detallan las millonarias deudas bancarias de estados y municipios, siendo la capital del país la más endeudada. Por otro lado, la presidenta Claudia Sheinbaum inaugura una central eléctrica en Mexicali para blindar el suministro de la CFE, mientras que Mario Delgado frena a la CNTE y afirma que no cederán a "chantajes". Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Hacienda revela un informe al Senado donde se detallan las millonarias deudas bancarias de estados y municipios, siendo la capital del país la más endeudada. Por otro lado, la presidenta Claudia Sheinbaum inaugura una central eléctrica en Mexicali para blindar el suministro de la CFE, mientras que Mario Delgado frena a la CNTE y afirma que no cederán a "chantajes". Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Nueve estados mantienen rezago en licencias de paternidad Último día para aprovechar ‘La Gran Escapada'Persisten bloqueos pese a estado de excepción en BoliviaMás información en nuestro podcast#grc
El presidente de Rusia, Vladímir Putin, destacó la amplia experiencia de cooperación multifacética y los fuertes lazos entre su país y los Estados miembros de la Asociación de Naciones del Sudeste Asiático (ASEAN). Así lo expresó durante el reciente Foro Empresarial Rusia-ASEAN.
Gobernación refuerza atención a recomendaciones de la CNDH Descubren vestigios mayas en VeracruzBrasil endurece combate a las apuestas ilegalesMás información en nuestro podcast#grc
O post Governo fecha acordo com estados para subsidio a importadores de diesel para que preços não aumentem na bomba apareceu primeiro em Conteúdo Brasil.
EmRoraima, eleitoras e eleitores vão escolher novo governador.Em Reginópolis e Tuiuti (SP), Amparo da Serra e Bonito deMinas (MG) e Joviânia (GO) a nova eleição é para a escolha derepresentantes dos cargos de prefeito e vice-prefeito.
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Saldo blanco tras partido de Colombia vs Uzbekistán Cóndores aceleran traslado de un hígado al HGMPapa León XIV visitará Perú en noviembreMás información en nuestro podcast#grc
Atual embaixadora do país, em Nova Iorque, participa de diálogo interativo com Estados-membros e sociedade civil nesta quinta-feira; corrida pelo cargo máximo da organização conta agora com dois homens e quatro mulheres.
São Paulo se torna o segundo maior produtor de biometano dentre os Estados brasileiros
A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos. Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América. “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.
En el Día de la Niñez y Adolescencia de las Américas, la propia CIDH llamó a los Estados del hemisferio a adoptar medidas para garantizar su protección frente al reclutamiento forzado
Los temas del "cafecito informativo" de este lunes 15 de junio de 2026: Los cambios cosméticos y la realidad en Cuba Una epidemia de soledad se extiende por Cuba Vanguard suspende el envío de 250.000 barriles de combustible Exposición ‘Estados de confinamiento'
O STJ validou a cobrança do Difal do ICMS com base na Lei Kandir, mesmo antes da entrada em vigor da LC 190/2022.Na prática, a decisão representa uma vitória relevante para os Estados e um recado importante para empresas que discutiam a exigência do diferencial de alíquotas em operações interestaduais destinadas a consumidor final contribuinte do imposto.O ponto central do debate era simples, mas de grande impacto: a Lei Kandir já trazia disciplina suficiente para permitir a cobrança do Difal ou seria necessária a LC 190/2022 para legitimar a exigência? A 1ª Seção do STJ entendeu que sim: a LC 87/1996 já continha os elementos necessários para a cobrança. Neste episódio do Tributologia, explico o que foi decidido, qual a diferença entre operações com contribuinte e não contribuinte do ICMS, e quais os impactos práticos para empresas do comércio, da indústria e para quem ainda discute valores pagos antes de 2022.Tributologia: Direito Tributário sem complicação, mas com profundidade.
Tráiler y autobús chocan en Guanajuato Marina hundirá buque para crear arrecife artificial Avión militar se desploma en India Más información en nuestro podcast#grc
¿El fin de la guerra entre Estados unidos e Irán?
Este podcast está patrocinado por Qonto.Si tienes una empresa, sabes que uno de los principales retos es poder mantener el control y ver claras tus finanzas. Pagos por un lado, cobros por otro, facturas en otra plataforma…Con Qonto, centralizas todas las finanzas en un solo lugar: cuenta de empresa remunerada, tarjetas para ti y para tu equipo, gestión de gastos y facturación integradas.Crear tu cuenta, aprobar un gasto, emitir una factura… todo rápido, en una misma solución.Obtén la claridad y el control financiero que necesitas.Abre tu cuenta hoy y empieza gratis.https://qonto.com/esEn este episodio hablamos con Chema Alonso, una de las figuras más reconocidas de la ciberseguridad en España, sobre su historia personal y profesional: desde sus primeros años programando en Móstoles, la creación de Informática 64 y sus primeras conferencias, hasta su paso por Microsoft, Telefónica y su etapa actual en Cloudflare.La conversación recorre cómo se construyó la industria de la ciberseguridad cuando todavía no existían muchos de los roles, herramientas y estructuras que hoy damos por sentados. Chema explica cómo empezó a trabajar en proyectos de hacking, formación, investigación y divulgación, y cómo esa combinación de curiosidad técnica, aprendizaje constante y exposición pública acabó llevándole a posiciones clave dentro de grandes compañías tecnológicas. También entramos de lleno en el presente y futuro de la ciberseguridad: el impacto de la inteligencia artificial, los nuevos riesgos para empresas y usuarios, la aparición de modelos capaces de encontrar y explotar vulnerabilidades, los problemas de prompt injection, jailbreaks y agentes autónomos, y por qué estamos entrando en una de las etapas más tensas de los últimos años para quienes tienen que proteger la infraestructura digital. Una conversación sobre hacking, IA, internet, empresa y el nuevo equilibrio entre atacantes y defensores.
En una nueva edición de Página 13, Consuelo Saavedra y Kike Mujica conversaron con los columnistas Paula Escobar y Cristián Valdivieso sobre las incivilidades que más molestan a los chilenos. Además, se preguntaron si las sociedades votan por ideas o por estados de ánimo, a partir de la Cuenta Pública del Presidente José Antonio Kast.
Hay un montón de razones por las cuales algunas personas podrían no estar interesadas en vivir en ciertos estados. Para empezar, podría ser debido al clima; algunos lugares simplemente son demasiado calurosos o demasiado fríos para ser cómodos. Luego está el mercado laboral; si no hay muchas oportunidades en tu campo, es difícil ganarse la vida. El costo de vida juega un papel importante también; si el alquiler o los precios de la vivienda son altísimos, puede ser una verdadera lucha llegar a fin de mes. Y no olvidemos los problemas de calidad de vida como las tasas de criminalidad o el acceso a la atención médica y educación, esas cosas importan mucho al decidir donde echar raíces. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Estados-membros buscam regras mais rígidas para garantir segurança digital; alguns países lusófonos têm legislação específica, como Brasil e Portugal; Austrália restringiu acesso a menores de 16 anos, no ano passado.
Hace apenas dos décadas, la inteligencia artificial pertenecía a los laboratorios y a la ciencia ficción. Hoy ocupa el centro de la competencia geopolítica global, redefine la economía, transforma la guerra, desafía a los Estados y plantea preguntas fundamentales sobre el futuro de la humanidad. En este episodio del Bestiario Político exploramos la carrera tecnológica entre Estados Unidos y China, el poder de los chips, los centros de datos, la energía, los nuevos actores corporativos y las profundas implicaciones políticas de la IA.¿Estamos ante una revolución tecnológica más, o frente al nacimiento de una nueva era de la civilización?Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/bestiario-politico--2866580/support.
Olinia 1 cuesta cinco veces menos que un vehículo a gasolina Brugada inauguró la nueva Calzada Flotante de TlalpanBolivia aprobó la Ley de Regulación de Estados de ExcepciónMás información en nuestro podcast#grc
Lluvias aumentan presencia de alacranes en la CDMX Bimbo apuesta por la agricultura regenerativaEE. UU. endurece vigilancia financiera sobre migrantesMás información en nuestro podcast #grc
Sheinbaum destaca el papel de la educación pública Irán ya tiene visas para el MundialJugadores iraníes entregaron flores blancas en Francia 88Más información en nuestro podcast#grc
Capital Intereconomía repasamos las claves del día y la evolución de los mercados en Asia, Wall Street y Europa en una jornada marcada por la corrección tecnológica, la fortaleza del mercado estadounidense y las dudas sobre algunos segmentos de inversión alternativa. Las ventas se imponen en Asia, con un fuerte retroceso del KOSPI tras la recogida de beneficios en el sector tecnológico. Mientras tanto, India mantiene sin cambios su política monetaria. En Estados Unidos, el Dow Jones Industrial Average alcanza nuevos máximos históricos, aunque el comportamiento de Broadcom pesa sobre el Nasdaq y alimenta la rotación dentro del sector tecnológico. Europa apunta a una apertura en negativo, arrastrada por las ventas globales en tecnología. En el primer análisis de la mañana, Ignacio Vacchiano, country manager en Iberia de Leverage Shares, analiza hasta dónde puede prolongarse el rally de Wall Street y si la reciente corrección tecnológica supone una simple pausa o el inicio de un ajuste más profundo. También aborda las implicaciones de la decisión de Blackstone de limitar reembolsos en uno de sus fondos de crédito privado, un movimiento que vuelve a poner el foco sobre la liquidez y los riesgos de este mercado. La conversación se completa con el comportamiento de Bitcoin, que atraviesa su peor racha desde agosto tras una fuerte corrección en apenas unos días, y con el seguimiento de la histórica salida a bolsa de SpaceX, que sigue concentrando la atención de los mercados financieros. Además, repasamos las principales noticias de la prensa económica nacional e internacional. Además, María Canal, portavoz de la representación de la Comisión Europea en España, explica las prioridades comunitarias de esta semana, con especial atención al nuevo paquete de soberanía digital, el desarrollo del Semestre Europeo y el nuevo ciclo de procedimientos de infracción abiertos por Bruselas a distintos Estados miembros.
Durazo y Villarreal niegan que administración Trump los investigue EE.UU. intensifica operativos antidrogas en el PacíficoMéxico venció a Bélgica en la Copa de 1986Más información en nuestro Podcast#grc
La inteligencia artificial ha dejado de ser una cuestión exclusivamente tecnológica para convertirse en uno de los principales escenarios de competencia entre Estados, empresas y actores internacionales. Desde la regulación impulsada por Europa hasta la carrera tecnológica entre Estados Unidos y China, pasando por las advertencias éticas de instituciones como el Vaticano, el desarrollo de la IA se ha convertido en un asunto de poder, seguridad y soberanía. En un mundo donde los algoritmos influyen cada vez más en la economía, la defensa, la información y la toma de decisiones, surgen preguntas fundamentales: ¿quién establecerá las reglas de esta revolución tecnológica? ¿Existe un único modelo de desarrollo para la inteligencia artificial? ¿Y cómo transformará el equilibrio de poder global? Lo analizamos en El Debate de France 24.
Pronostican lluvias fuertes y granizo en el Valle de México Rescatan 12 caballos maltratados en TulumMeliá Hoteles deja de operar en CubaMás información en nuestro podcast#grc
Los "empujadores" del Metro en Japón EU analiza nuevos aranceles a México y CanadáMéxico buscará frenar aranceles Más información en nuestro podcast#grc
El Ejército de EEUU intercepta varios misiles balísticos iraníes y ataca una estación de control terrestre militar en la isla de Qeshm. La CE presenta hoy el paquete de primavera del Semestre con recomendaciones fiscales y los expedientes por déficit a los Estados. ALA, la asociación de Líneas Aéreas, apoya la propuesta de la nCNMC de que las tarifas aeroportuarias deberían reducirse un 0,59% anual para el periodo 2027-2031
Blindan el Zócalo ante la llegada de más maestros de la CNTEEntregarán Tarjetas Bienestar del 15 al 21 de junioTifón Jangmi cancela cientos de vuelos en JapónMás información en nuestro podcast#grc
Rescatan a nueve personas atrapadas en la Torre Latino Irán exige garantías para pactar con Estados UnidosUNAM explica qué son realmente los algoritmosMás información en nuestro podcast#grc
Mar de fondo golpea producción de sal en Oaxaca Anuncian inversión millonaria para industria farmacéuticaEE. UU. acusa a Irán de romper alto al fuegoMás información en nuestro podcast#grc
Quase 270 mil pessoas já foram deportadas para o Afeganistão desde o início do ano; medida é uma violação dos direitos dos refugiados; Volker Turk insta Estados a cumprirem “obrigações legais internacionais”.
Aprueban diputados en lo general cambiar de fecha la elección judicial Tlaxcala obtiene concesión de radio FMMusulmanes celebran la fiesta más importante del Islam Más información en nuestro podcast#grc
México y EE. UU. acuerdan nuevas reuniones de revisión del T-MEC Jamieson Greer, representante comercial de Estados Unidos, canceló la visitaBaja pobreza laboral en México reporta el InegiMás información en nuestro podcast#grc
Reportan baja de homicidios en México Sheinbaum destaca la caída del tráfico de fentanilo a EE. UU.Israel ordena evacuar ciudad en LíbanoMás información en nuestro podcast #grc
Emiratos Árabes Unidos está reclutando a exmilitares colombianos para combatir en Sudán junto a grupos rebeldes, denunció Human Rights Watch, que afirma haber establecido los vínculos entre empresas de ambos países. y vuelve a poner sobre la mesa el debate sobre el mercenarismo colombiano. Entrevista con la directora de esta ONG, Juanita Goebertus, y con el politólogo Armando Mercado Vega. Más de 200.000 personas han muerto en Sudán a causa del conflicto que enfrenta al ejército con el grupo rebelde de las Fuerzas de Apoyo Rápido. La guerra, que estalló en 2023, ha provocado una de las peores crisis humanitarias del mundo. En este contexto, Human Rights Watch ha podido revelar los vínculos entre empresas colombianas y emiratíes que han permitido el reclutamiento de mercenarios colombianos. “Esta red en Colombia está básicamente asociada a dos empresas, A4F y Fénix, ambas compañías sancionadas por el Departamento de Estados de Estados Unidos”, explica Juanita Goebertus, directora para las Américas de Human Rights Watch. “Nosotros en HRW pudimos rastrear a través de distintos documentos financieros y de salarios la relación entre esas dos empresas y la empresa emiratí, conocida por sus siglas en inglés como GSSG, que es una empresa que fue fundada por el Secretario General de la Corte Presidencial de Emiratos Árabes. Esta empresa tiene vínculos muy cercanos, tanto comerciales como familiares, con la familia gobernante en Emiratos Árabes. Nosotros mostramos cómo GSSG, a través de estas dos empresas colombianas, efectuaban el reclutamiento, así como la manera como se da la conexión entre GSSG y el gobierno de Emiratos Árabes, lo que ha permitido el entrenamiento en instalaciones militares Emiratos Árabes”, subraya Juanita Goebertus. Sin embargo, las autoridades de los Emiratos Árabes Unidos niegan las acusaciones de que combatientes extranjeros hayan sido reclutados y entrenados en su territorio. Armando Mercado Vega Politólogo, especialista en Conflicto Social y profesor de La Universidad Tecnológica de Bolívar, explica las causas de mercenarismo en Colombia. “El mercenarismo en Colombia es un problema histórico porque nosotros tenemos un conflicto armado interno de más de medio siglo. Esto nos ha generado un problema desde el punto de vista no solo del reciclaje de excombatientes, de grupos armados organizados, pero también otro tema que se descuidó por mucho tiempo: los ex militares de la Fuerza Pública. Como bien señala el informe de Human Rights Watch, no hay una política pública enfocada desde el punto de vista de ofrecerle alternativas y proyectos de vida a estos militares luego de que salen de la experiencia militar. Tenemos una bolsa de empleo de ex militares que están muy bien formados, lo que no se puede olvidar. Han sido formados no en entrenamientos, como muchos ejércitos del mundo, sino formados en la guerra misma. Esto es un conocimiento muy apetecido para los especialistas en la violencia en el mundo. No se nos olvide que, en el 2021, el primer ministro de Haití, Jovenel Moise, fue asesinado precisamente por un comando de mercenarios colombianos”. Ante esta situación, Human Rights Watch insta al gobierno colombiano a que, además de fortalecer el Programa Nacional de Veteranos, abra una investigación contra las compañías involucradas en las prácticas de reclutamiento de exmilitares.
Más de 18 millones 400 mil visitas suma el programa Salud Casa por Casa Segob y SEP reiteran que hay diálogo con el magisterio disidenteIrán acusa a EE.UU. de violar el alto al fuegoMás información en nuestro podcast #grc
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre o momento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida eleitoral deste ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira, 25, que o governo aceitou estabelecer uma regra de transição para a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Segundo os termos acertados, 60 dias após promulgação da proposta haverá uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois - o que, pelo cronograma, ocorreria em 2027. O tema é bandeira eleitoral do presidente Lula, que tenta a reeleição em outubro. O fim dos 6x1 interessa aos trabalhadores e impacta o setor produtivo, a economia e as candidaturas do Congresso em outubro, do PT ao PL. O governo até trabalha com a hipótese de unanimidade. Em outra frente, o atual governo gastou, até meados de maio, R$ 21 milhões em anúncios no Instagram e no Facebook para divulgar investimentos em Estados e programas que possam servir de chamariz em ano eleitoral. O valor é quase o dobro dos R$ 11,45 milhões desembolsados no mesmo período de 2025. Procurada, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) ainda não se manifestou. Os dados constam da biblioteca de anúncios da Meta, dona das duas redes sociais. De acordo com o calendário eleitoral estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, o governo tem até 4 de julho para fazer publicidades de programas, obras, serviços e campanhas. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sheinbaum mantiene diálogo abierto con la CNTE Más gasolineras venden diésel en menos de 27 pesos: ProfecoIrán enfría posibilidad de acuerdo con Estados UnidosMás información en nuestro podcast#grc
“La Mataviejitas” permanece hospitalizada en Iztapalapa Selección de Irán trasladará campamento a MéxicoPakistán está listo para una nueva negociación de paz Más información en nuestro podcast#grc
Convidada: Maria Cristina Fernandes, comentarista da GloboNews e da rádio CBN e colunista do jornal Valor Econômico. A operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (15), revelou que a dívida ativa do grupo Refit com a União e Estados ultrapassa os R$ 50 bilhões – Rio de Janeiro e São Paulo são as maiores vítimas. A refinaria é acusada de operar um complexo esquema de sonegação de impostos na venda de combustíveis. De acordo com a PF, o esquema liderado pelo empresário Ricardo Magro ganhou tração na gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. Segundo as investigações, a operação se espraiou pela máquina estadual, com tentáculos na Procuradoria-Geral, na Fazenda, no Judiciário e na Alerj. As conexões políticas de Magro garantem negócios para a Refit também em outros estados. É o caso do Amapá, onde a PF também investiga um escândalo que envolve benefícios tributários, suspeita de propinas e nomes do Centrão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Maria Cristina Fernandes para explicar como o esquema da Refit nasceu, prosperou e se multiplicou nas últimas décadas. Maria Cristina liga todos os pontos da investigação e analisa como o caso impacta o mundo político.
No es invento del Feo, tampoco alguna de sus locas teorías de conspiración. Escucha las últimas noticias sobre archivos clasificados de Estados Unidos que hizo pública y todo el mundo ya está dudando de su veracidad. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Códices de los Estados de Hidalgo y Tlaxcala. Conoceremos algunas historias ocultas que tienen nuestros códices. Códices Huichapan, Xolotl, Huamantla, Otlazpan y Tepexic, estos dos últimos llamados códices Leander.