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O Brasil avalia usar a Lei da Reciprocidade Econômica como resposta ao aumento de tarifas imposto pelos Estados Unidos. Segundo o economista Daniel Arruda, o país pode aplicar tarifas a setores estratégicos americanos, recorrer à Organização Mundial do Comércio e revisar benefícios comerciais. Ele alerta, porém, que uma guerra comercial tende a elevar preços, reduzir empregos e prejudicar todos os envolvidos.
TRAC desmiente estigma sobre deportaciones Activistas exigen respuestas por la matanza de 26 perros en XochimilcoIPN abre la puerta al terror literarioMás información en nuestro podcast#grc
Se llama Alex Karp. Es el director ejecutivo de Palantir, la empresa de software militar y de vigilancia más relevante del mundo. Hijo de madre afroamericana, artista y activista por los derechos civiles, y de padre judío, pediatra, Alex Karp es una de las caras más visibles de Silicon Valey reorganizando la política del mundo. Xavi Orri y Mario Roehrich, editores de Página Intenacional, nos hablan de su vida antes de convertirse en quien proporciona herramientas de vigilancia a los Estados occidentales de mayor peso.
¡Toma previsiones! Se esperan Lluvias y granizo para el Valle de México Rescatan a hombre que subio a torre del CablebúsBombardeo de Israel deja víctimas en GazaMás información en nuestro podcast#grc
Confira nesta edição do JR 24 horas: Os casos de doenças respiratórias estão em queda na maior parte do Brasil, mas alguns estados ainda registram aumento de infecções provocadas pelos vírus da gripe. Os casos graves de Influenza B continuam crescendo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A alta também é registrada no Distrito Federal, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Já os casos de Influenza A aumentam no Paraná, em Minas Gerais e em Roraima. Segundo a Fiocruz, no restante do país, a tendência é de queda nos casos de síndrome respiratória aguda grave. Em 2026, mais de 60 mil casos foram notificados com diagnóstico de algum vírus respiratório. E ainda: Inscrições para o Fies terminam nesta sexta-feira (17).
A CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, assinala hoje 30 anos de existência. Uma organização confrontada com múltiplo desafios e fragilizada pela suspensão da Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de Novembro passado. O antigo Primeiro-Ministro angolano Marcolino Moco foi o primeiro secretário executivo da organização lusófona e fez um balanço à RFI destas três décadas de existência do bloco lusófono. Marcolino Moco começa por afirmar a sua grande decepção relativamente ao desempenho da CPLP. Eu tenho uma ideia de uma certa desilusão. Porque eu tinha a ideia inicial de que essa CPLP podia ser um impulsionador, sobretudo na área de reafirmação dos valores que constituíram o histórico dos países que constituem a CPLP: Portugal mais as suas ex-colónias, mais o Brasil. Portanto trabalhar em mais-valias que poderiam resultar deste histórico. Mas isso não tem sido possível, por várias razões, entre as quais eu costumo sublinhar especialmente o maior desperdício de energias para uma actividade meramente formal, diplomática ou formal entre os Estados. Portanto, aquela ideia de que, especialmente os países africanos poderiam adquirir vantagens, uma espécie de recomposição daqueles aspectos positivos que resultaram da nossa história, isso não se tem conseguido porque na relação entre Estados há muito formalismo. O problema do respeito das soberanias de cada um é tão forte que se desprezam as mais-valias que poderiam beneficiar às populações. Embora se fale muito até hoje dos males da colonização. Mas havia muitos aspectos positivos que poderiam ter sido recuperados e que não o foram. Pelo contrário, continuamos, especialmente nos países africanos, a perder valores éticos, sobretudo na área política, em que, por exemplo, as eleições são praticamente uma inutilidade. Talvez com a excepção de Cabo Verde, onde as eleições são um factor de estabilização, são factor de escrutínio da acção dos políticos governantes. Mas isso não acontece nos outros países, especialmente continentais africanos, com casos graves: em Angola, começou por Angola, que é o meu país, da Guiné-Bissau. São casos muito graves e também de Moçambique. A suspensão da Guiné-Bissau da CPLP, onde um ex-secretário executivo da CPLP está desde a semana passada em prisão preventiva, com os golpistas a assumirem o poder, não pode ser fatal à sobrevivência da organização? Talvez não seja fatal, porque vai-se continuar a trabalhar na base do formalismo e não na base de algo que seja útil para estabilizar politicamente todos os Estados. Possivelmente a Guiné-Bissau, Angola também, a situação não é, como muita gente pensa, boa, óptima. E também temos acompanhado aspectos negativos em Moçambique. Na sua opinião, a CPLP deve ser mais exigente na defesa da democracia e dos direitos humanos nos Estados-Membros? Ora, nem mais. Em relação a esse aspecto, a CPLP não actua por causa do tal respeito à soberania e por causa da defesa de interesses de algumas pessoas, tudo agentes do Estado. Veja que, pelo contrário, foi associado um país muito pior em termos de respeito dos direitos humanos, da democracia, da preocupação dos dirigentes do seu Estado, em relação ao bem-estar social das suas populações. Estou-me a referir à Guiné Equatorial, por exemplo, que por nenhuma razão que se invocasse deveria fazer parte da CPLP, tanto pelo respeito aos direitos humanos como por outros aspectos do regime. Este Estado foi atraído pela CPLP, indiciando que o tal ideal da democracia, o ideal ético, de uma política ética não tem grande significado perante perante nós, elites políticas. Eu também faço parte das elites políticas, dos nossos Estados. E veja este caso da Guiné-Bissau. Um dirigente que até também foi secretário da CPLP, detido arbitrariamente de forma vergonhosa e tanto quanto eu saiba, a CPLP está impotente para actuar. A expulsão é uma coisa que não não tem grande relevância. Mas eu pensaria que haveria atitudes anteriores. Essas situações deviam ser promovidas para darmos maior utilidade à nossa organização. Daqui a 30 anos, o que eu gostaria que se dissesse da CPLP? Eu sou professor ainda e às vezes digo muita coisa que é politicamente incorrecta. Devemos começar primeiro por reconhecer que as nossas independências foram muito mal conduzidas. Não houve reflexão. Foram rejeitadas ideias de Constituição de transições mais úteis. Eu não estou a preconizar um regresso ao passado, uma recolonização, mas pelo menos uma capacidade de olhar para o presente, fazermos uma retrospectiva correctiva do que aconteceu e não permitirmos efectivamente muitas coisas que estão a acontecer hoje nesses países, que tiveram o seu surgimento graças à presença de Portugal aqui em África. Independentemente dos aspectos negativos que possam ter acontecido. Tenho para os amigos muito próximos dito que podíamos ter independência, mas sem descolonizar. Acho que isso é politicamente incorrecto, sobretudo para quem não reflectiu, como eu tenho reflectido. Mas nós temos exemplos positivos de uma prática desse tipo. Onde houve independência sem descolonização. Portanto, as instituições estão preservadas. Quando se fala em descolonização, normalmente pensa-se que é afastar o branco da administração e deixá-lo sair, se for possível. Mas nos nossos Estados, onde se realizou uma descolonização precipitada, onde constituímos essas pátrias com pessoas de todas as proveniências e depois 74-75, montámos um esquema mental completamente errado. Aquele êxodo que houve aqui nos nossos países. É talvez por isso que justamente Cabo Verde é um exemplo onde não houve êxodo, com uma parte da população retendo as elites com conhecimento, etc. Hoje vão, digamos, se estabilizando melhor. E aqui onde houve o êxodo da população branca em grande quantidade, estávamos pobres em tudo, a partir da própria moralidade, da própria ética, passando pelas prioridades que são traçadas por pessoas mal preparadas. Eu também me incluo nesse aspecto, porque também ocupei funções. De modos que é isso que eu lamento que a CPLP, 30 anos depois, não possa ter contribuído para, digamos, remediar esses problemas. Era Marcolino Moco, primeiro secretário executivo da CPLP, no dia em que a organização assinala três décadas de existência.
Nova sobretaxação determinada pelo governo de Donald Trump deixou de lado diversos dos principais produtos da pauta exportadora entre Brasil e Estados Unidos. Precaução com impacto inflacionário e de popularidade do presidente norte-americano também deve gerar reflexo contido na economia brasileira.
Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Hoy hace un año: Los residentes de Creta, en Grecia, dicen "no" a un nuevo centro de inmigrantes …y hoy hace 365 días: Sánchez apuesta en Mauritania por una migración "segura y legal" y recuerda que España fue un país de emigrantes. Hace un año: El abuso de pantallas y redes sociales tras la pandemia cuadruplica los trastornos mentales en menores. Hoy se cumplen 1.610 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 142 días. Hoy es viernes 17 de julio de 2026. Día Mundial de la Justicia Internacional. El 17 de julio se celebra el Día Mundial de la Justicia Internacional, celebrado en el mundo entero desde 1998 con motivo de la aprobación del Estatuto de Roma por parte de 120 países miembros de la Organización de las Naciones Unidas ONU. El estatuto de Roma permitió constituir la Corte Penal Internacional, un órgano judicial permanente encargado de juzgar los crímenes de genocidio y crímenes de guerra. El día mundial de la justicia internacional tiene dos objetivos fundamentales: En primer lugar, solidarizarse con las víctimas de crímenes de la humanidad, genocidio y crímenes de guerra en el mundo. Recordar la necesidad de asegurar un continuo apoyo al sistema de justicia internacional por parte de todos los Estados que se han comprometido a ello a través de la adhesión a este importante instrumento internacional. 1918.- Fusilados de madrugada el zar Nicolás II y la mayoría de la familia imperial rusa en la localidad de Ekaterimburgo por orden de las autoridades bolcheviques. 1928.- España, Francia y Gran Bretaña firman el nuevo Estatuto de Tánger. 1936.- Comienza en Melilla el golpe de Estado contra la República española. 1943.- En Feltre (Italia), Hitler convence a Mussolini para que continúe la guerra. 1945.- Inaugurada la Conferencia de Potsdam: Stalin, Truman y Churchill tratan cuestiones concernientes a la victoria aliada. Tal día como hoy, 17 de julio de 1955, se abre solo para invitados Disneyland en Anaheim, California . Más de 30,000 invitados se presentaron para participar en uno de los parques temáticos más grandes del mundo en ese momento. 1975.- La nave espacial soviética "Soyuz XIX" y la estadounidense "Apolo" coinciden en el espacio en la primera misión espacial conjunta entre EEUU y URSS. 1998.- Inhumación de los restos del zar Nicolás II y su familia en la catedral de San Petersburgo. 2002.- El Ejército español desaloja a los soldados marroquíes instalados en la isla de Perejil. 2006.- Al menos 660 personas mueren como consecuencia de la ola gigante ("tsunami") en la isla de Java, costa sureste de Indonesia, causada por un seísmo de 7,7 grados en la escala Richter. Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria. santos Alejo, León IV, Generoso y Jacinto; Nuestra Señora de la Humildad. Rodríguez se querella contra Aldama por injurias tras relacionarla con la presunta financiación irregular del PSOE. El Tribunal de la UE avala la ley de amnistía al no chocar con los intereses financieros ni la directiva sobre terrorismo. El PP expresa "respeto absoluto" a la sentencia de la ley de amnistía pero advierte que no es "el final del debate” La Audiencia de Madrid mantiene el juicio con jurado popular contra Begoña Gómez y ordena la devolución de su pasaporte. El DAO niega presiones a los agentes para ponerse "de perfil" en el caso de David Sánchez. Canarias exige más fondos estatales para menores migrantes tras aprobarse el reparto de 35 millones. Asimismo, la consejera Candelaria Delgado reclama que se mantenga la contingencia migratoria en el archipiélago. Las Palmas de Gran Canaria no recurrirá la nulidad de la tasa de basuras y devolverá lo ya cobrado. El Ayuntamiento volverá a regirse por su normativa previa, hasta que reformule la tasa para ajustarla a las exigencias legales. Un 17 de julio de 1993: en el Estadio Monumental de Núñez (Buenos Aires), la banda estadounidense Guns N' Roses, se presenta por última vez con la formación semi-clásica (conformada por Duff McKagan, Slash, Axl Rose, Gilby Clarke y Matt Sorum), ante 70.000 espectadores.
Estados-membros da ONU assumiram compromisso de mobilizar investimentos, reduzir dívidas de países em desenvolvimento e combater corrupção; declaração de Fórum Político enfatiza erradicação da pobreza extrema, mas cortes na ajuda internacional ampliam obstáculos.
¿Qué significa realmente ser un ciudadano soberano? ¿Es una filosofía basada en la libertad individual o un movimiento rodeado de polémica y malentendidos? En este episodio de Clave45, Gerald Dean y David Santiso analizan el origen, la evolución y las principales ideas del movimiento conocido como Ciudadanos Soberanos, una corriente que cuestiona la autoridad de los Estados y la legitimidad de determinadas leyes e instituciones. A lo largo del programa se exploran los antecedentes históricos, los argumentos que defienden sus seguidores y las controversias que han generado en distintos países. También se examina cómo este fenómeno ha evolucionado con la expansión de Internet y las redes sociales, diferenciando los hechos documentados de las interpretaciones y los mitos que lo rodean. Un episodio que invita a reflexionar sobre los límites entre la libertad individual, la legalidad y el poder del Estado, ofreciendo un análisis crítico de uno de los movimientos más controvertidos de nuestro tiempo. https://www.edenex.es
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Ministério Público e a Polícia Civil do Rio de Janeiro realizam nesta quarta-feira (15), uma operação em quatro estados brasileiros contra facções criminosas que teriam lavado mais de R$ 100 milhões. A operação acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. E ainda: Receita Federal realiza a restituição automática do IR nesta quarta (15).
Trump parece no entender de fútbol pero logró que FIFA anule una roja, varios Estados en EEUU van contra Meta por dañar la salud de adolescentes, swifties compran basura del casamiento por 25 dolares, citan al testigo equivocado en la causa cuadernos y la ciencia asegura que el canibalismo hace mal. Encontra este y mucho más contenido todos los sábados a las 13hs por www.fm913.com.ar o en Spotify
1. El Cuerpo de Ingenieros ordenan al DRNA que paren dragado ilegal enLoíza o los multan a razón de $68,446 diarios, reacciona Quiles. 2. Analizan videos de seguridad en investigación por presunta agresiónsexual múltiple3. Desconfianza en la gobernanza pudiera poner en riesgo inversión en laIsla4. Buscan aumentar aportación de beneficiarios de la Ley 60 para nutrir el“barrilito” legislativo5. Advertencia de calor se mantiene a pesar de algunas lluvias6. Fuegos forestales mantienen en alerta a San Germán ante alto riesgo deincendios7. Irán ataca bases de EE.UU. en Jordania, Baréin y Kuwait tras horas deataques de Estados unidos contra objetivos iraníes8. Aumentan los muertos por los sismos en Venezuela, a 4, 4909. Diez muertos en un accidente aéreo en las Bahamas mientras el gobiernosuspende los vuelos de Flamingo Air. Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. X61 – 610 AM en Patillas5. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste6. WPAB 550 AM - Ponce7. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico8. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentario Una vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
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Los Estados Unidos e Irán se atribuyen el derecho para regular la navegación en el estrecho de Ormuz debido a las ambigüedades del memorando de entendimiento que firmaron a mediados de junio. El sultanato de Omán, que comparte con Irán las aguas de la estratégica vía marítima, estaría bajo presión de Washington para abrir una vía alterna a la iraní, una acción que Teherán rechaza rotundamente y que habría dado origen a la nueva escalada de violencia. Los enfrentamientos entre Estados Unidos e Irán se reanudaron el martes 7 de julio cuando tres buques fueron derribados por Irán y el ejército estadounidense respondió atacando a más de 60 pequeñas embarcaciones y otros objetivos iraníes. Las hostilidades aparentemente se calmaron el viernes, aunque Trump continúa amenazando a Irán, ahora por un supuesto complot que buscaría asesinarlo y que tendría como consecuencia un bombardeo masivo de la República Islámica. Teherán busca desmarcarse de las agresiones asegurando que ha “cumplido su palabra” desde la firma del protocolo de alto al fuego. La firma de dicho documento fue anunciada el 17 de junio con bombos y platillos a pesar de las ambigüedades sobre la administración del estrecho de Ormuz y que hoy serían el origen de la nueva escalada de violencia, así lo analizó para RFI el profesor de Relaciones Internacionales en Universidad Pontificia Comillas, Emilio García Coso. Irán defiende que la apertura de la estratégica vía marítima por donde pasaban cerca del 20% de los hidrocarburos del mundo debe ser realizada en su zona costera, pero Estados Unidos busca una ruta alterna por la zona de Omán. Entonces “Irán interpreta que hay un incumplimiento del acuerdo y por lo tanto trata de ejercer algunas acciones para disuadir ese tráfico”, como fue el caso de los ataques a los buques comerciales de origen catarí y saudí. Leer tambiénSultanato de Omán, una excepción geopolítica y pieza clave de la diplomacia Por su parte “los Estados Unidos vuelven otra vez a bombardear zonas y ciudades del estrecho para deshabilitar esa capacidad de interceptación en el estrecho. El problema radica en esa ambigüedad del memorando”, resaltó el investigador. Entra la espalda y la pared El documento involucra al Sultanato de Omán, conocido como la “Suiza del Golfo” porque es un país históricamente neutro, atribuyéndole la misión de definir junto con Irán las reglas del paso de los buques según el derecho internacional. El punto número 5 del memorando de entendimiento entre Estados Unidos e Irán dice textualmente que estos dos países definirán “la futura administración y los servicios marítimos en el estrecho de Ormuz —en consulta con otros Estados ribereños del Golfo Pérsico—, de conformidad con el derecho internacional aplicable y los derechos soberanos de los Estados costeros del estrecho de Ormuz”. “En el principio Omán ha mantenido conversaciones bilaterales con Irán para ver cómo podían llevar a cabo el control del tráfico”, recordó García Coso. “Esas conversaciones fueron cortocircuiteadas por el Departamento de Estado norteamericano —Omán siempre ha sido tradicionalmente un aliado de Estados Unidos—, pero no puede generar tensiones con su vecino directo que es Irán. Omán se encuentra entonces entre la espada y la pared porque si Estados Unidos le dice que debe permitir la zona de paso por sus aguas jurisdiccionales pues lo permite”. Esta semana, en la cumbre de la OTAN, Trump dijo que el memorando de entendimiento llegó a su fin y que era una pérdida de tiempo negociar con Irán. El investigador pide prudencia ante estos comentarios porque “Trump nos tiene acostumbrados a que por la mañana dice una cosa y por la tarde dice otra”. García Coso considera que las palabras de Trump buscan presionar a Irán para continuar en las negociaciones de paz. De hecho “Pakistán ha afirmado que el Comité Técnico entre Estados Unidos e Irán sigue negociando el famoso memorándum de entendimiento de Islamabad. Entiendo que van a continuar esas negociaciones y que no va a haber mayor incremento de la escalabilidad militar”. “Aunque a Trump no le guste, la mejor solución para tratar de llegar a un consenso con Irán sería tratar de volver al acuerdo de Obama que era mucho más detallado. Estamos hablando de dos páginas que ha negociado la administración Trump versus las 159 páginas de la administración Obama y donde queda muchísimo mayor detalladas las obligaciones de ambas partes”, concluyó.
Megabachetón da mantenimiento a 48 mil kilómetros de carreterasKeiko Fujimori buscará restablecer relaciones diplomáticas con MéxicoNoruega e Inglaterra comparten el origen de la cruz en sus banderasMás información en nuestro Podcast#grc
¡No te lo pierdas! Cineteca Nacional ofrecerá ciclo de cine infantil Disminuyen denuncias por robos al autotransporte de carga: CANACAR Tifón Bavi mantiene en alerta a China, Taiwán y Japón Más información en nuestro podcast#grc
Organização que completa 30 anos neste 17 de julho cresceu além de suas fronteiras e, hoje, abriga mais de 30 Estados associados; embaixador de Portugal diz à ONU News que Cplp tornou-se uma plataforma visível e respeitada no cenário geopolítico.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (10): A Polícia Federal divulgou que o ex-banqueiro e dono do Banco Master operou um esquema para difamar o Banco Central. Segundo a PF, o publicitário Thiago Miranda operava o esquema, intitulado “Projeto DV", que pagava influenciadores para falar mal do BC. Ao todo, 40 perfis foram cooptados, mas a PF ainda não divulgou quais. Poucos dias após deixar a presidência do PL Mulher, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) cria o grupo “Imparáveis MB” voltado para pessoas que defendam valores conservadores e a ampliação da presença feminina na política. A estratégia preserva o papel de Michelle como liderança feminina na direita mesmo após a briga com Flávio Bolsonaro (PL). O Goodwood Festival of Speed, voltado para o público automotivo ocorre neste final de semana nos jardins do palácio Goodwood House. O evento reúne o mais alto luxo sobre quatro rodas e celebra as grandes rivalidades das corridas. De acordo com reportagem do Poder 360, o presidente Lula (PT) teria repreendido o chanceler Mauro Vieira por um posicionamento público do ministro sobre o risco de intervenções americanas em solo brasileiro após a classificação de facções criminosas como grupos terroristas. O Itamaraty negou a informação. Câmeras com inteligência artificial passam a funcionar 24 horas no Rodoanel Norte. Os equipamentos contam com infravermelho e conseguem identificar motoristas sem cinto de segurança ou que estão mexendo no celular ao volante dentro do carro, gerando multa aos condutores. Uma nova regra da Agência Nacional de Aviação Civil determina que companhias aéreas garantam assentos sem custo adicional para menores de 16 anos ao lado dos responsáveis. A comunicadora Vivan Castanheda avalia que viver em um lugar com maior qualidade de vida tem impacto na saúde mental, inclusive por fatores econômicos, em cidades mais baratas e com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), como Guaratinguetá e outras cidades no interior de São Paulo. Um morador de Divinópolis (MG) ganhou R$ 43 milhões em uma aposta simples na Mega-Sena. Segundo a Caixa Econômica Federal, organizadora da loteria, a chance de vencer é de um em 50 milhões. O médico Renato Gaya entrou no Guinness Book ao dar 195 beijos na bochecha de sua esposa em apenas um minuto. O casal registrou o feito em um vídeo, com o objetivo de provar que mesmo pessoas com déficit de atenção, como no caso de Renato, conseguem focar em um objetivo e realizá-lo. A vereadora Janaína Paschoal (PP) classifica a liderança de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na corrida para o Senado por São Paulo como “grave” e afirma que o fato de ambas não serem paulistas é um problema maior do que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ser carioca, pois “os senadores representam o estado em Brasília”. Parte da classe dos caminhoneiros ameaça iniciar uma greve se o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União), não pautar a medida provisória que suspende multas aos caminhoneiros que bloquearam estradas após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) em 2022. A classe também pede melhorias fiscais para realização de fretes e passagem por pedágios. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital. O pedido foi feito no âmbito da Operação Vernix, que apura organização criminosa e lavagem de dinheiro, a mesma que prendeu a influenciadora Deolane Bezerra. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
1. Un 61.4% de Puerto Rico en sequía y las interrupciones en el servicio de agua amenazan al sector agrícola y en la vida en general, de los puertorriqueños 2. Secretario de Corrección niega vínculo directo con empleada que radicó querella3. Memoria, música y resistencia: Converso con la primerísima actriz, maestra de maestros, Idalia Pérez Garay sobre la presentación este domingo del documental de Teatro del Sesenta y la bohemia que habrá en el Monero Café el domingo,4. Asppro celebrará la Semana de la Prensa con agenda sobre memoria, innovación y defensa del periodismo del domingo 26 de julio al sábado, 1ro de agosto5. ACLU Puerto Rico alerta sobre acecho de ICE en comunidades y calles del archipiélago6. La Galeria de Arte Vista Alegre de Aibonito le invita a la inauguración de la exposición: Carlos Raquel Rivera Presentación: Dr. Edgardo Pratts y música en vivo: Raquel González y Ali Tapia7. Explosiones en el sur de Irán después de que Teherán atacara a varios Estados del árabes y a Jordania 8. China y Taiwán se preparan para el tifón Bavi, posiblemente la tormenta más potente en años 9. Suben a 3.899 los muertos por terremotos en Venezuela.Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. X61 – 610 AM en Patillas5. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste6. WPAB 550 AM - Ponce7. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico8. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentarioUna vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
El Padre José Román Flecha reflexiona sobre una carta del Papa León XIV que conmemora el 250° aniversario de la Independencia de los Estados Unidos, invitando a la comunidad a meditar y llevar a la práctica los valores fundamentales de la libertad religiosa, la defensa de la vida desde la concepción hasta la muerte natural, y la acogida solidaria a los inmigrantes.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (07):O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro classificou o Partido dos Trabalhadores (PT) como o “partido das taxas”. Flávio está nos Estados Unidos, segundo ele, para defender os brasileiros de uma possível taxação do governo americano. O Ministério das Relações Exteriores, sob o comando de Mauro Vieira, evitou detalhar a tese enviada à Câmara dos Deputados sobre o risco de os Estados Unidos realizarem ações militares na América do Sul contra facções do crime organizado. A hipótese foi levantada após o governo brasileiro alegar que não foi comunicado sobre a classificação do PCC e do CV como terroristas. O Departamento de Estados dos EUA negou a possibilidade. O pré-candidato do União Brasil ao Senado pelo Rio de Janeiro, Márcio Canella, foi preso nesta terça-feira (07) após a Polícia Federal (PF) encontrar um fuzil em seu carro, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido na 6ª fase da Operação Unha e Carne. Canella era investigado pela corporação por participar de um esquema de lavagem de dinheiro. As ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem na frente em uma pesquisa de intenção de votos do Datafolha para o Senado por São Paulo, divulgada nesta terça-feira (07). Marina lidera com 18%, enquanto Tebet aparece em segundo, com 16%. Ricardo Salles (Novo), com 13%, e André do Prado (PL), com (11%), aparecem na sequência. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a participação de Flávio Bolsonaro (PL), senador e pré-candidato à Presidência da República, em audiência nos Estados Unidos, nesta terça-feira (07). De acordo com o governo federal, o senador teve objetivo eleitoreiro. Flávio criticou Lula e chamou o PT de “partido das taxas” em sua fala.O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, acusou o atual líder colombiano Gustavo Petro de tentar articular um golpe de Estado para se manter no poder. A transição de governo foi suspensa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra entre Rússia e Ucrânia, que já se arrasta por mais de quatro anos, será resolvida “em breve”. Após manter conversações diretas por telefone com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, o líder americano afirmou na cúpula da Otan que os dois lados demonstram real interesse em selar um acordo de paz. O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (PT-SC), ameaçou rotular o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), como "inimigo dos trabalhadores" caso a tramitação da PEC do fim da escala 6x1 não avance na Casa. Por outro lado, Alcolumbre afirmou que não irá tolerar ameaças. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Em entrevista à ONU News, a secretária-executiva Maria de Fátima Jardim afirma que mais de 30 Estados observadores ampliam alcance geoestratégico da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; para a embaixadora, entidade cria pontes entre países e cidadãos em todo a lusofonia e só tem a ganhar com maior interesse dos jovens.
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SUMMARY DEL SHOW Futuros mixtos este martes con el NASDAQ bajo presión tras la caída de Samsung pese a ganancias récord, señal de que las expectativas en IA están en niveles muy elevados. Hoy arranca la temporada de earnings con $PEP y $DAL. $SPCX se incorpora al Nasdaq-100 y recibe ratings alcistas de Morgan Stanley y Goldman Sachs al vencer el período de silencio post-IPO, con targets que implican upside significativo desde niveles actuales. Cuatro estados buscan $1.4T en penalidades contra $META en un juicio programado para agosto, mientras la cumbre NATO en Ankara activa catalizadores directos para el sector de defensa.
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Convidado: Guilherme Casarões, cientista político, professor da Florida International University (EUA) e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita. A investigação da "Seção 301" pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA concluiu que o Brasil mantém práticas desleais na economia – casos do Pix e da 25 de Março, centro popular de São Paulo. O resultado disso é a ameaça de taxar os produtos brasileiros em 25%. De um lado, o Ministério das Relações Exteriores enviou ao governo americano um documento para defender os interesses brasileiros e negociar uma solução. De outro, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro também despachou aos Estados Unidos uma carta com algumas propostas para sensibilizar Trump e adiar a aplicação das tarifas – acontece que Flávio pediu para postergar o tarifaço por um prazo de 180 dias, ou seja, para depois das eleições, sob o argumento de que as taxas dariam vantagem política para o atual governo. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões, que fala diretamente dos Estados Unidos. Casarões analisa as propostas de Flávio Bolsonaro (que envolvem limitações ao Pix e à participação do Brasil no Mercosul) e avalia os ruídos que uma “diplomacia paralela” pode provocar em meio a uma negociação entre representantes dos Estados nacionais.
Ao longo da história, diversos estreitos marítimos desempenharam papel fundamental na circulação de mercadorias, na projeção de poder e nas disputas entre Estados. Passagens como o Estreito de Ormuz, o Estreito de Malaca, o Estreito de Bósforo e o Estreito de Bab-el-Mandeb conectam mares e oceanos, mas também concentram interesses econômicos, militares e diplomáticos de alcance global. O controle dessas rotas influencia o comércio internacional, o abastecimento energético, a movimentação de frotas militares e o equilíbrio geopolítico entre grandes potências, tornando esses pontos alguns dos espaços mais estratégicos do planeta. Em diferentes momentos, guerras, bloqueios navais, crises diplomáticas e disputas territoriais evidenciaram como a geografia continua exercendo papel decisivo nas relações internacionais. Convidamos Vitor Augusto para discutir a importância geopolítica dos principais estreitos do mundo, os interesses econômicos e estratégicos que convergem nessas rotas marítimas, os conflitos associados ao seu controle e o impacto dessas passagens na política internacional contemporânea.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: @iclesrodriguesPIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaJá é meio do ano e você ainda não aproveitou para vestir INSIDER? Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM e aproveite! #insiderstore
Estados Unidos acaba de conmemorar el 250 aniversario de la Declaración de Independencia, un texto que en 1776 dio paso a una guerra y al nacimiento de una federación de Estados que aspiraban a mantenerse unidos para siempre. Trump lo ha celebrado con dos discursos, uno en el monte Rushmore y otro en Washington. Hoy Estados Unidos es el país más poderoso de la Tierra, pero en el momento de la independencia las trece colonias británicas de las que surgió sumaban unos 2,5 millones de habitantes y ocupaban solo la costa atlántica. Un siglo después se extendía de costa a costa, y en 1926 ya era una gran potencia mundial. El hecho es que el país que nació del rechazo a los impuestos de Jorge III se parece hoy más a la Britannia imperial de aquella época que a los patriotas que se rebelaron contra ella. El abismo entre ricos y pobres habría espantado a los padres fundadores en Filadelfia y la tentación de concentrar poder en pocas manos ha sido una amenaza permanente. Es por ello que merece la pena volver sobre el documento fundacional. Se escribió para convencer a Europa de que aquello no era un motín, sino una nueva república con motivos legítimos para constituirse. Por eso enumeraron 27 agravios contra el rey de Inglaterra al tiempo que clamaban por la libertad y la igualdad. Pero en esa igualdad y esa libertad no estaban incluidos ni los negros ni las mujeres, tampoco los indígenas, a quienes la declaración de independencia se refiere como despiadados indios salvajes. Esa sed de autogobierno empujó al nuevo país hacia el oeste y convirtió a la república en una réplica del imperio que decía repudiar. Su Destino Manifiesto estaba calcado de la misión civilizadora que se atribuían los europeos. La contradicción entre libertad y esclavitud fue muy duradera, solo tras la guerra de secesión las enmiendas 13, 14 y 15 pusieron fin a la esclavitud, pero no a la segregación, para eso habría que esperar un siglo más. Con todo, aquella república fue el primer imperio que era, además, un Estado nación moderno que se industrializó pronto y prosperó en el mundo contemporáneo. Desde 1870 ha recibido unos 85 millones de inmigrantes procedentes de todos los rincones del planeta. Si en los tiempos modernos ha habido una tierra prometida esa ha sido sin duda alguna los Estados Unidos de América. 250 años después el poder se concentra en Washington de un modo y a una velocidad que habría alarmado a los redactores de la Constitución. El mundo ha cambiado, ya no es el de los años, 40 cuando Estados Unidos se convirtió en la primera potencia mundial. El poderío militar y económico se mantiene, pero ya no es tan intimidante como hace 80 años. Los decadentistas se han apresurado a firmar el acta de defunción, pero están errados porque al imperio estadounidense aún le queda cuerda. Su historia es la de un país extraordinariamente adaptable, resistente e innovador. Sus instituciones están pensadas para sobrevivir a gobernantes caprichosos limitando el poder y compensándose entre ellas. Brilla, se desgasta y se reinventa, todo a la vez. Lo que nadie ha encontrado hasta el momento es la manera de apostar contra él y ganar. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:48 Estados Unidos: 250 años 34:22 Verificación para la ley de nietos 37:53 Ley de nietos 45:00 El fin del soporte físico · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #america250 #eeuu Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Clima extremo deja víctimas en EE.UU. Brugada llama a mantener limpia la ciudadPortugal y España, de la historia a la canchaMás información en nuestro podcast#grc
Advierten por uso de espuma en aerosol Venezuela reconstruirá aeropuerto de MaiquetíaEl paste, legado inglés en HidalgoMás información en nuestro podcast#grc
Dos sismos sacuden Oaxaca ¿Por qué "me espanta" el sonido de la Alerta Sísmica?Trump reitera su rechazo al comunismo Más información en nuestro podcast#grc
DIOS BENDIGA AL MUNDO ENTERO Yo, Padre Tomás Martín Deely vivo en los Estados Unidos que hoy celebra sus 250 años de ser una nación. Hoy las palabras del profeta Amós nos dicen: :“Aquel día renovaré la casa de David convertida en ruinas, taparé sus brechas, levantaré sus muros y la reconstruiré como era en otros tiempos. Hoy Jesús, en el evangelio de nos dice: Nadie remienda un vestido viejo con un parche de tela nueva, porque el remiendo nuevo encoge, rompe la tela vieja y así se hace luego más grande la rotura…Hoy en estos Estados Unidos muchos muros que necesitan ser reparados. Además en los Estados Unidos hay muchas brechas, brechas entre familias, entre creencias religiosas y políticas que, con la ayuda de Dios debemos reparar. Para mi la tela nueva que necesitamos todos nosotros en los Estados unidos es la tela de escucha, la tela de humildad, la tela de comprensión y generosidad. Para mi la tela nueva mas importante es la abertura. La abertura de una gente a otra gente que todavía no hayan llevado a respectarse y amarse como Jesús nos dice miles de veces en los evangelios. Un peligro muy grande para nosotros en los Estados es el peligro de ignorar, olvidar o hasta rechazar los errores y pecados del pasado, sobre todo los horrores de la esclavitud de gente negra, amarilla y y tantas otras buenas gentes que por la ignorancia, por la falta de sabiduría hemos causado gran dolor en los años anteriores de nuestra nación. Termino con un trozo de Dios Bendiga a America cantada por Gabriella Muñoz.Si me quieren enviar comentario:tdeely7352@hotmail.com
México felicita a EE.UU. por su IndependenciaParís abre balnearios por ola de calorColombia, entre dos océanosMás información en nuestro podcast#grc
Esta Semana em África ficou marcada pelo fim da participação de Cabo Verde no Mundial de Futebol, mas também as críticas da oposiçõa na Guiné-Bissau, o fluxo de moçambicanos que sai da África do Sul sob ameaças racistas ou ainda a desistência final de Jorge Bom Jesus nas presidenciais de São Tomé e Príncipe. Os Tubarões Azuis caíram de pé no Mundial de Futebol masculino que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá. Face aos campeões em título, a Argentina, Cabo Verde deu luta e conseguiu por duas vezes igualar a partida, perdendo apenas por um auto-golo já no prolongamento do jogo. Durante 120 minutos, os cabo-verdianos sonharam e saem desta competição com a cabeça erguida dando a conhecer ao Mundo a sua forma de jogar, mas sobretudo o seu país, as suas tradições e a sua alegria. Na hora do adeus, o guarda-redes Vozinha, que se tornou uma das sensações desta competição e é agora aclamado mundialmente, diz esperar que Cabo Verde continue a atingir novas metas e que o futuro está aberto para o arquipélago. Na Guiné-Bissau, os dois principais blocos da oposição acusam a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) de ter perdido neutralidade para legitimar o regime de transição militar instalado após a tomada de poder em Dezembro de 2025. Numa carta aberta, denunciam a exclusão da oposição das missões da organização, contestam o apoio ao processo de revisão constitucional e alertam para a degradação das condições democráticas no país. O coordenador interino da PAI-Terra Ranka e um dos signatários da carta, António Samba Baldé, explica as razões deste repúdio em entrevista a Lígia Anjos. Na África do Sul, as manifestações e a violência contra os imigrantes continuam, tendo já levado pelo menos 25 mil pessoas a abandonar o país. A fronteira de Ressano Garcia, na província de Maputo, no sul de Moçambique, está a registar o regresso massivo de cidadãos, entre moçambicanos e malauianos, como nos conta o nosso correspondente Orfeu Lisboa. Do outro lado, na África do Sul, continuam as manifestações e a ausência dos imigrantes, que optam por fugir para os seus países de origem ou esconder-se nas suas casas, já está ter um forte impacto no quotidiano de várias cidades como descreve a nossa correspondente Mariamo Hassamo. Em São Tomé e Príncipe, o ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus anunciou a sua decisão de desistir da corrida às presidenciais de 19 de Julho, alegando uma “avalanche de inverdades criminosas” e um clima de “divisão e crispação política” em torno da sua candidatura. Mantêm-se na corrida Carlos Vila Nova, Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu e Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim. A campanha eleitoral começa hoje em São Tomé e Príncipe. Em Angola, vão começar a ser cobrados os serviços de saúde prestados à população devido à revisão da Lei de Bases do Sistema Nacional de Saúde, pondo fim à gratuidade universal da assistência médica em vigor há 34 anos. A proposta, aprovada na especialidade, está a gerar controvérsia entre parlamentares, embora o governo clarifique que a medida será aplicada apenas a cidadãos com capacidade financeira, como explica o nosso correspondente Francisco Paulo.
Último día para donar a Venezuela con Topos México Nueva York celebra 250 años de independenciaLa estrella negra, símbolo de GhanaMás información en nuestro podcast#grc
UNAM entrega su Cuenta Anual 2025 a diputados Buscan a tripulante tras amerizaje en el mar ArábigoLa corbata nació en CroaciaMás información en nuestro podcast#grc
Lluvias continuarán este jueves en gran parte del país Instalan Feria de Paz en MorelosEE.UU. construirá nueva embajada en JerusalénMás información en nuestro podcast #grc
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ASF entrega primeros informes de la Cuenta Pública 2025 México y Estados Unidos bloquean red financiera ligada al CJNG Papa León XIV nombra nuevo subdirector de la Limosnería Apostólica Más información en nuestro podcast#grc
Suspenden búsqueda de tigre de bengala en Edomex por lluviaCorte de EE.UU. rechaza recurso de Donald TrumpItaipú, símbolo energético entre Paraguay y Brasil Más información en nuestro Podcast#grc
Bode do Bastter - 264 - Não Manifeste Estados Temporários
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Uno de los debates más recurrentes entre los aficionados a la historia es el de cuáles fueron los mayores imperios de la humanidad y qué los hizo verdaderamente grandes. Medir un imperio únicamente por kilómetros cuadrados resulta engañoso ya que la extensión por sí misma nunca garantizó su riqueza, ni su cohesión ni, naturalmente, que tuviesen un control efectivo del territorio. Gobernar grandes imperios antes de la llegada del telégrafo y el ferrocarril implicaba tomar decisiones casi a ciegas, los emperadores delegaban el poder en virreyes, sátrapas y gobernadores que actuaban con mucha autonomía. Cinco imperios encabezan todas las clasificaciones: el británico, el mongol, el ruso, el chino de la dinastía Qing y el español. Hay dos categorías diferenciadas. Por un lado los imperios terrestres (mongol, ruso y Qing), que se expandieron como una mancha de aceite sobre masas continentales contiguas. Por otro los marítimos (británico y español), que dependían del dominio de las rutas marítimas y de una red de puertos repartidos por varios continentes. El imperio británico fue el más extenso de todos, en su momento álgido al término de la primera guerra mundial llegó a alcanzar los 35 millones de kilómetros cuadrados. Los británicos levantaron su imperio sobre el comercio, la industria y la supremacía naval. Su fórmula de gobierno fue muy flexible. Había colonias que se gobernaban desde la metrópoli, protectorados y dominios con distintos niveles de autogobierno. El imperio mongol empezó con Gengis Kan en las estepas de Mongolia y llegó a cubrir a finales del siglo XIII 24 millones de kilómetros cuadrados de superficie continua gracias a la movilidad de sus jinetes, que eran además muy disciplinados. Durante dos siglos los mongoles fueron los dueños de China, de todo el centro de Asia, de Mesopotamia e incluso de parte de la Europa oriental. Gracias a ellos floreció la ruta de la seda, lo que permitió que ideas, técnicas y personas pasasen de un extremo a otro de Eurasia. Por esa ruta llegó también la peste negra que diezmó la población europea en el siglo XIV. El imperio ruso, cuyo origen estaba en el pequeño principado de Moscú creció hacia el este de forma silenciosa durante dos siglos hasta abarcar casi 23 millones de kilómetros cuadrados desde la frontera con el imperio alemán hasta las costas del Pacífico. En su cúspide se encontraba el zar, un rey absoluto que la iglesia ortodoxa rusa se encargó de sacralizar. Más al sur y en la misma época la dinastía Qing de origen manchú reinó durante tres siglos sobre la mayoría china y expandió las fronteras hacia el oeste. En su momento de máxima extensión llegó a tener 14 millones de kilómetros cuadrados. El imperio español, el primero genuinamente mundial, inició su expansión en 1492 con los viajes de Cristóbal Colón. A partir de ahí los españoles de los siglos XVI y XVII conquistaron y colonizaron buena parte del continente americano, completaron la primera circunnavegación del globo y se expandieron por tres continentes. Sus flotas fueron las primeras que conectaron por primera vez toda la superficie terrestre. Ninguno de estos gigantes cayó por un enemigo exterior en una batalla decisiva, sino por varios factores entrelazados como la sobreextensión, el agotamiento económico y las tensiones internas. Su herencia sigue viva hoy en las fronteras, en los más 500 millones de hispanohablantes, en el inglés como lengua franca, en la demografía de Hispanoamérica, en los Estados del Asia central o en las fronteras multiétnicas de la China actual. Estos cinco imperios fueron los arquitectos involuntarios del mundo que habitamos. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Uno de los debates más recurrentes entre los aficionados a la historia es el de cuáles fueron los mayores imperios de la humanidad y qué los hizo verdaderamente grandes. Medir un imperio únicamente por kilómetros cuadrados resulta engañoso ya que la extensión por sí misma nunca garantizó su riqueza, ni su cohesión ni, naturalmente, que tuviesen un control efectivo del territorio. Gobernar grandes imperios antes de la llegada del telégrafo y el ferrocarril implicaba tomar decisiones casi a ciegas, los emperadores delegaban el poder en virreyes, sátrapas y gobernadores que actuaban con mucha autonomía. Cinco imperios encabezan todas las clasificaciones: el británico, el mongol, el ruso, el chino de la dinastía Qing y el español. Hay dos categorías diferenciadas. Por un lado los imperios terrestres (mongol, ruso y Qing), que se expandieron como una mancha de aceite sobre masas continentales contiguas. Por otro los marítimos (británico y español), que dependían del dominio de las rutas marítimas y de una red de puertos repartidos por varios continentes. El imperio británico fue el más extenso de todos, en su momento álgido al término de la primera guerra mundial llegó a alcanzar los 35 millones de kilómetros cuadrados. Los británicos levantaron su imperio sobre el comercio, la industria y la supremacía naval. Su fórmula de gobierno fue muy flexible. Había colonias que se gobernaban desde la metrópoli, protectorados y dominios con distintos niveles de autogobierno. El imperio mongol empezó con Gengis Kan en las estepas de Mongolia y llegó a cubrir a finales del siglo XIII 24 millones de kilómetros cuadrados de superficie continua gracias a la movilidad de sus jinetes, que eran además muy disciplinados. Durante dos siglos los mongoles fueron los dueños de China, de todo el centro de Asia, de Mesopotamia e incluso de parte de la Europa oriental. Gracias a ellos floreció la ruta de la seda, lo que permitió que ideas, técnicas y personas pasasen de un extremo a otro de Eurasia. Por esa ruta llegó también la peste negra que diezmó la población europea en el siglo XIV. El imperio ruso, cuyo origen estaba en el pequeño principado de Moscú creció hacia el este de forma silenciosa durante dos siglos hasta abarcar casi 23 millones de kilómetros cuadrados desde la frontera con el imperio alemán hasta las costas del Pacífico. En su cúspide se encontraba el zar, un rey absoluto que la iglesia ortodoxa rusa se encargó de sacralizar. Más al sur y en la misma época la dinastía Qing de origen manchú reinó durante tres siglos sobre la mayoría china y expandió las fronteras hacia el oeste. En su momento de máxima extensión llegó a tener 14 millones de kilómetros cuadrados. El imperio español, el primero genuinamente mundial, inició su expansión en 1492 con los viajes de Cristóbal Colón. A partir de ahí los españoles de los siglos XVI y XVII conquistaron y colonizaron buena parte del continente americano, completaron la primera circunnavegación del globo y se expandieron por tres continentes. Sus flotas fueron las primeras que conectaron por primera vez toda la superficie terrestre. Ninguno de estos gigantes cayó por un enemigo exterior en una batalla decisiva, sino por varios factores entrelazados como la sobreextensión, el agotamiento económico y las tensiones internas. Su herencia sigue viva hoy en las fronteras, en los más 500 millones de hispanohablantes, en el inglés como lengua franca, en la demografía de Hispanoamérica, en los Estados del Asia central o en las fronteras multiétnicas de la China actual. Estos cinco imperios fueron los arquitectos involuntarios del mundo que habitamos. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
O governo federal decidiu não enviar representantes à audiência pública promovida por uma comissão do Congresso dos Estados Unidos para debater a política de tarifas comerciais. Paralelamente, o senador Flávio Bolsonaro confirmou sua inscrição para participar e discursar no fórum americano.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Oposicao #Planalto #Washington #TaxasComerciais #Economia #PoliticaExterna #ComercioExterior #Noticias #BastidoresPoliticos #PodcastBrasil
Marco Fernández, coordinador del programa de Anticorrupción y Educación de México Evalúa y de la Escuela de Gobierno del TEC de Monterrey, nos platica sobre el tema